Edição 067 Domingo, 04 de Maio de 2008
 
 

EDIÇÃO COMEMORATIVA DOS 60 ANOS DE ISRAEL





Osias Wurman
Jornalista


Gostaria de Estar em Sderot

No próximo dia 8, quando se comemoram os 60 anos de independência do Estado de Israel, gostaria de estar em Sderot. Esta pequena cidade, com 20 mil habitantes de classe média, representa a Massada desta geração.  Representa a histórica resistência judaica contra todos que desejaram destruir o povo judeu, sob as mais diversas formas e argumentos, mas sem nunca conseguirem os seus intentos. Sderot não pode cair, pois junto ruiria todo Israel. E isto nunca acontecerá.
O povo judeu tem na solidariedade o segredo de sua persistência e resistência a todos os desafios. E não foram poucos, em 3800 anos de existência.
Hoje, o suporte ao Estado de Israel e seu povo, é prioridade maior dos judeus em todo mundo, abraçados aos amigos não judeus de Israel.
Para avaliarmos o que representaram os 60 anos de vida, ora comemorados, devemos afastar-nos do dia a dia atual, para olharmos um panorama mais global.  Devemos fazer como alguém que observa uma obra de arte, uma bela pintura: afastar-nos da tela para observar o conjunto, sem valorizar os detalhes menores.
Foram seis décadas de muito suor pioneiro, sangue dos nossos guerreiros e lagrimas dos que finalmente chegaram à Terra Prometida. Centenas de milhares salvos do Holocausto nazista e mais de um milhão de libertos da discriminação soviética.
Com o suor dos nativos, e de milhões de imigrantes, construiu-se uma nação democrática, poderosa e tecnologicamente avançada. Celeiro de descobertas cientificas criadas para o bem de toda Humanidade.
Com o sangue de mais de 22 mil heróis, a maioria na idade de 18 a 23 anos, foram riscadas as fronteiras que asseguraram a existência física de um Israel soberano.
Com as lágrimas, fertilizou-se a Terra de Israel para nascer e florescer o espírito do ideal sionista: a volta à Sião. O ideal de uma terra para um povo. A Terra Prometida, para o povo de Israel. O povo que trouxe ao mundo o maior tesouro de fé e moral – a Torah de Moisés. O povo que através do Rei David, declarou há mais de 3.000 anos, Jerusalém como sua capital. E assim será por mais 3.000 anos.
Cada judeu deve lembrar e comemorar, no próximo dia 8, os 60 anos de Israel. Convidem suas famílias e os amigos para celebrarem este importante acontecimento, que alegra o mundo civilizado e aos amantes da paz mundial.
Ficarei na minha trincheira na luta pela opinião publica, mas gostaria de estar em Sderot.
Lá estará meu coração!!!

Am Israel Chai – Que Viva O Povo de Israel !



David Ben Gurion declara a
Independência em 1948


Dramático desenho de
uma criança de Sderot
 


 
 

GUETO DE VARSÓVIA

O chefe do Estado-maior do Exército de Israel (IDF), Gabi Ashkenazi, disse que Israel e o IDF são as respostas ao Holocausto, quando discursou no ‘bunker’ de Varsóvia-Polonia, onde Mordechai Anielewicz e seus comandados conduziram o levante contra os nazistas em 1944. Ashkenazi também falou sobre a significância do Levante do Gueto de Varsóvia em relação aos soldados israelenses. “O ponto principal da história do Gueto de Varsóvia é de extrema importância para os soldados combatentes de Israel, portanto, aqui estamos para prestarmos nosso respeito e saudar estes heróis que, apesar da realidade da fragilidade de suas forças e apesar de serem civis sem nenhum treinamento militar, simplesmente se levantaram, agiram e lutaram” afirmou Ashkenazi. O chefe do IDF colocou uma coroa de flores e o rabino chefe do IDF, General Brigadeiro Avi Ronsky, rezou o El Maleh Rachamim, que é a prece judaica em homenagem aos mortos. Ashkenazi liderou a “Marcha da Vida” em Auschwitz e Birkenau, que reuniu mais de 10.000 participantes provenientes de todas as partes do mundo.


Ashkenazi visita cemitério
judaico na Polônia
Participantes da “Marcha da Vida 2008”
no portão de Auschwitz


 
 

A GENEROSIDADE DO PRÍNCIPE CHARLES


O príncipe Charles e o
rabino Edgard Gluck
rabino-chefe da Galícia
Membros da comunidade judaica da Cracóvia-Polonia reuniram-se com dignitários e convidados de todo o mundo, para marcar a abertura do novo Centro Comunitário Judaico pelo Príncipe Charles, e sua esposa Camilla- Duquesa de Cornwall. O casal real colocou a mezuzah no batente da porta, antes de descerrar a placa comemorativa. O rabino-chefe da Polônia, Michael Schdirch, oficiou a cerimônia dizendo: “A comunidade judaica da Polônia sofreu privações inimagináveis através dos séculos. No passado foi uma das maiores comunidades judaicas do mundo, atualmente é uma das menores. Entretanto, graças à magnificência, graça e encanto do casal real, a comunidade da Cracóvia, que era um centro vibrante da vida judaica, agora tem uma chance verdadeira de retornar a sua antiga glória”. Numa visita à Cracóvia em 2002, o Príncipe Charles emocionou-se com o empenho dos membros idosos restantes da comunidade judaica, que fizeram a promessa solene de mudarem suas vidas para melhor. No seu retorno à Inglaterra, ele contatou o World Jewish Relief (WJR) que é uma entidade de caridade baseada em Londres, para o auxílio às comunidades judaicas ao redor do mundo que estejam em risco ou em crise, e o plano para a construção de um centro comunitário tomou vida. “Muitas pessoas vieram e nos prometeram um futuro, mas o Príncipe e o World Jewish Relief prometeram e hoje a cerimônia mostra que também realizam e nós estamos muito gratos por isto”. Disse Tadeusz Jakubowicz que é o Presidente da Comunidade Judaica da Cracóvia.


 
 

NA VELHA POLÔNIA

O jogador polonês Arkadiusz Myson, do LKS Lodz, encontra-se sob acusação de anti-semitismo por ter vestido uma camisa com o texto "puta judia", possivelmente se referindo ao clube rival Widzew Lodz. O próprio jogador admitiu que colocou a camisa, mas explicou que ela havia sido dada por um torcedor depois de uma partida, informou o diário polonês "Gazet Wyborcza". Myson afirmou não ter reparado no texto da camisa e rechaçou qualquer intenção racista ou anti-semita. O presidente da Federação Polonesa de Futebol, Michal Listkiewicz, anunciou uma investigação do caso, ocorrido há

Nazistas na torcida polonesa
duas semanas, mas que voltou à tona por causa de outros incidentes racistas no futebol polonês. Numa partida do Legia Varsovia, torcedores mostraram cartazes com a frase "Arbeit Macht Frei" -"O trabalho liberta"-, um macabro lema relacionado com o campo de concentração nazista de Auschwitz: a frase se encontra encimando o portão de acesso ao campo de concentração. Estas e outras informações sobre a presença de nazistas entre torcidas de futebol do país mancham o futebol da Polônia, que será anfitriã da Eurocopa de 2012, juntamente com a Ucrânia. (Leonardo Scheinkman - direto da Europa)


 
 

IMPORTANTE DENÚNCIA

A foto abaixo nos foi enviada pelo leitor V.G., e é de autoria de Domingos Peixoto. Ela foi publicada na página 17 do jornal O Globo do dia 1º de maio de 2008. É um flagrante do confronto entre homens da Polícia Civil do Rio de Janeiro e traficantes da Favela do Rebu. Na foto, um grupo de policiais entrando na favela. Reparem o terceiro homem, da esquerda para a direita, ostentando em sua camisa o símbolo do grupo libanês Hezbollah. Como pode um agente da lei ostentar uma camiseta com a logomarca de grupo terrorista?





 
 

BARBIE EXPULSA DO IRÃ


Barbie inimiga do Irã,
e sua colega iraniana
Um oficial superior judicial iraniano advertiu contra as “destrutivas” conseqüências culturais e sociais da importação de bonecas Barbie e outros brinquedos ocidentais. Os brinquedos ocidentais são um “perigo” que necessita ser interrompido. Assim, o Promotor Público Chefe Ali Dori Najafabadi, informou numa carta oficial ao Vice-presidente Parviz Davoudi. “A importação irregular de tais brinquedos, que infelizmente chegam através de fontes não oficiais e pelo contrabando, é culturalmente destrutiva e um perigo social” disse em sua carta, e cuja cópia foi enviada à Associated Press. Nos últimos anos os mercados iranianos foram inundados com brinquedos ocidentais contrabandeados, parcialmente devido ao dramático aumento do poder de compra, resultado das receitas crescentes do petróleo. “As vitrines com bonecos como Barbie, Batman, Homem Aranha e Harry Potter, bem como importações irregulares de jogos de computador e filmes não aprovados, constituem-se em sinos de alarme para os responsáveis pela arena cultural” afirmou o promotor na carta. Autoridades lançaram em 2002 uma campanha temporária para o confisco da Barbie nas lojas de brinquedos,
denunciando as sensibilidades não islâmicas da boneca ícone americana. Naquele mesmo ano, entretanto, o Irã apresentou um produto concorrente, as gêmeas Dara e Sara, que promoviam os valores tradicionais com suas roupas modestas e estórias pró-família, mas mostraram-se incapazes de estancar a maré da Barbie. Em 1996 o chefe da agência para as crianças apoiada pelo governo chamou a Barbie como um ‘Cavalo de Tróia’ que furtivamente introduzia influências ocidentais tais como a maquiagem e roupas reveladoras. A Barbie é vendida vestindo roupas de banho e mini-saias numa sociedade na qual as mulheres devem vestir turbantes em público e os homens e mulheres são proibidos de nadarem juntos.


 
 

MORREU MR. EXODUS

Yossi Harel, que batizou em 1947 o velho navio que comandava como Exodus, em homenagem a saída dos judeus do Egito, morreu aos 90 anos de idade em sua casa de Tel-Aviv. Os britânicos que controlavam a Palestina sob mandato da ONU, restringiram em 1939 o numero de judeus imigrantes para a região em 75 mil, durante cinco anos. Um numero insignificante ante a enorme quantidade de refugiados que desejavam imigrar. A restrição foi mantida, mesmo após o Holocausto, quando sobreviventes foram devolvidos para Chipre e outros paises europeus. Harel comandou pessoalmente a maior parte das operações clandestinas, trazendo mais de 24 mil judeus para a Palestina. O Exodus nunca aportou na Terra Prometida, mas tornou-se um ícone do direito à imigração após ser abordado por soldados ingleses, enquanto esperava autorização para atracar no porto de Haifa, em 1947, registrando-se um violento conflito entre os soldados ingleses e sobreviventes do Holocausto que estavam a bordo. O mundo ficou sensibilizado com a noticia de que bombas de gás lacrimogêneo tinham sido atiradas pelos soldados ingleses, contra judeus que se salvaram das câmaras de gás. A partir desta data, começaram a ser relaxadas as exigências para a imigração.

Yossi Harel e o Exodus em 1947


 
 

RACISMO EM ALTA


Anti-semitismo enraizado no mundo
Os atos anti-semitas no mundo aumentaram em cerca de 7% em 2007, em relação ao ano anterior, segundo um informe apresentado pela Universidade de Tel-Aviv. "Em 2007, tivemos 832 atos anti-semitas violentos no mundo, ou seja, um aumento de 6,6% com relação ao ano anterior" indicou Dinah Porat, autora do informe e diretora do Centro de estudos de anti-semitismo e de racismo. Porat contabilizou ataques violentos tanto físicos como verbais, assim como pichações contra os judeus. O documento assinala "uma diminuição alentadora dos atos anti-semitas em certos países, em particular França, Alemanha, África do Sul e Estados Unidos", atribuindo o fato a crescente ação das autoridades e dos grupos de defesa dos direitos humanos.


 
 

RABINA SONHADORA

Pela primeira vez uma rabina viajou ao Irã, numa missão de diálogo inter-religioso e compreensão. A Rabina Lynn Gottlieb, que é uma das forças antigas no movimento de renovação judaica nos Estados Unidos, será a co-líder de uma delegação de 21 ativistas à Republica Islâmica, numa missão “para humanizar a face do Irã, a fim de evitar que resulte num desastre de proporções globais que sequer podemos imaginar”, disse ela ao Jerusalém Post. Gottlieb, uma pacifista veterana e co-fundadora recente do “Instituto Shomer Shalom para a Não-Violência Judaica” (Shomer Shalom Institute for Jewish Non-Violence) disse que sua participação nesta missão resultou da ameaça feita pela pré-candidata democrata, Hillary Clinton, que uma agressão do Irã contra Israel encontraria uma resposta dos Estados Unidos que “eliminaria” o Irã. “É importante que negociemos e não ameacemos a destruição” acredita Gottlieb. “Inclusive porque existem entre 30.000 a 40.000 judeus vivendo no Irã, que é a comunidade existente mais antiga do Oriente Médio, e estão lá desde o primeiro exílio no ano 586.” O itinerário da viagem, que retornará à Nova Iorque no dia 13 de maio, inclui Teheran, onde o grupo encontrará um representante do governo iraniano, conforme informa Gottlieb, assim como a cidade sagrada dos shiitas

A rabina Lynn Gotttlieb, simpática ao Irã
Qom e as cidades históricas de Esfehan e Shiraz. Gottlieb rejeita a idéia de que sua participação nesta missão poderá legitimar o regime que publicamente apóia a negação do Holocausto.


 
 

TARJA NEGRA

O estudo da Cabalá requer dos interessados um profundo preparo antes de iniciar a leitura do livro do Zohar. Muitas pessoas que dedicam-se a estudar este tratado judaico, sem o prévio e profundo conhecimento Talmúdico, podem acabar no divã de um psiquiatra. A Revista de O Globo deste domingo traz em sua capa uma matéria intitulada “A cabala da galera” onde Leonardo Reis, católico, 27 anos, carrega a Torah numa cerimônia de Pessach. Leonardo buscou a Cabalá influenciado pela cantora Madonna. O rabino Michel Schlesinger, rabino-chefe da CIP de São Paulo, declarou na entrevista que “A difusão do judaísmo é positiva, quebra idéias erroneamente preconcebidas. Do ponto de vista da religião, no entanto, a simples prática não transforma ninguém em judeu. A Cabalá é o “Harry Potter” do judaísmo”. Os segmentos religiosos judaicos, sejam ortodoxos ou liberais, condenam o ensino da Cabalá para pessoas não preparadas a receber as complexas e enigmáticas análises. Na matéria fica claro que 90% dos alunos deste curso não são judeus. O curso custa R$ 500,00.



Leonardo Reis, católico de 27 anos, carrega a Torah de Moisés na festa de Pessach



 
 

Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

ORGULHO E VERGONHA NO DIA DO HOLOCAUSTO

TEL AVIV – Nunca vou esquecer-me do meu primeiro Yom HaShoá em Israel. Nos idos de 1986, eu passava a primavera num kibutz na Galiléia. Naquele dia, me mandaram trabalhar na fábrica, numa linha de produção de redes de plástico. Assim que a sirene do Dia do Holocausto começou a soar, pontualmente às 10 da manhã, um rapazinho que trabalhava comigo imediatamente parou no lugar, em pose solene. Na minha ignorância, continuei a trabalhar, sem me dar conta do que estava acontecendo. O rapazinho levantou os olhos, meio encabulado, meio chateado, e me disse: "Tudo bem. Cada um age como quer". Foi só quando ele disse essas palavras que eu percebi que aquela era a sirene do Yom HaShoá.




Todos param em Israel
ao toque das sirenes
 

Fiquei imediatamente parada, congelada de vergonha. Eu sabia que, por dois minutos, o país costuma parar – pedestres não se movem, motoristas saem dos carros. Mas, por algum motivo, não reconheci o sinal que vinha do alto-falante. Quis explicar que não continuei trabalhando de propósito, que eu sim me importava com a homenagem aos mortos no Holocausto (metade da família dos meus avós morreu em campos de concentração). Mas meu hebraico era pobre demais para que eu fosse entendida. As palavras do meu colega de trabalho no kibutz ainda ecoam na minha memória até hoje. A sensação de embaraço volta à tona, agora, a cada novo Dia do Holocausto. Acho que o mal-entendido de 22 anos atrás me ajuda, hoje, a sentir a emoção da data com mais intensidade. Para quem foi criada num país onde datas nacionais são vistas com cinismo, é emocionante ver como os israelenses encaram esse tipo de homenagem com tanta seriedade. Dá orgulho.



 
 
     
 

MUNDO PARTIDO


Everardo Maciel, barrado em Dubai
A coluna do prestigiado jornalista Ancelmo Gois, em O Globo, noticiou que o ex-secretário da Receita Federal, Everardo Maciel, teve o visto negado para entrar em Dubai, nos Emirados Árabes, em escala de viagem que fará à China. Tudo porque no seu passaporte tem um carimbo de uma visita turística que fez a Israel. Na verdade, existem restrições não oficiais em alguns paises árabes, para o comércio com empresas estrangeiras que tenham judeus em suas diretorias.


 
 

LAUDER E A SUÍÇA

O Presidente do Congresso Mundial Judaico (WJC) pediu que a Suíça cancelasse a negociação multibilionária suíça - iraniana, para compra de gás natural, porque a mesma ameaça Israel e os Estados Unidos. Ronald Lauder, magnata bilionário do ramo de cosméticos, afirmou que o acordo assinado pelo ministro suíço de Relações Exteriores, Calmy-Rey, em Teerã no mês passado, encolerizou o WJC devido à posição “linha dura” do Irã, e porque acontece quando a ONU impõe sanções contra o país, devido ao seu programa nuclear. “Talvez o dinheiro que a Suíça está pagando ao Irã será utilizado, algum dia, para comprar armas para matar israelenses ou comprar armas para matar americanos ou comprar mísseis que poderão carregar armas nucleares” ele afirmou. “Eu gostaria que eles cancelassem sim” Lauder afirmou aos repórteres na capital suíça. Mas disse que não gostaria de exercer


O bilionário Ronald Lauder
pressão junto ao governo suíço. “Estou vindo aqui mais como um embaixador, e não como alguém que carrega um porrete” comentou Lauder, que está visitando a Suíça a convite da Federação das Comunidades Judaicas da Suíça. Os Estados Unidos, o WJC e outros grupos judaicos, têm criticado a neutra Suíça devido a este acordo entre a empresa de trading de energia EGL, e a empresa estatal iraniana National Iranian Gas Export Company, no valor de 42 bilhões de dólares.


 
 

CHUVA DE SUICÍDAS


Mahmoud Zahar do Hamas

Israel pode ter 200 bombas nucleares, mas o Hamas tem 200.000 pessoas dispostas a se explodirem dentro de Israel, afirmou Mahmoud Zahar, que é alto dirigente do Hamas na Faixa de Gaza. Zahar que discursava perante apoiadores na Universidade Islâmica na cidade de Gaza, disse que Israel pagaria se rejeitasse a iniciativa egípcia de uma trégua com os Palestinos. “Se Israel disser não, pagará um preço muito alto” disse ele. “Nós somos um povo sitiado e utilizaremos todos os meios para defender-nos contra Israel”. Zahar disse que o chefe da inteligência egípcia, Omar Suleiman, se encontrará no Cairo com líderes israelenses, como parte dos esforços egípcios para alcançar uma trégua. Uma vez que Israel aceite a proposta egípcia, afirmou Zahar, todas as passagens de fronteira de Gaza deverão
ser reabertas. “O assunto da iniciativa de trégua será decidido na próxima semana” ele adicionou. “Acredito que Israel aceitará a iniciativa, embora tentando postergar alguns assuntos”. O líder do Hamas comentou que o seu movimento aceitou um cessar-fogo com Israel em 2005. “O Hamas beneficiou-se de tal trégua e ninguém pode negar isso” ele comentou. “Mesmo aqueles que se opuseram àquela trégua, admitiram que ela fosse útil”. “Não faremos uma hudna (trégua temporária), a menos que haja consenso entre os palestinos sobre ela” ele afirmou. “Sabemos que alguns grupos se opõem a uma trégua, mas não acreditamos que as facções maiores rejeitem uma trégua mútua e abrangente que cessaria o cerco imposto na Faixa de Gaza”.


 
 


BILIONÁRIO DE VERDADE


A mídia britânica noticiou que o bilionário judeu-russo Roman Abramovich planeja construir uma mansão estimada em 298 milhões de dólares. Abramovich apresentou uma solicitação de alvará para construção ao conselho de Kensigton e Chelsea, para a aprovação de uma residência que, quando construída, será a casa de maior valor jamais construída na Inglaterra. A casa terá oito quartos de dormir e incluirá a reforma de dois prédios da área de Lowndes Square, em Knighsbridge-Londres. Os dois prédios contêm, atualmente, nove apartamentos separados, comprados separadamente por Abramovitch, que é a segunda pessoa mais rica da Inglaterra e proprietário do time de futebol Chelsea, cujo valor estimado é de 24 bilhões de dólares. A mansão também incluirá um cinema, piscina interna, sauna e salão de jogos e entretenimento. Espera-se que tenha oito andares, sendo que três subterrâneos.


Roman Abramovitch proprietário do Chelsea

Avram Grant com a faixa negra no braço

A nova moradia fará parte da já impressionante coleção de casas de Abramovich, que inclui outras casas em Londres, Moscou e casas de verão no sul da França, Toscana na Itália e Montenegro. A imprensa russa tem especulado que o verdadeiro plano de Abramovich é tornar Londres a sua base permanente de operações. Na semana passada o Chelsea saiu vitorioso na partida contra o time do Liverpool e vai disputar a grande final contra o Manchester United no próximo dia 21 de maio em Moscou. O técnico do Chelsea, Avram Grant, assistiu ao jogo com uma faixa negra no braço, em homenagem ao Dia do Holocausto. Logo após a vitória, pegou um avião especial e foi para Auschwitz onde participou do Dia em Memória do Holocausto e fez emocionado discurso. Seu pai foi um sobrevivente dos campos de concentração.

 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


DIZENDO NÃO AO PRESIDENTE DOS EUA
Um tema de discussão recorrente entre os que apóiam Israel aqui em Nova Iorque é se o primeiro-ministro israelense pode realmente dizer não ao presidente americano. O exemplo clássico citado pelos que argumentam que não é a retirada das tropas israelenses de Gaza em março de 1957, quando David Ben-Gurion acabou cedendo à exigência de Dwight Eisenhower. Mas Israel em 1957 era muito menos forte econômica e militarmente do que hoje.

O exemplo mencionado mais frequentemente



O acordo de Camp David entre Anwar Sadat, Jimmy Carter e Menahem Begin
 

pelos que pensam que sim ocorreu em abril de 2002, um dia depois que o exército israelense deu início à Operação Escudo de Defesa na Cisjordânia.  Em pronunciamento no Jardim de Rosas da Casa Branca, George W. Bush exigiu um cessar-fogo imediato e “pediu publicamente” a Ariel Sharon que “pare as incursões em áreas controladas pelos palestinos e comece a retirada das cidades recentemente ocupadas” – o que Israel só veio fazer cinco semanas mais tarde, após o sucesso da operação.  Mas Bush é um grande amigo de Israel.

O meu exemplo favorito ocorreu em março de 1978, por ocasião da terceira visita de Menachem Beguin à Casa Branca.  O Estado de Israel aos 30 anos não era a potência que é aos 60, e o presidente americano era Jimmy Carter – o mesmo que escreveu mentiras e distorções contra Israel em seu livro “Palestina: Paz - Não Apartheid”  (refutadas em http://www.camera.org/index.asp?x_context=2&x_outlet=118&x_article=1238), deu um certo grau de legitimidade ao Hamas em sua recente viagem ao Oriente Médio, e acusou Israel de “matar de fome [os palestinos de Gaza]” em palestra na Universidade Americana no Cairo.  Durante o que Beguin descreveu como “a conversa mais difícil da minha vida” e Carter como “uma hora e meia de discussão intensa e às vezes emocional”, Beguin disse não a cada uma das seis concessões exigidas por Carter – um episódio que passou para a história, como o próprio Carter admitiu em seu livro de memórias publicado em 1982, como “os seis nãos”.

Em última análise, a capacidade do primeiro-ministro de Israel de dizer não ao presidente dos EUA é função da importância relativa para seus respectivos países dos interesses. em jogo.  Mas ela depende também, e em grande parte, da força das convicções do primeiro-ministro e da qualidade da sua liderança.



 
     
     
 

MACABI NA FINAL


Brasileiro Alex Garcia, camisa 12 do Macabi

O time israelense de basquete Macabi Tel-Aviv disputa hoje, domingo 4/05, o titulo de campeão do importante torneio da Liga Européia contra o CSKA de Moscou. A estrela do Maccabi é o brasileiro Alex Garcia, camisa 12, um verdadeiro fenômeno de popularidade em Israel. O jogo será televisionado para o Brasil e pode ser assistido pela ESPN, às 16,00 h de Brasília.


 

 


MANCHETES DE FECHAMENTO


- Vídeo demonstra a inocência de Israel na morte de mãe e quatro filhos em Gaza.
- Dois eventos dos 60 anos de Israel levam a chancela da Embaixada de Israel no Brasil: a recepção em Brasília, e o evento na Hebraica de São Paulo. Em ambos são obrigatórios os convites personalizados.
- O jornal Sunday Times de hoje declara que as evidencias em poder de Israel justificam um ataque ao Irã. - Amanhã é o Dia Internacional da Aliah.
- Forças de segurança, treinadas pelo EUA, assumem em Jenin na Cisjordânia.
- Ehud Olmert volta a ser questionado pela policia, por ordem judicial.
- Cinco muchileiros israelense mortos em acidente na Bolívia.
- Rice chega a Israel com nova lista de pressões por devoluções.
- Hezbollah pode "grampear" fones no Líbano com tecnologia iraniana.



 
 


Correspondência

Muchos obrigados para su correo que eu leo siempre com muito interessa.
Doris Dahan-Suiza

Osias, Mais uma vez nosso muito obrigada. Foi um privilégio poder contar com a tua participação brilhante em nosso encontro. Valeu muito! Um grande abraço,
Sarita Schaffel (Pres. Nacional da Wizo Brasil)
PS: Te escutando ontem, comecei a acreditar que uma andorinha faz verão sim !

Oi Osias - hoje foi realizada a 3ª Mesa Redonda, que por sinal esteve também excelente, como a tua. O Dr. Toron, um dos palestrantes, judeu sefaradi, Secretário Geral Adjunto da OAB do Brasil, quer receber tua "Rua Judaica", pois ficou muito interessado em  conhecer este teu trabalho. Um abraço e até nossa volta.
Matilde Gus – Porto Alegre- RGS
(Ex-pres. da FIRGS)

Venho parabenizar o jornalista Osias Wurman pelo excelente e comovente artigo "Holocausto Nunca Mais!". Emocionei-me e chorei ao contemplar os rostos daquelas crianças e adultos como que em marcha para o fim. Amados, creio em meu coração,  pela fé,  que o Senhor Todo-Poderoso os guarda em lugar de plena Paz, Harmonia e Liberdade. Amém! Saudações.
Isabel Cristina S. Marzola de Amorim

Osias, gostaria muito de lhe agradecer pela inserção do site do deolhonamidia.Valeu!!
Marcella Becker-São Paulo-SP

Não sei se você poderá aproveitar em sua e já nossa RUA JUDAICA  o que se  escreve de nosso "“ sócio “""presente nos dado pelo então pres Clinton com apoio de o primeiro ministro na ocasião, que deu tudo em troca de nada a esse presente de grego, que veio junto ao maior assassino de judeus depois de Hitler IS o que escreveu que o holocausto era mentira etc. e hoje a historia se repete com o Olmert, que coloca sua carreira política a frente  de suas obrigações que sua pátria exige. para mim o ministro de defesa atual esta sendo pressionado para não entrar em gaza e terminar de vez a chuva de foguetes que sofremos nas 24 h do dia.......não por estratégia militar  mas  por  não dar ao ministro da defesa forca política.......em detrimento de sua gente seu povo!!!!
Abram Sztutman- ISRAEL

Prezado Osias, Enviei a notícia sobre o boicote na Bélgica ao meu irmão que vive lá para saber o que estava sendo feito à respeito e veja o que ele respondeu: o meu comentário está em azul mais claro e o dele mais escuro. de onde veio esta notícia?? dá para esclarecer??
Obrigada, Abraço.
Ruth Zohar
Após uma busca intensiva achamos um artigo publicado por “intal” com a mesma imagem do ursinho e chamando o boycott  em  data de Janeiro 2006. Porém nenhum festival ou exposição ; outro artigo semelhante publicado em Liege ( parte francesa do país). Aparentemente há  uma distorção de fatos e datas. Qual é a finalidade?  Desacreditar a Bélgica ainda mais do que merece? Sua opinião por favor. Beijocas.”   
NOTA DA REDAÇÃO : A notícia é correta e foi difundida mundialmente pela JTA em 25 de abril de 2008. Talvez o leitor belga não tenha sabido buscar, na fonte certa, a noticia exata. As noticias da Rua Judaica primam pela credibilidade das fontes.

Olá Osias, meu nome é Leo Soltz, irmão da Janice Grinspan. Recebi notícias do seu blog por um link que minha mãe encaminhou e gostaria de passar a receber as notícias e edições por email a partir de agora. Faço também um elogio à qualidade editorial e visual de sua página. Os temas amplos nos ajudam a pensar  e refletir para que caminho nós judeus podemos seguir e como a sociedade vem necessitando de um muito de cultura e educação para não chegarmos ao caos.
Leo Soltz- MG

Tenho recebido sempre "noticias da rua judaica". Me esclarece, me informa e muitas vezes me acrescenta o conhecimento sobre judaismo.  Tenho em minha lista de email dois ou três amigos da comunidade maior. Para ele envio sempre os artigos que possam esclarece-lo sobre o povo judeu, o judaismo, o sionismo e last but not least, sobre Israel. Acho que é uma forma de que alguns da comunidade maior e, meus amigos, possam ser esclarecidos e informados sobre tais assunto. Obrigado por me incluir no seu email.
Sophie Chveid

Shalom, recebo sempre as Noticias da rua Judaica em minha caixa de e-mails E agradeço o envio do mesmo. Moro no Sum de Minas Gerais - Cambui, cidade proxima a São Paulo.Que eu saiba sou o "Unico" judeu aqui na cidade (Sou casado com uma Não Judia. Sinto falta de uma visita a Sinagoga, e também o relacionamento com membros da comunidade Judaica. Para resolver estes problemas gostaria de se possivel o endereço de Sinagogas em São Paulo  e também oo horarios de reuniões e possiveis contatos para uma visita a mesma. Agradeço, Shalom
Tavares – MG

Volta e meia, o jornal virtual "Notícias da Rua Judaica por Osias Wurman" usa termos errados nas suas matérias jornalísticas e outras. O termo racismo, como todo mundo sabe, é um termo discriminatório e errado, pois os seres humanos não são divididos em raças (como aprendíamos nas salas de aulas), a única que pertencemos é a raça humana. Quando descrevemos os judeus como raça, os negros como raça, etc... estamos agindo da forma que muitas vezes condenamos, estamos segregando. No momento que separamos as pessoas por raças, automaticamente criamos raças superiores e inferiores. Outro termo usado popularmente e que saí totalmente do contexto ao qual pertence é "holocausto". Os dicionários descrevem "holocausto" como sendo "suicídio em nome de Deus", e não me parece que as vítimas dos campos de concentração tenham cometido homicídio, muito menos em nome de Deus. Vamos ter cuidado para não fazermos o que muitas vezes condenamos.
Diego Scliar - Porto Alegre, RS

Dia 23 de Maio próximo, completaremos 5 ( cinco ) anos de trabalho dentro da nossa Comunidade. Sem dúvida, os resultados são expressivos e  gostaríamos de partilhar com cada um de vocês os números alcançados. Até a presente data, são cerca de 940 yehudim que já tiveram a oportunidade de retornar ao mercado de trabalho através deste Projeto. Não podemos deixar de agradecer o sempre fundamental apoio da Mídia Judaica divulgando esse caminho, e não nos sentimos constrangidos ao solicitar que, se for possível, na próxima Edição de seu veículo, nos ajudem a chegar a mais e mais parceiros, para que tenhamos mais vagas dentro do AVODABC e que mais candidatos saibam que poderão conseguir uma nova oportunidade na vida. Temos candidatos que estariam dispostos a fazerem depoimentos;  poderia ser agendada uma entrevista; empresários que já se utilizaram os nossos serviços, com certeza não teriam restrições em comentar. Precisamos de vocês, Agradecemos desde já e sempre a atenção,
Noemí Weksler- São Paulo-SP

Nesta quinta feira o Programa Shalom Brasil apresenta o video clip O FUNK DO FARAÓ a todo o Brasil e no dia 8 de Maio, Yom  HaAtsmaut, a TV Aberta apresenta o Tropicasher ao vivo, cantando o samba ISRAEL, A AREIA QUE VIROU MEL.Convido você e o seu prestigioso publico leitor a conhecer estes sucessos tupinikosher, agora na TV. Muitos ténkios!
Paulinho Rosenbaum.- TROPICASHER 

Denúncias

Osias - favor ler com urgência o artigo Ser Jornalista em Israel de Yonatan Mendel,revista Piauí n 20. Aguardo,se possível, uma resposta sua sobre a posição doentia de seu colega de imprensa.
Adolpho Tuchman

Hoje é o Dia do Holocausto dos judeus pelos nazistas, por Rafael Fortes: http://rafaelfortes.wordpress.com/2008/04/15/breve-registro-sobre-o-holocausto-palestino-perpetrado-por israel/. Breve registro sobre o holocausto palestino perpetrado por Israel
N.H.

Vocês já conhecem esse site? O centro de difusão é na democratíssima Suécia...
http://www.radioislam.org/islam/portugues/portu.htm
Eva Spitz

Iom Hatzmaut

Eu ainda me lembro (e o Izaias e a Gueda devem tambem se lembrar, se ainda estivessem morando em S. Cristóvão) da alegria de todos no Campo do Clube São Cristóvão...há 60 anos...Shabat Shalom
Moysés (Szklo)

COMO ESTES PSEUDOS HUMANISTAS ISRAELIS, JUDEUS SEM D`S E SEM PAI, DESEJAM A DESTRUICAO DE ISRAEL, A MORTE DE SEUS PROPRIOS IRMAOS, DEVEMOS FAZER,REALMENTE, A MESMA COISA QUE OS ISLAMITAS
QUE ELES TANTO AMAM PRATICAM: A MORTE IMEDIATA DE TRAIDORES,
DELATORES E VIS ATEUS!
Adolfo Berditchevsky

Dia 2 de maio, os 63 anos de libertação dos campos de concentração. Apesar dos Le Penn, Hamas, Heszbolá, e similares,Holocausto e Nazismo NUNCA MAIS. Shalom
Paulo Gustavo S. de Almeida

Opiniões

Gostaria muito que fosse publicado aos responsaveis e   organizadores do evento " Marcha da Vida"  pelo meu ponto de vista indiscutivel e imperdivel esta passeio tão marcante e inesquecivel mas ,  para que seja  respeitado  os  principios judaicos e dados como exemplo para  os alunos das escolas Eliezer e Aliesen de não viajarem em pleno  Iom Tov de Pessach  , Imagina como ficaria completo se a viagem fosse na parte da noite ou no dia seguinte. garanto que se fosse dia normal de semana não haveria aula nas escolas Judaicas. Que fique registrado neste enorme vinculo de comunicação para que os representantes destas entidades ou outras que continuem com estes eventos de tanta grandeza mas que   respeitem os feriados judaicos e os Shabat. Obrigado
Roger Salem  

RACISMO NA FLÓRIDA
A hostilidade de não-judeus para com judeus, baseia-se num ranço ideológico muito antigo, que bem sabemos suas origens. Todavia, creio ainda que esse racismo e intolerância provêm de uma "falta de conhecimento" dos goym, e culpa muitas vezes de nós judeus que mantêm uma "síndrome" de perseguição. Assim, falar com sua comunidade, grupo, amigos de sala, condôminos, alunos etc., são um meio de concientizar que o Judaismo tem uma cultura rica, cheia de símbolos, costumes, mitos, literatura entre outros elementos próprios de qualquer grupo religioso, étnico e/ou cultural. Assim, façamos nossa, parte, mesmo que pequena. Sou professor e este mês trabalhei o " Mercador de Veneza", de Shakespeare, uma obra profundamente anti-semita. E transformar Shylock de vilão à vítima foi minha obrigação, não só como judeu, mas como ser-humano que sou, expondo à mais de 100 alunos que judeus devem ser respeitado tanto quanto os cristãos. O resultado foi um amadurecimento intelectual do alunado que, a partir de então, se interessaram pela cultura judaica, respeitando-a e tendo-a como referencial de fé e cultura. Mais do que os meus alunos entenderem o que é uma mezuzá, a conhecimento do porquê usa-la e quem a usa foi o mais importante. Então, façamos nossa parte...
Shalom e Parabéns sempre pelo newsletter
Silvio Ruiz Ben Avraham Paradiso - Maringá - PR



 
 
  Acesse nossas últimas edições:
 


> Notícias da Rua Judaica - edição No 66 (27.04.2008)

> Notícias da Rua Judaica - edição No 65 (21.04.2008)


> Notícias da Rua Judaica - edição No 64 (13.04.2008)

> Notícias da Rua Judaica - edição No 63 (06.04.2008)

     
 
 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof