Edição 071 Domingo, 1 de Junho de 2008
 
 



Osias Wurman
Jornalista


A ETERNA JERUSALÉM

Na próxima segunda-feira, 2 de maio, será comemorado o “Dia de Jerusalém”.
Para os judeus, a capital do reino de David , que conquistou  Jerusalém  há mais de 3000 anos, abriga as ruínas do templo do Rei Salomão , considerado o local mais sagrado do judaísmo.  Segundo a tradição judaica, foi deste local que o Criador coletou o pó da terra para fazer surgir o primeiro ser humano :  Adão.   Foi, também, onde seu filho Caim matou por inveja seu irmão Abel .   O local também foi palco de uma das mais importantes passagens bíblicas que relata a lealdade do patriarca Abraão a Deus, quando levou seu filho Isaac para sacrificá-lo em louvor ao Senhor.
Na população atual da cidade encontramos uma acentuada predominância judaica, que totaliza 480 mil pessoas , seguidos dos muçulmanos com 200 mil e 16 mil cristãos.
Ao longo de três milênios, os judeus foram o único povo a considerar esta cidade como sua capital política e espiritual. Mesmo durante os 2000 anos de exílio judaico, sempre existiram grupos de seguidores das leis mosaicas morando em Jerusalém.
Para comprovar textualmente a importância de Jerusalém para os judeus, comparada com as co-irmãs monoteístas, basta contar as 657 vezes em que é citada no Testamento Original,  154 vezes no Novo Testamento, e sem menção no Corão.
Independentemente à notória prevalência judaica nas raízes desta sagrada cidade, cabe às três religiões o mesmo direito de livre acesso e de auto-administração de seus locais sagrados, seguindo rigorosamente os ditames de suas crenças.
Vale lembrar que, até julho de l967 quando a Cidade Velha foi liberada do domínio jordaniano durante a Guerra dos Seis Dias, os locais sagrados para os judeus como o Muro das Lamentações, encontravam-se em péssimas condições de manutenção e proibido o acesso de israelenses à estes locais. Até sanitários existiam defronte às ruínas do Grande Templo de Salomão. Uma verdadeira profanação.
Todos os locais sagrados estão situados na Cidade Velha de Jerusalém que, atualmente, representa menos de 1% da área total da cidade.  A proposta de dividir ou internacionalizar a cidade é, portanto, absolutamente desnecessária e inaceitável para o povo de Israel, que ali mantêm sua capital há 60 anos, e que vem garantindo o livre acesso e a ordem interna a todas as religiões.
A importância desta cidade para o povo judeu já era cantada nos Salmos de David que dizem: “Se eu te esquecer, Jerusalém, que minha mão direita esqueça sua perícia”.
Indiscutivelmente a Cidade Velha de Jerusalém, pela sua história de fé e devoção - conta hoje com mais de 2 bilhões de seguidores em todo mundo - pertence a todos os povos amantes da paz, e deve permanecer eternamente sob a custódia dos que sabem preservá-la : os descendentes do Rei David.


1 - Judeus palestinos oram no Muro das Lamentações em 1898
2 - Maquete de Jerusalém bíblica com o Grande Templo do Rei Salomão



 
 

JUDEUS INDÚS


O casal de judeus-indús
na cerimônia de casamento
Aproximadamente 500 convidados estiveram presentes ao casamento de Isaac Divekar com Siyona Garsulkar em Mumbai na Índia. Divekar, um contabilista numa grande empresa de investimento e Garsulkar, uma profissional de recursos humanos, casaram-se numa das sinagogas mais notáveis desta cidade, Magen Hassidim, construída em 1931. Ao contrário de muitos casais judaicos indianos que, nos anos anteriores saíam freqüentemente do país à procura de maiores oportunidades, e de vida judaica mais intensa, este novo par permanecerá em Mumbai. “Há muitas oportunidades de trabalho na Índia”, disse Divekar. Os judeus mais jovens “estão permanecendo na Índia, e não estão emigrando”. Prevendo um futuro brilhante em sua terra nativa, que tem a economia mundial em crescimento mais rápido do mundo, após a China, os jovens apostam na permanência. A taxa de crescimento de nove por cento da Índia, em 2007, era quatro vezes a dos Estados Unidos e quase duas vezes a de Israel.
No ano passado, somente 49 judeus deixaram a comunidade para Israel, caindo dos 291 em 2006. A população judaica na Índia permaneceu estável, num total de 4.480 judeus. Aproximadamente 3.700 residem em Mumbai e no Thane. A população total do país é de aproximadamente 1,15 bilhões de pessoas


 
 

INJURIA, CALUNIA ou DIFAMAÇÃO ?

Reproduzimos abaixo o trecho final do artigo publicado no dia 22/5 na pagina de opinião do jornal Tribuna da Imprensa do RJ. O titulo foi “Einstein e a religião”, mas o autor passou de todos os limites éticos do direito de expressão, quando se refere ao povo judeu. O Sr. Antonio Sebastião de Lima, que subscreve como juiz de Direito aposentado, merece uma resposta de nossos representantes comunitários, exatamente no poder onde diz ter trabalhado: na Justiça !




 
 
ESCÂNDALO OLMERT



A assessora Shula,
advogado Messer, e o financista Talansky
apontam o dedo
contra Olmert
O Primeiro Ministro Ehud Olmert perdeu a confiança do seu partido e, o que é mais importante, a confiança do povo, devido à recente denuncia de corrupção pela qual está sendo investigado. Numa pesquisa conduzida na noite da terça-feira, logo após as declarações prestadas pela testemunha chave Morris Talansky, 70 por cento dos pesquisados disseram que não acreditam na versão de Olmert, de que o dinheiro que ele recebeu deste homem de negócios americano foi somente utilizado para suas campanhas eleitorais. E ainda pior, 51 por cento dos eleitores de seu próprio partido, também não acreditam em Olmert. Os advogados do Olmert estão corretos: De acordo com a lei, não está claro se existe ilegalidade nos acordos de Olmert com o seu banco privado, o "Banco Talansky". Publicamente Olmert está acabado. Não há retorno. O testemunho inicial de Talansky na Corte Distrital de Jerusalém, permanecerá eternamente pairando como uma nuvem tóxica sobre o primeiro ministro, onde quer que ele vá , até que saia do poder.


 
 

AS BOAS NOTÍCIAS

No primeiro trimestre de 2008 a taxa de desemprego em Israel foi a mais baixa dos últimos 13 anos, conforme divulgado na quarta-feira passada pelo Escritório Central de Estatísticas. Desde o início do ano-fiscal, o desemprego decresceu 0,4% para 6,3% da força de trabalho. O total de pessoas empregadas subiu em 4,3%, comparado com o primeiro trimestre de 2007, sendo que 58,6% de todos os homens estão empregados enquanto que somente 47,8% das mulheres têm emprego. O aumento mais dramático do número de empregados foi de 5,6%, para universitários, seguido por 5,5% para executivos de negócio. O menor índice de desemprego, 4,9%, foi registrado na parte central de Israel, em contraste com 7,3% no sul do país. Outra boa noticia é o numero de turistas que visitarão este ano Israel, superando três milhões de pessoas, com crescimento de 43% sobre o ano de 2007. As tarifas dos hotéis de luxo, em cidades procuradas como Tel Aviv, dobraram de preço em dólar americano, quando comparados ao ano de 2006.


Os hotéis na praia estão lotados como o Sheraton Tel Aviv


 
 

NAZISTAS DO LEBLON

O jornal O Globo deste sábado, 31/5, publicou matéria de página inteira com texto de Leonardo Valente sobre os espiões de Hitler que agiam no Brasil, no período da Segunda Guerra Mundial. Abaixo a transcrição da abertura :

“Quinze de março de 1942. Um grupo de policiais paulistas, numa missão altamente sigilosa, chega ao Rio de Janeiro e segue direto para uma casa no Leblon, na Rua Campos de Carvalho (atual General San Martin). Lá, após meses de investigação, descobriu-se que funcionava uma das mais importantes células de espionagem nazista no Brasil e que, por meio de rádios transmissores, eram enviadas informações periódicas para Berlim. Os policiais rapidamente invadiram o lugar e renderam todos, entre eles o engenheiro alemão Niels Christensen, espião experiente e líder do grupo. Mas, ao examinarem os papéis que encontraram no local, as autoridades entraram em pânico: coordenadas de viagem do navio Queen Mary, orgulho da frota britânica que deixara o porto do Rio, tinham acabado de ser transmitidas para o Reich. O navio, que tinha oito mil soldados canadenses a bordo, seria alvejado em breve por submarinos alemães. A história, digna de um roteiro de filme de espionagem, é apenas uma das muitas e pouco conhecidas passagens dos nazistas pelo Rio de Janeiro durante a Segunda Guerra Mundial. Boa parte delas está contada no livro "Crônica de uma guerra secreta", de Sergio Corrêa da Costa (Ed. Record), mas outras obras que acabam de ser lançadas também dão informações sobre as atividades alemãs no Brasil do Estado Novo. Então capital do país, o Rio atraiu a atenção da Alemanha de Adolf Hitler, especialmente depois de janeiro de 1942, quando o então presidente Getúlio Vargas rompeu relações diplomáticas com as potências do Eixo. — Sabemos que a atividade de espionagem alemã no Brasil era grande. É fato que algumas representações oficiais do Reich no Rio, por exemplo, enviavam mensagens criptografadas para Berlim, e muitas delas jamais foram decifradas — afirma a pesquisadora Ana Maria Dietrich, doutora em História pela Universidade de São Paulo, professora da Universidade Federal de Viçosa e autora do livro "Caça às suásticas — O partido nazista em São Paulo sob a mira da polícia política", que acaba de ser lançado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.






 
 
OBAMA E OS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO


Os organizadores da campanha de Barack Obama disseram que o candidato enganou-se quando se referiu a um campo de morte nazista, enquanto relatava a história de um tio-avô que ajudou a liberar os campos de concentração na Segunda Guerra Mundial. O candidato presidencial disse que a história é exata, exceto que o campo era Buchenwald e não Auschwitz. "A família do senador Obama tem orgulho pelo desempenho do seu avô e seus tios na Segunda Guerra Mundial, especialmente pelo fato de seu tio-avô ter tomado parte na libertação de um dos campos de concentração em Buchenwald", informou o porta-voz de campanha Bill Burton. "Ontem, ele por engano, se referiu à Auschwitz ao invés de Buchenwald, quando narrava a sua experiência pessoal sobre o desempenho heróico de um soldado membro da sua família". Os auxiliares disseram, na terça-feira passada, que o irmão da sua avó, Charlie Pago, ajudou na liberação de um sub-campo de Buchenwald, em abril de 1945, quando fazia parte da 89ª Divisão de Infantaria.

Família Obama foi ativa na Segunda Guerra Mundial


 
 
TENSÃO NO BROOKLIN



Policiais estiveram esta semana
em alerta nas ruas do Brooklyn
O surgimento de violência no bairro de Crown Heights, no Brooklyn-EUA, alertou os moradores que temem serem as tensões raciais do passado que estão ressurgindo, como em agosto de 1991, quando ocorreram distúrbios anti-semitas provocadas por grupos de negros. O primeiro incidente neste recente ressurgimento, no qual um jovem negro foi espancado por jovens judeus, foi seguido por um ataque, algumas semanas mais tarde, contra um adolescente judeu que andava de bicicleta. Moradores judeus zangados desde então, estão colocando cartazes nas ruas dizendo: "O sangue judeu não é barato!". Um número maior de policiais e de câmeras de vigilância foi posicionado em esquinas, e o Comissário de Polícia de Nova Iorque, Raymond Kelly, visitou o bairro no início deste mês. Além disso, dois grupos de judeus afirmam terem centenas de voluntários patrulhando as ruas a pé e de carro. Os residentes que na maioria são antilhanos, afro-americanos e judeus chassídicos, aguardam os próximos acontecimentos, enquanto outros minimizam a violência como um evento passageiro nas relações que rotineiramente são normais. "Não há nenhuma tensão racial em Crown Heights," afirma Yossi Frankel, um dirigente do Shomrim, que é um dos grupos de judeus que patrulham a vizinhança.
"Ambas as comunidades exageram", Frankel disse. "Tem havido casos, mas estamos nas ruas com a polícia para assegurar que não haja descontrole. Crown Heights ainda é segura, da maneira que sempre foi".


 
 
LIBERTANDO ASSASSINOS


Uma pesquisa do jornal israelense Haaretz revela que 63 por cento dos pesquisados acreditam que o terrorista libanês Samir Kuntar, que está cumprindo quatro sentenças perpétuas em Israel, deveria ser libertado em troca dos dois soldados do IDF que permanecem prisioneiros do Hesbollah. A pesquisa que foi supervisionada pela professora Camille Fuchs, da Universidade de Tel Aviv, também mostrou que 21 por cento dos participantes posicionam-se contra a libertação de Kuntar e 16 por cento mostram-se indecisos. Kuntar foi condenado pela participação em 1979 num ataque terrorista em Naharyia, e no qual dois membros da família Haran foram assassinados, além de dois policiais israelenses.

Barghouti do Hamas e Kuntar
do Hezbollah , assassinos a
serem liberados brevemente
Smadar Haran, que foi a única sobrevivente do ataque de 1979, disse que tem esperanças de serem verdadeiras as negociações sobre os reféns com o Hezbollah, e que incluiriam a soltura de Kuntar. “Espero que não seja somente uma simples noticia na mídia, o que causaria angustia e sofrimento às famílias dos reféns”. Danny, o marido de Haran, e a filha deles de 4 anos, foram assassinados na operação planejada por Kuntar. A filha de apenas dois anos de idade morreu sufocada, quando Haran tentava mantê-la quieta enquanto se escondia durante o ataque terrorista.


 
 

Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

O FIM DO TÉDIO POLÍTICO
Desde o assassinato do ex-primeiro-ministro Yitzhak Rabin, em 1995, nenhum primeiro ministro israelense completou o mandato de quatro anos. Rabin ficou três anos no poder até ser morto por Yigal Amir, no fatídico 4 de novembro de 95. Benjamin Netaniahu (1996-1999) e Ehud Barak (1999-2000), também saíram antes do tempo. Ariel Sharon encarou duas eleições (2001 e 2003), mas acabou se retirando da vida política em 2006 por causa de dois derrames cerebrais, que o mantêm até hoje em coma num hospital em Tel Aviv. Agora, a praga das eleições antecipadas ameaça o atual primeiro-ministro, Ehud Olmert.

Por mais de dois anos, desde as últimas eleições, em março de 2006, a política israelense viveu dias de tédio com uma coalizão de governo forte e uma oposição minguada. As intrigas e disse-me-disse que tornavam o Knesset o lugar mais interessante do país nos anos anteriores, desapareceram. Nem a Segunda Guerra do Líbano, em julho do mesmo ano, conseguiu derrubar Olmert, que chegou a liderar 78 dos 120 deputados do parlamento. Recentemente, no entanto, Olmert viu sua coalizão murchar para 64 deputados, três a mais do que o mínimo para aprovar qualquer lei.  E, mais importante ainda, o primeiro-ministro começou a se esquivar de uma série de escândalos de corrupção envolvendo seu nome.

 


Olmert recusa sugestões de seus colegas de governo para que peça demissão

No último mês, o Knesset voltou a ser o ninho dos estratagemas políticos. O mais novo escândalo pode, agora sim, derrubar Olmert. O milionário americano Morris Talansky confessou ter entregado ao primeiro-ministro envelopes com cerca de 150 mil dólares em dinheiro vivo, por um período de 15 anos. Em mais de oito horas de depoimento, na semana passada, ele relatou como Olmert gosta de charutos caros, estadias em hotéis de luxo e viagens de primeira classe. Nunca os hábitos pessoais de um premier foram tão destrinchados diante dos cidadãos.

A movimentação pré-eleitoral promete revirar o país, nos próximos meses. Aliados e inimigos (os reais e os de araque) parecem ter ressuscitado das trevas políticas em busca de mais e melhores postos num possível próximo governo. Na selva que é o sistema político israelense, qualquer líder passa mais tempo tentando sobreviver do que governando o país. No caso de Ehud Olmert, que parecia ter conseguido unir muitos direitistas e esquerdistas sob um guarda-chuva de centro, os perigos sempre estiveram à espreita. Agora, estão prontos para o ataque.



 
 


BARGANHA POR SHALLIT

O Hamas exige a soltura de 1.000 presos palestinos em troca do soldado do IDF, Gilad Schalit, que foi seqüestrado pelo Hamas, conforme anunciado por um alto dirigente do Hamas na Faixa de Gaza. Osama al-Mazini, que foi designado pelo Hamas para falar sobre o caso Schalit, disse que nenhum progresso foi alcançado para uma troca de prisioneiros entre o seu movimento e Israel. Al-Mazini afirmou que noticias sobre um acordo de Israel com o Hezbollah e o Hamas eram completamente inverídicas. "O Hamas não faz parte da troca de presos divulgada entre Israel e o Hezbollah," disse. "Os contatos sobre a libertação de Schalit foram suspensos quando Israel rejeitou nossas exigências. Mazini informou que o Hamas apresentou uma lista exigindo 1.000 presos palestinos em troca da libertação de Schalit. Ele acrescentou que o Hamas exigia a soltura em duas etapas: primeiro 450 presos, e depois mais 550. "Quando apresentamos aos egípcios a primeira lista dos 450 prisioneiros, Israel só concordou em libertar 71 deles", disse.

O jovem Shalit, seqüestrado
há quase dois anos pelo Hamas
"O Hamas não pode aceitar a posição israelense. Eles estão falando de aproximadamente 71 dos 1.000 presos pedidos, e isto significa que permanece uma diferença muito grande".


 
 
ANTI-SIONISMO ou SEMITISMO ?



Material amplamente difundido em
Santa Maria - RS, entre 10 e 14 de maio
de 2008, de mão em mão, em eventos
públicos como Feira do Livro, Fórum
Mundial
da Educação, palestras na SEDUFSM, e
inclusive em algumas Faculdades e no Calçadão

Recebemos uma importante documentação sobre o movimento pró-palestino que vem ganhando corpo nos estados do sul do Brasil. Pela relevância da matéria, transcrevemos o texto original e a capa da publicação distribuída nos meios universitários, e em eventos culturais.

“Já viram isto (libreto em anexo)? Se não viram é hora de ver e agir. Foi exatamente assim que os alemães conseguiram convencer a milhões de pessoas que os judeus é que causavam os problemas da Europa. Hoje o movimento pela destruição de Israel equivale a isto e se espalha rapidamente pelo Brasil, enquanto a comunidade judaica faz menos que nada para impedir. As comunidades de árabes palestinos em São Paulo e no sul, estão articuladas com grupos internacionais que realizam boicotes e apóiam o terrorismo contra Israel e judeus em toda parte. Leiam em especial a última página do informativo desse grupo, que já está circulando amplamente pelo Brasil. Aqui mesmo, no Rio Grande do Sul, houve um evento sobre a "Nakba" na UFSM-Universidade Federal de Santa Maria, sem que houvesse nenhuma contestação ou debate a respeito. O evento falava de "60 anos de ocupação"... É preciso ir às universidades e desmentir o que estão falando sobre Israel, bem como impedir que as mentiras consigam apoio político oficial brasileiro”.



 
 


IRÃ SABOTA NEGOCIAÇÕES

Israel está preocupado que o Irã possa atacar alvos israelenses em outros países, num esforço para sabotar as negociações de paz com a Síria, conforme informação de fontes israelenses . Estas fontes disseram ainda que o Irã poderia atuar na suposição de que um ataque internacional mudaria a postura em relação ao status de Israel, ocasionaria o fim das negociações, e até mesmo poderia iniciar uma confrontação regional. No entanto, as fontes adicionaram que tal operação necessariamente não seria interessante para o Irã. “O Irã quer manter a força do Hezbollah, e não tem interesse em mudanças na situação do Líbano, agora que opositores do Hezbollah foram neutralizados", disseram os informantes. Entrementes, na terça-feira passada, Síria e Irã assinaram um memorando de entendimentos sobre itens de defesas mútuas, conforme o Ministro da Defesa Síria Hassan Turkmani declarou ao término de uma visita de três dias à Teerã.

Ahmadinejad do Irã logrou sabotar o
acordo de paz entre Síria e Israel
O memorando contém acordo entre os dois países que consolidariam suas "relações de defesa", um processo que incluirá visitas recíprocas de militares, treinamento conjunto dos exércitos, e a cooperação em avanços tecnológicos. O memorando, que foi assinado pelos dois países, inclui o entendimento de que todas as forças estrangeiras que ocupam a região devem retirar-se, pois "criam tensões” na região.


 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


POLÍTICO ISRAELENSE COM FUTURO INCERTO
Na quarta-feira passada o ministro da defesa Ehud Barak convocou uma conferência de imprensa durante a qual “pediu” ao primeiro-ministro Ehud Olmert que deixasse o seu cargo, não porque seja necessariamente corrupto, pois é inocente até que a justiça israelense determine o contrário, mas porque “não pode, ao mesmo tempo, governar e cuidar de seu problema pessoal.....Olmert pode suspender-se, tirar umas férias, renunciar ou declarar-se incapacitado..... pelo bem da nação”.

Olmert não está com o “futuro político incerto”, ele certamente não tem mais um futuro político.  A Comissão Winograd, que investigou as falhas cometidas durante a guerra dos 33 dias , havia sido escolhida a dedo pelo próprio Olmert, e no relatório final não exigiu, nem sequer recomendou, a sua renúncia.  Mesmo assim, desde a guerra, seu índice de aprovação tem se mantido consistentemente abaixo do de todos os primeiro-ministros de Israel que o precederam (menos de 20%).  Dessa vez, o “cheiro” dos envelopes com cash recebidos por Olmert e jamais declarados tornou-se insuportável.  Ainda que os advogados consigam desacreditar todas as testemunhas e a evidência contra Olmert, isso levaria no mínimo meses, e como escreveu no Haaretz o jornalista Yossi Verter, “os cavalos da política passarão à frente dos cavalos da lei”.  A razão por que Olmert não renuncia imediatamente é que precisa do cargo e de tempo para negociar um acordo semelhante ao obtido pelo presidente Ezer Weizman em 2000: renúncia em troca de anistia.

 

A imprensa internacional divulgou o pedido de Tzipi Livni para Olmert renunciar
 

Quem está com o “futuro político incerto” é o Barak.  Foi eleito líder do partido trabalhista em junho de 2007, e automaticamente apontado ministro da defesa, com a missão de restabelecer a segurança e o poder de dissuasão de Israel. Na medida em que tivesse sucesso, restauraria a sua credibilidade – a exemplo do que havia ocorrido com Benjamin Netanyahu como ministro de finanças.  Um ano mais tarde,  os foguetes e mísseis do Hamas continuam a aterrorizar a população do sul de Israel, já alcançam Ashquelon e, segundo o chefe do Shin Beth (serviço de segurança), muito em breve atingirão o porto estratégico de Ashdod.  O Hizbolá continua a armar-se sem empecilhos, e sua recente vitória em Beirute revigorou a influência da Síria e do Irã no Líbano.  Barak foi o primeiro no governo Olmert a recomendar negociações de paz com a Síria em troca de uma retirada total do Golan – que prontamente resultaram no aumento da cooperação militar entre o Irã e a Síria. Seu estilo de liderança do partido vem sendo criticado por vários deputados trabalhistas, e já levou um deles (o ex-ministro Ephraim Sneh) a renunciar ao partido e formar um novo. Seus números nas pequisas vem caindo progressivamente, e se optar por deixar a coalizão agora e forçar eleições antecipadas, corre o risco de perder feio e de ser substituído.  Por outro lado, cada dia que mantém Olmert no poder perde mais pontos ainda, e corre o risco de ser substituído antes mesmo das eleições. 

A esperança de Barak é que o partido Kadima coloque a atual vice-primeira-ministra Tzipi Livni no lugar de Olmert o mais rápido possível , e que ela o autorize a acabar com o regime do Hamas em Gaza.   E como Barak e Livni tem o mesmo estrategista político (Reuven Adler), há uma boa possibilidade de que estejam coordenando as suas posições.

 
 

ESPAÇO SOCIAL



O Salão Nobre da Câmara Municipal do RJ ficou lotado na cerimônia em que o Jornal ALEF recebeu a "Medalha de Mérito Pedro Ernesto", a mais importante comenda do poder legislativo municipal. A festiva cerimônia, prestigiada por muitas autoridades e lideranças comunitárias, teve como destaque a forte emoção que caracterizou os discursos, que também enalteceram o caráter "Lovemark" ("marca do coração") do Jornal ALEF. Na foto acima o diretor-geral do Alef, Mauro Wainstock, recebe a medalha da vereadora Patricia Amorim. Abaixo os componentes da mesa de honra, Arnaldo Niskier, Anna Bentes Bloch, Osias Wurman, o homenageado, Sergio Niskier e a vice-presidente da FIERJ, Léa Lozinsky.



A 21ª “Festa da Rua”, organizada pela Organização Sionista Unificada do Brasil, em comemoração a Iom Haatzmaut, 60 anos da Independência de Israel, aconteceu na rua Gen. João Telles, no bairro do Bom Fim, e contou com barraquinhas de todas as entidades da comunidade judaica gaúcha, e da comunidade maior. Além das leakot de dança israeli, houve a apresentação do Grupo Musical Lechaim.



Claudio Lottenberg, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, e o vice-presidente do Einstein, Dr. Elias Knobel, foram homenageados, por iniciativa do vereador Arselino Tatto, em uma Sessão Solene no plenário da Câmara Municipal de São Paulo. Na ocasião, o Dr. Claudio Lottenberg recebeu a Medalha Anchieta e Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo, e o Dr. Elias Knobel, o título de Cidadão Paulistano, homenagem da Câmara Municipal de São Paulo às pessoas não nascidas na capital que se destacaram na promoção da cidadania e divulgação da cidade.


 

 
MANCHETES DE FECHAMENTO



- Barak Obama desliga-se de sua igreja em protesto pelas declarações do pastor.
- Ehud Olmert  sofre pressão de Barak, Livni e Hanegbi para licenciar-se ou renunciar.
- Agencia de alimentos da ONU convida Ahmadinejad do Irã para reunião plenária.
- Quatro foguetes Qassam caíram neste sábado em Sderot ferindo trabalhadores asiáticos.
- Prefeitura de Moscou quer investir 100 milhões de dólares em SPA no Mar Morto.
- Mãe de soldado israelense seqüestrado diz que Olmert  não tem tempo para libertar seu filho.



 
 


Fácil saber o motivo pelo qual as "bombásticas" declarações do Sr Thomas não resultaram em reação mais contundente por parte da comunidade judaica.Simplesmente suas declarações não tem peso.Suas opiniões como judeu não contam,pois pertence ao triste grupo de judeus assimilados que  odeiam a  Israel e  a si mesmos, .. Desta vez este  sofrível  dramaturgo não conseguiu ocultar a verdadeira face das suas opiniões,que é o anti-semitismo travestido de anti-sionismo,na pior tradição das esquerdas européias e sul americanas.Mais uma vez tentou retroagir dos argumentos que utilizou,desculpando-se em fraquíssima entrevista pseudo erudita à imprensa escrita onde continuou ofendendo a sua platéia alcunhando-a de esnobe(um desperdício  de 500  reais--nesse ponto concordo com ele)   novamente lançando mão da sua tradicional fumaça para maquiar sua superficialidade como intelectual, dramaturgo e como judeu.Cabe a ele lembrar que é justamente quando se fala sem pensar é que se fala o que realmente se pensa.Em suma,fez um favor a nós,judeus sionistas ,de mostrar -se sem subterfúgios.Desse modo saberemos com quem contar na hora do perigo.Deveria a Embaixada de Israel tomar ciência desse fato e não permitir a esse senhor o Direito de Retorno sob qualquer hipótese e de tantos outros "laranjas podres" que só lembram da Terra Prometida quando promete-se a eles salvarem seus traseiros. Ótimo,Sr Thomas,permaneceres fora do saco,pois azedas a laranjada!
Ethel W.Guerstein

Qualquer negociação de paz com a Síria, envolvendo as Colinas de Golan é suicídio. Somente um político fragilizado é que poderia imaginar tal atrocidade. O curioso é que este mesmo Ehud Olmert, quando esteve aqui no Rio de Janeiro, há algum tempo, fez um discurso tão firme a respeito das relações com os países árabes, que é difícil acreditar que ele tenha chegado a este ponto.
Helio Tyszler

Osias, V.sabe que sempre leio seus artigos e quase sempre considero muito bons, sensatos e equilibrados. Via de regra concordo com suas posições. Entretanto, lamento discordar do que seu artigo sob título de "abraço de afogado" sugere que, pelo que entendi, é não dialogar com a Síria em hipótese alguma. A propósito, o senador John Mc Cain censurou OBAMA porque este disse que conversaria com Almadinejad ou seja lá que nome tenha o Premier do Irã.  Na ocasião que saiu isso nos jornais eu me lembrei do meu urologista que é o Fernando Vaz, meu grande amigo, que operou a próstata do meu irmão Miguel e ele ficou com problemas de incontinência e o diabo. O Fernando disse o seguinte: Basta envelhecer para ter problemas na próstata. É só uma questão de idade. Vai ficando velho e os problemas vão com certeza aparecer. Uns mais outros menos, mas aparece. A alternativa para não ter o problema, é muito pior: é morrer. Se morrer mais cedo pode evitar o problema na próstata;. Pois eu lhe digo que a alternativa em não conversar com a Síria ou o Irã é muito pior, qual seja: i) manter essa situação de tensão (que não creio que ninguém goste de viver sobre essa tensão) ou 2) a guerra. Pergunto: quantas pessoas que tem filho em Israel em idade militar são a favor da guerra? Eu sou visceralmente contrário a guerra pois estou convencido que a guerra é como a morte. Resolve que não fica nada resolvido. Se o Cabral que declarou guerra aos traficantes, não dialogar com o pessoal que mora nas favelas, fazendo um serviço social ou qualquer outra coisa que melhore a vida deles, os favelados vão continuar alimentando de gente o tráfico. Morre um bandido e eles botam dois no lugar. Por isso, meu amigo, convidaria V., que é um pensador a refletir, com isenção, colocando-se no lugar dos pais dos soldados israelenses e parafraseando o melhor provérbio que nós advogados temos: UM MAU ACORDO É MELHOR DO QUE UMA ÓTIMA DEMANDA, eu diria que UM DIÁLOGO DIFÍCIL COM ALGUNS INIMIGOS É SEMPRE MELHOR QUE UMA GUERRA FÁCIL.
abraços de seu fã, nem sempre incondicional,
Pedro Avvad -Pedro Avvad Associados – Advogados

É muito preocupante a postura do atual Primeiro-Ministro Ehud Olmert, pois, parece que o mesmo não quer aprender com a atual história dos fracassos da retirada do Sul do Líbano e da Faixa de Gaza. A devolução das Colinas do Golã em nenhum momento trará paz para Israel, nem para a humanidade, pois, este governo sírio apoiador do terrorismo tem como objetivo, destruir e subjugar a humanidade, assim como o fundamentalismo islâmico.   O  Primeiro-Ministro Ehud Olmert, antes de qualquer atitude insana, deve exigir que o governo sírio coloque o grupo terrorista Hezbollah na ilegalidade, cessando qualquer tipo de apoio a estes vândalos que nada tem a oferecer, a não ser dor e morte.
ANTONIO DA SILVA ORTEGA-ITAIM BIBI - SÃO PAULO - SP

Muito obrigado sempre pelo envio da Rua Judaica, que um dia poderá ser uma Novela ou Minissérie da Globo. Vai ser um sucesso! A maioria do elenco tem o pé em Israel...é claro...para dar autenticidade! Grande abraço amigo e a luta continua!
Oswaldo Amarante Filho

V.sabe que o Globo News (canal 40 da Net ) divulgou uma entrevista de Ilan Pappe', famoso ( ? ) correligionário ex-professor de uma faculdade de Israel,hoje sediado   na Inglaterra , que ativamente procura difundir  noticias  referentes a CRUELDADE dos israelis  no tratamento dos árabes ,tanto hoje quanto em 1948 ?Não há  nada que se pode fazer a respeito ?
F. Feilhaber

Divulgo matéria do Haaretz de hoje (dia 26 em Israel, pela diferença de fuso horário). É um fato gravíssimo, tanto por sua natureza, como pela impunidade dos trogloditas que o perpetraram. Diz muito bem o editorialista: se os livros queimados fossem de autores e/ou temas judaicos, em qualquer parte do mundo, a gritaria seria enorme - e com toda a razão. Como é "apenas" o Novo Testamento incinerado na fogueira da intolerância, tudo fica por isso mesmo. É asqueroso o fanatismo dessa gente, cuja mentalidade tacanha nada deixa a dever aos censores/incendiários nazistas.Sugiro que cada um que se sinta incomodado repasse a notícia para sua lista de e-mails, acompanhada de claro repúdio. É o mínimo a fazer frente a essa afronta à herança humanista que julgamos encarnar. Abraço
Jacques Max Altman

Não sei quem viu na semana que passou uma série de reportagens do telejornal Record News Brasil das 22h00min. Ali o repórter apresentador cujo nome não me lembro(não vejo regularmente aquele canal) apresentava o programa depois do noticiário normal em homenagem aos 60 anos de Israel e de Jerusalém um outro repórter Herbert Moraes apresenta um aspecto da vida local por dia.Acontece que ninguém observou é que o âncora sempre colocava a situação de Israel favorável aos palestinos, procurando enfatizar que os ataques contra o território de Gaza vêm da nossa parte, nunca dos árabes. Por que uma colocação tão pestilenta e mentirosa assim? Porque não mostrar os dois lados da mesma moeda de igual para igual? Fica aqui o meu protesto contra esta propaganda imoral e injusta daquele canal de TV ainda mais brasileira que se coloca como democrática e imparcial.
Mauro Paulino-Minas Gerais.

Interessante a homenagem à Jerusalém com uma linda maquete da cidade Santa em pleno Rio de Janeiro. A Presença de autoridades judaicas e evangélicas, do Senador Marcelo Crivella , e do crescimento da Igreja Universal do Reino de Deus...  Observo silenciosamente .
Míriam Stolear

Vejo com maus olhos esta aproximação da colônia israelita com a Igreja Universal. Além de não termos qualquer ligação ou identificação com aquela entidade religiosa(?!), é muita ingenuidade não perceber que é uma forma de tentar cooptar simpatizantes para a candidatura do Senador Crivella à prefeitura da cidade.
Helio Tyszler

Sou leitor assíduo deste jornal que para mim se transforma cada vez mais numa grande avenida, num maravilhoso "boulevard". Acontece que nesta edição de hoje, estou vendo até com certo pessimismo o tamanho empenho em se divulgar um fato nem tanto merecedor de atenção: a inauguração da maquete de Jerusalém,com a presença de nossa embaixadora Tzipora e muita gente boa da comunidade dando a maior "idéia" para o Cryvela, Macedo and so one. Não quero realçar ânimos,só queria saber se essa "aproximação de judeusXmessiangélicos é boa,prudente e proveitosa para a comunidade judaica brasileira e até onde.Será que o material usado na tal maquete veio mesmo de Hebron?De lá pode sair material assim? O Governo permite?Por que não informam que o tal Centro de Estudos Hebraicos fica na sede da Igreja do Reino Universal?Tem judeu indo para lá sem saber o que se esconde por trás desta tramóia toda. Não se enganem com essa gente, pode ser boa e deve ser respeitada, mas, melhor é tê-la loooonge de nós. A assimilação é um PERIGO.O aval da comunidade judaica pode ser desastroso para si própria no futuro. Desculpem o desabafo, mas quem está de foraenxerga melhor.E mais longe.
Mauro Paulino-Minas Gerais

Venho pedir respeitosamente a atenção especial -  Em alguns dias atrás enviei uma mensagem perguntando sobre informações de minha ascendência , isso é , se eu tenho ou não sangue judeu , da qual nenhum de vocês me responderam . Meu nome é Alexandre Tome Zonta , meus avós são Catarine Gult Von Schnneyder(Alemanha) , Maria Zanatta (Italia) José Zonta(Itália) Manuel Maria Tomé(Portugal) , José Venâncio(Áustria) e Eliza Camargo . Bem gostaria de nessa base pedir novamente e humildemente a atenção e ajuda de vocês , da qual se constatado que tenho sangue hebreu e judeu , aceitarei os e-mails e mensagens , afinal o que adiantaria não ser judeu e nem ter sangue hebreu e ter que receber então e-mail judaico... Peço a atenção de vocês . Mesmo se assim eu nada tiver em vinculo algum com vocês , saibam que terão um amigo independente de raça ou religião . Agradeço desde já  - Shalom Aleichem !!!
Alexandre Zonta

A Edição Nº 70 de Notícias da Rua Judaica continua exitosa, exibindo o cotidiano das experiências do povo judeu tanto no em Israel e no mundo, como no país brasileiro. Sempre aprecio, admiro e estimo o povo judeu em sua dimensão interior e exterior e esta contribuição é positiva tanto nisso como em propiciar um correto memorial documental para as gerações futuras. Claro, nós leitores, daremos exemplo ás mesmas, honrando e potencializando este memorial através de uma sociedade globalmente justa!
Kabralivrim  

Somos uma Associação Ambientalista, cuja sede em Laurentino no Estado de Santa Catarina/Brasil, gostaríamos de ser informados sobre a Sociedade Protetora dos Animais de Israel, como site ou algum e-mail, porque achamos muito inteligente o registro da foto publicada hoje no site da UOL (29/05/2008).
Juarez Inácio de Oliveira - Presidente

Há algum tempo venho dizendo que o Brasil poderia vir a sofrer de um surto islâmico em médio prazo. Eu não o dizia baseado em nenhum poder de vidência ou coisa parecida, mas por ter aprendido a "ler" a imprensa internacional e comparar fontes diversas. E também por ter entendido o processo político de cooptação das esquerdas pela extrema direita, promovido pelas elites dos EUA e da Europa. O resultado desta percepção levou alguns de meus amigos, colegas e conhecidos a me dizer que eu estava "sendo radical", ou "deixando-me levar por teorias conspiratórias". Não me espantei com essas reações, que não foram muito diferentes daquelas que ouvi quando disse que o Estado de Israel teria os seus dias contados (o que fizeram com a Iugoslávia está hoje sendo feito com Israel). Ninguém gosta de ouvir más notícias. Muita gente parte do princípio - especialmente aqui no Brasil - que nada pode ser feito para evitar o pior, e prefere negar a realidade a ter que lidar com ela de frente. Reina entre nós, brasileiros, a idéia de que quem está sempre "dando más notícias" traz "energia ruim", etc.... ou seja, uma atitude irracional, mística no mal sentido, esta sim fatalista, pois pressupõe a total passividade diante da realidade. Naturalmente, o que está por trás dessas atitudes - tanto a 'mística' quanto a negacionista (em geral munida com a panacéia de que toda conspiração é coisa de maluco) - é que quase ninguém quer ouvir algo que mais tarde poderá incriminá-lo consigo mesmo e com o vizinho. Afinal, se ninguém previu uma tragédia nem explicou como evitá-la, ninguém pode ser acusado de inação... Recentemente fui a Pelotas e ouvi de uma prima que a fronteira com o Uruguai pelo Chuí estava repleta de 'palestinos'. Eu achava que era só em Foz do Iguaçu e em Uruguaiana, ou seja, no lado oeste do sul. Mas é também no Chuí (sudeste do RS) e em Santana do Livramento (centro-sul do RS). Semana passada esteve aqui na UFSM um 'militante da causa palestina', que falava com forte sotaque árabe, num evento promovido pelo departamento de ciências sociais. O evento foi chamado "60 anos de ocupação da Palestina", e o 'militante' veio de São Paulo (sabemos que a UNICAMP e a USP já se tornaram quartéis-generais da 'causa palestina'). Um amigo assistiu ao evento e relatou que os 'palestrantes' não só difundiram todas as já tradicionais mentiras sobre Israel como disseram que os judeus controlavam todos os meios de comunicação e outras forjas anti-semitas idênticas às usadas pelos nazistas há pouco mais de 60 anos. Distribuíram o 'jornalzinho' em português sobre a 'causa palestina', que enviei recentemente por e-mail, o qual conta com colaboradores brasileiros "de esquerda", especialmente em Santa Catarina. O evento obviamente foi promovido em reação às comemorações dos 60 anos de Israel, embora até agora a comunidade judaica de Santa Maria não tenha promovido nenhum evento comemorativo dos 60 anos de Israel ao qual se pudesse "reagir". Os colaboradores "de esquerda" são ludibriados pelos islamitas, que se travestem de "militantes da causa palestina", fingindo, diante de seus desinformados apoiadores na esquerda, que são seculares que apóiam um povo pobre e oprimido contra um invasor bárbaro e racista (assim como branco é preto e azul é verde). O artigo abaixo mostra uma das frentes da atuação dos islamitas no Brasil e América do Sul em geral, publicado em abril, num jornal da Espanha, país de onde partem os "missionários".
http://www.abc.es/hemeroteca/historico-28-04-2008/abc/Nacional/el-islamismo-mas-radical-se-expande-hacia-suramerica-desde-espa%F1a_1641827750648.html
Eva Spitz



 
 
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Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof