Edição 124         Diretor / Editor: Osias Wurman Domingo, 07 de Maio de 2009
 
 
 
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


- Encerrando sua viagem na Alemanha, Barak Obama disse que chegou a hora para a paz entre palestinos e israelenses, mas que depende da própria vontade das partes.

- O Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, voltou a demonstrar suas aptidões políticas ao levar uma bronca do Presidente Lula, mas saindo fortalecido após as recentes turbulências provocadas por seu empenho em defesa das riquezas ecológicas nacionais

- O Marechal Levy Cardoso foi notícia no MAARIV, um dos maiores jornais de Israel, onde constou que tinha origem judaica, e que morreu no Rio de Janeiro aos 108 anos de idade.
- Após 70 anos de fechamento da Yeshivah Hildesheimer em Berlin, na Alemanha, dois rabinos ortodoxos foram diplomados com transmissão ao vivo pela TV alemã
- A Filarmônica de Israel, regida pelo maestro Zubin Mehta, estará se apresentando no RJ, dia 13 de agosto, numa realização do Beit Lubavitch. Será no Teatro Oi Casagrande do Leblon.
- Uma publicação do sindicato dos policiais húngaros declara que o anti-semitismo é uma prática acertada e deve ser uma tarefa dos amantes da pátria
- Conforme prometido por Clara Ant, após apelo da comunidade durante sua visita ao Rio de Janeiro, o Ministro da Educação Fernando Haddad recebeu os presidentes da CONIB e da FISESP, mas não aceitou mudar a data do ENEM que coincide com o feriado judaico de Sucot, no sábado 3 de outubro, impedindo que alunos judeus religiosos façam o vestibular em 2009, embora a Constituição brasileira garanta a liberdade de credo




Osias Wurman
Jornalista

 

O ESPÍRITO DE RABI AKIVAH

O célebre ditado de Rabi Akivah, um dos mais importantes estudiosos do Pentateuco de Moisés, resume todo o ensinamento da Torah: “Amarás ao próximo como a ti mesmo”.
 
Para os judeus , não deve haver maior  preocupação existencial do que o amparo aos necessitados , onde amar representa apoiar e ajudar o próximo a viver num mundo melhor, com atos concretos de ajuda e solidariedade.

Ao falar no Egito para o mundo muçulmano, Barak Obama lançou novas luzes sobre o verdadeiro Islamismo, aquele que prega a convivência e o respeito entre os humanos.

Faltou ao iluminado presidente americano contemplar os que realmente desejam a paz mundial, ao mesmo tempo em que careceu de uma severa crítica a prática do egoísmo reinante entre os países árabes, no relacionamento com seus irmãos palestinos.

A opulência dos palácios visitados por Obama, na Arábia Saudita e no Egito, contrastam com a miséria dos campos de refugiados palestinos no Líbano, Jordânia, Faixa de Gaza e Cisjordânia.

Nas fotos acima, é chocante a comparação entre a riqueza da dinastia dos Saud, que reinam na Arábia Saudita flutuando sobre um mar de petróleo, e seus irmãos palestinos, de três gerações, vivendo no chão do campo de refugiados de Gaza, na Jordânia.

Foi o egoísmo de mais de 50 nações árabes que, ao longo das últimas seis décadas, mostrou-se materialmente indiferente ao sofrimento de seus pobres irmãos palestinos, usados como massa de manobra para confrontar a realidade do Estado de Israel.

Os árabes mandaram armas e bombas mortíferas para os palestinos, mas deveriam ter enviado arados e bombas hidráulicas, para seu desenvolvimento pacífico.

Colocar toda a desgraça palestina a débito do Estado Judeu é miopia mal fundamentada. Melhor seria reconhecer o esforço que o mundo judaico fez para reconstruir a nação de Israel, após 2.000 anos de exílio de sua terra original, em contraste com a falta total de empenho árabe em dar melhores condições aos palestinos de Gaza, Cisjordânia e dos campos de refugiados em geral.


Uma visão da miséria do campo de Sabra e Chatila no Líbano ofende a qualquer palestino que vê a suntuosidade em que vive o anfitrião-presidente Osni Mubarak do Egito.

Obama lançou no Cairo sábias palavras de aproximação entre americanos e árabes, entre cristãos e muçulmanos, mas faltou chamar a atenção para a indiferença do mundo árabe aos sofrimentos de seus próprios irmãos.

Faltou a Obama um pouco do espírito de Rabi Akivah, no sentido de conclamar os árabes bilionários, para uma escalada própria de resgate material do sofrimento e da dignidade do pobre povo palestino.

 

 
 

O DISCURSO DE OBAMA NO CAIRO


Obama fala para o mundo muçulmano direto do Egito.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sugeriu em discurso nesta quinta-feira no Cairo "um novo começo" entre os Estados Unidos e os muçulmanos de todo o mundo, e afirmou que "o ciclo de suspeitas e discórdia precisa terminar".  Obama disse ainda que os Estados Unidos "não estão nem nunca estarão" em guerra contra o Islã, mas advertiu que seu país fará de tudo para enfrentar extremistas que representem uma ameaça à segurança do país.  Leia abaixo as reações de governantes e representantes pelo Oriente Médio:

Governo de Israel

"O governo israelense expressa sua esperança de que o importante discurso do presidente Obama leve a uma nova era de reconciliação entre o mundo árabe e muçulmano e Israel. Dividimos a esperança com o presidente Obama de que o esforço americano vai sinalizar uma nova era que trará fim ao conflito e ao reconhecimento pan-árabe de Israel como Estado judeu, vivendo em segurança e paz no Oriente Médio. Israel está comprometido com a paz e fará o máximo para expandir o círculo de paz, levando em consideração seus interesses nacionais, segurança em primeiro lugar."

Amr Moussa, presidente da Liga Árabe

"O discurso foi equilibrado e ofereceu uma nova visão da reaproximação no que diz respeito às relações com Estados islâmicos." "(O discurso indica que os Estados Unidos) vão lidar com as questões da região com um senso de equilíbrio. Isso inclui a questão palestina, o fim dos assentamentos israelenses e os direitos palestinos, que precisam ser respeitados."

Porta-voz do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas

"A parte do discurso de Obama relativa à questão palestina é um passo importante em direção a um novo começo. Mostra que existe uma política americana nova, diferente, em relação à questão palestina."

Ayman Taha, porta-voz do Hamas na Faixa de Gaza

"Falar a respeito de uma política de guerra contra o extremismo e do trabalho para a criação de dois Estados para as pessoas nas terras palestinas não é diferente da política de seu predecessor, George W. Bush."

Hassan Fadlallah, legislador do Hezbollah no Líbano

"O mundo islâmico não precisa de sermões morais ou políticos. Precisa de uma mudança fundamental na política americana, começando com a suspensão do apoio à agressão israelense na região, especialmente contra libaneses e palestinos, uma retirada americana do Iraque e do Afeganistão e a suspensão de sua interferência nos negócios de países islâmicos. Não vimos nenhuma mudança na política americana em relação à causa palestina."

Mohammad Marandi, chefe do Departamento de Estudos Americanos na Universidade de Teerã

"No que diz respeito ao Irã, o tom é significativamente mais positivo do que antes, comparado com o governo americano anterior, apesar de ainda ser negativo em alguns aspectos. Mas acredito que os iranianos, junto com o povo da região, esperam a mesma mudança que Obama prometeu ao povo americano para políticas americanas no Oriente Médio também. Os Estados Unidos precisam mudar. Falar não é o bastante. Enquanto o racismo e o apartheid continuarem a existir na Palestina, não haverá paz na região."

Javier Solana, representante de Política Externa da União Europeia

"Foi um discurso extraordinário, um discurso que, certamente, vai virar uma nova página nas relações com o mundo árabe-muçulmano, espero, nos problemas que temos em várias partes da região."

Eric Goldstein, organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch

"Em termos de direitos humanos, teve muitos pontos recomendáveis... mas foi decepcionante, quando ele falou sobre democracia no mundo muçulmano, o fato de ele não ser mais específico a respeito de alguns dos problemas. Não esperava que ele destacasse o Egito, que foi o país anfitrião (do discurso), mas ele deveria ter falado, por exemplo, do estado de emergência que está em vigor há 30 anos. E não apenas no Egito, mas em outros países. Ele poderia ter falado sobre a prisão de dissidentes."  ( BBC)


 
 

RAFAELI É CAPA DA ESQUIRE

A supermodelo israelense Bar Refaeli continua a enfeitar as capas de algumas das principais publicações do mundo, e desta vez ela está quase nua. Tendo aparecido na Maxim e na edição de trajes de banho da Sports Illustrated, entre outras, Refaeli vai agora aparecer quase nua na capa da popular revista masculina Esquire. O Huffington Post obteve as fotos que formarão a parte principal da edição de julho da Esquire. A Maxim classificou Refaeli como sendo a número três na lista das 100 mulheres 'mais quentes' do mundo.

Juntamente com uma foto dela aos 23 anos de idade a Maxim fez a seguinte observação: "Se existe uma prova de que o Médio Oriente é uma terra de beleza e maravilhas - e não apenas turbulência sem fim - Bar é esta prova". Refaeli, que é a namorada do astro de Hollywood Leonardo DiCaprio, foi precedida na revista "’2009 Hot 100’ = As 100 mais quentes de 2009"  pelas atrizes americanas Megan Fox e Olivia Wilde. No início do ano Refaeli foi a escolhida como a garota da capa da Sports Illustrated – edição de trajes de banho de 2009 e considerado como um dos maiores contratos da indústria da moda.


 
 


ORGULHO JUDAICO EM MANHATTAN

Estas fotos retratam o que foi a Parada em Homenagem a Israel, em plena Quinta Avenida de Nova Iorque, quando milhares de pessoas participaram do desfile empunhando bandeiras e cartazes alusivos à data. As fotos nos foram enviadas gentilmente por nosso leitor brasileiro, atualmente médico residente no Memorial Hospital de Nova Iorque, o hematologista Dr. Rony Schaffel.




 
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM LEHAKA TZVAIT

Pela primeira vez no Rio de Janeiro, o coral da banda oficial do exército de Israel, Lehaka Tzvait, irá se apresentar para nossa comunidade, na festa de comemoração de 80 Anos do Movimento Juvenil Bnei Akiva, com apoio da Rua Judaica. Assim como nós, eles também estão na expectativa de fazer um mega Show. Com exclusividade, segue uma entrevista feita com Aviram Shukron, comandante da Banda das Forças de Defesa de Israel.

1) Qual o propósito da banda?
O verdadeiro objetivo é se alegrar. Mostrar um outro lado do exército que pouca gente conhece. Nós nos apresentamos em diversos eventos e cerimônias de todas as áreas do exército e do governo, como Yom Hatzmaut. Nestes shows, nosso principal objetivo é alegrar soldados e fazê-los esquecer um pouco de toda a tensão que eles suportam. Além disso, viajamos pelo mundo para atingir as comunidades mais afastadas, estreitando suas relações com Israel.

2) Em quais lugares do mundo vocês fizeram shows?

Já viajamos para muitos lugares, incluindo França, Itália e Estados Unidos.

3) Se puder destacar, qual show que mais emocionou vocês?

Naturalmente uma boa apresentação na diáspora sempre é especial e emocionante. Toda vez que subimos ao palco é como se fosse a primeira vez e isso nos dá gosto de animar o público. Mas em cada feriado de Chanuka, durante o acendimento das velas, a banda tem uma cerimônia muito especial em Latrun, antes de Jerusalém. Um show onde nos apresentamos para 3.000 soldados. Eu, pessoalmente, considero este espetáculo muito excitante. Mas estamos com muitas expectativas para este show no Rio de Janeiro, na festa de 80 Anos do Bnei Akiva.

4) Qual mensagem a banda transmite aos judeus da Diáspora e em especial do Rio?

Nossa missão é sempre dizer a verdade. A intenção é que em todos os lugares que nós vamos é mostrar que Israel não é o que se vê pela mídia. A mídia estrangeira é muito hostil, não mostra o outro lado da história pró-Israel. Pelo menos, os judeus vão conhecer o nosso lado e assim poderão contar a outras pessoas.
A Importante mensagem que queremos passar é muito importante para nos mantermos unidos, em todas as comunidades judaicas do mundo. A Força que vocês nos dão é muito importante. Estou contente por ter o mérito de nos apresentar no Rio - Brasil. Isto será uma grande oportunidade para fortalecer o relacionamento e aprender coisas novas.


 
     
 
 
     
 

FESTIVAL ISRAELENSE DE FILMES GAYS

O quarto Festival Internacional de Filmes GLS de Tel Aviv, o TLVFest, vai ser aberto no dia 23 de junho com uma apresentação festiva do filme "Strella" do diretor grego Panos H. Koutras, que teve a sua estréia mundial no Festival Internacional do Filme em Berlim de 2009. A apresentação do filme, cujo tema é o complicado relacionamento entre um ex-presidiário e uma prostituta transexual terá a presença do diretor e da atriz Betty Vakalidou. Cinqüenta longas metragens e 70 curtas-metragens serão apresentados no festival deste ano. As sessões serão realizadas na Cinemateca Tel Aviv e no Centro GLS em Gan Meir. O festival fará uma homenagem ao Festival Mix Brasil, considerado como o maior festival de cinema gay da América do Sul. A diretora do festival brasileiro, Suzy Capo, estará em Israel como convidada de TLVFest e apresentará um programa que mostrará uma imagem multifacetada do Brasil.



Devido ao grande número de curtas-metragens apresentados neste ano no festival, a competição de curtas metragens israelenses será dividida em dois grupos. O filme vencedor receberá um prêmio de NIS 3.000 e será enviado para participar do festival britânico IRIS. Entre os convidados do festival deste ano estão o diretor, roteirista e produtor americano, Allan Brocka, o diretor francês Remi Lange, e a diretora independente e roteirista Maria Beatty.


 
 

SEM APOIO, BRASILEIRO DESISTE DA UNESCO


Márcio Barbosa

Após ter sido abandonado pelo governo, o engenheiro brasileiro Márcio Barbosa desistiu de apresentar sua candidatura para o cargo de diretor-geral da Unesco. O prazo oficial para a apresentação das candidaturas encerrou à meia-noite de domingo. Em maio o chanceler Celso Amorim anunciou seu apoio ao ministro egípcio da Cultura, Farouk Hosny, em razão da “política de aproximação do Brasil com o mundo árabe”. Amorim, no entanto, também é cotado para uma vaga na Agencia Internacional de Energia Atômica, no final deste ano, apesar de ter negado qualquer conexão entre os dois fatos. Apesar de o prazo ter terminado, o gabinete de Barbosa - que é diretor-geral adjunto da Unesco - afirmou que isso não quer dizer que o engenheiro não possa se tornar candidato nos próximos meses, já que as eleições ocorrem apenas em outubro, durante a assembleia geral da organização. “Embora exista um prazo limite, ele é, historicamente, desrespeitado nas eleições da Unesco” diz Oscar Klingel, chefe de gabinete do brasileiro. As informações são da BBC Brasil.


 
 

Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

O FIM DE UMA CARREIRA

Imaginem se o Faustão fosse demitido da Rede Globo e que, magoado e enlouquecido, decidisse se vingar dos executivos da emissora encomendando atentados contra eles? Improvável, não é mesmo? Pois o "improvável" aconteceu aqui em Israel. Semana passada, o ex-"Rei do Ibope" israelense, o apresentador Dudu Topaz, confessou ter mandado surrar dois executivos de televisão porque eles se recusaram a produzir programas estrelados por ele. Topaz, que há anos desapareceu da telinha, também contratou brutamontes para bater em seu ex-agente, que o abandonou assim que seu ibope começou a cair.


 

ANTES

O caso do apresentador maluco tomou conta da imprensa israelense, na semana passada, ofuscando todos os outros assuntos (com poucas exceções, como o desaparecimento do avião da Air France que seguia do Rio para Paris). Afinal, Dudu Topaz reinou na TV nas décadas de 80 e 90 com programas de auditório populares e apelativos. Bonitão e carismático, ele protagonizou os momentos mais fantásticos – e vulgares – do entretenimento nacional. Certa vez, prometeu que discos voadores apareceriam em seu programa (e muitos acreditaram!). Em outra, mordeu uma convidada ao vivo. Sem contar a vez em que brincou de jogar pedaços de chocolate na boca de uma mulher morbidamente obesa.

Com o surgimento dos reality shows, no começo dos anos 2000, e a proliferação de canais de TV a cabo, o interesse por esse tipo programa caiu quase a zero. O resultado foi a queda no ibope de Topaz e o cancelamento de seu programa no Canal 2. Ele ainda tentou retomar a carreira no Canal 10, mas a fórmula de seus programas de auditório já não funcionava mais. Desde 2005, Topaz vive no ostracismo televisivo.

A personalidade do apresentador sempre foi polêmica. Ele era uma espécie de infant terrible do entretenimento israelense, sempre envolvido em romances escandalosos e casos esquisitos. Há uma década, por exemplo, ele quebrou o óculos de um crítico de televisão depois que esse publicou artigos pouco elogiosos sobre seus programas. Agora, aos 62 anos, parece que o lado Mr. Hyde de Topaz veio à tona para valer.

DEPOIS

De acordo com as acusações da polícia – confirmadas por Topaz –, o apresentador decidiu se vingar de todos os que o abandonaram na sua queda do pódio da fama. Para isso, contratou os serviços de um ex-vizinho envolvido com negócios escusos. Fez uma lista de todos os que ele gostaria que "aprendessem uma lição". O vizinho, por sua vez, contratou meliantes para colocar os planos em prática. O primeiro a levar uma surra foi Avi Nir, vice-presidente do Canal 2. Depois, foi a vez de seu ex-agente, Boaz Ben-Zion. E, por fim, a executiva Shira Margalit, chefona da produtora Reshet. A lista ainda teria outros nomes.

O lado positivo de toda essa história macabra é o fato de que a polícia israelense conseguiu desvendar o mistério envolvendo os episódios e chegou ao mandante: Topaz. Ele está preso há mais de uma semana e deve aguardar julgamento atrás das grades. Pelo que tudo indica, sua carreira terminou de vez.


 
     
     
 

MADONNA EM ISRAEL

A rainha do pop está chegando a Israel, e desta vez não para assistir a uma conferência sobre a Cabala. Madonna vai se apresentar no Parque Hayarkon, no dia 1 de setembro de 2009, 16 anos após sua última exibição no país. Aliás, neste mesmo dia a banda de rock Faith No More está programada para se apresentar no vizinho Tel Aviv Trade Fair Center . A diva está fazendo uma turnê mundial, já há algum tempo, com o "Sticky and Sweet Tour" que foi lançada em sequencia ao lançamento do seu último CD "Hard Candy".


A turnê começou em agosto de 2008 e estava programada para terminar na Bulgária no dia 28 de agosto. Mas então, Madonna recebeu - e aceitou - a proposta para se apresentar na Terra Santa. Este será a segunda apresentação desta ícone em Israel. Em 1993 ela sacudiu o parque com o seu "The Girlie Show". Madonna visitou Israel a cerca de dois anos atrás, quando ela visitou o país como convidada do Kabbalah Center com o seu marido de então Guy Richie e os amigos Demi Moore e Ashton Kutcher. Em 2004 a cantora também estava em Israel quando fez um discurso numa conferência  no Kabbalah Center.


 
 


CASSADA A FESTA COM RACISTAS

Há cerca de duas semanas o DJ André Pomba encaminhou e-mail à redação do site A Capa informando que um evento pró-nazismo, intitulado "SkinCore Fest", seria realizado na cidade do Rio de Janeiro e teria como principal atração a banda Endstuff, assumidamente nazista e homofóbica. O evento seria realizado no dia 06/06, em Macaé (RJ), porém, após Dimitri Sales, coordenador estadual de políticas para a diversidade sexual, tomar conhecimento do fato, ele encaminhou a denúncia à Dra. Margarette Barreto, delegada da Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância). Segundo Barreto, a Decradi enviou informações à delegacia no Rio de Janeiro, e esta conseguiu cancelar o show da banda e o evento pró- nazismo. Vale destacar que o resultado só foi possível graças a um trabalho conjunto entre a Decradi, Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual e pessoas da comunidade gay, que fizeram a informação chegar até os órgãos responsáveis.

Se você souber de algum evento homofóbico, denuncie ao Decradi:
Decradi - Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Endereço: Rua Brigadeiro Tobias, 527, 3º andar, Luz-SP. Atendimento: das 9h às 19h. Telefone: (11) 3311-3985 - Fax: 3315-0151
E-mail: delitosintolerancia@ig.com.br


dhpp@policiacivil.sp.gov.br


 
 

CÂMARA INSTALA COMISSÃO QUE ACOMPANHARÁ INVESTIGAÇÕES SOBRE NEONAZISTAS


O presidente da Câmara Federal, deputado Michel Temer (PMDB-RJ), determinou nesta terça-feira a instalação da comissão externa, sugerida pelo deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ) e aprovada pelos parlamentares, que irá acompanhar as investigações sobre a quadrilha de neonazistas desarticulada, em parte, na última semana, no Rio Grande do Sul. O grupo possui células nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Marcelo Itagiba foi designado por Michel Temer para coordenar os trabalhos da comissão. A comissão é integrada, também, pelos deputados Pompeu de Mattos (PDT-RS), Maria do Rosário (PT-RS), Alexandre Silveira (PPS-MG), Carlos Sampaio (PSDB- SP) e João Campos (PSDB-GO).

Marcelo Itagiba é autor do projeto de lei nº 987, que enquadra no crime de racismo todos aqueles que negarem a ocorrência do Holocausto e de outros crimes contra a Humanidade, com a finalidade de incentivar práticas racistas. O deputado conseguiu as assinaturas dos líderes dos partidos na Câmara, para que o projeto seja votado em caráter de urgência. Segundo Itagiba, “a criação da comissão externa é de grande importância para que o parlamento acompanhe o andamento das investigações, que precisam resultar numa dura resposta a esses neonazistas que pretendem se articular e disseminar o ódio por todo o território nacional”. Em seu requerimento pela criação da comissão, Itagiba ressaltou que, de acordo com perfil do grupo neonazista elaborado pela autoridade policial que coordenou a desarticulação parcial  da quadrilha, “não estamos lidando com marginais ou traficantes comuns. Eles acreditam que existam sub-raças e se organizam em torno desta idéia”.


 
 

IDICH NO KNESSET

“OI Gevalt!”, o idich foi falado no Knesset. Há muito tempo abandonada em Israel, de língua hebraica, como a língua nativa dos judeus da Diáspora, esta língua centenária fez um retorno pela primeira vez na terça-feira no Dia da Cultura Idich. Marcando os 150 anos do nascimento de Sholem Aleichem, o popular autor judeu russo de literatura em idich, e depois de 20 anos da criação do teatro idich em Tel Aviv os legisladores se reuniram para discutir maneiras de preservar e promover esta língua que tem a mesma origem no alemão, e que é escrita com o alfabeto hebraico. Na terça-feira no Knesset, os organizadores entregaram um manual em Idich para os legisladores para que pudessem estudar expressões emocionantes, e foram convidados para um concerto em idich. O idich remonta suas origens ao século 10 e floresceu na cultura ashkenazi no século 20, antes do Holocausto.


A peça “Violinista no Telhado” é sucesso internacional até nossos dias.

As histórias de Sholem Aleichem em idich sobre Tevye, o leiteiro, foram a inspiração para o musical de 1964 ‘Violino no Telhado’. O escritor mais notável em idich dos últimos anos é Isaac Bashevis Singer. A língua atualmente é falada em partes das comunidades ultra-ortodoxas judaicas em Israel, Estados Unidos, a na ex-União Soviética e outros países. "As pessoas têm feito comentários fúnebres sobre o idich por mais de 500 anos, mas ainda é muito cedo para isso – o idich vai viver para sempre", disse o legislador Lia Shemtov, que é o presidente do lobby parlamentar para a preservação do idich. "É mais que apenas uma língua. É a cultura e a história do nosso povo". Zevulun Orlev, um legislador de 63 anos, recordou como o idich era a sua língua original como criança em Israel antes de ele e sua irmã mais velha forçarem os seus pais, que nasceram na Polônia, para adotarem a língua local. "Portanto, meus pais aprenderam o hebraico, mas nós perdemos o nosso idich", disse ele. "Hoje, lamento muito. Somente agora que deixamos o nosso complexo de Diáspora nos sentimos suficientemente seguros sobre nossa identidade israelense para apreciarmos esta rica língua.


 
 

AJUDA CATÓLICA AOS JUDEUS

A Igreja Católica negociou, em 1938, uma redução das leis raciais promulgadas pelo regime fascista italiano contra os judeus, afirmou o historiador jesuíta italiano Giovanni Sale. Em um artigo que aparecerá na próxima edição da revista dos jesuítas italianos, Civiltà Cattolica, o historiador sustenta que a Igreja trabalhou para obter do governo fascista algumas concessões a favor dos judeus católicos e dos casamentos mistos.

Aplicar as leis raciais, afirma o jesuíta, não foi fácil para o governo, que chegou a pedir aos católicos, sem obter resultado algum, que as aprofundassem e "as harmonizassem com o patrimônio religioso". Essa conciliação foi considerada impossível, o que deu lugar a uma difícil missão para Pio XI, principalmente no que diz respeito aos matrimônios mistos, mas depois da eleição de Pio XII (março de 1939), "as relações entre as duas autoridades foram menos tensas e menos contraditórias", disse Sale. Segundo o historiador, não foi uma amenização das leis, mas sim uma "nova política de pequenos passos em matéria racial" que deu seus frutos, embora "sobre o tema dos matrimônios mistos as duas autoridades bateram de frente durante um longo período".(ANSA)


 
 

OBAMA VAI COBRAR AGENDA PARA PALESTINOS

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pretende dar ao Governo israelense entre quatro e seis semanas para que retire sua rejeição à criação de um Estado palestino e para que interrompa a expansão dos assentamentos, informou o diário "Ha'aretz". Obama espera do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, uma "posição atualizada" para poder apresentar em julho um plano de paz preliminar que permita avançar em direção à paz no Oriente Médio, assinalou uma fonte oficial israelense ao jornal. O presidente americano visitou ontem de surpresa o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, quando ele se reunia com Jim Jones, o conselheiro de segurança do presidente em Washington, informou o "Ha'aretz". O encontro, que não foi agendado, durou 15 minutos e aconteceu pouco antes de Obama iniciar sua viagem por vários países do Oriente Médio e Europa, na qual pronunciará um discurso de aproximação com o mundo muçulmano.


Obama encontrou-se com Ehud Barak em Washington e visitou as pirâmides em sua visita ao Egito.

O dirigente americano exige que Israel aceite a criação de um Estado palestino e detenha a expansão das colônias judias em território palestino para resolver o conflito na região. O chefe do Executivo israelense rejeitou as duas reivindicações e disse que "não se congelará a vida na Judéia e Samaria" (nomes bíblicos e oficiais da Cisjordânia). Para os palestinos e a comunidade internacional, todas as colônias judias erguidas em território ocupado na Guerra dos Seis Dias (1967) são ilegais, e representam um sério obstáculo para a paz e a criação de um futuro Estado palestino. EFE


 
 

A OPINIÃO DE ISRAEL

O ministro de Assuntos Exteriores israelense, Avigdor Lieberman, assegurou hoje que Israel não tem intenção de bombardear o Irã, ao mesmo tempo em que manifestou a disposição do Estado judeu de iniciar conversas com a Síria "sem condições prévias". "Não temos intenção de bombardear o Irã, não temos necessidade disso. Israel é um país forte e pode se defender", declarou Lieberman em entrevista coletiva, citado por agências russas. O ministro afirmou que o programa nuclear iraniano é um fator de desestabilização para todo o Oriente Médio e deve preocupar os países árabes em primeiro lugar. O chefe da diplomacia israelense considera que toda a comunidade internacional deve unir esforços para resolver a crise nuclear iraniana. "Não queremos resolver os problemas mundiais com nossas próprias mãos. Não temos fronteira comum com o Irã e não possuímos aspirações sobre nenhum território iraniano", afirmou Lieberman, que chegou a Moscou em sua primeira visita oficial à Rússia.


Após Moscou, Lieberman esteve em Roma num giro europeu de esclarecimentos.

Em relação à Síria, o ministro israelense declarou: "Estamos dispostos a ir diretamente a Damasco, mas sem condições prévias". O chancer disse ainda que o novo Governo israelense deve cumprir todos os acordos assinados para solucionar o conflito com os palestinos. "Temos continuísmo no poder e respeitaremos todos os acordos e obrigações internacionais", afirmou. Porém, frisou que a resolução 194 da ONU sobre o retorno de três milhões de refugiados palestinos é inaceitável para Israel. "A tentativa de solucionar o problema dos refugiados significa exterminar Israel por outros meios", disse. Além disso, antecipou que Israel não participará da conferência internacional que o Kremlin planeja organizar na segunda metade deste ano se o Hamas e o grupo xiita e libanês Hisbolá forem convidados. "Não tomaremos parte em nenhuma conferência, seja em Moscou ou Washington, da qual participem o Hamas e o Hisbolá", disse. Moscou é o único país membro do Quarteto de Madri (EUA, Rússia, ONU e União Europeia) que não considera o Hamas uma organização terrorista. Lieberman também classificou como "extremamente indesejável" o fornecimento de armas à região, que poderia alterar o equilíbrio de forças no Oriente Médio. "A situação no Irã, no Sudão, no Iraque e no Líbano é causa de preocupação. A ninguém, especialmente à Rússia, é interessante ver o Paquistão unido ao Afeganistão e comandado por radicais como o talibã. Isso ameaçaria não só a Israel, mas a toda ordem internacional", destacou.


 
 

DAVID D’OR NO BRASIL

O cantor israelense David D’Or estará se apresentando no Brasil no dia 21 de junho na Hebraica-SP, numa promoção da Embaixada de Israel no Brasil e da Wizo-SP. Na recente visita do Papa a Israel, David foi parceiro de Dudu Fisher no concerto realizado na casa do Presidente de Israel- Shimon Peres, em homenagem ao visitante. Outras apresentações estão sendo programadas para esta turnê no Brasil. Assista a magnífica apresentação para o Papa no site : http://www.youtube.com/watch?v=Ut7euIUUAtk


 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


REALIDADE DISTORCIDA...

Todos os governos americanos, sem exceção, adotaram a posição de que as comunidades judaicas estabelecidas nos territórios que passaram para o controle israelense como decorrência da guerra de 1967 (os assim-chamados assentamentos) representam “um obstáculo para a paz”.  Pouco importa que o conflito entre árabes e judeus antecede até mesmo a independência de Israel (os judeus, por exemplo, foram evacuados de Hebron depois do massacre de 69 deles em 1929, e só puderam retornar em 1968).  Ou que, para os palestinos, a “ocupação” começou em 1948 e não em 1967 (a OLP, vale lembrar, foi fundada oficialmente em 1964).  Pouco importa, também, que depois que Anwar Sadat declarou-se pronto a assinar um acordo de paz com Israel todos os assentamentos no Sinai foram removidos.  Ou que a evacuação unilateral de todos os assentamentos em Gaza e de 4 na Cisjordânia em 2005 gerou não a paz mas sim um aumento da violência palestina, culminando com a recente operação militar israelense.


 


O governo Obama, porém, foi mais além que seus predecessores e vem agindo como se os assentamentos sejam “o principal obstáculo para a paz”.  Não a existência do regime terrorista do Hamas em Gaza, nem a recusa da Autoridade Palestina de desmantelar a infraestrutura terrorista na Cisjordânia (o número de atentados só permanece baixo porque o exército israelense opera quase que diariamente contra as células terroristas lá existentes).  Nem a insistência de que os refugiados palestinos e seus descendentes tem o “direito de retornar” a Israel.

A razão porque o governo Obama pode se dar ao luxo de fazer um diagnóstico sabidamente falso é que o seu objetivo principal não é a cura atualmente impossível do conflito israelo-palestinense, e sim obter a cooperação dos países muçulmanos para uma retirada bem sucedida das tropas americanas do Iraque e do Afeganistão.

...E REALIDADE IGNORADA

A jornalista Caroline Glick publicou há duas semanas um detalhado artigo descrevendo como a presença estratégica do Irã na Venezuela, Equador, Bolívia e Nicarágua constitui uma séria ameaça à segurança nacional dos EUA.  “Semanalmente um avião venezuelano voa de Teerã a Damasco (onde descarregam-se partes de mísseis e embarcam terroristas) e daí para Caracas ...  Em 2004 Hugo Chavez nomeou Tarek el-Aissami, conhecido membro do Hizbolá, como chefe da agência venezuelana de passaportes e, em 2008, como ministro do interior e da justiça ...  A embaixada do Irã na Nicarágua, com mais de 100 diplomatas acreditados, é uma das maiores do mundo ...

O Irã planeja construir um canal entre um porto nicaraguense no Caribe e outro no Pacífico, evitando a passagem pelo canal do Panamá ... Através de suas ‘atividades econômicas’ na América Latina, o Hizbolá arrecada entre 300 e 500 milhões de dólares por ano (comparados com os 200 que recebe do Irã) ... Um agente do Hizbolá preso no México confessou haver facilitado a infiltração de centenas de membros da sua organização nos EUA ... “

Mais preocupante ainda, que o perigo direto, é a ausência de qualquer reação por parte dos órgãos oficiais e da mídia americana.  Um silêncio ensurdecedor.


 
 

ROLA NA INTERNET: TEFILIN E ACUPUNTURA

Os chineses descobriram o tratamento médico usando agulhas para curar quando são introduzidas em determinados pontos no corpo. Os chineses traçaram e nomearam todos os pontos do corpo. O jornal chinês da medicina de 2002, importante no campo da acupuntura, publicou um artigo surpreendente, absolutamente espantoso. O artigo principal, no volume número 70, trata unicamente do Tefilin. O artigo detalha todos os pontos da acupuntura, que são os mesmos do contato do Tefilin na cabeça, no braço e na mão. Estabelece conclusivamente que os pontos do contato e da pressão feitos pelo Tefilin na mão e na cabeça, são exatamente aqueles pontos em que as agulhas da acupuntura são introduzidas respectivamente “para aumentar a espiritualidade e para purificar pensamentos”.

Na opinião do perito que escreveu o artigo, que não é judeu, estes são os únicos pontos da acupuntura relacionados a estes resultados: aumentar a espiritualidade e purificar pensamentos.
Leia a matéria em : http://www.articlearchives.com/1075971-1.html


 
 

AL-QAEDA AMEAÇA OBAMA

O segundo em comando da Al-Qaeda recomendou com insistência para que os egípcios rejeitassem a visita do presidente Barack Obama, vista como uma tentativa para cativar os muçulmanos irados com as políticas do seu antecessor, e chamando Obama de "criminoso". "Obama ... você não é bem-vindo ao Egito", disse na terça-feira Ayman al-Zawahri, um líder egípcio da al-Qaeda numa gravação postada num website islâmico ligado à Al-Qaeda. "Será que um grupo de pessoas no Egito, enraivecidas em chamas e combustível, ouvirá meu grito", disse Zawahri recitando um poema composto durante a ocupação britânica do país árabe. Obama está tentando melhorar a imagem dos Estados Unidos em países muçulmanos e árabes depois que o ex-presidente George W. Bush enfureceu milhões de árabes e muçulmanos com as guerras no Iraque e no Afeganistão, bem como o apoio à Israel.

“As ‘mensagens sangrentas’ de Obama foram recebidas e estão ainda sendo recebidas e não serão cobertas por campanhas de relações públicas ou visitas teatrais ou palavras educadas” disse Zawahri. "Oh povo livre, justo e honrado do Egito e os mujahideens; permaneçam unidos diante deste criminoso". Obama "veio procurar, através de artimanhas para vencer no que perdeu no campo de batalha, depois que os mujahideen fizeram fracassar os planos dos ‘cruzados’ americanos no Iraque, no Afeganistão e na Somália". Listando os nomes de famosos egípcios islâmicos e de personalidades nacionais e de militantes, Zawahri incluiu um dos 19 suicidas-bomba da Al-Qaeda que realizaram atentados em 2001 em cidades americanas, e o assassino que matou Anwar al-Sadat, o Presidente egípcio que assinou o Tratado do Cairo de paz com Israel.


 
 

ANTI-SEMITISMO TRAVESTIDO

Um "novo anti-semitismo", que emana de uma aliança de esquerdistas ocidentais e extremistas islâmicos, é mais perigoso que o "antigo modelo europeu" de ódio contra os judeus, afirmou o Ministro para Cidadania, da Imigração e do Multiculturalismo do Canadá, no encerramento, domingo passado, de sua visita de quatro dias à Israel. "A ameaça existencial que Israel enfrenta todos os dias é, em última instância, uma ameaça para a civilização ocidental em geral", disse Jason Kenney, e desta forma explicando as posições fortemente pró-Israel do seu governo, liderado pelo primeiro-ministro conservador Stephen Harper.

"É uma ameaça que tem origem em forças profundamente antidemocráticas que não têm a mesma concepção da dignidade da pessoa humana ou da liberdade, e que ofendem Israel como sendo uma espécie de representante dos valores liberal-democráticos mais amplos do Ocidente", disse Kenney. "Eu também entendo muito profundamente a natureza deste novo anti-semitismo, o qual eu acho que é ainda mais perigoso do que o antigo anti-semitismo europeu".


Kenney disse que muitos dos ataques anti-Israel são provenientes de adeptos de uma forma de anti-semitismo que querem considerar a pátria judaica como ilegítima. "Israel não é perfeito, obviamente" disse Kenney. "Os israelenses deveriam ser os primeiros a admitir isso. Mas temos de reconhecer que muitas das críticas que Israel enfrenta são motivadas por uma perigosa forma de anti-semitismo que tenta se esconder por detrás do anti-sionismo, e é representada por uma coligação da extrema-esquerda no ocidente com correntes extremistas do islamismo jihadista que tem o objetivo da destruição da nação judaica. Eles parecem acreditar que os judeus são as únicas pessoas no mundo que não têm direito a uma pátria".

Aos 40 anos de idade, e que no início deste mês foi eleito "O Melhor Parlamentar de Todos" do Canadá por seus colegas parlamentares, se orgulha de ser o responsável pelo seu país se afastar da Durban II que foi a conferência sobre o racismo patrocinada pela Organização das Nações Unidas, pelo receio que ela iria ser abusivamente utilizada como uma plataforma para  críticas injustas contra Israel. Canadá foi o primeiro país a anunciar o seu boicote ao encontro, mesmo antes de Israel. Antes de chegar a Israel, Kenney visitou o Líbano, a Síria e o Egito, pois o Canadá é o lar de muitos imigrantes provenientes destes países, disse ele. Depois da sua chegada, na quinta-feira, ele visitou um centro de absorção judaico em Mevasseret Zion, nas cercanias de Jerusalém, e reuniu-se com o seu homólogo israelense a Ministra de Imigração Sofa Landver.


 
 


ORTODOXOS E A MÍDIA ISRAELENSE

Muitos religiosos e ultra-ortodoxos culpam a mídia de serem hostis para com eles, e um novo estudo que foi recentemente divulgado mostra que os seculares concordam com eles. Segundo o estudo, 66% das seculares acham que a cobertura da media em relação ao segmento haredi é injusta e desequilibrada, e efetivamente contribui para alimentar as tensões entre os diferentes setores da sociedade israelense. A pesquisa conduzida pelos Prof. Yosel Cohen que é dirigente da Escola de Comunicação do Centro Universitário Ariel e o Dr. Orli Zarfati que é chefe do Departamento de Comunicações da Faculdade Max Stern de Emek Yezreel, será apresentada na terça-feira na 25ª Conferência Anual da Associação dos Estudos sobre Israel em Beersheba.


Cerca de 260 pessoas responderam à pesquisa, e eram estudantes universitários ou de yeshivot. Sessenta e nove por cento dos seculares e 83% dos haredim disseram que a mídia causava um efeito negativo sobre as relações seculares - haredi enquanto que 86% dos religiosos e 52% dos seculares sentiram desta mesma maneira sobre o efeito da mídia sobre as relações seculares - religiosas. Este estudo também constatou que 74% dos seculares definiram os seus conhecimentos sobre os haredi como "poucos" ao mesmo tempo em que 88% deles admitiram que a mídia secular fosse a sua principal fonte de informação sobre este grupo. Trinta e nove por cento dos seculares disseram que gostariam que a mídia expandisse a sua cobertura para o mundo ultra-ortodoxo. Entre os haredim apenas 40% disseram que a imprensa é a sua fonte número um de informações sobre a sociedade secular e apenas 17% desejavam que a mídia haredi proporcionasse mais atenção às questões seculares. O Prof. Cohen explicou que "os meios de comunicações sociais são um ponto de encontro que apresentam uma comunidade para a outra, e isso certamente tem um efeito e influência sobre as relações entre eles". Cohen disse que enquanto a imprensa ultra-ortodoxa apresenta o mundo secular como de valores "não-judeus", a mídia secular enfatiza o fato de os haredim não participam da vida pública, tais como em outros setores. Embora muitos seculares exibissem uma curiosidade positiva em relação ao modo de vida haredim, disse Cohen, "a mídia dificilmente consegue penetrar através dos trajes negros dos haredim".


 
 

MENOS SHERATONS EM ISRAEL

O grupo Starwood Hotels and Resorts Worldwide, Inc., uma das maiores empresas do mundo no ramo de hotéis, e proprietária da cadeia mundial Sheraton, anunciou na semana passada que a partir de junho de 2009 quatro hotéis israelenses serão retirados do título "Sheraton". Os quatro hotéis, todos de propriedade do empresário Shaya Boymelgreen, são o Sheraton Moriah Tel Aviv, Sheraton Plaza Jerusalém, Sheraton Tiberíades e Sheraton Eilat. O Sheraton City Tower e o Sheraton Tel Aviv manterão esta prestigiosa marca.

Conforme informado pela empresa Starwood, a decisão para retirar o nome Sheraton dos hotéis israelenses foi motivada pelo desejo de preservar o valor da marca, sugerindo que o nível das empresas locais não era satisfatório. No entanto, o fato que os hotéis não estavam pagando as taxas de franquia e gerenciamento para a empresa durante muitos meses, parece ter também contribuído para esta decisão. A Starwood anunciou que os quatro hotéis israelenses serão retirados do sistema de reservas on-line e os seus hospedes não terão direito aos benefícios fornecidos pela cadeia de hotéis. Neste meio tempo, o Le Méridien Haifa, de propriedade de Fattal, vai perder o seu título "Méridien" neste mês, após o término do acordo entre Fattal e a cadeia hoteleira Starwood. Os Le Méridien Eilat e Le Méridien Mar Morto vão manter os seus nomes pelo momento.


 
 

OBAMA RELEMBRA HORROR NAZISTA

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chegou à Alemanha para uma breve visita, que terá como ponto central passagens por Dresden e pelo campo de concentração de Buchenwald, símbolos da Segunda Guerra Mundial e do nazismo. Obama chegou ao aeroporto de DresdeN, nesta quinta-feira, a bordo de seu avião presidencial, o Air Force One. Segundo indicou a chanceler, Angela Merkel, a visita de Obama a Dresden e Buchenwald, e depois à Normandia, tem como foco a lembrança da guerra e do nacional-socialismo. "O campo de concentração de Buchenwald, os campos de batalha do norte da França e a destruição de Dresden são um símbolo exemplar do terrível sofrimento que a Alemanha levou à Europa ao protagonizar o Holocausto e os horrores da Segunda Guerra Mundial", assinalou Merkel em declarações que foram publicadas no diário "Leipziger Volkszeitung".


Foto feita por Margaret Bourke-White em 1945, no campo de concentração de Buchenwald.

A visita a Dresden teve grande carga histórica, como símbolo dos horrores das guerras. Dresden, capital da Saxônia, é para muitos alemães uma cidade símbolo da Segunda Guerra Mundial, alvo de uma arrasadora operação aliada em fevereiro de 1945, quando o Terceiro Reich já estava praticamente derrotado. A cidade foi varrida pelas bombas e a igreja de Frauenkirche, que milagrosamente se manteve de pé essa noite, desmoronou no dia seguinte como um castelo de cartas de baralho. Desde a queda do muro, Dresden foi recuperando sua cara original, com a Frauenkirche como o principal emblema, igreja que fez parte da breve passagem de Obama pela cidade. De lá, Obama foi para Buchenwald, acompanhado por Merkel e o Prêmio Nobel da Paz Eli Wiesel, um dos sobreviventes desse campo de concentração, no qual se estima que tenham morrido 56 mil pessoas de frio, fome, doenças ou vítimas de experimentos nazistas. Cerca de 21 mil presos viveram a liberação do campo em 11 de abril de 1945, quando as tropas americanas entraram em Buchenwald. Entre esses soldados se encontrava Charles Payne, tio-avô de Obama, hoje com 84 anos. Obama terminou sua visita à Alemanha na base americana de Ramstein, a maior da Europa, e no hospital de Landstuhl, onde recebem tratamento os feridos que diariamente chegam de Afeganistão e Iraque. (EFE)


 
 

ASSENTAMENTOS "HOOLIGANS"

Rabinos, membros do Conselho Yesha e ministros do governo, estão formando uma opinião conjunta para condenarem a violência de membros dos assentamentos contra os palestinos. "O que aconteceu ontem não foi uma violação da lei e da ordem - é muito pior" disse o rabino Menachem Fruman, sobre o incêndio de um campo palestino em Samaria por aqueles a quem ele se refere como "hooligans ". "Fazer os palestinos e as suas propriedades de alvos é uma coisa horrível" disse ele. "É um ato que fere a humanidade". Fruman, que é o rabino de Tekoa, e uma das principais figuras religiosas na Judéia e na Samaria, condenou firmemente os recentes atos de violência realizados por colonos radicais que se referem como o "preço" para a evacuação dos postos avançados não autorizados. O rabino está reunindo forças com líderes de assentamentos e ministros para condenarem os atos que ele caracteriza como os de "hooligans cometendo crimes para ferirem os palestinos".


Rabino Menachem Fruman!

No passado os líderes dos assentamentos se abstiveram de condenar publicamente os assentados radicais, bem como quaisquer divergências permaneciam à portas fechadas. No entanto, desta vez, os rabinos pretendem se expressarem inequivocamente. "Existem acampamentos que acham que é uma coisa boa queimar os campos de palestinos ... e isso me choca, em primeiro lugar, moralmente e também em termos existenciais políticos" disse o Rabino Fruman. "Isto cria uma parede de fogo entre os judeus e os árabes". Neste meio tempo o rabino Hanan Porat que é ex-membro Knesset também aderiu à esta iniciativa. Embora condenando a evacuação dos postos avançados na Cisjordânia ele manifestou a sua indignação em relação às violentas respostas dos colonos. "O resposta 'de preço a pagar' é imoral", disse ele. "Nunca se escutou que se é necessário queimar os vinhedos e campos dos árabes. É imoral ... e dá legitimidade para aqueles que estão interessados em prejudicar a questão dos postos avançados. É um assunto muito grave".


 
 


PERSEGUIDOS PELO HOLOCAUSTO TERÃO DIREITO À INDENIZAÇÃO

O Tribunal Distrital de Tel Aviv decidiu, na terça-feira, que os sobreviventes do Holocausto que foram detidos sob o toque de recolher durante a II Guerra Mundial têm direito a indenização do ‘Nazi Persecution Disability Act’. A decisão significa que pagamentos serão concedidos a milhares de sobreviventes. Em 2008 uma comissão estatal de apelação decidiu que os sobreviventes que viveram na Bulgária e na Romênia a partir do ano de 1941 eram elegíveis para remuneração apesar de não terem sido detidos em campos de concentração.


O Tesouro recorreu da decisão, mas o tribunal posteriormente decidiu em favor de uma ação coletiva impetrada por um grupo de mais de 100 sobreviventes do Holocausto de dois países do Leste Europeu. No entanto, os juízes fizeram as regras mais estritas para a elegibilidade, dizendo que as petições para restituições teriam de trazer provas de que foram sujeitos a outras restrições físicas além do toque de recolher.


 
 

AS MÚLTIPLAS FACETAS DE UMA SINAGOGA EM BUDAPESTE

Judith Klein, de Budapeste – Exclusivo para Rua Judaica.

Parada obrigatória no roteiro turístico da cidade, a Sinagoga da Dohány utca aparece em lugar de destaque. Numa cidade cosmopolita como é a Budapeste de hoje em dia, onde existem centenas de igrejas e outras edificações que abrigam fiéis de vários credos, apenas ela figura explicitamente no roteiro do “Red Bus”.


Construída entre 1854 e 1859, a Sinagoga da (rua) Dohány utca comemora em 2009 os seus 150 anos de existência.


Imagem da Sinagoga por volta de 1890

Nos anos terríveis da Era do Nazismo, a Sinagoga era a porta de entrada para o Ghetto de Budapeste. Abaixo, dois momentos antagônicos: final de 1939, durante as festividades de Chanuka, a última ocasião em que oficiais judeus do Exército Húngaros vestem a farda. Poucos meses mais tarde, esta mesma farda, usada até então com grande orgulho, lhes será arrancada do corpo, e estes mesmos oficiais serão conduzidos para os campos de trabalho forçado (Munkaszolgálat) nos fronts de luta, para enfrentarem o inimigo, desarmados, descalços, desabrigados. A ordem superior recebida: rastrear minas. Em outras palavras, o Governo Húngaro condena à morte – por decreto real – todo cidadão judeu residente em seu território.


Oficiais judeus do Exército Húngaro reunidos na Sinagoga da Dohány utca em 1939.



Setenta anos mais tarde, membros do primeiro escalão do governo,
nesta mesma sinagoga, em homenagem aos mortos no Ghetto de Budapeste.



Corpos dos mortos no Ghetto de Budapeste.

Inteiramente restaurada em 1996, é considerada uma das maiores e mais bonitas sinagogas do mundo, e tem sido palco de toda sorte de manifestações religiosas, políticas, sociais, culturais e artísticas.



Imagem recente da fachada e entrada principal.

Consultor financeiro do Instituto do Patrimônio Histórico da cidade, e que participou ativamente da reforma – György Sessler – me informa que os trabalhos duraram cerca de cinco anos, ao custo de cerca de US$ 20 milhões, verba proveniente em grande parte dos cofres públicos, e também de doações particulares, inclusive, por exemplo, do banqueiro brasileiro Joseph Safra, da empresa de auditoria Ernst & Young, entre outros.



Interior da nave principal e o Armário da Torá



Ponto de partida da Marcha pela Vida em 2008



Um magnífico órgão protagoniza grandes concertos

Desde 1998, O Centro Cultural do Judaísmo de Budapeste vem organizando anualmente o Festival de Cultura Judaica, em que a Sinagoga sempre comparece como cenário e auditório na abertura.


 
 

EVENTOS SOCIAIS



CONVITE


A Entidade Feminina de Intercâmbio Cultural WIZO, de São Paulo, tradicionalmente organiza um dos mais disputados bazares da cidade. Suas voluntárias trabalham incansavelmente para conseguir os melhores produtos com preços sensacionais, sempre pensando em angariar fundos que serão revertidos integralmente para ações beneficentes e educativas. Além de acessórios para o lar, no Bazar Beneficente WIZO 2009 você encontrará artigos masculinos, femininos e infantis. Bolsas, casacos, bijouterias, objetos decorativos e muito mais de extremo bom gosto estarão à venda nos dias 7 e 8 de junho, das 10h00 às 18h00, no clube Piratininga - Al. Barros, 376 - Higienópolis. Para renovar suas energias, iguarias judaicas, doces e outras guloseimas também estarão à sua espera.

Serviço
: Bazar Beneficente Wizo 2009; Data: 7 e 8 de junho (domingo e segunda-feira) Horário de funcionamento: das 10h00 às 18h00; Local: Clube Piratininga - Al. Barros, 376 – Higienópolis; Entrada franca.





 



 

 
 
 


querido irmão osias,
neste momento difícil, li com emoção e lágrimas nos olhos teu testemunho solidário e generoso. grato para sempre, teu irmão carlos minc nossa comunidade e nosso povo podem estar certos que eu defenderei a amazônia e o pantanal com a garra que os macabeus defenderam israel.
carlos minc

B.H.
Caro Sr. Osias Wurman,
Shalom uVrachah!
Conforme combinamos ontem, no encontro com a assessora do Presidente Lula, a Sra. Clara Ant, reiterando a solicitação de alterar as datas das provas do ENEM: A partir deste ano de 2.009, o exame do ENEM vai fazer parte dos vestibulares de diversas universidades ferederais. Entratanto, o Ministro da Educação Sr. Eduardo Haddad decidiu marcas as provas para os dias 03 e 04 de outubro. Tais datas impedirão os estudantes judeus de participarem do processo seletivo, uma vez que dia 03 é Shabbath e dia 04 é Sucoth. Peço, ainda, atentar que, na semana seguinte, dias 10 e 11, teremos Shemini Atzereth e Simchah Torah! Vale a pena lembrar ao ministro de que a manutenção das provas nas datas por ele sugeridas configurar-se-ia em ferir o princípio constitucional onde a pessoa não pode ter seus dirteitos prejudicados em virtude de sua religião. Tal direito foi, inclusive, citado pela Sra. Ant em sua apresentação de photoshop. Mais uma vez agradeço a atenção dispensada a mim e à minha esposa, e fazendo votos de que o Sr. continue a crescer cada vez mais na mitzvah de defender o Povo de Israel! Que Hakadosh Baruch Hu faça o Sr. ter sucesso em todas as obras de suas mãos! Shabbath Shalom e Kol Tuv!
Alberto Katz
(Primeria Mensagem)

B.H.
Sra. Clara Ant ,
Shalom uVrachah!
Antes de mais nada, agradeço muita a atenção dispensada. Entretanto, acabei de entrar no site da FISESP e li que o ministro recusou-se a alterar as datas dos exames. Ele alegou falta de outras datas para realizar as provas e disse que, talvez, no ano que vem, ele vai consultar o calendário judaico antes de marcar as provas.
Estou extremamente desapontado. Tal decisão foi de uma GRANDE MALDADE. Nós estamos em junho! Faltam datas até o fim do ano? Nossos filhos estão desde o ensino fundamental planejando vestibular, carreiras, etc. e exatamente no ano decisivo fecham-se para eles as portas  dos vestibulares para as universidades federais por eles serem religiosos e guardarem os sábados e festas religiosas judaicas conforme peceituado na Torah?
Qual o real motivo de tanta insistência por estas datas? Como a CONIB não defendeu exatamente a causa que deveria defender? Para que serve tal entidade? Sem Torah, Chas veShalom, não há israelitas a serem defendidos! Sra. Clara, acho que ainda há tempo de rever esta inacreditável injustiça e inconstitucionalidade. Peço encarecidamente levar estes fatos ao conhecimento do Presidente Lula. Tenho certeza de que ele, sendo um defensor da democracia e da igualdade de direitos, tomará as devidas providências. Pense nos nossos jovens que estão ameaçados de jogarem anos de estudo e preparo na lata do lixo! A sra. tem noção da frustração? Desculpe as duras palavras, mas acho que a sra. entende os sentimentos de um pai que se esforça em dar a melhor da educação aos filhos, seja em termos laicos como em termos religiosos. Pode imaginar o que deve passar na cabeça dos nossos jovens? Que o Brasil é um país com intolerância religiosa? Que seria melhor ser assimilado? Se assimilarmos, Chas VeShalom, não necessitaremos mais de FIERJ'S, FISESP'S, CONIB'S  e quejandos! Também não teremos mais problemas com datas de espécie alguma. Sra. Clara, por favor não deixe tal absurdo ocorrer! Ainda há tempo! Dê uma chance aos nossos jovens! Eles serão motivo de orgulho para toda a sociedade, prometo! Não deixe destruirem seus sonhos! Deixe eles darem sua cota e ajudarem o País a crescer!
Alberto Katz
(Segunda Mensagem)

Eu me lembro muito bem as aulas com o Prof Katzir (Z’L) no Instituto de Biofísica no Ullman Building. Além das aulas de biofísica tínhamos uma lição de História e Filosofia judaica e mundial. Fiquei muito triste com esta perda. Um abraço a todos.
Mariano Zalis, PhD-Professor Adjunto-Chefe do "Laboratório de Infectologia e Parasitologia Molecular"
Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - Faculdade de Medicina - Universidade Federal do Rio de Janeiro


Com alegria acuso o recebimento do "Notícias da Rua Judaica", principalmente  pelas informações recentes do andamento das investigação do massacre da Sinagoga Argentina. Fatos como esses contra o nosso povo ninguém esquece, mesmo que se queira que o tempo encubra.
Ebenezer Itamir, Brasília.

Prezado Sr.Osias:Venho através desse solicitar encarecidamente vossa interferencia em nos ajudar, tendo em vista que estamos caminhando para 60 dias em  01/06/09 sem as devidas providencias da empresa aérea El-Al. Sou um leitor assiduo do jornal eletronico noticias da rua Judaica e párticularmente do vosso comentario semanal, onde o sr.nos enriquece com palavras esclarecedoras tudo que ocorre em Israel. Não conhecendo-o pessoalmente mas pelas colocações em até tudo que consigo ler escrito pelo sr, sei o quanto é justo para perceber o que está ocorrendo conforme minha narrativa abaixo.
Muito Obrigado.

Minha filha está passando todo tipo de dificuldades em Israel, onde chegou há mais de um mês, pela companhia El Al, que extraviou sua principal mala. Na mala, além de livros, roupas e proteção contra o frio, ela levava a esperança. Maltratada por todos os que procurou até agora na companhia, já ficou doente várias vezes, sem qualquer resposta dessa empresa El Al, a não ser desculpas evasivas. A passagem foi comprada em Salvador, na El Al, que até agora não se mexeu para achar a bagagem extraviada. Fui obrigado a contratar um advogado especializado em defesa do consumidor, dr. Sérgio Tannuri, para exigir judicialmente que a El Al cumpra suas obrigações para com seus clientes. 
A El Al começou muito mal suas atividades aqui no Brasil. Escrevo para alertar a todos e pedir ajuda, para que a El Al perceba que não pode tratar seus clientes como bem entende e ainda fazer pouco de suas reclamações. Protocolo de reclamação de bagagem extraviada: LY60433 Emitido no aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv, Israel na data da chegada. Detalhes dos vôos (como a El Al, de quem a passagem foi comprada, ainda não estava voando para o Brasil, encaminhou a passageira de Salvador a São Paulo e de São Paulo a Madri, por sua ordem, via TAM)
Salvador - São Paulo - TAM  JJ3175 -  16:35  31/03
São Paulo - Madri - TAM JJ 8064 - 19:45  31/03
 Madri - Israel - El Al Y0398 -  01/04
Mario Neumann-Salvador - Pituba, Salvador, Bahia

A Resposta da El Al: 
Prezados Senhores,
Evidentemente a carta recebida por V.Sas contém a justa preocupação de um pai cuja filha foi para Israel para estudar e trabalhar. Nosso maior interesse é sempre resolver o caso com a maior rapidez e eficácia possíveis. Porém o que a carta não menciona é que a Passageira saiu de Salvador e passou por São Paulo-Guarulhos e depois por Madrid, sempre com outra empresa aérea, sendo que foi nestes trechos que uma de suas 2 malas se extraviou, pois sua segunda mala jamais chegou a Tel Aviv pela EL AL. Tratam-se de duas malas com etiquetas JJ209599 e JJ209600. No mesmo sentido, apenas uma mala foi recebida corretamente pela EL AL em Madrid e lhe foi entregue devidamente em Israel.
Ou seja, a informação de que a EL AL teria iniciado seus voos no Brasil com problemas não condiz com a realidade, pois a Passageira não efetuou sua viagem nos novos voos que iniciaram este mês de maio no Brasil. Confirmamos que tanto EL AL quanto a outra transportadora estão na busca da solução do problema da Passageira. Atenciosamente,
Carlos Paiva.-Representante Legal-EL AL Linhas Aéreas de Israel

Empresarios en Amércia Latina
Estimados Amigos
La Cámara de Comercio Israel América Latina se complace en presentar el formato electronico de la Revista
 "Tecnología Médica en Israel 2009 " con un suplemento en portugués.
www.camaraisrael.org.il ,Cordialmente
Mario Burstein – Director- ISRAEL

Amanhã nas bancas, a revista "CONTIGO" mostrará em 10 páginas algumas cenas do nosso Evento em Las Vegas...e...semana próxima terá mais.
Aguardem !abraços
Ciro Batelli - EUA

Uma organização nazista e genocida em Curitiba?
Um lago tão cheio de peixes e nenhum pescador habilitado? Seis supostos nazistas, homicidas, em atividade, supostamente capazes de se articularem para executar um casal a sangue frío - e, portanto, perigosíssimos? Seu possível lider, um membro ativo do PSDB - amanhã seria o quê: um novo Filinto Müller no Ministério da Educação, ou pior? Esperemos que nossa Anti-Defamation League, nossa honrosa Bnei Brith, entreveja no episódio uma oportunidade para expressar os devidos ideais e disposição que certamente tem, para enfrentar a realidade que atingiu a infeliz família da jovem Renata Waechter Ferreira. E que não veja no episódio, com um velado prazer, apenas o comemorável entredevorar-se de malfadados co-irmãos. A cena é muito maior, e a oportunidade também. Devemos indicar, pelo menos, dois excepcionais advogados criminalistas, como assistentes de acusação, por solicitação do pai da jovem, o Sr. Amadeu Ferreira Junior, o qual tem legitimidade para isto e o está solicitando; e, principalmente, contratar o melhor perito criminalista que pudermos - George Sanguinetti? - para garantir a produção (e a preservação) de prova eficaz na condenação dos verdadeiramente culpados. No crime, não é o advogado, mas a prova que condena - e qualquer advogado razoável faz titica da habitualmente triste capacidade probatória de nossa polícia técnica - afora os crimes documentais, financeiros, fazendários, que deixam "rastros informáticos" geralmente bem investigados. Para este projeto, de cunho preventivo, não deveriam faltar recursos. Honremos nossos pracinhas, a coragem da tsavá, a bravura de Mordecai Anielevicz e seus companheiros. Não fujamos à luta, pois esta nos perseguirá!
Sergio Hans

SHALOM, COMO FAÇO PARA ANNUNCIAR A COMUNIDADE A VENDA DE UM HOTEL PROXIMO RIO. GOSTARIA ANUNCIAR NESTE SITE PARA TODA COMUNIDADE JUDAICA.ABRAÇOS OBRIGADO
MARCO COHEN TEIXEIRA- BELO HORIZONTE

O Pletz.com está participando do concurso TOP BLOG. Para votar é simples é rápido:
1 - visite o site abaixo e clique no link de votação no site
2 - Confirme o voto através de um email que será enviado para você
http://www.topblog.com.br/busca_blogs.php?tags=211675?tags=211675
agradeço desde já a sua participação!abraços!
Gus Erlichman

Caros amigos,
Como vocês sabem, o Zemer foi convidado para participar de um Festival Multicultural em Nova Scotia, no Canadá, sendo o único grupo brasileiro e o único grupo de música klezmer a receber tal convite.No convite, eles explicitaram que poderiam bancar nossa estadia, mas que não poderiam arcar com as passagens dos sete músicos do grupo. Esse convite foi feito em meados de março e desde então nos mobilizamos para conseguir este dinheiro. Conseguimos preços especiais com a Sky Turismo, pedimos o apoio de algumas empresas e instituições (nada conseguimos), nos inscrevemos num projeto do Ministério da Cultura, que banca passagens de artistas brasileiros para o exterior (não fomos contemplados) e fizemos um show no Teatro Villa Lobos para angariar fundos (conseguimos uma passagem). Como uma última tentativa, resolvemos pedir para algumas pessoas que talvez possam colaborar com nossa viagem. Creio que o Zemer, além de ser uma iniciativa particular minha, também é uma expressão cultural da Comunidade carioca. E é nesse sentido que acredito que algumas empresas e particulares poderiam ser nossos parceiros na viagem. O Festival pode bancar 30% das passagens e junto com o apoio da Sky, necessitamos de R$12000,00 (doze mil reais). Seja nosso parceiro. Atenciosamente,
Mauro Perelmann

Parabéns Osias, embora não lhe conheça pessoalmente é muito gratificante ler sua tribuna, e saber que você ao contrario de muitos outros lideres do nosso ishuv não se preocupa só com o KAVOD. Abraço
Mauro Kauffman

Atenção, amigos e amigas!!! Trata-se de campanha séria, da Loja Herut, da B'nai B'rith Rio (os grupos de associados são chamados "lojas").  A B'nai B'rith (Filhos da Aliança) é uma organização da sociedade civil, focada na proteção dos direitos humanos. Foi fundada nos EUA, há mais de 150 anos. Dela originou-se a conceituada "Liga Antidifamação" (Anti Difamation League). Há informações disponíveis na internet. Entre os seus objetivos encontra-se, também, o auxílio a pessoas carentes, dentro e fora da comunidade judaica. A tzedaká (justiça social) é um dos pilares do judaismo e auxilia na preservação da dignidade humana. Como integrante da B'nai B'rith (assessoria de direitos humanos), em trabalho voluntário, encaminho-lhes o pedido feito pelo Departamento Feminino, como segue.Beijos,
Denise L. Tredler 

Minha mãe nasceu na Hungria e gostaria de receber indenização do Governo Democratico Hungaro!Muito Obrigado
Victor Minerbo

Meu nome é RAchel Benjoya, sou esposa do Rabino Victor Benjoya fundador do Projeto Ahavat Israel.
Somos amigos do André Cardon. Gostaria de te pedir um favor: Pode repassar para tua lista acabamos de criar um site novo Escola Judaica Virtual e as aulas começam oficialmente dia 1/6/2009 . Dá uma olhada no site: www.escolajudaicavirtual.org Se necessitar mais dados posso te fornecer. Muito obrigada
Rachel Benjoya

Prezado Sr. Osias Wurman, Quanto a matéria: - Após a reclamação de um cliente, a cadeia de lojas Next, recolheu o estoque de cuecas que vendia com uma imagem de Adolf Hitler. Não sei onde consta a imagem desse "assassino", mas se estiver na parte de trás da cueca, até arrisco usar...Um abraço!
Berel Natan Engelman-Passo Fundo-RS.

O Deputado Gerson Bergher contatou o prefeito de Macaé e enviou documento solicitando o adiamento ou até o cancelamento do festival de bandas, que ocorreria no próximo dia 06 de junho naquela Cidade.
Segue em anexo o documento encaminhado.Atenciosamente.
Teresa Bergher-Vereadora-PSDB-RJ

caro Osias, para que seus leitores possam conhecer a verdade dos fatos e contrariamente ao que informou 'Notícias da Rua Judaica" em sua última edição, Chavez não temeu nenhum debate com o escritor Mario Vargas Llosa. Os fatos assim se passaram: 1. Em seu tradicional programa "Alô Presidente", Chavez tomou a iniciativa democrática, colocando à disposição dos intelectuais defensores neo-liberalismo reunidos em Caracas seu programa de televisão e um espaço no próprio palácio presidencial de Miraflores para que debatessem com intelectuais defensores do socialismo, que também estavam reunidos na capital venezuela,  e que ambos os lados expusessem ampla e publicamente suas idéias; 2. Os intelectuais de direita, Vargas Llosa e Jorge Castãneda Gutman à frente, responderam dizendo que só aceitariam se Chávez estivesse presente; 3. No mesmo programa "Alô Presidente", Chávez disse que estaria presente na platéia e, se quisessem, até se dispunha a servir de moderador e que o espaço na televisão e no palacio presidencial estava mantido para o sábado, 30 de maio, às 11h00; 4. Os intelectuais neoliberais então afirmaram que só aceitariam se o debate se desse a dois, vis-a-vis, Chávez e Vargas Llosa; 5. Chávez contestou dizendo que ele não era intelectual e sim um soldado e que o debate proposto era entre intelectuais dos dois lados. Disse mais que não titubearia em debater entre iguais, ou seja, que Vargas Llosa voltasse a concorrer à presidência do Paru, como já ocorreu quando foi derrotado por Fujimori, fosse eleito e aí sim o debate se daria  com as partes em mesmo nível; 6. Os intelectuais defensores do socialismo lá estavam no local e horário anunciados. Os intelectuais defensores do capitalismo não compareceram.
Max Altman 

Dear Mr. Wurman, congratulations for the excellent publication " Rua Judaica" . Not being Jewish, but grandson of (father of my mother), I really appreciate reading this very interesting publication that reflects the struggle of the Jewish people. Keep on the good work. Cordially,
Ayrton Luz Queiroga, M.D.

Amigo Osias, Sugiro a leitura do Correio Brasiliense de hoje, com um excelente editorial alertando para os equivocos do Itamaraty. O mais gritante deles, apoiar o egipcio Farouk Hosny para o cargo de Diretor geral da UNESCO. Tambem sugiro a leitura do artigo ponto de vista no jornal frances Le Monde que se chama A vergonha de um naufragio anunciado , conclamando o mundo a impedir que tal barbaridade aconteca. E Sergio Cabral? E amigo de quem? Nao diz nada? Abracos,
Mazal Silva

Osias, Em nome da diretoria agradeço o carinho, a consideração e a força com o KKL Rio. Shalom.
Gerson Hirsch-Pres. do KKL-RJ

OI OSIAS, TUDO BOM? REALMENTE SEU INFORMATIVO CADA VEZ MELHOR VEM TRAZENDO MUITA INFORMAÇÃO RELEVANTE A NOSSA COMUNIDADE.
SÓ QUERIA CORRIGIR UMA INFORMAÇÃO. A FESTA DE YOM HAATZMAUT FOI REALIZADA E COORDENADA PELOS PRÓPRIOS MOVIMENTOS. A HAGSHAMÁ AJUDOU, DEU SEU APOIO SENDO UM DOS PATROCINADORES E MEDIANDO A COMIDA KASHER E A DANÇA ISRAELI JUNTO AO CLUBE HEBRAICA.
TODO MÉRITO SÃO DE NOSSAS TNUÓT QUE COM O APOIO DE NOSSA PRESIDENTE DA FIERJ, SRA. LEA, PUDERAM REALIZAR O BELO EVENTO EM QUESTÃO.CHAZAK VEEMATZ
SERGIO ROSENBOIM-DIRETOR BRASIL HAGSHAMÁ-ORGANIZAÇÃO SIONISTA MUNDIAL

 
Carta ao querido Frei Beto:resposta ao artigo publicado no jornal " Estado de Minas" Caro Frei Beto : 
Li seu lindo manifesto sobre o triste conflito em Gaza e gostaria de pedir, encarecidamente, em nome da humanidade e da justiça entre os povos.
Clame por justiça pelos  trezentos mil (isso mesmo trezentos mil) sudaneses massacrados pelo governo teocrático muçulmano em Darfur;
Clame por justiça pelos atentados torpes  cometidos por extremistas islâmicos na India;
Clame por justiça pelas crianças na escola de Beslam, trucidades pelos separatistas islâmicos chechenos;
Clame por justiça pelos cristãos empalados em Timor, por milícias islâmicas toleradas pelo governo da Indonésia;
Clame por justiça pelos monges no Tibet, massacrados por chineses;
Clame por justiça pelos gays enforcados e pelas mulheres apedrejadas no Irã;
Clame por justiça pelos 700  palestinos mortos por seus irmãos palestinos, quando da fratricida disputa entre Hamas e Fatah;
Clame por justiça pelas crianças que têm sua infância roubada pelo Hamas, sendo doutrinadas em escolas de ódio, fazendo treinamentos paramilitares e preparando-se para se tornarem homens e mulhares bomba;
Clame pela devolução, ao povo palestino, dos US$ 40 milhões de dólares existentes nas Contas da família Arafat na Europa;
Clame pelos corpos de crianças judias e israelenses destroçadas em ônibus, escolas, cinemas, pizzarias, etc, não só em Israel, mas ao redor do mundo, em todos esses anos;
Clame pelos cidadãos do mundo inteiro explodidos covarde e deliberadamente no WTC, no metrô em Madrid, em Londres, no Egito, na Indonésia, pelo mesmo radicalismo islâmico professado pelo Hamas;
Clame, por fim, Frei Betto, contra o  uso deliberado de crianças e mulheres como escudos humanos, pelos extremistas do Hamas, que usam corpos para promover a sua guerra de propaganda;
Faça isso, querido e admirado Frei Beto. Mas faça isso dando nome aos bois, vítimas e carrascos. E acreditarei, de todo coração, que você realmente se importa com a justiça e a humanidade e que, ao comparar a luta contra o Hamas com o holocausto nazista, não está sendo cínico e anti-semita.
De coração, do seu admirador.
Igor Wildmann

Caro Chaver Osias,
Shalom! Sabemos muito bem que a eleição de Barack Obama para a Presidênia dos Estados Unidos da América suscitou fortes esperanças de ativismo diplomático norte-americano em relação ao processo da desejada e urgente paz de todo o Oriente Médio. É louvável todo o seu esforço no sentido de construir um sustentável entendimento entre palestinos e israelenses. Contudo, a sua proposta de fazer tremular a bandeira da ONU no Kotel Hamaravi é totalmente inaceitável. Se fosse assim, teríamos outros absurdos como a bandeira da ONU tremulando na Casa Branca, na Torre Eiffel, nas Pirâmides do Egito,.... Não e não! O Kotel conhecido como "Muro das Lamentações" é inegociável, pois está indissolúvel e eternamente vinculado à cultura nacional judaica. A postura do Primeiro-Ministro israelense, Benjamin Netanyahu, foi moralmente acertada, no sentido de rejeitar categoricamente tamanho desatino diplomático. Espera-se que o estadista israelense - irmão do herói Yoni Netanyahu - esteja atento face a novas e eventuais surpresas não agradáveis vindas da Casa Branca. Gostaria de acrescentar que subjacente à infeliz e inaceitável sugestão de se colocar a bandeira da ONU no Muro das Lamentações, encontram-se algumas sombrias idéias como: a da internacionalização; a da divisão com os palestinos; ou ainda, mais grave, o controle total de Jerusalém por correntes minoritárias de fundamentalistas islâmicos. Resumo da opera: Jerusalém (Cidade da Paz, em Hebraico), referência mundial para as três religiões monoteístas (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo), foi fundada há pouco mais de três milênios pelo rei David, hebreu, e desde então, tem sido o símbolo de unidade e da cultura nacional do Povo Judeu. Jerusalém deve permanecer como capital indivisível e eterna do Estado democrático de Israel, e, assim também, possibilitar a continuidade da liberdade religiosa na Cidade Eterna: "Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se não me lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria." (Salmos 137:5-6)
Prof. Marcelo Walsh-Mestre em História das Relações Internacionais (UNB)

Vários textos divulgados pela Rua Judaica (e inclusive algumas cartas enviadas por leitores) dedicam atenção especial a um determinado aspecto dos conflitos no Oriente Médio que sempre me chama a atenção por se tratar de um tema quase infantil, totalmente sem sentido (na minha opinião, claro). Trata-se da insubsistente exigência imposta aos adversários de Israel para que reconheçam o direito de existência do Estado Judeu.  Francamente, nada mais fútil.Desde quando Israel depende do reconhecimento ou do apoio de terceiros para se firmar como um Estado?E que diferença faria para o destino dos israelenses ouvir do representante do Hamas, da Síria ou do Irã uma declaração favorável sobre a existência de seu país? Por acaso isso realmente alteraria o contexto difícil que envolve todos na região? Acredito que a defesa de tal "exigência" nada significa de fato e só é útil para os "nossos radicais". Cito como exemplo a relação atual entre o Egito e Israel. Provavelmente parte considerável da população do Egito não cultiva qualquer simpatia pelos israelenses mas o que importa realmente é que há décadas reina a paz entre os dois países.Não somos o que dizemos (ou pensamos), somos o que fazemos.
Jacques Griffel-São Paulo, SP.

Caro Osias, Há dias recebi um e-mail com relatos sobre Nicolas Winton. Diz-se que ele salvou mais de 500 crianças na Tchecoslováquia, a maioria de origem judaica. É possível ter mais informações ? Notícias da Rua Judaica já publicou algo a respeito dele, com detalhes e a respeito de Hanna Stein ? Obrigado pela atenção.Abraços
Maxim Behar-Editor

Parabens Osias, acabo de ler seu artigo no O Globo, faz juz a sua trajetoria como pessoa, como brasileiro, judeu e sionista, faz juz como um de nossos grandes sabios, como profissional,como seguidor de familia tradicional e bem sucedida no nosso estado. O momento de expor-se e agora , assim sabemos com quem realmente contamos ,sendo voce daqueles que jamais se esconderam ao combate contundente  de forma brilhante!
Rafael Jaimovick

Ilustríssimo Sr.Osias Wurman.
Hoje 1º de maio/09, li sua coluna no O GLOBO, página 7, e até agora estou pensando como as pessoas, memo as bem informadas e formadas só enchergam até o umbigo. Trata-se de texto raivoso, preconceituoso e legislador em causa de seu próprio interesse. Massacrar o presidente do Irã, Ahmadinejad com adjetivos desclassificadores é moda recorrente liderada pelos americanos, donos do mundo, acessorados pelos judeus que se disseminaram no mundo todo, sempre ocupando postos nas elites sociais. Quem é eu, você ou dirigentes americanos para ditar o que o que bom ou ruim para o povo iraniniano. Quando o presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad afirma ue as resoluções da ANU são "papeis sem valor", há um certa dose de verdade nisto. Porque somente os paísies de pouca capacidade bélica tem que cumprir na íntegra as resoluções da ONU,seja qual for !? Quantas resoluções da ONU os EUA deixaram de cumprir? Isr ael? etc. AH..... fala sério! Agora, o todo poderoso povo judeu, quer proibir o Brasil de receber o presidente do Irã! Aqui nesta terra de quem primeiro pisou foram os Indios, pisará qualquer outro ser humano que a soberania de nosso povo entender. Se seus avós poloneses aqui estão enterrados, dissestes bem. São polonezes, não são brasileiros. Aqui ficaram na terra que os acolheu, como acolherá todos aqueles que entender.
Thomaz Martinho da Silva-Paraiba do Sul - Rio de Janeiro

Estou lendo um livro escrito por um sobrevivente dos campos de concentração, chamado Simon Wiesenthal. As pessoas judias e não judias, eram castradas,crianças eram retiradas da barriga das mães p'ra estudos,anões eram castrados e dilacerados vivos p'ra estudos,assim como outras pessoas que por serem pobres, achavam que ñ mereciam estar vivas. Claro que a fixação desses assassinos eram contra os judeus,mas mataram pessoas de todas as religiões,mesmo que em quantidade menor. Então como pode o povo brasileiro aceitar tamanha barbaridade e receber uma das pessoas que mais prega o ódio na atualidade?! enganan aqueles que pensam que ele odeia só Israel e seu povo,êsse opressor, assim que conseguisse destruir Israel( o que jamais conseguira,nao importa o que tente),iria tentar com outros paises e pessoas de outras religioes,pois e um fanatico religioso e sustentador do terrorismo. Tenham um bom dia,
Marhowja

Caro Osias , Talvez fosse interessante  saber o nome do " mecenas " que esta custeando no Brasil a defesa de Elior Chen, também conhecido como Abu Hazira, Noam Chen o " rabino torturador "  procurado em Israel por graves crimes contra menores acometidos  , segundo ele ,  pelos maus instintos e passiveis de sessões de espancamento , tortura  física e psicológica para exorciza-los desse mal e  com a anuência dos pais desses menores. O auto intitulado rabino  aportou em nosso pais proveniente do Canadá  -parte de sua rota de fuga  - chegando  em meados de 2008 acompanhado da mulher e filhos a São Paulo,  onde acobertado por
prováveis seguidores de sua seita ficou escondido apos as autoridades brasileiras terem sido avisadas pelo governo de Israel de sua chegada a  nosso pais . Seus filhos menores foram  afastados  de sua custodia   quando de sua estada na " casa amarela " no bairro do Bom Retiro. Elior Chen  concordou em entregar-se as autoridades policiais de nosso pais somente apos a chegada de sua esposa e filhos a Bélgica, onde vivem os avos das crianças. Seu defensor em Israel, o advogado Ariel Atari,conhecido por advogar causas canhestras que envolvem a ortodoxia e os charedim ( tementes a Deus ) esteve no Brasil quando da nomeação do escritório de Arthur Lavigne um dos mais conhecidos e caros criminalistas  de nosso pais. A extradição de Chen para Israel foi condicionada as limitações da punição que a lei brasileira impõe e por mais incrível que possa parecer , um dos argumentos usados em defesa do torturador  e rechaçado pelo tribunal brasileiro foi o fato de Betar Illit, o assentamento onde vive Elior Chen e onde os supostos crimes foram cometidos, ser subdistrito de Beith Lechem e como tal, não faz parte de Israel e sim dos territórios  administrados pela Autoridade Palestina . Tal alegação causa espanto principalmente por tratar-se de pessoas que vivem na Judéia e na Samaria e advogam  o pleno direito de Israel a estes territórios como parte do legado de Deus ao povo judeu , porem isto não responde a importante questão. Quem esta arcando com as custas desse processo ?
Etel Wengier

Assunto sabido mas não comentado, porem de extrema gravidade para o mundo. Para Israel então nem falemos. Tenho a certeza que deve ser um dos assuntos que te preocupam, mas como apresentado é muito mais esclarecedor. Espero que te seja util. http://www.youtube.com/watch?v=6-3X5hIFXYU Abraço
Isaac Hazan 

Acabo de retornar de uma noite ,que tinha tudo para ser perfeita, não fosse ter comprado gato por lebre,pois ao ser convidada a uma palestra com a acessora do presidente Lula,Clara Ant,imaginei,tolamente, que se tratava de uma explanação em que houvesse uma vontade de interação com a comunidade judaica carioca e o que se apresentou nada mais foi ,do que uma reles campanha eleitoreira, em que não faltaram ironias e desagravo por parte da palestrante.Foi uma grande decepção e perder o meu precioso tempo com campanhas do P.T.não é o meu programa predileto. Bem se diz que, quem tem amigos assim, não precisa de inimigos.
Beti Mayer

Constatei hoje, estarrecido a existência do site, cujo link envio em anexo, site este, negacionista do holocausto.Minha intenção no sentido de que este email chegue aos nossos representantes, para que sejam tomadas as medidas cabíveis.Fico à disposição.
http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/auschwitz.html
Roberto Rapoport

Acerca do assunto, referente à escolha do diretor geral da UNESCO e da posição brasileira sobre o tema, que já manchou mais uma vez o nome do Brasil, dada a posição favorável ao nome do desqualificado egípcio de nome Farouk Hosni, que em nada condiz com a proposta do cargo; causou-me certo alento a posição e promessa de intervenção de nosso Ministro de Estado do Meio Ambiente Carlos Minc. Nesse mar de lama o nosso Ministro passa a ser um verdadeiro oásis. Assim como a mim, aos demais fica difícil entender como foi possível aventar a candidatura desse sujeito, quanto mais a possibilidade de vê-lo ingressado nela. É muito mais que mau assessoramento, é um equivoco vergonhoso, a todos os brasileiros. Há diversas outras formas de promove a aproximação comercial e cultural com o mundo árabe, sem perder a dignidade e o respeito à pessoa humana, que é o que não se vê na deprimente indicação. Meus cumprimentos, portanto, a revista, pelas informações e, meus cumprimentos a pronta manifestação de nosso Ministro Carlos Minc. Um cordial e respeitoso abraço a todos que se manifestam nesse formidável canal. É assim que se faz a diferença.
Mário Celso de Moraes-São Paulo-SP 

Em primeiro lugar, apresento-me, chamo-me Washington de Azevedo Neto, sou professor dehistória/Filosofia/Ensino Religioso na rede estadual do Rio de Janeiro, tenho 44 anos, casado com três filhos, católico e ex-sacerdote agostiniano. Há cerca de 6 anos venho meditando acerca dos fundamentos da religião judaica e da arquitetura cultural erigida em torno em torno dela, cheguei finalmente a certeza de que quanto mais a estudo, tanto mais me identifico com os seus fundamentos, devoções e prática. Atualmente tento viver o meu cotidiano de acordo com seus  mandamentos e preceitos, de forma silenciosa, discreta e sensata, sempre com a preocupação de não incomodar ou escandalizar a quem quer que seja, seja ele quem for. Encaminho-lhe um obséquio gentil, gostaria de me converter-me ao judaísmo, tornar-me um prosélito, deixando muitíssimo claro que tal imperativo categórico se liga exclusivamente ao universo religioso, não se estendendo a nenhum outro interesse possível. Desejo apenas dedicar-me e tornar-me um devoto judeu e nada mais. Caso o Sr. possa me ajudar eu, previamente, lhe agradeço muitíssimo. Disponho-me a disponibilizar toda e qualquer informação acerca de minha conduta pessoal, familiar, profissional e civil, caso se fizer necessário. Deixo-vos meus dados mínimos.
Washington de Azevedo Neto

Caro Ozias, É com muita alegria que comecei a receber novamente este  noticiário. Fiquei triste com as manifestações em Buenos Aires,  Austrália e com o grupo nazista do Rio Grande do Sul que está se espalhando pelo país.Tomara que o nosso Deputado Ferderal Marcelo Itagiba tenha êxito: os judeus do Brasil precisam de dirigentes desse quilate. Shabat Shalom
Marc Grassiano

Caro Osias,Para seu conhecimento:
1) A FAPESP publicou um artigo em sua revista intitulado A razão dos outros Zeev Maoz, professor da Universidade da Califórnia, revisita raízes do conflito árabe-israelense.
http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3771&bd=1&pg=1&lg= em que ignora varios documentos e fatos historicos, e infelizmente favoravel apenas ao outro lado.....

2) No numero seguinte, foi publicada uma carta de leitor sobre o assunto: Geraldo Coen  http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=570&bd=5&pg=1&lg=

3) Ao mesmo tempo escrevemos um documento, mostrando a incompatibilidade da revista que deveria mostrar apenas fatos historicos, e solicitamos a publicacao de nossa carta apontando falhas na tese apresentada no artigo original. Apos alguns e-mails trocados, a REVISTA FAPESP, terminou publicando nossa carta na integra.
http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=592&bd=5&pg=1&lg=
Envio a você para que tome conhecimento do fato.
Ignez Caracelli

MEU QUERIDO IRMÃO OSIAS WURMAN PRECISO  QUE ME AJUDA EM ORAÇÃO, POIS TENHO UMA IRMÃ QUE NÃO SE ENCONTRA BEM, FORA DO PAÍS , NA RUSSIA O SEU NOME É MARIYA HATAS PRECISO QUE NOS AJUDE EM ORAÇÃO POIS PRECISO TER NOTICIAS BOAS DELA SE ESSA TEM MELHORADO , PEÇO VOSSA AJUDA PORQUE NO MOMENTO NÃO TENHO RECURSOS PARA SAIR DO BRASIL . AGRADEÇO VOSSOS SENTIMENTOS POR NOS E POR TODA COMUNIDADE JUDAICA; QUE HASHEM CONTINUE, TE TENDO COMO INSTRUMENTO PARA TODO O BOM TRABALHO QUE ELE TE TOCA A SENTIR E FAZER. SHLOM.
WALNER ARKANJO

 

 
 
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Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof