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Osias Wurman
Jornalista
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Livres, há mais de 3.300 anos !
No próximo sábado á noite, os judeus estarão iniciando as comemorações da festa de Pessach, que lembra a saída do Egito, há mais de 3.300 anos. Um marco histórico para o povo judeu, que saiu da escravidão para a liberdade; do exílio para a Terra Prometida; da desordem religiosa para os Dez Mandamentos, base fundamental do judaísmo, até nossos dias.
Mas será que podemos comemorar a liberdade sem que esteja acompanhada da paz? Será que teremos paz, interna e externa, enquanto imperar a injustiça social?
A resposta é clara: liberdade, paz e justiça social são pernas de um mesmo tripé que sustenta a alegria de viver, a vontade de existir, de ser digno de respeito.
Aproveitemos, portanto, este Pessach, junto com nossos familiares, para celebrarmos a liberdade, orarmos pela paz mundial e praticarmos ações em prol da justiça social- a tzedakah.
Um seder de Pessach sem a leitura da Hagadah(livro que narra a saída do Egito) é como presentear alguém com um livro de paginas em branco: sem conteúdo, sem mensagem, sem indagações?
Sem o Mah Nishtanah – “Em que difere esta noite de todas as noites?”
Chag Sameach, um Pessach feliz com muita paz e atos de caridade.
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No Pessach lembramos a abertura do Mar Vermelho para os judeus
e seu fechamento sobre os egípcios |
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O site www.terra.com.br estará apresentando em seu canal de Chat, um bate-papo com o rabino Nilton Bonder, que falará sobre a festa de Pessach, respondendo ao vivo perguntas sobre a celebração, costumes e origens. Será na próxima segunda-feira, 14/04, das 17,00 às 18,00h. Basta entrar no site acima e acessar a página de Chat. |
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ILUMINAR O PASSADO PARA CLAREAR O FUTURO

Uma importante iniciativa comunitária foi realizada pelo CHCJ-Centro de História e Cultura Judaica, presidido por Daniel Klabin, no auditório da Fundação Eva Klabin, reunindo selecionado publico para ouvir palestra sobre Aracy Guimarães Rosa e seu brilhante marido, o poeta e diplomata João Guimarães Rosa. Aracy notabilizou-se por seu empenho em salvar judeus alemães, nos anos de 38/42, quando trabalhava no consulado brasileiro em Hamburgo-Alemanha. Recebeu o titulo de “Justa Entre As Nações”, outorgado pelo Instituto Yad Vashem de Jerusalém no ano de 1982. Os palestrantes foram o ex-chanceler brasileiro, embaixador Luiz Felipe Lampreia e o jornalista Osias Wurman, vice-presidente da CONIB. A palestra será transformada em publicação, na série de depoimentos reunidos pela CHCJ. |

Foto 1- pequena: Aracy e Guimarães Rosa em foto de família
Foto 1 - grande: Daniel Miguel Klabin, Osias e Suzana Wurman, Lenir e Luiz Felipe Lampreia.(Fotos L.Goldfarb)
Foto 2: Os palestrantes ex-chanceler Luiz Felipe Lampreia e Osias Wurman)
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ANNE FRANK, UMA HISTÓRIA PARA HOJE

A noite de abertura da Exposição Anne Frank, em Porto Alegre, foi um sucesso de público, além da presença da Governadora Yeda Crucius, do prefeito José Fogaça, secretários estaduais e municipais de Educação e Cultura, secretário da Embaixada de Israel, Sr. Raphael Singer, Presidente Nacional da B’nei Brith, Abraham Goldman, entidades culturais da cidade e diversas lideranças comunitárias. Além dos discursos comoventes, houve apresentações da Escola Estadual Anne Frank e da creche Lar Anne Frank, mantida pela comunidade judaica. Houve também uma representação do “Diário de Anne” feita pela atriz Susana Abranches, que veio acompanhada de seu diretor Adam. Várias escolas e entidades já agendaram visitas monitoradas. Nos dias 16, 23 e 29 de abril e 7 de maio, haverá mesas de debates com convidados especiais. A realização do evento é da B’nai B’rith do Rio Grande do Sul, com a co-participação do Instituto Cultural Judaico Marc Chagal, Federação Israelita do RGS, Plataforma Brasil-Holanda de São Paulo. |
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CONVIDADOS DE PERES


Barbra cantará Avinu Malkeinu e Bush receberá homenagem especial
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O Presidente Shimon Peres está trazendo personalidades mundiais para celebrarem o aniversário de 60 anos de Israel. George Bush, Barbra Streisand, Tony Blair, Mikhail Gorbachev e Rupert Murdoch estão entre os que comparecerão à conferência em maio, cujo foco será as contribuições dos judeus e de Israel para a Humanidade. Esta conferência é esperada como um dos eventos mais importantes da celebração da independência, que incluirá concertos, eventos lembrando o Holocausto, encontros para promover a coexistência árabe-israelense e uma trilha trans-Israel de bicicleta com 750 milhas de extensão. A lista de convidados já confirmados inclui também Henry Kissinger, o premio Nobel Elie Wiesel, o ex-presidente Vaclev Havel, o professor de Harvard Alan Deschwitz, o fundador do Google Sergey Brinn, o fundador do Facebook Mark Zuckerman, Ratan Tatá que é o presidente do grupo indiano Tatá, o bilionário americano Sheldon Adelson e Abdurrahman Wahid que foi o presidente da Indonésia, um país que mantém relações diplomáticas com Israel. A data da Independência de Israel é marcada a cada ano conforme o calendário hebraico, e neste ano será no dia 8 de Maio. |
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CARTER COM HAMAS

Jimmy Carter planeja encontrar o líder exilado do Hamas, Khaled Meshal, em Damasco. A assistente de imprensa de Carter, Deanna Conileo confirmou que o ex-presidente planeja sua viagem à Síria, cuja notícia foi primeiramente publicada pelo diário londrino em língua árabe Al Hayat, e não negou uma possível reunião com o líder do Hamas. “O Presidente Carter planeja uma viagem ao Oriente - Médio, e eu não posso confirmar quaisquer encontros específicos neste momento”. O planejado encontro entre o ex-presidente e o líder do Hamas, que é um grupo militante classificado por Israel e pelos Estados Unidos como uma organização terrorista, atraiu duras críticas entre membros do governo americano. O ex-embaixador americano nas Nações Unidas, John Bolton, criticou Carter, chamando este gesto de “atípico”, e dizendo que “ir à Síria para visitar o Hamas, neste momento, é errado e não aconselhado”. Em 2006, Carter provocou um grande debate com a divulgação de seu livro “A Paz Para a Palestina e não o Apartheid (Palestine Peace not Apartheid)”, publicado pela Simon & Schuster. Neste livro, Carter argumenta que o “controle contínuo e a colonização por Israel da terra Palestina, tem sido os principais obstáculos para um acordo de paz no Oriente Médio”. |

O polêmico livro de Carter |
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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SILÊNCIO ENTRE OS ULTRA-ORTODOXOS
Acompanho, mesmo que de longe, o horripilante caso da menina Isabella, que foi jogada do sexto andar de um prédio em São Paulo. Incrível como tragédias humanas podem mobilizar todo um país. Aqui em Israel, três casos de abuso infantil ocupam as manchetes dos jornais, nas últimas semanas. Cada um mais chocante do que o outro. No mais brando, uma mulher de 38 anos é acusada de estuprar dois de seus filhos, de 8 e 11 anos. Outro caso é o de uma mãe que costumava bater violentamente nos 12 filhos, além de pisar neles, amarrá-los e acender fósforos em seus corpos.
Mas o pior caso é o de uma mãe acusada de torturar os oito filhos para "consertá-los". Um deles entrou em coma e, segundo os médicos, não deve acordar. A lista de torturas é de escandalizar o mais criativo dos roteiristas de Hollywood: além de bater nos filhos com martelos, queimá-los e dar banhos congelados neles, a mulher os trancava dentro de malas por três dias, enfiava kipás em suas bocas e mandava que bebessem bebidas com álcool até que vomitassem. Tudo sob orientação de um rabino maluco (que fugiu para o Canadá), para o qual as ações eram necessárias para "limpar" os corpos das crianças da influência diabólica.
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É preciso um basta no fundamentalismo ultra-ortodoxo e anti-sionista |
As três mulheres têm uma coisa em comum: são todas ultra-ortodoxas. Esse fato trouxe à tona, novamente, a questão da falta de controle do Estado sobre os haredim, em Israel. A ultra-fechada comunidade ultra-ortodoxa funciona praticamente como um estado paralelo, com leis e líderes próprios. O que acontece dentro dela fica dentro dela. Estupros e espancamentos geralmente passam ao largo da Justiça. Jornalistas religiosos raramente divulgam casos de abuso familiar.
Porta-vozes da comunidade tentaram alegar que tudo não passa de coincidência e que o percentual de violência doméstica entre os ultra-ortodoxos é similar ao de outros segmentos da população. Mas é difícil não se assustar com a quantidade e a severidade dos exemplos que pipocam, de tempos em tempos. A falta de intervenção do estado pode levar essa comunidade a fomentar, dentro dela, focos cancerígenos como o da tal seita fundamentalista que foi desmembrada, semana passada, nos Estados Unidos. O líder da seita "Church of Latter-day Saints" alega ter 80 esposas e apoiar o casamento entre adolescentes e homens muito mais velhos. Cada país com seus fanáticos.
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TERRORISTAS DE LONDRES

Três muçulmanos ingleses estão sendo acusados de co-participação nos ataques ao metrô de Londres em julho de 2005. Vídeos mantidos em sigilo até esta data foram exibidos durante a primeira sessão de julgamento, onde aparecem os três indiciados nos locais das explosões, tentando verificar se havia membros de seu grupo entre as vitimas. Os acusados foram presos em março de 2007 sob a acusação de terem participado de uma ação preparatória para o ataque, realizada sete meses antes dos ataques em três estações do metrô. Waheed Ali, 24, Sadeer Salem, 27,Mohammed Shakil, 31, são moradores de Londres e estão indiciados em conspiração contra a Inglaterra. |

Os três muçulmanos moram em Londres e são acusados de apoio aos atos de terrorismo
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HUMOR JUDAICO

Nestes tempos de crise de confiança na moeda americana, os israelenses circulam pela Internet uma nova versão para a nota de um dólar.
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O nome dado para a nova moeda é “guevald” – “socorro” |
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PREMIER POLONÊS NO KOTEL

O primeiro-ministro polonês Donald Tusk recebeu a mais calorosa recepção que um dirigente polonês ouviu em Israel, desde a II Guerra Mundial. Shimon Peres disse a Tusk que ele representa novas esperanças e novas expectativas, numa nova Polônia. Peres foi além lembrando os mais de 1.000 anos de convivência judaico-polonesa, nem sempre amistosa, mas que permitiu o judaísmo florescer e os judeus viverem e orarem em seu próprio idioma. Sobre os tempos sombrios, Peres disse que não só os judeus, mas também os poloneses, sofreram com os acontecimentos. “Foram os alemães que trouxeram a grande catástrofe para a Polônia, não os poloneses. A responsabilidade foi alemã. Muitos israelenses tem raízes polonesas, e muitos dos fundadores do Estado de Israel eram poloneses de nascimento” acrescentou Peres. |
Tusk no Kotel em Jerusalém
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VANDALISMO NA FRANÇA

A Europa está ficando marcada pelos atos de vandalismo em cemitérios praticados por grupos nazistas e/ou xenófobos. Agora foram 148 túmulos de soldados muçulmanos da I Guerra Mundial que foram pichados em Ablain-Saint-Nazaire, na França. Vândalos picharam slogans contra o Islã e também a suástica em alguns deles, e ainda jogaram cabeças de porcos pelo cemitério. A ministra da Justiça francês, Rachida Dati, também foi xingada – ela tem origem norte-africana. É sabido que os 6 milhões de muçulmanos franceses correspondem a 10% da população do país, e uma grande maioria é proveniente das colônias francesas no norte da África.
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Policial francês investiga a autoria do inominável crime de vandalismo |
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WEST SIDE STORY EM JERUSALÉM

Um judeu ortodoxo de famosa família internacional e multimilionária, enviou sua filha de 19 anos para estudar num seminário religioso para mulheres em Jerusalém. Ao saber que ela estava apaixonada por um jovem religioso, um “shababnik” que tinha sido dispensado da yeshivah, escola ortodoxa em que estudava, começou a enviar mensagens para importantes rabinos da cidade, visando a impedir o casamento do casal. Os conhecidos e renomados rabinos Chaim Kanievsky, Nissim Karelitz e Michal Yehuda Levkovitch, emitiram um “decreto” que invalidava o eventual casamento pois contrariava as leis da Torah- o Pentateuco de Moisés. Para os rabinos, um casamento que desagradava o pai e a mãe da noiva não poderia ser considerado um ato judaico. Mas os noivos não cederam às pressões e fizeram a cerimônia religiosa do polemico casamento em Beit Hakerem. Dezenas de seguidores dos rabinos contrários ao evento tentou evitar o casamento, mas foi recebida por forte esquema de segurança montado pela família do noivo. A matéria teve destaque no jornal israelense Yediot Aharonot.
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A jovem noiva milionária rebelde sai correndo do carro nupcial

Ultra-ortodoxos protestam defronte o salão de festas em Jerusalém

A turma de seguranças se engalfinha com os oponentes ortodoxos
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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O DILEMA DE BARAK
Quando eleito líder do Partido Trabalhista e nomeado ministro da defesa em junho de 2007, Ehud Barak tinha dois objetivos perfeitamente convergentes: um nacional – fortalecer a postura defensiva e ofensiva de Israel após o fracasso da “Guerra dos 33 Dias” – e o outro pessoal – restabelecer a sua credibilidade política, bastante desgastada durante o seu mandato de primeiro-ministro de maio de 1999 a março de 2001. Desta maneira poderia conquistar grande parte dos eleitores centristas que haviam votado no Partido Kadima em 2006 e que, segundo as pesquisas, pareciam propensos a votar no Likud nas próximas eleições. Durante meses, Barak preparou o exército, e paralelamente a opinião pública israelense, para uma ampla ofensiva em Gaza que visaria à destruição da infra-estrutura terrorista e a deposição do regime do Hamastão, restaurando tanto a segurança dos habitantes do Neguev quanto grande parte do poder de dissuasão de Israel.
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Barak, Livni e Olmert,
uma trinca eleitoreira
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Evitando pronunciamentos de cunho político e resistindo a pressões para o desmantelamento de “colônias não autorizadas”, o qual aprofundaria as divisões na sociedade israelense, Barak viu a sua popularidade subir paulatinamente. Ganhou pontos adicionais com o ataque bem sucedido contra uma instalação alegadamente nuclear na Síria em setembro de 2007. Em 2008, porém, a tendência reverteu. Incapaz de obter a aprovação do primeiro-ministro Olmert e do gabinete de segurança para uma ofensiva em Gaza, Barak perdeu pontos quando o Hamas aproveitou-se da sua decisão de limitar o suprimento de eletricidade e combustíveis a Gaza para quebrar o muro de separação do Sinai e importar explosivos, mísseis de mais longo alcance e terroristas treinados no Irã. Perdeu mais pontos ao quebrar a promessa eleitoral de retirar o seu partido da coalizão governamental quando da publicação do relatório final da comissão Winograd - mas, como reconheceu publicamente, não estava ainda em condições de derrotar o Likud em novas eleições. E sua grande oportunidade, depois que o Hamas cruzou uma “linha vermelha” importante ao lançar mísseis contra Ashquelon, foi humilhantemente frustrada pela decisão do governo de abortar a grande operação em Gaza denominada de “Inverno Quente”. Barak, o homem mais condecorado do exército de Israel e que ambicionava conquistar os eleitores do Kadima para voltar à chefia do governo, foi habilmente neutralizado por Olmert. Por um lado não consegue trazer segurança para o sul do país - e deixa de ganhar os votos que necessita à sua direita. Por outro lado, dá cobertura ao primeiro-ministro para negociar um “acordo de princípios” com os palestinos que este utilizará como trunfo eleitoral – roubando-lhe os votos à sua esquerda. Daí a lógica de um possível acordo com Benjamin Netanyahu, líder do Likud e paradoxalmente hoje uma ameaça menor que Olmert. Arriscado, sim, mas Barak sempre gostou das grandes jogadas e nunca temeu riscos. Sua única alternativa é aguardar que o Hamas superestime as suas cartas e cometa um mega-atentado terrorista – semelhante ao massacre de Pessach de 2002, que forçou Ariel Sharon a lançar a grande operação “Escudo de Defesa”. |
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OBAMA E O CONFLITO


Calma com os palestinos,
disse Obama
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“É importante, caso façamos progressos nas conversações israelense- palestina, que ambos os lados sejam responsabilizados no cumprimento dos acordos anteriores”, disse o pré-candidato democrata à presidência dos Estados Unidos. “Eu penso que o descumprimento dos acordos anteriores tem ocorrido consistentemente do lado palestino, particularmente no que se refere a governar sem violência”. Obama que é senador por Illinois, foi perguntado sobre os pontos de vista de Daniel Kurtzer, ex-embaixador de Israel, e que co-escreveu um livro sobre negociação de paz entre israelenses e árabes antes que se juntasse ao time de Obama como conselheiro. No livro, Kurtzer diz que Israel ainda não pagou o preço por deixar de desmantelar os assentamentos não autorizados, conforme tinha sido prometido nos anos anteriores. |
“Será importante para Israel que reconheça que terá de fazer algumas modificações territoriais, para assegurar que exista um estado palestino estável e contínuo, que possa funcionar, e que as crianças palestinas tenham oportunidades de prosperar como qualquer outra criança em outros lugares”, acrescentou Obama. O papel dos Estados Unidos “é escutar ambos os lados, e falar com ambos os lados, necessita que não desconsideremos as preocupações dos palestinos”, disse Obama. “Porque não existe maneira de podermos progredir nestas negociações, sem ao menos entender as perspectivas deles”.(JTA) |
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O SITE DE KOGUT

A jornalista de O Globo, Patrícia Kogut, especializada no mundo televisivo, está lançando neste final de semana o seu site www.oglobo.com.br/kogut. Segundo publicidade veiculada, o novo site terá tudo que rola na TV, criticas dos programas, entrevistas, bate-papos e noticias exclusivas sobre artistas, alem de muita interatividade com os leitores, que poderão comentar as noticias, mandar vídeos e fotos. Os leitores também poderão votar dando nota 0 ou 10 para os programas. Patrícia é casada com o jornalista Ali Kamel e é filha do ativista comunitário e cirurgião plástico Dr. José Kogut.
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PORTUGAL HOMENAGEIA SOUZA MENDES

Após 54 anos da morte de Aristides de Sousa Mendes, a Câmara Municipal de Santarém-Portugal, inaugurou a primeira estátua de corpo inteiro deste “Justo”. Esta obra é da escultora Margarida Santos, a quem também se deve o busto de Aristides inaugurado em Bordéus em 1994, por Mário Soares e Maria Barroso. Este busto encontra-se na “Promenade Charles de Gaulle”, ao lado dos Monumento ao Soldado Desconhecido e de De Gaulle, o que demonstra a importância que Bordéus e França atribuem ao Cônsul Português. Foi um momento emocionante, tanto para a família de Aristides, como para todos aqueles que defendem a sua imagem. A cerimônia de inauguração foi inesquecível para todos aqueles que estiveram presentes. Começou com um encontro na Câmara Municipal de Santarém, onde o presidente, Francisco Moita Flores, ofereceu um coquetel aos convidados, entre os quais a Dra. Maria Barroso (Presidente da Fundação ASM), o Embaixador de Israel, Aharon Ram e mulher, o Presidente da Comunidade Israelita, José Oulman Carp, dois dos netos de Aristides, Álvaro e António Sousa Mendes. Aristides de Sousa Mendes está ladeado por duas crianças que representam os refugiados que foram salvos pela sua ação humanitária, a qual lhe trouxe imensos prejuízos pessoais e materiais. Souza Mendes foi demitido por Salazar, por ter ajudado os refugiados judeus, e morreu na miséria após ter sua aposentadoria suspensa pelo ditador português. Em reconhecimento aos seus gestos, o Yad Vashem de Jerusalém colocou-o como “Justo Dentre as Nações”. Na placa afixada à estátua os dizeres: À memória de um homem desperto numa noite de morte imensa.
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A estátua de Souza Mendes, o cônsul português “Justo Dentre as Nações”. |
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AS PIRUETAS DE BARENBOIM

O diretor da orquesta juvenil palestino-israelense, Daniel Barenboim, negou-se a participar dos festejos pelos 60 anos do Estado de Israel, por respeito ao "sofrimento dos palestinos". Barenboim assegurou que os festejos no Estado hebreu comemoram a "catástrofe" conhecida em árabe como al-Naqba. "São 60 anos da independencia de Israel, o que significa que são 60 anos de sofrimento do povo que estava aquí antes", explicou o argentino de nascimento. Durante uma conferencia de imprensa em Jerusalem, o diretor anunciou a apresentação de "Um concerto para dois povos", em que trinta e tres jovens músicos tocarão para combater "a ignorancia e a falta de curiosidade" a respeito do conflito na região. O espectáculo "é um gesto apolítico", disse o argentino criado em Israel. "É um reconhecimento de que o conflicto é primariamente humano e tem que ser resolvido desta maneira", concluiu.
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O polemico regente judeu-argentino e ativista pró-palestino Daniel Barenboim |
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ASSALTO À MODA ISRAELENSE


A movimentada rua Pinskier
é vizinha à praça Dizengoff
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A rua Pinsker em Tel-Aviv, Israel, tornou-se um campo de batalha na quarta-feira quando dois bandidos armados, que planejavam roubar jóias, depararam-se com um vendedor corajoso e dois inspetores determinados. Aproximadamente às 18,30 h, um dos assaltantes entrou na joalheria nesta rua central de Tel-Aviv, e sob a mira de uma arma tentou assaltar o proprietário da loja, um jovem de 38 anos. Para surpresa geral, o jovem atracou-se com o assaltante que, acidentalmente, disparou um tiro, quebrando a vitrina da loja e permitindo a fuga do gatuno. Entretanto, na fuga da loja, o fracassado ladrão teve que encarar outro obstáculo: dois inspetores da cidade notaram a ocorrência e começaram a perseguição. O suspeito abriu fogo contra os dois inspetores que conseguiram se esquivar dos tiros. |
Um cúmplice do ladrão, que aguardava no veículo para a fuga, tentou atropelar os inspetores com o carro. Um dos inspetores despedaçou as janelas do carro como resposta. O cúmplice tentou fugir com o veículo, mas o inspetor o perseguiu com uma motocicleta enquanto simultaneamente informava o incidente à polícia. Policiais em patrulha, da delegacia de Tel-Aviv, prenderam os pistoleiros, após uma perseguição com tiros e cenas cinematográficas. Sem roubo e sem vítimas..... |
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EVENTO ARACY GUIMARÃES ROSA


No auditório de 60 lugares da Fundação Eva Klabin, Thomas Zinner ex-presidente executivo do Unibanco e Sra., Cláudio Berguenstein e Sra., Pio Borges ex-presidente do BNDES e Sra., Marcio Doctors curador da Fundação, Daniel Haar cônsul honorário da Nicarágua, Armando Klabin e Sra., Renata Rozenthal Sancovsky historiadora, Anna Bentes Bloch viúva de Adolpho Bloch, Dr. José Feldman e Sra.,Sergio Niskier e Lea Lozinsky da FIERJ, Dra. Alice Kahane, Dr. Ricardo Brajterman, Deputado Federal Marcelo Zaturansky Itagiba, Eduardo Tkacz e Amanda Klabin Tkacz, Rabino Sergio Margulies, Desembargador Mauro Dickstein e Sra., Moyses Liberbaum e Sra.,
Dr. David Gorodowitz diretor-geral do CHCJ e Sra., Natan Wurman e Sra.

Osias e Suzana Wurman, Daniel e Bebel Klabin e David Gorodowitz

Osias Wurman, Sergio Niskier e David Gorodowitz

Osias Wurman, Daniel Klabin e Deputado Federal Marcelo Zaturansky Itagiba

Daniel Haar, Pio Borges e Armando Klabin

Suzana Wurman e Anna Bentes Bloch

Silvia e Moyses Liberbaum e Daniel Klabin

Eduardo e Amanda Klabin Tkacz, Rabino Sergio Margulies, Lea Lozinsky e Daniel Klabin

Roberto e Renata Rozenthal Sancovsky
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MANCHETES DE FECHAMENTO

- Por iniciativa do Rabino Marc Schneier, de Nova Iorque, seis rabinos e seis imãs muçulmanos gravam filme condenando a intolerância e antagonismo entre as duas religiões. Será exibido em setembro, durante o Ramadan- época em que o Corão foi revelado.
Os religiosos no palco para a gravação em nova Iorque |
- Explosão em mesquita no Irã mata 9 muçulmanos.
- Pequeno avião não identificado provoca alarme aéreo no norte de Israel.
- Hamas ameaça assassinar ministros israelenses.
- Expedida ordem de prisão internacional pela Interpol para rabino ultra-ortodoxo (Leia matéria de Daniela Kresch)
- Economista internacional mostra pesquisa em que judeus refugiados desde 1948 sofreram mais que os árabes deslocados.
- Rice está revoltada com vontade de Carter de falar com líder do Hamas.
- Os israelenses acreditam que Jerusalém está sendo dividida secretamente.
- Árabes constroem 30 mil novas casas na Cisjordânia.
- Israel suspeita que Irã envia armamento para Hezbollah pelo porto de Beirute.
- O técnico alemão Matthaus dirigirá o time Maccabi Netanya.
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NOVOS LEITORES
Idete Melkzer Frischmann -Curitiba -Paraná ; Juliana Carrijo Melo-São Paulo- SP; Mauricio Vianna-São Paulo-SP; Maysa Vainer-Recife-Pernambuco; Adriana Ruiz Besagio-Poá-SP; Hélcio Correa Gomes-Cuiabá- Mato Grosso; José Elarrat-Porto Velho-Rondonia; Miriam Martines-Ribeirão Preto-SP; Suellen Alves -Camapuã-Mato Grosso do Sul ; Sueli Vieira -Botucatu-SP; Tamer Fadida -Ribeirão Preto-SP; Simão Korn, Fernando Malerbi, Gustavo Korn-Santos-SP ; Lucia Mota Zimerman- São Paulo-SP
MENSAGENS
Como todos sabemos, a Mora Miriam não está bem. Ela precisa de plaquetas e estamos ajudando procurar doadores. Quem puder colaborar, favor entrar em contato com: Centro de Hematologia de S.Paulo, Av. Brigadeiro Luis Antonio, 2533-Estacionamento gratuito no local-Funciona de segunda a sábado, de 8:00 às 17:00-F: 3372 6611 ramal 6618-Marcia ou Jenifer.Favor avisar que a doação é para Miriam Smaletz.
Noemí Weksler-São Paulo-SP
Prezado Osias, acabei de ler na sua pagina, que seremos agraciados com uma verba. Gostaria de agradecer a você e ao Deputado Federal Marcelo Itagiba, pelo empenho para que conseguíssemos o montante , que no momento será muito bem vindo. Sabemos que sem seu pessoal empenho, o mesmo não teria ocorrido.
Chag Sameach, Pessach Sameach.
Sylvia Mekler- Pres. União Associaçaõ Beneficente Israelita- RJ
Jornalista Daniela Kresch, Sou gaúcho e leitor assíduo de seus comentários na Rua Judaica. Parabéns e obrigado por nos mostrar um pouquinho de Israel a cada edição. Saudações,
Anselmo Malaguez –Candiota- RGS
Parabéns pelo NRJ de agora. Quanto ao comentário sobre o centenário de Adolpho Bloch e Samuel Malamud, já te informo: A Ana Bentes Bloch nos convidou para fazer parte da comissão dos festejos, a Lea já esteve em uma das reuniões que você também estava presente, e nos já dissemos a ela, inclusive por escrito, que a FIERJ faz questão absoluta de estar junto esta grande celebração que esta sendo organizada. Nos colocamos a disposição, e vamos participar, envolvendo toda a comunidade. E obviamente haverá uma homenagem só da FIERJ. Ainda estamos pensando na melhor maneira. Mas estaremos juntos ao grande evento que a ANA esta organizando. Estamos esperando ser chamados para a próxima reunião. A homenagem ao Malamud vira com certeza.
Sergio Niskier, pres. da FIERJ-Federação Israelita do RJ
Dentro de un mes se conmemorara Iom Hazikaron y he creado una pagina blog con los nombres e historia personal de todos los latinoamericanos fallecidos en Israel estando cumpliendo servicios en el Ejercito de Israel. Aquellos que nacieron en Latinoamerica y Espania, aquellos que inmigraron desde paises de latinoamerica y algunos de los hijos de latinoamericanos que nacieron en Israel. El Blog permite ingresar mensajes y todo tipo de contenido en cada uno de los soldados. Pueden existir errores en la traduccion de los nombres. http://izkorsoldadoslatinos.blogli.co.il
Mauricio Azaretzky - ISRAEL
A cada dia que passa mais me preocupa a atitude cada vez mais acovardada de algumas comunidades judaicas diante ao Islã radical. Como essa ocorrida na Holanda, já condenando o filme Fitna pelo fato de ter exposto suras do Alcorão que estimulam ao ódio aos judeus, que entre outras, compara os judeus aos jumentos, porcos e macacos a estimular um sentimento raivoso a tão amaldiçoados seres. Num contraste muito flagrante com a liderança muçulmana do país, como Osias bem assinalou, que acolheu com serenidade a critica feita pelo cineasta. Fico a pensar do que vale as celebrações do Holocausto, se não poucas comunidades judaicas se esqueceram de sua principal lição- os campos de extermínio não surgiram do nada, foi o cumulo de um longo processo de descriminação verbal ao judeu, subindo para o desprezo e ódio, quando a omissão covarde deu campo livre para o desenvolvimento da ojeriza rancorosa dos nazistas, ao invés de inibir os ferozes perseguidores, como imaginavam com muita ingenuidade as vitimas. Devemos, afinal, aprender que, quanto mais se omite, quanto mais se recua, mais aumenta a audácia e rancor de nossos inimigos. E preciso chamar a atenção da comunidade judaica da Holanda para o grave erro que incorre a sua liderança.
Marx Golgher- Belo Horizonte-MG
Leitor pede providencias contra o site
....“Contra os ataques genocidas do estado de Israel ao povo palestino! Solidariedade internacional contra a opressão global! Companheiras e companheiros da Palestina, companheiras e companheiros solidários à luta do povo palestino: Temos acompanhado com tristeza e revolta os últimos ataques perpetrados pelo estado de Israel ao povo palestino, principalmente na Faixa de Gaza. Mais de uma centena de pessoas, inclusive muitas crianças, foram assassinados na ofensiva militar, enquanto boa parte do mundo se cala diante de mais essa agressão criminosa e genocida contra a luta de libertação dos palestinos”.......
http://www.redecontraviolencia.org/Noticias
R.W.
Como sempre, seus editoriais são oportunos e defensivos.Ainda assim, são editoriais totalmente disponíveis pela internet e a edição deste presente domingo aborda a relação de veículos de comunicação anti-semitas. Nos virtualmente disponíveis está contida argumentação ampla contra a memória judaica (o blog por exemplo) e nenhuma contra-argumentação. Visto que qualquer pessoa pode acessar sua página, inclusive criminosos virtuais, a fim de não se alimentem e alimentem o povo desinformado de posições anti-semitas ainda presentes na internet, parece-me sugestivo que estes links não devam ser conectados através de sua ilustre página. A propósito: grande é minha gratidão pela sua informação em defesa do judaísmo e do sionismo. Respeitosamente,
Cabral - Cesar Augusto Cabral Arévalo.
Nota da Redação- A inclusão dos sites tem como objetivo estimular as providencias cabíveis por parte dos responsáveis comunitários, além de proporcionar o combate direto nos blogs pelos nossos leitores. Lamentavelmente, todos os sites anti-semitas podem ser facilmente localizados pelos “buscadores” da Internet.
Ao se digitar a palavra Jew no Google, o 4º site a aparecer é um tal de jewwatch.com, site de conotação racista, que tenta explicar todas as mazelas do mundo culpando os judeus. Certo de sua enérgica ação nesses casos, Um abraço,
Marcelo O.
Gostaria de informar ao entristecido Sr. David Volyk, São Paulo-SP, que em assuntos gerais do seu Noticias da Rua Judaica edição 063, escreveu sobre o exame do ENEM:
Que a Escola Judaica ORT no Rio de Janeiro foi consagrada entre os primeiros lugares da prova do ENEM, 13º- Nacional, 7º.- escolas do Rio de Janeiro.
Sami Leopold Goldstein -VP ORT Brasil
Com tristeza recebo a noticia do falecimento do Salomão Jaroslavsky, um amigo, um líder em todas as atividades da Comunidade Judaica de Pernambuco, acredito que você o conheceu.
Arão Parnes
Li o seu artigo "O sonho sionista de Osvaldo Aranha" publicado no jornal O Globo de 22/11/2007, onde em um dos seus trechos é feita referência a uma mulher chamada Aracy, esposa do escritor João Guimarães Rosa, nosso consul à época em Hamburgo. Coincidentemente recebi o e-mail anexo sobre "uma certa Aracy", onde é relatado alguns de seus feitos entre eles os seus esforços no sentido de salvar milhares de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Isto posto, peço sua colaboração, no sentido de ser dado o nome de Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, a uma sala ou dependencia afim de algum imovel de nossa comunidade no Rio de Janeiro, prestando-se assim também no Brasil uma justa e singela homenagem a " mulher chamada Aracy".
José Lam-Eng. Civil-RJ
Meu nome é Salomão Elias Benmuyal. Tomei a liberdade de copiar essa MARAVILHOSA lista de contatos do Marcel. Muitos, são pessoas queridas da nossa comunidade de Belém, onde atualmente, estou pela segunda vez Presidente da Sinagoga Shaar Hashamaim, junto com o Leão Unger (Vice Presidente), Raquelita Athias (Secretária), Moisés Nahmias (Tesoureiro) e Moisés Barcessat (Patrimônio) na Diretoria Executiva. Por estarmos atravessando um momento delicado na nossa comunidade que envolve uma séria de situações "tristes" de vermos entre JUDEUS e IRMÃOS que somos, envolvendo diferenças religiosas, as Sinagogas, Centro Israelita do Pará, Grupo Kadima-Bnei Akiva, Wizo, Pioneiras, Beit Chabad, Rabinos e toda a nossa tão especial e tradicional comunidade e não obstante, situação similar é vivida no mundo todo, aonde vemos os nossos irmãos de todos os costumes, tradições, segmentos religiosos, entidades, etc, se enfrentando e confrontando como se fossemos vários povos em um só e como se cada um fosse mais ou menos judeu que o outro, onde deveria haver PAZ há sim a GUERRA.E aí eu me pergunto: -Alguma coisa não está fora da ordem???__Não deveríamos viver em paz e como diz o salmo 133: 1)VEJAM, COMO É BOM E COMO É AGRADÁVEL A MORADA DE IRMÃOS EM UNIDADE.__Não basta a guerra entre os nossos irmãos de Israel com os Palestinos???__Falamos tanto na vinda do MASHIACH e o que estamos de fato fazendo para que isso aconteça???__Não seria por essa "guerra" sem fim entre nós mesmos, que vemos tantas desgraçasacontecerem ao nosso povo???__Não estamos por certo, descumprindo em poucas ações, tantos mandamentos divinos???__Quantos pontos de interrogação eu poderia colocar aqui??? INFINITOS!!! Por isso e muito mais, venho conclamar a todos vocês dessa relação. Vamos iniciar uma VERDADEIRA E ENORME CAMPANHA PELA PAZ ENTRE O NOSSO POVO, ENTRE OS NOSSOS IRMÃOS DO MUNDO TODO e vamos compartilhar este APELO com cada contato das nossas listas, fazendo um efeito cascata até o mais distante JUDEU, que apesar de muitas vezes estarem tão longe de muitos e pertos de outros, estão acima de tudo, pertinho de D'us. Por favor, façamos uma união em prol de um bem comum: A PAZ!!! Que as bençãos de D'us nos prepare dessa forma saudável, sinsera e ABSOLUTAMENTE comprometida pela PAZ, para celebrarmos em breve um PESSACH KASHER SÂMEACH na terra santa. YEHI RATSON. AMÉM.
Salomão Elias Benmuyal-Belém do Pará-PA
1. Considero-me de esquerda, mas nisto Jabotinski estava certo: a Paz será a alternativa de quem concluiu que não tem mais alternativa (Amos Ós declarou o mesmo: "a paz será ruim para ambos, só será melhor do que a alternativa".) Parece que nós já concluimos isto, mas as lideranças árabes auto-impostas - e os anti-semitas do mundo - precisam descobrir isto. E nós precisamos lhes ensinar - "se não nós, então quem?; se não agora, então quando?" - nos lembra Hillel. Sartre escreveu que, quando empregarmos, no combate contra o ódio e as ações anti-semitas, metade da energia e dedicação que os toscos anti-semitas empregam para nos odiar e nos constranger, o anti-semitismo será vencido.
2. As instituições judaicas, grandes ou pequenas, são orgulhosamente antigas: trazem uma antiga eficácia, faces antigas e antigos vícios. Sua sobrevivência, representatividade e relevância futuras exigem, entretanto, constante renovação de objetivos, estratégias e modos de representatividade, na busca - como em tudo mais no mundo - da máxima eficácia, relevância, representatividade e coesão possíveis. As recentes eleições para a Fierj, com participação democrática, ampla, geral e irrestrita, por meio de voto secreto de toda a comunidade, são um lindo exemplo disso, a ser preservado e copiado.
3. Como recomendar que não se vá a uma peça de teatro muito bem feita (retórica), e justamente por isso mais perversa ainda em sua mensagem distorcida, fraudulenta, anti-judaica? A peça "O Dragão", no SESC Copacabana, presentemente em cartaz, sugere que: 1) o grande problema do conflito no Oriente Médio é a "ocupação"; 2) sugere que o israelense médio concorda que a "ocupação" deve terminar; 3) sugere que o israelense médio desaprova a construção do muro anti-terror "porque estraga a paisagem"; 4) Desinforma que o conflito no campo de refugiados de Jenin, em 2002, levou ao extenso bombardeio de todo o campo, quando na verdade pequeno trecho de casas foi atacado - cerca de 3% do campo (ver fotografias aéreas do campo, logo depois do bombardeio) - com precisão cirúrgica, aliás, pelo que se depreende da peça, pois parece ter atingido exatamente a residência da família do terrorista islâmico que havia se explodido num ônibus com crianças. Ao final, se poderá concluir com "convicção": judeus e árabes na "balestina" são vítimas da violência desmedida e discriminatória da "besta sionista". HORRÍVEL! Gostaria de ter ouvido/gritado "fraude!", "mentira!", "castradores de mulheres!", "islamo-imperialistas!" ao final da peça - aliás, lotada... Mas, estaríamos preparados para a resposta? Conseguiríamos contagiar/comunicar á sociedade brasileira a necessidade de uma honesta paixão direitumanista - necessariamente pró-Israel? Um grande abraço, e parabéns por promover uma imprensa judaica livre e responsável, alinhada ou não!
Sander Fridman
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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