Edição 131       Diretor / Editor: Osias Wurman Segunda, 17 de Agosto de 2009

 
 
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


-Os 86 anos do Pres. Shimon Peres foram comemorados em evento no domingo em Tel Aviv.

- Militantes do Hamas atacam mesquita em Gaza matando 24 palestinos supostamente ligados a Al-Qaeda.

- O israelense Uri Davis foi eleito para ocupar uma cadeira no Conselho Revolucionário do Fatah durante a convenção em Belém.
- Milionários árabes do Golfo Pérsico compraram centenas de dunams de terras particulares na Galiléia israelense.
- Um adolescente judeu está entre os 25 iranianos acusados em julgamento coletivo por terem supostamente “tramado” as manifestações pós-eleitorais com anos de antecedência.
- O jovem bar-mitzvah novaiorquino Benjamin Sternklar Davis doou 40 mil dólares que recebeu pela festa de seus 13 anos para a construção de um parque infantil na cidade de Sderot, alvo dos foguetes Qassam em Israel.
- Foram detidos vários jovens árabes-israelenses embriagados, suspeitos de terem assassinado Leonard Karp, de 59 anos, na praia ao norte de Tel Aviv.
- Num desafio ao Pres. Obama, que pretende o congelamento das construções na Cisjordânia, um grupo de estudantes judeus-americanos passou uma semana ajudando a reformar construções em assentamentos na região.







Osias Wurman
Jornalista


IMPUNIDADE

Na próxima terça-feira, 18/8, serão relembrados postecipadamente os 15 anos (18/7/94) do atentado suicida que implodiu o prédio da AMIA, a Federação Israelita Argentina , totalizando 86 mortos e cerca de 300 feridos, a maioria argentinos.

A Interpol emitiu uma ordem mundial de busca e captura para extraditar seis dirigentes iranianos, acusados pela justiça argentina de terem participado e/ou facilitado a carnificina. Segundo as investigações constantes no processo original, um dos suicidas era libanês e membro do Hezbollah , tendo entrado na Argentina após um “ repouso” na “Tríplice Fronteira” que limita o país com o Brasil e o Paraguai .

A influência do insuflamento fundamentalista antiocidental, antijudaico e antisemita é notória, e pode ser comprovada nos mais de cinco mil sites na Internet dedicados a propagar o ódio ao Ocidente, como mote para uma ação global dirigida aos jovens muçulmanos que também moram na Europa e demais países ocidentais.

É preciso deixar bem claro que os extremistas ainda são uma minoria no Islã e que a religião muçulmana original não prega a morte como objetivo da vida.

Isto é puro fanatismo!

A criminosa impunidade, após 15 anos do atentado na AMIA, estimula a disseminação do ódio que, propagado por uma liderança radical e suicida, pode ceifar vidas inocentes num futuro não tão remoto.

 

 
 

HEZBOLLAH BASEADO NA VENEZUELA

A Venezuela tornou-se uma base aliada do movimento xiita libanês Hezbollah, que pretende atacar países sul-americanos, inclusive o Brasil, publicou nesta quinta-feira o jornal israelense "Yedioth Ahronoth", um dos principais periódicos do país. A publicação de Tel-Aviv, que cita uma fonte governamental do Estado israelense afirma que, durante o governo do presidente Hugo Chávez, as relações com o grupo islâmico se estreitaram, de modo que existem até células do Hezbollah na Venezuela, pertencentes ao braço operativo da organização, usado para atentados no exterior e denominado "Órgão de Pesquisas Especiais".

De acordo com o jornal, os serviços secretos israelenses acreditam que o movimento xiita esteja trabalhando para atacar alvos israelenses na Argentina, Brasil, Uruguai, Paraguai e Peru.  As ações teriam o objetivo de vingar a morte de um de seus líderes, Imad Mughnieh, que faleceu no ano passado em Damasco, na Síria. O Hezbollah, por sua parte, culpa Israel pela morte do dirigente.

O Yedioth Ahronoth ressalta que células da agrupação na América do Sul estão ativamente empenhadas em recolher informações para realizar os ataques, aproveitando a aproximação da Venezuela com o Irã para consolidar sua presença no continente. O chamado Órgão de Pesquisas Especiais era comandado por Mughnieh, que seria responsável, entre outros, pelos atentados de 1992 e 1994 em Buenos Aires. A primeira ação diz respeito a um atentado a bomba contra a embaixada de Israel, que deixou 29 mortos. O outro alvo foi a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), onde morreram 85 pessoas.  No início do ano, a Venezuela rompeu relações diplomáticas com Israel, em repúdio à ofensiva realizada contra a Faixa de Gaza entre 27 de dezembro do ano passado e 18 de janeiro de 2009, que matou cerca 1.400 palestinos. No último mês, o governo do presidente venezuelano negou a existência de células do Hezbollah no país. As informações são da Ansa : (http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/rubriche/mundo/20090813094634929727.html)


 
 

Fortuna por Cão na Business da El Al

Como qualquer outra mãe amorosa Rivkah queria ter certeza que quando ela e seu bebê voassem para o estrangeiro ela seria capaz de acalmá-lo quando se tornasse ansioso ou com medo durante o vôo, sem incomodar os outros passageiros. No entanto, ao contrário de outros pais, no caso da Rivkah o bebê era na realidade o seu amado cão a quem ela se recusou a enviar como carga, como é habitualmente feito com animais de estimação. Há várias semanas atrás Rivka, que tem 60 anos contatou a empresa aérea El Al com um pedido incomum: Ela queria que o seu cão boxer voasse junto com ela de Paris para Israel na classe executiva.

Funcionários da empresa aérea ficaram surpresos, mas decidiram tentar e ajudar. "Nós nunca antes tivemos tal pedido" disse um gerente da El Al, "mas depois que esta senhora explicou o seu relacionamento especial com seu cachorro e manifestou disponibilidade para pagar para viajar junto com ele, nós concordamos". Estima-se que Rivkah pagou US$ 32.000 para garantir que ela e Or viajassem na classe executiva reservada para eles. A fim de permitir este vôo privativo canino a El Al teve de retirar várias poltronas para proporcionar espaço para a gaiola de Or e Rivkah também contratou um veterinário para acompanhá-los. "Nem por um momento pensei deixar que o meu pequeno Orchuk viajasse como carga" explicou Rivkah. "Eu o estou criando há oito anos e estou há quatro meses na França. Também não me importei se outros passageiros se sentassem perto de nós. Tudo o que importava para mim era ter o meu bebê comigo durante o vôo, para que eu pudesse cuidar dele". Rivkah pediu para não discutir sobre o seu pagamento para a El Al, porque era para o  seu "bebê" como ela se referiu ao cão, e que qualquer preço teria valido a pena. "Ele é meu filho e não um cão, e ele merece o melhor" disse ela.


 
 

Proporção de Muçulmanos Aumenta na Europa

Uma em cada cinco pessoas na União Européia será muçulmana em 2050, segundo as previsões publicadas pelo jornal britânico ‘Telegraph’. As mesmas previsões revelam que a Inglaterra, a Espanha e a Holanda terão uma proporção ainda maior de muçulmanos, num período ainda mais curto de tempo, segundo o relatório.

Os números mostram um aumento significativo na proporção de muçulmanos, que em 2008 compunham cerca de cinco por cento do total da população dos 27 países membros da União Européia (UE). O relatório divulgado pelo ‘Telegraph’ cita os crescentes níveis de imigração de países muçulmanos e as baixas taxas de natalidade da atual população européia como importantes fatores que contribuem para esta mudança na demografia. Também aparece como previsto que a Inglaterra irá ultrapassar a Alemanha como o país mais populoso da UE ao final da década de 2060, quando terá uma população projetada de 77 milhões de pessoas.


 
 

Antisemitismo latente na Argentina

Um dirigente da comunidade judaica argentina, a maior da América Latina, denunciou na semana passada que existe antisemitismo latente em seu país, no evento que comemora os 120 anos da chegada do primeiro contingente de imigrantes de origem judia. "Existe um antisemitismo latente na Argentina (que se expressa) através de grupos muito extremistas e violentos", afirmou Aldo Donzis, presidente da Delegação de Associações Israelitas Argentinas (DAIA), o braço político da comunidade, de uns 300.000 membros.


Judeus-argentinos e familiares das vítimas protestam pela impunidade dos responsáveis pelo ataque, há 15 anos, contra a AMIA.

O dirigente disse que os grupos antisemitas "aguardam alguma oportunidade para manifestar-lo de diferentes maneiras, antiisraelismo ou antisionismo", e que a DAIA "recebe grande quantidade de denuncias por diferentes tipos de agressões, ofensas ou discriminações", numa entrevista para a Agencia Judaica de Noticias (AJN). As declarações de Donzis coincidem com os 120 anos do desembarque no porto de Buenos Aires, em 14 de agosto de 1889, do primeiro contingente de judeus integrado por 134 famílias que chegaram a bordo do vapor alemão 'Wesser', segundo historiadores. As famílias desembarcaram fugindo dos pogroms (perseguições e matanças) promovidas pelo governo czarista da Rússia, de onde emigraram mais de dois milhões de judeus, a partir de 1880, para radicar-se em outros países. Este grupo se instalou na província de Santa Fé (centro-este), onde sofreu penúrias e chegou a sobreviver da caridade de trabalhadores ferroviários, até que terminou criando a primeira colônia judia, más tarde chamada de Moisés Ville. A Argentina foi vítima de dos atentados antisemitas na década de 1990. O primeiro ataque destruiu, em 1992, a Embaixada de Israel, com um saldo de 22 mortos e 200 feridos, e dois anos mais tarde o alvo foi a Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), com um balanço de 85 mortos e 300 feridos.

 
 

Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

OS RICOS TAMBÉM CHORAM

Há pouco mais de um mês, a mulher mais rica de Israel, Shari Arison, de 51 anos, fez uma revelação surpreendente e incomum. Ela afirmou que há anos recebe sinais do além e consegue prever catástrofes ou eventos importantes. Arison detém o controle do Bank Hapoalim, um dos maiores do país, e, segundo a revista Forbes, está entre as 20 pessoas mais ricas do Oriente Médio. Se já era uma figura polêmica, ela se tornou ainda mais controvertida.

Semana passada, em entrevista ao canal 10 de televisão, Arison repetiu que tem premonições desde a infância. Ela alega ter previsto, entre outros eventos, o tsunami de 2004 que matou centenas de milhares de pessoas na Ásia e a atual crise financeira mundial. Ela também teria recebido sinais sobre o ataque de Saddam Hussein a Tel Aviv durante a primeira Guerra do Golfo, em 1991, e sobre os recentes acidentes aéreos mundiais (a queda do avião da Air France na costa brasileira deve estar na lista, imagino).

Até hoje, pouco se sabia do que realmente pensa a bilionária israelense, dona de uma fortuna avaliada em US$ 3,2 bilhões. Ela era mais conhecida por seus casamentos fracassados (o último marido, um conhecido playboy, foi indiciado pelo assédio sexual a duas mulheres). Mas Arison decidiu revelar tudo no recém-lançado livro “Nascimento: Quando espírito e matéria se encontram”. Na obra, ela conta como o dinheiro nunca a fez feliz (“era como uma praga”, disse ela ao canal 10). E não esconde sua ligação com o oculto.

Pode-se imaginar a reação de muita gente à revelação da banqueira intuitiva. De chacota a críticas pesadas, ela foi atacada sem dó por articulistas e chargistas de jornal. Alguns correntistas do Bank Hapoalim demonstraram certo temor de que a instituição corra perigo nas mãos de uma pessoa “desequilibrada”.

A verdade é que o público (eu, inclusive) está acostumado com a imagem de banqueiros homens, engravatados, racionais e insensíveis. Do estereótipo dos donos de instituições financeiras não consta “premonições” ou “sinais do além”. Shari Arison é diferente. Ela se parece com muitas mulheres de 51 anos que conheço ou vejo por aí: inseguras, incertas quanto ao amor e em busca de explicações alternativas para o universo. Pode ser “louca”, mas pelo menos é humana.

E quanto ao banco, os correntistas podem ficar tranquilos: ela não está envolvida no dia-a-dia da instituição. Ao que tudo indica, a bilionária esquisita não vai levar ninguém à falência.


 
     
     
 

Mulheres em alerta no Exército de Israel

Citando receios de raptos e abuso sexual as Forças de Defesa de Israel (FDI) está considerando criarem um curso de defesa pessoal para todos os soldados do sexo feminino que se alistarem no exército.

O plano é criação do Col. Dr. Avi Moyal que é o chefe da Divisão de Preparo para o Combate das FDI. Moyal discutiu a idéia com General-Brigadeiro Gila Klifi-Amir que é consultor do Estado-Maior para assuntos das mulheres e os dois estão se empenhando para obterem fundos para este programa. De acordo com o plano todas as recrutas do sexo feminino participarão do curso de defesa pessoal de uma semana para adquirirem habilidades para se defenderem de potenciais atacantes, estupradores e seqüestradores. "Este curso será destinado a fornecer aos soldados do sexo feminino a auto-confiança para viajarem por todo o país na prestação do serviço militar como muitas delas necessitam fazer" explicou um oficial superior do Comando de Forças Terrestres do FDI. A maioria dos soldados do sexo feminino das FDI não serve em posições de combate e realizam um treinamento básico de pouca intensidade, sem receberem habilidades consideráveis para a auto defesa.

"Há muito poucos soldados do sexo feminino são dadas aula de combate corpo a corpo, mas não o suficiente para saberem como lutar contra um atacante" disse o oficial. O Comando das Forças Terrestres também estabeleceu um novo regime de formação para treinarem soldados de como repelirem tentativas de seqüestro do Hamas ou do Hezbollah. A decisão para a criação deste novo curso foi tomada após Operação ‘Cast Lead’ na Faixa de Gaza no início deste ano, durante a qual membros do Hamas realizaram muitas tentativas para o sequestro de soldados das FDI. Após a Operação o Comando das Forças Terrestres criou uma equipe de oficiais para recomendarem alterações no presente regime de treinamento com base nos resultados das quase duas semanas de ofensiva terrestre em Gaza. Uma das recomendações foi para aprimorar as habilidades da tropa para lutarem contra seqüestradores não apenas com suas armas, mas também quando a munição acaba ou quando são tomados de surpresa.


 
 

 


 
 

Lula na ‘Economist’


Para ''Economist'', Chávez pode criar nova 'Guerra Fria' na região

Um editorial na edição da semana passada da revista britânicaThe Economist afirma que chegou o momento de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fazer uma opção clara pela defesa da democracia em nível internacional e “decidir quais são seus verdadeiros amigos” entre os líderes mundiais.Segundo a publicação, a estabilização econômica, aliada à “cordialidade” e ao “instinto de conciliação” de Lula - “que faz com ele tenha amigos em todo lugar” -, fizeram do Brasil um país influente em nível internacional. No entanto, esta influência, na opinião da publicação, não veio com o “peso da responsabilidade” que deveria acompanhá-la, o que faz com que Lula corra o risco de deixar um legado “decepcionante” e “ambíguo”.

"O Brasil precisa decidir o que realmente defende e quais são seus verdadeiros amigos, ou corre o risco de que outros façam esta escolha em seu lugar.” Segundo a revista, o governo Lula tem mostrado uma “embaraçosa negligência com a democracia fora de suas fronteiras”.Entre os exemplos desta postura, a publicação cita o “alinhamento do Brasil na ONU com países como China e Cuba para proteger regimes abusivos” e o fato de Lula ter comparado a crise que se seguiu às eleições presidenciais iranianas às reclamações da torcida de um time que perde uma partida de futebol.


A revista também critica a postura adotada por Brasil em relação ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que classifica como “um homem que ameaça começar uma nova Guerra Fria na região”, referindo-se às desavenças em relação ao possível acordo sobre o uso de bases militares colombianas pelos Estados Unidos. “Só um paranoico pode conceber (o acordo) como uma ameaça à Venezuela e à Amazônia. Mesmo assim, o Brasil decidiu expressar preocupação com as bases, permanecendo em silêncio em relação às evidências de que membros do governo Chávez venderam armas às Farc”, diz a revista. A Economist finaliza dizendo que o modo de Lula evitar uma “nova guerra fria” na região é “não confundindo democratas e autocratas”. “(Lula) deve envergonhar Chávez fazendo uma defesa pública da democracia, o sistema que permitiu que um pobre torneiro mecânico subisse ao poder e mudasse o Brasil. Por que os outros países merecem menos?”, diz a publicação.


 
 

SUCESSO NOS CINEMAS


Final da II Guerra Mundial. No Brasil, o governo de Getúlio Vargas liberta presos políticos ao mesmo tempo em que recebe milhares de imigrantes europeus. Neste contexto, acontece o embate entre o chefe da imigração na Alfândega do Rio de Janeiro e um polonês. Enquanto SEGISMUNDO (Tony Ramos) tem a obrigação de evitar a entrada de qualquer ameaça no país, CLAUSEWITZ (Dan Stulbach) terá que usar todas as técnicas de convencimento para ficar na nova pátria.

Um eletrizante clima de suspense rege o confronto: de um lado, um homem que teve seu país devastado e família dizimada e cuja última esperança é se tornar brasileiro. Do outro, um oficial do serviço de imigração duro e maltratado pela vida, incapaz de entender as repentinas mudanças no mundo à sua volta e ainda ameaçado pela libertação de algumas de suas antigas vítimas de tortura. Quem vencerá esta nova batalha?

Nos melhores cinemas do Brasil...


 
 


SÍMBOLOS DO DIABO

O Papa Bento XVI disse que os campos de concentração nazistas eram "símbolos extremos do diabo" e o inferno na terra. Em Castelgandolfo, sua residência de verão, o pontífice afirmou que os campos de concentração eram um símbolo do "inferno que se transforma a terra quando o homem esquece Deus e o substitui, retirando seu direito de decidir o que é certo e o que é errado, de dar vida e morte".


De origem alemã, o papa teria sido forçado a se juntar à Juventude Hitlerista. Em maio, no entanto, um porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, negou a participação. Ele procurou diferenciar a divisão antiaérea à qual o papa foi afiliado na época da 2° Guerra Mundial com a Juventude Hitlerista, classificada por ele como "uma corporação de fanáticos voluntários ideológicos do Nazismo". O Papa também lembrou dois santos que morreram em campos de concentração.


 
 

RIO IN CONCERT COM MEHTA

A Orquestra Filarmônica de Israel terminou sua turnê pela América do Sul num espetacular concerto no Teatro Casa Grande no Rio de Janeiro. O evento foi promovido pelo Beit Lubavitch do RJ para angariar fundos para sua obra de caridade “Lar da Esperança”. O teatro teve seus 970 lugares lotados por um público que aplaudiu de pé a performance da orquestra e de seu regente, o lendário Zubin Mehta.


Os mais de 100 músicos sobre a batuta de Mehta. Rogério Chor da CHL, Harry Rozemberg do Lubavitch, Metha, Rabino Goldman- Diretor Geral do Lubavitch/RJ e Rogério Jonas Zylberstajn da RJZ/CYRELA.


Nabuco e Claudia Costin-Secretária Municipal de Educação, Moysés e Silvia Liberbaum da CSC Systems do Brasil.


Sr. e Sra. Luiz Zveiter-Presidente do Tribunal de Justiça do RJ, Carlos Minc-Ministro do Meio Ambiente.


Suzana e Osias Wurman-Cônsul Honorário de Israel no RJ, Bebel e Daniel Klabin.

(Fotos:Isaac Markman)


 
 

RESPEITO ÀS MINORIAS

Dezenas de milhares de israelenses reunidos no centro de Tel Aviv no sábado(8/8) mostraram solidariedade à comunidade gay, uma semana depois de um atirador matar duas pessoas em um clube homossexual.  O presidente Shimon Peres esteve à frente dos líderes políticos na demonstração de apoio e falou de um púlpito decorado com a bandeira do arco-íris.  "As balas que atingiram a comunidade gay no começo da semana nos atingiram todos como povo, como judeus, como israelenses", disse Peres em um discurso.  


Sábado (1/8), um atirador mascarado entrou no centro comunitário gay para adolescentes de Tel Aviv e matou um homem de 26 anos e uma garota de 16. Outras 13 pessoas se feriram.  

Uma multidão de dezenas de milhares de pessoas lotou a praça Rabin, um ponto de encontro para grandes protestos em Israel, para a demonstração pacífica de solidariedade, disse um porta-voz da polícia.  "Israel nunca vai se reconciliar com esse crime e não vai descansar até que o criminoso seja levado à Justiça... Esse terrível ato de assassinato não será tirado dos nossos corações", afirmou Peres. A polícia não revelou os motivos do atirador.  Embora Tel Aviv seja uma cidade cosmopolita, a homossexualidade aberta é discriminada em áreas mais conservadoras de Israel. Marchas do orgulho gay em Jerusalém frequentemente coincidem com protestos violentos de judeus ultra-ortodoxos, que consideram a homossexualidade uma abominação e contrária a Deus.


 
 

Corinthians e Flamengo planejam visitar Israel

Parece que finalmente poderá prevalecer a lógica na inicialmente estabalhoada iniciativa de promover um “jogo da paz” contemplando apenas um dos lados em conflito. A idéia original era absurda e sem propósito, pois o jogo seria em Ramallah, na Cisjordânia, ficando a torcida israelense a “ver navios” do outro lado da fronteira.

Por questões comerciais e estratégicas, e após gestões diplomáticas e comunitárias no Brasil, quando o presidente da CONIB-Claudio Lottenberg tratou do assunto com o Pres. Lula, Corinthians e Flamengo não devem seguir direto para a Palestina em setembro, onde disputarão amistoso. A partida ainda não está confirmada oficialmente, mas alguns detalhes do evento estão em processo avançado de definição, como a passagem por uma cidade importante de Israel.

O amistoso idealizado pelo governo brasileiro está marcado para o dia 15 de setembro, em território palestino. Segundo o acordo em andamento, Corinthians e Flamengo jogam pelo Brasileiro no dia 12 e em seguida viajam para o Oriente Médio. Ronaldo é considerado o grande personagem do "jogo da paz". A partida, inclusive, pode marcar seu retorno aos gramados. Em recuperação de duas cirurgias (mão esquerda e lipoaspiração), o atacante deve ficar à disposição de Mano após o dia 10 de setembro.

"O jogo ainda não está oficialmente confirmado, mas devemos viajar juntos em vôo fretado saindo de Curitiba e visitar alguns pontos de Israel antes de ir para a Palestina", explicou Andres Sanchez, presidente do clube alvinegro. A rápida passagem por Israel pode resolver dois problemas. O primeiro é diminuir a insatisfação já demonstrada por alguns membros da comunidade de Israel que questionaram o "privilégio" dos palestinos por receber a partida - o Corinthians até cogita realizar uma partida amistosa em Israel em dezembro deste ano. Além disso, o vôo pode ser feito por uma empresa israelense, já que o governo brasileiro descartou destinar recursos públicos à empreitada. Se isso se confirmar, a companhia aérea irá explorar a imagem dos clubes em troca do transporte. Caso a aeronave saia de Curitiba, o Corinthians terá sua logística facilitada. Afinal, no dia 12, a equipe de Mano Menezes enfrenta o Coritiba pela 24ª rodada do Brasileiro. No mesmo dia, o Flamengo recebe o Sport no Maracanã. Ambos os jogos acontecem às 18h30. (NRJ com UOL)


 
 

“AVENIDA JUDAICA” EM AÇÃO

Amigos da Rua Judaica

Depois de publicado aqui aquele texto sobre a procura de atores que falem correntemente o iidide para o filme que estou produzindo sobre a COLONIA PHILIPPSON, centenas de mails do mundo todo começaram a chegar. Israel, Espanha, Canadá, Romênia, Estados Unidos, França,etc.

De estrangeiros e de brasileiros que não sabem mais escrever português de tanto tempo sem falar ou escrever a língua-mãe.

Comovente o esforço de gente já idosa usando o computador e o endereço eletrônico de um filho para pessoalmente, numa digitação insegura e cheia de erros, num português "de época" - logicamente os filhos não conhecem nossa língua - e com grafias antigas,  e que queria dar sua opinião, apoiar o filme, se oferecendo para ajudar, até fazendo figuração. Realmente comovente a receptividade da comunidade judaica do mundo todo com o filme, não só pelo tema proposto como pela qualidade ímpar dos personagens falarem sua língua de origem. Um deles, morador da Suécia, ressaltou que, mudando a localização e o tempo, essa história de Philippson se repetiu mundo a fora com o povo judeu, que muitos iriam se reconhecer nela no mundo todo.

A par disso dicas preciosas de grupos teatrais em língua Iídiche como o Folksbiene (o palco do povo), com 96 anos de existência em Nova York, o Yiddishpiel de Tel-Aviv, e o genial Dora Wesserman National Yiddish Theatre de Montreal com seus inúmeros participantes adultos e, surpresa total, o YAYA - Young Actors for Young Audience. Um grupo de crianças que representam em Iídiche!!! Que estudam a língua sempre, como antigamente. E que representam também para um público que não entende iídiche, com letreiros luminosos de tradução simultânea sobre o palco, em inglês e francês, as línguas oficiais do Canadá. E depois da apresentação discutem a cultura iídiche, o passado cultural precioso da língua, o judaísmo, Israel. Com o objetivo de promover a integração, de fazer a maior parte das pessoas saber o que é essa língua e o que ela significa para o passado do povo, para a cultura judaica. Não é apenas uma língua, o iìdiche é uma linguagem ímpar, com poemas, peças teatrais, romances etc que perdem essência quando traduzido. O iídiche é uma Cultura.

Num jantar com o Chanceler de Israel semanas atrás, me disse ele ser a língua iídiche considerada por muitos como "a língua da diáspora". E, com o advento do Estado de Israel... O Ministro não emitiu juízo de valor, me pareceu. Apenas constatou o que de fato existe. Mas por isso, por ser a língua da diáspora devemos deixá-la morrer? Ou não será a memória um dos baluartes do judaísmo?

Apenas como curiosidade, vocês sabiam que Hollywood foi feita por iídiches, judeus da Europa oriental que foram para os Estados Unidos na mesma época que outros fundaram aqui a Colônia Philippson? 

Que os saques e queimações de casas de fazendeiros humildes dos faroestes americanos nunca aconteceram na realidade e apenas eram reproduções dos progroms marcados indelevelmente na memória dos produtores de cinema?

Que a América de hoje seria diferente sem a participação desses iídiches que a retrataram em seus filmes de maneira idealizada, pluralista, provocando uma revolução de comportamento? Pois os próprios americanos começaram a acreditar naquela América idealizada a ponto de transformá-la. 

A cultura iídiche tem um peso enorme na formação cultural americana. Por isso a proliferação de entidades de ensino e propagação da língua e da edição uma revista internacional de grande nível, a Forward (Fovert na edição em iídiche).

Já consegui atores em número suficiente para selecionar os três que preciso com folga. Todos Yiddish-speakers, muitos deles diretores, escritores, além de atores. Todos com excelente nível cultural e artístico. Em Nova York, Montreal e Israel.

Muito obrigado a todos pelo auxílio e aguardem novas notícias do filme.

José de Abreu

Venho agradecer aos responsáveis pela RUA JUDAICA por ter veiculado meu pedido de patrocínio para a montagem de Varandas de Golda.

Recebi vários emails falando sobre o assunto e alguns de interessados em conhecer o projeto.

Independente do que possa resultar, e espero que a montagem se torne possível, já valeu até mesmo pelos novos contatos que fiz através de vocês.

Grande abraço

Rosane Gofman


 
 

Rabinos e a gripe

Cerca de 50 rabinos e líderes religiosos de Israel sobrevoaram o país com a missão de lançar suas bênçãos das alturas para espantar a gripe suína. Os religiosos cantaram orações e tocaram a tradicional corneta Shofar, feita com chifre de carneiro. Em entrevista ao jornal israelense Yedioth Aharanot, o rabino Yitzhak Batzri disse que o objetivo do voo foi "interromper a pandemia para que as pessoas parem de morrer da doença".

A gripe suína é geralmente chamada de H1N1 em Israel, onde os porcos são considerados animais "impuros". Segundo o Ministério da Saúde de Israel, já há mais de 2 mil casos de gripe suína no país, com cinco mortes até agora.


 
 

UM MILHÃO POR SEREIA

A cidade israelense de Kiryat Yam está oferecendo US$ 1 milhão (cerca de R$ 1,8 milhão) para quem provar a existência de uma sereia em sua costa depois que várias pessoas afirmaram que viram a "mulher-peixe" nos últimos meses, segundo a emissora de TV "Sky News".

Segundo a imprensa local, a sereia teria sido vista ao entardecer. Desde então, muitas pessoas têm ido até a praia para tentar fotografá-la. "As pessoas disseram que era metade mulher, metade peixe e salta como um golfinho", disse Nattier Zilberman, porta-voz do município. Questionado se poderia ser um golfinho ou um peixe, ele insistiu: "Eles dizem que é uma figura feminina, que parece uma garota". No entanto Nattier Zilberman evitou confirmar a recompensar, mas destacou que, se houver mesmo uma sereia, isso trará muito mais dinheiro. Segundo a "Sky News", tudo não passa de uma campanha de marketing para tentar atrair mais turistas para a cidade.


 
 


Mendiga Sobrevivente do Holocausto em NY

A Universidade Hebraica recebeu de surpresa uma doação de mais de US$ 100.000 de uma inesperada benfeitora - uma mulher que sobreviveu ao Holocausto nazista e parecia ser uma indigente, informou um diretor da universidade. Após a sua morte, há dois anos, uma sem-teto que era sobrevivente do Holocausto e que vivia nas ruas da cidade de Nova Iorque deixou em testamento este beneficio à Universidade. A mulher judia vivia em Manhattan com apenas um carrinho de compras e não tinha parentes conhecidos, informou Yefet Ozery que é diretor de relações públicas da Universidade Hebraica. "Ela viveu como uma mulher muito pobre e quando morreu com 92 anos se descobriu que ela tinha acumulado cerca de US$ 300.000" afirmou Ozery.

A Universidade foi informada pela primeira vez sobre essa doação há três meses, mas somente recebeu estes fundos nesta semana e que serão utilizados para o financiamento de bolsas de estudo para estudantes que participam de pesquisas médicas, conforme os desejos da mulher, afirmou Ozery e que não divulgou  o nome dela. Não se sabe muito sobre esta mulher e que não tinha qualquer ligação conhecida com a Universidade. Ela deixou a outra metade das suas economias para diversas causas e beneficiários, embora Ozery afirmasse que não se sabia como ela acumulou esta pequena fortuna. "Ninguém sabe como ela conseguiu, mas provavelmente viveu de centavo em centavo. Provavelmente ela guardou para fazer o bem para o mundo e para o povo judeu" disse Ozery. Sabe-se que o último empregador dessa senhora foi um homem judeu em Nova York que a empregou para trocar de lugares o seu carro para evitar multas por estacionamento proibido em troca de refeições quentes e um quarto, disse Ozery. A mulher também deixou parte das suas economias para o seu antigo patrão.


 
 

FÃ CLUBE DE HITLER ESTÁ ATIVO

Um exemplar de uma das primeiras edições de "Mein Kampf" (A minha luta) assinado pelo seu autor, Adolf Hitler, foi vendido quinta-feira por 21.000 libras (24.000 euros), informou a leiloeira britânica Mullocks. O livro foi comprado em telefonema feito da Rússia durante um leilão realizado em Ludlow, oeste de Inglaterra. No mesmo leilão vendeu-se por 12.300 libras (14.300 euros) um auto-retrato do ditador nazi. O livro, datado de 1925, tem uma dedicatória a Georg Maurer, que Hitler encontrou na prisão de Landsberg, na Alemanha, depois de ter sido condenado por traição, por envolvimento no "putsch da cervejaria" de 1923, uma tentativa de tomada do poder na Baviera.  Hitler escreveu "Mein Kampf" durante a sua prisão em Landsberg. Inicialmente pretendia dar ao livro o título de "Quatro anos e meio (de luta) contra as mentiras, a estupidez e a cobardia". Georg Maurer, um responsável nazi local, esteve encarcerado no mesmo período que Hitler mas rompeu com este depois de ter fornecido uma lista de simpatizantes nazis a um jornal marxista. "Mein Kampf", que contém elementos autobiográficos e expõe a ideologia política do nazismo, nomeadamente o anti-semitismo, começou com tiragens reduzidas mas sob o regime nazi(1933-1945)teve ampla difusão, chegando a ser distribuído gratuitamente aos recém-casados.

No Brasil a venda ou exibição dos livros  Mein Kampf e Protocolos dos Sábios de Sião é crime federal inafiançável e inprescritível.


 
 

DEPUTADO ETÍOPE-ISRAELENSE NO BRASIL

O KKL - Keren Kayemet Le Israel está trazendo ao Brasil, para visitar as cidades de Brasilia, Rio e São Paulo, o deputado israelense, de origem etíope, Shlomo Molla.

Molla nasceu numa pequena vila rural na província de Gondar – Etiópia em 1965. Seu pai era o juiz da cidade além de cultivar uma pequena faixa de terra. Sua mãe se ocupava em cuidar  dele e de seus onze irmãos. Sua família era extremamente religiosa e o estudo da Torah era diário.  Shlomo foi o único em sua família que continuou a estudar depois dos 10 anos, e cursou o colegial num instituto do "Joint Distribution Committee", a 35 km de sua aldeia em Gondar.  Em 1983 o jovem Molla ouviu rumores de que judeus Etíopes estavam sendo secretamente levados a Israel através do Sudão e ele fez parte daquela que ficou depois conhecida como "Operação Moises".  Aos 16 anos de idade despediu-se de sua família e foi "para Jerusalém". Depois de perambular durante quatro meses pelo deserto sudanês, sofrendo privações e maus tratos, chegou a um campo de refugiados, onde morou até poder subir ao avião que o levou para Israel. Já em Israel, foi morar e estudar com um grupo de jovens na cidade litorânea de Haifa. Concluindo a escola, Shlomo serviu o Tzahal (exercito de Israel). Depois foi para a Universidade de Bar Ilan formando-se em Assistência Social.  Recentemente, terminou o mestrado em Direito na Ono Academic College.

Em 1991, na seguinte operação de resgate da Etiópia, a Operação Salomão, Shlomo iniciou uma atividade voluntária no Centro de Absorção de Imigrantes de Tiberíades, onde  foi logo nomeado Diretor. A seguir ficou responsável pelos Ulpanim e Centros de Absorção no norte de Israel e dirigiu a Unidade de Imigração e Absorção Etíope da Agencia Judaica. Depois do 35º Congresso Sionista, o Primeiro Ministro de Israel nomeou o Sr. Molla como Chefe do Departamento de Iniciativas Sionistas, e membro do Executivo Sionista em Jerusalém. Em 2006 o Sr. Molla foi eleito membro da Knesset – o Parlamento de Israel em Jerusalém, pelo partido Kadima.

Atualmente mora na cidade de Rishon Letzion com sua esposa e três filhos.


 
 

Explodem os Preços dos Apartamentos de Luxo

O mercado de torres de luxo está despertando após um congelamento de mais de 10 meses, diversos construtores informaram à parte de economia do jornal ‘Yedioth Ahronoth’. Dois recentes exemplos dessa tendência são a venda de dois apartamentos na Torre da Gindi Holding’s G em Tel Aviv: Um apartamento no oitavo andar com 265 metros quadrados foi vendido por NIS 9 milhões (cerca de US$ 2,3 milhões), e outro apartamento no 15 º andar medindo 243 metros quadrados que foi vendido por NIS 10 milhões ($ 2,5 milhões).


Outro exemplo é o projeto Projeto ‘The Supreme’ da Yehuda Rahamim em Jerusalém que já vendeu 17 apartamentos durante os últimos meses. Os construtores informaram que os compradores pagaram a vista entre 75% a 100% do valor da compra a vista, apesar do fato de que o projeto ainda levará 18 meses para o término da construção. Em outro negócio um apartamento de 240 metros quadrados foi vendido no 24º andar da torre ‘Neve Tsedek’ que está sendo construída pela empresa ‘Zemah Hamerman’ e o grupo ‘Eurocom’ em conjunto com investidores estrangeiros por NIS 10,5 milhões (US$ 2,7 milhões). O apartamento é de frente para o mar e está equipado com moveis desenhados por Giorgio Armani.

Há duas semanas no projeto da ‘Naveh Shuster’, na Rua 29 Soutine em Tel Aviv, foi vendido um apartamento de 420 metros quadrados com um terraço no piso superior com 32 metros quadrados por NIS 17,2 milhões (US$ 4,63 milhões).

O mercado de apartamentos de luxo que havia estado fortemente ativo entre 2007 a Outubro de 2008 sofreu um severo golpe após o início da crise financeira global: compradores estrangeiros desapareceram e projetos inteiros que dependiam do dinheiro estrangeiro ficaram incapazes de comercializarem as unidades. Porem nos últimos meses o mercado israelense já começou levantar a cabeça e as vendas estão melhorando. Udi Bash que é o presidente executivo da ‘BT Global Media’ que se dedica à comercialização de projetos israelenses através da internet para residentes estrangeiros relata que um ressurgimento foi registrado desde março e abril deste ano e também para os residentes estrangeiros. "Estou falando de um incremento de centenas-de-porcento desde março" disse Bash. "Nossos dados mostram que o interesse nos últimos meses ultrapassou até mesmo os números registrados nos meses bons de 2008". "Várias mudanças no mercado puderam ser observadas: O público russo que se havia se mostrado muito ativo e que porem quase desapareceu durante os meses da crise e também até agora não que havia retornado aos níveis anteriores. "Os mercados que voltaram foram a América do Norte, Inglaterra, Bélgica, e países de língua francesa. Os níveis de procura são diferentes dos de 2008: O mercado inglês, por exemplo, não retornou ao seu nível anterior à crise, mas o mercado belga, por outro lado, está muito forte”. A fim de ilustrar o aumento da procura Bash apresenta um exemplo recente: "Nos primeiros dois meses deste ano quarenta pessoas manifestaram interesse num projeto de luxo comercializado na ‘Neve Tzedek’, mas no mês passado esse mesmo projeto recebeu mais de 100 telefonemas".


 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


OBAMA E AS NEGOCIAÇÕES DO ORIENTE MÉDIO: UM CONGELAMENTO INTENCIONAL?

No período que precedeu a Conferência de Madri em 1991, o presidente George H. W. Bush estava decidido a exigir publicamente um congelamento total dos assentamentos em troca do pedido feito pelo governo Shamir ao governo americano de 10 bilhões de dólares em garantias de empréstimos.  Como contou em suas memórias políticas publicadas treze anos depois, o então diretor de planejamento político Dennis Ross convenceu o secretário de estado James Baker (e este, por sua vez, o presidente) que “enfatizar [essa] questão ... deixaria os árabes sem outra opção a não ser fazer do congelamento dos assentamentos uma condição para negociar com Israel”.  Com esse obstáculo fora do caminho, a Conferência de Madri e as negociações subsequentes tiveram lugar como planejado.


Bush pai, em 1990, com o rei Fahd da Arábia Saudita

 

Em 2003, o presidente George W. Bush chegou a vários entendimentos com o primeiro ministro Ariel Sharon, posteriormente reafirmados por seu sucessor Ehud Olmert, pelos quais Israel não alocaria ou confiscaria terras para a construção de assentamentos, não construiria fora dos limites existentes ou proporcionaria incentivos econômicos para o crescimento de assentamentos, e desmantelaria os postos avançados não-autorizados estabelecidos após março de 2001.  Esses compromissos, com exceção do último, foram essencialmente cumpridos.  Mais ainda, o impacto da crise financeira mundial na economia israelense reduziu os novos alvarás de construção no interior das comunidades autorizadas a um número irrisório.

Entretanto, no início deste ano, enquanto o recém-empossado governo de Obama formulava a sua política para o Oriente Médio e discutia a melhor maneira de promover a retomada das negociações entre palestinos e israelenses, foi levantada a possibilidade de exigir-se um congelamento formal e total dos assentamentos.  Teria sido realista e responsável por parte do presidente solicitar a opinião, direta ou indiretamente, de Dennis Ross, uma vez mais membro da equipe de política externa e aquele com mais experiência em negociações árabe-ísraelenses do que todos os demais.  Havendo aconselhado corretamente um ex-presidente precisamente sobre a mesma questão e escrito a respeito, com orgulho, em suas memórias, seria natural presumir que Ross teria alertado que tal exigência praticamente garantiria que as negociações não seriam retomadas.

Na melhor das hipóteses, o presidente Obama ignorou o conselho de Ross e impôs ao governo Netanyahu o que acreditava ser uma exigência baseada em princípios.  Como previsível, porém, o presidente Mahmoud Abbas não perdeu tempo em torná-la uma pré-condição para negociações com Israel.  A consequência da decisão do presidente foi o congelamento não-intencional das negociações e não dos assentamentos.

Alternativamente, outros, entre os quais me incluo, acham que o presidente Obama levou muito em consideração as palavras de Ross e obteve exatamente o que queria: uma confrontação pública com o primeiro ministro israelense, uma tensão na duradoura relação especial entre os EUA e Israel, e o appeasement dos países muçulmanos no momento em que os EUA enfrentam dificuldades no Iraque e no Afeganistão.  Isso ficou perfeitamente claro em junho, quando o porta-voz do Departamento de Estado enfatizou que a exigência do presidente incluía um congelamento de toda a construção nos bairros judeus de Jerusalém Oriental – uma exigência que qualquer pessoa com um conhecimento mínimo de Israel sabe muito bem que não pode ser e não será aceita por nenhum governo israelense, independentemente de sua inclinação política.

O tratamento dispensado pelo presidente Obama ao governo democraticamente eleito de Israel, um país que compartilha os valores americanos e vota com os EUA na ONU mais frequentemente do que qualquer outro país, contrasta nitidamente com a sua reverência de quase 90 graus perante o rei da Arábia Saudita.  Não é à toa que apenas 6% dos israelenses consideram o governo Obama pró-Israel, enquanto que 50% julgam a sua política pró-palestina.  Isso ajuda a explicar por que tantos da maioria esmagadora dos judeus americanos que votaram no candidato Obama estão tão decepcionados.


 
 

Distúrbios em Jerusalém

Um grupo de radicais ultra-ortodoxos em Jerusalém cercou o carro do Prefeito Nir Barkat quando ele saia do bairro de Ezrat Torah onde visitou um proeminente rabino. Pedras foram jogadas contra seu carro que foi danificado no incidente. Barkat conseguiu sair do bairro depois que a polícia aumentou com reforços a escolta da sua comitiva. O incidente ocorreu na Rua Hana em Jerusalém onde o prefeito fez uma "visita pessoal" a um proeminente rabino que o convidou para conversações. A Municipalidade de Jerusalém informou que "um grupo de radicais haredim (ultra-ortodoxos) atirou pedras contra o seu carro, cercando e danificando o veículo". Segundo a Municipalidade "a polícia, que escoltava Barkat precisou pedir reforços. Minutos depois a polícia com sucesso abriu caminho para o prefeito". Barkat em pessoa respondeu ao incidente: "Não vou ceder à violência, e quem achar que vai conseguir algo através da violência e da intimidação está enganado".

A facção ‘United Torah Judaism (UTJ) (União do Judaísmo da Toráh) condenou duramente o ataque. "A facção UTJ condena plenamente o atentado contra o prefeito que fez uma visita de cortesia ao eminente  rabino de Kalin na sua residência em Shikun Chabad. “A violência não é o caminho para a Toráh ", a facção haredi informou através de uma declaração. Pindrus Yitzhak, que é o Vice-Prefeito (UTJ), expressou a sua consternação em relação a este incidente de violência. "Estou simplesmente chocado com aqueles que pensam que observam o santo sábado, mas esquecem o que está escrito nos Dez Mandamentos," Tu não roubaras". A Toráh nos ensina que é proibido causar prejuízos (danos) financeiros para outros, e certamente também danos aos corpos" disse à Ynet.

O prefeito recentemente evocou a ira da comunidade dos ultra-ortodoxos ao permitir que dois dos locais de estacionamento da cidade permanecessem abertos no sábado, a fim de aliviar o problema de estacionamento da cidade. Nas últimas semanas os haredim têm protestado, por vezes violentamente, durante os fins de semana. Dezenas de haredim foram presos no auge dos protestos por atacarem policiais, atirarem pedras e causarem estragos. Há poucas semanas, o município também recebeu ameaças veladas através de um e-mail enviado para Barkat e o seu vice.


 
 


Estudantes doam Torah ao Exército

Setenta estudantes judeus dançaram no hall de embarque do Aeroporto Internacional JFK em Nova Iorque com os rolos de uma Toráh. Os estudantes do programa de verão Achava do ‘National Council of Young Israel (NCYI) (Conselho Nacional dos Jovens de Israel) vão voar pela El Al para Israel onde irão doar a Toráh para as FDI (Forças de Defesa de Israel). Os rolos da Toráh serão entregues aos soldados através do programa ‘Sefer Toráh’ que é uma iniciativa conjunta do NCYI e do Rabinato das FDI. Este foi o 181º rolo de Toráh que o NCYI doou às FDI e que vai ser utilizado em bases remotas do exército por todo Israel, de modo que os soldados em serviço ativo militar poderão manter as suas práticas religiosas enquanto servem no exército.


O programa de verão Achava Israel está na 29ª temporada e dá a oportunidade para que estudantes americanos do segundo grau visitem Israel durante o programa de cinco semanas. O Rabino Rackman Bennett que é o líder espiritual da sinagoga do Aeroporto Internacional JFK foi fundamental na coordenação desta celebração no aeroporto. Eli Dworetsky que é o vice-presidente do NCYI disse que se considera como especialmente inspirado por estar assistindo a dezenas de garotos e garotas comemorarem com a Toráh. "O fato de que adolescentes americanos reconhecerem de como é crítico que os defensores de Israel tenham acesso aos rolos da Toráh independentemente de onde eles estejam a qualquer momento, é uma demonstração do amor e do respeito que os nossos jovens têm em relação aos corajosos homens e mulheres das FDI que arriscam as suas vidas para protegerem a nossa pátria mãe" disse Dworetsky numa declaração à imprensa. "Presenteando os soldados com uma Sefer Toráh será, sem nenhuma dúvida, uma experiência significativa e inesquecível que deixará uma marca indelével na vida desses jovens homens e mulheres" ele acrescentou.

O grande sucesso do Programa do ‘Sefer Toráh’ do NCYI para as FDI teve o seu inicio em 2001 e é o resultado dos esforços contínuos do Rabino Pessach Lerner que é o vice-presidente executivo do NCYI o e do Major (ref.) Rabino Yedidya Atlas, que representa o Rabino-Chefe do rabinato do EDI. Ambos os rabinos Lerner e Atlas reconheceram a necessidade de assegurar que os soldados israelenses tenham acesso a elementos religiosos, como Sifrei Torah durante o tempo que servem no exército. O Rabino Atlas recebeu uma distinção que é a mais alta concedida a oficiais, pelos seus esforços nas FDI que incluem a distribuição de livros de rezas para cada soldado. Providências em relação a itens religiosos para as FDI têm aumentado devido ao aumento de oficiais de alta patente que são religiosos.


 
 

A família judia salva por alemães


Por RUI MARTINS-LOCARNO-SUÍÇA

Em 1965, Marga Spiegel publicou na Alemanha o livro Retter in der Nacht, na qual contava como foi salva da deportação dos judeus pelos nazistas graças a um fazendeiro alemão que a acolheu assim como sua filha, trocando o sobrenome Spiegel pelo de Kronen. Seu marido que, na juventude, lutara pelos alemães na Primeira Guerra Mundial, ficou escondido numa mansarda de outro fazendeiro vizinho.

O cineasta holandês Ludi Boeken, cujos pais também foram salvos pelo que se decidiu chamar de “justos”, decidiu transformar em filme o relato publicado há 44 anos e localizou mesmo as sobreviventes, hoje idosas Marga Spiegel-Menne e Anni Aschoffs, filha do casal de fazendeiros, para participarem da filmagem das últimas cenas, quando foram identificadas. A apresentação do filme no telão de 300 m2 da Piazza Grande foi ainda mais marcante com a presença de Marga e Anni, quando deram seu depoimento e com bastante lucidez e memória relembraram como ficaram quase três anos escondidas e protegidas.

O filme procura deixar claro que a propalada justificativa de que se desconhecia, na época, o extermínio dos judeus pelos nazistas. O casal protetor Aschoffs era ligado ao partido nazista e naquela época nem poderia deixar de ser, com um filho lutando na frente russa (onde acabou morrendo), mas discordava da política de caça aos judeus. E foi para livrá-los da morte que aceitou guardá-los na fazenda, com base numa interpretação pessoal da doutrina católica de proteção ao próximo. Logo depois de ter assumido o poder em 1933, Hitler foi criticado por alguns líderes católicos e protestantes, logo perseguidos. Alguns foram mortos outros se refugiaram na Suíça, os restantes aderiram ao discurso nacional-socialista, mesmo porque existem acusações sérias ao Papa Pio XII (um filme de Costa Gavras trata o tema) por não ter aceitado denunciar o holocausto.   O filme não entra nestas questões mas mostra o dia a dia, os perigos que o casal protetor corre também por abrigar judeus, os controles de residência feitos pela polícia alemã, até a chegada dos americanos que nem sempre sabia distinguir entre nazistas e judeus sobreviventes e a prova da circuncisão voltava a valer, desta vez de forma positiva.

É verdade que outros genocídios foram cometidos, contra os armênios, contra os cambodgianos, contra diversas etnias na África, pelos sérvios em  nome da unidade iugoslava, mas as recentes afirmações do presidente iraniano rejeitando e depois colocando em dúvida o holocausto, reforçam a necessidade de manter acesa a memória européia, pois o crime étnico dos nazistas ocorreu  numa Alemanha de cultura e civilização avançadas. Retornos ao barbarismo podem ocorrer e os próprios perseguidos de ontem pode se tornar novos perseguidores. A esse respeito o filme-teatro de Amos Gitai, exibido também neste Festival, é esclarecedor.


 
 

Barghouthi foi o vitorioso do Fatah

O partido palestino Fatah renovou suas lideranças no primeiro congresso em 20 anos, deixando de lado muitos representantes da "velha guarda" que dominavam o grupo no fim da era de Yasser Arafat, mostraram resultados nesta terça-feira. Mas a escolha para o Comitê Central de jovens como Marwan Barghouthi -que cumpre pena de prisão perpétua em uma cela israelense-, não vai trazer nenhuma mudança imediata na capacidade do líder da Fatah, Mahmoud Abbas, para alcançar a paz com Israel ou com o rival palestino Hamas. "Esse é um resultado inesperado. É uma grande mudança, uma enorme mudança", disse Naser al-Kidwa, sobrinho de Arafat que também ganhou um assento no Comitê Central.


O próprio Abbas, apesar de já ter 74 anos, pediu que o partido se renovasse para recuperar o apoio popular. Anos de corrupção, má administração e ocupação de Israel abriram caminho para a vitória do Hamas na eleição parlamentar de 2006 e a humilhação das forças do Fatah, que perdeu o controle de Gaza no ano seguinte. Abbas alertou na terça-feira que os resultados não são definitivos, e havia indicações de que uma recontagem seria pedida em pelo menos uma disputa apertada. Abbas, que tem tido dificuldades para assumir o papel de patriarca de Arafat, sai fortalecido com esse resultado, concordam analistas.

O Hamas não terá mais o pretexto de que está lidando com um Fatah fraco e dividido, disse o ex-diplomata palestino Abdullah Abdullah. Abbas também ficará em uma posição mais fortalecida em relação a Israel, afirmou.  Entre as velhas figuras que dominaram o grupo durante as décadas de exílio antes do acordo de Oslo em 1993 está Ahmed Qurie, ex-negociador, ex-primeiro-ministro e um dos primeiros aliados de Arafat, nos anos 1960. Ele não conseguiu manter o cargo, mostraram os resultados. (BBC)


 
 

TURQUIA PERDEU NA DIPLOMACIA

Um funcionário do governo de Israel disse nesta quarta-feira, 12, que a decisão do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, é de que o país não retomará as negociações de paz com a Síria mediadas pela Turquia e que o governo insiste que qualquer conversa deve ser direta. "Temos um grande respeito e agradecemos aos esforços da Turquia, mas eles não obtiveram sucesso - e não foi culpa deles", disse Danny Ayalon, suplente do Ministério do Exterior de Israel. "Não houve sucesso por conta da intransigência da Síria", completou".

Ehud Olmert, antecessor de Netanyahu, iniciou as negociações no ano passado e, segundo analistas, ambos os lados progrediram. Um escândalo político, entretanto, forçou Olmert a sair do poder e a guerra emplacada por Israel em Gaza no início do ano fez com que as negociações fossem paralisadas. No cargo desde março, Netanyahu apresentou a proposta de conversar diretamente com a Síria sem pré-condições - uma referência ao pedido da Síria para que Israel se comprometa a deixar as montanhas de Golan, ocupadas pelo Estado judeu desde a guerra de 1976. Israel também insiste que a Síria se distancie do Irã e de guerrilhas islâmicas contra o Estado Judeu no Líbano e em Gaza.


O presidente da Síria, Bashar al-Assad, ignorou tais condições e disse não prever nenhum avanço com Netanyahu à frente do governo israelense. "A experiência de as conversas mediadas terem fracassados nos trouxe benefícios", disse Ayalon. "Se a Síria está realmente certa em buscar a paz, e não apenas um processo que possa tirá-los da isolação internacional, eles aceitarão conversar conosco", disse o suplente, referindo-se a possíveis conversas diretas estudadas pelo governo de Netanyahu.


 
 

DESTAQUES SOCIAIS






No último dia 11 de agosto, o Presidente e Diretores da Federação Israelita do Estado de Minas Gerais, realizaram uma visita de cortesia ao Vice-Governador do Estado de Minas Gerais — An­tonio Anastasia, para tratar dos detalhes de sua visita ao Estado de Israel a partir do dia 16 de outubro.  Essa visita, que está sendo organizada em conjunto com a Embaixada de Israel, tem por objetivo dar continuidade aos trabalhos que foram iniciados quando da visita oficial em 2007  do Governador Aécio Neves à Israel. Estiveram na visita ao Vice-Governador, o Presidente Dr. Sílvio Musman e os diretores Marcos Brafman, Sérgio Pitchon e Jaime Aronis.

 



A presidente Céres Maltz Bin recebeu convidados para inaugurar a nova sede da Na’amat Pioneiras- Brasil, em Porto Alegre. Segundo Céres, o motivo desse coquetel era o de apresentar sua Diretoria, composta por Joceli Kupper Terner; Renne Rubin e Zelda Prikladnicki, e a nova sede às entidades. “Trouxemos para Porto Alegre, o Executivo Nacional para um mandato de dois anos e confraternizamos com vocês esse momento especial”, explicou ela.


 

 

 

 



 

 
 
 


Caro Amigo Osias,
Foi com enorme alegria que tomei conhecimento da sua designacao como o Consul Honorario do Estado de Israel, no Rio. Como pleno cidadao israelense, tenho o maior orgulho de saber que o nosso pais sera representado por um profissional competente, um lider comunitario atuante e um defensor ardente dos nossos ideais. Tambem como cidadao brasileiro, estou certo que a sua escolha acertada lhe proporcionara estreitar mais os lacos historico, cultural e politico entre os dois paises amigos: Israel e Brasil.
Aproveito a ocasiao para colocar-me a sua disposicao para o que for necessario e, que eu possa ajudar dentro da minha atuacao no ramo da Hospitalidade. Desejo-lhe uma boa sorte no desenvolvimento da sua nova funcao. Um forte abraco,
Ivo Jacome - Ramat Gan - Israel

Caro Chaver
Osias Wurman
Em nome de toda congregação ARI queremos cumprimentá-lo pela outorga do título de Cônsul Honorário de Israel, título que vem corroborar sua muito justa e importante atuação perante a coletividade judaica e comunidade maior.
Com nossos mais efusivos cumprimentos,
Evelyn Freier Milstajn- Presidente da ARI       
Rabino Sergio Margulies-Rabino da ARI

B"H
Prezado Osias,
Eu tenho um cunhado que é diplomata. De carreira. Brasileiro, cristão, servindo , no momento, em Barbados. Muito interessado e grande defensor das causas judaicas e israelenses. Não sei tudo sobre carreira diplomática mas, conheço um pouco. Óbvio que um diplomata de carreira  conquista seu posto com concurso e prossegue por competência, inteligência, integridade, etc.....
Mas, na minha opinião, um diplomata honorário, um título honorífico é uma coisa extraordinária e hiper-natural. É preciso ser, antes que tudo, um ser humano GENTE;  SUPER-CULTO, SUPER-ÍNTEGRO, dono de um CURRÍCULO invejável, enfim, alguém tão ESPECIAL que possa, por escolha, por estudos e trâmites infindáveis ,receber esse convite.
Que De-s ajude e , continue inspirando você; que sua mãe-zl- de onde estiver, continue abençoando você nesta nova e valiosa empreitada.
Que Suzi , com muita saúde e alegria, esteja, sempre, ao seu lado, apoiando e acompanhando  você , como o faz até hoje. 
Com um grande abraço, desejo 'hatzlacháh",II"H. Shalom.
Quem sabe e no seu tempo venha a tão desejada paz ?
Rozete de Roizenblyt Rubin

Caro Osias Wurman, moro em jerusalem, recebo o rua judaica e aprecio bastante. mas estranho as imagens e fotos nao aparecerem qdo abro no meu email. fico mt grata se vcs me esclarecerem o procedimento para este fim. Eu estou residindo em jerusalem, em beit hakerem. estou trabalhando no hadassah ein kerem, em pesquisas na area de neurologia no assunto de alzheimer. Grata por sua atencao
Esther Haber – JERUSALÉM – ISRAEL

Nota da Redação – alguns programas anti-virus impedem a abertura das fotos. Neste caso, favor acessar nosso informe em : www.ruajudaica.com

Acabo de ler todo. Gracias a Deus, aunque me es dificil hacerlo en portugués lo entiendo perfectamente. Que interesante todo lo que transmiten no solo de Brasil mais tambem de Israel. A gente vai viajar ate Gravatal el día 20. En Gravatal a fin de mes judeus de Porto Alegre e Sao Paulo celebrar las `próximas fiestas así que será para mi esposa y para mi un gran placer compartirlo con voçes.
Ing. Daniel Rojtkop (Buenos Aires)- ARGENTINA

Oi Osias, como vai? Me lembro que qdo te disse sobre o vídeo do Silvio Santos/Yom Kipur, e vc divulgou no seu jornal, haviam somente 2000 exibições, agora já está em quase 20.000. Aproveito para divulgar três links de uma aula em Português do R' Rony Bisker, que ensina no Aish Hatorá em Jerusalém. 3 links de uma aula super interessante (divida em 3 partes)  sobre a entrega da Torah (visão mística e profunda):

(parte 1)
http://www.youtube.com/watch?v=bcdfrCb6_mw&eurl=
http://www.torahchannel.com/brasil/wp/torachanel/videos/
biskertorah01.htm&feature=player_embedded


(parte 2)
http://www.youtube.com/watch?v=PV1IbDxUceE&eurl=
http://www.torahchannel.com/brasil/wp/torachanel/videos/
biskertorah02.htm&feature=player_embedded


(parte 3)
http://www.youtube.com/watch?v=sr2Hz9t2cXc&eurl=
http://www.torahchannel.com/brasil/wp/torachanel/videos/
biskertorah03.htm&feature=player_embedded

Se tivermos um bom feedback, enviarei mais links na próxima edição.
Dedicamos estas aulas à elevação espiritual do meu querido pai, R'Yaakov Zeev Ben Tzvi Z"l. Abraços e muito obrigado,
Fernando Bisker – MIAMI - EUA

Reforço aqui a solicitação de Rosane Gofman aos amigos e colaboradores desse espaço... Seria muito gratificante ver ampliada a historia da grandiosa Golda Meir onde quer que seja, sobretudo na forma de arte....Parabéns a atriz pela iniciativa...
Mario Celso de Moraes - São Paulo-SP

Claudia Grabois foi convidada pela Secretária Municipal de Educação Claudia Costin para dirigir o Instituto Helena Antipoff,responsável pela educação especial da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro, o Instituto é considerado referência na área em todo o país. Educação especial é o atendimento educacional especializado, que tem como finalidade  atender as especifidades dos alunos com deficiência, fornecendo os recursos necessários para que aprendam em igualdade de condições.
REDE INCLUSIVA - RJ

Li no Notícias da Rua Judaica o comentário de um leitor sobre as relações entre o Partido dos Trabalhadores e o Estado de Israel.Indignei-me ,pois tal leitor tentou transmitir a idéia equivocada de que o PT não é anti-sionista.Durante a ação anti-terrorista na Faixa de Gaza,no final de 2008 e início de 2009,o PT acusou o Estado de Israel de praticar terrorismo de Estado.Recentemente um alto dirigente do PT falou mal de Avigdor Lieberman e um senador petista fez um virulento discurso contra o Estado de Israel no Senado brasileiro.O que mais será preciso o PT fazer para que as pessoas percebam de uma vez por todas que o Partido dos Trabalhadores(salvo algumas exceções, como o ministro Carlos Minc Baumfeld,por exemplo) é anti-sionista e não merece o nosso voto?
Alexandre Calina

Nao Bastasse o tao baixo nivel que acompanhamos no Senado Brasileiro esta semana, o senador Joao Pedro do PT joapedro@senador.gov.br  fez um longo discurso Anti- Israel falando  Asneiras e informaçoes distorcidas da realidade Israel-Palestina,  apos regressar de sua viagem a Israel e territorios palestinos certamente subsidiada com o dinheiro do terror. Vejam o Video enquanto consta do painel da Tv Senado. Sugiro a quem puder escrever para este Senador desinformado enviando lhe algumas publicaçoes que possam elucidar a sua mente Anti semita e tao poluida contra Israel.
http://www.senado.gov.br/tv/noticias/sexta/tv_video.asp?nome=PL070809_04
Salim Levi

Gostaria de fazer um comentário sobre a visita da Madonna à Israel e da questão que ela faz em visitar o Kotel levando seus filhos e declarando que tem um desejo de mudança de vida. Até aí, tudo bem. Todos sabemos que a Madonna tem estudado Kabalah com o Profº Berg e por ser um Rabino, este líder espiritual não deveria começar pela ordem sugerida pelos nossos sábios ? Não seria mais coerente a moça conhecer primeiro o código de santidade da Torá que é um conjunto de Leis morais e éticas e assim decidir se é realmente este o estilo de vida que ela deseja ? Pois está escrito no livro do Profeta Isaías:
(Yeshayahu 8:20) A Torá e ao Testemunho ! se eles não falarem segundo esta palavra, nunca lhes raiará a alva."
Aproveito a oportunidade para parabenizar nosso querido Consul Osias Wurman pelo nobre trabalho que ele tem exercido ! Shavua Tov
Rivka Zalmon

MENSAGEM 1

Caro Osias, boa noite!

Voce sabe do apreço que tenho pela sua pessoa e por seu trabalho, algo que em outros e-mails entre nós dois já pude ratificar este sentimento:

Porém me estranha muito certas questões:

  1. A ZARA quando aprovou o modelo (sabemos que isto não é um processo de carimbador de repartição pública que não lê o que esta aprovando) não se apercebeu disso?
  2. O símbolo da suástica que é amplamente difundido como “magia branca” ou seja algo que não possui um viés do mal tem o sentido horário enquanto que o usado pelos nazistas tem sentido anti-horário, exatamente o usado na bolsa?
  3. E quanto a questão da bandeira ao lado da moeda, procede?

Se eu estiver errado principalmente na questão 2 peço a gentileza de esclarecer a mim e a todos, assim poderemos coadunar nossos pensamentos em prol da nossa coletividade em conjunto.

Mais uma vez, como de praxe, obrigado pela pronta resposta e parabéns pelo belo e motivador trabalho executado.

Forte abraço,
Arnaldo Waissmann

MENSAGEM 2

Prezado Osias, agradeço os esclarecedores pontos apresentados, para mim definindo a questão.

Peço permissão para divulgar o ponto de vista, permitindo assim nos concentrarmos no realmente pode fazer diferença (agradeço seu breve posicionamento).

Por favor continue contando comigo.

Abraços!
Arnaldo Waissmann

Um drama pelo qual passam muitos dos filhos de sobreviventes do Holocausto (eu li isto há muitos anos na Folha de São Paulo, se não me engano) é “assumirem a dor dos pais”, algo como tentar se colocarem na posição deles, como se fosse para vivenciar sua situação (e falo com conhecimento de causa). Vendo o vídeo abaixo (www.mayapro10.com), eu acho que consegui sentir o que “o outro lado” sente, é algo análogo. Eles (pelo menos estes entrevistados) assumem a culpas dos pais. E criticam abertamente os crimes dos antepassados.  A Bettina Goering (sobrinha-neta do dito cujo) e o irmão chegaram ao ponto de se fazerem esterilizar, para não “produzir mais “Goering’s”. O relato do israelense que presenciou a crueldade do Amon Göth, que explica bem: odiar não, esquecer, jamais. A sobrinha-neta do Himmler, casada com um judeu... Relatos incríveis...
Como o vídeo estivesse “engasgando”, eu o baixei do site e salvei no computador. Ele é imperdível e espero que o projeto vingue.  O vídeo é falado em inglês, alemão e um pouco em hebraico e tem legendas em inglês onde falado em hebraico ou alemão.
Vejam mais textos sobre o projeto do filme em http://www.mayapro10.com/main.html e http://www.mayapro10.com/treatment.html
Roberto (Roby) Blatt

"Jornal do Brasil - Caderno Ideias & Livros - Coluna Lançamentos", 15/08/2009, p. L7: "O RABI DE BACHERACH  de Heinrich Heine ; Trad: Marcus Mazzari;128 páginas
R$ 14,00
Heine começou a escrever este romance em 1824. Sua intenção era contrapor-se à escalada do antissemitismo que então se manifestava na Alemanha e promover um diálogo entre as culturas alemã e judaica. A obra ficou inacabada. 
Esta edição apresenta mais três textos do autor sobre o ódio racial".
"O LÍNGUA-SOLTA de Miriam Halfim ; Réptil ; 62 páginas ; R$ 15,00
 Texto da peça que aborda a vida de Bento Teixeira, um dos primeiros poetas brasileiros, autor de Prosopopeia. Chegando ao Brasil aos 6 anos, ele foi educado pelos jesuítas em Pernambuco. Boêmio e mulherengo, foi denunciado ao Santo Ofício e condenado em Lisboa".
Jorge Bastos Furman


 
 

 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof