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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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Osias Wurman
Jornalista
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EMOÇÕES
A comunidade judaico-brasileira, e as minorias discriminadas, viveram momentos de angustia e apreensão desde o famigerado anuncio da visita que Mahmoud Ahmadinejad faria ao Brasil.
Nos quinze dias precedentes à data prevista para sua chegada, uma verdadeira saraivada de artigos na imprensa brasileira demonstraram que a repulsa ao herdeiro de Hitler era unanimidade nacional.
Importantes nomes da mídia como Veríssimo, Mainardi, Ali Kamel, Reinaldo Azevedo, Gabeira, Caio Blinder, Arnaldo Bloch, Alberto Dines, Felipe Lampreia, e nosso modesto artigo em O Globo, retrataram a profundidade do erro que seria “pisotear” o solo brasileiro com figura tão poluída por perseguições e discriminações que promove em seu país, além de um revisionismo ignorante e maligno.
O ponto alto das manifestações foram, indiscutivelmente, as passeatas realizadas na véspera da prevista chegada.
Até a noite de sábado, tudo estava acertado entre Brasil e Irã para a vinda do convidado.
No dia de domingo a coisa mudou de rumo e a agencia oficial de noticias do Irã, a IRNA, colocou bem cedo, às 7,00 h local, da segunda-feira, o aviso do cancelamento. Certamente a avaliação da Embaixada do Irã em Brasília foi fundamental para esta decisão.
Inicialmente ficamos desconfiados pois no Itamaraty a vinda ainda era dada como certa. Até que veio o cancelamento oficial. Finalmente a democracia brasileira não seria violada ou envergonhada por esta indesejável visita.
Todos os que participaram dos movimentos de rua, e os que lideraram as providencias tomadas a nível nacional pela CONIB e no legislativo federal por Marcelo Itagiba, bem como os grupos minoritários e discriminados no Irã, explodiram de alegria pelo sucesso alcançado. Uma vitória do povo brasileiro. Uma vitória do mundo civilizado.
Desejo enfatizar o orgulho que senti ao participar da passeata na praia de Ipanema, fato inédito na história recente da comunidade judaico-fluminense, quando cerca de 1.500 pessoas se entrelaçaram em clima de grande emoção.
Para mim foi como numa luta bíblica, travada coincidentemente na Pérsia, atual Irã, quando o rei Assuero, influenciado por seu conselheiro Haman, um inimigo dos judeus, decretara a morte dos filhos de Israel.
Assim como é comemorada a vitória dos judeus sobre Haman, na Festa de Purim, também comemorei a nossa vitória sobre o Haman de nossa geração: Mahmoud Ahmadinejad !

Destaco o incansável e dedicado trabalho de alguns jovens que detonaram a iniciativa de sair às ruas no Rio e São Paulo: Victor Grinbaum, Sergio Rosenboim, Bruno Bondarovsky e o pessoal do JJO em São Paulo.
Orgulho-me deles e de todos que participaram dos atos públicos. Um grande Yashar Koach para todos.
Aos que não vieram às ruas simplesmente por indiferença, mando um recado : Meus avós saíram da Polônia racista nos anos 30, pois não toleraram a indiferença de seus parentes e vizinhos.
Os que ficaram trancados nas casas, simplesmente rezando, partiram da Polônia, alguns anos depois.
A grande e trágica diferença é que os primeiros vieram para o Brasil usando trem e navio.
Os que ficaram indiferentes ao perigo, lamentavelmente, deixaram a Polônia alguns anos depois, pelas chaminés dos campos de concentração.
Nós jamais esqueceremos !!!
Nossos jovens jamais esquecerão !!!
AM ISRAEL CHAI – QUE VIVA O POVO DE ISRAEL !!!
COBERTURA NA MÍDIA TELEVISIVA
Clique aqui e assista ao vídeo
Clique aqui e assista ao vídeo
TV TOVAH : http://www.youtube.com/watch?v=fykuMA3V_y8
TV BANDEIRANTES : http://band.com.br/conteudo.asp?ID=141671

Charge de Chico em O Globo.
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A RUA JUDAICA DÁ UM ABRAÇO EM TODAS AS MÃES E,
EM ESPECIAL, NAS IDISHE MAMES |
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IMAGENS QUE FALAM POR SI
NO RIO DE JANEIRO






(Fotos de: Daniel Sved, Elias Carlos Zebulun, Marcia Sasson, Carlos Vieira)
EM SÃO PAULO

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RECEPÇÃO AO PAPA EM ISRAEL

Mais de 100 rabinos das diferentes denominações assinarão uma mensagem que será publicada em uma página do jornal israelense Haaretz para dar as boas-vindas a Bento XVI à Terra Santa e impulsionar o diálogo entre judeus e cristãos. Trata-se de uma iniciativa que foi promovida pelo rabino Jack Bemporad, diretor do Centro para a Compreensão Inter-religiosa (www.faithindialogue.org), em New Jersey (Estados Unidos) e membro da International Foundation for Interreligious and Intercultural Education (www.ifiie.org), segundo informam a Zenit os presidentes desta instituição, Adalberta e Armando Bernardini. De 8 a 15 de maio, Bento XVI visitará a Terra Santa, Jordânia, Israel e os Territórios Palestinos, em uma visita qualificada pelo governo de Israel como «ponte para a paz. A mensagem dos rabinos tem como título «Unidos em nossa era», inspirando-se no título de Nostra Aetate, a declaração do Concílio Vaticano II publicada em 28 de outubro de 1965 que transformou as relações entre judeus e católicos. Em particular, citam o número 4 do documento, quando diz: «Sendo assim tão grande o patrimônio espiritual comum aos cristãos e aos judeus, este sagrado Concílio quer fomentar e recomendar entre eles o mútuo conhecimento e estima, os quais se alcançarão sobretudo por meio dos estudos bíblicos e teológicos e com os diálogos fraternos.

Jerusalém Oriental está enfeitada com as cores do Vaticano.
Dirigindo-se diretamente ao Papa, a página publicada por Ha'Arezt explicará: Com este espírito, nós, rabinos e líderes judeus, damos cordialmente as boas-vindas a Sua Santidade e à sua missão de paz em Israel. Com uma só voz, estamos unidos em nosso compromisso a favor do diálogo inter-religioso, da abertura de mais caminhos para aumentar o entendimento e para reconhecer e reforçar continuamente a importante relação que existe no mundo inteiro entre católicos e judeus. E onde melhor que na Terra Santa de Israel é possível reafirmar esta relação, um lugar que as duas religiões consideram como uma herança comum?, acrescenta o texto assinado pelos rabinos.
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RESPOSTA DO MINISTRO


Governador Sergio Cabral, Osias Wurman e Ministro Carlos Minc. (Arquivo)
Prezado irmão Osias,
Estou no exterior, em missão, defendendo as posições brasileiras sobre Biodiversidade e mudanças climáticas.
Estive em Siracusa, Sicília, com os ministros de meio ambiente do G8 (países mais ricos) e G5 (Brasil índia, méxico, etc); depois em Portugal (onde estou) com os ministros dos países de língua portuguesa. Volto amanhã. Mas não quero deixar de fazer 2 comentários. Um é para agradecer as manifestações de apoio que recebi quando da tentativa de me patrulharem quanto às opiniões que expressei nesta nossa Avenida da dignidade judaica em relação ao populista e golpista Hugo Chaves.
A outra, e mais relevante, é externar meu protesto quanto à visita deste fundamentalista, antissemita e perigosos belicista que é Mahmoud Ahmadinejad, um perigo à paz, um inimigo dos judeus, um apoiante do terrorismo. Manifestarei formalmente meu protesto à esta visita ao presidente Lula. Há gestos que atrapalham e perturbam muito mais do que supostamente ampliam. Este é, sem dúvida, um péssimo exemplo disto. Como no assunto Chaves, não me deixarei calar.
Saudações eco-judaicas do seu irmão Carlos Minc , Minisrro de Estado de Meio Ambiente
( Lisboa -2/05/09 )
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LABRADOR É FAVORITO EM ISRAEL
O Labrador Retriever lidera a lista das raças de cães mais amados em 2008 em Israel, conforme os números divulgados na semana passada pelo Serviço Veterinário do Ministério da Agricultura. Em segundo lugar e logo após o "sorridente" e paciente Labrador aparece o ruidoso e saltitante Pinscher que no ano de 2007 recebeu o respeitável título de raça mais popular de cão em Israel.

Graças ao seu temperamento dócil o Labrador é considerado um animal orientado para a família e também é utilizado como cão de guia para cegos. O seu sensível nariz é frequentemente utilizado pela polícia para encontrar bombas e drogas. Segundo os dados divulgados mais de 18.000 pedigrees de Labradores foram registrados em Israel no ano passado, em comparação com menos de 17.000 Pinschers. No terceiro lugar desta lista de cães mais populares está o Pastor Alemão com cerca de 12.000 cães logo seguido pelo Golden Retriever com um número similar de cães que vivem na Terra Santa. O Pequinês, que foi uma das estrelas da listagem do ano passado, foi incluído na lista de 2008 bem como outros 10.440 cães.
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PERES E OBAMA

O Presidente Shimon Peres disse na noite da terça-feira ao Presidente Barack Obama que Israel apóia totalmente os esforços americanos para a negociação de um acordo de paz com a Autoridade Palestina e com a Síria, e também que Israel apóia os esforços americanos para utilizar a diplomacia para acabar com a ameaça iraniana e acrescentou "eu não posso dizer que não haverá dificuldades, mas acredito que seria um erro grave não tirar proveito desta oportunidade" para atingirmos acordos para a paz. O Presidente Peres representa oficialmente o país, e não somente o seu governo, mas ele claramente declarou que apóia a solução americana de "dois-estados" que o Primeiro-Ministro Binyamin Netanyahu tem se recusado de endossar, mas que não a rejeitou. O Presidente Barack Obama manteve um perfil discreto durante esta reunião de uma hora com o Presidente Peres, que aconteceu logo depois da reunião da Porta-Voz do Congresso Nancy Pelosi com o líder israelense que visitou Washington - ela chamou o Presidente Peres de "herói" e que é a "personificação" das relações entre os Estados Unidos e Israel. O presidente Peres agradeceu os elogios chamando-a de uma "grande amiga" cuja "palavra é um compromisso" e não apenas uma expressão de polidez. Ela não trouxe à baila as exigências da Autoridade Palestina, que foi uma questão que o Rei Abdullah da Jordânia levantou com ela há duas semanas.

A reunião na Casa Branca foi realizada sem a presença de câmeras, pois a administração de Obama tentou não ofuscar as declarações apresentadas pelo Vice-Presidente Joe Biden, e do Senador John Kerry, durante o evento da (AIPAC) ‘American Israel Public Affairs Committee’, quando exigiram que Israel pare com todas construções na Judéia e Samaria. O Presidente Obama deu de presente ao seu hóspede uma mezuzah de prata enfeitada com pedras turquesas, e em troca recebeu uma estátua da paz com uma mulher segurando 20 pombas - uma placa na estátua tinha os seguintes dizeres: "Para a presidente Barack Obama - um grande líder que carrega uma grande esperança para o mundo."
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FUTEBOL EM ISRAEL

O empresário bilionário nascido no Brasil, Guma Aguiar, está considerando seriamente comprar o time da primeira divisão de futebol israelense Betar Jerusalém, e afirmou que não vê obstáculos sérios para que assuma o controle do clube. Falando por telefone na terça-feira ao The Jerusalem Post da Flórida, este magnata da energia que tem apenas 31 anos de idade afirmou que tem mantido conversações sérias com o Itzik Kornfein que é o presidente do Betar o qual autorizou a negociação para um acordo com Arkadi Gaydamak que é o atual proprietário. "Eu falo apenas sobre negócios" disse o presidente executivo da Leor Energy. "A menos que algum grande problema que esteja escondido e venha a tona ou que Gaydamak desista não vejo qualquer razão para que este projeto não vá a diante.

O bilionário brasileiro Guma Aguiar.
De acordo com Aguiar, que vive no bairro de Yemin Moshe em Jerusalém, durante a maior parte do ano, Gaydamak assinou um documento dizendo que ele vai desistir da propriedade da organização no dia 31 de maio, um dia após o término da atual temporada. Caso não seja encontrado um novo proprietário o clube poderá ir à falência. Aguiar já mantém discussões com Gaydamak, desde 2005, quando este empresário nascido na Rússia assumiu o controle do Betar. Gaydamak não mais apareceu ou falou ao público desde dezembro quando deixou Israel após perder feio a eleição para Prefeito de Jerusalém. "Não creio que Gaydamak tenha um bom sistema de controle e contabilidade" disse Aguiar; "acho que ele usava por motivos errados". Aguiar nasceu no Rio de Janeiro e se mudou para os EUA com dois anos de idade e, no entanto, tem uma paixão brasileira pelo futebol e jogou em times desde a idade de quatro anos até a idade de 16, quando o seu interesse mudou para o tênis. "Mas gosto do futebol, esse era o meu esporte favorito e certamente é o preferido pela minha família" ele explicou. "Eu era capaz de fazer gols com chutes do corner e tinha bastante talento quando era um jovem jogador". Betar tem tido problemas com as autoridades israelenses do futebol em diversas ocasiões ao longo dos últimos anos devido aos gritos "anti-árabes" da sua torcida. Aguiar afirmou que ele é tão de direita quanto a maioria dos seus torcedores, mas se opôs aos grito anti-Muhammad e sugeriu que fogos de artifício fossem lançados e música alta tocada para sobrepujar os cânticos ofensivos. "Não há razão para que não gritemos e pulemos e nos divertirmos sem gritar ‘morte aos árabes’ – isto é simplesmente burrice", disse ele.
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ATRIZ ISRAELENSE AO LADO DE TOM HANKS

Depois que Noa Tishby ajudou Matthew McConaughey no seu mais recente filme para tornar-se um sucesso de bilheteria neste final de semana, e Gal Gadot imcrementou o Vin Diesel no seu mais recente ‘Fast and Furious’, Ayelet Zurer tornou-se a atriz israelense mais recente a ser incluída na lista de histórias de sucesso de Hollywood. No último fim de semana, Zurer se juntou em Roma ao restante dos membros do elenco principal de "Anjos e Demônios", que é uma sequencia do enormemente popular "O Código Da Vinci"; O filme que é baseado neste livro best-seller também suscitou críticas por parte da Igreja Católica.

Zurer apareceu na premiére ao lado dos astros Tom Hanks e Ewan McGregor e do diretor Ron Howard. Esse seu trabalho no filme é um marco para as atrizes israelenses cujas aparições nos principais produções em Hollywood são normalmente limitadas a algumas cenas e ainda menos falas. Zurer desempenhará o principal papel feminino ao lado Hanks que é vencedor de Oscar e grande ator por seus próprios méritos. "Anjos e Demônios" é uma impressionante adição ao currículo de Zurer que já inclui um papel no filme de Steven Spielberg "Munique", o filme "Adam Ressurected" no qual ela atuou ao lado de Jeff Goldblum, e um importante papel na série original de sucesso "In Treatment" que mais tarde foi vendida à HBO e reapresentada numa versão americana que tem recebido aclamação da crítica e sucesso comercial. Zurer é a primeira atriz israelense que ultrapassou o marca de um milhão de dólares; Fontes da indústria acreditam que o salário de Zurer no "Anjos e Demônios" alcançou a marca de sete dígitos enquanto se estima que Gal Gadot ganhou no "Fast and Furious 4" não mais que US$ 100.000.
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EXECUÇÃO NO IRÃ

Delara Darabi, pintora iraniana de 23 anos de idade, foi executada na prisão de Rasht (Irã). Ninguém esperava, pois a pena capital, segundo noticiaram as autoridades iranianas, estava suspensa por dois meses: a execução marcada para 20 de abril passado havia sido suspensa em razão de pressões internacionais e possibilidade de acordo indenizatório com familiares da vítima (forma de extinção da pena de morte). Uma filha da vítima, Hayedeh Amir-Eftekhari, negou-se a perdoar Delara Darabi: a vítima tinha cinco filhas e Hayedeh era a única a não aceitar trocar a pena capital por sanção indenizatória.

O governo, por seu turno, não concedeu a clemência a Delara Darabi e nem converteu a pena capital em pena de prisão. O certo é que a pena capital foi suspensa por apenas dez dias. Seguramente para baixar a pressão internacional e evitar fosse o presidente Ahmadinejad hostilizado no discurso de abertura da Conferência da ONU sobre racismo, ocorrida na semana que se seguiu à suspensão da pena capital.
Nem esta sexta-feira, – dia sagrado para os islâmicos xiitas –, evitou a barbárie, ou seja, a efetivação de um homícidio-legal (praticado pelo Estado). Não se tem, ainda, detalhes sobre a forma de execução. Estava previsto, quando ocorreu a suspensão, o enforcamento em local público. E o corpo pendurado em guindaste ficaria em exposição, como sempre acontece. (Fonte: Blog do Walter Maierovitch)
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DEPUTADO CRITICA APOIO NA UNESCO

“O Brasil, por meio do Ministério das Relações Exteriores, está prejudicando, está trabalhando contra a indicação de um brasileiro para a direção geral da UNESCO. Ou seja, nós temos um brasileiro hoje com todas as condições. Chama-se Márcio Barbosa, que está com os votos prontos para ser elevado à condição de Diretor-Geral da UNESCO, esse importante órgão educacional das Nações Unidas.
Outro brasileiro pleiteia essa vaga: o ilustre e nobre Senador do PT, à época do Distrito Federal, e hoje Senador, também pelo Distrito Federal, Cristovão Buarque, que exerceu, inclusive, o cargo de Ministro da Educação. Ou seja, nós temos 2 brasileiros pleiteando essa vaga. Um com chance real, porque já tem os votos para isso.
E eu vejo o Itamarati, de forma equivocada, trabalhando contra o brasileiro para colocar lá, na direção da UNESCO, um egípcio. Nada contra o Egito. Nada contra o povo egípcio, mas não posso me conformar em ter na direção da UNESCO um cidadão - e não importa de que parte do mundo seja - que queimaria em praça pública todos os livros escritos em hebraico.

Sede da UNESCO em Paris.
Portanto, esse não pode ser o homem da educação. Esse é o homem da deseducação. Esse é o homem do ódio racial. E eu não posso entender as posturas que o Itamarati vem adotando, hora convidando para trazer ao Brasil - e em boa hora desistiu de aqui estar, o Presidente do Irã, Ahmadinejad, que teima em negar a morte de mais de 6 milhões de judeus durante o Holocausto. E agora, pretende apoiar também um daqueles que pretende negar a língua hebraica e a sua importância para o mundo.
O Itamaraty está errado. Espero que o Presidente Lula reoriente o Itamaraty a apoiar um brasileiro que, efetivamente, tem chance de dirigir o órgão da Unesco. Chama-se Márcio Barbosa. Isso que estou trazendo aos senhores está publicado em matéria hoje no jornal O Globo. Vamos defender o Brasil e vamos defen der os brasileiros e não vamos permitir que o Itamaraty volte aos tempos da época do Governo Vargas, quando havia uma indefinição de que lado pender e muitos diplomatas se colocaram a favor do nazi-fascismo. Nazi-fascismo nunca mais! Muito menos no Itamaraty.
Muito obrigado, Sr. Presidente.”
DISCURSO PROFERIDO EM 7-5-09 PELO DEPUTADO FEDERAL MARCELO ITAGIBA – PMDB-RJ
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IOM HATZMAUT NA EMBAIXADA

Realizou-se a festa do 61º Dia da Independência de Israel na Embaixada em Brasília. O casal Giora e Rachel Becher receberam um grande publico constituído de autoridades governamentais, corpo diplomático, ativistas comunitários e amigos de Israel.

O chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República , General Jorge Félix e Sra., com o casal Becher

Na comitiva do Rio de Janeiro, Deputado Federal Marcelo Itagiba, Rabino Sergio Margulies, Alberto Zylberman, Osias Wurman e Sylvio Kelner.

Suzana e Osias Wurman com o casal Giora e Rachel Becher
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DOAÇÃO PARA A PALESTINA

A Câmara analisa o Projeto de Lei 4760/09, do Executivo, que autoriza o governo brasileiro a doar R$ 25 milhões do orçamento do Ministério das Relações Exteriores para a Autoridade Nacional Palestina. O objetivo é ajudar na "reconstrução da Faixa de Gaza". Na justificativa do projeto, o governo diz que a situação econômica e social na Faixa de Gaza é crítica. A área é alvo constante de conflitos entre palestinos e israelenses. O Executivo lembra ainda que a Organização das Nações Unidas calcula em 613 milhões de dólares (cerca de R$ 1,4 bilhão) o montante necessário para solucionar as necessidades mais urgentes de alimentação, construção, infra-estrutura e saúde da região.

A Faixa de Gaza é uma área costeira situada no Oriente Médio ao longo do mar Mediterrâneo, que faz fronteira com o Egito no sul e é cercada pelo território de Israel a norte e a leste.Tem cerca de 41 quilômetros de comprimento e uma área total de 360 km², sendo um dos territórios mais densamente povoados do planeta, com 1,4 milhão de habitantes. Possui uma infra-estrutura precária, bem como uma situação econômica de penúria. A designação "Faixa de Gaza" deriva do nome da sua principal cidade, Gaza, cuja existência remonta à Antiguidade. O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
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REQUIÃO VAI COMBATER NAZISMO

O governador Roberto Requião afirmou, nesta terça-feira, durante a Escola de Governo, que a polícia vai combater com rigor manifestações nazistas e vai aprofundar as investigações para detectar núcleos de movimentos como esse no Estado. "Devem ser levadas ao Tribunal todas as pessoas vinculadas a essa ideologia absolutamente estúpida", declarou. Requião também ressaltou a ação policial que solucionou o assassinato de um casal de universitários, mês passado, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba. Os estudantes participavam de uma reunião do movimento neonazista e foram mortos por desentendimento no grupo. O esquema foi descoberto por policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) do Paraná, que prenderam seis pessoas, inclusive o líder do movimento neonazista no Brasil.

A recomendação do Estado, conforme declarado pelo governador, é para que as investigações sejam aprofundadas, para identificar mesmo aqueles que participaram de reuniões com ou sem violência. "O nazismo é intolerante e não pode ser tolerado num estado democrático como o Paraná e num país como o Brasil. Espero rapidamente resultados da nossa polícia e do Ministério Público. Vamos levar todos à barra dos tribunais". "A tolerância tolera tudo, menos a intolerância. E a intolerância do nazismo precisa ser combatida aqui com todo o rigor possível de nossa estrutura policial. O Paraná não aceita o nazismo de forma alguma", acrescentou. |
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RACISMO NO ORKUT

Um rapaz foi denunciado à Justiça paulista no último dia 30 por ser membro da comunidade do Orkut "Mate um negro e ganhe um brinde", em que eram divulgadas mensagens racistas e nazistas. Num tópico da comunidade no qual era discutido o "brinde", R.C., de 21 anos, teria inserido a seguinte mensagem: "deveria ser a eliminação de todos eles".

Para o Ministério Público Federal (MPF), ele pode ter praticado, induzido e incitado a discriminação e o preconceito de raça, cor, etnia, religião e procedência nacional. Os outros 15 membros da comunidade, todos de fora de São Paulo, também estão sob investigação. O Google identificou o internauta e a Justiça autorizou o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na casa dele. De acordo com o MPF, no imóvel, foram recolhidos materiais de cunho nazista, como desenhos remetendo à suástica, folhas com imagens de Adolf Hitler, o DVD "Skinheads - Força Branca" e o livro "Diário de um Skinhead". |
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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O NOVO EMBAIXADOR NOS ESTADOS UNIDOS
Em agosto de 2005, eu cobria a retirada israelense da Faixa de Gaza e do Norte da Cisjordânia quando conheci um americano simpático que se apresentou como Michael. Achei que ele era mais um repórter. Pelo menos se vestia como um: calça jeans, camiseta e tênis. Num dos dias da cobertura, conversamos horas a fio sobre política, Ariel Sharon, a retirada de Gaza... O papo foi mais do que agradável. Fiquei impressionada com a lucidez do americano e seu conhecimento da história de Israel e do Oriente Médio.
Alguns meses depois, descobri que Michael era, na verdade, o conhecido professor Michael Oren, uma dos mais respeitados historiadores do país. Ele foi um dos entrevistados da Globo News para uma série de programas, que ajudei a produzir, sobre os 40 anos da Guerra dos Seis Dias. Oren – autor do ótimo livro "Seis Dias de Guerra" – foi tão brilhante que um dos programas da série contou quase que exclusivamente com trechos de sua entrevista. Entre uma resposta e outra, ele apontou para mim e disse: "Você não se lembra de mim da cobertura da retirada de Gaza?". Desmemoriada que sou, foi só então que me toquei: tratava-se do americano de jeans que eu achava ser mais um repórter.
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Semana passada, Michael Oren foi nomeado pelo primeiro-ministro Binyamin Netanyahu como novo embaixador de Israel nos Estados Unidos. Na minha opinião, foi a indicação mais feliz dos últimos tempos por aqui (não escondo que a nomeação do nacionalista Avigdor Lieberman para chanceler ainda é dura de engolir). Michael Oren é uma das pessoas mais inteligentes que conheci em Israel.
Nascido em Connecticut em 1955, Oren imigrou para Israel aos 24 anos, depois de receber um diploma da Universidade de Columbia (anos depois, ele faria pós-graduação em Princeton). Em 1995, a irmã de sua mulher morreu num atentado terrorista do Hamas num ônibus em Jerusalém. Em recente entrevista, ele lembrou como, no dia do atentado, 70 mil palestinos cantaram e dançaram num estádio em Gaza em comemoração às mortes.
Dependendo no interlocutor, Oren é de "direita" ou de "esquerda". Ele defende, por exemplo, a retirada unilateral de Israel da Cisjordânia, assim como aconteceu em Gaza, incluindo a evacuação de quase todos os assentamentos judeus na região. Para a esquerda israelense, um passo como esse, feito unilateralmente, não é uma boa medida, já que deveria ser coordenado com a Autoridade Palestina. Já para a direita, sair da Cisjordânia – unilateralmente ou não – e desmantelar colônias é algo que ainda deve ser discutido (a extrema-direita é totalmente contra, como sabemos). Para mim, o fato de que ele não se encaixa no modelo de esquerdistas ou direitistas é um elogio. Significa que ele pensa por si só, sem ranços ideológicos pré-fabricados.
Michael Oren não ignora os erros cometidos por Israel nos últimos 61 anos. Ele considera moralmente indefensável, por exemplo, a ocupação dos territórios palestinos. Mas ele também não deixa de apontar os muitos erros dos palestinos e do mundo árabe em geral, que, segundo Oren, ainda não estão preparados para aceitar o Estado Judeu como membro legítimo do Oriente Médio. Da entevista que ele deu à Globo News há quase dois anos, destaquei o trecho abaixo, que mostra o que ele pensa:
"A paz é, definitivamente, possível. Mas a questão é: quando? Num futuro próximo, não é provável. Muitas mudanças têm de ocorrer, muitas delas do lado palestino. Se fizessem uma pesquisa de opinião entre os israelenses e perguntassem se eles estariam dispostos a abrir mão da Cisjordânia – já abrimos mão de Gaza – e de parte de Jerusalém a fim de alcançar a paz com os palestinos, a maioria diria que sim. Entre os palestinos, até o Hamas está disposto a criar um Estado em Gaza e na Cisjordânia. Mas a questão é se eles estão dispostos a firmar uma paz permanente, em que Israel seja reconhecido como um estado legítimo no Oriente Médio. Não acho que existam muitos palestinos que diriam "sim". Antes disso acontecer, não chegaremos à solução dos dois estados para dois povos".
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CRIME NA INTERNET


Foi hospedado um vídeo falso no YouTube, onde aparece a imagem do Rabino Goldman, diretor-geral do Beit Lubavitch do Rio, numa gravação de imagem do programa “Comunidade na TV”, com voz de terceiro recitando trecho sagrado em hebraico. Trata-se de ação criminosa, que será repelida por todas as vias disponíveis na justiça. |
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JOGO DE LUTA ENTRE AS RELIGIÕES

Um jogo on-line de lutas entre personagens religiosos foi retirado do site pelos seus criadores italianos devido a queixas que o jogo era insensível às religiões. No entanto, um link no site italiano da Molleindustria, remete o visitante para um dos muitos outros sites que ainda mantém o jogo ‘Faith Fighter = Lutador pela Fé’. A Molleindustria retirou o jogo do seu site na semana passada após a Organização da Conferência Islâmica (OCI), que representa muitos países muçulmanos alegar que o mesmo era ofensivo para os cristãos e para os muçulmanos. No jogo, Maomé, Jesus, Buda e outros lutam entre si. O jogo é especialmente problemático para os muçulmanos, devido que qualquer representação gráfica de Maomé é proibida pela sua religião.

Embora o ‘Lutador pela Fé’ tenha surgido há um ano, a OIC só recentemente pediu a sua retirada e depois que um artigo no ‘Britain's Metro’ chamou a atenção para este jogo. O artigo considerava este jogo como "profundamente provocador" e "desrespeitoso". O jogo agora tem uma explicação que não pretende ser insensível e até mesmo oferece uma versão "censurada" onde a face de Maomé não aparece. "Lutador pela Fé foi concebido para ser um jogo contra a intolerância" informou a Molleindustria numa declaração no seu website. Segundo o porta-voz do site, que pediu o anonimato devido à sensibilidade da questão, este jogo teve a intenção de "produzir comentários sobre o fato que a religião pode ser instrumentalmente utilizada para criar o ódio, o que não é nada bom" e acrescentou que, embora não houvesse personagens especificamente judaicos no jogo havia "um Deus do Antigo Testamento" que ele afirma que poderia ser considerado de natureza judaica. Após a retirada do jogo, a Molleindustria liberou o Lutador pela Fé 2, que é descrito como uma "sequencia do famoso jogo que causou a ira de mais de 1,3 bilhões de muçulmanos em 57 países".
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BERGHER HOMENAGEIA ISRAEL

Realizou-se na Câmara dos Vereadores do RJ a comemoração dos 61 anos de Independência do Estado de Israel. A iniciativa foi da Vereadora Tereza Bergher, e também incluiu a outorga da Medalha Pedro Ernesto ao advogado Jackson Grossman.

Na mesa de honra o Ministro-conselheiro da Embaixada de Israel, Raphael Singer, Deputado Estadual Gerson Bergher, Ex-ministro do STJ Valdemar Zveiter, Jackson Grossman, Vereadora Tereza Bergher, Prefeito Eduardo Paes, Deputado Federal Marcelo Itagiba, Deputado Estadual Wagner Montes e Lea Lozinsky Presidente da FIERJ.

Gerson e Tereza Bergher, Lea Lozinsky e Prefeito Eduardo Paes. O orador convidado Osias Wurman
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As abobrinhas retóricas e a bolsa-batata de Ahmadinejad
NOVA YORK- Mahmoud Ahmadinejad não apareceu aí em Brasília esta semana, mas não vamos esquecer o tiranete iraniano. Ahmadinejad ficou em casa cultivando sua campanha de reeleição. Vamos rezar, em qualquer religião, para que ele perca em 12 de junho. Ele é "provocador e aventureiro". Não são acusaçõoes do lobby judaico, homossexual, feminista ou simplesmente das pessoas de bem.
As denúncias foram feitas por Mohsen Rezaei, outro conservador linha-dura da revolução xiita que concorre à presidência. Tanto Rezaei como outros dois candidatos, mais reformistas, fazem uma frente ampla para advertir que a reeleição de Ahmadinejad será um desastre para o Irã e que seu discurso incendiário é uma distração de graves problemas econômicos.
Há um consenso entre os candidatos (quem não concorda com as diretrizes básicas não pode concorrer na democracia relativa iraniana) de que o país deve seguir adiante com seu programa nuclear e não reconhecer a existência do Estado de Israel, mas existe uma distância das piores barbaridades retóricas e provocações gratuitas de Ahmadinejad, como negar o Holocausto. Mehdi Karroubi, um candidato mais reformista que fala em ampliar os direitos das mulheres, observa que não faz sentido negar fatos históricos como o extermínio dos judeus na Segunda Guerra Mundial.

Decisões supremas no Irã não cabem ao presidente de plantão e sim ao aiatolá Ali Khamenei, mas o vencedor de 12 de junho poderá determinar como algumas discussões, a destacar um possível diálogo com os EUA, são travadas, seja no sentido de engajar, seja no de emperrar. Mir Hossein Mousavi, o outro candidato reformista, é o mais empenhado em falar da necessidade de melhoria de relações com os países ocidentais e da urgência de uma prática de governo menos ideológica.
Uma munição potente dos adversários de Ahmadinejad é a incompetência econômica do presidente. Todos prometem um governo mais eficiente que neutralize altos índices de inflação e desemprego. Ahmadinejad disse certa vez que "rezava sempre para Deus para não entender de economia". As preces foram atendidas. Mas não podemos negar o apelo populista do negador do Holocausto. Ahmadinejad tem trânsito junto à massa rural iraniana e também à população pobre dos centros urbanos.
Seu jeitão simplório, profunda religiosidade e profundas mentiras sobre a história impulsionaram sua carreira. Agora ele impulsiona sua campanha distribuindo 400 mil toneladas de batata para o povo. Este programa bolsa-batata e as abobrinhas infames que ele vomita podem eventualmente semear a vitória em 12 de junho e uma nova data para visitar o Brasil.
(Portal IG)
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EXPOSIÇÃO DA BOA VONTADE


http://www.correiobraziliense.com.br/html/interna_videos,id_video=479/interna_videos.shtml
A exposição foi aberta no dia 7 de maio em Brasília. O espetáculo de artes já programou grupos de artistas e amantes da cultura para desembarcarem na Capital do Poder.
A Embaixada de Israel em parceria com a Legião da Boa Vontade (LBV) traz ao Brasil a Exposição O Sonho torna-se Realidade que estará aberta ao público de 7 a 30 de maio de 2009 na Galeria de Arte, do Templo da Boa Vontade em Brasília.
A Exposição retrata as seis décadas de história do Estado de Israel em formato de painéis sobrepostos. A idéia é mostrar que o passado e o presente se sobrepõem de forma inseparável.
Composta por 14 painéis em que cada um retrata um tema específico, um por um é composto por duas fotografias sobrespostas: uma em preto e branco que retrata os primeiros anos da independência de Israel e outra, colorida, retratando o presente.
A mostra constitui um modesto documento sobre os esforços do passado. Com ela Israel celebra seis décadas de desafios e realizações, como uma oportunidade para a reflexão e para celebrar sua conquista.
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LIEBERMAN E A RÚSSIA

O Ministro de Relações Exteriores Avigdor Lieberman lançou em Roma, na terça-feira,uma campanha para obter da Rússia o compromisso de cortar os contatos com o Hamas e o Hezbollah, e exortando o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi para discutir esta questão com os dirigentes russos com quem ele se encontrará na próxima semana. Lieberman durante a reunião que durou uma hora instou o primeiro-ministro italiano para convencer o Kremlin que o Hamas e o Hezbollah são organizações terroristas que trabalham contra os interesses ocidentais no Oriente Médio e especificamente contra os interesses do primeiro-ministro libanês Fuad Saniora e do presidente egípcio Hosni Mubarak.

Ministro Avigdor Lieberman e Sra
Conforme uma declaração divulgada pelo gabinete de Lieberman, o Ministro de Relações Estrangeiros disse a Berlusconi que ele deveria dizer aos russos que esses dois grupos deveriam ser colocados na lista das organizações terroristas de Moscou e que o diálogo com eles deveria cessar. Embora a União Européia considere o Hamas como uma organização terrorista, o Hezbollah ainda não foi incluído na sua lista de organizações terroristas. Lieberman disse ao Primeiro-Ministro italiano que era importante que o diálogo dos EUA com o Irã fosse limitado a três meses e que, se os iranianos não cessarem o seu programa de enriquecimento nuclear após esse período, a comunidade internacional deveria tomar "medidas ativas". Quanto a questão diplomática com os palestinos Lieberman explicou que o novo governo do Primeiro-Ministro Binyamin Netanyahu ainda estava formulando as suas políticas, mas que a base para estas políticas deveria assegurar a segurança israelense e o desenvolvimento da economia palestina.
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DOCUMENTO ARQUEOLÓGICO APREENDIDO EM ISRAEL

Dois palestinos foram presos sob a alegação de terem roubando um raro rolo hebraico antigo e de tentar vendê-lo por milhões de dólares. A Polícia prendeu os dois suspeitos em Jerusalém após uma pista da inteligência que permitiu que as forças policiais os localizassem e interceptassem o processo de venda. O raro documento histórico, que foi manuscrito em hebraico sobre papiro, tem uma idade estimada por volta de 2.000 anos e trata de direitos de propriedade; este documento foi escrito por uma viúva chamada Miryam Ben Yaakov e foi originada num período durante o qual o povo de Israel foi expulso da área e muito poucos judeus ficaram. O rolo de forma atípica, indica claramente uma data precisa na sua primeira linha: "Ano 4 da destruição de Israel". A intenção presumivelmente seria o ano de 74 DC (que foi o ano que o segundo templo foi destruído durante a Grande Revolta) ou o de 138 DC (o aniquilamento do assentamento judaico em seguida da revolta de Bar Kokhva).

“Judeu com a Torah” do pintor Marc Chagal.
A Autoridade para as Antiguidades de Israel (AAI) disse na quarta-feira que este rolo era um "excepcional documento arqueológico, e como ele existiriam muito poucos" e acrescentando que semelhantes rolos tinham sido vendidos por todo o mundo por valores superiores a US$ 5 a US$ 10 milhões. A AAI estimou que o documento apreendido fosse realmente autêntico, mas o veredicto final somente virá após uma série de testes laboratoriais. Aparentemente este documento foi roubado de uma caverna dentro das fronteiras de Israel onde assaltantes de antigüidades estavam cavando; "Não sabemos exatamente de que caverna foi roubado" disse Amir Nur que é o diretor da divisão anti-roubo de antiguidades - "se soubéssemos procuraríamos por mais rolos nessa área". Eli Cohen que é investigador de polícia disse na quarta-feira que policiais estavam investigando como os suspeitos chegaram a este rolo e se estavam envolvidos em outros roubos de antiguidades. Este rolo sofreu danos quando estava sendo desenterrado, o que não teria ocorrido caso tivesse sido removido por uma escavação profissional, afirmou a AAI. De acordo com a legislação sobre Antiguidades "todos os artefatos arqueológicos encontrados dentro das fronteiras de Israel, produto de escavações ou não, são de propriedade do Estado e ficarão sob a responsabilidade da Autoridade para as Antiguidades de Israel. Na verdade, qualquer negociação com artefatos é considerada ilegal em Israel, com exceção de um pequeno número de casos autorizados pela AAI.
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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ANTISSEMITISMO NOS EUA: O Caso Rosen-Weissman
Em 2004 a CBS-TV noticiou um “escândalo de espionagem israelense”: um dirigente e um analista do lobby americano pró-Israel AIPAC (Steve Rosen e Keith Weissman, ambos judeus) teriam conspirado com um funcionário do Pentágono (o ex-adido americano em Israel Lawrence Franklin, católico) e com a embaixada de Israel em Washington com o intuito de induzir o governo Bush a adotar uma política belicosa contra o Irã. Franklin havia pedido a Rosen e Weissman que fizessem uso de seus contatos no Conselho de Segurança Nacional para levar a Bush detalhes sobre a aceleração do programa nuclear e a participação ativa do Irã na insurreição no Iraque – detalhes estes que estariam sendo encobertos pela CIA e pelo Departamento de Estado. Franklin, cujas conversas vinham sendo grampeadas, foi forçado pelo FBI a passar aos dois lobistas a informação falsa de que agentes israelenses operando no Curdistão iraquiano corriam perigo iminente de vida. Rosen e Weissman transmitiram essa informação a um funcionário da embaixada israelense e foram subsequentemente indiciados com base na Lei de Espionagem de 1918 (que não era aplicada desde a primeira guerra mundial). O AIPAC foi intimidado a despedir os dois empregados e decidiu também não pagar suas elevadíssimas despesas legais.

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Em 2006 Franklin confessou-se culpado e foi condenado a 12 anos e 7 meses de detenção por haver “comunicado informações e documentos sobre a defesa nacional a pessoas sem o direito de recebê-las e a um agente de um governo estrangeiro”. Felizmente para Rosen e Weissman, o juiz federal T.S. Ellis III tomou uma série de decisões anteriores ao julgamento favoráveis à defesa (tais como o requisito de que o governo provasse que eles sabiam que estavam lesando a segurança nacional dos EUA, e dando-lhes o direito de intimar a secretária de estado Condoleezza Rice e outros funcionários importantes do governo Bush a depor sobre o uso de condutos indiretos como o próprio AIPAC para a transmissão de informações sigilosas para Israel), tornando extremamente improvável a condenação dos réus. Na semana passada, a um mes do julgamento, a promotoria revogou as acusações.
A jornalista americana-israelense Caroline Glick publicou no Jerusalem Post uma coluna entitulada “Uma História que Serve de Aviso”, na qual criticou acerbamente tanto o AIPAC pela sua “covardia desonrosa” quanto “a comunidade judaica americana organizada” por ter permanecido “muda em público” diante do “abuso escandaloso do poder legal” (o think tank “Middle East Forum” teve a coragem e a decência de contratar Steve Rosen como fellow visitante, porém apenas em outubro de 2008). Numa reunião em Nova Iorque na terça-feira, os presidentes das 51 organizações judaicas da “Conference of Presidents” decidiram conduzir uma séria análise e autocrítica do seu comportamento durante o sofrimento a que foram submetidos Rosen, Weissman e suas famílias. Nessa mesma reunião um alto funcionário do governo Bush opinou que o caso foi uma tentativa descarada de uma facção antissemita dentro do FBI (e não do Departamento de Justiça) de silenciar a comunidade judaica americana e outros grupos pró-Israel. Quando comentei que Rosen e Weissman só se livraram da prisão porque o juiz não era judeu, ninguém discordou.
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APOIO CRISTÃO EVANGÉLICO

Centenas de cristãos que apóiam Israel irão se reunir no domingo à noite em Washington com um grupo de legisladores internacionais para procurarem fortalecer os laços entre Israel e os EUA com base nos valores comuns judaico-cristãos entre crescentes preocupações sobre o armamento nuclear do Irã. Esta conferência que está sendo organizada pela ‘Israel Allies Cáucus Foundation’, que é o braço internacional do ‘Knesset's Christian Allies Caucus’, ocorrerá no mesmo dia da abertura da conferencia em separado da AIPAC (American Israel Public Affairs Committee) e terá a participação de Mike Pence, que é o Presidente do ‘Congressional Israel Allies Caucus (Partido Republicano-Indiana), o Deputado do Congresso Americano Eliot Engel (Partido Democrata-New York), O líder no Congresso do Partido Minoritário Eric Cantor (Partido Republicano-Virginia) bem como o recém-nomeado Presidente do ‘Knesset's Christian Allies Caucus’, o membro do Knesset David Rotem e o ex-ministro Benny Elon que foi nomeado presidente desta organização internacional. Este segundo encontro anual estará sendo realizado em homenagem ao 61º aniversário do Estado de Israel e acontece entre os crescentes laços de apoio das comunidades cristãs evangélicas ao redor do mundo, e é uma consequencia do lobby parlamentar supra-partidário pró-Israel em eventos que são cada vez mais influentes na política de partidos em 15 parlamentos, incluindo o dos EUA.

Benny Elon, judeu ortodoxo e ex-ministro de Turismo de Israel, lidera o contato com os grupos evangélicos que dão suporte a Israel.
"As comunidades cristãs e os seus representantes são os verdadeiros aliados que podemos confiar nos EUA e assim como por todo o redor do mundo" disse Elon no domingo. "Espero que esta nova liderança em Israel entenda esta realidade melhor que a administração passada e consiga traduzir este apoio em ação". O ex-Ministro de Turismo e presidente da Convenção anterior, e que está gozando uma folga nas atividades políticas, foi uma força motriz na promoção dos laços de Israel com o mundo cristão evangélico. O Primeiro-Ministro Binyamin Netanyahu foi convidado para este evento porem permaneceu em Jerusalém devido a preparação para a sua primeira reunião no dia 18 de maio com o Presidente Barack Obama, mas enviou uma carta para este encontro, e Netanyahu há tempos tem chamado a comunidade cristã evangélica de ‘Israel's best friends (Os melhores amigos de Israel)’
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SEM MOTIVO PARA PERDÃO

Israel "jamais pedirá desculpas" pela ofensiva militar contra a Faixa de Gaza, entre o fim de 2008 e o início de 2009, afirmou o presidente israelense, Shimon Peres, durante visita à sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York. Ele ainda qualificou como "ultrajante" um recente relatório da entidade que acusa o Estado judeu de ter feito declarações falsas sobre bombardeios a instalações da ONU durante o conflito.

Numa conversa com jornalistas depois de uma reunião com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, Peres admitiu que o Exército de seu país cometeu erros durante o conflito, mas mesmo assim disse que Israel não aceita nem ao menos "uma palavra" do relatório elaborado pelos investigadores da entidade. Ban disse que a investigação da ONU provou que armas israelenses foram a "causa indiscutível" dos ataques a várias escolas, uma clínica médica e a sede da entidade mundial em Gaza. Os militares afirmam que a maioria dos mortos era de militantes, enquanto os palestinos dizem que a maioria era de civis.
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TV SENADO EXIBE SÉRIE SOBRE RACISMO

A TV Senado passa a exibir, a partir deste fim de semana, uma série de três programas sobre o preconceito racial: Racismo - Uma história. Produzido pela inglesa BBC, com direção executiva de David Okefuna, o especial registra as mudanças no conceito de raça na Europa, nas Américas, na Oceania e na Ásia, em resposta a eventos históricos. O primeiro episódio, A Cor do Dinheiro, examina as atitudes predominantes em relação às diferenças humanas nos escritos de alguns dos mais importantes filósofos e historiadores do Iluminismo, além das implicações das histórias do Antigo Testamento para o desenvolvimento da ideia de raça na Europa. Ainda centrado no continente europeu, o documentário destaca o comércio transatlântico de escravos e as conseqüências da conquista das Américas. Os documentários serão exibidos aos sábados, às 15h30, e aos domingos, às 21h.

Já a série especial Essência da Fé encerra-se também neste fim de semana. Após apresentar o hinduísmo, o judaísmo, o islamismo, o paganismo e o budismo, a série busca aprofundar o conhecimento sobre o humanismo. Nesta edição, são apresentados os pontos de vista de cinco humanistas que explicam de forma diversa como viver sob a égide do pensamento humanista. O programa vai ao ar neste domingo (10), às 20h. O programa Espaço Cultural apresenta o show do guitarrista, compositor e arranjador Chico Pinheiro, no Clube do Choro, em Brasília. Autodidata, Chico Pinheiro começou a tocar violão e piano aos 7 anos de idade. Aos 15, passou a atuar profissionalmente. Atualmente, é celebrado pela crítica especializada e intérpretes brasileiros como excepcional instrumentista. A apresentação vai ao ar neste sábado, às 14h30 e às 24h, e no domingo, às 14h30. A TV Senado pode ser sintonizada nos canais UHF 36, no Gama (DF); 40, em João Pessoa (PB); 43, em Fortaleza (CE); 51, em Brasília (DF); 52, em Natal (RN); 53, em Salvador (BA); 55, em Recife (PE); e 57, em Manaus (AM); pelos canais de assinatura 7, da Net Brasília; 17, da Tecsat; 118, da Sky; e 217, da DirecTV; ou ainda ser acompanhada ao vivo pelo site www.senado.gov.br/tv.
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JUDAÍSMO ISRAELENSE E NORTE-AMERICANO

Conforme um novo estudo, os israelenses que vivem em Nova Iorque são muito mais ligados ao seu "judaísmo" que os judeus nascidos na America. O estudo divulgado no início desta semana pela UJA-Federação, de Nova York, afirma que os israelenses "superam de longe" os americanos em termos de freqüência a sinagogas, o respeito pelo kashrut, a participação em eventos judaicos de caridade, o voluntariado para ajudar judeus necessitados, a visita de museus e de sites judaicos na internet bem como a associação como membros de centros comunitários judaicos. Estes resultados surpreendentes podem ser, em parte, devido à percentagem relativamente elevada de israelenses ortodoxos naquela área. O estudo mostrou que 60 por cento dos israelenses em Nova York acendem as velas de Shabat e mantêm o kashrut em casa. Nove em cada dez acendem as velas de Chanucá, jejuam em Yom Kippur e consideram a educação judaica para os seus filhos como de "suma importância" e setenta e dois por cento mantêm estreitas ligações com Israel. No entanto o estudo divulgou que a taxa de divórcio em Nova York é menor entre os israelenses do que entre os judeus nascidos nos EUA. "Mais de 96 por cento são casados, com 40 por cento das famílias tendo quatro a cinco membros e 15 por cento seis ou mais, o que indica que uma grande parte das famílias israelenses em Nova Iorque são ortodoxas ou haredi" mencionam os autores deste estudo.

De acordo com uma análise de filiação religiosa, que foi baseado em duas enquetes separadas, 24 ou 41 por cento dos israelenses na ‘Big Apple’ se consideram ortodoxos, mas por outro lado menos de 10 por cento dos judeus americanos se identificam como ortodoxos, de acordo com o historiador Dr. Jeffrey Gurock da Universidade Yeshiva que recém publicou um livro sobre "Os judeus ortodoxos na América".
Os israelenses também superaram os americanos em relação a filantropia, com mais probabilidades dos israelenses de doarem à caridade judaica e ás federações, indicou este estudo. "Apenas um indicador foi menor entre os israelenses – a sua taxa de doação para a UJA-Federação de Nova York – Porém esse estudo poderia refletir um nível mais baixo de riqueza." os israelenses em Nova York ganham entre US$ 75.000 a 81.000 por ano, o que em média é menos que os judeus americanos. Preparado e conduzido pelo Prof Dr. Steven M. Cohen e a Dra. Judith Veinstein com a finalidade de permitir à UJA criar uma programação eficiente para os israelenses em Nova Iorque, o estudo também revelou informações surpreendentes com os seus números. Enquanto anteriormente se estimava que 1,5 milhões de israelenses vivam nesta metrópole da costa leste o estudo revelou que o número real é de 41.000 e esta estimativa inclui os judeus nascidos em Israel e assim como aqueles que lá moraram pelo menos por um ano e depois retornaram.
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JUDEUS NA HUNGRIA DE HOJE


BUDAPESTE- Judith Klein- Especial para Rua Judaica
Sou cidadã brasileira naturalizada, e recentemente me mudei para Budapeste, onde vivo na companhia de György Sessler, pessoa muito atuante na comunidade judaica da Hungria. Ele é o dirigente da Confederação Húngara dos Sobreviventes do Holocausto.
A história dos judeus húngaros é complexa e peculiar. Durante os anos terríveis do Holocausto, o governo húngaro não só colaborou com os nazistas, como espontaneamente recrutou todos os judeus e os mandou primeiro, para os campos de trabalho forçado e para os "fronts" de luta, e depois, para os campos de extermínio de Auschwitz, Buchenwald e Bergen-Belsen. Neste processo, cerca de 850 mil judeus foram obrigados a deixarem suas casas rumo ao extermínio, dos quais apenas um terço sobreviveu, graças à "libertação", em janeiro de 1945, pelos russos.
Este tenebroso acontecimento é conhecido como "Munkaszolgálat" (Trabalho forçado) a que o então governo húngaro condenou rigorosamente TODOS os cidadãos de origem judaica que viviam dentro do território da Grande Hungria (Parte da Rumenia, parte da antiga Iugoslavia, parte da República Checa, e parte da Áustria.
Entretanto, desde 1992, o governo democrático da Hungria está mantendo programas de indenização por danos físicos, morais e materiais causados aos seus cidadão nos anos entre 1939 e 1945. (Aliás, o que me trouxe de volta às origens, foi justamente o trabalho que estou fazendo, na ajuda a esses sobreviventes de origem húngara que residem no Brasil, a percorrerem os caminhos da burocracia para receberem essas indenizações).

No dia 17 de abril passado, o Parlamento Húngaro, na pessoa do chanceler Kiss Péter, inaugurou um monumento em memória aos que foram submetidos a este doloroso trabalho forçado. O orador, György Szepesi, de 87 anos, já foi embaixador da Hungria no Brasil, e ainda hoje é mundialmente conhecido, especialmente no campo dos esportes.

A cerimônia terminou com o Kadish pronunciado pelo Rabino Schweitzer, e com a deposição de flores e velas por parte dos homenageados.
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EVENTOS SOCIAIS


Lançamento de dois livros do CHCJ: "Tribunal da Historia II" e "Pentateuco- Uma Introdução". O CHCJ é presidido por Daniel Klabin e dirigido por David Gorodovitch.



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ESTIMADOS LEITORES
RECEBEMOS CERCA DE 200 MENSAGENS DURANTE A SEMANA. PARA POSSIBILITAR A DIVULGAÇÃO DO MAIOR NUMERO POSSÍVEL DE MENSAGENS, ESTAREMOS REMETENDO, NO FINAL DE SEMANA, UMA EDIÇÃO ESPECIAL COM AS CARTAS DOS LEITORES.
OBRIGADO PELA LEITURA E PARTICIPAÇÃO.
RUA JUDAICA
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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