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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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- Mahmoud Abbas beija Peres e diz que a paz nunca esteve tão próxima. |
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- Hezbollah vem consultando sites de relacionamento israelenses em busca de fotos de soldados para futuros seqüestros. |
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- Após liberar cerca de 200 prisioneiros do Fatah, Ehud Barak manda 1.00p rifles para a ANP de Abbas. |
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- Pesquisa revela que 60% dos prisioneiros palestinos liberados voltam para atividades de terror. |
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- Terroristas do Hezbollah fizeram levantamento do hotel onde a tripulação da El Al estava hospedada em Toronto no Canadá. |
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Osias Wurman
Jornalista
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Amarás ao próximo como a ti mesmo!
Entramos no mês de Elul pelo calendário hebraico. Trata-se do mês mais importante do ano pois celebraremos o Rosh Hashana, o ano novo judaico de 5769, e também o Yom Kippur, o dia do perdão. Neste mês é tradição desejarmos um feliz ano novo para todos. Neste período cada um deve fazer um verdadeiro balanço do ano que passou, levando à credito as boas ações, e a debito os erros. Ensinam nossos sábios que o arrependimento, as orações e a filantropia podem reverter os maus desígnios do destino. É fácil concluir que em relação aos principais preceitos do judaísmo, como os 10
mandamentos, erramos apenas suavemente. Na verdade, o maior perigo reside nos atos errados que praticamos e sequer sentimos que são erros. Um exemplo claro está nas lições do grande sábio da Torah – o sábio e estudioso CHAFETZ CHAIM. Lashon Harah, a maledicência, ou falar mal dos outros, é algo que fazemos muitas vezes sem perceber e ignoramos o mal que isto pode provocar. Em nossa boca temos a mais perigosa das armas de um ser humano, ou seja: a palavra. Para ferir alguém com uma arma é preciso que este alguém esteja em nossa frente ou em nossa direção. Através da difamação, ou Lashon Harah, podemos atingir alguém que está a quilômetros de distancia e até em outro país. Ao refletirmos sobre os erros do ano que passou, devemos tentar lembrar a quem teríamos ofendido com palavras, ou simplesmente divulgando boatos e mentiras, procurando concertar os danos causados. Em Rosh Hashana é fundamental concentrar o pensamento nas atitudes, procurando repetir as virtudes e eliminar as falhas. Vamos pensar também em Rabi Akiva e sua célebre frase que resume todo o sentido da nossa Torah : “VEAHAVTA LEREACHA KAMOCHA”: Amarás ao próximo como a ti mesmo. Isto nos fará lembrar da mitzvah de Guemilut Hassidim, de amparar uma viúva, um órfão ou um incapaz.
Que este ano novo seja cheio de alegrias, saúde, paz e realizações pessoais, com muito orgulho de filhos e netos. Que o mundo caminhe por avenidas mais largas onde também possam transitar os menos aquinhoados pelo destino. Que possamos comemorar finalmente a paz justa e definitiva entre árabes e israelenses. Que possamos ter menos desemprego e mais justiça social em nosso querido Brasil.

Shana Tova, um feliz 5769 para todos!
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Osias Wurman - Comentário da Semana -
Comunidade na TV - FIERJ TV 1308
> Clique aqui e assista |
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Não percam a palestra de Caio Blinder no próximo sábado, 13/9 às 20,00 h, no Othon Copacabana. O jornalista falará sobre temas do momento judaico mundial, com destaque para um olhar judaico das eleições americanas. Jovens e adultos podem adquirir seus convites no Hillel-Rio. Uma mesa de debatedores e o publico farão perguntas ao convidado. Única apresentação no Brasil.
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URINARAM EM MONUMENTO NA GRÉCIA

O Centro Simon Wiesenthal, baseado em Los Angeles, insistiu junto ao governo grego para que respondesse "com detalhes" sobre a recente profanação do Monumento Memorial do Holocausto em Rhodes por um grupo de jovens locais, e que foi mostrada num vídeo do YouTube quando urinavam no Monumento. O Centro exigiu uma campanha educacional sobre o Holocausto para a juventude grega. "As obrigações da Grécia em relação à União Européia exigem que o seu governo prenda imediatamente os perpetradores desta obscenidade, se desculpem por este ofensa ao povo judeu, e reforcem as medidas de segurança a fim de defender as instituições da comunidade e realizar uma campanha educacional profunda e abrangente sobre o Holocausto para a juventude grega", escreveu o Dr. Shimon Samuel, que é o Diretor do Centro para Relações Internacionais, numa carta endereçada ao Ministro da Justiça da Grécia Sotirios Hatzigakis. "Uma resposta inadequada a este ultraje será interpretada como um endosso para o anti-semitismo”, concluiu Shimon. O vídeo, colocado online no mês passado, mostra o Memorial para os 1.604 judeus de Rhodes que pereceram vitimas dos nazistas, sendo profanado por um grupo de jovens locais que urinavam no Monumento. O vídeo que já foi retirado do YouTube mostra os jovens com os rostos mascarados por uma bandeira israelense na qual foi sobreposto o símbolo de perigo com um círculo vermelho com uma barra diagonal sobre o mesmo. |
O monumento profanado em Rhodes |
"Somos um grupo secreto de estudantes do segundo grau da Escola de Segundo Grau Venetoklio, de Rhodes, que não gostamos absolutamente dos judeus que desejam tornar a ilha de Rhodes numa segunda “Terra de Canaã”, disseram os criminosos no vídeo. Até o presente momento não houve qualquer reação oficial da Grécia sobre este vídeo. O vídeo apresentou música de rock e que ameaçava a minúscula comunidade judaica que restou em Rhodes, glorificado Adolf Hitler e Auschwitz e com gritos de fundo de “Juden raus”! O monumento, que foi inaugurado em Junho de 2002 e que já foi vandalizado no passado, está ao lado da sinagoga numa parte de Rhodes que já foi conhecida como 'a Pequena Jerusalém' e que por cinco séculos tinha uma orgulhosa comunidade de 6.000 sefaraditas gregos, antes do Holocausto. Atualmente só 40 judeus ainda vivem na ilha. A comunidade judaica da Grécia hoje é de aproximadamente 6.00o pessoas, o que restou pois 67.000 judeus gregos morreram no Holocausto, ou seja, mais de 85 por cento da população judaica total de 77.000 que lá viviam antes da guerra.
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VINGANÇA DE SOBREVIVENTE

Seis meses depois da matança na biblioteca da Yeshivah Mercaz Harav, em Jerusalém, a última vítima do ataque voltou na terça-feira para um seminário para jovens nas vizinhanças. Naftali Sheetrit, de 14 anos, ferido gravemente no sangrento ataque, ficou hospitalizado durante meses no Centro Médico Shaare Zedek em Jerusalém e, agora, está no meio de um longo processo de reabilitação. Os funcionários da Yeshivah, os rabinos e os estudantes companheiros de Naftali deram as boas vindas ao jovem, numa cerimônia emocionante assistida pelos seus pais, o paramédico que o atendeu naquela noite, Yitzhak Dadon que matou o terrorista, e o Presidente da ZAKA Yehuda Meshi Zahav, que identificou os corpos dos oito estudantes mortos no ataque. Sheetrit, que voltou à Yeshiva pela primeira vez desde o ataque, entrou na biblioteca e rezou agradecendo a Deus pelo milagre que realizou naquele mesmo lugar. Ele então foi acompanhado pelos seus parentes para uma reconstituição detalhada da tragédia. Visitou a biblioteca, descreveu o caminho exato que o terrorista percorreu, mostrou os lugares onde os sobreviventes se esconderam e os lugares onde os seus amigos que não conseguiram escapar foram mortos. "Havia muita excitação”, relatou uma das pessoas presentes à cerimônia. "Não havia uma pessoa sem lágrimas nos olhos. Era emocionante vendo-o andando com as suas pernas junto com o paramédico que o salvou. É um verdadeiro milagre, e os que sabem sobre a sua condição e o fato que ele estava entre a vida e a morte, entendem como este milagre é grande". Uma fonte do Mercaz Harav adicionou, "Naftali retornou hoje à Yeshivah. Embora ele não possa estudar em tempo integral devido às operações, e da necessidade de reabilitação, o seu retorno ao Seminário é a nossa maior vingança. O fato de os nossos bancos escolares estarem cheios, e todos os alunos sentados estudando e prosseguindo com suas vidas, são as coisas mais significativas para nós". |

O jovem Naftali Sheetrit, sobrevivente do massacre em Jerusalém, volta ao local da tragédia
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EMBAIXADOR E MÚSICO

O Embaixador do Brasil em Israel, Pedro Motta Pinto Coelho, e sua esposa a Conselheira Moira Pinto Coelho, ofereceram um almoço musical na belíssima residência oficial em Herzliya Pituach para um grupo de convidados. Os amigos pessoais do Embaixador já sabiam de seu talento musical e da sua dedicação a musica. Contudo, neste almoço, ele surpreendeu com sua excelente execução de flauta, com um variado programa musical clássico. |
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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BIG BROTHER ISRAEL
O assunto da semana em Israel foi o mais novo programa do Canal 2 (a TV Globo daqui): a versão local do Big Brother. Só agora é que os israelenses se lembraram de produzir esse formato, conhecido há quase uma década em muitos países (incluindo o Brasil). Nem preciso dizer que, como consumidora ávida de programas de realidade, tive que assistir o primeiro capítulo – a apresentação dos moradores da casa, construída especialmente. Como era de se prever, os 16 escolhidos seguem as divisões internas de Israel. Tem uma russa, uma árabe, um religioso, um homossexual, um machão (irmão gêmeo do homossexual...), uma patricinha, uma imigrante francesa, um yuppie, uma ex-ortodoxa... Tem também um pai e uma filha meio barraqueiros. Ah, claro, quase todos jovens e malhados (no site http://www.keshet-tv.com/bigbrother/eden.aspx tem todos os detalhes e dá para assistir o programa ao vivo, 24 horas por dia). Obviamente, é só dar tempo ao tempo para que, da mistura, saia muito conflito – justamente o objetivo da produção. Dois dias depois da entrada dos participantes da casa, o religioso, Asher, e a árabe, Ranin, já brigaram. Discutiram aos berros sobre os acordos de paz entre israelenses e palestinos. A patricinha, Miki, já é odiada por muitos, principalmente pela filha barraqueira, Einav. Enfim, não vai faltar assunto. Nada mais fácil, em Israel, do que juntar um representante de cada extrato sócio/político/econômico/religioso do país e esperar que eles discutam. Acho que aqui é um pouco mais fácil esperar brigas do que nas versões brasileiras. No Brasil, a divisão é sócio-econômica, mas tem pouca discussão política ou religiosa. Aqui a coisa é mais delicada. Cada palavra melindra uns ou outros. Em termos de produção, confesso que fiquei com saudades do Pedro Bial. O apresentador principal daqui, o Erez Tal, não tem o charme e o jogo de cintura do jornalista brasileiro. Fora isso, a produção daqui não se esforça para animar os moradores da casa com festinhas ou competições. Pelo que pude perceber, os participantes não fazem nada além de comer, dormir e bater-papo. Se continuar assim, só as discussões políticas vão salvar o programa da chateação total.
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PALIN NA INTIMIDADE

“Sarah Palin realmente é uma mulher muito especial. Sempre mantém a tranqüilidade, qualquer que seja a situação", assim Élan Frank, um cineasta israelense baseado na Califórnia, descreve a recém escolhida pelo Partido Republicano para ser a candidata a vice-presidente. Frank acompanhou Palin, que é a Governadora do Alasca, por três dias, há três meses atrás, como parte de um documentário sobre mulheres extraordinárias ao redor do mundo. Frank, de 52 anos, mora em Los Angeles há 12 anos. Ele visitou o Alasca pela primeira vez em 1983, quando estava de licença por um ano da Força Aérea de Israel, onde serviu como piloto de caça. Frank enviou equipes de filmagem para o Nepal e para o Neguev, para acompanhar duas mulheres extraordinárias, e decidiu acompanhar pessoalmente três mulheres do Alaska – uma professora, uma mulher piloto e a nova governadora. "Não planejava focalizar personagens famosos, mas a história de Palin é tão invulgar que decidi incluí-la. É a primeira dama do Alasca, o que não é algo para ser tratado como comum; sem deixar de mencionar que foi Rainha da Beleza, jogadora de basquete, pescadora e caçadora, e mãe de quatro filhos (o filme de Frank foi feito antes do nascimento da quinta criança). Eu realmente via algo surpreendente aí" ele afirmou. Depois de um mês após uma reunião em Los Angeles, Frank e a sua câmera apareceram na porta da casa de Palin. "Fui sozinho porque queria criar a possibilidade de uma real intimidade", disse ele. Ele seguiu Palin por três dias, e conseguindo um filme de quase cinco horas de metragem sem cortes ou edição. "Levantava pela manhã, dirigia para o seu escritório e simplesmente a seguia por todo o dia. A coisa mais surpreendente foi que ela nunca me pediu para parar de filmar. Eu ficava ao seu lado para tudo – ligações telefônicas e reuniões – e respondia qualquer pergunta que eu fazia; ela era muito cooperativa". Frank também registrou Palin em casa. "A filmei com a sua família, fazendo sanduíches para a sua filha depois da escola, assistindo TV. Falei com o seu marido e perguntei-lhe como se sentia ser casado com uma mulher tão dominante. Os filmei conversando sobre questões pessoais. Tive a possibilidade de registrar em filme momentos muito íntimos. Ela até mesmo tocou flauta para mim". Palin é encantadora, ele continuou. "Tive a sincera impressão que ela é uma pessoa honesta e direta. Está sempre debaixo de muita pressão, mas sempre tem um tempinho para todos". Quando perguntada sobre o apoio no passado para Pat Buchanan, cuja visão anti-israelense é de conhecimento geral, Frank disse que o apoio de Palin para Buchanan foi em relação a suas posições sobre outros assuntos e que ela não concordava com os seus pontos de vista sobre Israel. "Ela tinha uma bandeira israelense, dentre outras as coisas, surpreendentemente pendurada na parede do seu escritório, e eu filmei isso" ele afirmou. "Fiquei muito surpreso quando vi e perguntei a ela, que me disse que ama Israel e que amigos que visitaram Israel trouxeram a bandeira". "Tenho muitas filmagens autênticas que mostram o que ela realmente é. Você pode deduzir muitas coisas destas filmagens. Ela realmente é uma das nossas".
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A candidata Palin e o cineasta israelense Frank em seu escritório no Alasca
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ROUBO EM LONDRES
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Um joalheiro judeu de Hatton Garden acredita que foi vítima de um audacioso ladrão, quando descobriu que quase 300 jóias valiosas desapareceram do seu carro. O joalheiro de 60 anos, cujo nome não foi divulgado pela polícia, tinha estado em Hatton Garden, que é o bairro das joalherias em Londres. Ao redor das 16 horas, ele colocou duas sacolas com jóias no porta-malas do seu BMW e dirigiu para o norte, através do Swiss Cottage na parte noroeste de Londres, à caminho da via expressa M1. Mas em algum lugar durante o trajeto ele sentiu uma batida na traseira do seu carro quando estava preso no trânsito e, quando finalmente chegou ao seu destino, descobriu que as jóias tinham sido roubadas. Foram roubados 207 anéis de brilhante, 36 colares, 35 pares de brincos e seis alianças. Todas as peças tinham gravada a marca "CW".
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O detetive Jim Morrison, da Unidade de Crimes de Roubo e Autos de Camden, informou: "Faço um apelo para qualquer um que estava na área de Hatton Garden na tarde que ocorreu o roubo, ou que viu alguém mexer no veículo durante o trajeto da vítima por Londres, para entrar em contato conosco. Também apelo para que as pessoas informem se alguém tentar vender jóias em circunstâncias suspeitas”. |
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ESCAVAÇÕES NO MONTE SION

A Autoridade de Israel para Antiguidades informou à imprensa que arqueólogos que estão realizando escavações no Monte Sion, em Jerusalém, descobriram os restos do muro sul da cidade que datam da época do Segundo Templo, antes da era Cristã até o ano 70 da era atual, e foi construído pelos Hasmoneus, sendo mais tarde destruído durante a Grande Revolta. Também restos de um muro adicional, construído por cima das muralhas de Jerusalém séculos após, no período bizantino, foram descobertos durante as escavações. As escavações estão em andamento por mais de um ano e meio, sob a supervisão do arqueólogo do IAA Yehiel Zelinger, em cooperação com a Autoridade para Parques e Natureza e com o auxílio financeiro da Fundação Ir David. |
Como era o Grande Templo em
Jerusalém e a vista do muro externo |
As escavações estão sendo realizadas como parte das preparações para a construção do que será conhecido como o Parque Nacional dos Muros da Cidade de Jerusalém, que será uma área ao ar livre para turistas cuja finalidade também será a conservação da região ao redor da Cidade Velha de Jerusalém. O plano piloto do Parque incluirá um calçadão que margeará o lado sul do Monte Sião e continuará ao longo das margens do vale de Gan Ben Hinnon e terminando na Cidade de David. Num comunicado à imprensa emitido pelo IAA, Yehiel Zelinger, que é o diretor de escavação disse: a localização dos dois muros no Monte Sion confirma nossa teoria sobre a expansão da cidade em direção ao sul durante estes dois períodos, quando Jerusalém atingiu o seu maior tamanho. No período do Segundo Templo a cidade, com o Templo localizado no seu centro, era o ponto focal para a peregrinação judaica de todo o mundo antigo, e durante o período bizantino também atraiu peregrinos cristãos para entrarem na história da vida e da morte de Jesus. As escavações também produziram "lembranças" deixadas por escavadores que cavaram o local no século 19, incluindo os de um trabalhador com sapatos, a parte superior de um lampião a gás utilizado para iluminar os túneis e pedaços de garrafas de cerveja e de vinho.
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CONCERTO JUDAICO EM VIENA

O logo do festival de Viena
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Em meados deste mês um acontecimento histórico acontecerá em Viena. Embora não fará o mundo parar e prestar atenção, este primeiro festival dedicado à música judaica e israelense, jamais apresentado na Áustria, será certamente um evento louvável. "Quando assumi este posto há um ano, decidi que haveria festivais que a cada ano seria dedicado a uma cultura diferente" disse Bernhard Kerres que é o diretor geral do Wiener Konzerthaus em Viena. "Também estava claro para mim que o primeiro festival seria baseado na música judaica e israelense". O resultado dessa realização e determinação é o Spot On: Um festival de Jiddischkeit , que acontecerá no Konzerthaus nos dias 13 e 14 de setembro, e apresentará um número impressionante de grandes artistas judeus e israelenses e conjuntos de um vasto leque de gêneros. A lista inclui o maestro de música klezmer Giora Feidman, o famoso baixista de jazz Avishai Cohen, a veterana cantora/compositora de músicas folclóricas-pop Hava Alberstein, o megastar Idan Raichel e o jovem pianista de jazz israelense, |
radicado em Paris, Yaron Herman. “Haverá naturalmente, vários conjuntos clássicos no programa e assim como a dupla vienense de esposa-marido da vocalista Timna Brauer que sempre tem sido muito fortes na Áustria" explica Kerres. "Se você pensar no início do século 20 e pessoas como Freud e Mahler, por exemplo, você poderá ver isso muito claramente". O Konzerthaus é um certamente um palco venerável e uma vitrina musical para a música judaica-israelense. Serão quatro lugares de espetáculo com uma capacidade combinada de 3.500 pessoas, sendo que o maior deles comporta mais de 1.800 espectadores. Os concertos do festival ocorrerão durante dois dias, e freqüentemente simultâneos, começando às 9 horas da noite de 13 de setembro e das 4 da tarde no dia seguinte. No total haverá 17 exposições e entradas para o todo o festival custarão 40 euros.
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BOMBA DEMOGRÁFICA PALESTINA
A demografia foi sempre um desafio para Israel. Em 1948, quando foi fundado, tinha 650 mil habitantes, hoje tem mais de sete milhões. Agora, apesar desta explosão populacional, tem outra questão para resolver. A média de 2,7 filhos por cada mulher judia fica muito aquém dos quatro que tem cada mãe palestina. E isso preocupa as autoridades, que temem que os israelenses árabes passem a ser a maioria dentro das suas fronteiras. A criação de um estado palestiniano é um das soluções apontadas, tal como defende o primeiro-ministro, Ehud Olmert, que está para deixar o cargo. Segundo um especialista citado pelo jornal espanhol El País, «dentro de uns 20 anos, a povoação árabe que vive dentro de Israel alcançará os 30 por cento», mais dez por cento do que os 20 atuais. Para Sergio Della Pergola, professor da Universidade Hebraica de Jersulalém, «uma nação com uma minoria de 30 por cento já não é uma sociedade unitária, é binacional». Mas a preocupação dos governantes estende-se além das fronteiras, com a atenção centrada nos territórios ocupados. |

Somente uma forte corrente imigratória pode garantir a maioria judaica
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«Se juntarmos aos habitantes de Gaza e Cisjordânia o milhão e meio de árabes que vivem em Israel e os comparamos com o número de judeus israelenses, a diferença que resulta é mínima. Mas se tivermos em conta a rapidez com que cresce a população árabe, rapidamente serão mais», disse Pergola. Estes dados colocam os dirigentes israelenses perante um dilema, potenciado pelo conflito de décadas. Porém, podem ser também o segredo da sua solução, pelo menos se uma das propostas para solucionar o “problema” demográfico for a da criação de um estado palestno. Será talvez considerado um mal necessário para os governantes do estado judaico, mas Olmert já deu a entender que poderá ser a saída menos ameaçadora para o seu país. “Se chegar o dia em que a solução de dois estados fracassar e nos virmos obrigados a fazer frente a uma luta pela igualdade de direitos ao estilo sul-africano, no dia que isso acontecer o Estado de Israel acabará”, já havia dito o ainda primeiro-ministro, em Washington, depois da conferência de Annapolis, citado pelo El País.
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COMUNIDADE OUVE CANDIDATOS

A candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, participou, na residência de Adriana e Marcelo Blay, de um encontro com lideranças da comunidade judaica, na noite da última segunda-feira (01/09), promovido pela Federação Israelita do Estado de S. Paulo. Seu marido Luís Favre e o vereador Paulo Fiorilo fizeram parte da comitiva da ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. O evento fez parte de uma série, que tem como objetivo estreitar relacionamento e conhecer de perto as propostas de cada candidato à prefeitura de São Paulo. O primeiro foi com o candidato à reeleição, Gilberto Kassab. Também já está programado o terceiro encontro, com o candidato Geraldo Alckmin. Durante 45 minutos, Marta fez um breve balanço de sua gestão anterior e apresentou propostas para melhorar a cidade. A candidata da coligação Uma Nova Atitude para São Paulo contou que o que mais lhe estimulou a disputar outra vez a Prefeitura foram os sucessivos recordes de congestionamento que a cidade enfrenta. Falou também do seu plano de retomar o projeto de recuperação do Centro, transformando o Palácio das Indústrias em um museu da cidade, além de promover uma política habitacional especial para a área. A candidata afirmou que como prefeita, vai governar para todos os que moram nesta cidade, mas especialmente àqueles que precisam mais. “Vou cuidar das regiões ricas, mas vou pôr mais dinheiro nas regiões mais pobres, que necessitam mais”. No final do encontro, a candidata respondeu algumas perguntas, e se interessou pela idéia de incluir o ensino da história do Holocausto nas escolas públicas paulistanas.(Fisesp)
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ECOLOGICAMENTE CORRETO
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Para judeus, o meio-ambiente foi sempre um interesse central. Na era da eco-conciencia, a visibilidade deste sentimento aumentou. Os membros da comunidade judaica podem agora ter uma outra maneira de indicar seus valores, iniciativa da artista Miki Katagiri, baseada no Brooklyn-EUA, criadora de um protótipo para um yarmulke (solidéu) “verde”, alcunhado de “yarmulchia” por sua semelhança com o cão de estimação Chia. Embora o protótipo seja feito de feltro e plástico, o yarmulchia é um símbolo para os judeus que querem reduzir o teor de carbono na natureza. Katagiri fez o solidéu como arte ambiental, e não tinha pretendido projetar um yarmulke. Mas quando foi manchete por ostentar um na abertura da galeria de arte em Greenwich Village, de New York, um transeunte sugeriu que sua coberta poderia ser usada como um yarmulke. Katagiri disse que o yarmulchia atualmente não está disponível nas lojas, mas poderia ser feito por encomenda. |
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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CHAPA McCAIN-PALIN
Barack Obama venceu as primárias para candidato democrata à presidência porque, além de ser um grande orador, identificou desde o início, e acabou personificando, a aspiração da maioria dos eleitores americanos: “mudança”. Em meio à guerra e ao declínio econômico, e após oito anos com um republicano na Casa Branca, era natural que os americanos quisessem eleger um presidente democrata – mas isso não explica a sua vitória sobre Hillary Clinton e os outros pré-candidatos. O povo estava cheio da paralisia em Washington e das altercações entre os dois partidos. Se por um lado seus três anos como senador federal não davam a Obama o preparo ideal para a presidência, por outro permitiam-lhe dizer que não havia sido contaminado pela politicagem de Washington. Hillary e outros atacaram ferozmente a sua inexperiência, porém os democratas queriam uma verdadeira mudança e não apenas um retorno à dolce vita dos anos 90. John McCain, candidato republicano à presidência, está no congresso há vinte e seis anos mas sempre foi um político atípico: várias vezes votou contra o seu próprio partido e propôs leis em colaboração com democratas.
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À beira da derrota nas primárias, McCain “apostou tudo” no sucesso do impopular reforço do exército americano no Iraque (o qual ele havia preconizado e Bush adotado): “prefiro perder a eleição do que a guerra”! O reforço deu certo e McCain, apesar de não ser considerado um “republicano leal”, foi eleito pela base do partido. Herói da guerra do Vietnã, McCain fez o maior uso possível do seu preparo, contrastando-o com a inexperiência de Obama e chegando quase a empatar nas pesquisas. Obama, que caracterizara um possível governo McCain como “nada mais do que Bush III”, contra-atacou escolhendo como companheiro de chapa Joe Biden, senador experiente em política externa mas em Washington há mais tempo até do que McCain. Convencido de que na eleição presidencial “mudança” acabaria novamente derrotando “experiência”, McCain usou a brecha oferecida por Obama para “apostar tudo” numa nova tática: “Eu, que sempre combati a corrupção e o desperdício em Washington, que sempre coloquei os EUA acima do meu partido, que cooperei com a oposição para resolver os problemas do país – vou sacudir Washington e lutar ao lado do povo”. E para provar isso, surpreendendo todo o mundo, escolheu Sarah Palin, a pouco conhecida governadora do Alasca, como sua vice-presidente – a primeira republicana, casada com um trabalhador membro de um sindicato, mãe de cinco filhos, ex-jogadora de basquete, ex-miss, pescadora, caçadora e anti-aborto. Como prefeita de uma pequena cidade reduziu o imposto predial. Como supervisora de ética da Comissão de Petróleo e Gás denunciou as ilegalidades e conflitos de interesse do seu próprio partido. Derrotou o governador republicano na primária e o ex-governador democrata na eleição, e como governadora há menos de dois anos aumentou os impostos das companhias petrolíferas, reembolsou 1.200 dólares para cada cidadão e suspendeu o imposto sobre a gasolina. Sarah Palin energizou a base do partido republicano e pode conquistar uma minoria importante dos partidários de Hillary. Deu dois excelentes discursos, mas ninguém sabe como vai se comportar nas entrevistas e no debate com Biden. O certo é que, com uma jogada de altíssimo risco, McCain tornou a eleição mais interessante e imprevisível.
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WOODY ALLEN EM HAIFA

O filme "Vicky Cristina Barcelona", do diretor Woody Allen, abrirá o 24º Festival Internacional de Cinema em Haifa no dia 14 de Outubro. O filme que fez a sua estréia no Festival de Cannes de 2008, é protagonizado por Penélope Cruz, Javier Bardem, Scarlett Johansson e Patricia Clarkson, e conta a história de duas jovens mulheres americanas num feriado de verão em Barcelona, e de um triângulo amoroso criado entre elas, um artista carismático e a sua ex-esposa. Cerca de 170 filmes serão mostrados no festival deste ano e inclui uma reapresentação impressionante dos filmes que tomaram parte nas competições oficiais do Festival de Cannes. Os filmes mais proeminentes que participarão incluem o de Laurent Cantet "The Class" que ganhou a Palma de Ouro em Cannes, "Gomorra" de Matteo Garrone que ganhou o Grande Prêmio do festival, o filme de Nuri Bilge Ceylan "Three Monkeys" que ganhou o prêmio de melhor diretor, e o de Kornél Mundruczó "Delta," que ganhou o Prêmio Fipresci concedido pelo júri de críticos internacionais. O filme de Paul Schrader "Adam Ressurrected", baseado no romance do escritor israelense Yoram Kaniuk, fará sua estréia israelense no Festival de Cinema de Haifa, e o elenco inclui Jeff Goldblum, Derek Jacobi, Willem Dafoe e Ayelet Zurer. O festival também incluirá um evento em honra ao diretor, escritor e ator israelense Eitan Green, e também exibirá o seu novo filme "It all Begins at Sea".
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Filme de Woody Allen abrirá Festival Internacional de filme de Haifa
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KKK

Difamações anti-semitas da KKK na Internet
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Esta semana o ‘Harry’s Place’, que é um blog político inglês muito popular, foi retirado da Internet depois de uma controvérsia envolvendo uma conferencista anti-sionista. Jenna Delich, que é assistente para estudos empresariais do The Sheffield College, foi suspensa pelo União Acadêmica e pela Universidade, pela sua participação num fórum por emails para os membros da União quando postou um link para um artigo anti-Israel do website de David Duke que é um racista americano. Mas um bloggeiro habitual do ‘Harry’s Place’, que escreve sob o pseudônimo de David T, informou que o seu site foi retirado, depois da cobertura do incidente que criticava a Sra. Delich. Ele informou que a empresa que hospeda o ‘Harry’s Place’ na Internet, a ‘Daily.co.uk’, não explicou a decisão de retirar o site e somente informou que recebeu queixa sobre supostos "comentários caluniosos”. Depois de questioná-los, informaram que foi o comentário de Delich. Também contou que tinha informado ao ‘Daily.com.uk’ que o material em questão não era difamatório. Na quinta-feira passada, Delich escreveu aos ativistas listados pela UCU, que é um fórum de emails utilizado por várias centenas de membros da união dos palestrantes. A mensagem continha um link para um artigo anti-Israel escrito por um Joe Quinn e contido no website de David Duke. |
O website, entre outras coisas, lista links para artigos escritos pessoalmente pelo Sr Duke – que já foi o ‘Grande Mago da Ku Klux Klan – que inclui "A Hipocrisia do Supremacismo Judeu" e a "A Bomba da Assistência Social Governamental para os Negros Está Prestes a Explodir”. A União já tinha rejeitado uma queixa contra observações feitas por ela na lista dos ativistas, na qual incluía referência ao governo "genocida" de Israel.
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FAMÍLIA HITLER EM ISRAEL

Em uma nota publicada no site do Aish.com, em Israel, uma reconhecida organização judaica que transmite valores judaicos, afirmava que o sobrinho neto do Hitler vive atualmente em Israel e que se converteu ao judaísmo. Trata-se do Dr. Daniel Brown (nome fictício) que trabalhava já há anos em uma reconhecida universidade Israelense e é professor em temas judaicos... Brown vive em Israel há 35 anos e conta que seus filhos eram ofendidos por companheiros de escola quando sabiam de sua origem. Segundo Brown muitos descendentes de alemães se converteram ao judaísmo, a maioria deles de acordo com a tradição ortodoxa e que vivem em Israel. Brown conta que "o nome da minha avó era Erna Petra Hitler (depois da guerra tirou a letra T e ficou Hiler). Seu segundo marido se chamava Hans Hitler, que era sobrinho do Fuhrer. Mas ele não sabia de nada, era suave e amável.
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Mas minha avó era uma nazista extrema, antes mesmo da guerra já acreditava na ideologia nazista, também durante e depois. Ela se orgulhava que seu sogro era o irmão de Hitler, mesmo que ele havia se distanciado da política e era proprietário de um café em Berlin, mas como sabiam que era irmão, a elite nazista freqüentava em massa seu negócio. "Quando meu avós nos visitavam", prossegue Brown, "eles chegavam em um Mercedes preto, que era um símbolo de status, e chamava atenção quando entrava no simples bairro que minha mãe e eu vivíamos"Brown nasceu em Frankfurt em 1952, com pais protestantes, e ambos serviram ao Wermacht. Brown foi criado por sua mãe logo depois do divórcio e do abandono de seu pai de casa. Brown disse que sua mãe sempre lhe contou toda a verdade do ocorrido, e que quando descobriu o livro "Mein Kampf" leu imediatamente. Apesar de sua família ter tentado que ele entrasse no exército, Brown virou um pacifista e por questões religiosas conseguiu não ter que se alistar. Começou a estudar Teologia, e em um de seus cursos aprendeu sobre Judaísmo e Hebraico. Diz ter se surpreendido pelo que estudou. "Quanto mais estudava Judaísmo, mais encontrava motivos que me incomodavam na minha fé". Em 1977 decidiu visitar Israel e foi estudar na Universidade de Jerusalém um pouco mais sobre judaísmo. Brown conta que acabou ficando mais tempo e acabou por estudar na yeshivá Mercaz Harav. Ele considera que sua conversão não foi influenciada como um modo de expiar os pecados de seus familiares, mas sim por questões religiosas e teológicas. Em 1979 se converteu e casou com uma alemã também convertida e também acadêmica, e conta que sua mãe o aceitou como judeu, talvez por medo de perder seu único filho. Ela esteve também na cerimônia de Bar-Mitzvá de seus três filhos. Brown conta que quando seu filho participou da Marcha da Vida, na Polônia, para visitar os campos de concentração, disse que "estive nos campos de concentração e pensei como os avós de todos meus companheiros estavam dentro do campo e meu avô do lado de fora. Meus companheiros foram a estes campos por seu passado e eu fui para observar, me senti muito mal". Dr. Brown conta que nunca escondeu sua origem e que uma vez um aluno da universidade falou: "talvez seu avô fez sabão do meu avô". Também diz que tem pelo menos 300 alemães convertidos ao judaísmo e que vivem em Israel, e que os casos mais conhecidos são os de Katrin Himmler, a segunda sobrinha do comandante nazista da SS Heinrich Himmler. Ela se casou com um israelense, e também uma outra história, de Oscar Ada, membro da Luftwaffe que mudou de nome para Asher e se casou com uma sobrevivente do holocausto e trabalha como guia turístico em Israel. Traduzido por Fernando Bisker (JCLE Morashá), do jornal "La voz Judia" que cita como fonte: "Jewish Action, the magazine of the OU" |
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Direitos Humanos Palestinos
O grupo de direitos humanos dos palestinos Al-Haq acusou a Autoridade Palestina de enfraquecer a independência judicial na Cisjordânia ocupada e de ter apelado pela interveniência de doadores Ocidentais. Shahwan Jabbarin, que é o diretor do Al-Haq, afirmou que os serviços palestinos de segurança na Cisjordânia, onde a facção do Fatah do Presidente Mahmoud Abbas controla a região, e o Hamas controla a Faixa de Gaza, funcionavam ilegalmente e "dirigiam o país". "Digo aos doadores que já é tempo para que pressionem a Autoridade Palestina para colocarem em prática o compromisso para que o Judiciário funcione de modo independente", Jabbarin informou aos repórteres. Jabbarin informou que tribunais militares emitem ordens de prisão contra civis e subvertem e enfraquecem o sistema judiciário civil, que já passou por reformas e melhoras na Cisjordânia. Al-Haq informou que tinha registrado a prisão de 280 palestinos por motivos políticos na Cisjordânia, e de 100 na Faixa de Gaza. "Submeter civis sob a jurisdição militar infringe severamente os direitos fundamentais dos palestinos e vai contra as regras das leis", Jabbarin disse. O Primeiro-Ministro Palestino Salam Fayyad disse que as autoridades tinham cometido alguns erros, mas adicionou que permanecia comprometido com uma reforma judicial e de segurança para a Cisjordânia. O Hamas negou qualquer motivação política nas prisões que suas forças executaram em Gaza.
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Guerrilheiros do Hamas praticam “direitos humanos” ao invadirem escritório
de Abbas em Gaza, pisando sobre seus documentos durante expulsão da ANP, em junho de 2007 |
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BORIS ROSENFELD
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Baruch Tuvia Rosenfeld
(Boris Rosenfeld) e família
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Estudei na Faculdade de Belas Artes, hoje na Vila Mariana em São Paulo, outrora na Praça da Luz. Apos formar-me, em busca de um conteúdo de vida , fiz aliah para a terra santa de Israel ,onde por 5 anos fui oleh chadash ( morei em kibutz ,moshav, ieshiva etc. etc. ). Continuei procurando conteúdo para a vida e fiz ieridah (voltei ao Brasil ), e continuei dedicando-me às artes ,desta vez no museu Lasar Segal, onde me especializei em gravura de metal e fiz algumas exposições. Fui procurar shiduch (casamento) nos EUA e na Argentina, até que aos 45 anos de idade conheci em Erets Hakodesh (terra sagrada), Yerushalaim, minha esposa Einat ( que também é artista na área de videoclip ) israeli (os pais são argentinos, por que não existe nada perfeito na vida).
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E agora sou toshav chozer, ou seja, oleh iashan , ou mais correto “residente de retorno”. Faço pequenas atividades com grupo de crianças do bairro, e vez por outra minha esposa vende alguns dos meus desenhos, e tenho uma bolsa de estudos no Kolel (casa de estudos de Torah ). Quanto às minhas artes, são por natureza expressionistas, ou seja não descrevem a exatidão da imagem, mas também não são abstratas. Busco realçar as cores da vida e o movimento das figuras, transmitindo o sentimento de alegria . Por trás da plasticidade coloco um conteúdo universal que traz a mensagem do Eterno Criador, dando vida à suas criaturas. Meu e-mail: rosenfeldsofer@msn.com |
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ESPAÇO SOCIAL

OS 85 ANOS DO FROIEN FARAIN NO COPA (fotos:I.Markman)

POSSE MINISTRO LUIZ FUX NA ACADEMIA

FEDERAÇÃO ISRAELITA DE MINAS GERAIS

Foi eleita a nova diretoria executiva da Federação Israelita de Minas Gerais, para o biênio 2008/2010.
Presidente- Sílvio Musman e Vices- Marcio Kac e Eduardo Kuperman




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Faço parte da produção de um programa da Comunidade Judaica chamado Le Haim! e notei que ele não está incluso no quadro azul (Prestigie os veículos de comunidacação judaica) inserido no final da página das "Notícias da Rua Judaica". O programa Le Haim! está no ar há 8 anos e é exibido na TV Aberta São Paulo. Gostaria de inserir o nome do programa neste espaço.Segue, em anexo, uma apresentação do programa Le Haim! Atenciosamente,
Viviane Carvalho-Produção Le Haim!
Prezado Osias, envio o endereço do novo blog da Rede Inclusiva http://rede-inclusiva.blogspot.com/
Claudia Grabois
Ótimo, meu caro, mas não nos tira o direito de fazer através de sua e nossa Rua Judaica, que e bem lida e como vc disse ela assinou um compromisso, que vejam o outro lado da moeda.........democraticamente falando ........agora qdo aqui colocamos o tal do paz agora como naturei carta e moradores de meassarim......e revoltante e me causa náuseas...............abraço
abram sztutman
Mais uma vez, parabens pelas "Noticias da Rua Judaica".Gostari de te perguntar se conheces a citação de David Ben Gurion que disse:-"Gostaria que Israel não fosse lembrado apenas por suas vitorias militares,mas sim pro seus avanços tecnologicos e cientificos".lembra-te a fonte desta citação? Você é o meu guru.
Jayme Gudel
Shalom! No domingo passado (24/08), denunciei no Safernet a existência de duas comunidades anti-semitas, anti-sionistas e anti-Israel no Orkut: - "Eu não suporto o sionismo"; e - "Palestina livre p/ palestinos". O número do registro é: 414430298534291.
Jorge Bastos Furman
Ótima idéia do Paulinho Rosembaum. Serviço de busca de parentes.
Abrahao Isarael Pitkowski
Bom dia ! Tudo bem? Gostaria de receber a newslatter da Rua Judaica! Agradecida e felicidades!
Nadia Stabile – São Paulo
Gostaria de receber esta publicação através de meu e-mail.
Jane Schvartzer
Prezado Jornalista Senhor Osias Wurman,
Agradeço o envio de mais uma edição da Notícias da Rua Judaica lido com grande interesse e atenção.Aproveito a oportunidade para cumprimentar o Senhor e sua Equipe por este brilhante trabalho de divulgação.Atenciosamente,
Elisabeth Bronfen-Presidente Centro WIZO Minas Gerais
Osias, obrigada pelo maravilhoso sempre bem vindo informativo, com grande conteúdo.Poderias enviar para o meu filho Julio Garber
Stella Garber
O meu amigo Antonio Valente gostaria de receber o email Noticias da Rua Judaica.
Rejane Clapauch
DEIXEI DE RECEBER ESSE JORNAL ,QUE TENHO MUITA CURIOSIDADE DE LER ,POIS ME DA INFORMAÇOES GERAIS DO MUNDO ESPERO CONTINUAR RECEBENDO,DESDE JA AGRADEÇO ATENÇAO
ANNA BIRSZTEIN
Venho por meio deste, solicitar que adicione na lista de recebimento de E-mail`s do Informativo "Notícias da Rua Judaica" o E-mail abaixo.
Alberto Nudel
OI OSIAS. VENHO POR MEIO DESTA COMUNICAR O MEU NOVO ENDERECO ELETRONICO.POR FAVOR GOSTARIA DE CONTINUAR RECEBENDO OS BOLETINS COMO ATE AGORA. MUITO OBRIGADO .
HANNA de (ISRAEL)
Será que essa guerra de publicidade, não favorece Israel em verificar o tamanho da imprudência do Irã? Ou isso tudo prediz o renascimento de outra Babilônia? Quem será que irá servir de "manequim" para o Manto e para o chapéu de côco feito de ouro de tolo? Sedução para que seja armado o grande palco com atrativos inexperados e inconseqüentes que, certamente, consumirão milhares de inocentes. Outra coisa, será que irão permitir que essa onda de terrorismo realmente crie raizes em nosso querido Brasil? Que responda a Agência Brasileira de Informações, já que ela sabe de tantas coisas! O que é que o Brasil tem com isso? Ah! Faz parte da globalização. O pacote é completo. Somos pacatos, receptivos, amorosos, gostamos da paz, abertos ao diálogo, respeitamos as cores os credos e os times de todos. Temos muitos problemas internos, tantos Artaxerxes, mas... será que isso tudo faz sentido? Para quem quer viver em paz e buscar uma vida harmoniosa? Precisamos de empregos e de acabar com a fome. Precisamos de educação, de profissionalização, de homens e mulheres com caráteres depurados, primorosos, para construir um Brasil que os brasileiros esperam, e um mundo que reine a paz. Um amigo meu disse que essa sonhada vida só lá no céu. Lamentável não é? Bom, pelo menos já é uma esperança, existe um lugar gostoso para se viver. Muitos poderão dizer-me: "Você é inocente, bobo, sonhador!" Mas, que eu seja assim então, porque há uma grande luz no final do túnel, ainda bem que existe ao nosso dispor uma grande e forte ponte, uma Cruz vazia. Em tempo, as formas organizadas caminham para a involução, para a desorganização. É ciência e Bíblico.
Rangel Pereira da Silva - Pirajuí-SP.
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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