|
| |
| |
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

|
|
 |

Osias Wurman
Jornalista
|
|
O EXEMPLO DE OBAMA
Foi surpreendente o discurso do presidente americano, Barak Obama, por ocasião do ano novo iraniano.
Muitos perguntam quais serão as conseqüências desta arrojada iniciativa em busca da paz e da convivência entre os povos?
A resposta virá dos Aiatolás, mas um sussurro rouco já se fez notar, quando fontes iranianas declararam que o gesto de Obama foi, apenas, um gesto.....
Na verdade, se analisarmos as palavras do presidente americano e as exigências de seu governo ao regime dos Aiatolás, veremos que existe um abismo de providencias:
Disse Obama em seu discurso:
“Vocês também têm uma escolha. Os Estados Unidos querem que a República Islâmica do Irã tenha seu merecido lugar na comunidade das nações, mas vem com responsabilidades reais, e este lugar não pode ser alcançado por meio do terror ou as armas, mas por meio de ações pacíficas que demonstrem a verdadeira grandeza do povo iraniano e sua civilização. E a medida dessa grandeza não é a capacidade para destruir, mas sua comprovada habilidade para construir e criar.”
Mas o governo americano exige:
-Que o Irã desista de enriquecer urânio.
-Que pare de armar e financiar o Hezbollah, no Líbano, e o Hamas, na Faixa de Gaza.
-Que ajude nos esforços de paz no Iraque e Afeganistão.
-Que desista de ameaçar o Estado de Israel.
No próximo dia 25 de março, quarta-feira, o chanceler iraniano estará em Brasília quando deverá encontra-se com o Presidente Lula.
O assunto a ser tratado deverá ser a visita de Ahmadinejad ao Brasil, e de Lula ao Irã.
Vale lembrar ao presidente Lula, que não perca a ótima oportunidade para demonstrar aos iranianos a necessidade de estender as mãos ao gesto de Barak Obama, sem menosprezar ou desperdiçar a corajosa iniciativa.
Importante ressaltar, aproveitando a proximidade com os iranianos, que o Brasil preza a convivência pacifica entre as nações, e que despreza os negadores do Holocausto, bem como todos os envolvidos nas atrocidades cometidas na Argentina contra a Embaixada de Israel, em 1992, e a AMIA-Federação Israelita, em 1994.
O tempo dirá se Obama e Lula estavam certos ao aproximarem-se do Irã.
|
|
|
|
 |
| |
ELIE HORN EM EXAME

O grande benemérito da comunidade judaico-brasileira, Elie Horn, deu uma de suas raras entrevistas
à revista Exame que está nas bancas.
|

Destacamos deste importante depoimento o trecho abaixo:

|
|
|
|
 |
| |
HISTÓRIA DOS JUDEUS POLONESES

Uma nova exposição do Instituto Histórico Judaico em Varsóvia reúne fotos e documentos mostrando a rica história de 1.000 anos de vida judaica na Polônia.

Instituto Judaico de Ciências(esq.) e a Grande Sinagoga em Varsóvia, antes de 1939(AP)
A exposição, cuja pré-estréia ocorreu na segunda-feira em Varsóvia, será aberta no dia 1º de abril no Parlamento Europeu em Bruxelas e permanecerá aberta por quase uma semana. Com antigos quadros de pinturas e fotos a mostra relembra o modo como os judeus encontraram refúgio na Polônia durante a Idade Média, depois de terem sido expulsos de muitas partes da Europa; também enfatiza a influência que a comunidade teve sobre a comunidade maior, principalmente à comunidade polonesa de fé católica romana.

Judeus ortodoxos num parque na Polônia.
Esta informação é pouco conhecida fora da Polônia, disse o legislador do Parlamento Europeu, Ryszard Czarnecki, que teve a idéia dessa exposição. "As pessoas no Ocidente sabem -- e muito bem - sobre o Holocausto, mas eles não sabem o que era antes do Holocausto, as centenas de anos de uma história muito rica" disse Czarnecki. "Os judeus tiveram uma participação significativa na criação do Estado polonês, a sua economia, arquitetura, cultura e arte". O Instituto retirou dos seus arquivos e apresentou judeus religiosos, sinagogas, jornais em ídiche e cartazes. Uma série de fotos mostra proeminentes judeus poloneses, incluindo o cineasta Roman Polanski, o falecido campeão de xadrez Akiba Rubinstein e o pianista Arthur Rubinstein. A exposição é um dos vários esforços dos líderes poloneses para combater os estereótipos, pois a nação continua anti-semita, mais de seis décadas após a maior parte dos aproximadamente 3,5 milhões de judeus do país terem sido assassinados no Holocausto nazista, ou que emigraram.
|
|
|
 |
| |
PÉROLAS SEFARADITAS


O sefaradi, falado em tempos pelos judeus na Península Ibérica, foi recuperado por duas argentinas que lançaram na Espanha um audio-livro com poemas escritos naquele idioma.
"La ija i la madre como la unya i la karne (A filha e a mãe como a unha e carne)" reúne 60 poemas recitados por Matilda e Viviana Barnatán, mãe e filha, acompanhadas ao piano pelo neto e filho Darío Meta Barnatán.

O livro, que representa a concretização de "um sonho" de sete anos, contém ainda um glossário que traduz para o espanhol as palavras de difícil compreensão.
Para Matilda Barnatán, a obra pretende ser um "tributo à língua sefaradita, à sua cultura e à sua história". |
|
|
 |
| |
 |
|
Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
|
TRISTEZA NO OLHAR
A imagem mais triste da semana foi, sem dúvida, a do olhar dos pais do soldado sequestrado Guilad Shalit durante o pronunciamento à nação do primeiro-ministro Ehud Olmert, na terça-feira passada. No canal 10 da TV israelense, o pronunciamento foi exibido em meia tela. Na outra metade, os editores decidiram mostrar a reação de Noam e Aviva Shalit ao discurso. Eles ficaram imóveis durante todo o pronunciamento. Não moveram um músculo, não piscaram, não sussurraram. Nada. A tristeza e a decepção dos dois era palpável enquanto Olmert informava que as negociações com o Hamas pela libertação de Guilad falharam mais uma vez. No sábado, completaram mil dias desde que o soldado foi sequestrado.
Um dia antes do discurso, havia certo otimismo no ar. Na tenda que a família Shalit montou em frente ao escritório de Olmert, em Jerusalém, o clima era de expectativa enquanto as negociações, com mediação do Egito, pareciam estar indo de vendo em popa. Segundo informações da imprensa local, Israel teria concordado em libertar todos os 450 presos palestinos exigidos pelo Hamas em troca de Shalit. O preço seria caro, mas pelo menos o soldado voltaria a Israel, o que devolveria aos novos recrutas a confiança de que o país realmente faz de tudo para reaver soldados – ou civis – que por ventura caiam nas mãos de terroristas.
Mas, na manhã seguinte, a esperança foi substituída pela decepção. Israel, na verdade, aceitou libertar "só" 320 dos 450 presos. E o Hamas, que não tem pressa para nada, simplesmente disse não a essa oferta. Em seguida, o governo Olmert divulgou a lista completa dos terroristas que o Hamas deseja libertar, alegando que alguns nomes são impensáveis. Libertá-los seria comprometer a segurança do país, dando um empurrão a uma nova geração de homens-bomba.
Um dos nomes que Olmert não aceitou libertar é Abdula Barguti, que cumpre 67 penas de prisão perpétua pela participação direta em alguns dos atentados mais sangrentos em Israel durante a Segunda Intifada palestina. Um deles foi o ataque à pizzaria Sbarro, em Jerusalém, em 2001, que matou 15 pessoas, entre eles o brasileiro Jorge Balash, de 60 anos.

A explosão na pizzaria Sbarro no centro de Jerusalém, em 2001.
|
| |
Aceitar ou não a lista do Hamas para libertar Shalit é um dilema que divide opiniões em Israel. A maioria das pessoas prefere o soldado de volta ao país, mesmo que terroristas da pesada voltem às ruas. Essa pressão emocional, no entanto, não parece ter influenciado Olmert e seus assessores, que, no final das contas, não aceitaram as condições do Hamas. Se, por um lado, é importante que um governo seja sensível aos desejos de seus cidadãos, por outro também é importante que os dirigentes pensem, a longo prazo, e com certa frieza no bem da nação, sem querer agradar a qualquer custo. Afinal, se curvar aos desejos do Hamas seria abrir mais um precedente e encorajar novos sequestros e novos atentados.
O sofrimento dos pais de Shalit também emocionou o presidente francês Nicolas Sarkozy. Shalit também tem nacionalidade francesa e Sarkozy acompanha de perto o dilema do governo israelense desde o sequestro do soldado, em junho de 2006. Em carta a Noam e Aviva, o líder francês disse que a libertação de Guilad é prioridade para ele. Apesar de todas as manifestações de solidariedade, porém, ninguém sofre tanto quanto a família do refém. Pessimista, Noam Shalit disse que, agora, só um milagre trará seu filho de volta. Mas algo me diz que esse não é o último capítulo dessa novela.
|
|
|
 |
| |
A CARTADA DE NETANYAHU

O futuro primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, convidou nesta quarta-feira o partido Trabalhista, de centro-esquerda, para participar de sua coalizão, em uma oferta para, aparentemente, suavizar um gabinete linha-dura. O líder do partido Trabalhista, Ehud Barak, disse em comunicado que o partido deveria "considerar seriamente" a proposta. Mas o secretário-geral do partido, Eitan Cabel, afirmou que muitos de seus membros provavelmente serão contrários a participar de uma coalizão que inclui partidos de extrema direita, aliados de Netanyahu, que se opõem a negociações, apoiadas pelos Estados Unidos, para a criação de um Estado palestino independente. "Os desafios diplomáticos, de segurança, econômicos e sociais que Israel enfrenta forçam a hierarquia do partido Trabalhista a considerar seriamente (o convite de Netanyahu)", disse o comunicado de Barak.

Barak, do partido trabalhista Avodah, pode ser o fiel da balança em Israel.
A proposta de Netanyahu parece ser uma última oferta para tentar convencer a ministra do Exterior, Tzipi Livni, de saída, líder do partido centrista Kadima e rival de Barak, a se juntar ao novo governo. O Kadima, de Livni, encerrou conversas sobre uma possível coalizão com Netanyahu no início deste mês após Livni acusá-lo de não estar comprometido na visão, apoiada pelos EUA, de um Estado palestino vizinho a Israel. Um comunicado divulgado pelo Likud, de Netanyahu, disse que "o pedido de Netanyahu ao partido Trabalhista para formar um governo de união nacional", acrescentando sua experiência em defesa e diplomacia "poderia fortalecer a liderança da nação". A Rádio Israel disse que Netanyahu havia oferecido a Barak, ex-primeiro-ministro, sua permanência no cargo de ministro da Defesa e dar ao partido Trabalhista outros quatro postos no governo. O presidente de Israel, Shimon Peres, concedeu ao líder do partido conservador Likud, Benjamin Netanyahu, duas semanas a mais para a formação do novo Governo, informou a imprensa local. Netanyahu já conta com o acordo do partido de extrema direita Yisrael Beiteinu, de Avigdor Lieberman - que se encarregaria da pasta de Assuntos Exteriores -, e se encontra em negociações para associar também a formações ultra-ortodoxas.
|
|
|
 |
| |
SIGILO DA SUÍÇA

Na quarta-feira, uma guerra de palavras entre a Suíça e a Alemanha sobre o sigilo bancário aumentou, quando um membro do parlamento suíço comparou aos nazistas o Ministro alemão das Finanças Peer Steinbrueck. "Ele me lembra da geração de alemães de 60 anos atrás, que foram para as ruas vestindo casacos de couro, botas e faixas de braço [nazistas]" disse Thomas Mueller quase sem fôlego durante um acalorado debate no parlamento suíço sobre o sigilo bancário. Mueller que é um membro do Partido do Povo Cristão, de centro-direita, e que faz parte da coligação governamental suíça, disse que o comportamento de Steinbrueck traz à lembrança da imagem do "alemão feio."

O debate foi convocado depois que a Suíça, o maior centro ‘offshore’ do mundo, se ofereceu na sexta-feira para abrandar o seu rigoroso sigilo bancário como parte de uma iniciativa global contra os paraísos fiscais liderada pela Alemanha. A Suíça informou que tomou esta iniciativa por receio de ser colocada numa lista negra de paraísos fiscais pouco antes do encontro em abril do grupo dos G20 constituído de países desenvolvidos e de países emergentes. Steinbrueck, que já deixou a Suíça furiosa no ano passado com criticas sobre a questão fiscal, provocou no sábado um novo escândalo quando comparou os vizinhos ao sul da Alemanha de "índios" fugindo com medo da cavalaria.

Falando na quarta-feira numa conferência à imprensa em Paris, a Ministra de Relações Exteriores da Suíça, Micheleine Calmy-Rey, disse que as observações de Steinbrueck eram "completamente inaceitáveis tanto em forma como em substância"; na terça-feira ela havia convocado o embaixador alemão para protestos. Questionado durante uma encontro governamental com a imprensa, o porta-voz do Ministério das Finanças Alemãs Torsten Albig, negou que Steinbrueck tivesse dito algo desrespeitoso em relação a Suíça. Mas falando sobre os políticos suíços, ele acrescentou: "agora percebemos que eles são muito sensíveis até mesmo para as observações mais triviais". Mas não é a primeira vez que a Alemanha provocou comparações com o seu passado nazista devido aos seus ataques contra vizinhos que são paraísos fiscais. Em setembro o Príncipe Hans-Adam II, de Liechtenstein, chamou a Alemanha de "Quarto Reich" depois que Berlim iniciou uma investigação sobre milhares dos seus cidadãos suspeitos de manterem dinheiro nos bancos daquele país para sonegarem impostos.
|
|
|
 |
| |
DUBAI EM APUROS

A profunda recessão no mercado imobiliário em Dubai está forçando as empresas locais a lançarem atraentes campanhas publicitárias com o intuito de se livrar dos seus estoques de apartamentos. Anúncios oferecendo aos compradores para comprarem um apartamento, e receberem outro grátis, começaram a aparecer nos últimos dias nos jornais dos Emirados Árabes Unidos. A empresa por detrás da desta campanha que oferta "dois pelo preço de um" é a ‘Imad Real Estate’, informou que quem comprar um apartamento de dois quartos e uma sala, por cerca de US$ 600.000, receberá outro apartamento com um quarto sem nenhum custo adicional. Ambos os apartamentos incluem vagas para estacionamento e, segundo a empresa, serão vendidos tanto para os residentes locais como para os estrangeiros.

Imad al-Anani, que é o presidente da empresa, disse que não há diminuição na procura por imóveis em Dubai; o problema, segundo ele, é que os bancos locais estão reduzindo os empréstimos para a habitação, provocando uma queda nos níveis da demanda. Al-Anani explica que a única mudança nos padrões de procura atuais em Dubai é que os compradores preferem os apartamentos prontos e estão menos interessados em projetos que estão em construção. Empresas imobiliárias em Dubai dizem que nos últimos dois meses ocorreu uma significativa queda nos preços dos apartamentos nos Emiratos Árabes Unidos - em alguns casos as reduções de preços atingiram 70%. Segundo estimativas, a tendência de baixa nos preços continuará nos próximos meses, e talvez até o final do ano. Funcionários do governo de Dubai comentaram que o verão é tradicionalmente caracterizado por uma estagnação do mercado imobiliário local.
|
|
|
 |
| |
PESQUISADOR EM TERRORISMO

O Centro Brasileiro de Relações Internacionais - CEBRI tem a satisfação de convidá-lo (a) para a palestra do Pesquisador-sênior do Institute for Counter-Terrorism de Israel
ELY KARMON
“International Terrorism: the treat of nuclearization outside the NTP”
Dr. Ely Karmon é Pesquisador e Membro de Pesquisas Sênior do ICT ( Instituto Internacional de Contra-Terrorismo) e do IDC (Instituto de Políticas e Estratégias do Centro Interdisciplinar), em Herzliya, Israel. É considerado um dos maiores especialistas atuais em terrorismo internacional e estratégias de contra-terrorismo (químico, biológico, radiológico e nuclear). Mestre em Relações Internacionais pelo "Institut d'Etudes Politiques" e em Línguas Bantu da "Ecole de Langues Orientales", em Paris. Ph.D. em Ciência Política na Universidade de Haifa. Membro de renomadas instituições como o ICSR (Centro Internacional de Estudos sobre Radicalização e Violência Política), o IPO (Observatório Permanente Internacional), o PMG (Proteus Management Group - Grupo de Administração Proteus) e do Comitê Científico da Athena Intelligence (Inteligência Atena). Autor de artigos como o memorandum “Fight on All Fronts? Hizballah, the War on Terror, and the War in Iraq” e o livro “Coalitions between Terrorist Organizations: Revolutionaries, Nationalists and Islamists”. Serviu como Assessor do Ministério de Defesa de Israel, analista contribuinte de Oriente Médio do jornal diário ABC, de Madri. É membro do Fórum Atlântico de Israel, e está envolvido em seminários da OTAN sobre terrorismo e Diálogo Mediterrâneo.
Idioma : Inglês
DATA: 31 de março de 2009, terça-feira, às 15h30
LOCAL: CEBRI, Rua do Russel, 270/ 2º andar – Glória
Rio de Janeiro – RJ
• INSCRIÇÃO: nome, instituição, cargo, endereço, telefone, fax, e-mail para:
eventos@cebri.org.br
• INFORMAÇÕES: (21) 2219-4469 – Walquiria Felizardo
Veja a programação completa de eventos: www.cebri.com.br |
ATENÇÃO : CONVITES LIMITADOS E OBRIGATÓRIOS
|
|
|
 |
| |
ASSASSINO DEPORTADO

Os Estados Unidos deportaram para a Áustria um ex-guarda de campo de concentração nazista que admitiu a participação no massacre de 8 mil judeus em 1943, informou o Departamento de Justiça norte-americano na quinta-feira. O departamento disse que Josias Kumpf, de 83 anos, vivia em Racine, Wisconsin, e trabalhou como guarda no campo de concentração de Sachsenhausen, comandado pelos nazistas, na Alemanha, e no campo de trabalho de Trawniki, na Polônia. Em Trawniki ele participou de um fuzilamento no qual cerca de 8 mil judeus, entre homens, mulheres e crianças, foram mortos em 3 de novembro de 1943, afirmaram autoridades do departamento. Kumpf disse que sua missão era observar as vítimas que ainda estavam "meio vivas" ou "se contorcendo" e evitar que escapassem, de acordo com o departamento.

"Josias Kumpf, por confissão própria, manteve guarda com ordens de atirar em qualquer prisioneiro sobrevivente que tentasse escapar do massacre da SS que deixou milhares de judeus mortos", afirmou a procuradora-geral assistente em exercício Rita Glavin. Kumpf também serviu em locais de trabalho escravo na França ocupada pelos nazistas nos quais os prisioneiros construíram plataformas de lançamento para os foguetes alemães V-1 e V-2. Eles disseram que Kumpf, que nasceu na Sérvia, fez parte das forças de segurança da brigada "Cabeça da Morte", da SS, em Sachsenhausen, em 1942, e serviu ali por cerca de um ano antes de ser transferido para Trawniki. Ele imigrou da Áustria para os EUA em 1956 e tornou-se cidadão norte-americano em 1964. Em 2003, o Departamento de Justiça entrou com processo para cancelar a sua cidadania norte-americana. Surpreendentemente, o governo austríaco acaba de divulgar que não tem condições de julgar Kumpf pelos crimes de guerra pois não existe processo contra ele na Áustria. |
|
|
 |
| |
DEU NA IMPRENSA

Adotado por um casal de imigrantes espanhóis, Clodovil nasceu no interior de São Paulo e nunca conheceu seus pais biológicos. Foi educado em colégio interno por padres católicos e falava fluentemente francês e castelhano. Era professor por formação, mas nos anos 1960 ganhou fama como estilista de alta costura, mantendo uma "rivalidade" com Dener, o mais famoso da época. No início dos anos 80, apresentou na Rede Globo o programa feminino TV Mulher, considerado revolucionário na época, ao lado da então sexóloga Marta Suplicy. Trabalhou também na Rede Manchete, na TV Gazeta, na Rede TV e na JB TV. Foi figurinista de teatro e também ator.
Quando Clodovil resolveu lançar sua candidatura a deputado federal em 2006, começou polemizando já na campanha. Usou de ironia para conquistar votos. Na campanha, dizia: "Vocês acham que eu sou passivo? Pisa no meu calo para você ver...". Chegou à Câmara dos Deputados como terceiro candidato mais votado por São Paulo, com quase meio milhão de votos. Disse que iria sofrer para se adaptar a Brasília, principalmente pelo preconceito contra homossexuais. Em 2007, Clodovil comprou briga com a bancada feminina na Câmara ao dizer que as mulheres hoje tinham ficado muito ordinárias, "trabalhavam deitadas e descansavam em pé".
Dias depois, desentendeu-se com Cida Diogo (PT-RJ), que colhia assinaturas para representar contra ele no Conselho de Ética, por quebra de decoro parlamentar. Chorando muito, a deputada subiu à Mesa Diretora e informou ao deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), que presidia a sessão, que Clodovil havia se dirigido a ela com palavras de baixo calão no plenário. Segundo Cida, Clodovil teria dito que ela "era tão feia que não poderia ser nem p...". O deputado primeiro negou a acusação, depois revelou o que dissera à deputada:
- Digamos que uma moça bonita se ofendesse porque ela pode se prostituir. Não é o seu caso. A senhora é uma mulher feia. Eu tenho culpa de ela nascer feia?

Em outubro de 2006, logo depois de eleito, Clodovil se envolveu em uma polêmica com judeus e negros. Em entrevista a uma emissora de rádio, declarou que os judeus teriam manipulado o Holocausto e forjado o atentado de 11 de setembro contra o World Trade Center. Na mesma entrevista, referiu-se a um negro como "crioulo cheio de complexo".
O presidente da Federação Israelita do Rio, Osias Wurman declarou-se indignado com as declarações, sobretudo por virem de representante de minoria que também sofre preconceito. Wurman entrou com uma interpelação judicial contra Clodovil, acusando-o de racista, e enviou cópias do áudio da entrevista à Secretaria Estadual de Direitos Humanos, a deputados estaduais e a organizações não-governamentais ligadas ao movimento negro. (O Globo - Editado)
|
|
|
 |
| |
DA TV PARA A JUSTIÇA

Naiá pode provar que, além de sexagenária, é sexy. A vovó do ‘Big Brother Brasil 9’, eliminada com 59% dos votos, é disputada pelas duas principais produtoras de filme pornô do País — Brasileirinhas e Sexxxy World —, que planejam fazer propostas para tê-la como atriz. Naná, que revelou no programa gostar de fazer sexo todo dia, vai ganhar cesta de produtos eróticos da Brasileirinhas. A Sexxxy World já convidara Norberto, mas ele não aceitou. Em sua entrevista, Naiá não dispensou uma polêmica. Questionada sobre o comportamento de Priscila, disparou: “Se ela é garota de programa eu não sei. Mas tem tudo para ser, só fica faltando mesmo a altura. Se eu fosse homem não ficaria com ela.”

Autora de declarações anti-semitas e racistas no programa, Naiá disse que não retira ‘nada do que disse’. “Não tenho script, esse é o problema, nem a língua tem. Não retiro nada, não tem borracha que apague”, disparou. Seu primeiro pedido ao sair da casa foi tomar banho sem roupa. “Quero saber se ainda tenho peito e ‘pixoca”.
A postura de vovó Naiá deixou a amiga de Priscila, a modelo Luciana Costa, irritada. “Priscila incomoda pela beleza. É lamentável que uma senhora queira denegrir a imagem da Pri. Ela tem filha e não deveria colocá-la no ‘bico do corvo’” , disse Luciana.
|
|
|
 |
| |
EL AL VETADA PELOS ORTODOXOS

Depois de não chegarem a um acordo com a El Al, para que a empresa operasse vôos separados para o setor dos ultra-ortodoxos, os rabinos estão agora conclamando o público para que não viaje com a empresa israelense e preferirem as empresas aéreas estrangeiras. Antes do Pessach, que é a época alta para as visitas dos haredi em Israel e para o exterior, a comissão rabínica sobre transportes publicou uma declaração conclamando o público para voar apenas em companhias aéreas que ofereçam vôos sem filme, ou em vôos que tenham áreas designadas para não apresentarem filmes; também incluíram uma lista das companhias aéreas recomendadas e especificaram quais utilizam uniformes recatados para as suas tripulações. O Rabino Yitzhak Goldknopf, que participa dos esforços para a introdução de "vôos kasher", disse à Ynet que as negociações com a El Al estavam em andamento e manifestou a esperança de que um acordo poderá ser concluído em breve.

Em breve o vôo direto da El Al, São Paulo-Tel Aviv.
Embora em vôos longos da El Al cada passageiro possa desligar a sua própria tela pessoal de TV, e em alguns dos seus vôos a empresa tem uma parte do avião "sem filmes", os rabinos pediram aos seus seguidores para se absterem de voar com esta empresa aérea israelense. Goldnkopf explicou que "ao contrário da El Al estas empresas só mostram nas telas filmes que apresentam paisagens e água, e não filmes sujos". Em resposta, a El Al informou que "não houve negociações sobre vôos especiais somente para os haredim; houve uma tentativa por parte de um agente de viagens para preencher todo um vôo com passageiros haredi, mas que não ocorreu" – caso ele tivesse conseguido, a El Al poderia estar disposta a estudar a possibilidade de fazer alguns ajustes, como acontece quando um grupo organizado ocupa todo um avião". |
|
|
 |
| |
UTOPIA PALESTINA

A maior parte dos delegados palestinos que discutiram na capital egípcia, na última semana, sobre os conflitos que opõem os dois lados, deixaram o Cairo, após transferirem os temas mais relevantes ao Alto Comitê para que prossiga as tentativas para alcançar um acordo. O principal obstáculo para a superação das divergências e a formação de um Governo de união nacional está na exigência de que esse Executivo reconheça a existência de Israel, o que o Hamas e outros grupos islâmicos se recusam.

Segundo Masri, “o modo como a Autoridade Nacional Palestiniana (ANP) toma as suas decisões, que é instável devido às pressões externas pela total dependência do financiamento politizado internacional”, e “as tentativas de algumas pessoas para que fracasse o diálogo pelos seus interesses pessoais” são outros obstáculos que impedem um consenso. |
|
|
 |
| |
KATSAV FOI INDICIADO

O ex-presidente israelense Moshe Katsav foi indiciado formalmente por estupro e outras ofensas sexuais em uma corte de Tel Aviv, nesta quinta-feira. Ainda não foi marcada a data para o julgamento. As acusações partiram de três ex-funcionárias que trabalharam para Katsav quando ele foi ministro do Turismo e, posteriormente, presidente. Katsav é acusado de ter estuprado duas vezes uma funcionária quando ocupava a pasta de Turismo, entre 1996 e 1999, e também de tê-la forçado a cometer um ato indecente. |

Ele é ainda acusado de ter assediado sexualmente outras duas funcionárias - e no caso de uma delas ter cometido um ato indecente - no gabinete presidencial, depois de ter assumido o cargo no ano 2000. Katsav, de 63 anos de idade, ainda enfrenta a acusação de tentar adulterar um testemunho depois que o escândalo veio à tona, em 2006. O político, que renunciou à presidência em 2007, nega todas as acusações. No ano passado, ele rejeitou um acordo pelo qual ele admitiria culpa por má-conduta sexual, mas evitaria acusações mais sérias. Ele afirmou que quer provar sua inocência no tribunal. Se for considerado culpado das acusações de estupro, Katsav poderá ser condenado a 16 anos de prisão. Ele seria o primeiro ex-chefe de Estado israelense a ser condenado por crimes sexuais.
|
|
|
 |
| |
UNIÃO EUROPÉIA FORA DE DURBAN

A União Europeia ameaçou , depois de posição idêntica dos Estados Unidos, não participar na conferência da ONU contra o racismo - Durban II - prevista para o final de Abril em Genebra, se os documentos preparatórios não forem modificados. 'Vamos provavelmente enviar agora as sugestões da União Europeia' relativamente aos documentos preparatórios desta conferência, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros checo, Karel Schwarzenberg, cujo país preside à UE. 'Se a conferência estiver em conformidade com isso, ficaremos, senão há apelos muitos firmes para nos retirarmos', acrescentou depois de uma reunião com os seus homólogos europeus em Bruxelas.

Os Estados Unidos e Israel bateram com a porta para protestar contra o tom anti-israelita da reunião e a tentativa de países árabes de fazer aprovar uma resolução que associa o sionismo ao racismo. O Congresso Judeu Europeu apelara no início de Março aos países da UE para boicotarem a conferência, que qualificou de tribunal anti-israelita', denunciando nomeadamente 'o vocabulário e o tom' do projecto de declaração de abertura da conferência. A Alemanha pronunciou-se claramente hoje por uma retirada da UE desta conferência, à falta de modificação substancial dos seus documentos preparatórios. |
|
|
 |
| |
ALIYA DE IEMENITAS

Temendo um possível surto de mortes depois de ameaças contra a comunidade judaica iemenita entidades da Federação Judaica Americana evacuarão durante as próximas duas semanas para os Estados Unidos quase metade da comunidade judaica que permaneceu no Iémen, informou o The Jerusalem Post.

A UJC está trabalhando com o Departamento de Estado Americano, com as federações locais e com a ‘Hebrew Immigrant Aid Society’ para implementar a evacuação e ajudar a financiar os aproximadamente US$ 800.000 necessários para a absorção de 110 judeus iemenitas nos Estados Unidos. "Estes fundos servirão para cobrir custos com habitação, alimentação e programas de serviço social", informou uma declaração da UJC na terça-feira. Porém, funcionários da Agência Judaica, criticaram este movimento. Um oficial sênior declarou ao ‘Post’ que os judeus "não deveriam imigrar para os Estados Unidos. O lugar dos judeus é no seu país, a terra de Israel, e como todos os judeus do mundo os judeus do Iêmen deveriam fazer a aliya para Israel. Esse deveria ser o ser destino".

A Agência está bastante frustrada porque a retirada dos judeus iemenitas vem sob o comando da comunidade Satmar de New York, uma seita hassídica que se opõe ao sionismo político moderno e que proporciona fundos para instituições judaicas de ensino no Iêmen. Embora a grande maioria dos judeus do Iêmen atualmente vive em Israel, os Satmars, que são os descendentes de uma aliya de grande escala no final do século 19 e dos primeiros anos após a fundação do Estado de Israel, fazem uma campanha já durante décadas para evitar que os judeus iemenitas restantes para lá se mudem.

Em janeiro, o Rabino Aron Teitelbaum, que é o chefe dos hassidim Satmar em Kiryas Yoel em Nova York, exortou os judeus dos EUA e a administração de Obama para "salvarem" o restante da comunidade judaica iemenita, a qual ele disse que enfrenta crescentes ataques verbais e físicos.

Aparentemente em conseqüência a esse pedido, a Embaixada dos EUA em Sana tem entrevistado famílias judaicas iemenitas com a finalidade de conceder-lhes vistos e a condição de refugiados nos Estados Unidos. Esforços semelhantes por parte do governo israelense não tem tido sucesso porque, conforme funcionários do governo, o governo iemenita se recusou a aprovar passaportes para os judeus irem para Israel. A UJC defendeu a evacuação para os EUA afirmando que a comunidade no Iêmen está em real perigo de ataques de islâmicos radicais. Em dezembro o rabino Moshe Yaish Nahara'i de 30 anos, e líder da comunidade judaica em Rayda, foi morto a tiros por um islâmico por se recusar a se converter ao Islã. "Toda a comunidade judaica iemenita agora vive com medo dos extremistas islâmicos e as perseguições que eles podem provocar, em resposta aos acontecimentos mundiais e de Israel" foi declarado pela UJC. "Como resultado do agravamento das condições esta comunidade está ativamente tentando deixar o país. De acordo com a nossa missão para salvar os judeus em perigo de qualquer lugar do mundo a UJC / Federações Judaica estão empenhadas para trabalharem em conjunto para auxiliarem a comunidade judaica iemenita para encontrarem asilo o mais rapidamente possível, em Israel e nos Estados Unidos". |
|
|
 |
| |
DEMOCRACIA ISRAELENSE

Dois dos principais jornais de Israel – o Haaretz e o Maariv – publicaram relatos de execuções e abusos cometidos por soldados israelenses contra civis palestinos durante a recente ofensiva de três semanas na Faixa de Gaza, em dezembro e janeiro, para combater militantes extremistas
Fontes ouvidas pelos jornais atribuíram os excessos a regras de combate permissivas. Em resposta às denúncias, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, elogiou a conduta dos militares no geral, mas prometeu investigar os relatos. Ele qualificou as forças armadas de Israel de “as mais éticas do mundo”, mas admitiu que “pode haver exceções” na tropa.
– Não tenho dúvidas de que isso será checado – declarou Barak.

Em Israel, os soldados que erram vão para os tribunais, mas em Bethlehem, o palestino pendurado foi acusado de trabalhar para o governo de Israel e foi arrastado pelos seus executores numa caminhonete pelas ruas da cidade, numa demonstração medieval de “justiça pelas próprias mãos”.
Em um dos casos citados pelo Haaretz e pelo Maariv, um franco-atirador israelense matou uma mulher palestina e os dois filhos dela depois de as vítimas não terem entendido a orientação de um soldado e seguido para o lado errado, após serem soltos da casa onde estavam confinados. O franco-atirador não teria sido avisado sobre a libertação dos civis e abriu fogo quando eles se aproximaram. Em num outro caso, um comandante de companhia autorizou subordinados a atirar contra uma idosa que andava pela rua, apesar de ela estar próxima o suficiente para que os soldados percebessem que não representava ameaça.
Dois dos principais jornais de Israel – o Haaretz e o Maariv – publicaram relatos de execuções e abusos cometidos por soldados israelenses contra civis palestinos durante a recente ofensiva de três semanas na Faixa de Gaza, em dezembro e janeiro, para combater militantes extremistas. |
|
|
 |
| |
A VINGANÇA DE ANNE FRANK

Um juiz holandês ordenou que quatro adolescentes visitassem o museu da Casa de Anne Frank, após julgá-los como culpados de discriminação quando insultaram os judeus num comício. Os meninos, com idades entre 14 a 17 anos, deverão apresentar um relatório ao juiz da Polícia de Haia sobre sua visita a Amsterdam, na casa em frente ao canal onde Anne Frank e a sua família se esconderam dos ocupantes nazistas durante a II Guerra Mundial.

A casa de Anne Frank.
|
Os quatro rapazes foram julgados como culpados por insultarem os judeus durante um protesto contra os ataques militares de Israel sobre Gaza. Os promotores informaram que dois dos rapazes carregavam uma bandeira com uma suástica sobreposta sobre a Estrela de David, e dois gritavam "Hamas, Hamas, todos os judeus para o gás". O juiz também condenou e multou três adultos por gritarem slogans anti-semitas no comício de 18 de janeiro em Haia. |
|
|
 |
| |
NAZI ALEMÃES

Cerca de um em cada 20 jovens alemães, de 15 anos de idade do sexo masculino, é membro de um grupo neo-nazista, uma proporção mais alta dos que estão envolvidos na política dos partidos principais, conforme um estudo divulgado na terça-feira. Muitos políticos temem um ressurgimento da extrema direita enquanto o desemprego aumenta na Alemanha, que enfrenta a sua mais profunda recessão desde a Segunda Guerra Mundial. Estatísticas do governo mostram que os crimes anti-semitas aumentaram no final do ano passado. "É chocante que os grupos de direita têm tido mais sucesso em recrutar jovens do sexo masculino que os partidos políticos estabelecidos", disse Christian Pfeiffer, que é o autor do relatório divulgado pelo Instituto de Investigação Criminal da Baixa Saxônia; Pfeiffer informou que menos de 2% dos rapazes estavam ativos no sistema político, em comparação aos 5% dos envolvidos com os grupos de extrema-direita.

O estudo que foi realizado entre 2007 e 2008 também revelou que os símbolos neo-nazistas - quer em música rock, adesivos ou em roupas – já foram utilizados por um em cada 10 dos jovens pesquisados. A cruz suástica e outros símbolos nazistas são proibidos na Alemanha. A maior proporção dos neo-nazistas se encontra na antiga Alemanha Oriental onde quase um em cada oito jovens pertencia a tais grupos. Mais de 14% dos pesquisados foram descritos como sendo racistas e o anti-semitismo foi predominante. Mais de 14% dos inquiridos mostravam-se inclinados a considerarem o Holocausto como "não horrível", enquanto que um número semelhante tendia a acreditar que os judeus, através do seu comportamento, não foram inteiramente inocentes pela sua perseguição. Wolfgang Schaeuble, Ministro dos Assuntos Internos da Alemanha disse na apresentação deste estudo, que foi patrocinado pelo governo, que se esforçaria para a criação de mais clubes desportivos em regiões com problemas sociais. No final do ano passado, um violento ataque contra o chefe da polícia bávara Alois Mannichl, que tinha assumido posição contra os adeptos da extrema-direita, provocou um debate sobre a ascensão dos neo-nazistas. No início deste mês uma agência da Agência Européia relatou que picos de anti-semitismo na Europa seguiram as tensões no Oriente Médio.
|
|
|
 |
| |
EM RESPEITO AO SHABAT

O Comitê Distrital de Recursos de Tel Aviv decidiu, recentemente, que o Estacionamento África Israel, na Rua Ahad Ha'am, ficaria fechado no Shabat e feriados judaicos, apesar de um pedido da Comissão Local de Tel Aviv para que o local permanecesse aberto também naqueles dias. A Empresa África Israel, cuja propriedade é do negociante ultra-ortodoxo Lev Leviev, recorreu há vários meses a Comissão Local solicitando autorização para acrescentar na torre mais 10 andares aos seus atuais 18. A Comissão em resposta alegou que no edifício faltavam 77 vagas de estacionamento e obrigou a África Israel a pagar cerca de US$ 788.000 para o Fundo de Estacionamentos.

O mega-estacionamento do milionário ortodoxo Lev Leviev.
A Comissão mais tarde comunicou que a empresa receberia a licença para a construção somente se, pelo menos 50% das vagas de estacionamento do edifício, permanecessem abertas ao público nas noites de Shabat e nos feriados. O advogado Guy Kasher, do Escritório Wexler Bergman, recorreu ao Comitê Local do estado em nome da África Israel. O Comitê Distrital de Recursos decidiu que "a Comissão não pode obrigar o empresário, que é um judeu haredi, a operar o estacionamento nos Shabats e nos feriados. O Comitê de Recursos completou dizendo que a decisão era ilegal e que esta condição deveria ser removida. A torre da África Israel tem 15.000 metros quadrados e inclui um estacionamento subterrâneo de 6 andares com mais de 300 vagas de estacionamento. Comentou-se recentemente que Leviev planejaria vender o edifício. Segundo estimativas, a torre com o acréscimo de 10 andares, valeria cerca de US$ 97 milhões.
|
|
|
 |
| |
AJUDA A SDEROT

Recentemente, em Roma, um casal de jovens judeus recém-casados doaram todo o dinheiro que receberam dos seus convidados de casamento para os residentes em Sderot com deficiências. O dinheiro será destinado para sete famílias desta cidade atingida por foguetes com novos computadores com telas de LCD, impressoras, mesas e um ano de conexão com a Internet. Os equipamentos serão instalados nas casas dos residentes por estudantes voluntários que também irão ensinar os moradores sobre como utilizá-los.

Os residentes com deficiências fazem parte da "Supportive Community" em Sderot, e que no ano passado foi operado pela Amal Siudit que é uma entidade assistencial, em parceria com a “Joint Distribution Committee-Israel”, a Prefeitura de Sderot e o Ministério da Previdência Social. O projeto que atualmente envolve 60 famílias proporciona aos indivíduos com deficiências na parte sul da cidade com uma rede de apoio nos momentos de crise ou de emergências. Os serviços prestados pelo projeto incluem voluntários de plantão que estão sempre disponíveis para a assistência imediata, pequenos reparos nas casas, remédios e a alimentação durante emergências, atividades sociais, e plantão durante as 24 horas do dia com um centro de apoio. Dalya Korkin que é a diretora executiva da Amal Siudit explicou que "a utilização de computador é um dos meios para aumentar a independência das pessoas com deficiência e permitir-lhes ter acesso a informações e criarem laços sociais na internet"; Hana Morag, que é a diretora da Amal Siudit em Sderot acrescentou: "Em Sderot, com a realidade dos ataques com foguetes Qassams a possibilidade para a melhora das condições de vida das pessoas portadoras de deficiência é muito importante".
|
|
|
 |
| |
CASTIGO PÓS MORTE

A Corte Suprema israelense deu hoje sinal verde ao Governo do país para destruir a casa de um palestino residente em Jerusalém Oriental que matou três israelenses em um ataque com uma escavadeira antes de ser morto a tiros, em julho de 2008. Segundo a imprensa israelense, a Corte rejeitou um recurso contra essa decisão apresentado por Taiser Duwiyat, pai de Hussam Duwiyat, o autor do ataque. Taiser apelou à instância suprema da Justiça israelense no início deste ano, alegando que o filho não morava legalmente no imóvel. O pai também argumentou que não era responsável pelos atos do filho e que a destruição da casa seria um castigo desproporcional contra sua família. O Estado israelense justificou sua decisão dizendo que a destruição do imóvel é um "imperativo de segurança", destinado a não incentivar futuros ataques.

Cena do ataque em Jerusalém realizado por Hussam Duwiyat.
O Supremo deu a razão ao Estado e argumentou em sua sentença que um ataque terrorista pode levar a uma onda de atentados similares. A destruição de casas de familiares de autores de atentados suicidas e outro tipo de ataques foi uma prática comumente utilizada por Israel, especialmente durante a Segunda Intifada. Em 2005, uma comissão militar israelense opinou que essa tática não servia como elemento dissuasório de eventuais ataques terroristas. Um ataque registrado em Jerusalém contra uma escola rabínica e que matou oito estudantes, meses antes do executado com a escavadeira, levou o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, e o titular da Defesa, Ehud Barak, a instaurar novamente esta prática. (EFE)
|
|
|
 |
| |
ENDURECENDO COM O HAMAS

O ministro de Justiça de Israel, Daniel Friedmann, propôs endurecer as condições do encarceramento de membros do Hamas em prisões israelenses como medida de pressão para acelerar uma troca do soldado Gilad Shalit. "Até onde eu sei, alguns (dos presos) desfrutam de condições superiores aos privilégios mínimos", afirmou o ministro israelense em declarações à edição eletrônica do jornal "Yedioth Ahronoth". "Há algumas medidas que podem ser adotadas sem violar a lei, como, por exemplo, restringir o número de visitas familiares, o acesso a telefones, e um maior controle dos produtos que lhes são entregues", acrescentou.

As possíveis restrições serão apresentadas por Friedmann a uma comissão ministerial especial para os presos palestinos que se reunirá hoje, após o fracasso das negociações que Israel e Hamas realizavam no Cairo para obter uma troca de prisioneiros. As duas partes trocaram acusações pelo fracasso das conversas, nas quais o Hamas exige a libertação de 1.450 militantes presos em Israel em troca de Shalit, refém em Gaza desde 2006. Friedmann, que deve abandonar o cargo assim que o próximo primeiro-ministro, o direitista Benjamin Netanyahu, formar o Governo, propõe o endurecimento das condições de encarceramento para os presos islâmicos com a intenção de que estes e seus parentes em Gaza pressionem a liderança do Hamas para fechar um negócio.
|
|
|
 |
| |
PLANOS PARA JERUSALÉM

Pendurado na parede sobre a sua mesa de trabalho, Nir Barkat mantém uma grande fotografia emoldurada dele mesmo correndo na meia-maratona de Jerusalém. O novo prefeito da cidade também é rápido para lembrar aos visitantes que ele também corre em maratonas inteiras. Isso é bom: Ele vai precisar da perseverança de um corredor de longa distância para trabalhar no seu ambicioso plano para salvar Jerusalém.

Embora seja a capital de Israel, e uma das cidades mais antigas e das mais veneradas, Jerusalém é também a mais pobre das cidades do país, com altos preços de habitação, uma diminuição na população não-ortodoxa e uma classe média que encolhe. Numa entrevista para a JTA no seu escritório no topo do edifício municipal, Barkat expôs os seus planos para a revitalização de Jerusalém.
O ex-soldado pára-quedista, que ganhou milhões com a alta tecnologia, já está no cargo há três meses após derrotar Meir Porush, que é um político veterano e fervorosamente ortodoxo, e outros.

Residentes de Jerusalém, laicos e modernos, festejaram a sua eleição com grandes esperanças, no que Barkat poderia ser capaz de erguer a cidade da sua rotina atual. (A maioria dos residentes árabes boicotaram a eleição, como já o fizeram noutros anos, em protesto contra a soberania israelense sobre a cidade).
Barkat viajará na próxima semana para os Estados Unidos onde espera contatar os judeus americanos e torná-los parceiros na revitalização de Jerusalém. Para utilizar a sua linguagem, torná-los como "sócios" da cidade. "Sei que não há um judeu que não se preocupe com o futuro de Jerusalém, e o que eu proponho é uma parceria" disse ele. O plano de Barkat é a criação de zonas econômicas especiais em Jerusalém que serão focadas em dois pólos - um chamado de cultura-turismo e o outro relacionado a saúde e as outras ciências da vida. Ele vai visitar Nova Iorque, Boston, Los Angeles, Washington, São Francisco e Flórida.

Barkat tem a esperança que os judeus da Diáspora serão parceiros em empreendimentos conjuntos de negócios. Por exemplo, diz ele, os judeus de Los Angeles poderão investir na nascente indústria cinematográfica em Jerusalém, e engenheiros biotécnicos de Boston possam investir em biotecnologia na cidade que se localiza o Hospital Hadassah e a prestigiosa Universidade Hebraica. A crise financeira global não será o impedimento, diz ele; "Eu acredito que a curto prazo, será mais um desafio, porque as pessoas agora têm menos do que tinham no passado, ou menos do que gostariam de ter, mas eu não estou falando do curto prazo" disse Barkat ao JTA. "Queremos construir relacionamentos. Esta é a forma como fazemos negócios juntos".

Para manter os jovens e a classe média em Jerusalém, Barkat espera que os pólos econômicos produzam frutos e que mais vagas para trabalho com alta tecnologia, ciências da vida, do turismo e da cultura vão manter as pessoas em Jerusalém. "Quando você tornar Jerusalém uma zona econômica especial, e isso deve ser informado para todo o mundo, e com mais empregos, a cidade sairá da sua pobreza" afirmou Barkat. Ele também conclamou para a construção de habitações de custos mais acessíveis e não somente para os projetos de luxo destinados a ricos judeus da diáspora e que tem sido predominantes nos últimos anos. Barkat quer que os proprietários ausentes da Diáspora aluguem suas casas por baixos aluguéis para os estudantes universitários locais. "Você tem um apartamento, você subsidiará estudantes, ajudará a economia e diminuirá o preço dos outros apartamentos" disse ele com o seu sorriso característico. "Todos ganharão".
|
|
|
 |
| |
EVENTOS SOCIAIS



FILME NO MUSEU (projeção em telão)“A SOLUÇÃO FINAL”
Drama: Encenado quase à maneira de uma peça de teatro, o filme do diretor Robert Young, escolado na TV inglesa, trata do interrogatório a que o nazista Adolf Eichmann foi submetido em Israel, no início dos anos 60, após ser capturado na Argentina. Eichmann escapara dos julgamentos de Nuremberg e alegava ser um mero cumpridor de ordens. Mas o interrogador Avner Less conseguiu provar que ele era um dos entusiastas da “solução final” – o extermínio dos judeus. No embate entre os dois ótimos atores que os interpretam Thomas Kretschmann e Troy Garity, emerge a razão pela qual Israel conduziu esses julgamentos com tanto zelo: para que a história pudesse ser reescrita com alguma verdade. Filme exibido no IV Festival de Cinema Judaico do Rio de Janeiro, em 2008.
Dia: 31 de março de 2009
Terça-feira às 17:30 m
Título Original: Eichmann
Tempo de Duração: 100 minutos
Colorido, Idioma: dublado em português,Origem: Hungria / Reino Unido Diretor: Robert Young
Artistas: Thomas Kretschmann, Troy Garity, Franka Potente, Stephen Fry, Ilona Kassai, Tilly O'Neil, Kerstin Sekimoto e Dénes Bernáth. Local: Rua México, 90 – sala 110 Centro – RJ
Tel: 2240-1598 / 2524-6451. Metrô: Estação Cinelândia saída pela Pedro Lessa
|
|
|
 |
 |
| |
|
|
 |
| |

Caro amigo Osias
Sempre concordo com as suas posições, todas muito sensatas e humanísticas. Peço ao amigo que pela primeira vez eu discorde. O seu ataque a um Bispo católico com tanta agressividade, o que inviabiliza o diálogo, e sem uma análise mais racional e informada, foge completamente do seu estilo equilibrado. Extremamente emocional a sua opinião. Ela beirou a intolerância religiosa. Não discuto a forma como Dom José Cardoso Sobrinho encaminhou o problema, certamente inábil. Entretanto, baseado nos fatos concretos e verdadeiros, não houve excomunhão formal. Todo católico ao praticar um crime automaticamente está afastado da comunhão com Deus. Não há necessidade de um documento. Da mesma maneira que na vida civil, um criminoso afasta-se automaticamente da sociedade independentemente que tenha sido descoberto, investigado e condenado pela justiça. O Bispo teve apoio institucional da CNBB e do Vaticano. Agredi-lo dessa maneira cria uma tensão desnecessária no diálogo judaico-cristão. E você é por excelência um homem do diálogo e da tolerância. Exatamente por isso a minha profunda admiração pelo seu trabalho, sempre com uma palavra plena de verdade.
A totalidade absoluta dos abortos não é para salvar a vida da mãe. É para matar um inocente indefeso, fragilíssimo. Usar o argumento da exceção microscópica para justificar montanhas de cadáveres de bebês não se sustenta dos pontos de vista teórico, filosófico, científico, político, moral, ético e humano. A posição oficial da Igreja Católica é tentar salvar a vida de mãe e da criança, sempre. Esgotar todas as possibilidades, o que muitas vezes acontece, e a própria Igreja cuida da vida criança até a idade adulta, com boa alimentação, boa educação e boa formação moral, preparando a pessoa para ser um cidadão honrado, honesto. Meninos e meninas. Assassinar crianças no ventre da mãe é o caminho mais fácil para resolver problemas pessoais imediatos. O assassinato em massa de dezenas de milhões de crianças não tem mais impacto na sociedade mundial por não haver fotos, filmes, gravações de gritos de dor, explosões de bombas, rajadas de metralhadoras, câmaras de gás, nem sobreviventes já que todas as crianças morreram. As crianças são assassinadas na mais covarde das formas de homicídio: sem nenhuma chance de fugir, lutar pela vida, falar ou gritar para que todos escutem pelo resto das suas vidas os gritos de uma vítima inocente, incapaz de reagir.
Este genocídio praticado pelos abortistas atinge todos os povos, todos os continentes, todas as religiões, todas as etnias e ideologias. Ele é global. A sua peculiaridade é a capilaridade mundial. O humanista é aquele que é contra todos os genocídios, sem distinção. O humanista não condena seletivamente os genocídios, como se fosse possível um genocídio do bem. Ficar em silêncio em relação a um crime contra a humanidade, como o aborto, e gritar seletivamente com relação a outros crimes contra a humanidade, passa a desconfortável percepção que somente nos incomodam os crimes cometidos contra a nossa humanidade. Toda vida é muito importante, do bebê ao adulto, que não foi sacrificado pelo aborto e chegou à condição de pessoa adulta. Todas as vidas são objeto do amor de Deus e dos homens. Estabelecer critérios que acarretam uma relatividade seletiva é contribuir com o crescimento da barbárie. A condenação da barbárie é absoluta. Relativizar seletivamente a barbárie é uma forma sutil de filiação a ela. Crendo profundamente no seu sentimento elevado de humanidade, queira aceitar o meu fraterno abraço do seu irmão em Deus.
João Ricardo Moderno - Cavaleiro da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém, Brasil.
N.R.- Ao nobre amigo esclareço que qualquer dúvida ao evento do Holocausto será por mim repudiado, qualquer que seja a origem da afirmação, em memória de nossos 6 milhões de vítimas inocentes. Acho extremamente fora de sintonia a comparação entre o crime do genocídio de um povo que não queria morrer, com mulheres que não desejam procriar !!! De resto, espero continuar a merecer os títulos que me foram outorgados pelo amigo, como Doutor Honoris Causa e Notório Saber, da Academia Brasileira de Filosofia, que com tanta altivez presides.
Seria conveniente criticar o arcebispo de Olinda e Recife por sua posição contra o aborto? Penso que ele defende um princípio da igreja católica, de que o feto é obra de Deus, independentemente de sua origem, e tinha de assumir tal posição. Nós também temos nossos ortodoxos e nossos liberais, com idéias bem opostas. A entrevista de Veja, que aliás é uma ótima revista, é nitidamente tendenciosa, como é comum na maior parte de suas páginas. Seria politicamente correto a Rua Judaica criticar o arcebispo ou teria sido melhor colocar o assunto para debate entre os leitores?
Hélio Socolik, Brasília, DF.
Caro Osias, Os chamados intelectuais , nestas geracoes entre o final do sec. XX e XXI, usam de sua inteligencia e ocupacao em locais estrategicos-de massa, para desvirtuar a verdade ,contando e impondo os fatos historicos, da maneira que sirva aos interesses dos ditadores e tiranos, em nacoes que se dizem democraticas , e da nova esquerda que, apos a queda do mito sovietico, continuou com seu apanagio de defensora da mentira e do terror. E por isso, lhe dedico,mais uma vez, um parabens por ter publicado o absurdo artigo do professor Claudio Thomas Borenstein, da Coppe/UFRJ , mais outro capitulo dos protocolos dos sabios de sion!!!
Adolfo Berditchevsky, de Israel
Estimados señores Para mi es muy fácil leer, y entender por supuesto, portugués. Luego de más de 100 viajes a Brasil. Por ello les estoy tan agradecido por este mail que me permite por un lado leer en portugués y por el otro y principal enterarme de las tan importantes noticias que publican. Muito agradecido a voçes.
Ing. Daniel Rojtkop desde Buenos Aires.
nao sei se ja se falou do encontro de durban2 em seu periodico, mas penso ser assunto para primeira pagina, ja q é de alta importancia e poucos na comunidade sabem a respeito.
Artur Holender
Prezado Osias
Agradeço, em nome da WIZO BRASIL, o destaque dado ao movimento da WIZO em Israel contra a visão sexista da mulher utilizada na publicidade. É uma forma original de se comemorar o Dia Internacional da Mulher, aliando compromisso ético e engajamento político em prol de um mundo mais humano. Essa é a missão WIZO!
Um grande abraço,
Sarita Schaffel- Pres. Brasil-Wizo
A Hasbara " oficial " brasileira esta mesmo abaixo de qualquer critica. Precisou a Claudia trazer os artigos do Reinaldo Azevedo, para dizer que o Richard Falk eh um velho conhecido nosso filoterrorista e que , todos os que testemunharam ate agora
sobre eventuais excessos cometidos em Gaza o fizeram na base do " ouvi dizer que " .
Esqueceram de contar que " ouviram dizer que a matriarca Rachel apareceu para alguns soldados " .Sobre rabinos estarem presentes proximo aos soldados em batalha eh mais do que natural que la estivessem pois hoje em dia a " nata " , o " Crème de la crème " do exercito israelense são os sionistas religiosos que tomaram o lugar dos " filhos do kibutz " nas tropas de elite do exercito de Israel. Kol Akavod para a Claudia que vai atras das noticias.Shalom
Etel Wengier
Caro Osias, como vai? Só gostaria de entender o motivo de vc ter escrito este judeu-nova iorquino em relação ao Madoff. Nem a mídia não-judaica está mencionando o fato dele ser judeu, pq vc precisa mencionar? qual o ganho para a gente que mais gente se lembre e mencione que o maior golpista do mundo é judeu? se ele seguisse o judaismo, seguramente ele nao teria feito isso.. Te pergunto pq te admiro e quero entender o que te levou a "a porta" para a midia brasileira tb ao citar o Madoff escrever " o judeu Madoff",, etc..Abs
Fernando Bisker
Osias, O KKL tem realizações por todo o Estado de Israel e extendendo suas ações alem das fronteiras orientando governos na ambito das tecnologias das ciencias ecologicas. As novas gerações da Galut precisam estar informadas do significado do KKL para o povo judeu nestes ultimos 107 anos. A importancia do KKL na criação, construção e manutenção do Estado de Israel.Para todos que querem participar desta obra sejam sócios do KKL. O KKL na cidade do Rio de Janeiro está localizado na Av. Presidente Vargas, 542 - sala 607 - tel: 2263-6123 ou 2263-6124 - kkl_rj@veloxmail.com.br Agradecemos a sua especial atenção. Shalom
Gerson Hirsch
Caro Sr. Osias, Agradeço profundamente em nome do TEN YAD a vossa ajuda de nos ter colocado em seu email da rua judaica. São atitudes como esta que nos fazem seguir adiante na luta pelos nossos irmãos menos favorecidos, mesmo em tempos de crise. O seu apoio junto á mensagem que usualmente traz noticias importantes e colocações editoriais de relevância nos enobrece.Grato,Shavua Tov!
Leo Kauffman-Marketing-Ten Yad
A médica carioca, Flavia Rochlin Kutvak, filha da Dra. Sheila Rochlin, foi aprovada hoje para a residência no Mount Sinai Hospital de Miami, num concurso com pouquissimas vagas em um dos Hospitais de maior prestigio nos E.U.A.
Leon Cardeman
Shalom ubrachah. Solicitamos autorização para reproduzirmos, com a devida informação da fonte, o artigo OPINIÃO, de Osias Wurman, em nosso site www.kehilah.net onde tratamos assuntos de ordem judaica.
João Bonan Ventura
BS"D
Prezado Osias, Com muito orgulho enviamos a vocês o Samba de Esther, o primeiro samba de enredo cantando a historia da Meguilá. O Samba está na seção MUSICA TROPICASHER em www.tropicasher.com.br e a letra, clicando no CD Purim Tropicasher. Purim Tropicasher veSamêach
Pessach Rosenbaum - P.S. já viu um Pessach escrever sobre Purim?
|
|
 |
| |
| |
Acesse nossas últimas edições: |
|
|
 |
| |
| |
Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
|
|
|
 |
| |
|
|
|
|
|