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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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Osias Wurman
Jornalista
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TRISTE COINCIDÊNCIA
O Iom Hashoah será lembrado a partir da noite da próxima segunda-feira 20 de abril. Trata-se do dia em que homenageamos nossos mártires que foram aniquilados pela besta nazista e seus comparsas, na década de 30 e 40.
A data foi elegida por coincidir com a heróica revolta do Gueto de Varsóvia, em 1943, um dos episódios mais marcantes da saga judaica pela sobrevivência milenar de um povo.

A destruição do Gueto de Varsóvia
Mas este ano ocorrerá uma triste coincidência que nos faz parar para pensar: o Iom Hashoah coincide com os 120 anos do nascimento de Hitler, o maior inimigo histórico do povo judeu.
Um detalhe de hipocrisia do destino, nesta coincidência, é o fato dos judeus se desejarem tradicionalmente uma sobrevida até os 120 anos.
O motivo é a tradição de referir-se à idade em que morreram o patriarca Moisés, os sábios Hillel, Rabi Akivah e Yochanan Ben Zakkai.
Ensinam os sábios do judaísmo que só morre quem é esquecido.
Isto aplica-se a Hitler pois, apesar de ter-se suicidado aos 56 anos, em abril de 1945, o monstro nazista nunca foi esquecido pelos maltrapilhos do gênero humano, e está mais vivo do que nunca através de seus seguidores que continuam a disseminar, sorrateiramente, as suas teorias ungidas nas profundezas da indignidade desumana.

O bunker onde Hitler suicidou-se.
Os herdeiros de Hitler continuam a bradar “morte aos judeus”, “judeus fora da Palestina” e “Holocausto não existiu”.
Ouvimos e assistimos estas calúnias com lágrimas nos olhos.
Após matarem 1/3 da população judaica mundial, ainda tem sede de sangue, passados mais de 60 anos do Holocausto. Será que perdemos 6 milhões de irmãos em vão?
Após 62 anos da Partilha da Palestina, por resolução da ONU, que consagrou a volta ao
lar de um povo exilado por 2.000 anos, querem expulsar os originais e históricos nativos. Será que não existe esperança para a paz?
Negam o Holocausto, apesar de todas as provas vivas dos sobreviventes, lugares de extermínio preservados e farta documentação fotográfica deste genocídio. Será que a mentirá pode prevalecer sobre a verdade?
Ouvimos e reagimos a estas calúnias com lágrimas nos olhos.
O sangue do povo judeu jamais voltará a ser derramado em vão ou impunemente.
VAMOS LUTAR CONTRA TODOS OS HERDEIROS DE HITLER ATÉ QUE SUA MEMÓRIA E SUAS IDÉIAS SEJAM APAGADAS DESTE MUNDO !
VAMOS LUTAR PELO DIREITO Á EXISTENCIA DO ESTADO JUDEU !
VAMOS LUTAR PARA QUE O HOLOCAUSTO SEJA RESPEITADO E ENSINADO ÀS FUTURAS GERAÇÕES !
NÓS JAMAIS ESQUECEREMOS !!!

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TERAPIA AUXILIAR PARA PARKINSON

Alex Kerten que é um terapeuta e perito em artes marciais israelense desenvolveu uma técnica única de dança para o tratamento de pacientes que sofrem de Parkinson, uma doença neurológica que afeta o sistema nervoso. A terapia Giro-Kinetics, que está atraindo o interesse de doentes de todo o mundo, combina a música, o ritmo e movimentos para ajudar os pacientes a aprenderem a conviver com a doença, e assim ganhar algum tipo de controle sobre a mesma.

Um estudo experimental sugere que este tratamento atrasa o progresso da doença, permitindo evitar que os doentes necessitem tomar maiores dosagens dos remédios.
Os detalhes do método podem ser obtidos no site: http://gyrokinetics.dsites.co.il
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SEGURANÇA ISRAELENSE PARA O RIO

A guerra da polícia contra os traficantes de drogas vai ganhar novas armas. A Secretaria de Segurança do Rio firmou um acordo de cooperação com Israel para a compra de viaturas blindadas - os caveirões - e novos coletes à prova de balas.

O corte da fita inaugural no estande de Israel pelo Secretário de Segurança do RJ, Embaixador de Israel no Brasil Giora Becher, a chefia da delegação de Israel, assistidos por Samy Cohn e Osias Wurman.(fotos: Daniel Geller)
A parceria foi fechada ontem, durante uma reunião de 40 minutos, entre o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, o embaixador israelense no Brasil, Giora Becher, e o chefe de relações exteriores do exército de Israel, general Ehud Shani.

O Secretário de Segurança do RJ, José Mariano Beltrame, fala aos presentes no stand de Israel
O encontro aconteceu na feira latino-americana de equipamentos militares e segurança pública (Laad, sigla em inglês).

O carro blindado, do tipo Sandcat, é feito pelas empresas Oshkosh Trucks, dos EUA, e Plasan, fornecedora das forças armadas israelenses. Ele seria usado para o transporte de policiais nas operações em áreas de risco. Sua blindagem suporta tiros de fuzil e granadas, mas pode ser adaptada para aguentar até disparos de metralhadoras ponto 30. (EXTRA-txt)
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JUDEUS EM CUBA

Havana- Exclusivo para a Rua Judaica (Apoio: José H. Felzenswalb)
A comunidade judaica de Cuba é pequena, porém, muito ativa. Todas as festas judaicas são celebradas pelos cerca de 1.500 judeus-cubanos. Em Cuba funcionam uma Escola Dominical Judaica, que assiste a 60 crianças e 30 adultos. Também existem organização juvenil, feminina e de terceira idade.

Adela Dworin
A líder da comunidade é Adela Dworin, nascida em Cuba, e Presidente da Comunidade Hebrea de Cuba - “El patronato”.
Em Cuba não há rabinos residentes. Os casamentos são marcados em função da visita de algum religioso ao local. Não há mohel para fazer a circuncisão, que é feita nos hospitais.

O interior da Sinagoga Beth Shalom.
Na Sinagoga de Havana as cerimônias são dirigidas por diversos profissionais: Sr. David Prinstein -líder dos serviços religiosos, economista e administrador da Sinagoga; Marlen Pristein - advogada e morá do Machon Tikum Olam ( Escola Dominical ), além de morá de rikudim(músicas) e Presidente das Mulheres Judias de Cuba. É também a chazanit(celebrante) da Sinagoga Beth Shalom; Annette Eli, arquiteta, morá do Machon Tikum Olam, do grupo de adultos Darkeinu e segunda chazanit da Sinagoga.

Alunos da Escola Dominical de Havana
A Aliah (emigração para Israel) é permitida, porém o indivíduo se desliga por completo de Cuba, e só poderá voltar com visto de turista.

Este salão fica embaixo da sinagoga. É aí que se reúnem os jovens para diversões, ensaios de dança, e as aulas dominicais.

Este grupo está ensaiando dança israeli para uma apresentação no México.
Não existe representação diplomática israelense em Cuba. Todos os trâmites, num caso de aliah, são tratados numa sala do Consulado do Canadá. Os judeus cubanos recebem muitos donativos enviados do Canadá e dos EUA.
NO FINAL DESTA EDIÇÃO UMA ENTREVISTA EXCLUSIVA COM ADELA DWORIN.
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O LONGA DE TARANTINO
As fotografias de Brad Pitt e dos demais protagonistas de "Inglourious Basterds", o novo filme de Quentin Tarantino, surgem com todo o glamour das produções antigas e dos astros de Hollywood na edição de maio da revista americana "Vanity Fair". A publicação assegura que o filme, para o qual o diretor escolheu "uma maneira desafiadora de escrever", foi selecionado para ser exibido durante a próxima edição do Festival de Cinema de Cannes, na França.

O filme, que estréia em 21 de agosto e que se passa durante a França ocupada pelos nazistas, conta como um grupo de soldados judeu-americanos conhecidos como "The Basterds" (os bastardos) é designado para difundir o medo entre as fileiras do Terceiro Reich com assassinatos violentos. O longa de Tarantino, diz a revista, "foi descrito como o momento em que 'Pulp Fiction: Tempo de Violência' se encontra com 'Os Doze Condenados' e com 'Três Homens em Conflito' na França ocupada pelos nazistas".

Além de Brad Pitt, que interpreta o tenente Aldo Raine, caçador de nazistas, também participam do filme Diane Kruger, que encarna a atriz alemã Bridget von Hammersmack, e Mélanie Laurent, que faz a jovem Shosanna Dreyfus. (EFE)
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APOIO ESPECIAL

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TRÊS SÉCULOS DE PÁSCOA SECRETA NO BRASIL

Anita Waingort Novinsky – Exclusivo para Notícias da Rua Judaica

Neste Pessach, a festa que considero a mais significativa da religião judaica, pela sua mensagem de liberdade, pensei que seria importante lembrar que brasileiros, durante três séculos, celebravam a festa do Pessach no mais absoluto segredo. Proibidos pelo Santo Ofício da Inquisição, que os vigiava também no Brasil, de seguir a religião judaica, sob pena de prisão, confisco, galeras ou morte na fogueira, os descendentes de judeus portugueses (cristãos-novos, marranos), que haviam sido convertidos ao catolicismo pela violência (1497), passaram a ter duas vidas – uma aberta, na qual seguiam os preceitos da Igreja, e uma secreta, vivida no mais íntimo de seus lares, só com familiares e amigos cristãos-novos. Na Bahia, Goiás, Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe, Alagoas e outras regiões do Brasil, em um ambiente secreto, os cristãos-novos acompanhavam rituais judaicos do Pessach. Quando descobertos eram levados para Portugal, onde, no cárcere, aguardavam durante anos suas sentenças. Durante os longos inquéritos ou na câmara da tortura, confessavam ter praticado a cerimônia judaica por “crença na Lei de Moisés”.
Apesar de estarem há séculos distantes do judaísmo, os cristãos-novos sempre lembravam que eram judeus. Sem mestres, sem livros, sem nenhuma autoridade religiosa, acabaram perdendo muitas das práticas judaicas de seus antepassados. Mas um capítulo que ficou profundamente gravado nos seus corações foi o Êxodo.
Curiosamente, a maioria dos cristãos-novos brasileiros conhecia a história da fuga do Egito, quando Moisés os libertou da escravidão. De todas as festas judaicas, as mais celebradas eram o Pessach e o Purim, que eles chamavam de “festa da rainha Esther”, com a qual se identificavam porque como eles, também a rainha Esther teve que viver sua religião em segredo.

Os Gomes, Castro Lara, Oliveira, Pereira, Guimarães, Ribeiro, Siqueira, Alvares, Barros, Mendes, Fernandes, Rodrigues e tantas outras famílias brasileiras constam nos registros inquisitoriais como judaizantes. Mesclaram-se com índios e negros e os senhores de engenho chegavam a ter numerosos filhos com as escravas. Quantos negros, mulatos, mamelucos no Brasil são descendentes de judeus?
Como os brasileiros cristãos-novos viviam a religião judaica na clandestinidade, muito de sua história ficou até hoje ignorada, mas os manuscritos existentes nos arquivos da Inquisição testemunham o que permaneceu vivo na sua memória: “fomos escravos no Egito...” e “Deus nos tirou do cativeiro...”
A festa da Páscoa revestia-se de enorme significado porque enquanto funcionou a Inquisição, os cristãos-novos não se sentiam livres. Na Páscoa, o patriarca recostado na sua cadeira, na cabeceira da mesa, conforme mandava a Hagadá, lembrava uma liberdade, que na realidade, não existia. Comiam o pão ázimo (matza) que as mulheres faziam longe dos olhares dos vizinhos. Transmitiam a seus filhos e netos a história da mais linda festa do judaísmo – porque é o símbolo da liberdade. As crianças aprendiam que durante toda sua vida deviam guardar segredo do que se passava nessa noite.
A Páscoa tem uma mensagem para a consciência e o coração de toda a humanidade – é protesto contra as injustiças.
Os anos e séculos passaram e brasileiros continuaram a festejar seu Pessach, esperando sempre que Deus viesse de novo tirá-los do exílio.
Os três séculos de Páscoa judaica celebrada no Brasil é um capítulo da história do Brasil que nossos livros didáticos ignoram.
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VAI E VOLTA DE NAZISTA

Agentes americanos conduziriam na terça-feira o guarda de campo de morte nazista, John Demjanjuk, da sua casa em Ohio para a sua deportação para a Alemanha onde enfrentará acusações pela morte de 29.000 Judeus.

Logo após, um Tribunal Federal de Apelações concedeu-lhe um adiamento para a deportação para a Alemanha e não estava claro se ele retornaria para a sua casa. Uma bancada formada de três juízes do Tribunal de Recursos concedeu o adiamento e na pendência de uma análise mais aprofundada das acusações contra Demjanjuk. Os advogados de defesa alegaram que doenças dolorosas causariam sofrimentos equivalentes à tortura. O filho de Demjanjuk, que estava em Cincinnati para dar entrada de um recurso de urgência para impedir a sua deportação, disse por telefone à Associated Press que o seu pai tinha saúde frágil, que estava incapacitado para andar e sem condições para viajar.

A mulher e a neta do carrasco nazista pedem “clemência” e choram no ato da detenção.
Ele mantinha contato telefônico com seu pai residente numa casa no subúrbio de Cleveland e distante 300 km de distância. Demjanjuk Jr. Informou que os agentes chegaram sem nenhum aviso prévio e sem uma ambulância que haviam prometido para facilitar o deslocamento do seu pai. Demjanjuk que tem 89 anos e uma saúde frágil, conforme diz a sua família, foi retirado da sua casa numa cadeira de rodas para tomar um vôo noturno para Munique onde procuradores o acusarão de ser cúmplice em assassinatos em 1943 no campo da morte de Sobibor na Polônia, então ocupada pela Alemanha nazista. Demjanjuk, que nasceu na Ucrânia, foi condenado a morte em 1988 em Israel como o sádico guardião "Ivan o Terrível" em Treblinka onde foram mortas 870.000 pessoas. O Tribunal Superior de Israel mais tarde decidiu que provavelmente ele não era o "Ivan" de Treblinka, mas funcionários do governo americano revogaram a sua cidadania alegando que ele tinha trabalhado em três outros campos e que tinha escondido essa informação quando entrou nos EUA em 1951.
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UMA EMPRESA ONDE PLANTAR É TRADIÇÃO


O Presidente Lula com executivos da empresa, acionistas e família Klabin.
A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, está fazendo 110 anos. A data foi marcada com uma visita do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 14/04, à principal unidade produtiva da empresa, localizada em Telêmaco Borba (PR). O presidente visitou a nova máquina de papel da Klabin, MP9, mais moderna máquina de papel-cartão do mundo, inaugurada em setembro último, e participou da cerimônia pelos 110 anos da empresa.
“Quando eu vejo uma máquina de papel como essa da Klabin e fico sabendo que 75% das peças dessa máquina foram feitos no país, eu pergunto: quem é capaz de não acreditar no Brasil?”, comentou o presidente sobre o Projeto MA-1100 da Klabin.
Lula destacou também o privilégio de visitar uma empresa de 110 anos ressaltando dois aspectos para o sucesso de uma companhia como a Klabin. “Eu tenho convicção de que 50% dessa história foram construídos pela competência de uma boa gestão e os outros 50% pelo amor e dedicação de todos os profissionais da Klabin.”
“Eu saio da Klabin realizado por saber que o Brasil possui competência para ser líder no setor de papel e celulose no mundo”, declarou. E disse que os "60 milhões de hectares de áreas degradadas" existentes hoje no país podem abrigar o maior projeto de florestas plantadas do mundo, tornando o Brasil o maior produtor mundial de papel e celulose.
Hoje a Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, respondendo por 75% dos embarques. Possui 17 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina.
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PESQUISA SOBRE SURDEZ

Uma especialista israelense sobre perdas auditivas descobriu uma das causas principais da surdez, abrindo a possibilidade de uma nova gama de tratamentos, e possivelmente até mesmo a cura para a surdez genética e as relacionadas com a idade. Num importante estudo a Prof. Karen Avraham da Universidade de Tel Aviv revelou que as microRNAs - minúsculas moléculas que regulam as funções celulares encontrados nas células de 'cabelo' da orelha – nos auxiliam na audição. A surdez na medicina atual continua a ser um problema significativo. Apesar de todos os progressos ocorridos nos últimos anos, ainda nos EUA em cada 1000 bebês nascidos um é surdo. Os números aumentam à medida que a população envelhece, e mais de 50 por cento dos aposentados nos EUA enfrentam algum tipo de perda auditiva, tornando a deficiência mais comum no ser humano. Apesar disto, os médicos ainda não sabem o que provoca a perda auditiva na maioria das pessoas, mas sabem quando o processo começa a falhar. Por alguma razão há um desenvolvimento anormal ou um desgaste de células sensoriais especiais, denominadas de células ciliadas localizadas no ouvido interno. Responsáveis pela conversão dos sons em impulsos elétricos que o cérebro possa interpretar, quando perdemos essas células nós perdemos a nossa capacidade de ouvir.

A cientista Karen Avraham
Avraham, é uma geneticista mundialmente renomada, cujo trabalho inovador já descobriu quatro genes da surdez e mutações em 10 outros genes da surdez, entre os 46 conhecidos, analisou o MicroRNA como uma resposta ao problema. MicroRNAs são pequenos pedaços de RNA, o blocos de construção químicos que transportam as informação genéticas entre o DNA, para se tornarem proteínas. As MicroRNAs controlam se uma proteína será ou não realmente produzida. Os importantes papeis das microRNAs em animais foram descobertos apenas durante a última década, e grandes esforços estão sendo feitos para o desenvolvimento de estratégias para a inserção destas minúsculas moléculas nas células, a fim de utilizá-las como novos medicamentos e curas potenciais. "Através desta última década a ciência descobriu que as microRNAs estão envolvidas nas doenças cardíacas e no câncer, e pela primeira vez, o nosso laboratório mostra que estes minúsculos reguladores de todas as nossas células podem causar a surdez", diz Avraham, que trabalha no Departamento de Genética Molecular e Bioquímica Humana da Universidade. Trabalhando com uma equipe internacional de pesquisadores, incluindo o pós doutorando Dr. Lilach M. Friedman e cientistas da Universidade de Purdue, Avraham descobriu que a célula 'cabelo' microRNAs são reguladoras envolvidas no desenvolvimento normal e na sobrevivência das células do ouvido interno e que são necessárias para uma boa audição. "Até agora a ciências somente sabia que as mutações nos genes codificantes de proteínas causava a surdez. Fomos um passo além e descobrimos que a perda de microRNAs conduz também para a surdez" informou Avraham, que também colabora com pesquisadores palestinos para ajudá-los a compreender e combater a alta incidência de surdez genética dentro da população palestina. No estudo de Avraham, que foi publicado este mês na revista ‘Proceedings of the National Academy of Science’, os cientistas procuravam verificar o que aconteceria se eles interrompessem a formação de todos os microRNAs nas orelhas de um rato. Eles "nocautearam" ou bloquearam o funcionamento das moléculas MicroRNA e como resultado, as células ciliadas degeneraram nas orelhas dos ratos. Algumas semanas mais tarde, os ratos se tornaram profundamente surdos, sugerindo que a falta das microRNAs normais poderia ocasionar a progressiva perda auditiva em pessoas que nasceram com a audição normal, informou Avraham, que acrescentou que o modelo é válido para todos os vertebrados - incluindo os seres humanos. Se cientistas puderem descobrir como microRNAs regulam as células regulares ciliadas, isso poderia ser utilizado para salvar as células que estão morrendo afirma Avraham, que acredita que esse conhecimento terá aplicações tanto para diagnóstico como para aplicações terapêuticas para perdas auditivas num futuro próximo, mesmo para as pessoas cujas perdas auditivas não tenham bases genéticas, como grande ferimentos nos ouvidos.
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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LIBERDADE EM PESSACH?
Para quem tem filhos em Israel, o feriado de Pessach é quase um pesadelo. Não me entendam mal: gosto de Pessach, do Seder, da Hagadá, do significado da festa e todo o resto. Mas, por mais de uma semana (nove dias, para ser mais específica), as crianças não têm escola ou creche enquanto os pais continuam trabalhando normalmente. Onde levar os filhos? O que fazer com seres cheios de energia, loucos para passear, brincar, comer fora, ir ao cinema ou ao shopping... Cursos, colônias de férias, casa dos avós? Deixar com a empregada não é opção pelo simples fato de que empregadas – do jeitinho brasileiro de ser – são raras por aqui.
Se pareço reclamar, é porque foi o meu primeiro feriadão de Pessach preocupada com o que fazer com minha filha de um ano e três meses. No ano passado, ela era muito pequena para ter "vontades". Mas agora, ela sabe muito bem como me dizer que ficar em casa é chato. Vai até a porta (com seu inseparável paninho nas mãos, claro...) e fica tentando abrí-la. Depois senta no tapete e tenta colocar o sapatinho. "Quero passear", diz na língua dela (que não entendo, mas tento decifrar).
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Pelas ruas, vejo os mesmos olhares de desespero dos outros pais. Como manter os filhos ativos sem perder as forças e entrar no negativo bancário? O melhor é levá-los aos parquinhos públicos gratuitos. Perto da minha casa tem um recém-inaugurado, muito bonito e cheio de brinquedinhos. O problema é que ficam todos lotados nessa época do ano. Tem que esperar na fila para usar o balancinho, escorregar no escorrega...
Outra opção é levar em parquinhos privados em shoppings ou fora deles, que acabam custando caro. Para entrar, a média é de 30 shekels (R$ 15). Sem contar as bebidinhas, os sorvetinhos, os biscoitinhos... Multiplica-se por nove dias e o rombo no orçamento familiar aumenta. Dinheiro também sai como água nas duas ou três vezes que a família resolve almoçar fora ou ver um filminho no cinema. Fico imaginando como será no ano que vem – e nos próximos -, quando a minha filha já estiver falando o suficiente para exigir ir ao McDonald's.
Uma coisa é certa: nunca mais vou encarar Pessach da mesma maneira. Até ano passado, a festa significava para mim um bom jantar familiar e um importante momento de reflexão quanto ao conceito de liberdade. Agora ela significa trabalho dobrado dentro de casa e nenhum tempo para pensar em liberdade. Mas tudo bem. Acho que não a primeira nem a última mãe que se desdobra nas férias escolares, não é mesmo?
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HUMOR JUDAICO

A MULHER COM O MELHOR FISICO DO MUNDO !!!

Albert Einstein e Sra....
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ESCOLTA FEMININA

Quando a ex-secretária de Estado Condoleezza Rice viajou de Jerusalém para Ramallah, no ano passado, a Tenente Liat Bershtling estava no Posto de Controle para encontrá-la. Quando a ONU no início deste ano quis transferir suprimentos de um armazém em Belém para a Faixa de Gaza, durante a Operação ‘Cast Lead’, a Tenente Limor Ben-Moshe coordenou a movimentação, e quando peregrinos cristãos quiseram realizar uma cerimônia no Rio Jordão, nas cercanias Jericó, a Tenente Shiran Avramov lá estava lá para abrir os portões da fronteira.

Bershtling, Ben-Moshe e Avramov trabalham em cidades diferentes na região da Cisjordânia, mas tem pelo menos duas coisas em comum - são todas Oficiais de Ligação da Administração Internacional Civil, e são as únicas oficiais do sexo feminino nestas funções. Os seis postos restantes da Coordenação dos Escritórios Distritais são ocupados por homens. As três oficiais com idade variando de 20 a 22 anos ocupam algumas das funções mais delicadas nos territórios e são as responsáveis pela manutenção das relações do IDF com as organizações internacionais, que são várias na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Dezenas de ONG’s, bem como entidades governamentais, atuam hoje em dia na Cisjordânia, incluindo a UNRWA, a Organização Mundial da Saúde (‘World Health Organization’), o Programa Alimentar Mundial (‘World Food Program’) e o Banco Mundial. "O nosso trabalho é a coordenação entre o IDF e as organizações internacionais", explica Bershtling, que é a veterana do grupo. "Existem várias considerações e que incluem a segurança israeli, a qualidade de vida na Cisjordânia, bem como os interesses da ONG ou do governo estrangeiro". O conceito de "Oficiais de Ligações Internacionais" é relativamente novo na Administração Civil e só foi totalmente formado no auge da Segunda Intifada. O fato que motivou o IDF para compreender a importância deste trabalho foi um tiro acidental, em novembro de 2002, que atingiu um gerente de projetos da ONU em Jenin. O funcionário, Iain Hook, havia deixado uma mensagem na secretária eletrônica do único oficial de ligação da Administração Civil Internacional para informá-lo que ele estava em Jenin, entretanto, o oficial não estava disponível naquele momento, pois acompanhava uma operação noutra parte da Cisjordânia.
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DIA NACIONAL DA IMIGRAÇÃO JUDAICA


A iniciativa do deputado federal Marcelo Itagiba (PMDB-RJ) – autor do projeto de lei nº 4.153 que institui 18 de março como o Dia Nacional da Imigração Judaica – foi aprovada nesta quarta-feira na Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal. O parecer do relator, deputado Raul Henry (PMDB-PE), favorável ao projeto de Itagiba, foi aprovado por unanimidade. Em sua justificativa, ressaltada inclusive pelo relator em seu texto, Marcelo Itagiba afirma que “é inegável a importância, em todos os setores da vida nacional, da contribuição dos imigrantes judeus para a formação social, política, econômica e cultural do Brasil”. A criação do Dia Nacional da Imigração Judaica será, agora, submetida à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e, em seguida, enviada ao Senado, para ser transformada em lei, com a sanção da Presidência da República.
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VOLTA AO LAR

Cerca de 500 direitistas e ex-colonos judeus marcharam na cidade israelense de Sderot para reivindicar o retorno aos assentamentos na Faixa de Gaza, evacuados pelo Exército em meados de 2005. As forças de segurança israelenses fecharam várias estradas de acesso à localidade e impediram que os manifestantes fossem até a cerca fronteiriça com a Faixa de Gaza, até onde os organizadores pretendiam levar a marcha, que não tinha sido autorizada, informou a edição on-line do jornal "Yedioth Ahronoth".

Mais de 20 pessoas foram detidas pela Polícia que, segundo vários ativistas, reprimiu com violência os manifestantes. "Devemos voltar a ocupar Gush Katif (o maior bloco de assentamentos em Gaza)", disse ao jornal Daniela Waiss, uma das organizadoras da manifestação.No comício que antecedeu a marcha, o líder do partido ultradireitista União Nacional, Yakov Katz, expressou sua esperança de que "o Exército lance uma nova operação, retome Gaza e leve os colonos de novo" ao território palestino, em referência à recente operação militar na qual morreram mais de 1,4 mil palestinos, na maioria civis. O rabino Shaul Halfo, ex-colono do assentamento cisjordaniano de Sa-Nur, disse que "esta terra é nossa, incluindo a Faixa de Gaza. Nosso objetivo é retornar a Gush Katif. A Polícia pode tentar evitar isso, mas nossa presença é o que importa". Israel desocupou 21 assentamentos da Faixa de Gaza e quatro do norte da Cisjordânia em meados de 2005, onde moravam mais de 8,5 mil colonos judeus. EFE |
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BBC E O VIÉS ANTI-SIONISTA

Num relatório sobre Israel, o Editor para o Oriente Médio da BBC infringiu as normas de procedimento desta corporação relativas à precisão e a imparcialidade, divulgou na quarta-feira um comitê interno de reclamações da BBC. A Federação Sionista da Grã-Bretanha e da Irlanda afirmou que os fatos verificados demonstram que a BBC tem um "preconceito" anti-Israel e que a posição do editor, Jeremy Bowen, é "insustentável". A empresa rejeitou estas alegações. "Estes fatos são extremamente sérios", afirmou Jonathan Hoffman, que é o co-vice-presidente da Federação ao Haaretz. "Eles exigem a ação urgente e visível pela BBC para restaurar a confiança do público. A BBC deveria começar pela publicação do Relatório Balen, que ela durante cinco anos, e a um custo de £ 200,000, tenta manter na obscuridade". O Relatório Balen, de 2004, é um documento interno da BBC sobre o alegado viés anti-Israel que a BBC, que é um serviço público e a maior empresa de radiodifusão do mundo, foi solicitada porém se recusou a divulgar.
Os resultados encontrados pela comissão de queixas divulgado na quarta-feira tratavam de dois artigos: Um artigo escrito intitulado "Como 1967 definiu o Oriente Médio" e publicado em 2007, e um programa de rádio chamado ’From Our Own Correspondent’ (do nosso próprio correspondente), apresentado pela Rádio 4 da BBC no ano passado. O grupo analisou estes dois casos como resultado de queixas de um membro da Federação Sionista da Grã-Bretanha e da Irlanda. Na sua análise, o ‘Trust Editorial Standards Committee Panel’ concluiu que o artigo sobre 1967 transgride a orientação relativa a precisão quando escreve que os assentamentos de Israel estão "em desafio da interpretação das leis do direito internacional, exceto as suas próprias", referindo-se ao objetivo do sionismo de alargar as suas fronteiras.

Ao analisar a reclamação por Jonathan Turner da Federação Sionista a comissão também constatou que uma declaração na rádio dizendo que o assentamento de Har Homa havia sido considerado ilegal por parte dos Estados Unidos, feriu as regras de conduta relativas da BBC a precisão. Um porta-voz da BBC informou ao Haaretz que Bowen "tinha sido informado por uma fonte autorizada de que essa era a opinião americana. "A comissão também encontrou falhas no uso da expressão "questões pendentes" no artigo escrito no qual se lê: "Os generais israelenses, extremamente auto-confiantes, principalmente sabras (judeus nascidos em Israel) com idades de 35 a 45 anos, tinham sido treinados durante a maior parte das suas carreiras para terminarem o trabalho inacabado de Israel na guerra da Independência de 1948.

A diferença que a BBC não divulga....
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PROFANAÇÃO NA FRANÇA

Cruzes gamadas pintadas com tinta preta foram descobertas de manhã num vagão e na estela do Memorial da Deportação em Drancy, perto de Paris, anunciou o ministério francês do Interior. “Uma cruz gamada com 1,5 metros de altura foi pintada no vagão e outra, de 1 metro, traçada na estela, e uma terceira ainda na parede de uma loja a cerca de 500 metros”, disse um porta-voz daquele departamento.
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Judeus deportados no Campo de Drancy durante a ocupação nazista da França.
A ministra francesa do Interior, Michèle Alliot-Marie, condenou “com a maior firmeza” as inscrições antisemitas nos lugares que recordam o programa de extermínio de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Anunciou além disso que ordenou uma investigação para descobrir os autores. Entre 70 mil e 80 mil judeus foram internados no campo de trânsito de Drancy, que foi, até à sua libertação, no dia 17 de Agosto de 1944, o principal lugar de partida de França para os campos de extermínio de Auschwitz-Birkenau. |
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VERDADES CASEIRAS SOBRE GAZA (OU A NOSSA VERDADE SOBRE GAZA)


David Horovitz , THE JERUSALEM POST
Estaríamos perdendo a capacidade de distinguir entre o que sabemos, a partir de nossa própria experiência, que é verdadeiro ou verossímil, e aquilo que outros tentam fazer com que o mundo pense a nosso respeito?
Em um suplemento do Jerusalem Post que será publicado na próxima semana para celebrar o encerramento da Páscoa judaica, Esther Wachsman, cujo filho Nachshon foi seqüestrado pelo Hamas em 1994 e assassinado numa aldeia palestina situada perto de Jerusalém, quando o exército tentava resgatá-lo, descreve comoventemente como o seu nome foi escolhido.
Terceira criança de sua família, ele nasceu na Páscoa de 1975 e seus pais escolheram seu nome em homenagem a Nachshon, o filho de Aminadav, o homem que teve a coragem de confiar em Deus e entrar nas águas, o homem que pulou no Mar Vermelho acreditando que seu povo seria capaz de atravessá-lo, o homem que mostrou aos filhos de Israel o caminho para cumprir seu destino.
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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CARNEGIE HALL E PESSACH
Uma das principais razões para se viver em Nova Iorque, ou pelo menos visitar, é o Carnegie Hall, uma das salas de concerto mais famosas no mundo. A sua acústica é imbatível (muito superior à do Lincoln Center), e desde o concerto inaugural em 1891 regido por Tchaikosvsky, apresentam-se nos seus tres auditórios os principais artistas da história da música – especialmente, mas não exclusivamente, clássica.
Foi imensamente aplaudido na semana passada o recital de música de câmera em comemoração ao bicentenário do nascimento de Felix Mendelssohn, neto do filósofo judeu Moses Mendelssohn e filho do banqueiro que se converteu ao protestantismo Abraham Mendelssohn. No programa 7 “Canções sem Palavras” (com arranjos para 2 instrumentos) e 2 “Trios com Piano”, executados pelos músicos Itzhak Perlman, Yo-Yo Ma e Emanuel Ax. O violinista (e também maestro) israelense Perlman, recipiente de 4 Emmys, 15 Grammys e medalhas dos presidentes Reagan e Clinton, celebra nessa temporada meio século de performances nos EUA. O violoncelista Ma, filho de uma cantora e de um professor de música chineses, nasceu em Paris, emigrou para Nova Iorque aos 4 anos de idade, e já recebeu mais de 15 Grammys.

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Seu CD “Obrigado Brazil”, gravado ao vivo no Carnegie Hall em 2003 com a colaboração de 5 músicos brasileiros, um cubano e uma inglesa, fez muito sucesso aqui. O pianista Ax, filho de sobreviventes de campos de concentração, nasceu em Lvov (Ucrânia) e emigrou para o Canadá aos 10 anos. Venceu o primeiro Concurso Internacional de Piano Arthur Rubinstein em 1974, em Tel-Aviv, e já recebeu 7 Grammys. Seu CD de tangos de Astor Piazzolla é ótimo. O Carnegie Hall estava superlotado, com muitas cadeiras no palco. Apesar da beleza da música e do entusiasmo da platéia, o recital ficou aquém da minha expectativa: faltou brilho ao violino de Perlman e precisão aos dedos de Ax.

Nessa semana Vladimir Feltsman foi o substituto de última hora do pianista polonês Krystian Zimerman. Vencedor do Concurso Internacional de Piano Marguerite Long em Paris aos 19 anos, Feltsman teve um início de carreira muito promissor na União Soviética, mas foi proibido de tocar em público depois que pediu um visto de saída em 1979. Após oito anos muito difíceis. chegou aos EUA em 1987 e foi prontamente convidado para tocar na Casa Branca, onde Reagan o recebeu como “herói do espírito humano”. Estreou no Carnegie Hall no mesmo ano, e desde então devota grande parte do seu tempo ao ensino de pianistas jovens. Recomendo fortemente a sua gravação dos Noturnos de Chopin. Seu recital foi excelente, combinando os 3 E’s que procuro num programa musical: entreteve, educou e entusiasmou. Abriu com a Partita No. 1 de Bach (os puristas seguramente se ofenderam com os rubatos no Prelúdio – para mim, todos de bom gosto; a Gigue, apesar de algumas notas erradas, foi veloz e elegante). Fechou com os “Quadros de uma Exposição” de Mussorgsky, numa versão repleta de detalhes interessantes, com um colorido rico e um ritmo bem mais rápido do que o da sua gravação de 2008, disponível no YouTube). O ponto mais alto, porém, foi a Sonata “Pathétique” de Beethoven, que Feltsman interpretou de uma forma totalmente não convencional, muito mais romântica do que clássica, com originalidade, habilidade e liberdade – liberdade pela qual tanto esperou e que nós, judeus, acabamos de celebrar nos oito dias passados de Pessach, como fazemos há milênios.

A Mimuna segundo tradição marroquina que celebra o fim do Pessach.
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DESENHOS POLÊMICOS SOBRE TERRORISMO

"Ahmed e Salim" é a série de desenhos provocadores divulgados na web que utiliza o humor grosseiro para descrever a vida de dois filhos de um arqui-terrorista árabe e se torna cada vez mais popular entre os surfistas da internet, ao mesmo tempo em que causa muita polêmica.

A série foi criada por dois israelenses, Or Paz e Tom Trager, que definem os desenhos como "uma série cômica sobre terroristas". Os dois são responsáveis por todas as etapas da produção desta série, um fato impressionante devido ao fato de que ambos têm empregos em tempo integral. Trager é jornalista e designer gráfico, e Paz trabalha como editor de vídeos. Seis episódios de quatro minutos cada, de "Ahmed e Salim", já foram postados na Internet. Além da página na internet com esta série os dois terroristas do desenho têm as suas próprias contas de usuário no Facebook e uma página de usuário no YouTube. A série inclui cenas extremas, que alguns observadores consideram como ofensivas.

Num dos episódios, Ahmed se apaixona por uma moça judia, que, por sua vez, acaba gostando do seu irmão caçula Salim. O preocupado pai resolve o conflito matando a tiros a menina. Noutro episódio, que foi retirado do Youtube devido a queixas por surfistas chocados, o pai sonha que havia se tornou um “ rabino judeu" e que os seus filhos fazem o que foram ensinados a fazer quando encontrarem um judeu e atiraram nos seus órgãos genitais. Mais de meio milhão de cibernautas já assistiram o primeiro episódio, que foi mostrado em janeiro, e já resultaram em mais de 3.000 comentários de usuários registrados. Os outros episódios tiveram resultados menores, mas igualmente impressionantes de média de 20.000 visitas.

Paz e Trager têm a esperança de eventualmente serem capazes de transformar numa produção para a TV, mas admitem que até o presente momento ninguém apresentou-lhes uma proposta para isso. Eles estão conscientes da controvérsia que a série tem causado, e que até já resultou em algumas ameaças de morte, mas ao mesmo tempo recebem muitas mensagens de apoio e de elogio. Parece que o mundo árabe está mostrando um interesse especial neste show cômico. A Al-Jazeera já apresentou um item sobre o assunto e Paz e Trager informam que muitos artigos, a favor e contra a série, foram publicados em jornais árabes e muçulmanos. "Alguns foram contra a série dizendo que propaga o estereótipo racista, enquanto que outros analisam os episódios explicando que os episódios não são racistas". (Ynet) |
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DESEMPREGO EM ISRAEL

As taxas de emprego entre as mulheres árabes, homens ultra-ortodoxos e pessoas sem diploma universitário, permanecem muito inferiores às metas fixadas pelo governo, e em 2007 se situavam em 22,6%, 32% e 34% respectivamente.

A meta do governo para a taxa de emprego para as pessoas entre as idades de 25 a 64 anos é de 71,1%; estes dados foram incluídos no relatório sobre 2008 publicado no domingo pelo Banco de Israel. Devido à estrutura heterogênea da sociedade israelense, e as baixas taxas de participação dos setores ultra-ortodoxos e árabes, e entre aqueles com pouca escolaridade, a taxa de emprego em Israel é significativamente menor que nos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Afim de estreitar esta faixa, o governo já definiu o aumento das taxas de emprego como um dos seus principais objetivos para o período de 2008 a 2010. O relatório afirma que a expansão da participação desses setores da população no mercado de trabalho também poderá contribuir para reduzir as taxas de pobreza.
Avishay Braverman, que é o Ministro de Assuntos das Minorias, respondeu ao relatório dizendo: "O governo Netanyahu enfrenta o desafio de colocar o desenvolvimento econômico do setor e árabe e de incrementar a taxa de emprego estão entre os seus objetivos principais". (Ynet)
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BARENBOIM E OS PALESTINOS

O Maestro israelense, Daniel Barenboim , realizou ontem um concerto no Egito e foi ovacionado pela platéia, dois meses após a primeira apresentação ter sido cancelada devido ao conflito em Gaza, enfurecendo aqueles que se opõem a normalização de relações com Israel. O maestro, que nasceu na Argentina, estava programado para realizar o concerto em janeiro, mas o mesmo foi cancelado devido a ofensiva militar de 22 dias contra Gaza e que terminou em 18 de janeiro. Este foi o primeiro concerto de Barenboim no Egito, e não agradou alguns círculos intelectuais, como o crítico musical Amgad Mustafa, que descreve a visita como uma "traiçoeira normalização" com Israel.

Mas o Ministro de Cultura do Egito foi rápido em defensa da visita de Barenboim. "Este maestro criticou as políticas de Israel e inclusive já houve até um pedido para que fosse revogada a sua cidadania", informou Faruq Hosni à AFP. Este mesmo Ministro declarou que se opõe à normalização cultural com o Estado judeu, apesar do Acordo de Paz de 1979 entre o Egito e Israel. Barenboim, de 66 anos, divulgou fartamente a sua oposição à política israelense em Gaza e a ocupação de Israel da Cisjordânia. Em 1999 ele fundou a Orquestra Oriente-Ocidente Divan, com o intelectual palestino Edward Said, que faleceu em 2003. Em 2008 Barenboim recebeu a cidadania honorária palestina. (foto-arq.)
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CONEXÃO IRÃ-VENEZUELA AMEAÇA AMÉRICA LATINA


Se os Estados Unidos ou Israel atacarem o Irã para tentar destruir o programa nuclear iraniano, a aliança da república islâmica com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, vai aumentar o risco de atentados terroristas na América Latina.
A advertência é do professor Ely Karmon, pesquisador sênior do Instituto Internacional Contra o Terrorismo, considerado um dos maiores especialistas internacionais em terrorismo.
Leia a íntegra da matéria : http://nelsonfrancojobim.blogspot.com/2009/03/conexao-ira-venezuela-ameaca-am.html
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BRASILEIRO BRILHA NA SORBONNE


Robert Fuchs é um raro caso de amor e fidelidade à música. Sendo reconhecido desde a sua infância como um dos grandes valores musicais brasileiros, ainda assim dedicou grande parte de sua vida à arquitetura. Tendo nascido no Rio de Janeiro em 1939, ali obteve sua formação musical com os professores Elzira e Luiz Amábile. Posteriormente, em Paris e Londres, estudou com renomados mestres. Embora exercendo sua profissão de arquiteto, o pianista jamais abandonou a música, pois inúmeros recitais e concertos, no Brasil e no exterior, contribuÍram para consolidar sua reputação musical.Reciclando seus conhecimentos com Mordechai Simoni, no Rio de Janeiro, depois de um longo período afastado dos palcos, decidiu agora participar do Concurso Internacional de Piano para Grandes Amadores, em março último, que teve lugar em Paris, França. Cem candidatos de 33 países participaram da competição nas provas preliminares, no Institut Hongrois. Dos 11 semi-finalistas, apenas 6 chegaram à prova final, com um altíssimo nível pianístico. Robert Fuchs não apenas estava entre eles como terminou o certame entre os 3 primeiros colocados. A Salle Gaveau abrigou esta última prova, com um público entusiasmado lotando os seus mais de 1000 lugares.
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PEREGRINOS NO RIO JORDÃO

Cerca de 7.000 peregrinos cristãos estiveram em Qasr al-Yahud, nas cercanias de Jericó, para serem batizados no lugar que se acredita ser o lugar de batismo de Jesus, no rio Jordão. Este local é o terceiro local mais sagrado para os cristãos, depois da Igreja da Natividade em Belém e a Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém. Muitos dos visitantes economizaram a vida inteira para viajarem à Terra Santa. "Estamos muitos emocionados", disse um peregrino com lágrimas nos olhos. "Ainda não conseguimos acreditar que estamos num lugar tão sagrado".

As cerimônias de batismo são realizadas no local, uma após a outra, com separação entre as diferentes formas do cristianismo. As imagens apresentadas neste artigo mostram a cerimônia do Cristianismo Siríaco que é seguido pela Igreja Ortodoxa Grega e os membros da Igreja Etíope. A cerimônia é realizada numa plataforma elevada de madeira construída sobre o rio - por motivos de segurança apenas ao chefe da denominação, o patriarca, é permitido descer do pódio para o pequeno cais de madeira e mergulhar no rio. O resto dos peregrinos se molha com a água retirada do rio com uma bomba. Depois da reforma do local, que deverá estar pronta em novembro, todos os peregrinos terão acesso ao rio.
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JUDEUS EM CUBA

(CONTINUAÇÃO)
EXCLUSIVO- NOTÍCIAS DA RUA JUDAICA

Entrevista de Adela Dworin, Presidente do Patronato da Comunidade Judaica de Cuba, Sinagoga Beth Shalom.
NRJ- Quantos judeus viviam em Cuba antes de Fidel Castro ?
Em 1959 viviam em Cuba 15.000 judeus.
NRJ- Qual a população judaica atual ?
Atualmente em Cuba habitam 1.500 judeus.
NRJ- Qual o destino da maioria dos que partiram ?
Cerca de 90 % emigrou nos anos 60, 70 e 80 com diferentes destinos. A maioria vive atualmente nos Estados Unidos, outros em Israel, Venezuela, Panamá, Mexico e etc.
NRJ- Quais as atividades principais dos que moram atualmente em Cuba?
A maioria dos miembros da Comunidade Judia de Cuba são profissionais médicos, engenheiros, arquitetos e professores.
NRJ- Quantas instituições judaicas e sinagogas existem em Cuba? Existe escola judaica? Ensinam o hebraico ou a religião judaica?
Existem três sinagogas na Cidade de Havana, uma em Santiago de Cuba, uma em Camagüey, e pequenas comunidades em Santa Clara, Sancti Spiritus, Caibarién, Cienfuegos, Granma e Guantánamo. Na Escola Dominical se ensina hebraico, religião judaica e tradição.
NRJ- Existe liberdade de culto em Cuba?
Sim. Existe libertade de culto em Cuba.
NRJ- Sentiu antissemitismo no governo de Fidel Castro? E no do sucessor ?
O antissemitismo nunca existiu em Cuba
NRJ- Os judeus cubanos frequentam as sinagogas e as instituições judaicas, incluindo a celebração do ano novo judaico?
Os judeus de Cuba assistem a todas as festividades judias em Cuba, incluindo Rosh Hashná e Iom Kipur.
NRJ- Existem judeus em Cuba interessados na vida e nas noticias de Israel ?
Os judeus cubanos estão interessados na vida e na política do Estado de Israel e recebemos jornais, revistas e outros materiais que permitem estarmos atentos aos acontecimentos que ocorrem em Medinat Israel.
NRJ- É permitido aos judeus fazerem a aliah para Israel ?
O governo cubano autoriza a todos os judeus e seus descendentes a emigrar para Israel.
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EVENTOS SOCIAIS



Mais de 300 jovens se reuniram para o 1º Seder de Pessach, tradicionalmente organizado pelo Beit Lubavitch, desta vez no salão nobre do Clube CIB. Este evento já é famoso ao redor do mundo. Meses antes, estes jovens se programam para estar na 1ª noite de Pessach no Rio de Janeiro. “A emoção foi muito grande... centenas de jovens vibrando e cantando juntos!” afirma Rabino Ilan Stiefelmann, organizador do evento e rabino do Centro de Estudos M.I. Messer – Lubavitch Copacabana. Como surpresa entre os convidados se encontrava um dos famosos atores de Israel, Moti Guiladi que trouxe pessoalmente votos de sucesso para este Seder do 1º ministro de Israel, Biniamin Netaniahu. “O ambiente estava agradável, a comida muito boa... foi uma experiência maravilhosa!” – relata Tali Shimoni, uma das participantes.


Anna Bentes Bloch, viúva de Adolpho Bloch, recebeu amigos para o Seder de Pessach no seu apartamento em Copacabana. O orador de honra foi o cardiologista Dr. José Feldman. Nas fotos, Anna e o casal Feldman, com o Dr. Ivo Pitanguy, entre o pintor Romanelli e Bernard do vôlei e respectivas senhoras.
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CONVITE
No próximo dia 04 de junho, as 20,00hs.
A Augusta e Respeitável Loja Simbólica Rei Salomão, estará recebendo para uma conferencia com debate os ilustres Vice-governador Alberto Goldman, o Deputado Federal e secretario Walter Feldman e o Vereador Floriano Pesaro.
Apreciaríamos a participação para esta que será uma sessão publica de todos os membros da ordem, seus familiares e amigos para prestigiar devidamente estes próceres representantes da nossa comunidade junto à comunidade maior.
4/06/2009, as 20,00hs a rua Teixeira Mendes 54
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O CENTRO DE HISTÓRIA E CULTURA JUDAICA - CHCJ
convida a todos para os lançamentos que ocorrerão no dia 27/04 a partir das 19 horas,
na Livraria da Travessa, sito a Rua Visconde de Pirajá, 572.
TRIBUNAL DA HISTÓRIA
VOLUME II
PROCESSOS DE FORMAÇÃO DA
IDENTIDADE JUDAICA E DO ANTI-SEMITISMO
Saul Fuks (org) * Bella Jozef * Bernardo Sorj * Davy Bogomoletz * Francisco Moreno de Carvalho*
Henrique Rzezinski * Jacob Dolinger * Luiz Nazario * Marcos André Gleizer * Nachman Falbel *
Oren Boljover * Paulo Blank * Paulo Geiger * Renato Lessa * Sérgio Margulies
Na ocasião, será também relançado o livro do Prof Edgar Leite,
PENTATEUCO
UMA INTRODUÇÃO
C O N V I T E

O Museu Judaico do Rio de Janeiro convida para o encerramento do projeto Comunidades Judaicas da Central do Brasil, realizado com a participação de antigos moradores da região (Madureira, Méier e adjacências). Na ocasião, haverá uma exposição referente às comunidades; uma apresentação artística com a participação de Clarice Szajnbrum, Lia Engelender, Fernando Resky, Gilberto Marmorosh e a apresentação de um vídeo do aniversário do Grêmio do Méier (27/10/1956).
Dia: Terça-feira, 28 de abril de 2009
Hora: 18h
Local: Museu Judaico, Rua México, 90 sala 110 – Centro –
Rio de Janeiro (Metrô Cinelândia – Saída: Pedro Lessa)
Telefone: 2524-645
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QUERIDO AMIGO OSIAS
Por meio deste quero agradecer-lhe as palavras carinhosas e estimulantes, que sempre e generosamente tem-me dirigido. Houve até uma ocasião que não apenas me surpreendeu, como emocionou-me. Muito grata, mesmo, por tudo que me ensinou, desde o último Pessach, até este, que se aproxima.
Desejo-lhe, com Jorge e nossa família, que tenha um Feliz Seder e uma semana de Pessach com muita Paz, ótima Saúde, Alegrias várias e toda Ordem que você e Suzi desejam!!!
Shalom,shalom,
Denise Levy Tredler
P.S: sinceros parabéns pelo jornalismo verdadeiro e ético, que exerce através a sua Rua Judaica. É veículo que vai muito além da mera informação bombástica, que não raras vezes temos visto na vite press (ou fast journalism), da atualidade.
N.R.- Denise Levy Tredler é Desembargadora da Justiça no RJ.
Verdade meu caro Osias.mas tornou-se o nosso dia a dia .vj por exemplo o caso que alias lhe mandei do desmentido atraves do jornal Jerusalem Post sobre o exercito israeli.NADA........simplesmente nada,,,mas as manchetes continuam.......como sempre acontece em nosso dia a dia!!!!!Mas.parabens,pois vc foi o primeiro que expos um caso inedito.mas por serem de alguns judeus a mesa com o presidente da maior nacao do planeta e ..melhor calar-se.Alias ate os (as) jornalistas judeus brasileiros que moram em Israel.....imagine os nao judeus!!!Chag Shamear
abram sztutman-Asqkelon- Israel
Osias,Belíssima noticia esta.Parabéns, Shalom
Mario Pedro Lagus
Querido Chaver Osias, Shalom! Parabéns pela cobertura jornalística acerca da realização do sêder na Casa Branca, com a recepção oficial do Presidente norte-americano, Barack Obama, e sua família! Parabéns pelo seu jornalismo de altíssimo nível, o qual serve de modelo e inspiração para as novas gerações de jornalistas! Que setores insensíveis da imprensa mundial tenham desmerecido o evento, não importa! O que importa é que os Estados Unidos e o Estado de Israel são duas tradicionais e sólidas democracias, as
quais representam os mais sublimes valores do Ocidente. Importa que o presidente Barak Obama, assim como o seu antecessor, George W.Bush, apesar das diferenças de estilos políticos, são dois grandes amigos de Israel e também os melhores estadistas norte-americanos, desde o fim do governo de Ronald Reagan. Hag Pessach Sameach para a querida comunidade judaica norte-americana e seus amigos especiais como Barack Obama e George W. Bush. Hag Pessach Sameach para você e sua família e para toda querida comunidade judaica brasileira, que com seus valores e labor, tem contribuído - e muito! - para a grandeza do nosso querido Brasil e amizade especial que o une ao Estado de Israel! Abraços cordiais,
Marcelo Walsh
A imprensa internacional sempre dá demonstrações de sua posição anti-Israel, o que não é novidade. Parabenizo o Obama por sua posição independente e clara. É desta forma, sem ficar hipócritamente em cima do muro como muitos governos ficam quando se trata da questão Israel-Palestina, que se poderá solucionar os graves problemas que os afligem.Aproveito para cumprimentá-lo pelo Pessach. Paz e renovação é o que lhe desejo,Saudações,
Regina Caldas
Estimado Amigo, Jornalista, Osias. Ninguém no mundo pode desconhecer o valor do Povo Judeu, a inteligência e a contribuição deste povo pelo bem da humanidade, a exemplo de Sabin e de Einsten e de tantos outros e de você, Osias que leva a todos as notícias brilhantes, receba o abraço deste amigo e os meus votos de felicidades, Viva Israel.
Roberto C. Del'Secchi, organizador da Antologia Del'Secchi,
Ninguém me acreditou, demonstrando alegria quando Barak Obama teve a maioria de votos, tornando-se presidente dos Estados Unidos. Tenho certeza de que vencerá o caminho incerto da crise mundial. É um homem inteligente e soube usar a inteligência. VAI VENCER, sim. Atenciosamente,
Asta Gatz
Ola Osias, Voce repassou a foto para a grande imprensa? O Globo, Jornal do Brasil, O Estdo de SP. Folha de Sao Paulo, etc.? abraços da
Rosa Saposnic Chut
ps- A Rua Judaica está fenomenal..Parabens
Osias,Você devia mandar essa mensagem pro Lula...Quem sabe ele imita.Shalom
Victor Koifman
Inominavel o nao destaque,por outro lado, o mais importante, o fato ocorreu!
Rafael Jaimovick.
A participação do Presidente da maior liderança mundial em um evento anual que recorda a libertaçãoobtida pelos ancestrais hebreus e atuais judeus, - praticada por diversos grupos e famílias em várias localidades como por cinco famílias amigas e apreciadoras do judaísmo tradicional em Salvador no bairro do São Gonçalo - reforça a esperança de um mundo que desobstrua as fronteiras da ignorância e brinde liberdade inteligente aos povos.
Kabralivrim - Yiechanochel
Caro Osias, gostei do debate com o Fábio Koifman, e independente de nossas diferentes formas de pensar,
Fabio me parece uma pessoa de excelente nivel. Favor passar para ele meu email pessoal, caso ele quiser
continuar o contato comigo.
Fernando Bisker
Caro Osias, quem dera o governo do presidente Lula, tivesse mais homens ao estilo do ministro Minc, porque com certeza mais vozes se levantariam contra essa besta da américa latina "Hugo Rafael Chavez Frias." Conhecido por todos como Hugo Chavez. Recentemente fiz uma viagem de carro com minha esposa e filhas por quase toda a Venezuela, e digo a todos os irmãos: A Venezuela de hoje é quase que totalmente anti-semita! Nas grandes cidades o comércio é dominado por comerciantes libaneses, persas(iranianos), e arabes em geral. Em quase todos existe adesivos como por exemplo "Palestina no te riendas" "Fuera Israeli" e nos muros as pixações são latentes, "Muerte a los esraelis". Da fronteira de Roraima até Caracas o anti-semitismo é geral! Eu que todo ano nas minhas férias escolhia a ilha de Margarita no caribe venezuelano para levar a família, a partir de agora vou rever meus conceitos. Que a chama da liberdade queime a loucura existente no coração do Sr, Hugo Chaves! Shalom.
Odely Sampaio
Sr. Osias, Antes de mais nada feliz pessach para o senhor e toda sua família. Parabéns pelo seu trabalho no “Noticias da rua Judaica”, ele é fundamental para a comunidade conhecer a verdade de tudo que acontece do nosso interesse. O motivo deste e mail é para eu ter certeza de um fato, que talvez o senhor pudesse me esclarecer. Quando da ultima guerra na faixa de Gaza, o PT lançou um manifesto de apoio total aos palestinos e condenando o estado de Israel. Chegou ao meu conhecimento que a Clara Ant e Jaques Wagner teriam assinado este manifesto. Procede isto ou não? Agradeço pela atenção.
Tobias Kogan
N.R.- Os dois citados, e mais 38 membros do PT, assinaram um manifesto criticando a direção do partido pelo citado documento .
Estimado Chaver Osias, Shalom! Nesses dias em que se celebra a festa de Pessach, constitui a oportunidade ideal para se recordar o seu profundo significado e a sua atualidade. Qual a importância de se recordar Pessach? A Tradição Judaica ensina que Pessach é uma festa vinculada ao povo de Israel, tendo à frente o líder Moisés (Moshe). Um dos valores característicos de Pessach, convém enfatizar, é o valor da Liberdade para o povo hebreu que vivia sob a dominação férrea do Faraó no Egito, valor tanto particular como universal. A festa de Pessach – celebrada por oito dias, quando fora de Israel, e sete, em Israel – possui, como ponto central, a realização do seder, jantar especial que, pela simbologia, conta toda a história da escravidão e da conquista da liberdade pelo povo hebreu, e que se revive de geração à geração. Neste ano em que se celebra Birkat HaChamah (a Bênção do Sol), a cada 28 anos e sempre numa quarta-feira pela manhã do mês de Nissan, e neste ano de 5769, o povo judeu sai de suas casas, escolas, escritórios e sinagogas – olham em direção ao sol e agradecem a D’us por ter criado o mundo. Nesta data, que neste ano será celebrada dia 8 de abril, os judeus são incentivados por seus sábios a reunir o maior número possível de pessoas, entre amigos e familiares, para um encontro pela manhã em parques, praças, campos e outras áreas externas a fim de recitar a seguinte berachá pela manhã: Baruch Ata Ado-nai Elo-hei-nu Melech HaOlam Ossê Maassê Bereshit(“Bendito és Tu, Senhor nosso D’us, que renova os atos da Criação”). Pessach – esse legado do querido Povo de Israel - também contém ensinamentos valiosíssimos para a Nova Ordem Internacional. Nas mais diversas partes do globo, em que os obscurantismos dominam, a revitalização do ideal de Liberdade, da Democracia e da Justiça torna-se imperiosa. Que o ideal de Fraternidade Universal, presente na mensagem de Liberdade de Pessach, triunfe! Hag Pessach Sameach!
Marcelo Walsh e Família
Caro Amigo Osias,Boas Notícias! Inscrevi-me no programa Amigos & Família da rede InterContinental de Hoteis (IHG) e agora posso oferecê-los descontos em estadias de hotel. Como um amigo ou membro de família, você agora tera acesso a tarifas especiais de hotel únicamente disponíveis a amigos e a família de empregados da rede IHG! As informaçoes e as regras para reservar a tarifa estão disponíveis no "website" do programa acessível atraves do "link" http://www.ihgfriendsandfamily.com/chjcdg
Ivo Jacome- Tel Aviv - ISRAEL
Defesa Sempre é Amor á Vida. O Irã e o Hamas podem desdenhar o quanto for, mesmo ajudados pelo perfídia tola chavista ou pseudo-social-comunista (ainda que brasileira e petista!), mas o ato solene e correto de Israel se defender mediante o ataque de criminosos internacionais e dos que os apoiam é tanto plausível como compreensível. Que seja pela cultura milenar hebraica antes e após a presença documental da Toráh ou por todos os direitos adequadamente conquistados nos últimos dois séculos, Israel deve se defender por meio do ataque inteligente e deve ser apoiado pelos cidadãos equilibrados do mundo, mundo que sempre será de alguma forma judeu e judaico.
Cesar Augusto Cabral Arévalo - Kabralivrim - Yiechanochel.
Hoje, o radialista Roberto Canázio, Rádio Globo - RJ, denunciou em seu programa que o grupo ultraconservador católico romano "Opus Dei" encaminhou para diversas paróquias católicas, em todo o Brasil, um texto antissemita, acusando os judeus de serem deicidas, de que mataram Jesus Cristo, de que vivem nas trevas e na ignorância e que precisam ser convertidos etc., inclusive com divulgação na Internet, e que qualquer pessoa pode solicitar a esse grupo exemplares do referido material. O radialista Roberto Canázio repudiou a atitude do grupo e declarou que eles querem provocar uma espécie de guerra santa no Brasil e afirmou, ainda, de forma incisiva, para os seus ouvintes, que os judeus não mataram Jesus Cristo e nem são deicidas. Falou ainda da necessidade de sempre existir um diálogo fraterno entre as diversas religiões. Durante cerca de 10 minutos, o radialista Roberto Canázio abordou este assunto no seu programa.
Jorge Bastos Furman
Prezado Ozias,Shalom!Gostaria de algumas informações, a pretexto de pesquisa pessoal para compreensão deste tão complexo processo permanente de ser judeu neste mundo em constantes mudanças políticas e religiosas, sobre o que vem ocorrendo com as comunidades judaicas em territórios do entrono de Israel, tais como da Turquia, Síria, Líbano, e assim por diante, bem como gostaria imensamente de conhecer e compreender como ficam os judeus "diasporados" para o território pedregoso e gelado (hoje, 12/04/2009, com temperaturas oscilando entre +1 e +3º C) do "Jewish Autonomous Region - JAR", que parece ser uma comunidade judaica completamente isolada e esquecida pelo restante do mundo, inclusive com mais idade de existência oficial do que nosso próprio Estado de Israel. Gostaria de sua única capacidade de relatar e direcionar os estudos, assim como sua única capacidade excepcional de conhecimento e vivência em assuntos judaicos, sendo que eu nunca poderia esquecer de seus períodos à frente das representações de nossa comunidade. Ozias, meu querido "chaver", apreciaria muitissimo seu auxílio e, caso seja possível, as indicações para que eu possa pesquisar adequdamente e retirar do conteúdo meus esclarecimentos. Quero deixar meu agradecimento antecipadamente registrado, pois acredito poder compreender que seu tempo é escaço e exíguo mas, como um grande conhecedor de nossa cultura, nossa tradição e nossa isnerção mundial sob aspectos os mais variados possíveis, apreciaria imensamente seu auxílio direto. Mui Atenciosa e Respeitosamente,
Wolf Girsas
Obrigado pelo material que me enviam. Embora não tenha conseguido ainda assistir a um ato religioso em uma sinagoga, aprecio muito a determinação dos judeus e seu esforço de ajuda mútua. Gostaria de continuar a receber seu material. Todá.
Leme Franco
Causa perplexidade o retrocesso de Israel, o processo anti-civilizatório da sociedade israelense, fomentado, promovido pelo fundamentalismo ortodoxo judaico, que se apoderou, infelizmente, pelo voto da maioria de seus habitantes, a juntar como normal estatal uma fé cega, sectária, irracional, idolatra, tal como ocorreu nos paises islâmicos, abandonando a tolerância, a racionalidade, o estudo, o conhecimento humano, os avanços sociais democracia, igualdade do gênero humano homem e mulher, direitos humanos para homem e mulher, pelos quais a Diáspora judaica lutou e sofreu por 1813 anos quando saiu do gueto, após a Revolução Francesa. Assim, como se fosse pouco às afrontas físicas e morais que sofrem diariamente as mulheres judias israelenses sob o guante do preconceito e discriminação machismo religioso ortodoxo, fazendo dela um ser inferior, com a tomada do poder político pelo fundamentalismo judaico, surge a perversão de ofendê-las oficiosamente, retirando-a de fotos do governo israelense, como se fossem seres repulsivos e detestáveis, no pior estilo da tirania stalinista. Uma vergonha! Se em Pessach, lembramos na Diáspora a libertação dos judeus, homens, mulheres, velhos e crianças da escravidão do Egito, agora temos de paradoxalmente nos bater pela libertação da mulher judia do tratamento ignominioso que sofre fundamentalismo religioso predominante em Israel, um Estado que deveria judeu moderno e democrático, como sonhou a “Gola” por mais de dezoito séculos, 1813 anos.
Marx Golgher – Belo Horizonte- MG
Sr. Osias, Gostaria de ver uma maior cobertura e o ponto de vista da comunidade em relaçao ao caso de Sean Goldman, menino brasileiro/americano que está sendo vítima de batalha judicial. Sou leitora do Notícias e observo a influência da mídia nesse processo.
Andréa Rodrigues
Prezado Osias: Entre uma das minhas metas será divulgar ainda mais noticias da comunidade judaica para o nossos pastores e as noticias do Estado de Israel. Elas são sempre bem recebidas no nosso meio. Quando oficialmente assumir as novas funções informarei a você! Um fraterno abraço,
André Gadêlha
Em clima de muita alegria, as familias judaicas de Rondonia reuniram-se, no dia 8 de abril, para comemorem a Páscoa (Pessach), que festeja a saida do povo judeu do Egito, quando o povo partiu, livres, em direção a Canaan, A Terra Prometida, guiados por Moisés. O Evento foi promovido pelo Centro Judaico do Estado de Rondônia - CEJURON. A Cerimonia Milenar foi conduzida, em Porto Velho, por Abraham Serruya, presidente do CEJURON. As fotos podem ser vistas no site do Grupo de Estudo Judaico Kol-Ivry (www.kolivry.org ou http://www.100fila.com.br/kolivry/Pictures/cat.asp?iCat=890&iChannel=3&nChannel=Pictures)
José Elarrat-Secretário do Grupo de Estudo Judaico Kol-Ivry
FIQUEI FELIZ EM RECEBER ESTE EMAIL.SOU FOTÓGRAFO COMUNIDADE,CASO PRECISEM MATÉRIA,RELATIVAS A EVENTOS SOCIAIS COMUNIDADE JUDAICA ,ESTAREMOS SEMPRE DISPOSIÇÃO.ABRAÇOS
RICARDODNIGRI -MARIMBONDO
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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