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  Edição 604  Diretor/Editor: Osias Wurman Sexta, 15 de Março de 2019


 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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ISRAEL CONDENA MASSACRE DE MESQUITAS "DEPRAVADO E
DESPREZÍVEL" NA NOVA ZELÂNDIA

Na sexta-feira, o presidente e primeiro-ministro de Israel se juntaram aos líderes mundiais para expressar condolências e condenação após os ataques mortais contra as mesquitas na Nova Zelândia. "Eu condeno o ataque terrorista às mesquitas em Christchurch nos termos mais fortes possíveis e envio minhas condolências em nome do povo de Israel às famílias das vítimas, dos feridos, do governo e do povo da Nova Zelândia", disse o Presidente Reuven Rivlin. “Assassinato de pessoas em oração, em seu lugar mais sagrado, é um ato depravado e desprezível. Para pessoas de todas as religiões e de nenhuma, uma linha vermelha foi cruzada. Nossos pensamentos e orações pela recuperação completa dos feridos no ataque terrorista na Nova Zelândia”, disse ele. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também condenou o ataque, dizendo que "Israel lamentou o assassinato arbitrário de fiéis inocentes em Christchurch e condena o ato de terror na Nova Zelândia". A polícia da Nova Zelândia disse que pelo menos 49 pessoas morreram na sexta-feira em duas mesquitas na pitoresca cidade de Christchurch, no sul da ilha. Mais de 20 ficaram gravemente feridos no que a primeira-ministra Jacinda Ardern chamou de "ataque terrorista". Um homem foi preso e acusado de assassinato no que parecia ser um ataque racista cuidadosamente planejado. A polícia também desativou dispositivos explosivos em um carro. Duas outras pessoas estavam detidas e a polícia estava tentando determinar como elas poderiam estar envolvidas. A condenação veio de todo o mundo, enquanto os líderes muçulmanos disseram que o tiroteio em massa era evidência de uma onda crescente de islamofobia violenta. Em um tweet, o presidente dos EUA, Donald Trump, enviou “as mais calorosas condolências e melhores desejos” ao povo da Nova Zelândia. Ele escreveu que “49 pessoas inocentes morreram tão sem sentido, com tantos mais gravemente feridos. Os EUA estão na Nova Zelândia por qualquer coisa que possamos fazer. Deus abençoe a todos!"

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PROTESTOS DE GAL GADOT AO SER FEITA GAROTA-PROPAGANDA
DA ELEIÇÃO DO PARTIDO TRABALHISTA

A atriz israelense Gal Gadot, junto com um punhado de outras celebridades, exigiu que o Partido Trabalhista removesse suas imegens de um cartaz de campanha eleitoral que abordava um recente tumulto sobre o status dos árabes israelenses. Gadot esta semana mergulhou de cabeça na política local quando defendeu a atriz e apresentadora de programas de TV Rotem Sela, que foi pessoalmente criticada nas mídias sociais pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, depois que ela criticou o pleito do partido Likud sobre o papel dos árabes. no próximo governo. Várias outras celebridades também apoiaram Sela ou comentaram a estratégia de campanha do Likud. Em uma continuação, o Partido Trabalhista de esquerda produziu um pôster com fotos de Gadot, Sela, os apresentadores Assi Azar e Galit Gutman, a modelo Shlomit Malka e o músico Aviv Geffen, com o slogan “Precisamos de outro Rotem Sela. Nós temos uma visão séria disso, e já esta noite vamos abordar o Partido Trabalhista com uma exigência de remover imediatamente a imagem de Gal Gadot da campanha", declarou em nome de Gadot na terça-feira, segundo o Canal 12. "Gal Gadot nunca participou de nenhuma campanha política de um tipo ou outro", afirmou.

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Osias Wurman
Jornalista


A CONSTRUÇÃO DO MEMORIAL DO HOLOCAUSTO – RIO DE JANEIRO (RJ)

O belo cenário do Rio de Janeiro, primeira área urbana no mundo premiada com a chancela da UNESCO de paisagem cultural de valor universal.

A paisagem cultural do Rio de Janeiro, no que diz respeito às atribuições do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), continuará sendo exuberante e reconhecida como Patrimônio Cultural Mundial. A proposta de construção do Memorial do Holocausto é um tema existente na cidade desde 1998. No entanto, foi em 2017 que a prefeitura do Rio de Janeiro encaminhou ao Iphan para análise um primeiro projeto de construção do Memorial do Holocausto no Morro do Pasmado, na enseada da praia de Botafogo.

Ao analisar o projeto, o Iphan, solicitou à Prefeitura adequação sugerindo um reestudo ou a transferência do Memorial para outro local. A prefeitura optou por manter o Memorial no Morro do Pasmado e promoveu o reestudo sugerido pelo Iphan. Nesta nova revisão do projeto apresentada pela prefeitura ocorreu uma redução da altura do totem de 22,38 metros para 19,90 metros e da edificação proposta de 2.188,54 m2 para 1.624,30 m2”. Desta forma, o Iphan não se opôs a continuidade da execução da obra.

O Morro do Pasmado não é tombado individualmente pelo Iphan, não se encontra chancelado como Paisagem Cultural Brasileira, não é um dos componentes do bem Rio de Janeiro, Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar, inscrito na lista do Patrimônio Mundial (Convenção para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural/1972). Os elementos que compreendem a candidatura do Rio de Janeiro, Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar são: o Cristo Redentor, Morro da Urca, Floresta da Tijuca, Praia de Copacabana, Fortes e Aterro do Flamengo

A candidatura do Rio de Janeiro, Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar a Patrimônio Mundial foi construída a partir de setores e de elementos paisagísticos, onde o Morro do Pasmado não foi incluído no dossiê do bem apresentado ao Comitê do Patrimônio Mundial, mas foi considerado zona de amortecimento.

Ressalta-se, que Rio de Janeiro, Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar foi inscrito como Patrimônio Mundial em 2012 como um exemplo excepcional de uma interação humana com o meio ambiente e por estar diretamente associado a acontecimentos ou tradições vivas. Desta forma, fica claro que todo o esforço que o Estado brasileiro fez ao instruir a candidatura do Rio de Janeiro como Patrimônio Mundial foi enfatizar a capacidade do “carioca”, em diferentes momentos históricos, de construir uma paisagem cultural urbana com valor universal excepcional.  Ou seja, a natureza exuberante do Rio de Janeiro não foi avaliada, como um “bem natural”, pelo Comitê do Patrimônio Mundial. Mas sim a paisagem cultural resultante da transformadora interação homem-natureza.

Cabe esclarecer que, o Morro do Pasmado, encontra-se na área de proteção do Ambiente Cultural de Botafogo legalmente instituída pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Por muito tempo, o único instrumento legal de proteção do patrimônio cultural no Brasil era o do tombamento, mas o Rio de Janeiro deu um passo à frente ao criar um instrumento de proteção do patrimônio cultural diferente do tombamento, que conjugava preservação e desenvolvimento urbano: as chamadas Áreas de Proteção do Ambiente Cultural (Prefeitura do Rio de Janeiro, Guia das APACs)

 

 

 

 

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O EX-PREFEITO NIR BARKAT DIZ:"POR DEFINIÇÃO NUNCA DIVIDIREMOS JERUSALÉM".

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“Por definição nunca iremos dividir Jerusalém”, disse o ex-prefeito Nir Barkat a i24NEWS, quando perguntado sobre os detalhes do plano de paz, há muito tempo aguardado.

"Não é aceitável para mim, não é aceitável para o Likud ou para os nossos amigos da direita", destacou Barkat, explicando ainda que se oporia a qualquer acordo de paz que pedisse a localização de uma capital palestina em partes de Jerusalém. "Não funcionará, não existe um bom exemplo no mundo de uma cidade dividida que já funcionou”.

Embora a maior parte da conversa envolvendo o "acordo do século" do presidente dos EUA, Donald Trump, tenha permanecido vaga, o principal negociador de paz, Jared Kushner, prometeu lidar com todas as questões centrais do conflito Israel-palestina, como o desenho de fronteiras e a unificação dos palestinos.

“Washington conseguiu formular soluções práticas e justas", disse Kushner em entrevista ao Sky News. "Queremos ver os palestinos unidos e com uma liderança. Os palestinos querem um governo não corrupto e que cuide dos seus interesses”.

 “Eu aprendi na minha carreira de negócios que é melhor dizer não a um mau negócio do que fazer um. Por definição nunca dividiremos Jerusalém”, afirmou Barkat.

Voltando-se para a terrível situação na Faixa de Gaza e o afunilamento de dinheiro do Qatar para o enclave costeiro, supervisionado por Israel, Barkat disse que era do interesse dos estados garantir que o território não "desmoronasse totalmente".

"Eles têm que viver suas vidas e temos que capacitá-los a viver suas vidas. Enquanto, por outro lado, temos que lutar e combater o terror o máximo que podemos. Netanyahu sabe como equilibrar esses fatores delicados”, destacou Barkat.



Na última distribuição de fundos, milhares de palestinos na Faixa começaram a receber pagamentos de US$ 100 do Qatar em um esforço de US$ 5,5 milhões para entregar algum alívio às famílias mais pobres da região.

Críticos do acordo dentro de Israel, incluindo muitos que agora participam das eleições de 9 de abril advertiram que esses fundos serão usados ??para apoiar os membros do Hamas e as atividades terroristas, dirigidas contra Israel, e só um pouco para impedir as escaladas violentas na fronteira.

No entanto, Barkat disse à I24NEWS que "não somos contra o povo de Gaza", mas, ao ecoar a visão de Netanyahu, acrescentou que, “ao mesmo tempo, devemos lutar contra os terroristas".

“Netanyahu advertiu repetidas vezes ao Hamas que ele não hesitaria em lançar uma operação de grande escala em Gaza se a escalada na fronteira entre Israel e Gaza se intensificasse”.

Nir Barkat, apelidado de o político mais rico de Israel, após liderar a lista dos mais ricos da Forbes israelense, recentemente jogou seu chapéu na política nacional e é o 9º na lista do partido Likud para o próximo Parlamento.

A riqueza de Barkat é estimada em milhões de NEI (US$ 138.458 milhões). O ex-prefeito de Jerusalém ganhou dinheiro transformando uma empresa de antivírus em um fundo de investimento de alta tecnologia, particularmente na Check Point Software Technologies.



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UM BANQUETE KOSHER FRANCÊS NO WALDORF ASTORIA.



O hotel de luxo de Jerusalém terá duas semanas de refeições gourmet, preparadas durante a visita do chef parisiense, Frédéric Larquemin.

O chef executivo do The Waldorf Astoria Jerusalém, Itzik Barak, está colaborando com seu colega, Frédéric Larquemin, chef executivo do Waldorf Astoria Trianon Palace Versailles, para um cardápio de jantar especial que será servido no Restaurante Palace, na primeira metade deste mês. Cada refeição será combinada com vinhos Premium das vinícolas Carmel.

O Chef Larquemin, que trabalhou com os mundialmente famosos chefs, Gordon Ramsay e Alain Ducasse, participa todo o ano com o Chef Barak nas competições culinárias internacionais, Taste of Waldorf Astoria, onde ambos os chefs conquistaram o reconhecimento do Waldorf Astoria Hotels and Resorts. Esta é a primeira colaboração deles em Israel, onde o Chef Larquemin enfrenta o desafio de criar uma experiência gastronômica, ao mesmo tempo em que adere às rígidas leis da kashrut.

Chefs Itzik Barak (à direita) e Frédéric Larquemin
Chefs Itzik Barak (à direita) e Frédéric Larquemin

No início desta semana, jornalistas foram apresentados aos chefs e convidados a provar algumas das comidas e vinhos que serão servidos. 

A prévia das refeições começou com um velouté de abóbora, servida em um demitasse, como um amuse-bouche. A sopa aveludada com cogumelos silvestres e sementes de abóbora assadas eram deliciosas e acompanhadas de uma baguete francesa recém-assada.

O primeiro prato foi um filé de robalo assado sobre uma cama de aipo com brócolis, couve-flor e fatias finas de abobrinha. Curiosamente, o vinho tinto foi derramado sobre os peixes e legumes formando uma combinação particular.

Robalo selvagem, aipo-rábano, brócolis e molho de matelote
Robalo selvagem, aipo-rábano, brócolis e molho de matelote.

O peixe branco foi emparelhado com um vinho branco do vinhedo Kayoumi de Carmel. O peixe alternativo, que está sendo oferecido aos hóspedes do restaurante, é o ballotine de salmão com creme de ervas frescas, alcaparras e raspas de limão, emparelhado com um Chardonnay.

“Nosso prato principal foi costelas de cordeiro assado, servido com creme de batata e vegetais de raiz com aroma de anis estrelado. As duas costelas de cordeiro foram servidas juntas, resultando em um suculento corte de carne mais espessa do que qualquer bife. O cordeiro foi servido com outro vinho tinto, embora este tivesse vindo com mais molho que o anterior”.

Costelas de cordeiro assado, purê de batatas e verduras
Costelas de cordeiro assado, purê de batatas e verduras.

Os tubérculos consistiam em um al dente parsnip de cenoura e beterraba, enquanto o vinho tinto era um Carmel Shiraz. A outra escolha do prato principal era um frango recheado com fígado de frango, espinafre e mousse de agrião, combinados com um Merlot Carmel.

Há também uma opção vegetariana, combinada com o mesmo vinho tinto: uma caçarola de lentilha com legumes e limão.

O prato final é uma escolha de duas sobremesas muito diferentes, mas igualmente tentadoras: uma torta cítrica com creme de limão e marmelada de grapefruit ou uma delícia de chocolate e nozes, com creme yuzu e sorbet de frutas.

Torta cítrica com grapefruit
Torta cítrica com grapefruit.


O vinho de sobremesa é o Carmel Gewurtztraminer, um vinho doce feito com uvas especiais da colheita tardia.


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O PLANO ORÇAMENTÁRIO DA CASA BRANCA DESTINARÁ US$ 3,3 BILHÕES EM AJUDA MILITAR A ISRAEL.

Ajuda militar para Israel, aparentemente, evitou um corte no orçamento.

Cúpula de ferro

O plano fiscal de 2020, enviado pela Casa Branca ao Congresso, inclui a ajuda total de US$ 3,3 bilhões prometida sob um memorando de entendimento de 10 anos, apesar dos cortes de gastos ao longo da proposta.

"O orçamento apoia totalmente o Memorando de Entendimento entre os EUA e Israel, e inclui US $ 3,3 bilhões em assistência financeira estrangeira para reforçar a capacidade de Israel de se defender contra as ameaças na região e manter sua vantagem militar qualitativa", informou o daily Globes.

O Memorando de Entendimento (MOU) de US$ 38 bilhões, um acordo de defesa de 10 anos, assinado pelo presidente Barack Obama entrou em operação em outubro do ano passado.

Sob o MOU, os Estados Unidos estabeleceram fundos para Israel nos níveis de US $ 3,3 bilhões em financiamento militar estrangeiro e US $ 500 milhões para programas cooperativos de defesa antimísseis nos próximos 10 anos.

O plano orçamentário inclui cortes domésticos para programas de educação e assistência social, entre outros, e inclui US $ 8,6 bilhões para um controverso muro fronteiriço com o México e aumento dos gastos com defesa. 

Líderes da Câmara dos Deputados disseram que o plano não tinha chance de passar.



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EM NOVO LIVRO, IVANKA TRUMP INSISTE QUE SEU PAI NÃO ERA "RACISTA".

Jared Trump e Ivanka Trump

Após a morte de um manifestante durante o protesto de nacionalistas brancos, em Charlottesville, Virgínia, na qual o presidente americano, Donald Trump, disse que havia culpa "dos dois lados", Ivanka Trump, conselheira da Casa Branca, defendeu as declarações de seu pai.

“Meu pai não é racista. Ele não quis dizer nada disso”, afirmou a filha mais velha do presidente, durante uma conversa com Gary Cohn, principal assessor econômico de Trump.

Os comentários de Ivanka Trump vieram depois que o presidente culpou os dois lados, pela violência e um dia depois condenou a Ku Klux Klan e os neonazistas, afirmando que "algumas pessoas eram boas em ambos os lados do confronto”.

Essa troca é narrada em um livro sobre a ascensão ao poder na Casa Branca de Ivanka e seu marido, Jared Kushner, que chegará às livrarias na semana que vem, segundo informou o New York Times.

"Kushner Inc." é de autoria da jornalista, Vicky Ward, que passou dois anos conduzindo várias entrevistas, de acordo com o The Times. O livro será lançado no dia 19 de março.

A obra discute as criações de Ivanka Trump e Kushner e o ceticismo inicial dos pais de ambos os lados, principalmente por razões religiosas. Ivanka Trump converteu-se ao judaísmo antes de se casar com Kushner, que é neto de sobreviventes do Holocausto e que foi criado em uma casa ortodoxa moderna em Livingston, Nova Jersey.

Ele fala sobre o crescente desejo do presidente para que o casal deixasse Washington, destacando que certo dia, Trump disse ao seu então chefe de gabinete, John Kelly: “se livre dos meus filhos e leve- os de volta para Nova York”.

Kushner atualmente é membro da equipe da Casa Branca e encarregado do plano de paz no Oriente Médio, que deverá ser lançado logo após as eleições nacionais de Israel, em 9 de abril.

"Todos os pontos mencionados por Ward, no que ela chamou de estágio de verificação de fatos eram totalmente falsos", disse o advogado de Kushner, Abbe Lowell. “Parece que ela escreveu um livro de ficção em vez de qualquer tentativa séria de obter os fatos. Corrigir tudo que tem de errado levaria muito tempo e seria inútil”, completou.

Em uma declaração à revista People, a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou: “É triste, mas não surpreendente. A mídia está dedicando muito tempo promovendo um livro baseado em fontes obscuras e informações falsas, em vez de todo o incrível trabalho que Jared e Ivanka estão fazendo para o país”.

 

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ASSASSINO DO MUSEU JUDAICO DA BÉLGICA É CONDENADO À PRISÃO PERPÉTUA.


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O extremista muçulmano francês, condenado por assassinar quatro pessoas em um ataque terrorista no Museu Judaico da Bélgica, em 2014 foi condenado à prisão perpétua. Mehdi Nemmouche, de 33 anos foi condenado pelo atentado que deixou quatro mortos, incluindo dois turistas israelenses.

Ele sorriu e disse ao tribunal criminal de Bruxelas que "a vida continua", na hora em que o júri estava prestes a decidir sobre a sua sentença, segundo informou a agência de notícias francesa AFP. 

Ele tem 15 dias para recorrer da sentença. Seu cúmplice recebeu uma pena de 15 anos de prisão.

 

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Por Marcus M. Gilban
Jornalista
direto de Israel para
Rua Judaica

JUDEU GUATEMALTECO QUE FEZ ALIÁ HÁ 12 ANOS CONCORRE A PRESIDENTE DO SEU PAÍS DE ORIGEM

TEL AVIV – Um empresário israelense nascido na Guatemala está concorrendo à presidência do seu país natal. Yitzhak Farhi, de 58 anos, mudou-se para Israel há 12, depois de liderar a comunidade judaica do país centro-americano, com cerca de 1.200 membros, onde foi também diretor da Chevra Kadisha.

Farhi mergulhou de cabeça no desafio eleitoral graças a uma entrevista na televisão guatemalteca transmitida dois meses atrás, na qual ele foi questionado sobre o "segredo do sucesso de Israel". Respondeu que "ideais e unidade" estavam por trás das razões e sugeriu que a Guatemala também poderia se beneficiar da adoção desses princípios.

Farhi, que anunciou sua candidatura há cerca de 10 dias, vai disputar as eleições de junho pelo ViVa (Visión con Valores), pequeno partido de centro-direita que tem apenas 3 dos 158 assentos do parlamento. Fahri não está entre os principais candidatos da corrida presidencial, mas acredita que suas chances de vitória são boas.

"Meus quatro adversários concorreram no passado e fracassaram", disse Farhi à imprensa israelense. O atual presidente do país, Jimmy Morales, não pode concorrer à reeleição.

O empresário com dupla-cidadania entrou na política ainda jovem. Na Guatemala, foi um dos fundadores do Partido de Promoción Nacional (PAN), que se tornou um dos maiores do país.

Hoje vive em Ra'anana, a cidadezinha de Israel com alta concentração de imigrantes de países de fala inglesa, além de franceses e mais recentemente muitos brasileiros, que já são cerca de 300 famílias. Mas Fahri está retornando a Guatemala para concorrer às eleições.

Casado e pai de quatro, fez aliá aos 46 anos e seus filhos serviram em unidades de combate das Forças Armadas (IDF). Hoje atua como CEO de uma empresa especializada na prestação de serviços de saúde. Ele promete que voltará a Israel caso sua campanha não seja bem-sucedida.

A Guatemala foi o primeiro país latino-americano a reconhecer Israel imediatamente após a proclamação do Estado na ONU. Foi também o primeiro país a abrir uma embaixada em Jerusalém. Mais tarde, no entanto, sob pressão internacional, a embaixada foi transferida para Tel Aviv.

Em 2018, uma equipe israelense de especialistas médicos viajou à Guatemala para ajudar as vítimas da erupção do vulcão Fuego, ação de ajuda humanitária similar à de Brumadinho. No final do ano, Sara Netanyahu, esposa do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, fez uma visita oficial de sete dias ao país, concentrando-se em questões sociais.

Também em 2018, a Guatemala seguiu os Estados Unidos e transferiu sua embaixada de Tel Aviv de volta para Jerusalém. Caso Farhi venha a ser eleito presidente, as excelentes relações entre Guatemala e Israel podem em breve receber um novo impulso.

 

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MUSEU DO HOLOCAUSTO OFERECE CURSO DE HISTÓRIA DO ANTISSEMITISMO


O aumento de atos violentos contra judeus em 2018, além dos inúmeros incidentes registrados nas últimas semanas, levou o Museu do Holocausto de Curitiba a retomar, pela sexta vez, o curso “História do Antissemitismo no Ocidente”. As aulas, que se iniciam no dia 4 de abril, vão ser realizadas nas quintas-feiras, na sede do Museu. Serão 10 encontros presenciais, no período noturno, das 19h às 20h30. As inscrições estão abertas.

Informações sobre matrículas e mensalidades podem ser obtidas pelo e-mail contato@museudoholocausto.org.br. As aulas serão ministradas na sala de estudos Joel Bergman, localizada no prédio anexo ao Museu, que oferece certificado de conclusão dos cursos emitido pela Associação Casa de Cultura Beit Yaacov. As vagas são limitadas.

 

ANTISSEMITISMO

Quando e por que surgiram as manifestações de ódio e perseguição aos judeus? Quais as características que esse ódio acumulou durante os últimos séculos? Como a história da civilização ocidental influenciou e foi influenciada pelo Antissemitismo? Com o objetivo de discutir essas e outras questões, o Museu do Holocausto de Curitiba promove novamente, a partir de abril de 2019, o curso “História do Antissemitismo no Ocidente”, com duração de 10 aulas.

O curso, que até 2012 era oferecido pelo Centro de Línguas e Interculturalidade da Universidade Federal do Paraná (Celin-UFPR), passou a ser ofertado desde o ano seguinte na própria sede do Museu. Os encontros serão realizados sempre nas quintas-feiras, de 19h às 20h30, a partir de 4 de abril.

O coordenador-geral da instituição, Carlos Reiss, e o coordenador do departamento de História da instituição, Michel Ehrlich, ministrarão as aulas, que contam com fontes históricas e recursos audiovisuais. Segundo Reiss, são abordadas características históricas, religiosas, sociais, políticas, raciais e econômicas do Antissemitismo. “Fenômenos como o Cristianismo primitivo, as Cruzadas, a Inquisição, a Emancipação, o Sionismo e o Holocausto são trabalhados por uma perspectiva particular, aclarando o ódio e evitando que ele se perpetue no futuro”. Uma visita guiada ao Museu do Holocausto de Curitiba, utilizando o enfoque do curso, também está prevista na grade.

SERVIÇO:

Museu do Holocausto de Curitiba

Local: Rua Cel. Agostinho Macedo 248, Bom Retiro, Curitiba/PR.

Telefones: (41) 3093-7461 / 3093-7462

Curso: “História do Antissemitismo no Ocidente”
Aulas de Abril a Junho de 2019. Quintas-Feiras, de 19h às 20h30, no Museu do Holocausto de Curitiba;

Mais informações pelo e-mail contato@museudoholocausto.org.br

Certificado: Certificado de conclusão dos cursos emitido pela Associação Casa de Cultura Beit Yaacov.


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ISRAEL É O OITAVO MAIOR EXPORTADOR DE ARMAS DO MUNDO.


Na última década as exportações israelenses de armas aumentaram em 60%, segundo o relatório do SIPRI. As exportações americanas de armas aumentaram em quase 30%. Já a Rússia registrou uma queda de 17% em seu comércio de armas.

Em 2018, Israel era o oitavo maior exportador de armas do mundo, segundo o relatório anual de transferência de armas, divulgado pelo Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo (SIPRI), um grupo dedicado à pesquisa de conflitos, armamentos, controle de armas e desarmamento.

Israel foi o 7º maior exportador de armas do mundo entre 2014 e 2017, de acordo com a SIPRI, representando 3,1% do comércio mundial de armas, acima dos 2,1% nos quatro anos anteriores. Os cinco maiores fornecedores foram os EUA, Rússia, França, Alemanha e China, que representaram 75% de todas as exportações de armas.

Um sistema Iron Dome em ação no sul de Israel.  Foto: Reuters

Na última década, as exportações israelenses de armas aumentaram em 60%, segundo o relatório do SIPRI. Em comparação, as exportações americanas de armas aumentaram em quase 30% e a Rússia registrou uma queda de 17% em seu comércio de armas.

A exportação de armas israelenses atingiu US$ 9,2 bilhões em 2017, um aumento de 41,5% em relação a 2016, segundo dados divulgados pelo Ministério da Defesa de Israel. O impressionante aumento foi impulsionado por US $ 2 bilhões em acordos de sistema de mísseis entre a estatal Israel Aerospace Industries(IAI) e a Índia.

Três fabricantes de armas israelenses estavam entre as 100 empresas em todo o mundo que ganhou mais dinheiro com a venda de armas em 2017. A Elbit Systems, listada na Nasdaq, ficou em 28º lugar, a israelense Aerospace Industries Ltda. ficou em 41º lugar, enquanto a Rafael Advanced Defence Systems, em 45º lugar.

Nos últimos anos, as vendas de armas feitas por Israel a regimes que violam os direitos humanos foram criticadas por um pequeno grupo de legisladores e ativistas israelenses.

Os maiores importadores de armas do mundo são a Arábia Saudita, a Índia e o Egito. Israel forneceu 15% das importações de armas da Índia entre os anos de 2014 a 2018, em comparação com apenas 12% dos EUA, de acordo com o relatório. Israel foi o 15º maior importador de armas do mundo durante este período.

De acordo com um estudo do Serviço de Pesquisa do Congresso, um braço de pesquisa de política pública do Congresso americano, os EUA prometeram fornecer US $ 38 bilhões em ajuda militar a Israel entre 2019 a 2028.

O Memorando de Entendimento também declara que, a partir de 2019, Israel deverá gradualmente transferir todos os seus gastos, em dinheiro de ajuda, para armas fabricadas nos EUA.

Cerca de 64% das importações de armas israelenses entre 2014 e 2018 vieram dos EUA, de acordo com o SIPRI.


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A EMPRESA NVIDIA SUPERA A INTEL NA COMPRA DA ISRAELENSE MELLANOX EM MERCADO DE DADOS.

Em um negócio estimado em cerca de US$ 6,8 bilhões, a empresa israelense de fabricação de chips, especializada em jogos e inteligência artificial, deve ser oficialmente vendida para o seu fornecedor americano até o final de 2019.

A Nvidia, fornecedora de chips nos Estados Unidos concordou em comprar a Mellanox Technologies Ltda por US$ 6,8 bilhões, superando a concorrente Intel em um acordo que ajudará a empresa a impulsionar seus negócios de data center e inteligência artificial. 

As ações da Mellanox subiram 8,2%, para US$ 118,35 e as ações da Nvidia subiram 7%, para US$ 161,23.

A Nvidia, antes conhecida como fornecedora de chips de jogos, agora também fornecerá chips para acelerar tarefas de inteligência artificial, como ensinar servidores a reconhecer imagens. A Mellanox fabrica chips que conectam esses servidores juntos ao data center.

Nvidia, Mellanox (Foto: Shutterstock)

“A Nvidia comprou a Mellanox para unir esses servidores em um computador gigante”, disse o presidente-executivo da Nvidia, Jensen Huang."Queremos dobrar os data centers", concluiu.

A Nvidia obtém cerca de um quarto de sua receita, de data centers, com US$ 2,9 bilhões em vendas só em 2018 e um crescimento de 52% ano a ano. 

A Nvidia acredita que o mercado para ela e para a Mellanox vale cerca de US$ 60 bilhões: US$ 50 bilhões para os chips de computação da Nvidia e US$ 11 bilhões para os chips de rede de alta velocidade da Mellanox.

A medida pode reforçar a Nvidia contra seu principal concorrente no ramo de data center, a Intel. Muito conhecida, a Intel adicionou outros chips para memória e rede, a fim de obter uma fatia maior dos gastos dos clientes.

"É difícil não pensar que a Nvidia está apenas comprando alguma receita para ajudar, neste caso no espaço do data center”, disse, Jason Carolan, diretor de inovação da Flexential, que opera data centers para grandes empresas e é cliente da Nvidia. “É sobre a participação de mercado em um segmento em que eles já estão”, completou.

“A parceria também se baseia nos esforços da Nvidia e da Mellanox para sair do negócio implacável de vender apenas chips e entrar em um ramo mais lucrativo de vender sistemas completos”, disse Bob Wheeler, analista da The Linley Group.

 “O sistema DGX da Nvidia é um computador de inteligência artificial em uma caixa, enquanto a Mellanox tem um negócio crescente vendendo switches completos, que poderiam ser combinados com as caixas da Nvidia”, disse Wheeler.

Cronometragem.

O acordo segue um processo de licitação competitivo que, segundo fontes familiarizadas com o assunto, inclui fabricantes de chips concorrentes como a Intel e a Xilinx Inc. A Mellanox pagará uma taxa de rescisão de US$ 350 milhões à Nvidia se aceitar uma oferta rival.

Mellanox Technologies (Foto: Reuters)

A Reuters informou sobre o acordo no domingo. A Intel se recusou a comentar se a empresa havia feito uma oferta pela Mellanox, enquanto a Xilinx não respondeu imediatamente a um pedido de entrevista.

O acordo deve ser fechado até o final de 2019. No entanto, pode enfrentar alguns obstáculos regulatórios na China, onde a Mellanox tem grandes clientes como o Alibaba e o Baidu. Na esteira de sua disputa comercial com os Estados Unidos, a China já havia se mobilizado para impedir acordos de aquisição de chips não chineses.

“Os reguladores chineses podem exigir que a Nvidia prometa que a tecnologia da Mellanox continuará a funcionando com chips de outros fabricantes”, disse Aaron Glick, estrategista da Cowen Inc.

“Eles estão no negócio de rede e as redes são interoperáveis e vamos mantê-los assim”, afirmou o CEO da Nvidia à Reuters em resposta a perguntas sobre aprovações regulatórias.  “Ambas as nossas empresas estão focadas em computação de alto desempenho, mas nenhuma de nossas empresas tem uma posição gigantesca.”.

O Credit Suisse e o JP Morgan aconselharam a Mellanox, enquanto a Goldman Sachs assessorou a Nvidia. Jones Day era consultor jurídico da Nvidia, enquanto os advogados da Mellanox eram Latham & Watkins, LLP e Herzog Fox & Neeman.

 

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EMPRESA ISRAELENSE DE IRRIGAÇÃO VAI FORNECER ÁGUA A 60.000 AGRICULTORES INDIANOS RURAIS.

Empresa israelense de irrigação de precisão para fornecer água a 60.000 agricultores indianos rurais
Netafim vai levar irrigação de precisão para mais de 100 vilarejos na Índia, melhorando o sustento de milhares de agricultores rurais.

A Netafim, fabricante israelense de equipamentos de irrigação, anunciou que está implementando quatro grandes projetos comunitários que abrangem 100 vilarejos em toda a Índia, fornecendo água para 135.000 acres e impactando positivamente cerca de 60.000 agricultores rurais.

Esses projetos demonstram como a Netafim, que trabalha com irrigação por gotejamento fez parceria com agricultores e governos ao redor do mundo para ajudar a melhorar a vida dos agrônomos, com as mais recentes tecnologias de irrigação de precisão e soluções agrícolas digitais.

A irrigação de precisão da Netafim alimenta a planta ao invés do solo, fornecendo água e nutrientes diretamente para as raízes, que reduz drasticamente o consumo de água e outros recursos, como mão-de-obra, fertilizantes e proteção de cultivos, produzindo colheitas significativamente maiores e de melhor qualidade.

A Netafim está implantando suas tecnologias de irrigação nas regiões de Singataluru, de Ananthapuramu e Tarikere, na Índia.

A área de Singataluru é composta por dois projetos que abrangem 41 aldeias, ajudando aproximadamente 15.000 agricultores. O projeto Ananthapuramu abrange 22 aldeias, ajudando aproximadamente 13.000 agricultores. O projeto Tarikere abrange 45 aldeias, ajudando aproximadamente 27.000 agricultores.

Os quatro projetos estão seguindo uma implementação, bem-sucedida, do projeto de irrigação da comunidade Ramthal, que foi concluído em 2017 e forneceu irrigação de precisão a 7.000 agricultores em 28 aldeias em Karnataka, na Índia. A Netafim trabalha com a Megha Engineering e Infrastructure Limited (MEIL) em todos esses projetos.

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"É realmente gratificante ver o tipo de impacto positivo que estamos tendo sobre esses agricultores, trazendo-lhes a irrigação de precisão pela primeira vez", disse Randhir Chauhan, diretor da Netafim na Índia. 
“Estamos ajudando-os a maximizar o rendimento das safras, reduzindo o consumo de água e fertilizantes. Esta é a agricultura digital inteligente nos ambientes mais rurais”.

A Netafim, lançada em 1965, iniciou seu trabalho no deserto de Negev, cultivando plantações em solo desértico. Esse desafio ensinou-os a combinar a irrigação de precisão, a perícia agronômica e a inovação implacável para ajudar os agricultores a cultivar mais culturas em qualquer clima.


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RAPPER NORUEGUÊS, QUE XINGOU OS JUDEUS DURANTE UMA APRESENTAÇÃO, NÃO SERÁ ACUSADO POR DISCURSO DE ÓDIO.

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Um rapper norueguês que xingou os judeus, enquanto se apresentava em um evento em Oslo que promovia o multiculturalismo, não será acusado de discursos de ódio, porque “suas palavras podem ter sido críticas a Israel”, disseram os promotores.

Kaveh Kholardi disse "f *** ing Jews" no palco, durante o evento do ano passado.

Tor-Aksel Busch, diretor de promotores públicos da Noruega, um título equivalente ao de procurador-geral rejeitou ação judicial, segundo o site de notícias Document.

Ativistas pró-Israel haviam entrado com uma queixa policial, mas foram recusados. Busch rejeitou o apelo, afirmando que o que o rapper disse “parece estar mirando os judeus, mas também pode ser uma expressão pela insatisfação com as políticas do Estado de Israel”.

Durante a apresentação, o rapper desejou aos muçulmanos um feliz feriado de Eid al-Fitr e reconheceu os ouvintes cristãos. Ele não mencionou Israel.

No dia 10 de junho de 2018, cinco dias antes do concerto, Kholardi escreveu no Twitter “F *** judeus que são corruptos”.

O grupo pró-Israel (QFIP), uma sigla norueguesa para Israel para a Paz, que foi envolvido na denúncia inicial contra Kholardi, chamou a decisão de Busch, de “alarmante porque ele encontra ambiguidade onde ela não existe”, escreveu Jan Benjamin Rodner, membro do conselho QFIP.

 

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