Edição 142      Diretor / Editor: Osias Wurman Segunda, 09 de Novembro de 2009

 
 
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


- O Presidente Shimon Peres, irá discursar no Plenário do Senado Federal em Sessão Conjunta para ambas as casas. O evento será na próxima terça-feira, 10 de novembro, às 16:30hs.

- Após protelar o encontro por vários dias, a Casa Branca confirmou o encontro de Bibi Netanyahu com Barak Obama para esta segunda-feira.

- Os promotores de Israel não acharam evidencias para processar por assassinato o “rabi” Elior Chen, que esteve preso no Brasil. Será indiciado por crimes de abuso contra menores.
- A Intel voltou a ganhar a primeira colocação como melhor lugar para trabalho em Israel.
- O governo venezuelano fez tantas exigências para conceder visto para 13 turistas israelenses que estes foram obrigados a cancelar a viagem e os hotéis que já tinham pago.
 

TOTALMENTE ESGOTADOS CONVITES PARA SHIMON PERES NO COPA!!




Osias Wurman
Jornalista


O copo com água

Diz a sabedoria popular que diante de um copo com água pela metade, o otimista vê e alegra-se com a parte que está cheia, enquanto o pessimista, enxerga e preocupa-se com a metade que está vazia.

Assim vem sendo a reação de vários segmentos de nossa comunidade, com relação à visita ao Brasil do Pres. Shimon Peres e a subseqüente e indesejável chegada de Ahmadinejad.

Recebemos milhares de emails por semana e notamos que o percentual dos que se preparam para receber com entusiasmo a Peres é ínfimo, comparado com os que articulam manifestações contra Ahmadinejad.

Deixo claro que sou ABSOLUTAMENTE contrário a tudo de ruim que este tirano iraniano vem fazendo com as minorias de seu país, com destaque às perseguições de estudantes e intelectuais oposicionistas, religiosos não muçulmanos, libertários sexuais e etc.

Mas nossa prioridade maior, neste momento, deve ser voltada para produzir uma ruidosa e fraternal recepção ao maior ícone do humanismo, sionismo e judaísmo de nossos dias.

Peres merece o reconhecimento de todos os que amam a paz, o Estado de Israel e o povo judeu.

Deixemos, logo para o dia 15 de novembro à tarde, quando Shimon Peres já estará em viagem para a Argentina, o inicio dos atos contra Ahmadinejad.

Para termos uma idéia da importância da viagem de Peres ao Brasil, basta ler sua entrevista ao Jornal O Globo de sábado passado e assistir a que foi gravada em Jerusalém para a Globo News.

As palavras do presidente de Israel são fruto de sabedoria e experiência política, acumuladas em sua intensa militância socialista e sionista.

Aos 86 anos de idade, e com seu elevado porte moral, Peres sabe como colocar-se perante um amigo de longa data, também militante socialista, o presidente Lula, por quem manifestou, em ambas entrevistas, a maior simpatia e parceria de intenções.

Indagado se viria ao Brasil para protestar com Lula contra a visita de Ahmadinejad, Peres deu aula de diplomacia e pragmatismo, qualidades que só os verdadeiros líderes destilam com magnitude. Tratou  Ahmadinejad como um problema mundial, diferentemente de alguns que querem monopolizar este pesadelo para os judeus.

Esperamos 43 anos pela vinda de um presidente de Israel ao Brasil.

Vamos brindar este momento com intensa alegria!!!

Deixemos as tzures (problemas) para o “day after” (dia seguinte).



 




 

EXCLUSIVO

Comandos Israelenses Apreendem Navio com Armas Munições de Fabricação Brasileira Encontradas à Bordo

A apreensão de um navio com armas iranianas pelas Forças de Defesa de Israel se deu graças às atividades americanas, informou o jornal baseado em Londres, e impresso em língua árabe, "Al-Sharq al-Awsat,  citando fontes israelenses. Na quinta-feira, o Chefe do Estado Maior das FDI Gabi Ashkenazi elogiou os agentes do Mossad pela ajuda na obtenção de informações que resultaram na captura do navio. Segundo o relatório árabe, os norte-americanos notaram um navio iraniano suspeito ao entrar no Golfo de Omã e docar no porto de Jebel Ali no Dubai, em meados de Outubro. O barco pertencia à empresa marítima nacional do Irã a IRISL. Os EUA teriam informado Israel sobre o navio.


O navio Francop lotado com containers camuflados com carga superficial inocente.

Segundo o relatório, Israel sugeriu bombardear o navio no Mar Vermelho, mas os americanos rejeitaram a idéia. No início desta semana foi noticiado que os iranianos tinham efetuado grandes esforços na tentativa de despistarem os funcionários da inteligência que monitoravam a remessa. Uma das tentativas de despiste foi a descarga dos explosivos num porto egípcio e depois recarregá-los no navio Francop, que acabou por ser capturado.


As caixas abertas no porto israelense demonstram a existência de armas e munições.

Na quinta-feira, o Hezbollah negou qualquer ligação com o navio de armas e condenou a atividade de "piratas israelenses em águas internacionais". A Síria e o Irã também negaram ligação com a embarcação, alegando que o navio transportava mercadorias da Síria para o Irã e que Israel estava impedindo a atividade do comércio internacional. Fontes egípcias no Porto Damietta, que foi o último porto que o navio passou, disseram na quinta-feira que tinham sido carregados produtos alimentares e nada mais.

CAIXAS DE MUNIÇÃO BRASILEIRA APARECEM NO PORÃO DO NAVIO APREENDIDO

Assistam o videohttp://www.youtube.com/watch?v=VPyI2lvA5eA&NR=1


 
 

Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

DANIELA KRESCH ENTREVISTOU SHIMON PERES

UMA VISITA DE PESO

Semana passada, tive o prazer de entrevistar o presidente israelense Shimon Peres juntamente com outros três jornalistas brasileiros. Peres começa, no próximo dia 10, uma visita de uma semana ao Brasil a convite do presidente Lula. Como sempre, ele usou de muita diplomacia, muito humor e muito carisma para responder às perguntas dos jornalistas. Fez questão de saber os nomes completos dos entrevistadores, para que meios de comunicação escrevem e qual a tiragem deles. Durante a entrevista, que durou quase uma hora, fez diversas piadas, principalmente relacionadas à sua idade avançada. “Jovens como eu...”, repetiu algumas vezes o presidente, que completou 86 anos, entre sorrisos e gargalhadas. 

Peres não me reconheceu, mas essa foi a minha quarta entrevista com ele nos últimos sete anos. Na primeira, em 2002, ele era ministro das Relações Exteriores. Ele me recebeu sozinho, sem assessores ou marqueteiros. Respondeu a todas as minhas perguntas com muita calma e bom-humor e, depois, decidiu “entrevistar-me”. Perguntou muito sobre o Brasil, sobre o Rio, e não escondeu sua simpatia pelo então candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva. Sentiu-se tão confortável que cruzou os pés em cima de sua mesa, colocando as mãos na nuca, quase como se estivesse deitado numa rede imaginária.


A segunda entrevista aconteceu em 2005, quando ele recebeu o então melhor jogador de futebol do mundo, Ronaldo Fenômeno, para uma partida simbólica entre crianças israelenses e palestinas promovida pelo Centro Peres para a Paz. Na época, Peres era vice-primeiro-ministro no governo Ariel Sharon. Ele parecia emocionado em apertar a mão do jogador brasileiro, que causou comoção entre crianças e adultos. E até ensaiou uma partidinha rápida com Ronaldo antes de receber uma meia dúzia de jornalistas para uma breve conversa sobre esporte e paz.

Em 2007, novamente participei de uma entrevista com Peres, dessa vez para a filmagem de um documentário sobre os 40 anos da Guerra dos Seis Dias. Na época, ele vice-primeiro-ministro de Ehud Olmert. Por minha culpa, a equipe chegou atrasada ao encontro, mas Peres, mesmo parecendo um pouco cansado e estressado, acabou respondendo à todas as perguntas da pauta, dando uma aula de história à produção do programa. Pouca gente pode comentar sobre assuntos relacionados aos últimos 40 anos de Israel do ponto-de-vista de Shimon Peres: ele estava lá, participando de tudo.

Apesar de ocupar atualmente um cargo quase simbólico, o veterano Peres continua influenciando e atuando nos bastidores da política israelense. Tem visitado diversos países e conversado diariamente com líderes mundiais, quase como se ainda fosse ministro do Exterior (o chanceler, Avigdor Lieberman, parece ser menos cotado internacionalmente por suas posições duvidosas quanto aos árabes). Para mim, ele é o único político israelense que sabe falar a língua da comunidade internacional. Ele fala de paz para quem quer ouvir palavras de otimismo. Fala de compaixão, de direitos humanos, de moralidade, de tecnologia e de desenvolvimento. E, acima de tudo, defende as posições de Israel de uma forma contundente que não dá abertura para dúvidas. Espero que, na visita ao Brasil, encontre ouvidos abertos para um olhar renovado sobre o Estado Judeu.


 
 

Rabino Primo de Michelle Obama Visita Israel


O Rabino Capers Funnye, que é primo da primeira-dama americana Michelle Obama, está em Israel para sua primeira visita como convidado da Agência Judaica. Funnye é o rabino chefe da comunidade B'nai Zaken Beth Shalom da Congregação Hebraica Etíope de Chicago, Illinois com 200 membros na maioria de afro-americanos. Na quarta-feira, o rabino visitou um centro de absorção da Agência Judaica em Mevasseret Zion. Ele disse que estava emocionado ao ver a forma como o Estado de Israel absorve imigrantes provenientes de todas as partes do mundo e ficou especialmente comovido ao se encontrar com judeus da Etiópia que chegaram a Israel. O rabino prometeu relatar as suas impressões sobre sua visita ao centro de absorção e ao Museu do Holocausto Yad Vashem para sua famosa prima. Funnye compareceu a uma apresentação por funcionários da Agência Judaica sobre o programa de imigração e absorção dos judeus de origem etíope e também se encontrou com jovens imigrantes que chegaram recentemente a Israel e ficou comovido com suas histórias. Fez muitas perguntas e estava particularmente interessado na integração dos imigrantes na força de trabalho israelense.

Referindo-se aos 12 meses que já se passaram desde que o presidente americano Barack Obama havia sido eleito, o rabino disse que "foi um ano cheio de atividades". Questionado sobre Prêmio Nobel da Paz para Obama, ele deu uma resposta diplomática: "Eu não fiz parte do comitê". Funnye também foi perguntado se ele pretendia fazer a aliá, ao que ele respondeu: "Deus está em toda parte". Ele também perguntado sobre muitas questões políticas, mas tentou evitar o assunto e se concentrou sobre o judaísmo. Funnye foi criado como cristão e por um tempo se interessou pelo Islã. Ele quase se tornou um padre, mas finalmente decidiu se converter ao judaísmo. Durante a campanha eleitoral de Obama, o primo da sua esposa foi mencionado como a conexão judaica do candidato democrata. O rabino fez parte de uma delegação de empresários afro-americanos e personalidades públicas a Israel e organizada pelo ‘American Israel Public Affairs Committee’.


 
 

CARTA DE LEITOR: REPÚDIO À DIFAMAÇÃO RELIGIOSA


Na semana passada foram divulgadas na Internet fotografias mostrando fila de 450 palestinos em Gaza, de 20 a 30 anos, com  ternos escuros e cada um deles acompanhado de uma "noiva" de 8 a 10 anos vestida toda de branco, para um casamento coletivo patrocinado pelo Hamas. Uns pedofilos...

Na semana passada, o jornal israelense "Haaretz" explica que as meninas que acompanham os noivos sã irmãs que servem de madrinhas e que as noivas que os esperam no local do casamento são todas maiores de 18 anos, exceto uma que tem 16.


Imagem inocente foi usada, levianamente, como pedofilia.

As noivas, cobertas de véus,  aguardam os noivos no local da cerimônia, e não devem ver os  futuros maridos até o momento de se casarem...Exatamente como é costume das noivas cristãs e judias.

Não alimento nenhuma simpatia ao Hamas e seus terroristas, mas imaginem se na Internet fossem divulgadas fotografias de jogadores de futebol entrando em fila no campo, cada um acompanhado por uma criança, e depois serem acusados de pedófilos... Daí podemos imaginar como pode agir a mídia internacional, e nós, os judeus, que sentimos diariamente o que eles escrevem sobre Israel e o seu exército, deveríamos tomar mais cuidado com o que se publica.

Nahum Mandel - Kibutz Gaash - Israel



 
 

ALERTA PELO CELULAR


A população de Israel poderá ser informada através de mensagens de celular sobre ataques iminentes de foguetes, informou um oficial israelense ao jornal Jerusalem Post.

"Estamos desenvolvendo um sensor capaz de calcular com antecedência a elipse virtual (de um foguete e seu ponto de impacto), e todos os telefones do setor serão alertados", disse o coronel Soffer Chilika em uma entrevista publicada neste domingo pelo Jerusalem Post.


O coronel dirige o Departamento de Defesa passiva do exército israelense, encarregado da população civil.

O território do Estado hebreu foi alvo de 39 tiros de mísseis balísticos do Iraque durante a Guerra do Golfo (1991), de disparos de foguetes durante a Segunda Guerra do Líbano (2006) e durante a ofensiva do exército israelense contra a Faixa de Gaza em dezembro e janeiro passados.


 
 

Mulheres Árabes no Futebol

O Estádio Internacional Faisal Husseini na cidade de Ramallah na Cisjordânia foi palco no domingo da primeira partida de futebol internacional entre o time feminino de futebol da Jordânia e de palestinas. As 22 mulheres que compuseram as duas equipes entraram em campo vestindo hijabs, a cobertura tradicional de cabeça das mulheres muçulmanas e foram recebidos por uma platéia entusiasta que aplaudia e composta de dezenas de milhares de mulheres palestinas. A Liga Palestina de Futebol Feminino foi formada por Jibril Rajoub que é chefe da Associação de Desportos da Palestina e ex-conselheiro para assuntos de segurança nacional do falecido presidente da Autoridade Palestina Yasser Arafat. A idéia, segundo ele, foi difícil de vender: "Desde que tomei posse eu sabia que queria formar um clube de futebol feminino, mas uma sociedade tão tradicional como é a sociedade palestina, muitos dos xeques e clérigos ficaram horrorizados com a idéia".

A seção VIP do estádio estava decorada com cartazes de Arafat, do presidente palestino Mahmoud Abbas e do rei Abdulla II da Jordânia.  Rajoub juntamente com o primeiro-ministro palestino Salam Fayyad e vários ministros palestinos foram colocados em lugares na primeira fila, junto com o membro do Knesset Ahmad Tibi (União Árabe - Ta'al) e um representante da FIFA (Fédération Internationale de Football Association). Como é habitual nos jogos de futebol as capitães das equipes apertaram as mãos, bandeiras foram trocadas e logo o árbitro apitou e as 22 mulheres começaram a correr febrilmente por todo o campo.

Honey Thaljieh que é a capitã da Seleção Nacional das Mulheres Palestinas disse que "A sociedade palestina está ainda lutando para a libertação das mulheres, e para mim, o futebol é um desafio". Thaljieh também mencionou o aspecto político: "Nós vivemos em uma realidade difícil, e como uma mulher palestina que vive sob a ocupação quero usar essa ocasião para transmitir a mensagem de que todos nós queremos somente é viver. Para mim o futebol é uma mensagem para a vida, para o amor e a paz. "Quando a paz for atingida com Israel, acrescentou ela, sua equipe terá prazer em jogar contra suas homólogas israelenses. A capitã do time de futebol da Jordânia acrescentou que sua equipe jogará contra Israel quando houver uma normalização completa entre Amã e Jerusalém.

 
 

 



 
 

HISBOLÁ LEVA LÍBANO À IDADE DA PEDRA

Uma escola libanesa, sob pressão da milícia xiita do Hisbolá, proibiu um livro que menciona "O Diário de Anne Frank", por considerar que esta última obra "promove o sionismo", informou hoje a imprensa local.Segundo o jornal "L'Orient-Le Jour", o centro educativo é a Escola Secundária Adventista e o livro proibido se chama "Leitura Interativa para o Ensino do Inglês". Antes da proibição, a rede de TV do Hisbolá, a "Al-Manar", condenou a citação ao diário de Anne Frank por ele focar a perseguição aos judeus."O mais perigoso é o modo dramático e teatral com o qual o diário relata os fatos e como ele é carregado de emoções", disse a "Al-Manar", que perguntou até quando o Líbano "continuará sendo um campo aberto para a invasão sionista na educação".

Um deputado do Hisbolá, Hussein Hajj Hassan, declarou à emissora que o colégio em questão "não tem discernimento quanto à seleção de seu material". "Esses estabelecimentos respeitáveis ensinam a suposta tragédia de uma menina, mas se envergonham de fazê-lo com a do povo libanês, a do povo palestino ou a das pessoas do sul (do Líbano), provocadas pela ocupação sionista", acrescentou o legislador. "O Diário de Anne Frank", publicado após a morte da alemã de origem judaica, foi escrito entre 1942 e 1944, período em que a menina e a família viveram escondidas em um porão em Amsterdã (Holanda). Procurada pelo "L'Orient-Le Jour", a ministra de Educação libanesa, Bahia Hariri, respondeu que gostaria de ter acesso ao livro proibido antes de fazer um comentário e esclareceu que a censura não cabe a seu departamento, mas ao de Segurança Nacional. Em um editorial, o jornal considerou absurda a acusação de que "O Diário de Anne Frank" faz "apologia ao sionismo". "É fútil, vão e desesperado dizer que essa obra constitui uma ofensa coletiva aos libaneses. Trata-se de um documento histórico universal que mostra o que o homem é capaz de fazer baseando-se na cor da pele, na religião ou no país de origem", destaca o texto. A proibição, acrescenta o jornal, mostra a "degradante" e "irremediável regressão do país, seu retrocesso inexorável a um precipício medieval, seu retorno à idade da pedra sociocultural e moral". No mês passado, o Hisbolá também proibiu outra escola anglófona de usar um livro que se referia à milícia e ao movimento palestino Hamas como grupos terroristas. EFE


 
 

DEU NO CLÁUDIO HUMBERTO - Terroristas do Irã poderão se abrigar no Brasil

Se a visita do porralouca Mahmud Ahmadinejad, dia 23, sacramentar a isenção de visto para iranianos, estará aberto perigoso precedente na periclitante segurança interna, já abalada pelo poder do tráfico. Cinco funcionários do primeiro escalão do governo do Irã são procurados pela Interpol pelo atentado, em 1994, ao prédio da instituição beneficiente Amia, em Buenos Aires. Morreram 85 pessoas, 300 ficaram feridas. Um dos procurados é o ministro da Defesa, Vahidi Ahmand, que seria o mentor do atentado que abalou as relações da Argentina com Israel.

“É um problema de segurança nacional, não apenas dos judeus”, alerta o cônsul honorário de Israel no Rio, Osias Wurman. A isenção de visto, lembra ele, “é porta aberta ao fundamentalismo islâmico, que poderá circular livremente no território nacional”.

Na Agência Brasil, do governo, o vice-chanceler iraniano, Alireza Salari, disse que “sionistas e israelenses” são “inimigos da democracia na AL”.

Acesse mais informações sobre o assunto em :

http://br.noticias.yahoo.com/s/26102009/25/politica-brasil-ira-devem-discutir-vistos.html

 
 


VENDE-SE CASA DE HITLER

A venda da casa da família de Adolf Hitler na cidade austríaca de Braunau am Inn levantou a preocupação de que o local se torne uma espécie de "santuário" para simpatizantes do nazismo.

A casa onde Hitler nasceu em 1889 foi colocada à venda ao preço de 2,2 milhões de euros (cerca de R$ 5,6 milhões).

Os moradores da cidade e políticos locais temem que a casa caia nas mãos de extremistas de direita. O prefeito da cidade, Gerhard Skiba, quer evitar que isso ocorra, mas a prefeitura não tem recursos para comprar a propriedade.


Atualmente, a residência está sendo usada por uma organização de ajuda a deficientes e no passado já abrigou uma biblioteca, um banco e um instituto técnico.

Alguns historiadores sugeriram que o prédio deveria ser transformado em um museu, mas o prefeito se opõe vigorosamente à ideia, afirmando que isso poderia encorajar pessoas de vários países a visitar o local.

Por enquanto, a única menção ao passado da casa é um memorial dedicado às vítimas do nazismo.


 
 

VEREADOR, PALHAÇO OU NAZISTA ?

As fotos de um vereador da cidade de Catanduva, a 379 Km da capital paulista, em que ele aparece vestido como o ditador alemão Adolf Hitler no site de relacionamentos Orkut, estão causando polêmica. Em um álbum no site, o vereador Vagner Bersa (PPS), conhecido como "Palhacinho Pimpão", pode ser visto usando quepe e farda militares, em fotografias que estão sendo interpretadas como uma apologia ao nazismo.

A polêmica é tanta que o presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Marcos Crippa (PTB), já pediu desculpas em nome da Casa pelos atos do vereador. Crippa disse que já foi procurado não apenas por moradores da cidade insatisfeitos com as fotos divulgadas por Bersa, mas inclusive por representantes da Confederação Israelita no Brasil.

O vereador Bersa nega que esteja fazendo apologia ao nazismo, e afirma que está apenas fazendo propaganda do filme "A queda", que trata das últimas horas de vida do ditador, e também uma sátira do alemão, assim como fez Charles Chaplin no filme "O Grande Ditador". Ele afirma que no Orkut também interpreta outros personagens, como Rambo e o Príncipe Charles, da Inglaterra, e que no site há ainda fotos de artigos militares de vários países, admirados por ele.


 
 

Mega Casamento Hassídico

Foi o casamento do ano no mundo hassídico. Mais de 10.000 convidados chegaram à sede Hassídica de Sanz, em Netanya, para celebrarem o casamento de Meshulam Meir, filho do Grão Rabino de Sanz Tzvi Elimelech Halberstam, o Rebe Klausenberger de Netanya, com a sua prima, Bracha Unsdorfer. O noivo, de 19 anos, foi gravemente ferido quando tinha dois anos de idade quando caiu de uma janela do terceiro andar. Os médicos previram que ele sofreria danos cerebrais irreversíveis. Contra todas as probabilidades o menino se recuperou completamente e, através dos anos, tornou-se um dos prodígios das academias Hassídicas da Torah. O médico do noivo, que não tinha dado esperanças para o menino, foi convidado para o casamento para testemunhar de perto a ocasião. Durante os últimos dias foram erguidas tendas enormes para os convidados. Entre os muitos convidados que participaram do casamento estavam grãos rabinos de outras grandes seitas hassídicas, como de Ger e Belz.

O noivo e o seu pai, o Grão-Rabino, foram levados para a cerimônia numa carruagem ornamentada e puxada por cavalos e acompanhada por notáveis hassídicos, que montavam cavalos. Antes da refeição, 1.800 galinhas, 800 kg de carne, 1,2 toneladas de carpas, e 30 metros de challah foram preparados - para os homens. Aharon Levinstein que é o gerente da cozinha e chef da Yeshiva de Sanz relatou que trabalhou por um mês inteiro para preparar cerca de 19.000 refeições para o casamento e celebrações relacionadas e contou que não tinha retornado para casa desde o último Shabat. Muita comida também foi servida na tenda das mulheres. Os pratos foram fornecidos por uma empresa de alimentação de Bnei Barak.

A dinastia hassídica dos Sanz-Klausenberg é considerada atualmente como uma das maiores em Israel e teve o seu inicio na Europa pelo autor do "Divrei Chaim" o Grão Rabino Chaim Halberstam de Sanz. A dinastia em números em Israel conta com milhares de famílias, a maioria das quais estão localizadas em Netânia no Kiryat  Hahasidut. O prefeito substituto de Netanya, Rabino Shimon Sher, é um hassídico Sanz e declarou à Ynet que este foi o maior evento do movimento hassídico já acontecido, ressaltando os ferimentos do noivo na sua infância, que ele próprio havia presenciado, e o fato de ser ele o filho do Grão-Rabino explicaria o fenômeno. Outro hassídico disse à Ynet sobre os seus sentimentos em relação ao rabino naquela feliz ocasião: "O relacionamento entre um estudante e um rabino muitas vezes é tão forte como a relação entre um filho e seu pai ... Eu me sinto contente e animado quando o homem que alimenta a minha vida espiritual casa o seu último filho".


 
 

VIVER A VIDA EM JERUSALÉM

A novela da TV Globo “Viver a Vida” iniciou na semana que passou a apresentação das cenas gravadas na cidade sagrada de Jerusalém. No link abaixo uma das partes disponíveis sobre o local.

http://viveravida.globo.com/Novela/Viveravida/Videos/0,,17544-p-V1153940,00.html

 
     
 

FERNANDO HENRIQUE NA PRÊMIAÇÃO DO TTH BAR-ILAN



 
 


BEN ABRAM É CONTRA BANALIZAÇÃO DA ESTRELA


Ben Abraham - Presidente da Sherit Hapleitá do Brasil (Sobreviventes do Holocausto)

Bechol Dor Vador Omdim Aleinu Lechaloteinu - De geração em geração estão prontos para nos aniquilar.

Esta frase repetida anualmente, durante a noite de Pessach permitiu-nos sobreviver a muitos povos, que surgiram e desapareceram na mesma época da nossa diáspora.

Como se não bastassem as acusações de sangue, fogueiras da inquisição, pogroms e por último, 64 anos depois desta última tragédia - Holocausto, um novo Hitler (Ahmadinejad) prega a destruição do Estado de Israel.

O que é mais revoltante neste episódio é que o nosso país, onde interesses comerciais estão acima da conduta seguida pelo mundo livre, convida este novo Hitler para uma visita oficial no Brasil. Salientando que todos os países livres da Europa, América do Norte, Austrália, Nova Zelândia e Japão, boicotaram o Irã por este país não permitir que suas usinas nucleares fossem inspecionadas pela Agência Internacional de Energia Atômica, incumbida de verificar que o enriquecimento de urânio se destina exclusivamente para fins pacíficos e não para a produção de armas nucleares. Não é segredo que a comunidade judaica do Brasil prepara uma série de manifestações de repúdio à visita de Ahmadinejad ao nosso país, porém considero um absurdo a idéia que surgiu para que os manifestantes usassem como sinal de protesto uma estrela amarela usadas nos guetos. Salientando que assim os nazistas marcaram os judeus para, desta forma, discriminá-los e distingui-los do restante da população. O que posteriormente culminou com o extermínio de 6 milhões de judeus na Europa.

Lembrando que a estrela amarela imposta pelos alemães a todos os judeus destinou-se a humilhar todo um povo, isolando-os do resto da população. Usá-la hoje em dia, de forma casual no nosso dia-a-dia, é um desrespeito e uma ofensa à memória de todos os mártires que sucumbiram durante a II Guerra Mundial.

Os tempos mudaram. Com a existência do Estado de Israel, que é a pátria espiritual de todos os judeus onde quer que se encontrem, somos hoje um povo livre e independente. Sendo assim, para demonstrar a nossa lealdade com o Brasil e a nossa ligação com o Estado de Israel, na passeata devemos erguer as duas bandeiras e cantar os dois hinos nacionais.


 
 

Ameaça Nuclear do Irã

As advertências de Israel que não tolerarão uma ameaça existencial sob a forma de um Irã nuclear devem ser levadas a sério, alertou o Vice-Ministro das Relações Exteriores Danny Ayalon, numa entrevista para a agência de notícias britânicas Sky News na sexta-feira. "Quem está blefando é o Irã, que está tentando jogar com cartas que não têm" disse Ayalon à rede de notícias. "Todas as bravatas e tentativas que estamos vemos e assim como a dura e perigosa retórica estão escondendo um monte de fraquezas". Israel tem repetidamente alertado a República Islâmica – e assim como ao resto do mundo - que não permitirão que o Irã complete o seu programa de desenvolvimento nuclear e criarem uma arma atômica destinada contra o Estado judaico.

"Se o comportamento e a conduta iraniana continuarem como são mostradas até agora, é óbvio que suas intenções são apenas para ganharem tempo e adiarem" disse Ayalon. Ele assinalou que as negociações com as nações ocidentais não resultaram em qualquer redução das atividades nucleares iranianas. O Irã prometeu continuar com todos os seus programas de desenvolvimento nuclear independentemente das propostas oferecidas pelos países ocidentais através de negociações diplomáticas. O presidente Mahmoud Ahmadinejad declarou que o Irã está negociando com o Ocidente do alto de uma posição de poder, e comparou a força dos inimigos do Irã às "de um mosquito." O Chefe do Estado Maior das FDI, Gabi Ashkenazi, polidamente advertiu em setembro a República Islâmica que o Estado judaico está preparado para se defender de qualquer ataque nuclear ou de qualquer outro que pudessem lançar. "Todos nós entendemos que a melhor maneira de lidar com a ameaça nuclear iraniana é através de sanções internacionais" afirmou Ashkenazi numa entrevista ao Rádio do Exército. No entanto, ele acrescentou, "Israel tem o direito de se defender, e todas as opções estão em aberto".


 
 

Estudantes Contestam Poderosos no Irã

Um despretensioso estudante universitário de matemática tornou-se um improvável herói para muitos no Irã por ter ousado criticar cara a cara o homem mais poderoso do seu país. Mahmoud Vahidnia recebeu inúmeras manifestações de apoio dos opositores ao governo pelo desafio sem precedentes num país onde o insulto contra o líder supremo aiatolá Ali Khamenei é um crime punível com a prisão.

Talvez o mais surpreendente seja que o jovem gênio da matemática até agora não sofreu punições em relação ao confronto numa sessão de perguntas e respostas entre Khamenei e estudantes da Universidade Técnica Sharif em Teerã. Na verdade, a liderança clerical iraniana parece estar divulgando o incidente como um sinal da sua tolerância – o que alguns iranianos no início acreditavam que o caso de 20 minutos tinha sido uma encenação do governo, apesar de que comentaristas da oposição estariam agora convencidos que o que aconteceu com Vahidnia foi coisa real. Detalhes do encontro foram informados através da agência de notícias estatal IRNA e por em um jornal pró-governista Keyhan, que publicou a manchete "A resposta paternal do líder revolucionário a críticas da juventude". Até mesmo o site oficial de Khamenei mencionou o incidente.


 
 

JUDEUS EM SHANGAI

A versão em inglês do romance escrito por um chinês sobre as experiências de um judeu em Shanghai durante a Segunda Guerra Mundial foi promovida no dia 15 de outubro na Feira do Livro de Frankfurt 2009, na Alemanha.

O livro foi o campeão de vendas tanto na versão em chinês quanto em inglês na Feira do Livro de Shanghai 2009, o maior evento do tipo da China realizado em agosto, de acordo com a Shanghai Century Publishing Group, que tem os direitos autorais das duas versões.

A companhia disse que os direitos autorais do livro serão vendidos à Alemanha, Japão e Índia na feira de seis dias em Frankfurt, a maior feira internacional de livros do mundo.

O livro, "A Jewish Piano", é a primeira parte de uma epopéia serial sob o título Judeus em Shanghai. O romance descreve como um pianista judaico da Polônia e sua namorada chinesa fugiram de holocausto nazista e conseguiram abrigo em Shanghai durante a Segunda Guerra Mundial.


 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


GOLDSTONE, SHMOLSTONE – ABI GUEZINT

Poucos dias após a divulgação do relatório Goldstone participei de uma reunião off-the-record de líderes de organizações judaicas americanas com um alto funcionário do governo Obama. Além de estar ao par das posições políticas internas do seu governo, o funcionário mostrou um profundo conhecimento do funcionamento tanto da ONU quanto do Tribunal Internacional de Haia.

Da longa e detalhada análise do alto funcionário, quatro pontos ficaram claros para mim, três relativamente positivos e o quarto negativo: (1) não haveria como impedir que a Assembléia Geral da ONU considerasse o relatório e aprovasse uma resolução contra Israel – mas essa resolução não teria implicações legais práticas, (2) na medida em que Israel não aceita a jurisdição do Tribunal Internacional, nenhum caso poderia ser automaticamente levado ao Tribunal contra Israel, (3) o relatório só poderia ser submetido ao Tribunal sem o consentimento de Israel por recomendação do Conselho de Segurança da ONU – porém o governo americano faria uso do seu direito de veto para impedir que isso ocorresse, “não apenas porque Israel havia feito o máximo possível para minimizar o número de vítimas palestinas não-combatentes durante a operação militar em Gaza, como também porque o mesmo falso pretexto poderia ser utilizado no futuro para justificar ações legais contra o exército americano enfrentando situações semelhantes” e (4) seria muito difícil impedir que casos contra certos israelenses (políticos e militares) fossem submetidos individualmente ao Tribunal para julgamento por crimes de guerra.  Em resumo, para Israel como país (mas não para certos cidadãos israelenses) os problemas gerados pela comissão Godstone seriam de natureza política e não legal.

Os acontecimentos desde então parecem enquadrar-se com a análise.  A reação inicial do governo israelense de simplesmente rejeitar as conclusões do relatório foi insuficiente para lidar com o problema.  Para Israel, mais ainda que estar do lado da verdade é preciso parecer estar do lado da verdade.  Se o relatório tem 575 páginas, a resposta de Israel deve ter 1.575 – incluindo o texto das instruções do escalão político para o militar e dos superiores militares para os subalternos, uma refutação de todos os casos mencionados no relatório e outros mais, vídeos, etc.  A força-tarefa apontada pelo governo após uma certa hesitação parece ter sido incumbida precisamente disso.  Por 114 X 18 votos (e 44 abstenções) a Assembléia da ONU aprovou o relatório Goldstone e referiu a questão para o Conselho de Segurança; votaram contra a resolução, além de Israel e EUA, a Alemanha, Austrália, Canadá, Eslováquia, Holanda, Hungria, Ilhas Marshall, Itália, Macedônia, Micronésia, Nauru, Palau, Panamá, Polônia, República Tcheca e Ucrânia.  Por 334 X 36 votos (e 22 abstenções) a Câmara dos Deputados dos EUA recomendou fortemente ao presidente Obama e à secretária de estado Clinton que vetem no Conselho de Segurança a aprovação do relatório, qualificando-o de “irredimivelmente tendencioso e indigno de consideração adicional ou legitimidade”.  Ao que tudo indica, o Estado de Israel está devidamente imunizado contra o vírus Goldstone.   Vulneráveis, no momento, estão alguns líderes políticos e os bravos soldados israelenses que arriscaram as suas vidas em Gaza defendendo a população civil do sul de Israel.


 
 

Moedas da Antiga Jerusalém

Uma exposição muito especial será aberta em Jerusalém, revelando ao público, pela primeira vez, todas as moedas antigas descobertas pelas escavações no sopé do Monte do Templo. Esta exposição está sendo organizada pela Autoridade das Antiguidades de Israel e pela Empresa de Desenvolvimento do Leste de Jerusalém com fundos da Fundação William Davidson e Estanne Fawer.

Destina-se a ser a primeira das várias exposições que serão apresentadas no Centro Davidson no Jardim Arqueológico de Jerusalém. Entre os artefatos que serão exibidos na próxima semana está uma rara coleção de moedas antigas de 2.000 anos e que foram queimadas durante a Grande Revolta dos judeus contra a ocupação romana e na qual o Segundo Templo Sagrado foi destruído. O Muro Ocidental, que estava fora do Templo e não fazia parte dele, é a única parte remanescente daquela área que permaneceu de pé após a destruição.

A coleção inclui moedas únicas e exclusivas que foram cunhadas em Jerusalém durante o período do Segundo Templo. Uma descoberta extraordinária que será apresentada ao público pela primeira vez é um shekel extremamente raro que foi cunhado pelos rebeldes judeus durante os últimos meses da revolta, no ano 70 da era cristã. Também serão mostradas outras moedas que foram encontradas nas diferentes escavações na região e provenientes de várias origens geográficas, da Pérsia, através do Norte de África e tão distantes como a França. Estas moedas atestam a centralidade de Jerusalém, através de todas as pessoas que visitaram a cidade já há milhares de anos atrás, e lá deixando suas "lembranças". É interessante notar a diferença entre as moedas dos judeus e as outras em exposição. Ao contrário das moedas pagãs a figura do governante geralmente não era representada nas moedas de origem judaica, devido à proibição judaica de fazerem uma imagem "esculpida" ou de um ídolo. Segundo um comunicado da Autoridade das Antiguidades de Israel é por esta razão que uma variedade de símbolos de objetos inanimados, como uma coroa de flores um cetro e um capacete aparecerem em muitas moedas judaicas.

Outro fascinante objeto que será exibido será o pedaço da tampa de um grande sarcófago descoberto pelas escavações realizadas ao longo da barreira norte de Jerusalém que foi realizada com fundos concedidos pelo Ministério da Defesa. A tampa do sarcófago, que é meticulosamente decorada, tem inscrições em caracteres quadrados, que são característicos do período do Segundo Templo. Por ela se lê: "... Ben HaKohen HaGadol ..." (filho do Sumo Sacerdote). Numerosos sacerdotes serviram no Templo Sagrado durante a última parte do período do Segundo Templo, e por isso não há maneira de saber exatamente a quem esta inscrição se refere. No entanto conforme a Autoridade das Antiguidades de Israel é provável que a inscrição do sarcófago se refira a um dos sacerdotes que oficiava no Templo entre os anos de 30 e 70 da era cristã. A exposição acontece ao mesmo tempo em que o mundo árabe está aumentando a intensidade da sua campanha com a finalidade de convencerem o mundo que o judaísmo não tem raízes no Monte do Templo.


 
 

Congressistas dos EUA preocupados com visita de Ahmadinejad

Parlamentares republicanos e democratas expressaram, nesta terça-feira, preocupação pela visita do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, ao Brasil, no final do mês de novembro, onde será recebido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Estou preocupado com os avanços diplomáticos do presidente Lula com o presidente iraniano Ahmadinejad", declarou durante uma audiência no Congresso o chefe do subcomitê sobre América Latina, o democrata Eliot Engel.

"Não me agrada quando a Venezuela amplia sua relação com o Irã, mas atribui isso ao presidente [venezuelano Hugo] Chávez e sua distorcida maneira de ver o mundo. Mas quando Brasil amplia seus laços com o Irã, fico desconcertado", acrescentou.

"No futuro, acredito que teremos de ampliar nosso diálogo com o Brasil sobre os perigos do Irã e convidar nossos amigos em Brasília a reconsiderar os vínculos com Teerã", adiantou o democrata. Por sua vez, o líder da bancada republicana no subcomitê, Connie Mack, afirmou que "deveríamos prestar muita atenção a essa reunião entre Lula e Ahmadinejad".


Mack e o democrata Ron Klein apresentaram uma resolução pedindo que o presidente dos EUA, Barack Obama, declare a Venezuela país patrocinador do terrorismo.

Quatro países (Cuba, Sudão, Irã e Síria) fazem parte desta lista que é revisada anualmente pelo presidente.

A visita do presidente do Irã está prevista para 23 e 24 de novembro. Lula e Ahmadinejad já se reuniram em setembro, durante a Assembléia Geral da ONU em Nova York. "Não acho que seja necessário muita persuasão para se dar conta de que os objetivos do Irã nesta parte do mundo [continente americano] não são benignos", advertiu o chefe do subcomitê do Oriente Médio, Gary Ackerman.

O Irã ampliou o número de embaixadas na região para seis, mantém vôos diretos com Caracas e seus bancos estão presentes na região, explicaram os especialistas.


 
 


HALLOWEEN, NÚMERO 13 e o JUDAÍSMO

Fernando Bisker - Jcle Morashá Miami – Flórida-Exclusivo para Rua Judaica

Nos Estados Unidos se comemorou o HALLOWEEN no dia 31/10. Muitas fantasias de personagens do filme Sexta-Feira 13 foram vendidas. Comecei a pensar sobre o número 13, onde em muitos países do mundo, é considerado um número de azar.

Ao entrar em um prédio de alto padrão em Miami, no famoso Mystic Pointe (assim mesmo se escreve), em Aventura, me deparei com algo, que até então, desconhecia. Os prédios com mais de 13 andares, simplesmente não tem o andar 13, ou melhor, sim tem o andar, mas o chamam de andar 14. Vejam esta foto do elevador do prédio, onde aparece 11, 12, e depois pula para o 14.

O mesmo ocorre na Byscane One, Downtown, onde está o escritório do Banco do Brasil em Miami, ele simplesmente não existe. Vejamos então o que o judaísmo diz a respeito, será que tem alguma base judaica ou é simplesmente uma superstição? No judaísmo, 13 é a idade na qual o jovem se torna bar-mitzvá. 13 também é a guemátria (valor numérico pela Kabalá) das palavras Echad, que significa o número 1 e, também, uma alusão à Deus. As palavras AHAVA (amor) e DEAGÁ (preocupar-se) também tem seu valor numérico 13, coincidindo também com os 13  princípios de Fé Judaica trazidos pelo Maimônides. Ou seja, se quiser um apartamento no andar 13 nos Estados Unidos, não se preocupe, pelo judaísmo você está seguro, e quem sabe, ainda consegue um desconto!

 

 
 

Marrocos e o Festival de Música Judaico-Muçulmana

Um festival de música unindo judeus e muçulmanos na cidade pesqueira murada e com fortes ventos de Essaouira no Marrocos, e localizada numa encruzilhada de civilizações, é um passo para a quebra de divisões políticas, afirma André Azoulay que é o fundador desse festival. Azoulay, um proeminente empresário e conselheiro do rei do Marrocos Mohammed VI, que é um participante no processo de paz no Médio Oriente, é a força motriz por trás do Festival Atlântico Andaluz de música judaico-árabe, cuja sexta edição terminou neste fim de semana. "Essaouira durante toda a sua história e do seu modo de vida sempre foi uma síntese entre muçulmanos e judeus" disse Azoulay à AFP. "Não foi algo artificial, foi natural". "E este festival é uma reconstrução da realidade como ela foi historicamente. Não se trata de cosmética, é fato real".

A apresentação de abertura do festival de três dias teve a reunião improvável de Haim Louk, um rabino-cantor de 80 anos de idade acompanhado por uma banda marroquina que atraiu enormes aplausos da platéia - pessoas de todas as idades e classes sociais, mulheres usando véus e outras em trajes ocidentais, turistas, estrangeiros, judeus e árabes. Azoulay foi criado na cidade, que então tinha uma grande comunidade judaica, e voltou depois de uma carreira de sucesso em negócios bancários e de comunicações na França, com o propósito de revitalizar a economia local.

 
 


Abbas e a Candidatura do Fatah

O Presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas falou na quinta-feira durante uma entrevista coletiva em Ramallah e confirmou que não iria concorrer à reeleição em janeiro. Abbas ressaltou que a sua decisão "não deveria ser considerada como uma tática, nem como manipulativa".

O chefe da AP aproveitou da atenção da mídia para criticar Israel e também o Hamas. "O governo israelense está adotando uma política que prejudica todos os esforços da paz". Abbas tem acusado repetidamente Israel de prejudicar os esforços de negociação ao recusar o congelamento completo de construções judias na Judéia, Samaria e na parte oriental de Jerusalém antes que as conversações sejam retomadas. Ele acusou os Estados Unidos de apoiarem Israel à custa da AP. Os EUA têm pressionado Israel para que aceite os termos de Abbas para congelarem por completo as construções, mas também elogiaram o atual quase-congelamento como um gesto "sem precedentes".

Abbas também criticou o Hamas, culpando o grupo rival terrorista pela tensão permanente com o seu próprio movimento Fatah. O Hamas tem apresentado "desculpas esfarrapadas" para não se reconciliarem com o Fatah "e ao mesmo tempo mantendo nosso povo sob o cerco" acusou ele. "Não seria agora a época para o Hamas parar de cooperar com os interesses estrangeiros e prestarem atenção aos interesses do povo palestino?" Abbas perguntou.

 
 

Quem será o novo líder do Fatah ?

Em sequencia à inclinação de Mahmoud Abbas de não concorrer para sua re-reeleição como presidente da Autoridade Palestina, a fábrica de boatos trabalha a todo vapor em relação a possíveis substitutos.

Caso Abbas concretize esta intenção, haverá uma cara nova na mesa de negociações: Será o honorável presidente Mohammad Dahlan? Ou talvez o presidente do conselho Nasser al-Kudwa? Ou talvez até o presidente prisioneiro Marwan Barghouti? Apesar das avaliações que Abbas não concretizará a sua ameaça, e eventualmente tentará a sua reeleição, vários nomes foram mencionados em relação a um possível sucessor. O candidato mais provável seria Mohammad Dahlan, que depois da Convenção do Fatah é visto como a figura mais proeminente no comitê central do movimento Fatah. Dahlan goza de crescente apoio de amplos setores públicos e também entre veteranos da liderança que, porém, atualmente estão fora do processo de decisão. Ele é considerado a figura mais carismática e apta para liderar o Fatah.


 
 

Comunidade judaica do Paraná terá nova sinagoga

No ano em que a imigração judaica completa 120 anos no Paraná, a comunidade israelita aprovou na terça-feira passada a construção de uma nova sinagoga em Curitiba. A aposta é de que seja erguido um templo moderno e que traga mais conforto e segurança aos fiéis. Em contrapartida, na mesma ocasião foi autorizada a venda da Sinagoga Francisco Frishmann, situada no Centro de Curitiba. “Vamos vender o prédio, não a sinagoga. E provavelmente só depois da construção”, afirma Eduardo Schulman, presidente do Con­selho Deliberativo do Centro Israelita do Paraná (CIP).

A nova sinagoga está sendo projetada pelo arquiteto Manuel Dória e ainda não tem orçamento nem cronograma definidos para as obras. Entretanto, está certo que ela será construída junto ao CIP, no Centro Cívico, e bancada por um grupo de sócios, entre eles o empresário Miguel Krigsner, fundador de O Boticário. “A co­­munidade está concentrada hoje em um único espaço geográfico. A nova sinagoga será mais atual e mais contemporânea”, conta o advogado Manoel Knopfholz, presidente da Federação Israelita do Paraná (FIP). Um terreno já anexado ao CIP será usado como estacionamento.

A Sinagoga Francisco Frish­mann foi construída em meados de 1950 no terreno onde existia o Centro Mosaico do Paraná, já que, durante a Segunda Guerra Mundial, a partir de uma determinação presidencial, a CIP precisou mudar o nome. O centro era um espaço múltiplo, em que se concentravam as atividades sociais, culturais e religiosas da comunidade. A sinagoga recebeu este nome em homenagem ao empresário que ofereceu o dinheiro para a construção. As cerimônias religiosas foram mantidas no local, enquanto as ações sociais e culturais foram transferidas para o CIP, no Centro Cívico. Hoje, o CIP conta com cerca de 500 famílias associadas.


 
     
 

DESTAQUES SOCIAIS





 

No Dia do Aviador, o Eng. Israel Blajberg foi agraciado com a Ordem do Mérito Aeronáutico, concedida pelo Presidente da Republica, em cerimônia do Dia do Aviadorrealizada na Base Aérea do Galeão.

 



 

 
 
 


Amigos,

Pelo terceiro ano participo da reunião do International Board do Weizmann aqui em Israel. Hoje foi um dia incrivel, que precisa ser compartilhado em sua essência com vocês.

Evidentemente, começamos com uma super homenage à prof. Ada Yonath, recém ganhadora do premio nobel de quimica por seu trabalho com Ribosomos – na prática uma forma de ajudar a combater as mutações das bacterias quando estas se tornam imunes a antibioticos após certa dosagem. A Dra Yonath buscava esta descoberta há mais de 30 anos! e todo este tempo contou com o suporte principal da familia Kimmel dos USA que financiou grande parte de seu orçamento de pesquisa.

Tivemos 3 palestras incríveis e das mais interessantes principalmente pela composição de temas:

Prof. Daniel Kahneman – prêmio Nobel de Ecomonic Sciences sobre o tema: “Existe demanda para racionalidade” – uma fantastica exposição sobre processos racionais de tomada de decisão,provocando uma reflexão sobre a qualidade dos processos de tomada de decisão, na vida pessoal, empresarial, profissional, politica e militar – incrivel como abusamos da sorte e nos achamos geniais, quenaod na verdade até temos um pouco de sorte mas em linha geral temos baixa qualidade no processo de tomada de decisão.

Na sequência, Lord Winston – Prof. De Ciências e Sociedade do Imperial Colledge de Londres falou da importância do engajamento da sociedade com o mund científico e foi bastante provocante ao dizer que nem sempre os cientistas estão certos, mas que o confronto ciência e religião segue sem vencedor claro.
Para terminar, o Prof. Israel Finkelstein de arquelologia da Universidade de Tel Aviv nos ensinou como através do uso do carbono 14 e outros testes de laboratório tem sido possivel determinar idades das escavações arqueologicas em Israel e confirmar textos da História Biblica de Israel.

O ponto ainda especial do dia foi a entrega do titulo honorifico ao presidente Shimon Peres horas antes de sua partida para o Brasil. Shimon Peres fez o comentário que eu gostaria de ter feito: “Israel é um pais especial, não temos ouro, petroleo e nem água – por isso só podemos contar com uma outra preciosidade que é o cérebro humano, daí a relevância incrível e visionária do Chaim Weizmann ao criar o instituto de pesquisa científica que viria a ser um dos destaques mais importantes de Israel e uma contribuição para a humanidade bem dentro do conceito essencial judaico de Tikkun Olam”.

“Quanto mais a ciência abre nossos olhos, mais percebemos o pouco que ainda enxergamos” – genial!

Tomara que o Brasil tenha um minimo de dignidade para receber um exemplo de uma espécie em extinção nos dias de hoje e ainda tenha tempo de abandonar a idéia de receber com honras iguais um pária dejeto capaz de envergonhar o ser humano da pior especie.
Abraços,

De Rehovot, sempre com muita emoção!

Mario Fleck

 

 
 

 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof