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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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Osias Wurman
Jornalista
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ESPERANÇA
Entramos no mês hebraico de Nissan (dos milagres) abraçados na Hatikvah (esperança).
Primeiramente, por ser o mês da comemoração do Pessach, marca da passagem da escravidão no Egito para a liberdade, impulsionada pela esperança bíblica de concretizar o sonho em direção à Terra Prometida. Depois, por ser Hatikvah o hino nacional do Estado de Israel, onde se inicia um novo governo, com a esperança de que possa efetivar a paz na região.
Esperança é um componente milenar do DNA judaico. Sem ela, não teríamos resistido às Cruzadas, Pogroms, Inquisição e Holocausto.
O povo judeu, e o Estado Judeu, passam por momentos de intensos desafios.
A perda da identidade judaica nas camadas mais jovens de nosso povo é a maior ameaça a nossa eternidade. A beligerância orquestrada do fundamentalismo suicida é a maior ameaça, em 60 anos de existência, ao Estado de Israel.
No livro da Hagadah, que nos relata a histórica saída do Egito, há mais de 3300 anos, são descritos os quatro filhos que se encontram à mesa do seder.
Para a ceia deste ano, devemos procurar e convidar o quinto filho; aquele que nem sabe ou não lembra que é judeu. Aquele que tanto se afastou dos seus, que nada mais sabe sobre suas origens e suas raízes. Aquele que desconhece o judaísmo e o sonho milenar do sionismo.
Que neste Pessach possamos alimentar nossos corações com a fé judaica num mundo melhor, e que este alimento seja temperado com forte dose de Hatikvah!
Chag Sameach para todos e Am Israel Chai - Que viva o povo de Israel !
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TRADIÇÃO JUDAICA

É costume judaico preparar o lar para a festa de Pessach, retirando todos os alimentos e ingredientes cujo consume é proibido nos dias de festa. Costuma-se “vender” os produtos que eventualmente não são retirados ou encontrados, para um não judeu. Esta venda pode ser feita por procuração, conforme modelo abaixo.

Procuração para venda do Chamêtz online
Para evitar chamêts em seu poder durante Pessach, preencha o formulário abaixo até o dia 7 de abril, até o meio dia:
http://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=cGxsSFItdzEyWW16VDBLQk41U1F3VVE6MA..
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A POSSE DE NETANYAHU

O parlamento israelense aprovou nesta terça-feira, por 69 votos a 45, a coalizão governista predominantemente de direita liderada por Binyamin Netanyahu. Antes de ser empossado primeiro-ministro, Netanyahu disse que estes não seriam "tempos normais" e pediu para que os parlamentares confiem nele "nessa hora de crise global". "Israel enfrenta dois enormes desafios: um econômico e um de segurança. Essas duas crises acontecem em um momento de grandes mudanças internacionais", disse ele.

Aparentemente referindo-se ao Irã, Netanyahu disse que a maior ameaça para Israel e o mundo "vem da possibilidade de um regime radical equipado com armas nucleares". O novo premiê disse ser "uma vergonha" que "os apelos feitos por líderes iranianos pela destruição de Israel sejam recebidos com indiferença pelo mundo, sem ser duramente condenados". O analista de defesa da BBC, Paul Woods, disse que "o maior desafio do novo premiê é decidir se bombardeia ou não o Irã, algo que ele deve decidir em breve". Netanyahu disse ainda que vai negociar a paz com os palestinos, mas não mencionou a solução, aceita pelo governo anterior, de um Estado palestino. No passado, Netanyahu havia dito que não via necessidade de um Estado palestino. Cinquenta dias depois das eleições, realizadas no dia 10 de fevereiro, Netanyahu finalizou as negociações para a formação da nova coalizão, formada por partidos de direita, extrema-direita, ultra-ortodoxos e pelo tradicional Partido Trabalhista, de centro-esquerda.
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COVARDE ATAQUE EM HEBRON

Um menor israelense de 16 anos morreu e outro de 7 anos ficou gravemente ferido por arma branca em um ataque cometido hoje por um palestino em um assentamento judaico, informou o "Canal 10" da televisão israelense

Shlomo Nativ, o jovem de 16 anos assassinado
O ataque aconteceu em Beit Ayin, do grande bloco de assentamentos de Gush Etzion, no distrito cisjordaniano de Belém. Segundo a imprensa local, o atacante palestino trabalhava na colônia e conseguiu agredir os dois menores porque, no momento do incidente, eles não estavam na escola, devido ao período de férias pela festividade do Pessach (Páscoa judaica).

Após o ataque, houve tiroteios no assentamento, aparentemente por residentes ou efetivos de segurança do mesmo que dispararam contra o atacante que, no entanto, conseguiu escapar, acrescentou a imprensa. Várias forças de segurança fora mobilizadas na área e colocaram postos de controle para encontrar o palestino, cuja identidade não foi revelada. No mês passado, dois oficiais de Polícia morreram baleados perto de um assentamento no Vale do Jordão. O grupo que assumiu a autoria daquele ataque disse que foi para vingar a morte do dirigente militar do Hisbolá, Imad Mugniye, morto em 13 de fevereiro 2008, em um atentado em Damasco. Três meses antes da morte dos dois oficiais, outro israelense ficou gravemente ferido depois de ser atingido por palestinos quando dirigia seu veículo nas proximidades da cidade cisjordniana de Ramalah.O ataque ocorreu um dia depois da entrada do novo Governo em Israel que, a princípio, rejeita continuar o processo de paz iniciado em Annapolis (EUA), assim como uma solução de dois Estados para o conflito palestino-israelense.
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AMISH E ORTODOXOS EM NY
Os judeus ultra-ortodoxos levaram na terça-feira os Amish da Pensilvânia numa caminhada pelo seu mundo, dizendo que as suas comunidades são naturalmente atraídas, uma pela outra, pelo compromisso com estilos de vida mais simples. "É reforçador para a comunidade Amish de verem como os judeus vivem conforme a Bíblia diz que os judeus deveriam viver, e que tem vivido desde a época de Moisés e Abraão" disse Yisroel Ber Kaplan que é o diretor do ‘Chassidic Discovery Center’ em Brooklyn. "Os Amish também estão vivendo suas vidas de acordo com o que a Bíblia falou para eles". Dezenas de residentes Amish de Lancaster County – Pensilvânia- visitaram a vizinhança hassidica de Crown Heights no Brooklyn para conhecerem mais sobre sua cultura; o Rabino Beryl Epstein chamou a experiência de "Judaísmo ao Vivo".

Nesta vizinhança, localiza-se a ortodoxa Lubavitch, que surgiu na Rússia há cerca de 200 anos. Os atuais Lubavitchers vestem chapéus pretos e barbas como usavam seus antecessores no século XVIII, falam o ídiche e não ligam a eletricidade nem dirigem automóveis no Shabbath. Os Amish se locomovem em cavalos, charretes ou carroças, e vivem do campo; no entanto ambos os grupos utilizam uma moderna amenidade – telefones celulares que constantemente tocavam enquanto andavam pela Crown Heights. E os hasidim ironicamente operam a famosa loja de eletrônicos B&H em Manhattan que atende clientes de todo o mundo.

Numa oficina onde um jovem consertava uma Torah, Epstein disse ao grupo como um judeu durante a guerra na Alemanha salvou o rolo sagrado enrolando-o em torno do seu tronco sob a sua roupa e a levou para um lugar seguro; os Amish escutaram e comentavam, um com o outro, num holandês da Pensilvânia, um dialeto do alemão dos seus ancestrais. Quando Epstein, que nasceu em Chattanooga – Tennessee, cumprimentou pela primeira vez os Amish com a expressão em idiche "Zei gazunt!" - "Saúde" – eles entenderam. Afinal, a expressão é derivada da expressão alemã "sei gesund".
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JUDEUS DOS PAÍSES ÁRABES

Entre 1948 e 1968, cerca de 850 mil judeus foram forçados a abandonar os países árabes onde viveram por vários séculos. Deixando todos os seus pertences para trás, esta multidão teve de recomeçar suas vidas em países como Israel, França e Brasil. Até hoje, esta história é pouco conhecida pela comunidade internacional. Por isso, mais de 40 entidades judaicas lançaram em novembro a ‘Campanha Internacional por Direitos e Reparação’ para os judeus dos países árabes.
O ÊXODO SILENCIOSO
Dos 848.000 mil judeus que moravam nos países árabes em 1948, restavam apenas 7.800 em 2001.

Este site tem como objetivo contar a história de um dos capítulos mais dramáticos e desconhecidos da História do século 20. Ele pretende também auxiliar os milhares de judeus que, forçados a abandonar seus lares nos países árabes, buscaram refúgio no Brasil e agora têm a oportunidade de participar de um esforço internacional para catalogação dos bens deixados em seus países de origem.
Clique em : http://www.judeusdospaisesarabes.com.br/index.htm
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STARLETES EM ISRAEL

Limor Livnat é a nova Ministra da Cultura e dos Esportes e que foi empossada nas suas funções na quarta-feira. Espera-se que o primeiro item da sua agenda seja uma carta que foi enviada para a nova Ministra por 19 grupos dos direitos das mulheres pedindo-lhe para o imediato cancelamento da obrigatoriedade da participação de lideres de torcidas nos jogos de basquete da Liga Principal. De acordo com a carta que diz: "É claro para nós, grupos de mulheres e organizações sociais, que o regulamento que exige a presença de líderes de torcida nos jogos de basquete não é somente ilegal e deveria ser revogado imediatamente, mas também aprofunda o tratamento sexista de garotas adolescentes e de mulheres, e que, portanto poderia aumentar a violência sexual em relação a nós e a percepção social de considerarem as meninas adolescentes e mulheres como objetos sexuais".

Os que assinaram afirmaram que a imposição de uma multa de milhares de shekels contra qualquer equipe que deixe de apresentar um grupo de líderes de torcida nos seus jogos, a Liga essencialmente "viola a liberdade das equipes" para se oporem a uma regulamentação sexista". Os grupos também manifestaram a sua convicção de que Livnat por ser mulher e que também já chefiou a Comissão para a Promoção da Condição da Mulher no Knesset que iria apoiar esta reivindicação.
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FARINHA DO MESMO SACO FURADO

O presidente venezuelano Hugo Chávez chamou nesta quarta-feira de "genocida e assassino" o governo israelense por seu tratamento dado aos palestinos, em uma entrevista ao canal de TV Al Jazeera, do Qatar, em Doha. "Rompemos as relações com Israel e não temos previsão de restaurá-las e menos agora", afirmou Chávez respondendo à pergunta de um espectador que se identificou como um porta-voz do movimento islamita Hamas em Damasco, que agradeceu ao presidente por sua solidariedade durante a ofensiva militar israelense em Gaza. "O povo hebreu não é digno desse governo genocida e assassino", sentenciou o presidente venezuelano que pediu ao mundo solidariedade para com o povo palestino.Chávez se encontrava em Doha onde, na véspera, participou na segunda cúpula de países árabes e sul-americanos.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, iniciou nesta quinta-feira uma visita oficial de três dias ao Irã, destinada a estreitar e ampliar "as excelentes relações políticas e comerciais" que unem os dois países. Chávez, em sua sétima visita oficial ao país, foi recebido no Palácio Presidencial pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad, com quem teve uma longa conversa no jardim antes de escutar os hinos nacionais e saudar o corpo diplomático. Depois, os dois presidentes deixaram os jardins para começar, em particular, as conversas políticas com suas respectivas delegações. A visita, que se prolongará até sábado, inclui como ato mais importante a inauguração, amanhã, do primeiro banco binacional Irã-Venezuela, que começará a funcionar com US$ 1,6 bilhão. Tanto Irã como Venezuela insistem que a criação do banco venezuelano-iraniano é uma resposta pioneira para fazer frente à crise mundial e criar uma estrutura alternativa e independente do sistema financeiro internacional. Está previsto que o Irã agradeça a Hugo Chávez pelo gesto que teve sobre a questão palestina, quando rompeu relações com Israel durante ofensiva militar a Gaza. Faltando ainda confirmação oficial, a agenda do presidente venezuelano incluirá um encontro no sábado com o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e uma visita à estátua que Simón Bolívar tem em um parque de Teerã. Chávez, que encerra a visita no sábado, seguirá viagem rumo a Pequim e Tóquio.
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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TRAGÉDIA GREGA
Enquanto no Brasil comemora-se – mesmo sem euforia – a vitória da Seleção Brasileira sobre o Peru (3 a 0) e – com mais euforia – a humilhante goleada da Bolívia na Argentina (6 a 1!) nas eliminatórias da Copa de 2010, em Israel os torcedores são só decepção. A seleção israelense de futebol perdeu de 2 a 1 da Grécia na quarta-feira passada e, assim, perdeu definitivamente a chance de participar da próxima Copa.
O jogo, realizado na ilha de Creta, começou até bem para os israelenses. O primeiro tempo terminou 0 a 0 (o que, para a seleção azul e branco é considerado quase uma vitória...). Mas, no segundo tempo, a esperança de jogar na África do Sul foi para as cucuias. "O jogo me fez dormir. O time grego era fraco, mas perdemos assim mesmo", escreveu o ex-parlamentar e torcedor decepcionado Yossi Sarid no jornal Haaretz.
Israel só participou uma vez da uma Copa da Mundo: na de 1970, no México, da qual o Brasil saiu consagrado. O time israelense foi desqualificado já na primeira rodada depois de perder para o Uruguai por 1 a 0 e empatar com a Itália em 0 a 0. No cômputo geral, ficou em 13º lugar entre 16 seleções. A história não é diferente quando se trata de Olimpíadas. O time israelense participou só em duas: na de 1968 (perdeu para a Bulgária nas quartas-de-final) e na de 1976 (perdeu para a verde-e-amarelo Seleção Canarinho também nas quartas-de-final).
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Dessa vez, a esperança era maior. O time israelense parecia mais forte do que nunca. O otimismo era grande. Até porque Israel está melhor colocado no ranking da Fifa do que a Grécia. Os israelenses estão em 18º lugar e os gregos, em 19º. Outro adversário de Israel nas eliminatórias, a Suíça, tem cotação ainda pior: 22º lugar no ranking. Mesmo assim, ficou para a próxima.
Futebol também é uma paixão dos israelenses, mesmo que não nos mesmos níveis do Brasil. Há um zilhão de times em várias ligas e um monte de jogos todos os fins de semana. Como em muitos países, as torcidas organizadas locais também vivem enfeitando as manchetes dos jornais com atitudes violentas. E como em muitos países, ser um bom jogador de futebol também é esperança de um futuro melhor para milhares de jovens de classe baixa. No caso israelense, é no futebol que jovens judeus e árabes encontram um ponto em comum, uma plataforma conjunta que ajuda a integrar as duas comunidades. Adolescentes árabes-israelenses têm, nos gramados, a mesma chance que os colegas judeus de brilhar diante da torcida.
Há tempos o futebol é usado na promoção da paz no Oriente Médio, dentro de fora de Israel. Semana passada, o time israelense HaPoel Tel Aviv promoveu um jogo entre crianças israelenses e palestinas de 7 a 14 anos. E o time espanhol Real Madrid foi o anfitrião de outro jogo entre crianças israelenses e palestinas. O Centro Peres para a Paz também já promoveu encontros deste estilo, um deles com a presença do brasileiro Ronaldinho (quando ele ainda era o número 1 do mundo). Pena que, apesar das boas intenções, os jogos beneficentes não consigam levar adversários à paz na vida real.
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HUMOR JUDAICO


“E o Mar Vermelho abriu-se para a passagem dos judeus saídos do cativeiro no Egito”
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KOTEL É LIMPO PARA PESSACH

O Pessach está chegando, e até mesmo o Muro das Lamentações está se preparando para a ocasião. No domingo trabalhadores começaram a limpeza dos milhares de bilhetes colocados entre as antigas pedras do Muro. Duas vezes ao ano sob a supervisão do rabino Shmuel Rabinovitch os bilhetes são retirados da parede e enterrados no Monte das Oliveiras. "Duas vezes por ano removemos o antigo antes do novo e limpamos os bilhetes colocados no Muro das Lamentações. A quantidade é muito grande, em parte devido ao grande número de pessoas que visitam o local durante todo o ano e também devido aos atuais recursos tecnológicos que nos permitem repassar os pedidos vindos de todas as partes do mundo" disse o rabino à Ynet.

"Os trabalhadores recolhem os bilhetes em grandes sacos e como sinal de respeito os enterram no Monte das Oliveiras. Eles são retirados com palitos de madeira e não se utilizam metais para não prejudicarmos as pedras sagradas" acrescentou Rabinovitch. "Nós, naturalmente, ficamos vigilantes para que ninguém leia as notas antes de serem enterradas, e para não perturbarmos os que rezam o processo é realizado durante as horas de menor movimento e por isso o processo é relativamente lento e leva pelo menos três dias".
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ELY KARMON NO RIO

O professor Ely Karmon, titular do Núcleo Contra-Terrorismo do Instituto Interdisciplinar de Hertzliah-Israel, considerado uma das maiores autoridades mundiais no assunto, terminou seu giro pela America do Sul visitando o Rio de Janeiro. Karmon participou de palestra com debate na PUC-RIO, organizada pelo NIEJ do Hillel-Rio, e palestra no CEBRI-Centro Brasileiro de Relações Internacionais.
Em ambos os eventos o público presente participou do evento com perguntas após a brilhante exposição do palestrante. A divulgação dos eventos teve o apoio da Rua Judaica.

Ely Karmon no anfiteatro da PUC-Rio em evento do NIEJ do Hillel-Rio.

No CEBRI, Daniel Klabin fez a apresentação do convidado

O público presente lotou o auditório do CEBRI e participou do debate com Karmon
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Se desejar ouvir a entrevista de Ely Karmon a Rede CBN, clique aqui. |
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TARA DE SADO-MASOQUISTA-NAZI

Max Mosley, que há um ano viu sua vida virar do avesso por conta de um escândalo sexual envolvendo prostitutas, concedeu uma longa entrevista nesta terça-feira (31) ao britânico “The Times” e contou em detalhes o que passou naquele 30 de março de 2008. Em um episódio que quase o tirou do comando da FIA- Federação Internacional de Automobilismo.

O presidente da FIA apareceu estampado na capa do tablóide “News of the World” em meio a uma orgia sexual sado-masoquista. O diário chegou a disponibilizar um vídeo em que o dirigente aparecia apanhando e batendo em garotas de programa, vestidas com uniformes nazistas e com roupas que lembravam os prisioneiros dos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial. A história teve início na manhã daquele domingo. Passavam das dez horas, quando Mosley recebeu o telefonema do chefe do setor de comunicação da Federação Internacional de Automobilismo, Richard Woods. “Max, é Richard. Vou direto ao assunto. Você já viu o NOTW hoje?” “Não, por quê?”, respondeu Mosley. “Você está na capa do jornal. E o título é ‘chefe da F-1 envolvido em orgia sado-masoquista’”, revelou o assessor. “O quê? Isso é incrível.”, devolveu o inglês. Alguns minutos mais tarde, o britânico deixou sua casa e caminhou 250 metros, procurando por uma banca de jornal. E quando abriu o tablóide viu que toda a história não deixava dúvida sobre seu envolvimento no caso, já que continha fotos e depoimentos dos envolvidos. Max também falou sobre o momento em que teve de revelar a história à esposa, Jacqui Smith. O inglês disse que mostrou o diário primeiro a mulher e ao filho mais velho. “Foi e ainda é intensamente constrangedor”, afirmou. “Não me envergonho do que fiz, mas isso não significa que não me senti humilhado por aparecer daquela forma na capa de um jornal de circulação nacional.”
Questionado sobre a reação de sua esposa ao saber da história, Max respondeu que, a princípio, Jacqui achou que se tratava de uma brincadeira. “Quando voltei da banca de jornal, liguei para o Richard e pedi por um advogado. E a próxima coisa que fiz foi, acho que uns 20 minutos depois, contar tudo à minha mulher.” E ela disse: “isso não é verdade, não é? “. Sua reação imediata foi a de imaginar que se tratava de uma piada, mas eu falei: “é verdade, pelo menos a parte do sadomasoquismo. A única coisa que não real é sobre o nazismo.” “Nesse momento, ficamos como um casal adolescente, por isso estamos juntos há 50 anos. Mas ela não tinha ideia desse lado da minha vida. Nunca sugeri coisas como aquelas a ela. Então, sim, foi um completo choque para ela e para os meus filhos.” |
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INFIDELIDADE LEGITIMADA

Hanin Zoabi (Balad) que é membro do Knesset abriu na terça-feira novos aspectos na retórica anti-Israel por um membro do Knesset quando ela disse a um repórter que vê com bons olhos o desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã. Numa entrevista para Samuel Sokol do ‘Philadelphia Bulletin’ a recém-empossada no Knesset disse que preferia o Irã ao invés dos países árabes mais moderados: "A política do Irã é mais útil para a questão palestina contra a ocupação do que a de muitos países árabes. Esse é o nosso interesse. Se alguém me apoiar – então não me importo por esta influência, e até mesmo pediria por influência" ela explicou.

Hanin Zoabi é árabe-israelense e parlamentar em Israel.
Quando o repórter lhe perguntou se ela não tem medo, pois um ataque do Irã iria colocá-la também em risco, ela disse: "Eu não tenho medo dos artefatos nucleares iranianos – tenho mais medo dos artefatos nucleares israelenses". Perguntada se ela achava que Israel poderia utilizar suas alegadas armas nucleares, ela responde na afirmativa. "Tenho medo do risco real e não do risco potencial" ela acrescentou. "Os iranianos ainda são um potencial, mas o verdadeiro risco é o exército israelense. Eu preciso de um poder que possa enfrentar o poderio de Israel. O fato que Israel seria o único país com armas nucleares não me apóia. O que mais me apoiaria seria um poder contrabalançado o de Israel". Zoabi falou em favor de uma mútua dissuasão nuclear entre Israel e o Irã: "Creio que Israel iria restringir a utilização do seu poderio se tiver medo dos outros. O fato é que Israel não tem medo dos países árabes. O fato é que Israel não tem medo que o mundo árabe declare uma guerra contra Israel – o que torna Israel mais violento." É o equilíbrio do poder" ela explicou. "Esta é a única idéia. A nossa única idéia que é a mais perigosa para o mundo, mais perigosa para todos, mais perigosa para os palestinos ... é ter Israel como o único estado poderoso. Eu necessito de algo para equilibrar o seu poder, porque este equilíbrio de poder vai limitar o poder de Israel. A violência do exército israelense é o resultado da sensação que ninguém o restringirá e que nenhum país árabe vai realmente declarar uma guerra contra ele". |
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VULTUOSAS PERDAS NO MUNDO ÁRABE

As perdas do mundo árabe, como resultado da crise financeira global, são estimadas em US$ 3 Trilhões, de acordo com estimativas divulgadas durante uma conferência financeira em Dubai. Os que falaram na conferência expressaram pessimismo em relação ao ano de 2009, estimando que a taxa de crescimento este ano dos países árabes deverá ser inferior a 4%. Esta taxa relativamente baixa irá aumentar a pressão sobre as economias árabes, e sobre as suas taxas de desemprego, que atualmente estima-se atinjam cerca de 14%. Adnan al-Qasar, que é o presidente da Câmara de Comércio, Indústria e Agricultura dos Países Árabes, declarou que o mercado árabe de capitais perdeu cerca de US$ 2,5 trilhões como resultado de investimentos mal sucedidos em mercados estrangeiros; os mercados locais de capitais também perderam outros US$ 600 bilhões como resultado da crise mundial e da queda dos preços do barril de petróleo.
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Al-Qasar estimou, porém, que os países árabes, liderados pelos países do Golfo, seriam capazes de superarem a crise devido às suas reservas que acumularam em moeda estrangeira durante o ano de 2008. As reservas acumuladas pelos seis países do Golfo estão estimadas em cerca de US$ 1,5 trilhão ao final do ano de 2008. Muitos dos participantes da conferência disseram que a conclusão óbvia desta crise foi que os empresários árabes deveriam investir o seu dinheiro nos mercados locais em vez de expor-se a riscos desnecessários em outros países. |
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BRASIL PELA PAZ

O governo brasileiro quer a ampliação do Quarteto para que o Brasil também possa mediar as negociações de paz entre Israel e o governo palestino. Durante a cúpula entre países árabes e sul-americanos em Doha, no Catar, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, pediu mais engajamento de Israel e defendeu a criação de um Estado Palestino. O Quarteto é integrado por Estados Unidos, União Europeia, Rússia e Organização das Nações Unidas (ONU) e tem como objetivo mediar o conflito no Oriente Médio. Para Lula, uma nova conferência de paz precisa ser convocada, desta vez com a participação de países em desenvolvimento.

“Não é possível que, depois de tantos anos de negociações, frequentemente interrompidas por ações militares, não tenhamos ainda um Estado Palestino coeso e economicamente viável”, afirmou Lula, durante a cúpula. “Não podemos ficar insensíveis ao sofrimento do povo palestino”, disse. Ele ainda mandou um recado aos israelenses. “É importante que o novo governo de Israel se engaje firmemente no processo de paz, com base no plano árabe de paz”, disse. O plano prevê a normalização das relações entre árabes e Israel, que se retiraria das terras ocupadas. Lula já teria conversado sobre a questão com os governos russo e francês.

Segundo o chanceler da Autoridade Palestina, Riad al-Maliki, a ideia do Brasil tem o apoio de seu governo. “Discutimos a possibilidade de expandir o Quarteto como contribuição para a paz. Não há porque o processo ser monopólio de EUA e Europa”, disse. Os palestinos veem o Brasil como um aliado que poderia influenciar a seu favor na mediação. Maliki espera que o assunto seja tratado na reunião do Quarteto, em meados do ano em Moscou. “Apoiamos a expansão do Quarteto, com Brasil, Índia e África do Sul. Essa decisão pode ajudar a dar nova energia ao processo de paz”, disse o palestino. “O Brasil, que tem boas relações com israelenses e palestinos, pode usar os bons ofícios para pressionar Israel.”
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. |
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A DESPEDIDA DE OLMERT

Em seu discurso de despedida, o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, afirmou que o Exército israelense é o que tem mais ética no mundo e que a recente ofensiva lançada na Faixa de Gaza tornou isso evidente. Olmert ainda defendeu a operação dos militares no território palestino, em janeiro deste ano, e pediu para que o novo governo de direita, liderado por Benjamin Netanyahu, mantenha-se no caminho para um acordo de paz e que a questão seja o foco do próximo Executivo.

Na véspera do discurso de Olmert endossando a ação em Gaza, a Justiça Militar israelense decidiu arquivar definitivamente o inquérito que conduzia sobre supostos abusos cometidos por soldados de Israel contra civis palestinos durante as três semanas de ofensiva na Faixa de Gaza, entre dezembro e janeiro. A justificativa, segundo o chefe do Judiciário do Exército, o general Avichai Mendelblit, é que as denúncias "têm por base rumores e carecem de respaldo". Olmert ressaltou ainda os trabalhos de seu governo de centro-esquerda em negociar a paz com os vizinhos. "Nossos ávidos esforços pela paz foram reconhecidos pela comunidade internacional", afirmou. Ele ainda pediu especificamente para que Netanyahu continue as conversas com a Síria sobre a disputa pelas Colinas de Golan, processo iniciado por Olmert. |
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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EXPERIÊNCIA E ESPERANÇA
Quando Benjamin Netanyahu foi eleito primeiro ministro pela primeira vez, em 1996, fez questão de formar um gabinete “magro”, com apenas 18 ministros. Queria demonstrar que era possível economizar o dinheiro do contribuinte e ao mesmo tempo governar com mais eficiência. Foi elogiado durante um ou dois dias – mas o ressentimento que causou-nos vários deputados que deixou de nomear como ministros durou anos e facilitou a derrubada do seu governo menos de três anos mais tarde. Quando Ariel Sharon foi eleito primeiro ministro pela primeira vez, em 2001, formou um gabinete “gordo”, com o número recorde de 30 ministros. Foi criticado durante um ou dois dias – mas recebeu em troca o apoio duradouro de um grande número de nomeados satisfeitos, garantindo a estabilidade do seu governo.
Atribui-se a Otto von Bismarck, chanceler prussiano e unificador do império alemão no século XIX, o aforismo de que “os tolos dizem que aprendem com a experiência – eu prefiro tirar proveito da experiência alheia.” Netanyahu, ao apresentar nessa semana o seu segundo governo, com 30 ministros, mostrou que aprendeu tanto com a experiência própria quanto a de Sharon. Nas eleições de 1996 o partido de Netanyahu (Likud) recebeu 32 mandatos, e o seu governo foi aprovado pelo parlamento por 62 X 50 votos. Em 2009, apesar de haver obtido apenas 27 mandatos, o voto de confiança em seu gabinete foi de 69 X 45 (e no dia seguinte 5 outros deputados, do partido Judaísmo da Torá Unido, juntaram-se à coalizão governamental).

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Como era de se esperar, as críticas foram imediatas. Tzipi Livni, a ministra do exterior de saída, em seu primeiro pronunciamento como líder da oposição, acusou a nova coalizão de ser “um governo inflado, cheio de ministros de nada” – e depois lançou ataques pessoais contra o chefe do partido trabalhista Ehud Barak, que permaneceu no cargo de ministro da defesa. Roni Bar-On, o ministro de finanças de saída, declarou que o excesso de ministros vai custar ao país 2 bilhões de dólares – certamente um exagero. Assessores de Netanyahu responderam que os gastos resultantes da instabilidade do governo e de eleições prematuras acabam sendo bem maiores.
A imprensa negou ao novo governo o tradicional período de “lua-de-mel”. Apesar de haver escrito na véspera da posse que “o governo de Netanyahu é o único que temos … é legítimo e merece uma chance”, Nahum Barnea, o jornalista veterano do Yediot Ahronot, não conseguiu se controlar e afirmou horas após a posse que “Netanyahu cercou-se de incompetentes … onde há tantos ministros não há governo”. Yoel Marcus, do Haaretz, expressou a sua convicção de que o novo governo não vai durar. O editorial do Haaretz beirou a histeria: “o governo que nasceu no pecado, o pecado da política reles, está destinado a passar os seus dias batalhando pela sua sobrevivência, e nada mais … nenhum ministro novo presta …só resta esperar que o maior governo que Israel já teve venha a ser também o que será substituído com a maior rapidez”. Esperança vã de quem ainda vai comer as suas palavras.
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ANISTIA OU AMNESIA INTERNACIONAL ?

O Tribunal Constitucional alemão proibiu a veiculação de uma campanha publicitária da organização de proteção dos animais Peta que compara as condições da criação extensiva de gado com as das vítimas do Holocausto nos campos de concentração nazistas. A sentença divulgada nesta quinta-feira proíbe a ONG de dar continuidade à campanha iniciada em 2004 com o slogan "O Holocausto em seu prato", na qual colocava lado a lado fotografias de prisioneiros de campos de concentração nazistas vivos e mortos e imagens de animais enjaulados ou acorrentados em estábulos. Com a sentença, o tribunal ratificou uma decisão anterior de uma corte da cidade de Berlim após um processo apresentado pelo Conselho Central dos Judeus na Alemanha. A Peta havia apelado contra a decisão anterior. Embora considerem que a campanha não atenta contra a dignidade humana, os magistrados do Tribunal Constitucional alemão afirmaram em sua sentença que os anúncios violam os direitos de personalidade e imagem dos judeus na Alemanha. Segundo os juízes do tribunal, de forma similar à negação do Holocausto - crime tipificado na Alemanha - a campanha da Peta "representa um grave atentado também contra a personalidade dos judeus de hoje".

A Anistia ignora o rearmamento diário de foguetes iranianos para Gaza.
Os EUA foram o maior fornecedor de armas a Israel entre 2004 e 2008 e oferecem cerca de US$ 30 bilhões em ajuda militar a esse país. Segundo a AI denuncia em seu comunicado, Obama não parece ter intenção de diminuir a multimilionária ajuda a Israel e revogar, assim, o acordo assinado por dez anos pelo antecessor na Presidência americana, George W. Bush.
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LIEBERMAN FALA O QUE PENSA

O novo governo de Israel não é obrigado a respeitar os entendimentos acordados numa conferência sobre a paz no Oriente Médio mediada pelos EUA para buscar a criação de um Estado palestino, disse na quarta-feira o ministro israelense das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman. "Não tem validade", disse Lieberman, um ultranacionalista, referindo-se à declaração conjunta emitida por líderes israelenses e palestinos numa reunião em 2007 em Annapolis, Maryland. Na conferência, o então primeiro-ministro israelense Ehud Olmert concordou em promover "a meta de dois Estados, Israel e Palestina" em negociações de paz com os palestinos. Mas Lieberman disse: "O governo israelense nunca ratificou Annapolis, e o Parlamento, tampouco." Ele disse que, em vez disso, Israel seguirá um caminho traçado pelo plano de paz conhecido como "mapa do caminho", que tem o apoio dos EUA.

Esse plano, baseado em desempenho, condicionou a criação do Estado palestino à repressão dos militantes pelos palestinos. Ele também prevê que Israel congele toda a atividade de construção de assentamentos em terras palestinas ocupadas. Indagada sobre as declarações de Lieberman, uma fonte política próxima ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que as declarações refletem em grande medida a posição do novo premiê. Netanyahu vem evitando endossar a criação de um Estado palestino, meta explícita da conferência de Annapolis e que foi reafirmada na semana passada pelo presidente norte-americano, Barack Obama. O governo de Netanyahu tomou posse na terça-feira. Nabil Abu Rdainah, porta-voz do presidente palestino Mahmoud Abbas, disse em resposta às declarações de Lieberman que Washington "deve assumir uma postura clara contra essa política antes que as coisas piorem".
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RETORNO PREMIADO PARA ISRAELENSES

Israelenses em outros países que decidirem voltar para Israel durante as festividades do Dia da Independência receberão descontos significativos nos seus bilhetes, se comprá-los na El Al Airlines. Ainda antes do 61º aniversário do Estado de Israel, que será comemorado no dia 29 de abril, o Ministério da Absorção de Imigrantes e a El Al chegaram a um acordo que fará parte da iniciativa do Ministério para ‘Retorno para Casa aos 60’ que foi lançada no ano passado. Os israelenses que regressarem da Europa poderão comprar passagem pagando somente US$ 150 (impostos não inclusos) e os que regressaram da América do Norte poderão comprar seus bilhetes por US$ 300 (não incluindo impostos). Para tanto, os que quiserem usufruir deste acordo, deverão apresentar uma autorização do Ministério da Absorção de Imigrantes especificando a sua condição de cidadãos que retornam ao país.
"O 60 aniversário do Estado de Israel foi um ano revolucionário em termos de número de israelenses que retornaram" disse Erez Halfon que é o Diretor Geral do Ministério de Absorção de Imigrantes. "Eu estimo que devido aos grandes esforços e recursos que o Ministério está investindo nos cidadãos israelenses (no estrangeiro), muito mais famílias que desejam criar os seus filhos em Israel vão retornar" disse ele. Haim Romano, que é o Diretor Geral da El Al Airlines, disse: "Desde o seu início a El Al sempre participou dos eventos e acontecimentos que são importantes para os israelenses e para os judeus em geral. Atualmente a El Al continua a ser a empresa nacional líder que traz os judeus israelenses de todo o mundo de volta para casa".
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CONVERSÕES E CASAMENTO EM ISRAEL

Um compromisso foi alcançado entre o ‘United Torah Judaism – UTJ’ e o governo liderado pelo partido Likud sobre a questão de reformas referentes a conversões. Moshe Gafni do UTJ e membro do Knesset disse que o acordo foi "muito bom" quando falou com os repórteres na terça-feira à noite após a aprovação do religioso hareidi ashkenazi e grande conhecedor da Torah o Rabino Yosef Shalom Elyashiv.

Imigrantes seculares que vieram para Israel pela Lei do Retorno, muitos da ex-União Soviética, têm sido confrontados com um dilema quando chegam ao momento de se casarem. Muitos não são judeus conforme as leis judaicas e, portanto, não são permitidos pelas autoridades religiosas de se casarem; Presentemente não há casamentos civis em Israel e apenas as autoridades religiosas conduzem as cerimônias. A busca de uma solução para este problema tem sido uma importante plataforma do partido dos imigrantes russos Yisrael Beiteinu (Israel é a Nossa Casa) e que é o segundo maior partido da nova coligação de governo. O compromisso alcançado com o UTJ permitiria que os israelenses que por definição não teriam a condição ou definição religiosa (tal como judaísmo, muçulmanos ou cristãos) para obterem um casamento civil. Em troca o Yisrael Beiteinu concordou em retirar algumas das suas exigências para a simplificação do processo de conversão para aqueles que querem se tornar judeus. "Queremos assegurar que os que se converterem deverão aceitar um estilo de vida plenamente ortodoxo, incluindo a plena observância das mitzvoth" afirmou Gafni. Fontes disseram que o Chefe do Rabinato deverá aprovar as alterações de qualquer legislação relativa a conversões.
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IRÃ NA MIRA DE ISRAEL

O secretário da Defesa americano, Robert Gates, não espera que Israel lance este ano um ataque preventivo contra o Irã para impedir que Teerã desenvolva armas nucleares.
"Ficaria surpreso se agissem este ano", afirma Gates, em declarações publicadas hoje pelo jornal "Financial Times". Segundo o chefe do Pentágono, os Estados Unidos e Israel ainda têm tempo para convencer o Irã a abandonar qualquer tentativa com esse objetivo militar. Gates não espera também que Teerã "cruze linha vermelha" este ano, em alusão à fabricação iraniana da arma atômica. "Acho que temos mais tempo do que isso. Quanto? Não sei. Talvez um ano, dois, três anos", afirma. Israel reacendeu no ano passado o fantasma da guerra ao realizar grandes manobras militares nas quais alguns especialistas viram como um teste para um eventual ataque contra o Irã. Essa ameaça fez com que o chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, o almirante Mike Mullen, tomou a rara iniciativa de advertir Israel em público contra essa tentação.

Em sua entrevista ao jornal britânico, Gates pede, por outro lado, à Europa para fornecer mais recursos para fortalecer as Forças Armadas afegãs e enviar especialistas civis em áreas como agricultura, saúde e água potável, além de instrutores para a Polícia desse país asiático. "Interessa-nos fornecer instrutores para a Polícia nacional afegã, e isso é algo em que os europeus têm realmente a capacidade técnica necessária", explica o secretário americano. Gates reconhece que suas chamadas aos dirigentes europeus para que convençam seus cidadãos de que o êxito no Afeganistão é crucial para sua própria segurança não deram o resultado esperado. "Não vi os esforços que esperava por parte dos Governos europeus ao persuadir os cidadãos de que os ataques (terroristas) como os de Madri e Londres se originaram na zona fronteiriça entre Paquistão e Afeganistão", afirma o chefe do Pentágono. "Esse problema é uma grande ameaça tanto para os europeus quanto para nós", afirma Gates, que reclama de não ter visto "o mesmo esforço" para convencer o público na Europa continental quanto no Reino Unido. EFE
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TURISMO NA PÁSCOA EM ISRAEL

Enquanto o feriado da Páscoa é geralmente acompanhado de longas filas no Aeroporto Internacional Ben-Gurion, hotéis lotados em Eilat e as agências de viagens informando que não mais resta sequer um único local para oferecerem, este ano, em consequência da recessão econômica muitos israelenses vão permanecer nas suas casas. No Pessach do ano passado a taxa de ocupação média nos hotéis de Israel foi de 90% e em Eilat e Jerusalém foi de 95%. Porém, neste ano, é esperada uma queda de 20% nas taxas de ocupação dos hotéis. Shmuel Zurel que é o Diretor Geral da Associação dos Hotéis em Israel disse que, neste momento a ocupação média durante o Pessach este ano é de 70%; a taxa de ocupação em Eilat está quase em 80% enquanto que os hotéis na área do Mar Morto reportam uma ocupação de 70%. Tel Aviv, Jerusalém e Tiberíades todos estão informando uma taxa de ocupação de cerca de 75%.

Embora haja ainda tempo para que os números mudem é preciso ter em mente que no ano passado era muito difícil achar uma vaga mesmo dois meses antes do Pessach. No ano passado todos os hotéis na área de Tiberíades e do Mar Morto foram totalmente reservados por agências de viagens que atendem ao público religioso, tanto para os israelenses como para os turistas judeus que visitam Israel. Este ano o número de reservas feitas pelos religiosos sofreu uma redução de 50%. Uma das causas para a queda nas taxas de ocupação dos hotéis este ano é a diminuição do número de turistas que vêem a Israel, devido à crise econômica global e pela ‘Operação Cast Lead’ em Gaza, que foi realizada no período durante o qual a maioria dos turistas fazem as suas reservas para Israel para a Páscoa e para o Pessach. Mas Zurel informou que menos israelenses também estariam reservando quartos em hotéis. "A recessão deixou a sua marca. Quando dezenas de milhares de pessoas foram demitidas, ir para um hotel no Pessach não é exatamente uma prioridade das pessoas" ele explicou. A crise econômica também afetou os planos das pessoas de viajarem para outros países. "Estimativas cautelosas do setor indicam uma queda de 10% no número de pessoas que irão ao estrangeiro" disse Yossi Fattal que é o chefe da Associação dos Agentes de Turismo e Hotéis de Israel. Até mesmo agora, a apenas uma semana e meia antes da Páscoa, há abundância de pacotes disponíveis para viagens ao exterior.
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CENTRO JOVEM MOISE SAFRA

Cerca de 500 pessoas estiveram presentes à festa de inauguração do Centro Jovem Moise Safra que contou com a presença de muitos dos patrocinadores da obra assim como de seu patrono, Moise Safra, que veio de São Paulo para o evento. A solenidade aconteceu primeiramente na Sinagoga Beth El com as orações de Minchá e Arvit, precedidas por discursos do presidente da Congregação Beth El, Henry El-Mann, do presidente do Templo Sidon, Moises David Balassiano e dos rabinos Isaac Benzaquen da Shel, Eliezer Stauber, da Kehilat Yaakov e da Beth El, Abraham Shrem. Também contamos com as presenças de Alberto Nasser, Samy Anidjar, presidente da Sinagoga Shel, do Rabino Yoshua Goldman do Beit Lubavitch, entre outros. Em seguida foi descerrada, na entrada do prédio, a placa em homenagem a todos aqueles que tornaram possível esta obra: David Cohen, Elie Ninio, Vittorio Tedeschi, Elie Joseph El Mann, Marcos Mizrahi, Allan Argalji, Moisés David Balassiano, Isaac José Elehep, Rogério Chor, Ricardo Joseph Levy, Flávio Stanger, Maurício Zylberberg, Bernardo T. Vaena e Salomão Nigri. Após a colocação das mezuzot, em todos as salas do novo centro de estudos judaicos, os presentes dirigiram-se para o salão, localizado no quarto andar do prédio, onde os jovens fizeram uma homenagem a Moise Safra, em seguida, e em clima de muita festa foi servido sushi.

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CRISE FINANCEIRA É SUICIDA

"Vivemos sob a dependência de crédito, e essa é a razão dos problemas", afirma o influente sociólogo polonês Zygmunt Bauman. Na véspera da cúpula do G20, Bauman foi pessimista em face ao planos para combater a crise financeira. "Eu não vejo nenhuma tentativa séria de elaborar uma solução global para a crise. Ao contrário, vejo uma tendência para ressuscitar o protecionismo, que parecia ter morrido com a globalização. O primeiro-ministro britânico disse recentemente: emprego britânico para trabalhadores britânicos. É como voltar ao período pré-guerra. Não tenho ouvido coisas assim há muito tempo. Vinte países vão se reunir em Londres. Dezessete já introduziram medidas protecionistas. E eles estão se reunindo em Londres para discutir medidas conjuntas que podem ser aplicadas a todos os países."

Bauman: "Vejo uma tendência para ressuscitar o protecionismo."
Zygmunt Bauman acredita que o problema central da crise não será discutido durante a cúpula. Segundo ele, a origem do problema está na importância do crédito no sistema financeiro. "Os bancos descobriram que a maioria das pessoas não precisa de empréstimos e consegue viver da própria renda. Com isso, uma tremenda chance de obter lucro simplesmente desaparece. Porque não transformar todos em devedores, porque não seduzi-los a viver a base de crédito? Trinta anos atrás, quando os cartões de crédito foram introduzidos, o slogan era: ‘Se livre da espera na hora de comprar'. Essa foi a afirmação mais revolucionária da história moderna."
Na cúpula do G20, as negociações serão centradas no valor necessário para reativar a economia. Os mercados estão travados, e por isso os bancos devem retomar os empréstimos para manter o sistema financeiro ativo.
"A idéia é retomar a normalidade no sistema bancário. Mas a normalidade é a origem da crise. Então por que devemos investir trilhões de dólares para retornar à mesma situação que criou o problema? A falta de crédito hoje não demonstra que os bancos erraram. Pelo contrário, mostra que a crise é resultado de um tremendo sucesso deste sistema que transformou a maior parte da humanidade em devedores."
Em relação às hipotecas de alto risco, os bancos ofereceram empréstimos que não poderiam ser pagos. Os preços subiram e as pessoas recorreram a novas linhas de crédito. Em consequência, o mercado se tornou saturado, a demanda diminuiu e o sistema quebrou. "Esse sistema é suicida. Eu gosto de usar a metáfora da cobra que come o próprio rabo. No começo pode dar certo, mas logo não há mais nada para comer. Isso é exatamente o que aconteceu com o sistema bancário."
Zygmunt Bauman conclui que é necessário ir à origem do problema e mudar a maneira como a sociedade é organizada. E isso significa para ele uma revolução cultural. A era do "aproveite agora, e pague depois" pode ter terminado.
* Zygmunt Bauman é sociólogo, nascido na Polônia em 1925. Seu trabalho foi marcado por experiências relacionadas ao nazismo e ao comunismo. Em 1968, ele foi expulso da Polônia por causa do anti-semitismo. Desde o início dos anos 70, Bauman mora no Reino Unido. Após ter se aposentado, em 1990, suas publicações se tornaram mais frequentes. Nos últimos anos, escreveu diversos livros sobre globalização, consumismo e também sobre programas de TV e o Holocausto.
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EVENTOS SOCIAIS



Foi inaugurado na sede da FIERJ o retrato do ex-presidente da instituição Sergio Niskier (2006/2008). O salão da entidade ficou lotado de amigos, familiares e ativistas comunitários. Falaram a presidente da FIERJ Lea Lozinsky, o jornalista Osias Wurman, ex-presidente da FIERJ, em seu nome e representando o Presidente da CONIB Claudio Lottenberg, o acadêmico Arnaldo Niskier, o Deputado Federal Marcelo Itagiba, a Vereadora Tereza Bergher, Claudia Hochman em nome de seu marido o Presidente do Conselho Gerson Hochman, além de amigos e ativistas que pediram a palavra.
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Realizou-se no Bar Londra doHotel Fasano em Ipanema-RJ, um encontro promovido pelo Dep. Jovem do Fundo Comunitário. O convidado especial foi o soldado israelense Roiee Granitza, de 22 anos, que ficou mais de 2 meses em coma quando o seu tanque foi perfurado por um míssil anti-tanque na guerra do Líbano, em 2006. O relato do convidado emocionou a todos os presentes, onde encontrava-se o Embaixador de Israel para Assuntos Especiais para America Latina, Yair Recanati. Mais de 100 jovens que compõe o Dor Hemschech estiveram presentes, lotando o salão.
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No dia 29 de março, no Clube Israelita Brasileiro, tomou posse a nova diretoria da Loja Herut da B'nai B'rith – Rio de Janeiro. Herman Glanz assumiu os trabalhos, substituindo Ernesto Maier Rymer, que desempenhou com louvor o seu mandato. No salão do Clube Israelita cerca de 100 pessoas reuniram-se para a cerimônia de posse da nova oficialidade. Compuseram a mesa diretora: Luis Gaj, representando a B'nai B'rith do Brasil (vice-presidente nacional Região Centro-Sul); Leon Mayer, vice-presidente nacional Região Centro; Eduardo Rabinovitch, presidente da B'nai B'rith Rio de Janeiro; Ernesto Rymer, presidente da Loja Herut; Herman Glanz, presidente eleito da Loja Herut, Claudio Gomma, presidente eleito da Loja Albert Einstein e como convidada especial Leia Losinsky, presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro –FIERJ. A nova diretoria é composta por: Ernesto Maier Rymer, mentor; Herman Glanz, presidente; Freddy Glatt 1º. vice-presidente; Nissim Hallale, 2º. vice-presidente; Jorge Janiuk, 1º. secretário; Roberto Benzecry, 2º. secretário Jayme Christof, 1º. tesoureiro; Samuel LIschinsky, 2º. tesoureiro e Mauro Gorodicht, guardião/marechal.





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Solicitamos aos estimados leitores que limitem o conteúdo das cartas enviadas a 15 linhas. O grande número de mensagens recebidas nos impossibilita de publicarmos textos longos.
A Confederação Israelita do Brasil, representante da comunidade judaica brasileira, congratula com o amigo, colaborador e grande jornalista, pelo texto publicado no jornal O Globo no último dia 26 de março. Textos como este só marcam a inteligência e perspicácia do amigo.
Claudio Lottenberg-Presidente Fernando Lottenberg-Secretário Geral
Prezado Sr. Wurman, Moro em Rotterdam, Holanda, e gostaria de compartilhar o documentário, que assisti ontem : In de voetstappen van Joods Erfgoed, exibido ontem no canal 2 da TV Holandesa no programa Joodse Omroep. O programa é o terceiro da série sobre o destino dos judeus que habitavam a península ibérica após a Inquisição e trata exclusivamente sobre o Brasil no período colonial. O documentario, quase todo em português, pode ser assistido através do link: http://player.omroep.nl/?aflID=9213408
Shalom,
Ingrid H. Texdorf Smit-Rotterdam – Holanda
Prezado Sr. Osias Wurman, como vai? Recebo aqui na Europa seu email semanal e fico muito contente em poder participar um pouco do cotidiano judaico brasileiro e do mundo, escrito por uma pessoa tão brilhante quanto você. Me chamou atenção uma carta escrita pelo Fábio Koifman à respeito da explicação do Fernando Bisker sobre a cremação no judaismo. Não sou religioso, mas sei que a Torah e suas leis são imutáveis
e que a tradição deve ser respeitada de acordo com os livros originais. O fato de não ser religioso não faz com que eu tente modificar a religião e adaptá-la ao meu bem estar e sim, admito que sou de uma geração onde meus pais deixaram um pouco a tradição para adaptar-se ao novo país e novos desafios. Sei que isso fez com que eu recebesse uma educação menos religiosa e sei também que não cumpro minha obrigação judaica como deveria, mas espero que um dia possa a vir a cumprir. O que o Fernando Bisker escreve é simplesmente a visão real da Torah, que não permite a cremação dos mortos, e as fontes estão no Talmud. O que o Fábio não entende é que o Talmud também é Torah, faz parte da Torah oral, que foi dada ao povo judeu juntamente com a Torah escrita.Se não fosse a Torah Oral muitas coisas que fazemos hoje em dia, não poderiam ser feitas. Na Torah não diz o procedimento do Pessach por exemplo com seus detalhes, e sim na Torah Oral. Não sou um grande estudioso do Judaísmo, mas deu para entender claramente que o Fábio Koifman não sabe do que está falando, e usa de frases e palavras bonitas para convencer as pessoas daquilo que ele não sabe, mas acredita que sabe.Obrigado,
Roberto Frenzsetryer - Bélgica
Caro Osias: O novo ministro do exterior de Israel, Avigdor Lieberman, é a favor da criação de um estado palestino e da divisão de Jerusalém. Declarou-se disposto a evacuar comunidades de judeus na Cisjordânia, inclusive aquela onde vive há vários anos, em troca de uma paz verdadeira. É possível discordar de muitas das suas idéias, mas chamá-lo de “ultranacionalista” é claramente errôneo.
Julio Messer – Nova Iorque - EUA
Coroas, Mocreias, Meninas da Terceira Idade! Fazei Bat-Mitzvah!
No dia em que completei 48 anos, ao fazer um balanco de mais um ano vivido, conclui que pairava no horizonte uma ameaca de depressao para dali a dois anos.. Fazer uma festa? Uma viagem maravilhosa? Nah... Quais lacunas preencher, ou melhor: quando chegasse a hora do balanco da vida, o que teria eu deixado de fazer para me tornar uma pessoa melhor? Certamente ainda havia uma longa lista de melhorias. Tive a honra e o privilegio de poder servir a minha comunidade Judaica como Presidente da Divisao Feminina da Federacao Israelita de Greenwich em Connecticut. Naqueles dias senti falta de ter uma formacao religiosa Judaica formal. Nao sabia sequer fazer as bencaos basicas. Olhando para tra's, eu mais parecia o Slumdog Millionaire. Eram o destino e as experiencias de vida que me guiavam ao exercer o papel de lider. Saber cantar o Hatikvah sem ler a letra num papelzinho, era visto com grande respeito. Ter sido de um movimento juvenil Sionista(Hashomer Hatzair -ja' fui uma jovem "roite" tambem) me deu conhecimentos sobre o inicio do Estado Judeu. Mas foi o meu love-affair com Israel e a crenca na Tzedakah que me deram o diferencial. Contudo isso, estar num servico religioso era uma experiencia quase dolorosa se nao fosse pelas melodias acopladas a liturgia. Ah, da musica, eu sempre gostei. Estudar para o Bat-Mitzvah era uma grande ideia. E assim foi feito. Aleph, Bet, trope para Torah, trope para Haftarah, bencao para antes, bencao para depois da Parashat e assim vai. O dia escolhido? O segundo dia de Sukkot, num glorioso ensolarado domingo de setembro quando nao estava tirando de nenhuma mae extremosa a popular data de sabado pela manha. Familia proxima veio do Brasil. E a gloria maxima, meus tres filhos ja adultos vendo a mae passar pelo sufoco que eles mesmos tinham vivenciado e maridao fazendo elogios rasgados.. Estavamos no auge da violencia Palestina e nao havia dia em que o coracao nao doesse com as noticias. Yasser Arafat ainda era vivo, e a exposicao diaria de altas doses ao seu retrato poderiam acabar em ulcera. Pude ataca-lo no meu discurso para uma audiencia cativa de Judeus e nao Judeus. Lavei a alma. Longe de mim estar receitando o estudo do Judaismo para o alivio da dor dos males da alma. Mas, na pior das hipoteses, e' um excelente placebo.
Betty G.Steinberg- Greenwich,Ct -EUA
Leiam(Renata Malkes) e julguem a prepotencia e falta de educacao jornalistica,sem etica e moral(nada fez durante sua vida,ate hoje,para ajudar seus irmaos judeus,para responder dessa forma bestial) dessa cidada israelense,imigrante do Brasil e ,acredito agora,plantada no seio da sociedade israelense para denegrir a imagem dessa democracia,que nos orgulhamos viver. Leiam tbm em seu blog (d)O Outro Lado da Terra Santa(so pode ser Ramallah e Aza ),no O Globo, a informacao deturpada,maliciosa,criativa da discordia e do odio,sobre a injusta acusacao de "assassinato" dos arabes-palestinos pelas forcas de defesa de Israel. Julguem quem eh o(a) cretino e despota,mentiroso e amante da ditadura!!! Enviei tres comentarios,identicos,durante a semana passada ,sobre a noticia inveridica ja esclarecida pelos jornais (tbm pela Folha de Sao Paulo,do dia 25/4/09) e eles nao publicaram.Foi preciso enviar diretamente `a direcao da secao Plantao os dois ultimos que estao,agora,nessa resposta mal criada e ofensiva e na pagina do blog. Mas o desmentido da noticia,a versao verdadeira do ocorrido,nao foi do interesse dessa jornalista retificar,mesmo frustrada,o seu artigo intencionamente ofensivo `a Israel e seu povo!
Adolfo Berditchevsky - ISRAEL
Gostaria q. vs.mandassem Noticias da rua judaica p/ uma amiga q. mora aqui em Israel. Desde ja agradeco pois sera mais uma a receber as importantes noticias q. vs.enviam. Aguardo sempre c/ ansiedade o domingo p/ ler as noticias,sou muito grata pelas informacoes.
Helena Frischer- ISRAEL
Prezado Ozias, Operacao em Gaza
No mes passado um jovem esteve nos visitando e contou sobre sua experiencia em Gaza. Ele e um comandante do Exercito e seu grupo participou de toda invasao, luta e esteve estacionado todo o tempo la. Eu fiz duas perguntas a ele e sobre isso vou relatar:
1) Podiamos ter acabado com o Hamas? - ele respondeu que sim
2) Por que nao acabamos?
Quando a luta passou pelas areas perifericas das cidades onde tinham apenas casas o problema nao era tao serio, todas as casas estavam minadas e os terroristas tomavam conta dessas casas atirando sem cessar contra nossos soldados. Entao o exercito avisava para as pessoas sairem de suas casas e destruiam as mesmas.Somente quem nao obedeceu as ordens ou era mantido refem pelo Hamas foram atingidos por acidentes. A maioria dos mortos eram terroristas. Estudos da ultima semana sobre a lista dos mortos mostram que 60% dos mortos eram terroristas. O problema maior e quando se aproximavam das areas dos edificios, tambem totalmente minados e repletos de terroristas atirando nos nossos soldados de uma posicao privilegiada (de cima para baixo). Eles teriam duas opcoes, uma fazer a mesma coisa que faziam com as casas, mas haveriam muitas mortes principalmente de arabes (maioria terrorista), Israel nao iria proceder dessa maneira. A segunda opcao seria invadir todos os edificios onde alem de muita morte dos arabes exporia centenas de nossos soldados, isso tambem o exercito nao fez. Para evitar tantas mortes a decisao foi interromper os ataques mesmo somente com a vitoria parcial. Esse e o verdadeiro exercito de Israel, que inclusive ajudou a transportar inumeros feridos arabes para tratamento em hospitais Israelenses e nao a imagem deturpada difundida pelos nossos inimigos incluindo a elite da esquerda Europeia antes "esquerda de botequins e "pubs" e agora "boca livre" dos inumeros congressos, que tem somente a finalidade de denegrir a imagem de Israel e dos judeus e infelizmente apoiadas por grandes fundacoes, Soma-se a isso a imprensa estrangeira como "Guardian", "New York Times" e outros avidos para denegrirem a imagem de Israel, ajudados infelizmente por Israelenses incluindo grupos como "Paz Agora" "Yesh-Din" "Meretz" (passou de 12 deputados em 1992 a meros 3 nas ultimas eleicoes e vai sumir se continuar assim com suas atuais metas) e outros com mesmas ideias, alguns deles plantando informacoes falsas, transformando mentiras em verdades, rumores em afirmacoes, "diz que me diz" em verdade absoluta causando um grande mal para Israel. Esses orgaos de imprensa publicaram imediatamente a falsa noticia que se espalhava para o mundo todo. O problema e que os orgaos da midia publicavam rapidamente a noticia mas colocavam os desmentidos em paginas internas ou simplesmente esqueciam de publicar a verdade. Esse pessoal nao percebe que isso acarretou tambem aumento de anti-semitismo, como a publicacao da caricatura do Pat Pholifant (cartunista sindicalizado) altamente anti-semita, empregando imagens nazistas que foi publicado em inumeros jornais americanos na ultima semana. Gostaria de citar um artigo publicado por Seth Frantzmen publicado no Jerusalem Post no dia 16/03/2009 mostrando que o extremismo dos estrangeiros anti-Israel excede o dos palestinos. Parodiando o Boris Kassoy gostaria de dizer que "Isso e uma vergonha" , para mim, alem disso, causa nauseas pelo mal enorme que esses falsos patriotas causam a Israel e aos judeus do mundo todo. Abracos,
Jack Bisker, Kfar Saba, Israel.
Caro Osias: Gostaria de fazer um comentário em relação à carta do leitor Fábio Koifman que apareceu na última edição do NRJ. Nela, o sr. Koifman criticava uma carta que havia sido enviada pelo sr. Fernando Bisker, que simplesmente esclarecia o ponto de vista JUDAICO em relação à cremação do corpo após a morte. O sr. Koifman aproveitou o ensejo para desopilar seu fígado, malhando e desdenhando o JUDAÍSMO. Não sei se o sr. Koifman é ateu ou seguidor de algum culto, porém sempre há uma esperança que ele possa retornar às suas origens. Há mais ou menos 15 anos atrás, me perguntei: Por quê devemos ser tão “radicais” e minunciosos no cumprimento de leis criadas há mais de 3.000 anos atrás? Certo dia, estava deitado no meu quarto, assistindo ao Jornal Nacional, quando apareceu uma reportagem onde uma tribo de índios Xavante reivindicava suas terras perdidas. Eles estavam em frente à sede do INCRA, e o que mais me chamou a atenção foi que todos realizavam a dança típica indígena e ao mesmo tempo trajavam jeans!!!!! A resposta que eu procurava estava ali, bem na minha frente! O que faz de nós JUDEUS, são as leis e a tradição que nos regem e que são passadas há várias gerações. Se começarmos a querer modificá-las, adaptá-las ao meio em que vivemos, perderemos nossa identidade, não seremos mais judeus, seremos índios de blue jeans. Deu prá entender, sr. Koifman?
Iaacov HaCohen - Israel
Gostaria de saber se alguém conhece ou tem contacto com essa pessoa (sei que não é muito): Moises Silberstein Ou Zylberstein Ou Algo assim;Idade: +- 52 ate 54;Morava no RJ nos anos 70-80;Acho que na zona norte;Profissão: não sei Obrigado
szajnbrum@gmail.com
Em continuidade à discussão sobre a proibição ou não da cremação na religião judaica ,suponho não
tratar-se de dogma ou algo parecido.Trata-se de tradição milenar e ,se porventura existe alguma sombra de dúvida pairando sobre as privilegiadas cabeças de caraítas (seita judaica extinta há milênios por crer somente na palavra bíblica escrita) ,venho humildemente citar o primeiro Livro,Gênesis,onde Deus ,com ou sem apóstrofo,ordena a Abraão que adquira Mearat Ha Machpelá para que se possam realizar os sepultamentos comme Il faut da primeira família judaica ,distinguindo-nos para sempre dos povos pagãos da Antiguidade.Ao que minha parca cultura religiosa permite saber, inexiste no Velho Testamento ou no Talmud qualquer menção no que diz respeito à autorização para cremação e enterro de cinzas e creio que não faltam instruções precisas para qualquer assunto nesses alfarrábios ,seja ele fúnebre,doméstico,amoroso ou comercial . E,mesmo não sendo exegeta (estudiosa da religião) sei perfeitamente que é vedada a cremação ,violação e práticas do mesmo calão no judaísmo,sendo o indivíduo relegado ao status de pouco considerado ou pior e seus parentes não devem permitir a prática ,mesmo que seja o derradeiro desejo do falecido,incorrendo em ato reprovável para se dizer o mínimo, de acordo com a maioria dos rabinos sérios da atualidade e de priscas eras.Não vejo,também , o por quê da necessidade de citarem-se fontes bíblicas ou de autores importantes para que façamo-nos entender ,já que o sepultamento judaico é prática inconteste na religião,em nada ligando-se a politeísmo ou culto da morte. O contrário é verdadeiro:nos é vedada e proibida a tristeza patológica após o período de luto,pois pregamos a alegria de viver e a VIDA NOS É SAGRADA,ASSIM COMO O CORPO QUE A CARREGA .Finalizando, é assaz curioso o posicionamento de judeus que denominam-se progressistas ( progresso em qual direção?) quando relatam necessidade de beber nas fontes bíblicas em questões onde o trivial bom senso de uma criança de três anos já alcança, quando são os próprios que relativizam até os Dez Mandamentos.Será porque ,justamente,estão procurando uma resposta racional e de auto comiseração para sua pobre identidade judaica e pelo ódio a si mesmos que tem propalado a cremação e ,inclusive ,a não realização de circuncisão ( algum Complexo?) ? Realmente,ser judeu nos moldes tradicionais não é "in" e pode ser difícil e caro,mas é o que somos.Preferível seria assumir o " não ser "do que refugiar-se sob a égide do "onde está escrito" em nome de sabe-se lá o quê,porém no íntimo e publicamente pregando o judaísmo do laissez faire que está nos conduzindo ao Mar da História.Em síntese : se não podes ajudar,ao menos não atrapalhes.
Ethel Wolosker Guerstein.
Prezado Osias, Meu filho leu esse cartaz no IFCS( Instituto de Filosofia e Ciências Socias da UFRJ) ficamos mal impressionados e reciosos com relação a qual será o destino desse debate. Envio aguardando que tomem conhecimento e se acharem necessario, providencias.
http://www.somostodospalestinos.blogspot.com/
Abraço,
Sheyla B.
Caro Osias; nunca tivemos tantos escândalos envolvendo políticos, onde a maior parte do tempo ficam justificando-se perante às inúmeras denúncias que envergonham à todos nós. Graças à D’us temos um pequeno número de políticos como o Dep. Federal Marcelo Itagiba, que trabalha incansavelmente em defesa do anti-semitismo e por toda a nação.
Marcos Martim.
A cada geração cada ser humano deve se ver como se ele pessoalmente tivesse saído do Egito. Pois está escrito: "Você deverá contar aos seus filhos, neste dia, "D-s fez estes milagres para mim, quando eu saí do Egito..." As 19:30 horas da Quinta-feira 09 de abril de 2009 celebraremos o Seder de Pessach 5769/2009 da Sociedade Israelita do Ceará, no Hotel Oásis Atlântico, Avenida Beira-Mar 2500, Meireles. A sua presença é muito importante, participemos e levemos as nossas famílias para essa celebração da Liberdade
Pablo Schejtman - Ceará
BOM DIA, REF BAT MITZVAH DE IDOSAS. É UMA IDÉIA QUE PODERIA SER ADOTADA NO BRASIL.BAT MITZVAH E BAR MITZVAH... CERIMÔNIAS PARA VÁRIAS FAIXAS DE IDADES.!!!!!!HAG SAMEAH!!!!
Edgard Grund- FR- RECIFE
Caro Osias, Ás portas de Pessach querido amigo , sua ajuda muito colaborará em vendas que serão revertidas aos nossos atendidos. Aproveitando, parabéns!
Sua coluna se transforma num justo simbolo de luta pelo nosso povo. Abraço,
Leo Kauffman
Querido Osias, Como morador de Goiânia gostaria de te informar que 26 de Abril, em nossa cidade, é: Dia Municipal em Memória às Vtimas do Holocausto Contra o Terror e o Preconceito.Você já sabia?Caso se interesse em saber mais sobre esse Dia em nossa cidade posso te passar mais informações.Grande Abraço
A. R. Nogueira
Prezado Sr. Osias Wurman, Recebemos com muito interesse o "Noticias da Rua Judaica" e na edição do dia 29 havia um artigo sobre indenizações aos sobreviventes e um possível reajuste nos valores recebidos como indenização de guerra. Minha mãe, Tola Sommer, hoje com 90 anos, é sobrevivente de Auschwitz e recebe mensalmente uma pensão, vital para sua sobrevivencia, mas que já não basta de longa data para que ela possa ter uma sobrevida digna, sendo portadora de Alzheimmer. Gostaria de saber se pode ser feito, a partir do Brasil, algum contato ou manifestação de interesse para aqueles que, como ela, dependem da pensão para sobreviver. Muito obrigada pela atenção que puderem dispensar ao pedido,
Ana Elena Sokolik Garrido
Favor encaminhar as próximas correspondências para o novo e.mail. Obrigada!
Miriam Herscovici Martines-Presidente-Sociedade Israelita de Ribeirão Preto - SIRP
Shalom, Nos dias 4 e 11 de abril estreiam os documentários Caminhos da Memória e Estrela Oculta do Sertão (Elaine Eiger e Luise Valente) no Canal Brasil/globosat. http://www.facebook.com/l.php?u=http://www.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DZj05Ew2QbO0
Leonor Medeiros
Segundo este homem que se intitula religioso só não diz a acepção da palavra religião para ele os judeus dominam a propaganda mundial? Se assim é estariam os judeus lutando contra o Estado de Israel e ratificando os criminosos terroristas palestinos? Como o bombardeio de lavagem cerebral midiática de massas feito pelos veículos de comunicação de massa contra os judeus e especialmente os que estão na terra que segundo o livro recebido por Moisés e considerado autêntico para cristãos e muçulmanos foi dada pelo próprio D'eus aos judeus os proibindo de estabelecer qualquer cultura religiosa estranha dentro dela sob as mais pesadas penas e punições por desonrarem ao D'eus que os libertou da escravidão do Egito com mão forte em frente das principais e mais poderosas nações da época com apenas a reação violenta do povo destinado a inexistência o povo de Amalek? Bem gostaria de não ser óbvia e dizer quem fez isto, porque é público e notório principalmente a brasileiros e pessoas da América Latina de onde vem o maior ódio contra os judeus através dos séculos e gerações, sem maiores ressalvas digo ainda que o mesmo pagador de jabah que paga para fazer do Estado de Israel criminoso internacional e do Pseudo Estado Palestino de Vítima "Inocente" internacional é o que está veiculando na Globo e nos principais jornais Sobral como terra de ciganos que por sua vez "coincidentemente" está sendo utilizado por este "crítico" como vítima maior do nazismo que os judeus, e porque ele não fala das pessoas que tinham algum defeito físico, dos negros, dos de outras raças e dos homossexuais e até mesmos dos maçons que até enquanto não comungaram com eles na destruição estavam sendo destruídos? Tudo de bom,
Rosália Aguiar
Sem duvida que inúmeras pessoas me acharão radical, intolerante, terrorista e outras definições piores.
Todos nos deviamos parar de tentar explicar ou jsutificar quaisquer ações ou atos efetuados por Israel, nunca convenceremos a que quer que seja que Israel está certo, está se defendendo, e está retribuindo a altura.Tudo o que Israel faz, seja legal ou ilegalmente é ainda muito pouco proporcionalmente comparado ao que o resto do mundo fez e ainda está tentando fazer contra ele e contra nos Judeus.Já que fomos indiciados, acusados, condenados e quase exterminados pela graça da Igreja Católica, pelos Cruzados, pela Espanha, Portugal, Polonia, Russia, e principalmente a França (anti-semita por excelência), é nosso direito absoluto de cometermos todos esses atos e ainda muito mais.Aos Judeus ferrenhos contra Israel e a favor de concessões e entendimentos com quaisquer grupos árabes; não se iludem - pode m negar e rejeitar sua religião, cedo ou tarde essa voltará para vós cobrar com juros, correção e multas. Será que o exemplo do nazismo não é suficiente para esclarecer vocês? Qualquer traço de descendência Judaica, por mais remoto e longínquo que fosse era uma condenação a morte.O Irã quer nos varrer do mapa? Pois bem é o caso de nos varrermos primeiro esse antro de assassinos, vadios e perversos.Os "Palestinos"? A única coisa que eles procuram neste momento é uma "Hudna" para poderem se armar e organizar mais eficientemente e se juntarem ao Irã e a Siria. E ainda há pessoas e organizações tanto Judaicas como não Judaicas acreditando e tentando forçar uma "paz" fictícia cujo resultado será igual ou pior que aquela quando Israel deu de presente áreas (p.ex. Gush Katim) que nunca devia ter cedido. Os árabes somente reconhecem e respeitam a força e a agressão; eles acham que tentativas de enten dimentos são demonstrações de fraqueza e submissão.Nunca mais Massada se repetirá, e nunca mais seremos expulsos da Terra que é legitimamente nossa, custe o que custar.
S. Levy
Como diz a lenda:-" A FENIX renasce das cinzas". Testemunhamos uma vida Judaica incipiente ressurgindo em Warsovia em pouco mais de sessenta anos após o Holocausto. A Polonia na época anterior a 2ª guerra com 3 milhões de judeus tinha uma intensa vida judaica. Muita cultura, muita arte, muitos estudiosos, em suma, em todas as áreas. Atualmente vivem na Polonia cerca de 3 mil judeus, apenas , parece-me segundo informações, umas 300 a 400 pessoas em Warsóvia.
curtam este vídeo no YOU TUBE. é só clicar abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=ZzmQpNS0GMA&eurl=
http%3A%2F%2Fwww%2Eorkut%2Ecom%2Ebr%2FFavoriteVideos%2
Easpx%3Frl%3Dls%26uid%3D1215363178712061187&feature=player_embedded
Mauro Goroditch
Caro Osias, Fabio Koifman escreveu uma carta comentando sobre o que eu disse sobre a proibição de cremar pelo judaísmo, e dizendo que não existem fontes para isso. Então queria o direito de resposta e somente trazer as fontes e explicação onde sim, repito, a Torah Original, sem adaptações e interpretações superficiais, proibe a cremação. Tenho certeza que o Fábio e os outros leitores vão gostar de fazer comigo esta análise - Vamos lá -
Deixo de lado os adjetivos, substantivos e os pronomes (usando todo meu Português) e me concentrarei no conteúdo do que disse o Fábio. São 2 pontos a serem analisados, a cremação em si e o enterro. Vamos falar sobre o enterro e depois falaremos sobre a cremação. A obrigação de enterrar o morto aprendemos do verso: "Se um homem cometer uma infração e for condenado à morte, você deve enterrá-lo no mesmo dia" fonte: Deut. 21:23 O verso "do pó veio e ao pó retornará" Gen. 3:19, ensina que o enterro ideal deve ser onde existe o contato entre o corpo e a terra e aprendemos que no momento da morte, a alma não pode partir totalmente até que o corpo estiver totalmente desintegrado.
Mas uma separação imediata pode causar à alma uma grande agonia. O enterro faz com que o corpo passe por este processo gradualmente, e este processo é para o benefício da alma. O enterro não é para o benefício dos vivos e sim para o benefício da alma. Todos os patriarcas foram enterrados (e não cremados) - Gen. 25:9-10
...E os filhos de Isaac enterraram seu pai - Gen. 35:29. ...Abrahão enterrou Sarah - Gen. 23:19 Até mesmo Joseph que morreu no Egito fez com que seus descendentes garantissem que seus ossos fossem levados para Israel e ser enterrado novamente lá. Gen. 50:25
Outras fontes:
- Rabino Manashe ben Israel - Nishmat Chaim 2:26
- Tratado de Sanhedrin 47a
- Tur, Yoreh Deah 362; Beit Yosef em nome de Ramban, Torat HaAdam p. 117.
- Tanchuma, Bereshit 10. Tb. Bereshit Raba 22:8 and Pirkei d' Rabi Eliezer 21.
- Tratado de Sotah 14a
- Rambam - Sanhedrin 15:8; Evel 12:1; Sefer HaMitzvot, aseh 231
- Halachot Gedolot; Semag 104; Sefer HaChinuch 537
- Tratado de Sanhedrin 46b; Rambam, Evel 12.1; Shulchan Aruch, Yoreh Deah 348:2
No judaísmo cremar um corpo é considerável uma desgraça. Em Amos 2:1 (Tanach) Deus fala: Eu não vou tirar a punição ao povo de Moav porque eles queimaram os ossos do Rei de Edom; Não só é considerado uma desgraça como também é explicitamente proibido - No Talmud (Torah Oral) diz: Tudo que exige um enterro (Rashi: inclui o corpo em si) não pode ser queimado. E tem mais, pela lei judaica, se alguém optar em ser cremado, não se pode fazer Shivá (sentar em luto) para o morto, não se recita o Kadish e mesmo que a família queira que suas cinzas sejam enterradas em um cemitério judaico, está proibido aceitar (logo descartamos a possibilidade em cremar e enterrar as cinzas em cemitério judaico).
Vejas as fontes, são várias -
- Tratado de Sanhedrin 82a
- Beit Yitzchak, Yoreh De'ah 2, 155
- Achiezer 3, 72:4
- Temurah 34a; Rashi, “dam nidah”
- Talmud Yerushalmi, Ketuvot 11:2, Korban HaEida
- Iggrot Moshe 3, 143
- Bereishet Rabba 28; Tosafot, Bava Kama 16b; Kaf HaChaim 300
- Gesher HaChaim 1:16, 2:13
- Tratado de Sanhedrin 90a
- Radak, I Samuel 31:12
- 2 Samuel 21:1, Rashi; Yevamot 78b
- Amos 6:10; Rabbi Yehuda ibn Karesh in Ibn Ezra; Targum Yonatan and Rashi
- Beit Yitzchak, Gesher HaChaim, Rabbi Pinchas Schienberg
1) Para concluir em resposta ao Fábio Koifman, digo que o Talmud não é uma interpretação e sim Torah Oral recebida por Moisés da mesma forma que recebeu a Torah Escrita.
2) Está proibido rezar para mortos e quem o faz está cometendo um erro. O que sim pode, é rezar à Deus que pelo mérito de tal pessoa nos conceda determinado pedido.
3) Crença na vinda de Mashiach é um dos princípios do judaísmo, e não podemos saber quem é o Mashiach, quando ele vem e como será, simplesmente para entender é preciso estudar mais a fundo.
4) Não pode utilizar de exemplos de religiosos que não agem de acordo com a lei judaica para dizer que a religião está errada, seria o mesmo que dizer que um médico que cometeu um erro durante a operação e o paciente morreu, logo, que a medicina está errada.
5) Que quando digo que a Torah Original, quero dizer que é a mesma Torah que nossos pais, avós, bisavós, e por aí em diante, cumpriam. Se queremos modificar na medida que os anos e os interesses forem se modificando, não é de se assustar que hoje podemos encontrar árvore de Natal ao lado de uma chanukiá, ou casamento homossexual dentro de uma "pseudo-sinagoga".
Fernando Bisker
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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