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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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- O New York Time revela espetacular achado bíblico sobre o Messias. |
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- Visitante decepa a cabeça de Hitler no Museu de Cera de Berlim. |
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- Objetos sagrados guardados pelos antigos colonos de Gaza foram destruídos em Israel. |
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- Ahmadinejad na ONU reafirma que Irã não vai parar o programa nuclear. |
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- Mahmoud Abbas da ANP teve encontro com Gaddafi da Líbia. |
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Osias Wurman
Jornalista
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TRÉGUA OU HUMILHAÇÃO?
Desde que foi declarada a trégua entre Israel e os terroristas do Hamas que dominam Gaza, vários foguetes Qassam já foram lançados contra solo israelense, atingindo residências de civis e locais públicos. Uma ebulição na Cisjordânia veio para as manchetes dos jornais, em substituição ao terror de Gaza, demonstrando que quando um lado pára, o outro recomeça.
É claro que existe uma orquestração geral no sentido de manter vivo o ódio e a agressão anti-israelense.
Não é coincidência que o motorista terrorista palestino, que matou 4 e feriu mais de 40 com um trator, com residência em Jerusalém Oriental, seja membro da mesma família do assassino que matou jovens inocentes na Yeshiva Merkaz Harav em Jerusalém, no mês de março deste ano.
Na época, um amplo debate sobre a conveniência em demolir a casa do terrorista sacudiu a opinião publica israelense. Agora, volta ao debate se devem ser tomadas atitudes de retaliação contra a casa do assassino. A iniciativa deveria servir de exemplo para que outros fanáticos não imaginem atos de terror, pensando em ir viver no paraíso, cercados de 72 virgens. E ainda deixar a família muito bem instalada, e com dinheiro do povo de Israel nos bolsos.
Difícil entender o principio que rege a iniciativa israelense de pagar à família do suicida uma indenização governamental através do Instituto de Seguridade Nacional. Assim foi feito no caso do atentado na Yeshivah, e deve voltar a ocorrer no caso do tratorista.
O famigerado Sadam Hussein costumava enviar cheques de 20 mil dólares para as famílias dos terroristas que se explodiam nas ruas e imóveis em Israel. Agora, quem paga é o Estado de Israel!!!
Na semana que começa, teremos novos capítulos desta verdadeira tragédia de coexistência israelense-palestina-terrorista.
O Hamas acaba de informar que o piloto israelense Ron Arad, abatido há vinte anos sobre o Líbano, está morto desde a data do acidente. Também informaram que os dois soldados israelenses, seqüestrados há dois anos na fronteira do Líbano, estão mortos.
Porque deixar famílias angustiadas por tanto tempo? Porque usar a vida humana como barganha emocional para acordos políticos? Porque este desprezo pelo sofrimento humano?
Será duro assistir, nos próximos dias, o recebimento de dois caixões com os corpos de jovens soldados israelenses, em troca da liberação de sete assassinos do Hizbollah, com sangue israelense nas mãos.
O clima é de trégua ou humilhação?
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Foto 1 - O trator e um dos veículos esmagados
Foto 2 -
O ônibus virado pelo trator

Foto 1 - O carrinho do bebê de seis meses salvo por milagre
Foto 2 -
O palestino assassino
Foto 3 -
A família do assassino chora sua morte

No Líbano prepara-se a festa para receber Samir Kuntar que matou 4 israelenses
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ORFÃ DO ÓDIO

Um bebê de apenas seis meses ficou órfão de mãe após o ataque terrorista assassino ocorrido em Jerusalém. No momento em que sua mãe Batsheva Onterman foi esmagada até a morte ao lado dela, durante a violência do terrorista que dirigia um trator, Efrat foi logo colocada nas mãos de uma família que lá passava "que imediatamente a abraçou muito". Depois, ela foi colocada sob os cuidados de uma tia. Esta trágica e comovente história teve inicio quando um dos veículos foi esmagado pela carnificina provocada pelo terrorista. Batsheva não sobreviveu, mas a pequena Efrat, que estava ao seu lado, foi milagrosamente deixada intacta. |
Efrat de 6 meses, salva por milagre,
e sua mãe Batsheva morta no ataque |
A mãe de 33 anos, moradora em Jerusalém, foi sepultada no Cemitério Har HaMenuchot na cidade. Eyal Zehavi, que é um paramédico do Magen David Adom, e que correu para a cena com sua esposa, trataram da menina e também de outra criança. "Alguém me passou o bebê e gritou, "acabei de salvá-la do carro no qual sua mãe foi morta", disse Zehavi. "Levei um minuto e meio para examiná-la; fiz um extenso exame do seu corpo, procurando ossos quebrados, ferimentos e dificuldades para respirar e felizmente ela estava bem e eu a transferi para uma ambulância que a levou para o Centro Médico Shaare Zedek em Jerusalém". Zehavi e sua esposa, que está grávida de sete meses e também atua no campo médico, ajudaram a mover o corpo da mãe a fim que o bebê pudesse ser resgatado.
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ISRAELENSES VERSUS FARCS

Ingrid elogiou muito Sarkosi por sua libertação,
realizada por comandos colombianos |
Dois conselheiros israelenses participaram nos preparativos do Exército da Colômbia para libertar 15 reféns da guerrilha das Farc, entre eles Ingrid Betancourt, informou a rádio militar de Israel. A emissora não revelou detalhes sobre o papel dos assessores e se limitou a recordar que, depois da libertação, Ingrid Betancourt comparou a operação das tropas colombianas às do Exército israelense. O porta-voz do ministério israelense da Defensa, Shlomo Dror, não confirmou nem desmentiu a notícia. "O ministério não pode dar nenhuma informação sobre a ação de conselheiros militares israelenses", declarou à agência de notícias France Presse. No entanto, confirmou que empresas privadas israelenses de segurança atuam na Colômbia com autorização do ministério. Já o general da reserva Israel Ziv, diretor na Colômbia de uma empresa de assessores das forças especiais colombianas, |
afirmou à imprensa ter contribuído para o sucesso da operação. "Fornecemos às forças especiais meios sofisticados para combater a guerrilha", declarou ao jornal Yediot Aharonot. Segundo o ex-comandante de operações do Exército, sua empresa está "profundamente envolvida" na assessoria às forças especiais colombianas, que possuem material ultramoderno como o fuzil de assalto israelense Tavor de mira holográfica, fuzis M-4 e helicópteros Blackhawk americanas. Estas unidades colombianas são assessoradas por mais de mil boinas verdes americanos, assim como por instrutores israelenses e membros das forças de elite britânicas SAS.(G1) |
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DEBATE COMUNITÁRIO |
CADÊ O ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE ?
Uma importante empresa de turismo, dirigida por membros da comunidade judaico-brasileira, veicula este mês anuncio em revistas dirigidas à comunidade judaica, promovendo o “Reveillon em Dubai”. Vale lembrar que em Dubai, israelenses são proibidos de entrar, além de qualquer cidadão que tenha em seu passaporte registro de visita ao Estado de Israel. Até jogadores de futebol de time inglês, de origem judaica, foram impeduidos de jogar em Dubai.
Porque sujar nossos veículos de divulgação com um destino onde não gostam e não querem israelenses ou amigos de Israel ? É caso de indiferença, desconhecimento ou interesse meramente comercial ?
Abrimos espaço para eventuais esclarecimentos dos interessados.
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GUIMEL TAMUZ

Este domingo corresponde ao dia Guimel Tamuz no calendário hebraico, quando é lembrado mundialmente o aniversário do falecimento do Lubavitcher Rebe, o maior líder espiritual judaico desta geração. Uma caravana brasileira foi participar das homenagens nos EUA, com 80 participantes de São Paulo e 110 do Rio de Janeiro. A viagem terá a duração de 6 dias e inclui programa cultural, recreativo e espiritual. Dentre as várias visitas a comunidades e centros judaicos americanos, destacamos a Sinagoga Shaarei Tzedek, situada no Ocean Parkway – Brooklin, construída pelos judeus originários da cidade síria de Alepo, em homenagem a Jacob Safra. Os visitantes também foram honrados com uma palestra especial do Rabino Leibl Groner, secretário pessoal do Rebe, o chassid (seguidor) que por mais tempo esteve ao lado de Menachem Mendel Schneerson- o Lubavitcher Rebe. |

Brasileiras oram e depositam seus pedidos nos túmulos do Rebe e de seu sogro.
Na Sinagoga em homenagem a Jacob Safra ouviram palestra do rabino-chefe.

Os homens rezaram no escritório do Rebe no Brooklin
e ouviram a palavra do Rav. Leibl Gronere.
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TERCEIRO TEMPLO EM JERUSALÉM

Vestindo um turbante e uma túnica azul claro bordada com prata, um homem permanece numa oficina na parte da Cidade Velha em Jerusalém ao lado de carretéis de fio branco afixados às máquinas de costura. Um quadro mostrando altos sacerdotes realizando um sacrifício de animal ao lado do Primeiro Templo ilustra a função do estabelecimento. O Instituto de Templo iniciou a preparação para a construção do Terceiro Templo no Monte Moriah, em Jerusalém, que é o local da Cúpula da Pedra (Dome of the Rock) e da mesquita al-Aksa, com a inauguração de uma oficina de fabricação de roupas sacerdotais. Depois que o Rabino Chefe de Efrat, Shlomo Riskin, ele mesmo um Cohen(sacerdote), tomou as suas medidas para as vestimentas dos Kohanim, Aviad Jeruffi, o desenhista de vestimentas dedilha em celebração o seu violão na canção "Para Ascender ao Monte do Templo". Peças de roupas sacerdotais não foram usadas desde a destruição do Segundo Templo por Roma, no ano de 70 da era cristã, e não podem ser vestidas até que o Terceiro Templo seja construído.
Os Cohanim, que são os sacerdotes descendentes diretos de Aaron, que era irmão de Moisés, são reconhecidos pelo Instituto como tais se o avô paterno observou as tradições. Atualmente têm responsabilidades religiosas especiais; mas em tempos antigos eles executavam as tarefas mais significativas dentro do Templo. Aproximadamente um terço dos mandamentos da Tora não pode ser cumprido sem um templo, incluindo as obrigações dos Cohanim. |
A fabricação das roupas para os sacerdotes do Terceiro Templo de Jerusalém
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INTEL EM ISRAEL

A Intel inaugurou sua nova fábrica Fab 28, em Kiryat Gat, com muita festa, mas as celebrações para este novo empreendimento de $3,5 bilhões acontecem sob uma nuvem de preocupação devido ao enfraquecimento do dólar que poderia prejudicar o fluxo de futuros investimentos. Israel sempre foi considerado como objetivo para consideráveis investimentos pela Intel. Estima-se que a empresa de semicondutores já investiu mais que $7 bilhões desde a sua chegada em Israel, há 35 anos, e agora tem cinco centros de pesquisas e desenvolvimento e três linhas de produção no país. Se a Intel, que é a maior empregadora de alta tecnologia em Israel, está com ‘gripe’ devido ao dólar, a situação local desta empresa de alta tecnologia torna-se insuportável. O dólar que afunda, de NIS 4,3 por dólar há um ano, ao nível atual de NIS 3,3, provocou que um bom número de lançamentos israelenses tivessem seus números revistos, e a dispensa de 10% a 20% de seus empregados, ou em alguns casos, a suspensão de despesas com salários. A crise atual do dólar também ameaça os resultados da Intel Israel que tem 6.000 empregados. A diretoria da Intel ressalta sua preocupação com situações semelhantes que ocorreram no passado, quando a Intel Inc. transferiu suas operações, incluindo as dos EUA, para outros cantos do mundo. Por isso, a possibilidade de mudança de suas operações israelenses para o Extremo Oriente parece estar mais próxima do que nunca. A nova fábrica inaugurada produz chips utilizando a tecnologia de 45 nanômetros nos microprocessadores para computadores pessoais e para servidores, assim como processadores que utilizam energia extremamente baixa para instrumentos móveis para a internet.
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A fabrica, agora inaugura, quando em construção em Kyriat Gad |
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HAMAS EM SÃO PAULO

A operação da polícia que apreendeu vários objetos, como camisetas com mensagens de apologia ao crime e munição, teve por objetivo dar "um susto" na Mancha Alviverde, torcida organizada do Palmeiras, de acordo com a delegada Margarete Barreto, titular da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) do DHPP, e o promotor do Ministério Público, Paulo Sérgio de Castilho. Para a delegada, os mais de 20 mil integrantes da organizada não podem ser penalizados por causa de "20 ou 30 torcedores". "Mas se chegou a um limite, e o Estado está dando uma resposta. Nós estamos trabalhando para que essas pessoas sejam identificadas. Mas não adianta apenas repressão. É preciso educação e conscientização destas pessoas", completou a delegada. Muitos objetos encontrados fazem apologia ao crime. Além disso, foram apreendidas camisetas com a inscrição "Hamas – Islamic Resistence", em referência ao grupo radical islâmico que defende e luta pela criação de um estado palestino. Para a delegada, não há qualquer ligação da torcida com o grupo. "A ligação é mais alusiva, do tipo morrer por uma causa. No caso, morrer pelo time ou pela torcida", explicou. O presidente de honra da Mancha Alviverde, Paulo Serdan, negou que a torcida faça apologia à violência, como acusa o Ministério Público, com base no material aprendido, como a camiseta com a inscrição “Hamas – Islamic Resistence”, em alusão ao grupo radical que defende a criação de um estado palestino. “O significado disso é pela resistência (do Hamas) esses anos todos, que conseguiram chegar ao poder, mostrar que resistindo você sobrevive. Eu não usaria uma camisa dessas, mas a molecada curte. Eu diria que foi impensado”, explicou. |
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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IMAGEM INDEVIDA
O circo de mídia sempre se agita, em Israel, quando acontece um atentado terrorista. Minutos depois do evento, dezenas de jornalistas já estão no local do ataque, transmitindo, ao vivo, tudo o que está acontecendo. Nos principais canais de TV, programas especiais vão ao ar quase que imediatamente, e os âncoras de plantão começam a entrevistar paramédicos, policiais, soldados, testemunhas oculares...
Às vezes, em meio à confusão e à ânsia de superar os veículos de comunicação concorrentes, abusos são cometidos. Foi o que aconteceu na quarta-feira passada, quando um palestino decidiu roubar uma retro-escavadeira e estraçalhar carros e pedestres na Rua Jaffa, uma das mais movimentadas de Jerusalém. O atentado, que deixou três mortos e dezenas de feridos, aconteceu por volta do meio-dia. Uma hora depois, o canal 10 de TV colocou no ar uma seqüência de imagens chocantes na qual os telespectadores puderam testemunhar a morte do motorista, alvejado à queima-roupa por soldados. As imagens mostram o momento em que o palestino é baleado por um salvo de cinco tiros. Não vou descrever as imagens para não chatear quem teve a sorte de não ver.
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Entendo que a seqüência é interessante e rara. Poucas vezes o desfecho de um atentado é captado por câmeras. Entendo também que os canais de TV precisem manter o público grudado à tela. E lançar mão de imagens chocantes é uma das melhores maneiras de alcançar esse objetivo. Mas o horário da transmissão – por volta de uma da tarde – deveria ter feito com que os editores cortassem parte das imagens. Certamente, muitas crianças viram a morte do atacante. E muitas vezes, porque a seqüência foi reprisada por horas.
Jornalismo, principalmente ao vivo, precisa de autocensura moral. Já basta a tensão regional. Não é preciso traumatizar ainda mais quem mora por aqui.
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ENQUETE DA B´NAI B´RITH

Os judeus da diáspora merecem reconhecimento israelense. Na foto, a recente passeata em
Londres com 50 mil pessoas em apoio a Israel |
Quase 75% dos judeus israelenses acreditam que o governo não deveria levar em conta a opinião judaica da diáspora em relação ao estabelecimento de mudanças nas fronteiras, conforme a terceira Pesquisa Anual de Atitudes dos Israelenses Contemporâneos em Relação ao Judaísmo Mundial, encomendada pela Central Mundial da B’nai B’rith em Jerusalém e conduzida pela Keevoon Pesquisas, Estratégias e Comunicações. A votação indicou que somente 20,5% dos israelenses acreditam que o governo deveria levar em consideração a opinião dos judeus da diáspora para a decisão sobre tais mudanças. Conforme a pesquisa, 40% dos judeus israelenses acredita que os judeus da diáspora devem continuar a permitir legalmente o financiamento de campanhas políticas e o apoio pessoal para políticos israelenses, 50% dos entrevistados disseram que tais financiamentos não deveriam ser permitidos, e os entrevistados mais jovens mostravam-se mais inclinados a permitir o financiamento estrangeiro para campanhas.
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O Centro Mundial de Pesquisas da B’nai B’rith também testou o apoio do público sobre o recente pronunciamento do primeiro-ministro Ehud Olmert, pelo qual ele pretende efetuar uma mudança significativa na política governamental em relação à promoção da Aliyah em massa dos judeus na diáspora, em favor do "fortalecimento da educação judaica nas comunidades, incluindo o estudo do hebraico, o aumento da consciência com relação à cultura e herança judaica, o fortalecimento dos valores judaicos, e o aprofundamento dos elos entre as comunidades judaicas mundiais e o Estado de Israel". A pesquisa encontrou um apoio significativo para esta nova política do primeiro-ministro, com 46,1% dos entrevistados dizendo que concordam com os novos objetivos a serem estabelecidas por Olmert, enquanto que 38,4% disseram que o principal objetivo do governo de Israel em relação a diáspora deve continuar a ser a promoção em massa da Aliyah (16% não souberam responder). Esses grupos que representam um apoio acima da média para a nova política de Olmert são eleitores do Kadima (61%), dos Trabalhistas (55%) e eleitores do Yisrael Beitenu (48%) enquanto que os judeus mais religiosos (52%) apóiam a política anterior. |
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CHORINHO EM ISRAEL

No contexto do programa "2008-Ano do Chorinho em Israel", promovido pela Embaixada do Brasil em Israel, com apoio da SERE, apresentou-se no museu da Torre de David em Jerusalém, o grupo musical Hamilton de Holanda e Quinteto. O concerto fez parte do "Festival de Israel", mais importante evento de música, dança e artes cênicas no país, que este ano contou também com a participação do grupo de danças brasileiro" Grupo Corpo". Hamilton de Holanda com carisma e simpatia, conectou os presentes mostrando uma virtuosidade sem par no bandolim. A apresentação foi aplaudida de pé pelos presentes, que não deixaram o grupo encerrar o concerto sem várias músicas extra. O público contou com a presença de jornalistas especializados, produtores de música e apreciadores de jazz e de música brasileira. (Embaixada do Brasil em Israel) |
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PARAISO DE CRIMINOSOS

Em Klagenfurt, uma das quatro cidades austríacas em que estão sendo disputados os jogos da Eurocopa, vive tranqüilamente o número 4 da lista de criminosos de guerra nazistas procurados internacionalmente. Milivoj Asner, de 95 anos, natural da Croácia, foi encontrado pelo tablóide britânico The Sun que publicou fotos suas passeando pelas ruas do centro de Klagenfurt em companhia da mulher. Asner, que foi o chefe da polícia secreta nazista em seu país de origem, é acusado de ter deportado centenas de judeus, ciganos e sérvios para os campos de concentração e possui um mandado de prisão internacional. As fotos publicadas no mês passado, com grande destaque pelo The Sun, mostram Asner caminhando tranqüilamente pelas ruas de Klagenfurt. Durante o passeio ao lado da mulher, Asner foi totalmente ignorado pelas centenas de policiais de rua, mesmo os habitantes da cidade conhecendo bem sua identidade real e os crimes atrozes por ele cometidos.
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O criminoso nazista
em foto da Interpol |
Há anos a Croácia pede sua extradição. No entanto, Viena sustenta que Asner não está em condições de ser interrogado ou processado. Segundo o Wiesenthal Center, organização judaica que há mais de 30 anos luta contra o anti-semitismo e se empenha em levar à justiça os chefes nazistas sobreviventes, a Áustria representa o paraíso dos criminosos de guerra. - Temos a intenção de reportar este fato ao ministro da Justiça austríaco. Se este homem é capaz de passear e degustar vinho nos bares, será capaz também de suportar um processo - afirmou ao The Sun o diretor da agência, Efraim Zuroff.
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GÊNIO NO ESPAÇO


Sergey Brin vai levar o
Google para o espaço |
Um dos fundadores do Google, Sergey Brin, reservou um lugar para viajar ao espaço como turista a bordo da nave russa Soyuz, anuncio a empresa americana Space Adventures, que organizará em 2011 o primeiro vôo privado do foguete russo. Eric Anderson, presidente da Space Adventures, anunciou em Nova York um acordo com a agência espacial russa para organizar o primeiro vôo completamente comercial da Soyuz, que já transportou vários "turistas" particulares para a estação espacial internacional (ISS). Brin "pagou 5 milhões de dólares e voará dentro de três a cinco anos. Antes terá que treinar", disse Anderson. Brin já participou do financiamento de outro programa da Space Adventures, "Zero G", que organiza vôos parabólicos com gravidade zero partindo do Centro Espacial Kennedy na Flórida (sudeste) e do aeroporto nacional de Las Vegas (oeste).
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Cerca de 200 expedições desse tipo já foram realizadas em aviões Boeing 727-200 entre 2004 e 2008, permitindo a cerca de 5.000 passageiros experimentarem a ausência da força de gravidade em quinze vezes de 30 segundos cada uma em um vôo de uma hora e meia, indicou Peter Diamandis, diretor da Space Adventures. Esses vôos custam cerca de 135.000 dólares para grupos de 35 pessoas, ou seja, quase 4.000 dólares cada um. Em um vídeo, Brin apareceu flutuando em um desses aviões, acompanhado do presidente da Space Adventures. Brin chegou aos Estados Unidos procedente da União Soviética, filho de emigrantes judeus. Disse que por causa do anti-semitismo seu pai nunca conseguiu realizar o sonho de trabalhar com pesquisa espacial em seu país, por este ser um setor considerado secreto militar, segundo uma entrevista concedida em 2007. Depois de concluído seu treinamento, Brin irá para a base de Baikonur no Cazaquistão, ex-república soviética da Ásia Central.
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CURIOSIDADE JUDAICA

As 24 letras do alfabeto hebraico contidas na figura da Estrela de David-Tzion |
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ESCRAVIDÃO PRINCIPESCA

Escravidão no coração da Europa |
A polícia da Bélgica libertou 17 mulheres que eram mantidas em regime de semi-escravidão por uma família nobre dos Emirados Árabes em um dos hotéis mais luxuosos do centro de Bruxelas. O caso foi descoberto graças à denúncia de uma das vítimas, que conseguiu escapar, depois de oito meses de trabalhos forçados. De acordo com sua declaração, ela e as demais mulheres foram recrutadas como empregadas domésticas pela viúva de um emir árabe e suas quatro filhas, que têm o título de princesas. Originárias de Marrocos, Filipinas, Índia, Egito, Turquia, Iraque e Síria, as vítimas teriam tido seus passaportes confiscados e teriam sido obrigadas a fazer plantões noturnos na porta dos quartos das patroas, para o caso de seus serviços serem solicitados. Para evitar possíveis tentativas de fuga, só podiam sair acompanhadas pelos seguranças da família, que já teriam impedido anteriormente que outras das vítimas escapassem.
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A autora da denúncia, de origem marroquina, contou ao jornal belga Le Soir que recebia uma remuneração de 500 euros mensais (aproximadamente R$ 1,27 mil), enquanto suas companheiras recebiam 150 euros mensais (cerca de R$ 380). Elas dividiam dois quartos do Hotel Conrad, onde a família do emir alugou, para o período de um ano, todo um andar - um total de 53 quartos, ente eles a suíte presidencial, cuja diária custa 4,5 mil euros (aproximadamente R$ 11,4 mil). A polícia abriu uma investigação sobre tráfico de seres humanos e exploração econômica e começaria a ouvir as acusadas nesta quarta-feira. Segundo as autoridades belgas, se as acusações forem comprovadas, as 17 mulheres poderão solicitar status de vítimas de tráfico humano, o que lhes permitiria pedir asilo ao país. A responsável pela denúncia disse ter medo de voltar a seu país e ser perseguida pela família dos Emirados Árabes, que ela afirma ser “gente muito poderosa”. |
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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ATAQUE PREVENTIVO CONTRA O IRÃ? (Parte 2)
Os analistas americanos são quase que unânimes da opinião de que a obtenção pelo Irã de armas nucleares forçariam os EUA a estenderem o seu guarda-chuva anti-nuclear Aos países árabes sunitas, especialmente o Egito e a Arábia Saudita, e posteriormente levariam à sua nuclearização. Assim mesmo, o poder de chantagem do Irã contra países do Oriente Médio e da Europa seria muito grande, com conseqüências estratégicas e econômicas graves (principalmente com relação ao petróleo). Um Irã nuclear anularia os sucessos obtidos pelo presidente Bush contra os outros membros do “eixo do mal”: a substituição do regime no Iraque e a contenção da Coréia do Norte. Não há dúvida de que tanto Bush como o vice-presidente Cheney gostariam de atacar o Irã sem interferir com a eleição presidencial (ou seja, depois de 4 de novembro) – mas seriam obedecidos ou seriam as suas ordens vazadas para o Congresso, causando uma séria crise constitucional, sobretudo após a publicação da Estimativa de Inteligência Nacional de dezembro de 2007? Por outro lado, por que deixar para o novo presidente uma decisão que ele provavelmente não tomaria (se Obama) ou que complicaria o início do seu governo (se McCain)? É lógico que Israel prefere que os EUA ataquem o Irã, inclusive porque os EUA teriam meios de destruir também importantes alvos militares convencionais (como bases navais, aéreas e de mísseis), diminuindo o perigo de retaliação. Mas se os EUA não o fizerem, Israel tem o direito e a obrigação de agir. O direito de defesa preventiva porque o Irã deixou bem clara a sua intenção de “apagar Israel do mapa”. E a obrigação porque, mesmo que o Irã não lance mísseis com ogivas nucleares contra Israel, a ameaça constante e a chantagem contra os países de quem Israel depende comercialmente poderão trazer uma emigração em massa e o fim do Estado judeu. Ainda não encontrei um membro sionista do Knesset (parlamento), inclusive do partido Meretz, que considere um Irã dotado de armas nucleares uma perspectiva aceitável para Israel. O momento ideal para um ataque é entre a instalação das centrífugas (o que já ocorreu) e a introdução de uma grande quantidade de hexafluoreto de urânio (o que aparentemente ainda não ocorreu, e que causaria um grande risco de contaminação ambiental) – e antes do posicionamento de mísseis russos terra-ar SA-20 no Irã De preferência depois da eleição, e com certeza antes da posse do novo presidente americano. O fator limitante para um grande sucesso é, acima de tudo, a qualidade da inteligência. Qual o “enredo” mais provável? (1) Um ataque israelense entre novembro e janeiro (ou antes, se ditado por novas informações), coordenado com os EUA, (2) uma retaliação iraniana contra Israel e bases americanas no Iraque, e (3) um contra-ataque americano visando alvos nucleares secundários e convencionais. Não descartaria tampouco a possibilidade de um ataque iniciado por Bush após a eleição, independentemente de quem seja eleito.
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O remédio para Ahmadinejad será a “vitamina” F16, aplicada por via aérea.... |
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TURISMO RUSSO

O Comitê de Relações Internas do Knesset aprovou a eliminação da necessidade de visto para cidadãos russos que pretendem visitar Israel. A decisão entrará em vigor no dia 20 de Setembro. O Ministério do Turismo disse que conforme esta decisão, os regulamentos israelenses para a permissão de entradas serão alterados nos próximos dias para se adequarem ao acordo assinado recentemente por Israel e pela Rússia, pelo qual a necessidade de visto é mutuamente revogada para turistas de ambos os países. A iniciativa foi liderada pelo ex-ministro de Turismo Yitzhak Aharonovitch e com aprovação unânime do comitê ministerial especial estabelecido no governo. A proposta de Aharonovitch provocou a objeção de vários grupos que se mostraram preocupados que o cancelamento dos vistos aumentaria as tentativas de entradas ilegais de grupos criminosos em Israel, incluindo a prostituição e estrangeiros ilegais. Os representantes do Ministério de Turismo informaram durante a audiência perante o comitê do Knesset que a animação e a antecipação já podiam ser percebidas durante os últimos meses entre os agentes atacadistas de turismo da Rússia, cujo interesse foi provocado pela assinatura deste novo acordo. Estimativas mostram que o número de turistas russos que visitarão Israel nos próximos anos deverá dobrar ou mesmo triplicar. Aproximadamente 193.000 turistas russos visitaram Israel em 2007 – um aumento de 163% em comparação com 2006. Entre Janeiro e Maio de 2008, 128.000 turistas russos entraram em Israel – ou seja, um aumento de 135% em comparação com o mesmo período do ano passado. Com tal crescimento o número de turistas russos poderá alcançar 300.000 até o final de 2008. O Ministério de Turismo informou que desde o ano de 2007 a Rússia tornou-se a segunda maior fonte de turistas para Israel e está na lista dos países com o maior potencial para o crescimento de turismo para a Terra Santa.
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Uma família de judeus russos votam nas eleições russas numa urna em Jerusalém |
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RELÍQUIAS BÍBLICAS

Três adolescentes israelenses descobriram por acaso um túmulo que continha ossos de mais de dois mil anos nas imediações de Jerusalém. O túmulo fica numa região de colinas conhecida como Beit Shemesh, cerca de 15 quilômetros a oeste da cidade santa, e, segundo a Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI), pertence ao período do Segundo Templo de Jerusalém. O arqueólogo e inspetor da AAI, Harly Stark, declarou que o túmulo tem dois mil anos de idade e foi localizado nos "pés das colinas de Judéia" pelos três adolescentes, de entre 11 e 13 anos. O Segundo Templo de Jerusalém, erroneamente chamado de Herodes, foi incendiado no ano 70 d.C. pelas tropas do general romano Tito. O seu único vestígio até o momento era o Muro das Lamentações, santuário do judaísmo. Stark diz que o túmulo pode fazer parte de um cemitério e pertencer a uma família judia de seis membros. "O descobrimento desta cova é realmente interessante porque ignorávamos que na região houvesse presença de judeus", esclarece o arqueólogo. A AAI lacrou o lugar com medo de seja saqueado por ladrões de relíquias. Por sua vez, Or Perel, de 13 anos e um dos jovens que descobriu o túmulo, contou que estava com amigos a realizar uma atividade extracurricular quando se deparou com o túmulo. O jovem foi condecorado hoje junto com os seus colegas pela descoberta, que lançará uma luz sobre os costumes dos judeus no começo do seu milenário desterro após a destruição do Segundo Templo de Jerusalém.
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ESPAÇO SOCIAL

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A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, presidida por Rogério Chor, realizou um almoço em homenagem ao Governador Sérgio Cabral, que contou com a presença de 500 empresários da construção e representantes do poder público e diretores da entidade. Em seu discurso, Cabral destacou a importância do setor imobiliário para o desenvolvimento do Estado.
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Jayme Blay, ex-presidente da FISESP, tomou posse como presidente da Câmara Brasil–Israel de Comércio e Indústria. Na foto o ex-ministro Roberto Rodrigues, Mario Fleck, Jayme Blay e Antonio Henrique Cunha Bueno.
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Acadêmico Prof. Arnaldo Niskier no lançamento do livro “Na Espiral do Tempo” de David Gorodovits.
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Uma noite como não se via há muito tempo em Porto Alegre: um show de humor judaico, apresentado pelo grupo "Os raposos e as uvas", de São Paulo. O empreendimento organizado pelo grupo Berta Siminovich (da Na'amat), praticamente lotou o amplo teatro da AMRIGS. O espetáculo humorístico foi precedido pela apresentação do Grupo Musical Shalom, que apresentou um variado repertório de músicas em hebraico e, por fim, o grupo de teatro, com sua histórias, que tão bem caracterizam o humor judaico, em especial as "idiche mames".
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Convite para lançamento do livro “Idiche, Uma Introdução ao Idioma, Literatura e Cultura”.
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Não é o blog de César Maia o único que aponta o PC do , como virulentamente antijudaico, contrário à existência de Israel. É o próprio site deste partido que escancara isso em suas janelas, seja fazendo esdrúxulo proselitismo religioso de Maomé, ao lado de divulgação da ideologia ateísta de Karl Marx
Marx Golgher
Prezado Osias, quero agradecer a fidedignidade da informação publicada, o que não é surpresa vinda de uma pessoa como você. Pessoas dignas são fundamentais por perto.Um forte abraço,
Jandira Feghali
Aprecio muito as reportagens veiculadas pelo Notícias da Rua Judaica.Vê-se que ele é bem feito.Entretanto ,gostaria de destacar uma coisa.O Estado de Israel é um Estado judeu.Tem inimigos,como por exemplo os neonazistas,a extrema-esquerda e os terroristas islâmicos.Mas também tem amigos.Alguns desses "amigos" ,tais como os fundamentalistas evangélicos,dizem que amam o Estado de Israel,mas o que eles querem,na verdade,é converter os judeus ao cristianismo.E aí mora o problema e o perigo.Que sejam amigos do Estado de Israel,que o visitem,mas por favor,desistam de converter os judeus
Alexandre Calina
Graça,Paz e Criatividade !Shalom! Prezado Osias, concordo plenamente com o artigo do Prof.Steven Plaut e assino embaixo!!! Aproveito para lhe agradecer, por enviar sempre,"Notícias da Rua Judaica" e parabenizá-lo pelo excelente artigo ,como sempre o faz, "Salada Semita". Fraternalmente .Shalom !
Henrique Albernaz Neiva - BH -MG
Prezado Osias, Shavua tov!. Podem trocar toda a França por paz mas deixem ao menos os "Pinot Noir" casher, por favor! 2. Gostaria que informassem ao público a existencia de uma organização Judaica especializada e totalmente dedicada a combater o missionarismo dentro nos nossos Ishuvim: JEWS FOR JUDAISM - www.jewsforjudaism.org : Contatos especiais: Rabino Bentzion Kravits em Los Angeles e Rabino Michael Skobac em Toronto, a quem visitamos recentemente. Eles tem algum material também em Portugues traduzidos por nós. 3. Aproveitamos para lembrar que estamos inserindo todos os nossos clips no novo site www.tropicasher.com.br
Paulinho Rosenbaum
Achei um pouco tendencioso o artigo "OLGULHO GAY NA SAGRADA JERUSALÉM". O termo sagrada, me parece, fora colocado para criar uma idéia antitética à palavra gay. Só vale lembrar que "o judaísmo é uma religião com muitos homossexuais, alguns reprimidos outros declarados". Se a lei Israelense permite tais manifestações, os religiosos devem entender e evitar conflitos, pois de hostilidade a "sagrada Jerusalém" já esta cheia. Leis humanas não devem ser misturadas com leis religiosas.
Silvio Ruiz Ben Avraham Paradiso
Dr Osias Wurman,Israel foi sempre perseguido desde a sua criação há 60 anos atrás, por vários e vários inimigos.O antissemitismo, também, existe em toda a parte.Mas D-us nos protegeu sempre, mesmo com a ameaça do Irã. Um dia viveremos em paz, sem o medo de sermos atacados de surpresa pelos terroristas.Somos fortes e Israel não tem medo de ninguém.Que o Hashem nos proteja sempre.
Marc Grassiano
Almocei com o Sylvio Brock, professor da UFRJ, que apreciaria muito receber, por e-mail, este seu excelente noticiário. O seu irmão, Mario Brock, recentemente aposentado, conquistou a cátedra de neurocirurgia da Universidade Livre de Berlim, em 1979.A neurocirurgia brasileira muito deve a ele, cuja história deve ser registrada. SHALOM! Um forte abraço do sempre amigo
Paulo de Carvalho
O lançamento do meu livro Um triãngulo de bermudas(não das bermudas) , uma peça leve e divertida aconteceu dia 23/6 na Livraria Siciliano - shopping Higienópolis SP. Agora, está 'invadindo as livrarias'. Maneira de dizer. Se soubesse as dificuldades - com jeito de sabotagem- que um desconhecido encontra teria me dedicado ao arremesso de pedras numa lagoa qualquer.Shalom
Alexandru Solomon
Prezado Osias Wurman, Sou professora da pós graduação na Universidade Federal do Rio grande do Sul e tenho sempre lido com muito interesse suas Notícias da Rua Judaica. No último dia 29 saiu um precioso artigo do professor Steven Plaut respondendo às "sugestões amigas" do presidente Sarkozy. O artigo é simples, claro e objetivo. Tomo a liberdade de sugerir-lhe que o mesmo seja divulgado entre os que não circulam na rua judaica, a fim de esclarecer mal-entendidos, mesmo bem intencionados... Parabéns.
Maria Nestrovsky Folberg
Olá Osias, meu nome é Nelson S. Endebo moro nos EUA ha algum tempo e já morei em Israel. Desde que eu e minha esposa voltamos de lá temos recebido dezenas de cartas de organizações americanas pro - Israel, e somente esse ano colaboramos financeiramente com duas delas. Eu acompanho o seu trabalho ha tempos, e o considero de extrema importância nesse turbulento cenário de hoje, em que o triunfo do relativismo moral e a decadência da educação através da propaganda esquerdista vem gerando monstros e verdadeiros atentados contra a inteligência humana. Aqui nos EUA, embora os liberais venham tentando empurrar, na mídia e em Washington, com a notória militância do ex-presidente Jimmy Carter (autor de um livro pro - causa palestina e um palestrante-propagandista universitário de popularidade amedrontadora), a imagem de Israel como Adversário, felizmente ainda existe a idéia geral de que um posicionamento anti-Israel é, no fundo, um posicionamento anti-EUA. Eu não sei ate quando essa noção existira, tendo em vista a corrosão ética no sistema educacional americano, a ameaça globaliza que almeja eliminar as identidades culturais (e fatalmente ajudar a expansão do Islam) sob a falsa bandeira da "igualdade", "justiça" e "liberdade". Eu entendo que sou judeu e pretendo continuar a sê-lo. O ideal pos-Iluminista de um mundo ateu, um mundo humanista, não ira impedir que o fundamentalismo islâmico se propague, muito pelo contrario. O problema não é Deus, como pensam os europeus e os comunistas disfarçados que infestam a America Latina. Sem a autoridade divina, o relativismo moral é inevitável, e os árabes sabem disso há muito tempo.Envio-lhe algumas charges publicadas no Oriente Médio que recebi do Abraham Fox, da ADL (Anti-Defamation League) hoje de manha. O problema é serio meu amigo. Desejo-lhe boa sorte em seu trabalho, e quero que saiba que não estas sozinho nessa luta. Um grande abraço,
Nelson S. Endebo - EUA

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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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