Edição 089 Domingo, 05 de Outubro de 2008
 
 
HORA EM ISRAEL

MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


- Líder do Hamas diz que tomada da Cisjordânia é questão de tempo.
- A queda na bolsa de Tel Aviv neste domingo foi de 5,4 % (TLV 100).
- Governo do Irã diz que Conferencia do Gás em Teerã é prova da ineficácia das sanções.
- Abbas diz confiar que Tzipi Livni vai continuar negociações com palestinos.
- Ministro do Petróleo iraniano diz que barril a menos de US$ 100 é inaceitável.




Osias Wurman
Jornalista


AÇÃO DE PREVENÇÃO

Em meio a um verdadeiro tremor no mercado financeiro mundial, ocasionado principalmente por uma política de “deixar acontecer”, cabe ressaltar a importância da ação de prevenção.

Os bancos centrais das principais potencias econômicas mundiais afrouxaram os controles sobre as instituições financeiras, que acabam de demonstrar não terem merecimento para este crédito de confiança, nem por parte dos governantes, nem de seus infelizes investidores.

Hoje, quem começa a pagar a conta, são os inocentes e indefesos trabalhadores, que no caso americano, apenas no mês que passou, perderam mais de 150 mil empregos.
Uma verdadeira debacle internacional no crescimento econômico, provocada pela indiferença, sendo que o pior em matéria de recessão ainda está por vir, trazendo todas as inconveniências de um mega-desemprego mundial.

Imaginem agora se ocorrer um “relaxamento” na proliferação de armas nucleares, em especial numa área tão estratégica como o Oriente Médio.

O risco do uso da energia nuclear para fins beligerantes é muito superior ao que se pode ler nos jornais ou assistir nas TVs.

Os líderes iranianos não cansam de proclamar que estão construindo reatores nucleares e podemos acreditar que não será para fins pacíficos. Nosso temor está baseado nas repetidas ameaças dos fundamentalistas que não temem expressar a vontade de “varrer” Israel do mapa.

Pior do que a recessão econômica, que mata aos poucos, é a explosão nuclear, que provoca a morte imediata de centenas de milhares de pessoas, além de contaminar indefinidamente o ambiente.

Diferentemente do que foi feito no caso econômico e financeiro, é preciso agir imediatamente contra a fabricação de artefatos nucleares por qualquer nação beligerante ou envolvida em conflitos .

O dinheiro vai e volta, mas vidas perdidas jamais serão recuperadas.  




 
 

PERGUNTE AO RABINO


Rav. Gabriel
Aboutboul

Na próxima quarta-feira, antes do por do sol, começa o jejum do Dia do Perdão judaico, o Iom Kipur, que acaba com o surgimento das estrelas na noite de quinta-feira.

Porque os judeus jejuam no Iom Kipur ?

Iom Kipur – o Dia do Perdão – marca o momento em que o patriarca Moisés desceu do Monte Sinai carregando as segundas Tábuas da Lei, sinal de que D’us havia perdoado o pecado do bezerro de ouro.


A Torá descreve o dia de Iom Kipur como um dia de perdão e um dia de jejum. Ambos levam a pessoa a reflexão. A capacidade de perdoar é demonstração de um amor mais profundo e incondicional que consegue apagar o rancor, a raiva e a mágoa que existe dentro de nós. Da mesma forma que ao perdoarmos o nosso próximo estamos demonstrando que existe um vínculo que se mantém em todas as situações, assim também D’us, através do Seu perdão, demonstra que existe entre nós uma relação de essência além de qualquer condição. Um amor incondicional que nos torna responsáveis de agir da mesma forma para com nosso semelhante. Perdão, portanto, simboliza o poder de transcendermos o ego e alcançarmos a essência do nosso ser. Neste sentido, o jejum tem o mesmo significado: a capacidade de controlar e transcender nossas necessidades mais basicas e desta forma revelar a essencia pura de nossas almas. O jejum, com a sensação de fome e fraqueza, traz à nossa consciencia e coração, a solidariedade e a lembrança daqueles que, infelizmente, Iom Kipur e seu jejum é a realidade diária. Possamos refletir nestas palavras e encontrarmos, em nosso coração, espaço para o amor incondicional, o perdão, a solidariedade e a prática do bem.


 
 

SHANA TOVAH DE LULA



 
 

CRAQUE DIEGO MANDA MENSAGEM PELO ANO NOVO JUDAICO


O meia Diego, da equipe alemã do Werder Bremen e da Seleção Brasileira, felicitou o povo judeu pelo ano novo judaico de 5.769. O atleta enviou mensagem, diretamente de Bremen-Alemanha.

“Shaná Tová, umetuká. Desejo a vocês, um ano bom e doce”, relatou Diego, que na quarta-feira (10 de outubro), enfrenta a Internazionale, em Milão (ITA), pela segunda rodada da fase inicial da Copa dos Campeões da Europa – 2008/2009.

> Clique aqui e assista o vídeo desta mensagem.


 
 

Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

CRISE E DIFAMAÇÃO
Na terça-feira passada, dia em que as bolsas de valores do mundo todo despencaram, a de Tel Aviv estava, por sorte, fechada. Era Rosh Hashaná. No dia seguinte, os mercados tentaram se acalmar e os israelenses se animaram. Pensaram que haviam sobrevivido sem ferimentos à crise financeira. Mas quando a bolsa reabriu, na quinta-feira, o tempo fechou na Wall Street israelense. Mesmo depois da aprovação do plano emergencial de 700 bilhões de dólares pelo Senado americano, a bolsa de Tel Aviv caiu 3%. O índice TA-100 (das 100 maiores empresas do país) caiu 5,3% e o Tel Tech (uma espécie de Nasdaq local), despencou 6,1%. O dólar não disparou como no Brasil, mas também deu uma boa subida.

Como em qualquer lugar do planeta, só se fala, por aqui, da crise econômica e suas conseqüências inevitáveis. Empresários de peso estão roendo as unhas de nervosismo enquanto as ações de suas empresas perdem valor a cada segundo. E o resto dos mortais – aqueles que nunca pensaram em ter ações da bolsa e vivem de um minguado salário mensal – assistem impotentes às análises de especialistas, que prevêem uma recessão global com a qual eles vão acabar arcando.

 



A crise de 1929 e a de 2008

 

Nos Estados Unidos, alguns culparam o feriado judaico pela queda dos mercados. Segundo a correspondente do jornal Yediot Aharonot em Washington, Orly Azulay, teve quem afirmou que, por causa do Rosh Hashaná, os parlamentares judeus – republicanos e democratas – não tiveram tempo de ler direito ao pacote de ajuda financeira do Bush acabaram votando contra a medida na Câmara dos Representantes, na segunda-feira. A rejeição derrubou as bolsas, no dia seguinte.

Isto é: a economia mundial teria entrado em colapso por causa da chegada de 5769. Suposição esdrúxula, mas que pode acabar pegando. Quem nunca ouviu aquela teoria de que Israel é que mandou destruir as Torres Gêmeas – e que, no momento do ataque de 11 de setembro, não havia nenhum judeu no World Trade Center? Aliás, não demorou muito para que os anti-semitas de plantão culpassem os judeus pela crise econômica americana. Segundo a Liga Anti-Difamação, dezenas de blogs e sites adeptos a teorias conspiratórias andam espalhando esse tipo de idéia. Em momentos de crise aguda, a sanidade é sempre a primeira vítima.

 
 

PRÊMIO ADOLPHO BLOCH 2008


A FIERJ em conjunto com o CCEI ADOLPHO BLOCH (Clube da Barra), fará a entrega do Prêmio Adolpho Bloch 2008, a 10 personalidades, em homenagem ao centenário deste grande líder de nossa comunidade, Adolpho Bloch Z'L. Os prêmios serão entregues por ex-presidentes da FIERJ. Na mesma ocasião, haverá a inauguração do Jardim da Amizade, onde serão homenageados brasileiros que lutam pelos direitos humanos, com o plantio de árvores aqui no Rio de Janeiro e árvores irmãs em Israel. Apoio “Notícias da Rua Judaica”.

 
 


CHINESES INVADEM ISRAEL

O primeiro grupo de turistas chineses a visitar Israel fez diversas perguntas antes de partir: Todas as lojas serão fechadas no dia de descanso? Há restaurantes chineses em Israel? Onde poderemos comprar uma Menorah? Devemos trazer petiscos com carne de porco? . Quarenta turistas chineses partiram de Beijing, no dia 25 de setembro, para o aeroporto Ben Gurion. A viagem é fruto de um acordo assinado em outubro passado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Livni, e pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros Chinês, Yang Jiechi, que colocaram Israel na lista de mais de 100 países para ter o status de destino aprovado para chineses. A El Al inaugurou sua rota de Beijing-Tel Aviv em 1992, e tem agora três vôos semanais, além de cinco vôos semanais para Hong Kong. Até agora, a maioria do tráfego ia no outro sentido, com os aproximadamente 50.000 visitantes israelenses que chegam à China todos os anos.



 
 

OPORTUNIDADE MATRIMONIAL

BS"D
Shalom Aleichem:
Estou buscando a outra metade da foto, 




Meu nome Hebraico é Pessach Baruch
ben Shendel Faiga
Ela é judia, ama a Torá e
o Tropicasher, tem menos de 36 anos,
sem filhos. 




O nome Hebraico dela eu ainda não sei, mas o sobrenome vai ser Rosenbaum.


Você será recompensad(o)a pelo achado neste mundo (bli neder, o quanto eu puder) e seguramente no Outro, se me ajudar a completar esta Mitsvá. Muito obrigado!

(Gracinhas e dicas insensíveis serão deletadas) – MENSAGENS PARA :  jewishbrazil@hotmail.com


 
 

OS SOBREVIVENTES DO LEHMAN BROTHERS


Os irmãos pioneiros Emanuel
e Mayer Lehman

Se existe alguém que não foi afetado pelo colapso do Banco de Investimento Lehman Brothers, é a família Lehman. Os descendentes de Mayer e Emanuel Lehman, dois dos irmãos judeus-alemães que emprestaram o seu nome para esta empresa, na década de 1850, permanecem como um clã unido ancorado no extrato social superior de Nova Iorque. Mas eles não estão envolvidos ativamente na empresa desde 1969, e os membros da família informam que eles, nem os seus parentes, são acionistas. Numa decisão que sacudiu Wall Street o Lehman Brothers, que antes foi um importante banco de investimentos, entrou com um pedido de falência no dia 15 de Setembro. "Não foi um evento feliz ver o nome da família numa situação como esta, mas não penso que isto afetará os seus estilos de vida", disse John Loeb, que é bisneto de Mayer Lehman. O estilo de vida de Loeb não se modificou muito nos seus 78 anos: Ele ainda vive na mansão do pai em Purchase, Nova Iorque.

Um filantropo e banqueiro de investimentos, e que serviu como embaixador dos Estados Unidos na Dinamarca, Loeb comemorou o seu recente aniversário com uma caminhada pelo tapete vermelho do Palácio de Blenheim, que foi o lar ancestral de Winston Churchill. Seus filhos receberam o nome de Nicholas e Alexandra, a semelhança do que fizeram o último Czar e Czarina da Rússia. Dentro da sua família as inclinações aristocráticas são comuns. Um primo de segundo grau, Robert Morgenthau, foi o Promotor Público de Manhattan desde 1975; Henry, que era o pai de Morgenthau, foi o Secretário do Tesouro de Franklin Roosevelt. Um tio-avô, Herbert Lehman, foi Governador de Nova Iorque e representou o Estado de Nova Iorque no Senado Americano. Quando esta grande família – pois somente Mayer Lehman tem aproximadamente 600 descendentes – se reúnem em massa, como aconteceu num evento em 1989 para a inauguração da Ala Robert Lehman no Museu Metropolitano da Arte (Metropolitan Museum of Art), o Jornal The New York Times tirou várias fotos. "Tínhamos todos nesta reunião, de Wendy Vanderbilt até Matthew e Adam Bronfman, ambos tornaram-se muito religiosos" disse Loeb, sugerindo o espectro religioso que o clã Lehman agora alcança. Em épocas anteriores eram estritamente judeus reformistas, mas atualmente os membros da família estão mais relacionados por casamento com famílias WASP (White, Anglo-Saxon and Protestant) tais como os Vanderbilts e assim como com famílias com bases judaicas muito fortes como os Bronfmans.


 
 

FELIZ 5769 - OS DEZ MANDAMENTOS DE SAÚDE

Um ano novo, um novo começo, e uma oportunidade maravilhosa para mudar alguns hábitos. Alguns dos principais peritos em Israel indicam 10 sugestões para ajudá-los a darem adeus para aqueles elementos que prejudicam a sua saúde. Tenham um ano saudável, de bom gosto e feliz.
1. Cuide do seu coração, que é a causa número 1 de morte e de doenças no mundo Ocidental. O processo de arteriosclerose, que ocasiona ataques cardíacos e derrames cerebrais, tem início essencialmente durante a infância e freqüentemente é causado devido à dieta com muita gordura. Um estilo de vida saudável e exames de rotina podem reduzir as doenças do coração.
2. Faça exames regulares. Sua pressão arterial deve ser medida pelo menos uma vez a cada cinco anos desde a idade de 20 anos, uma vez a cada três anos na idade dos 30, uma vez a cada dois anos na idade dos 40, e uma vez por ano desde a idade dos 50. Os níveis de colesterol e de gordura devem ser verificados uma vez a cada cinco anos a partir da idade de 65 anos.
3. Para detectar o câncer colono-retal, antes que seja tarde demais, faça uma colonoscopia uma vez a cada 10 anos,

começando aos 50 anos de idade, e um exame de sangue oculto fecal uma vez por ano. Uma mamografia para investigação sobre o câncer de mama deve ser executada uma vez a cada dois anos, começando aos 50 anos de idade.
4. Tome vacina contra a gripe. Os laboratórios do Ministério da Saúde já detectaram o vírus da gripe (influenza) entre pacientes israelenses, indicando que o inverno já chegou. Para os céticos queremos lembrar que esta vacinação é aplicada em milhões de pessoas em todo o mundo e é segura e, apesar das preocupações, não causam ataques cardíacos.
5. Para evitar transmitir infecções quando espirrarem,  façam-no no seu cotovelo, ao invés da palma da sua mão,  a qual você talvez dê a outra pessoa.
6. Lave as suas mãos com sabão depois de usar o banheiro e depois de cuidar de uma criança doente.
7. Não beba nem coma de pratos ou bandejas utilizados por outras pessoas ou compartilhados.
8. Para cuidar das suas costas evitem ficar de pé por mais de duas horas seguidas.  Quando sentado, levante-se pelo menos uma vez a cada hora, mova as suas mãos e pernas e então sente-se de novo.
9. Quando levantar um peso pesado dobre os seus joelhos ao invés das suas costas.
10. Não negligencie a dor. A dor é a maneira de o corpo dizer a você que algo está errado. Por exemplo, dores na parte baixa das costas podem indicar desvios na coluna vertebral ou rupturas nos discos. As dores de cabeça podem indicar problemas adicionais, desde problemas no sangue até problemas com a visão ou com o cérebro.
Dr. Itay Gal, Shir-Lee Golan, (YA)


 
 

INTERVALO TELEVISIVO

Se você deseja assistir o vídeo da FIERJ sobre o evento Caio Blinder, Hillel e Rua Judaica, que reuniu mais de 800 expectadores no Hotel Othon Copacabana, clique no link abaixo:

   

Se desejar assistir o comentário da semana de Osias Wurman no programa “Comunidade na TV” da FIERJ, clique no link abaixo :                        

   

 
 

RAÍZES JUDAICAS DE PAUL NEWMAN Z’L

Paul Newman, o ator premiado com o Oscar e que personificou como o anti-herói em filmes como ‘O Indomado (Hud)’, ‘Rebeldia Indomável ( Cool Hand Luke) e a ‘A Cor de Dinheiro (The Color of Money)’ – também era um ativista, piloto de carros de corrida e empresário do ramo de pipocas,  morreu aos 83 anos de idade. Em Israel e entre os judeus por todo o mundo, ele será lembrado como Ari Ben Canaan, o rebelde sionista do Exodus, que a bordo de um navio de carga contrabandeia 600 sobreviventes do Holocausto para a Palestina, apesar da oposição britânica. Otto Preminger, que dirigiu em 1960 este épico em locações em Chipre e Israel, disse que escolheu Newman porque quis um ator de origem judaica, porém que não parecesse judeu. Newman nasceu em Cleveland, Ohio, no dia 26 de Janeiro de 1925 de uma família de classe média ALTA. O seu pai Arthur, que era judeu, possuía a maior loja de artigos esportivos da cidade, a qual sua mãe Theresa, que era católica nascida na Eslováquia, ajudava a dirigir. Em 1980, numa entrevista à revista TIME, Newman disse que se considerava judeu, dizendo que "é mais que um desafio". Como ator, Newman começou no teatro e na televisão durante a década de 1950, e prosseguiu nos filmes tornando-se um dos astros mais duradouros e populares, tornando-se uma lenda e admirado pelos seus colegas de profissão. Foi indicado 10 vezes para Prêmios da Academia (Oscars), ganhando um Oscar e dois prêmios honoríficos, e teve papéis importantes em mais de 50 filmes, incluindo o ‘Exodus’, ‘Butch Cassidy’, O Veredito, Golpe de Mestre e Ausência de Malícia.




 
 

PERIGO À VISTA: PUTIN E CHÁVEZ


União instável....

O ex-presidente e atual premiê russo, Vladimir Putin, recebeu o mandatário venezuelano, Hugo Chávez, em sua segunda visita oficial ao país em apenas dois meses, e se disse disposto a desenvolver um programa de energia nuclear pacífico com o país sul-americano, além de estreitar a cooperação nas áreas energética, militar e tecnológica. O anúncio é mais uma medida do Kremlin que desafia os EUA e mais uma envolvendo o desafeto de Washington na sua histórica zona de influência, a América Latina. Os dois países vêm em uma escalada recíproca de deterioração de relações desde o rápido conflito entre a Rússia e a Geórgia, aliada americana, no início de agosto.

Nesta semana, a Rússia cancelou um encontro paralelo à Assembléia Geral da ONU, entre os cinco membros do Conselho de Segurança mais a Alemanha, para discutir novas sanções ao Irã devido justamente ao seu programa nuclear, que a Casa Branca diz ter fins militares. Recentemente, dois bombardeiros russos fizeram manobras militares a partir de bases venezuelanas e, neste momento, uma frota de navios de guerra dirige-se à Venezuela para exercícios conjuntos no Caribe em meados de novembro. Putin e Chávez anunciaram também o que o venezuelano chamou de "o maior consórcio petrolífero do planeta", liderado pelas gigantes estatais de gás e petróleo Gazprom (russa) e PDVSA (venezuelana). "A Gazprom prevê para fins de outubro a primeira sonda no golfo da Venezuela", disse Putin. Moscou deverá liberar ainda um financiamento de US$ 1 bilhão para a compra de armamentos russos por Caracas. Desde 2005, a Venezuela gastou US$ 4,4 bilhões com a aquisição de aviões e helicópteros militares e 100 mil fuzis Kalashnikov russos e tem interesse em obter submarinos. Fala-se também na criação de um banco binacional. Putin disse que a Rússia, a partir de agora, "prestará mais atenção na América Latina, que se tornou um importante elo da criação de um mundo multipolar". "Hoje, mais do que nunca, tudo o que se falou sobre o mundo multipolar é uma realidade. Não percamos tempo", devolveu Chávez ao premiê.(FSP)


 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


SAUDADES DA “ÍDICHE KOP”

A resolução 1559 do Conselho de Segurança da ONU, proposta pelos EUA e França, foi aprovada em setembro de 2004 por 9 votos a favor (incluindo Angola e Chile), 0 contra e 6 abstenções (2 países muçulmanos, Rússia, China,  Filipinas e Brasil).  Ela exige “a retirada de forças estrangeiras” (i.e., sírias), “a dispersão e desarmamento [das] milícias” (i.e, principalmente o Hizbolá) e “a restauração da integridade territorial, soberania total e independência política do Líbano” - uma das poucas resoluções da ONU que favorecem os interesses geoestratégicos de Israel.  Nada aconteceu até que em fevereiro de 2005 o ex-premiê libanês Rafik Hariri foi assassinado, com quase toda a certeza por ordem do presidente sírio Bashar Assad.





Árabe carrega retrato de Ahmadinejad do Irã,
Assad da Síria e Nazrallah
do Hezbollah
 


A pressão mundial foi tão grande que em apenas três meses as tropas sírias se retiraram do Líbano.  Assim mesmo, Assad permaneceu isolado pela Comunidade Européia e EUA, com uma economia em crise, e sob a ameaça de ser indiciado pela comissão internacional investigando o assassinato. Até que, três anos mais tarde, Assad teve a brilhante idéia de manipular a corrupção do primeiro-ministro e a desilusão da mídia de Israel para virar a mesa: relançar o processo de paz! Na coluna de 25 de maio, na semana em que começaram em Istambul as negociações indiretas, descrevi os objetivos principais das duas partes. Para a Síria, oficialmente “recuperar o [Golan]”, mas na realidade “restabelecer relações econômicas com os EUA e [Europa], consolidar a sua posição no Líbano (que a Síria considera parte do seu território), enfraquecer o inquérito internacional por suspeita de haver ordenado o assassinato [de Hariri], e ganhar tempo para que o seu aliado estratégico Irã se torne uma potência nuclear”. E para Israel, “romper o eixo Irã-Síria-Hizbolá-Hamas, fazendo com que a Síria se alinhe com o Ocidente e mantenha a paz”. Munido do que um comentarista israelense chamou de “um certificado de kashrut de Jerusalém,”, Assad conseguiu ser convidado para as comemorações de 14 de julho em Paris (“Bastille”), onde posou ao lado de Nicolas Sarkozy e outros líderes europeus  - e de costas para Ehud Olmert.  Na semana passada, o Wall Street Journal noticiou que o ministro do exterior sírio Walid Moualem encontrou-se em Nova Iorque com a secretária de estado americana Condoleezza Rice e depois com o subsecretário para o Oriente Médio David Welch, marcando o início do degelo das relações entre os dois países. No Líbano, a oposição pró-Síria liderada pelo Hizbolá (cujo rearmamento através da Síria continua a todo vapor) conseguiu poder de veto no governo, e circulam rumores de que dois batalhões sírios já ocupam posições em sete aldeias no norte do país.  Ninguém mais fala no assassinato de Hariri, e o Irã está cada vez mais próximo da bomba nuclear. E Assad não se cansa de reiterar, inclusive numa entrevista na semana passada, que “um possível acordo de paz com Israel não afetará as relações da Síria com o Irã”. Terje Roed-Larsen, enviado especial do secretário-geral da ONU para a implementação da resolução 1559, comentou que “Israel deu à Síria um presente enorme sem receber nada em troca”. Enquanto isso, Tzipi Livni e Ehud Barak continuam disputando quem vai chefiar as negociações do próximo governo com a Síria.  O que foi feito da “ídiche kop”?


 
 

COMO POUPAR ÁRVORES

Você já pensou em quanto papel deixaria de ser usado se as monografias, dissertações e teses feitas pelos estudantes de graduação e pós-graduação pudessem ser impressas na frente e no verso das folhas? A advogada Ana Cecília Parodi, leitora da “Rua Judaica”, aluna do Mestrado de Direito Econômico e Socioambiental da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), pensou e fez as contas. Ela considerou também os cadernos e as fotocópias e chegou à conclusão de que, entre 1980 e 2007, quase 1 milhão de árvores foram derrubadas para a produção desse papel. Isso quer dizer que foram cortados 588 hectares de florestas, o equivalente a 800 campos de futebol. A impressão somente na frente da folha é uma recomendação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), seguida pelas instituições de ensino. A associação também estabelece que o aluno deve usar papel branco. Ciente de que a mudança depende da revisão de uma norma, a advogada decidiu propor a mudança à ABNT. “Todos estamos na zona de conforto e não é todo dia que se encontra quem esteja disposto a sair dela”, afirma. Ana Cecília procurou a entidade e no pedido de revisão sugeriu o uso da frente e do verso das folhas, além de incluir a opção pelo uso do papel reciclado.

Para informações sobre a pesquisa e manifestação de apoio à mudança da norma, o contato pode ser feito pelo e-mail reforma14724abnt@yahoo.com.br.



Ana Cecília Parodi

 
 

JUIZ ABSOLVE BNAI BRITH


Fanatismo nazista na
Internet deve ser punido

O juiz de Direito Wilson Lima da Silva, da 8ª. Vara Cível de Osasco julgou improcedente a ação movida pelo advogado paulista Fábio de Oliveira Ribeiro, autor de uma revista eletrônica anti-semita, que foi tirada do ar pelo provedor IG, em 2005, após a Bnai Brith entrar com uma representação junto ao Grupo de Análise dos Delitos de Intolerância da Policia Civil de São Paulo (GRADI). A representação encaminhada mostrava claramente que a revista eletrônica incitava ao anti-semitismo ao comparar a figura de Moisés à de Hitler, e ao procurar transmitir a mensagem de que o judaísmo deveria ser equiparado ao nazismo. Em face desta representação, o provedor IG decidiu não mais hospedar a página do autor, a partir de 27 de janeiro de 2005. Inconformado, o autor alegou se sentir ofendido no seu direito de liberdade de expressão, processando a Bnai Brith, solicitando que a sua página fosse recolocada no provedor, e que a entidade fosse condenada em danos morais por constranger a liberdade de expressão.

Disse também sentir-se ofendido por ser tachado de racista e preconceituoso. A sentença entendeu como pertinente a reação da Bnai Brith, pois o texto se caracterizava como anti-semita, e que "o autor, intitulando-se advogado, bacharel em Letras, escritor, devia saber ao sugerir, desenvolver e divulgar a equação judaísmo = nazismo / Moisés = Hitler que estava sujeito à reação”. Diz ainda a sentença: “sabe-se que Hitler, à frente do nazismo, perseguiu e exterminou judeus e mais judeus”. Sobre a política de perseguição/extermínio o juiz declara: “Política demagógica para conquistar as massas, que não só levou à matança de judeus, mas também à sua redução a uma segregada subclasse sem direitos. Nos campos de extermínio, por exemplo, assassinava-se por mero ódio, pouco importando o que a vítima fez ou deixou de fazer”. A Bnai Brith agradece ao advogado Ernesto Lippmann por sua firme atuação neste caso. O julgado foi em primeira instância e ainda cabe recurso. E está sempre vigilante contra a violação aos direitos humanos e contra a intolerância religiosa, étnica, racial, de gênero e a tudo o que fere a dignidade humana.


 
 

PROJETO "GIFT" EM LONDRES

Os compradores da parte noroeste de Londres responderam positivamente à última iniciativa de ação social denominada ‘Gift’, que pode ser definida como "compre um, dê um". A idéia é para que as pessoas quando fizerem as suas compras de mercearia, comprem um item extra de alimento não-perecível e o deposite numa das "Caixas de Presente” colocadas na parte de fora de estabelecimentos kosher. Voluntários do ‘Gift’ retirarão periodicamente os alimentos para distribuição para famílias locais que estejam atravessando dificuldades financeiras. Duas horas após a primeira das caixas plásticas, com um metro de altura, foi instalada do lado de fora da Kay em Golders Green, já tinha sido enchida com mais de 300 itens, com quase 100 kg de alimentos. Outras 20 caixas serão colocadas fora de lojas em Hendon, Temple Fortune, Edgware, Stanmore, Borehamwood e já existem planos para expandir esta campanha para Stamford Hill, Manchester, além de outras localidades, além de caixas a serem colocadas em sinagogas e em escolas judaicas. Esta iniciativa foi lançada para coincidir com as Grandes Festas (Rosh Hashaná e Yom Kippur), mas Michelle Barnett, que é Diretora do ‘Gift’, espera que

Crianças inglesas
fazem a doação nas caixas coletoras
este esquema tenha continuação. "Num tempo onde todo o mundo sente o aperto do crédito, é vital que nós façamos todo o possível para ajudar aos que lutam para alimentarem-se e às suas famílias”. "Gostaríamos que os fregueses quando estiverem fazendo suas compras de Shabat, se lembrem de regularmente comprar um item a mais e o colocar nas caixas ‘Gift’. Isto é um conceito simples, mas com potencial que é imenso para auxiliar outras pessoas em necessidade. Uma doação de alimentos pode fazer uma grande e real diferença para o Shabat e o Yomtov para as famílias em necessidade". Criado há cinco anos e inspirado e apoiado pelo Aish, o propósito do ‘Gift’ é promover o hábito da doação e do voluntariado entre os judeus jovens. A supervisão de campanhas bem-sucedidas proporcionou à Sra. Barnett, o prêmio de ‘Norwood Helping Hand’, que será anunciado brevemente.

 
 

CRISE DO TEFILIM


Uma escola de segundo grau, na parte central da cidade de Modiin, proibiu um estudante de trazer os seus filactérios (tefilim) para a escola, sob a ameaça de expulsão. "Tudo começou no primeiro dia de aula" disse A, um estudante do 11º ano. "Dois de meus colegas de classe me contaram que queriam colocar tefilim em cada manhã e pediram-me que levasse a um rabino para verificá-los. O rabino informou que os tefilim estavam danificados e necessitavam de reparos ". Por um tempo A começou a trazer o seu tefilim para a escola e no seu tempo livre, durante os intervalos das aulas, os três se reuniam numa pequena sala que não estava sendo utilizada e colocavam os filactérios por alguns minutos todos os dias. Outros estudantes souberam e solicitaram para se unirem a eles e se encontravam todas as manhãs.

Isto continuou ininterruptamente até que um dia, quando os alunos quiseram colocar os tefilim quando uma aula foi cancelada, a sua costumeira sala de reunião estava ocupada. O grupo foi à biblioteca da escola, mas o bibliotecário lhes indicou o lugar numa sala vazia, onde se tiravam fotocópias. Quando os estudantes retornaram ao mesmo lugar no dia seguinte, o bibliotecário contou ao A que a diretora da escola, Nurit Zak, queria vê-lo em seu gabinete. Quando A e o seu amigo chegaram ao gabinete da diretora, Zak falou que "o que você faz é coação religiosa e incitamento missionário. Tem alunos nesta escola cujos pais não querem que os seus filhos fiquem expostos à características religiosas”. A mãe de A ficou abismada pela decisão. "Estou chocada e atônita" disse ela. "Viemos da França, onde muitas vezes acontecem tais coisas, mas nunca imaginamos que poderiam acontecer aqui, em Israel. Fere-me porque ele foi punido tão severamente, como se tivesse trazido drogas ou álcool para a escola. O diretor do segundo grau recusou-se a responder e nos dirigiu ao porta-voz da Municipalidade de Modiin que informou que “não haverá impedimento para aqueles que queiram colocar os tefilim na escola de forma particular e pessoal”. Ao estudante foi solicitado que não mais trouxesse os tefilim para a escola, e para não persuadir outros para unirem-se a ele.


 
 

ISRAEL RESPONDE A KHAMENEI

O líder supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, disse na quarta-feira que o seu país permanecerá ao lado dos dirigentes do Hamas em Gaza e que Israel está no caminho da sua iminente destruição. De acordo com a TV estatal iraniana, Khamenei chamou o primeiro-ministro do Hamas na faixa de Gaza , Ismail Haniyeh, de "mojahed", o que significa ‘soldado da guerra sagrada’, dizendo que a nação iraniana "nunca o deixará sozinho". Também citou que o regime sionista do Estado de Israel está se tornando fraco e caminha para a destruição e derrota e que a geração atual dos palestinos verá "este grande dia". Khamenei falou durante as orações que marcam o feriado islâmico do Eid al-Fitr, e já tinha dito que Israel cairia, assim como o Presidente linha- duro do

Meridor e Khamenei
Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Khamenei repetidamente disse que Israel é um tumor canceroso que necessita ser extirpado do Oriente Médio. O embaixador de Israel nos EUA, Sallai Meridor, emitiu uma declaração em resposta dizendo “nunca desde a Segunda Guerra Mundial o mundo vê uma ameaça tão perigosa e significativa. Este regime fanático iraniano que é patrocinador do terror global, ameaça a eliminação de outro Estado e se esforça para conseguir armas nucleares. Este deve ser o ‘momento da verdade’ para que o mundo tome ações efetivas e imediatas para prevenir que este regime prossiga no desenvolvimento da sua capacidade militar nuclear”, disse Meridor. "Nestes dias de reflexão entre Rosh Hashanah e Yom Kippur", Meridor acrescentou, "as declarações do Irã colocam ao mundo a pergunta: 'o que deveremos fazer neste próximo ano a fim de evitar que este pesadelo se torne uma realidade’?" O Irã não reconhece o Estado de Israel e apóia os grupos palestinos Hamas e Jihad Islâmica. Israel mantinha laços estreitos com o Irã quando Reza Pahlavi estava no poder. Em 1979 a revolução islâmica derrubou o Shah, e o Irã rompeu os laços com Israel, transferindo o prédio da Embaixada de Israel, em Teerã, para a Embaixada da Autoridade Nacional Palestina.

 
 

60 ANOS DE HABONIM DROR

Quem esteve na festa dos 60 anos da Aliá do Dror Brasil e Kibutz Bror Chail em Israel, não esquecerá jamais. Desde a "galera" do Shnat, até a primeira geração de Olim Dror, todos foram vistos por lá. O Kibutz Bror Chail abriu os portões para 1.500 convidados, com convidados vindos especialmente do Brasil. Em clima descontraído, alguns dos presentes contaram histórias que antecederam a Aliá(ida para Israel), enquanto outros trouxeram depoimentos de integrantes do movimento que não puderam vir. A reunião contribuiu para muitos reencontros: amigos que não se viam há anos, ex-colegas de colégio, amigos de infância, integrantes do Movimento Habonim Dror dos anos 50, 60 e etc. Um livro com metade em português e metade em hebraico, produzido pela comissão organizadora do evento, foi entregue aos convidados. Nesta publicação encontra-se boa parte da história do Habonim Dror, de Brasil a Israel, e foi descrita pelos "chaverim" (amigos) kibutzianos e ex-kibutzianos. Fotografias históricas, como o primeiro trator do Kibutz, os jovens no exército, despedida no porto do Rio de Janeiro, início do Dror em Porto Alegre(1947) entre outras relíquias da comunidade. Nos depoimentos, além dos 19 integrantes que contaram suas histórias ligadas ao Dror, entre eles o escritor Moacyr Scliar, havia também uma carta do Presidente Lula e outra do Presidente Perez, que foram mandadas para felicitar os "chaverim" pelos 60 anos. O evento começou às 16,00 h, e só terminou depois da ultima apresentação de dança, perto da meia-noite. Na hora do jantar, nada mais adequado do que arroz, feijão e churrasco, servidos em volta da piscina.


(Exclusivo de Israel: Daniela Nelstein)






(Foto: CONIB)


 
     
 

ESPAÇO SOCIAL






 

 
 
 


B.H.
Caro Osias,
Mais um ano de alegrias e sucessos, de grandes realizações. O toque do Shofar nos convoca a avaliarmos o que pudemos alcançar e a reconhecermos o apoio com que, na Terra, contamos para nossas realizações, especialmente o braço amigo, generoso e solidário dos que nos ajudaram em todos os momentos. É meu desejo, para você e sua família, que através dessas boas ações, em 5769, vocês tenham saúde, paz, alegrias e sucesso. Que o senhor e sua família sejam inscritos para um ano venturoso.Ketivá VeChatimá Tová,Shalom Uvrachá,Shabat Shalom,LeShaná Tová Tikatevu VeTechatemu
Rabino Isaac Benzaquen

Prezado Sr. Presidente da Fierj, Prezado Sr. Osias
Tendo em vista dois e-mails enviados no dia 4 de setembro do corrente para dez mil funcionários da Infraero (inclusive para mim, que trabalho na referida Empresa há 22 anos), encaminho a Vs. Sas. o conteúdo integral dos mesmos, cujo teor é racista e de incitamento ao ódio, para análise e devidas providências. A pessoa que os enviou, Marco Antônio Azevedo, é delegado  do Sina (Sindicato Nacional dos Aeroportuários). Como judia, senti-me profundamente atingida; portanto, levo ao conhecimento de Vs. Sas. que, além das medidas cabíveis que dizem respeito à digna função exercida pelos Senhores, pretendo entrar, oportunamente, com uma ação penal privada. Diante do exposto, coloco-me à inteira disposição dessa Federação e desse renomado jornalista para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários. Respeitosamente,
Liane Dinis

shavua tov e novamente obrigado pela sua reportagem sobre as minhas artes judaicas ,que teve otima repercusao, oxala ainda poderei fazer uma reportagem paga ou um programa semanal de irushalaim e a porcao da semana via vídeo atraves de um patrocinador
amigo baruch tuvia ( boris ) from ierushalaim

 Seguindo aquela velha lei da natureza: "Toda galinha berra ao pôr seus ovos!". Aproveito para berrar, encaminhando para conhecimento de vocês o trabalho "Monetização de uma reserva 'off-shore' de gás natural não associado na bacia do Espírito Santo", de autoria compartilhada entre Patrícia Brunet, Rafael Rodrigo Longo, Leonardo Barbosa, Marcos Cintra e esse que vos escreve. Entre os cerca de 90 papers selecionados pelo Comitê Técnico para o Bloco III - Gás e Energia, fomos escolhidos para Apresentação Oral e em seguida considerados o melhor trabalho técnico, merecendo a Menção Honrosa do Rio Oil & Gás 2008.O trabalho também foi selecionado para ser publicado na próxima edição da revista Oil & Gas Journal, uma das mais prestigiosas publicações do setor no mundo.Abraço
Ricardo Kelman

Osias, diga ao Omert, que os sonhos de DEus jamais pode morrer, foi ELE e nenhum homem que quer um Israel grande, ande no sonho de DEUs e LHE obedeça, e verás que sem esforço, obterá os territótis que já estão repartidos biblicamente nos livro da Toráh, ora , sendo assim o que temer? Obedeça-O apenas e verá a Glória de DEUS.
Antonio Augusto da Silva

Prezado Osias, eu queria pedir sua ajuda para divulgar essa nossa iniciativa. Depois de muitos anos (quase 15 anos) estamos organizando uma viagem internacional de um grupo de danca israeli do Rio de Janeiro!! Nossa leaka Aviv, do Instituto Kineret foi convidada para dancar no Festival yachad em Miami e em 2 parques da Disney. Por ser uma coisa tao especial para as criancas e poder juntar Disney com danca israeli decidimos fazer um convite aberto a comunidade para jovens nessa faixa etaria (entre 13 e 15 anos) para dancar e viajar conosco. Se o senhor puder divulgar nosso trabalho ficarei muito grato!! Segue em anexo um cartaz que preparamos para divulgacao.Muito obrigado!!Abraco
Daniel Adesse

Caro Osias Wurman, Gostaria, por seu intermédio, de expender os meus votos por um Ano Novo pleno de paz e conquista de muitos sonhos em todo o povo de ISRAEL, espalhado por todos os países desta Terra que D´us fez surgir para que pudéssemos aqui viver para honrá-Lo, amá-Lo, servi-Lo e prestar-Lhe culto. Nada mais próprio para esses dias do que a leitura do Salmo 100 que, em seu último versículo declara: “Pois Adonai é bom. Sua benevolência dura para sempre, e Sua fidelidade é para todas as gerações.”Que nesse novo ano o Estado de Israel possa alcançar uma convivência pacífica com os países vizinhos, estabelecendo um modus vivendi tal que sobrepuja todos os obstáculos que dificultam o viver diário em paz.E para você e sua família: FELIZ 5769 .Shalom
Kleber Rodrigues.

Li seu editorial sobre o rabino sobel em http://www.owurman.com/blog/index_25_11_07.htm e, apesar do tempo que passou, hoje vejo aquele episódio e chego a seguinte conclusão:
1) estamos no Brasil passando por uma série crise de valores como honestidade, respeito, trabalho etc. Não quero parecer hipócrita nem moralista - querendo-me passar por bonzinho - mas quando vi aquelas matérias na TV fiquei muito decepcionado
2) a minha decepção era pelo fato de que ele era a última pessoa que deveria ter caído...e caiu
3) quando aconteceu o fato, tive a sensação de que nada mais havia para crer no dia-a-dia (sem fatalismos!)
4) nós brasileiros carecemos de super-homens, quando super-homens não existem. Super-homens que pudéssemos levar num peito estufado e ufânico...
5) foi muito doloroso para mim ver que meu "super-homem" é humano, que erra, embora tenha uma ética inquestinável e um respeito pela convivência pacífica entre fés que me impressiona.
6) mesmo não sendo judeu, sinto muito orgulho do "meu" rabino e do que ele representa neste momento.
7) este caso não deveria ficar restrito à comuidade judaica mas expandir-se para a "comunidade brasileira", a qual ele realmente pertence, como ocorreu em 2007
8) Sobel, como Silvio Santos, estão num patamar que pertencem - não à fé/cultura judaicas somente - mas ao imaginário popular do "brasileiro comum" no dia-a-dia
ele errou sim mas, nesse erro, vem a importante lição do perdão e reconcialiação. Todos já o perdoamos? Queremos reconciliação? o Dia do Perdão de 2007 deveria ter sido de todos nós numa profunda reflexão: de como é cruel a forma como transformamos nossos "heróis" em super-homens e os impedimos de errar. Transmitimos para eles nosso desejo de infalibilidade e, caindo eles, caimos nós também...
Então, o "erro" do rabino Sobel foi ter mostrado que nós erramos, que somos falíveis, mas mostra também que nosso tortuoso caminho pode ter uma árvore aqui e acolá chamada perdão.
Eu o perdoei porque vi que EU precisava me perdoar! Assim fiz meu Yom Kippur, assim encontrei-me mais perto de D-us.
PS.: era só o que eu precisava falar e não dar lição de moral e ninguém! Espero que entenda!
Antonio Carlos Vasques da Silva

O trabalho, "Noticias da Rua Judaica", informação, de mão dupla, com a porta aberta para o público interagir é de uma utilidade a toda prova. Temos o privilégio de ter uma ferramenta extremamente útil.  Em particular na edição Set. 21, li com muita atenção e emoção as palavras do Mario Fleck. "O que no une". Como ativista na ARI e Hebraica sinto com meus companheiros as manifestações tentando ridicularizar a maneira de vivenciar o judaismo entre as diversas correntes religiosas. Digo religiosas porque todas são religiosas. Em tempo, na Hebraica, com toda sua estrutura, sendo atualizada e modernizada pela atual administração, empenhada em recuperar cada cantinho, dando condições de atender a comunidade em todas as suas manifestações sendo preterida, colocada de lado, pouquissima utilizada. Espero que nos unir seja nos respeitar como individuos que manifestam de diversas maneiras o judaismo, como tambem dar oportunidade reconhecendo com importancia na manutenção, utilizando as suas próprias Instituições.  
Gerson Hirsch

Caro Osias. O primeiro ano do NRJ celebra a existência de um boletim informativo de alta qualidade. Já nasceu com as virtudes da experiência. Hoje totalmente incorporado ao panorama comunitário, o NRJ tem prestado relevante serviço de esclarecimento para toda a Sociedade. Sem nenhum medo de tocar nos pontos sensíveis em especial os referentes ao Oriente Médio, tem servido aos milhares de leitores como fonte de referência e aprendizado. A FIERJ se associa a todos os que torcem pelo sucesso constante desta mídia importante e deseja que em 5769 o NRJ continue crescendo em número de leitores e apoiadores, e mantendo a mesma qualidade editorial e informativa. Parabéns pelo marco dos 47000 leitores. Shana Tova Umetuca. 
Sergio Niskier –Presidente da FIERJ

Oi, Osias ! Parabéns pelo primeiro ano de sucesso da "Rua Judaica" !!! Abraços,
Mauro Wainstock - Jornal ALEF/Diretor             

Caro Osias, Adoro receber seu jornal on line. Sempre povoado de notícias importantes para os que amam Israel.Um Shana Tova cheio de bençãos e alegria para você também. Que seu jornalismo possa sempre nos trazer as boas notícias de Israel e a confirmação da Vinda do Messias para reinar. Shalom
Taciana Lima

Olhem que perigo esse Rogerio Aparecido Clemente
http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=3404111042832898152
Através de vários fakes esse sujeito ameaça todos os judeus e Israel:
http://www.orkut.com.br/CommMsgs.aspx?cmm=3705559&tid=5236594727707115485&start=1

Sandra R.S.

B"H
Queridos amigos,  Estou novamente lançando uma viagem de oito dias a Nova York, exclusivamente para o público feminino, com saída na segunda, 9 de fevereiro, se D'us quiser, e retorno a partir de 17 de fevereiro. O preço da passagem (pela American Airlines) é por volta de US$ 932,00 mais taxa de embarque (US$ 348). Pode ser dividido no cartão em 5 vezes. SE VOCÊ GOSTARIA PARTICIPAR, VERIFIQUE LOGO A SITUAÇÃO DO SEU VISTO AMERICANO. Na programação está incluído um tour a locais judaicos de Nova York: Primeira Sinagoga Luso-Espanhola, Heritage Museum, Túmulo e sinagoga do Rebe, ateliê de arte judaica, visita a um sofer, compras em bairro judaico, fábrica de matsá, cozinha que distribui comida casher para vários hospitais (tipo Ten Yad), Jewish Children Museum, conhecer como era a vida dos primeiros judeus imigrantes que chegaram a Nova York, entre outros locais interessantes.Este congresso reúne mulheres do mundo todo, de todas as faixas etárias, que estão buscando suas origens. Por isso a proposta é conhecer a vida judaica de Nova York intercalando estas visitas com palestras de alguns dos melhores palestrantes que temos na área e arredores de Nova York. As participantes, após este congresso, voltam muito inspiradas pelo Judaísmo. Esta será, sem dúvida, uma ocasião para um encontro inesquecível com pessoas do mundo inteiro que nesta época viajam a Nova York para participarem deste congresso. As acomodações podem ser em casa de famílias no bairro judaico, sem custo algum. Estas famílias estão acostumadas a receber pessoas. Assim você realmente vivencia a vida judaica lá. As acomodações em casa de famílias são bem limitadas, portanto uma outra opção é alugar um apartamento e dividir os custos (custo do dia é por volta de US$150 que seria dividido entre as participantes).Não perca esta oportunidade única, cada minuto e cada centavo vale a pena. Não perca a chance de trazer de volta na bagagem a experiência de vida e histórias marcantes de mulheres que moram em locais exóticos e poderão lhe proporcionar uma nova visão para a sua vida. Esta viagem destina-se a pessoas em todos os níveis de observância religiosa. Se você tem vontade de participar, entre em contato comigo para troca de idéias e mais detalhes.
Sarah Steinmetz-Sarah.a.steinmetz@gmail.com

Meu nome é Marcelo Sved, sou judeu morador de Vila Velha no Espírito Santo. Moro aqui há cinco anos, e apesar de meus esforços não tenho contato com a comunidade judaica daqui. Sei que devem haver varios mas não há contato direto entre nós.Eu tenho um bom contato com os jornais daqui, que possuem em sua maioria uma coluna sobre religião. Se vocês puderem me enviar material para imprensa sobre as festas judaicas e eventos, eu posso conseguir enviar esse material para a imprensa e quem sabe forma uma pequena comunidade aqui.Agradeço desde já pela sua atenção, e no aguardo de seu retorno, subscrevo-me aqui,Atenciosamente,
Marcelo Sved

Estimados Chaverim do Notícias da Rua Judaica,  Shalom! Neste momento especial, em que se comemora o Ano Novo de 5769, contado a partir da criação do Homem, gostaria de expressar meus sinceros sentimentos de Shana Tová! Que o próximo ano traga muita Luz, Amor, Alegria, Saúde, Progresso e Harmonia a Vós e aos Vossos Familiares! Na Nova Era, constituída de tantos desafios e dilemas, que Medinat Israel – fundamento da identidade judaica –  e a eterna Yerushaláyim, capital eterna e indivisível do povo israelense, conquistem o sonho da almejada e autêntica Paz. Que D´us abençoe o querido Povo de Israel e a todos os Judeus da Diáspora! Shaná Tová Umetuká! Atenciosamente,
Marcelo Vieira Walsh e Família

É INCRIVEL COMO O ANTI-SEMITISMO ESTÁ ENRAIZADO NA CULTURA DAS PESSOAS. ATÉ NUM FÓRUM DE MOTOCICLISMO, DO QUAL PARTICIPO, DO NADA UM SUJEITO ESCREVE DECLARAÇÕES ANTI-SEMITAS.
O LINK PARA O FÓRUM ESTÁ ABAIXO:
http://www.motonline.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=3430&get=last#221456
SERGIO COPELIOVITCH

Para que  Israel possa vir a ser uma "luz entre as nações" terá de dissociar o Estado da religião,posto que esta deve ser seguida ou não de acordo com o foro íntimo de cada um e na matiz e intensidade que melhor lhe aprouver.De maneira alguma deve ser imposta de cima para baixo como sistema totalitário e muito menos servir de plataforma política para alguns poucos que aproveitam-se da boa fé (em ambos os sentidos ) de ingênuos seguidores que prestam -se como massa de manobra para manter esta ou aquela ideologia no poder.Talvez aí esteja a principal razão pela qual não logra-se levar a cabo nenhum mandato de premier há dezesseis longos anos em Israel ,nesse aspecto assemelhando-se a governos fundamentalistas e instáveis da região. Outrossim estará o país fadado ás intempéries de facções religiosas a despeito dos avanços científicos e tecnológicos admirados pelo mundo afora.Em síntese,deixemos a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, sob pena de usar o Santo Nome em vão.
Ethel W. Guerstein-São Paulo-SP

Osias,Muito boa a Rua Judaica -- ótimo título. Li a opinião do leitor Leider Lincol e a sua resposta e achei que deveria registrar o meu pedido que não transforme a Rua Judaica em lugar de bate boca. Essas diferenças e respostas devem ser tratadas em particular. Respingam para os lados, sujando a Rua.
Abraço, Eleonora Gomma de Azevedo

 
 
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Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof