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INIMIGOS DA HUMANIDADE
A ultima semana do ano trouxe um panorama macabro desenhado pelo fanatismo, ódio e fundamentalismo. O estúpido e cruel assassinato da única mulher muçulmana que atingiu na historia o cargo de primeiro-ministro de um pais islâmico, representa um retrocesso nas esperanças por dias melhores. Os assassinos de Benazir Buttho tem os mesmos inspiradores dos que destruíram as torres gêmeas, os trens em Madrid, o metro londrino e tantas outras barbáries. Adotaram a morte como o objetivo da vida. Desejam submeter o mundo livre às amarras do terror, para transformar a liberdade de pensar e agir, em fruto proibido. Querem subjugar o Ocidenteaos princípios retrógrados e medievais de um bando de fanáticos.
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Benazir Buttho assassinada pelos inimigos da Humanidade
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Que em 2008 possa o bem prevalecer sobre o mal; o lúcido sobre o obscuro; a verdade sobre a mentira; a justiça sobre a violência e a paz sobre as guerras.
Um ano vitorioso na luta do mundo civilizado contra os inimigos da Humanidade. Feliz 2008 !!!
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FUGA DO PARAÍSO

A agencia Judaica promoveu uma "operação secreta" para retirar 40 famílias judias iranianas, a maioria de Teerã. Para despistar a saída, os viajantes fizeram uma parada intermediaria em pais não divulgado. No aeroporto israelense David Ben Gurion, dezenas de familiares se aglomeraram para saudar parentes que não viam há muitos anos. Atualmente residem no Irã cerca de 25 mil judeus, e seu líder comunitário Ciamak Morsathegh, prevendo represálias do governo de Mahmoud Ahmadinejad, prontamente desmentiu que estes viajantes tenham saído do Irã. Ciamak acrescentou que os
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Calorosa recepção no Aeroporto Ben Gurion
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judeus vivem livremente no Irã e que os imigrantes evitaram mostrar o rosto ao chegar a Israel, pois não são iranianos. Diante desta declaração, fica evidente que para os judeus, assim como para as mulheres iranianas, para os oponentes do regime dos Aiatolás e tantos outros segmentos minoritários, o regime emane é um autentico "paraíso". |
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DOBRADINHA KOSHER


O pôster da campanha kosher nos EUA
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A criatividade da comunidade judaico-americana é infinita. Acaba de ser lançada a "chapa kosher" para as próximas eleições nos EUA, misturando republicano com democrata, durante um encontro na Comunidade Ortodoxa de Beverly Hills, convocada para definir o voto dos membros da congregação. O agraciado com a preferência foi o senador pelo Arizona, e republicano, John McCain, tendo na chapa o senador democrata, e religioso, Joe Lieberman, que foi vice na chapa presidencial liderada por Al-Gore, derrotada no pleito em 2000. Na verdade, mais parece uma salada kasher.....
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EVANGÉLICOS MILIONÁRIOS

Milhares de doadores evangélicos tem agora um representante na mesa das decisões da poderosa Agencia Judaica para Israel, a vanguarda do movimento sionista. Acaba de ser anunciada a parceria estratégica da Agencia com a Associação Internacional dos Bolsistas Cristãos e Judeus, uma entidade evangélica com fins de realizar caridade com judeus pobres da diáspora e em Israel. Os evangélicos se comprometeram em doar 15 milhões de dólares anualmente, durante três anos, totalizando 45 milhões de dólares, para programas de imigração e absorção em Israel.
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1 - Evangélicos americanos garantirão 45 milhões para Israel
2 - O logo da organização que une judeus e evangélicos
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MARADONA PIROU


Maradona causa nojo na
comunidade judaico-argentina
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Causou profunda indignação na comunidade judaico-argentina a declaração do ex-jogador Diego Maradona, por diversas vezes mergulhado no mundo das drogas e tóxicos, que deseja conhecer pessoalmente a Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã. A onda de protestos a esta declaração também atingiu o governo argentino que tenta, inutilmente, conseguir que Ahmadinejad entregue à justiça argentina os acusados iranís de terem participado na explosão da AMIA em 1994, que matou 85 argentinos e feriu a mais de 300. O presidente da DAIA, a entidade política maior do judaísmo argentino, Jorge Kirszenbaum, afirmou que a comunidade judaica estava enojada com Maradona e debitou as palavras do jogador a um ato de frivolidade e irreflexão.
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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"MOSTRANDO TRABALHO"
O exército israelense começou a divulgar, na semana passada, uma campanha de preparação dos cidadãos para uma possível nova guerra. Todos os domicílios vão receber um manual com informações e orientações para eventuais ataques inimigos. A campanha também inclui comerciais de TV, spots de rádio e anúncios na mídia impressa. O manual ensina o público a como se proteger de mísseis, preparar a casa para ataques químicos e procurar o abrigo antiaéreo mais próximo. Segundo o exército, todos os israelenses precisam estar a par desses detalhes para evitar serem pegos de surpresa na "hora H".
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Preparando israelenses para a "hora H" |
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Para quem foi criada num país onde o conceito de "guerra" se refere mais à violência urbana interna do que a conflitos internacionais, a iniciativa do exército israelense dá um certo medo. Será que Israel está prestes a encarar mais um conflito? Mesmo para os israelenses - "acostumados" a lidar com bombas, mísseis, terrorismo... -, a campanha, mesmo que bem intencionada, não veio em boa hora. Nada leva a crer que há uma guerra à vista, apesar da recente tensão com a Síria, das ameaças iranianas e dos foguetes Qassam da Faixa de Gaza contra Sderot. Por que, então, disseminar o pânico agora? Afinal, muitos ainda não conseguiram se livrar do trauma da Segunda Guerra do Líbano, em meados de 2006, que levou um terço da população a se abrigar em bunkers.
Nachman Shai, o mitológico ex-porta-voz do exército, que ficou famoso durante a Guerra do Golfo, em 1991, também criticou o timing da campanha. Para ele, a iniciativa é prematura e só ajuda a manter a atual imagem de Israel como um país perigoso e instável. Justamente o que turistas e investidores estrangeiros fazem questão de evitar. Os críticos da nova campanha acreditam que ela foi lançada agora só para o exército "mostrar trabalho": provar que está fazendo algo para evitar a confusão e a desorientação que marcaram a Segunda Guerra do Líbano. Mas, educar os cidadãos no momento errado não ajuda. Na tal "hora H", poucos vão lembrar das lições. |
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DO JEITO QUE NÓS VIVEMOS

A internet, os livros, os vizinhos, a figura do malandro, a vaidade, a velha história da relação entre homens e mulheres são alguns dos temas das crônicas presentes em "Do jeito que nós vivemos", de Moacyr Scliar. O olhar perspicaz do cronista flagra as cenas mais comuns do nosso cotidiano, da nossa vida de todos os dias, e as registra nessas páginas. Este livro traz o grande romancista para muito perto de nós. E, como disse Luís Fernando Veríssimo, é muito bom tê-lo em nossa vizinhança. (Editora Leitura)
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JUDEUS AMERICANOS

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Um espetacular documentário intitulado "The Jewish Americans" será apresentado em três capítulos pela PBS e explora 350 anos da historia judaico-americana. Dos primeiros imigrantes do século XVII até o presente, estão retratados nesta obra com seis horas de duração. Narrado pelo ator Liev Schreiber, o documentário conta a historia dos judeus que participaram nos maiores empreendimentos culturais da América - de Louis D. Brandels e Ruth Bader Ginsburg, até Henry Morgenthau, Leonard Bernstein, Hank Greenberg, Betty Friedman, Molly Goldberg, Carl Reiner, Sid Caesar e Tony Kushner. A estréia será no dia 9 de janeiro das 21,00 às 23,00 h pelo PBS-Public Broadcasting Service e pode ser assistido pelo site: http://www.jewishtvnetwork.com
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O DREYFUS LUSITANO

A história do Capitão Barros Basto, uma espécie de Caso Dreyfus lusitano, merece ser divulgada. Ele era um herói do exército português que descobriu sua ascendência judaica e resolveu retornar à fé ancestral. Isso por volta dos anos 30 do século passado, em pleno Estado Novo em um país dominado pela intolerância religiosa. De uma hora para outra centenas de pessoas resolveram sair de seus esconderijos e assumir publicamente seu judaísmo.
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O Capitão Barros Basto e a sinagoga do Porto
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A igreja e o governo não gostaram da história e forjaram um processo contra Barros Basto, que acabou expulso do exército português pelo simples fato de ser judeu. A Sinagoga Kadorie, do Porto, por ele erigida, é um magnífico prédio que abriga a coletividade judaica local. A comunidade israelita portuguesa iniciou uma mobilização para a revisão do seu caso. A campanha foi lançada há poucos dias e recebeu um número impressionante de adesões. É preciso que a coletividade judaico-brasileira tome conhecimento desse fato e possa participar assinando a petição on-line cujo link segue abaixo.
http://www.petitiononline.com/benrosh/petition.html |
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FUGINDO DOS IMPOSTOS


Bilionário russo Lev Leviev dá mau exemplo
ao mudar-se de Israel para Inglaterra
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O bilionário israelense Lev Leviev está emigrando de Israel após ter construído a maior fortuna pessoal do país. Nascido no Uzbequistão, o magnata dos diamantes e mega-filantropo ortodoxo, anunciou que irá morar com sua família em Londres, segundo informou a imprensa israelense. Aos 51 anos de idade , Leviev procura uma legislação fiscal mais favorável na Inglaterra, e novas oportunidades para expandir-se internacionalmente. Mas Leviev manterá uma residência em Israel, onde sua filha ficará morando e dirigindo a sua empresa África-Israel, com negócios em varias partes do mundo. A fortuna pessoal declarada, de Lev Leviev, é de 8 bilhões de dólares. Tirando as fichas da mesa, Leviev dá um mau exemplo para os jovens empresários israelenses que lutam para pagar seus impostos. |
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BORAT APOSENTOU-SE

O ator Sacha Baron Cohen deu entrevista ao jornal "The Daily Telegraph", informando que aposentou os personagens Borat e Ali G. Aos 36 anos de idade, Cohen revelou que trabalhava 14 horas por dia interpretando os dois personagens e que sentirá falta deste trabalho. O personagem Borat, caracterizado como um verdadeiro anti-semita, causou polemica nos círculos judaicos e uma intensa campanha contra seu interprete e criador.
Baron Cohen, o ator, está participando de uma apresentação teatral onde interpreta um barbeiro cantor. |
O personagem Borat despede-se
do público para sempre |
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RECONHECIMENTO A GOTTHILF 
Francisco Gotthilf recebe a salva
de prata na Câmara Municipal |
A Câmara Municipal de São Paulo prestou homenagem a Francisco Gotthilf, diretor e idealizador do programa "Mosaico na TV", que completou 46 anos de existência ininterrupta. Gotthilf recebeu uma salva de Prata da vereadora Noemi Nonato, em solenidade no Palácio Anchieta. O programa criado por Gotthilf foi ao ar, pela primeira vez, em 16 de julho de 1961 (pela TV Excelsior - Canal 9), e é o programa mais antigo da televisão brasileira constando, inclusive, no livro de recordes Guinness Book. Das personalidades que já participaram do programa, Gotthilf orgulha-se de citar nomes como David Ben Gurion, Jânio Quadros, Fernando Henrique Cardoso, Albert Sabin, Itzhak Rabin, Mikhail Gorbachev e o Papa João Paulo II. Entre os apresentadores e repórteres que já passaram pelo programa, estão: Boris Casoy, Mona Dorf, Ney Gonçalves Dias, Alberto M. Danon, Mauro Zukerman e Nessim Hamaoui entre outros.
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CONVERSÕES EXPRESS

O governo de Israel estuda uma nova forma de efetuar, de forma super-rápida, a conversão ao judaísmo de 300 mil imigrantes russos. Pelas vias normais, uma conversão pode levar mais de um ano de estudos numa das instituições religiosas ortodoxas de Israel. Segundo estatísticas oficiais, os 300 mil russos chegaram ao pais depois de 1991 beneficiando-se da Lei do Retorno, dos anos 50, que garante a cidadania israelense para qualquer cidadão que prove ter tido , pelo menos , um avo judeu. Os russos que imigraram receberam a cidadania, mas não são considerados judeus e não podem fazer a conversão no exterior, onde poderiam ter o processo apressado, pois são israelenses. O governo de Israel pretende acelerar a questão devido o crescimento da população árabe-israelense, que já ultrapassa a casa dos 20% dos 7 milhões de pessoas que residem em Israel. |
Natan Sharansky lidera os
israelenses de origem russa |
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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VI E GOSTEI
Um dos fundadores do movimento impressionista, Camille Pissarro, foi o único pintor que participou de todas as 8 exposições impressionistas entre 1874 e 1886.
Seu pai Frédéric (Abraão), judeu sefaradita francês de ascendência portuguesa, havia emigrado da França para a ilha de St. Thomas, no Caribe, para ajudar a viúva de seu tio (Rachel) a cuidar dos negócios. Apaixonaram-se e tentaram casar na sinagoga, mas foram recusados. Terceiro de 4 filhos, Camille nasceu em 1830 e foi registrado com o nome de Jacob Pizarro. Junto com seus irmãos, cursou uma escola protestante, freqüentada principalmente por filhos de escravos negros. Aos 25 anos,
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recusou-se a trabalhar no comércio com o pai, emigrou para a França e passou a dedicar-se inteiramente à pintura. Sempre rebelde, casou-se com a auxiliar da cozinheira de sua mãe (Julie, com quem teve 8 filhos), influenciou-se pela literatura anarquista e socialista, rompeu com o establishment artístico e colaborou com os impressionistas. Mais tarde adotou técnicas neo-impressionistas (pontilhismo).
São 38 pinturas e 11 gravuras de Pissarro, na grande maioria pertencentes a coleções particulares da região de Nova Iorque, e raramente vistas em público, estarão expostas no Jewish Museum, até 3 de fevereiro de 2008.
LI E GOSTEI
Maggie Anton (Margaret Antonofsky) foi educada numa família secular e socialista. "Descobriu" o seu judaísmo com o casamento, envolveu-se com a sinagoga e aprofundou-se no estudo do Talmud. Intrigada pelo fato de que, no século XI, o Rashi havia ensinado Talmud às suas 3 filhas (que teriam tido até mesmo o costume de colocar tefilim), resolveu escrever a trilogia "As Filhas de Rashi - Romances de Amor e Talmud na França Medieval".

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Em 2005 publicou o primeiro volume (Joveved) e, há 4 meses, o segundo (Miriam), nos quais fundiu uma profunda pesquisa histórica com fértil imaginação, pérolas do Talmud, sensibilidade feminista e uma forte dose de sexualidade (na opinião de alguns, excessiva). São livros de leitura fácil e difíceis de largar. Aguardo, ansiosamente, a publicação do terceiro volume (Rachel). |
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O CONTROVERSO DE NIEMEYER


Arquiteto Oscar Niemeyer, o predileto
de Juscelino e Bloch |
Rola um intenso debate, via Internet, sobre a entrevista concedida ao Jornal da Globo por ocasião das comemorações do centenário do arquiteto Oscar Niemeyer, um ícone da arte e da cultura brasileira em todo mundo.
Independente do que possa ser ouvido na gravação, cumpre esclarecer que, tendo trabalhado na construção do prédio sede das Empresas Bloch na Praia do Russel-RJ, na década de 60, cujo projeto foi de autoria de Niemeyer, nunca ouvi de Adolpho Bloch ou de seu sobrinho e engenheiro-chefe da empresa, Isaac Eduardo Hazan, qualquer menção que pudesse conotar um traço sequer de racismo na figura do grande arquiteto.
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Mas confesso que causou-me espanto, ao ouvir no próprio link da Rede Globo, a gravação da entrevista.
Para que a comunidade possa ter conhecimento preciso do ocorrido, indicamos abaixo o link onde pode ser ouvida a matéria, informando que a suposta referencia aos judeus encontra-se aos 2'30". Em nota oficial, a presidência da FIERJ-Federação Israelita do RJ, nega a existência da citação. Vocês decidem!
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM765730-7823-+MUNDO+DE+NIEMEYER,00.html |
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MENOR IMIGRAÇÃO DESDE 1989

O Ministério de Absorção de Israel divulgou a estatística de 2007 sobre a vinda de novos imigrantes, demonstrando uma queda de 6% com relação ao ano anterior. Entraram 19.700 pessoas, o que representa a menor Aliah dos últimos 18 anos. Para 2008, a previsão das autoridades não é otimista. No ranking dos que chegaram estão em primeiro lugar os 6.445 da antiga União Soviética, com queda de 15% sobre o numero de 2006. Em segundo estão os 3.607 que vieram da Etiópia, cuja imigração deverá terminar em meados de 2008, cessando esta importante origem de imigrantes. Em terceiro temos os americanos com 2.957, seguidos dos franceses com 2.659. Vale notar que a soma dos imigrantes americanos e franceses, originários de potencias econômicas mundiais, correspondeu a cerca de 30% do total de novos israelenses.
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Queda na imigração
preocupa
governo israelense
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A GENIALIDADE DE ERIC SCHMIDT


O novo sistema da Google para controlar os vôos |
O Google não pára de desenvolver novos produtos que lhe garantem a liderança de acessos na Internet mundial. A empresa liderada por Eric Schmidt lançará um serviço para passageiros de aviões, onde encontrarão todos os informes relativos aos vôos que buscam. Hora de saída, chegada prevista, atrasos, cancelamentos, conexões disponíveis e todas as informações úteis, colocando apenas as iniciais da companhia e o numero do vôo. O serviço está sendo implantado aos poucos devido à complexidade do sistema internacional. |
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DESEMPREGO LETAL

Um em cada quatro jovens adultos no O.Médio é desempregado. Esta é a maior ameaça à estabilidade na região. Estes 25% de desempregados são a maior proporção desta categoria em todo mundo, e muito acima da media mundial de 14%. No Egito , isto representa 1,15 milhões de jovens desocupados, enquanto no Irã existem 1,3 milhões. Discute-se se existe uma relação direta entre desemprego jovem e encaminhamento para a violência, nestas regiões dominadas pelo fundamentalismo suicida. A perspectiva de que existam 100 milhões de marginalizados entre os 15 e 29 anos, representando 30% da população do O.Médio, traz uma terrível sensação de instabilidade para os governos locais.
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Desemprego jovem pode levar
ao fundamentalismo ou radicalismo
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CONIB RESERVA SELO 60 ANOS


1 - O carimbo comemorativo elaborado pelos Correios
2 - O envelope comemorativo com selo e carimbo para colecionadores
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A CONIB - Confederação Israelita do Brasil, juntamente com a EBCT-Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, estarão lançando no próximo mês de abril os selos comemorativos dos 60 anos do Estado de Israel, bem como o carimbo comemorativo da data. As empresas, instituições federadas e federações estaduais, que desejarem participar deste lançamento, poderão adquirir selos com antecedência, fazendo seus pedidos para o e-mail : luiz@conib.org.br A primeira reserva foi feita pelo presidente do Hospital Albert Einstein, Dr.Claudio Lottenberg, no valor de R$ 25 mil, por ocasião do lançamento da campanha no Rio de Janeiro. |
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A LISTA DE WINTON


1 - Winton recebe uma criança salva na plataforma do trem na Inglaterra
2 - O heróico Nicholas Winton aos 98 anos de idade
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Um dia, ele salvou a vida de 669 crianças. Mas perdeu totalmente o contato com elas. A história de Nicholas Winton é feita de lances incríveis. Quanto tinha apenas 29 anos, Winton viajou para a Tchecoslováquia em companhia de um amigo nas férias de fim de ano. Lá, ficou impressionado com o clima de medo. A Tchecoslováquia já estava sob o domínio da Alemanha nazista. Winton teve uma idéia: tentar mandar para fora da Tchecoslováquia crianças de famílias perseguidas. Começou a escrever por conta própria para vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes. Somente a Inglaterra e a Suécia aceitaram receber aquelas crianças. Winton organizou a viagem. Era uma decisão difícil. Para escapar do horror nazista, as crianças teriam de ser mandadas para longe dos pais. Os pais, a maioria judeus, morreriam nos campos de concentração nazistas. Quando as crianças desembarcaram na Inglaterra, lá estava Nicholas Winton esperando por elas. Uma imagem rara registra Winton na plataforma de desembarque com uma das crianças.
Aos 98 anos de idade, Nicholas Winton deu uma entrevista ao Fantástico em casa, no interior da Inglaterra. Tudo o que quer é cuidar do jardim. Usa o tempo livre para ajudar um asilo.
Clique aqui e assista este exemplo de "Justo da Humanidade".
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SALAME PARA OS SOLDADOS


Uma foto da exposição mostrando o
cartaz da campanha do salame para os soldados |
Durante a Segunda Guerra Mundial, cerca de 311 capelães judeus voluntários serviram nas forças armadas americanas. Seu trabalho incluía até serviço religioso para não judeus, nos locais onde não haviam clérigos de outras religiões, seja em terra ou no mar. Estes 311 religiosos judeus proporcionavam alegria na récita de um kidush (oração do vinho) e consolo de um kadish (oração pelos mortos). Para relembrar a atuação destes heróicos religiosos, a AJHS-American Jewish Historical Society está promovendo uma exposição fotográfica, até o dia 3 de maio, intitulada "Jewish Chaplains at War". Muitos soldados judeus alistados cresceram em comunidades tradicionalistas como em Nova Iorque e Chicago. Ali mantinham o habito alimentar de seus antepassados da Europa Oriental, com predileção para o hering, pickles, bagels e salames. Para levar aos combatentes judeus um pouco de seus hábitos alimentares familiares, foi lançada na época, uma campanha para enviar salames para os soldados. |
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MANCHETES DE FECHAMENTO

-6,5 toneladas do explosivo Nitrato de Potássio descobertos nos sacos de açúcar da União Européia que iam para Gaza.
-FIERJ-Federação Israelita pede inquérito policial contra e-mails anônimos com difamações e calunias.
-Em 2007 morreram 376 palestinos e 13 israelenses em Gaza e na Cisjordânia.
-Bush chegará dia 9/1 em Jerusalém.
-Israel libertará nos próximos dias 450 prisioneiros para receber Guilad Shalit de volta.
-Após 60 anos do Holocausto soldados judeus servem no exercito alemão.
-Bin Laden estimula Jihad-Guerra Santa- em Jerusalém.
-Dois soldados israelenses das tropas de elite foram assassinados quando tiravam folga em Hebron.
-A Liga Anti-difamação dos EUA desculpa Will Smith por declarações simpáticas a Hitler.
-Autoridade Palestina acusa Israel de negociações secretas com Hamas na Suíça.
-Três jovens mortos nos distúrbios entre Fatah e Hamas em Gaza.
-Inquérito com 121 paginas revela falha do exercito israelense em eliminar ameaça militar do Hezbollah.
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Essa nota dos integralistas é interessante. Pode até ser que parte do grupo integralista não fosse anti-semita. Vá lá...Mas o Gustavo Barroso era declaradamente anti-semita, sem nenhuma sombra de dúvida. Seus livros e artigos estão aí mesmo para comprovar. Quanto ao Plínio Salgado, houve um encontro dele com o rabino Isaias Rafalovitch, no Hotel Glória, pouco antes da marcha dos integralistas, na qual ele, Plínio, declarou ao rabino que, inclusive, sabia de seus antepassados judeus. Aonde Vamos? publicou nos anos 40 essa entrevista. Durma-se com um barulho desses.
Henrique Veltman - São Paulo
Mando uma resposta à nota "a pedido" dos integralistas. Quem viveu na década de trinta ou, como eu, pesquisou o jornal A Ofensiva, sabe o quanto os galinhas verdes eram anti-semitas. Respondo com tipos vermelhos no corpo da própria nota.Shalom
Samuel Szerman
N.R. - Devido ao tamanho da resposta remeteremos a mesma aos referidos.
Prezado Julio. Com referencia o seu texto "Demografobia", reconheço que é difícil compreender as questões demográficas de Israel quando se escreve das ruas de Nova Iorque. Quando você aparecer por aqui, em sua próxima viagem, tentaremos curar esta sua fobia.
Moshe Waldmann -Kfar Saba- Israel
Meu nome David Chuwer sou judeu brasileiro do Rio de Janeiro e vivo em Jerusalém, Israel há 9 anos e diante dos fatos que estão ocorrendo, conforme descrição abaixo, resolvemos iniciar um trabalho de combate a ações de missionários que estão ocorrendo e cada vez mais crescendo em Israel, principalmente com jovens brasileiros, peco encarecidamente toda a ajuda do senhor na divulgação da nossa causa, que e uma luta de toda a comunidade. Nosso Site: http://ahavat.is.googlepages.com/home
David Chuwer- Jerusalém - Israel
"Todos os israelitas são fiadores uns dos outros." - dos Gaonim do nosso povo. "O judaísmo não e' um código de responsabilidade apenas individual .Cada um de nos e' , também , responsável pelos outros - porque o pacto cria um vinculo de responsabilidade coletiva." *Jonathan Sacks, Rabino-Chefe da Gra-Bretanha e Comunidade Britânica. Parabéns Alberto David Klein, você e' fruto de uma arvore , entre tantas na comunidade judaica do Rio de Janeiro, que comunga com as premissas dos nossos sábios e a sapiência do Rabino Jonathan. As criticas anônimas - covardia - ou não, sem nenhum fundamento não produzem responsabilidade coletiva; só levam a bancarrota da sociedade no todo!
Adolfo Berditchevsky- de Israel
LAMENTÁVEL O TÉRMINO DO TTH, COMO ACONTECEU COM AS ESCOLAS JUDAICAS SCHOLEM ALEICHEM E O HEBREU BRASILEIRO. INFELIZMENTE O BAIRRO DA TIJUCA NÃO GANHA NEM UM PONTO PARA COLOCAREM HANUCKÁ. É TUDO REALIZADO SOMENTE NA ZONA SUL. SÓ TEM JUDEU NA ZONA SUL? E OS GRANDES RABINOS NÃO PENSARAM EM ACENDIMENTOS DE VELAS DE HANUCKÁ NO BAIRRO DA TIJUCA? E A QUEDA DO HOSPITAL ISRAELITA, NÃO SE FALA MAIS? E A FALTA DE PROGRAMAÇÕES EM CLUBES JUDEUS, NÃO EXISTEM MAIS? COMO PODEM DIZER PARA JOVENS E ADULTOS FREQÜENTAREM CLUBES JUDEUS, SE NÃO EXISTEM PROGRAMAÇÕES. E AS CRIANÇAS COITADAS VÃO A TEATROS INFANTIS, CINEMAS, POIS NOS CLUBES NÃO EXISTEM PROGRAMAÇÕES. NADA FOI FEITO ATÉ AGORA. É LAMENTÁVEL! E O QUE ACONTECE? OS JUDEUS SAEM DOS CLUBES JUDEUS E VÃO PARA OUTROS CLUBES ONDE TEM O QUE FAZER COM MUITAS PROGRAMAÇÕES PARA TODAS AS IDADES. ATUALMENTE SE VÊ OS JOVENS EM BARZINHOS, TEATROS, CINEMAS E COMPARECENDO EM OUTROS CLUBES NÃO JUDEUS. ALGUÉM JÁ PAROU PARA PENSAR SOBRE ESSES ASSUNTOS? FICA DADA A MINHA SUGESTÃO. SHALOM!
MALVINA LIRMAN
Acompanhando um pouco da polemica do TTH, quero dizer que o judaísmo não vive de memórias somente... Precisa de vida atual, presente que garanta o futuro. Infelizmente já fechei as portas de uma sinagoga para que cuidassem da sua venda e transferência para outro endereço, sei que não é agradável, mas assim somos na vida judaica. Somos nômades na diáspora. Não vejo porque tanto barulho, basta analisar todas as comunidades do mundo, quando não se tem mais sustentação deve-se procurar outros caminhos, mesmo que seja a troca de endereço. Sou da época que o Hebreu Brasileiro saiu de Olaria para Tijuca, o único cuidado e isso tenho plena confiança no Alberto Klein, é que seja feito com transparência, pois a cultura do pais impurifica muita gente com o vírus de querer ganhar nas transações comerciais de formas não muito kasher. Como ex-aluno do TTH e ver muitos ex-chanichim saindo da assimilação carioca para Israel e se tornando pessoas de destaques na sociedade israelense, sinto saudades nostálgicas da Rua Ibituruna, mas nada que impeça de ver novas fases da comunidade judaica carioca e em especial tijucana buscar caminhos para fortalecer o judaísmo.
Marcel Berditchevsky
Boa noite, eu sou o verdadeiro Anuar Trinidad Baja, mais conhecido por Anuar Baja no Orkurt, estou lhe enviando este e-mail para esclarecer que não sou eu que falo mal dos judeus, sim, sou filho de um Palestino e de uma Uruguaia, mas não odeio nenhuma raça, não tolero injustiças, que é o que estão fazendo com a comunidade judaica e comigo pessoalmente, falando mal de mim de meus pais de minha esposa e filhos (2 e 4 anos) e usando meu nome para divulgar o israelixo, não sei como faze-lo parar nem encontrar esta pessoa que não sei quem é, gostaria se possível de uma ajuda para poder encontrar esta pessoa e poder fazer ele pagar pelas suas difamações. Desculpe lhe incomodar, estou a disposição para ajudar de qualquer maneira e aceito também sua ajuda. Obrigado e Feliz Ano Novo.
Anuar Trinidad Baja
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
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