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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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Estimados amigos
Recebi, com profunda emoção, a minha designação pelo Presidente de Israel, Shimon Peres, para ocupar, de forma inédita, o Consulado Honorário de Israel no Rio de Janeiro.
Esta nova missão me enche de orgulho pelos que antecederam-me, nos 61 anos de independência de Israel: Samuel Malamud e Leon Feffer, nomes que valorizam o cargo honorário.
Como filho e neto de imigrantes poloneses, que encontraram no Brasil refugio na década de 30, sinto a alegria de ter nacionalidade brasileira e, agora, a representatividade do Estado de Israel.
Estou certo de que contarei com total apoio da comunidade judaico-brasileira, em especial a fluminense, além dos amigos de Israel, no cumprimento de minha nova função.
Informo que, em decorrência da própria regulação da função de Cônsul Honorário, continuarei a exercer a minha profissão de jornalista.
Nos próximos 60 dias estaremos inaugurando a sede física do Consulado, em imóvel de propriedade do Estado de Israel no Rio de Janeiro.
Desejo agradecer, de forma fraterna, ao Embaixador de Israel no Brasil, Giora Becher, bem como ao Ministério de Relações Exteriores do Brasil pelo “agreement” dado a indicação de meu nome.
Agradeço também, de forma comovida, às centenas de mensagens recebidas pela assunção ao novo cargo.
Espero poder fortalecer as relações entre os governos e os povos brasileiro e israelense, pautando meu trabalho no tripé judaico da verdade, justiça e paz.
Um forte shalom,
Osias Wurman
Cônsul Honorário de Israel no Rio de Janeiro
Jornalista
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NETANYAHU COMENTOU DISTURBIOS NO IRÃ


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste domingo que o mundo tem simpatia pelos manifestantes iranianos contrários ao resultado da eleição no país, mas acrescentou que não está claro se os protestos mudarão as políticas de Teerã. "Eu não tenho dúvidas de que todos no mundo são simpáticos ao desejo dos iranianos de liberdade", disse Netanyahu no programa "Meet the Press", da rede NBC, quando perguntado sobre as manifestações nas ruas de Teerã que surgiram desde a eleição de 12 de junho. "Eu creio que é muito cedo para dizer o que vai acontecer no Irã", disse o premiê israelense, que participou do programa a partir de Israel. Ele reiterou que a posição de seu país é que o Irã não tenha permissão para desenvolver armas nucleares. Especialistas acreditam que Israel possui o único arsenal atômico no Oriente Médio. O país vê o desenvolvimento nuclear iraniano como uma ameaça, em parte pelos comentários do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, de que o Estado judeu seja destruído. Líderes israelenses tem evitado assumir lados publicamente sobre as manifestações no Irã, que foram disparados por resultados oficiais que mostraram vitória de Ahmadinejad por larga vantagem sobre seu principal opositor.
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MEMBRO DA AL-QAEDA DE ORIGEM JUDAICA

Um membro americano Al-Qaeda pela primeira vez reconheceu a sua ascendência judaica numa mensagem oficial por vídeo liberado no fim desta semana pela rede terrorista internacional. Adam Yahiye Gadahn, que também utiliza o nome de Azzam, e é americano, declarou sobre as suas raízes num vídeo divulgado no sábado, e utilizou a oportunidade para exortar os muçulmanos para utilizarem "as nossas armas, nossos fundos e fazer a Jihad contra os judeus e os seus aliados em qualquer parte do mundo".

"Deixe-me dizer-lhes algo sobre mim e a minha biografia, na qual existe um benefício e uma lição" declarou Gadahn no vídeo, falando em árabe com legendas em inglês. "quem vos fala tem judeus na sua ascendência, o último dos quais era o seu avô." Gadahn, de 30 anos, foi criado na área rural Califórnia e convertido ao Islã em meados da década de 1990, quando mudou para o Paquistão e se juntou à Al-Qaeda. Em 2006 os Estados Unidos o acusaram de traição por fornecer apoio material à Al-Qaeda. O FBI o colocou na sua lista dos mais procurados e está oferecendo uma recompensa US$ 1 milhão pela sua captura. No vídeo, Gadahn descreve o seu avô como um "sionista" e "apoiador zeloso da entidade usurpadora, e um membro proeminente de várias organizações sionistas para o ódio? Ele costumava repetir para mim o que ele achava que eram as virtudes destas entidades e me incentivou para visitar Israel e mais especificamente a cidade de Tel Aviv, onde moram nossos parentes". O avô de Gadahn era o muito conhecido urologista Carl Pearlman, um membro ativo da comunidade judaica em Orange County na Califórnia.
Gadahn disse que, apesar das tentativas do seu avô de difundir a ideologia, ele nunca poderia adotar "o estupro pelos judeus dos muçulmanos na Palestina". Como pode uma pessoa com um grama de auto-respeito ficar ao lado de criminosos e assassinos que não têm moral, sem piedade, sem humanidade e, na verdade, nenhuma honra?"disse Gadahn sobre o sionismo. "Não é vergonha o suficiente por uma pessoa exercer a sua cidadania na América, que é o símbolo da opressão e da tirania e que promove o terror no mundo?". Embora as raízes judaicas Gadahn já tivessem sido relatadas antes na mídia, a analista sobre terrorismo Laura Mansfield da CNN falou que esta foi a primeira confirmação oficial. De acordo com Mansfield, o vídeo foi gravado provavelmente na primavera, antes do discurso de Barack Obama para o mundo muçulmano, no Cairo.
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NOITE DE INSPIRAÇÃO NO MORUMBI

Realizou-se o jantar em homenagem ao 15º aniversário de falecimento-Yortzait- do Lubavitcher Rebe na sinagoga do Morumbi.
O evento foi organizado pelo rabino-chefe da sinagoga, Rav. Dovid Goldberg, e contou com a presença de 250 pessoas, com destaque para o fundador da sinagoga Rav. David Weitman.

O jantar foi intercalado com musicas ao vivo do repertório de Lubavitch, interpretadas pelo chazan da Sinagoga Beth Yacov, e pronunciamentos de convidados.
A primeira a falar foi Vera Bobrow, ex-presidente da Federação Israelita de São Paulo-FISESP, que trouxe um importante relato de suas raízes e origens religiosas.

A seguir falou Osias Wurman, jornalista e Cônsul Honorário de Israel no RJ, que relatou sua vivencia com o Rebe na década de 90.
O pronunciamento emocionou os presentes e pode ser ouvido no link abaixo:
> Clique aqui www.owurman.com/sons/WS_30067.MP3

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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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FUTEBOL NOS DOIS LADOS
Se existe alguma coisa em comum entre israelenses e palestinos é a adoração pelo futebol brasileiro. Toda Copa do Mundo é a mesma coisa: torcedores em Tel Aviv e em Ramala vibram com cada gol da seleção canarinho. Bandeiras verde-e-amarelas são penduradas nas janelas de Haifa e de Nablus, como se fossem todos brasileiros em Israel e nos territórios palestinos.
Justamente por isso é que os israelenses não ficaram muito satisfeitos com os planos de realização de um jogo em prol da paz no Oriente Médio entre Flamengo e Corinthians na Cisjordânia, Não porque sejam contra um jogo entre dois dos times mais famosos do mundo nos territórios palestinos. Mas sim porque não há planos para um jogo também em Israel. Se o objetivo é promover a paz, porque só jogar num dos lados do conflito?

Em 2005, por exemplo, o Centro Peres para a Paz promoveu uma bem-sucedida visita do Ronaldo – na época o melhor jogador do mundo e camisa 9 do Real Madri – ao Oriente Médio. Como embaixador da Boa Vontade das Nações Unidas, Ronaldinho visitou primeiro Ramala, onde, acompanhado do ex-primeiro-ministro Ahmed Qurea, inaugurou um estádio local. Depois, foi a Herzeliya, onde foi recebido pelo então-vice-premier israelense – e atual presidente – Shimon Peres. Nos dois lugares, foi ovacionado por milhares de fãs histéricos e emocionados e fez belos discursos pela paz e o entendimento entre os povos.
Na época, a Intifada palestina estava no auge e o clima na região era ainda pior do que o atual. Hoje, quatro anos depois, mesmo com a incredulidade dos palestinos em relação às possíveis boas intenções de Benjamin Netanyahu – que, sob pressão americana, finalmente se rendeu à idéia de dois estados para dois povos – há uma certa calmaria por aqui. Há tempos não acontecem atentados terroristas em Israel. E mesmo o Hamas, na Faixa de Gaza, está quieto há alguns meses. Seria um bom momento para promover atividades esportivas reunindo palestinos e israelenses, em mais uma louvável tentativa de usar o esporte como ferramenta em prol da paz.
A idéia do jogo entre Flamengo e Corinthians, que deve acontecer em novembro, foi do Itamaraty. Mas os diplomatas brasileiros só entraram em contato com as autoridades palestinas. Pelo menos até agora não se interessaram em incluir Israel no roteiro. Isso está sendo encarado quase como um "incidente diplomático" pela imprensa israelense. O jornal Yediot Aharonot publicou uma reportagem na última quarta-feira relatando o mal-estar. "O melhor é que haja dois jogos – um em Ramala e um em Israel – ou um jogo coletivo entre brasileiros, palestinos e Israelenses", disse ao jornal o embaixador de Israel no Brasil, Giora Becher.
O porta-voz da chancelaria israelense, Yigal Palmor, foi mais claro: "Se ele jogarem em Ramala e não em Israel, isso certamente seria muito ofensivo", disse ele. "Seria como fazer um gol contra", completou.
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JÓIAS DO HOLOCAUSTO NO YAD VASHEM

Um sobrevivente de Auschwitz, com 95 anos de idade, doou na segunda-feira jóias que ele pegou de roupas de judeus que foram mortos a gás naquele campo nazista de morte ao Museu do Holocausto Yad Vashem em Israel. Meyer Hack que nasceu na Polônia e que agora vive em Boston, descobriu as jóias quando separava as roupas das vítimas que eram mandadas para morrerem nas câmaras de gás, o que era o seu trabalho no mesmo campo em que a sua mãe, o seu irmão e suas duas irmãs foram mortos.

Ele escondeu oito anéis, relógios e broches de diamantes e ouro no seu alojamento. Hack disse que levou as jóias dentro de uma meia na marcha durante o inverno e ficou conhecida como a "marcha da morte”, do Campo de Dachau na Polônia, perto de Munique na Alemanha, em janeiro de 1945. Em seguida ele fugiu de Dachau e se escondeu até o término da Segunda Guerra Mundial. Enquanto ele entregava as jóias para o museu, Hack ele relembrou as suas experiências em Auschwitz, onde sobreviveu durante mais de dois anos enquanto que centenas de milhares de outras pessoas morreram. "Anne Frank escreveu um diário famoso, mas o meu diário está profundo no meu coração e não há nada no mundo que possa apagar o meu diário" disse Hack. Hack estava entre centenas de judeus poloneses que foram deportados a partir da sua cidade natal Ciechanow e começou a chorar quando falou sobre como ele teve de ordenar e agrupar as roupas das vítimas que haviam sido forçadas a se despirem antes de serem mortas pelo gás. Ele disse que entrou pelas portas das câmaras de gás e visto os corpos empilhados e as caras ensangüentadas das vítimas aparentemente feridas por unhadas de uns aos outros no desespero para sair. Ele viu os corpos de uma mulher e do bebê que ela estava amamentando. Yehudit Shenhav, que é funcionária do Yad Vashem, informou que o museu tinha reunido 22.000 artefatos de sobreviventes como Hack e que muitos deles foram entregues quando já idosos como uma maneira de registrarem o seu sofrimento. "Conservá-los para eles era como dizerem para si mesmos, eu me lembro", disse ela sobre como Hack tinha mantido estes objetos durante tanto tempo. "Agora ele quer que nós mantê-los para a posteridade". Soldados alemães executavam os prisioneiros quando pegos com quaisquer dos itens contrabandeados e Hack viu três de seus amigos serem enforcados por atos semelhantes.
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ITAGIBA DIRETO DE JERUSALÉM
TERRA PROMETIDA
De fato a Terra Prometida é nossa. Nos prometeram. Não nos entregaram. Sonhamos com ela. Vivemos, morremos e sobrevivemos para vir até ela. Fizemos e fazemos de tudo para merecê-la.
De fato nos prometeram. Por diversas vezes aqui estivemos. Por diversas vezes daqui nos tiraram. Por diversas vezes voltamos.
Todos nós aqui temos que um dia vir. Temos todos que aqui pisar e sentir as vibrações que desta terra emana. Sabemos o quanto nos custou para tê-la de volta.
Nunca a abandonamos, pois sempre esteve em nossos corações. Esta é a Terra de que a ama. Essa é a nossa Terra. Eretz Israel.
Marcelo Voloch Zaturansky Itagiba

Itagiba e Gabriela com o Presidente Shimon Peres

Itagiba fala no Salão Marc Chagall no Parlamengto de Israel- o Knesset.
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COMO SERIA ANNE FRANK AOS 80

A Fundação britânica Anne Frank divulgou uma foto mostrando como seria sua aparência no seu 80º aniversário, relatou o Daily Telegraph. A foto, que foi divulgada antes do 80º aniversário de Anne Frank nesta sexta-feira, utiliza tecnologia de progressão de idade e mostra a icônica escritora de diário como ela poderia ter tido caso ela não tivesse morrido de tifo e fome com 15 anos de idade no campo de concentração de Bergen-Belsen, em 1945.


Frank, um dos símbolos mais duradouros do holocausto se escondeu por dois anos, juntamente com sua família num sótão em Amsterdam, até que foram todos presos pelos nazistas devido a uma denuncia. Seu diário, que foi escrito ao longo do seu tempo na clandestinidade, foi publicada pela primeira vez em holandês em 1947 e desde então já foi traduzido para 60 idiomas. O seu diário permanece como um dos mais sinceros e aterradores relatos da vida judaica durante o Holocausto. Eva Schloss, meia-irmã de Anne e uma sobrevivente de Auschwitz, ficou perturbada ao ver a foto da sua amiga de infância pela primeira vez na quinta-feira. "Devo dizer que fiquei um pouco chocada ... eu realmente não sei porquê", disse ela, acrescentando que a foto era de "uma bela senhora, muito gentil, muito amável, com este sorriso gentil." No entanto, a Dra. Schloss acredita que a perda da mãe e da irmã em Auschwitz e Bergen Belsen e a experiência em Auschwitz teriam deixado marcas indeléveis se acaso tivesse sobrevivido. "Pessoalmente, acho que ela estaria parecendo mais amarga e desiludida, e não noto nada disso na foto", disse Schloss. A imagem foi produzida por uma empresa de Michigan chamada Phojoe que tem trabalhado com a polícia americana em dezenas de casos de pessoas desaparecidas.
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DISCURSO DE BENJAMIN NETANYAHU NO CENTRO BEGIN-SADAT DA UNIVERSIDADE BAR-ILAN. (14 de JUNHO de 2009)

(Trechos selecionados) ... “Há dois meses e meio atrás eu prestei o juramento de posse como o primeiro-ministro de Israel. Comprometi-me para o estabelecimento de um governo de unidade nacional - e eu fiz. Eu acreditava e continuo a acreditar que a unidade foi essencial para nós e agora, mais do que nunca, quando enfrentamos três enormes desafios - a ameaça iraniana, a crise econômica, bem como progressos para a paz.
A ameaça iraniana paira sobre nós, como ainda ontem foi demonstrado. O maior perigo enfrentado por Israel, pelo Oriente Médio, por todo o mundo e pela humanidade é a ligação entre o Islã radical e as armas nucleares. Discuti este assunto com o presidente Obama durante a minha recente visita a Washington, e vou levantar este assunto outra vez na próxima semana quando terei reuniões com líderes europeus. Durante anos, tenho trabalhado incansavelmente para forjar uma aliança internacional para impedir que o Irã tenha a posse de armas nucleares.

Enfrentando uma crise econômica global, o governo agiu rapidamente para estabilizar a economia de Israel. Preparamos um orçamento para os próximos dois anos do governo - e em breve o Knesset o aprovará.
E o terceiro desafio, de forma extremamente importante, é o avanço da paz. Também falei sobre este assunto com o Presidente Obama, e eu apoio plenamente a idéia de uma paz regional que ele está conduzindo. Partilho do desejo do Presidente de realizar uma nova era de reconciliação na nossa região. Com esta finalidade me encontrei com o Presidente Mubarak do Egito e com o Rei Abdullah da Jordânia, para obter o apoio desses líderes na expansão do círculo de paz nesta nossa região.”
(LEIA A ÍNTEGRA DO DISCURSO NO FINAL DESTA EDIÇÃO)
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EMOCIONANTE SHOW DE DAVID D’OR

Realizou-se no Salão Ben Gurion da Hebraica-Rio o show do cantor israelense David D’Or.
O público presente participou de forma entusiasmada acompanhando o talento e a simpatia do interprete de renome internacional.
Um repertorio variado, onde não faltaram músicas tradicionais em hebraico, orações judaicas e interpretações de clássicos internacionais, mostrou toda a versatilidade do artista.
Um dos destaques da noite foi o clarinetista do grupo que tocou músicas klezmer e levou o público à vibração.
No final do espetáculo, o público aplaudiu de pé e dançou horah na frete do palco.
O evento foi uma promoção da Embaixada de Israel no Brasil e El Al, com apoio da CHL e Cyrela/RJZ, tendo como comitê empreendedor a Hebraica-Rio, FIERJ, Wizo, Hillel, Fundo Comunitário e Rua Judaica.

David D’Or veio acompanhado de quatro músicos. No final o público dançou entusiasmado.

Luiz Mairovitch entrega a camisa numero 10 do Brasil. Sergio Rozemberg, Didi Apelbaum, David D’Or, Osias e Suzana Wurman e Silene Balassiano.
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ALIAH DE JOVENS ALEMÃES

Dezenas de adolescentes judeus da Alemanha já fizeram Aliah nos últimos meses e planejam servir no exército assim que terminarem o ensino médio. "Este é um fenômeno crescente" disse Hillel Hillman que é o diretor da aldeia de jovens Kadoorie na Baixa Galiléia. Durante os últimos feriados de Pessach, informou Hillman, ele foi convidado para ir à Alemanha para se encontrar com os pais de crianças judias que pretendiam vir para Israel. "Famílias viajaram centenas de quilômetros para se encontrarem comigo e obterem mais informações sobre o sistema educacional em Israel. Eles falaram sobre o desapontamento sobre o sistema de ensino alemão. Todas as famílias falaram sobre os valores sionistas que transmitiram aos seus filhos" ele afirmou. Alguns dos adolescentes são filhos de alemães que nasceram na Alemanha, outros de famílias israelenses e que agora lá moram e outros são filhos de imigrantes judeus da antiga União Soviética.

Katya Gordon de 17 anos, nascida em Colônia e que já estuda em Kadoorie afirmou: "No começo foi difícil estar longe da minha família e de meus amigos, mas encontrei um lar para mim aqui". Irina Sharapova de 17 anos soube da possibilidade de estudar em Israel pela sua mãe, que trabalha na sinagoga da comunidade local. "Comecei perguntando sobre o projeto, falei para minha mãe que queria fazer a Aliah, e então eu fiz". Ela pretende servir na unidade de Guarda de Fronteiras logo que conseguir o seu diploma.
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INAUGURAÇÃO NO EINSTEIN

Na próxima terça-feira o Presidente Lula estará inaugurando o novo Centro de Medicina Ambulatorial do Hospital Albert Einstein em São Paulo, integrando o complexo Morumbi do hospital.
O novo prédio levará o nome de VICKY E JOSEPH SAFRA.
O anfitrião do evento é Claudio Lottenberg, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein e da CONIB.

Foto durante as obras de ampliação do Hospital Albert Einstein.
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ISRAELENSES ACHAM OBAMA PRÓ-PALESTINOS

Para uma maioria de israelenses, a administração de Barack Obama é mais pró-palestina que pró-israelense, segundo pesquisa publicada nesta sexta-feira pelo jornal Jerusalem Post. Cinquenta por cento da população judaica entrevistada considera que a administração de Obama é pró-palestina, contra 6% que a considera "pró-israelense" e 36% que a vê como "neutra"; o resto não emitiu opinião. A pesquisa mostra uma nítida mudança da opinião pública em Israel em relação aos resultados de uma investigação similar realizada em meados de maio, antes do conciliador discurso para o mundo muçulmano que o presidente americano pronunciou no Cairo.

Uma maioria relativa dos judeus israelenses (31%) considerava então a política de Obama pró-israelense, enquanto que 14% a considera pró-palestina e 40% eram neutros. Por outra parte, uma grande maioria de judeus israelenses (69%) é contra o fim da colonização nas grandes colônias da Cisjordânia ocupada, que Israel pretende respeitar no caso de um eventual acordo de paz com os palestinos. Das pessoas entrevistas, 27% estão a favor desse gesto, enquanto o resto não emitiu uma opinião. A pesquisa foi realizada entre 16 e 17 de junho por um instituto independente com base numa amostragem representativa de 500 pessoas na população judia de Israel.
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FILHO ODEIA PAI NAZI

O filho do homem acusado de matar no domingo passado um guarda de segurança no Museu do Holocausto em Washington, disse que seu pai já há muito tempo sobrecarregava a sua família com suas opiniões sobre a supremacia dos brancos e desejava que o seu pai houvesse morrido no tiroteio em vez do guarda de segurança. James von Brunn, de 88 anos, foi acusado de assassinato de primeiro grau pela morte de Stephen T. Johns de 39 anos, que era negro. "Não posso expressar o suficiente como estou profundamente sentido, foi o Sr. Johns e não o meu pai que perdeu a vida" disse Erik von Brunn de 32 anos numa declaração à ABC News.

"Foi injusto e injustificado que ele morreu, e embora minhas condolências nunca pudessem nem mesmo começar a oferecer um apaziguamento, isto juntamente com o meu remorso é tudo que tenho para dar." As Autoridades informaram que von Brunn atirou no peito o guarda com uma espingarda antiga depois que Johns abriu a porta para ele. Von Brunn foi baleado no rosto por guardas e se espera que sobreviva. Uma audiência está programada para a segunda-feira em um tribunal federal na Capital Federal americana para um magistrado juiz ouvir sobre a saúde de von Brunn. "As suas opiniões o consumiram e, ao fazê-lo, não só destruíram a sua vida, mas destruíram e estragaram também a nossa família" disse Erik von Brunn numa declaração. O jovem von Brunn disse ao The Washington Post, numa entrevista telefônica quando estava na casa da mãe em Homosassa - Fla, que mantinha um relacionamento razoável com o seu pai. O von Brunn mais velho não insistia para que o seu filho partilhasse das suas opiniões, embora se mostrasse desapontado quando o seu filho não o fez.
Erik von Brunn que pretende ser professor e escritor de ficção e que se formou recentemente pela Universidade de Maryland, recusou-se a dizer se não conhecia bem o seu pai. Documentos no Tribunal indicam que o von Brunn mais idoso tinha morado com o seu filho num condomínio em Annapolis - Md., e ele disse que nunca imaginou que seu pai ia tirar uma vida. "Eu nunca tive qualquer indicação para pensar sobre isso. O homem tem 88 anos de idade. Eu nunca pensei que ele poderia fazer isso" disse ele. "Ainda não me caiu a ficha. É um choque".
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ABBAS PROCURA APOIO ÁRABE

O presidente sírio, Bashar al-Assad, e o líder da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, pediram hoje em Damasco união entre os árabes para enfrentar as políticas de Israel, como a expansão dos assentamentos nos territórios ocupados.Um comunicado da Presidência síria informou que Assad e Abbas se reuniram hoje, em um encontro no qual "destacaram a necessidade de unificar as posições árabes contra as políticas de Israel", que tenta pôr "obstáculos ao estabelecimento de um Estado palestino".

Durante a reunião, as partes estudaram os últimos eventos na região, "e especialmente o discurso de (o primeiro-ministro israelense Benjamin) Netanyahu e as condições que ele colocou ao processo de paz". No domingo, o chefe do Governo israelense pronunciou um discurso em uma universidade de Tel Aviv, onde disse que o país só aceitaria um Estado palestino "desmilitarizado" e que reconhecesse a natureza judaica de Israel e Jerusalém como capital indivisível do Estado judeu. Além disso, ressaltou que o problema dos quatro milhões de refugiados palestinos "deve ser resolvido fora das fronteiras de Israel". O negociador da Autoridade, Saeb Erekat, aproveitou para acabar com os rumores de uma possível reunião de Abbas com o líder máximo grupo islâmico palestino Hamas, Khaled Meshaal, exilado em Damasco, ao afirmar que a agenda do presidente da ANP na Síria não incluía nenhum encontro inter-palestino. Além de Erekat, Abbas foi acompanhado durante a viagem a Damasco pelo porta-voz, Nabil Abu Rudeina, e o representante da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) na capital síria, Mahmoud al-Khalidi. A visita à Síria se insere dentro de uma pequena viagem do presidente da ANP pela região que o levará também à Arábia Saudita. EFE
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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MEIO-CHEIO OU MEIO VAZIO
Os telefonemas e os e-mails não pararam durante dois dias. Todos elogiaram a resposta de Netanyahu ao endosso recente de Obama da narrativa palestina de que a criação do estado de Israel foi fruto do sentimento de culpa dos europeus pelo Holocausto: “O povo judeu surgiu na Terra de Israel, e foi aqui que formou-se o seu caráter espiritual, religioso e político ... A conexão entre o povo judeu e a Terra de Israel já dura mais de 3.500 anos ... Há aqueles que dizem que se o Holocausto não houvesse ocorrido, o estado de Israel nunca teria sido estabelecido. Mas eu digo que se o Estado de Israel houvesse sido estabelecido, o Holocausto não teria ocorrido”. Assim mesmo, o discurso de Netanyahu na Universidade Bar-Ilan dividiu os simpatizantes do Likud nos EUA em dois grupos: os que o chamaram de covarde (por ceder rapidamente à pressão de Obama no tocante ao Estado palestino) e traidor (por contradizer suas posições e promessas anteriores) e os que o caracterizaram como corajoso (por desafiar Obama com relação aos assentamentos e os seus aliados de direita quanto ao estado palestino) e brilhante (por salvar o relacionamento com o governo americano sem realmente fazer concessões).

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Considerem primeiro o background histórico. Begin concordou em Camp David I que “[depois que] a autoridade [palestina] autogovernante ... for empossada ... terão lugar negociações para a determinação do status permanente da Cisjordânia e Gaza ... [d]as fronteiras e ... [d]os dispositivos de segurança. A solução ... deve reconhecer ... os direitos legítimos do povo palestino e suas justas exigências ... como se governarão a si próprios”. Rabin ao assinar Oslo reconheceu a Organização da Libertação da Palestina. Barak em Camp David II, Sharon ao aprovar o Mapa da Rota e Olmert em Anápolis aceitaram todos a criação de um estado palestino. Durante o primeiro governo de Netanyahu, seu assessor de imprensa (cujo sobrenome, por coincidência, era Bar-Ilan) declarou serem a favor de “uma entidade que não poderá [possuir] um grande exército ... produzir ou importar armamentos pesados ... fazer pactos com regimes que querem destruir Israel ... controlar o espaço aéreo”, mas reconheceu que “[essa] entidade irá provavelmente autodenominar-se de estado”. Com relação ao estado palestino, portanto, Netanyahu fez agora uma concessão (com condições) que já havia sido concedida anteriormente (sem condições), e que para ele representou apenas um ajuste semântico: um “estado-menos” (ou um “copo meio-cheio”) ao invés de uma “autonomia-mais” (ou um “copo meio-vazio”). E com relação aos assentamentos ele essencialmente reafirmou os arranjos pré-existentes entre Bush-Sharon e Bush-Olmert.
Considerem agora as pesquisas recentes: a maioria dos israelenses é a favor de um Estado palestino (mas contra os atributos militares tradicionais que possam ameaçar Israel) e contra a expansão dos assentamentos (mas a favor da construção dentro dos limites atuais). Obama pensou que tinha Netanyahu contra as cordas (ao pressioná-lo em termos gerais quanto à solução de dois estados e ao congelamento dos assentamentos), porém, Netanyahu virou a mesa contra Obama (ao concordar especificamente com um Estado palestino condicional e em não expandir os assentamentos para fora, mas fortalecê-los internamente). Se (eu diria quando) Obama voltar a aumentar a pressão, não será mais Obama x Netanyahu,e sim Obama x Israel. Netanyahu colocou a bola de volta na quadra dos palestinos sem sacrificar as relações com os EUA no momento em que o jogo que realmente conta é o contra o Irã. Simplesmente brilhante !
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CARTER VISITA OS PALESTINOS

"Tenho a impressão de que Gilad Shalit está vivo e está bem" disse na terça-feira o ex-presidente dos EUA Jimmy Carter após um encontro com Noam Shalit que é o pai do soldado raptado. Gilad Shalit foi seqüestrado por militantes em Gaza num ataque na fronteira em 2006, e os seus pais não receberam qualquer sinal de vida dele por mais de um ano. Após o encontro Noam Shalit declarou que "não tinha ouvido nada de novo sobre Gilad".

Os dois se encontraram depois da visita de Carter à Faixa de Gaza na manhã de terça-feira quando entregou aos dirigentes do Hamas uma carta dos seus pais endereçada ao soldado seqüestrado. Ismail Haniyeh que é um dos líderes do Hamas disse após a sua reunião com Carter que "a organização considera como bem-vindos todos os esforços para acabar com o assunto Shalit". Haniyeh acrescentou que o movimento militante Hamas, cuja carta conclama pela criação de um Estado islâmico sobre toda a Palestina histórica, estaria "preparado para aceitar um Estado nos territórios ocupados por Israel em 1967". Haniyeh, que fez este anúncio durante uma entrevista conjunta na cidade de Gaza junto com Carter, não disse se isso seria apenas como parte de uma trégua de longo prazo com Israel, como o Hamas tinha anteriormente proposto, ou se entendia que Hamas estava desistindo da sua exigência da soberania palestina desde o Mar Mediterrâneo até o Rio Jordão. Também não disse se isso significava que o Hamas finalmente cederia ao direito de existência do Estado de Israel."Estamos nos empenhando para realizarmos o nosso sonho de ter o nosso Estado independente tendo Jerusalém como a sua capital" disse ele. "Se houver um verdadeiro projeto que visa resolver a causa palestina, que institui um Estado palestino nas fronteiras de 1967, a plena soberania palestina, vamos apoiá-lo" ele prosseguiu.
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CEMITÉRIO EM EX-CAMPO DE CONCENTRAÇÃO

Um campo de trabalho nazista, perto de Berlim, onde guardas da SS massacraram mais de mil presos, há mais de 60 anos, foi consagrado como um cemitério judaico.

O Campo Lieberose, que foi um campo satélite do campo de concentração maior Sachsenhausen ao norte de Berlim, funcionou desde 1943 até fevereiro de 1945. Durante esse período, oficiais da SS balearam e mataram 1.300 presos judeus que estavam doentes ou inválidos. Foi acima de tudo um lugar de sofrimento para os prisioneiros judeus que os nazistas trouxeram de Auschwitz ou diretamente das regiões onde residiam, afirmou Jorst Seferenz, que é o porta-voz da Fundação de Memoriais de Brandemburgo, se referindo ao infame campo da morte na Polônia ocupada pelos nazistas. Corpos foram primeiramente descobertos num túmulo próximo a Lieberose em 1958, e quase 600 foram encontrados em 1971. Durante a Guerra Fria funcionários do governo da Alemanha Oriental levaram alguns dos corpos para Dresden para serem examinados. Alguns mais tarde foram enterrados em Frankfurt an der Oder, uma cidade na fronteira atual com a Polônia, enquanto que outros foram cremados e devolvidos ao local Lieberose a cerca de 100 quilômetros a sudeste de Berlim. |
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AGÊNCIA PROMOVE BOLSA DE TEL AVIV

A empresa de serviços de investimentos MSCI Barra informou na tarde de segunda-feira que tinha reclassificado o índice da Bolsa de Israel como "desenvolvido" num movimento que se espera dar uma sacudida nas ações transacionadas na Bolsa de Valores de Tel Aviv. A MSCI também informou que manteve o índice MSCI Coréia classificado como de mercado emergente, citando constrangimentos em transações com a moeda do país e de práticas anti-competitivas, entre outras razões. Estas mudanças, esperadas há meses, agitaram bastante o Índice MSCI de Mercados Emergentes, que é tomado como base por vários índices populares e fundos transacionados em bolsa e como referência para muitos fundos mútuos bastante transacionados.

A saída da Coréia do Índice MSCI EM foi considerada como potencialmente prejudicial, pelo menos no curto prazo, porque iria retirar um país que representava cerca de 12% do valor de referência - consideravelmente maior que os 4% representados por Israel. Se espera que a mudança de status de Israel provoque vendas de investidores de mercados emergentes, mas que beneficiaria as ações em algumas empresas. Este upgrade vem numa época que investidores procuram grandes ganhos em ações de mercados emergentes. O índice iShares MSCI ETF para Mercados Emergentes tem se normalizado a cerca de 30% este ano, facilmente superando os ganhos de 2% deste ano do S&P 500 e ganho tímidos em outros mercados desenvolvidos. A MSCI também informou que os seus índices para os Emiratos Árabes Unidos, Qatar e Kuwait permanecerão classificados como mercados limítrofes e que incluirão Taiwan na sua revisão para a classificação anual de 2010.
A firma de serviços de investimentos MSCI Barra disse na tarde da segunda-feira que era esperado que a sua reclassificação do índice israelense como “desenvolvido” traria um salto nas ações da Bolsa de Valores de Tel Aviv. A MSCI também disse que conservou o índice MSCI Coréia como ‘mercado emergente’ citando constrangimentos nas transações com a moeda local e práticas anti-competitivas, entre outras.
A saída da Coréia do Índice MSCI EM foi considerada como potencialmente danosa, ao menos no curto prazo pois que removeria um país que representa aproximadamente 12% da referência – muito maior que Israel que representa 4%. |
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ISRAELENSES E JUDEUS NA DIÁSPORA

Um grande número de israelenses acredita que as organizações judaicas nos EUA deveriam fazer maiores esforços para diminuir o fosso entre o governo de Israel e a administração americana, e que eles deveriam apoiar as políticas israelenses atuais, mostrou uma nova pesquisa. Encomendada pela ‘B'nai B'rith World Center – Jerusalém’, e realizada pela KEEVOON Research, esta é a Quarta Pesquisa Anual sobre as Atitudes Israelenses em Relação aos Judeus ao Redor do Mundo e que procurou verificar a opinião israelense sobre a Diáspora com a “finalidade de fornecer valiosas ferramentas para a formulação das relações Israel e a Diáspora no futuro”.

De acordo com essa pesquisa, 46% da população judaica em Israel acredita que as organizações judaicas americanas não estão fazendo o suficiente para a superação das diferenças políticas e aliviar as tensões entre a Administração Obama e o governo de Netanyahu. Apenas 23% declaram que as organizações estão fazendo o suficiente sobre esta questão. A pesquisa verificou que 57% dos adultos israelenses judeus acreditam que o lobby pró-Israel nos EUA deveria sempre apoiar as políticas atuais do governo israelense enquanto que 32% opinaram que essas organizações são livres para se oporem abertamente em relação às políticas do atual governo israelense . Numa expressão de forte apoio aos judeus na diáspora quase 60% dos israelenses apoiaram a idéia de que o dinheiro dos seus impostos deveria ser usado para fornecer serviços básicos como educação, serviços de saúde e alimentos para as comunidades judias na diáspora, que lutam à luz da recente da situação econômica global. 54% dos pesquisados disseram que apóiam as correntes reformistas e conservadoras e que os seus rabinos deveriam ter status iguais e assim como de receberem fundos como as correntes ortodoxas e os seus rabinos - apenas 36% expressaram oposição a esta proposta. Além disso, 44% apóiam para que Estado de Israel reconheça as conversões efetuadas pelos reformistas e conservadores enquanto que apenas 49% insistiam que somente as conversões realizadas pelo Chefe do Rabinato deveriam ser reconhecidas pelo Estado. Quando perguntados se os judeus da diáspora deveriam considerar as opiniões dos israelenses quando decidiam sobre questões sobre para quem votar, ou quais as políticas que impactariam o futuro do Estado de Israel, e que deveriam ser apoiadas ou sofrer oposição, 53% responderam "sim", mas apenas 40% opinaram que os israelenses deveriam considerar as opiniões dos judeus da diáspora sobre a decisão de questões como para quem votar ou quais as políticas que deveriam apoiar ou ser opor e que poderiam impactar o futuro de Israel.
Falando sobre esta pesquisa Alan Schneider que é o Diretor do World Center assinalou que "as atitudes dos israelenses em relação aos judeus da diáspora judaica estão em constante fluxo e são impactadas pelos acontecimentos que ocorrem em ambas as comunidades, que este ano são marcadas por relatos na mídia sobre uma crise nas relações entre Israel e os EUA causada por diferenças políticas e questões relacionadas à conversão e o status de correntes não-ortodoxas do judaísmo.
"O nosso estudo revelou que as relações entre os israelenses e a diáspora são muito importantes para os israelenses. A preocupação demonstrada pelos israelenses pelo bem-estar dos da diáspora e sua consideração pelas opiniões expressas pelos judeus da diáspora são sem paralelo." |
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ENGENHEIROS EMINENTES DE 2008

Ao aprovar os nomes de Clara e Jacob Steinberg como Engenheiros Eminentes de 2008, a Associação dos Antigos Alunos da Politécnica quis homenagear a inteligência e o espírito empreendedor de dois jovens profissionais que transformaram o sonho de uma pequena empresa de construções em marca respeitada- SERVENCO- com importantes contribuições na área da construção civil.

Eles adotaram técnicas pioneiras no RJ ao erguer o prédio do Clube de Aeronáutica, ao levantar os primeiros apart-hotéis com serviços, inaugurando um modo alternativo de morar bem.
Construíram shopping-centers especializados, sem esquecer dos prédios que deram a possibilidade de compra para a classe média, e, épocas de instabilidade econômica e inflação acelerada.

Eng. Bernardo Griner e Dr. Meyer Gurfinkel entregam a placa a Clara e Jacob Steinberg.
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A PROFANAÇÃO CONTINUA


Judith Klein-Budapeste- Exclusivo para NRJ
Após as depredações das sepulturas nos cemitérios judeus, as pichações nas paredes das sinagogas, agora é a vez do monumento erguido diante do Parlamento de Budapeste ser profanado. A Hungria, e Budapeste em especial, estão servindo de palco para cenas de vandalismo da pior espécie. O memorial erguido em honra de dezenas de milhares de judeus assassinados pelos “Nyilasok” (milícia de nazistas húngaros) durante a ocupação russa no final da II Grande Guerra foi profanado nesta segunda feira (15 de junho de 2009).

Os vândalos colocaram pés de porcos para execrar este memorial do Holocausto, que é composto de 60 pares de sapatos abandonados, feitos em aço, colocados em um dos muitos marcos ao longo do Danúbio, de onde os membros da milícia “Nyilas”, atiravam em suas vítimas, os judeus que ainda viviam em Budapeste, e lançavam seus corpos – alguns ainda com vida – nas gélidas águas azuis do Danúbio, que nesses dias ficavam rubras de sangue e de vergonha. Entre as vítimas do terror nazista muitos eram cristãos que abrigavam judeus em suas casas, como a Sra. Schalkházi Sara, cujo processo de canonização está em andamento no Vaticano.

O local para onde os parentes dessas vítimas vêm ocasionalmente depositar flores, esta semana assistiu a esse lamentável incidente.

Esse ataque acontece imediatamente após a vitória do partido ultra-direitista “Jobbik” nas eleições para o Parlamento Europeu, em que conseguiu obter 3 cadeiras. Outros partidos extremo-direitistas em países da Europa estão crescendo assustadoramente. Na Holanda, por exemplo, o PVV (Partido da Liberdade) obteve 15% dos votos, perdendo apenas – e por pouco – para o partido democrata cristão do Primeiro Ministro Jan Peter Balkenende. Na Áustria, dois partidos que discriminam imigrantes receberam o apoio sem precedentes de 17,7% da população. Na Dinamarca o extremista Partido do Povo vai ocupar duas cadeiras no Parlamento Europeu. Na Eslováquia um mecanismo legal permitiu que um partido ultra-nacionalista que combate os ciganos ocupe uma cadeira no PE. Uma grande manifestação está sendo programada para esta quinta feira no local em que fica o memorial, para protestar contra o crescente neonazismo na Europa. Na opinião do Presidente da Confederação das entidades Israelitas da Hungria, Péter Feldmájer, e do Presidente da Confederação das vítimas do Holocausto, Gyöergy Sessler, desde 1940 a Hungria não presenciava tamanha onda de anti-semitismo.
Milhares de pessoas compareceram à manifestação em protesto contra os atos de vandalismo ocorridos na última segunda feira, no local onde fica o memorial conhecido como “Os sapatos abandonados” em homenagem às vítimas dos “Nyilasok”, milícia de húngaros nazistas.

Cerimônia de purificação

Deposição de flores e velas
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DISCURSO DE BENJAMIN NETANYAHU NO CENTRO BEGIN-SADAT DA UNIVERSIDADE BAR-ILAN. (14 de JUNHO de 2009)

(NA ÍNTEGRA)
... Há dois meses e meio atrás eu prestei o juramento de posse como o primeiro-ministro de Israel. Comprometi-me para o estabelecimento de um governo de unidade nacional - e eu fiz. Eu acreditava e continuo a acreditar que a unidade foi essencial para nós e agora, mais do que nunca, quando enfrentamos três enormes desafios - a ameaça iraniana, a crise econômica, bem como progressos para a paz.
A ameaça iraniana paira sobre nós, como ainda ontem foi demonstrado. O maior perigo enfrentado por Israel, pelo Oriente Médio, por todo o mundo e pela humanidade é a ligação entre o Islã radical e as armas nucleares. Discuti este assunto com o presidente Obama durante a minha recente visita a Washington, e vou levantar este assunto outra vez na próxima semana quando terei reuniões com líderes europeus. Durante anos, tenho trabalhado incansavelmente para forjar uma aliança internacional para impedir que o Irã tenha a posse de armas nucleares.
Enfrentando uma crise econômica global, o governo agiu rapidamente para estabilizar a economia de Israel. Preparamos um orçamento para os próximos dois anos do governo - e em breve o Knesset o aprovará.
E o terceiro desafio, de forma extremamente importante, é o avanço da paz. Também falei sobre este assunto com o Presidente Obama, e eu apoio plenamente a idéia de uma paz regional que ele está conduzindo. Partilho do desejo do Presidente de realizar uma nova era de reconciliação na nossa região. Com esta finalidade me encontrei com o Presidente Mubarak do Egito e com o Rei Abdullah da Jordânia, para obter o apoio desses líderes na expansão do círculo de paz nesta nossa região.
Nesta noite dirijo-me a todos os líderes árabes e lhes digo: "Vamos nos reunir. Vamos falar sobre a paz e nos deixem fazer a paz. Estou pronto para me encontrar com vocês, a qualquer momento. Estou pronto para ir para Damasco, para Riad, a Beirute, para qualquer lugar - incluindo Jerusalém. Conclamo os países árabes para cooperarem com os palestinos e com nós para avançarmos para uma paz econômica. Uma paz econômica não é uma substituta para uma paz política, mas um elemento importante para a sua consecução....
Conheço a face da guerra. Eu participei de batalhas. Perdi amigos, perdi um irmão. Tenho visto a dor das famílias enlutadas. Não quero a guerra. Ninguém quer a guerra em Israel ...
Ao olharmos para o horizonte, temos de estar firmemente ligados à realidade, à verdade. E a verdade pura e simples da raiz do conflito foi, e continua sendo, a recusa do reconhecimento do direito do povo judeu de ter um país próprio, na sua pátria histórica. Em 1947, quando as Nações Unidas propuseram o plano da partilha para um Estado judaico e um Estado árabe, todo o mundo árabe rejeitou esta resolução. A comunidade judaica, pelo contrário, saudou a resolução comemorando com danças e alegria. Os árabes rejeitaram qualquer Estado judaico, seja qual forem as suas fronteiras.
Aqueles que pensam que o prosseguimento da animosidade contra Israel é o produto da nossa presença na Judéia, Samaria e em Gaza, confunde causa com consequência. Os ataques contra nós começaram na década de 1920, aumentaram para um grande ataque em 1948 com a declaração da independência de Israel, prosseguiu com os ataques fedayeen na década de 1950, e tiveram um clímax em 1967, nas vésperas da guerra dos seis dias, numa tentativa de apertar um laço no pescoço do Estado de Israel. Tudo isso ocorreu durante o período de cinqüenta anos antes que um único soldado israelense tivesse presença na Judéia e Samaria.
Felizmente, o Egito e a Jordânia deixaram este círculo de animosidade. A assinatura de tratados de paz resultou no fim de suas ações contra Israel, um fim para o conflito. Mas, para nosso pesar, não é este o caso com os palestinos. Quanto mais nos aproximamos de um acordo com eles, mais eles recuam e aumentam as exigências que são incompatíveis com uma verdadeira vontade de pôr fim ao conflito.
Muitas pessoas boas nos disseram que a retirada dos territórios é a chave para a paz com os palestinos. Bem, nós nos retiramos. Mas o fato é que a cada retirada era seguida de maciças ondas de terror, por suicidas-bomba e milhares de mísseis .... Evacuamos até o último centímetro da Faixa de Gaza, retiramos dezenas de assentamentos e milhares de israelenses de suas casas, e em resposta, recebemos uma chuva de mísseis sobre nossas cidades, vilas e crianças. A alegação de que retiradas territoriais trará a paz com os palestinos, ou, pelo menos, avanços para a paz, até agora não resistiram o teste da realidade ....
Retiradas territoriais não tem diminuído o ódio, e para o nosso pesar, os palestinos moderados ainda não estão prontos para dizer as simples palavras: Israel é o nação-pátria do povo judeu, e vai continuar assim .... Portanto um pré-requisito fundamental para acabar com o conflito é o reconhecimento palestino de forma pública, comprometida e inequívoca que Israel é nação-pátria do povo judeu.
Para que esta declaração tenha um significado prático, deve haver também a clara compreensão que o problema dos refugiados palestinos será resolvido fora das fronteiras de Israel .... O pequeno território de Israel absorveu com sucesso centenas de milhares de refugiados de países árabes de onde deixaram seus lares e pertences. Portanto, a justiça e a lógica exigem que o problema dos refugiados palestinos seja resolvido fora das fronteiras de Israel .... A ligação entre o povo judeu e a Terra de Israel tem durado mais de 3500 anos. A Judéia e a Samaria, lugares onde Abraham, Isaac e Jacó, David e Salomão, e Isaías e Jeremias viviam, não são estranhas para nós. Esta é a terra dos nossos antepassados. O direito do povo judeu a um país na terra de Israel não decorre das catástrofes que têm atormentado o nosso povo. É verdade, por 2000 anos o povo judeu sofreu expulsões, pogroms, calunias e difamações sangrentas e massacres que culminaram com o Holocausto - um sofrimento que não tem paralelo na história humana. Há quem diga que, se não tivesse ocorrido o Holocausto, o Estado de Israel nunca teria sido criado. Mas eu digo que, se o Estado de Israel já tivesse sido estabelecido anteriormente, o Holocausto não teria acontecido ....
Mas também temos de dizer a verdade na sua totalidade: dentro desta pátria vive uma grande comunidade palestina. Não queremos nos impor sobre eles, não queremos governar as suas vidas, não queremos impor a nossa bandeira nem nossa cultura sobre eles. Na minha visão sobre a paz, nesta nossa pequena terra, dois povos vivem livremente, lado a lado, com harmonia e respeito mútuo. Cada um terá a sua própria bandeira, o seu próprio hino nacional, o seu próprio governo. Nenhum irá ameaçar a segurança ou a sobrevivência do outro. Estas duas realidades - a nossa ligação com a terra de Israel, e a população palestina que vive dentro dela -, criaram profundas divisões na sociedade israelense. Mas a verdade é que temos muito mais o que nos une do que nos separam.
Eu vim hoje para dar expressão a essa unidade, e aos princípios da paz e da segurança sobre a qual existe um amplo consenso no seio da sociedade israelense. Estes são os princípios que guiam a nossa política .... Já enfatizei o primeiro princípio - o reconhecimento. Os palestinos devem reconhecer de forma clara e inequívoca Israel como o Estado do povo judeu. O segundo princípio é: desmilitarização. O território sob controle palestino deve ser desmilitarizado com garantias rígidas de segurança em relação a Israel. Sem estas duas condições, há um perigo real de que um Estado palestino armado iria surgir como outra base terrorista contra o Estado judeu, como presentemente existe em Gaza. ...
É impossível que esperem que nós concordemos de antemão, ao princípio de um Estado palestino sem que haja garantias de que este estado será desmilitarizado. Em um assunto tão fundamental para a existência de Israel, devemos em primeiro lugar considerar as nossas necessidades de segurança. Portanto, hoje pedimos aos nossos amigos na comunidade internacional, liderados pelos Estados Unidos, para o que é crítico para a segurança de Israel: Compromissos claros para que, num futuro acordo de paz, o território controlado pelos palestinos será desmilitarizado, ou seja, sem um exército, sem controle do seu espaço aéreo, e com medidas eficazes de segurança para impedir o contrabando armas para o território – acompanhamento real, e não o que ocorre hoje na Faixa de Gaza ....
Eu disse em Washington quando me reuni com o presidente Obama que, se pudéssemos chegar a um acordo sobre a substância, então a terminologia não seria um problema. E aqui está a substância que agora afirmo com clareza: Se receber a garantia da desmilitarização e as necessidades para a segurança de Israel, e se os palestinos reconhecerem Israel como o Estado do povo judeu, então estaremos prontos para um acordo de paz no futuro para chegarmos a uma solução em que um Estado palestino desmilitarizado exista ao lado do Estado judaico.
Quanto às importantes questões restantes que serão discutidas como parte do acordo final, as minhas posições são conhecidas: Israel precisa de fronteiras defensáveis e Jerusalém deve permanecer como a capital unida de Israel continuando com a liberdade religiosa para todas as religiões. A questão territorial será discutida como parte do acordo final de paz. Entretanto, não temos qualquer intenção de construir novos assentamentos ou desapropriar terras adicionais para os assentamentos existentes. Mas existe a necessidade de permitir que os moradores possam ter vidas normais ... como em outras famílias ....
Se os palestinos se voltarem para a paz - na luta contra o terror, no reforço da governança e do Estado de Direito, em educar os seus filhos para a paz e parar o incitamento contra Israel - nós faremos a nossa parte no sentido de fazer todos os esforços para facilitar a liberdade para a circulação e o acesso, e que possam desenvolver a sua economia. Tudo isso vai nos ajudar a avançar para conseguirmos um tratado de paz entre nós.
Acima de tudo, os palestinos têm de decidir entre o caminho da paz e o caminho do Hamas. A Autoridade Palestina terá de estabelecer o Estado de direito e superar o Hamas em Gaza. Israel não se sentará a uma mesa de negociações com terroristas que buscam a sua destruição. O Hamas nem ao menos permite que a Cruz Vermelha visite o nosso soldado seqüestrado Gilad Shalit, que está há três anos no cativeiro, afastado dos seus pais, da sua família e do seu povo. Estamos empenhados em trazê-lo de volta para casa, saudável e em segurança ....
Conclamo os líderes do mundo árabe e da liderança palestina, vamos continuar juntos no caminho de Menahem Begin e Anwar Sadat, Yitzhak Rabin e o rei Hussein. Vamos tornar realidade a visão do profeta Isaías, que, em Jerusalém há 2700 anos disse que "as nações não devem levantar a espada contra outra nação, e eles não mais aprenderão sobre a guerra". Com a ajuda de Deus, nós não teremos mais guerra. Nós teremos a paz.
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AGRADECEMOS AS CENTENAS DE CARTAS RECEBIDAS, CUJA SELEÇÃO DIVULGAREMOS EM EDIÇÃO EXTRA, DEVIDO AO TAMANHO DA MENSAGEM.
HOMENAGEAMOS A TODOS OS AMIGOS NA PESSOA DO EMBAIXADOR DO BRASIL EM ISRAEL PEDRO MOTTA PINTO COELHO.


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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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