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Osias Wurman
Jornalista
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NEM SÓ DE FESTAS
Se juntarmos as declarações dos últimos dias de Osama Bin Laden com as de Mahmoud Ahmadinejad, referentes à existência de Israel, poderíamos imaginar que estamos na década de 30, na Europa nazista, esperando o pior acontecer. Na verdade, existe intensa mobilização internacional para evitar que o Irã obtenha armas nucleares, mas em território israelense, os filhos de Bin Laden e Ahmadinejad não esperam por promessas e continuam com as agressões impunes, atingindo e humilhando semanalmente aos civis israelenses. Na semana passada, um foguete Grad de fabricação iraniana, atingiu um lotado shopping - center na cidade de Asquelon. As cenas foram dramáticas, com mais de 14 feridos, alguns graves, e mãe e filha hospitalizadas na UTI. Em contraste com este cenário, tivemos duas importantes declarações "ameaçadoras”: a primeira de Ehud Olmert, que ameaça renunciar se for indiciado pela policia no caso de suborno. A outra veio de seu " parceiro para a paz", Mahmoud Abbas, dizendo que renunciaria se o Estado palestino não for criado em seis meses. Estas duas hipóteses são as mais prováveis, para os observadores políticos da região. Dois fracos e impopulares políticos, mergulhados numa crise de ódio, terror, ameaças e rancores. Nem só de festas vive o povo de Israel!
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Cena dramática de uma sapato ensanguentado da
menina atingida no shopping-center de Asquelon

A criança ferida gravemente sendo atendida
na UTI do hospital de Asquelon
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MINC E A COMUNIDADE

Muito já foi falado e escrito sobre o currículo do novo Ministro de Ambiente do Brasil, o jovem deputado estadual Carlos Minc, ex-secretario estadual de Ambiente do Rio de Janeiro. Importante lembrar a identidade de Minc com a comunidade judaico-brasileira, com destaque para suas origens, neto de imigrantes judeus-poloneses, e filho de Luis Baumfeld e Fany Minc Baumfeld. Dotado de múltiplas qualidades pessoais, destaca-se por sua integridade moral, competência profissional e um profundo sentimento humanista. Temos certeza de que o Ministro Carlos Minc será mais um motivo de orgulho para todos nós.
Mensagem recebida pelo Noticias da Rua Judaica em abril de 2008
Irmão Osias, esta sua avenida da dignidade judaica tem construído uma cidade de informações, reflexão, memória e de altivez. Você toca as pessoas como um cão vivo debaixo dos lençóis, debaixo das camisas ( João Cabral de Melo Neto) e evoca ação, respeito, posicionamento - e isto, numa época de mil canais na NET, de poluição de informação e de indiferença generalizada não é pouco. Orgulho do teu trabalho. Saudações eco-judaicas do Carlos Minc – Secretario Estadual de Ambiente do RJ
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Minc com sua “idishe mame” Fany, uma tradicional ativista comunitária,
presidente do grupo Miriam Wurman de Naamat Pioneiras do RJ

O então senador Sergio Cabral, atual governador do RJ, foi entrevistado
por Minc para o Comunidade na TV da FIERJ, em 2006

Em 2003, no evento de Iom Hatzmaut, com Marcelo Itagiba,
Israel Klabin e embaixador Daniel Gazit

Com Clara Ant na ACRJ por ocasião da outorga da Medalha Visconde de Mauá,
grau ouro, para Embaixadora Tzipora Rimon e Osias Wurman

No show Coexistência da cantora israelense Einat Saruf e Toni Garrido, com
senador Francisco Dornelles, Oswaldo Aranha Neto e sra., Guida Minc e Gabriela Itagiba

Nos 60 anos de Osias Wurman com Jairo Sender, Ruth e
Arnaldo Niskier, Guida Minc e Joaquim Ferreira dos Santos

Minc preside a cerimônia do Iom Hashoah e Iom Hatzmaut na
Assembléia Legislativa do RJ, sob co-autoria da deputada Jurema Batista

Diane Kuperman fala em evento de apoio eleitoral a Minc
e Itagiba, numa iniciativa de Suzana Wurman

Em jantar homenagem ao governador da Bahia Jacques Wagner

Na posse da FIERJ, em 2002, com Luis Eduardo Vasconcelos,
conselheiro das Empresas Globo

Carlos Minc é o único deputado estadual do RJ a outorgar a Medalha Tiradentes,
maior comenda do legislativo fluminense, a um presidente da FIERJ no exercício da função
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BUSH EM ISRAEL

Logo após sua chegada para participar das celebrações do 60º aniversário de Israel, o Presidente George W. Bush fez a promessa solene de continuar o apoio dos EUA à Israel. “O objetivo dos Estados Unidos deve ser o apoio ao nosso mais forte aliado e amigo no Oriente Médio e, ao mesmo tempo, falar sobre um futuro esperançoso”. Também deu indicações de que pretende trazer um novo impulso para a paz entre Israel e os Palestinos durante sua viagem. Quando discursava num encontro com o Presidente Shimon Peres, Bush afirmou que os 60 anos de democracia em Israel são motivo de otimismo para uma mudança dramática por todo o Oriente Médio. “O que aconteceu aqui é possível de acontecer em qualquer lugar”. O Presidente americano expressou algum otimismo de que poderia atingir um tratado de paz israelense-palestino antes do término de seu mandato, em janeiro de 2009. Shimon Peres, ganhador do Prêmio Nobel da Paz, apoiou o otimismo em relação a um |
Bush recebido na casa
de Peres em Jerusalém |
acordo para o Oriente Médio, declarando que os israelenses querem trabalhar com os palestinos. “Nós não somos seus inimigos”, afirmou. “Gostaríamos de ver os palestinos vivendo juntos”, declarou. “Eles tem sofrido a maior parte de suas vidas. A separação é uma tragédia para eles e para nós”. Peres criticou o Hezbollah que deseja destruir o Líbano e acusou o Hamas, o grupo militante que controla a Faixa de Gaza, de trabalharem para evitar a criação de um estado Palestino. |
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O AMIGO JON VOIGHT

Jon Voight, ator laureado com o Oscar, esteve em Israel para expressar o seu fervoroso apoio ao povo judeu e sua oposição à proposta de trocar terras por paz com os palestinos. Na terça-feira passada, Voight visitou Sderot, a cidade na parte oriental do Negev que sofre ataques regulares de foguetes Qassam lançados da Faixa de Gaza. Também se encontrou com vítimas do terror e deu as boas vindas a um grupo de crianças trazidas a Israel através do Programa “Chabad Lubavitch para Crianças de Chernobyl”. O ator Jon Voight é mais conhecido pelo seu notável desempenho no filme “Midnight Cowboy”, de 1969, e sua participação na década de 70 em filmes que incluem “Deliverance” e “The Champ”. Atualmente ele é mais conhecido como o pai da Angelina Jolie. |
John Voight dança em Israel com jovens e crianças salvas do desastre de Chernobyl na Rússia
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EM MEMÓRIA DE IRENA SENDLER

A heroína polonesa
Irena Sendler |
A heroína polonesa Irene Sendler morreu na segunda-feira passada de pneumonia, num hospital da Polônia, aos 98 anos. Os horrores do Holocausto ainda permaneciam vivos na memória de Irena, que com um pequeno grupo de amigos teve o mérito de conseguir retirar 2.500 crianças judias do Gueto de Varsóvia. Sendler foi uma das primeiras pessoas a ser agraciada com a mais alta honraria do Yad Vashem – o Memorial do Holocausto de Israel, sendo declarada em 1965 como uma “Gentia Justa e Honrada” (Righteous Gentile), que com o risco de sua própria vida salvou judeus durante o Holocausto. Mas foi somente nos seus anos dourados, que foi reconhecida pelo governo polonês que, juntamente com grupos de sobreviventes do Holocausto, indicaram-na como candidata ao Premio Nobel da Paz, após décadas de esquecimento. A história de Sendler, e suas ligações com a comunidade judaica, começaram nos arredores de Varsóvia onde, ainda menina, foi ensinada que pessoas são boas ou más e não deveriam ser julgadas com base na raça, religião ou nacionalidade. Isto ela declarou, numa entrevista em 2004, para o The Jerusalem Post. “O que eu fiz teve raízes na casa da minha família” afirmou Sendler, quando contava a sua história através de um intérprete. |
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VERBORREIA DE GERALD THOMAS

No dia 12 de maio, o teatro do Salão de Atos da UFRGS foi palco de mais um "Fronteiras do Pensamento", evento que traz a Porto Alegre grandes pensadores e renomados nomes da cultura nacional e internacional. Na noite de segunda-feira (12.5) um dos convidados foi o escritor e diretor de teatro Gerald Thomas, que dividiu o espaço com o também dramaturgo e cineasta espanhol Fernando Arrabal. Conhecido por sua personalidade polêmica, Thomas abandonou o teatro antes do final de sua palestra vaiado pela platéia. Além de não ter respeitado seu companheiro de palco, o brasileiro levou seu discurso de forma agressiva e arrogante. O que mais chocou os membros da comunidade judaica presentes no evento foram as posições de Gerald sobre o Holocausto e Israel. "Sou neto de pessoas que morreram no Holocausto e isso não me dá o direito de pisar em nada. Acho isso um horror, a indústria do Holocausto", e foi adiante: "Sou contra o Estado de Israel. Terra prometida por quem? |
Gerald Thomas |
Quando estive lá, a convite da revista caras, sim, porque com meu dinheiro jamais iria, quis apertar a mão de Yasser Arafat." Neste momento cerca de 20 pessoas se retiraram do teatro. Thomas, acidamente comentou: "Xi, esqueci que estou no Bom Fim, mas também não estou nem ai; tem que varrer esses fungos, essa poeira." (fonte:FIRGS) |
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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HISTÓRIA MAL CONTADA
Em geral, não me incomodo "muito" com cobertura das agências de notícias em Israel e nos territórios palestinos. Digo "muito" porque escrever sobre o que acontece por aqui é uma arte. Tudo é muito sensível. Cada palavra tem que ser pensada e repensada para não melindrar ideologias ou demonstrar tendências. Em geral, a Associated Press costuma enviar textos neutros, centrados nos fatos ocorridos e sem muita adjetivação. Já a Reuters e a agência France Press têm me decepcionado, ultimamente.
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Idosa palestina com a suposta chave
de sua antiga residência durante
manifestação do Nakbah |
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Tomem como o exemplo a versão da Reuters para a criação de Israel inserida numa reportagem sobre a celebração da ''Nakba'' (''catástrofe'') pelos palestinos – que soltaram balões pretos e fizeram dois minutos de silêncio na quinta-feira passada para lembrar a independência do Estado Judeu, em 1948:
"Os estados árabes em volta da Palestina do Mandato Britânico foram à guerra em 1947 por causa de uma resolução da ONU dividindo a Palestina do Mandato em dois Estados, um judeu e um árabe. Eles disseram ser injusto perder o que eles afirmam ser terras ancestrais para acomodar imigrantes judeus em busca de um estado depois do Holocausto Nazista, no que os judeus encaram como um retorno à antiga pátria judaica da Bíblia. Mas as forças sionistas tomaram um grande pedaço maior da Palestina do que o destinado a eles sob o plano de partilha da Palestina, e cerca de 750 mil palestinos foram expulsos ou fugiram durante as hostilidades de 1947/1948."
Segundo a Reuters, Israel foi criado para "acomodar imigrantes judeus" depois do Holocausto. Não havia mais de meio milhão de judeus por aqui antes e o sionismo já não contava com décadas de existência. Fora isso, as "forças sionistas" tomaram mais do que deveriam da terra, provavelmente por maldade pura. Apesar de mencionar que houve uma guerra, a Reuters não explica que essa "tomada" de partes da Palestina foi resultado direto das hostilidades de cinco exércitos árabes.
Essa versão da História começa a se fortalecer pelo mundo. É a versão do presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad, por exemplo. Para ele, a ONU criou Israel para "acomodar" sobreviventes do Holocausto às custas dos árabes, que foram expulsos de onde moravam para dar lugar aos refugiados judeus europeus. Ahmadinejad não leva em conta que metade da população israelense é composta por mizrahim, judeus que vieram de países árabes e que não foram vítimas diretas do Holocausto (apesar de também terem sofrido perseguições). E que a ânsia judaica por um lar nacional antecede os nazistas e suas atrocidades. A ignorância pode transformar a criação de Israel, há 60 anos, numa história mal contada, simplificada demais e recortada para servir à retórica de certos líderes atuais |
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GLOBO REPÓRTER

A Rede Globo destacou-se na iniciativa de lembrar a independência de Israel. O programa Globo Repórter apresentou uma bela imagem turística do jovem país de 60 anos, com mensagens de paz e fraternidade. A diretora da reportagem Maria Thereza Pinheiro publica uma emocionada mensagem no site da Globo sobre os bastidores da produção: “Os judeus, quando rezam na Páscoa, dizem "o ano que vem em Jerusalém". Embora não seja judia, conheço a oração que, para mim, se tornou um mantra. Todo ano, durante dez anos, eu propunha a mesma pauta. Durante dez anos, por razões variadas, minha sugestão ficava para o ano seguinte. Até que, enfim, cheguei a Jerusalém em fevereiro. Um convite da Confederação Israelita Brasileira ajudou a viabilizar o programa e finalmente embarquei com o repórter cinematográfico Hélio Alvarez e o técnico de áudio Robson Silva. Lá estava meu colega e amigo, o correspondente Alberto Gaspar..... Nosso desafio, proposto pela diretora do programa, Sílvia Sayão, era mostrar como é Israel além do que a gente vê nos telejornais em dia de atentados, invasões, guerras, conferências de paz fracassadas. Que vida existe naquele país? Como eles se relacionam entre si e com seus vizinhos palestinos e o com os árabes israelenses? Quem sãos 5,5 de judeus, de 80 origens diversas, que moram no país? ..... Tivemos a sorte de encontrar uma produtora maravilhosa, a Renata Malkes, correspondente do jornal "O Globo". Por indicação do Gaspar, ela produziu o programa. Há seis anos em Israel, Renata, que nem 30 anos tem, é uma danada! Judia carioca, fez a aliá, ou seja, imigrou para Israel. Fala hebraico perfeitamente, ainda que diga ter sotaque cariosa, o que, por razões óbvias, não percebo. |
A equipe global em Israel e Alberto Gaspar com Renata Malkes
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A POPULARIDADE DE ABBAS

Barghouti é o mais popular para palestinos |
O Índice de aprovação do governo palestino na Cisjordânia caiu 13 pontos percentuais desde janeiro, e o presidente Mahmoud Abbas teria problemas para ganhar uma eleição caso fosse feita agora, conforme pesquisa publicada na semana passada. A pesquisa foi conduzida numa época de frustração crescente dos palestinos com as conversações de paz que estão estancadas com Israel, e da economia em estagnação. Negociações sobre os assim chamados assuntos chaves como as fronteiras do Estado palestino, a divisão de Jerusalém, e o destino dos refugiados, foram re-iniciadas este ano. A pesquisa foi conduzida com 1.200 palestinos pelo órgão independente “Arab World For Research and Development”, e tem uma margem de erro de três pontos percentuais. A mesma pesquisa indicou |
que Marwan Barghouti, que é um líder militante atualmente preso, é de longe o político palestino mais popular. Barghouti está cumprindo cinco sentenças de prisão perpétua numa prisão israelense pelo seu envolvimento em ataques que mataram quatro israelenses e um monge grego. Numa eleição presidencial, Barghouti que foi líder do movimento Fatah na Cisjordânia, venceria confortavelmente Ismail Haniyeh, chefe do governo do Hamas em Gaza, por 47 % contra 32% dos votos. Caso Abbas concorresse contra Haniyeh, ele obteria 32% e Haniyeh 34%. O período de governo de Abbas terminará formalmente em janeiro, porém é pouco provável que sejam realizadas eleições presidenciais devido ao atual clima político. |
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GOOGLE NO KOTEL

O co-fundador da Google, Sergey Brin, na elogiou as inovações tecnológicas israelenses e os esforços relativos à proteção ao meio ambiente, dizendo que “Israel leva muito a sério os desafios do clima”. Brin, compareceu como delegado a Conferencia Presidencial organizada pelo Presidente Shimon Peres, e declarou ao Haaretz que estes desafios têm “grandes ramificações geopolíticas neste país, em adição aos desafios do meio ambiente”. Ele ressaltou a liderança de Israel nos esforços no campo da energia sustentável dizendo: “Obviamente em Israel existe a necessidade de inovações para a água e coisas como tal. Eu fiquei muito intrigado ao ver a irrigação por gotas. Só agora eu percebi que esta tecnologia veio de Israel”. Durante a sua visita, Brin visitou lugares judaicos incluindo o Muro das Lamentações, na parte velha de Jerusalém. |
O jovem fundador da Google no Muro das Lamentações |
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EXCLUSIVO: FIERJ EM FESTA

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A FIERJ, FUNDO COMUNITARIO, HEBRAICA, AGENCIA JUDAICA, AMIGOS DE ISRAEL e HAGSHAMA realizarão um ato comemorativo dos 60 anos de criação do Estado de Israel. O ato se realizará no dia 1 de junho, das 19,30 às 22,00 horas na HEBRAICA, quando a Embaixadora de Israel Tzipora Rimon receberá os cumprimentos da comunidade e do corpo consular acreditado no Rio de Janeiro. Estarão presentes lideres comunitários de nosso Estado e do Brasil. O ato contara com apresentação de danças folclóricas, vídeos especialmente produzidos para o evento, muita musica e um “vin d’honeur” para os presentes. Os hinos Brasileiro e de Israel serão interpretados pela aluna Giovanna Ranze do Instituto de Tecnologia ORT, e as danças serão apresentadas por um grupo formado por membros de varias leakots de nossa cidade. A entrada é franca, e em razão dos poucos lugares disponíveis, os convites deverão ser solicitados na FIERJ através do telefone 22364367 com a Sra. Lea. Vamos dar uma demonstração de carinho e aplauso ao Estado de Israel. Todos à Hebraica no dia 1 de junho. (fonte:FIERJ) |
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TRADICIONAL HIPOCRISIA

O maior parceiro comercial do Irã é a Alemanha que exportou no ano passado 4 bilhões de euros para a república iraniana. O Dr. Matthias Kuntzel da Universidade de Hamburgo é um perito nas relações Berlim – Teerã, e um dos principais ativistas na campanha contra esta política. Ele participou de uma conferência no início deste mês em Berlim sobre o Fórum Berlinense sobre a Liberdade do Oriente Médio, uma coalizão entre organizações judaicas e não-judaicas, com o propósito de demonstrar a extensão dos laços entre os dois países. “Enquanto a Chanceler Angela Merkel e seus ministros de gabinete compareceram a uma sessão conjunta com o gabinete israelense em Jerusalém, e ressaltou o comprometimento deles com a existência continuada de Israel”, relatou Kuntzel ao Haaretz, “As empresas alemãs continuam a fazer negócios com o Irã. Não pode haver maior hipocrisia”. Na Conferência ele apresentou dados mostrando que mais que 1.750 empresas vendem maquinaria avançada |
Hipócritas transacionam com Ahmadinejad |
e outros equipamentos para as indústrias do petróleo, têxtil, plástico e gráficas iranianas. Os maiores exportadores são a Siemens e a Linde, e Kuntzel afirma que fornecem equipamentos essenciais que o Irã pode também utilizar no seu programa nuclear. Kuntzel afirma que cerca de 40% das importações do Irã da Comunidade Européia são da Alemanha. “Empresários na Alemanha afirmam que caso não vendam para o Irã, nossa economia sofrerá” diz ele. “Mas é uma mentira deslavada. Se cessarmos nossos laços comerciais com o Irã, isto afetará somente a metade de um por cento de todas as nossas exportações, mas acarretará danos irreparáveis ao Irã. A Alemanha tem que entender que a menos que sanções severas e efetivas sejam impostas ao Irã, a opção que restará será a guerra”. |
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MAINARDI ESCREVE DE BLINDER

Diogo Mainardi em defesa de Caio Blinder
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O jornalista Diogo Mainardi dedicou sua coluna deste domingo, na revista Veja, aos insultos anti-semitas que seu companheiro no programa Manhattan Connection, Caio Blinder, vem recebendo pela Internet. Destacamos os trechos abaixo: Caio Blinder recebe um monte de comentários anti-semitas por seus artigos na internet. Em vez de eliminá-los, ele os publica. Além disso, seleciona os mais selvagens e remete-os para mim: Caio Blinder é um jornalista e apresentador de TV brasileiro de origem judaica (texto retirado da Wikipédia). Só podia, rssss, mais um judeu FDP que teve a sorte de nascer depois do Holocausto, kkkkkkk. A mensagem é assinada por TimGP. |
A caricatura nazista do Der Stürmer, do judeu peludo, de orelhas grandes e nariz adunco, agora se transformou num "kkkkkkk". TimGP lamenta que Caio Blinder tenha escapado do Holocausto. Outro leitor, Antonio Aparecido, nega o próprio Holocausto: Mais de 1 milhão de judeus mortos??... Contem outra estorinha, ou melhor, outra historinha. Não à manipulação da mídia. Sim à história verdadeira, sim aos historiadores antropologistas. A quem ele se refere? Himmler? Ahmadinejad? Le Pen? Alguns dos maiores historiadores judeus, como Bernard Lewis, argumentam que, nas últimas décadas, surgiu uma nova forma de anti-semitismo. Apesar de o anti-semitismo continuar igual, ele tem um novo meio de se difundir: a internet. Depois de Auschwitz, comentários como os recebidos por Caio Blinder tinham de restringir-se aos círculos clandestinos. Agora o anti-semitismo perdeu o pudor. A internet é uma espécie de Cazaquistão de Borat. Qualquer um pode pegar um porrete e malhar o judeu. |
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AMEAÇAS DE AHAMADINEJAD

O Presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad afirmou na semana passada que “Israel está morrendo e as celebrações do 60º Aniversário são uma tentativa de evitar a sua aniquilação”. Estes comentários foram proferidos na ocasião que o presidente George W. Bush estava em Israel como orador principal para as celebrações do Aniversário do Estado Judeu. O Presidente linha dura iraniano utilizou uma palavra árabe, Ismihalal, que pode ser traduzida como destruição, morte e colapso. O Irã não reconhece Israel e Ahmadinejad repetidamente conclama a destruição de Israel. As trocas de ameaças entre o Irã e Israel se intensificaram, a partir de 2005, quando Ahmadinejad declarou num discurso que Israel será um dia “varrido do mapa”. O líder iraniano também alegou que o Holocausto foi um “mito”. Israel considera o Irã como uma séria ameaça devido ao |
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seu programa nuclear e ao seu arsenal de mísseis de longo alcance que podem transportar artefatos nucleares e capazes de atingir o Estado de Israel. Teerã está equipado com mísseis Shahab-3 que tem o alcance de até 2.000 quilômetros, e Israel está a cerca de 1.000 quilômetros a oeste do Irã. |
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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PALAVRAS – E PROMESSA ?
Na quinta-feira, o povo de Israel ouviu um dos discursos mais sionistas já pronunciados no Knesset (parlamento), sem duvida alguma, o discurso mais sionista de um líder não judeu, o presidente George W. Bush. Reuven Rivlin, ex-presidente do Knesset e atual deputado do Likud, disse que “gostaria que os lideres israelenses dessem discursos como esse”. Aryeh Eldad, deputado do partido União nacional, propôs que Olmert fosse substituído por Bush.
Num artigo intitulando “Se ao menos os (nossos) lideres falassem como Bush”, o jornalista Herb Keinon, do Jerusalém Post, comentou que “Bush não tinha que expressar esses pensamentos: sua carreira política acabou. Ele não precisa mais do voto judeu ou do apoio em campanha eleitoral- o que prova que realmente pensa o que disse”. Extratos do discurso de Bush: “Estou honrado em estar diante de uma das maiores assembléias democráticas do mundo e resumo os desejos do povo norte-americano nestas palavras: “Yom Hatzmaut Sameach”.... Há 60 anos.....
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Bush, o mais sionista na casa Branca |
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Ben-Gurion proclamou a independência de Israel, baseada no “direito natural do povo judeu de comandar o seu próprio destino”.....
Mais que o estabelecimento de um novo país, era a redenção de uma promessa antiga feita a Abraão, Moisés e Davi, uma terra para o povo eleito: Eretz Israel....A aliança entre os nossos governos é inquebrantável, a fonte da nossa amizade....e está apoiada no espírito compartilhado pelos nossos povos, os laços do Livro, os laços da alma. Quando William Bradford saiu do Mayflower (o navio que trouxe os ingleses para o continente americano) em 1620, ele citou as palavras de Jeremias: “Declaremos em Sião a palavra de Deus”. Os fundadores de meu país viram uma nova terra prometida e deram às suas cidades os nomes de Belém e nova Canaã. Mais tarde, muitos americanos se tornaram apaixonados defensores de um Estado judeu. Séculos de sofrimento e sacrifício passariam antes que o sonho se realizasse. Homens sem alma acabaram com vidas e separaram famílias, mas Não puderam acabar com o espírito judeu nem quebrar a promessa de deus.....Israel construiu uma democracia florescente no coração da Terra Sagrada.
Vocês acolheram imigrantes dos quatro cantos da Terra. Vocês forjaram uma sociedade livre e moderna, baseada no amor à liberdade, na paixão por justiça e no respeito pela dignidade humana. Vocês trabalharam sem cansar pela paz e lutaram bravamente pela liberdade.....Nós americanos vemos em Israel um espírito pioneiro que realizou um milagre na agricultura e agora lidera na revolução tecnológica. Vemos universidades de nível internacional e um líder global em negócios, inovação e artes. Vemos um recurso mais valioso que petróleo ou ouro: o talento e determinação de um povo livre que se recusa a deixar qualquer obstáculo barrar o caminho de seu destino...Vi o caráter de Israel de perto. Toquei no Muro das lamentações, vi o sol refletir no mar da Galiléia. Rezei no Yad Vashem.....
E visitei Massada, um inspirador momento à coragem e ao sacrifício. Cidadãos de Israel: Massada não cairá de novo, e a America estará ao seu lado !....Condenamos o anti-semitismo em todas as suas formas, inclusive dos que questionam abertamente o direito de Israel existir....As nações tem o direito de defender-se e nenhuma nação deveria jamais ser forçada a negociar com assassinos empenhados na sua destruição.... Mas, para mim, as frases mais importantes foram: ”O presidente do Irã sonha em retornar o Oriente Médio à Idade Média, e preconiza que Israel seja “apagado do mapa”. Judeus e americanos viram as conseqüências de não se ter levado a serio as palavras de lideres que promovem o ódio. A população de Israel pode ser de pouco mais de 7 milhões, mas quando vocês confrontam o terror e o mal, vocês são mais de 307 milhões, porque os EUA estão com vocês...
A América está com vocês opondo-se com firmeza às ambições do Irã de possuir armas nucleares. Permitir que o maior patrocinador do terror do mundo possua as armas mais mortíferas do mundo seria uma traição imperdoável para com as gerações futuras”. Em outras palavras, se Bush não destruir as instalações nucleares do Irã, prometeu dar apoio necessário para que Israel faça. |
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NAKBA

Crianças palestinas foram insufladas
nas manifestações da Nakba
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Marcando o 60º aniversário, que os israelenses chamam de Independência, e que os palestinos chamam de “Nakba” (ou a “Catástrofe”), centenas de palestinos entraram em confronto com soldados do exército de Israel nos postos de controle da Cisjordânia. Seis pessoas foram feridas no posto de controle de Qalandiyah ao norte de Jerusalém, onde os manifestantes atiraram pedras nas tropas do IDF que responderam com balas de borracha e gás lacrimogêneo. Na cidade de Nablus, na Cisjordânia, soldados usaram gás lacrimogêneo para dispersar uma pequena multidão de manifestantes que se aproximavam de um posto de controle do IDF na cercania da cidade. Choques também ocorreram em vários outros postos de controle, incluindo Abu Dis e Shuafat, situados a oeste e noroeste de Jerusalém e Hawara perto de Nablus. |
Líderes locais conclamaram refugiados palestinos para formarem a marcha simbólica para as casas de seus pais ou avós, perdidas há 60 anos com a criação do Estado de Israel. Ao mesmo tempo, pais de crianças árabes de uma escola primária mista árabe-israelense de Jerusalém protestaram contra a remoção de bandeiras palestinas na escola que ali tinham sido penduradas para marcar o Nakba. As bandeiras foram retiradas antes da visita da Primeira Dama Americana Laura Bush. |
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APARECIDO NA HEBRAICA

O vice-presidente da Republica, José de Alencar, prestigiou o evento comemorativo do Iom Hatzmaut realizado na Hebraica de São Paulo, numa iniciativa que contou com o co-patrocinio da Embaixada de Israel no Brasil, FISESP e CONIB. |

Jose de Alencar com Gabriela e Marcelo Zaturansky Itagiba

O anfitrião Peter Weiss, presidente da Hebraica, com José de Alencar
e Claudio Lottemberg da CONIB

Boris Ber, presidente da FISESP, José de Alencar e o rabino Henry Sobel
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COLÓQUIO JURÍDICO

A Associação Nacional de Advogados e Juristas Brasil-Israel (ANAJUBI) e a Escola da Magistratura Regional Federal da 2ª Região (EMARF) realizaram o “Colóquio Jurídico Brasil-Israel”, no Centro Cultural Justiça Federal. Os palestrantes foram Sergio Schwaitzer, desembargador federal e diretor do CCJF; André Fontes, desembargador federal e diretor-geral da EMARF, Nilton Aizenman, presidente da ANAJUBI, Jacob Dolinger, professor de Direito Internacional, Messod Azulay Neto, desembargador federal e o convidado de honra, o brasileiro juiz em Israel Mario Klein. |
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MEDALHA PARA ALEF

O tradicional jornal da comunidade judaica, ALEF, será merecidamente agraciado com a Medalha Pedro Ernesto, a mais importante comenda municipal do Rio de Janeiro, por iniciativa da Vereadora Patricia Amorim. O evento será no próximo dia 26 de maio às 10,00 h no Salão Nobre da Câmara Municipal do RJ. Os diretores do ALEF, Mauro Wainstock e Tania W.Benchimol, mantém fidelidade ao espírito moral e digno do veículo agraciado, que presta importante serviço à comunidade judaico-brasileira. |
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MANCHETES DE FECHAMENTO

-Morreu no RJ a historiadora Frida Wolf.
-Promotor declara que milionário Talansky entregou pessoalmente dinheiro para Olmert.
-Israel avisa Hezbollah que não libertará prisioneiros palestinos em troca de reféns.
-Vice-primeiro-ministro de Israel denuncia que governo está conversando com o grupo Hamas.
-São 1000 dias da retirada israelense de Gush Katif em Gaza.
-A OPEP disse que não irá aumentar a produção de petróleo até setembro. |
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NOTA DA REDAÇÃO – NESTE FINAL DE SEMANA FIZEMOS UM UPGRADE EM NOSSOS COMPUTADORES. POR ESTE MOTIVO ESTAMOS CIRCULANDO NESTA SEGUNA-FEIRA , E SEM A TRIBUNA DOS LEITORES.
ESPAÇO SOCIAL

Sarita Schaffel, presidente nacional da Wizo, recebeu a Medalha Pedro Ernesto,
a mais importante condecoração do legislativo municipal do RJ.
Na foto com seu esposo Waldemar Schaffel.


A Loja Herut da Bnei Brith do RJ e o clube CIB promoveram um evento em homenagem
à independência de Israel. Os oradores foram o advogado e professor de direito
internacional Jacob Dolinger e o jornalista Osias Wurman.

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Acesse nossas últimas edições: |
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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