|
| |
| |
 |

Osias Wurman
Jornalista
|
|
RECUOS SUICIDAS
A história do relacionamento entre Israel e os movimentos guerrilheiros palestinos está marcada por fracassos e decepções. Yasser Arafat recebeu uma proposta irrecusável para assinar a paz com Israel em Camp David, no ano de 2000, num encontro intermediado pelo então presidente Bill Clinton, e recuou.
O então primeiro-ministro de Israel, Ehud Barak, atualmente ministro da defesa, empenhou-se para tentar consolidar o que parecia impossível , a paz, e fracassou. Assumiu Ariel Sharon, um dos mais importantes heróis militares de Israel, que resolveu sair unilateralmente de Gaza, “arrancando” mais de 7 mil colonos da Faixa, e retirando os cerca de 20 mil militares da área. A seguir, vieram os terroristas para a fronteira, e seus foguetes Qassam.
Na semana passada, iniciou-se a trégua entre o Hamas e o Estado de Israel. Os contratantes não se reconhecem como legítimos, mas acertam uma trégua. Fácil imaginar a longevidade deste trato precário.
Perdido na impopularidade nacional e nos escândalos financeiros, Ehud Olmert vai cedendo terreno nas negociações com os vizinhos, em busca de ofuscar seus processos e sua decaída política.
Com o Hamas, fez trégua sem receber de volta o soldado Shalit, seqüestrado em território soberano de Israel, há cerca de 2 anos. Com o Hezbollah, negocia a troca de prisioneiros de guerra, onde deveriam ser repatriados os soldados Regev e Goldwasser, seqüestrados também em território de Israel, em julho de 2006. A Guerra do Líbano de 2006, onde morreram 166 militares israelenses, foi detonada pelo seqüestro.
Hoje, surpreendentemente, o rabino-chefe do exercito de Israel, Avi Ronsky, iniciou o processo para declarar os dois militares como mortos em combate, e sepultados em local desconhecido. Os familiares dos dois soldados protestaram veementemente pois foram avisados da iniciativa de forma inesperada. O irmão de Eldad Reguev disse que a iniciativa foi humilhante. Fontes do governo israelense informaram que a providencia visa “diminuir o peso de barganha” do Hezbollah, pois dois mortos em combate valem menos do que duas interrogações !
Negociar desta forma flácida com Hamas, Hezbollah, e muito em breve com a Síria, representa uma completa MUDANÇA NAS POSIÇÕES HISTÓRICAS DO ESTADO DE ISRAEL.
É verdade que em 60 anos, as formas tradicionais de lidar não trouxeram a paz para a região, mas o modelo atual, poderá trazer a guerra e o sofrimento.
Os recuos de Israel podem mostrar-se suicidas !
|

Foto 1 - Soldados Goldwasser e Regev
Foto 2 - Os familiares dos seqüestrados com o rabino-chefe do exército
|
|
|
|
| |
|
|
 |
| |
SARKOSY QUER PAGAR

O presidente frances, Nicolas Sarkosy, ora em visita a Israel acompanhado de sua esposa Carla, lançou hoje em seu discurso no Knesset, parlamento israelense, uma idéia que promete agitar o país. O futuro presidente da Comunidade Européia propôs assumir um fundo financeiro para recompensa dos colonos que desejarem sair expontaneamente da Cisjordânia. Sarkosy disse que sómente com a retirada israelense de Judéia e Samária, será possível a paz com os palestinos. As primeiras reações foram extremadas, pois os políticos de esquerda aplaudiram a iniciativa, enquanto os de direita, e os religiosos, recomendaram que Sarkosy estude um pouco da história da região e visite a cidade de Sderot e os colonos retirados de Gaza. Falando sobre a ameaça do Irã de exterminar o Estado de Israel, Sarkosy disse que os inimigos de Israel terão que enfrentar a França, caso tentem atacar o Estado judeu. |
Sarkosy e Carla em Israel |
|
|
 |
| |
CADÊ GILAD SHALIT?

Aviva e Noam Shalit peguntam:
Cadê nosso filho Gilad ? |
"A decisão do gabinete do governo de Israel mencionou, especificamente, que um acordo de trégua incluiria a libertação de Gilad Shalit", informou o pai do soldado seqüestrado do IDF ao Canal 2, na noite de quarta-feira passada, e era intercalada entre as declarações dos dirigentes do Hamas de que a trégua com Israel, seria iniciada às 06:00 horas da quinta-feira, não incluindo a libertação do seu filho. "Até este momento nós não recebemos nenhuma informação oficial. Estamos preocupados que a abertura das passagens de fronteira ocasionará a perda da única vantagem que Israel tinha para a questão da libertação de Gilad", Noam Shalit afirmou durante a entrevista e acrescentando que "o primeiro-ministro (Ehud Olmert) prometeu que a questão de Gilad faria parte do acordo de trégua". Noam Shalit ameaçou entrar com um pedido junto ao Superior Tribunal de Justiça sobre esta questão. Quando perguntado se acreditava que o governo tivesse abandonado o seu filho, ele disse "Sim, claro". "Aprendemos a nossa lição com a tragédia de Ron Arad, e nós estamos tentando evitar que a mesma se repita", ele disse. Apenas algumas horas antes, Olmert disse que a libertação de Gilad Shalit era um assunto “inseparável das condições para o acordo da trégua'. Uma carta enviada pelos advogados da família de Shalit ao primeiro-ministro dizia: |
"O acordo, conforme aparece nos meios de comunicação – põe em perigo a vida de Gilad, assim como a possibilidade da sua libertação, e entra em conflito com a lista dos compromissos explícitos dados aos nossos clientes pelos chefes de Governo – isto não é somente moralmente ilegítimo, ultrajante e extremamente injusto, mas também ilegal". |
|
|
 |
| |
PELA PAZ

“Caso cruze em Curitiba com um ciclista, com as bandeiras do Brasil e de Israel, grite: “Shalom, Rubão do Fogão!”. Este faz-tudo do Bairro Novo afirma que conserta qualquer tipo de forno e fogão. De quebra, garante que está trabalhando para trazer a paz para o Estado de Israel. “Só na paz Jesus vai voltar para a casa”, assegura Rubão. Sem parar de pedalar, ele se despede, repetindo: “Shalom, shalom, shalom!” (Maurilio Chelli) |
Rubão do Fogão - Foto de Maurilio Chelli
|
|
|
 |
| |
 |
DEBATE COMUNITÁRIO |
Abrimos este novo espaço na” Rua Judaica” para os debates de temas relevantes, que envolvam pessoas ou instituições da comunidade judaico-brasileira. Procuraremos sempre, como manda a ética jornalística, ouvir as partes envolvidas.
Iniciamos com a mensagem abaixo, postada no grupo” Jornalistas Judeus” do Yahoo, que é um fórum na Internet reunindo 47 judeus formadores de opinião. O controverso é de Jack Terpins, presidente da CONIB e do CJLA.
MENSAGEM PUBLICADA NO GRUPO JORNALISTAS JUDEUS DO YAHOO
A CONIB é uma caixa-preta. Tudo o que nós, "pobres mortais" sabemos dela são as famosas festinhas: é um sem-fim de comemorações, prêmios, efemérides... Tudo o que aparece são os nomes de meia dúzia de "iluminados" , que parecem concentrar todo o poder em suas mãos. Jack Terpins? O que faz ou fez esse senhor? Qual é a sua formação, profissão, ganha pão? Como foi eleito presidente da CONIB? O que ele faz nesse tal Congresso Judaico Latino-Americano? Principalmente, e o que faz a CONIB além de festas? O pau tá comendo solto no país, cheio
|
A origem do debate foi a notícia
veiculada na mídia judaica sobre a entrega do Premio SHALOM,
efetuada por Jack Terpins, para a presidente do Chile Michelle Bachelet
|
de site anti-semita no ar, um degenerado está processando criminalmente a Federação de S. Paulo, crimes de ódio acontecem a torto e a direito nas grandes cidades do Brasil, e tudo o que a CONIB tem a nos dizer é que "o deputado tal votou um 'dia da Comunidade Judaica'", que "o presidente da Federada de não sei onde recebeu uma medalha", que "a festa de Yom Haatzmaut teve a presença da embaixadora" ...? Nós, judeus brasileiros, devemos estar vivendo mesmo num mar de rosas. Nossos colégios devem estar com as contas em dia, nossos clubes "bombando" em freqüência, nossos hospitais atendendo todos os que necessitam... Tudo uma maravilha! Só eu que não vejo! Está na hora de começarmos a debater seriamente a função dessas entidades, principalmente aquela que é a entidade-mãe. Shalom,
Victor Grinbaum - jornalista
A RESPOSTA OFICIAL DA CONIB
Prezados Senhores,
Tenho acompanhado em minha leitura diária, que compreende depurar com atenção, além dos diversos jornais e páginas da Internet, a análise de todos os e-mails que me chegam, e nos quais vejo as posições que colocam que por assim dizer, são no mínimo equivocados. Atribuo isso, não à má-fé, mas a desinformação ou ao hábito errôneo de passar a vista, sem talvez se ater nas manchetes, leads e até entrelinhas.
Minha trajetória pessoal, profissional, de ativista comunitário, e presidente da CONIB, eleito por unanimidade e democraticamente pelos 13 presidentes de nossas federadas, me permite dizer que "quem explica muito, faz pouco!". Então, ao invés, de retrucar cada um de seus apontamentos, convido-o a fazer uma leitura mais apurada dos meios de informação, sejam jornais, sites da comunidade (inclusive o da CONIB- www.conib.org.br) ou da sociedade maior, e até assistir TV, onde poderá acompanhar nosso trabalho, sem ter a necessidade de um apoio técnico para abrir o que chama de "caixa-preta". Ao mesmo tempo, estendo esse convite para que venha trabalhar conosco, auxiliando-nos na difícil tarefa de não apenas erradicar o analfabetismo judaico, como a ignorância crônica.
Certamente, contando com seu alto espírito comunitário aliado à sua formação profissional, poderemos ter um bom companheiro em nossa batalha diária para enriquecer os valores éticos, morais e religiosos de nossa comunidade, perpetuando nossa tradição.
Colocando-me ao vosso inteiro dispor para esclarecer quaisquer duvidas, subscrevo-me num cordial, Shalom.
Jack Terpins
Presidente da CONIB- Confederação israelita do Brasil
|
|
|
 |
| |
CANTICOS NAZISTAS

Dezenas de fãs da direta radical alemã saíram às ruas da cidade de Bautzen, cantando musicas do período nazista alemão. O motivo era celebrar a vitoria da seleção alemã sobre Portugal, pelas quartas de final do campeonato europeu. Cerca de 75 torcedores marcharam pelas ruas entoando as melodias “Sieg heil” e “Deutschland ueber alees”, e interromperam o transito da rua principal da cidade. A policia efetuou várias prisões de manifestantes e foi recebida com garrafadas e pneus incendiados. A cidade de Bautzen está situada na região da Saxônia, no lesta da Alemanha, e é um forte reduto do partido de ultra-direta. |
Na foto de Leonardo Scheinkman podem ser vistas bandeiras de Israel na torcida
|
|
|
 |
| |
 |
|
Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
|
BOICOTE ECONÔMICO: EFETIVO OU NÃO?
O Hamas domina há um ano a Faixa de Gaza, depois de um golpe que expulsou da região a oposição do partido Fatah, do presidente Mahmud Abbás. Desde então, Israel não sabe como lidar com um grupo extremista que se recusa a aceitar a existência do país. A estratégia principal é um boicote econômico a Gaza, que tornaria a vida dos moradores difícil o suficiente para que eles depusessem o grupo islâmico do poder, culpando-o pela situação econômica cada vez mais precária.
Mas o tiro tem saído pela culatra, pelo menos até agora. Os palestinos de Gaza – além da comunidade internacional – culpam Israel pela falta de comida e
|

Hamas em Gaza |
| |
combustível. A maioria dos 1,3 milhão de habitantes de Gaza continua a apoiar o Hamas, mesmo que a popularidade do grupo radical tenha caído bastante.
De acordo com uma pesquisa encomendada pelo Centro Gishá – uma ONG de direitos humanos – a maioria dos israelenses acredita que a estratégia do boicote econômico não é efetiva: 83% acham que o Hamas ficou ainda mais forte desde que as fronteiras com Gaza foram fechadas, em junho de 2007. E 78% estão certos que a política de Israel não vai levar a população de Gaza a depor o Hamas. E sim empurrá-la em direção ao extremismo islâmico.
Ainda de acordo com a enquete, que ouviu 600 judeus israelenses no começo deste mês, 68% dos israelenses acham que a segurança do país piorou nos últimos 12 meses e que o boicote piorou a imagem de Israel no mundo. "Há um amplo consenso de que o fechamento das fronteiras afeta os civis em Gaza mas não é efetivo em pressioná-los a mudar o regime do Hamas", disse a diretora da ONG Dahlia Scheindlin.
Apesar dos resultados dessa pesquisa, foi a estratégia de bloqueio econômico que forçou o Hamas a negociar o atual cessar-fogo com Israel, que começou na quinta-feira e não se sabe quanto tempo vai durar. A trégua leva um pouco de calmaria a Sderot e Ashkelon, no Sul de Israel. Mas não acaba com o reinado do Hamas.
|
|
|
 |
| |
BRASILEIRO TORTURADO E EXECUTADO

O engenheiro morto e a carteira encontrada |
Na manhã de 19 de janeiro de 2005, em que o engenheiro João José de Vasconcellos Jr. se despedia da paisagem do Iraque no carro que o conduzia de Beiji ao aeroporto de Bagdá, a viagem foi interrompida por uma brusca colisão. O automóvel foi interceptado por um grupo terrorista e seguiu-se um tiroteio. Sentado do lado direito do banco traseiro, Vasconcellos Jr. abaixou-se. Foi atingido por uma bala de fuzil que lhe atravessou o dorso perto da axila direita e alojou-se no intestino. Mesmo ferido, o brasileiro foi capturado por seus seqüestradores ainda vivo. |
Vasconcellos Jr. pode ter sobrevivido até 36 horas. No cativeiro, seus algozes decidiram executá-lo com um disparo na nuca, possivelmente um tiro de misericórdia. Um ano depois de o corpo do engenheiro da Norberto Odebrecht ter sido repatriado e sepultado em Juiz de Fora (MG), o Estado obteve o relatório de um exame necroscópico feito em sigilo - assim que ele chegou ao Brasil -, que esclarece pela primeira vez as circunstâncias da morte. O documento, assinado pelos legistas Francisco Américo Fernandes Neto e Fortunato Badan Palhares - que atuou no caso do assassinato de Paulo César Farias -, relata o exame feito no Instituto Médico-Legal de Campinas um dia antes do sepultamento. A necropsia confirmou a hipótese mais comum durante os dois anos e meio de notícias desencontradas sobre o seqüestro, período entre a ação dos terroristas e a recuperação do corpo. As fotos da destruição do carro por balas de fuzil e os relatos do ataque ao comboio que transportava o engenheiro - que deixou dois guarda-costas britânicos e o motorista iraquiano mortos - confirmavam a tese de que ele tinha sido baleado. A exibição de documentos de Vasconcellos Jr. pelos rebeldes das Brigadas Mujahedin e Ansar al-Sunna, que reivindicaram a ação três dias depois na TV Al-Jazira, trouxe a esperança de que ele estivesse vivo. Pelo que atestam os legistas, naquela altura os terroristas já tinham executado o engenheiro. A certeza veio com a devolução dos documentos exibidos na TV, o envio de uma mecha de cabelo e, por fim, um dedo que foi submetido a um exame de DNA. Então, foram desencadeados os esforços, cercados de segredo, para recuperar o corpo. Há conclusões reveladoras no relatório da necropsia sobre o comportamento dos insurgentes na posse do brasileiro. No corpo, o engenheiro trazia sinais de maus-tratos, apesar de ter sido levado ferido. Além disso, descobriu-se que ele foi morto com um tiro na nuca provavelmente disparado por uma pistola calibre 9 mm, horas depois de ter sido atingido por um disparo de fuzil dentro do carro. A bala entrou no lado direito da parte posterior do crânio e saiu pelo maxilar, diz o laudo. (Estado de SP) |
|
|
 |
| |
JUDEUS DE VARSÓVIA

O “Museu do Levante do Gueto de Varsóvia” informou que tenta localizar os que residiam em Varsóvia, capital da Polônia, antes de serem despejados de seus lares pelos nazistas durante a revolta de 1944. O museu, que já conseguiu os documentos alemães relacionados à operação, agora tem esperanças de também reunir relatos das testemunhas. O diretor do museu, Jan Oldakowski , descreveu os cartões de residência emitidos pelos alemães e entregues por um doador privado como sendo “extremamente preciosos e dos quais os historiadores pouco conhecem”. Estes cartões mencionam o nome de 545 pessoas – na maioria mulheres e crianças – que os alemães retiraram à força dos seus lares em Varsóvia, usando forças alemãs, entre agosto e outubro de 1944. O museu publicou uma lista dos nomes no seu site na Internet, num esforço para localizar quaisquer sobreviventes ou descendentes para relatarem as suas experiências. “As histórias eram bastante traumáticas”, Oldakowski informou. Estes expulsos “não sabiam o que iria acontecer em seguida, se seriam fuzilados ou se seriam realocados”. Oldakowski disse que os despejos foi um aspecto do “levante”, que não foi completamente documentado, e os relatos das testemunhas ajudariam a completar para os historiadores o que realmente aconteceu. A luta de guerrilha começou em Varsóvia, no dia 1 de agosto de 1944, e a furiosa batalha durou por 63 dias. Aproximadamente 250.000 civis foram mortos na revolta, da qual os insurgentes - jovens na sua grande maioria e quase sem armamentos – lutaram na esperança de libertar a capital dos nazistas. No entanto, a revolta foi esmagada e a cidade arrasada. Oldakowski disse que durante os primeiros dias da rebelião as ordens eram para as tropas alemães matarem todos os civis, mas depois de protestos do exército, que para isto teriam que empregar muitas tropas, os residentes foram colocados em campos temporários ao redor Varsóvia, alguns mais tarde re-alocados com famílias noutras partes de Polônia ocupada. Aproximadamente 700.000 residentes foram forçados a se retirar de Varsóvia no outono de 1944. Cerca de 60.000 deles foram enviados para campos de concentração, e outros 100,000 para campos de trabalhos forçados na Alemanha. Os cartões obtidos através de oferta ao museu, fornecem detalhes sobre pessoas enviadas ao distrito de Rozprza, vizinho a cidade de Lodz, na região central da Polônia. Mencionam o nome de cada pessoa, o seu endereço em Varsóvia, e o novo endereço, religião, idade e suas assinaturas. Os documentos não estão em boas condições, e de acordo com o museu, ainda não podem ser exibidos. |
Foto colorizada dos judeus de Varsóvia em 1944
|
|
|
 |
| |
“MEIN CAMPF” COM CRÍTICAS

O livro panfletário de Hitler será reeditado
com as críticas e correções históricas,
em defesa da verdade |
Mais de 80 anos depois de ter sido escrito, o livro "Mein Kampf" ("Minha Luta"), do ditador nazista Adolf Hitler, volta a ocupar as páginas dos jornais alemães. Historiadores vêm reivindicando a liberação do livro, aqui proibido, com o objetivo de fazer e divulgar uma edição crítica do texto. O livro, no qual Hitler expõe suas idéias anti-semitas, racistas e expansionistas, está proibido na Alemanha até 2015, quando serão completados 70 anos da morte do ditador (1889-1945). A partir dessa data, sua publicação está liberada. Historiadores temem que, liberado, o livro caia nas mãos de neonazistas e se torne uma espécie de panfleto para organizações radicais de direita. Uma edição crítica, afirmam, chegaria antes aos leitores alemães. A Baviera -Estado no sul do país onde Hitler viveu antes de subir ao poder- detém os direitos autorais. Ela proíbe a publicação integral do livro para impedir a propagação de idéias nazistas e a exploração comercial do texto do ditador. Na opinião de várias autoridades alemãs, liberar "Mein Kampf" também seria um desrespeito aos milhões de vítimas do regime nazista. Mas os historiadores alegam que outros textos de Hitler, como documentos, cartas e discursos, já foram publicados em edições comentadas, sem obstáculos. Além disso, qualquer internauta consegue achar a versão online de "Mein Kampf" na íntegra. Também não é difícil, aqui, adquirir o livro em antiquários, mesmo que isso aconteça por trás do balcão. "Este livro está envolto por uma aura, que precisa ser quebrada", afirmou Stephan Kramer, secretário-geral do Conselho Central dos Judeus na Alemanha. O escritor alemão Rafael Seligmann, que é judeu, também defende a liberação. "Nossa democracia é forte suficiente para não ter uma recaída. Liberar "Mein Kampf" é um sinal de maturidade política." Apesar da proibição, o Instituto de História Contemporânea, em Munique, já vem preparando a edição revista do livro de Hitler. |
"Mas está totalmente indefinido quando ela será publicada", disse à Folha o historiador Udo Wengst. Uma edição comentada deverá trazer os manuscritos do autor, correções, perfis, mapas e estatísticas. Ela deverá mostrar, por exemplo, que o então jovem nazista tirou grande parte das idéias de outros autores, "vendendo-as" como suas. Também deverá mostrar como assessores tentaram melhorar, ao longo das edições, o estilo repetitivo e confuso do ditador. Os historiadores admitem que uma edição crítica de "Mein Kampf" sairá cara para o leitor comum. Uma possibilidade, dizem, é colocá-la à disposição na internet ou lançar no mercado uma versão crítica mais simplificada. (Folha) |
|
|
 |
| |
UPGRADE PARA ISRAEL

A MSCI decidirá nos próximos 12 meses se reclassificará a Coréia do Sul e Israel como “Países Desenvolvidos”, alterando as atuais classificações de seus índices de mercados emergentes. As avaliações da MSCI são utilizadas por gerentes que supervisionam investimentos globais, que no conjunto excedem a US$ 3 trilhões. Também está em estudo retirada da Argentina e Colômbia, da sua classificação de mercados emergentes. Os Emirados Árabes Unidos, o Kuwait e Qatar poderão ser elevados da sua situação atual de mercados marginais para o nível de mercados emergentes, depois de um processo de consulta. As decisões serão baseadas no desenvolvimento econômico de cada país e a “acessibilidade do seu mercado, incluindo aí a eficiência de suas estruturas operacionais, assim como o seu risco geopolítico'', informou a MSCI num comunicado à imprensa. A Coréia do Sul é o terceiro maior país em desenvolvimento nas comparações da MSCI, e representa 13,1% do Índice da MSCI para Mercados Emergentes, conforme dados analisados pela Bloomberg. As ações israelenses compõem 2,43% deste mesmo Índice. |

Israel será elevado a país desenvolvido
|
|
|
 |
| |
DEU NO “LE MONDE”

O reator sírio destruído
quando construção |
O site da Internet da agência de notícias francesa Le Monde informou que informações originadas em outros países que não os EUA sugerem que a Síria realmente construiu um reator nuclear em Al Kibar, e estas informações foram entregues recentemente à Associação Internacional para a Energia Atômica-IAEA. Este relatório contradiz as mais recentes declarações feitas pelo ‘cão de guarda’ nuclear da ONU, o qual negou ter qualquer conhecimento que levasse à conclusão que a Síria tivesse os conhecimentos e os meios para construir tal reator. De acordo o relatório francês, novas informações confirmam as afirmações que a Coréia do Norte ajudou a Síria nos seus esforços nucleares. Isto contradiz um discurso efetuado na terça-feira pelo Diretor Geral da IAEA Mohammad ElBaradei, que numa entrevista para a televisão Al Arabiya afirmou que “nós não temos nenhuma prova que a Síria tem os recursos humanos que permitiriam a execução de um grande programa nuclear.
|
Nós não cremos que a Síria tenha o combustível nuclear". ElBaradei antes tinha dito que a Síria tinha concordado para a realização de inspeção a ser realizada no período de 22 a 24 de Junho para verificar as alegações. Na entrevista, ele solicitou que Damasco cooperasse com os inspetores de IAEA. Na semana passada, em paralelo aos progressos feitos pelas conversações indiretas entre Síria e Israel, fontes informaram que a Síria estava considerando a possibilidade de estabelecer uma empresa de energia em conjunto com a Turquia, a qual poderia construir reatores nucleares para propósitos pacíficos. A empresa também efetuaria a prospecção de petróleo na Turquia, na Síria e em outros países. |
|
|
 |
| |
 |
|
Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
|
PACTO COM O DIABO
Dois meses depois da abortada mini-ofensiva contra o Hamas em fevereiro, o prefeito de Sderot informou ao primeiro-ministro Ehud Olmert que os habitantes estavam deixando a cidade em números cada vez maiores. Dois meses mais tarde, mais de 2/3 dos israelenses opinaram que, um ano após a tomada de Gaza pelo Hamas e a posse de Ehud Barak como ministro da defesa, as táticas de bloqueio e ataques “cirúrgicos” estavam fortalecendo o Hamas e reduzindo a segurança de Israel. Chegara, portanto, o momento de se tentar algo diferente, e as opções eram limitadas: ampla operação militar ou cessar-fogo.
A tal operação vinha sendo preparada pelo exército e ameaçada ad nauseam pelo governo de Israel há um ano. O preço, em mortos e feridos, seria provavelmente alto – e aumentava à medida que o tempo passava. E ninguém podia garantir o seu sucesso.
|
| |

Importante distinguir o aspecto humanitário do combate à entrada de armas pelo Egito |
“O problema do cessar-fogo”, como escrevi na coluna de 9 de marco, “é que [será] utilizado pelo Hamas para importar mais armamentos e terroristas treinados no Irã, aumentar o alcance dos foguetes e reproduzir em Gaza os preparativos feitos pelo Hizbolá com sucesso comprovado no sul do Líbano. Além disso, como o Hamas exige que Israel suspenda também as suas ações militares na Cisjordânia, ataques terroristas como o perpetrado contra o seminário religioso em Jerusalém se [tornarão] novamente frequentes Não é surpresa, portanto, que [um cessar-fogo] foi rejeitado por membros da coalizão com experiência em assuntos militares, como o ex-ministro da defesa Saul Mofaz, o ex-chefe do Shin Bet Avi Dichter e o ex-vice-ministro da defesa Ephraim Sneh”. Os chefes da inteligência militar e do Shin Beth também expressaram a sua oposição em depoimentos no Knesset. Israel impôs três condições principais para o cessar-fogo: que não envolvesse a Cisjordânia, que o soldado israelense raptado Guilad Shalit fosse solto, e que o Egito impedisse “realmente” a entrada de armas em Gaza.
Na terca-feira passada o Hamas e o Egito anunciaram que o cessar-fogo começaria na quinta. Barak respondeu que “ainda é cedo demais para se declarar um cessar-fogo” – mas este começou exatamente como anunciado pelos árabes. Após alguns dias sem hostilidades, Israel permitirá a entrada ilimitada de produtos não militares em Gaza. Só então será renegociada a troca de Shalit por centenas de terroristas palestinos e a abertura da passagem entre Gaza e o Egito. Depois de seis meses de tranqüilidade, o cessar-fogo será estendido à Cisjordânia. Até o vice-primeiro-ministro Haim Ramon reconheceu: “É mais uma vitória para os islamitas radicais - venceram no Líbano e agora em Gaza”. Mesmo assim, Ramon e outros ministros não renunciaram nem quiseram correr o risco de ser demitidos votando contra, e se abstiveram no voto do gabinete que aprovou o cessar-fogo. Hoje em dia ministro não renuncia por princípios – só quando é indiciado.
Tudo isso traz à mente dois episódios da história de Israel. Em 1948, poucas semanas após o início da Guerra da Independência, o inexperiente exército de Israel estava exausto e com falta de provisões, e os exércitos invasores árabes (especialmente o do Egito) receavam que suas linhas de suprimentos fossem cortadas. Apesar de que ambas as partes violaram os termos do cessar-fogo negociado através da ONU, Israel tinha planos de reabastecimento engatilhados e se beneficiou muito mais com a chegada das armas e munições que desesperadamente necessitava. Historiadores militares consideram essa trégua um erro decisivo por parte dos árabes. E em 1973, na Guerra de Iom Kipur, após dias de enormes perdas e quase colapso das Forças de Defesa de Israel, a então primeira-ministra Golda Meir recebeu do chefe do Estado Maior David (Dado) Elazar o telefonema que tanto esperava: “Golda, tudo vai terminar bem: os árabes voltaram a ser os árabes, e nós voltamos a ser nós mesmos”. O que diria Dado hoje?
|
|
|
 |
| |
RECLAMAÇÕES DE REFUGIADOS

Palestinos quando chegaram ao Brasil |
O site da Internet da agência de notícias francesa Le Monde informou que informações originadas em outros países que não os EUA sugerem que a Síria realmente construiu um reator nuclear em Al Kibar, e estas informações foram entregues recentemente à Associação Internacional para a Energia Atômica-IAEA. Este relatório contradiz as mais recentes declarações feitas pelo ‘cão de guarda’ nuclear da ONU, o qual negou ter qualquer conhecimento que levasse à conclusão que a Síria tivesse os conhecimentos e os meios para construir tal reator. De acordo o relatório francês, novas informações confirmam as afirmações que a Coréia do Norte ajudou a Síria nos seus esforços nucleares. Isto contradiz um discurso efetuado na terça-feira pelo Diretor Geral da IAEA Mohammad ElBaradei, que numa entrevista para a televisão Al Arabiya afirmou que “nós não temos nenhuma prova que a Síria tem os recursos humanos
|
que permitiriam a execução de um grande programa nuclear. Nós não cremos que a Síria tenha o combustível nuclear". ElBaradei antes tinha dito que a Síria tinha concordado para a realização de inspeção a ser realizada no período de 22 a 24 de Junho para verificar as alegações. Na entrevista, ele solicitou que Damasco cooperasse com os inspetores de IAEA. Na semana passada, em paralelo aos progressos feitos pelas conversações indiretas entre Síria e Israel, fontes informaram que a Síria estava considerando a possibilidade de estabelecer uma empresa de energia em conjunto com a Turquia, a qual poderia construir reatores nucleares para propósitos pacíficos. A empresa também efetuaria a prospecção de petróleo na Turquia, na Síria e em outros países. |
|
|
 |
| |
TRAGÉDIA EM SDEROT

Nos últimos anos, Geut Argon passou pouco tempo no segundo andar da sua casa, no sul de Israel. Com militantes palestinos disparando constantemente foguetes Qassam aleatoriamente, e que atingem Sderot, uma cidade pobre de trabalhadores, sempre foi muito perigoso, ela diz numa entrevista recente no Centro Comunitário da cidade. Mas numa tarde, há aproximadamente oito meses, seu filho Nir de 4 anos e o seu amigo Lior de 5, imploraram para deixá-los subir no andar de cima para ver algo no computador da família. Ela cedeu. Antes que Argon deixasse Nir e Lior no computador, Nir foi em direção ao banheiro. Um foguete arrebentou o telhado. "Foi uma grande explosão e depois disso não me lembro de mais nada", disse ela. Com a explosão, Argon de 35 anos, ficou inconsciente. Ela ainda se lembra dos momentos de horror quando recobrou a consciência, e a sua procura frenética nos escombros para achar as duas crianças.
|
Geut Argon teve de fazer
diversas cirurgias na cabeça |
Somente quando os localizou, e verificou que estavam relativamente bem, é que percebeu que tinha sido ferida. "Mommy, mommy, sangue!”, Nir gritou. O corte na cabeça de Argon exigiu várias cirurgias para retirar estilhaços de sua cabeça. Argon é uma dos milhares de residentes em Sderot, e dos povoados da fronteira Gaza-Israel, que receberam alguma forma de auxílio da rede das Federações Judaicas norte-americanas e das Comunidades Judaicas Unidas-UJC- durante os últimos 18 meses. A UJC já doou US$26 milhões para entidades no estrangeiro como a Agência Judaica para Israel e o Comitê Conjunto de Distribuição Judaico Americano, para programas em Sderot. E embora tenha havido alguma resistência das federações locais, a UJC espera doar mais US$10 milhões como ajuda adicional durante os próximos meses. Argon recebeu aconselhamento psicológico através do programa custeado pela UJC. A Agência Judaica forneceu aproximadamente $1.300, através do seu fundo de emergência, para ajuda de curto prazo, mas ela espera receber dinheiro do governo israelense para consertar a sua casa. A Agência Judaica mais tarde deu a ela aproximadamente US$8.000 do seu Fundo para Vítimas do Terror. Com o aumento dos ataques, a população de Sderot -principalmente os novos imigrantes da extinta União Soviética e de países árabes- diminuiu. Embora não ainda não exista uma estimativa segura sobre o número de residentes que partiram, as estimativas variam de 25% até quase 50%, numa região que tinha uma população de 24.000 pessoas.
|
|
|
 |
| |
EXPOSIÇÃO DE SELOS

|
O Arquivo Histórico Judaico sediará a exposição de selos de Marcos Chusyd, renomado filatelista cujas coleções conquistaram importantes prêmios internacionais (dentre os quais as recentes medalhas de ouro em São Petersburgo e em Israel). Embora reconhecido internacionalmente pelas séries com temáticas brasilianas, Chusyd confessa um ter um grande apreço pelas coleções de Judaica e Israel, reunidas ao longo de anos e até então nunca exibidas. A idéia de abrir sua coleção partiu do próprio colecionador e de sua esposa, Marina Chusyd, como uma forma bastante particular de recontar a história da criação do Estado de Israel através de sua evolução filatélica. Chusyd inicia a exposição com selos do século 19, período da ocupação Otomana na Palestina (entre 1840 a 1918), passando pelo Mandato Britânico (até 1948), período interino, e a Declaração da Independência (em 14 de maio de 1948). Após a criação do Estado de Israel, a exposição enfatiza as primeiras séries produzidas no país, que vão de 1948 a 1952, a Guerra do Sinai (1956), o processo de paz entre Israel e Egito (1977) e a Guerra dos Seis dias (1967). A exposição também traz documentos de época, como a carta da ONU sobre a partilha da Palestina (de 1947) e uma assinatura de Theodor Herzl. Marcando a presença do Brasil no processo da Independência, será exposta a quadra de Oswaldo Aranha, o então presidente da Assembléia da ONU que decidiu pela Partilha da Palestina. Segundo Marcos Chusyd, “há diversas maneiras de se entender a história: através de livros, filmes, material didático, etc. Mas a evolução filatélica é mais uma forma bastante particular de se compreender as transformações históricas e geopolíticas de uma nação. A exposição estará aberta de 1 de julho a 22 de agosto, a Rua Estela Sezefreda, 76, Pinheiros, S.Paulo. |
|
|
 |
| |
ESPAÇO SOCIAL

|
O 49º Bazar Anual da Na'amat Pioneiras, de Porto Alegre, cujo tema este ano é "Na'amat Brasil e Israel: 60 anos de História", acontecerá no dia 06 de julho, na Hebraica/RS, das 10 h às 18 horas. Haverá estandes com comidas típicas judaicas, artesanato, malhas da serra gaúcha, almoço com comidas judaicas, brechó, chá da tarde, leilão de artes. Além disso, haverá uma extensa programação com shows e muitas homenagens, tanto aos 60 anos da declaração do Estado de Israel, como aos 60 anos de fundação da Na'amat Brasil, que ocorreu em Porto Alegre. |
|
|
|
 |
 |
| |
MANCHETES DE FECHAMENTO

|
- Policia israelense vai aos EUA para inquirir o filho de Olmert sobre corrupção. |
|
- A Suprema Corte de Israel negou proibição da Parada Gay em Jerusalém |
|
- A Teva Industria Farmaceutica de Israel lança droga contra lesões da Esclerose Multipla. |
|
- 300 turistas anglicanos visitam Jerusalém. |
|
- Apesar da trégua morteiro lançado de Gaza cai no Neguev. |
|
|
 |
| |

Recebi o seu jornal online e o achei abrangente e muito informativo. Gosto de poder ler em portugues as noticias que nos interessam, aqui na Suiça. Excelente trabalho!! Parabéns e obrigada,
Anita (Elefant) Renaud- Suiça
Meu caro Osias, Sou tua leitora de carteirinha. Em relacao a foto que te enviei de shavuot, acho importante retificar o seguinte:a foto foi tirada por mim meia hora depois do termino do chag, e nao na noite do chag.
Judith Preminger- Israel
Infelizmente caro Ozias ( desculpe a intimidade), quando se fala hoje de Israel, temos que dizer ao "qual" Israel nos referimos. Isso porque, existe o Israel d a tecnologia , o Israel do trabalho quas escravo exercido atravez de patroes terceirizados que na cumprem as leis trabalhistas , existe o Israel daqueles que acreditam na boa convivencia com OS palestinos , o Israel que nao aceita a aliah e que prega a expulsao dos olim. Existe Ozias o Israel dos 1.5 milhao de arabes-israelis que odeiam OS palestinos , o Israel dos conchavos politicos a troco de 'trocados",, o Israel dos que ja nascem odiando a todos OS arabes indistintamente , Israel dos "kaplanim" que nao podem viver sem a Mao de obra arabe e palestina , o Israel dos "bruta-montes" que sistematicamente agridem os palestinos homens e mulheres nos taxis e nas passagens pelos postos de controle, existe o Israel dos ultra--ortodoxos que nao aceita nem ouvir falar em SHALOM , existe o Israel dos milhares de arabes-Israelis que profissionalmente trabalham nos hospitais e postos de saude , existe o Israel dos pacifistas de esquerda que tem dado muito trabalho as autoridades de seguranca, existe o Israel politicamente fragilizado pelas divisoes internas , ja que cada um dos partidos esta fragmentado em pedacos, existe amigo Ozias , um Israel que he socio dos palestinos em inumeros negocios envolvendo milhoes de dollares, existe um Israel em que seus jovens na maioria nao gostariam de ir pra "savah", existem israelenses que construem o muro de seguranca com o proprio cimento dos palestinos, e por fim estimado Jornalista Ozias Wurman , existe um Israel que mantem ate OS dias de hoje a velha teoria ( e depois a pratica) das solucoes por via armada como se estivessemos ainda na epoca do Nasser. Este Israel que nao sabe ser diplomatico e nao quer dialogo pois so diz ...... NOS PODEMOS ACABAR COM ELES QUANDO QUEREMOS, he o verdadeiro Israel que pode nos derrotar. Portanto Ozias , Israel tem mais inimigos "dentro" do que fora. " A DESUNIÃO ( dos israelenses ) FAZ A FORSSA (nao tem cedilha) '' ....dos inimigos. Grato pela paciencia e obrigado por sua atuacao em nossa comunidade. Cordialmente,
Ascher Szames , vivendo quase oito em Israel , depois de ter vivido por mais de quarenta anos no Brasil.
Queria testemunhar o relevante trabalho prestado pelo NOTÍCIAS da RUA JUDAICA.Meu nome em idish é Fraide sei que sou bisneta de Dvoire e Ysrael Ganz Polak da Romenia.Minha avó Blima(Alav a sHalom)da Romenia deu esse nome em homenagem à irmã dela Fraide.Hoje quando li o artigo de Daniela Kresch indicando o site da www.shoaconnect.org descobri que esta tia avó Fraide e minha bisavó morreram em Aushwitz.Pude localizar outros parentes e assim mostrar a meu filho Ariel onde perdemos centenas de parentes e quantos milhares seriam hoje vivos se não tivessem perecido na II Guerra.Indico a todos que puderem que tentem localizar sua família neste site para mostrar aos jovens o que ocorreu e como este site está tão bem estruturado e documentado.
Dra Fanny Jitomirske Aker de Curitiba
Muito bom update review do Middle East.
Parabéns,
Mario Geller
Senti falta ontem da rua judaica,mas hoje ja li e Gostei da Salada Semita
Suzana Grinspan
Oi, Osias ! Parabéns pelo artigo "Salada semita", publicado em O Globo ! Abraços,
Mauro Wainstock -Jornal ALEF/Diretor
Li hj, 4 h da manha teu artigo no Globo. Vc foi muito feliz em todos os paragrafos, no conceito e tudo mais que envolveu o texto. Explicativo sem ser cliche. Parabens,
Sylvia e Paulo Kresch
Prezado Sr. Wurman,Meu nome é Alberto Rejtman, sou de SP e atualmente moro em Curitiba. Tenho uma curiosidade sobre a comunidade judaica do Rio Grande do Sul. Gostaria de saber se já houve alguma comunidade judaica em Caxias do Sul. Agradeço pela indicação de alguma fonte sobre o assunto. Cordialmente.
Alberto Rejtman
Cabe a mim aqui a minha total negaçao a estas novas leis e regras absurdas e sem justificativas do Estatuto. Estive presente nessa reuniao, onde pude perceber pessoas sem personalidade, sem poder de argumentar tais mudanças e é uma pena realmente a reuniao com menos da metade dos conselheiros. Na hora que vi a polemica gerada, tentei, sem sucesso, fazer com que fizessemos uma pesquisa aberta à Comunidade, atraves do site da Fierj e do Fax Fierj, onde cada pessoa daria seu voto, a favor ou contra as mudanças do Estatuto, assim como aconteceu de fato uma vez quando voce era o presidente e fomos à comunidade fazer uma pesquisa de suma importancia: "A reeleiçao do Presidente Executivo da Fierj poderia ocorrer?"... Bom, so queria deixar registrado que tentamos Osias, ficamos abismados com o que ouviamos naquele dia, porém fomos votos vencidos, pois a maioria escolheu em nome da nossa Comunidade essas alteraçoes... Uma pena, uma pena, uma pena.........Um forte abraço,
Jonas Jaimovick - Conselheiro da FIERJ.
Uma das piores guerra é a psicológica,quando o Sr. Ahmadinejad fala que vai explodir ,acabar ,extinguir o ESTADO DE ISRAEL ,é constrangedor, assustador e, a cada momento voce fica na eminencia de um ataque ou porque não varios ataques suicidas.Não concordo nos inflamármos com joguinhos de palavras, porque isso pode fazer com que os dois dos lados leve cabo o que foi dito e comece primeiro. Mais por outro lado,é bom que eles também sintam um pouquinho do medo que a toda hora nos aflinge. Já que o Shaul Mofaz fez a besteira de falar,agora pronto .Mais veja só ele falou só uma vez e,o Sr. Ahmadineja fala toda hora.
Jose ben yedudah
Pessoal, estamos na reta final pela ratificação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Conseguimos nesta caminhada a adesão e apoio de vários grupos e entidades para a causa dos direitos humanos das pessoas com deficiência. Se você também quiser fazer parte desta corrente,segue abaixo explicação sobre o processo de ratificação no Senado e em seguida a carta com as devidas assinaturas. Há também uma lista com e-mails de todos os Senadores. Se quiser nos ajudar com a coleta de assinaturas, visite o site www.assinoinclusao.org.br e clique no "Multiplique essa idéia" para imprimir as fichas. Junte-se a nós apoiando esta causa cidadã, um abraço,
Claudia Grabois - Rede Inclusiva
Uma vez mais venho parabenizar o Notícias da Rua Judaica, edição repleta de assuntos interessantes como também, de grande relevância, inclusive a nível mundial. Cordiais saudações,
Isabel Cristina S M de Amorim
Meu caro Osias. A sua indagação sobre a postura omissa da plateia em Israel ignorância ou subserviência é instigante. Fico a pensar por que a não-judia Pilar Rohar escreve seus brilhantes textos de contestação ao anti-semitsmo de modo tão racional, tão objetivo, tão lógico, tão convincente, que não têm paralelo no mundo judeu, onde existem milhares de pessoas intelectualmente capacitadas a fazer o mesmo. De modo geral, as respostas à propagação do ódio a Israel, Estado e povo judeu são fraquissimas, emocionais, irracionais, sem penetrar na essencia da calunia ou difamação, parecendo querer fugir do assunto, a procurar evasivas. Como ocorreu na Universidade Hebraica, quando alunos ao invés de contestar o pricipal de modo irretorquivel, os dados objetivos que sustentam o discurso da dupla, como faria Rohar, foram enfocar o acessório, a apontar com antijudaismo deles o uso dos textos por notórios anti-semitas, dando azo a uma série de respostas, inclusive a de que não poderiam ser responsabilizados pelo que fazem terceiros, esgotando o assunto, sem tocar no mérito, para o gaudio, claro, da propaganda anti-Israel...Por que agimos assim? Talvez, a nossa formatação cultural-psicologica de séculos e séculos de reclusão do gueto, passou-nos o comportamente defensivos de sistemática estranheza do mundo exterior, suscitando respostas emocionais de subserviencia, de temor revencial ao caluniador, evitando o confronto no qual sempre levávamos o pior....Foi mais fácil tirar o judeu do gueto, do que o gueto do judeu...
Marx Golgher – MG
Entre maçons muito se fala, e se faz referências sobre a cabala, mas nada se tem que mostre seu verdadeiro significado, inclusive histórico, seja para o povo hebreu ou para nós outros. É evidente que a cabala tem um significado pelo menos histórico, mas para os leigos na história judaica, fundamentados nos conhecimentos atuais, essas referências, por vezes, são tomadas como crendices sem nenhuma importância ou significado, com o que não concordo, pois pelo menos um significado histórico deve ter. Para nosso esclarecimento, perguntamos: Os senhores teriam - eventualmente - algum trabalho, alguma revista enfim, que pudesse nos trazer alguma luz sobre esse nosso desconhecimento? Ficarei muito agradecido se atendido.
Dr. Luiz Braz Mazzafera-Rua 7 de Setembro, 881-17502-020 - Marília – SP
Gostaria de parabenizar o jornalista Osias Wurman e toda sua equipe por este trabalho - o jornal eletrônico "Notícias da Rua Judaica" - importante e muito bacana. Continuem assim que é por aí. Shalom.
Davi Zaidman.
Caro Senhor Owurman, Shalom! Permita-me dizer que fiquei muito feliz de rever a senhora Ethel Rosenfeld, que durante muitos meses tornou as estações do Metrô Rio mais bonitas com sua bela foto junto a seu fiel cãozinho, falando sobre o credenciamento da gratuidade da viagem para clientes com necessidades especiais. Ela é linda!! E o sorriso dela é pura alegria de viver. Um beijo nela com carinho.
Valeria Pereira – RJ
Na divulgação do Grupo Metallica em Israel, no mês de Setembro de 2008, achei por bem destacar que se trata de um dos ícones do Heavy metal , que prega o anarquismo. São contra o capitalismo e contra o Estado, como também , qualquer tipo de ordem ou de Leis. São contra guerras e qualquer tipo de coerção. Vale a pena pesquisar o tema e entender as mensagens que cada movimento representa.
Míriam Stolear - Rio de Janeiro
Ainda não consigo entender em que lógica se apoiam certas ações. Li nesta edição um pedido de um leitor por esclarecimento a respeito de sua ascendência judaica, me parece que está clamando um retorno assim como o fazem há alguns poucos 40 anos, os B'ney Anussim do Brasil. No entanto, fazer amizade e aprovar publicamente ações de igreja evangélica, exatamente a que mais investe em nossa assimilação no momento e também no uso e abuso dos nossos símbolos, parece ser a coisa certa ou seria politicamente correta? Onde anda a razão?
Cleudo Alves Freire
Osias, Gosto de ler a Rua Judaica -- excelente escolha de nome, por sinal. Ao ler a mensagem do leitor Leider Lincoln, tive ímpetos de pedir que não transforme a Rua em local de bate boca. Essas diferenças têm que ser tratadas em particular pois respingam e sujam a RUA.Abraço,
Eleonora Gomma de Azevedo
Absurdo maior dizer que o rei de espanha foi levado pelo gen franco a assumir o cargo vago ao ser expulso pelo proprio......parece-me que o sr missivista faz parte integrante do eta.e deveria sim falar com o ex presidente felipe gonzalez sobre isso.apesar de nao morrer de amores por eles principalmente dos do partido psoe,nao posso deixar passar em branco ....!!!!E falar do Kamel,da forma como fala nao me deixa duvidas....!!E ainda sobre o ortega e nao chaves que foi duramente criticado pelo rei de espanha ,qdo esse ja estava passando os limites.deveria informar-se melhor .......! Adolpho, Vc que aqui morou e deve ter servido o exercito ,sabe que nunca .disse nunca Israel fez declaracoes qdo queria de uma forma defender seu espaco.o fazia em segredo e pronto.....mas............nesses ultimos anos muita coisa mudou meu caro..........infelismente.ministros ,ex presidentes sendo processados por furto,malversacao de fundos publicos estrupo etc e ainda sendo colocado como ministro de defesa um politico que siquer serviu o exercito ,sendo alvo de risos pela ssua forma de atuacao.a troca do ramat kal em um momento decisivo por outro inexperiente no campo ,mas um bom militar do ar .tudo porque ?????politica!!!!!!
abram d sztutman-Asqhkelon Israel
1) Israel tem que se aproximar mais dos árabes em vez de se ilhar num continente. 2) Integrando-se ao mundo árabe ele prosperará mais em 6 anos do que o fez em 60 anos. 3) Passar de vítima mundial para algoz de um outro povo não é liberdade é continuísmo de genocídio, formar um novo gueto no deserto da palestina e holocausto de inoventes. Temos que evitar isso de novo em nosso planeta. 4) Terrorismo de estado é mais repugnante do que um bando de fanáticos. 5) O que a mídia fala não interessa à pessoas inteligentes, só ao incautos, às masssas ignorantes.
Sérgio Ribeiro
Diante do informativo, Hezbollah faz Levantamento Na América, afim de atacar alvos judeus, devo informar que inclusive o Brasil, onde muitos ¨Bem Intencionados¨ imaginam que nunca ocorrerá um ataque terrorista, imagino que nosso país é um alvo bem claro destes assassinos, pois, lamentavelmente a extrema-direita ou a extrema-esquerda são aliados destes facínoras dispostos a qualquer tipo de crime contra a humanidade. É importante estarmos atentos.Cordialmente,
ANTONIO DA SILVA ORTEGA-ITAIM BIBI - SÃO PAULO - SP
Cada vez mais preocupante o alto nivel de sofisticaçao dos '"especialistas"" (terroristas),obviamente com a abundancia de dinheiro,mas o vacuo deixado por judeus ,certa negligencia por supor nada ocorrera,Israel imbativel,etc....vbazio que souberam preencher,na propaganda e na pratica(provaram uma vez mais que o exercito israelense tambem esta dividido,tanto quanto o governo e apropia diaspora!Vide Husseim Obama,presidente dos E.U.A.!!! no meu ponto de vista,os judeus em todo o mundo,sobretudo nos E.U.A.estao sempre atras dos bem sucedidos gplpes dos arabes,nao soubemos captar e propagar nossos feitos de sempre em todas as atividades humanas,ao contrario,estamos assistindo e aguardando o que fazer??!!Por onde andam nossa uniao,os interesses de Israel,nossas forças militares,o famoso lobby? funcionava,era tudo muito bem coordenado e propagado!assistimos Hillary Clinton pedir dinheiro e era "'nossa"",assim como assistimos Husseim Obama com fortunas arabes?/!!nessa altura,ou estou totalmente equivocado(assim espero) ou os judeus de todo omundo estarao mobilizando-se para panfletar a favor de McCain/bancar sua campanha,cooptar Clinton"s para que minimamente nao interfiram,liberem seus eleitores de forma velada?!Poderia ela candidatar-se como independente(dinheiro?/?),demais paises,temos agora a maioria...mas o que conta sao os E.U.A.1 se de la sair vencedor McCain,duvido tantas facilidades para terroristas,patrocinados pelo Ira,ou qualquer outro Pais.Abraço,
Rafael Jaimovick
Para receber semanalmente o informativo. Agradecimentos antecipados
Bianca Diniz-Macapá-AP - Professora da área de História e Metodologia Científica
|
|
 |
| |
| |
Acesse nossas últimas edições: |
|
|
 |
| |
| |
Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
|
|
|
 |
| |
|
|
|
|
|