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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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- O primeiro-ministro de Israel, Bibi Netanyahu, pretende visitar o Brasil em 2010. |
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- 69% dos israelenses são a favor de celebrações do Ano Novo em Israel. A maioria não vê nenhum problema com a comemoração, mas se opõe ao financiamento do evento pelo governo. |
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- Lula pretende visitar 21 países, de fevereiro a julho de 2010, incluindo roteiros novos como Israel, Irã, Cisjordânia e pelo menos cinco nações africanas. |
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- O Ministro de Finanças de Israel anunciou um novo corte nos impostos e aumento drástico no preço da água em 2010. |
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- Cerca de 40% dos judeus, que totalizam 13,3 milhões em todo o mundo, moram em Israel, segundo pesquisa liberada hoje. Os casamentos inter-religiosos são apontados como o maior fator da diminuição global de judeus, com destaque para os realizados na Rússia, com 75% dos casamentos, EUA com 55%, França e Inglaterra com 40%, Canadá com 35%, Austrália 25% e México com 10%. |
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- Auschwitz recebeu um número recorde de visitantes em 2009 totalizando 1,3 milhão de pessoas. |
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Osias Wurman
Jornalista
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“EXPERIENCIA MEMORÁVEL”
Estas foram algumas das palavras contidas na emocionada mensagem que recebemos do Presidente Shimon Peres, Premio Nobel da Paz, ao referir-se à sua visita ao Rio de Janeiro.
Foram realmente momentos inesquecíveis para todos os que puderam presenciar a recepção entusiasmada do público presente, a participação dos alunos de três escolas judaicas do Estado, as canções apresentadas pelo Coral Israelita Brasileiro, e os mais de 40 minutos do fantástico discurso presidencial.
Ao término de sua fala, o Presidente Shimon Peres foi literalmente ovacionado por uma platéia que o aplaudiu de pé por alguns minutos.
Para perpetuar esta data histórica da comunidade judaico-brasileira, o Consulado de Israel no Rio de Janeiro está preparando um vídeo com o evento do Hotel Copacabana Palace, incluindo a íntegra do pronunciamento em hebraico de Shimon Peres, com versão simultânea para o português.
Se desejarem receber uma cópia deste vídeo, INTEIRAMENTE GRÁTIS, envie imediatamente seu nome completo, endereço para entrega, CEP e CPF do solicitante para: consulisraelrj@gmail.com
Serão disponibilizadas cópias em número limitado, sendo um vídeo por CPF, e a prioridade para o envio será por ordem de recebimento do pedido.
Esperamos poder proporcionar uma eterna recordação aos que estiveram presentes, bem como a todos que não puderam participar, seja por falta de lugares ou por residirem em outros Estados ou no Exterior.
AM ISRAEL CHAI !
QUE VIVA O POVO DE ISRAEL !
O PRESIDENTE
Jerusalém, 6 de dezembro, 2009
Estimado Sr. Wurman, Estimado Osias
Foi um distinguido prazer vê-lo na ocasião da minha visita ao Rio de Janeiro, e eu gostaria de começar transmitindo as minhas congratulações do coração por sua nova posição.
Dentro deste contexto, desejo expressar minha profunda admiração pelo comovente evento da comunidade Judaica, que tocou-me profundamente. Sou agradecido a você por esta experiência memorável e por apresentar-me a esta comunidade rica e vibrante, envolvida numa larga e interessante variedade de atividades culturais. A ocasião provocou uma impressão inesquecível em mim.
Desejo-lhe todo o sucesso no seu caminho pela frente e estendo os meus melhores votos à maravilhosa comunidade Judaica do Rio.
Cordialmente,
Shimon Peres
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COMUNICADO AOS LEITORES

A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer que todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.
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JUSTIÇA CONDENA OS “PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO”

Em julho de 2005, o então presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro – FIERJ, Osias Wurman, e seu diretor-jurídico, Jacksohn Grossman, fizeram entrega ao Procurador-Geral de Justiça deste Estado, de representação contra a Editora Centauro, em razão de haver editado a obra apócrifa “Protocolos dos Sábios de Sião”, vendida na Bienal do Livro, recém-realizada no Riocentro.

Iniciava-se aí uma longa e árdua batalha judicial, na qual a comunidade judaica, representada pela FIERJ, e atravessando três gestões, teve decisiva atuação. Isto porque, após a abertura pelo Ministério Público da ação penal (denúncia) contra os sócios da Centauro, a FIERJ requereu e conseguiu funcionar como assistente de acusação, o que foi permanentemente torpedeado pela defesa dos réus, já que estes tentaram mediante diversos recursos, afastá-la do processo.
Inúmeros outros incidentes, habeas-corpus e recursos foram tentados pelos acusados, inclusive junto ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal, visando extinguir o processo.
Após produzidas diversas provas, dentre as quais o testemunho de Osias Wurman, eis que vem de ser proferida sentença condenatória dos proprietários da Editora Centauro, pelo MM. Dr. Juiz da 28ª. Vara Criminal, à pena de 2 (dois) anos de reclusão e multa, convertida por serem os réus primários, em serviços à comunidade, por infração ao art. 20 § 2º., da Lei no. 7.716/89.
Nas alegações finais da FIERJ, subscrita pelos advogados Jacksohn Grossman e Ricardo Sidi, havendo também funcionado no processo o advogado Ronaldo Orlowski, foram ressaltados, além de outros pontos, os vínculos dos acusados com admiradores do nazismo, conforme as páginas do orkut que mantinham na internet. Além disso, foi anexado ao processo um exemplar do livro, em cuja contracapa consta tratar-se do “perigo judaico” e o que seria “o mais terrível e cínico plano subversivo da história, o plano dos judeus para dominar o mundo”. Também foi destacado que todo aquele que ofende a dignidade pessoal de qualquer ser humano, especialmente quando movido por razões de fundo racista e discriminatório, também atinge – e profundamente – a dignidade de todos os demais seres humanos.

Esta é a segunda condenação no país de um editor de livros antissemitas, já que a primeira foi no Rio Grande do Sul, de Siegfried Ellwanger(S.E.Castan), mantida pelo STF, em cuja decisão o livro “Protocolos” foi identificado como disseminador do ódio e preconceito contra os judeus, conforme consta dos votos dos Ministros Maurício Corrêa, Gilmar Mendes e Ellen Gracie.
De parabéns a comunidade judaica por não haver se deixado levar pela indiferença e combatido os que ofendem a Humanidade com suas práticas discriminatórias e preconceituosas.
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NETUREI KARTA PASSAM O SHABAT COM O HAMAS EM GAZA

Vários membros de uma seita judaica anti-sionista passaram o sábado na Faixa de Gaza com alguns dos piores inimigos de Israel, o grupo islâmico Hamas.

Yisrael Dovid Weiss, um dos líderes do radical Neturei Karta, disse no sábado que seu grupo estava em Gaza para mostrar apoio ao povo palestino.

Um membro dos NK com as crianças em Gaza (Foto: AP)
A seita denuncia a existência de Israel, porque eles acreditam que os judeus devem viver no exílio, sem o seu próprio país, até a vinda do Messias. Neturei Karta tradicionalmente apóia os inimigos de Israel - especialmente o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, a quem abraçaram numa conferência de negação do Holocausto em 2006.
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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ANO NOVO SEM CHAMPANHE
Eu estava na rua, dirigindo o meu carro de volta para casa, quando ouvi a contagem regressiva do Ano Novo pelo rádio. Não vi nenhum fogo de artifício nos céus de Petah Tikva. Não ouvi salvas de palmas, ou o pipocar de garrafas de champanhe. Numa das estações de rádio, a programa continuou normalmente, sem muita consideração pela virada do ano e da década. Numa outra estação – com perfil mais jovem – o Ano Novo foi lembrado com um programa especial bem animado. Mas, ainda assim, nada parecido com o carnaval promovido pelas TVs e rádios do Brasil.
Não que os israelenses tenham ignorado totalmente o Ano Novo. Mas, sem dúvida, o clima por aqui não é o de festa coletiva. Enquanto, no Rio (apesar das chuvas), 2010 foi recebido com muita festa nas praias e em vários locais públicos, por aqui a contagem regressiva foi comemorada por alguns em festinhas privadas. Restaurantes, hotéis e discotecas também marcaram a virada do ano, mas sempre a portas fechadas. A polícia aumentou a presença nas ruas, principalmente em Tel Aviv, onde algumas ruas foram até mesmo fechadas. Alguns grupos de “foliões” foram vistos, aqui e ali. Mas, no geral, a vida continuou normalmente, sem a sensação de festejo popular, de feriado nacional.
Confesso que sinto falta da euforia coletiva do Ano Novo carioca. Mas cada país tem suas festas nacionais. Por aqui, tem Pessach, Purim, Chanuka, Rosh HaShana, Yom Haatzmaut... Todas datas alegres e bem festejadas. O Ano Novo gregoriano não está no calendário das festas oficiais. Governo e prefeituras não financiam festas de réveillon. Mas, apesar disso, a data é cada vez mais comemorado em Israel, principalmente por imigrantes (da ex-União Soviética e de outras regiões), turistas, trabalhadores estrangeiros, israelenses mais cosmopolitas e jovens em busca de razões para cair na folia.

Aliás, o Natal também parece estar tomando força, apesar do que eu escrevi há duas semanas. Aleguei que os símbolos natalinos não são bem vistos pela maioria em Israel. Mas recebi um e-mail muito interessante de uma antiga conhecida, a Adriana, que vive num kibutz no Norte do país. Ela informa que comemorar o Natal é cada vez mais “normal” onde ela mora. Reproduzo abaixo partes do e-mail, muito revelador. Uma visão diferente da que eu tenho aqui no Centro. Sinal de que Israel é um país muito mais complicado – e fascinante – do que se pensa! Obrigada, Dri!
“Querida Daniela, quando li teu artigo sobre o Natal, fiquei pensando porque parecia tão estranho.... E aí entendi. É que você escreveu a partir do Centro, dos jornais, Tel Aviv, Jerusalém. E eu, morando no Norte, a realidade e outra. Sabe, é super "in" na escola da minha filha fazer Natal. Aqui no nosso kibutz, tem umas cinco ou seis famílias que "comemoram" Natal. Detalhe: a professora da minha filha queria dar aula de reforço na sexta-feira de Natal, mas metade da turma não podia, pois era Natal....
“A gente começou fazendo Natal discretamente, uma árvore pequenininha, de que só nós tínhamos conhecimento. Daí foi crescendo, luzes na árvore, enfeites, luzes na janela, até ter um ano em que eu cheguei a ser Papai Noel e visitei três outras casas com presentes...
“Baixamos o perfil de novo agora que nossas crianças cresceram, mas todo ano tem amigo da minha filha ou do meu filho pensando em vir jantar com a gente. Em dezembro, depois de Chanukah, trazemos as crianças para verem a árvore, e nosso Natal e algo puramente estético, sem nada de religião. É claro que isso tem a ver com o fato de morarmos em kibutz, de morarmos no Norte. Natal é uma festa bonita, feita para os olhos, e as pessoas curtem ver árvores enfeitadas e luzes, não? Acho que estatísticas esquecem olhos e corações.... E, é claro, a periferia....”.
Novamente, obrigada por essa visão diferente, Dri. A você e a todos, feliz 2010.
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RESPOSTA DE ISRAEL EM APENAS 12 HORAS

A Rua Judaica da semana passada veiculou a mensagem abaixo, atendendo a um pedido de instituição judaica do Brasil. Em menos de 12 horas recebemos a resposta da pessoa procurada que imigrou para Israel em 2003.
A Rua Judaica é hoje o veículo de comunicação da comunidade judaico-brasileira mais ágil e abrangente, com ampla gama de leitores judeus ou amigos de Israel, com repercussão nacional e internacional.
O ANÚNCIO NA RUA JUDAICA
PROCURA-SE CONTATO
A Rua Judaica solicita ao Sr. Eduardo Kupperman, que fez o Programa de Liderança do MFA de Israel, há alguns anos, que entre em contato urgente com o Consulado de Israel no RJ pelo email: consulisraelrj@gmail.com
A RESPOSTA RECEBIDA
From: eduardo kuperman
Date: Tue, 29 Dec 2009 09:48:28 +0200
To: consulisraelrj@gmail.com : Subject: Contato
Prezados,
Recebi por email de um amigo a seguinte mensagem:
"A Rua Judaica solicita ao Sr. Eduardo Kupperman, que fez o Programa de Liderança do MFA de Israel, há alguns anos, que entre em contato urgente com o Consulado de Israel no RJ pelo email: consulisraelrj@gmail.com "
Realmente, fiz o curso de liderança do MFA em 2001.
Moro desde 2003 em Israel, assim que se desejam entrar em contato, favor ligar no telefone 972-54-88...... ou por este email.
Cordialmente,
Eduardo Kuperman
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DAVID BECKHAM DESPEDE-SE DE SEU AVÔ JUDEU

São momentos difíceis para David Beckham, o astro do futebol mundial, e sua família. Joseph West, avô materno do futebolista, faleceu em Londres aos 83 anos de idade. O astro acabava de chegar da África do Sul onde foi assistir o sorteio do Mundial, quando lhe comunicaram a triste noticia, e ele pode dar seu último adeus a uma das pessoas mais importantes de sua vida. O neto não pode reprimir as lágrimas. O futebolista usava a tradicional kipá em azul, para o ato religioso. Sua mãe provem de uma família judia. O próprio David referiu-se a si mesmo como um "meio judeu", e no ano passado matriculou o filho pequeno num colégio judaico em Los Angeles.

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DEPUTADO ÁRABE-ISRAELENSE PERDE A POSTURA NA TV

Por Sandra Rejwan –De Jerusalém para a Rua Judaica
Num programa conceituado do Canal 1 de Israel, um dos entrevistadores foi Dan Margalit, conceituado jornalista israelense. O entrevistado foi o Membro do Knesset, o Parlamento de Israel, Jamal Zahalka.
A entrevista foi sobre a demonstração que houve perto da Faixa de Gaza onde lideres árabes, entre eles Membros do Knesset, reclamaram o direito de suprimento mais frequente e livre à Faixa de Gaza.

ASSISTA O DEBATE EM HEBRAICO :
http://www.youtube.com/watch?v=59wyfldwsPg
Nas declarações do Deputado Zahalka houve uma distorção total dos fatos e ele ignorou completamente o fato de Sderot ter sido atingida por 8000 mísseis Kassan - o que levou Israel a reagir, mesmo que tardiamente e não completamente (devido à pressão americana).
Dan Margalit colocou o membro do Knesset, Jamal Zahalka, em seu devido lugar após expressões anti-israelenses da pessoa que fez mal-uso da democracia e da imunidade que goza no cargo de Deputado.
O entrevistador jovem perguntou por que eles não fazem uma demonstração contra o Egito - que não permite a passagem de mantimentos para a Faixa de Gaza, e a resposta dele foi que ele não faz parte da oposição egípcia, mas da israelense, portanto esta fazendo demonstrações contra o governo de Israel.
Uma das declarações mais provocativas e que demonstram a gravidade da falta de lealdade ao Estado de Israel e à sua soberania, foi quando o deputado declarou ao berros que Tel Aviv é a cidade árabe de Sheik Munis !
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OPINIÃO

O NOIVO DE CHELSEA CLINTON
“Problema dos casamentos mistos não é uma questão religiosa, é nacional !”

Por Aliza Lavi da YNETNEWS
Chelsea Clinton, filha de uma das famílias mais importantes na política americana, optou por um judeu para marido. O noivo Marc Mezvinsky, é membro de uma família de empresários e políticos. Outra prova de que os judeus podem ser encontrados no centro do “establishment” americano: o ex-presidente e a atual secretária de Estado serão os sogros de um rapaz judeu.

Com todo o nosso apreço e longa amizade com Bill e Hillary Clinton, e apesar do fato de que a imagem do último serve como modelo para muitas mulheres em todo o mundo , poderíamos olhar para a mesma história de um ângulo oposto, e deveríamos estar preocupados com isso.
Um rapaz de uma família judia entra num casamento misto. Não há nenhum sinal de que Chelsea Clinton planeja converter-se ao judaísmo. E, talvez, Marc, como muitos dos membros judeus da sua geração, é de se casar com a mulher que ama sem fazer perguntas que são aparentemente obsoletas.
Bill e Hillary Clinton são verdadeiros amigos de Israel e do povo judeu. Quando Hillary falou, como primeira-dama, no Yitzhak Rabin Memorial Day, começou seu discurso com citações da porção semanal da Torá. Poucos políticos israelenses costumam fazê-lo. Ao fazer isso, Hillary demonstrou uma proximidade íntima com o povo judeu e sua herança. Durante a batalha para a restauração de bens de vítimas do Holocausto em bancos na Suíça, foi Hillary que recrutou Bill para o esforço por uma questão de justiça histórica. Mas, mesmo assim, os nossos filhos não podem casar-se com a família Clinton.
O número de casamentos mistos na Diáspora aumentou 200% nos últimos 50 anos. Cerca de 55% de todos os judeus são participantes de casamentos mistos. Em 25% das famílias, as crianças da próxima geração vão deixar de serem judeus e, na melhor das hipóteses, terão uma conexão solta às suas raízes judaicas. Um olhar sobre o futuro mostra que dentro de um número de gerações, os judeus americanos vão quase desaparecer, excluindo a sua parte religiosa e Haredi.
Alguns podem dizer que eu sou antiquada e racista. Alguns podem dizer: "Você realmente acha que temos o direito de interferir? E há aqueles, como um dos meus amigos, que disse que as diferenças entre os jovens de hoje são tão pequenas que ela mesma não sabia que sua filha tinha ficado noiva de um gentio até que ela assistiu ao casamento do irmão do futuro noivo, que foi realizada em uma igreja.
Minha resposta a estas reivindicações é: Sim, há limites. O poder do povo judeu da continuidade e sobrevivência ao longo das gerações são fundamentadas, entre outras coisas, em manter a união dentro, e somente dentro. Assimilação e casamentos mistos destruíram comunidades inteiras, mesmo antes do Holocausto.
O judaísmo, em oposição ao cristianismo e islamismo - não é uma religião missionária. Ele não pretende aumentar o número dos seus crentes, não pela persuasão e, definitivamente, não usando a força. Mas também não é uma religião fechada, que as pessoas não podem entrar. Aqueles que desejam participar podem fazê-lo, nas condições da lei judaica. Aqueles que desejam se casar com um homem ou uma mulher judia podem converter-se. As pessoas fazem coisas mais difíceis pelo amor.
Infelizmente, esta parece ser uma batalha quase perdida entre a comunidade judaica nos Estados Unidos. Mas, pelo menos em Israel, temos de cobrir esses casamentos mistos com discrição. Mais de retenção e menos cor, manchetes e fotos. Ao mesmo tempo, devemos trabalhar para nomear juízes rabínicos com a sensibilidade e compreensão das necessidades presentes, que permitirá que aqueles que desejam fazê-lo, que consigam converter-se. O problema dos casamentos mistos não é uma questão religiosa, mas uma questão nacional. Não é do interesse das pessoas religiosas. É do interesse dos israelenses judeus, que podem perder seus filhos em favor de outras religiões, outras pessoas e outras nações.
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AS FOTOS DOS FATOS


Um trabalhador palestino descansa dentro de um túnel entre o Egito e Rafah, ao sul de Gaza. Por estes túneis são contrabandeados produtos de consumo e, em especial, armas e munições para o Hamas.(AP)

Partidários do movimento terrorista Hezbollah desfilam no feriado religioso de Ashoura em Beirute, capital do Líbano, demonstrando o poder paralelo do grupo no Líbano.
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DEMOCRACIA ESMAGADA NA VENEZUELA E NO IRÃ


A Venezuela, grande produtora de petróleo, começou o ano com um racionamento de eletricidade que afeta comércio e indústria, em mais uma tentativa do governo de Hugo Chávez de evitar o colapso no fornecimento de energia. Desde o dia 1º de janeiro, fábricas e centros comerciais estão submetidos a limites de consumo elétrico, que restringem, inclusive, o horário de funcionamento dos shoppings, sob a ameaça de corte de fornecimento e aumento de tarifas.O novo decreto, publicado na véspera do Natal no Diário Oficial, determina que a energia elétrica "fornecida aos centros comerciais será limitada ao horário entre as 11 da manhã e às 9 da noite". Além deste horário, os shoppings deverão fechar ou gerar sua própria energia.

VÍDEO : http://www.youtube.com/watch?v=kogEGf0wF8Q&feature=player_embedded
Já no Irã, país inspirador das “liberdades democráticas bolivarianas de Chaves”, um vídeo amador, de 27 de dezembro de 2009, mostra um oficial de segurança abrindo fogo contra manifestantes em Teerã, apesar das repetidas afirmações iranianas de que as forças de segurança não estão armados com fuzis ou metralhadoras. O vídeo também mostra a multidão correndo para perseguir o atirador, ao invés de dispersão, como poderia ter sido o esperado pelo covarde atirador. Forças de segurança iranianas intensificaram sua ofensiva anti-partidária do governo na semana passada, limitando o movimento dos líderes da oposição e prendendo os seus parentes. Os confrontos foram os piores desde o rescaldo da disputada eleição presidencial de junho. Em explosões de fúria raramente vistos em confrontos de rua, manifestantes queimaram carros e motos pertencentes às forças de segurança que abriram fogo sobre a multidão, de acordo com relatos de testemunhas, sites da Web e oposição, e em vídeos amadores publicados no site. Na segunda-feira, Barack Obama elogiou "a coragem e a convicção do povo iraniano", enquanto condenava o governo islâmico do Irã por atacar os manifestantes com a "mão de ferro da brutalidade."
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PRISÃO DOMICILIAR PARA DELATOR EM ISRAEL

Um tribunal de Israel ordenou nesta terça-feira, 29, que o dissidente Mordechai Vanunu, técnico nuclear que revelou o programa militar atômico israelense na década de 80, permaneça sob prisão domiciliar após quebrar o acordo de liberdade condicional e falar com estrangeiros. A decisão foi tomada depois que a polícia interrogou Vanunu, após detê-lo ontem em um hotel de Jerusalém Oriental durante um encontro com vários estrangeiros. Segundo o advogado Avigdor Feldman, defensor do técnico, a detenção ocorreu devido às relações sentimentais do cliente tem com uma norueguesa, que além disso foi interrogada pela polícia e cuja identidade não foi revelada.

O israelense cumpriu 18 anos de detenção por ter entregue dados confidenciais do programa nuclear israelense e fotografias do centro de pesquisa nuclear de Dimona, deserto do Negev, ao jornal britânico "Sunday Times", em 1986. Na época, ele trabalhava como técnico. Foi com base nas informações de Vanunu que especialistas concluíram que Israel tinha o sexto maior arsenal nuclear do mundo. Depois da denúncia, Vanunu fugiu. Ele foi preso na Itália, depois de ser seduzido por Cindy, uma agente dos serviços secretos israelenses no exterior (Mossad). Libertado, Vanunu ficou proibido de viajar para o exterior e de conversar com estrangeiros. Essas restrições, impostas pela Suprema Corte de Israel, foram condenadas por grupos de defesa dos direitos humanos. Vanunu nega que seja uma ameaça à segurança e afirma que quer viver no exterior. Esta não é a primeira vez que Vanunu é preso por violar suas restrições. Em 2007, ele foi condenado a seis meses de prisão também por conversar com estrangeiros, mas acabou desobrigado de cumprir a pena. Judeu convertido ao cristianismo, Vanunu afirma que a negativa de Israel em submeter seu programa nuclear a inspeções internacionais inflama as tensões na região e cria cenário pra um "segundo Holocausto". Ele afirma ainda que o Estado judaico não tem direito de existir.
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QUATRO ANOS EM COMA

O ex-primeiro-ministro israelense Ariel Sharon completa quatro anos em coma, dia 4/1, e até hoje nenhum líder político prosseguiu com seu "plano de separação" unilateral dos palestinos, cuja primeira etapa devia ser a retirada de Gaza, realizada em 2005, com o objetivo de fortalecer a segurança de Israel e tirar o exército nacional do atoleiro no território palestino. Somente o partido centrista Kadima, criado por ele, reivindica seu legado político, embora tenha deixado seu projeto cair no esquecimento.

Nascido em 27 de fevereiro de 1928, Sharon, um ex-general que se tornou líder da direita nacionalista, sofreu um derrame cerebral em 4 de janeiro de 2006 e, desde então, é mantido vivo artificialmente, depois de ter caído num coma aparentemente irreversível. Muitos israelenses sentem nostalgia da época em que Sharon era chefe de governo, devido aos fracassos de seu sucessor, o ex-primeiro-ministro Ehud Olmert, na gestão da guerra no Líbano em 2006.
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MULHERES SÃO VIOLENTADAS EM GAZA

A grande maioria das mulheres em Gaza enfrenta a violência de diversos tipos, conforme foi revelado através de recente pesquisa. O estudo preparado pelo ‘Palestinian Women’s Information and Media Center (PWIC)-Centro Palestino de Mídia e Divulgação para as Mulheres’, baseado em Gaza, descobriu que a violência contra mulheres em Gaza aumentou desde junho de 2007 quando o Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza, e Israel subseqüentemente impôs restrições no enclave costeiro. O estudo revelou que 77,1% das mulheres em Gaza sofreram de vários tipos de violência, com mais da metade delas sofrendo violência de mais de um tipo. Um quarto das mulheres disse que não se sentem seguras nas próprias casas devido à violência, e mais de um terço relatou que não conseguiam lutar contra a violência, pois tinham prioridades mais urgentes para tratar. 67% das mulheres pesquisadas disseram que tinham sofrido violência verbal, 71% violência mental, 52% violência física e mais de 14% violência sexual.

"Penso que os níveis de violência na Faixa de Gaza estão mais altos que nos anos anteriores, e em comparação com outros países, os índices certamente são mais altos" afirmou Huda Hamouda que é a Diretora do PWIC ao ‘The Media Line’. "É difícil imaginar uma família viver com dignidade quando sete membros de uma família vivem com menos que três dólares por dia". "Muitos dizem que sofrem de desrespeito e reprovação" Hamouda afirmou. "Também existe a violência doméstica, que é cometida por parentes tais como o pai, o irmão ou o marido". As mulheres sofrem dificuldades de todos os tipos, sejam elas financeiras, sociais, políticas ou falta de segurança, disse ela. "O desemprego é grande e o número de trabalhadores do sexo feminino diminuiu" informou Hamouda. "Em 2006 eram 14,5% e agora são menos de 10%". Os pesquisadores da organização realizaram entrevistas com 350 mulheres de distritos diferentes da Faixa de Gaza durante o último trimestre de 2009.
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RABINOS CONDENAM O ABORTO

O Rabino Chefe de Israel Yona Metzger e o Rabino Chefe Sefaradita de Israel Shlomo Amar anunciaram na terça-feira que planejam retomar a luta contra os abortos através de um comitê especial que foi nomeado pelo Rabinato Chefe, e que espera evitar "a matança de fetos no útero da mãe". Numa carta enviada aos rabinos por todo Israel, Metzger e Amar escreveram: "A vasta maioria dos abortos são desnecessários e proibidos pela Halacha," e informando que o comitê já estudava maneiras para a redução do número de aprovações para abortos. Os dois argumentam que de acordo com dados apresentados aos Rabinos Chefes são realizados aproximadamente 50.000 abortos em Israel a cada ano, sendo que 20.000 são legais. "Além da gravidade desta transgressão existe o fato que isso impede a vinda da redenção".

Os dois líderes religiosos também expressaram horror pelos números: "Qual o coração que não se aperta por estes números que indicam nada menos que uma pandemia… e a perda de dezenas de milhares de almas judias a cada ano". A carta continua com elogios para o trabalho da Efrat – uma organização antiaborto e "que trabalha infatigavelmente para salvar as vidas destes fetos". "Ao público", disseram os rabinos "deve ser explicado e que entendam sobre a gravidade da matança de fetos, que é igual ao assassinato de almas", acrescentando que os rabinos das comunidades devem incluir o planejamento familiar e a proibição de abortos nas suas prédicas. |
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BARAK RECEBE CARTA COM AMEAÇAS

O Ministro de Defesa de Israel Ehud Barak recebeu ameaça de morte através de uma carta, aparentemente de ativistas da extrema direita, informou o Canal 2 na terça-feira a noite. Barak já havia recebido outra carta semelhante a qual enviou ao Inspetor Geral de Policia – David Cohen na semana passada. Tendo em vista o tom ameaçador da carta o Shin Bet (Agência de Segurança de Israel) duplicou o número de guarda-costas que protegem Barak.

Barak está sendo ameaçado pelo seu papel na condução da implementação da moratória de 10 meses nas construções de assentamentos na Margem Ocidental (Cisjordânia), foi a avaliação do Canal 2 de TV. Funcionários do Ministério de Defesa confirmaram que a sua segurança havia sido aumentada. Uma fonte de polícia informou que a carta com a ameaça de morte, entregue para Cohen, "estava sendo examinada em detalhes". Este "documento" havia sido remetido para o escritório central da Policia em Jerusalém, e a polícia investiga a origem da carta, informou a fonte.
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Irã Tenta Comprar Urânio no Mercado Internacional

O Irã está muito próximo de fechar um acordo para importar clandestinamente 1.350 toneladas de minério de urânio purificado do Cazaquistão, conforme um relatório da inteligência obtido pela ‘Associated Press (AP)’ na terça-feira. Diplomatas disseram que esta avaliação aumentava em muito a preocupação internacional sobre as atividades nucleares de Teerã. Tal acordo de minério de urânio purificado seria muito significativo, pois este material parece estar acabando em Teerã, e que é necessário para a continuidade do seu programa de enriquecimento de urânio. Este relatório foi preparado por uma nação membro da Agência Internacional de Energia Atômica e entregue à AP sob a condição que esse país não fosse identificado devido à natureza confidencial das informações. Tais importações estão proibidas pelo Conselho de Segurança da ONU.

Um funcionário sênior da ONU, que exigiu anonimato para discussão de informações oficiais, disse que a agência tinha conhecimento do relatório de inteligência, mas que ainda não tinha chegado a uma conclusão. Um diplomata do Ocidente, que é membro do comitê das 35 nações membros da IAEA, afirmou que o relatório causava "preocupação" entre os países que tomaram conhecimento do mesmo o que estava gerando "discussões entre os órgãos de inteligência". Este diplomata também solicitou o anonimato para discutir informações de inteligência.
Um resumo de duas páginas do relatório obtido pelo AP mostrava que um acordo poderia ser concluído num prazo de poucas semanas e que Teerã estava disposta a pagar US$ 450 milhões, pela remessa e entrega. "O preço é muito alto causado pela natureza secreta do acordo e devido ao compromisso do Irã para manter em segredo os elementos que fornecerão o material", informou o resumo. Um funcionário do país que preparou o relatório disse que "elementos" seriam funcionários do governo agindo por conta própria sem aprovação do governo do Cazaquistão.
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RELACIONAMENTO ENTRE FRANÇA E ISRAEL

O Centro Dahan para as Tradições Sefaraditas da Universidade de Bar-Ilan, em conjunto o Instituto Ariel, promoverão uma conferência internacional para marcar os 40 anos desde o inicio da imigração de muitos milhares de judeus franceses para Israel. "Esta conferência é uma celebração da presença significativa de judeus franceses em Israel. É a celebração do inicio da aliyah (imigração) dos judeus da França depois da Guerra dos Seis Dias" afirmou o Dr. Erik Cohen, da Escola de Educação da Universidade, que fará o discurso de abertura da conferência. O Dr. Cohen discutirá o relacionamento especial entre os judeus da França e Israel. Fornecerá um quadro abrangente da história dos judeus na França desde a Revolução Francesa até a Segunda Guerra Mundial.

Atualmente, cem mil judeus em Israel estão ligados diretamente com a aliyah da França, afirma o Dr. Cohen. "Mas muito interessantemente, os judeus da França em Israel mantém a tendência da manutenção da identidade individual que aprenderam na França e não se organizam em Israel como um grupo para que possam ser notados. "Todos os judeus da França estão dispersos geograficamente, politicamente e economicamente. “Não constituem um lobby nem um grupo e isto talvez seja resultado do que aprenderam na França”, ele explica. Cohen não concorda que os imigrantes anglo-saxões em Israel sejam muito mais organizados que os franceses devido aos anglos virem de comunidades judias melhores organizadas na Diáspora. De acordo com a pesquisa do Dr. Cohen, há ainda um potencial significativo para a imigração de franceses para Israel – entre 30.000 a 40.000 – principalmente se a situação para os judeus na França se deteriorar.
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SHARANSKY É “HOMEM DO ANO” NA RÚSSIA

O Presidente da Agência Judaica Natan Sharansky foi nomeado o "Homem do Ano" pela União das Comunidades Judias da Rússia numa cerimônia no Kremlin em Moscou. Sharansky recebeu o prêmio na sala cerimonial do Kremlin na presença do Rabino Chefe da Rússia, Rabino Berel Lazar, líderes russos da comunidade judaica e várias personalidades.

Desde 2002, a União das Comunidades Judaicas da Rússia tem outorgado o título de "Homem do Ano" para cidadãos russos que realizaram contribuições significativas para a cultura russa e à sociedade. Este ano, pela primeira vez, o prêmio foi concedido a um cidadão não-russo. "Numa época quando outros escolheram ignorar e ficarem calados, Natan Sharansky lutou intransigentemente pelos direitos humanos. Provou que mesmo sob as condições mais difíceis, uma pessoa deve permanecer leal à sua consciência e lutar para defender os seus princípios", afirmou o Rabino Lazar. Sharansky, que ficou preso por mais de uma década numa prisão soviética até que foi solto e foi morar em Israel, recebeu a homenagem de "Homem do Ano" sob a categoria da "Personalidade Que Se Tornou um Mito". Durante a cerimônia Sharansky anunciou a reabertura de aproximadamente 200 classes para a língua hebraica para 2.600 estudantes na Rússia e a antiga União Soviética, que haviam sido fechadas em 2009 devido a restrições no orçamento. Estes estudantes farão conjunto com aproximadamente outros 3.000 estudantes que atualmente estudam em classes de hebraico.
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Pobreza nos Países Árabes

Os meios de comunicação árabe têm sido inundados com relatórios que apresentam índices de pobreza por todo o mundo árabe, e apesar de várias discrepâncias, o consenso é que a pobreza e o desemprego nestas nações ameaçam o crescimento futuro destes países. Um relatório publicado pela Liga Árabe e pelo Programa de Desenvolvimento da Organização das Nações Unidas (“United Nations Development Program = UNPD) divulgou no domingo que 140 milhões de pessoas viviam abaixo da linha de pobreza por todo o mundo árabe. O Secretário-General de Liga Árabe Amr Moussa, no entanto, relatou recentemente numa convenção da Liga que 65 milhões de pessoas viviam abaixo da linha de pobreza por todo o mundo árabe, e embora a discrepância seja grande, esta discrepância poderia ser resultado das várias definições do que é a "linha de pobreza".

A linha de pobreza geralmente é definida como 50% do rendimento médio líquido e ajustado pelo tamanho da família. O relatório de 48 páginas e preparado em conjunto afirma que durante as últimas duas décadas o nível de pobreza no mundo árabe se agravou afetando aproximadamente 40% da população. Os ricos países do Golfo Pérsico estão tendo altos índices de desemprego entre os jovens: A Arábia Saudita informou que o índice de desemprego é de 26%, o Kuwait – 23% e o Catar - 17%. Os Países do Golfo Pérsico tem somente 13% da população do mundo árabe, mas controlam quase 50% do produto destes países. O relatório também advertiu que caso o nível de desemprego se agrave, e o mundo árabe não consiga produzir 51 milhões de empregos nos próximos 20 anos, a sua estrutura social poderá ser grandemente prejudicada.
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A ESTRÉIA DE “DUAS SENHORAS“

A tolerância, que se transforma em laços duradouros de amizade, supera qualquer preconceito entre a judia Esther (Ariane Jacquot) e a árabe Halima (Zohra Mouffok), as protagonistas de "Duas Senhoras", do diretor marroquino Philippe Faucon, que estreou apenas no Cinesesc, em São Paulo, no sábado (2/1).
Faucon vai direto ao assunto logo na primeira cena, quando um homem diz à enfermeira Selina (Sabrina Ben Abdallah), filha de Halima, que não quer ser tratado por uma árabe.
Descobrimos também que Esther, presa a uma cadeira de rodas, perdeu mais uma enfermeira por causa de sua teimosia, para desespero de seu filho médico (interpretado pelo próprio diretor).

Selina vai cuidar de Esther, que acaba simpatizando com a moça ao saber que a sua família é da mesma cidade que a da dela, na Argélia. Elas desenvolvem uma amizade bastante próxima. Quando mais uma empregada abandona a casa da família, a jovem árabe sugere que sua mãe assuma o cargo.
Halima não encontra oposição do marido e acaba aceitando o trabalho, tornando-se amiga de Esther. A ponto de, mais tarde, quando o filho da judia é transferido para outra cidade, a mulher não se importa de ficar hospedada na casa de sua nova amiga - prefere isso a ficar numa clínica.
Apesar de alguns estranhamentos, "Duas Senhoras" nunca levanta conflitos entre as duas personagens. A relação sempre amigável entre ambas encontra respaldo nas duas famílias, que apoiam e incentivam a compreensão e a superação de preconceitos.
A única discordância, na verdade, se dá entre Selina, que pouco se importa com assuntos religiosos, e sua mãe, que junta dinheiro para fazer a sonhada peregrinação a Meca.
A boa vontade em excesso impede que o drama "Duas Senhoras" levante voos mais ambiciosos. Sua lição de tolerância e bom mocismo é sempre bem-vinda, mas o diretor Philippe Faucon poderia buscar interpretações mais convincentes de suas atrizes, que são amadoras, aprofundando um pouco mais os personagens e a própria trama. (Reuters)
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IRANIANO PUNIDO POR CORDIALIDADE

Há erros e erros, mas uns pagam-se mais caro que outros. A Federação Iraniana de Futebol enviou uma mensagem de bom ano à homóloga israelense. Ora, conhecendo as relações entre os dois povos, a recepção do e-mail causou estranheza e teve consequências dentro do organismo que tutela o futebol no Irã.
Mohammad Ardebili foi o responsável pelo envio do e-mail que acabou por parar na caixa de correio israelense. A rádio do exército de Israel não hesitou em contatar Ardebili: «Esta mensagem foi enviada para todo o mundo. Você está a falando de Israel? Não posso falar consigo, isto é um engano, isto é um engano», relata o Iran Sport Press.
A rádio também abordou o porta-voz da federação de Israel, Gil Levanony, que explicou o caso, que deixou tudo e todos surpreendidos. «Amir Navon, chefe do nosso departamento jurídico, recebeu o e-mail», começou por contar. «Veio ao meu escritório e perguntou-me se não era um engano. Disse-lhe: "Não sei, mas vamos responder"», prosseguiu Levanony.
«Portanto, respondemos: "Agradecemos a vossa mensagem de Novo Ano e desejamos a todas as boas pessoas no Irã um bom ano". E acrescentamos um piscar de olhos no email», especificou o porta-voz israelense, dizendo que a federação «também expressou a esperança de que seja um bom ano para eles no futebol».
Como consequência, Mohammad Ardebili foi despedido no sábado do cargo de responsável pelas relações externas da federação do Irã.
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PRESERVANDO A VIDA HUMANA


Dois ativistas da comunidade judaico-carioca, o Diretor de Segurança Institucional da FIERJ, Sr. Uri Aronson, e o Responsável pelo Plano de Emergência da Comunidade Judaica, Dr. Marcos Zalcman, foram convidados, representando o Rio de Janeiro, para participarem do IPRED Conference, Conferência Internacional de Preparação e Resposta a Emergências e Desastres (www.ipred.co.il), organizado pelo Governo de Israel, de 11 a 14 de janeiro, em Tel Aviv. A conferência contará com palestras dos maiores especialistas de Israel e de vários países, e apresentará também exercícios que simulam situações de crise e emergência.
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Os esquecidos refugiados palestinos


Em Belém, os cristãos palestinos estão sofrendo com a intolerância muçulmana.
Por DANIEL SCHWAMMENTHAL
Belém - Encontro Ibrahim (um pseudônimo para protegê-lo de represálias), um jovem de 23 anos, refugiado palestino que vive na Cisjordânia. Ao contrário desses descendentes nascidos em campos de refugiados das Nações Unidas, Ibrahim fugiu de sua terra natal há apenas dois anos. E ele não estava fugindo de israelenses, mas de seus irmãos palestinos em Gaza.
O crime de Ibrahim, nesse território governado pelo Hamas, era ser um cristão, uma transgressão, agravado nos olhos dos islamitas, escrevendo poemas de amor.
"Os muçulmanos ligados ao Hamas tentaram tirar-me duas vezes", diz Ibrahim, e ele não quer saber o que fariam a ele se alguma vez fosse sequestrado. Ele não vê sua família desde o Natal de 2007 e tem medo até de falar com eles ao telefone.
Falando a um grupo de jornalistas estrangeiros na Bíblia Belém, faculdade onde estuda teologia, o Sr. Ibrahim descreve uma vida de medo em Gaza. "Minha irmã está sob muita pressão para vestir um véu. Pessoas estão se voltando cada vez mais para o fundamentalismo islâmico e a situação dos cristãos é muito difícil", diz ele.
Em 2007, um ano após o golpe do Hamas, o dono da única livraria cristã de Gaza, foi sequestrado e assassinado. Lojas e escolas cristãs foram bombardeadas. Não é de admirar que a maioria dos amigos do Sr. Ibrahim também deixaram Gaza.

Nas raras ocasiões em que a mídia ocidental cobriu a situação dos cristãos nos territórios palestinos, muitas vezes, é para denunciar Israel e sua barreira de segurança. No entanto, até grupos terroristas palestinos em Belém viraram um refúgio seguro para os terroristas suicidas, Bethlehemitas eram livres para entrar em Israel, assim como muitos israelenses rotineiramente visitam Belém.
A outra verdade normalmente ignorada pela imprensa ocidental é que a barreira ajudou a restaurar a calma e segurança não só em Israel, mas também na Cisjordânia, incluindo Belém. A Igreja da Natividade, que palestinos armados invadiram e contaminaram, em 2002, para escapar das forças de segurança israelenses, já está novamente cheia de turistas e peregrinos de todo o mundo.
Mas, mesmo aqui, na cidade onde nasceu Jesus, que está sob o controlo da Autoridade Palestina (AP), os cristãos vivem no fio da navalha. Ibrahim diz-me que os muçulmanos frequentemente ficam na frente do portão do Colégio Bíblia lendo o Alcorão para intimidar os estudantes cristãos. Outros muçulmanos colocam seus tapetes de oração na Praça da Manjedoura.
Perguntado sobre o motivo por que os muçulmanos rezam tão perto de um dos lugares mais sagrados do cristianismo, o Pastor Alex Awad, o decano dos estudantes da Faculdade Bíblia, diplomaticamente, aconselha-me a colocar esta questão para os próprios muçulmanos. Consciente da precária situação de sua comunidade, ele tem o cuidado de sublinhar que os cristãos podem ter quaisquer problemas com seus vizinhos muçulmanos, não é culpa da UC.
"Os muçulmanos e os cristãos vivem aqui em relativa harmonia", diz a imprensa, apenas para acrescentar que os cristãos "sentem a pressão do Islã... Não há intimidação pelo fanatismo, que são poucos casos, e não há nenhuma perseguição geral."
Samir Qumsieh, o fundador do que ele diz ser a estação da Terra Sagrada na TV, só cristã, também salienta que não há sofrimento "cristão" e que os problemas dos cristãos não são orquestrados pela AP. No entanto, suas histórias de roubo de terras, espancamentos e intimidações, por que acontecem, se a AP não aprova tais injustiças, mas faz pouco para pará-las?
Os cristãos só recentemente começaram a falar sobre como gangues de muçulmanos simplesmente entram e tomam posse de terras pertencentes aos cristãos, enquanto os serviços de segurança palestinos, quase exclusivamente composta por muçulmanos, ficam olhando sem fazer nada. A própria casa do Sr. Qumsieh foi bombardeada três anos atrás. Os autores nunca foram capturados.
"Nós nunca tínhamos sofrido o que estamos sofrendo agora", confessa Qumsieh, violando a sua própria advertência introdutória aos correspondentes estrangeiros, em seu escritório, para não usarem a palavra "sofrimento".
Como uma minoria religiosa, numa sociedade predominantemente muçulmana, os cristãos estão derretendo, segundo o Sr. Qumsieh, mesmo em Belém. Enquanto eles representavam cerca de 80% da população da cidade, há 60 anos, seus números estão agora em cerca de 20%, resultado não apenas das altas 'taxas de natalidade muçulmana, mas também a emigração generalizada cristã. "O nosso futuro como uma comunidade cristã é sombrio", disse Qumsieh.
Este mal existente, não imputável a Israel, parece incomodar a consciência cristão Ocidental.
Como cristãos ao redor do mundo lembram o nascimento de Jesus, talvez possam pensar no Sr. Ibrahim, e nos cristãos que ainda sofrem em Gaza e Belém.
Sr. Schwammenthal é um escritor de editoriais do The Wall Street Journal Europe.
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DESTAQUES SOCIAIS

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Caro amigo, fique muito feliz e orgulhoso com a carta que lhe foi dirigida pelo Presidente Peres. Foi um justo reconhecimento a todos os seus esforços para que a visita de Estado fosse um sucesso. Os agradecimentos também sao nossos, de toda a comunidade judaica no Rio de Janeiro, por ter permitido um contato tão próximo e harmônico com o Presidente de Israel. Parabéns! Shalom e um feliz 2010.
Marcelo Itagiba
Osias,
Parabens pelo seu trabalho! Voce merece. Abracos,
Henrique Kimelblat
Wurman, parabéns, novamente pela competente acolhida à comitiva do Presidente Shimon Peres.Esta carta demonstra a gratidão dessa eminente personalidade política, tão carismática pela recepção que a comunidade carioca, cujo mentor principal, você, propiciou. É sempre com prazer que recebemos notícias como esta, indispensáveis à projeção cultural e política da comunidade judaica geral. Esperemos poder ter mais oportunidades semelhantes de expressão como esta, que tanta falta nos faz junto aos meios de comunicação para uma discriminação mais apurada das posições judaicas, junto à comunidade maior.Sinceramente, Lílian Krausz
Querido amigo Osias
Desejo-lhe um grande 2010, repleto de paz, saúde, bençãos, sucesso e novas conquistas. Obrigado por nos liderar com enorme saber, responsabilidade e dignidade.
David Zylbergeld Neto ( David Neto)
Parabéns a toda família Wurman pelo merecido reconhecimento e respeito. Um cordial e respeitoso abraço a esse grande representante do bom senso e da da paz.
Mario Celso de Moraes.
KOL HAKAVOD, Osias!! Você realmente é merecedor das lindas palavras desta carta.
Iara Schimchak,SP
Osias, foi muito bonito mesmo, a alegria das pessoas presentes e a organizaçao foi um sucesso. mesmo sendo tarde de sexta feira, todos compareceram com grande amor no coraçao por Israel e pelo presidente da nossa terra querida. parabens.
Sara Nigri.
Parabens ! Um gde beijo !
Monique Benoliel
Parabens, Osias. bjs.
Helena Kelner
Fala Osias, Muito linda esta carta. Mostra o acerto do que fizemos. Eu fico super feliz com isto.
Sergio Niskier
Parabens, sentimos-nos orgulhosos também. Na oportunidade, agradecemos a todas as notícias que recebemos em 2009, você nos faz ficar conectado ao universo judaico, mesmo em regiões remotas.Sucesso redobrado a cada momento.
José Elarrat
Se ouso, faço minhas as palavras do presidente Peres, e estendo meus cumprimentos a esse excelente site e newsletter de noticias sobre a comunidade judaica, o mundo israelense e o mundo em geral, conduzidos por um distinguido representante do povo e das tradicoes hebraicas.
Paulo Roberto de Almeida
Kol a Kavod! Parabés! Resultado de trabalho sério e responsável!
Lízia Coifman
Prezado Osias Wurman. Ainda nao descobri por que razao recebo no meu E.mail,diariamente, o seu interessante jornal Rua Judaica. Lhe agradeco muito, pois tenho cada dia noticias do mundo judaico do Brasil e algumas ineditas de Israel. Lhe desejo um feliz ano de 2010,boa saude, paz, alegria e criatividade. Um abraco.
David Reznik - ISRAEL
Grato, Sr. Osias Wurman, pelo envio das Notícias da Rua Judaica, um rico arsenal de informações sobre a nação e o povo judeus.Tenha o Sr. e sua família um venturoso 2010! Att,
Félix Maier
Compartilho com o eminente doutor Elias Knobel a lastimável perda de seu ente querido. Também sobre minha tenda abateu-se perda semelhante. Perdi meu amado pai. Meu pai se recordava de sua avó, que quando pequeno lhe ensinava os costumes e as orações. Última da família a preservar as tradições que se foram com o tempo. Meu pai não me deixou esquecer de que povo descendo, que nosso D'us é o único, e qual nossa missão. Tinha portanto com o mesmo, um relacionamento muito próximo. Sei o que o Dr. Elias sente, ... pois é o que sinto. Embora minha tenda tenha sido colhida pelo infortúnio, estou de pé e pronto para a luta. Meu Pai me ensinou que assim é nosso povo ( Am Israel Chai ) ! Dr. Elias, guardamos o que de melhor eles nos deixaram. A lição de uma vida justa.! Minha solidariedade ao senhor e á sua família.
Dr. Júlio César de Oliveira- Cirurgião Plástico-Coronel Fabriciano - MG
Senhor Osias, Qualquer comentário sobre o negrume que nos cobre na atualidade torna-se fatigante e exaustivo.Envoltos em situações dantes jamais imagináveis, a serenidade e a paz interior se fazem imprescindíveis à superação de momentos da atualidade. O homem perdeu, por completo, sua essência, seu bom senso, e sua própria auto-estima ao deixar de reconhecer o respeito para com o seu próximo. Respeito, é o empreendimento do amor eterno. Onde a convivência globalizada deveria estar inserida. Por vezes, todos nós desejamos volver ao estado infantil, e não é sem motivo que tomo a liberdade de lhe agradecer os votos enviados aos internautas e responder com uma pequena mensagem tão pura, e... tão sonhada. Apesar da utopia, um dia será realidade!A Luz Divina continue a lhe dar forças ao trabalho e trazer uma pequena chama dessa luz aos que ainda não conhecem a realidade. Sinceros cumprimentos a V. Sa. e à sua dd. equipe. Saudações,
Geraldo Guimarães-São Lourenço – MG.
Shalom, querido Osias
Tenho uma dúvida em relação a sobrenomes marranos depois de ler a nota "PROCURA-SE JUDEUS ANOUSSITAS". A questão é o sobrenome em sí, deve ser o paterno ou o materno? Meu nome é Silvio RUIZ PARADISO. E aproveito para pedir ao s leitores que se alguém tiver informações sobre o sobrenome PARADISO dentro do Judaísmo, me informem:
silvinhoparadiso@hotmail.com.
Osias, Shalom. Acompanho esse newsletter há algum tempo. Sei que você é um jornalista íntegro e imparcial. Sei que este jornal não deixaria de informar aos leitores, uma notícia em que dois garis humilhassem um jornalista judeu; Da mesma forma, espero que uma nota seja dada, pela horrenda frase de Boris Casoy a dois garis neste final de ano, no jornal da Band. Eu como judeu, sou contra toda e qualquer discriminação, e deixo aqui meu repúdio a este jornalista que ERA um dos que eu mais admirava.Abraços.
Silvio Ruiz Ben Abraham Paradiso
Que o Ano Novo seja um ano de oportunidades para todos e que façamos aos outros aquilo que desejamos que nos façam.Abraços do
Oswaldo de Bittencourt Amarante Filho- Busca de Paradeiro da Cruz Vermelha Brasileira
Adorei! Honra foi Shimon PERES aquí.Posso encaminhar uma pergunta?Preciso saber como dizer a palavra admiração em idish.Algúem pode ajudar?É a lingua materna ,falo bem, mas não consigo lembrar.Se possível escrita em português,falo bem mas leio com dificuldade
Dra. Chawa Barab Pitkowski
Caro Osias, Muito bom o editorial Ventos de Teerã. Abcs
José Paulo
O homem partiu. Fica a rica memoria de Joaquim Xavier da Silveira, que tao bem soube registrar a epopeia da FEB e a saga de Oswaldo Aranha, que a Comunidade Judaica precisa conhecer.
Israel Blajberg
Shalom Sr. Osias , Seguem alguns sites com matérias super bacanas pró Israel.
Creio que o sr. vai apreciá-las. Atenciosamente.
alzira mara de azevedo novaes-jales-sp
www.realclearworld.com
O mito que atiça o conflito no Oriente Médio- Bob Tefermam
www.frontpagemag.com
Estado Palestino- combustível para um Oriente Médio em chamas-Yoram Ettinger
www.jihadwatch.org
Quanto custaria a queda de ISRAEL ? -Hugh Fitzgerald
abominável esse editorial. Próprio do ranço ultra-direita e pró Império a "outrance" do jornal(O Globo).
Max Altman
Sujet : Pétition contre la béatification de Pie XX
Chers amis, Le B'nai B'rith a décidé de mener une action volontariste contre le projet de béatification de Pie XII. Nous avons écrit au Nonce Apostolique de France, rédigé un communiqué de presse et lancé une pétition.Nous comptons sur vous pour la signer en ligne et aussi la faire connaitre à vos propres relations juives et non juives.L'impact de cette pétition vis-à-vis du Vatican dépendra bien évidemment du nombre de signatures. Nous vous embrassons
Lison et André Nadjar
Parabens querido Osias, estou numa maravilhosa viagem turistica pela Europa, daquelas11, mas e indispensavel ler A RUA JUDAICA, bonne Anne, arrevoir. Abraço e parabens pelo glorioso ano passado, que seja melhor ainda neste 2010,
Rafael Jaimovick,
ESSE POVO TEM SIDO MUITO PREJUDICADO POR UMA AUTORIDADE QUE TEM PREVALECIDO. MAS O POVO É A MAIORIA E DESCONHECE A SUA FORÇA. E PODERIA CONQUISTAR UM GOVERNO COM MAIS DEMOCRACIA.
ESSE LIDER TEM MEDO DA PROPRIA FORÇA QUE COLOCOU ELE COMO LIDER.
A OPRESSÃO DESSE POVO ESTÁ SEMPRE EM MINHA MENTE. E SEI QUE DEUS ESTÁ DE OLHO EM TUDO. E SABE QUE ESSE LIDER TAMBEM PRECISA DE SOCORRO.
Pastora Joana Darc
Caros amigos,
Aqui vai o meu email anual de balanço. Desculpe ser longo, mas a situação justifica. Foi um ano incrível!
Mais um ano se passou e, creiam, tudo foi muito rápido. Um belo dia, estava em Maceió e recebi um email e depois um telefonema do Eduardo Paes. Pouco tempo depois, vi-me como secretária de Educação do município do Rio de Janeiro, liderando uma rede de 1064 escolas, 250 creches (em janeiro de 2009), cerca de 36.000 professores, 750.000 alunos e um orçamento de 3 bilhões de reais!
No processo, um desafio: depois de cinco anos estudando a política educacional como política pública e três atuando como vice-presidente da Fundação Victor Civita e membro do Comitê Técnico do Todos pela Educação, a possibilidade de atuar diretamente como gestora da maior rede municipal do Brasil pareceu-me interessante. Mais ainda, pois durante a campanha, por ter acontecido uma discussão sobre a progressão continuada nas escolas, a aprendizagem dos alunos foi tematizada. Discutiram muito se os alunos aprendiam ou não.
Isso criou um clima interessante para se investir no que mais interessa na Educação: o processo de ensino-aprendizagem.
Montei uma equipe basicamente carioca: não importei ninguém.
Iniciei o trabalho assinando um acordo estabelecendo metas ousadas com o Todos pela Educação e criando um conselho externo que pudesse monitorar nossos avanços: o "Parceiros da Educação Carioca". Contávamos com um problema sério: um déficit de 7.500 professores na rede. Ao longo do ano, mesmo com crise, o prefeito autorizou a nomeação de 2.300 professores, respeitando os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Ao mesmo tempo, enquanto as aulas não começavam, preparamos, em um mês, cadernos do aluno e do professor para fazer uma revisão geral, com toda a rede, do que deveria ter sido aprendido, série a série , de Português e Matemática. Reuni-me com todos os diretores de escolas da rede e expliquei o que faríamos. Dia 4 de fevereiro, ao começarem as aulas, iniciamos os 45 dias de revisão.
Realizamos então duas provas: uma para identificar analfabetos funcionais de 4o, 5o e 6o anos e outra para saber se havia déficits de aprendizagem que pudessem ser resolvidos com reforço escolar. Infelizmente, identificamos 28.000 analfabetos funcionais e cerca de 200.000 alunos que precisavam de reforço.
Em maio começamos, com a ajuda do Instituto Ayrton Senna, a realfabetizar estas crianças. Começamos pelas de 4o e 5o anos. Optamos por utilizar nossos próprios professores, que foram capacitados pelo Instituto para promover a realfabetização. No segundo semestre começamos a realfabetizar os analfabetos funcionais de 6o ano.
Quanto ao reforço, dada a escassez relativa de professores, fizemos um chamamento de voluntários e de estagiários. Cada escola foi chamada a opinar se desejaria fazer o reforço com seus próprios recursos ou com a ajuda de voluntários e estagiários. Para dar efetividade ao processo, preparamos cadernos de refoço escolar para cada bimestre, em Português e Matemática.Mas o salto de qualidade que pretendíamos fazer demandava mais um instrumento: orientações curriculares para cada disciplina. O currículo municipal é muito genérico e era importante instrumentalizar o professor para uma prática mais efetiva.
Assim, para cada bimestre, o professor sabia o que ensinar, recebia também um caderno de apoio e o aluno também. No final, aplicamos provas bimestrais de Português e Matemática, identificando não apenas o grau de avanço dos alunos, como também os erros mais frequentes, de forma que pudéssemos acertar o rumo no bimestre seguinte.
No término do ano letivo, identificamos alunos que seriam reprovados, numa reintrodução do sistema seriado anunciado desde o início do ano e quais teriam recuperação e provas de segunda época. Cerca de 45.000 alunos foram reprovados. Estes começam o próximo ano letivo com reforço paralelo.
Aplicamos também uma avaliação externa, a Prova Rio. Com ela pudemos aferir, com outro olhar, quanto nossas crianças de 3o e 7o anos aprenderam. Ela complementa a Prova Brasil, coordenada pelo MEC, que é aplicada às crianças de 5o e 9o anos.
Os resultados são alvissareiros para as séries iniciais, mas as séries finais ainda acumularm déficits. Por outro lado, na realfabetização, conseguimos avançar bastante: 90% das crianças superaram suas dificuldades e estão lendo bem. 70% delas escrevem textos.
Numa outra frente, preocupou-nos a situação das crianças em áreas violentas. Sabe-se que a aprendizagem é muito prejudicada onde o clima que cerca a escola é pouco saudável, para usar um eufemismo e a evasão escolar tende a ser bem mais alta. Selecionamos então 150 escolas situadas em áreas controladas pelo narcotráfico ou pelas milícias ou mesmo em áreas recém pacificadas ( o governo do estado vem atuando com vigor na pacificação de regiões violentas, mas há sempre um período de transição no que se refere às consequencias educacionais da situação anterior), e adotamos uma abordagem complementar na educação destas crianças e jovens. Criamos assim as Escolas do Amanhã: um programa integrado que procura tornar o ensino mais atraente para estes jovens para que não abandonem a escola e mantenha-os mais tempo em situação protegida, fazendo atividades esportivas e artísticas, na escola e nas imediações, valorizando o que seu bairro tem de bom (inclusive possíveis "role-models"). Em cada uma, além disso, colocamos um laboratório de ciências em cada sala de aula e introduzinos um método de ensino da disciplina centrado em experimentação, com investimento grande em capacitação dos professores para um ensino mais efetivo das Ciências Naturais.
Atuamos também na Educação Infantil. O prefeito havia prometido na campanha triplicar o número de vagas em creches, mas constatamos que a demanda era para dobrar as vagas existentes. Mas não bastava expandir. Era fundamental ter um bom modelo de educação para a Primeira Infância, contemplando as crianças de 3 meses a 5 anos e meio. Junto com o Banco Mundial organizamos um Seminário sobre Educação Infantil, trazendo os maiores especialistas no mundo sobre o tema. Criamos o EDI- Espaço de Desenvolvimento Infantil, um tipo de jardim de infância, com imersão das crianças em ambiente letrado, brincadeiras e incorporando os recentes aprendizados da neurociência sobre desenvolvimento infantil. Ainda no primeiro ano, mudamos a data de entrada das crianças para 3 meses, para evitar desmame precoce e não formação de vínculo mãe-filho e implantamos 4 creches e os primeiros 3 EDIs, já na nova abordagem.
Mas há uma questão que nos preocupa: as mães que não têm vagas ainda ou nem mesmo as desejam. Como assegurar o desenvolvimento adequado da criança? Para esta situação, foi instituído o PIC- Primeira Infância Completa que, inspirado na experiência do Rio Grande do Sul, recebia os pequenos que constavam das listas de demanda por creche aos sábados para um dia de brincadeiras, alimentação e repouso assistidos e ao final, os pais vinham buscá-las e recebiam um hora de curso sobre formação de vínculos familiares, sobre como estimular o cérebro das crianças e sobre saúde na Primeira Infância. Isso foi complementado com visitação domiciliar mensal da Saúde e da Assistência Social. Atendemos, nesta modalidade, cerca de 1000 crianças. Para o próximo ano serão 2.000.
Todo este trabalho foi complementado com a necessária capacitação de professores. Ao constatar o elevado número de analfabetos funcionais, decidimos criar um curso telepresencial para preparar melhor os professores alfabetizadores. Foram 2.000 professores preparados num curso de 8 semanas. Investimos também, junto com a UFRJ (Projeto Fundão) numa melhoria do ensino de Matemática nas séries iniciais. Criamos também cursos para ensinar os professores como preparar questões de provas. Em muitas escolas, durante anos não tivemos mais provas. As provas bimestrais reacenderam o interesse entre os educadores pelo assunto. Passamos a nos empenhar também para que o professor se encantasse com a leitura. Se ele for leitor, certamente vai encantar os jovens com este hábito. Passamos a distribuir, a partir de uma lista recomendada, na qual os educadores de escolas e creches votavam, dois livros de leitura literária para cada um , por trimestre.
Poderia escrever aqui páginas e mais páginas sobre este primeiro ano. É uma história sobretudo de paixão! Foi um trabalho intenso, sempre acompanhado pelos Parceiros da Educação Carioca que nos deram muitos e valiosos conselhos. O prefeito Eduardo Paes apoiou o trabalho, deu-me os recursos necessários e em nenhum momento indicou politicamente (nem deixou que o fizessem) pessoas para ocupar cargos aqui. A minha cunhada, Ana Maria, possibilitou-me mudar para o Rio para aceitar este desafio, ao vir para São Paulo do Rio Grande do Sul com seu marido e ocupar-se de meus pais e meus filhos.
Mais do que tudo, foi um ano em que aprendi muito. Portanto, um ano feliz.
Um ótimo 2010 a todos!!!
Claudia
P.S Marina entrou no Mestrado em Ciências Sociais, meu pai lançou seu livro, Mauricio passou no vestibular em Engenharia e está prestando a segunda fase para Física na USP e na UNICAMP. Nabuco resolveu aproveitar um pouco a vida de aposentado.Merece! Vivi (filha do Nabuco) acabou o curso de Direito e presta em janeiro o exame da Ordem.
Claudia Costin
claudiacostin@hotmail.com
Secretaria Municipal de Educação 21-2503.2478
Israel: ortodoxos avançam sobre o poder político
Marx Golgher- BH-MG
Já submetendo toda a esfera social da sociedade israelense à sua própria interpretação da Torah e da Halaca, a decidir quem é judeu para fins de cidadania e aplicação da lei do retorno, quem pode casar, ou não, decidindo o destino dos filhos, a zelar pela submissão completa da mulher judia ao macho judeu, etc. etc. etc., o rabinato ortodoxo israelense já avança celeremente sobre a esfera do poder político.
Espalhando a cizânia nos país, estimulando a desobediência nas Forças de Defesa de Israel ao poder civil, suprimindo a existência do Direito Internacional, a Resolução 181 da AG da ONU, de 29.11.1947, da Partilha da Palestina que garantiu o direito da autodeterminação dos povos judeu e árabe palestino aos seus respectivos Estados nacionais, à favor da anexação da Cisjordânia, a expulsar os habitantes árabes palestinos, dentro da tristemente celebre tese do “direito ao espaço vital” do III Reich, o rabinato ortodoxo pretende transformar o país numa teocracia, no melhor estilo talibã/
Para garantir os êxito do golpe ortodoxo, a enveredar Israel numa irresponsável e insana aventura liberticida e anti-democrática, de conseqüências certamente catastróficas, importa aos rabinos ortodoxos o controle do poder militar israelense, alijando os oficiais seculares a favor de sectários fundamentalistas judeus.
Resta saber, a Diáspora, a maioria do povo judeu no mundo vai aceitar essa brutal distorção do judaísmo?
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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