Edição 111 Domingo, 08 de Março de 2009
 
 
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


- Principal testemunha dos desmandos investigatórios do caso AMIA foi seqüestrado e torturado na Argentina.

- Ehud Barak, do Avodah, diz estar pronto a ingressar no governo de Bibi Netanyahu.

- Hamas comemora a renúncia do premiê palestino Salam Fayyad, considerado um inimigo do terror.
- Emirados Árabes Unidos recusa dar visto para representante israelense participar em evento de comercio mundial.
- Policia sueca reprime violenta manifestação anti-israelense no torneio de tênis da Copa Davis.
- EUA anuncia ter estabelecido contato direto com o governo sírio.
- Iranianos anunciam ter mísseis Shahab-3 direcionados para todas as instalações nucleares de Israel.
- Hezbollah comemora iniciativa britânica de aproximação diplomática.




Osias Wurman
Jornalista


MILAGRES E MARAVILHAS

Hillary Clinton, a simpática Secretaria de Estado americana, passou como um tufão pelo Oriente Médio.


Abordou vários assuntos de forma superficial, lançando teses e teorias surradas pelo fracasso. Em Jerusalém, Hillary disse que as novas construções nos assentamentos israelenses da Cisjordânia eram um grave entrave para a paz.

Na Cisjordânia, pediu a solução de dois Estados para dois povos. E, em todas as ocasiões, deixou claro que o Hamas tem que reconhecer o Estado de Israel, como condição inicial para qualquer conversa. Prometeu uma ajuda de 990 milhões de dólares para reconstruir Gaza, mas disse que só entregaria o dinheiro para a ANP de Mahmoud Abbas. Também deixou vazar a informação de uma iminente aproximação dos EUA com a Síria.

Convém analisar cada item das manifestações de Hillary.

Dizer que as novas construções nas áreas administradas por Israel, na Cisjordânia, são entrave para a paz, é chover no molhado. Até os que advogam o direito de expandir as colônias sabem que esta ação vai contra os acordos de paz anteriormente assinados ou rascunhados. Mas será que a Secretaria de Estado americana ignora que, em 2005, Sharon saiu totalmente de Gaza, devolveu todo o território para a ANP e, apesar do gesto de boa vontade, o povo de Israel tem recebido, desde a época, como recompensa, apenas votos de “paz e tranqüilidade” trazidos pelos milhares de foguetes Qassam e morteiros que caem em seu território, quase que diariamente?  Se ocupar e construir na Cisjordânia são danosos para a paz, quem garante que demolir e devolver territórios será garantia assegurada para a tranquilidade nas fronteiras? O passado não garante esta afirmação!

Falar e repetir que a solução de dois estados é a que deve imperar na região, é repetir o que a maioria dos israelenses e dos palestinos desejam. Entretanto, há 60 anos, o Estado de Israel cresce e floresce, enquanto os países árabes estimulam os palestinos a manterem-se como refugiados e dependentes de auxílios internacionais, no intuito de eternizar o problema para não reconhecer a existência de Israel. E aí vem Hillary e diz que o Hamas tem que reconhecer Israel e o direito de existir de um estado judeu.  Gostaria de perguntar à secretaria, com quem do Hamas ela pretende dialogar sobre este assunto e suas conseqüências? Sabendo que, na carta de fundação do Hamas, um dos artigos pétreos, ou seja, imexíveis, é a destruição do Estado de Israel, como imaginar que pode haver diálogo com fundamentalistas suicidas?

Falando da ajuda de quase um bilhão de dólares para reconstruir Gaza, a secretaria Hillary Clinton disse desejar entregar o dinheiro para a ANP-Autoridade Palestina. Até aí tudo certo.  Mas não explicou como uma suposta autoridade, expulsa de parte de seu próprio território, a Faixa de Gaza, pelo terror do Hamas, poderá efetuar as obras tão urgentes e necessárias, num local onde nem pode entrar? Mais grave é a intenção de aproximação com a Síria, entendendo-se que esta ação visa a afastar o país da esfera de influencia do Irã. Será que Assad tem coragem de fazê-lo, correndo o mesmo risco do falecido Hariri do Líbano, que foi explodido na rua por desejar uma aproximação com o ocidente?

No caso do Irã, a secretaria deixou claro que a coisa será tratada de forma diferente. E o governo de Israel voltou a manifestar a preocupação com a evolução dos planos de energia nuclear na ditadura dos aiatolás. Ahmadinejad não brinca em serviço e tem que ser levado a serio.

É o Haman de nossa geração. Assim como narra o livro de Esther, que estamos lendo nesta festa de Purim, os persas da época bíblica, que deram origem ao Irã de hoje, desejavam destruir o povo judeu, no governo de Assuero. Seu ministro Aman tramou a destruição, mas Mordechai o judeu, e a Rainha Ester, conseguiram contornar as idéias do rei e a maldição caiu sobre o próprio Aman. Passados 2.450 anos deste episódio, aqui estamos nós, judeus e judias, destinados à eternidade, e empenhados em fazer com que o mundo seja cada vez melhor e mais justo.

E Ahmadinejad, assim como seu antepassado e inspirador Haman, também será derrotado. Para a glória e júbilo de todos que amam a paz e a tranqüilidade no mundo.

CHAG PURIM SAMEACH , é tempo de milagres e maravilhas !!!



 
 

OUTRO TRATORISTA ASSASSINO


O corpo do motorista suicida ao lado do trator que dirigia.


O condutor de uma escavadeira foi morto pela polícia israelense nesta quinta-feira, após colidir com uma viatura policial em uma estrada em Malha, em Jerusalém Ocidental. A polícia diz estar tratando o incidente como um ataque terrorista, já que dois atentados com as mesmas características envolvendo trabalhadores de construção palestinos foram cometidos no ano passado. De acordo com testemunhas, a escavadeira estava em alta velocidade na estrada Begin, que liga Jerusalém Ocidental a Jerusalém Oriental, e arrastou o carro da polícia. "Vi o carro da polícia ser arremessado no ar", disse um motorista de táxi a uma rádio israelense. "Ele o sacudiu duas vezes e continuou arrastando o veículo em direção a um ônibus que estava parado no trânsito." O taxista disse ter dado quatro tiros no motorista da escavadeira e "depois um policial veio com seu M-16 (rifle automático) e terminou o serviço". O motorista morto, que não foi identificado, foi levado ao hospital em uma ambulância e declarado morto ao chegar no local. As relações entre israelenses e palestinos permanecem muito tensas após a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza. Em julho do ano passado, um palestino matou três israelenses e feriu outros 45 ao colidir com sua escavadeira em alguns ônibus e carros em uma das principais ruas de Jerusalém antes de ser morto a tiros. Três semanas depois, 16 pessoas foram feridas em um incidente parecido, e o responsável pelo ataque também foi morto. Ataques de militantes suicidas da Cisjordânia em Jerusalém diminuíram consideravelmente após atingir um pico no início dos anos 2000. As investigações indicam que atentados recentes parecem ter sido praticados principalmente por indivíduos de Jerusalém Oriental, de maioria árabe.


 
 

A NAMORADA DE LINDSAY LOHAN

A atriz Lindsay Lohan planeja se converter ao judaísmo para mostrar o seu compromisso com sua namorada judia D.J. , Samantha Ronson, segundo o britânico Daily Mail Online. Lohan, de 22 anos, anunciou na sua página no Facebook que planeja deixar a sua fé católica e, em seguida, voou para Londres para comparecer ao bar mitzvah de Joshua, que é meio-irmão de Ronson, segundo o informe. "Ela está agora estudando o judaísmo. Ela já estudou a Igreja da Cientologia, tentou a Cabala e agora isto. Acho que é apenas mais uma fase", afirmou o seu afastado pai Michael Lohan, que se tornou um cristão renascido e depois um pastor, após um período na prisão, conforme citado pelo Daily Mail. "Mas de qualquer forma, ela está envolvendo D’us em sua vida e estou feliz com isso", disse ele.


As noivas Samantha Ronson e Lindsay Lohan.


 
 

SHOLEM ALEICHEM


Carregando um bolo e traduções das obras de Sholem Aleichem, cerca de 50 jovens ativistas da comunidade judaica de Kiev, na Ucrânia, comemoraram o 150º aniversário do famoso escritor em iídiche na sua cidade natal de Pereyaslav-Khmelnitsky. Nascido Sholem Naumovich Rabinovich, este popular humorista é mais conhecido por suas histórias sobre Tevye o leiteiro, que inspirou em 1964 o musical "Violino no Telhado". "É emocionante que é a geração mais jovem que está comemorando o aniversário de Sholem Aleichem", afirmou Chaim Chesler que é o fundador da União Limmud da Ex-União Soviética (Limmud Former Soviet Union = FSU), que patrocinou a viagem, antes do embarque no avião de volta a Israel. "Eles são atraídos pelas suas obras, devido ao seu humor atemporal; e que apesar de tudo é o que manteve o povo judeu vivo durante todos estes anos, não obstante o que sofremos o nosso humor é a nossa fé". A Limmud FSU, que organiza eventos culturais judaicos na Europa Oriental e em Israel, escolheu Sholem Aleichem como o tema central para os seus eventos deste ano, incluindo a sua "Mega Conferência" em Jerusalém, em julho. A Limmud FSU comemorou o legado do escritor no Beit Sholem Aleichem, em Tel Aviv, com o Prefeito Ron Huldai.


 
 

VATICANO DIZ QUE PIO XII SALVOU

O papa Pio XII (1939-1958) ordenou que os mosteiros dessem cobertura aos judeus perseguidos pelos nazistas, segundo um documento de 1943 achado num convento de freiras agostinianas de Roma, informou hoje "Rádio Vaticano". Segundo a fonte, uma nota extraída do "Memorial das Religiosas Agostinianas do Mosteiro dos Quatro Santos Coroados de Roma" traz a seguinte mensagem: "O Santo Padre quer salvar todos os seus filhos, também os judeus, e ordena que os mosteiros deem hospitalidade a estes perseguidos". O documento inclui ainda os nomes de 24 pessoas que foram recebidas pelo convento. "Trata-se de um documento muito importante, já que é escrito" à mão, o que confirma os vários testemunhos orais sobre o trabalho de Pio XII a favor dos judeus durante a perseguição nazista, destacou hoje à "Rádio Vaticano" o jesuíta Peter Gumpel, postulante da causa de beatificação do falecido papa. Pio XII, que liderou a Igreja Católica de 2 de março de 1939 a 9 de outubro de 1958, é acusado de antissemitismo por muitos historiadores e líderes judeus por não ter enfrentado com força suficiente o regime de Hitler, algo sempre negado pelo Vaticano.



A polemica figura de Pio XII volta à discussão.

Gumpel acrescentou que, naqueles anos de perseguição (do nazismo) de "situações como as que eram vividas em Roma, uma pessoa prudente não colocava muitas coisas por escrito, já que havia o risco de elas caíssem nas mãos dos inimigos e de serem adotadas medidas ainda mais hostis contra a Igreja Católica". "A obra de salvamento de Pio XII, confirmada também por fontes judaicas, foi feita mediante mensagens pessoais, mediante sacerdotes que eram enviados a instituições e casas católicas de Roma, à universidade, aos seminários, às paróquias e aos conventos de freiras, sempre com a mensagem 'Abram as portas a todos os perseguidos pelo nazismo'", o que significava 'primeiro, os judeus'", afirmou Gumpel. O jesuíta reiterou que o novo documento desarma todos aqueles "que de maneira persistente querem denegrir Pio XII e toda a Igreja Católica". Além disso, declarou esperar que o papa Bento XVI assine o decreto que abrirá caminho para a beatificação de um de seus antecessores. EFE


 
 

Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

MUITO BARULHO POR NADA?

Uma das principais histórias da semana, por aqui, começou quando o jornal "Yediot Aharonot" publicou uma pequena nota na última página de sua edição de terça-feira passada. Em poucos parágrafos, a  matéria revelava que um oficial importante do exército havia sido visto numa boate de strip-tease no sul de Tel Aviv rodeado de mulheres seminuas, fumando charuto e consumindo bebidas alcoólicas. A identidade do tal oficial não demorou a ser revelada: tratava-se do almirante Eli Marom, de 53 anos, o respeitado comandante da Marinha israelense, no cargo desde agosto de 2007.

O caso reúne ingredientes mais do que picantes: um importante membro da cúpula militar, casado e pai de três filhos, envolvido com dançarinas de bordel. Aos poucos, mais detalhes tornaram a fofoca ainda mais picante. Num primeiro momento, Marom alegou que foi à boate a convite de um amigo que comemorava aniversário. Depois, admitiu que visitou o local mais de uma vez.

Segundo fontes que trabalham na boate, ele seria frequentador assíduo da boate. "Que coisa, como ele nos enganou! Sempre que vem, ele fala em inglês na entrada", disse uma dessas fontes ao "Yeditot". "Ele também pede bebidas em inglês", continuou a fonte. Uma das dançarinas disse jurar que o cliente era um trabalhador estrangeiro chinês (o avô de Marom era chinês).


 


O almirante pediu desculpas ao comandante das Forças Armadas, Gabi Askanazi, que apenas o repreendeu verbalmente. Mas muitos dentro do Exército ficaram ressabiados com a revelação e advogam uma punição exemplar. Eles alegam que não cai bem a um almirante, casado ou não, ser visto num clube de strip-tease. Seria uma falha moral que não cabe num país onde as Forças Armadas desempenham um papel tão primordial. Alguns parlamentares do Knesset pediram que Eli Marom seja afastado do cargo.

Há quem acredite, no entanto, que trata-se de uma tempestade em copo d’água. Os defensores do almirante alegam que o que um oficial faz em suas horas vagas, e anonimamente, não é da conta de ninguém. Afinal, qual é o problema de ir a uma boate com mulheres nuas? É crime? Um monte de homens faz isso.

O debate em torno do caso é intenso. Até porque não falta, em Israel, histórias de coronéis e generais mulherengos, chauvinistas, machistas e afins. E muitas boates no sul de Tel Aviv são mais antros de prostituição, de tráfico ilegal de mulheres e de ações do crime organizado do que apenas locais de danças exóticas. Seria papel dos oficiais israelenses servir de modelo moral? Ou basta que cumpram ordens e defendam bem o país? Se alguém espera que eu dê uma resposta, vai ficar esperando. Deixo cada um com sua verdade.


 
 

CABELOS DE AUSCHWITZ

O fabricante alemão de auto peças Schaeffler utilizou o cabelo dos prisioneiros de Auschwitz para fabricar têxteis durante a Segunda Guerra Mundial, conforme pesquisadores poloneses. Numa entrevista à TV alemã Spiegel o Dr. Jacek Lachendro que é o chefe-adjunto do departamento de pesquisas do Museu de Auschwitz declarou que as quase duas toneladas de cabelos que são exibidas em Auschwitz foram encontradas numa fábrica em Kietrz Schaeffler ao final da guerra.

Ele acrescentou que ex-trabalhadores da fábrica tinham informado que em 1943 dois carregamentos por trem foram entregues à fábrica em Kietrz. As autoridades polonesas encontraram vestígios de Zyklon B que foi o gás utilizado para matar mais de 1 milhão de judeus nas câmaras de gás de Auschwitz.


 
 

CONVERSÕES E RELIGIÃO

Os judeus são menos prováveis do que os católicos ou protestantes para mudarem as crenças, embora a troca religiosa no país tenha aumentado desde 1965, conforme um estudo divulgado esta semana pelo Comitê Judaico Americano (“American Jewish Committee”). A maioria dos que deixaram o Judaísmo não se afiliaram a outra religião. Muitos continuam a se identificar como judeus num sentido étnico ou cultural, concluiu o autor do estudo, Tom W. Smith que é o diretor da “General Social Survey” do Centro de Pesquisas sobre a Opinião Nacional da Universidade de Chicago. "As perdas de judeus são desproporcionais em relação aos de outras religiões" disse ele.

Com 76 por cento que conservam a sua fé, os judeus são mais "religiosamente estáveis" do que os católicos (73 por cento), enquanto que oito de cada dez protestantes permaneçam protestantes as suas denominações específicas retêm uma percentagem muito menor de seus membros – que podem ser atingir apenas 16 por cento em um caso. No entanto, tal como os seus homólogos cristãos, o judaísmo está perdendo mais adeptos do que ganha. Para melhorar estes números o estudo recomenda que os judeus aumentem as oportunidades sociais e religiosas educacionais para as crianças, para se aproximarem dos cônjuges não-judeus de casamentos mistos e ativamente recrutem convertidos - uma prática que tradicionalmente é desencorajada, principalmente no ramo Ortodoxo. O estudo, que incluiu cerca de 1.000 judeus, 31.000 protestantes e 15.000 católicos, foi seguido de um relatório recente do “Pew Forum on Religion & Public Life” que revelou que cerca de 44 por cento dos Americanos deixaram a religião na qual foram criados, se forem incluídos os que mudaram as denominações protestantes. Citando a pesquisa anterior Smith concordou que fatores como a participação na educação religiosa quando ainda criança, ser mulher, casar com alguém da mesma fé e a identificação com uma religião ‘étnica’ – tal como o judaísmo – contribui para uma menor troca de religiões.


 
 


ITÁLIA FORA DE DURBAN II

A Itália anunciou nesta quinta-feira que irá retirar sua delegação das negociações para a Conferência Durban II da Organização das Nações Unidas (ONU), que deverá ocorrer em abril na Suíça. O anúncio foi feito pelo ministro das Relações Exteriores do país, Franco Frattini, que alegou que a decisão foi tomada devido às "frases agressivas de tipo anti-semita" presentes no projeto da declaração internacional sobre o racismo.

O encontro tem o objetivo de rever a Declaração Mundial Contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância criado em 2001, em Durban, na África do Sul. Os Estados Unidos, o Canadá e Israel já anunciaram que não participarão da cúpula.


 
 

CURVANDO-SE AO RACISMO

O tenista israelense Andy Ram criticou a Federação Internacional de Tênis por autorizar portões fechados no confronto entre sua equipe e a Suécia, pela primeira rodada do Grupo Mundial da Copa Davis. "Dizem que é ruim, mas não fazem nada para solucionar. A ITF tem que atuar", comentou Ram, especialista em duplas, sobre a série a ser disputada no Baltiska Hall da cidade sueca de Malmoe. Segundo ele, a Federação Internacional deveria ter ameaçado as autoridades suecas com a disputa em local neutro se fosse mantida a proibição à presença de torcedores. A Prefeitura de Malmoe, governada por uma formação social-democrata, aprovou em 18 de fevereiro que a eliminatória fosse disputada sem público, decisão motivada pela previsão de protestos diante da atuação israelense na Faixa de Gaza. Apesar da ausência de público, os jogos terão forte esquema policial. Apenas jogadores, árbitros, patrocinadores e imprensa podem entrar nos arredores do Baltiska Hall. A Polícia qualificou o grau de ameaça de atos violentos de "relativamente alto". Entretanto, o sorteio dos jogos, realizado hoje, transcorreu sem incidentes. Está marcada para o sábado uma manifestação do movimento "Stoppa Matchen" ("Parem o jogo"), surgido a partir do site de relacionamentos Facebook. São esperadas dez mil pessoas para uma concentração pacífica. Outros grupos também prometem realizar protestos. Apesar do esquema, um cartaz contra Israel apareceu pendurado no teto do pavilhão na última terça, sem que os responsáveis tenham sido descobertos. Será a segunda vez que a Suécia fará um confronto pela Davis com portões fechados: o país enfrentou o Chile em situação similar em 1975, dois anos depois do golpe militar de Augusto Pinochet contra o presidente eleito Salvador Allende.


 
 

MANUSCRITOS HEBRAICOS NO VATICANO

Foi apresentado, no último dia 2, na Biblioteca Nacional de Israel, em Jerusalém, o livro intitulado: “Hebrew manuscripts in the Vatican Library Catalogue”, por obra de Benjamin Richler, Malachi Beit-Arié e Nurit Pasternak. No discurso de apresentação, o arquivista e bibliotecário da Santa Romana Igreja, Cardeal Raffaele Farina, considerou que o catálogo se reveste de “uma particular importância pelo conteúdo científico, bem como pelas circunstâncias em que se realizou”, numa dinâmica de colaboração entre a Biblioteca de Jerusalém e a Biblioteca do Vaticano.

O catálogo reúne 800 títulos, distribuídos em 11 manuscritos da Biblioteca do Vaticano, alguns dos quais constituem os documentos mais antigos do seu tipo. O Cardeal Farina explicou que a iniciativa surgiu a partir de um pedido, feito pela diretora da Biblioteca Nacional israelense, Sarah Japhet, em 31 de janeiro de 2000. A colaboração entre a Santa Sé e Israel no campo cultural, indicou o Cardeal, “representa uma contribuição concreta para a construção de um mundo melhor, respondendo ao desejo de saber e de beleza, próprio de todos os homens, à sua profunda aspiração pela verdade e pelo bem”.


 
 

SUIÇA REABILITA AJUDANTES

A Suíça encerrou mais um capítulo sombrio de seu envolvimento com o nazismo, reabilitando 15 pessoas que, entre 1938 e 1945, ajudaram refugiados a ingressar no país.

As sentenças contra seis mulheres e nove homens foram anuladas, segundo informa a Comissão de Reabilitação do Congresso, que reúne a Câmara dos Deputados e o Senado helvéticos. Os ajudantes dos refugiados haviam sido condenados a prisão ou penas pecuniárias por tribunais civis ou militares. Os franceses Pierre Amiel e Claude Schropff, presos em junho de 1944, haviam recebido as penas mais duras: eles permaneceram mais de dois meses na cadeia.

Os dois trabalhavam para a organização humanitária Cimade e tinham ajudado na fronteira suíça uma mulher que fugira de um campo de concentração na França. Além deles, foram reabilitados os suíços Rosa Wüst, Martha Bloch, Gustave Michon, Emil Graf, Walter Mollenkopf, Hanny Meury, Maria Rohrer, Paul Uehlinger e Martha Uehlinger, os alemães Amalie Kuttler e Victor Rebholz, os franceses Roger Choirat, bem como o polonês Herz-Henri Dratwa. Também eles tinham sido condenados pela Justiça suíça por ajudar pessoas que fugiam dos nazistas. De acordo com uma lei federal em vigor desde 2004 sobre anulação de sentenças contra ajudantes de refugiados, são reabilitadas todas que, no tempo do nazismo, transgrediram leis suíças por razões humanitárias. A Comissão tem a tarefa de averiguar se as sentenças foram anuladas. Pedidos nesse sentido podem ser feitos por condenados, seus parentes ou por organizações suíças que se dedicam à defesa dos direitos humanos ou à elaboração da história suíça da era nazista. O prazo normal terminou no final de 2008, mas para casos justificáveis continua valendo até o final de 2011.


 
 

CARIDADE EM CRISE

A crescente recessão e o aumento do desemprego estão criando uma completa catástrofe para as entidades de caridade envolvidas na distribuição de comida, segundo o The Jerusalem Post. "Este é um cenário de catástrofe, uma situação que normalmente só é vista num pesadelo", comentou Abraham Israel que é o fundador e presidente da Rede Humanitária Hazon Yeshaya, que gere um grande número de cozinhas de sopa e centros de distribuição de alimentos por todo o país. "O cenário já está muito escuro, mas acredito é apenas o começo e que vai ficar muito, muito pior à medida que o ano avança". Falando por telefone, durante uma viagem em Londres para captação de fundos para Israel, ele estima que aumentou em cerca de 30 por cento o número de pessoas que procuram as suas cozinhas de sopa que servem apenas aqueles que são consideradas pelo Instituto Nacional de Seguros como "Zakaut Aleph" – os que não têm outros meios de subsistência. "É uma situação muito assustadora" , ele prosseguiu. "Nós já realizamos as nossas operações com custos muito baixos, mas agora estamos fazendo todo o possível para reduzir ainda mais as nossas despesas".


A imagem é particularmente forte, continua Abraham, quando combinada com uma queda significativa das doações locais e internacionais. "Eu tenho pedido para que os doadores nos apóiem e agora estou preparando viagens para lugares muito mais distantes a fim de encontrar fundos" disse ele. A situação da Latet, que é a maior organização sem fins lucrativos de Israel, e que trabalha em conjunto com cerca de 120 agências independentes por todo o país, não é menos difícil. "Mesmo que ainda leve tempo até que a mais recente leva de desempregados comecem a necessitar de assistência, nós já estamos começando a ver o crescente fosso entre aqueles pedindo ajuda e os que têm condições para doar ", observou Eran Weintraub que é o gerente geral da Latet. Em seu "Relatório sobre a Pobreza Alternativa", lançado no ano passado, a Latet registrou um aumento de 50-60% no número de pessoas que pedem ajuda alimentar, e uma queda de 25% dos que fazem as doações. Segundo Weintraub, é o setor empresarial que tem mais cortado o apoio financeiro.


 
 

ANP NÃO PAGOU FUNCIONÁRIOS EM GAZA

A Autoridade Nacional Palestina (ANP) não conseguiu pagar em fevereiro seus funcionários na Faixa de Gaza, porque Israel impediu a entrada em seu território da moeda que compartilham, o shekel, informou hoje a autoridade monetária palestina."Por causa das dificuldades e obstáculos colocados pela parte israelense, os bancos não conseguiram introduzir o efetivo necessário até agora", afirmou, em comunicado.Israel, Gaza e Cisjordânia têm a mesma moeda, mas só o Banco de Israel pode fornecer papel-moeda às entidades palestinas, em virtude dos acordos de Paris, o protocolo econômico do processo de Oslo (1993-2000). Por isso, a autoridade monetária palestina está se coordenando agora com atores "regionais e internacionais" para pressionar Israel, a fim de que mande as cédulas a Gaza.



Assim que o dinheiro entrar na Faixa de Gaza, os funcionários receberão seu salário, prometeu. A ANP - que só exerce sua soberania na Cisjordânia - tem cerca de 75 mil funcionários em Gaza, que paradoxalmente só recebem se não trabalharem. A Autoridade Nacional Palestina nega o salário a seus funcionários se trabalharem para as autoridades do Hamas, que controla Gaza desde que, em junho de 2007, expulsou as forças leais ao presidente palestino e líder do Fatah, Mahmoud Abbas. O Executivo do movimento islâmico paga os salários dos funcionários que continuam trabalhando em Gaza. Em dezembro do ano passado, Israel já havia aprovado uma transferência de 100 milhões de shekels (US$ 4 milhões) em dinheiro para atenuar a falta de liquidez em Gaza.


 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


UMA PÁGINA DA HISTÓRIA JUDAICA

Em comemoração ao chag de Purim proponho a leitura, além da Meguilat Ester, de uma página importante da história do povo judeu no fatídico século XX, contada por Natan Sharansky, ex-prisioneiro de Sion na União Soviética que chegou a chefiar vários ministérios em Israel, em seu mais recente livro, “Defending Identity”:


 


“Durante a Segunda Guerra Mundial, quando todos os nacionalismos foram mobilizados na luta contra Hitler, Stalin fez o mesmo com os judeus. Criou um comitê antifascista soviético-judeu especial. Os líderes judeus mais populares foram convocados e enviados ao exterior para mobilizar recursos dos judeus da América em particular e do Ocidente em geral. Mas, depois da Guerra, Stalin voltou rapidamente atrás. Estava decidido a cortar as perigosas ligações com o Ocidente que haviam sido estabelecidas durante a guerra. A fundação do Estado de Israel apenas aumentou as suas suspeitas com relação aos judeus. Ele apoiou inicialmente a criação do Estado de Israel na esperança de que isso o ajudaria a expulsar os ingleses do Oriente Médio. Mas mudou logo de idéia quando Israel não mostrou interesse em apoiar a hegemonia comunista e, através do seu papel no ressurgimento do nacionalismo entre os judeus soviéticos, passou a ser considerado uma ameaça ao regime de Stalin. Para surpresa de ninguém, Israel transformou-se praticamente da noite para o dia de uma nação ‘boa’ em uma ‘má’.

A guerra de Stalin contra os judeus passou por diversos estágios.  Não querendo mostrar suas cartas, Stalin providenciou para que o chefe do seu comitê antifascista dos tempos da guerra, Solomon Mikhoels, o renomado ator iídiche e um dos judeus mais populares no Ocidente, fosse morto 'acidentalmente' num desastre automobilístico.  Depois, um após o outro, os membros do comitê que haviam sido mandados ao exterior foram presos e desapareceram.  Atores, escritores e poetas iídiches foram presos e assassinados.  Finalmente, médicos destacados de origem judaica foram presos e acusados de planejar o envenenamento de líderes soviéticos.  Uma grande campanha contra  cosmopolitas, que todos sabiam significava judeus, foi lançada em toda a União Soviética.  Diariamente na imprensa soviética os povos soviéticos eram incitados contra os ‘cosmopolitas sionistas’.


Uma caricatura da revista soviética Krokodil (Janeiro de 1953) mostrando o suposto “desmascaramento dos conspiradores judeus”.

O desfecho foi marcado para a primavera de 1953.  O plano era que, após o julgamento, sentença e execução dos médicos, ocorreriam ataques 'espontâneos' contra os judeus seguidos de pedidos de intelectuais judeus a Stalin para que salvasse o povo judeu da ‘fúria justificada do povo russo’.  As cartas já estavam redigidas e assinadas. Stalin iria dar ordens para a deportação em massa dos judeus das grandes cidades para a Sibéria e o Cazaquistão, onde alojamentos já haviam sido preparados para recebê-los.  Mas o destino, como muitas vezes antes, salvaria o povo judeu novamente.  Stalin teve um colapso fatal repentino em Purim, exatamente no dia que os judeus marcaram em seus calendários ao longo de dois mil anos para celebrar a sua salvação miraculosa de um plano de aniquilação tramado por Haman, um vice-rei que acabaria sendo enforcado no patíbulo que ele havia preparado para seus inimigos judeus.  Os alojamentos permaneceram vazios, os médicos foram soltos e, depois da prisão do chefe da KGB Béria, o culto da personalidade de Stalin foi repudiado”.

Feliz Purim!

 
 

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

A Organização Feminina WIZO de São Paulo realiza evento para comemorar o Dia Internacional da Mulher, em 11 de março, às 14h30, no Buffet França, no bairro paulistano de Higienópolis, com homenagem à vereadora Mara Gabrilli. Psicóloga e publicitária por formação, Mara Gabrilli, 40 anos, é vereadora na cidade de São Paulo. Sua trajetória como empreendedora social começou há 12 anos, quando fundou a organização não-governamental Projeto Próximo Passo (PPP), apenas dois anos depois de sofrer um acidente de carro e ficar tetraplégica.


 
 

VISITA DO PAPA

A grande missa que o Papa Bento XVI vai celebrar durante a sua visita a Israel em maio será realizada em Nazaré, e não em Haifa, como havia sido anteriormente proposto. O ‘Haaretz’ informou que o Vaticano tomou essa decisão na semana passada logo após uma visita de uma delegação do Vaticano que havia se reunido com representantes das duas cidades. Associações Cristãs Históricas da cidade de Nazaré conseguiram virar a balança a seu favor apesar da preferência do Vaticano por Haifa.


Israel foi notificado no domingo sobre os planos para a missa, a qual se espera que atraia dezenas de milhares de fiéis, apesar de que se espera que o anúncio formal sobre a visita do papa e do seu calendário somente seja divulgado na próxima semana. Em entrevista ao ‘Haaretz’ o prefeito de Nazaré, Ramez Jeraisi, confirmou os detalhes relativos à decisão do Vaticano sobre o local da missa, e disse que a cidade já começou a se preparar para esta visita. O prefeito indicou que a Montanha do Precipício será o local para a missa, que em 2000 também foi o local quando João Paulo II visitou Israel. Jeraisi disse que se reuniu na segunda-feira com o Primeiro-Ministro Ehud Olmert e outros funcionários, e que o governo auxiliará Nazaré para a visita papal, incluindo uma dotação no orçamento do governo. A prefeitura de Nazaré estava preocupada sobre uma possível preferência para realizar a missa em Haifa, pois o governo acreditava que Nazaré não teria as instalações adequadas. “Estamos satisfeitos” disse Jeraisi que também disse que: “acho que o Vaticano tomou a decisão correta e adequada, porque ninguém pode negar o status de Nazaré, e vamos fazer tudo o que pudermos para assegurar que a visita e a missa ocorrerão nos lugares apropriados, com o maior sucesso”. Wadia Abu Nasser que é conselheiro do Vaticano acompanhará o papa durante a sua visita e informou que o Papa está previsto para desembarcar no Aeroporto Internacional Ben-Gurion no dia 11 de maio. A missa em Nazaré ocorrerá no dia 14. O enviado do Vaticano em Israel irá anunciar mais detalhes sobre a visita num futuro próximo.


 
 

Michel Gherman


Michel Gherman, historiador formado pela UFRJ, mestre em antropologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém, coordenador acadêmico do Hillel Rio, coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos da UFRJ (NIEJ) - HILLEL

LUZES SOBRE O PÚBLICO

O Hillel-Rio e a Rua Judaica realizaram, há três semanas, um evento no Oi-Casa Grande que já entrou para a história da comunidade judaica e da vida cultural do Rio de Janeiro. Juntamos no palco do teatro três importantes figuras da mídia brasileira, além de um conhecido professor universitário para debater o mais recente enfrentamento em Gaza e a atuação da mídia na cobertura do conflito. O debate foi de altíssimo nível e o local não podia ser mais apropriado, o Teatro Casa Grande, que foi referência de diversas manifestações pelos direitos democráticos no Brasil, em  outros tempos. Porém, o que transforma essa noite em histórica, não é somente o local do debate ou o nível de seus participantes. O  que deu  novas cores a esse evento foi o extraordinário público que esteve presente.

 


Jovens, adultos, homens, mulheres, gente de todo tipo, lotaram os dois andares e as galerias do teatro para assistir a uma discussão sobre Oriente Médio e mídia, num domingo quente de verão na cidade do Rio de Janeiro.  Num momento em que acusações sobre apatia, falta de interesse e alienação do público já são lugar comum,  tal interesse é uma vitória para os que acreditam no diálogo e na democracia.

                                           Nu, vê be Tachles?


Como era de se esperar, as notícias sobre o debate chegaram logo a Israel, e eu recebi e-mails de alguns amigos meus impressionados com a presença, com o nível dos debatedores, enfim com o evento como um todo.  Porém, como era de se esperar (afinal de contas são israelenses), ao lado dos elogios vinham sempre as dúvidas típicas e algumas críticas como: Mas o que vai sair daí? Ou em hebraico: Nu vê be tachles?  Geralmente essas perguntas, tipicamente israelenses, são de difícil resposta. A  demanda por um resultado objetivo e imediato são complicadas. No caso do debate da Conexão Hillel não foi nada difícil responder bem tachles:

Os resultados são os mais positivos possíveis:  após o evento os grupos de discussão sobre Israel no Hillel (Israelidades) cresceram e se fortaleceram de uma forma sem precedentes, questões e polêmicas do debate são discutidos e comentados diariamente no Hillel,  multiplicando o alcance do evento. Além desses resultados indiretos do Conexão Hillel, há um outro resultado direto e objetivo. Ao chegarem ao Teatro para o debate, as pessoas eram recebidas por jovens do Hillel e dos Movimentos Juvenis, que faziam uma pesquisa de opinião. A diversidade do público e sua grande participação na pesquisa (mais de 30% do público respondeu.) dão a comunidade judaica um documento de importância fundamental. Os resultados, que estão prestes a ser divulgados, vão apresentar um retrato da comunidade judaica e de sua relação com a mídia.  A partir desta pesquisa, poderão ser determinadas novas estratégia e práticas de ação comunitária. Assim, o Hillel Rio e a Rua Judaica, construíram com o Debate pontes para ação comunitária mais adequada e pertinente.


 
 

HILLEL-RIO E RUA JUDAICA LANÇAM VÍDEO

Para atender as dezenas de pedidos recebidos, os promotores do Debate no Teatro Casa Grande já estão entregando o vídeo do evento, com duas horas de duração. Assista Diogo Mainardi, Caio Blinder, Marcio Scalercio e Osias Wurman, neste evento histórico da comunidade judaico-brasileira.

Se você está interessado em receber sua cópia clique no link: hillel@hillelrio.org.br



 
 

O DRAMA DOS WALLEMBERG

O desaparecimento do herói da II Guerra Mundial Raoul Wallenberg teve conseqüências ainda mais profundas sobre a sua família do que se pensava anteriormente, informou a sua meia-irmã Nina Lagergren na segunda-feira, confirmando uma reportagem de um jornal que os seus pais cometeram suicídio. Citando documentos que não haviam sido anteriormente divulgados pela família o ‘The Wall Street Journal’ informou que a mãe Maj Von Wallenberg Dardel e o seu padrasto Fredrik von Dardel cometeram suicídio por overdose de remédios em 1979. "Isso é correto", disse Lagergren que fará 88 anos na terça-feira à Associated Press.

Wallenberg, de quem se acredita que tenha salvado a vida de pelo menos 20.000 judeus durante a Segunda Guerra Mundial quando atuava como diplomata sueco em Budapeste, e que tenha evitado o massacre de mais 70.000 pessoas no gueto de Budapeste. Ele havia sido recrutado e financiado pelos EUA e foi preso pelas tropas soviéticas em 1945. Os russos dizem Wallenberg morreu na prisão em 1947, mas nunca apresentaram uma certidão de óbito ou os seus restos mortais. "Quando ele não voltou para casa, tornou-se uma tragédia para toda a família, mas acima de tudo para ele próprio", disse Lagergren. O Wall Street Journal, que teve acesso a um arquivo de 50.000 páginas que foi compilado pelo meio-irmão de Wallenberg, Guy von Dardel, informou que Maj e Fredrik von Dardel cometeram suicídio num intervalo de dois dias arrasados por décadas de relatórios conflitantes sobre o destino de Wallenberg. Tinham 87 e 93 anos. Questionado sobre a razão pela qual a família não tinha revelado antes a causa de suas mortes Lagergren disse que não havia razão para falar sobre isso. Ela acusou Moscou de fornecer informações enganosas sobre o que acontecer com Wallenberg. "Foi uma luta contra um gigante, e entendemos que eles têm mentido durante todo o tempo" - disse Lagergren, que também acusou funcionários suecos por não fazerem o suficiente para investigar o destino (= o que aconteceu com o) do seu irmão. "É fácil para que a sua história seja esquecida, mas achamos que ela é importante. Ele foi um bom exemplo" disse ela.


 
 

JUDAÍSMO PERNANBUCANO NA TV

TA TV Globo vai veicular um especial de cinco episódios sobre Israel e a comunidade judaica de Pernambuco. O programa, que será transmitido entre os dias 9 e 13 de março no NE TV 1ª Edição (12h) com reprise (reduzida) no NE TV 2ª edição (18h), mostrará o folclore, os locais santos, a cultura e o cotidiano do país, além de abordar as origens da comunidade judaica de Pernambuco – suas influências e legados deixados ao longo da colonização desde as imigrações judaico-holandesas até os dias atuais. Serão apresentados a Sinagoga das Américas – Kahal Zur Israel, o Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco e a realização de um Shabat com todos os costumes e o “passo a passo” da cerimônia. Um dos pontos altos será a filmagem feita com a Leaká Atzlachá, em parceria com o Grupo de Danças Criarte, que mostra uma coreografia que mescla a “Hoira” judaica com a tradicional “Ciranda” pernambucana (fonte: FIPE).


 
 

VEREADOR PLANTA ÁRVORE EM ISRAEL


Floriano Pesaro, vereador da Câmara Muncipal de São Paulo, visitou Israel, a convite do Ministério de Relações Exteriores, e durante sua estadia plantou uma árvore local especialmente montado pelo KKL, em Yad Kennedy, Jerusalém, espaço destinado a homenagear personalidades importantes que visitam o pais. O vereador Floriano Pesaro se emocionou ao plantar uma muda de Oliveira, símbolo da Paz, e ele descreveu a sua viagem como uma visita inesquecível.

 
 

DEBATE REFORMISTA SOBRE A CREMAÇÃO

Em discussão: A cremação é uma prática aceitável pelos Judeus Reformistas?


SIM
, disse o Rabino Samuel M. Stahl


Um número crescente de judeus reformistas, incluindo vários rabinos reformistas, estão escolhendo para serem cremados. Alguns pela aversão ao pensamento que os seus corpos se descomporão lentamente no solo. Alguns judeus com consciência ambiental acreditam que é desperdício com a reserva de grandes extensões de terra preciosa para o enterro. O custo da cremação é, também, muito menor do que o de um caixão e de um lote no cemitério. Embora que para mim eu tenha escolhido um enterro tradicional creio que a escolha de cada um tenha que ser respeitada.

Historicamente os reformistas nunca se opuseram à cremação. De fato em 1892 a Conferência Central Americana de Rabinos (“Central Conference of American Rabbis = CCAR”) concedeu uma aprovação indireta à esta prática afirmando: "No caso que devamos oficiar como ministros da religião na cremação de um correligionário que faleceu, que não deveremos recusar sob o argumento que a cremação é anti-judaica ou não religiosa. "E o antigo Manual para Rabinos da CCAR (1961) até mesmo incluiu uma parte com a menção que:" Quando o corpo é para ser cremado, é sugerida a seguinte oração.... "

A maioria dos judeus reformistas não acredita na ressurreição literal dos mortos, que está na base da proibição tradicional judaica contra a cremação. Considerando que os nossos mais tradicionais correligionários focam sobre o que acontece com o corpo após a morte, porque acreditam na ressurreição física quando da vinda do Messias, esta perspectiva não é tão importante para nós. Ao invés disso enfatizamos que as pessoas vivem no espírito, nos corações e nas mentes dos seus entes queridos que sobrevivam a eles.
Compreensivelmente alguns rabinos reformistas proíbem ou desencorajam a cremação, devido à sua associação com os crematórios do Holocausto. Ao mesmo tempo, contudo, alguns sobreviventes do Holocausto pediram para serem cremados como forma de identificação com os seus familiares que morreram em campos da morte nazistas.

Seja qual for o contexto uma cremação deverá ser realizada de forma que confira honra para o falecido e traga conforto aos enlutados. É por isso que eu fortemente incentivo para que as famílias enterrem as cinzas em um cemitério ou mausoléu cemitério com um marcador adequado. Os sobreviventes terão um ponto focal tangível para reverenciar a memória dos seus amados.

O Rabino Samuel M. Stahl é o rabino emérito do Templp Beth-El em San Antonio no Texas.



NÃO, diz o Rabino Arnold S. Gluck


É uma mitzvah enterrar os mortos. A nossa tradição a chama de chesed shel emet, um verdadeiro ato de bondade. Muito antes que os judeus sequer contemplassem a possibilidade de uma ressurreição corporal o enterro dos mortos era um dos pontos básicos dos valores judaicos. Quando em Gênesis 23 a Sarah morre Abraão faz grandes esforços para adquirir para ela um achuzat kever, um lugar para o seu enterro.

Porque iria Abraão ter tais problemas, e por que deveríamos continuar a fazê-lo? Sarah tinha morrido, mas o amor de Abraão por ela permanecia e era expresso  pelo cuidado que ele mostrava pelos seus restos mortais. Na vida ele mantinha e acariciava o vaso  sagrado que abrigava o seu espírito; agora ele a honrava dando-lhe um enterro apropriado. Sarah não vai voltar para ele, mas até o dia em que ele irá permanecerá ao seu lado, Abraão irá encontrar conforto ao visitar o seu túmulo, como nós judeus fazemos com os nossos amados desde então.

Nós judeus vemos os nossos corpos como presentes de D’s, uma prova tangível do amor de D’s para nós. Durante a vida nós somos proibidos de causar danos a ele e na morte somos ordenados para tratá-lo com dignidade. A lei judaica prescreve uma gentil lavagem do corpo pelo ‘chevra kaddisha’, os membros da comunidade que são chamados de "santos" porque realizam esta grande mitzvah. Um funeral judeu é chamado de al'vayah, que significa literalmente, que acompanhemos os mortos e que os façam descansar com nossas próprias mãos. Ao fazê-lo, imitamos D’s, que, de acordo com nossa tradição, realizou a mitzvah de enterrar Moisés.

E o sobre a cremação? Após o Holocausto muitos judeus associam a cremação com a tentativa de destruir o nosso povo. Para os nazistas não foi o suficiente nos matar. Queimaram nos crematórios para eliminarem os últimos vestígios dos nossos seres. Enterrar os nossos entes queridos é um ato de preservação, de nos apegarmos ao que D’s nos deu. Esta é a nossa forma de homenagear os nossos mortos judeus.

O Rabino Arnold S. Gluck é o Rabino sênior do Templo Beth-El em Hillsborough - New Jersey, e um membro do ‘Comité CCAR Responsa’

 
 

EVENTOS SOCIAIS


Debate no Liessin é matéria na “Folha Dirigida”

A aula inaugural do Ensino Médio do Colégio A. Liessin–Scholem Aleichem foi citada na “Folha Dirigida”. O debate, com o tema “A crise que afeta o mundo – o conflito árabe-israelense”, foi dirigido pelo jornalista Osias Wuman. A nota publicada pelo jornal confirma o grande interesse que a escola tem em deixar seus alunos atualizados com as questões sociais e políticas do mundo.(ALEF)







 



Para marcar o Dia Internacional da Mulher, o Departamento de Cultura da Na´amat Pioneiras São Paulo promoveu o painel “Delitos e Intolerância à Mulher”, que aconteceu na Sinagoga do Colégio Renascença, com a presença da socióloga, professora universitária e ex-senadora, Eva Blay, e da Dra. Margarette Barreto, delegada titular da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (DECRADI).






 

 
 
 


Aproveito para me apresentar. Leio suas notícias e tenho apreciado muito seu trabalho, principalmente o diferencial das notícias vindas de Israel. Sou diretora voluntária da Unibes pelo Serviço Social. Temos um caso muito difícil que envolve um assunto muito importante,é de uma  mãe viúva com 3 filhos (entre 30 e 40 anos ,2 em cadeiras de rodas) com a  síndrome de Tay Sachs(síndrome de casamentos entre judeus ashkenazis). Ela cuida de seus filhos com muito esforço,tem já 65 anos com problemas de  coluna,caso você se interessar pela matéria,envio a você a apresentação desta. Nosso objetivo é de atingir 3 frentes, por isso estamos iniciando uma campanha, não da Unibes,mas atingindo a comunidade inteira.
1. Propagar a necessidade de se fazer exames preventivos. Eles existem na USP,em Israel e EUA, todos os rabinos exigem do casal como exame pré nupcial. obrigatoriamente.
2. Não existe nenhuma clínica especialista em Tay Sachs no Brasil..Esta mãe  está desesperada, pois segundo ela,quando ela se for,quem vai cuidar de seus fihos?
3. Arrecadação,pois a Unibes não pode ajudá-la integralmente, portanto estamos fazendo uma ajuda comunitária.
Caso você se interesse,enviarei uma carta desta mãe,ou você também pode contatá-la. Muito obrigada
Denise Kusminsky

Boa matéria sobre Dubai, onde estive em novembro último, e que não passa de um engodo sim. Eu já havia mencionado (post Bye Bye Dubai) parte do que você narra, no meu blog http://blogdodavidbor.blogspot.com onde tento esclarecer meus leitores sobre o perigo do islamo-fascismo que, infelizmente, parece que está chegando por aqui também. Se puder divulgar o blog, como parte dos que integram a comunidade,
agradeço.
David Borensztajn

Oi Sonia, Não sou esta Raquel Mizrahi. Sou Rachel Mizrahi e simplesmente repassei a mensagem, recebida do nosso amigo Luiz ou da Tucci Carneiro.Eu não percebi esse nome e nem assinei...nunca modifico e nem assino que não seja de minha autoria...Prazer em conhecê-la. Temos um amigo maravilhoso em comum...
Rachel Mizrahi  

Jean Paul Sartre, Anti-Semitismo e Identidade Judaica* Longe de eu querer defender Diogo Mainardi na escolha do titulo para o artigo “Sartre do Hamas”. Primeiramente porque ele não precisa da minha defesa: a sua erudição, intelecto e habilidade verbal se encarregariam de fazê-lo. Segundo, porque não há o que defender. O artigo que escreveu e’ primoroso e o titulo lhe cai como uma luva. O que eu gostaria de comentar, da própria obra do Filosofo Existencialista, é a sua definição de Judeu. Não sei se vocês leitores Judeus, desconfortáveis com o titulo do texto do Mainardi, se dão conta de que Sartre nos define, não como amantes das Leis, do Gefilte Fish, de Israel, do caldo de galinha com kneidler, da ética, do Klezmer nos casamentos, ou mesmo da Historia Judaica. Nos' fomos caracterizado por ele, como um grupo de indivíduos cujo único traço em comum, é a hostilidade e o desdenhar que recebemos das sociedades em que habitamos. Cessado o anti-semitismo, o Judeu, segundo Sartre, deixa de existir. Alias, numa linha não muito diferente desta, se encontra Baruch Spinoza, o Filosofo Judeu Holandês. Talvez essa caracterização, não lhes incomodem, ou ate’ mesmo concordem ela. Tudo bem! Eu a considero ofensiva e pobre. Mas o mais triste é que Sartre chegou as suas conclusões, por honestamente ter horror ao flagelo do anti-semitismo. Por caminhos muito diferentes, foi a mesma conclusão que chegou o regime nazista, de que o mundo sem Judeus seria um mundo melhor. Que ironia, não? *Titulo e texto baseado no Capitulo 4 do livro Crisis, Covenant & Criativity do Rabino Nathan Lopes Cardozo, Urim Publications, 2005, Jerusalem.
Betty G.Steinberg

Osias, Parabéns pelo Notícias da Rua Judaica
Como mostra o documentário de Peter Cohen, entre as mais de 250.000 pessoas com deficiência assassinadas estavam centenas de bebês, que foram assassinados por ordem direta de Adolf Hitler.Essa exposição é também uma reparação. Ainda hoje quando se fala nos assassinatos das pessoas com deficiência na Alemanha Nazista, se faz referência a deficiência física, esquecendo dos milhares que foram confinados e assassinados com deficiência sensorial, para os quais existia um plano específico de extermínio e pessoas com deficiências múltiplas e deficiência intelectual, em uma manifestação total de desconhecimento e desrespeito.  Foram brutalmente assassinados durante o regime nazista pessoas com deficiência física, intelectual, sensorial e múltiplas.  Não obstante sabermos desses fatos, até hoje a eugenia vem sendo pregada abertamente. Eu  mesma respondi recentemente a uma carta de um jornalista colaborador do Jornal de Uberaba,que a defendia descaradamente .  Além de ser uma questão de justiça e educativo para não judeus e judeus , esse é  um bom momento para refletir e romper paradigmas em um mundo onde pessoas com deficiência vivem muitas vezes completamente segregadas, com seus direitos desrespeitados e invisíveis aos olhos de muitos.  O Racismo,o anti semitismo, toda e qualquer forma de discriminação, e a arrogância e a prepotência,que levam sempre  a manifestações de  intolerância e  violência,devem ser combatidos sem trégua.Os programas de educação em direitos humanos devem caminhar nesse sentido, educando crianças, adolescente, jovens e adultos para uma sociedade das diferenças, onde não caibam preconceitos em razão de etnia,religião, deficiência,orientação ,classe social, enfim, uma sociedade mais justa e humanizada, que certamente será  mais segura para nós, nossos filhos e os nossos netos.      
Claudia Grabois-Presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down,membro do Comitê de Políticas Públicas do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com  Deficiência da Presidência  da República e diretora de inclusão social da FIERJ    

Prezado Osias, Shalom. Parabéns. O boletim está cada vez melhor. Nao tenho duvidas de que a "Rua Judaica" está se transformando paulatinamente na mais poderosa ferramenta de integraçao da comunidade no Brasil. Um forte abraço
Michael Winetzki, Brasília, DF

Acabei de ler no jornal que o Dr. Jim Young Kim, imigrante da Core'ia do Sul, casado com Dra. Younsook Lim,  foi nomeado presidente de uma das mais seletivas escolas dos Estados Unidos: Darthmouth College. Interessante notar que a sua nomeacao e’ motivo de orgulho para todos aqui pelo valor do seu curriculo e pela constatacao, mais uma vez, do valor inestimavel dos imigrantes em geral. Em momento algum foi especulado dele ter ou nao somente amigos Coreanos, tampouco se a sua preferencia em esposar uma mulher Coreana significaria “um certo racismo” de sua parte. Ele foi tratado como um igual e nao “como se fosse um igual”. Todos os residentes aqui estao absolutamente seguros que o Dr. Kim trata com "respeito e carinho" a patria que o acolheu, quer ele concorde ou nao com os seus governantes. Fico feliz de saber que o trabalho do Osias, atraves da Rua Judaica, deixa em aberto um local onde pessoas nao Judias possam fazer puras e honestas perguntas. Obrigada, D. Leticia, pela oportunidade da gente se entender, certo?
Betty Steinberg – Greenwich – EUA

Muito coerente, a EURÁBIA merece ter partidos islâmicos. Abriram a as portas,  agora vão ter que engolir esses e outros sapos. Aliás, não "têm que engolir", mas por motivos que já sabemos, estão achando tudo muito conveniente. Que depois não reclamem. Aliás, quem já anda reclamando é a Noruega. Foi  divulgado que  20%  da população norueguesa é constituída de mulçumanos, que se declaram abertamente contra os noruegueses, seu estilo de vida, etc. A Escandinávia que antes era um mar de tranquilidade e civilidade agora passa a assistir demonstrações de fundamentalistas, um verdadeiro problema na ordem social. Shalom
Leonor Medeiros

Caro Osias, Gostaria muito de ler sua opinião sobre o apoio do PT aos Palestinos, principalmente sobre a nota oficial do partido dos trabalhadores sobre o conflito atual. Aguardo a matéria.Um cordial Shalom. 
Danielle Bemerguy Mello

Referente ao processo judicial  ingressei no JEC , artigo 144 C.P ( Pedido de Explicações) o Juiz declinou a competência mandando redistribuir para uma Vara Criminal, entendendo ser crime de racismo, assim que tiver o novo número do processo e a nova Vara, lhe remeto, informando o andamento. Tenho acompanhado seu trabalho há muito tempo e precisamos futuramente  de sangue novo no nosso Poder Legislativo. Pode contar com meu apoio, apesar de não conhece-lo pessoalmente, mas tenho sempre acompanhado seu trabalho em pro do judaísmo. Abraços
Luiz Levisky 

Li há alguns dias atrás, que a "vovó Naiá" do BBB 9 estaria sendo processada por anti-semitismo contra o participante Leo, e nunca mais se falou no assunto. Creio ser da maior importancia ,que em um caso destes em que um flagrante ato de racismo foi praticado diante das câmaras em rede nacional, deva haver uma punição exemplar e a exigência de que o mesmo veiculo, que deixou o crime ser levado ao ar ( poderiam ter editado e não o fizeram ), divulgue na mesma amplitude e horário o resultado e o andamento do processo. Se deixarmos o fato passar ao esquecimento, estaremos ( também nós ) sendo coniventes com a indução ao crime e que outros façam o mesmo, estimulando o preconceito contra todas etnias, religiões, partidos, times esportivos, opções sexuais, nível social e etc.
Grata pela atenção
Beth Michel - Artista Plástica

B"H      
Prezados Dirigentes da Rua Judaica. Boa tarde ! Alguem pode me ajudar a solucionar o empasse narrado? A não ser que a Claims Jewis Germani queira ver meu BRIS. Aguardo alguma resposta. Shalom .
Eliahú Tsadik

amei a materia sobre as joias encontradas na cidade alemã, amei a foto do Grão rabino Yosef Schlomo Kananaman!
Maria Pombo Barros

Olá Osias, tudo bem? A propósito da menção que você faz ao filme Milk neste "Notícias", aqui está meu artigo, publicado no Suplemento Aliás, de O Estado de S.Paulo, de hoje, e que escrevi a convite da editora do Aliás, a jornalista Laura Greenhalg. Na edição impressa saiu a foto do que menciono no artigo, sobre Sean Penn usando em um desfile a braçadeira preta com o triângulo rosa invertido. Pena que não saia completo, com foto, na internet, mas talvez tenha por aí a edição impressa.Um abraço,
Roseli Fischman

Caro amigo Osias ...lembra no ano passado quando escrevi para vc indignada com o Canal Sony, que estava fazendo apologia velada ao nazismo? dizia o sábio Rei Salomão que o ofensor que não é repreendido reincide.pois bem. se vc assistir 10 minutos ao canal, vc perceberá que eles fazem a propaganda institucional e sempre concluem congelando a imagem e colocando ao fundo alguma arte desenhada.vc já viu a divulgação do Saturday Night Live?a famosa Amy Pohler é mostrada sentadinha, bonitinha, como quando ela apresenta o tradicional quadro Weekend News update ou algo assim.Mas veja ao fundo.Há uma animação, meio pássaro, meio avião, algo "voador".E que acerta em cheio o WTC e fica pegando fogo !!!!!!!!!!!!!!! Eles acham engraçado debochar da dor do 11/09 !!!!!!Osias, aonde eles vão parar? não há limite para a ausência de noção dessa equipe.Digo ausência de noção do absurdo para evitar crer que ajam por má-fé.Perdoe-me o desabafo.SHALOM,
Ana Cecília

בס'ד
Caro Osias Wurman! Pretenso a um grupo de bate papo na internet chamado Grupo de brasileiros que vivem em israel , e recebi esse artigo de um dos seus participantes, Carlos Eduardo Bekerman , conhecido como Cadu , ele me enviou achei muito coerente e resolvi repassar para que sirva como resposta aos anti -semitas de plantão, retirei do texto parte referente aos extremistas judeus , pois não concordo com tal afirmativa ver no original em vermelho! Segue original e abaixo o e-mail dele para que você entre em contato com ele , acho que ele mora no brasil!
Donald Cohen

Caro Osias, Gostaria de informar, e ressaltar a minha indignação, sobre a publicação, no suplemento MEGAZINE do Jornal O GLOBO, de 3 de março de 2009, a respeito da questão 1 de Geografia, com o seguinte título: "ATAQUE DE ISRAEL A ESCOLA DA ONU NA FAIXA DE GAZA MATA DUAS PESSOAS E FERE 14". Como pode um jornal publicar uma questão de geografia, que visa a preparação de jovens ao vestibular, baseada em uma propaganda pró Hamas, já desmentida pela própria ONU em sua investigação e divulgada, ainda que timidamente, pela mídia internacional. Atenciosamente,
Luiz Daniel Feldman

Salominho, meu querido e amado primo-irmao, como presidente da sinagoga vc tem um acesso grande na comunidade, repasse esse e-mail p/ todos, nao podemos deixar um padre-nazista comecar a pregar odio contra os judeus. Olhe eu sou uma pessoa que respeito muito a opiniao dos outros, ninguem eh obrigado a ter nossas crencas, porem isso nao eh duvidar de um religiao e sim duvidar de uma das maiores tragedia da humanidade onde ate hoje existe sofrimento, pois sao muitas familias que tiveram familiares perdidos nessa tragedia, nao eh correto fazer eles ouvirem uma barbaridade dessas. temos que ser solidarios a eles e em memorias dos que se foram. Infelizmente meu amigo qdo passou esse e-mail soh me passou a copia do artigo, porem nao deve ser dificil de encontrar, acredito q ele seja da folha online, porem no e-mail dele diz estadoa, nao sei. Beijos e fique com D.us
Esther Vania

Gostaria de comentar a respeito da primeira notícia da "Rua Judaica":
1- Elie Wiesel diz que Madoff é um psicopata, mas observo que sua fundação filantrópica pretendeu se aproveitar dos elevados e injustificados juros que eram prometidos nas aplicações. O que dizer, então, de seus assessores financeiros?
2- A fundação filantrópica de Elie Wiesel perdeu 15 milhões de dólares. Alguém já pesquisou as origens e aplicações desse dinheiro? Fiquei curioso. Grato pela atenção.
Helio Socolik

Caro Osias, Shalom! Sou evangélico e grande admirador da cultura judaica e do povo judeu (Israel é um tema frequente nos temas que abordo em meu blog www.777.blig.com.br). Há algum tempo acompanho o "NOTICIAS DA RUA JUDAICA" (está nos meus favoritos), e tem me ajudado bastante em minhas pesquisas. Eu gostaria de receber as atualizações em meu e-mail, sempre que houver. Mas gostaria também de saber como acessar os exemplares antigos. No ano passado lí algumas coisas que me chamaram atenção, mas esquecí de copiar. Quando fui procurá-las novamente, a página não existia mais (ou eu não estou sabendo como acessá-la). É possível ter acesso aos primeiros informativos? São muitas informações preciosas que gostaria de ter em meus arquivos. Cordialmente,
MOACIR R. S. JUNIOR

Caro Chaver Osias Wurman, Shalom! Diante de mais um execrável ato de intolerância e selvageria - o atentado terrorista contra um centro comunitário judaico, algumas semanas após a profanação da Sinagoga mais antiga da Venezuela -, gostaria de manifestar a minha tradicional solidariedade à querida comunidade judaica venezuelana. A liberdade de religião constitui um princípio sagrado da democracia. Totalmente inaceitáveis são essas agressões antissemitas, embebidas de um exaltado ambiente antissionista na Venezuela. Devemos lembrar que a democracia na América Latina consolidou-se há mais de vinte anos. O espírito integracionista fortaleceu-se, então, no continente. No entanto, nos últimos anos, têm surgido governos (na Venezuela, Equador, Bolívia), no continente, com arcaicos discursos nacionalistas econômicos e que estão promovendo a importação de problemas geopolíticos do Oriente Médio, como o indevido apoio ao discurso antissionista (antissemita) do regime iraniano. A sociedade latino-americana repudia excessos ideológicos e se guia pela democracia, moderação, integracionismo, verdade, coexistência, justiça e solidariedade. O que se espera é muito mais do que vagas declarações do Presidente Hugo Chavez em relação a esses episódios antissemitas na Venezuela. Espera-se não apenas a identificação e julgamento dos culpados pela Justiça venezuelana, mas a clara condenação ao antissemitismo. Shavua tov!
Prof. Marcelo Walsh

Olá Sr. Osias Wurman. Tudo bem? Espero que sim. Sou leitor da edição digital do "Noticias da rua judaica", sou cristão católico e me interessou muito o artigo sobre Sr. Richard Williamson (para muitos bispo católico), acho completamente erroneo a fala dele em relação ao holocausto, acho que negar este fato é simplesmente ignorar tantas vidas perdidas em campos de concentração e tantos outros que sofreram nas mãos dos regimes nazi-fascistas no mundo. Só o que gostaria de comentar é que de fato, ele não foi reintegrado a Igreja Católica, ele para nós católicos é simplesmente o Sr. Richard Williamson, isto pode ser explicitado na entrevista que o Cardeal Arcebispo de São Paulo Dom Odilo P. Scherer concebeu a um veiculo de comunicação católico o jornal "O São Paulo", abaixo segue o link da entrevista que cito neste e-mail.
Tenho um grande respeito aos meus irmãos judeus e também sei que os judeus tem um grande respeito a nós, seus irmãos mais jovens. Volto a repetir, sou completamente contra a negação de uns dos piores atos da história. http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/artigos/artigos_090211_excomunhao.htm
Que D'us continue nos abençoando.Abraços fraternais,
Caio Pereira

Ola amigo Osias, Seu periodico semanal ja e tao importante para nos judeus brasileiros,,quanto a leitura diaria de outros diversos consagrados jornais. Parabens.
Rafael jaimovick

Prezado Osias. Nós, judeus, somos os primeiros a protestar amargamente com relação à suposta ou verdadeira insensibilidade da  mídia nacional ou internacional em face dos atentados terroristas antijudaicos, anti-Israel, perpetrados pelo Islã radical no decorrer da Guerra Santa- Jihad, para a construção do Califado universal, sem percebermos que nós, mesmos nos esquecemos de prestar tal solidariedade quando as vitimas dos mesma violência muçulmana são não-judias....De fato, em dezenas e dezenas de atentados terrorista monstruosos do Islã Radical no mundo afora, de Londres, Madrid, Bali, Belsan, etc.etc. qual foi a manifestação de solidariedade publica às vítimas, aos governos alvos, veiculada na mídia, de Israel, Estado e povo judeu? O mundo ouviu de Israel um silencio ensurdecedor, como nada tivesse ocorrido....Pior, internamente, será que não sabem as dezenas e dezenas de manifestações, inclusive na excelente Rua Judaica, de protestos judaicos contra a omissão da mídia internacional, governos, em face aos criminosos 8 anos de  disparos do Islã radical de Qassans de Gaza contra a cidade israelense Sderot teve a sua origem exatamente no silêncio total da sociedade israelense, governo e governados, sobre esses ataques, por mais de 5 anos, escamoteando-os do conhecimento de todos?  Chocante? Eu que me considero pessoa relativamente bem informada com o que se passa em Israel, diariamente pesquisando 4 sites de jornais israelenses em inglês, fiquei perplexo quando há cerca de dois anos recebi incrédulo uma mensagem particular pedindo auxilio as escolas da cidade bombardeada de Sderot. Bombardeada, e ninguém em Israel não fala nada?  Fui apurar....e era verdade mesmo, vindo a tona o drama da cidade. Ai a minha perplexidade transformou-se indignação por não ter a sociedade israelense ciente dos atentados terroristas diários do Qassnas contra Sderot, nenhuma manifestação nacional de indignação, como seria natural esperar, ainda mais que muito tardia.. Mas qual o quê, nem  meia dúzia de gatos pingados surgiram na praça Rabin, coração político de Israel, para pressionar o governo israelense a atender as demandas de segurança da população de Sderot. Protestos ficaram, vergonhosamente, por conta dos sofridos habitantes de Sderot..... Como se eles vivessem em Marte, e não em território israelense.....Posto isso, com alguns exemplos escolhidos em dezenas, não é muito cinismo nosso ficarmos a exigir de outros aquilo que nós mesmos não fazemos, a afrontar à máxima do judaísmo pregada por Hilel” Não faça aos outros o quenãodesejaque façam a você: esta é toda a Torá, enquanto o resto é comentário disto; vai e aprende ...”’Antes de tudo, pois, Israel, Estado e povojudeu temos queaprender sermos solidárioscom as vitimas não-judias do terror do Islã, inserindo-nos, afinal, na lutainternacional de combate ao terrorismo realizado emnome de Alá e seu Profeta....Um abraço,
Marx Golgher- MG

PORQUE NÃO GOSTEI E ...ADMIREI !
O filme Valsa com Bashir,um relato sobre Sabra e Shatila,envergonha.
1-Envergonha aqueles que deixaram acontecer e assistiram ao massacre ,uma verdadeira Valsa da Morte com e para Bashir. 2-Envergonha os judeus da Diáspora que sofreram e sofrem com esse fato. 3-Envergonha o próprio povo de Israel pelo papel desempenhado por seus soldados que permitiram tal acontecimento.
 Mas,eu tambem  admiro.
1-Admiro Israel que permitiu que fosse feito um filme que envergonha seu povo. 2-Admiro e exalto a Democracia no país que permitiu seus filhos cidadãos,expressar com toda liberdade de expressão, apresentar e filmar um ato que macula a alma da condição humana.
3-Admiro a atitude dos soldados israelenses que pararam a carnificina. 4-Admiro,e todo humano com inteligência e alto espírito de humanidade reconhece que o Estado de Israel se redime,e pede desculpas, ao permitir a feitura e apresentação desse filme,mostrando que os produtores e diretor não foram presos,excomugados ou perseguidos. E saibam todos os detratores de Israel e do Povo Judeu.Reconheçam! Olhem-se no espelho do cidadão que reconheceu sua culpa e deixou-se mostrar,como toda crueldade é a consequência da guerra que corróe e degrada a alma .Por isso,conclamamos! Deixem de educar crianças para a guerra.Deixem de fazer provocações.Deixem de pedir concessões impossiveis. Abandonem a politicagem.Sentem à
mesa.Conversem!Concedam.Façam a Paz! E para colocar um pouco de sal e pimenta neste artigo,quero contar o que o presidente de Israel, Shimon Peres falou numa entrevista com o Jerusalem Post.
O reporter pediu:-Sr.Presidente,por favor,fale-nos de seus triunfos e fracassos. Shimon Peres,com aquela sabedoria dos Pioneiros de Israel respondeu:-"Prefiro contar somente os meus triunfos.
Dos fracassos,meus inimigos falarão." Am Israel Chai!
Jayme Gudel.

Quem é judeu: debate sobre a conveniência de uma definição nacional e não-religiosa. O debate sobre a conveniência de uma definição nacional para a questão “quem é judeu”, no lugar de uma definição religiosa -  a qual varia de acordo com a orientação religiosa, nunca obtendo-se aqui real consenso  - encontra eco na definição do que é uma família de convertidos  e uma de casamentos mistos. Ao tornarmos mais inclusivos os critérios para aceitar como “convertidos” os judeus por opção, deixaremos de perder mais de 50% dos membros da comunidade judaica, a cada geração!, mais até do que a parcela exterminada por Hitler ou mesmo pela Inquisição! O Sr. André Cardon - ao qual agradeço o comentário – equivoca-se, da mesma forma como o Sr. Danny Langier, ao sugerir que no livro de Rute conste que a bisavó moabita do rei David haveria se submetido a qualquer procedimento formal de conversão. O livro de Rute descreve sim uma mulher valorosa, humilde, trabalhadora, honesta, e que honra, de acordo com a tradição judaica, a memória de seu marido, Machlón. Antes que Boáz, parente de Eliméleh, seu sogro, a redima – a despose, em substituição ao marido falecido – um outro parente mais próximo tem a prerrogativa de redimi-la, mas recusa-a, declarando sua razão: isto lhe prejudicaria a descendência. Este parente, que a desprezou por ser Moabita, não mereceu ter seu nome citado no livro de Rute – fato raro, posto que neste como em outros capítulos, é o tanach sempre pródigo em referências precisas aos nomes dos personagens bíblicos, assim como até de sua ascendência e descendência. Parece ser uma forma do tanach expressar seu desprezo por quem desprezou o útero de onde nasceria a casa de David e, eventualmente, o próprio Messias, de acordo com a tradição. É Rute até hoje paradigma, não só para o processo de conversão, mas até mesmo para a mulher judia em geral, através de seus exemplos de Hessed - ao contrário de Ester, a oculta Hadassa, que hesitou em se declarar judia ao rei Achashveirósh, temendo por sua pele, e só o fez após dura repreensão de seu tio Mordechái.  Na verdade, essa discussão tenta demonstrar que inexiste base para tantas exigências, representando dois pesos e duas medidas, ao se reconhecer como judeu ao filho e à filha do judeu, em comparação com reconhecimento do filho e da filha do não-judeu, e que esta discriminação não só não tem base tanáchica: ela também é inconveniente e injusta – e, portanto, profundamente constrangedora. Se a maioria dos judeus reconhece-se como tal no contexto de um comportamento liberal em relação à religião, exigir diferente disto do filho e a filha do não-judeu que se associa a nosso destino, é injusto, e só pode ser explicado pelo reconhecimento dos direitos de sangue – ou seja, de filiação física, e não cultural, ética, religiosa. Não fica bem aos judeus empregarem tribunais de fé para verificar a honestidade dos conversos. Fere nosso direito de nos repugnarmos frente à história inquisitorial. Por fim, mas não menos importante, a extinção das gerações sucessivas dos judeus liberais não decorre da opção liberal, mas do tradicional abandono sistemático destes pelas comunidades quando, muito mais do que apenas eventualmente, casam-se com suas "Rutes" - quando não ativamente discriminados e isolados, a si e a seus filhos.
Sander Fridman - neuropsiquiatra, psicanalista, psiquiatra forense, online psychotherapist

gostaria de pedir  um favor ao nosso irmão no momento preciso de uma indicação de emprego saberia indicar um, balcão, ou cadastro em que eu possa escrever-me .trabalhei anos com seguros, no momento venho trabalhando como free lance de garçom . caso possa ajudar-me aguardo resposta .se necessário informações pessoais enviarei . e se possível algo que não trabalhe no shabat.
shlom.
Walner Arkanjo


BOLSA DE EMPREGOS

Empresa de grande porte no ramo de Geoinformação contrata: INICIO IMEDIATO

Perfil:
- Experiência em interpretação de dados;
- Vivência em vetorização sobre imagens;
- Desejável experiencia em tecnologia ESRI;
- Formação em Geografia ou Engenharia Cartografica.

Contratação: RPA Local de Trabalho: Barra da Tijuca – RJ

SÓ SERÃO ANALISADOS CURRICULOS COM PRETENSÃO SALARIAL

Interessados enviar curriculos com PRETENSÃO SALARIAL para o e-mail:
rh@gisplan.com.br com assunto RPA
_______________________________________________________________________________________

Empresa de grande porte no ramo de Geoinformação seleciona: ENVIAR CURRICULOS COM PRETENSÃO SALARIAL

Perfil:
- Experiência em processamento de imagens;
- Tenha vivência em produção de dados;
- Desejável experiência imagens em radar;
- Cursando ou Formado em áreas relacionadas à atividade: Geografia, Engenharia Cartografica, etc.

Local de Trabalho: Barra da Tijuca - RJ

SÓ SERÃO ANALISADOS CURRICULOS COM PRETENSÃO SALARIAL

Interessados enviar curriculos com PRETENSÃO SALARIAL para o e-mail:rh@gisplan.com.br com assunto ASSIST. GEO
_______________________________________________________________________________________

Recrutamos para multinacional do ramo de Petróleo: ANALISTA DE MEIO AMBIENTE - curso Técnico ou Superior em Gestão de Meio Ambiente e experiência em empresa voltadas para o segmento de Petróleo.. Inglês a nível avançado.Informar pretensão salarial. Currículum, URGENTE, para Psicólogos Associados Ltda
E-mail: psicologos@psicologosassociados.com.br
_______________________________________________________________________________________

Engenheiro elétrico com conhecimento offshore e com foco em prospecção de novos negócios. Necessário Inglês avançado. Interessados enviar CV com pretensão salarial para agirrhmacae@gmail.com informando no campo
assunto o título da vaga.

 

 
 
  Acesse nossas últimas edições:
 


> Notícias da Rua Judaica - edição No 110 (01.03.2009)

> Notícias da Rua Judaica - edição No 109 (18.02.2009)


> Notícias da Rua Judaica - edição No 108 (15.02.2009)

> Notícias da Rua Judaica - edição No 107 (08.02.2009)

     
 
 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof