|
| |
| |
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

|
|
| |
| |

|

Osias Wurman
Jornalista
|
|
Lágrimas
Fechei os olhos por alguns segundos e pensei; será verdade que eu, filho e neto de imigrantes poloneses, que chegaram ao Brasil na década de 30 fugidos do antissemitismo, estava diante do Presidente da República, em exercício, como convidado para uma solenidade, em Brasília, que homenageava, dentro outros, meus antepassados?
Abrí os olhos e vi que realmente estava assistindo a um momento histórico da vida judaico-brasileira.
O Presidente em exercício, Jose Alencar, acendia a quinta vela de Chanukah na sede do governo federal, antes de assinar a Lei que criou o “Dia Nacional da Imigração Judaica”.
Todos os oradores foram brilhantes e iluminados pelas velas da Chanukiah, e proferiram emocionados discursos.
Rav Schlesinger da CIP/SP, Rav Margulies da ARI/RJ, Deputado Marcelo Itagiba autor do projeto de Lei, e o Presidente Alencar.

Uma cerimônia inesquecível para todos nós e, para mim em especial, duplamente gratificante como judeu-brasileiro e parceiro político deste amigo que propôs, defendeu, aprovou na Câmara e no Senado, e teve a glória de ver transformada sua iniciativa em Lei: Marcelo Itagiba, filho de Dora Voloch e neto do saudoso Jacob Voloch.
Neste domingo cheguei às lágrimas ao rever o evento num programa na TV.
Assistam este histórico acontecimento clicando no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=Li60Wz-gQ2k
|
|
|
|
 |

|
 |
| |
COMUNICADO AOS LEITORES

A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer que todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.
|
|
 |
| |
PRESOS OS PROFANADORES DE AUSCHWITZ


A polícia polonesa prendeu, na madrugada desta segunda-feira, cinco suspeitos de terem roubado o letreiro do museu Auschwitz Birkenau, na última sexta-feira (18). Os homens, com idades entre 20 e 39 anos, foram levados à Cracóvia, onde serão interrogados. Segundo os policiais, o letreiro foi encontrado no norte da Polônia.
O museu Auschwitz Birkenau é administrado pelo Ministério da Cultura da Polônia e considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. O letreiro, que originalmente ficava no portão do campo de concentração de Auschwitz, era de ferro fundido e levava a frase "Arbeit macht frei" ("O trabalho liberta", em português).
O objeto, de cinco metros de comprimento e 40 quilos, se tornou um símbolo das atrocidades cometidas pelo regime nazista, quando mais de um milhão de pessoas foram assassinadas em Auschwitz. Este nome foi dado ao local onde os nazistas estabeleceram seu maior campo de extermínio, que fica na cidade de Oswiecim, perto de Cracóvia, na Polônia.
Logo após o roubo, a polícia realizou uma intensa operação de busca: intensificou a segurança nos aeroportos e postos de cruzamento das fronteiras e vasculhou ferros-velhos durante todo o fim de semana. Ao ser encontrado, o letreiro estava cortado em três partes.
|
|
 |
| |
|
|
Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
|
AS VITRINES DA ZARA
A rede espanhola Zara teve que mudar a decoração de algumas de suas lojas em Israel, semana passada. Depois de receber reclamações de alguns clientes, quatro sucursais da famosa loja de roupas retiraram das vitrines árvores de natal estilizadas, substituindo o símbolo natalino por candelabros de Chanuká. Alguns consumidores reclamaram que a rede “ignorou” a Festa das Luzes judaica na decoração de dezembro, expondo apenas elementos relacionados ao Natal cristão. Nada de Chanukiot, piões, velas ou lâmpadas típicas de Chanuká.
Os franqueados da Zara em Israel explicaram que apenas seguiram a decoração mundial da Zara. Isto é: as vitrines de todas as sucursais pelo mundo são iguais. E em dezembro, elas são natalinas, mesmo que a Zara tenha clientes de todas as religiões. Mas, ao que parece, a sede espanhola da rede decidiu dar sinal verde para que algumas lojas em Israel mudassem o padrão, incluindo alguns símbolos judaicos na decoração.

Há muitos boatos e histórias por aqui sobre a Zara. Muitos israelenses acreditam que os donos são anti-semitas. Um exemplo disso seria o fato de que a rede colocou à venda, há dois anos, bolsas enfeitadas com suásticas. Não adiantou que a direção tenha retirado o produto das prateleiras e tenha explicado que a bolsa em questão foi feita com símbolos da Índia (e a suástica seria um símbolo místico budista).

A ONG americana Liga Anti-Difamação (ADL), que monitora o anti-semitismo nas Estados Unidos e no mundo, chegou a publicar uma nota garantindo que a Zara não é anti-semita. Mas isso não acabou com a boataria, pelo menos por aqui. Tem gente que faz boicote à loja. Mesmo sem ter certeza de nada.
As vitrines natalinas só aumentaram a suspeita de muitos israelenses de que a Zara não dá muita bola para judeus e o Judaísmo. Alguns consumidores se ofenderam com a visão de árvores de Natal em shoppings do Estado Judeu. “Não havia uma Chanukiá sequer na vitrine”, reclamou uma israelense à imprensa local. “Isso me parece que uma falha. Estamos, afinal de contas, em Israel, um país antes de tudo judeu. A Zara está sendo imprudente”, continuou a consumidora.
Árvores de Natal e bonecos de Papai Noel não são símbolos bem vistos por muitos israelenses, mesmo que o país tenha uma pequena minoria de cidadãos cristãos. E mesmo que, nos canais de TV e nos cinemas do país passem inúmeros filmes de Hollywood sobre Natal e outras festas cristãs. Esse tipo de hojeriza a símbolos relacionados a outras religiões me incomoda, principalmente porque nasci e cresci no Brasil, o maior país católico do mundo. No Brasil, os judeus são minoria, mas há candelabros de Chanuká em muitas cidades.
Acho que muitos israelenses têm medo de que o país deixe de ser judeu caso se abra, mesmo que um pouco, a símbolos de outras religiões. Ao meu ver, esse é um temor irracional e sem base na realidade.
|
|
|
 |
| |
Anti-Semitismo na Moldávia

A ‘Anti-Defamation League (ADL) Liga Anti-Difamação’ condenou a "desprezível" remoção de uma Chanukiah na Moldávia, aparentemente liderada por um sacerdote ortodoxo. A filmagem em vídeo do evento e apresentada através do YouTube mostra um grupo de dezenas de pessoas olhando enquanto a Menorah é derrubada com marteladas e barras de ferro e substituída por uma cruz. Funcionários do governo de Chisinau que é a capital da Moldávia informaram que o candelabro cerimonial de 1,5 metros de altura foi recobrado, reinstalado e está agora sob a guarda da polícia. O vídeo mostra um sacerdote Ortodoxo, identificado pelos meios de comunicação da Moldávia como o Fr. Anatoliy Chirbik, liderando a passeata no domingo na Praça Estefano o Grande e conclamando: "somos um país Ortodoxo. Estefano o Grande defendeu o nosso país de todos os tipos de kikes (pejorativo de judeu), e agora eles vêm e põem esta Menorah aqui. Isto é anarquia".

http://www.youtube.com/watch?v=P-un3-XmmOg
A polícia disse que estavam investigando, e que não havia nenhuma reação oficial da Igreja Ortodoxa da Moldávia, que faz parte da Igreja Ortodoxa Russa e que tem como fiéis 70 por cento da população da Moldávia. O governo nacional emitiu uma declaração que "o ódio, a intolerância e a xenofobia" são inaceitáveis. O líder da comunidade judaica Alexandr Bilinkis conclamou para que a Igreja Ortodoxa tome uma posição em relação às ações do sacerdote. Numa declaração, a ADL solicitou com insistência para que o governo Moldaviano e a Igreja Ortodoxa levem os responsáveis perante a justiça. "O governo da Moldávia e a Igreja Ortodoxa devem punir os que cometeram este desprezível crime anti-semita e demonstrem claramente para a sociedade do país e para a comunidade judaica que o governo e a igreja não tolerarão o anti-semitismo" afirmou o Diretor Nacional da ADL Abraham H. Foxman numa declaração. A comunidade judaica era próspera na Moldávia antes da Segunda Guerra Mundial, mas agora se estima que permanecem somente 12.000 judeus na antiga República Soviética. Há apenas vinte anos havia 66.000 judeus. Muitos emigram para Israel.
|
|
 |
| |
O Violinista Perlman e a Poliomielite

Itzhak Perlman teve pólio quando tinha quatro anos. Agora, 60 anos mais tarde ele está ajudando a livrar o mundo desta doença. O célebre violinista se apresentou na semana passada com a Filarmônica de Nova Iorque num concerto especial no Lincoln Center. O Rotary Internacional, que é o patrocinador está numa campanha para o levantamento de US$200 milhões para o combate a esta doença, que pode causar a paralisia ou a morte. Com o desenvolvimento de vacinas, o número de casos de pólio foi de 350.000 em 1988 para aproximadamente 2.000, há três anos, conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). No ano passado, somente quatro países - Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão - tiveram casos da doença, conforme reportado pela OMS. "Não há absolutamente nenhuma desculpa para qualquer pessoa seja afetada pela pólio em nossa época atual" afirmou Perlman.

http://www.youtube.com/watch?v=sCKERtrDe1E&feature=player_embedded#
Como um menino, algumas horas antes do concerto Perlman lembrou que gostava de pular para fora da sua cama na sua casa em Tel Aviv - Israel. Repentinamente um dia, ele disse, "fiquei muito fraco e não podia mais fazer isso. Era a primeira indicação que havia algo errado, que realmente eu não podia fazer mais o que fazia antes". Ele não se lembra muito sobre o tratamento, somente de ter usado sapatos especiais e abraçadeiras nas pernas. No entanto, porque era tão jovem, pode se ajustar à uma vida com pernas paralisadas. "Era uma daquelas coisas que vou ter que fazer a partir de agora" ele disse. "Terei que andar com muletas e aparelhos. Isso é o novo eu". Depois de um ano, ele começou os seus estudos do violino. "Quis começar a tocar quando tinha três anos, três anos e meio de idade. Atualmente muitas pessoas fazem isso, mas não naquela época e, portanto foi decidido eu era um pouco jovem demais. Então tive a pólio e então me perguntaram, 'Então, você ainda quer fazer isso?' A minha resposta foi, 'por que não'? A pólio não afetou as minhas mãos; afetou os meus pés. Não afetou a minha capacidade de movimentar meus braços e de tocar". O restante, como dizem, são somente histórias. Perlman já emocionou milhões de pessoas com a sua música - em salas de concertos, na "Rua de Sésamo" e em salas de cinema. Ganhou quatro prêmios Emmy por apresentações na TV, suas gravações já ganharam 15 prêmios Grammy, e ele foi o solista de violino no filme premiado com o Oscar "a Lista do Schindler".
|
|
 |
| |
Concurso de beleza israelense reúne gordinhas


Participantes da disputa desfilaram em Beer Sheva. Objetivo era valorizar a beleza das 'mulheres gordinhas'.
|
|
 |
| |
ARNALDO BLOCH LANÇA LIVRO DE CRONICAS


“Gosto das crônicas de Arnaldo Bloch, porque me divirto com seu modo próprio de ver e dizer as coisas e um senso de humor, que é seu, de observador perspicaz e sensível.”
Ferreira Gullar
“Adoro te ler, rapaz encantado!”
Maria Bethânia
“Arriascar-se a ser cronista em terra de Rubem Braga, só se for urubu voando de costas. Pois esse cachorro botafoguense não tem medo de voar, flanar, prosseguir e ir além de tantos incomparáveis antecessores. Mercurial como um leitor, equilibrado como um apaixonado que cai em si: Arnaldo Bloch, a clareza que pode machucar quem não quer clareza”
Pedro Bial
“Entre o jornalismo e a literatura, Arnaldo Bloch fica com os dois. Melhor: consegue ser apaixonadamente fiel aos dois. Daí que o que ele escreve tem sempre o toque magnético do triângulo, um ménage à trois completo, que vem com a verdade profunda da boa ficção e a verdade imediata da reportagem competente.”
Eugênio Bucci
“As crônicas do Arnaldo são um retrato perfeito de um Rio de Janeiro imperfeito. Ele nos dá uma dimensão (do que eu chamo) de naturalismo, como um Tchecov, nunca forçando a barra na justaposição de imagens e impressões. A simplicidade de seus textos faz com que eles sejam sofisticadíssimos."
Gerald Thomas
“Desde a primeira vez que li um texto mais autoral do Arnaldo, na redação do Globo no início dos anos 90, vi ali uma coisa que somente os escritores têm: estilo. E adorei. É sempre o mundo, grande ou pequeno, externo ou interno, visto com perplexidade, ironia, sem pudor e, às vezes, com delírio. Mas é sempre o mundo. Ou um mundo. O mundo de Arnaldo. Não perdi um romance, não perco as crônicas, agora reunidas em livro, desse que é um dos melhores escritores de sua geração.”
Ali Kamel

Autor do best seller Os irmãos Karamabloch, o escritor e jornalista Arnaldo Bloch reúne em seu quinto livro, O CICLISTA DA MADRUGADA, algumas de suas melhores crônicas, publicadas semanalmente no jornal O Globo.
|
|
 |
| |
DOAÇÃO DE ÓRGÃOS EM ISRAEL

Israel está prestes a se tornar o primeiro país do mundo a encorajar cidadãos a se registrarem como doadores de órgãos, recompensando-os com status prioritário caso venham a precisar de um transplante. Mas a medida foi criticada por violar o princípio de que a assistência deveria ser concedida com base exclusivamente médica. Críticos inclusive a associaram com a compra de órgãos.
O projeto visa a melhorar os aflitivos índices de doação em Israel. Apenas um em cada dez cidadãos tem cartão de doador. Segundo o plano, aqueles que se registrarem como doadores terão prioridade, assim como seus irmãos e esposas.

Pacientes precisando de transplante urgente de coração, pulmão e fígado continuarão tendo prioridade, independentemente de eles ou suas famílias serem doadores. Mas caso haja duas pessoas com necessidades urgentes equivalentes, quem for doador ou tiver doador na família terá prioridade. O projeto foi endossado pelo Parlamento israelense no ano passado e sua implementação se inicia com uma campanha midiática no mês que vem, com duração de um ano, antes de poder entrar em vigor.
|
|
 |
| |
A resposta de Israel ao Mandato de Prisão contra Livni

O Ministério das Relações Exteriores divulgou na terça-feira passada a primeira resposta oficial relativa a relatórios de que um tribunal britânico tinha emitido uma ordem de prisão contra a ex-ministra de Relações Exteriores Tzipi Livni.

"Rejeitamos esta cínica atitude legal de um tribunal contra a Presidenta do Partido de Oposição Tzipi Livni, e que esta atitude foi originada por elementos radicais" afirmou a declaração. "Israel gostaria de ressaltar que tanto Israel como a Grã-Bretanha estão no meio de uma batalha conjunta contra o terror global e que soldados britânicos trabalham para derrotar o terror em muitas arenas no mundo. "Israel conclama que o governo britânico cumpra, de uma vez por todas, as suas promessas e evite o insulto feito por elementos anti-Israel através do sistema legal britânico contra Israel e seus cidadãos. O Ministério das Relações Exteriores advertiu que "a falta de uma ação firme e imediata com a finalidade de reparar esta situação certamente prejudicará as relações entre os dois países". A declaração também esclareceu que "se líderes israelenses não puderem visitar a Grã-Bretanha de uma maneira adequada e honrada, isto naturalmente será um obstáculo real ao desejo da Grã-Bretanha de tomar parte ativa no processo de paz no Oriente Médio".
|
|
|
 |
| |
Os “Judeus Ocultos” da Polônia

A organização Shavei Israel divulgou um guia que é o primeiro do seu tipo, na língua polonesa para as festividades do Chanukah – com o título de "Luzes para o Judaísmo Polonês" - que foi distribuído gratuitamente para milhares de "judeus ocultos" por toda a Polônia. Este novo livro traz a história, as leis e costumes deste festival muito especial, assim como trechos de canções tradicionais e também receitas. Foi escrito e preparado pelo Rabino Yitzchak Rapoport que é o emissário da Shavei Israel para Wroclaw na Polônia, e parte do material foi traduzido por Daniela Malec.

A sua publicação faz parte dos esforços continuados da Shavei Israel para entrar em contato com os "judeus ocultos" na Polônia e para prestarem auxílio para que possam reatar às suas raízes judaicas. Michael Freund que é o presidente e fundador da Shavei Israel disse: "Nos últimos anos um número cada vez maior de poloneses tem redescoberto as suas origens judaicas e procurando recuperar uma herança preciosa que foi tão brutalmente retirada deles e dos seus antepassados. Temos a esperança que este livro, embora de uma pequena maneira, capacita uma nova geração de judeus poloneses para celebrarem o Chanukah com alegria, assim como obterem um conhecimento melhor da nossa fé eterna, os seus aspectos e princípios. Muitos dos "judeus ocultos" perderam todo contato com o judaísmo devido ao extremo anti-semitismo que enfrentaram depois do Holocausto, e alguns deles até mesmo se converteram. Outros esconderam o seu judaísmo das autoridades comunistas e agora se sentem livres para assumirem as suas verdadeiras identidades. Outro fenômeno é o das crianças judias que foram adotadas por famílias católicas e por instituições durante o Holocausto. Nada foi contado para elas sobre suas identidades judaicas, e só em anos recentes elas ou os seus descendentes gradualmente começam a redescobri-las. Atualmente vivem na Polônia cerca de 4.000 que são registrados oficialmente como judeus, mas de acordo com várias estimativas, existem dezenas de milhares de outros que ocultaram as suas verdadeiras identidades, ou simplesmente ignoram sobre as mesmas.
|
|
|
 |
| |
O NETO DE RUDOLF HESS

FERNANDO BISKER – DE MIAMI /EUA - Exclusivo para Rua Judaica

Foi publicado no Jornal Yediot Aharonot em Israel uma matéria com Reiner Hess, o neto do comandante do campo de concentração de Aushwitz, Rudolf Hess. Reiner visitou Aushwitz pela primeira vez, acompanhado pelo israelense Eldad Back, cuja família foi em grande parte exterminada neste inferno. O mais marcante nesta viagem foi a reação de Reiner Hess, que em todos os momentos dizia que, se pudesse encontrar seu avô ainda vivo, teria o dever de matá-lo com um tiro na cabeça, eliminando assim este grande assassino sanguinário.

Reiner e Rudolf
Reiner contou que quando era criança conversava com Léo, o motorista de seu avô, na viagem de volta à sua casa, quando passavam férias em Aushwitz. “Eu escutava os gritos dos judeus sendo exterminados e via a fumaça que saia das chaminés. Perguntava o porquê de tudo isso, e Léo simplesmente respondia: É muito importante este trabalho”.
Esteve em São Paulo o Sr. Joe Peleg, do Directory Board da Organização Mundial da Marcha da Vida - JoePeleg@gmail.com - com o objetivo de ampliar ainda mais o alcance da instituição, permitindo com que milhares de jovens e adultos de toda América Latina possam conhecer a história por dentro dos fatos.
Através da vivência in loco e real daquilo que aconteceu no passado, é possível sofrer verdadeiramente pelos nossos irmãos mortos de forma tão cruel e desumana. Em Aushwitz eram assassinados milhares de judeus diariamente. Não queremos viver do passado, porém o passado é parte de nosso presente e a pedra fundamental de nosso futuro. Aqueles que se esquecem de seu passado, o seu futuro esquecerá de seu presente. E neste presente ainda podemos sentir o cheiro forte da ameaça anti-semita e nazista. Portanto nosso dever é permanecermos unidos e atuantes.
|
|
|
 |
| |
ROLA NA INTERNET


A jornalista judia-brasileira Renata Malkes, em Gaza, com o xale do Hamas.......

Moda ou História???
|
|
|
 |
| |
Famosos participam de versão hebraica de 'Vila Sésamo'

Jake Gyllenhaal, Ben Stiller e Christina Applegate são apenas algumas das estrelas que aparecerão em uma nova produção no estilo ''Vila Sésamo'', cujo objetivo será ensinar a crianças judias dos Estados Unidos sobre cultura hebraica. ''Shalom Sesame'', uma série de 12 episódios para crianças em idade pré-escolar que inclui o personagem Grover, explorará a identidade e as tradições judias e será filmada em vários lugares de Israel, como o Muro das Lamentações.
Outras celebridades, como Debra Messing, Greg Kinnear e Cedric the Entertainer, vão se unir a marionetes e crianças em segmentos rodados em Israel e nos Estados Unidos, segundo os produtores da série. Anneliese van der Pol, uma atriz da Broadway e protagonista da série do Disney Channel ' That's So Raven'', nunca havia estado em Israel antes de quarta-feira, quando chegou para filmar suas cenas com os Muppets. - Acho que é realmente importante educar as crianças de um modo divertido e sem ser confusa demais - disse a estrela musical de 24 anos, uma judia cujos pais a batizaram em memória da famosa jovem vítima do Holocausto Anne Frank. O programa ''Shalom Sesame'' foi produzido inicialmente em 1986 e vendeu mais de um milhão de cópias em vídeo. A nova edição abordará assuntos sobre diversidade e será acompanhada por um site interativo e outros materiais. - Para muitos judeus fora de Israel, que talvez nunca possam vir para cá, é uma forma maravilhosa de viver uma experiência virtual do país - disse o diretor executivo do projeto, Danny Labin. A série deve estrear em dezembro de 2010.
|
|
|
 |
| |
Cresce Polêmica sobre Minaretes na Europa

Um grupo de direita do estado alemão do Reno-Westphalia do Norte tornou-se o primeiro partido europeu a promover oficialmente a proibição da construção de mesquitas. O grupo à favor do Reno-Westphalia do Norte está promovendo a proibição como parte da sua campanha contra a "ocupação muçulmana do país" antes das eleições estaduais de maio de 2010. A campanha acompanha a tendência européia que foi recentemente manifestada através de um plebiscito suíço que aprovou a proibição de minaretes no país. "Estamos organizando uma campanha eleitoral que critica claramente o Islã" afirmou Markus Wiener que é o secretário-geral do Reno-Westphalia do Norte. "Adotaremos lemas utilizados no mês passado na Suíça. Consideramos a construção de mesquitas como um símbolo violento da ocupação muçulmana de nossa terra" ele declarou ao jornal ‘Die Welt’.

Wiener ressaltou que no mês passado a campanha não tinha sido direcionada "diretamente contra o Islã", mas tratava do assunto dos "imigrantes não-europeus, cuja maioria provém da cultura muçulmana". Wiener planeja a realização de uma conferência ‘anti-minarete’ nesta primavera, e para a qual ele quer convidar outros grupos de direita para debater a questão de um plebiscito semelhante ao que foi realizado na Suíça e que poderia também ser realizado na Alemanha. Ele tem planos para utilizar o Tratado de Lisboa que foi aprovado no mês passado por países europeus, pelo qual a Comissão Européia deve debater projetos de lei que tenham o apoio de mais de um milhão de cidadãos. O partido de Wiener conseguiu somente 0,4% dos votos durante as eleições prévias no Reno-Westphalia do Norte, porém na cidade de Colônia, que abriga a maior população muçulmana do país, o grupo recebeu 5,4% dos votos. |
|
| |
|
|
 |
| |
Rússia Compra Aeronaves Não-Tripuladas de Israel

A Rússia está negociando uma segunda compra de aeronaves espiãs teleguiadas de fabricação israelense – e este pedido será aproximadamente o dobro da venda inicial de US$ 50 milhões que foi anunciada em abril, segundo fontes da defesa israelense. Disseram que este novo pedido feito com a empresa estatal israelense ‘Israel Aeroespace Industries (IAI)’ teria o valor aproximado de US$100 milhões e incluiria equipamentos melhorados de vigilância que serão realizados por aviões sem piloto. "Os russos vão melhorar triplamente a sua frota e suas capacidades" uma fonte de defesa afirmou. A IAI não quis emitir declaração.

A guerra da Rússia com sua vizinha Geórgia em 2008 mostrou um exército com equipamentos em grande parte obsoletos e a falta de aeronaves modernas espiãs, informaram analistas de defesa. Enquanto que a Geórgia utilizou aeronaves israelenses sem piloto durante os cinco dias de luta a Rússia teve que contar principalmente com seus aviões de bombardeio estratégicos Tu-22 para levantamentos de inteligência do campo de batalha. Esta negociação de aeronaves não tripuladas auxilia a melhora dos laços israelenses com a Rússia, que é um país importante nos esforços internacionais para a contenção do programa nuclear do Irã. A Rússia suspendeu a venda que havia sido programada do sistema S-300 de defesa antiaérea para o Irã. Analistas disseram que o S-300 poderia ajudar os iranianos a defenderem seus locais onde desenvolvem atividades nucleares contra possíveis ataques militares por Israel ou pelos Estados Unidos.
|
|
 |
| |
VACINAR OU NÃO, EIS A QUESTÃO

Daniela Kresch – De Israel – Exclusivo para Rua Judaica
Semana passada, fui ao posto de saúde para ser vacinada contra gripe suína. Fui recebida pelas enfermeiras com animação. Nem fizeram eu esperar muito, mesmo com a grande movimentação no local. “Você quer ser vacinada? Claro! Entra aqui!”, respondeu a enfermeira encarregada, com uma presteza pouco comum. A reação das enfermeiras não me surpreendeu. Ao que parece, a maioria dos israelenses não tem mostrado interesse na vacinação gratuita contra gripe suína neste começo de inverno, mesmo com toda a epidemia mundial e com a morte, só aqui em Israel, de 52 pessoas, até agora, por causa do vírus.

As pessoas estariam com medo dos efeitos colaterais da vacina. O apelo de médicos e a campanha do governo pela vacinação não têm ajudado muito. Manchetes de jornal também não ajudam. Há alguns dias, o jornal Yedioth Aharonoth publicou, em sua manchete, dados afirmando que a epidemia de gripe suína está começando a enfraquecer, pelo mundo. E que os efeitos devastadores da doença não seriam tão devastadores assim. Diante de notícias como essa, quem tinha dúvidas em se vacinar com certeza decidiu não procurar os postos de saúde.
Segundo dados recentes do Ministério da Saúde, das 90 mil pessoas que já se vacinaram (muito pouco diante dos 7 milhões de habitantes do país), só 43 informaram sofrer de efeitos colaterais como brotoejas na pelo, inchaço e vermelhidão em volta do local da vacinação, dor de cabeça, tosse e outros sintomas alérgicos. Só uma pessoa teria sofrido com um efeito colateral mais grave. Mesmo assim, os israelenses continuam acreditando que a vacina – que já foi administrada a mais de 65 milhões de pessoas em todo o mundo – causa mais mal do que bem.
Na minha opinião, esse quadro deve mudar em poucas semanas, quando o inverno começar a realmente ser sentido, por aqui. Por enquanto, ainda não está muito frio e a onda anual de gripe não começou. Mas, em janeiro, quando o número de infectados começar a aumentar, talvez as pessoas pensem melhor, deixem as superstições de lado, e decidam se vacinar.
A epidemina mundial de gripe suína estava demorando para chegar em pelo menos um lugar do planeta: a Faixa de Gaza, que está com suas fronteiras fechadas há mais de dois anos e meio. Se o boicote comercial israelense e egípcio tem algum efeito positivo, é o de bloquear, também, a entrada de novas doenças na região. Mas, nas últimas semanas, quatro moradores de Gaza morreram de gripe suína. Acredita-se que pelegrinos que foram rezar em Meca, na Arábia Saudita, é que trouxeram de volta o vírus. Médicos locais pediram aos moradores que tomem chá com canela, anis, mel e alho.
Quem sabe as autoridades de Israel também devessem pedir à população que faça uso de “remédios da vovó” como chá com alho e sopa de galinha contra a gripe suina. Ao que parece, aqui no Oriente Médio, acredita-se mais nesse tipo de tratamento do que em vacinas modernas. Não que eu seja contra os chás medicinais e a sopa de galinha. Sou mais do que a favor. Mas também acredito nas maravilhas da medicina do século 21.
|
|
|
 |
| |
RABINOS ANTI-INTERNET

Alguns dos rabinos mais importantes de Israel publicaram um anúncio proibindo o uso da internet, inclusive a navegação nos sites dedicados especialmente ao público judeu ortodoxo. O rabino Yossef Eliashiv, considerado um dos principais líderes espirituais da corrente ultraortodoxa do judaísmo em Israel, assinou um decreto proibindo seus seguidores de usarem a internet e condenando, inclusive, os sites religiosos. "Mesmo se os sites fossem totalmente limpos de tudo que é proibido, servem de entrada para a internet impura que já derrubou muitas almas em Israel", diz o anúncio, encabeçado por Eliashiv e assinado por mais 20 rabinos. "Os sites divulgam impurezas para milhares e dezenas de milhares, de maneira totalmente desenfreada". "Não se deve olhar para esses sites, nem colaborar com eles de maneira alguma e nem publicar neles", ordenam os rabinos.

O decreto gerou uma crise no setor ultraortodoxo do judaísmo na internet em Israel, que vinha se ampliando nos últimos anos. Depois do anúncio, alguns sites ultraortodoxos foram fechados e, em outras páginas, diretores obedeceram às ordens de seus líderes espirituais e se demitiram. O diretor do maior site ultraortodoxo em Israel, David Rotenberg, se demitiu do cargo. Rotenberg, fundador do site Behadrei Haredim, porém, defendeu o site e argumentou que a existência de páginas ultraortodoxas fornece aos religiosos um lugar "apropriado" para navegar na internet.
"Qual é a alternativa, sites seculares?", perguntou Rotenberg, que acrescentou que seu site respeita os mandamentos religiosos. "Em vez de ficar horas em sites proibidos, junto com o público secular, vendo propagandas indecentes, o nosso público pode frequentar um site que respeita a Torah", afirmou Rotenberg. Yeshaiahu Roter, diretor do site Roter Net, fez um apelo aos rabinos para que retirem o boicote, argumentando que se os sites ultraortodoxos forem fechados, "o público procurará informação em fontes menos decentes". A única exceção permitida pelos rabinos é o uso da internet apenas nos locais de trabalho e exclusivamente para os fins do trabalho e "não para divertimento". Mesmo assim, o computador deve ser equipado com filtros especiais para bloquear conteúdos considerados "impróprios". Em Israel existem várias empresas que desenvolvem filtros para bloquear computadores para o público religioso.
|
|
|
 |
| |
Acordo de comércio entre Mercosul e Israel recebe aval do Senado

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (16) os textos do Acordo-Quadro de Comércio e do Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e Israel. O relator da matéria na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) e na Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), explicou que o primeiro, de caráter genérico, traça as linhas gerais do relacionamento comercial e pode ser desdobrado em protocolos para cumprimento das diretrizes fixadas, enquanto o segundo funda e baliza a liberdade de comércio entre as partes, basicamente estipulando a isenção recíproca de tarifas de importação nos itens que especifica.

Trata-se de um acordo para abertura de mercado de bens com uma cláusula evolutiva para a possibilidade de, no futuro, promover acesso a mercado de serviços e investimentos.O acordo de livre Comércio cobre as seguintes áreas: comércio de bens, áreas de origem, salvaguardas, cooperação em áreas técnicas, cooperação em normas sanitárias e fitossanitárias, cooperação técnica, tecnológica e aduaneira. O acordo-quadro foi assinado em 8 de dezembro de 2005, enquanto o acordo de livre comércio foi assinado em 18 de dezembro de 2007. A aprovação se deu por meio de projeto de decreto legislativo (PDS 925/09). (fonte: Agência Senado/CCBI)
|
|
|
 |
| |
A GUERRA VIRTUAL

Israel vem estudando o uso de redes de computador para espionagem, invasão de bancos de dados ou sabotagem de sistemas de controle com os chamados "malwares" como uma nova arma contra arqui-inimigos como o Irã. O país aposta no uso de avanços tecnológicos civis na guerra cibernética contra seus inimigos, afirmou um general israelense em rara declaração pública sobre o programa secreto.
Em discurso sobre políticas militares, o Major-General Amos Yadlin, chefe da inteligência militar, listou - entre ameaças à segurança nacional - a vulnerabilidade a hackers, o projeto nuclear iraniano, a Síria e as guerrilhas islamitas ao longo das fronteiras do estado judeu. Yadlin disse ainda que as forças armadas israelenses têm meios para providenciar segurança de redes e lançar seus próprios ataques cibernéticos.

- Gostaria de lembrar neste estimado fórum que o campo da guerra cibernética se encaixa bem na doutrina de defesa do estado de Israel - disse ele no Instituto de Estudos de Segurança Nacional, centro de pesquisa da Universidade de Tel Aviv.
- É uma iniciativa inteiramente azul e branca (cores da bandeira de Israel) e não depende de ajuda ou tecnologia do exterior. É um campo muito bem conhecido entre jovens israelenses, em um país que recentemente recebeu o título de 'nação de start-ups' - disse ele, em referência à indústria civil de tecnologia do país.
As agências de espionagem israelenses contam com seus times especializados em guerra cibernética, com experiência em técnicas tradicionais de sabotagem e protegidas por segredo oficial e censura.
Levando em conta que os Estados Unidos e a Grã-Bretanha estão criando seus próprios comandos de guerra cibernética, Yadlin confirmou que Israel também tem pessoas trabalhando no setor. Ele não citou alvos específicos para potenciais ataques cibernéticos israelenses.
|
|
|
 |
| |
Abbas Planeja Ganhar na Conversa o que Perdeu na Guerra

O Presidente palestino Mahmoud Abbas exigiu que a comunidade internacional reconheça as fronteiras de 1967 como as fronteiras de um novo estado palestino, e declarou que esta seria uma condição para a retomada das conversações de paz com Israel. "Retomaremos as negociações se os assentamentos forem completamente paralisados e as fronteiras de 1967 fronteiras reconhecidas como as fronteiras do estado palestino" disse em Ramallah. Falando diante do Comitê Central da Organização Palestina de Libertação, Abbas elogiou a União Européia por uma proposta para a declaração que a parte leste de Jerusalém será a futura capital de um estado palestino. Também condenou os assentamentos. "O anúncio de Netanyahu de um congelamento de 10 meses não é considerado a cessação de todas as atividades dos assentamentos" disse ele, se referindo a uma decisão do gabinete que teve o apoio do primeiro-ministro.

Além do mais, Abbas criticou as negociações para a libertação do soldado sequestrado Gilad Shalit. "Até agora os palestinos pagaram com a vida de 2.587 pessoas, milhares de feridos, e 120.000 casas destruídas pela prisão do soldado", disse ele. O comitê central da OLP foi convocado em Ramallah para a tomada da decisão final para um novo alinhamento político na Autoridade palestina. Espera-se que o conselho peça que Abbas continue no poder até que novas eleições sejam programadas. O seu mandato acaba no mês que vem, mas ele anunciou que não seria candidato às eleições outra vez. Também ele disse que faria outras ações, que informaria mais tarde .
|
|
|
 |
| |
Pentágono Faz Testes contra Mísseis do Irã

Um alto funcionário do Pentágono comentou sobre um exercício de defesa com mísseis para a simulação de um ataque iraniano, que foi uma mudança do cenário que era até então utilizado e que seria um ataque da Coréia do Norte, conforme noticiou a Reuters. "Antes estávamos testando o sistema GMD contra um cenário tipo Coréia do Norte. O próximo teste... é mais de um disparo certeiro que você usaria para se defender contra um disparo iraniano contra os Estados Unidos. Portanto esta é a primeira vez que estamos testamos num cenário diferente" comentou em Washington o Tenente General Patrick O'Reilly que é o diretor da Agência Americana de Defesa de Mísseis à Reuters durante a Conferência Aeroespacial e de Defesa. Conforme O'Reilly um ataque iraniano seria mais desafiador que um ataque norte-coreano porque um míssil lançado do Irã alcançariam os EUA "mais diretamente vindo daquele lado" e portanto relativamente mais rápido.

Durante os testes, que se estima que custarão ao redor de US$150 milhões e estão programados para janeiro, os EUA lançarão um míssil interceptor de Base Aérea de Vandenberg na Califórnia contra um míssil semelhante ao iraniano que seria lançado das Ilhas Marshall no Oceano pacífico. O'Reilly falou alguns dias após que diplomatas expressaram preocupações sobre relatórios que Irã está testando um iniciador de nêutrons, um elemento chave para a produção de armas nucleares. Um iniciador de nêutrons começa a implosão que ocasiona a explosão nuclear, e como este componente do ciclo nuclear não tem nenhuma utilização para programas de uso civil ou militar, mas somente para a produção de bombas nucleares. O jornal britânico ‘The Times’ alegou que tinha obtido documentos confidenciais de "agências estrangeiras de inteligência" e citaram uma fonte de uma "agência asiática de inteligência" para confirmar que o Irã está se dedicando no desenvolvimento deste dispositivo "desde 2007".
|
|
|
 |
| |
Elie Wiesel em Budapeste – II


Por Judith Klein - Budapeste, dezembro de 2009- Exclusivo para Rua judaica

Elie Wiesel
Elie Wiesel, 81, escritor laureado com Prêmio Nobel da Paz em 1986, vem esta semana à Hungria, 65 anos após ter sido deportado de Máramaros Sziget para Auschwitz. Ele vem para promover a paz e a união entre as diferentes facções existentes dentro do judaísmo na Hungria, e homenagear os judeus “Hassidim” – dos quais ele também é descendente – que há 20 anos estabeleceram aqui a sua comunidade.
Os resultados benéficos desta visita já estão começando a surtir efeito, na medida em que negociações sensitivas até agora impensadas – tais como o cerceamento da ação do “Jobbik” (partido de extrema-direita, de orientação fascista), o tratamento dado aos bens sem herdeiros (“unclaimed properties”) desde o fim da guerra, e outras diretamente ligadas aos judeus - serão tratadas em nível de cúpula do Governo Húngaro.
É preciso admitir que esta visita se deva à ação de dois proeminentes rabinos da comunidade judaica Chabad–Lubavich, movimento que presta assistência a milhares de judeus no mundo todo, e que iniciou suas atividades na Hungria em 1989.
Enviados para cá pelo rabino Menachem Schneershon, o rabino Baruch Oberlander e sua esposa Batsheva desde então ajudam a comunidade judaica húngara a compreender a religião, e a resgatar os valores culturais dos seus antepassados.

Rabino Baruch Oberlander
Filho de pais húngaros que sobreviveram à Segunda Guerra Mundial, o Rabino Baruch Oberlander nasceu em Nova York em 1965, estudou na “Yeshiva” em Israel e nos Estados Unidos. Tornou-se rabino após a conclusão da Central Yeshiva Tomchei Tmimim Lubavitch em 1988. É rabino-chefe da Sinagoga da Vasvári Pál utca, o editor do jornal “Gut Shabes”, e relator da Faculdade de Direito desde 1990. Casado, é pai de sete filhos. Em maio de 2004, fundou a Congregação Religiosa Israelita da Hungria (EMIH), que prega o respeito às tradições judaicas. Desde então conta com a colaboração do o rabino Shlomo Köves.

Rabino Shlomo Köves
Shlomo Köves nasceu em Budapeste, em 1979. Descendente de uma típica família que se afastou das tradições judaicas durante o regime comunista, Shlomo retornou às suas raízes judaicas após o colapso da “cortina de ferro”, e tornou-se um líder atuante na Congregação EMIH. Fez seus estudos rabínicos na “Yeshiva High School” de Pittsburgh, na Pensilvânia, no “Institut Superieur d'Etudes Rabbiniques et Talmudiques” da França, e na “Central Lubavitch Yeshiva” de Nova York. Completou sua formação com os títulos de “Sofer” (copiador profissional da Torá) e “Mohel” (rabino que faz a circuncisão tradicional). Desde o Holocausto, Köves é o primeiro rabino ortodoxo na Hungria. Em sua formatura (2003) estiveram presentes o então Presidente da República da Hungria, Ferenc Madl, e o rabino-chefe do Estado de Israel. Em 2007, a Faculdade de História da Universidade de Debrecen lhe concedeu o título de Doutor. Vive em Budapeste com a esposa e seus dois filhos.

Rabino József Schweitzer
A mais representativa figura humana da facção “Neóloga” do Judaísmo na Hungria é o rabino József Schweitzer. Nascido em Veszprém, Hungria, em 1922, ainda criança perdeu a mãe. Durante a II Grande Guerra, como todos seus contemporâneos, foi obrigado a realizar trabalho escravo nos campos e nos “fronts” de guerra, e viveu no Ghetto de Budapeste. Formou-se na então Faculdade Pázmány Péter, e tornou-se rabino em 1947. Convidado para o posto de Rabino-chefe da Comunidade Israelita de Budapeste em 1981, desde então vem acumulando diferentes cargos no meio da comunidade “neóloga”, de orientação menos rigorosa do judaísmo na atualidade.
|
|
|
 |
| |
Por que um sobrevivente de Auschwitz evitou consultas médicas durante 65 anos

Christoph Schult (Der Spiegel)
Há 65 anos, o infame médico de Auschwitz, Josef Mengele, removeu um rim de Yitzhak Ganon sem anestesia. Depois disso, Ganon, um judeu nascido na Grécia, jurou que jamais consultaria médicos. Um ataque cardíaco sofrido por Ganon no mês passado fez com que a história dele fosse revelada.
Yitzhak Ganon é um homem magro. O seu suéter cor de vinho é um pouco grande para ele, e as suas pernas são como varas finas dentro da calça marrom. Mas ele se cuida. Ganon está recém-barbeado, o seu bigode branco é muito bem cuidado. O homem de 85 anos de idade senta-se em um sofá cinza, com uma almofada para apoiar as suas costas. Ele está muito fraco para levantar-se por conta própria, mas ainda cumprimenta um visitante em alemão: "Guten Tag".

Ele sente dificuldade em falar. "Devagar, Abba", diz a filha Iris, trazendo um copo d'água para ele. Ela conta que durante toda a vida o pai jamais reclamou de uma dor sequer. Há um mês ele chegou da sua caminhada matinal e deitou-se. "Você está doente, papai?", perguntou Iris. "Não, só um pouco cansado", respondeu Yitzhak Ganon, antes de dormir. Mas, horas depois, ele ainda estava cansado. "Não preciso de nenhum médico", disse ele à filha. Na manhã seguinte, a situação dele piorou. A mulher e a filha de Ganon ligaram para um médico, que diagnosticou uma infecção viral e disse a ele que fosse para o hospital. Ganon resistiu. Mas finalmente ele percebeu que a sua vida corria perigo. Em determinado momento, ele deixou de resistir às ordens médicas.
A família dele o levou ao hospital da sua cidade, Petach Tikva, próxima a Tel Aviv. Assim que deu entrada no hospital, ele perdeu a consciência. "É um ataque cardíaco", disse o médico. Os coágulos sanguíneos foram retirados com o auxílio de pequenos balões, e os médicos colocaram cinco stents no paciente. "Nós achamos que ele não fosse sobreviver à cirurgia", conta Eli Lev, o médico. "Especialmente porque ele só tem um rim". Quando Yitzhak Ganon recobrou a consciência, ele contou aos médicos onde perdeu o outro rim - e por que evitou consultas médicas durante 65 anos. Um repórter do jornal israelense "Maariv" ouviu falar na história dele. E, agora, semanas após a operação, Ganon está disposto a contar a sua história a um repórter alemão pela primeira vez..
Ele estica-se e observa uma foto pendurada na parede da sala. Ela mostra a Acrópole, em Atena. "Eu vim de Arta, uma pequena cidade no norte da Grécia. O fato ocorreu em um sábado, 25 de março de 1944. Nós só contávamos com velas para celebrar o sabá, quando um oficial das SS (Schutzstaffel, "esquadrão de proteção", tropa de elite do regime nazista alemão) e um policial grego invadiram a nossa casa. Eles nos disseram que tínhamos que nos preparar para uma longa viagem". O homem de 85 anos levanta a manga da camisa e revela o seu antebraço esquerdo. O número 182558 está tatuado em tinta azul escura.
O transporte para Auschwitz levou duas semanas. O pai de Ganon, que estava doente, morreu durante a viagem. Ao chegarem, eles tiveram que tirar as roupas para submeterem-se a uma inspeção. A mãe e os cinco irmãos de Ganon foram mandados para a câmara de gás. Yitzhak Ganon foi levado para o Hospital Auschwitz-Birkenau, onde Josef Mengele, o chamado "Anjo da Morte", realizava experiências sinistras com prisioneiros judeus.
Ganon teve que deitar-se em uma mesa, onde foi amarrado. Sem nenhuma anestesia, Mengele fez uma incisão na parte inferior do seu dorso e extraiu um dos seus rins. "Eu vi o rim pulsando na mão dele e chorei como um louco", conta Ganon. "Eu gritei o 'Shema Yisrael' ("Escuta, oh Israel"; as duas primeiras palavras da seção do Torá que constitui a exposição de fé central do judaísmo). Implorei pela morte, para parar de sofrer".
Após a "operação", ele foi obrigado a trabalhar na sala de costura de Auschwitz sem o uso de nenhum analgésico. Entre outras coisas, ele teve que limpar instrumentos médicos ensanguentados. Certa vez, ele teve que passar a noite inteira em uma banheira com água gelada porque Mengele queria "testar" as suas funções pulmonares. Ao todo, Ganon passou seis meses e meio no hospital do campo de concentração. Quando não viram mais nenhuma utilidade nele, os nazistas o mandaram para a câmara de gás. Ele só sobreviveu por um golpe de sorte: na câmara de gás só cabiam 200 pessoas. Ele era o número 201. Em 27 de janeiro de 1945, Auschwitz foi ocupado por tropas de libertação soviéticas. Yitzhak Ganon retornou à Grécia e descobriu que os seus familiares restantes - um irmão e uma irmã - haviam emigrado para Israel em 1949. Ele casou-se. E jurou que jamais faria consultas médicas. "Em toda ocasião em que esteve doente, mesmo que a situação fosse grave, ele me disse que o problema era apenas fadiga", conta a mulher de Ganon, Ahuva.
Mas Ganon ficou feliz por ter finalmente ido para o hospital após o ataque cardíaco. Uma semana depois ele sofreu um novo ataque cardíaco, e recebeu um marca-passo. "Se os médicos não estivessem por perto, eu agora estaria morto", diz Ganon, sorrindo pela primeira vez. Yitzhak Ganon sobreviveu mais uma vez.
Tradução: UOL
|
|
|
 |
| |
|
|
| |
DESTAQUES SOCIAIS


Com a presença de rabinos e das principais lideranças da comunidade israelita, o prefeito Gilberto Kassab sancionou nesta segunda (14/12) o Projeto de Lei 129/09 que institui um Dia Municipal em Memória às Vítimas do Holocausto. Tornou-se a Lei 15.059. A cerimônia foi realizada na sede da Prefeitura. Em seu discurso, o vereador Floriano Pesaro, autor da lei, lembrou a história de sua família, que também foi vítima dos horrores da Guerra. “Em abril de 1939, meus avós judeus Humberto Pesaro e Gabriela Cohen Pesaro tiveram que partir às pressas da Itália e embarcaram no primeiro navio, com meu pai, Giorgio, na época com 3 anos de idade, nos braços”, afirmou.

O Governador Jaques Wagner da Bahia recebeu o intérprete israelense Idan Raichel em sua residência oficial em Salvador. Estiveram na reunião Clara Ant, Assessora Especial do Presidente da República, a Diretora para América Latina do Hillel, Márcia Kelner Polisuk, e o diretor de cultura do Hillel-Rio, Michel Gherman

Por unanimidade de todos os grupos da B`nai B'rith paulistana Adélia Tulman Cabílio foi eleita presidente da Associação Beneficente e Cultural B`nai B'rith de São Paulo para o período 2010-2011. A eleição ocorreu no dia 14 de dezembro de 2009



|
|
|
 |
 |
| |
|
|
 |
| |

Com referência a duas menções anteriores em Notícias da Rua Judaica, por obséquio:
- Só para registro: a suástica é, sim, um símbolo hindu. Das tribos indo-arianas e por isso foi apropriada pelos nazistas. Mas até hoje, na cerâmica e nos têxteis indianos, ela está presente - e isso não significa necessariamente uma postura anti-semita. Até recentemente, a força aérea venezuelana (!) também apresentava na carlinga uma imagem de um índio com a suástica no corpo. E também não era manifestação nazista. Claro, é de se esperar que governos e empresários tenham a sensibilidade de evitar o uso dessas imagens, mas, porém, contudo, todavia...
Henrique Veltman
- O que consta existir no Oriente é um símbolo mas que gira em sentido contrário, e que os psicólogos denominam de símbolo benigno.Enquanto a suástica nazista girando do jeito que gira, para o inconsciente, é denominado um símbolo maligno.
- Ha' em seu ultimo newsletter mensagem do Eng. Luciano C. de Oliveira. Estou quase certo tratar-se de meu colega Luciano Cruz de Oliveira, que formou-se comigo em engenharia química em 1972. Ha' bastante tempo tento localizar o Luciano. Você poderia, por favor, fazer um "forward" desta minha mensagem para ele?
Moshe Waldmann - Israel
Autorizo a gentileza de encaminhar ao Dr. Moshe Waldmann, meu colega de Faculdade, este endereço eletrônico: cruz.tradutorengenheiro@gmail.com
Cruz de Oliveira
Brincando de história, pode-se dizer que o Dia Nacional de Imigração Judaica é a data do descobrimento, pois a Carta de Pero Vaz de Caminha tem no canto superior direito o B’EZRAT HASHEM.
Seguem alguns nomes de locais e cidades, que mostram a ancestral presença judaica no Brasil:
- Ceará – ruach ceará – vento tempestuoso (ali estão hoje nossas primeiras usinas eólicas).
- Recife – retcif (que ainda bem que existem esses recifes, pois hoje constituem a barreira natural que mantém os tubarões afastados da beira d’água na Praia de Boa Viagem).
- Maceió – maasse IO – obra de D-us (a beleza do local é estonteante).
- Goiás – go az (povo forte, como eram os silvícolas do cerrado).
- Alagoas – Al go az (região situada acima – al – da região do povo forte – go az).
- Pará – pará (vaca, gado – a pecuária emprestou o nome à região).
- Amazonas – Am zoná (é delírio a existência das “amazonas”- silvícolas do gênero feminino cavalgando naquela região, então sem cavalos. O nome tem outra origem, provavelmente relacionada ao equívoco de entendimento, pelos colonizadores brancos moralistas, do relacionamento aceito por aqueles silvícolas).
- Brasil – Eretz shem evem be barzel – terra onde as pedras são de ferro (onde se construiu a primeira fundição das Américas). O pau Brasil era comercializado pela Liga Hanseática sob o nome de “madeira judaica”.
Isso sem contar as milhares de palavras hebraicas que fazem parte do vernáculo brasileiro (dizem que o Museu da Língua Portuguesa é um manancial inesgotável).
Sergio Ejzenberg
Gostaria de lhe pedir um favor. Estamos precisando do support da comunidade judaica para impedir que o único colégio judaico (Massada College ) no sul da Austrália,
que também é o colégio dos meus filhos, feche as portas. (Site do colégio - http://www.massada.sa.edu.au/) Estou copiando aqui a carta do Rabbi Heilbrunn de Melbourne (segue abaixo).O meeting foi esta semana.Conseguimos levantar 1/3 do valor que precisamos.(Você pode conferir no Jewish news - http://www.jwire.com.au/?p=5931#more-5931). Assim que estamos pedindo a outras comunidades que nos ajudem a conseguir o restante com a doação de $18 (dólares australianos) através do website do colégio (via paypal).ou dos links citados na carta do Rabbi.Se der para ajudar a divulgar, lhe agradeço de coração.A situação é realmente críticaGrata desde já,
Karen Gekker
Parabenizamos a justa iniciativa do Deputado Federal Marcelo Itagiba ao propor e ser aprovado o Dia Nacional da Imigração Judaica. Como seus eleitores, agradecemos ao ilustre parlamentar, digno representante da nossa comunidade naquela Casa. Todo "kavod" a quem merece!
Sheila e Nissim Hallale - Loja Herut da B'nai B'rith
Itagiba,sou Judia,Brasileira e Sionista,mas quero te agradeçer pela homenagem prestada á aqueles que neste paìs aportaram,dando-lhe o melhor de si e,encaminhando seus filhos e netos com noções de Etica,Cidadania e Justiça.São politicos como voçe que nos fazem Acreditar nos Homens.
Suzana Grinspan
Caro Osias
Nada mais justo.Parabéns pela divulgação.Abraço do
Paulo Campos
Ilustríssimo Senhor Osias Wurman: o dia 18 de Março é uma data histórica, em todos os sentidos dessa palavra. Um dia que, apesar do atraso, honra e reconhece a presença judia em terras brasileiras desde as origens de nossa querida nação brasileira. Presença essa que, inegavelmente, é de origem sefaradita. Pois, com raríssimas exceções, os judeus que vieram nas caravelas portugueses eram marranos (criptojudeus) que fugiam da sanha assassina da "santa inquisição" que destroçava as comunidades judaicas da Península Ibérica.
Martinho Faustino Xavier Júnior - João Pessoa/PB.
Parabéns a toda Comunidade, pela oportuna instituição da “data de celebração da imigração judaica no Brasil”, a qual, doravante, deve ser celebrada com muita emoção e entusiasmo por todos os brasileiros. Sou grata a Sua Excelência, o Presidente da República em exercício, por haver sancionado esta lei e ao atuante Dep. Itagiba, pela brilhante justificativa.Shabat Shalom !
Martha Borba
Excelente a edição da LEI 12.124 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2009 que CRIA O “DIA NACIONAL DA IMIGRAÇÃO JUDAICA”
Clara Grynberg Tochner
Em plena Tijuca esta sendo construida uma mesquita na rua Gonzaga Bastos,em frente a primeira rua transversal. (entrando pela Barão de Mesquita). Na frente existem tapumes muito velhos que dão a impressão de ser uma construção parada. Não existe placa do que esta sendo construido e não tem número. Dá para ver quatro minaretes em construção, sendo construção recente. Chamo atenção para o caso não por construirem uma casa de oração mas as quatro minaretes que simbolizam a supremacia do Islão nos quatro cantos do mundo. A ausencia da placa é que chama a atenção.Será que esta sendo construida na "moita"=fato consumado.
D. F.
Caro Chaver Dr. Osias Wurman,Shalom!
Neste período, de oito dias, no qual se celebra a Festa das Luzes, denominada Chanucá, recorda-se o milagre ocorrido em 165 AEC. Naquela época, Antiocus IV, rei da Síria, o “Louco”, dominou Eretz Israel, após a morte de Alexandre, o Grande. Pressionou os judeus a aceitarem a cultura greco-helenista, proibindo o cumprimento das mitsvot da Torá e forçando a prática da idolatria pagã. Antiocus IV foi apoiado por exército numericamente superior. Em 165 AEC, os Macabeus, corajosos combatentes oriundos de uma família de muita fé, os Chashmonaim, apesar da enorme desvantagem, saíram vitoriosos de uma batalha travada contra o inimigo. O Templo Sagrado de Jerusalém, violado pelos rituais greco-pagãos, foi novamente purificado e consagrado e a Menorá reacesa com o azeite puro de oliva, descoberto no mesmo Templo. A quantidade encontrada era suficiente para apenas um dia, mas milagrosamente durou oito dias, até que um novo óleo puro pudesse ser produzido e trazido ao Templo. A mensagem de Chanucá expressa continuamente os sublimes valores do Judaísmo e a fértil cultura judaica. No mundo atual, mais de dois mil anos depois daqueles episódios, em que o obscurantismo, a tirania, a injustiça social, a guerra, a intolerância, o terror, o medo e a ignorância se disseminam, que as Luzes de Chanucá, por fim, prevaleçam. Que a Verdade, Paz, Justiça, Liberdade, Fraternidade, Democracia, Coexistência, Diálogo e Prosperidade se irradiem por todo o mundo. Chanukah Sameach! Am Israel Chai (Que viva o Povo de Israel)! Que as Luzes de Chanucá iluminem a Vós e a Vossa Família! Shabat Shalom!Estes são os sinceros votos de
Marcelo Walsh e Família. |
Li seu artigo "Brasil Lava as Mãos" e concordei totalmente. Olha, como a maioria dos brasileiros, estou com muita vergonha dos rumos que a diplomacia brasileira está tomando.
Ana Lúcia do Espírito Santo
Prezado Osias Wurman , Comu judeu, fico preocupado com essa publicidade toda em torno de Chanuka e principalmente com esse filmete da TV Globo pelo seguinte motivo: 1) Temos que admitir que existe anti-semitismo latente em todo o mundo, inclusive no Brasil. 2) Esse filmete pode dar combustível a grupos anti-semitas dando-lhes o argumento de que os judeus controlam a rede Globo, a mídia, a economia, etc... e estao tentando impor suas festas religiosas no Brasil. Apesar da liberdade de religiao no Brasil, devemos lembrar que o país é 90% católico. 3) Na Franca, recentemente, o presidente pediu aos muculmanos que exercam suas crencas com discricao, e tentem se incorporar mais à cultura francesa. Ceto ou errado, isso deve expressar a opiniao dos franceses. Assim como os suicos já rejeitaram a "mulçumanificacao" da suica, tambem recentemente. 4) A divulgacao do dia e horario do evento em copacabana em cadeia nacional pode facilitar a acao de grupos anti-semitas através de manifestacoes e até atos de violencia. Pra que jogar holofotes sobre a comunidade judaica? Por isso, peço que se avalie com muito cuidado o conteudo desse filmete antes de divulgá-lo pela TV, se nao for possivel voltar a tras na infeliz ideia. Eu, como judeu, gostaria de assistí-lo antes da divulgacao na TV.Atenciosamente,
Felipe Liberman
Caro Osias, como sempre, passamos vergonha, aliás muita vergonha. Quando teremos uma posição firme nas questões diplomáticas e universais? Não basta somente a aprovação popular, classe a qual depende e carece de ajuda, que muitas vezes são mais demagógicas do que sociais. “Necessitamos também de uma definição diplomática”, onde a postura dos nossos líderes governamentais sinalizem não somente suas convicções ou ideologias, más o que a sociedade como um todo, realmente acredita e compartilha.Que D’us nos abençoe.Um abraço a todos,
Marcos Martim
Parabéns por conseguir espaço na grande mídia para colocar o apelo de Abbas.
José Roitberg
Parabens Osias, Normalmente estamos en desacordo, desta vez concordo no conteudo e na forma.Sholem aleichem
Sylvio Band
Osias, amigo:Mais uma vez você usa seu espaço como jornalista para esclarecer a opinião pública e divulgar fatos esquecidos pela mídia. Parabéns por suas atitudes corajosas e coerentes. É muito bom para nós, judeus brasileiros, contar com um batalhador pela verdade, como você. Abraços,
Raquelita Athias - Belém-PA
Brilhante, jornalista, brilhante! Se me permitir mais dois dedinhos de prosa, gostaria de acrescentar que toda a boa vontade the Mahmud Abbas e Salam Fayyad nao sao suficentes para se chegar a acordo algum, uma vez que sendo figuras fragilizadas pelo Hamas, Hizbollah, ou seja Iran, dificilmente sobreviverao politicamente para cumpri-los(os acordos). Em outras palavras: se um novo conflito for invevitável, todos já sabem para onde as reclamacoes deverao ser dirigidas. Grande abraco, Osias,
Betty Steinberg- EUA
Oi Osias: acabo de ler o seu artigo,como sempre direto, certeiro e oportuno.Realmente assuntos e nuances importantes passam despercebidos em detrimento do que a midia resolve que é mais importante e bombastico.Parabens mais uma vez !Abs. para voce e para a Susi. Espero que estejam aproveitando.
Léa Lozinsky
Caro Osias,Não poderia ser mais oportuno e como sempre brilhante, seu artigo sobre a visita do "presidente"do Irâ ao Brasil. A divulgação, logo após, da construção de 10 novas usinas para enriquecimento de urânio, deixando claro que não são para "fins pacíficos", foi um "tapa na cara" de nossa diplomacia de resultados.Abraço forte,
Jacksohn Grossman
Caro Osias, muito bom e preciso artigo. Parabéns. Com um abraço,
Fábio Koifman
Excelente texto no Globo hoje.Grande abraço,
Marcia Ramos-e-Silva
Caro Osias, Li e gostei do blog. Notei que o cumprimento do presidente Lula ao Abbas nao foi tão efusivo quando ao dado em Ahmadinejad.Confira abaixo:
Adilson Minossi de Oliveira - Florianópolis(SC)
Caro Osias, parabens pelo brilhante artigo que saiu no Globo hoje. Voce externou neste artigo tudo que nós judeus pensamos sobre o assunto. Precisamos de pessoas como voce para nos. defender. Muito obrigado. Um grande abraço
Sylvia Mekler. União Associação Beneficente.
Grato, Sr. Osias, pelo texto enviado, o qual já havia postado no site Usina de Letras. Parabéns pela contundente colocação: afinal, quem apoia um presidente que promove o terrorismo internacional via Hezbollah, terrorista também é. É o caso de Lula, para infelicidade de todos os brasileiros.Atenciosamente,
Félix Maier
Caro Osias,Parabéns pelo corajoso artigo! Revela fatos essenciais para a opinião pública nacional, dos quais foi privada pela censura branca da imprensa interessada em agradar o cliente maior, a União. A sua manifestação adquire maior relevância ainda neste momento, em que o culto à personalidade e práticas políticas reminiscentes do stalinismo se descortinam diante de todos brasileiros, especialmente diante desta minoria inquieta, nós, judeus!
Hélio Rochlin
Parabens Sr. Wurman.Concordo plenamente com sua analise. Infelizmente o mundo nao acordo ainda. Infelizmente muitas naçoes ainda estao tendo relaçoes comerciais e diplomaticos com Ira. Pobre povo do Ira que e, tambem, como os Arabes da Palestina como tambem os judeus no mundo entero sao povos pacificos. Os recentes disturbios estudantis em Theran mostram que o povo esta ardo do governo deles. Tem que isolar o Ira. O governo do Ira nao quer a paz, quer dominar toda regiao do medio oriente. Acorda Europa, acorda EU, acorda o Brazil do Lula que nao e nada mais que uma marioneta. Demostro claramente nos ultimos 15 dias com sus comentarios totalmente fora de qualquier racocinio. Disculpa o meu portugues. Sou Suiço. Um suiço muito preocupado mas orgulhose de ter votado em contra a construçao dos Minarett na Suiça Cordialmente
Werner P. Luthi.
Ilustrissimo sr. Consul Honorario de Israel e amigo Osias Wurman
Pela presente, gostaria de parabeniza-lo pelo excelente artigo de sua autoria, intitulado "Brasil lava as maos", publicado no O Globo e encaminhado para conhecimento atraves da Rua Judaica. Assim como anteriormente o critiquei pela posicao favoravel ao governo brasileiro, citando Lula como grande amigo dos judeus, me sinto na obrigacao de parabeniza-lo pelo excelente artigo, e que na verdade mostra que o governo Lula nao tem nada de amigo com o povo judeu ou Israel. Ao sabermos, atraves de seu texto, que o presidente da Autoridade Palestina se pronunciou desta forma, tambem podemos entender que Lula tambem nao pode ser considerado amigo dos palestinos, mas sim de suas proprias conveniencias, arquitetadas pelos terroristas e mensaleiros do Partido dos Trabalhadores. Abracos grandes e seguimos na luta.
Persio Bider - Presidente JJO - Juventude Judaica Organizada
Alô Osias, o seu artigo no Globo atingiu o ponto-chave da passagem do tirano Ahmadinejad pelo Brasil: o pedido de Abbas, presidente da Autoridade Palestina, para que o presidente Lula intervenha junto ao governo de Teerã no sentido de parar de sustentar, com gordo financiamento em petrodolares e envio de armas, o Movimento de Resistência Islâmica- Hamas, um dos maiores obstáculos à conquista da paz na Terra Santa. Por que não fazer junto ao presidente Lula uma campanha nacional de pronto apoio ao acolhimento pedido da presidente da AP?
Marx Golgher
Caro Osias Wurman,
Gostaria informar-lhe que o conteúdo abaixo foi publicado na resenha on-line no site do Exército Brasileiro.O artigo pode ser visualisado no site do Exército através do link abaixo:http://www.exercito.gov.br/Resenha/homepage.htm#4 . Atenciosamente,
William Peltzer
Infelizmente o Brasil continuará lavando as mãos, Sr Wurman! Basta ver as fotos do presidente com seus olhos que jamais se fixam em coisa alguma para sabermos que o Oppenheimer tem razão no que afirma ai embaixo. Cordiais saudações,
Regina Caldas
Caros Osias Wurman e Renato Aizenman, Fico muito feliz em saber que nossa festa é apoiada! Aproveito para mandar um filme de Chanuka feito em massinha, com música, que eu fiz. Acho que é do interesse da comunidade. O link é o seguinte: http://www.youtube.com/watch?v=-JlnVlqNO0M . Para ver outros filmes de massinha sobre as festas judaicas entre no meu canal: www.youtube.com/drk1818 . Chag Sameach!!
David Rosenberg Krausz
Bom dia,Sou estudante de doutorado na Universidade do Arizona e escrevo sobre escritoras judias do Brasil e o Chile.Ontem tive a feliz oportunidade de assistir um programa de uma hora na PBS (Public Television) festejando o Chanuká. Foi lindo e, embora não seja judia, adorei e quero ver as reprises. Acho que no Brasil deveriam seguir este exemplo. Afinal, somos ou não somos um povo multicultural?Parabéns pelos artigos!!
Selene Moreno
Ilmo. Sr. Owurman, não pelos mesmos motivos defendidos pelo Sr., critico quando um Governo, como o nosso, "lava as mãos" e se abstém de se manifestar sobre determinado assunto internacional. Prefiro aquele país que, ainda que defenda posição diametralmente oposta aos meus princípios, não se acovarde e "dê sua cara a tapa". Mas minha crítica pára por aí, porque o Brasil teria o dever de corajosamente alinhar-se àqueles poucos países que não acataram a hipocrisia internacional de não admitir que o Irã explore a energia atômica, quando Israel além de explorar esta mesma energia, fá-lo belicosamente, já que tem bombas nucleares. (Isto para não falar que tais bombas, de posse de Israel, afrontam acordos internacionais.) Tenho que concordar com o presidente Lula, quando disse ser uma enorme hipocrisia que EUA e Rússia condenem outros países por pretenderem ter bombas atômicas, quando eles próprios as possuem. A comunidade internacional e Israel não tem moral alguma para condenar o presidente Ahmadinejad, que o Sr. denomina de tirano, mas que foi eleito democraticamente; e que, ao contrário do primeiro-ministro do seu país, não assassinou milhares de inocentes palestinos num passado bem recente, mas que a imprensa internacional faz questão de esquecer.
Newton Penna
Judeus denunciam violação de túmulos em Buenos Aires
Seis túmulos de um cemitério judaico de Buenos Aires foram violados e destruídos entre a noite de domingo e a manhã de segunda-feira dia 7 de dezembro, denunciou o secretário-geral da Amia (Associação Mútual Israelita Argentina), Julio Schlosser. O cemitério, chamado Liniers, fica na região oeste da cidade. "Ficaram destruídos completamente. Levantaram as tampas das tumbas e escavaram a terra, algo que nunca havia sido visto", disse ele. Conforme Schlosser, ainda não é possível afirmar se o ataque teve cunho antissemita "ou se foram alguns loucos que entraram no cemitério". Ele ressaltou achar que a ação é "profundamente preocupante". "Não podia crer no que viam meus olhos, a terra revolta das tumbas. Isso é algo que não tem explicação", disse. No mesmo cemitério, no ano passado, foram encontrados símbolos antissemitas pintados, conforme Schlosser. Buenos Aires foi palco de um ataque contra a embaixada de Israel, em 1992, que deixou 29 mortos. Dois anos mais tarde, outro ataque destruiu a sede da própria Amia, matando 85. Há cerca de 300 mil judeus na Argentina, a comunidade mais numerosa da América Latina. Um dos denunciados pelo tenebroso ataque à Amia, em 1994, é o atual ministro da Defesa da república fascista islâmica do Irã, que tem um pedido internacional de prisão contra ele, formulado pela Justiça argentina. Neste país, dominado por políticas populistas, o peronismo cultiva tradicionalmente sentimentos contra os judeus, apesar de ter nas suas fileiras grupelhos trotskistas. E isso é uma grande ironia, porque Leon Trotsky era judeu. Mas os seguidores de Trotsky, chamados de trotskistas, reunidos na quarta Internacional comunista, são abertamente antissemitas.
Carlos Grand
Caro Sr. WURMAN. Parabenizo-o pela iniciativa abaixo, referente a divulgação de Chanuká, através da Rede Globo.Pena que nossa Federação em São Paulo é uma negação e não se preocupa com tais motivos e ainda bem que temos o Beith Chabat para cuidar desta parte.Atenciosamente
Carlos Ajbeszyc
Gostaria de repetir que vc foi direto ao ponto. Foi preciso na sua análise, demonstrando que os fatos devem se colocados dentro da verdadeira perspectiva, ressaltando a omissão do Governo brasileiro na parte mais importante da manifestação feita pela Autoridade Palestina, ou seja, a nefasta interferência Iraniana no processo de Paz.
Parece-me que não estamos distante do meu ponto de vista colocado na Fundação Klabin. Abraços,
Marcelo Itagiba
Osias, Muito bom o seu artigo de hoje. Fica clara a diferença, e permite que se possa sonhar com o entendimento. O fim do radicalismo e que vai permitir que os ventos da paz soprem naquela região. Abraços.
Sergio Niskier
Excelente! Parabens aos envolvidos!
Sharon Abadi
parabéns, irmão Osias.
muito direto, crítico e inteligente.
orgulho de você. abraços ecojudaicos do
carlos minc
Caro Osias, Escrevo para dizer-lhe que em janeiro/2010, em comemoração aos meus 50 anos, estarei em Israel pela 2ª vez. Embarco dia 17/01. Estarei em TLV e Jerusalém. Será uma viagem de gratidão e benções. Shalom Adonai ,
Henrique Chagas
Caro Osias, Fazemos, há alguns anos, um trabalho de tentar fazer uma grande arvore genealogica judaica, baseando, inicialmente, da coletividade judaica
paulistana. Atualmente, este trabalho esta com pouco mais de 55 000 nomes, 10 000 sobrenomes, todos numa UNICA familia. Gostariamos, precisamos, teriamos um imenso prazer se o amigo pudesse ser o nosso "colega", correspondente, enfim, tentar fazer no Rio o mesmo que fazemos em São Paulo, e, concomitantemente, unir os dados de São Paqulo e Rio (e alguns milhares de outros locais). Será que o amigo tem a árvore de SUA familia, as mulheres casadas com seu sobrenome de solteira ? Quem sabe, começemos com a sua familia, onde haverá muitos sobrenomes...seguido dos nomes. Aguardo novidades do amigo,
Franklin Kuperman, de São Paulo
Estou buscando ajuda para resgatar minhas raízes familiares e origens judaicas. Minha família é portuguesa, e até onde pude apurar a primeira a nascer no Brasil, em Uberaba-MG foi Francisca Montes. Depois a família veio para Goiás. Sabe onde ou como obter mais informações, banco de dados, ou algo assim? Obrigado
Marcelo Baía
Prezado Sr. Wurman, Sou assidua leitora do seu jornal,apesar do fato que faz muito pouco tempo que tenho accessoa ele.Por este motivo ,tomei a liberdade de lhe enviar essa nota que tanto nos preocupa e espero que tais tristes fatos não cheguem a serem perpetuados aqui tambem.Espero um dia , ter o prazer de conhecer lo pessoalmente e parabenizar lo pelo seu lovavel empenho e dedicação de nos informar sobre os acontecimentos do interesse da colonia judaica.Atenciosamente,
Eva Dahre
OLA SHALOM, SOU LEIBE BERENCHTEIN; DIRIGENTE EM SAO PAULO DE UMA COMUNIDADE JUDAICA DENOMINADA CENTRO JUDAICO ZONA NORTE. AGRADEÇO VOSSOS CONSTANTES EMEILS E POR SEUS TEMAS QUE TRABALHAMOS E DIALOGAMOS E MOSTRAMOS A NOSSA COMUNIDADE DESTA REGIAO DA CIDADE, QUE EM GRANDE MAIORIA ESTAO AFASTADOS DE ENTIDADES JUDAICAS MAIORES. SOMOS PEQUENOS MAS TRABALHAMOS PARA O VERDADEIRO JUDAISMO
LEIBE BERENCHTEIN
Chanucá ou natal?
Pois é meus queridos amigos! Fiquei arrepiado ao ler hoje na Globo de um Judeu que diz comemorar Chanuca e também natal, afinal vivemos no Brasil e a mensagem do natal é tão linda de paz e harmonia. Logo me lembrei, que estamos em Chanucá, festejando nossa vitória contra os gregos. Sabem o que os gregos queriam?! Aniquilar nosso povo, assim como Haman? Não! Erradicar nosso povo como os romanos quiseram? Não! Eles queriam que nos mesclássemos com eles. Queriam que nos assimilássemos. Sim, assimilação - esta que o nosso povo sofre até os dias de hoje! Para os gregos, bastava que fizéssemos as mitsvot de uma forma "heleno-judaica" e ficariam contentes. Mas, os Chashmonaim não permitiram que isso ocorresse. Caso contrário, não estaríamos mais aqui para contar história. Teríamos nos dissolvido assim como todas demais nações. Nos mantemos firmes por aí, por aprendermos a lição do óleo da Menorá - não se mistura com os demais. Não é uma questão de melhor ou pior - é uma questão de sermos diferentes. Uma questão de termos cada um a sua missão neste mundo. Festejar natal?! Festejar ano novo cristão?! Isso é se assimilar, exatamente da forma que os gregos queriam. Que esqueçamos que o tempo é sagrado. Nosso ano novo é Rosh Hashaná. Nós festejamos a entrada do ano novo recitando Shemá. Este é o ano novo, e esta é a forma digna de recebê-lo. O ano novo civil, respeitamos, mas não há sentido algum participarmos das festas......... Chanuca sameach!
Meir Koschland
|
|
|
| |
| |
Acesse nossas últimas edições: |
|
|
|
| |
Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|