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A RUA JUDAICA HOMENAGEIA O DIA DAS MÃES
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Osias Wurman
Jornalista
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A FESTA ACABOU
O "Day After" após a festa da Independência de Israel é uma radiografia cruel e realista do complicado momento por que passa o país.
Ontem voltaram a cair 30 foguetes Qassam em Sderot e em sua vizinhança. Um idoso foi morto pela explosão de um foguete.
No Líbano, um verdadeiro golpe armado do Hezbollah desmoralizou o que restava do governo do primeiro-ministro Fuad Saniora, num país sem presidente desde novembro de 2007. Na verdade, Saniora transformou-se no Mahmud Abbas do Líbano. Está no poder, mas o país está dividido entre governo e grupos terroristas.
Em cinco dias de conflitos, os mortos no Líbano já somam 38 pessoas. A ousadia do Hezbollah chegou a fechar o aeroporto de Beirute. Milhares de homens armados, sob as ordens do sheik Nasrallah, ocuparam a zona oeste da capital, destruindo a emissora de TV da família Hariri, oponentes do Hezbollah e da intromissão síria na política libanesa. O estopim dos conflitos foi a demissão do chefe da segurança do aeroporto de Beirute, um amigo do Hezbollah, e certamente um facilitador da entrada de armamentos, por via aérea, para o grupo terrorista. Também uma rede particular de telefonia, montada pelo Hezbollah, foi ameaçada de destruição pelo governo, por tratar-se de séria ameaça à soberania nacional. O frágil Saniora já reviu os dois atos, em flagrante demonstração de debilidade perante o poder de fogo do Hezbollah.
Se os problemas com os visinhos não bastassem, o governo de Israel enfrenta, ainda, uma onda de fatos e boatos envolvendo o primeiro-ministro Ehud Olmert, em supostos casos de suborno e corrupção.
O jornal de maior credibilidade mundial, o New York Times, em sua edição de hoje, informa que Olmert ocupou uma suíte no Hotel Ritz Carlton de Washington, em 2005, com diária de US$ 4.717,00, paga pelo amigo milionário americano, de baixa reputação, Morris Talansky. Parece pouco para incomodar Olmert, mas seus adversários adiantam que isto é apenas a ponta de um iceberg, onde se escondem vultosos pagamentos em dinheiro vivo.
Num país com tantos problemas de segurança interna e externa, o pior cenário é ter um governante debilitado e desacreditado pelo próprio povo de Israel.
Como diziam os romanos: A mulher de César não deve apenas ser honesta; tem também que parecer honesta!!!
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Nas ruas de Beirute cristão-libaneses, pró-governistas, versus muçulmanos do Hezbollah
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IOM HATZMAUT – 60 ANOS DE ISRAEL – 8 DE MAIO DE 2008 |
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O ONTEM
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Soldadas colocam a bandeira de Israel no tumulo de heróis no Monte das Oliveiras |
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O HOJE
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O povo comemora os 60 anos nas ruas |
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O AMANHÃ
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Criança judia chega da Rússia como imigrante |
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NO BRASIL
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Mais de 500 jovens adquiriram ingressos para homenagear Israel no evento do Hillel-Rio |
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A Embaixadora Tzipora Rimon recebeu em Brasília os amigos de Israel |
(Mais fotos do dia da Independência de Israel no final desta edição)
Clique aqui e assista a matéria do Jornal Nacional da Rede Globo |
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ISRAEL NA GLOBO NEWS

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A repórter Mônica Waldvogel mostra, nos 60 anos da criação do estado de Israel, as perspectivas, os sonhos, os planos de israelenses e palestinos para um futuro em paz. Neste domingo (Canal 40 NET) - 23:30 / sexta - 00:30, 06:30, 12:30 e 18:30 / sábado - 04:05 e 14:05. Também o Programa Milênio entrevista Tom Segev, com exibição no próximo dia 12 de maio. Mais detalhes em http://globonews.globo.com |
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SDEROT EM FESTA

Uma longa fila de carros vagarosamente deixa Sderot, uma hora antes do inicio dos eventos da comemoração da Independência. No palco construído no centro da cidade, os últimos ensaios para a cerimônia principal se realizavam enquanto centenas de guardas de segurança circulavam nos gramados em volta recebendo as últimas instruções. O chefe da segurança de Sderot, Yehuda Benmaman, e o diretor de cerimônias Shimon Cohen andavam pelo palco. “Não diria que estou calmo” disse Cohen. “O sucesso do evento depende das pessoas que compareçam e, claro, da ausência de foguetes Qassam. Rezo que tudo transcorra em paz. Construímos o palco numa área aberta, como fazemos todos os anos, perto do prédio fortificado de esportes, pois se os foguetes começarem a cair, as pessoas podem se abrigar rapidamente. O receio que o alerta de Qassams estragaria a festa era evidente nos rostos das pessoas. Mas isto não aconteceu. |
Barak, MacCain e os senadores
Joe Liberman e Lindsey Graham
visitam Sderot |
Um grupo de mulheres se assustou por um momento pelos alto-falantes. Um pequeno nervosismo se seguiu. “Moshe” gritou uma mulher para seu marido. “Vá ver o que está acontecendo, talvez seja um disparo. Onde estão as crianças justo nesta hora? Vá procurá-los”. “Está tudo bem” apaziguou um vendedor ambulante. “É somente o alto-falante do comando da patrulha”. Assim vivem e comemoram os moradores de Sderot. |
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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SUSPEITA DE CORRUPÇÃO
Em janeiro de 2000 o partido do então primeiro-ministro Ehud Barak foi multado em mais de 3 milhões de dólares por financiamento ilegal da campanha eleitoral de 1999. O partido Um Israel havia excedido em 2,6 milhões de dólares o limite legal, fazendo uso indevido de organizações sem fins lucrativos. Barak declarou que não havia participado da arrecadação de fundos para o seu partido, que a lei não era clara, e não foi indiciado.
Em julho de 2000, tres anos antes do fim do seu segundo mandato, o presidente Ezer Weizman renunciou depois que uma investigação revelou que havia recebido acima de 300 mil dólares em cash de empresários, entre 1985 e 1993. O crime alegado já havia prescrito, mas Weizman corria o risco de impeachment pelo parlamento.
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A sobrevivência política de Olmert
nas palavras de Talansky |
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Em novembro de 2005, o deputado Omri Sharon, filho do então primeiro-ministro Ariel Sharon, confessou-se culpado de haver coletado ilegalmente mais de 1 milhão de dólares para a campanha de seu pai para a liderança do partido Likud em 1999, fazendo uso de empresas fictícias. Omri Sharon, que cumpre atualmente uma pena de sete meses de prisão, declarou que seu pai não havia participado da arrecadação de fundos.
Há pouco mais de uma semana, em violação à censura, o jornal israelense Yediot Ahronot noticiou que o primeiro-ministro Ehud Olmert havia sido intimado a “depor em 48 horas” a respeito de nova suspeita de corrupção. A urgência do interrogatório sugeria que esse caso, em comparação com os quatro ainda pendentes, era muito mais grave e/ou a polícia dispunha de provas mais convincentes. A mídia israelense apelou à justiça contra a censura, mas prevaleceu a alegação da polícia de que uma divulgação prematura de detalhes do caso prejudicaria a investigação. Na segunda-feira passada circularam em Nova Iorque rumores de que Morris (Moshe) Talansky, empresário nova-iorquino de péssima reputação, teria confirmado haver entregue centenas de milhares de dólares em cash pessoalmente a Olmert, quando prefeito de Jerusalém, para a sua campanha para a liderança do partido Likud em 1999 (vencida por Sharon). Esses rumores foram publicados nos dois dias seguintes pelos jornais NY Post e NY Times . O advogado da ex-secretária de Olmert, suspeita num escândalo fiscal não relacionado e interrogada sobre o caso contra Olmert, declarou que ela havia se recusado a responder a qualquer pergunta até que o caso contra ela fosse “resolvido”. O site israelense “Nfc.co.il” divulgou que Uri Messer (nenhuma relação comigo) - advogado, ex-sócio e amigo de Olmert – estava prestes a se tornar testemunha do estado (em troca de imunidade).
Nessa quinta-feira a censura foi suspensa “parcialmente”. Uma “fonte da polícia” confirmou que Olmert recebeu de Talansky, “direta e indiretamente, grandes somas em cash entre 1998 e 2005, inclusive quando era ministro (mas não primeiro-ministro), e não só para fins políticos”. Em pronunciamento televisado, Olmert admitiu haver recebido de Talansky fundos para suas campanhas, os quais transferiu para Uri Messer. "Não recebi propina nem fiz uso do dinheiro para fins pessoais. Não acho que chegaremos a esse ponto, [mas] se o procurador-geral me indiciar, renunciarei.”.
A esperança de Olmert é que o seu caso seja tratado como o de Barak, e não como os de Weizman e Omri Sharon. Se o cargo de primeiro-ministro vagar, o partido Shas já deu a entender que aceitará a vice-primeira-ministra e ministra do exterior Tzipi Livni em seu lugar, “apesar de mulher e de ter feito declarações anti-religiosas no passado”. A decisão final quanto a eleições antecipadas ou não, portanto, será de Barak. |
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AMIGOS E ADVERSOS

Olmert e Talansky, velhos amigos
agora adversos |
A Corte Distrital de Jerusalém aceitou, na sexta-feira, o pedido do procurador-geral Menachem Mazuz para tomar o depoimento do judeu-americano Morris Talanky O promotor-público Moshe Lador informou à Corte que Talansky “tinha expressado sua preocupação a um policial de que Olmert poderia enviar alguém para feri-lo”. A Corte informou que “embora o promotor-público enfatizasse que era inconcebível atribuir a qualquer dos depoentes a intenção de influenciar a testemunha, ou dificultar o seu depoimento, tendo em vista o sentimento subjetivo da testemunha, existe a preocupação que isto poderia dissuadi-lo de testemunhar”. Uma data para o depoimento ainda não foi marcado. Conforme Lador “O tempo pode enfraquecer a vontade da testemunha de fazer o depoimento livremente, principalmente tendo em vista que será um testemunho contra alguém com quem conviveu amigavelmente por anos”. |
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OBAMA AMIGO

O pré-candidato democrata à Presidência dos EUA, Barack Obama, afirmou nesta sexta-feira que manterá a amizade dos EUA com Israel caso seja eleito governante nas eleições de novembro. "O compromisso dos EUA com a segurança israelense é inabalável", disse o senador por Illinois em discurso de celebração do 60º aniversário da criação de Israel. "Estou absolutamente convencido de que a amizade entre nossas duas nações é inabalável", acrescentou Obama, que supera a rival Hillary Clinton na luta pela candidatura. Com a promessa de apoio, Obama pareceu acalmar as dúvidas sobre seu compromisso para com Israel e os rumores de que é muçulmano e mantém estreitos contatos com Louis Farrakhan, um ativista político crítico do Estado israelense. "Ao celebrar seis décadas de independência, sabemos que ainda é preciso fazer muito para garantir uma paz duradoura para as crianças de Israel", afirmou Obama, que não deu detalhes sobre qual seria sua política para o Oriente Médio caso seja eleito. |
Barak Obama conquista
votos judaicos de Hillary |
Obama demostra desde o início de sua campanha que quer conquistar mais votos entre o eleitorado judaico. Ele negou diversas vezes que seja muçulmano, após ser questionado sobre sua infância na Indonésia em meados de março. Segundo o senador, os boatos foram espalhados por opositores. Obama também enfrenta críticas em relação a alguns de seus conselheiros que, aos olhos dos judeus norte-americanos, são contrários a Israel no conflito com a Autoridade Nacional Palestina (ANP). Em janeiro, Obama aproveitou um discurso na Igreja Martin Luther King, em Atlanta, para criticar negros anti-semitas. Durante um debate em março, Obama relembrou James Chaney, Andrew Goodman e Michael Schwerner, defensores dos direitos civis de trabalhadores judeus assassinados no Mississippi, em 1964, enquanto participavam juntos de uma campanha para registrar eleitores negros. "Eu não estaria aqui se não fosse um grande grupo de judeus americanos que apoiou o movimento pelos direitos civis e ajudou a garantir que a justiça fosse feita no sul", disse Obama.(EFE) |
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JUDEUS DO IRÃ CRITICAM ISRAEL

Judeu iraniano com Ahmadinejah em Teerã |
Um dirigente dos judeus iranianos declarou, na quarta-feira, que a sua comunidade não comemorará os 60 anos da Independência do Estado de Israel, o qual ele acusou de ‘matar palestinos inocentes’. “Estamos em completo desacordo com o comportamento de Israel” declarou Siamak Morsadegh, que é o representante judeu no Parlamento Iraniano após a eleição de março, informou a Reuters. “Não nos diz respeito. Nós somos iranianos. Não temos relações com Israel”, disse Siamak. A antiga comunidade judaica do Irã definhou aproximadamente em 75% desde a revolução islâmica de 1979, mas acredita-se que ainda é a maior no Oriente Médio fora de Israel, país que a Republica Islâmica não reconhece. No Irã, muitos membros de minorias, que incluem cristãos e outras religiões, podem se mostrar relutantes em criticar publicamente o poder em vigor e o Presidente Mahmoud Ahmadinejad, que freqüentemente prevê o fim do Estado de Israel. Representantes oficiais das minorias afirmam que a calamidade econômica que afeta todos os iranianos, assim como outros problemas, motivam as pessoas a deixarem o Irã, e não qualquer mau tratamento contra grupos minoritários. |
Morsadegh diz que os judeus no Irã gozam a liberdade de religião e de outros direitos. “Não existem problemas específicos para os Judeus neste país” ele declarou. Judaísmo é uma das três minorias reconhecidas no Irã. A comunidade tem um assento no Legislativo de 290 membros e tem suas próprias escolas. Quatro outros assentos são reservados para os cristãos e zoroastrianos. O Departamento de Estado dos EUA divulgou, em março de 2007, no seu Relatório sobre Direitos Humanos: “Todas as minorias religiosas sofreram em vários graus a discriminação oficial, em particular em relação a empregos, educação e moradia”. A postura anti-Israel do governo iraniano criou uma atmosfera ameaçadora para a comunidade (judaica), afirma. A população judaica no Irã, que há três décadas era de 100.000 pessoas, declinou para os atuais 25.000 membros. |
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HUMOR JUDAICO

Anúncio em Curitiba.
PREFERIMOS FAZER NEGÓCIO COM 1000 TERRORISTAS ÁRABES DO QUE COM UM SÓ JUDEU.
Este anúncio estava exposto numa destacada vitrine de uma loja no centro de Curitiba. A maioria das pessoas que passavam diante do referido empreendimento comercial se escandalizavam diante da expressão discriminatória utilizada no anúncio. A turma dos direitos humanos já fazia ameaças de fechar o estabelecimento comercial e agitavam bandeiras de boicote, obrigando a presença de policiais no local, para evitar quebra-quebra. Bem, sendo o Brasil um país onde o direito de expressão é garantido pela Constituição, foi permitido que o estebelecimento comercial mantivesse o anúncio. Daí fica a pergunta que não quer calar: - Que tipo de negócio garante uma campanha comercial com esse tipo de propaganda? 'FUNERÁRIA GOLDBERG' |
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FEIRA DE TURIM

Os protestos nas ruas de Turim |
A feira de livros de Turim, assim como a sua correspondente parisiense em março, homenageia Israel pelo 60º aniversário da criação do Estado Judeu, e provoca nova onda de ira dos muçulmanos e apelos para boicote. O professor e escritor Tariq Ramadan criticou a visita prevista do presidente da Itália Giorgio Napolitano à feira, dizendo que sua presença tornaria um “evento não cultural, porém político”. Em antecipação a exposição de cinco dias, diversos escritores, intelectuais e artistas muçulmanos, assim como a associação para a Libertação da Palestina, promoveram um seminário de protesto na Universidade de Turim com o título de “Democracias Ocidentais e a Limpeza Étnica na Palestina”. A segurança foi aumentada para o evento deste ano em Turim, que acontece dois meses após a feira de livros de Paris, e que foi aberta pelo Presidente de Israel Shimon Peres, quando aconteceu um tumulto por ameaça de bomba, forçando uma evacuação e o atraso de uma hora para o inicio do evento. |
Ramadan, que está apoiando os apelos para o boicote, é o neto de Hassan El-Banna, o fundador egípcio da Irmandade Muçulmana, um movimento sunita islâmico internacional. Ele disse na semana passada que não “ofereceria seu apoio aos 60 anos de opressão ao povo palestino”. Diversos países árabes e muçulmanos, e grupos de escritores, boicotaram a feira de livros em Paris. A Organização Islâmica para a Educação as Ciências e Cultura conclamou seus 50 países membros para manterem-se afastados, alegando que os ‘crimes de Israel contra a Humanidade’, praticados nos territórios palestinos, os tornavam indignos de tal honraria. O boicote não é totalmente unilateral. O aclamado poeta israelense Aharon Shabtai esnobou Paris, e não participará nem visitará o evento, informando à ‘counter-currents.org’ que era “puramente mais uma ocasião para Israel fazer propaganda e ganhar mais apoio para sua ocupação militar” dos territórios palestinos. |
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SOS PROVIDÊNCIAS

Já está na hora de alguém de direito tomar uma providencia definitiva contra a manutenção do site anti-semita "A Usura e a Ganância Judias" de Alfredo Braga. Leiam, a seguir, o que este racista destila de veneno na Internet : "De todas as pessoas que sofreram perdas durante a 2ª Guerra, só os judeus exigem mais dinheiro, só os judeus estão a capitalizar o sofrimento, exagerando e mentindo sobre perdas, de tal modo que possam aumentar ainda mais as extorsões"....... “No Brasil, vários grupos da dissimulada bancada judeo-sionista no senado e na câmara, disfarçados de "defensores dos direitos humanos" tentam, a qualquer custo, proibir ou transformar em "crime" os questionamentos a respeito da historiografia "oficial" sobre os fatos da Segunda Guerra Mundial. Acompanhe a trama desses sinistros personagens e observe a ladina atividade de um certo deputado Marcelo Zaturansky Itagiba e a daquele senador Paulo Paim, ambos grandes especialistas em propor "emendas" à nossa Constituição, escandalosamente a serviço da maçonaria da B'nai B'rith, da CIP, da FIERJ, esses longos tentáculos do judaísmo internacional, e servindo sempre à obscura cabala do Congresso Mundial Judaico mas nunca verdadeiramente aos interesses da espoliada nação brasileira”.
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Vigilância permanente contra
sites anti-semitas |
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NEGRA JUDIA ?

Rebecca Walker, negra,
judia e líder feminista
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A Na última vez que a autora Rebecca Walker se encontrou com seu amigo e astro de rock Lenny Kravitz, ele jocosamente sugeriu ser o co-autor de um livro que teria o título de ‘Barbecues and Barmitzvahs’ (Churrascos e Bar Mitzvas). Outros tipos famosos que ficam indecisos entre os mundos da galinha frita, keneidales, klezmer, hip hop, basquetebol e arengue, incluiriam a comediante Maya Rudolph (filha da cantora Minnie Riperton e do produtor Richard Rudolph) do programa Saturday Night Live, o finado Sammy Davis Jr, e o novelista Walter Mosley. Ao mesmo tempo na Inglaterra, as celebridades negras incluiriam a atriz Sophie Okonedo, a política Oona King e o cantor Craig David. Rebecca Walker, filha de Alice Walker autora do ‘The Colour Purple’, que ganhou o Premio Pullitzer, acha que existem vantagens em habitar este mundo bi-racial. “É uma combinação de dinamismo, espontaneidade, improvisação e adaptabilidade da cultura negra com o intelecto, organização e intensidade da cultura judaica” ela afirma. “Eu realmente sinto os benefícios disto. O que resulta deste embate é muito interessante. Você espontaneamente se organiza”. |
Entretanto, ela que tem 38 anos e é considerada como uma das lideres do feminismo da ‘terceira onda’, admite ter encontrado problemas devido ao seu estado misto, algo que ela culpa os seus pais. Esta verdade desconfortável foi divulgada em 2000 através do seu livro ‘Black, White and Jewish: Autobiography of Shifting Self ( Negra, Branca e Judia: Uma Autobiografia de Mudança Interior) no qual Walker, de classe média privilegiada, documenta a raiva que sentiu depois da desintegração do casamento de sua mãe com seu pai judeu, Mel Leventhal, advogado de direitos civis, deixando-a confusa e sem definição de pertinencia religiosa. |
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RAINHA DE SABÁ

Arqueólogos alemães encontraram os restos do palácio da lendária rainha de Sabá na localidade de Axum, na Etiópia, e revelaram assim um dos maiores mistérios da Antigüidade, segundo anunciou a Universidade de Hamburgo. "Um grupo de cientistas sob direção do professor Helmut Ziegert encontrou durante uma pesquisa de campo realizada nesta primavera européia o palácio da rainha de Sabá, datado do século X antes de nossa era, em Axum-Dungur", destaca o comunicado da universidade. A nota diz que "nesse palácio pode ter ficado durante um tempo a Arca da Aliança", onde, segundo fontes históricas e religiosas, foram guardadas as tábuas com os Dez Mandamentos, que Moisés recebeu de Deus no Monte Sinai. Os restos da casa da rainha de Sabá foram achados sob o palácio de um rei cristão. "As investigações revelaram que o primeiro palácio da rainha de Sabá foi transferido pouco após sua construção, e levantado de novo orientado para a estrela Sirius", dizem os cientistas. Os arqueólogos acreditam que Menelik I, rei da Etiópia e filho da rainha de Sabá e do rei Salomão, foi quem mandou construir o palácio em seu lugar definitivo. Os arqueólogos alemães disseram que havia um altar no palácio, onde provavelmente ficou a Arca da Aliança, que, segundo a tradição, era um cofre de madeira de acácia recoberto de ouro. As várias oferendas que os cientistas alemães encontraram no lugar onde provavelmente ficava o altar foram interpretadas pelos pesquisadores como um claro sinal de que a relevância especial do lugar foi transmitida ao longo dos séculos. A equipe do professor Ziegert estuda desde 1999, em Axum, a história do início do reino da Etiópia e da Igreja Ortodoxa Etíope. (EFE) |

Imagem do rei Salomão e rainha de Sabá |
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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SEGUINDO O EXEMPLO DA CANTORA
O cerco está se fechando cada vez mais, aqui em Israel, para artistas/modelos que inventaram desculpas para não servir o exército. É uma espécie de "caça às bruxas" patriótica que se acentuou ainda mais desde a Segunda Guerra do Líbano, há dois anos. Muitos aspirantes a celebridades consideram "perda de tempo" dedicar-se aos obrigatórios dois anos (mulheres) ou três (homens) de exército, adiando assim o desenvolvimento de suas carreiras.
Muitos alegam "motivos religiosos" para não vestir o uniforme. Foi o caso da cantora Maya Busquila, que jurou observar demais os preceitos do judaísmo para vestir o uniforme militar. Motivo irônico, tendo em vista que ela nunca economizou nos decotes nas apresentações em público. Bombardeada por críticas, Busquila decidiu se redimir: há um mês, aos 30 anos de idade (com atraso de 12 anos), ela se alistou no exército, onde passa por todos os percalços de um soldado raso comum. O passo rendeu a ela elogios e, quem diria, novos contratos. A partir de agora, ela poderá se apresentar em eventos do governo, como os shows do Dia da Independência, na semana passada. Ultimamente, órgãos do governo têm evitado chamar celebridades que se esquivaram do serviço militar.
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Bar Refaeli volta para casa arrependida |
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A pressão chegou até mesmo à top model Bar Refaeli, que substituiu Gisele Bundchen como namorada do ator Leonardo Di Caprio. Refaeli radicalizou para ser liberada do exército: poucos dias antes do alistamento, se casou com um amigo da família de mais de 50 anos (mulheres casadas são isentas do serviço militar). Não é segredo que a modelo não dá muita bola para o país no qual nasceu. Em outubro do ano passado, ela deu uma entrevista bombástica ao maior jornal do país, o Yedioth Aharonoth, dizendo que não se arrependia de não ter se alistado. "Não me arrependo porque me dei bem", disse ela, acrescentando que acha uma bobagem essa coisa de morrer pela pátria. Nada popular num país onde mais de 90% a população judaica afirma que faria esse sacrifício em nome do país.
Semana passada, a rebeldia anti-patriótica da modelo quase custou a ela um contrato de US$ 300 mil por ano com a rede de lojas Fox. A empresa foi ameaçada de boicote caso não desistisse de contratar Bar Refaeli como modelo exclusiva – ou pelo menos não convencesse a moça a seguir o exemplo de Maya Busquila. Resultado: Refaeli aceitou servir à pátria para manter o bico. Ela prometeu que vai visitar soldados feridos toda vez que estiver em Israel, além de incentivar os jovens israelenses a se alistar.
Num país onde a realidade da guerra é palpável e o serviço militar, um dever que, infelizmente, ainda existe, a solução da Fox para evitar o boicote foi sábia. E talvez faça com que a namorada do Di Caprio entenda de onde ela veio.
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TIMES SQUARE

O painel gigantesco
em Times Square
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Este mês, celebridades de Hollywood estarão cumprimentando Israel pela celebração do seu 60º aniversário, no lugar mais visitado de Nova Iorque. As saudações e cumprimentos, que incluem Tom Cruise, Bem Stiller, Robin Williams, Billy Cristal, Brooke Shields, Kirk e Michael Douglas, Dakota Fleming, Sir Ben Kingsley e muitos mais, serão mostrados em clipes de 30 segundos, a cada hora, no grande painel no coração do Times Square. Por iniciativa do consulado-geral de Israel em Nova Iorque, o projeto é um esforço para mostrar Israel num modo não político ao público americano. Para isso, não há melhor lugar que o Times Square, onde milhões de pedestres passam a cada dia. Francina Raubvogel, que é a secretária-geral do Consulado de Israel, liderou o projeto junto com Nancy Spielberg, irmã do diretor Steven Spielberg. “Depois de saber através do Tom Hennigan da P.R.omotion! que teríamos a oportunidade de utilizar os painéis da Reuters para marcar os 60 anos de Israel, eu chamei a Nancy sabendo que ela aproveitaria a oportunidade de cumprimentar Israel e ajudaria na criação deste cartão de aniversário em vídeo” informou Raubvogel. |
O projeto tornou-se uma realidade em poucas semanas, conforme o consulado. Steven Spielberg comentou : “Foi especialmente gratificante ver a resposta positiva da comunidade de Hollywood para participar neste projeto”. “Em poucas semanas recebemos uma enchente de respostas de várias celebridades que queriam cumprimentar Israel. Agora estou ansioso para ver, por todo o mês, seus rostos em tamanho grande e em destaque na Times Square”. |
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IGREJA GRECO-ORTODOXA

Mesmo que Olmert sobreviva aos desafios de sua posição, sejam eles políticos ou legais, seus problemas como inquilino poderão vir de outra direção. Seu locador, o verdadeiro proprietário do terreno que a casa foi construída, poderá muito bem exigir que Olmeert, mesmo que vença a próxima eleição, se retire do lugar devido a problemas de herança. O proprietário do terreno no qual se localiza a residência no estilo Bauhaus do primeiro-ministro é a Igreja Ortodoxa Grega. O fato é que a ela pertence praticamente toda a vizinhança. A igreja é proprietária de 520 dunams (105 acres) das vizinhanças de Rehavia e Talbieh, que é o coração da área residencial da parte ocidental de Jerusalém. A residência presidencial, a do Chefe do Rabinato, e mais ao oeste o edifício do Knesset, além de muitas centenas de prédios residenciais, localizam-se nesta área que é muito cara, e na qual cada dunam tem o valor de centenas de milhares de dólares. Nas últimas semanas uma vasta parcela destes imóveis tem estado no centro de uma séria disputa com o |

Toda a área limítrofe do Knesset
pertence à Igreja Ortodoxa |
Patriarcado Grego, envolvendo provas de força, ânimos pessoais, muita política e enormes somas de dinheiro. Uma estimativa conservadora avalia, somente os terrenos, em meio bilhão de dólares, não incluindo as construções. Atualmente estes 520 dunams estão nas mãos do Fundo Nacional Judeu e da Administração de Terras de Israel. Mas esta propriedade é temporária. A Igreja Ortodoxa Grega arrendou as terras em 1951 ao JNF, por um período de 99 anos. Naquela época, logo após o estabelecimento do Estado de Israel, poderia parecer uma eternidade. Mas hoje, o Estado celebra o seu 60° aniversário e, em 42 anos, espera-se que as chaves sejam devolvidas à Igreja. A simples idéia de que o destino do terreno onde se localiza o Knesset permaneça nas mãos da Igreja Ortodoxa Grega, causam suores frios em muitos membros da administração israelense. |
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FÁBRICA DE CHALLAH

O primeiro-ministro da Austrália Kevin Rudd ajuda
crianças da escola Chabad-Lubavitch de Sydney
a fazerem a challah
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O modo de trançar é o segredo da challah. O pão judaico, que se pronuncia "ralá", é consumido durante cerimônia realizada no dia do descanso semanal sagrado, às sextas-feiras, após o pôr-do-sol. A culinária judaica é assim, sempre acompanhada de rituais. Não se deve, por exemplo, misturar leite e carne. Essa tradição é baseada na lei de Moisés que diz: "não comer o bezerro no leite da mãe". Também só podem ser consumidos animais de quatro patas e que tenham casco fendido. Acredita-se que o casco que o separa da terra demonstra que sua ligação com o chão onde pisa não é demasiada. Assim, gados e carneiros estão liberados para os judeus. O leite não faz parte dos ingredientes, pois isso impediria o consumo com carnes, servidas nas cerimônias do Shabat. O ritual começa com as velas, que devem ser acesas pelas mulheres. No jantar, o pão deve ser cortado com as mãos e distribuído entre os presentes. (FSP) |
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SINAGOGA REFORMISTA

Um forasteiro que chegasse às vizinhanças de Modi’in nesta última segunda-feira provavelmente julgaria que tropeçou numa cerimônia que marcasse o estabelecimento de um novo assentamento ou posto de vigia. Mas uma rápida olhada na multidão festiva e os que faziam discursos tornaram claro pelas suas roupas, ao menos, que não se relacionava com os assentados nos territórios. A maioria dos homens mantinha suas cabeças descobertas, mas algumas mulheres usavam kipás ornamentados. Realmente era uma cerimônia do Movimento do Judaísmo Reformista (“Judaism’s Reform Movement”) que inaugurava uma nova casa em Modi’in, a nova cidade que fica a meio caminho entre Tel Aviv e Jerusalém. O nome da nova sinagoga é Yozma que significa “iniciativa” e também um acrônimo para “Contemporary Judaism, the nation’s heritage - Judaísmo Contemporâneo – a herança da nação”. O que diferencia esta sinagoga do movimento de outros centros espirituais em Israel é a frase numa pequena placa de pedra que está afixada na parede externa. O texto informa que o prédio foi construído pelo Ministério de Habitação e Construção. Esta é de fato, a primeira Sinagoga Reformista em Israel a ser estabelecida com fundos do governo. Como é usual no caso de assuntos relacionados a movimentos não-ortodoxos em Israel, a história começou com uma petição a Suprema Corte de Justiça – neste caso contra o Ministério de Habitação da municipalidade de Modi’in – sobre a distribuição desigual de fundos para sinagogas e centros comunitários. Mas fora do usual, o assunto teve a cooperação de órgãos significativos do governo. Em contra-partida à suspensão dos procedimentos legais, o ministro de habitação da época, Isaac Herzog, assinou em 2005 um acordo para o estabelecimento de seis sinagogas transportáveis |
A congregação reformista comemora em Modi’in
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TECNOLOGIA ISRAELENSE

A onda de suicidas que assolou Israel em 2003 motivou os fundadores da WeCU Technologies a pesquisar meios para identificar terroristas antes que realizem seus atos criminosos. Esta desconhecida empresa está trabalhando, há mais de cinco anos, numa das mais inovadoras tecnologias no campo investigativo. WeCU (“We See You”, Nós estamos vendo você) promete um sistema automático para detectar pessoas com idéias de violência em suas mentes. O sistema integra métodos e doutrinas das ciências comportamentais a sensores biométricos. De acordo com os fundadores da empresa, em menos de um minuto pode-se analisar um indivíduo, sem o seu conhecimento ou cooperação, e sem interferir suas atividades rotineiras, e revelar intenções de perpetrar atividades criminosas ou terroristas. Pode identificar pessoas que não estão |

Tecnologia para prevenir
os ataques suicidas |
carregando nenhum objeto suspeito, que não demonstram comportamentos suspeitos, que não se encaixam em perfis pré-definidos, e que não causam qualquer suspeita. Diferentemente dos atuais sistemas em uso, tais como polígrafos ou sistemas biométricos que se baseiam na pressão emocional para identificar um indivíduo, WeCU não tenta determinar se a pessoa está mentindo, escondendo informações, sob estresse ou com sentimento de culpa. Ao invés disto, procura identificar intenções ocultas e revelá-las através uma conexão associativa entre os indivíduos e ameaças definidas. Até recentemente a empresa financiou com capitais próprios suas atividades, mas recentemente um investidor injetou US$ 3 milhões na empresa. |
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LEONARDO SCHEINKMAN
Jornalista
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Domingo, 4 de maio de 2008, Dachau. As histórias de horror deste local, perto de Munique, na Bavária - Alemanha, que fizeram parte da minha imaginação desde criança, virou realidade. Eu estava ali, local onde passaram mais de 200.000 pessoas. Dos prisioneiros, 25.613 morreram nesse campo, e mais 10.000 em seus sub-campos. Vale lembrar as torturas, experiências médicas, e tudo de mal que aconteceu aqui. Moro na cidade de Wurzburg, e vi na sinagoga local, um panfleto chamando para a comemoração dos 63 anos da Libertação do Campo de Dachau. Inscrevi-me e às 6,00 h da manha saiu o ônibus em direção ao campo. Foram 3 horas de viagem, num belo dia de primavera. Chegando a Dachau, começou o calafrio e a minha não compreensão em ver que o campo fica no meio da cidade, onde existem muitas casas e um clube onde pessoas jogavam tênis e futebol. Isso tudo, a menos de 100 metros da entrada do campo.
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Como é que pessoas podem viver uma vida normal neste local, mesmo passados mais de 60 anos. Para a comemoração da liberação do campo, vieram grupos da Bavária e tinha gente importante falando sobre a liberação e do que significou Dachau para nós judeus. O presidente da Associação Judaica da Bavária, Dr. Josef Schuster, e a presidente da Federação Judaica da Alemanha, Charlotte Knobloch, estavam presentes na cerimônia. Obviamente, lá estavam sobreviventes dos horrores nazistas, soldados poloneses, russos, da OTAN e holandeses dentre outros. Mas não foi para escutar o que eles tinham para falar que eu fui lá. Foi para ver de perto o genocídio que se passou por ali. E isto foi impressionante.
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O cartaz de boas-vindas a Dachau |
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Ao lado do campo, os alemães jogam tênis descontraídos |
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A entrada principal do campo de Dachau |
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Monumento aos mortos no campo |
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Os fornos crematórios do campo de concentração |
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As camas-caixotes onde ficavam os presos |
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Foto histórica dos prisioneiros no alojamento |
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Os presos em condições subumanas após a crueldade nazista |
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A homenagem no dia da libertação do campo de Dachau |
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IMAGENS DA FESTA DE IOM HATZMAUT EM ISRAEL

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ARTIGO EM O GLOBO
Parabenizo o amigo pelo excelente artigo publicado hoje no "O Globo". Claro, verdadeiro, realista e com um final verdadeiramente "dramático". Um forte abraço. SHALOM,
Marcelo Itagiba- Dep. Federal
Li o seu artigo com atenção e as suas palavras são tão atuais, infelizmente para a paz tão desejada. Hag Sameach le 60th Yom Haatzmaut,
Mario Geller
Gostei demais do artigo! Muito bom mesmo.
Betty Steinberg-EUA
Dificil imaginar um lider em Israel com forca moral ou politica pra aceitar dividir Jerusalem???!!! Tambem era dificil imaginar um lider em Israel com forca moral ou politica pra trazer pra ca' o terceiro maior assassino-genocida de judeus (apos Hitler e Stalin) do seculo vinte (Arafat) com mais 30.000 bandidos terroristas armados de Kalatshnikov…Pois e' Osias, trouxeram ele. Rabin e Peres fizeram isso. E agora, como consequencia, temos mais de 1.000 judeus assassinados, dezenas de milhares de feridos (muitos deles invalidos pro resto da vida), familias inteiras dizimadas e temos Hamastao em Gaza e mais um will-be Hamastao na Judeia e Samaria.. Osias, meu querido, nao tem nada de dificil de imaginar. E' so' abrir os olhos.
Moshe Rosenblatt-Hadera- Israel.
Ozias, Excelente! Ótima presença, ‘as usual’!
Jaques Rochlin
Caro Osias... o título do artigo nos induz a chegar a mesma conclusão a que vc. chegou... ao mesmo tempo que devemos nos manter atualizados com as ocorrências no Oriente Médio e constatarmos que diante da falta de opções mediante tanto radicalismo, por parte dos árabes, precisaremos de muita luz e habilidade para mantermos aquele pedacinho de terra prometida para nós!
Chaja Freida Finkelsztain
Excelente artigo. Que tal 1 artigo relembrando que a Siria, a Jordania, parte do Iraque, etc eram parte da palestina ate a decada de 20 que foi gradualmente desmembrada pela Inglaterra, que quem invadiu os ditos territorios ocupados foram Jordania e Egito em 48, e que o Golan nao era Sirio na partilha de 47/48 e eh sim territorio que havia sido invadido pela Siria. Outro tema interessante eh como Israel absorveu imigrantes do mundo inteiro e como nos judeus ajudamos os nossos expulsos de varios cantos do mundo, so dos paises arabes fomos mais de 900mil expulsos, mais que os ditos 700mil palestinos, mostrando as discrepancias em relacao a como tratamos nossos irmaos e como os arabes tem tratado os seus.
Alexandre Benjo
Parabéns pelo seu artigo de hoje (8/5) no O Globo. Parabéns a todos nós pelos 60 anos do Estado de Israel.
Ruth Naidin
Muito bom. Junte o meu " parabens" aos milhares que voce ja possue.
Caique Carneiro
Gostaria de dizer que leio sempre o seu Blog e quero parabenizá-lo pelo esforço e excelente atuação como pioneiro destas divulgações e informações importantes para nossa comunidade. Faço questão de ressaltar o quanto me sinto privilegiado em receber por e-mail fatos e notícias super relevantes a minha vida profissional, membro do conselho da FIERJ e principalmente como Judeu. Obrigado e Parabéns!!Como já dizia o excelente ex-presidente da FIERJ, "Shalom".
Jonas Jaimovick
Só queria deixar registrada minha admiração pela sua matéria no Jornal O Globo, por ocasião dos 60 anos do nosso amado Estado de Yisrael. Estou gostando muito de receber as Notícias da Rua Judaica. Aqui em São Luiz, Maranhão, não possuímos comunidade judaica organizada e essas iniciativas são sempre bem vindas. Elas nos mantêm em contato com o judaísmo no Brasil e no Mundo. Desde já agradeço.
Daniel Fiquene
é triste as notícias que a nós chegam , O líder palestino deixar em um ato falho escapar oque realmente pensa da paz para a região e para com Israel, parece não haver liderança muçulmana realmente moderada entre os palestinos. Em relação ao que declarou o escritor israelense, só podemos pensar uma coisa : Resistir até o fim , Israel nunca sairá de um território que é seu , e que ao que parece a política de terras pela paz não tem razão de ser : políticaxterras bíblicas.
Eduardo Julich Leite de Oliveira
Parabens, Gostei muito.
David Schipper
Cumprimento-o pelo excelente texto de hoje em "O Globo", redigido sob um ângulo cosmopolita como tenho observado persistentemente em sua narrativa, na construção de alternativas, definições e soluções a dilemas que parecem bloqueados pela retórica e obediência à intransigência e ao obscurantismo. De fato, é do construtivismo pela orientação e observação das possibilidades de um e outro e seus anseios que se chega a normas superiores de convívio e racionalidade, como desejava nosso Oswaldo Aranha em sua política externa. Quanto mais escrevo sobre este ator, mais verifico a necessidade de resolução ampliada deste conflito vivido no Oriente Médio, e na erecção de uma nova ordem de compaixão social evoluida (evolved social compassion, como a chamam os canadenses para seu sistema social) maior até do que a deles, da qual a humanidade possa até vir a se orgulhar. Veja o que este notável jornalista e pacifista que ajudou a construir Israel está dizendo sobre os motivos urgentes geopoliticos e estratégicos para a paz. Shalom para vc no dia de comemoração de Israel.
Roque Callage Neto
Oiser, belíssimo e pedagógico artigo. Yashar Koach para você e para todo Am Israel pela data de hoje.
Moyses Liberbaum
ASSUNTOS GERAIS
Teria condições de me informar o email do Prof. Nachman Falbel? O Dr. Francisco Accioli Costa Dória (UFRJ) solicitou-me essa informação. Ele gostaria de obter informações sobre um dos livros do Prof. Nacham. Creio que é sobre um em que ele fala do Dr. Perez, que foi preceptor da mãe dele (Dória).
Agradeceria se pudesse me ajudar nesse sentido.Shavua Tov
Leonor Medeiros
É sempre um grande prazer parar tudo para ler (e meditar) sobre os assuntos que você e os seus correspondentes abordam com tanta maestria em seu "Notícias da Rua Judaica". Apesar de sermos ativistas, as informações nos chegam de forma tão clara e deliciosa de se ler, que sempre aprendemos um pouco mais. Obrigado por este presente semanal.
Cláudia e Gerson Hochman (Presidente do Conselho da FIERJ)
Parabéns pela matéria,mas eu também não estarei lá, mas no meu caso é por pura falta de dinheiro, pois meu sonho será realizado qdo tiver a oportunidade de participar da Marcha da Vida, e estar em Israel mais uma vez para Yom Haatzmaut.
Roza Klar Blau
Muito obrigado sr. owurman pela força que o judaísmo lhe remete.
Agradeço pelo seu trabalho e dedicação a nossa causa e pela pressão de nossa consciência individual e como povo .Gostaria de continuar recebendo seus e-mails .
jaime schujmann
O artigo de renata malkes no Globo de 5/5 fala sobre o sofrimento dos arabes ,que viveram em Israel na data de criacao de nosso estado.Sera'que nao esta' na hora de agitar o assunto referente ao sofrimento dos judeus ,que habitavam os paises mussulmanos naquela epoca, sofreram perseguicao, perdas materiais e foram obrigados a emigrar ??
Friedrich Feilhaber
Osias, concordo com voce , no que li hoje na revista de domingo sobre Cabala. So pessoas que se anulam totalmente,e tudo o que fazem ou pensam e para servir ao Criador , entendem desses escritos e podem utilisa-los. So ,pessoas de muita elevaçao espiritual .Senao , fica ate perigoso usar, porque atraimos forças negativas. Sara Nigri.
Sara Nigri
Queremos receber semanalmente os informativos de Rua Judaica.Moramos em Israel e apreciamos muito ler informativos com seriedade ,veracidade e profissionalismo.Vcs estao de parabens pela
grandiosidade dos artigos .
Avrum e Liyell - ISRAEL
gostaria de noticiar que existe um site de relacionamento judaico que começou a funcionar na semana passada, criado por um judeu do Rio ( Andre Kaczelnik ) para aproximar judeus interessados em se casar.
o site chama-se www.zugot.com.br
Boris Kaczelnik
Na edição do dia o4/05/08 tive a oportunidade de ler um comentário da Sra. Noemí Weksler a respeito da instituição denominada AVODABC. Quero oferecer meu testemunho dos grandes serviços prestados por essa instituição, que coordenada pela missivista coloca à disposição de qualquer pessoa da comunidade judaica de São Paulo e até de outros estados, um serviço de alta relevância no momento atual em que a instabilidade no emprego é um grande problema que causa grandes apreensões a todos. Esta senhora, de maneira profissional e sem perder a ternura, atende a todos que procuram por ela, com atitudes firmes e grande eficiência.
Sou sabedor que grande quantidade de pessoas conseguiram se recolocar no mercado de trabalho graças a sua indicação feita atraves de um portal na internet chamado www.avodabc.com.br .Além disso, seu telefone é sempre uma linha desocupada pronta a atender a aqueles que a procuram. Sua atuação é um exemplo a ser seguido.
Moysés Nínio
Não me contenho. Como jornalista e judeu, tenho que me manifestar em relação à manchete "Estudantes Judeus Ofendidos na Polônia". Sim, eles são estudantes; sim, eles são judeus, sim foram ofendidos, sim na Polônia. Contudo ao reunir essas verdades, o conjunto induz a uma leitura inteiramente diferente daquela que os fatos apontam: um maluco, desarmado, bêbado, cometeu uma idiotice e criou um pânico entre os jovens. Vamos ver o oposto, exatamente o que a gente reclama da imprensa brasileira: "Judeus matam árabes na Palestina". Sim, o IDF é constituído de judeus; Sim, os terrotistas são árabes: sim, no confronto, os arabes (terrotistas que pretendiam fazer um ataque) morreram; sim, ocorreu no territorio que se pretende chamar Palestina. Tudo correto, mas no conjunto induz a uma outra leitura. Portanto, os mesmos viéis que alguns dos jornalistas das editorias internacionais adotam em relação a Israel, estamos, talvez inconscientemente, adotando nos nossos próprios meios. O que diriam os poloneses disso? Espero que meu comentário contribua para uma reflexão.
Reginaldo Heller
É com muita tristeza que tomei conhecimento do sequestro relampago ocorrido na Polônia. Infelizmente, existe muito anti-semitistsmo espalhado no mundo todo, mas o Hashem sempre nos protege. Por favor, não deixe de me enviar sempre notícias relacionadas à nossa comunidade, seja no Brasil ou no exterior.
Marc Grassiano
Pode me catalogar pois tenho uma história dramática. Não conheci meus avós paternos. Meu pai foi criado por uma família de maçon e católica de colatina espírito santo. Ele nasceu em 1943. A sua identidade consta que não tem pai e mãe talvez para preservar a memória .Relato uma experiência dentro da minha espiritualidade de umbanda esotérica. Já tive contato com minha avó judia polonesa nos sonhos. Ela é um dos anjos de guarda. Um abraço e shalom
Jorge Kleber
Shalom! Gostaria de prestar a minha firme solidariedade aos jovens que foram sequestrados na Polônia. Infelizmente, o anti-semitismo e demais movimentos de intolerância tendem a intensificar-se cada vez mais. Defendo a idéia de uma sólida aliança entre todas as democracias, incluindo o Estado de Israel, na contra o terrorismo internacional.
Prof. Marcelo Walsh
Meu nome é Víctor Hugo Arellano, recebo sempre as Noticias da rua Judaica em minha caixa de e-mails E agradeço o envio do mesmo. Moro em Guayaquil, Ecuador. Muito obrigado pelas Notícias da Rua Judaica.Obrigado por me incluir no seu email. Eu sou Jornalista, mas trabalho na pesquisa histórica. Pesquisador Associado do Laboratório de Estudos sobre a Intolerância da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (LEI), Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo(LEI)Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo(LEI) também Presidente do "Instituto Cultural Ecuatoriano Israelí" de Guayaquil.
Víctor Hugo Arellano - EQUADOR
Estou em Brasília e tenho acompanhado várias notícias internacionais sobre manifestação preconceituosa aos judeus, é preocupante, parece não ter fim nunca. Obrigado pelas informações sobre o sequestro de nossas crianças lá do Rio na Polônia. Por favor me cadastre em seu site. Um abraço fraterno,
Ebenezer Itamir Fonseca.
Gostaria de me cadastrar. PS: assisti sua palestra em P. Alegre, por ocasião da exposição de Anne Frank e estava excelente!
Rosane Poziomczyk - RGS
Nao sei se nos conhecemos, ha 35 anos vivo aqui em Ashkelon. Tenho recebido o seu NOTICIAS DA RUA JUDAICA, e aproveito esta oportunidade para agradecer-lhe o envio do mesmo, algumas noticias as vivo aqui a todo momento, mas o jornalismo faz parte da minha vida e familia, razao pela qual sempre e' bom ter oportunidade de le-las por outro angulo. Isto nos aproxima. Gosto de escrever, principalmente quando sou tocada pela emoção como ha pouco ao assistir a cerimonia do Yom Hazikaron dos Halalei Tzaal, no Kotel. Hag Sameach Abraco
Soniah Bargh (de solteira sou Sirotsky) - ISRAEL
FOTOS DO LEITOR
O Hillel, juntamente com as Tnuot do Rio de Janeiro e a liderança do Conselho Juvenil, organizaram o Yom Hazikaron. O evento, que lembra os mortos civis e militares em conflitos e guerras de Israel, contou com a presença de mais de 90 jovens. Todos respeitaram de pé um minuto de silêncio, com a bandeira de Israel sendo hasteada a meio mastro. Após o respeitoso momento, todos cantaram o Hino de Israel. O encontro contou com a ilustre presença de Alexandre Liberman, sobrevivente de Auschwitz, passageiro do Navio Exodus e combatente da Guerra da Independência, pelo Palmach.

Lançada a biografia do acadêmico e imortal Arnaldo Niskier, de autoria do jornalista e escritor José Louzeiro, intitulada Luzes da Consagração.

A diretoria, patrocinadores e apoiadores do Hillel, no evento em homenagem aos 60 anos de Israel. Na foto o casal Liberbaum, Cohen, Frointchuk, Kreminitz, Wurman e Gary Lipstein, presidente do Hillel.

EVENTO
"Bazar Beneficente do Espaço K"
Dias 19 e 20 de maio das 10h às 20h no Buffet Menorá à rua Maranhão, 404.
Produtos diferenciados a preços especiais: Edredons, travesseiros, jóias e muito mais...."
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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