Edição 082 Domingo, 17 de Agosto de 2008
 

MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


-Israel denuncia  observadores da ONU no Líbano enquanto Hezbollah está sendo remuniciado.


-Milhares de amigos, familiares e politicos israelenses compareceram ao sepultamento do poeta palestino Mahmoud Darwish na Galiléia.


-Shaul Mofaz, Ministro dos Transportes de Israel, diz que Chanceler Tzipi Livni não está preparada para substituir Olmert.


-Grupos armados de palestinos treinam em Gaza para novos seqüestros de soldados de Israel.


-Site do AishCafe oferece US$ 250 (400,00 reais) para quem cursar judaísmo pela Internet.




Osias Wurman
Jornalista


LEMBRAM-SE DA ONU?
A outrora guardiã da esperança de paz e convivência mundial, a ONU, agora parece estar mais inerte do que nunca.

A invasão da Geórgia pela Rússia demonstra que a época da “Guerra Fria” não foi ultrapassada inteiramente, e que os fundamentos do respeito à soberania nacional são coisas ultrapassadas.

Na semana que passou, cenas de dor e destruição fizeram a moldura do noticiário olímpico. Um triste contraste de convivência com conivência!

Importante registrar que, no cenário atual, cada país deve zelar por sua existência, resistência e sobrevivência, sem depender de aliados, alianças ou ajuda da opinião publica em geral.

Os tanques russos entraram de forma impiedosa, destruindo a soberania nacional de um país vizinho, e agredindo todas as regras humanitárias de conflito entre nações civilizadas.

Civis, homens e mulheres, crianças e idosos, todos foram varridos impiedosamente pelas esteiras dos tanques e pelos ataques devastadores dos aviões russos.

Alguns líderes de nações democráticas tentaram influir no conflito, mas enquanto os russos não completaram a humilhação do “inimigo”, nada aconteceu de concreto.

Imaginem agora, como fica a situação da fronteira norte de Israel com o Líbano, povoada pelo Hezbollah, e que tem como observadores internacionais, e garantidores de acordos, as tropas da UNIFIL.

O governo de Israel acaba de protestar contra a ONU, pois está flagrante que o Hezbollah instalou mais foguetes na região libanesa limítrofe, do que tinha antes da Guerra do Líbano em 2006.

Triste assistir o que restou da ONU......saudades !!!


Na Geórgia a dor e a destruição


Na ONU as bandeiras tremulam ao sabor dos ventos da indiferença

 
     
 

O ÓDIO DO HEZBOLLAH

Num discurso que marcou o aniversário de dois anos da Segunda Guerra do Líbano, o secretário geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, ridicularizou a liderança política e militar de Israel. "Toda a liderança militar caiu por causa da guerra. O General Hirsch, que foi derrotado no Líbano, foi para a Geórgia e eles perderam também por causa dele" riu Nasrallah. Hirsch, que é General-Brigadeiro atualmente na reserva, foi o comandante da Divisão Galiléia do IDF durante a guerra, e renunciou no seu desfecho. Nos últimos anos ele prestou consultoria ao exército Georgiano para o estabelecimento de unidades de elite e para o rearmamento, e deu vários cursos nos assuntos para inteligência de combate e luta em áreas com construções urbanas.

Xeique Nasrallah do Hezbollah,
quando falava para a TV
“Confiando em peritos e armas israelenses, a Geórgia aprendeu por que o general israelense fracassou”, proclamou Nasrallah. "O que aconteceu na Geórgia é uma mensagem para todos esses americanos que procuram se embrenhar em perigosas aventuras".  Nasrallah acusou Israel de ter intenções de assassinar comandantes do Hezbollah. "Eu digo aos sionistas: Nós não temos medo de vocês. Falem o que quiserem e façam o que quiserem. Sabemos que planejam assassinar líderes da resistência. Mas isto não nos fará retroceder" disse ele. Nasrallah disse que a manutenção do arsenal do grupo em "segredo" é parte da sua batalha contra Israel, e insistiu em não divulgar se a guerrilha tem agora sistema de mísseis antiaéreos. Tem havido uma grande gritaria israelense sobre o reforço da força do Hezbollah. Existem rumores sobre armas sofisticadas e sistema de defesa aérea e ameaças se o Hezbollah usar estes tipos de sistema", afirmou Nasrallah". “Ninguém pode esperar que eu me levante e diga se temos novas armas ou não” ele adicionou. "Manter o segredo  é parte da força do Hezbollah. Isto faz parte da direção da batalha para a liberação, e da resistência contra este inimigo". Nasrallah afirmou que "os resultados da Segunda Guerra do Líbano são evidentes até mesmo hoje, tanto nos campos políticos e do exército em Israel". Disse que Israel encara a sua pior crise de liderança em toda a sua história.

 
 

MORRE LIBERTADOR DE BUCHENWALD


James Hoyt testemunhou os horrores nazistas
Morreu aos 83 anos de idade James Hoyt, um dos quatro soldados americanos que primeiro ingressaram no campo de extermínio nazista de Buchenwald. Durante mais de 30 anos, Hoyt guardava este segredo enquanto trabalhava como carteiro numa cidade da zona rural americana, no Estado de Iowa. Recentemente Hoyt resolveu dar uma entrevista a um jornalista, contando detalhes do que viu em 1945. “Havia milhares de corpos empilhados. Eu vi corações que haviam sido retirados de pessoas com vida, para uso em experimentos médicos. A mulher de um dos oficiais da SS, chamada de “A prostituta de Buchenwald”, viu uma tatuagem no braço de um prisioneiro que agradou-lhe, e a pele virou um abajur. Eu vi esta peça.” Em breve estes e muitos relatos estarão no livro de Stephen Bloom, que será intitulado “O Projeto Oxford”.

 
 

 
 

CHAVEZ E OS JUDEUS

O presidente venezuelano Hugo Chávez recebeu líderes judeus na quarta-feira passada, prometendo trabalhar contra o anti-semitismo e abrindo canais de comunicação, apesar de fortes diferenças em relação a política no Oriente Médio. Tanto Chávez como os líderes do Congresso Judaico Mundial (World Jewish Congress) afirmaram que a reunião foi um sucesso. "É possível que haja algumas diferenças de opinião sobre alguns assuntos, para temas importantes tais como o Irã e também em relação ao Oriente Médio", disse Michael Schneider, que é o secretário-geral da organização, após a reunião. "Mas quando se trata de anti-semitismo, eu acredito que pensamos da mesma maneira". "Mencionamos nossas preocupações sobre o anti-semitismo e perguntamos qual seria a sua posição" disse Schneider. "E ele disse que certamente não era um anti-semita. O presidente socialista informou que foi uma "reunião muito importante", e mais não disse. Schneider disse que Chavez se ofereceu para encontrar com seus colegas brasileiro e argentina para em conjunto condenar "todas as formas de anti-semitismo, discriminação contra minorias e sentimento anti-muçulmano". Chavez tem repetidamente demonizado Israel, enquanto expressa compaixão pelos palestinos. Durante o bombardeio israelense de 2006 contra o Líbano, Chavez retirou o seu enviado superior em Israel, e ameaçou cortar as relações diplomáticas, chamando os ataques de "um novo Holocausto". Chavez apóia o diálogo com a comunidade judaica na Venezuela e em outros países, e ajudaria a facilitar o diálogo entre os cristãos, judeus e muçulmanos. Estima-se que entre 12 a 13.000 pessoas formem a comunidade judaica da Venezuela, que diminuiu dos 16.000 há uma década. Grupos judaicos da Venezuela condenaram um ataque da polícia ao seu centro social, em dezembro passado, dizendo que as autoridades procuravam armas inexistentes. Eles também denunciaram slogans pintados nas paredes da sinagoga com frases como "Aqui estão os assassinos da Palestina" e "Judeus vão para casa !”.


O encontro em Caracas

 
 

ULTRAJE EM PARIS

Frases em camisetas que estavam à venda em Paris, durante o final de semana, diziam "Juden Eintritt in die parkanlagen verboten" e "Zydone wstep do parku wzbroniony", que querem dizer: "Não é permitida a entrada de judeus no parque”, escritas em alemão e polonês respectivamente. As frases reproduzem aquelas colocadas em cartazes anti-judaicos que foram colocados no gueto de Lodz, em 1940. A camiseta foi encontrada e comprada por 18 euros em Belleville, no 19º distrito de Paris, pelo Escritório Nacional Francês de Vigilância contra o Anti-Semitismo (BNVCA), que é um grupo que monitora incidentes anti-semitas na França.


A camiseta na vitrine
de Paris

Noventa e cinco por cento dos 200.000 judeus que foram detidos no gueto de Lodz na Polônia Central, foram mais tarde mortos nos campos de concentração. Os textos reproduzem aqueles escritos em cartazes anti-judaicos que foram afixados no gueto de Lodz em 1940. Um repórter da AFP achou cinco camisetas cinza de lã e sem mangas, com a etiqueta "Introfancy SE" a venda na manhã de terça-feira, mas quando retornou, logo após, as camisetas haviam sido retiradas. A vendedora informou que elas tinham acabadas de serem compradas por um único freges, dizendo que ela não sabia do significado dos dizeres. Sammy Ghozlan, que é dirigente do Escritório Nacional da BNVCA disse que entrou com uma queixa formal junto à Polícia de Paris.


 
 
DESCOBERTA ISRAELENSE

Algas para cicatrizar lesões do coração

Pesquisadores israelenses dizem ter desenvolvido um gel à base de algas que pode regenerar tecidos do coração danificados após um ataque cardíaco. A equipe, da Universidade de Ben Gurion, explicou que o produto age sobre o tecido cicatrizado que se forma depois de um ataque originado pela falta de oxigênio, que "mata" parte do músculo cardíaco. Segundo os especialistas, uma vez danificada, a região nunca volta a se regenerar e no lugar do tecido sadio se forma um tecido cicatrizado.

O tecido cicatrizado é, em geral, mais fino do que o normal, o que leva o coração a trabalhar mais para bombear o sangue, abrindo caminho para novos problemas, como arritmia cardíaca ou futuros ataques. Testes Segundo a coordenadora da pesquisa, Smadar Cohen, o novo gel é injetado na forma de líquido por meio de um cateter e uma vez em contato com o tecido danificado, se solidifica, permitindo seu espessamento e melhor funcionamento. Depois de seis semanas, o gel é eliminado naturalmente do organismo, tendo deixado o tecido mais fortificado, afirmaram os especialistas. Testes realizados em ratos e porcos mostraram que 90% dos animais que receberam o gel sobreviveram após terem sofrido um ataque cardíaco induzido, em comparação com 40% que não foram tratados com o produto. "O que o gel pode fazer é excelente", afirmou Smadar Cohen. A equipe liderada por Cohen já iniciou testes em pacientes que sofreram ataques cardíacos severos na Bélgica, Israel e Alemanha. Se forem bem sucedidos, futuros experimentos serão realizados nos Estados Unidos. Se a eficácia do gel for comprovada, o produto poderá estar disponível no mercado em 2011. (Folha SP)

 
 

Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

SOB FOGO CRUZADO
Cinco jornalistas morreram nos primeiros cinco dias da guerra entre Rússia e Geórgia. Um deles era cinegrafista da televisão holandesa e morreu quando um morteiro lançado pelo exército russo o atingiu no centro de Góri (cidade georgiana mais conhecida por ser o berço do ditador Joseph Stálin, quando o país ainda fazia parte da grande União Soviética). Os russos invadiram a cidade, que fica a uns 80 quilômetros da capital, Tbilisi, depois que o exército georgiano bateu em retirada.

No mesmo ataque, na terça-feira passada, um jornalista israelense ficou ferido gravemente. Tzadok Yehezkeli, de 52 anos, havia sido enviado dias antes pelo jornal Yediot Aharonot para cobrir a guerra na Ossétia do Sul. Ele levou estilhaços no ombro e no torço e foi levado a um hospital local em estado grave. Uma foto de Yehezkeli inconsciente sendo carregado por colegas acabou se tornando a principal foto do conflito naquele dia na mídia israelense. O jornalista – contratado para cobrir os fatos – acabou virando ele mesmo a notícia.

O Yediot dedicou quatro páginas ao incidente com Yehezkeli, que foi elevado a posição de herói de guerra. O jornal publicou trechos de suas anotações nos dias que antecederam seu ferimento. Amigos e parentes deram depoimentos. A carreira do repórter (que já foi transferido para um hospital em Israel) foi contada e recontada, inclusive o fato de que ele foi esfaqueado na década de 80 por fãs de um time de futebol o qual criticou.

 


Jornalista ferido Tzadok Yehezheli
Não é de hoje que jornalistas cruzam a linha entre repórter e reportado. Isso acontece muito em locais de conflito nos quais jornalistas chegam justamente quando civis tentam fugir. É preciso ter muito sangue frio para cobrir eventos violentos – guerras entre exércitos ou entre polícia e traficantes, entre outros exemplos. Que o diga o saudoso Tim Lopes, que morreu em 2002 tentando desvendar os segredos dos traficantes da Vila Cruzeiro, no Rio.
Infelizmente, o caderninho de anotações, ou a câmera, não dão imunidade aos profissionais que enfrentam desafios para que leitores e telespectadores saibam dos fatos.

 
 

RESGATE NA GEÓRGIA

O Prof. Avi Rivkind, chefe da Unidade de Trauma do Hospital Hadassah de Jerusalém, foi solicitado a viajar para a Geórgia, para ajudar no tratamento de Zadok Yehezkeli, um repórter sênior do jornal Yedioth Aharonoth de Israel, e que foi seriamente ferido durante ataques do exército russo. O Prof. Rivkind, o Dr. Micha Shamir, um anestesista de cuidados intensivos, e um paramédico do Magen David Adom, além de alguns equipamentos básicos, deixaram Israel por avião na terça-feira passada às 21:00 h, à caminho de Tbilissi na Geórgia. Yehezkeli foi um dos muitos repórteres do mundo inteiro que foram cobrir a guerra no povoado de Gori, situado a 40 milhas de Tbilissi. Estava de pé na praça principal da cidade quando foi atingido por fogo pesado e talvez até mesmo bombardeio. Um cinegrafista holandês foi morto, e Yehezkeli severamente ferido, caído na rua e incapaz de se mover. Ele foi evacuado para um hospital local por colegas, num carro privado, e transferido para um hospital em Tbilissi, onde recebeu 16 unidades de sangue e foi operado por duas vezes. O seu jornal decidiu enviar por avião médicos israelenses, e os do Hadassah foram a escolha natural. A equipe do Hadassah chegou à Geórgia ao redor da meia-noite e imediatamente foi ao hospital. Encontraram Yehezkeli consciente, logo após uma cirurgia, e numa condição médica muito séria. Os médicos se apresentaram por seus nomes, e ele acenou com a cabeça à apresentação. Então, anestesiaram-no e realizaram reanimação por fluidos, juntamente com a equipe medica local. O Prof. Rivkind decidiu que a melhor coisa para Yehezkeli era imediatamente removê-lo para o Hospital Hadassah em Israel. Ao chegar, Yehezkeli foi imediatamente levado à Unidade de Tratamento Intensivo, onde encontra-se até hoje. Sua condição atual ainda é séria, mas estável. Permanece ventilado e anestesiado. Enquanto os médicos do Hadassa tratavam de Yehezkeli, o Estado de Israel assegurou que as centenas de cidadãos israelenses, e judeus georgianos, que foram pegos na zona de batalha, fossem transportadas por três vôos especiais de Tbilsi para Israel. Todos eles chegaram em segurança. Nenhum outro país fez tal esforço.



O jornalista Yehezkeli ao chegar ao Hadassah em Israel


Refugiados judeus na Georgia aguardam o transporte para Israel


A EL AL realizou vôos especiais para resgatar os refugiados


 
 


HUMOR JUDAICO OLÍMPICO

Numa prova de natação em Pequim o israelense Moshe Rabeinu, ao mergulhar na piscina, viu as águas abrirem formando uma passagem seca para sua caminhada. Uma repetição do milagre bíblico ocorrido na saída dos judeus do Egito, no tempo do Faraó Ramsés.



 
 

RAFAELI EM HOLYWOOD

Enquanto nós não estávamos olhando, a Bar Refaeli tornou-se uma das celebridades mais quentes nos EUA. Como esta modelo israelense conquistou os blogs e as colunas sociais, e por que os americanos a amam tanto? Muitas estrelas israelenses tentaram a sorte na terra das incontáveis oportunidades e possibilidades, e nos melhores dos casos conseguiram 30 segundos de tempo de tela, e normalmente personificando uma terrorista libanesa. De fato, já faz um longo tempo desde que uma imigrante israelense conseguiu atingir os corações do público americano, ser estrela nos tablóides, e ganhar a adoração dos adolescentes da terra do Tio Sam. Então, apareceu a Bar Refaeli. Inesperadamente a jovem Refaeli superou os numerosos obstáculos e prosseguiu na sua trajetória para o colo cálido dos colunistas americanos de fofocas com uma velocidade incrível.

Bar Refaeli na praia
de Saint Tropez

Ok, o seu relacionamento com Leonardo DiCaprio contribuiu para o crescimento da sua popularidade, mas outras estrelas israelenses com namorados americanos famosos não conseguiram traduzir os seus relacionamentos românticos para o nível de celebridade internacional que Refaeli agora  usufrui. O site de fofocas Icelebz, que apresenta fotos de astros de Hollywood como de Angelina Jolie e Lucy Liu, oferece nada menos que 154 fotos de Refaeli, assim como o resumo da sua biografia. O site descreve Refaeli como uma "modelo internacional israelense" e a cobre de elogios enquanto lista as campanhas que ela tomou parte e os prêmios que ela recebeu. Porém não menciona DiCaprio em nenhum lugar. E de fato, durante os últimos dois meses, Refaeli tornou-se uma personalidade importante por seus próprios méritos. Sem levar em conta Leonardo DiCaprio, todo mundo quer saber para quem ela está modelando, que lugares está freqüentando, e especialmente como ela aparecerá com poucas roupas nas fotografias. O website americano de fofoca "Splash" postou uma fotografia reveladora de Refaeli com a legenda "A Bar Refaeli é muito quente?; Gisele quem?, referindo-se a Gisele Bündchen, a namorada anterior de DiCaprio. Uma nota curta explica que a foto foi tirada nas praias de Saint Tropez por paparazzi que fizeram a longa viagem somente para conseguir fotos da Refaeli.


 
 

ACHADOS ARQUEOLÓGICOS


Arqueólogos israelenses descobriram três crânios esculpidos há mais de 8 mil anos que demonstram o desenvolvimento do culto aos antepassados naquela época. Os crânios, encontrados nas escavações de Yiftah, na Baixa Galiléia, pertencem ao Neolítico pré-cerâmico período B, diz um comunicado divulgado hoje pela Autoridade Israelense de Antiguidades(IAA, em inglês). O diretor da escavação, Hamoudi Jalaily, diz na nota que "os crânios estão esculpidos, fenômeno que é identificado com a Nova Idade da Pedra. A prática inclui a reconstrução de traços faciais do morto esculpidos com vários materiais, como uma argamassa especial".

"Nos crânios que encontramos o nariz aparece completamente reconstruído, a boca está acentuada e os olhos restaurados com três conchas colocadas em cada uma das órbitas, enquanto os outros traços faciais são recompostos com uma máscara de argamassa", acrescenta. "Os crânios modelados são a imagem do morto que ficava na consciência das outras pessoas e os guiavam nas decisões que tomavam no dia a dia", explica Jalaily. Os três crânios têm entre 8 mil e 9 mil anos e estavam enterrados em um fosso adjacente a um prédio público. Segundo os especialistas, estes objetos geralmente eram colocados em casa e serviam para inspirar as jovens gerações a continuarem o caminho de seus antecessores, costume que também era comum em outros países da região como Síria, Turquia e Jordânia. Após um período de tempo no qual o sucessor estabelecia seu status e era aceito pela sociedade, a necessidade da presença da imagem do pai diminuía e os crânios eram enterrados durante uma cerimônia em um fosso diferente do qual estavam os outros ossos do morto.(EFE)

 
 

TREINANDO SUICIDAS

O governo do Iraque recebeu informações americanas que revelam o treinamento no Irã de esquadrões iraquianos de suicidadas Shiitas. Segundo as fontes , os treinamentos são realizados pelas forças Al Quds do Irã e elementos do Hezbollah do Líbano, em quatro localidades: Qom, Teerã Ahvaz e Mashhad. A inteligência americana forneceu ao governo iraquiano a lista de possíveis alvos dos ataques suicidas: Juízes, altos funcionários  governamentais e soldados americanos e iraquianos. As informações foram obtidas no interrogatório de terroristas presos. O treinamento inclui uso de armas, operações de células terroristas e uso de explosivos perfurantes.



Hizbollah treina suicidas no Irã

 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


ANTI-SEMITISMO NOS EUA
Em 1997 um engenheiro judeu do Pentágono foi colocado sob licença remunerada compulsória por suspeita de espionagem a favor de Israel. Após uma longa investigação conduzida pelo FBI, David Tenebaum foi declarado inocente, reassumiu o seu cargo (o qual ocupa até hoje) e instaurou um processo contra o governo americano.  No mês passado o inspetor-geral do Departamento de Defesa publicou um relatório afirmando que Tenenbaum havia sido de fato “submetido a uma inusitada investigação devido à sua religião e grupo étnico - um procedimento indubitavelmente discriminatório”.

Em 1986 o analista de inteligência naval Jonathan Pollard, como parte de um acordo com o promotor público, confessou-se culpado de espionagem a favor de Israel em troca de uma pena menor.  O juiz, exercendo uma prerrogativa que lhe cabia, rejeitou o acordo - porém considerou válida a confissão de Pollard, negou-lhe o direito a um julgamento e condenou-o à pena máxima de “prisão perpétua com recomendação contra liberdade condicional”.  Pollard, que é judeu, teve o seu apelo contra essa decisão negado por um painel de tres juízes (dois judeus, que votaram contra Pollard, e um de antecedentes irlandeses, que votou a favor).  A juíza Ruth Ginzberg, que votou contra, foi promovida logo depois à Suprema Corte pelo presidente Bill Clinton.  Nenhum outro americano condenado por espionagem em favor de um país amigo dos EUA já passou mais de cinco anos preso, ao passo que Pollard já serve há mais de vinte e dois.  Ao final de oito anos de governo, Clinton concedeu perdão presidencial a 140 pessoas, incluindo ao seu meio-irmão Roger (que havia sido condenado por crimes ligados à cocaína), mas recusou-se a comutar a pena de Pollard.

 


Quase ninguém discorda de que Pollard cometeu um crime sério e merecia uma punição severa, mas o fato de ter sido condenado, sem direito a julgamento, a uma pena muitas vezes maior do que outros condenados por crimes equivalentes constitui, na opinião de muitos, “um procedimento indubitavelmente discriminatório”.  Tenenbaum era inocente e foi vítima de discriminação.  Pollard era culpado e também foi vítima de discriminação (inclusive por parte de outros judeus, acontecimento não tão raro na nossa história). Tanto o primeiro-ministro Ehud Olmert quanto o líder da oposição Benjamin Netanyahu pediram a Bush que comutasse a pena de Pollard ao tempo de encarceramento já servido. Com a aproximação do final do segundo mandato de Bush, várias organizações e indivíduos (nem todos judeus) estão redobrando os seus esforços para obter a libertação de Pollard, mas as respostas obtidas até agora não parecem promissoras.


Israelense em manifestação pro-Pollard


 
 

O STRESS DA GUERRA

A menção de sangue é freqüente nas sessões de terapia de grupo para soldados israelenses que sofrem distúrbios de stress pós-traumático. “O cheiro de sangue é o que permanece com você", diz simplesmente Tom Shechter, de 22 anos. Shechter, um para-médico de combate foi gravemente ferido na Guerra do Líbano em 2006. Ele estava montando um hospital de campo num prédio vazio de uma escola, numa aldeia libanesa, quando foi atingido por um míssil do Hezbollah. Assim como Shechter, outros homens do grupo foram feridos em combate durante a guerra com o Hezbollah. Este grupo é um dos muitos outros que tratam de reservistas e de soldados da ativa que estão sofrendo de distúrbio de stress pós-traumático ou PTSD (Post-Traumatic Stress Disorder), que é uma das cicatrizes menos visíveis, porém das mais dolorosas da guerra de 2006. Também progressos estão sendo feitos por Israel para reduzir o estigma tradicionalmente associado com o PTSD na sociedade israelense, onde serviço


Shechter assiste hoje as cenas
de seu resgate na Guerra do Líbano em 2006
militar é obrigatório e todos já lutaram numa guerra ou conhecem alguém que combateu. Até mesmo anúncios no rádio insistem para que os veteranos de guerra que sofrem dos sintomas de trauma,  que incluem dificuldades de sono ou de concentração, e problemas para interagirem com a família e com amigos, para que telefonem para um número de telefone especial para ajuda. Pesquisas mostram que aproximadamente 10 por cento dos que foram expostos a eventos traumático sofrem de PTSD.

Enquanto Shechter estava num hospital israelense devido a ferimentos no estomago, cabeça e mão, causados por estilhaços de míssil, ele dispensou a oferta de ajuda de um psicólogo do exército. Mas depois de dois meses de retorno ao lar, Shechter percebeu que as coisas não estavam bem. Despertava repentinamente no meio da noite e era incapaz de dormir novamente. Era perseguido por lembranças do dia do ataque, quando um míssil bateu na parede ao lado dele, crivando o seu corpo com estilhaços de metal. Após ter freqüentado grupos de terapia e tratamento individual proporcionados pelo Ministério de Defesa, Shechter diz que começou a sentir-se melhor. “É bom poder se desabafar, de conversar", relatou Shechter. (JTA)


 
 

ESPAÇO SOCIAL


O advogado Arnaldo Blaichman recebeu a Medalha Tiradentes da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Na foto com o Ministro Marco Aurélio de Mello do STF e Deputado Picciani, pres. da Assembléia.



O Dr. Gerson Hochman, pres. do Conselho Deliberativo da FIERJ, recebeu a Medalha Pedro Ernesto na Câmara dos Vereadores. Na foto, com sua esposa Claudia e os filhos Aline, Thays, Tatiana e Patrick.


No dia 19/8, a partir das 19,00h, o lançamento de “Homens de Valor” na Livraria Travessa do Shopping Leblon.

APOIO DE DIVULGAÇÃO





 

 
 
 


HUGO CHAVES

Recebi o texto até com alguma surpresa, em que vc informa sobre o encontro de Chavez com os representantes judaicos.É possível que o imbecilizado Chavez tenha conseguido começar a fazer algum tipo de separação entre os interesses específicamente norte-americanos e os de Israel,e portanto ser adversário como é dos Estados Unidos quando às queixas que tem, e não de Israel.Mas desconfiar de Chavez momento a momento é a melhor política.Chavez tem uma constante retórica geral, depois ensaia um discurso menor onde promete modificações, e seus atos são bem diferentes, cumprindo com a lógica geral belicista e agressiva.Veja este excelente artigo do Council of Hemisferic Affairs, que  mostra como está indo longe demais a brincadeira do garoto mimado Chavez de arrumar pistolinhas e armas contra os Estados Unidos, engajando  Venezuela e a América do Sul num corredor e bloco de revivescência da guerra fria transcontinental, agora também com terroristas iranianos e islâmicos, que pode ter sérias consequências para os vizinhos. Até quando o Brasil principalmente, vai permitir que o déspota de Caracas faça suas alianças à luz do dia ameaçando a integridade do continente? Queremos ver mísseis de última geração lançados do espaço para o continente e satélites rastreadores de ataque com armas nucleares em direção a nossas casas? Será a consequência das provocações do tiranete.A América do Sul sempre foi zona de relativa paz comparada a outras do planeta.
Roque Callage Neto

Claro que é uma matéria jornalística...mas vc realmente acredita em Hugo Chaves?
Geraldo Ferreira da Silva Filho

Importante comprometê-lo contra o anti-semitismo publicamente!! Parabéns pelo "furo"'! abraço, Osias,
Rafael Jaimovick

Hugo Chaves e anti-Israel,amigo dos maiores internacionais anti-judaico.
ACohenMD

Uma boa notícia.
J.Kleber

Está difícil a situação. Até pacto com o diabo nosso povo está tendo que fazer. Luta contra o anti-semitismo? Não foi Chavez que há uns anos disse que "todo o ouro e a prata do mundo estão nas mãos dos mesmos que há dois mil anos mataram Jesus cristo" ? Foi sim, eu me lembro muito bem.
Artur Holender

Você acredita em Hugo Chavez?
Maharaja 

SERÁ QUE É SINCERA ESTA POSIÇÃO DO SR.HUGO CHAVES?????
Marcos Zelie

Osias, é para acabar com as calúnias que andaram disseminando contra Chávez como sendo ele um anti-semita. Pura mentira, plantada pelos serviços de inteligência como a Cia, por exemplo. Para destruir o processo revolucionário lá em curso, para derrotar o processo de integração dos povos e países desta região.
Max Altman


E alguém acredita em Hugo Chaves?
Luiz Salama

Prezado Jornalista Dr.Osias Wurman
Boas Notícias sobre a Venezuela, pois temos primos que moram em Caracas.
Marc Grassiano 

E todos acreditaram e viveram felizes para sempre, no inferno!
Adolfo Berditchevsky

Dr Osias, Obrigada por este e todos os demais envios que tenho recebido.Esta é uma notícia que traz tranquilidade, uma vez que Hugo Chaves tem sido um presidente que vem gerando insegurança e temor em relação à preservação da democracia. As ameaças de um possível regime autoritário, que vem assombrando os brasileiros e toda a américa latina, parecem amenisar frente a posturas como esta. Os judeus são muito batalhadores e se constituem num povo valoroso em busca da liberdade de ação e expressão,universalmente falando. Nossas esperanças de não chegar o comunismo ao nosso país, está muito na ação honrosa, e incorruptível desse povo que aprendi a respeitar, valorizar, admirar e amar.Confesso ao senhor que muito me preocupa sobre que país minhas netas - com 10, 08 e 07 anos, e as crianças e jovens brasileiros, vão encontrar...A população que elege nossos governantes, é aquela que se curva agradecida frente às migalhas doadas pelo governo. É lamentável que essa população não saia reivindicando, com as armas da paz, que empregos sejam gerados e a partir deles, o próprio sustento seja conquistado com dignidade. Esta consciência seria construída pela Educação, porém os interesses em investir nela, sabemos.Uma vez mais, obrigada pela atenção. Repasso seus envios à minha lista de amigos.  Atenciosamente,
Suely Teresinha de Araujo Domingues - SP-SP

ASSUNTOS GERAIS

Caro Osias, Grato pela nota sobre o hotel, recebemos reclamações de diversos setores judaicos sobre os mesmos.Noticias melhores: inserimos na integra o link do NOTICIAS no www.tropicasher.com.br – confira,abraços e que todos recebamos boas novas!
Paulinho Rosenbaum- SP-SP

A matéria sobre mais um rabino falando bobagem já está virando rotina e merecia uma seção fixa no seu noticioso.  Afinal, a smichá não é nenhuma garantia contra a imbecilidade, e alguns até acham que esta é pré-requisito para aquela. Entretanto, existe também vida inteligente no judaísmo religioso, e suas manifestações às vezes são surpreendentes. Por exemplo,Sr. Rabinowitz teria se comportado de forma bem menos burra se antestivesse lido Brave New Judaism: When Science and Scripture Collide, de Miryam Wahrman.Em todo caso, fica a sugestão da seção fixa. Abraço,
Arnaldo Mandel

Excelente. Vou entrar no Google para saber sobre o iStep; quanto ao filho do Sarkozi a mãe da moça não é judia ela é marroquina e, o pai sim é judeu, conheci os pais dele aqui no Brasil são primos de uma amiga minha e, passaram aqui de navio levamos eles á um show de mulatas na Plataforma. No ano seguinte fomos com mais 1 casal á Nice e visitamos eles em sua casa de veraneio. Depois em outra ocasião eu e Miguel fomos visitá-los em Paris. Perderam um filho e, já estavam bem down estavam com um projeto de fazer algo em Israel em nome do filho. As lojas são Magazin Darty,e o casal Madeleine e Jacques Darty.
Suzana Grinspan 

Prezado Dr.Jornalista - Osias Wurman,
Hoje conseguimos ultrapassar o dia de Tishá BeAv.Que D-us nos dê a alegria de ver o terceiro Beit Hamigdash construido quando teremos só alegrias.Não sabia que na Georgia há 13000 judeus.Que o Todo-Poderoso os ajude.Não fiquei nem um pouco triste pela morte do general Sírio.É um a menos.Que D-us nos guarde dos nossos inimigos espalhados em todo o mundo.
Marc Grassiano

“Iraniano deixa a raia vazia como protesto”.  CASO ESSA NOTÍCIA SEJA CONFIRMADO, NÃO SE TRATA DE PROTESTO, MAS SIM DE ANTI-SEMITISMO. E quem sai perdendo é o Mohammad!
Diego Scliar-Porto Alegre, RS

BH . Há um tempo Vos mandei um e-mail cheio de elogios , mas este numero superou a todos pelo quilate . Kol Akavod . Saude e Felicidades.
Dr. Jayme Maltz, ex-Prof da UFRGS de Mecina, atualmente em Israel .

Obrigado fiz minha meditação pelos judeus falecidos e perseguidos ontem. Afinal devemos lutar por um mundo sem discriminação e dos direitos humanos fundamentais. Um abraço
Jorge Kleber

Caro amigo Osias.Parabens pelas informações que vc passa no seu informe.O seu artigo sobre o Tisha be-Av,que nos recorda dos desastres ocorridos no Povo Judeu.Lembra-me como ,atualmente, o fator que levou a esses desastres está acontecendo outra vez.Refiro-me à luta de egos nos líderes das instuições.Lembro dos alarmes de Jeremias na destruição do 1ºTemplo;lembro da  luta interna entre os zelotes e outras facções na época do 2ºTemplo;lembro as Inquisição,a expulsão da Espanha e,nesta época de Israel como país democrático,livre e independente lembro-me das disputas ,que  no tempo de Rabin  levou ao absurdo do assassinato.E atualmente,observando a situação de Israel,vemos a falta daquele  idealismo que forjou a nação.Pensar em corrupção no tempo de Ben Gurion e Golda Meir,era inimaginável.Desejo finalizar esta reflexão com as palavras de Shimon Peres, em entrevista ao Jerusalem Post por ocasião do Yom Hatzmaut-2008.Depois de,orgulhosamente desfilar os triunfos de Israel nestes 60 anos,comentou:-"Estou preocupado com a luta interna que ameaça a "alma judaica. Estou atormentado pela perda dos valores judaicos e ausência do respeito mútuo.Ha muita inveja,insuficiente tolerãncia e decência.Incomoda-me que os religiosos sejam tolerantes com os seculares e que os seculares sejam intolerantes com os religiosos,que os judeus tenham problemas em entender os árabes e que os árabes tenham problemas em entender os judeus,que os ashkemnazim debochem dos sefaradis e vice-versa"Sem comentário.
Jayme Gudel-mentor da Loja Herut-BBrith-RJ 

Excelente a iniciativa do "Notícias da Rua Judaica" em fazer a pesquisa sobre atuação do primeiro ministro Ehud Olmert. Que tal fazer outras pesquisas sobre outros assuntos que digam mais de perto sobre as necessidades da comunidade judaica brasileira. Esta é minha sugestão. Abraços e sucesso
Moysés Nínio

Boa noite Osias, tudo bem? Comigo tudo em ordem.Moro em São Paulo e tenho recebido regularmente os teus e-mail, que por sinal, são muito interessantes. Tem muita coisa legal, principalmente de Israel. Você está de parabéns. Continue nessa luta.Sou jornalista e sei muito bem que não é fácil manter um noticiário de alta qualidade. Se você precisar de mim estou à sua disposição, ok? Um abraço e sucesso na sua empreitada.
José M. Dressler- SP 

Esta exposição "Tesouros da Terra Santa" me fez lembrar de algo que vi há algum tempo atrás, e que não mudou, como pude notar hoje. nada tem a ver com arte.Será que alguém pode negar a relação entre o judaísmo e o cristianismo com Jerusalem e a Terra de Israel? Pois bem, no site da Universidade Al-Quds há um link com a "história de Jerusalem". Pra resumir, de acordo com o site, jamais houve um templo judaico em Jerusalem. Os reis David e Salomão são meras lendas e Judeus nunca habitaram aquela terra. Tudo isso, obviamente, para deslegitimizar qualquer vinculo judaico com Jerusalem. (aquela cidade que não aparece no Korão) Pior de tudo, esta universidade tem parcerias com algumas importantes universidade americanas, entre elas a Brandeis University, universidade particular que é subsidiada quase que completamente pela comunidade judaica americana. E não duvido que tambem receba dinheiro do governo israelense.
Arthur Holender

Em matéria escrita por Osias wurman:"Em nossos dias, os riscos e desafios à sobrevivência do povo judeu continuam. A perda da identidade judaica nas camadas mais jovens é crescente. A segurança do Estado de Israel está ameaçada por vizinhos radicais e inimigos que se armam para “varrer os sionistas”. Como judeu,  ter participado de vários eventos, e ter feito aliah. Esta perda  da identidade no meu ponto de vista, deve-se ao fato de que os lideres religiosos e lideres do dror, etc... , não estão acompanhando suas atividades com os modelos atuais de vida, ou seja, as atividades, eventos ou quaisquer que sejam as modalidades devem acompanhar os processos naturais de evolução da sociedade. Muitas vezes vive-se totalmente fora da realidade atual, com ideias e ações obsoletas, e isto tem afastado os jovens.  Quer um exemplo maior de perda da identidade, do que os próprios jovens do estado de Israel?  Fui para lá em 2000, e me decepcionei, pois ví um mini Estados Unidos, As jovens indo as academias para aprender a dançar Britney spears, ou os jovens venerando os rappers norte americanos. Uma verdadeira veneração quando falava-se em Estados Unidos, e sua bandeira.  Esta é minha opinião. Pratico o judaismo  galáctico e mistico de acordo com o que meus ancestrais pregavam a milenios atrás, e não o rascunho que nos é apresentado. o Judaismo real é muito mais profundo que isto.
Mauro Zalcbergas

OBRIGADO OSIAS! POR  GENTILEZA  ACUSAR  O  RECEBIMENTO. MUITO OBRIGADO.
Oswaldo Amarante Filho, chefe do Departamento Nacional de Busca de Paradeiro da Cruz Vermelha Brasileira.

Querido OSIAS ! Dentro deste otimo informativo que voce nos manda, notei que voce relaciona veiculos de comunicação judaica. Notei a falta de uma das revistas com conteudos maravilhosos como a revista DVARIM, editada quadrimestralmente pela ARI. Se voce não teve ainda oportunidade de ler qualquer numero delas pode solicitá-los na secretaria da ARI ou atravez do site da ARI. Vale a pena.Um grande abraço,
Samuel Ostrower 

Prezado Osias,Quarta-feira passada assisti ao concerto da minha querida amiga Fortuna na Sala Cecília Meireles. Fortuna se especializou no repertório Ladino,da península Ibérica e foi lindo. O repertório foi de canções para crianças de diferentes regiões do mundo e senti falta da comunidade,que certamente iria gostar,sobretudo pelas lindas canções em idish. Abraço,
Maria Luiza Nobre - Diretora da ACRJ-RJ

Dear friend, After over 30 years of challenges and achievements, and many services provided to Brascan Imobiliária S.A. (currently named Brascan Residential Properties), a company to which I have dedicated myself professionally, I would like to communicate that I am resigning as President, a position which I have held for the past 10 years…..
Marcos Levy- RJ

Muita gente já ouviu falar do pastor messiânico, auto-intitulado 'rosh' André Davi Farias de Meneses, líder da falsa comunidade judaica Beit Teshuvá (nome hebraico para Casa de Retorno) em Campina Grande, Paraíba. Pois fiquei sabendo por diversas fontes que este cidadão foi ao Estados Unidos e lá procurou uma sinagoga ortodoxa afim de proceder sua conversão ao judaísmo conforme a Halashá. Passando por um Bet Din composto por 3 rabinos ortodoxos, fez a brit bilá, o tevilá e recebeu um documento que formaliza sua entrada ao Povo Judeu. Como todos sabem, judeus não crêem em Yeshua (Jesus). A crença em Yeshua como sendo o messias determina se o indivíduo é cristão ou judeu. Até pouco tempo o Pr. André Davi Meneses defendia abertamente o judaísmo messiânico, que é um movimento cristão de falsos judeus que crêem em Yeshua. Sua congregação, que era conhecida como comunidade judaico-messiânica, de uma hora pra outra passou a se chamar comunidade judaica Beit Teshuvá, escondendo ardilosamente o termo 'messiânico'... Seu site e seu programa de rádio foram retirados do ar. Tudo para dar uma falsa aparência de judaísmo. Só que a realidade é outra. Sua congregação só mudou de nome, mas continua tão messiânica quanto antes. Continuam rezando em nome de "Yeshua HaMachiah", profanando as sagradas bençãos recitadas em hebraico adicionando no fim o nome desse falso messias. O fato é que o Pr. André Davi Meneses procedeu uma conversão fraudulenta. Mentiu, ou no mínimo omitiu dos rabinos suas verdadeiras intenções, assim como sua crença em Yeshua. Com isso ele cometeu estelionato e falsidade ideológica contra o Povo Judeu. Enganou nossos rabinos, mas ao Eterno ninguém engana! Tudo indica que esta conversão foi inspirada e orientada por outros judeus messiânicos que procederam da mesma forma. Há uma estranha ligação entre eles através de um esquema de marketing de rede multi- nível chamado "4 Life ". http://www.4life.com/ Fica aqui registrado a denúncia na esperança que as autoridades judaicas tomem conhecimento e as devidas providências. Acrescento que não conheço o Pr. André Davi Meneses e não tenho nada pessoal contra ele, a não ser por sua obsessão em querer usurpar o judaísmo para si, sendo ele um cristão messiânico, pois 'judaísmo messiânico' definitivamente não existe! Já que me coube a ingrata tarefa de fazer esta denuncia, agradeço a todos que puderem encaminha-la a quem de direito.
Joaquim Neto - Campina Grande - PB


 
 
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Colaborador Especial: Jaime G. Christof