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  Edição 513  Diretor/Editor: Osias Wurman Quinta, 20 de Abril de 2017


 



MANCHETES DE ÚLTIMA HORA



 

DUAS DOENTES DE CÂNCER DE GAZA TENTAM TRAZER EXPLOSIVOS PARA ISRAEL

Yahia Sinwar assumiu há pouco a liderança do Hamas substituindo a Ismail Hanieh. Um de seus primeiros atos foi transferir fundos da área de saúde e educação para fins militares. Isto diminuiu ainda mais os serviços médicos em Gaza. Duas irmãs com câncer, sem possibilidade de atendimento em Gaza pediram e conseguiram vistos para virem a Israel para serem tratadas gratuitamente, num gesto de solidariedade. Ontem, na passagem de Erez, ao examinar sua bagagem, soldados encontraram explosivos escondidos dentro do equipamento médico que uma delas fazia uso e mais explosivos na bagagem da segunda. Em seu interrogatório confirmaram que os explosivos seriam entregues a uma pessoa que as viria visitar no hospital e destinava-se a confecção de bombas para atentados. Como qualquer país do mundo agiria frente a pedidos similares por parte de outros doentes? Pois Israel anunciou que seguirá dando ajuda humanitária...(FB)

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REITERADA AUTORIZAÇÃO PARA QUE LOJAS ABRAM NO SHABAT EM TEL-AVIV

O ministro da Defesa, Avigdor Liberman, elogiou o Tribunal Superior de Justiça por uma decisão que permite que lojas de conveniência em Tel Aviv permaneçam abertas no dia de descanso judaico, mesmo após os membros da coalizão do governo ultra-ortodoxo prometeram ultrapassar a medida. A decisão, de quarta-feira passada, confirmou uma portaria de Tel Aviv, de 2014, permitindo que as lojas permanecessem abertas, dizendo que protegeriam o caráter cosmopolita da cidade costeira e, sobretudo, secular. "Esta é uma lei municipal que é proporcional, por um lado, permitindo a observância do Shabat e, por outro lado, permitindo que um grande número de pessoas gaste o seu Shabat como quiserem", escreveu Liberman em sua página oficial no Facebook. "Tel Aviv tem um certo caráter que surgiu desde o estabelecimento do Estado, e não há necessidade de o governo intervir e danificar o tecido urbano que se desenvolveu", disse ele. A decisão foi saudada como uma vitória da cidade e políticos liberais, disseram que era um passo importante contra a coerção religiosa. No entanto, funcionários ultra-ortodoxos criticaram a decisão e juraram combatê-la e ultrapassar a corte. O ministro de Assuntos Religiosos, David Azoulay, foi o último ministro ultra-ortodoxo a denunciar a decisão, dizendo à Rádio do Exército que eles "não têm ideia do valor do Shabat no Estado judeu". "Infelizmente, no Estado judeu, o Tribunal Supremo brutalmente pisoteou o sábado, e não será perdoado", disse Azoulay. Um dia antes, o ministro do Interior e chefe do partido ultra-ortodoxo Shas, Aryeh Deri, criticou a decisão como uma mudança para o status quo religioso em Israel, chamando-o de "um sério golpe ao sagrado Shabat e ao caráter do povo judeu".

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MORREU A ATRIZ E EX-VEREADORA JUDIA NEUZA MARAL

Morreu na quarta-feira (19) a atriz Neuza Amaral em decorrência de uma embolia pulmonar. O enterro acontecerá nesta quinta-feira (20) no Cemitério Israelita de Belford Roxo, no Rio de Janeiro. Nascida em 1930 e filha de pais analfabetos, mudou-se para o Rio quando tinha quatro anos de idade. Depois, foi trabalhar em uma construtora, que a mandou para São Paulo. Foi quando, em uma visita à Rádio Record, deu início à sua carreira como artista. Amaral passou pela rádio Tupi e em 1953 migrou para a televisão da emissora. A atriz fez parte em mais de 30 produções da Rede Globo, entre novelas, séries e programas de TV, como "Anastácia, a Mulher sem Destino" (1967), "Sangue e Areia" (1968), "Ossos do Barão" (1973) —pelo qual ganhou o prêmio de melhor atriz da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA)— "Elas por Elas" (1982), "Sinhá Moça" (1986) e "Senhora do Destino" (2004). Seu último trabalho na novela "Pé na Jaca", em 2006. Neuza foi vereadora, na década de 90, no município do Rio de Janeiro.

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PROMOVIDA HOMENAGEM AO TERROR PALESTINO EM LONDRES

A missão palestina em Londres está anunciando uma homenagem ao mega-terrorista palestino Marwan Barghouti, atualmente cumprindo pena de prisão em Israel. O evento é promovido pelo Movimento Fatah-UK e pela União Geral das Comunidades Palestinas na Europa. Será apresentado um filme sobre Barghouti no Mayfair Theatre, no coração da capital inglesa, e segundo os promotores a película “é para marcar o Dia do Prisioneiro” em solidariedade aos “6.500 prisioneiros políticos palestinos”, muitos dos quais iniciarão uma greve de fome neste dia. Diferentemente do que é dito no convite, os presos são terroristas e a maioria tem sangue nas mãos. Barghouti está preso há 20 anos, segundo o convite acima, e cumpre 14 sentenças de prisão perpétua.

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Osias Wurman
Jornalista

Comentário do PM Netanyahu sobre o New York Times


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Netanyahu durante as comemorações da Mimuna em Dimona
(Kobi Gideon – GPO)

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez as seguintes observações durante as festividades da Mimuna, em Dimona:

"Eu li, no domingo, o artigo no New York Times que apresenta o arquiterrorista Marwan Barghouti como um ‘parlamentar e um líder’. O jornal se retratou depois que nós salientamos a eles que chamar Barghouti de ‘líder político’ é como chamar Assad um ‘pediatra’. Eles são assassinos e terroristas e nunca perderemos nosso senso de clareza porque estamos do lado da justiça e eles estão do lado que não é nem justo nem moral.

Esta clareza moral, a prontidão para defender o nosso país, a prontidão para lutar contra aqueles que gostariam de nos destruir, é uma das nossas maiores forças, juntamente com o amor a Israel.

O amor a Israel é expresso nesta abundância, nesta beleza e neste calor. Continuaremos a desenvolver o nosso país e continuaremos a salvaguardá-lo.
Gostaria de desejar a todos um feliz feriado. Aproveitem!"

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EDITORIAL DE TERRORISTA DEIXA ATITUDE LEVIANA DO JORNAL THE NEW YORK TIMES EXPOSTA ÀS CRITICAS


Chamar o líder do Fatah preso, Marwan Barghouti, como líder e parlamentar palestino é como chamar de pediatra o presidente sírio, Bashar Assad, afirmou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em um comunicado à imprensa. "São assassinos, são terroristas e não vamos perder a clareza", acrescentou. 

Políticos israelenses de todo o espectro político condenaram ferozmente ojornal americano The New York Times por publicar um editorial de Barghouti que negligenciou mencionar que ele está preso por assassinato e não por suas opiniões políticas.

Barghouti foi condenado, em junho de 2004, por cinco assassinatos e uma tentativa de assassinato, incluindo a de um padre ortodoxo grego que ele confundiu com um rabino. Ele foi sentenciado a cinco penas de prisão perpétua consecutivas e a mais 40 anos de prisão. Mas o slogan do jornal sobre o artigo o chamou de “líder palestino e parlamentar”. 

Times acrescentou mais tarde em seu site que Barghouti foi um assassino condenado.

"Este artigo explicou a sentença de prisão do escritor, mas negligenciou fornecer contexto suficiente, declarando a ofensa de que ele foi condenado", a nota do editor esclarece em seu adendo. 

"Ele foi acusado ??de cinco assassinatos e de pertencer a uma organização terrorista, mas Barghouti se recusou a oferecer uma defesa em seu julgamento e se recusou a reconhecer a jurisdição e a legitimidade do tribunal israelense", acrescentou.

O vice-ministro do gabinete do primeiro-ministro, Michael Oren (Kulanu), comparou Barghouti a Dylann Roof, um assassino em massa americano e supremacista branco condenado por matar nove pessoas em um tiroteio, em junho de 2015, em Charleston. 

"É uma vergonha para o NYT ter publicado uma crítica difamatória do assassino condenado Barghouti, comparando o palestino a Dylann Roof", escreveu Oren no Twitter. "Os americanos ficariam horrorizados. Assim somos nós”. 

A Vice-chanceler Tzipi Hotovely disse que “imprimir um artigo por um terrorista sem mencionar que ele matou judeus a sangue frio só porque eles eram judeus não é liberdade de expressão, mas sim uma anarquia." 

“Quando um jornal, que se considera importante, concede aos assassinos uma plataforma que dá legitimidade, isto é um prêmio ao terror", disse Hotovely. 

O presidente do Bayit Yehudi, Naftali Bennett, postou no Facebook uma foto de Yoela Chen, uma mãe de dois filhos, que foi assassinada em um posto de gasolina por terroristas sob ordens de Barghouti. Bennett observou que, como comandante do grupo paramilitar Tanzim do Fatah, Barghouti estava por trás dos assassinatos de dezenas de israelenses. 

"Marwan Barghouti não é apenas um inimigo", escreveu Bennett. "Ele é um assassino que deve apodrecer na prisão até o dia em que morrer". 

O líder do Yesh Atid, Yair Lapid, escreveu no The Times of Israel que "a tentativa do New York Times de ser equilibrado" maquiou Barghouti, botando em pé de igualdade, assassino e assassinado, terrorista e vítima, mentira e verdade". 

"Em vez de lhe dizer - como um jornal responsável deve dizer - que se ele não tem um pingo de evidência para apoiar suas narrativas, então elas não podem ser publicadas, e o The New York Times publicou-as em suas páginas de Opinião e até mesmo sem se preocupar em explicar a seus leitores que o autor é um condenado assassino do pior tipo", escreveu Lapid. 

O ministro israelense de Transportes e Inteligência, Israel Katz, pediu a pena de morte para terroristas no Twitter, afirmando: "Quando um desprezível assassino, como Barghouti, protesta por melhores condições de prisão, enquanto os parentes dos assassinados ainda estão sofrendo, pena maior para os terroristas".


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URGENTE E ESTARRECEDOR: ALIADOS SABIAM DO HOLOCAUSTO DOIS ANOS ANTES DE CHEGAREM AOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO

Os documentos recentemente divulgados fornecidos pelas Nações Unidas revelaram que as Potências Aliadas estavam bem conscientes do Holocausto judaico nas mãos do regime nazista, pelo menos dois anos e meio antes do que se pensava, segundo o The Independent. 

Os documentos, ocultos há mais de 70 anos, mostraram ao mesmo tempo que os Aliados, formados pelos Estados Unidos, Rússia e Reino Unido, tinham preparado acusações de crimes de guerra contra o líder nazista Adolf Hitler e seus subordinados.

Um ano antes da entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, o Ocidente sabia que o Terceiro Reich já havia massacrado dois milhões de judeus europeus e planejava eliminar cinco milhões a mais em campos de concentração espalhados por todo o continente. 


Apesar disto, as Potências Aliadas fizeram pouco para parar o genocídio, com um ministro no departamento de guerra do Reino Unido, visconde Cranborne, comentando que os judeus não eram um caso especial e que a Grã-Bretanha estava sobrecarregada com muitos refugiados.

Não se contentando em negar às pessoas de raça judaica em todos os territórios sobre os quais sua regra bárbara se estende, os mais elementares direitos humanos, estão agora levando a efeito a intenção frequentemente repetida de Hitler de exterminar o povo judeu ", disse o secretário de Relações Exteriores do Reino Unido. 

O antissemitismo no Departamento de Estado dos EUA, no entanto, parou os esforços para ajudar as vítimas judaicas, pois estavam mais preocupadas em preservar os laços econômicos da América com a Alemanha após a guerra. O ex-presidente dos EUA, Franklin D. Roosevelt, e o enviado à Comissão de Crimes de Guerra das Nações Unidas (UNWCC), Herbert Pell, publicariam mais tarde as informações "embaraçosas" para o Departamento de Estado para avançar contra os criminosos de guerra nazistas, culminando nos julgamentos de Nuremberg. "Entre as razões dadas pelos políticos norte-americanos e britânicos para reduzir os processos dos nazistas estava a compreensão de que pelo menos alguns deles seriam necessários para reconstruir a Alemanha e enfrentar o comunismo, que na época era visto como um perigo maior", disse Plesch. 

Os documentos foram finalmente liberados depois que a ex-enviada dos EUA à ONU, Samantha Power, pressionou para que o arquivo fosse divulgado, de acordo com The Independent. 

O Museu do Holocausto Yad Vashem de Israel afirmou em seu site que “informações sobre assassinatos em massa de judeus começaram a chegar ao mundo livre logo após essas ações aparecerem na União Soviética, no final de junho de 1941, e o volume de tais relatórios aumentou com o tempo.” 

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PRESSÃO PARA QUE OS EUA CONTINUEM A LUTAR CONTRA O ANTISSEMITISMO

O Departamento de Estado dos EUA disse que a administração Trump planeja nomear um enviado especial para monitorar e combater o antissemitismo, uma posição que está vaga desde que Trump assumiu o cargo, informou a Jewish Telegraphic Agency (JTA).

A posição foi criada em 2004 pela legislação do Congresso e foi realizada pela última vez por Ira Forman.

O cargo não havia sido preenchido desde a posse de Trump em janeiro e JTA informou anteriormente que o pessoal do escritório do enviado poderia ser eliminado devido a novas regras de emprego do Departamento de Estado.  

O porta-voz do Departamento de Estado, Mark Toner, disse à JTA num comunicado, que o Departamento planeja continuar seu trabalho protegendo as liberdades religiosas tanto a nível global como nos EUA, mas não abordou se o pessoal do escritório permaneceria intacto.

Segundo a JTA, os candidatos para o cargo foram selecionados, mas Toner não especificou quando um enviado seria nomeado.



"O Departamento continua empenhado em promover a proteção das liberdades e dos valores humanos básicos, incluindo a prática desimpedida da religião e a proteção das comunidades de fé contra a perseguição em todas as formas", disse o comunicado.

"Não houve nenhuma ação tomada para limitar ou fechar os escritórios no Departamento dedicado a esta perseguição."

Também foi observado que "os candidatos foram identificados para este papel".

O posto atualmente vago destina-se a monitorar as ameaças de antissemitismo globalmente e ajudar outros países na luta contra elas.  

Não é a única posição que permaneceu vaga no Departamento de Estado, relatórios do JTA observaram que vários outros cargos sêniores não foram preenchidos, desde que Trump assumiu o cargo.

Em uma conferência de imprensa, Toner disse que um congelamento de contratação foi instalado no Departamento de Estado até que eles fizessem planos para reorganizar.

No entanto, após preocupações de que a posição pode ser eliminada, dois congressistas e vários grupos judeus têm fortemente instado Trump para preencher a posição em face do crescente antissemitismo.

A Liga Anti-Difamação (ADL) disse que a criação da posição foi "um momento decisivo na luta contra o ódio antijudaico".

A ADL chamou então o secretário de Estado Rex Tillerson perguntando como ele planejou para combater o antissemitismo quando não há ninguém no posto para combatê-lo.

"Eliminar o pessoal que promove estes esforços iria atrapalhar a capacidade dos EUA de combater o antissemitismo em um momento em que ele está queimando", Jonathan Greenblatt, CEO da ADL, disse em um comunicado, de acordo com a JTA .

O enviado "foi o sinal mais forte possível para nossos aliados e para o mundo de que lutar contra o antissemitismo é um componente da política externa americana", acrescentou.

Um ex-funcionário do Departamento de Estado disse à JTA, sob a condição de anonimato, que uma diretriz prevista para este mês veria a remoção de três ou quatro funcionários atualmente trabalhando no escritório de antissemitismo.

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PALESTINOS QUEREM DESCULPAS DOS BRITÂNICOS NOS 100 ANOS DA DECLARAÇÃO BALFOUR

 
Uma petição lançada pela Campanha de Apologia de Balfour (BAC) recebeu mais de 11 mil assinaturas, solicitando um pedido formal de desculpas do governo britânico pela Declaração Balfour de 1917, uma carta declarando apoio ao estabelecimento de um Estado judeu.

O BAC disse que o governo britânico deve "abertamente pedir desculpas ao povo palestino" por emitir a carta, escrita pelo ministro britânico de Relações Exteriores Lorde Balfour.

Se a petição chegar a 100 mil assinaturas a questão será considerada para debate no parlamento. O governo tem três dias para dar uma resposta formal, já que 10.000 assinaturas já foram recolhidas.



A Palestina estava sob o domínio britânico de 1917 a 1948 quando se retirou e deu lugar à criação de um Estado judaico independente.

Um porta-voz da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Xavier Abu Eid, disse em um comunicado que os palestinos "claramente foram vítimas do colonialismo britânico e que o menos esperado do Reino Unido é pedir desculpas ao povo palestino".

"Um poder colonial estrangeiro decidiu dar a Palestina a uma organização que não estava nem na Palestina", disse ele. "Este é um dos episódios mais sombrios dos últimos 100 anos".

A Campanha de Apologia Balfour afirma que é a carta, escrita por Lord Balfour em 02 de novembro de 1917, que é a razão pela qual os palestinos não têm um Estado soberano hoje.

A carta de 67 palavras diz: "O governo de Sua Majestade vê com favor o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu e usará seus melhores esforços para facilitar a realização desse objeto, sendo claramente entendido que nada deve ser feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judaicas existentes na Palestina, ou os direitos e status político de que gozam os judeus em qualquer outro país".

"Desculpas seriam o reconhecimento do erro que a Grã-Bretanha fez na Declaração Balfour", disse uma declaração no site da Campanha da Apologia. "Há muitos precedentes nos quais os primeiros-ministros do Reino Unido reconheceram o papel da Grã-Bretanha por causar sofrimento em suas antigas colônias".

"Além disso", continuou. "Muitos acadêmicos e historiadores como Avi Shlaim declararam que a Grã-Bretanha deveria pedir desculpas aos palestinos por toda a traição que remonta à Declaração Balfour".

Ao assinalar o 100º aniversário da declaração histórica, o governo israelense disse que a veem como um marcador significativo do Estado judeu.

"Foi a primeira vez que um grande poder reconheceu o povo judeu como um povo que merece e tem o direito de construir sua casa", disse Michal Maayan, vice-porta-voz do Ministério de Relações Exteriores israelense à Media Line.

"A mesma linguagem aparece mais tarde nas resoluções da ONU sobre a criação de Israel".

Maayan disse que concentrar-se no documento de 100 anos de idade em vez de formas futuras de resolver os problemas entre israelenses e palestinos era "outro exemplo da recusa dos palestinos em reconhecer o direito de Israel de existir e o direito do povo judeu de ter um país em Israel."

"Isso mostra seu foco no passado em vez de seu compromisso de encontrar uma solução pacífica no presente", disse Maayan.

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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel

FÉRIAS, FERIADÕES E PESADELOS EM ISRAEL

TEL AVIV – Logo após Pessach (a Páscoa Judaica), centenas de milhares de pais, em Israel, respiraram aliviados. Conseguiram sobreviver ao feriado escolar. Este ano, foram 19 dias sem aulas em colégios ou creches, mas, desses, só 9 dias (mais ou menos) sem trabalho para os pais (contando fins de semana e os reais feriados religiosos). Já escrevi sobre isso duas vezes nos 10 anos em que escrevo esta coluna da “Rua Judaica”. Os feriados escolares são um pesadelo para os pais israelenses: os filhos ficam sem aula. E os pais? Têm que se virar.

Sempre lembro que, aqui em Israel, não tem essa noção de “empregada doméstica”. Sei que o Brasil também mudou nesse sentido (é mais raro empregadas que dormem nas casas ou trabalham muitos dias por semana). Mas ainda há a noção de “diarista”: alguém que fica em casa de manhã até a noite e pode, quando está, cuidar das crianças, ou pelo menos assegurar que elas não coloquem fogo na casa... Por aqui, quem pode ser dar ao luxo, tem, no máximo, uma faxineira que fica três ou quatro horas limpando a casa, uma vez por semana ou por quinzena. Ela não vai cozinhar, passar ou cuidar dos filhos. Não mesmo.

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Calendário escolar de 19 a 24 de abril: sem aulas até terça-feira, dia 18,
por causa do feriadão de Pessach, que começou no dia 1° de abril

Outra diferença é a questão das férias do trabalho. Em Israel, os trabalhadores têm algo em torno de 12 dias de folga por ano, sem contar outros 16 feriados nacionais ou religiosos. Em suma, cerca de 28 dias de folga espalhados pelo ano. Ninguém aqui tira 30 dias consecutivos de férias, como no Brasil. Isso simplesmente não existe. E, mesmo que empresas concedam mais dias, o total nunca chega aos quase três meses de férias e feriados nas escolas ou creches.

Então, em momentos como Pessach, os pais podem contar apenas com os avós para passar o dia inteiro com as crianças sem aulas, mesmo que não todos os dias. E, quando não há avós, fica ainda mais difícil. A economia do país não para por causa de Pessach. Só as aulas.

Muitos pais levam as crianças para o trabalho. O “Issru chag” – um dia depois do fim de Pessach e outras festas religiosas, quando ainda não há aulas – é o “Dia Nacional de Levar os Filhos para o Trabalho”. Mas isso pode ser ainda mais difícil. Quem consegue trabalhar tentando, ao mesmo tempo, entreter pimpolhos?

Quem trabalha em casa, como eu, precisa tomar ainda mais cuidado. Ninguém esquece daquela entrevista hilária ao vivo na CNN com o professor Robert Kelly. Ele é interrompido por seus dois filhos e pela esposa enquanto tenta explicar algo sobre a Coreia do Norte (que ninguém prestou atenção diante da fofura dos filhos, do desespero da mãe e do embaraço do pai). Isto é: trabalhar com os filhos em casa é complicado.

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O cientista político Robert Kelly tentando dar uma entrevista ao vivo à CNN

Algo parecido quase aconteceu comigo, quando minha filha tinha uns quatro anos e estava em casa, sem creche, por causa de um feriado. Como explicar para uma menina de quatro anos que ela não deve entrar no escritório da mãe quando ela está falando ao vivo na TV? Minha filha entrou no quarto e começou a pular atrás da câmera no meio da entrada ao vivo. Enquanto falava algo que não me lembro, fiquei pensando que ela estava prestes a: A) se espatifar no chão; B) derrubar a câmera; C) dar a volta e entrar no campo de visão da câmera ou; D) todas as respostas anteriores.

Felizmente, minha filha tem, hoje, 9 anos e entende a noção de “TV ao vivo”. Ela também consegue se entreter sozinha (mesmo que, quase sempre, com TV, computador, Xbox ou tablet). Mas eu ainda preciso me virar para arranjar programas (e dinheiro extra) para 19 dias. Passeios, cinema, teatro. Isso em meio a dias de trabalho normal.

Agora que as aulas voltaram, tudo fica mais calmo. Mas só até... o próximo feriado. Entre os religiosos e os nacionais, são tantos que é quase impossível lembrar de todos. Os próximos são o “Dia da Lembrança (dos soldados e civis mortos em guerras ou em atentados) ” e o “ Dia da Independência ”, em menos de duas semanas. Mas, nesse caso, pelo menos, é feriado nacional também para a maioria dos assalariados.

É por essas e outras que os pais pedem ao governo que encurte as férias e os feriadões. Todo ano, há boatos de que isso vai acontecer. Mas nada realmente muda. Há quem lute, também, para que Israel adote a semana de trabalho do Ocidente: segunda a sexta, com fim de semana composto por sábado e domingo. Hoje, muitos israelenses trabalham de domingo a sexta (com meio-expediente nesse último dia). Quer dizer: só descansam mesmo no sábado (ou a partir da sexta à noite). Estão mais cansados, têm menos tempo para os filhos e encaram mais obstáculos em feriados religiosos ou nacionais.

Até que algo mude, acho que minha filha já terá seus próprios filhos e eu terei que cuidar deles nos feriadões. Como uma boa avó.

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MORRE RABINO DO LUBAVITCH ATACADO NA UCRÂNIA


Morreu esta semana o rabino Chabad que foi severamente espancado, há seis meses, em uma estação de trem na cidade ucraniana ocidental de Zhitomir.

O rabino Mendel Deitsch tinha 64 anos. Ele morreu em Israel, onde foi levado e tratado após o ataque depois de Rosh Hashaná, que ele passou na cidade ucraniana de Haditch, o lugar de descanso do rabino Schneur Zalman de Liadi, o fundador de Chabad-Lubavitch. Roubaram seu telefone celular e seu dinheiro e o espancaram na estação de trem, sofrendo várias lesões na cabeça e um trauma cerebral.

Dois homens e duas mulheres foram presos pelo assalto, duas semanas depois.

Deitsch era um emissário do Chabad-Lubavitch de longa data na França e depois serviu em Israel.

Ele estava em coma, desde o ataque, no hospital Tel Hashomer em Ramat Gan, Israel, e nunca recuperou a consciência, de acordo com Chabad.org.

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ABBAS ESTARÁ COM TRUMP EM 3 DE MAIO


O presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas deve se reunir com o presidente dos EUA Donald Trump, no dia 3 de maio, em Washington DC, segundo uma autoridade palestina informou.

A visita foi confirmada ao Jerusalem Post pelo alto funcionário palestino Ahmad Majdalani. Outros meios de comunicação israelenses citaram um relatório no jornal jordaniano Al Ghad, que citou o alto funcionário do Fatah, Azzam al-Ahmad, dizendo que a reunião se realizaria no dia 3 de maio e que uma delegação palestina viajará a Washington, DC, para reuniões com a administração Trump.

Trump convidou Abbas para a Casa Branca quando os dois líderes falaram pela primeira vez em março. Abbas se reuniu no mês passado em Ramallah com o enviado especial para a paz dos EUA, Jason Greenblatt, onde afirmou seu compromisso com uma solução pacífica para o conflito entre Israel e os palestinos.

Hanan Ashrawi, membro do Comitê Executivo da OLP, que esteve envolvida em iniciativas de paz com Israel no passado, questionou a imparcialidade do governo Trump como um intermediário de negociações entre israelenses e palestinos.

"Costumávamos dizer que havia colonos na coalizão israelense de extrema direita que detesta palestinos, árabes e muçulmanos. Mas hoje dizemos que há colonos dentro da Casa Branca", disse ela ao site de notícias israelense Ynet. "O governo adotou a extrema posição israelense à direita do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu que apoia os assentamentos".

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CRISTÃOS COMEMORARAM A PÁSCOA EM JERUSALÉM NA IGREJA DO SANTO SEPULCRO TOTALMENTE REFORMADA


Milhares de cristãos marcaram a ressurreição de Jesus, no Domingo de Páscoa em Jerusalém, onde acreditam que o milagre ocorreu, com alguns se prostrando sobre seu túmulo e saindo em lágrimas.

Visitantes e fiéis foram à Igreja do Santo Sepulcro, construída no local onde a tradição diz que Jesus foi crucificado, enterrado e ressuscitado.

Foi a primeira Páscoa desde a inauguração, em março, de renovações para o santuário ornamentado do século 19, cobrindo o túmulo de Jesus, após um projeto de US$ 3,7 milhões que restaurou suas pedras ao seu amarelo avermelhado original e reforçou o local muito visitado.

O feriado deste ano também caiu na mesma data para os cristãos ocidentais e orientais, uma ocorrência irregular, uma vez que seguem calendários diferentes.

Enquanto a missa estava em andamento, as visitas continuaram, com peregrinos esfregando roupas, véus e até retratos em celulares contra o santuário sobre o túmulo e a pedra onde o corpo de Jesus foi ungido após sua crucificação.

"É bonito", disse Michael Hanna de 64 anos, um cristão copta do Egito, mas que viveu na Austrália desde 1980.

"Você não pode imaginar a sensação de tocar os lugares onde Jesus tocou. Eu não posso descrever o sentimento", disse o funcionário postal.

Hanna também lamentou o destino dos cristãos coptas no Egito, onde dois homens-bomba do grupo Estado islâmico atingiram duas igrejas, em 9 de abril, matando 45 pessoas no pior ataque aos coptas em memória recente.

O arcebispo Pierbattista Pizzaballa, administrador apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém, entrou pelas pesadas portas de madeira da igreja para dirigir a missa, parando para se ajoelhar diante da pedra onde o corpo de Jesus estava ungido e depois salpicou água benta nas multidões.

Tin Nguyen, de 24 anos, trabalhando como estagiário em um centro agrícola no sul de Israel, gravou a massa com um telefone celular e um pau de selfie com os amigos de volta para casa, uma vez que eles nunca podem ter a chance de visitar.

"O espírito aqui, e a maneira como as pessoas vêm aqui e se reúnem em nome de Jesus", disse ele. "É com alma e pacífica."

Wajeeh Nusseibeh, 67 anos, membro de uma das duas famílias muçulmanas que tradicionalmente detêm a chave e guardam a igreja, disse que este ano parecia haver menos pessoas visitando do que no passado.

Ele culpou tempos econômicos e conflitos difíceis, com os cristãos do Oriente Médio sob ameaça em países como o Iraque e a Síria.

Ao mesmo tempo, Jerusalém também continua a ser o ponto focal do conflito israelense-palestino de décadas. O Santo Sepulcro está localizado no leste de Jerusalém, liberado por Israel em 1967 e posteriormente anexado.

Nusseibeh, vestido com um terno escuro com gravata vermelha e preta, no entanto, estava mantendo a fé.

"Esperamos ter paz no próximo ano", disse ele, sentando-se diante das altas portas de madeira da entrada, vigiando os que entravam. E todo mundo aqui aceita o outro.

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HAMAS DIZ QUERER NOVA TROCA DE PRISIONEIROS MAS NÃO MOSTRA EVIDÊNCIAS DOS DETIDOS EM SEU PODER


O chefe do gabinete político da organização islâmica Hamas, Khaled Meshaal, disse que "esforços sérios" foram feitos para chegar a um acordo de troca de prisioneiros com Israel.

Falando por vídeo-conferência por ocasião do Dia do Prisioneiro Palestiniano, Meshaal foi citado por meios de comunicação israelenses como dizendo que os prisioneiros palestinos poderiam ter certeza de que "o Hamas foi sério em seus esforços para libertá-los, bem como fez e fará todo o possível para acabar com a ocupação."

"Nem todos os esforços sobre a questão dos prisioneiros são públicas, e os esforços que o Hamas investiu nos bastidores serão vistos no futuro", disse ele, acrescentando que alguns detalhes dos esforços foram divulgados na mídia.

"Nós estabelecemos um objetivo de limpar as prisões israelenses", disse Meshaal, de acordo com Ha'aretz, observando que o Hamas estava exercendo uma grande pressão psicológica tanto sobre Israel como sobre as famílias de seus novos prisioneiros. 

"Para qualquer informação sobre os israelenses capturados haverá um preço, as ameaças de Israel não assustam o movimento Hamas", disse ele.

O grupo terrorista com sede em Gaza detém os corpos de Avraham Mengistu, que entrou de forma independente em Gaza em 7 de setembro de 2014, e Hisham al-Syed, de origem beduína, de origem árabe-israelense, e que faleceram em 20 de abril de 2015.

Ele também está retendo os restos de soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) Oron Shaul e Hadar Goldin, que o exército diz que foram mortos durante o conflito de verão de 2014 com Gaza. O Hamas afirma que Shaul está vivo e em cativeiro.

Meshaal não disse se houve algum progresso no sentido de chegar a um acordo, mas notou que as negociações atingiram um obstáculo em relação à recusa de Israel em discutir a libertação de prisioneiros presos após o acordo de 2011 para a liberação do soldado Gilad Shalit.

Meshaal reiterou a exigência do Hamas de que esses prisioneiros sejam relançados antes do início das negociações sobre seus novos presos dizendo, de acordo com o canal 10, que "Israel não cumpriu suas obrigações no acordo anterior, tornando improvável que ele iria fazer um novo."

A Turquia e o Catar vêm tentando promover um acordo, com relatos de que o Egito também tentou negociar conversas.

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O Islã, não o Cristianismo Permeia a Europa



Por Giulio Meotti • 16 de Abril de 2017

Ao que tudo indica são jihadistas que estão tomando de assalto a liberdade e as democracias seculares.

O pregador mais destacado do Islã sunita Yusuf al Qaradawi declarou que chegará o dia em que, assim como Constantinopla, Roma será islamizada.

É o Islã, não o cristianismo que agora permeia a paisagem e a imaginação da Europa.


Centenas de muçulmanos participam de um serviço de religião em massa ao lado do Coliseu de Roma, em 21 de outubro de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo Ruptly)

Segundo Steve Bannon, estrategista do presidente dos EUA, Donald Trump, o "Ocidente judaico-cristão está entrando em colapso, implodindo. E está implodindo bem diante de nossos olhos. E a reação será abismal".

A impotência e a fragilidade da nossa civilização também está assombrando muitos europeus.

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Glorinha Cohen é homenageada na Assembleia Legislativa de SP

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo homenageou a jornalista Glorinha Cohen durante o XI Congresso Nacional da ABIME [Associação Brasileira de Imprensa e Mídia Eletrônica]. O evento também comemorou o Dia Nacional do Jornalista e o Dia Internacional da Mulher.

Glorinha Cohen é advogada e diretora executiva de seu portal há mais de 17 anos. Ela faz parte da diretoria da Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo desde 1981 e de seu Conselho Deliberativo.


Glorinha e Jacques Cohen e Eva Zimerman. Foto:Divulgação.

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Jornalista Responsável:
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