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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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Osias Wurman
Jornalista
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(ARTIGO PUBLICADO EM O GLOBO DE HOJE, 1/5/09, NA PÁGINA DE OPINIÃO)
INIMIGO DA PAZ
OSIAS WURMAN
Ouçam a voz da Santa Sé, na pessoa de seu porta-voz, padre Federico Lombardi, que na Radio Vaticano assim qualificou o discurso do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na ONU: “Extremista e inaceitável”.
Acrescentem-se as declarações do iraniano, Mahdi Karroubi, ex-presidente do Parlamento, um clérigo moderado que irá disputar a eleição presidencial iraniana de 12 de junho, em chapa de oposição à reeleição de Ahmadinejad. Disse Karroubi em relação ao presidente iraniano: “O Holocausto é um fato. É óbvio que ele ocorreu, não importando o número de pessoas que morreram, se foram 6 milhões ou 6 mil. Negar o Holocausto não traz qualquer benefício ao Irã. Foi uma de suas muitas declarações impensadas. Ele chama as resoluções da ONU de “papeis sem valor”, causando problemas para o Irã, mas são todos os iranianos que tem de pagar o preço. As declarações do presidente prejudicaram os interesses do Irã. Durante reuniões privadas, o Aiatolah Khamenei (líder religioso supremo do Irã) rejeitou especulações de que ele está apoiando a reeleição de Ahmadinejad”.
Somem-se a estas declarações, as denúncias de perseguições religiosas promovidas pelo atual governo iraniano, com destaque para as vítimas cristãs, bahais e muçulmanos sunitas. Também a homofobia assumida de forma escandalosa, a prática da lapidação feminina, a execução por apedrejamento em público de supostas adúlteras, compõem um quadro sombrio da triste realidade iraniana.
A maior vítima de Ahmadinejad é o próprio povo iraniano, afogado numa inflação anual de cerca de 30%, dependente da quase monocultura petrolífera e cerceado das liberdades fundamentais de opinião e expressão, comprovada pela prisão da jornalista americana Roxana Saberi, condenada, a portas fechadas, a oito anos por suposta espionagem.
Na mesma semana em que ocorreu a reunião de Durban II, os herdeiros de Hitler espalhados pelos quatro continentes, comemoraram os 120 anos de seu nascimento. As declarações de Ahmadinejad na ONU,com cobertura midiática global, foi a maneira mais dramática e cruel de demonstrar que Hitler não morreu, pois só morre quem é esquecido, e seu ódio aos judeus foi revivido na injuriosa e repugnante fala antisemita, camuflada de antissionismo.
Esta semana em Brasília, durante homenagem aos 61 anos de independência do Estado judeu, emocionei-me ao ouvir o hino nacional brasileiro, interpretado em espaço territorial de soberania israelense, na presença de brasileiros amigos do Estado de Israel.
Emocionei-me por lembrar que meus antepassados poloneses tiveram que fugir de sua terra natal, na década de 30, pois o racismo e o nazismo infiltravam-se no coração da Europa, contaminando uma sociedade dita como “intelectual e altamente civilizada”.
Escolheram o Brasil para sua nova pátria, uma opção acertada de país acolhedor e povo hospitaleiro.
Passados quase 80 anos, vivo o pesadelo de ver o solo brasileiro, onde estão sepultos meus quatro avós e minha mãe, imigrantes poloneses, naturalizados brasileiros, na iminencia de ser pisado pelo maior negacionista, em nossa geração,da História e do Holocausto. Um inimigo mortal do Estado de Israel, com quem o governo, e o povo brasileiro, mantem relações de amizade e cooperação, há 61 anos. Um inimigo da paz, que insiste em desenvolver a energia nuclear, à revelia da comunidade internacional, esquivando-se das inúmeras sanções aplicadas pela ONU aos seus planos.
O povo brasileiro é pacífico e refratário ao racismo, comprovado pela tradicional convivencia árabe-judaica em nosso país. Somos um exemplo de democracia a ser seguido pelos verdadeiros amantes da paz e da justiça.
O presidente Lula, fiel amigo da comunidade judaico-brasileira, declarou publicamente, no evento do Dia em Memória das Vítimas do Holocausto, instituído pela ONU, que mesmo que não houvesse judeus no Brasil, ainda assim ele seria um convicto combatente do antissemitismo e de todas as formas de racismo. Também lembrou a memória dos irmãos da Força Expedicionária Brasileira que tombaram na Itália, na luta contra o nazismo.
No próximo dia 6 de maio, Ahmadinejad chega ao Brasil. Uma indesejável visita !
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ASSISTAM O PROGRAMA MANHATTAN CONNECTION DO PRÓXIMO DOMINGO QUE TERÁ UM MÓDULO ESPECIAL DEDICADO À VISTA DE AHMADINEJAD AO BRASIL.

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A FOTO DO FATO

O casal Giora e Rachel Becher reuniram amigos para celebrar o Seder de Pessach em sua residência na Embaixada de Israel em Brasília. Na foto, Clara Ant, Assessora Especial do Presidente da República, ao lado do Embaixador Becher, lendo a Hagadah de Pessach que narra a saída dos judeus do Egito.

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COMUNIDADE VAI ÀS RUAS

NO RIO DE JANEIRO

EM SÃO PAULO

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EDITORIAL NA FOLHA DE SP DE HOJE
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ABBAS NEGA ESTADO JUDEU !!!

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, disse que não reconhece Israel como um Estado judeu, como exigido pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, informa o site "Ynetnews.com".

- Um Estado judeu, o que isso quer dizer? - questionou Abbas durante um discurso em Ramallah, na Cisjordânia.
- Vocês (israelenses) podem se chamar do que quiserem, mas eu não aceito e digo publicamente.
Segundo o palestino, não é seu dever definir o Estado d Israel.
- Dê nome a si mesmo, não é da minha conta - afirmou.
Abbas disse que o tema foi "muito discutido" e rejeitado pelos palestinos durante a Conferência de Anápolis, em novembro de 2007. Netanyahu exigiu que os Palestinos reconhecessem o Estado judeu como pré-condição para a retomada das negociações com a ANP
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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DIA DE ALEGRIA (PARA A MAIORIA)
Israel inteira fez piquenique na quarta-feira passada para comemorar o Dia da Independência. Churrasco no feriado é tradição nacional. Os números oficiais dão conta de que nada menos de 2 milhões de pessoas ignoraram o calor acima do normal e encheram os parques e as praias do país com churrasqueiras grandes e pequenas, toneladas de comida e bebida, além mesas e cadeiras de plástico. No meio do dia, as estações de rádio pediam que as famílias evitassem uma dúzia de parques já lotados. À tardinha, os engarrafamentos nas estradas fecharam com chave de ouro o 61º aniversário de Israel.
Eu não sou fã de churrascos familiares em parques públicos sob um sol arrasador. A fumaça, a sujeira, a espera pela carne que demora a grelhar, o desconforto... Nada disso me atrai. Mas esse programa parece ter seu charme para um imenso número de israelenses. Reunir a família ao ar livre, comer uma boa comida ao som de uma música animada e passar horas jogando conversa fora soa como algo divertido. Quem sabe eu não siga a tradição no ano que vem?

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A data anual se segue ao Dia da Lembrança, no qual os israelenses lembram os mortos em guerras e em atentados terroristas. Exatos 22.570 cidadãos morreram nos últimos 61 anos em defesa da pátria ou por obra de homens-bomba sedentos de sangue. Mas assim que terminaram os eventos solenes, o país emendou em 24 horas de animação.

O Dia da Independência é um dos feriados mais animados de Israel. As cidades são enfeitadas, os israelenses penduram bandeiras nacionais nas janelas das casas e dos carros, o clima é de animação, orgulho e comemoração em relação às coisas boas que o país tem a oferecer. Muitas prefeituras organizam shows de música em anfiteatros ou palcos montados para esses eventos. Os principais artistas do país passam o dia entretendo gratuitamente as pessoas de cidade em cidade. Fora isso, nesse dia são entregues comendas a cidadãos ou instituições que tenham contribuído ao país.
Toda essa alegria, no entanto, não é compartilhada por 20% da população, os israelenses de origem árabe. Eles marcam o dia com outro tipo de evento: a Nakba (a "catástrofe", em português), como eles chamam o dia em que Israel foi criado. Milhares de árabes-israelenses saíram em passeatas visitando aldeias destruídas ou abandonadas na guerra de 1948, que se seguiu à criação de Israel pela ONU. A data é ensinada nas escolas de língua árabe como sendo um dia de tristeza.
A diferença entre as duas comemorações espelha a divisão interna israelense. Enquanto a maioria comemora a independência do tão desejado estado nacional há mais de seis décadas, outros choram a criação do país (alguns até mesmo renegam a própria existência do estado onde moram). Dois sentimentos antagônicos num só dia de sol. Dois sentimentos que convivem num país democrático, mas que elevam a tensão social nesse barril de pólvora chamado Israel.
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ISRAEL CONVOCA EMBAIXADOR BRASILEIRO


O Embaixador do Brasil em Tel Aviv, Pedro Motta, foi convocado hoje de manhã pela Embaixadora Dorit Shavit, Diretora-Geral do Departamento da América do Sul e Caribe do ministério das Relações Exteriores de Israel, para reunião na chancelaria israelense. Assunto: a visita ao Brasil do mais do que polêmico presidente do Irã, Mahmoud Ahmedinejad, que desembarca em Brasília na semana que vem. Motta foi chamado para dar explicações sobre as razões da viagem. Trata-se de um gesto simbólico - o governo de Israel sabe as razões da visita oficial de Ahmedinejad. Na linguagem diplomática, a convocação serve para demonstrar descontentamento. A ideia de convidar um chefe de estado que defende a eliminação de Israel, duvida do Holocausto e segue em frente com o seu programa nuclear, apesar dos protestos mundiais, foi do próprio Lula. Ahmedinejad não fará uma viagem qualquer ao Brasil. Virá à frente de uma comitiva de cem pessoas, entre gente do governo e empresários. Os acordos de cooperação de praxe serão assinados. Será também uma visita inesquecível por conta das manifestações contra sua presença em Brasília. Algo que a Capital Federal talvez nunca tenha visto em 49 anos de vida. (Radar On-Line/Lauro Jardim)
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COMUNIDADE HOMENAGEIA VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO

Realizou-se a “9ª Marcha da Vida Regional, Contra a Intolerância e a Discriminação”, promovida pela Federação Israelita do Estado de São Paulo e Sociedade Cemitério Israelita de São Paulo. Vestidos de branco, os participantes fizeram uma caminhada silenciosa até o Cemitério Israelita do Butantã, onde aconteceu um Ato Solene em memória aos seis milhões de judeus exterminados durante o Holocausto.

O evento contou com a presença de diversas autoridades, entre elas, o prefeito Gilberto Kassab, o senador Eduardo Suplicy , o secretario Walter Feldman, os vereadores Gilberto Natalini e Floriano Pesaro e a senadora Eva Blay, além de lideranças judaicas como o presidente da CONIB, Claudio Lottenberg, os vice-presidentes da Fisesp, Ricardo Berkiensztat e Mario Fleck, e os presidentes da Federação Israelita do Rio Grande do Sul, Henry Chmelnitsky, e da Federação Israelita de Minas Gerais, Silvio Nusman, além da professora Tania Kauffman representando a Federação Israelita de Pernambuco.

O sobrevivente do Holocausto e presidente da Sherit Hapleitá do Brasil (Associação Brasileira dos Sobreviventes do Nazismo), Ben Abraham, foi aplaudido efusivamente ao relatar as atrocidades que sofreu nos campos de concentração e ao frisar a importância de que o Holocausto não seja esquecido. “Temos que lutar contra o fanatismo e o totalitarismo, para que este mal não volte nunca mais, para que jamais esqueçamos a valorização da vida e lembremos dos que tombaram vitimas dos fanatismos”, destacou.
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MORREU HERÓI DA RESISTÊNCIA

Morreu, aos 88 anos, Serge Ravanel, um dos principais líderes da resistência francesa à invasão alemã durante a Segunda Guerra Mundial, após uma vida dedicada a testemunhar os valores dos combatentes contra o nazismo. Agraciado como Oficial da Legião de Honra e Companheiro da Libertação, ele descrevia "com detalhes precisos a formação da resistência francesa à invasão nazista", ressaltou ao informar sua morte a Associação para os Estudos da Resistência do Interior.

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, classificou-o como "grande patriota, de espírito livre e exigente" e ressaltou que, com sua morte, apaga-se "uma grande voz da Resistência". Nascido em 12 de maio de 1920, Ravanel -nome de guerra de Serge Asher- uniu-se à resistência em abril de 1941, através de sua participação na revista proibida "Temps nouveaux" (Novos Tempos), antes de criar, oito meses depois, sua própria rede de combate ao nazismo. Preso três vezes, Ravanel conseguiu escapar simulando doenças ou saltando pela janela e saltando no rio Ain. Foi nomeado chefe nacional dos grupos francos, organização que conseguiu libertar o também resistente Raymond Aubrac, em um ataque em pleno centro de Lyon contra o camburão da Gestapo (Polícia nazista) que o transportava. Em junho de 1944, foi promovido a chefe nacional das Forças francesas do Interior, com 20 mil soldados sob seu comando, chegando a coronel com apenas 24 anos. Após libertar a região de Toulouse do domínio, nazista, Ravanel abandonou o Exército, em 1950, para se tornar engenheiro eletrônico, carreira que cursou antes da Segunda Guerra Mundial e com a qual criou diversas empresas. Autor do romance "L'esprit de Résistance" (O Espírito da Resistência), Ravanel sempre deu prioridade "à honra, a entrega, a preocupação pelo interesse geral e a rejeição ao racismo". (EFE)
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REPÚDIO NO SENADO

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) lembrou, nesta quarta-feira (29), a comemoração dos 61 anos da criação do Estado de Israel e pediu que todos repudiem as palavras do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que disse querer a destruição daquele país.O senador também homenageou o povo judeu e disse que é preciso lembrar o Holocausto praticado por Hitler na 2ª Guerra Mundial. Crivella mencionou a fotografia de um menino de cinco anos tirada na chamada "Praça do Embarque", de onde partiam os judeus para os campos de extermínio. Na foto, o menino está com as mãos levantadas e sob a mira de um fuzil empunhado por um soldado nazista, e se perguntou se ele sobreviveu àquela insanidade.

- Quando ouço as declarações de Ahmadinejad - as suas palavras envenenadas do ódio contra o povo hebreu - lembro-me daquele menino, do seu olhar, que só demonstrava perplexidade, sem reação, sem revidar a agressão, um símbolo da incompreensão que os inocentes demonstram diante desse ódio gratuito, do racismo insano, a que é capaz de chegar a fúria cega e histérica das mentes possessas pelo arbítrio e a prepotência - afirmou.(Da Redação / Agência Senado)
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RESTRIÇÕES ÀS MULHERES SAUDITAS

Cada vez mais populares na Arábia Saudita os clubes esportivos e ginásios para as mulheres estão enfrentando a ameaça de fechamento, pois o governo apenas concede licenças para clubes masculinos conforme divulgado por um jornal saudita. Dezenas de clubes privados só para mulheres por todo o país estão ameaçados, pois os clubes são ambientes estritamente para homens ou para mulheres e poderão ser fechados porque não existe nenhuma autoridade reguladora para eles, publicou o jornal ‘Arab News’. Isso significa que os ginásios que brotam nas principais cidades são ilegais e sem licença, pois a Agência para os Desportos somente tem autoridade sobre os clubes masculinos e não estão autorizados para regulamentar os femininos, conforme o jornal publicou. As mulheres sauditas que procuram a boa forma física se queixam frequentemente da falta de lugares onde se exercitarem, já que não podem ir aos clubes masculinos. A sociedade islâmica extremamente conservadora da Arábia Saudita proíbe rigorosamente a mistura de membros do sexo oposto, e as mulheres devem se apresentar fora do ambiente da sua família completamente coberta de preto numa vestimenta chamada de abaya. Porém, alguns investidores têm aberto alguns ginásios e, em alguns casos, colocam o nome de "clinica de tratamento natural" informa a Arab News.

O advogado Abdulaziz al-Qasim declarou ao jornal que departamentos do governo não pretendem assumir a responsabilidade pela regulamentação pois tem receio que sejam atacados por clérigos islâmicos conservadores, pois muitos destes clérigos se opõem a atividades esportivas praticadas por mulheres. Entretanto, um alto funcionário governamental foi citado como tendo dito no domingo que a Arábia Saudita estava considerando permitir às mulheres votarem nas eleições municipais deste ano, mas que continuariam impedidas de serem candidatas a qualquer cargo. A Arábia Saudita é a maior exportadora de petróleo e um dos principais aliados dos Estados Unidos. A monarquia absoluta aplica uma austera forma de Islã sunita, que proíbe a interação entre homens e mulheres; porém se está discutindo se as mulheres terão o direito de votar, divulgou o diário Al-Watan disse. Só homens puderam votar nas eleições municipais de 2005, que foram as primeiras eleições a nível nacional desde o início do Estado em 1932.
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POPULAÇÃO AUMENTA EM ISRAEL

Um ano atrás, a população israelense era de 7.282.000, e quando o Estado de Israel foi criado, era de apenas 806.000 habitantes. Cerca de 75,5 % ou 5.593.000 dos israelenses são judeus, 1.498.000 (20,2%) são árabes enquanto que "outros" - imigrantes e os seus descendentes que não estão registrados como judeus pelo Ministério do Interior, somam 320.000 (4,3%).

Em Israel crescem a população e os contrastes
Desde o Dia da Independência do ano passado, cerca de 154.000 bebês nasceram, e mais de 12.000 imigrantes chegaram; A população cresceu durante este período de cerca de 125.000 habitantes - um aumento de 1,8%. Cerca de 70% dos judeus israelenses lá nasceram, ou seja, são "sabras" e pelo menos metade deles é a segunda geração de israelenses - em comparação com uma população que lá nasceu em 1948 que era de 35%. Em 1948 havia apenas uma cidade com mais de 100.000 habitantes em Israel - Tel Aviv-Jaffa, com 248.000 habitantes. Hoje, 14 cidades tem mais de 100.000 habitantes e cinco delas têm mais de 200.000. Jerusalém, Tel Aviv-Jaffa, Haifa, Rishon Lezion e Ashdod. |
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GUERRA AOS CIGARROS

Durante a sua prédica semanal o Rabino Ovadia Yosef, que é o líder espiritual do partido Shas, definiu que fumar é "uma violação que deve ser evitada" e apela para que pais e professores ajam contra essa violação; ele também ofereceu dicas para abandonar este hábito. Falando durante a sua prédica semanal do Shabat, o Rabino disse que "se uma pessoa vê o seu filho fumar um cigarro, ela deve gritar com ele, argumentar e impedi-lo de fazê-lo. Um dirigente de uma Yeshiva que encontra e vê um aluno seu fumando, este aluno mereceria levar um tapa na sua cara. Porque está fumando - para quê?".

O Rabino Yosef que falou durante a prédica sobre as leis que permitem fumar durante os feriados, que este fato não o torna legítimo. "É muito ruim. Quem puder se livrar – ele é abençoado" ele acrescentou. "É o corpo de uma pessoa ... em compensação coloca fumaça dentro dos seus pulmões, Deus nos livre, prejudica os pulmões, e os pulmões não conseguem funcionar. Pessoas estão morrendo por causa desta coisa ... alguns rabinos têm escrito que isto é algo estritamente proibido". O rabino passou a criticar os estudantes da yeshiva sobre o hábito de distribuir cigarros para os seus amigos depois de adquirirem o hábito. "Isso é burrice. Porque vocês se acostumaram com os cigarros? Tudo começa com um cigarro, e então eles se acostumam com isso. Querem dar-lhes presentes ? dêem doces". |
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O COLÉGIO A. LIESSIN - SCHOLEM ALEICHEM vem esclarecer que, por motivos alheios a seu conhecimento, o nome da escola não consta na relação de colégios listados no ranking do ENEM 2008, noticiada na mídia em 29/04. E vem por meio desta nota informar que a média dos 43 alunos que fizeram este exame em 2008 foi 71.71, o que faz com que o Liessin esteja entre os 20 melhores resultados do município do Rio de Janeiro.
O Colégio está em contato com o MEC, órgão federal responsável, para obter o esclarecimento e acerto desta omissão.
Expressamos nossa satisfação por alcançarmos desempenho significativo nesta avaliação e lamentamos que esta informação não tenha sido veiculada. A Direção do Colégio A Liessin se compromete em manter a comunidade informada a respeito deste processo. |
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KENTUCKY FRIED CHICKEN KASHER

A cadeia internacional de fast-food, KFC, está tomando providências para transformar os seus estabelecimentos em Israel para serem kasher, incluindo a substituição do leite em pó na cobertura dos frangos kasher com soja em pó e afirmando que o sabor permanece inalterado. Ser kasher vale a pena, como a rede internacional de fast-food Kentucky Fried Chicken aprendeu, e agora está tomando providências para receber a aprovação plena para o kashrut dos seus estabelecimentos israelenses. Graças a uma autorização especial concedida pela sua direção mundial, a KFC Israel anunciou no domingo que iria servir refeições kasher de frango com uma cobertura de soja em pó em vez da tradicional cobertura preparada com leite em pó.

Esta autorização foi concedida depois de dois anos de negociações e deliberações, uma vez que o leite em pó por mais de meio século tem sido um elemento indispensável da cobertura da mundialmente famosa KFC, e é o que lhe dá o seu sabor e colorido típico e tradicional. O pó kasher que irá substituir o leite é um leite aromatizado de soja, que foi aprovado pelos laboratórios em Dallas, Texas, da Kentucky Fried Chicken's. Graças a este desenvolvimento, esta cadeia será capaz de abrir filiais kasher em outros lugares do mundo onde se concentrarem populações judaicas em número significativo. Segundo a KFC Israel, o novo sabor é idêntico ao original e a motivação para o desenvolvimento deste novo ingrediente foi motivado por pedidos de muitos clientes para que fosse evitada a mistura de carne e lacticínios. A Kentucky Fried Chicken possui 10 lojas em Israel e duas delas são estritamente kasher, enquanto que o resto abre no Shabat. De conformidade com os planos da empresa, é aguardada a abertura de mais três lojas no restante do ano de 2009. |
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VENEZUELA E AS REPRESENTAÇÕES PALESTINAS

Funcionários governamentais palestinos estabeleceram na segunda-feira laços formais com a Venezuela e abriram uma representação diplomática no país sul-americano. O Ministro de Relações Exteriores palestino Riad al-Malki agradeceu o presidente Hugo Chávez pelo seu apoio durante a recente ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza, o que levou o líder venezuelano a romper relações com Israel. As relações venezuelana-palestina têm se aquecido ao mesmo tempo que têm aumentado as tensões entre o governo de Chavez e o de Israel. Nicolas Maduro, que é o Ministro de Relações Exteriores da Venezuela, afirmou que a causa palestina é "como a nossa própria causa" enquanto que al-Malki elogiou Chávez como "o líder mais popular no mundo árabe", em parte por causa do seu fiel apoio aos palestinos.

Chavez investe n mundo árabe há muitos anos.
Estes dois altos funcionários assinaram um documento que estabelece formalmente relações diplomáticas e uma Embaixada palestina em Caracas foi inaugurada na segunda-feira à tarde. Al-Malki disse que esta é uma de várias embaixadas e escritórios de representação em países da América Latina, em países desde Cuba até o Chile. Membros do governo palestino afirmam que existem 97 embaixadas e representações por todo o mundo. A Venezuela expulsou diplomatas israelenses em janeiro como protesto contra a ofensiva em Gaza e Israel respondeu expulsando representantes venezuelanos. Chávez rotulou os dirigentes israelenses de "genocidas". Maduro acusou Israel de perseguir os palestinos e dizendo que eles "merecem viver na justiça, na paz, na liberdade e com independência." Al-Malki disse que o governo palestino espera que a nova embaixada em Caracas sirva como uma espécie de central para os esforços diplomáticos por toda a América do Sul. "Também esperamos abrir mais embaixadas palestinas por todo o continente, pois para nós esta é uma grande prioridade a nossa presença neste continente, devido à sua importância política" disse este representante palestino. |
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COM OU SEM AHMADINEJAD, O CIRCO PODE PEGAR FOGO


Caio Blinder, de Nova York.
O circo sem graça de Mahmoud Ahmadinejad vem aí. O presidente do Irã estará em visita oficial ao Brasil em 6 de maio. Na ânsia por um mínimo de cobertura diplomática, o Itamaraty emitiu nota lamentando as declarações contra Israel feitas por Ahmadinejad na abertura da conferência antirracismo da ONU em Genebra. Entre outras coisas, nossa diplomacia lamentou que o presidente iraniano tenha "diminuído a importância de acontecimentos trágicos e historicamente comprovados, como o Holocausto". Mas Ahmadinejad até que foi camarada com a realidade histórica e, de acordo com funcionários da ONU, removeu do seu texto expressões que descreviam o Holocausto como "ambíguo e dúbio".
Mais do que um negador da realidade, Ahmadinejad é um perigo para a realidade. E, no entanto, estará no Brasil, entre outras coisas, em busca de cooperação para o projeto nuclear do seu país. Alguns perguntam: como negar o direito ao Irã de desenvolver seu programa nuclear? O país é signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear, que permite o desenvolvimento transparente de tecnologia nuclear para uso pacífico.
Mais: como negar a bomba para o Irã? Israel já tem seu arsenal. Então, vamos adiante: como negar a bomba para a Arábia Saudita, Egito, Turquia, etc? Maravilha: assim o perigo realmente prolifera. Toda desconfiança é pouca em relação aos desígnios supostamente pacíficos do programa nuclear iraniano. O país desacata as resoluções da ONU sobre o enriquecimento de urânio.
Bizarro e deliberado nas suas provocações, Ahmadinejad, em campanha para ser reeleito em junho, é apenas a face mais visível do regime iraniano. Difícil prever hoje qual será o resultado da eleição no país em que a autoridade suprema não é o presidente, mas o aiatolá Ali Khamenei. Mesmo um governo menos bizarro irá, em princípio, adiante com as ambições nucleares. O projeto nuclear é um projeto nacional e não das facções "mais xiitas" da sociedade iraniana. Deter este programa nuclear deveria ser um projeto global.
Talvez haja algumas diferenças táticas e estratégicas dentro do Irã. Para a linha-dura, a aquisição da bomba pode servir para propósitos genocidas, como um ataque a Israel, ou como dissuasivo para exigir o respeito ocidental e aceitação do regime como ele é. Israel, é claro, não participa deste jogo de dissuasão e acena com o ataque já a médio prazo (pr3ximos meses?). Os reformistas querem ao menos a opção nuclear (vá lá, vamos até admitir que para fins pacíficos), pois, sob razoáveis negociações, calculam que possa levar à aceitação do país como a principal potêncial regional e uma política de distensão (acomodação) com os EUA. Israel não faz distinções neste nevoeiro tático.
Para todos os efeitos, o regime já decidiu que se tornar um reconhecido poder nuclear, ao lado de suas conexões energéticas com a China e a Rússia, irá assegurar um lugar entre as grandes potências. É difícil imaginar um ataque israelense sem, ao menos, o apoio tácito dos EUA. A questão crucial para o governo Obama é se irá aceitar ou não um modus-vivendi com o Irã nuclear. Neste picadeiro, Ahmadinejad é apenas o figurante mais espalhafatoso. (Portal IG)
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HERÓI DE ISRAEL

Harriet Levin não é uma daquelas pessoas que se perguntam por que aconteceu com ela e não com outra pessoa; ela não é alguém que vai tentar colocar a culpa em alguém, ou se culpar por ter permitido a seu filho servir no exército, apesar de um sentimento intimo que algo de ruim poderia acontecer. Harriet Levin não se pergunta "o que seria" se isso não tivesse acontecido. Harriet Levin acredita no destino; o destino do seu filho foi o de morrer numa guerra por Israel e tornar-se uma parte deste país.

Mikey fez o que eu sempre quis fazer e nunca fiz. Ele fez a Aliyah para Israel e se alistou no IDF" disse ela. "Eu sempre sonhei de fazer mais pelo meu país, de vir para cá e ser voluntária". Afinal, a coisa mais fácil é viver numa grande e bela casa nos Estados Unidos e de vez em quando dar um cheque para uma organização pró-Israel" ela explicou." Eu queria dar mais, muito mais, mas não achava que ia dar tanto, que eu iria dar o meu filho. "Harriet Levin no ano passado viu, e de longe, a aldeia libanesa onde o seu filho, o Sargento Michael Levin (22 anos) foi morto por um atirador de tocaia do Hezbollah em 2006. Ela falou com os companheiros da sua unidade e que estavam com ele nos seus últimos momentos, perguntando todos os detalhes e também falou com o médico que tentou salvá-lo.
Na segunda-feira à noite, Harriet Levin participou de uma cerimônia em Jerusalém, especial para os que caíram pelo IDF vindos da diáspora, e organizada pela Agência Judaica MASA, na qual participaram milhares de membros atuais e antigos dos projetos da Agência Judaica.

Aaron que era amigo de Mikey falou durante a cerimônia da sua própria decisão para fazer a Aliyah para Israel e que foi tomada um dia após a morte do sargento e Harriet Levin começou a chorar. "Ele teve sucesso na missão da sua vida – o sionismo, não com a sua vida, mas com a sua morte" ela disse.
Este é o terceiro Dia da Lembrança que Harriet Levin passa em Israel"; Não poderia ficar nos Estados Unidos neste dia" ela explicou. Ela acrescentou que esta foi particularmente difícil porque a cerimônia deste ano foi na ‘Ammunition Hill’, em Jerusalém, e foi o mesmo lugar que ela há anos atrás assistiu o seu filho receber a boina vermelha de pára-quedista. "Desde o seu nascimento eu sabia que ele viria para Israel e se engajaria no IDF" disse ela - "era o seu sonho e em cada visita a Israel se tornava ainda mais forte".
Durante o ano de 2001 quando ocorreu o auge da Intifada ele estudou em Israel durante vários meses. Depois de vivenciar a situação da segurança, ele decidiu não somente se alistar, mas para uma unidade de combate. Michael Levin prosseguiu no seu sonho e se alistou nos pára-quedistas. Quando eclodiu a Segunda Guerra do Líbano ele visitava familiares na Filadélfia – ele arrumou sua mala e falou para sua família "tenho que voltar."

"Depois da guerra foi-nos informado que foi designado para proteger Hebron durante a guerra, mas ele insistiu em ir para a frente de combate, embora o IDF preferisse não enviar soldados sós (aqueles que não têm família em Israel) para a linha de frente" disse Harriet. Antes que ele partisse para a frente, Michael falou firmemente com o seu pai sobre o que aconteceria se ele não voltasse da guerra. Ele disse que queria ser enterrado no cemitério militar do Monte Herzl; quando a família o levou para o aeroporto a sua irmã gêmea, Dara, disse que ela sabia que esse momento seria a última vez que iria vê-lo. Ela perdeu seu último telefonema e só ouviu a sua voz na secretária eletrônica dizendo: "é uma loucura o que está acontecendo aqui, é um inferno, falaremos quando tudo estiver terminado"; eles nunca conseguiram.
Harriet estará retornando para a Filadélfia na próxima semana, mas parte das suas raízes, para sempre, permanecerão na quadra D, fila 6 no Monte Herzl em Jerusalém. (YNET)
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ALUNOS E A HISTÓRIA DE ISRAEL

Quem foi o primeiro presidente de Israel? David Ben-Gurion! Qual era o seu apelido? Davidka. Quem escreveu o hino nacional de Israel - "Hatikva"? Chaim Nachman Bialik; isto é o que os alunos em Israel entre as idades de 10 a 12 anos disseram. Estes dados embaraçosos, que mostram a "ignorância dos alunos em termos da história do Estado de Israel” foram revelados numa pesquisa realizada pelo professor David Chen que é um conselheiro do Ministério da Educação para o nível de estudos fundamentais e reitor da Escola de Educação da Faculdade Acadêmica de Or Yehuda. Este estudo foi realizado entre 527 estudantes e os resultados mostram que apenas 39% dos entrevistados sabiam que Ben-Gurion foi o primeiro primeiro-ministro de Israel, 49% pensavam que Davidka (um morteiro israelense ‘feito em casa’ e utilizado durante a Guerra da Independência) era o apelido de Ben-Gurion (ele realmente era chamado de ‘o velho’); 39% disseram que Ben-Gurion foi o primeiro presidente de Israel, e só 34% sabiam da resposta correta que foi Chaim Weizmann. O que aconteceu no dia 29 de novembro? Apenas 39% sabiam que foi o dia no qual a Assembléia Geral da ONU aprovou a resolução recomendando a partilha da Terra de Israel, para um Estado Judeu e um Árabe.

Alunos ignoram figuras históricas como Ben Gurion e Golda Meir
Quanto à "Hatikva", 35,5% dos estudantes acreditam que o hino foi escrito pelo poeta nacional de Israel, Chaim Nachman Bialik, enquanto que 19% disseram que foi escrito por Theodor Herzl, o pai do sionismo político moderno, e apenas 45% deram a resposta correta: Naftali Herz Imber; Apenas 26% sabiam que Yigal Allon foi um dos comandantes do Palmach (unidade de combate da Haganah durante o período do Mandato Britânico e da Guerra da Independência) e só 19% sabiam que Dov Gruner foi um membro do Irgun (a "Organização Militar Nacional na Terra de Israel"). O resto pensou que ele era membro do Ministro de Governo Palmach.
O pesquisador afirmou que estes dados "não me surpreendem, uma vez que o sistema educacional não enfatiza suficientemente os estudos de história e do civismo. A juventude hoje lê menos e está muito ocupada com passeios, programas com colegas e assistir a TV. "As escolas levam os estudantes para viagens a Eilat onde podem brincar e se divertir muito ao invés de excursionar e conhecer os lugares onde teve lugar a história da criação do Estado de Israel".
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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RESTITUIÇÃO
O Museu Judaico de Nova Iorque está apresentando uma exposição intitulada “Recuperados: Quadros da Coleção Jacques Goudstikker”, que me interessou mais do ponto de vista histórico do que propriamente artístico.

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O judeu holandês Jacques Goudstikker foi um dos mais importantes e influentes marchands da Europa no período entre as duas Grandes Guerras Mundiais. Neto e filho de marchands, que se concentravam exlusivamente em obras de antigos mestres holandeses, Jacques expandiu a expertise da Galeria Goudstikker para incluir antigos pintores do norte da Europa e da Itália, promoveu exibições temáticas inovadoras, vendeu quadros para museus importantes na Europa e EUA, influenciou o gosto de uma geração de grandes colecionadores e acumulou uma coleção pessoal de quase 1400 obras. Temendo a chegada iminente dos nazistas à Holanda, ele enviou alguns quadros para a Inglaterra, reservou passagens num navio para os EUA e conseguiu um visto americano. Deixou o visto expirar, e quando se preparava para buscar os papéis autorizando a sua renovação, as tropas alemãs invadiram a Holanda. Juntou ás pressas todo o cash de que dispunha e dirigiu-se com a esposa e o filho de um ano de idade para o porto (sua mãe recusou-se a acompanhá-los). Só conseguiram embarcar num cargueiro com destino à Inglaterra porque um soldado canadense reconheceu sua esposa, que era soprano e havia cantado algumas vezes para os soldados. Caminhando à noite pelo convés do navio, porém, não percebeu que uma escotilha estava aberta, caiu, fraturou o crânio e morreu instantaneamente (aos 42 anos de idade). Foi sepultado na Inglaterra, mas sua esposa e filho não puderam desembarcar, prosseguindo para o Canadá e depois EUA.

Durante a Guerra a mãe de Goudstikker, que possuía apenas uma minoria das ações da galeria, foi forçada a vender os quadros ao Reichsmarschall Herman Göring por uma quantia irrisória. Alguns dos quadros foram selecionados para o museu que Hitler planejava constuir em sua cidade natal (Linz, na Áustria), outros revendidos pelo preço correto, e a maioria guardados na vasta coleção particular de Göring Logo após a Guerra os aliados conseguiram reaver aproximadamente 200 dos quadros, que foram enviados á Holanda explicitamente para serem devolvidos “aos devidos proprietários” A viúva de Goudstikker tentou em vão recuperá-los, mas não conseguiu superar os obstáculos artificiais da burocracia holandesa, e os quadros acabaram distribuídos por vários museus. Só em 2006, após uma longa batalha judicial, a nora de Goudstikker, única sobrevivente da família, obteve a restituição das obras – 50 das quais estão expostas agora em Nova Iorque - o que o então vice-ministro da cultura caracterizou como “uma sangria cultural” imposta á Holanda.

Já o comportamento do governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger foi diferente. No mes passado, declarando-se satisfeito por poder “corrigir uma das inúmeras injustiças [da Guerra]”, ele restituiu aos netos dos proprietários originais dois quadros venezianos do século XVI descobertos no Castelo Hearst em 2007 pelo advogado da família. Os quadros haviam sido "vendidos" por um casal de Berlim aos nazistas, comprados mais tarde pelo editor magnata William Randolph Hearst, e pertenciam ao estado desde que a família Hearst havia doado a mansão em 1972. Um terceiro quadro permanecerá no castelo-museu, como parte do acordo negociado. A restituição das propriedades confiscadas aos judeus pelos nazistas, no entanto, permanece uma missão incompleta.
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MENSAGEM DOS QUE SE FORAM

Varsóvia.- Operários que faziam reformas perto do campo de concentração nazista de Auschwitz, no sul da Polônia, encontraram uma garrafa com uma mensagem escrita por prisioneiros, em setembro de 1944, onde estão identidades e o local de nascimento de vários deles. "Os trabalhadores demoliram um muro do porão de uma escola próxima ao que foi o campo de concentração, quando encontraram uma garrafa", explicaram à Agência Efe membros a direção do museu de Auschwitz. "Acreditamos que eles arrancaram um pedaço de um saco de cimento para utilizar como papel e escrever a mensagem", completaram.

O colégio onde foi feita a descoberta está em uma área que fez parte das instalações do campo há mais de 65 anos, um centro de matança onde se estima que mais de um milhão de pessoas foram assassinadas, em sua maioria judeus. Na nota, escrita por jovens prisioneiros com idades entre 18 e os 20 anos, se detalha a identidade de oito deles, sete poloneses e um francês, o número de identificação dado pelas autoridades nazistas e o local de nascimento. O museu confirma que a garrafa e sua mensagem serão expostas no centro de visitação como parte do legado de Auschwitz, o campo de concentração mais letal do Nazismo.
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BARAK E A PAZ COM ISRAEL

O ministro da Defesa Ehud Barak disse que as manobras conjuntas turco-sírias lançadas na segunda-feira são um "desenvolvimento perturbador". A Turquia e a Síria realizaram o seu primeiro exercício militar conjunto com o objetivo de incrementar os laços das "forças terrestres entre os dois países. No entanto, Barak acrescentou que "acredita que as relações estratégicas entre Israel e a Turquia irão transcender a necessidade que a Turquia tem de participar neste exercício". Conforme divulgado pelo exército turco "o objetivo deste exercício é o de aumentar a amizade, a cooperação e a confiança entre as forças terrestres dos dois países e para aumentar a capacidade das tropas de fronteira para treinarem e trabalharem juntas".

Guilad Shalit e seu pai.
Ao mesmo tempo, o Ministro da Defesa visitou na segunda-feira famílias e a base do IDF Tel Hashomer. Durante a visita Barak disse: "Nossos corações estão com Gilad Shalit e com os outros soldados desaparecidos; estamos empenhados em fazer o que pudermos para trazê-los de volta para casa, e quanto mais cedo, melhor". Na próxima segunda-feira, Noam que é o pai de Gilad Shalit, viajará para os Estados Unidos onde se reunirá com funcionários do governo e representantes da comunidade judaica com a finalidade de procurar ajuda para promover a libertação do seu filho.
Durante a sua visita à base Barak também se referiu à questão das negociações de paz com a Síria e disse: "o interesse principal do Estado de Israel é o de chegar a um acordo com os seus vizinhos, o que inclui a Síria, e ao mesmo tempo proteger de todas maneiras possíveis os interesses vitais da segurança de Israel".
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UNIÃO EM IOM HAATZMAUT


Acontecerá no próximo dia 12 de maio (terça-feira), às 14h30, no Teatro Arthur Rubinstein de A Hebraica, o evento União em Iom Haatzmaut, uma parceria da B´nai B´rith, Emunah, Fundo Comunitário, Grupo Chaverim, Hebraica, Lar das Crianças da Cip, Na´amat Pioneiras São Paulo, Unibes e Wizo São Paulo. O evento será apresentado pela jornalista Amália Rocha e contará com uma programação cultural e festiva que vai marcar os 61 anos da Independência do Estado de Israel, com apresentações musicais de Carlos Slivskin, Sabrina Shalom e Soli Mosseri, palestra do vice-presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, Mario Fleck e pronunciamento da Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro, Claudia Costin. O evento tem o apoio da Federação Israelita do Estado de São Paulo.
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EMOCIONADA MENSAGEM

Queridos amigos, 1 ano em Israel !
A oportunidade de estar aqui e completar o calendário judaico, VIVENCIANDO os Chaguim (festas), e o privilégio de sentir a emoção de CHORAR NO YOM HASHOAH , numa cerimônia inesquecível com os sobrevivente no YAD VASHEM.
Subir o MONTE HERTZEL e chorar com as famílias dos soldados mortos e ontem celebrar, com toda a população em praça publica, o dia da independência. Estamos muito tocados.
Viver isto aqui em Eretz Israel é muito impactante.

Ontem, na praca Kikar Rabin, fui chamada ao palco frente a multidão, e GRITAMOS EU E EINAT SARUF JUNTAS COM TODA MULTIDAO, AM ISRAEL CHAI EM CORO! Foi uma experiência inesquecível. Eu estava representando os judeus da diáspora que ACREDITAM NESTE PAÍS.

AM ISRAEL CHAI !
MARCIA KELNER POLISUK - De Israel - Exclusivo para a Rua Judaica.
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EVENTOS SOCIAIS


POSSE DA ABCBB-RIO(B´NAI B´RITH-RIO.na Sinagoga de Copacabana-26/04/09..
Jayme Gudel;rabino Eliezer Stauber;Freddy Glatt;HP-Ernesto Maier Rymer(2009/2010)
Samuel Benoliel;Jorge Janiuk;Leon Maye(Vice-presidente região centro) e Jayme Christof..

Na foto Miguel Grinspan confraterniza com o Comandante, Coronel WUNDERLICH, veteranos paulistas do BG e os Boina Azuis das Forças de Paz do BATALHÃO Suez, no vetusto aquartelamento que no passado abrigou os Dragões da Independência, e mais recentemente o CPOR, e de onde ele, então um jovem de 20 anos partiu para aquela fantástica experiência no Velho Mundo.(I.Blajberg)


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Vitima que fui da perseguiçao racial de Hitler, encontrei abrigo no Brasil graças a intervençao pessoal de dois benditos diplomatas brasileiros que entenderam o perigo da descriminaçao. Senhores, depois de apenas 70 anos passados, nao permitam que o magnânimo nome do Brasil seja manchado por esta vergonha, dando palco a essa víbora que so abriga peçonha.
Ellen Manzbach Kazachinsky- Israel
Prezados Senhores Jornalistas, formadores de opinião. Em face da chegada do hitlerzinho cujo nome não desejo pronunciar . Não nos resta nada para impedir o "convidado" do nosso presidente entrar em nosso pais. Mas algo deve ser feito, pois não adianta somente se lamentar ; Ouso propor para que a nossa comunidade e o povo brasileiro em geral protestar no mínimo, usando as roupas pretas no dia da chegada deste animal feroz vestido de ser humano. O mundo precisa tomar conhecimento da nossa indignação e protesto dentro das nossas limitações.No caso de senhores aceitarem a sugestão será necessária gigantesca divulgação na imprensa escrita e falada.
Rita Brau - Sobrevivente do gueto de Stanislavov
Prezado Embaixador Luiz Felipe Lampreia, Eu e Clara ficamos muito sensibilizados com o seu artigo sobre o "Amadinejá", que infelizmente deverá vir ao Brasil nos proximos dias.
Jacob e Clara Steinberg
Shalom Osias, Começou a pouco o Yom ha Zikaron e acabo de escutar na estação de radio do exercito - Galei Zahal uma entrevista triste, emocionante e interessante com Natan Galkovitch de kbutz Bror-Hail. Natan contou sobre a filha Dana z"l , os sentimentos, o restaurantefeito em sua memoria e contactos com o governo do Brasil.Vale uma entrevista/artigo em seu jornal - se ainda não foi feita.Aconselho.Hag Atzmaut Shameah
Ronaldo M. Zelovics-Israel
Estimado Osias,Meu comentario se refere ao topico Rua Judaica Edicao Extra:
"Não há restrição no Itamaraty a estreitar relações com a República Islâmica do Irã. A dúvida é se convém no momento a Lula aparecer numa foto com Ahmadinejad, ambos sorridentes e de mãos dadas."Este assunto ocorreu recentemente na reuniao da ONU, onde o Presidente Suico Hanz Rudolf Merz fez malabarismo para a imprensa nao publicar fotos de cumprimentos de mao com Ahmadinejad , mas algo chegou a imprensa, como o Globo divulgou, foto abaixo. Assim, quero ver o malabarismo que Lula fara para evitar a imprensa , quando apertar a mao de Ahmadiinejad, talvez abraca-lo, talvez dando um belo sorriso. O que a Comunidade Judaica deve fazer, alem de abaixo assinados, como o que assinamos e' a presenca fisica ate de repudio a Lula se ele cumprimentar . Ademais pressionar que Clara Ant, Jaques Wagner e Carlos Minc se manifestem publicamente e solicitem exoneracao. Nao vai ser facil um judeu cumprimentar Lula depois que ele apertar a mao de Ahmadinejad.Abracos
Jose Rozental-ISRAEL
Julio:
Achmadinejad so' fala. Ainda nao matou ninguem aqui em Israel. No entanto, Arafat foi o terceiro maior assassino genocida de judeus do seculo XX (apos Hitler e Stalin). Apesar disso, quase nao teve politico de Israel que nao apertou a mao desse assassino. Pior ainda: voce foi a favor do acordo de Oslo, um acordo criminoso que causou o assassinato genocida de cerca de 2.000 judeus (familias inteiras dizimadas!!!) + ferimentos e invalidez a dezenas de milhares de outros. O Hamastao e' o resultado direto desse acordo famigerado de Oslo.
Voce sempre apoiou essa "paz" com o "povo palestino". Entao, antes de voce dizer algo sobre Achmadinejad, lembre-se do velho ditado americano que diz: Clean your finger before you point at someone else's spot…
Moshe Rosenblatt
Caro Osias! Propnho mandar instituir o dia 6 de maio como o "Dia Nacional da Vergonha e do Cinismo da Política Externa Brasileira". Proponho ainda que nesse dia nefasto todos os membros da comunidade judaica vistam e saiam com alguma peça de vestuário da cor Negra.
Hazak Veematz!
Gabor Peter Nagy
Prezado Osias, bom dia.Gostaria de, primeiramente parabenizá-lo pelos informativos, sempre corretos e oportunos. Mas dessa vez você pisou na bola. Citar essa cidadão, Diogo Mainardi, numa coluna judaica apesar do mesmo estar contra a vinda de Ahmadinejad, foi uma bola fora. Esse cidadão é dono de frases no mínimo polêmicas, mostrando que é disso que ele gosta, alimenta o ódio de muitos leitores e muitos o ignoram de suas leituras na Veja. Acredito que seu informativo não deveria citar colunistas polêmicos e que gostam de alimentar o ódio mútuo como essa passoa. Nessa coluna mesmo ele coloca no mesmo patamar bandas de Rock e o Ahmadinejad, o que, na minha cabeça, não faz nenhum sentido.Um abraço,
Benny Kessel
Sr. Redator:Confesso-me surpreso com o espaço concedido ao Embaixador do Irã, Sr. Mohsen Shaterzadeh. No artigo de ontem ressalta, em quatro oportunidades, que o Irã é uma República Islâmica. Mas esquece de mencionar as perseguições que seu país continua a fazer contra os que processam outras religiões, entre elas todas as Cristãs Evangélicas, a Católica e a Bahai. Ele esquece que seu Presidente é um racista, negador cotumaz do Holocausto que assassinou 1/3 de todo o povo Judeu, repudiado pelo Ocidente que abandonou em massa a reunião anti-racista quando - em plena Suíssa democrática - atacou o povo Judeu, as nações Ocidentais e o Estado de Israel.Seu país insiste em desenvolver armas atômicas, mesmo depois de instado por todo o mundo civilizado a suspender seu programa.É uma vergonha que o Governo Brasileiro o receba. E infelizmente, uma tristeza que a Folha lhes dê espaço!
Marcos L. Susskind
Prezado Osias - como vês, teu apelo já estava atendido, pois não me contive quando recebi o comunicado da Embaixada de Israel. Espero que mais cidadãos, judeus ou não, levem seu protesto ao jornal. Abraços e cumprimentos do Pedro e meus por tua atuação tão decidida e desassombrada!
Matilde Gus - RGS
Meu caro Osias,Lamentavelmente, fiel à sua posição de esquerda, o Alberto Dines não menciona que alas importantes do PT e o PSOL apóiam Ahmadinejad e suas posições no tocante à Israel. Ele repete a cantilena que a esquerda consagra atribuindo à liderança israelense uma postura contra um estado palestino, o que não é fato.Alias, mandei para seu sobrinho Arnaldo, e vou lhe copiar, artigo escrito por Greg Sheridan, Editor de Assuntos Internacionais do THE AUSTRALIAN. Este é um dos principais jornais australianos, de propriedade do Rupert Murdoch, um bom amigo de Israel e dos judeus. O Greg Sheridan é muito respeitado na Austrália e na comunidade jornalística de língua inglesa.Abraços,
Ruy Flaks Schneider
Desembarca no Brasil em 6 de maio p.v. o belicoso Ahmadinejad, cujo último “feito” foi implodir um Congresso na ONU, onde os representantes europeus abandonaram a sala de reuniões e o encontro foi encerrado precocemente.Aspiramos que o nosso Presidente Lula não permita que ele continue a atacar o Estado de Israel, pregando a sua destruição. É bom lembrar que o Brasil, através do seu Chanceler,o saudoso Oswaldo Aranha, votou pela partilha da Palestina, com a criação de um Estado Judeu e outro Árabe, convivendo pacificamente.
Sylvio kelner
Queitado Lula ele se coloco em uma situação dificil que seu acessores devem achar um meio para se sair !!A mais logico é cancelar sob qualquer pretexto a vinda no Brasil do não desejavel dirigente Iraniano.Pense seriamente nisto...
Armand Samuel Mifano
De que adianta o Presidente Lula participar pela 3ª vez consecutiva na cerimonia pela lembrança das vítimas do Holocausto, inclusive dizendo que deve ser lembrado como exemplo de intolerância, se agora ele irá receber com tapete vermelho o indesejável Presidente do Irã?
Jacob Bider - São Paulo
Uma pena que o presidente Lula, uma figura com grande compreensão humana não consiga entender que mesmo as atraentes relações comerciais com o Irã não compensam o peso moral de estar ao lado de um homem que nega o Holocausto, elogia Hitler e prega a extinção de Israel. Receba nosso total repúdio à presença do Presidente do Irã no Brasil.
Segadas Vianna
Trecho do artigo do Correio Braziliense, absolutamente mentiroso, provocativo e calunioso, como soe acontecer com os direitistas: Do ponto de vista político, a posição de Ahmadinejad sobre o conflito no Oriente Médio tem apoio no Brasil dentro do núcleo dirigente dos partidos de esquerda, especialmente no PT e no PCdoB. As duas legendas abrem cada vez mais espaço para formulações que negam o direito de Israel existir como um Estado Judeu, mesma posição de Ahmadinejad.
Max Altman-SP
SUGIRO "LUTO PESSOAL" (TARJAS PRETAS NO BRAÇO DAS CAMISAS EM PROTESTO!) enquanto durar a visita do TERRORISTA IRANIANO em solo brasileiro pelas pessoas de bem deste país! Aqui no Brasil nós não estimulamos o conflito pessoal entre pessoas de credos diferentes: aqui nos as respeitamos! Seria bom este TERRORISTA saber disso! Lá no país dele, com a força opressora do estado iraniano ele pode matar, roubar e destruir pessoas que creem diferente dele: EXATAMENTE COMO HITLER FEZ! AQUI NÃO! Admira-me políticos brasileiros sentirem prazer mórbido em receber tal pessoa em nosso país! Será que um dia teremos VERDADEIROS ESTADISTAS DEMOCRÁTICOS governando este país? Espero que sim... Eu espero realmente que sim... A direção até agora tem sido outra!SHALON sobre o povo brasileiro! SHALON sobre o povo judeu! SHALON sobre os povos de bem!
Celso Aaron Monteiro Iglesias
Caro Osias, Permita retificar a sua noticia a respeito dos que tentam boicotar a apresentação do Leonard Cohen em |srael.Não são ativistas palestinos, e sim judeus ativistas pró-palestinos e que pregam a devolução de todo o solo hoje ocupado por Israel.Vale a pena V. informar-se a respeito de tais fanáticos.Abraços
Telmo Kothar
Achei as duas resenhas muito boas. Porém, Mainardi, depois de um texto de tanta clareza e perspicássia, termina com: "O que Lula fará quando se encontrar com Mahmoud Ahmadinejad? Simples: ele ficará sentado, calado, como um pai de santo mangueirense num congresso da ONU." Acho que afetou o final com uma colocação que possui um certo sentido de preconceito, que muito embora tenha um alvo definido, esbarra num esteriótipo bobo "pai de santo mangueirense". Uma pena, em minha opinião este final "com raiva", que acaba baixando a força das colocações tão boas e feitas de forma bem humorada e criativa. Mas os dois texto são muito bons! Esclarecedores e principalmente o do Arnaldo, buscam caminhospara a paz. Mas que alguma manifestação deve ser feita quando o "intolerável" passar
por aqui, isto me parece, a princípio, extermamente importante. Os acontecimentos na Argentina também são de alta relevância para serem mencionados ao grande público! Atenciosamente,
Ricardo Szpilman
Caro Osias, Aprecio e respeito profundamente o esforço, a seriedade e a competência do Notícias da Rua Judaica. Por seu intermédio gostaria de fazer um apelo para que os dirigentes de nossa comunidade - os jovens também - se mobilizem diante da visita desse ser repugnante, representante da outrora Pérsia, que já deu líderes como Ciro, Dario e o próprio Xerxes, tido como o bíblico rei que escolheu Esther para rainha. O Iran hoje não é somente um perigo por causa da bomba atômica, também o é por ser um poderoso veiculador de antissemitismo difundido urbi et orbi através da informática, de aliados tipo Chavez, Morales, é um exportador do Hezbolah, Hamas e toda a forma de terrorismo. É o que nosso governo está importando, em troca de apoio a uma cadeira no Conselho de Segurança e pretensos acordos econômicos. Seria o caso, décadas atrás, de o nosso governo convidar Hitler, por motivos pragmáticos? A idéia do dr. Roimicher não é má, tarjas pretas, estrelas amarelas... - mas complicada. Algo extra-muros tem de ser realizado, um manifesto com personalidades de todo o Brasil, uma passeata com cartazes contra a lapidação, o antissemitismo, o assassinato de gays, algo abrangente. O que não podemos é ficar inermes. Ainda é tempo.
Esther Largman
Amigos! Não sou judeu...ainda, mas comungo com as idéias e manifestações do povo judaico. Impressionante como uma comunidade que nasceu do ventre judaico não se manifesta de forma peremptória contra essa nuvem preta e espúria comandada por um psicopata islâmico. João Paulo II bem que tentou restabelecer um cordão umbilical entre católicos e judeus. Esforçou-se mas não conseguiu. Talvez porque a maioria dos católicos não sabem porque são católicos!!! Uma história bem complicada essa do poder temporal da igreja, soit disant de Cristo.Outro espanto é a falta de definição dos brasileiros, de qualquer credo, sobre o episódio da visita desse louco iraniano. A não manifestação é uma cusparada nojenta por sobre as milhares de famílias que mandaram seus filhos para morrerem na campanha da Itália durante a II Guerra contra os nazistas. Memória fraca? Falta de raciocínio? Falta de convicção pelas suas crenças, isso sim!!Quanto ao presidente Lula, parece que estamos revivendo a incerteza getuliana durante a IIGuerra. Será que esse tresloucado vem pagar a dívida que o Iran nunca pagou resultante de um investimento que o Brasil efetuou ao montar no passado uma fábrica de Brucutús no Iran. Nem para isso ele serve. (beside the point)mas só para lembrar que até a apropriação indébita eles praticam.Tudo isso é fruto da ignorância mantida entre nossos analfabetos, tanto os efetivos como os funcionais sobre tantas coisas que acontecem no mundo e ameaçam a sociedade pacífica e produtiva de países democráticos. O Iran, por exemplo não entende de democracia, de direitos humanos, de igualdade de oportunidades, de respeito pelo ser humano. Fazem questão de não entender e querem que o mundo inteiro comungue com a agressão que praticam contra os direitos humanos pacíficos e construtivos. As mulheres que o digam, quando enfrentam a ablação cirúrgica e a entropia política e moral que lhes é imposta.Em fim, aí vai meu repúdio por esse estado de coisas e com certeza junto também o da minha família que conta com duas noras judias que eu amo e defenderei com a morte se for preciso. Tenho também uma namorada judia que eu amo e que me ajuda a seguir o ritual judaico em todas a ocasiões em que a tradição judaica se manifesta.
Salve Israel e que D’us bendiga judeus do mundo.
Francisco Fialho
Parabens ao nobre e corajoso Deputado Federal MARCELO ITAGIBA, mais uma vez presente na Tribuna em defesa dos valores dos Brasileiros, Judeus e Sionistas nesta vergonhosa hora da vinda ao Brasil de um terrorista travestido de presidente do Ira!!
Rafael Jaimovick.
A vinda de Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil significa um desrespeito à memória das vítimas assassinadas no Holocausto e à comunidade judaica brasileira. Representa ainda uma ameaça a nossa democracia e um acinte
àqueles que lutam pela liberdade e pelos direitos humanos. Além de negar o Holocausto e de defender a destruição de Israel, o presidente iraniano comanda um regime responsável por sistemática perseguição a
minorias, por inaceitável cerceamento aos direitos da mulher e por feroz repressão a liberdades individuais. Diga não a sua presença no nosso querido Brasil!
Flavio Unikowsky
Shalom! Ao tomar conhecimento da sua reportagem "MINC SOFRE PATRULHAMENTO ANTIDEMOCRÁTICO", confesso-lhe que fiquei muito estarrecido. Ora, há quase 25 anos, o Brasil retornava ao rumo da Democracia. Houve uma salutar pluralização de partidos e idéias políticas; fortalecimento das Instituições; uma maior conscientização política do povo brasileiro; modernização do país e crescimento. A História do Brasil registrará as grandes realizações tanto da gestão Fernando Henrique Cardoso (1994-2002) como do atual presidente Luís Inácio da Silva (2003-), com seus naturais méritos e eventuais falhas. Graças à percepção de estadistas de ambos, o Brasil torna-se uma ativa potência emergente no cenário internacional. Gostaria de ressaltar que fiquei profundamente estarrecido com a crítica dirigida ao Ministro de Estado do Meio Ambiente, Dr. Carlos Minc. A liberdade de impresa e de expressão são direitos sagrados da democracia. Realmente, concordo com a idéia de que o governo Hugo Chavez constitui uma grave preocupação para a América Latina. Quando assumira o poder, em 1999, foi festejado por setores da sociedade, da política e da intelectualidade, como uma liderança expressiva da América Latina....O que se constata, de fato, na Venezuela, é um grave processo de empobrecimento, populismo cego, oposição silenciada, odioso antissemitismo...e o que mais preocupa, a - por demais noticiada na Mídia internacional - a aproximação de Chavez ao regime teocrático do Irã, liderado pelo filo-nazista Ahmadinejad. Atuo há 21 anos com as Relações Internacionais, e afirmo que as preocupações vindas dos setores atentos da sociedade brasileira frente à liderança "fascista-populista" de Hugo Chavez têm procedência. O Dr. Carlos Minc Baumfeld é reconhecido pela sociedade brasileira, como um dos mais dignos filhos do Brasil; ardoroso humanista e democrata; respeitado nacional e internacionalmente como líder e pensador ecologista; brilhante intelectual (Doutor em Economia do Desenvolvimento, pela Universidade de Paris I, Sorbonne); destacado professor da UFRJ; carismático político (fundador do Partido Verde e deputado estadual, pelo Rio de Janeiro, desde 1986, no seu sexto mandato consecutivo); laureado com o Prêmio Global 500 (da ONU, em 1989); e um dos mais competentes ministros do Governo Lula. Também é um dos membros mais atuantes da querida comunidade judaica do Rio de Janeiro - é meu conterrâneo! Ao o Dr. Carlos Minc, gostaria de oferecer a minha integral solidariedade; bem como, à "Notícias da Rua Judaica" (mencionada no artigo de "O Globo") - liderada pelo nosso querido chaver Osias Wurman -, a qual considero como a melhor organização da mídia digital no Brasil. Shavua tov! Shalom!
Prof. Marcelo Vieira Walsh
Personalidades que não preguem bons principios de liderança não pode ser convidado por um lider que até agora tem se mostrado equilibrado ,democrático e respeitoso com a moral e o bom senso. Aguardamos mais um desfecho de bom senso ou seja o cancelamento diplomático desta vista
Raphael Horn
"Como disse Elie Wiesel, no Yom Hashoa, não podemos nunca nos calar, e pensar que esse ou outro comentário, ou ato antissemita, vai passar; devemos sempre nos rebelar, lutar, e nunca, nunca calar!!!"Essa é a liçao que devemos passar para os jovens brasileiros,de toda sociedade, judeus e não judeus.Quando um comentário ou uma insinuação antissemita é feita, deve ser rebatida de imediato e dependendo do que for dito, a polícia pode e deve ser acionada.Independente disso, qualquer cidadão que se sentir discriminado pode buscarpelos seus direitos na justiça, o que além de saudável é educativo.No me entendimento, essa discussão deveria estar acontecendo nas universidades e lideradas pelos movimentos juvenis.Porém, para que aconteça de forma produtiva é preciso que a juventude judaica participe ativamente da vida política do país, seja em associações de moradores, centros acadêmicos e diretorios centrais dos estudantes, entidades de classe ou dos movimentos sociais em geral.É preciso transversalizar também as nossa demandas e uma delas é a luta contra o antissemitismo, precisamos estar cada vez mais presentes e atuantes na luta pelos direitos humanos de todas as pessoas e colocar como prioridade nas nossas agendas o combate ao antissemitismo. Aprovar o Projeto de Lei do Deputado Federal Marcelo Itagiba, que penaliza aqueles que não reconhecem o Holocausto e os Crimes Contra a Humanidade deveria ser uma das propridades das comunidade judaicas, pois teríamos um recurso legal na luta contra o revisionismo e antissemitismo.E essa mobilização pode começar a partir das escolas ou dos movimentos juvenis,com e-mails e abaixo-assinados para os deputados federais, ou através de uma ação conjunta e continuada das instituições judaicas...o importante é que seja votado e aprovado. Realmente no meu entendimento, a luta contra o preconceito e a discriminação, que engloba o combate ao antissemitismo, deve começar na educação infantil e para isso precisamos ter uma participação mais ativa na vida polítca do país e uma parceria maior com os governos, em todas as esferas. Não é um fato que no Brasil o holocausto é ensinado e é de domínio público.Em algumas escolas é "relativamente" ensinado e na grande maioria apenas citado. O Holocausto foi um evento único na história e não pode ser confundido com nenhum outro e é dessa forma que deve ser transmitido.Como "Holocausto Nunca Mais",e em todos os estabelecimentos de ensino do Brasil,públicos e privados, e para todas as idades. Isso precisa ser trabalhado com mais ênfase dentro do PNEDH e de preferência logo.
Claudia Grabois-Diretora de Inclusão Social da FIERJ
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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