Edição 053 Domingo, 20 de Janeiro de 2008
 


Osias Wurman
Jornalista


COMUNIDADE QUER AÇÃO
Foi emocionante a mobilização da comunidade e dos leitores em geral, em resposta ao preconceituoso pronunciamento de Nana Caymi. Recebemos 177 mensagens por e-mail referentes ao caso !!! Apenas para comparação, o assunto mais comentado desta semana na revista Veja, com tiragem de 1,2 milhões de exemplares, recebeu 110 mensagens por e-mail. Encerramos nossa atuação no caso, com a publicação da carta de Nana em O Globo, enviada à redação no dia(14/1) em que assinamos o artigo “No Telhado”, na página de Opinião do jornal. No mesmo dia à noite, recebemos através do escritor e imortal prof. Arnaldo Niskier, uma mensagem do ex-chanceler Celso Lafer, um dos mais ilustres membros da comunidade judaico-brasileira, onde intercedia em favor de um perdão à cantora, cuja família nutre simpatia e amizade pela comunidade judaica. Lafer anexou à sua mensagem, a carta de retratação que Nana enviaria à comunidade judaica.




A editora Centauro está sendo processada por editar livro
apócrifo e difamador.

No combate ao preconceito, não devemos alisar cabeças, enviar cartas grosseiras ou sentimentais, ou ainda perder tempo com blá, blá, blá e etc.etc. Devemos agir com absoluta energia e educação! Como foi, nos casos de repercussão nacional, na grafitagem de suásticas na PUC-Rio, contra declarações radiofônicas absurdas do deputado federal Clodovil Hernandez, no processo em curso contra a editora Centauro que publica os famigerados “Protocolos dos Sábios de Sião” , e tantos outros. A luta pela verdade não tem fim. Estamos acompanhando o desenrolar das providencias tomadas pela FISESP contra o site anti-judaico e anti-sionista “multiplosuniversos”, e pela FIERJ no caso do carro alegórico da escola de samba Viradouro, com vulgar encenação do Holocausto. Traremos noticias. A comunidade quer ação, e a Rua Judaica também !



 
 

UMA HEROÍNA AOS 100 ANOS


Aracy Guimarães Rosa hoje, aos 100 anos, em São Paulo.

A revista ISTO É de hoje(no.1994) traz uma importante matéria referente a Aracy Guimarães Rosa, a brasileira que salvou dezenas de judeus do nazismo, cujo nome consta no “Jardim dos Justos” em Jerusalém. Os dois autores da matéria, jornalistas Cláudio Camargo e Hugo Studart, localizaram Aracy em São Paulo, hoje com 100 anos, na casa de seu filho Eduardo. Para executar a matéria, foram acionados diversos membros da comunidade judaica, que colaboraram com os jornalistas: José Luiz Goldfarb, Prof. Fábio Koifman, Prof. Maria Luiza Tucci Carneiro, Charles Steiman e Osias Wurman. Clique aqui para ler a reportagem.


1 - Aracy e Guimarães Rosa com os gatos de estimação.
2 -
No "Jardim dos Justos", em Jerusalém, ao lado da placa em sua homenagem.
3 -
O diploma de Honra concedido em julho de 1983.
4 - O diário de Aracy com a legislação de imigração.




 
 


EM MEMÓRIA DAS VITIMAS


Holocausto nunca mais !


No próximo dia 27 de janeiro será lembrado o Dia Internacional em Memória das Vitimas do Holocausto, instituído pela ONU. Antecipando a data, a FIERJ- Federação Israelita do RJ, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil e o Museu Judaico do RJ, estarão promovendo uma sessão alusiva à data, na sexta-feira dia 25, às 10,30 h, no Palácio Itamaraty-RJ. Na ocasião será inaugurada a exposição Holocausto Nunca Mais. A cerimônia será honrada com as presenças já confirmadas do Exmo. Sr. Presidente da Republica Luiz Inácio Lula da Silva,Governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral, Governador da Bahia Jacques Wagner, Assessora Especial do Pres. da República Dra. Clara Ant, Embaixadora de Israel Tzipora Rimon e representantes da CONIB e federações israelitas de diversos estados.


 
 

ÓDIO E HUMILHAÇÃO

Numa aparição publica banhada de ódio e infâmias, a primeira desde setembro de 2006, o líder do Hezbollah no Líbano, Hassan Nasrallah, fez uma cruel, imoral e antiética declaração, que provocou comoção em Israel: “Sionistas, seu exercito está mentindo para vocês....seu exercito deixou parte de corpos de seus soldados em nossas aldeias e campos. Nossos heróis costumam lutar contra estes sionistas e recolher as partes de seus corpos. Eu não falo de simples partes. Eu informo aos israelenses, que nós temos as


1 - A imagem do ódio personificado.
2 - A imagem da humilhação em Sderot.
cabeças de seus soldados, nós temos mãos, temos pernas....existe até um corpo quase completo, uma metade ou três quartos de um corpo, da cabeça ao tórax até o torso”. Enquanto isto, uma chuva de foguetes Qassam continua a cair sobre cidades israelenses, com destaque para o dia 15 de janeiro, quando 100 foguetes e morteiros caíram sobre Sderot e Ashkelon. Até quando, e até que nível de humilhação, o povo de Israel vai aturar antes de exigir a reocupação de Gaza e uma dura retaliação ao Hezbollah ?


 
 

Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

BOA NOTICIA PARA O GOVERNO?
O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert começou a semana passada com uma coalizão de 78 dos 120 parlamentares no Knesset. E terminou com apenas 67. O partido de extrema-direita Israel Beiteinu, de Avidgor Lieberman, se juntou a oposição, retirando o apoio de seus 11 parlamentares ao governo Olmert. Não que o governo perigue cair imediatamente. Afinal, 67 ainda é mais do que os 61 necessários para manter Olmert no poder. Mas a saída




Ministro Avidgor Lieberman, demitiu-se
por discordar das negociações de paz
 

de Lieberman e seus 10 colegas deixa o primeiro-ministro mais frágil. Isto, às vésperas da divulgação no fim deste mês, do Relatório Winograd, que deve culpar Olmert pelos erros cometidos na Segunda Guerra do Líbano, em 2006. O premiê precisa, agora, usar todas as suas habilidades políticas para manter na coalizão o Partido Trabalhista e atrair novos parceiros.

Lieberman abandonou o governo e o cargo de ministro de Assuntos Estratégicos, por ser contrário às atuais negociações de paz entre israelenses e palestinos, que devem incluir os chamados " core issues", os temas fundamentais para a resolução do conflito: status de Jerusalém, fronteiras do futuro estado palestino e volta (ou não) de milhões de refugiados palestinos a Israel. Ele é conhecido por suas posições extremadas quanto aos palestinos e aos árabes em geral. Entre outras coisas, defende a transferência da população árabe-israelense para a futura Palestina. O ex-ministro não hesita em chamar a minoria árabe-israelense (20% da população do país) de inimiga pior do que o Hamas e o Hezbollah.

A saída de Lieberman do governo Olmert deixa a política israelense ainda mais instável. Mas é uma boa notícia. É como disse o ministro da infra-estrutura, o trabalhista Benjamin Ben-Eliezer: se Lieberman sai por causa das negociações de paz, é porque elas devem realmente estar acontecendo. Se fossem de mentirinha, ele não abriria mão do crachá ministerial e todas as regalias que o acompanham.



 
 


DISCRIMINAÇÃO FEMINISTA

A famosa revista feminista americana, Ms. Magazine, está no centro de um furação político provocado pela recusa de um anuncio produzido pelo AJC-American Jewish Congress. Inicialmente a direção da revista aceitou publicar, após a previa exibição da peça pelo AJC, mas voltou atrás com varias alegações inconsistentes. No anuncio intitulado “Isto é Israel”, apareciam três israelenses de renome internacional : Tzipi Livni, a ministra do exterior, Dorit Beinisch, presidente da Suprema Corte de Israel e Dália Itzik, a presidente do Knesset, o parlamento israelense.

O anuncio censurado com argumentação pueril.
Questionada por lideres feministas americanas e instituições judaicas, a direção da revista saiu-se de forma ridícula, dizendo que Livni e Itzik pertencem ao partido político Kadima, e não desejavam influir na política de outra nação.......Uma nova forma de discriminar a divulgação da evolução feminina na sociedade israelense, em contraste com os paises vizinhos.


 
 


IMPORTANDO MÉDICOS


Procura-se médicos, paga-se bem.

Médicos judeus da Inglaterra, EUA ou Canadá, estão convidados a imigrar para Israel, recebendo um pacote de benefícios irrecusáveis, que inclui 60 mil dólares em dinheiro. A iniciativa foi tomada para contra-balançar a saída de médicos israelenses que vão, em busca de melhores salários, para o exterior. Atualmente existem 3,4 médicos para cada 1000 israelenses, mas para 2025 a projeção cai para 2,5 por 1000. Os médicos com menos de 40 anos, recebem 25 mil dólares na chegada, com salário garantido nos primeiros anos de 1.500 dólares por mês. A exigência para os médicos imigrantes é passar 9 meses por ano em Israel.



 
 


Sonia Bloomfield
Professora de antropologia
cultural do Montgomery
College, em Maryland, EUA.


OS JUDEUS DE TRÁS-OS-MONTES

Em 1917, o engenheiro de minas polonês Samuel Schwarzt, trabalhando em Trás-os-Montes, norte de Portugal, foi surpreendido pelo comentário de um habitante local que disse a ele para não comprar mercadoria de um determinado comerciante por ser ele judeu. Imediatamente ele foi à procura do "judeu", o qual negou tudo. Intrigado, ele começou a procurar entre os moradores do local mas não conseguia ninguém que confirmasse o que havia ouvido.

Aos poucos, vencendo a desconfiança das pessoas, descobriu que havia um grupo de descendentes de judeus portugueses e espanhóis que ali se refugiaram após a conversão ao cristianismo imposta em 1498, e que mantinham grande parte dos costumes judaicos às escondidas. Por estarem em área isolada, e com medo de terem seu judaísmo descoberto, eles ficaram à parte do que acontecia no resto do mundo, acreditando serem os últimos judeus na terra.

 


1 - Os cripto-judeus de Belmonte
2 - Turistas americanos visitam frequentemente a cidade
e a sinagoga de Belmonte.
 


A volta ao judaísmo levou anos para ser concretizada, muitos não a desejavam, e outros receavam as conseqüências pois até 1924 o judaísmo era proibido em Portugal. Só a partir de 74 (fim do Salazarismo) sentiram-se seguros o suficiente para assumir a identidade judaica. Desde então muitos se converteram, e atualmente existe uma comunidade organizada, uma sinagoga, e um museu judaico no local, tornando a área um centro de turismo para judeus americanos e israelenses.


 
 

FOTOS DO LEITOR


1 - Delegadas do Brasilrecebem o carinho em visita em Hedera onde um novo centro para
imigrantes será apadrinhado pela Wizo RJ
2 - Helena Glazer presidente da Wizo Mundial recebe o carinho das chaverot do Brasil



As chaverot da Wizo Brasil enviaram fotos de Israel, onde participam da 24a. Convenção Mundial, este ano em homenagem aos 60 anos de independência do Estado de Israel.


 
 

HONRA AO MÉRITO

Após mais de 40 anos dedicados ao ensino religioso judaico no Brasil, o Rabino Chaim Binjamini e senhora, retornaram a Israel. Rav Binjamini foi um dos fundadores do Colégio Barilan, no Rio de Janeiro, sendo o primeiro diretor-geral da instituição. Em seguida, seguindo orientação pessoal do Lubavitcher Rebe, fundou a Yeshiva Colegial Machané Israel em Petrópolis-RJ. Neste seminário religioso, foram formados mais de 40 rabinos, chamados carinhosamente por Rav Binjamini de “made in Brazil”. Podemos afirmar, com convicção, que o casal Binjamini deixou uma grande lacuna na vida cultural e religiosa judaico-brasileira. A dedicação aos ensinamentos da Torah-o Pentateuco de Moisés, e a forma honesta e modesta de viver, deixarão saudades em todos que estudaram ou conheceram o casal. Expressamos a gratidão e a “honra ao mérito” para Rav. Chaim Binjamini e Rivkah Binjamini.

1 - Rav Binjamini dando aula a seus alunos em Petrópolis
2 - A Yeshiva Machané Israel é situada dentro de um lindo bosque.


 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


EM BUSCA DE UM ACORDO FINAL
Ami Ayalon recebeu varias medalhas como membro da Shayetet-13 (unidade de comandos navais israelenses), foi comandante da marinha de 1992 a 1996 e chefe do Shin Beth (serviço de segurança interna) de 1996 a 2000. Eleito deputado em 2006, em junho de 2007 perdeu para Ehud Barak, por poucos votos, o segundo turno da eleição para a liderança do partido trabalhista.

Em 2002, assinou um “acordo de paz” com Sari Nusseibeh, presidente da universidade palestina Al-Quds e ex-representante da OLP em Jerusalém, baseado nos princípios de (a) dois estados para dois povos, (b) fronteiras



A experiência de Amy Ayalon
valoriza suas idéias.
 

finais baseadas nas de 4 de junho de 1967, (c) Jerusalém como cidade aberta e capital de dois estados, (d) retorno dos refugiados palestinos para o estado palestino, exclusivamente, e (e) desmilitarização da Palestina. Sua iniciativa de deixar de lado os acordos intermediários “passo-a-passo” e negociar um acordo final com os palestinos e a base do que hoje constitui o “processo de Anápolis”.

Em palestra aos presidentes das principais organizações judaicas americanas em Nova Iorque, na semana passada, o atual Ministro Sem Pasta Ayalon, defendeu a “lógica de Anápolis” de se chegar o mais rápido possível ao que ele chamou de “an agreed paper” (um acordo assinado de paz). Esse acordo teria dois importantes objetivos: (1) ao contrario do que ocorreu até agora, “os palestinos saberiam exatamente o que tem a perder persistindo com o terrorismo”, e (2) uma vez que esse acordo fosse endossado por uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, possivelmente ate com a aprovação de paises árabes, Israel teria o apoio da comunidade internacional caso os palestinos se recusassem à sua implementação.

Foi levantada a objeção de que quando o exercito de Israel se retirou do território libanês, o Conselho de Segurança da ONU reconheceu oficialmente que Israel havia cumprido com todas as suas obrigações internacionais com respeito ao Líbano, mas que isso de nada serviu para prevenir a agressão por parte do Hizbollah (e indiretamente do Iran e da Síria) na Segunda Guerra do Libado. Ayalon respondeu que, ao menos, Israel contou com a compreensão mundial durante as primeiras duas semanas da guerra. O que me fez lembrar as palavras da ex-líder do partido trabalhista, e ex-primeira-ministra Golda Meir: “Prefiro as criticas do mundo do que as condolências.”



 
 


CONVERSÕES A PERIGO


Ultra-ortodoxos dão as costas aos convertidos.
Os rabinos municipais que se negarem a aceitar as conversões governamentais serão demitidos sumariamente, segundo ordem do primeiro-ministro Ehud Olmert. A questão principal é a não aceitação da corte especial para conversões, criada para acelerar os processos, mesmo tendo esta corte a chancela do Rabinato Chefe de Israel. Os alunos dos seminários de conversão foram avisados para evitar futuros casamentos nas cidades onde os rabinos-chefes são mais ortodoxos, e não aceitam o certificado de judeu convertido da corte especial. As cidades onde os rabinos-chefes não aceitam os convertidos são: Tel Aviv, Rehovot, Petah Tikvah, Ashdot e Hertzliah.


 
 


POR AMOR A ISRAEL

A esposa do presidente Shimon Peres, Sonia, separou-se de seu marido, quando o veterano político assumiu em julho passado a presidência de seu país, pondo fim a 62 anos de casamento. Após vários problemas conjugais, Sonia tomou a decisão após ver rechaçado seu pedido para que o marido deixasse a política e a vida publica, para dedicar-se à família. A esposa de Peres era conhecida pessoalmente por poucos amigos, pois sempre foi muito retraída e não acompanhava seu marido em compromissos políticos. Ela nunca entrevista à imprensa, e são raras as fotos do casal. Os Peres tem três filhos homens e vários netos. Sonia Peres renunciou à todas as prerrogativas de "primeira-dama" e reside num modesto apartamento em Tel-Aviv. Shimon Peres tem residência oficial em Jerusalém e, quando está em Tel-Aviv, hospeda-se no tradicional Hotel Dan, onde mantém uma suíte.


Sonia e Shimon Peres em rara
foto em evento publico.

A noticia da separação tornou-se publica durante a visita do presidente Bush, quando Sonia esteve ausente, obrigando a Peres receber o presidente sozinho no aeroporto e na recepção na residência oficial. Apesar dos problemas, Peres se mostra tão jovial e brilhante como sempre, aos 84 anos de idade, mas na privacidade, demonstra uma certa solidão.


 
 

VIAGEM INESQUECÍVEL A ISRAEL



Os brasileiros do Taglit Hillel-Rio no Muro das Lamentações em Jerusalém.


O Taglit leva jovens do mundo inteiro para conhecer a “Terra Prometida”, a terra de Abraão, a terra do povo judeu, Israel. Os 450 participantes do Brasil foram divididos em grupos. Cada grupo tinha seu próprio ônibus com uma média de 40 integrantes cada. Para os jovens que participam do Taglit não é uma missão fácil descrever como é conhecer Israel e todas as suas peculiaridades. A emoção e a falta de adjetivos para descrever este momento único em suas vidas, ficam estampadas no rosto de cada um ao tentar resumir o sentimento de conhecer o país. Para um dos participantes, Daniel Silva, do grupo Taglit Birthright Hillel Rio, "uma coisa é você ouvir falar de Israel, ver fotos, experiência de parentes, amigos. Outra coisa é você estar em Israel e sentir o que é Israel". A emoção não toma conta apenas daqueles que estão conhecendo o país. O monitor Iair do Grupo Brasil 2 do Hillel Rio, já experiente nesta função, afirma que, ano após ano, o sentimento é o mesmo ao ver a experiência e o sentimento que as pessoas demonstram diante de tudo que vêem.


“Estar em Israel pela primeira vez é mais do que se estivesse lembrando do primeiro beijo, do primeiro amor, do primeiro jogo de futebol no Maracanã. Ou seja, não tem como esquecer esse momento único na vida. Muitas pessoas passam a vida inteira rezando, orando por Israel para vir para cá, mas nunca tem a oportunidade".

Exclusivo para Noticias da Rua Judaica Leonardo Scheinkman que viajou a convite do grupo Taglit Birthright - Hillel Rio.



 
 

ÁLBUM DE FAMÍLIA


O príncipe Charles e sua segunda esposa, Camilla Parker-Bowles, acendendo uma vela na chanukiah em Londres.



 
 

BOICOTE RADICAL


O mais famoso memorialista do Holocausto,
Primo Levi, nasceu e morreu em Turim.

Os partidos radicais de esquerda da Itália estão conclamando o povo italiano a boicotar a Feira do Livro de Turim. O motivo é o convite feito pelos organizadores do evento ao Estado de Israel, para que participe como convidado de honra em homenagem aos 60 anos de independência. Marcada para acontecer em maio deste ano, a tradicional feira irá receber um grande numero de autores e editores israelenses. O partido comunista exigiu dos organizadores que os palestinos também fossem convidados especiais para a feira, mas os responsáveis negaram o atendimento ao pleito. Anualmente é escolhido um país como convidado de honra, e Israel participa tradicionalmente deste evento.



 
 

ASSIM NASCEU O HADASSAH


1 - Uma rara foto aérea mostrando o Monte Scopus, o prédio da Universidade
Hebraica de Jerusalém e o cemitério britânico, antes da construção do hospital.

2 - Em 16 de outubro de 1934, muito antes da independência de Israel(maio de 1948),
Henrietta Szold coloca a pedra fundamental do futuro hospital.

3 - O último parágrafo da declaração de princípios do hospital, assinada por
Henrietta Szold, Nachum Sokolov e Dr. Chaim Yasky.

4 - Em 20 de outubro de 1936, dois anos após a colocação da pedra fundamental, a construção teve inicio.
Na cerimônia estão Henrietta Szold, David Ben Gurion, Nachum Sokolov e Ytzhak Ben-Zvi.

5 - Foto aérea das edificações do hospital Hadassah.

6 - Detalhe arquitetônico da recém terminada construção. Reparem nos veículos da época, estacionados.


Uma rara coleção de fotografias, do começo do século XX, foi recentemente descoberta. As fotos, pertencentes à Hadassah-Organização Feminina Sionista da América(HWZOA), foram encontradas em sacos plásticos nos arquivos do hospital. Os sacos estavam sendo levados para o deposito de lixo, quando o prof. Yoel Donchin mandou que fossem abertos. A maioria das fotos não tem detalhes explicativos nas costas, e muitas pessoas retratadas são desconhecidas. Agora, elas estão sendo publicadas, para que possam ser eventualmente identificados os nomes desconhecidos. O destino final deste precioso arquivo será o banco de dados históricos da Universidade de Haifa. O complexo hospitalar do Hadassah é o mais importante do Oriente Médio, e um dos melhores centros médicos do mundo.


 

 


MANCHETES DE FECHAMENTO


- O programa de Ophra Winfrey fará homenagem ao dia do Holocausto da ONU, no dia 22/1 às 20:00 h pela GNT-NET, com a participação de Eli Wiesel.
-O presidente da Câmara Arlindo Chinaglia nomeou o deputado federal Marcelo Zaturanski Itagiba para representa-lo no evento da ONU no dia 25/1.
-Ministros israelenses pedem a eliminação de Nasrallah do Hezbollah
-Um militante do Fatah tentou explodir-se para matar o líder do Hamas em Gaza Ismail Hanyeh
-30% das novas empresas israelenses fecham no prazo de 1 ano da abertura.
-Não existe mais combustível na faixa de Gaza.
-Fogo destrói livros sagrados na sede do chabad perto de Haifa.
-Quatro carregamentos de urânio da Rússia foram desembarcados no Irã.
-Em entrevista ao jornal O Dia, publicada na edição deste domingo, o prefeito Cesar Maia, ao ser indagado sobre a solidez da coligação do DEM com o PMDB para a sua sucessão, afirmou que "(...) se esse acordo for para o espaço, o que é difícil, nem assim ele (Eduardo Paes) seria candidato (do PMDB). Marcelo Itagiba seria candidato. (...)."



 
 




Agradecemos a todos que manifestaram-se na ultima semana, totalizando 177 e-mails, referentes apenas ao caso Nana Caymme. Publicamos abaixo uma seleção devido à limitação de espaço total e tamanho individual da mensagem.

Registramos também a citação de NRJ como fonte pelos veículos Visão Judaica, B’nei B’rith Informa e Latur de Buenos Aires.

Muito bom. Valeu o seu esforço
Cláudio Luiz Lottenberg- pres. em exercício da CONIB.

Gostei de seu artigo e da reação que ele gerou. Precisamos agir sempre rápido a estas manifestações despropositadas. Um abraço do Canadá,
Claudia Costin- pres. conselho de notáveis da CONIB

Mais uma vez parabéns, Osias. é incrível com o até nossos intelectuais errem tanto e estejam eivados de distorções tão crassas e perigosas à democracia. é preciso estar atento e forte, não temos tempo de temer a morte. saudações eco-judaicas do teu irmão,
Carlos Minc- Deputado e Secretário estadual de Ambiente-RJ

Muito bom o editorial de hoje que você escreveu. A edição de hoje no GLOBO vai nos ajudar no que estamos fazendo em todas as manifestações racistas recentes. Foi super bem escrito e completo. PARABÉNS.
Sergio Niskier-presidente da FIERJ-RJ

Você se superou no artigo de hoje. .Excelente, direto, muito apropriado. Gostaria de saber se o Frei Betto se manifestou com alguma resposta. É muito bom contar com o seu discernimento!
Lea Pustilnic Lozinsky-vice-presidente da FIERJ-RJ

Diretamente da “terra prometida” um super abraço com admiração , respeito e principalmente votos para que continue com a nossa bandeira que vc carrega em grande estilo.Muito obrigado em nome de AM ISRAEL.
Márcia Kelner Polisuk-dir.geral Hillel América latina

Congratulações pelo oportuno e esclarecedor artigo no O Globo de hoje.
Nilton Aizenman- Pres. ANAJUBI-Associação Brasileira de Juristas Brasil-Israel

O teu artigo no O Globo de hoje foi perfeito. Voce conseguiu  expressar com total precisao meus sentimentos tanto quanto ao idiotico artigo do Frei (sic) Betto e da infeliz e preconceituosa Nana Caimy. E triste constatarmos que duas vertentes do anti-semitismo estao vivas entre nos, o do esquerdismo mentiroso e o do preconceito religioso. Ambos usam a falsificacao da historia para enlamear e desumanizar em primeiro lugar os Judeus e por tabela toda Humanidade.A pergunta que fica no ar e ate que ponto nossa comunidade, em especial nossos jovens, estao vendo e estao ouvindo?Parabens ao grande porta voz da comunidade judaica no Brasil.
Georg Lipsztein- pres. Do Hillel-Rio

Parabéns pelo belo artigo no Globo. É inacreditável a presença desse anti-semitismo entre personalidades públicas.
Prof. Renato Lessa

Casa vez mais fico horrorizada pelo que sai de bocas nervosas. Primeiro foi o vereador,agora a cantora. Eles deveriam pensar prudentemente antes de expressarem sentimentos tão erradamente guardados.Falta ética,falta educação,falta respeito.
Maria Luiza Nobre-Presidente em exercício CBM-CIM/UNESCO

Mais uma vez parabéns pelo oportuno e excelente artigo.
Jacksohn Grossman – dir. jurídico da FIERJ

Nunca chego a você
Nahum Sirotsky- jornalista-Israel

Vc. não me conhece mas gostaria de lhe dar os parabéns pelo artigo publicado hoje no O Globo. Seus pensamentos foram colocadas de maneira objetiva, clara, simples e vc..  Com certeza, vc. deu o seu ( nosso ) recado.Obrigada
Clarice Milman-Auditora-fiscal da Secretaria da Receita Federal do Brasil

OSIAS, VC É UM OÁSIS EM NOSSO DESERTO DE APATIA E IMOBILISMO.
MILTON FAINZILBER

Aprendi na minha educação judaica, que considero o maior privilégio da minha vida, que não se pode contemporizar com o anti-semitismo.  Ele é aproximadamente irreversível.  Ou absolutamente irreversível.  Ou absurdamente irreversível.  Provavelmente, impossivelmente irreversível.  Sem revanchismo ou competição, mas como indubitável divisor de águas........
Sérgio Kandelman

De fato, tem havido um terremoto de preconceitos. Gostaria de acrescentar ao seu comentário sobre o caso do Frei Beto que ele chama a Israel antiga da "terra dos palestinos". Que palestinos são estes?.....
Irene Walda Heynemann

Concordo plenamente com vc quanto ao preconceito implícito muitas vezes na nossa mídia, no nosso povo, tanto que ontem mandei a Veja a carta abaixo, exatamente sobre a crônica do Walcyr, que vc também cita aqui.....
Delia Guelman

Maravilha o artigo de hoje no O Globo. Muito atual e com posicionamento documentado e claro.
Dr. Mario Geller

Parabéns pelo artigo no O Globo de Hoje!
Marcus Abraham

Meus sinceros parabéns pelo brilhante editorial publicado no " O Globo " de 14/01/2008. A concisão, a abrangência de milhares de anos de nossa História comentada em seu texto e a forma inteligente, contundente mesmo com que abordou a entrevista de Nana Caymmi, fizeram de seu artigo uma formidável razão para nós Judeus, estarmos sempre de cabeça erguida diante das adversidades. E mais, a excelente colocação de por que continuamos a falar do Holocausto e de nosso imemorial sofrimento pelas perseguições e genocídio ao longo da história, irão bater fundo em todos que criticam nossa “vocação “para o eterno papel de vítimas, desconhecendo nossa imensa alegria de viver, renascer e construir, sempre.
Ricardo Guinsburg.

O terremoto de preconceitos não advém apenas das manifestações ilegítimas dos "famosos”. Ele existe, sub-reptício, cruel, e vitima pessoas comuns que não têm visibilidade e nem espaço na mídia.....
Clarice Bagrichevsky

"Parabéns" pelo seu magnífico artigo de hoje no jornal O Globo. Verdadeiro, preciso e necessário.
Bernardo Kawa.

Sempre apreciei seus comentários e reportagens, mas essa de hoje... você se SUPEROU!!!P A R A B É N S !!!Além de didática ela é poética e me emocionou.Obrigada... por todos nós.
Lucia Guterman Lerner

Li seu artigo hoje no GLOBO e quero cumprimentá-lo manifestando minha concordância  com tudo nele exposto. Sou católico, casado  há 42 anos com mulher judia, meus filhos podem ser considerados judeus e prezo muito a família de minha mulher.....
Jose Raul Allegretti

Parabéns pelo excelente artigo de hoje no GLOBO.
Herry Rosenberg

Cada vez mais cresce minha estima por ti, eloqüente e aceso contra qualquer atitude ou palavra maléfica contra nossa sobrevivência neste mundo tão necessitado de memória ativa do passado de nossos antepassados. Nada de metáforas floridas só a verdade para alimentar o nosso caminho (e o de todos ligados a nós direta ou indiretamente..).Em sua matéria "NO TELHADO" vejo em ti um guerreiro sagaz e forte, uma Estrela de David dourada na vida de todos aqueles que nos querem ofender e macular, mas impedidos por suas justas ações, estes mesmos calam-se e aprendem  que "Todos somos Hum e Hum somos Todos" ! Aos que crêem em Jesus (Yeshu ou Yoshua), creiam que ali está sua eterna essência judaica, portanto que cultivem o Bem através da verdade pois a espiritualidade está em tudo e todos seja como for. Um forte abraço e muita energia para uma longa vida junto a Todos como Jornalista e Orientador.
Isac Liberman

A concisão, a abrangência de milhares de anos de nossa História comentada em seu texto e a forma inteligente,contundente mesmo com que abordou a entrevista de Nana Caymmi,fizeram de seu artigo uma formidável razão para nós Judeus, estarmos sempre de cabeça erguida diante das adversidades.
Ricardo Guinsburg

Maravilhoso seu artigo no O Globo de ontem. Claro, incisivo e definitivo sem ser agressivo. Quase didático, eu diria. E nesses tempos de tanto preconceito gerado por ignorância, nada como reagir educando.
Rachel Balassiano

Parabéns por defender a comunidade.  Será que é possível marcar uma entrevista com Frei Beto e/ou Nana Caymmi para a "Noticias da Rua Judaica" poder esclarecer aos mesmos que a história não é bem a que eles conhecem?
Ricardo Vaimberg

Kol Hakavod pela resposta oportuníssima e irrefutável! Quando personalidades falam absurdos desse naipe, realmente não dá para calar!
Flávio Calichman

Absolutamente pertinente, conveniente e adequado! Não podemos mesmo deixar passar aspectos como os que você tão bem relatou e contra-argumentou. Que continue assim!
Hilton Israel

Parabéns!! Raras vezes vi artigo tão bem escrito e com tanta utilização da lógica a favor da verdade!
Andrés E. Natenzon-SP

Escrevo-lhe pois estou de acordo com suas considerações no artigo de hoje do jornal "O Globo" e gostaria de compartilhar os sentimentos que seu texto despertou em mim. De fato, foi infeliz o uso da expressão "terra dos palestinos invadida pelos hebreus" utilizada por Frei Betto. Provavelmente, a escolha foi intencional: Frei Betto deve filiar-se à corrente que julga haver uma opressão judaica sobre o povo palestino, a mesma que se olvida facilmente do fato de que os homens-bomba, as demonstrações de radicialismo e fanatismo religioso não vem da parte dos israelitas....
Vitor Pimentel Pereira

Parabéns, por mais uma tomada de posição, ao contrário de outros ditos "líderes" da comunidade que preferem se omitir.
Helio Tyszler

Já havia lido seu artigo no O Globo, e o cumprimento. Achei que era necessária uma resposta. Em comentário meu, já me referira ao Frei Beto, creio você teria recebido.
Herman Glanz

Que bom que chegou por e-mail eu ia copiar para mandar pra Holanda e amigos em Israel pois li hoje pela manha no Oglobo. Parabéns!!!!!!Muito bem escrito, muito bem respondido. Muito elegante!
Beatriz Kamergorodski

Que belo artigo! Parabéns e obrigado por representar tão bem nossa coletividade !!!
Roberto Haddad

Leitor de sua coluna, gostaria de fazer um comentário a respeito das palavras de Nana Caymmi. Neste como em outros casos, o mal é irreparável. De que adianta uma possível retratação, ou mesmo uma condenação judicial? É preciso , sim, combater o preconceito. É imprescindível que aqueles que por ignorãncia ou má-fé manifestam seu atraso mental ou sua má índole sejam objeto de repulsa, mas de que serve o 'perdão depois de quebrar a cabeça'- tradução literal de um velho provérbio romeno?
Alexandru Solomon.

Emocionada com seu artigo te escrevo esse E-mail. Quero te dizer que " essa é uma resposta que eu gostaria de dar a tantos que fazem esse tipo de comentário".Parabéns ,por sua competência,pela sustentação histórica,pela forma articulada ,clara ,sucinta  com que você esclarece os preconceituosos comentários.
REGINA WENKERT

Toda minha solidariedade efetiva para com o povo judeu em todo este momento, onde a mentira busca prevalecer. Tenho a impressão que o Senhor Frei Beto tornou-se o TORQUEMADA do SÉCULO XXI, juntamente com o Presidente da República Islâmica do Irã, MAHMOUD AHMADINEJAD e seu escudeiro HUGO CHÁVEZ, o que leva inclusive uma mãe desesperada, que também merece da minha parte toda solidariedade neste seu momento de desespero a pronunciar palavras equivocadas e inconvenientes....
ANTONIO DA SILVA ORTEGA-ITAIM BIBI – SP

Tenho acompanhado o seu brilhante trabalho em Notícias da Rua Judaica desde o início e, se me permite, não apenas endosso, mas faço minhas todas as suas palavras publicadas no O Globo de 14/01/2008......
Daniel Zoega

Mais uma vez,sua voz e escrita equilibrada defendem a nossa causa justa,tão mal interpretada por aqueles que não conhecem a historia,ou tem a má fé de nos demonizar.
Jayme Gudel – B’nei B’rith - RJ

Sem palavras! Extasiado pela clareza, pratica da verdadeira responsabilidade coletiva, com seu povo, ao repudio ao esclarecido Frei Bento e à pobre mãe, mas irresponsável com terceiros, Nana Caymi.
Adolfo Berditchevsky- ISRAEL

Excelente o seu artigo de hoje no "O Globo" sob o título acima. Já havia assistido a sua palestra na Shel Guemilut, que havia abordado os dois temas do artigo, e considerei muito oportuna a sua resposta. Restabeleceu a verdade dos fatos com muita propriedade e isenção, colocando os personagens em seus devidos lugares com educação e classe, sem qualquer resquício de revanchismo ou revolta.
Huáscar Cahuide Lozano

Mais uma vez, defendendo maravilhosamente nossa imagem com verdadeiras aulas de história.
Ilan Gorin

Desculpe-me por uma familiaridade que não existe, mas que decorre da freqüência com que leio os seus artigos  aqui no Globo. Achei bastante feliz sua argumentação , retratando muito bem o fenômeno da ignorância histórica subjacente aos preconceitos, quaisquer que sejam e, no caso , especificamente em relação ao Judaísmo....
Ronald Sérgio de Mota e Souza

De frei Betto eu não escrevo nada porque dele não há nada digno que eu possa escrever. De Nana, apesar do sobrenome, eu escreveria muito pouco se essa incumbência me fosse dada....
Mauricio Kaplan

Creio que respostas merecem sempre o nosso respeito e admiração principalmente quando nos atingem de muito perto e nos sentimos solidários e partícipes de um mesmo pensamento. Minha intenção não é parabenizar, mas sim apoiar sempre a busca pela verdade e o repúdio ao preconceito e intolerância.
Marcelo Kozmhinsky

É absolutamente admirável que nós judeus tenhamos gente, como o senhor, com visão objetiva e   tanto acerto, que "desmorona" as obtusas opiniões de, como as chamou,  duas personalidades  populares da vida brasileira. Elas demonstram apenas a grande ignorância que persiste.  Nana Caymi, pobre criatura,  disse uma frase infeliz e podemos ignorá-la pois está sofrendo. Mas Frei Bento poderia se elucidar um pouco mais.
Sema Petragnani

Há muitos anos leio em silêncio seus textos com admiração. O de hoje está impecável na forma, concisão e conteúdo.
Sérgio Charlab

A respeito da sua coluna em O Globo de hoje, 14 de janeiro, titulada "No Telhado",  quero dizer que, na minha opinião, suas opiniões sobre a ignorância e o preconceito que até hoje cercam os judeus são corretas. Não sou judeu, não li a matéria de Frei Betto, nem a entrevista com a Nana Caymmi, mas me soam absurdas as declarações de um e de outro.....
Bruno Saturnino Braga

Teu artigo é excelente, muito comovente e verdadeiro. E o pior é que estas coisas são divulgadas por pessoas ignorantes, que nem sabem o que estão dizendo....
Marli Berg

Boa noite Sr. Wurman, eu recebo regularmente o seu newsletter Notícias da Rua Judaica, com muita satisfação. É o melhor boletim informativo sobre o mundo judaico que tenho conhecimento. Recentemente também li o seu artigo "No Telhado", em resposta aos equívocos de nossas personalidades, e gostaria de parabenizar-lhe pelo texto em defesa de nosso povo.
Nestor Burlamaqui-RN

Parabéns, pela resposta eficiente, concisa, ainda assim abrangente, Osias!
Mario Becker e Lucia Cavalcanti-Campinas, SP

Fiquei muito feliz em receber seu último texto no Notícias da Rua Judaica, que recebo sempre, diga-se de passagem. Gostei do conteúdo e gostaria que você tocasse mais nesse tema. Os filisteus, citados no Tanach, foram extintos por Alexandre o Grande quando este invadiu Gaza, a cidade estado de Gaza resistiu por dois anos ao cerco de Alexandre, e por isso ele matou todos os homens, mulheres e crianças, além de queimar todos os documentos e destruir todas as construções chegando ao ponto de mandar arrancar os alicerces das casas, daí a dificuldade hoje de saber alguma coisa dos filisteus, se sabe que existiram mas não se sabe como era sua língua, seus gostos, seus costumes, em que acreditavam, nada, o povo filisteu foi completamente apagado da história, para saber mais leia The Outline Of History de H.G.Wells.....
Eliezer Abensur- AM

Bebi suas palavras no artigo em epigrafe. Esses falsos intelectuais de esquerda ignoram a História, e muitas vezes, para atender a sua fraca argumentação distorcem completamente os fatos reais. Os milhões assassinados na aliança Hitler/Stalin na Europa, por Mao na China, pelo Kmer no Camboja, por Fidel em Cuba, e atualmente pelos covardes terroristas, são completamente esquecidos e ignorados. Como Pastor Evangélico Batista e nas horas vagas professor de História do Cristianismo, procuro honrar os meus antepassados "Cristãos Novos" amando Israel e o seu povo que preservou o culto ao verdadeiro Deus Criador....
Clóvis Moreira Pereira

Adorei seu artigo de ontem e a pronta resposta da Nana Caymi.É sempre um prazer ler seus artigos, ainda mais que agora não tenho o prazer de encontrá-lo mais vezes.
Claudia Fialho

Osias, parabéns! Seu trabalho é essencial para o bem-estar de toda a comunidade. Sou jornalista, assisti sua palestra na Shel e sei de todo o seu histórico na Manchete. Você deveria reunir um grupo de jovens lideranças judaicas para dar aulas ou palestras. Precisamos cada vez mais de renovação para não perdermos ainda mais judeus pela triste assimilação.
Dhaniel Cohen

Parabéns pelo artigo ontem no Jornal  O Globo e pela resposta à Nana .
GISELA SCHENKER WAJNBERG

Parabéns pelas palavras acertadas, hoje em dia há jovens que pensam que o holocausto, não passa de propaganda sionista, a verdade e outra, bom ter em vc. as respostas certas para as pessoas desinformadas e ignorantes e preconceituosas como foi o caso. abraço afetuoso,
Monica Loreto Riquelme Alquinta

Apresento cumprimentos pela matéria ,como também pela iniciativa da NANA CAYMMI de pedir desculpas ,pois somente engrandece a artista e a sua família.
Franklin Vieira Toscano de Brito

MEUS CUMPRIMENTOS A SUA SISTEMÁTICA VIGILÂNCIA. ALGUÉM JÁ DISSE, " QUE A PAZ É A TERNA VIGILÂNCIA.", E O SENHOR ENCARNA ESTA MÁXIMA COM ZELO E INTELIGÊNCIA. 
ROBERTO DE CARVALHO

Parabéns pela sua presteza em se manifestar pela comunidade.
Miriam Halfin

Graças a sua exemplar e firme intervenção houve a devida retratação com o restabelecimento da verdade. Situações como essa noticiada é que levaram a deplorável "noite dos cristais".
Moisés Mizrahy

A noticia repercutiu tão mal que Nana se viu obrigada a fazer uma retratação em publico. Pelo menos isso...Contudo, fica difícil apagar da memória algo que foi dito em um "episodio infeliz".E Nana, você precisa rever os seus sentimentos em relação ao povo judeu.
Adler Semira

Parabéns por mais este tento lavrado. D!us te proteja e guarde, mantendo-te sempre como nosso guardião, atento o tempo todo, evitando os goals dos anti-semitas de plantão.
Isaac Eduardo Hazan

Em boa hora temos em mãos este artigo em que v.s tão bem expressa as causas e as conseqüências de palavras torpes, insensatas, inconseqüentes de uma pessoa que bem poderia( e teria que) pensar muito bem antes de pronunciá-las visto, que é uma pessoa publica na qual muitos colocam sua admiração. Vossa manifestação é um alerta e ao mesmo tempo um ato de desagravo a um pensamento medíocre e impensado talvez, diante de um veículo de comunicação, que atinge milhões de pessoas em todo o país.....
Mauro Paulino-MG.

Parabéns pelo seu artigo de ontem. Excelente em todos os sentidos. Continue assim.
Arnon Elkind

Que bom termos um brilhante jornalista com vc,que possa responder a altura,aquelas pessoas ignorantes,que nos atiram pedras injusta e indignamente,assim como vc tão bem terminou o seu relato,nessa edição do dia 14.
Gilda Dorf. 

Esse episódio da Nana Caymmi apenas trouxe à tona o que, infelizmente, é a realidade onipresente no inconsciente coletivo cristão. A acusação de deicídio, tantas e tantas vezes invocada para matar judeus ao longo dos últimos dois mil anos, merece de nossa parte uma análise serena.......
Helio Rochlin

Poucas vezes vi uma resposta a difamações contra nosso povo como essa sua. Concisa, precisa, cirúrgica. Que os nossos líderes comunitários se posicionem com firmeza, determinação e esclarecimento, para que, além de defender nossas comunidades, mostrem a verdade de uma forma equilibrada e justa.
David Carlessi

Osias, Mega Yasher coach pelo artigo e pela resposta a Nana Caymi, eu fiz uma musica sobre o pai dela. Aqui em Las Vegas tem judaismo do bom, mas do outro lado da ponte não e para ir mesmo.
Paulinho Rosenbaum –Las Vegas-EUA

Muito obrigada pela emoção que me trouxe a leitura de seu artigo.....Mil vezes parabéns!!!
Eliane Sirota

Mais uma vez Osias Wurman se destaca com brilhantismo ao se fazer  perceber que está atento a comentários antipáticos relativos à Comunidade Judaica.Se todos os judeus atuassem desta forma,cada um em seu local,as atitudes anti-semitas seriam com certeza muito mais coibidas,e ficariam mais restritas ao íntimo desses indivíduos,que por medo hesitariam em dar manifestações públicas.Parabéns por nos incentivar sempre e nos manter atualizados com informações sempre interessantes,bem redigidas e escolhidas.
Dra Fanny Jitomirski- Curitiba- PR

Nada como alguém que tenha o conhecimento que você apresenta sobre a história, para produzir retratações como esta. Aguardemos que a Nana possa procurar se informar melhor e esclarecer aos seus inúmeros fãs sobre quem tinha, na época, poder para crucificar quem quer que fosse. Esperemos que Frei Beto também tenha a dignidade e hombridade de se retratar.
Adolfo Berger

Permita que eu me considere como parceiro do seu excelente e muito oportuno artigo no Globo de 14/01/2008.
Eugen Mermelstein.

Primeiramente quero lhe parabenizar efusivamente pelo belo artigo escrito no " O Globo"!O segundo parabéns, é por ter conseguido rapidamente uma retratação de nossa "amiga" Nana Caymmi. É verdade que o pedido de desculpas é um pouco "esterilizado", mas vale pelo efeito e divulgação!
Lejbus Czeresnia  

Sua "porrada" nesta .... já surtiu o resultado que a comunidade precisava. Parabéns.
Flávio Stanger

Prezado jornalista, me  solidarizo com a matéria veiculada no jornal O Globo, e aproveito o ensejo para indagar como anda o processo para extirpar do vernáculo o verbo judiar ? Palavra com conotação mentirosa e discriminatória.
Renato Teive.

Obrigado pelas  palavras do seu artigo em resposta ao Frei Betto o e comentário da Nana Caymmi.Fiquei muito feliz em ter alguém que pela sensibilidade entende os propósitos do Deus de Israel e não se conforma com as doutrinas dos homens....
Sérgio Maia

Perfeito! melhor que isso acho difícil. Retornei hoje de Eretz e vejo como nossos meios pouco divulgam o que acontece por lá.
David Dahis


 
 
  Acesse nossas últimas edições:
 


> Notícias da Rua Judaica - edição No 52 (13.01.2008)

> Notícias da Rua Judaica - edição No 51 (06.01.2008)


> Notícias da Rua Judaica - edição No 50 (01.01.2008)

> Notícias da Rua Judaica - edição No 49 (23.12.2007)

     
 
 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel