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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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Osias Wurman
Jornalista
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IZKOR – EM MEMÓRIA

Em memória dos seis milhões de judeus inocentes que foram brutalmente assassinados pela besta nazista.
Em memória dos mais de 22 mil israelenses que tombaram, nos 61 anos de independência, defendendo a existência do Estado Judeu- o Estado de Israel.
Em respeito aos milhares de sobreviventes do Holocausto que sofreram nas garras assassinas e ainda tem na memória este pesadelo que vivenciaram.
NÓS JUDEUS BRASILEIROS SAÍMOS ÀS RUAS COM NOSSOS IRMÃOS TAMBÉM DISCRIMINADOS NO IRÃ, E MANDAMOS UMA FORTE MENSAGEM AO MUNDO:
NÓS JAMAIS ESQUECEREMOS !!! HOLOCAUSTO NUNCA MAIS !!!
A CHEGADA DE AHMADINEJAD AO BRASIL É UM DIA DE LUTO PARA OS QUE AMAM
A VIDA, A PAZ E A LIBERDADE !!!
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COMUNICADO AOS LEITORES

A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer que todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.
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ERRATA DO BOLETIM DA CONIB

O boletim da CONIB da semana passada veiculou grave erro em seu conteúdo. Em respeito a todos que se dedicaram, durante dois meses, para tornar a visita de Shimon Peres ao Rio de Janeiro um sucesso, esclarecemos: O texto da CONIB relata que 400 pessoas estiveram presentes ao Copacabana Palace.

Na verdade, o hotel colocou 750 cadeiras nos dois salões do evento, totalmente ocupadas, além dos que ficaram em pé. O dobro do informado pelo boletim CONIB !
A entidade maior da comunidade deve zelar pela acuidade das informações veiculadas em seus boletins.
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PASSEATA DE REPÚDIO DAS MINORIAS A AHMADINEJAD
CERCA DE 1.200 PESSOAS PROTESTAM NA PRAIA DE IPANEMA

A PASSEATA COMEÇOU ÀS 11,00 H DA MANHÃ

(Fotos Leonardo Goldfarb)
Estiveram presentes ao ato membros de diversos segmentos minoritários da comunidade brasileira. O professor Salaah-Din Mohamed Ahmed, presidente da Sociedade Beneficente para o Desenvolvimento Islâmico, disse que “o Brasil tem compromisso histórico com a vida e que é um dever do verdadeiro Islã lutar contra os genocídios, desde dos índios até o Holocausto”.
Também prestigiaram a passeata, Jorge Matoso da Congregação Espírita Umbandista do Brasil, representantes do Afoxé Estrela de Oiá, Arlene de Catendé, presidente do Afoxé Maxambomba, Rabino Dario Bialer da Ari, Desembargadora Denise Levy Tredler da Bnei Brith, Judson Santos do Grupo Arco-Iris, Ivanir dos Santos – Babalaô porta-voz da Comissão de Combate à intolerância Religiosa, Carlos Nicodemos, membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB e presidente do Conselho Estadual da Criança e coordenador jurídico de atendimento às vitimas de intolerância, Mio Vacit – Presidente da União Cigana do Brasil, comissão dos Filhos de Gandhi.
Os políticos da comunidade judaico-fluminense estiveram presentes, incluindo o Deputado Federal Marcelo Itagiba, Gerson Bergher-Deputado Estadual, Thereza Bergher- Vereadora e Patricia Amorim- Vereadora. Todos os políticos são do PSDB/RJ.
Na comissão de frente estavam, entre outros, a representante maior da comunidade judaica do RJ, Léa Lozynski, presidente da FIERJ, e alguns dos organizadores do evento como Bruno Bandarovski e Michel Gherman do Hillel, Sergio Rozenboim da Haghshamá, Victor Grinbaum da Artision e Desembargadora Denise Levy Tredler da Bnei Brith.
No final da passeata foi aberta uma gaiola de metal com balões, elaborada pelo cenógrafo José Dias, que representava os valores reprimidos no Irã:- Liberdade Sexual-Liberdade Expressão- Direitos da Mulher- Memória do Holocausto- Pluralismo Religioso- Liberdade Religiosa.
COMUNIDADE NEGRA, ESPIRITA, UMBANDA E CANDOMBLÉ ESTIVERAM PRESENTES

SHEIK E RABINO CONFRATERNIZAM POR UM MUNDO MELHOR

LÉA LOZYNSKI PERFILOU COM O GRUPO DAS MINORIAS

OS REPRESENTANTES DOS CIGANOS

FLAGRANTES DE GENTE PRESENTE E CONSCIENTE





A COBERTURA DA IMPRENSA FOI AMPLA E NACIONAL

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1163663-7823-PROTESTO+CONTRA+VISITA+DE+PRESIDENTE+IRANIANO+ NA+ZONA+SUL+DO+RIO,00.html

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1163643-7823-VISITA+DO+PRESIDENTE+DO+IRA+PROVOCA+PROTESTOS+ NAS+RUAS+DO+RIO,00.html

COBERTURA DA IMPRENSA EM ISRAEL PROVOCA EMOCIONADAS REAÇÕES
De: Chaya Eitan
Enviada em: domingo, 22 de novembro de 2009 18:49
Para: owurman@globo.com
Assunto: Thank you

http://www.jpost.com/servlet/Satellite?cid=1258705162993&
pagename=JPost/JPArticle/ShowFull
Mr. Wurman: Please tell those who demonstrated against the arrival of
Achmadinejad thank you from me and all of us in Israel!
Sincerely,
Chaya Eitan -Bat Yam, Israel
COBERTURA EM GERAL INCLUINDO EXTERIOR
Ha'aretz:Demonstrators carry Brazilian, Israeli and gay flags to protest Iran President Mahmoud Ahmadinejad's upcoming visit, in Rio de Janeiro on Sunday. (AP)
Jerusalem Post:Rio: Hillel Students Protest Ahmadinejad
Yediot Ahronot:1,000 Brazilians protest against Iranian president
Arutz Sheva:Rio Rallies Against Ahmadinejad Visit
EFE:Entre protestos, Lula recebe amanhã controverso Ahmadinejad
Reuters:Cariocas protestam na praia contra visita de presidente do Irã
O Globo:Cariocas protestam em Ipanema contra visita de Ahmadinejad
Portal G1:Protesto contra visita do presidente do Irã reúne cerca de 300 pessoas em Ipanema
Estadão:Visita de Ahmadinejad gera protestos no Rio e em Brasília
Folha Online:Manifestantes no Rio de Janeiro rejeitam visita de Ahmadinejad e criticam Lula
Informativo do Ministério das Relações Exteriores: http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=641825
Portal R7: Religiosos protestam contra Ahmadinejad no Rio
Fonte: Hillel-Rio
CAPA DO JORNAL O GLOBO DE 23/11/09

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ANÚNCIO DE PROTESTO PELA VISITA DE AHMADINEJAD NA FOLHA E ESTADÃO


http://www.youtube.com/watch?v=ksmDVS7GnDI&feature=related
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Ato em SP pede que Lula questione Ahmadinejad


Cerca de 1,5 mil pessoas participaram na tarde de domingo, 15, em São Paulo, de um protesto contra a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil, marcada para o próximo dia 23. A manifestação ocorreu na Praça dos Arcos e reuniu diversos movimentos sociais e grupos religiosos. Um dos organizadores do movimento em São Paulo, Boris Ber, presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, disse à Agência Brasil que a manifestação não é contra o povo do Irã, mas um protesto contra o presidente "que nega deliberadamente o Holocausto" e prega o fim do estado de Israel. "Alguém que nega a história e alguém que não fala de futuro, como disse o Shimon Peres [presidente de Israel, que esteve esta semana visitando o Brasil], não agrega nada ao Brasil", disse Ber, ressaltando que mesmo uma relação estritamente comercial com o Irã não representaria muita coisa ao Brasil. (FIESP)
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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OS NOMES DA MODA
Um pouco de cultura inútil não faz mal a ninguém. Por exemplo: qual são os nomes mais populares de Israel, neste começo de século XXI? Se, há poucas décadas, os mais comuns (entre a maioria judaica) eram Moshe (Moisés, em português), para meninos, e Sara, para meninas, hoje tudo mudou. Esses e outros nomes tradicionais, comuns também por gerações na Diáspora, estão quase caindo em desuso.
Semana passada, o IBGE israelense divulgou uma lista dos nomes mais populares de 2008. O vencedor é, sem dúvida, Noam – que pode ser dado tanto para meninos quanto para meninas. Aliás, os israelenses têm essa mania de dar nomes iguais para os dois sexos. Nomes como Amit, Ariel, Lior, Shahar, Tal, Yuval e Daniel, entre muitos outros, são considerados unissex, o que dá espaço para muita confusão. Imagino um professor lendo os nomes dos alunos do primeiro dia de e aula. Não tem como saber, só pela lista de chamada, se a turma é composta por mais meninos do que meninas, ou vice-versa.

No ano passado, 2.485 bebês foram chamados de Noam, sendo que 1.970 meninos e 515 meninas. Segundo o Babylon, Noam tem vários significados, entre eles “prazer”, “conforto” e “amabilidade”. Fico imaginando se o popularidade do nome não tem a ver com o “herói” da primeira versão do “Survivor” local: Noam Tor, que virou um dos modelos mais bem pagos do país. O programa passou na TV justamente entre 2007 e 2008. Mas não deve ser esse o motivo, já que o nome é campeão das paradas desde 2006.
A lista para meninos é seguida por duas versões de grafia de Yonathan (1.638), Itai (1.267), Uri (1.213), Daniel (957), David (887) e Ido (816). Moshe ficou apenas em 8º lugar (749). Fecha a lista dos top ten Yossef (746).
No caso das meninas, o nome mais cotado em 2008 foi Noa (parecido com Noam, não?), com 1.819 registros de nascimento em 2008. Depois veio Shira (1.685), Yael (975), Tamar (915), Maya (898) e Talia (766). Sara só ficou na 7ª posição (720), seguida de Hila (706), Michal (702) e Adi (686).
Entre os árabes-israelenses, o nome masculino mais registrado foi Mohammed (nas diversas variações de grafia), que continua sendo popular apesar de tradicional. Os nomes femininos mais populares foram Hala, Nor e Miriam.
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BOLSA DE VALORES : ONDE ESTAMOS, PARA ONDE VAMOS ?

Daniel Geller- Direto de Wall Street - Exclusivo para Rua Judaica.
A cada dia, o mercado acionário apresenta uma visão diferente sobre as suas perspectivas futuras. Os resultados das empresas que compõem o S&P500 surpreenderam positivamente. Segundo o “Wall Street Jornal “ e “Seeking Alpha” , o “ratio” das empresas que obtiveram um resultado maior do que o previsto pelos analistas é um dos melhores desde 2002. Poderiamos imaginar que depois de uma recessão como esta isto aconteceria tão precocemente?

Muitos desses resultados financeiros ocorreram num período de bastante liquidez e estímulos fiscais . As empresas aproveitaram essa janela de oportunidade para alongar o prazo de suas dívidas de curto prazo, como foi o caso das emissões institucionais tanto nos EUA, como no Brasil, como por exemplo, Net, Tam Petrobrás , Banco do Brasil e mais recentemente Gerdau.
Muitos analistas acreditam que o Setor de Tecnologia seja um dos principais termômetros do apetite ao risco no mercado acionário. Setembro, por exemplo, fusões e aquisições no setor de Tech totalizaram quase US$ 19.3 Billion Dollars e Agosto $ 2.5 Billion Dollars, comparados com $11Billion Dollars no ano passado (ref. Thomson Financial). Além disto, o número de empresas de tecnologia e outros setores que estão se preparando para IPOs representam um dos maiores níveis de lançamentos dos últimos 4 anos. O que está norteando os investimentos neste setor é de que como as perspectivas para o consumo continuam fracas, o crescimento econômico terá necessariamente como pilar principal os investimentos no setor produtivo gerados em grande parte pelos investimentos tecnológicos. Além disso, as empresas de Tech estão em uma situação financeira bem melhor do que vários outros setores da economia, podendo vir a se constituir em um dos principais setores que energizarão a economia americana.

Entretanto, se por um lado algumas notícias corporativas estão trazendo o otimismo para o mercado, a preocupações quanto ao índice de desemprego continua assombrando Wall Street. Segundo a história econômica, nunca o mercado acionário subiu tanto considerando uma taxa de desemprego alta e com tendência a continuar aumentando. Para os gestores, o desemprego aliado a instabilidade do Dólar, o alto índice de “foreclosure e a bolha dos imóveis comerciais que ainda não estourou, não justificariam o atual exagero no mercado acionário.
Essas questões intrigam o mercado, o que explica a elevada volatilidade indo da euforia ao pessimismo em minutos. O mercado já esta de focando em 2010. Segundo a Barons, em 90% dos casos dezembro tende a ser um mês muito bom para a bolsa, com retornos em media de 4.18% para o S&P 500. Todavia nestas horas a melhor recomendação é CAUTELA!
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LULA RECEBEU MAHMOUD ABBAS

Em um encontro de quase uma hora na manhã desta sexta-feira (20) com o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que Israel deve parar "imediatamente" a construção de 900 casas em um assentamento na Cisjordânia. O encontro entre os dois líderes aconteceu no Museu da Santa Casa da Misericórdia, no centro histórico de Salvador.

Na semana passada, Lula recebeu o presidente de Israel, Shimon Peres, que o convidou a participar do diálogo de paz no Oriente Médio
De acordo com Lula, Israel demonstraria que não quer a paz na região se não suspender as construções. "Se continuar construindo na capital palestina, Israel está complicando a paz, quer que nos distanciemos da paz. Pedimos não apenas a retirada das 900 casas, mas de todas as atividades de construção nos territórios ocupados. E estas palavras foram ditas pelo presidente [dos Estados Unidos, Barack] Obama", afirmou Lula.
"A paz justa e duradoura depende de um Estado palestino coeso e próspero. A comunidade internacional não pode se conformar com menos que isso", afirmou Lula após a reunião com Abbas.
Durante o encontro, Lula também pediu a Abbas que mantenha os "interesses palestinos acima dos seus próprios". Em resposta, o presidente da Autoridade Nacional Palestina afirmou que Lula faz "parte desse patrimônio, por sua liderança, sua moderação e pelo ânimo e confiança que injeta".
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PROCESSOS DO SANTO OFÍCIO

O Arquivo Nacional da Torre do Tombo, iniciou, em Setembro de 2008, a digitalização dos processos do Santo Ofício da Inquisição de Lisboa, através do apoio, na figura de mecenato, da Rede Eléctrica Nacional (REN). O objetivo é a digitalização e disponibilizaçã o na Internet de cerca de 19.000 processos e 800 livros da Inquisição de Lisboa. Para ler os processos em sua casa, do computador, acesse a seguinte página da Internet: http://digitarq.dgarq.gov.pt/

Os arquivos distritais de Portugal estão digitalizando os registros paroquiais (batizados, casamentos e óbitos) de seus acervos. Há uma página que os reúne todos. Para ler os registros paroquiais em sua casa, do computador, acesse: http://etombo. com/ . Permanentemente atualizada, esta é uma página particular, que os disponibiliza numa iniciativa de grande valor. Eis a listagem dos distritos e sua respectiva digitalização disponível, atualização de 15 de novembro:
Açores (0) Aveiro (2) Beja (0) Braga (27) Bragança (0) Castelo Branco (0) Coimbra (5218) Evora (0) Faro (0) Guarda (2) Leiria (91) Lisboa (3565) Madeira (1) Portalegre (0) Porto (20572) Santarem (0) Setubal (0) Viana do Castelo (24) Vila Real (7868) Viseu (0)
Que essas facilidades - que permitem aos pesquisadores do Brasil acesso à documentação primária, antes distante - se traduza em novos trabalhos de Genealogia e de História.
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Neto de Höss quer Vender Lembranças Nazistas

O Museu Yad Vashem do Holocausto em Jerusalém recebeu recentemente um pedido incomum e que provocou ira: O neto de Rudolf Höss, o infame comandante do campo de concentração de Auschwitz, se ofereceu para vender itens particulares ao museu que tinham pertencido ao seu avô nazista. Em uma carta enviada ao Museu há vários meses com o título de "itens raros, Auschwitz, Comandante Höss" o neto escreve de uma maneira comercial: "Se trata de vários itens da herança de Ferdinand Rudolf Höss, o comandante de Auschwitz: Uma caixa sólida e a prova de fogo com símbolos oficiais - um presente de Himmler (o comandante da SS) pesando 50 kg; uma faca para abrir cartas; slides de Auschwitz que ainda não tinham sido apresentados em público; cartas durante o período de prisão na Cracóvia. Eu gostaria de receber prontamente uma resposta. Atenciosamente, Reiner Höss".

A diretoria do Yad Vashem ficou chocada com a oferta e rejeitou-a prontamente. Os responsáveis pelo museu expressaram sua repulsa pelo fato de que este parente do criminoso procurar lucrar com a memória do Holocausto. "É quando temos de fazer a pergunta óbvia: "Você matou e também quer ter um lucro?" expressou um dirigente do Yad Vashem. No entanto o museu deixou claro para o neto de Höss, Reiner, que ele pode doar os itens originais para o Yad Vashem, a fim de perpetuar os horrores do nazismo. Falando para o Yedioth Ahronoth, Höss atualmente com 44 anos de idade contou que teve a idéia de vender os itens ao Yad Vashem após conversar com um amigo, o neto de Baldur von Schirach, que foi o líder do movimento ‘Hitler-Jugend (Juventude Nazista)’. "Estes itens estavam com a nossa família" disse Höss num telefonema. "Nós sabíamos sobre eles, e elementos fora da família também sabiam já há bastante tempo. Várias instituições já se interessaram para comprá-los de nós, incluindo famosos meios de mídia, como o semanal Der Spiegel e a editora Axel Springer". Seguindo a recomendação de von Schirach, pensei que seria apropriado vender estes itens para o Yad Vashem. Eu não quero que estes itens fiquem em mãos erradas. Perguntamos a Höss se ele estaria disposto a doar os itens para o Yad Vashem". "Isso é uma boa pergunta " respondeu ele. Eu não posso tomar essa decisão sozinho. Estou inclinado a concordar em doar os itens, mas vou ter que consultar o resto da família. Reiner Höss, um empregado de segurança de uma grande empresa americana, diz que soube sobre a identidade de seu avô e de seus atos (= ações) pela primeira vez na escola quando tinha 12 anos. "Fiquei completamente chocado. Um professor de origem checa me deu livros para ler, e de repente eu percebi quem meu avô era. Voltei para casa e perguntei aos meus pais e minha avó sobre isso, e eles confirmaram. Desde então, tenho me interessado sobre esse assunto. Tentei viajar para Auschwitz várias vezes, mas eles não me deixaram juntar a grupos para viagens para visita ao campo por causa do meu sobrenome. No entanto, visitei outros campos de concentração como Dachau.
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Hezbollah Censura Anne Frank

The American Gathering of Jewish Holocaust Survivors (União Americana de Judeus Sobreviventes do Holocausto) e seus descendentes criticaram fortemente o Hezbollah por utilizar a censura dos livros escolares para que não fosse mencionado o diário de Anne Frank. Segundo fontes da mídia do Oriente Médio Oriente, o grupo libanês alegou que esta obra clássica promove o sionismo. A polêmica começou depois que o Hezbollah soube que trechos do "Diário de Anne Frank" foram incluídos num livro didático utilizado por uma escola particular de língua inglesa em Beirute. O canal de TV Al-Manar do Hezbollah divulgou uma reportagem com violentas criticas ao livro que descreve a perseguição de judeus.
O grupo judaico americano denunciou "esse ato vergonhoso" como um duplo golpe contra a decência. "É uma expressão flagrante da negação do Holocausto e um atentado contra uma das grandes obras da literatura moderna e da civilização".

Num comunicado transmitido pela TV do Hezbollah e postado no seu site da internet o grupo declarou que “o que é ainda mais perigoso é em relação a forma emocional, dramática e teatral que o diário conta” e questiona até quando o Líbano continuará uma arena aberta para a invasão sionista na educação”. "De acordo com os sobreviventes do Holocausto, a proibição do diário - escrito por uma garota enquanto se escondia dos nazistas e seus colaboradores num sótão em Amsterdam - demonstra o ódio fundamental dos extremistas islâmicos em relação a tudo a que se refere ao judaísmo e não apenas a Israel e o sionismo. A família Frank foi deportada para Bergen-Belsen, onde Anne morreu com a idade de apenas 15 anos. Seu pai, que sobreviveu, conseguiu que o diário fosse publicado depois do término da guerra. The American Gathering elogiou a organização baseada em Paris, o Projeto de Aladim, que combate a negação do Holocausto e que traduziu pela primeira vez o diário de Anne Frank para o árabe, e que emitiu uma declaração veemente condenando a ‘campanha de intimidação’ do Hebollah.
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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OBAMA RECEBE NETANYAHU NA CASA BRANCA
Todos os israelenses reconhecem a importância dos EUA para o bem-estar e até mesmo para a sobrevivência do Estado de Israel. Para um primeiro-ministro israelense, viajar para os EUA, e mais ainda para Washington, e não ser recebido pelo presidente americano, é não apenas uma ofensa pessoal como também um voto público de não-confiança com repercussões políticas negativas em Israel. Como explicar então que o primeiro ministro Netanyahu decidiu viajar para os EUA para discursar perante a Assembléia Geral das Federações Judaicas da América do Norte sem receber a confirmação oficial de uma reunião com o presidente Obama?

Uma possiblidade é que, por trás dos bastidores, a Casa Branca havia garantido que a reunião teria lugar mas só seria anunciada em cima da hora, talvez como parte da coreografia de Obama para aproximar-se do mundo islâmico. Não foi o que ouvi dos meus contatos, tanto antes quanto depois da chegada de Netanyahu a Washington. Nem o que se pode saber através da mídia americana. Segundo o bem conectado jornal Washington Post, “funcionários [do governo Obama] disseram que a demora [da confirmação], que estendeu-se [até a véspera da reunião] deveu-se às discussões de última hora que visavam a obter um compromisso mais firme e público de Netanyahu de negociar a paz. ... Estamos num ponto no processo onde não se pode esperar algo em troca de nada”.
A outra possibilidade é que Netanyahu sabia que o presidente tinha mais a perder não o encontrando do que o próprio primeiro-ministro. Como mudou a situação política dos dois líderes em tão pouco tempo! A popularidade estratosférica inicial de Obama foi drasticamente reduzida pelo desemprego crescente, pelo impopular projeto de reforma do sistema de saúde atolado no Congresso e pela sua indecisão sobre o que fazer com relação à guerra no Afeganistão. Definitivamente, esse não é o momento para uma crise aberta nas relações com um aliado como Israel, que ainda conta com o forte apoio da maior parte da opinião pública americana e dos seus representantes no Congresso. Por outro lado Netanyahu, cujo partido foi apenas o segundo mais votado nas eleições parlamentares que o levaram ao poder, conta hoje com um uma coalizão estável e um índice de aprovação invejável para um político israelense.
É interessante notar as diferenças de entre os dois governantes. A onipresença sem precedentes de Obama e seus discursos quase que diários criaram a falsa impressão de que ele é muito papo e pouca ação. Na verdade, apesar de haver recebido apenas 52.9% dos votos, vem procurando mudar radicalmente a sociedade americana. Já Netanyahu passa dias sem pronunciamentos públicos e, graças a pequenos ajustes nas suas posições políticas anteriores, conseguiu forjar um consenso que não existia em Israel há muito tempo.
A mídia israelense, que torceu abertamente para que Obama não recebesse Netanyahu, teve de contentar-se em ressaltar que o encontro teve lugar à noite, sem photo-op e sem entrevista coletiva. Netanyahu, por sua vez, declarou que a importância de sua reunião com Obama “ficará clara no futuro”. Em ambos os casos, uma forte indicação de que o Irã dominou a agenda.
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Israel Vence em Esgrima, mas não ouve o Hino

A campeã israelense de esgrima Dana Sterlinkov ganhou no sábado a ‘Cadet World Cup’, mas quando ela subiu ao pódio em Mödling, Áustria o hino nacional de Israel não foi tocado. Sterlinkov ficou chocada e começou a cantar o hino ela mesma, junto com seus colegas e seus dirigentes da equipe, aos quais logo se juntaram membros da comunidade judaica, que lá estavam para assistirem aos jogos. "Esta não foi a primeira vez que os austríacos fizeram algo parecido com isto", afirmou o presidente da Associação de Esgrima Yossi Harari à Ynet. "Isso já aconteceu com Noam Mills, que venceu um campeonato no mesmo lugar. Fui informado do que estava acontecendo naquele momento e eu ouvi a equipe e a comunidade judaica cantar Hatikva eles mesmos. A partir de agora, todas as equipes israelenses quando saírem de Israel estarão equipadas com o hino nacional e uma bandeira".

O técnico da equipe, Yaakov Ferdman, informou que o homem responsável por tocar os hinos da competição disse que não conseguia encontrar a gravação do Hatikva. "Os organizadores foram muito gentis para nós, e eu tenho a impressão que foi uma falha técnica" disse ele. Sterlinkov é a nova garota gênio do mundo da esgrima. Com apenas 14 anos, ela conquistou o oitavo lugar na taça de cadetes para adolescentes até 17 anos de idade em abril e no mês passado terminou em 15º lugar no campeonato europeu para garotas até 20 anos. |
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Aumento de Crimes de Ódio na Califórnia

O gabinete do Advogado Geral do Estado da Califórnia informou que um número maior de gays e judeus foram vítimas de crimes de ódio no ano passado embora que o número total de crimes relacionados a preconceito decresceu um pouco.

Um relatório divulgado na sexta-feira mostrou que em 2008 ocorreram 1.397 crimes por motivos raciais, religiosos e outras formas de preconceito, e que foram 2% menos que no ano anterior. Mais da metade tiveram como base a raça, o grupo étnico da vítima e destes, a grande maioria foi contra negros. Crimes de ódio baseados em preconceito religioso foi o crime mais comum em segundo lugar. Em 2008 ocorreram 184 ataques, ameaças, e outros crimes especificamente contra judeus, o que foi um aumento de 37% em relação ao ano anterior. Os incidentes contra gays e lésbicas foram em número 28% maiores, ou seja: de 344 para 440.
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Elevador do Shabat em Discussão em Israel

O grande árbitro haredi Rabino Yosef Shalom Elyashiv é aguardado para emitir uma decisão haláchica sobre a questão dos elevadores de Shabbat a qual permitirá o seu uso para idosos, doentes e mulheres grávidas. Isto deverá acontecer apenas um mês e meio depois que o rabino determinou que os elevadores de Shabbat não devessem ser utilizados nem para subir nem descer, pois que seria uma infração às leis religiosas relacionadas ao dia sagrado.

O líder lituano mudou a sua posição depois que um dos rabinos hassídicos de Belz solicitou que discussões adicionais fossem realizadas sobre a questão e que tiveram como resultado que o Rabino Elyashiv ficou convencido que concessões poderiam ser feitas para estes grupos de pessoas. As discussões foram realizadas na semana passada. Os rabinos ouviram opiniões profissionais e discutiram vários aspectos haláchicos sobre o assunto, que foram resumidas por escrito. O site ‘B'Hadrei Haredim’ publicou o resumo do texto no qual estava escrito "Os participantes expressaram os sentimentos íntimos do público, que espera instruções claras sobre o uso de elevadores de Shabbat, em particular para os doentes, os idosos e os que tomam conta deles, as grávidas e mães jovens, e todos os outros com necessidades especiais. De acordo com o resumo da Yeshiva o Rabino Elyashiv permitiu o uso elevadores de Shabbat até há pouco tempo. Também mencionou que o Rabino Shlomo Zalman Auerbach, um dos grandes árbitros haláchicos das gerações recentes, também permitiu o uso de elevadores de Shabbat.

Relativamente a visão mais limitada que recentemente proibiu a utilização dos elevadores de Shabbat os participantes concordaram que "foi de fato esclarecido que a utilização de um elevador de Shabbat para subir não aumenta a corrente (elétrica) … e ainda mesmo que houvesse um aumento na corrente resultante do um peso da pessoa o Rabino Gelber inferiu que os resultados da ação não eram relacionados com a pessoa porque ela permanecia inteiramente passiva". O rabino Chaim David Shobachs que é um juiz hassidico de Belz, foi um dos que solicitaram que houvesse outra discussão sobre o assunto. Numa carta enviada ao Rabino Eliashiv ele alegou que subir escada provavelmente deterioraria a saúde do idoso e do doente, e, como tal, a questão do elevador seria a de poupar uma vida. Ele também escreveu que uma decisão rígida diminuiria o valor dos apartamentos em andares altos e, portanto estaria relacionada a questões "entre os homens e os seus colegas". Também expressou sua preocupação que os rabinos poderiam ser prejudicados pela decisão caso os estudantes (= alunos) exigissem uma compensação financeira por quaisquer prejuízos monetários que pudessem sofrer em conseqüência da decisão.
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Filme sobre Gays Ultra-Ortodoxos Ganha Prêmio

O filme israelense "Eyes Wide Open" ganhou o prêmio principal "Eros e a Psiquê" do 15º Festival Anual MedFilm em Roma. O polêmico filme, que foi dirigido por Haim Tabakman é estrelado por Ran Danker e Zohar Strauss como homens ultra-ortodoxos de Jerusalém que se envolvem romanticamente e é uma co-produção israelense, francesa e alemã. "Este filme abre nossos olhos para uma verdade, forte, e por vezes, desconfortável, que fala sobre a homossexualidade na comunidade ortodoxa em Jerusalém" disse Pamela Priori na embaixada israelense em Roma, que recebeu o prêmio no sábado à noite em nome do Tabakman, que estava impossibilitado de comparecer à festa.

"Este filme é representativo de um certo tipo de cinema israelense, um cinema corajoso que vemos, especialmente quando eles falam sobre a guerra, tais como (vencedor do Globo de Ouro de melhor filme em língua estrangeira) ‘Waltz with Bashir’, ou do Líbano, (que ganhou o prêmio Golden Lion para o melhor filme)" ela afirmou. "Eyes Wide Open" também recebeu prêmios no Festival de Cannes 2009, bem como no Toronto International Film Festival deste ano. Também no mês passado ganhou o grande prêmio no 36º Festival Internacional de Gand, na Bélgica. Um total de 150 filmes foram exibidos na edição deste ano do Festival MedFilm, no dia 7 de novembro.
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Rabino Condecorado pela Rainha da Inglaterra

O Rabino Aryeh Sufrin, diretor do centro Chabad Lubavitch em Ilford, Essex, estava entre os que receberam a distinção de ‘Member of British Empire (MBE)’, há duas semanas. Esta honra é tradicionalmente atribuída àqueles que fizeram contribuições significativas para a nação inglesa, e o rabino Sufrin foi reconhecido pelo seu trabalho na luta contra a dependência das drogas pela juventude. Sufrin tem dirigido um centro de apoio para jovens viciados em drogas e álcool durante os últimos 18 anos. O centro atende a adolescentes cristãos, muçulmanos e judeus, e Sufrin até mesmo emprega um imã que trabalha com viciados muçulmanos.

Durante a cerimônia a rainha Elizabeth II teve o cuidado para abster-se de apertar a mão do rabino para não constrangê-lo, mas ela mesma colocou a fita sobre o seu terno. Sufrin descreveu a experiência numa entrevista ao site oficial do Chabad. Ele contou que a rainha disse para ele que era um prazer para ela lhe atribuir a honra e comentou como seria desafiador o seu trabalho. Há vários anos, o Prince Edward, filho da rainha, contribuiu para a construção de um novo prédio para a fundação do rabino que levou o nome de Drugsline. Durante a cerimônia a rainha perguntou, para grande espanto do rabino, sobre o progresso na construção. Sufrin disse que ficou impressionado com o fato de que uma senhora de 83 anos que havia falado com tanta gente antes de ele se lembrar de perguntar sobre o projeto e ficou também emocionado pelo fato de ela se abster de apertar sua mão.
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Imóveis de Luxo em Israel

A Gindi Holdings informou na segunda-feira que vendeu 290 apartamentos de luxo no seu projeto Sarona em Tel Aviv, após uma campanha publicitária sem precedentes no último mês e meio na qual a empresa investiu cerca de NIS 10 milhões (cerca de 2,66 milhões dólares).

Avi Gindi, um dos proprietários da empresa, disse que "dos 290 apartamentos vendidos do projeto, assinaram contratos de venda com um depósito de 35% para 252 apartamentos, enquanto que os restantes 38 apartamentos estão na fase de procedimentos legais antes da assinatura dos contratos de venda o que ocorrerá nos próximos dias. Gindi acrescentou que as vendas do projeto atingiram NIS 1,1 bilhões (US$ 293 milhões).

Conforme dados da empresa o preço médio de um apartamento de cinco quartos neste projeto se situa em NIS 3,65 milhão (US$ 972.000), o preço médio de um apartamento de quatro quartos foi de NIS 2,9 milhões (US$ 773.000) e as coberturas foram vendidas por NIS 8.5-15 milhões (US$ 2.26 a 4 milhões). A empresa anunciou que a comercialização dos apartamentos neste projeto terminou no dia 11 de novembro e que os 34 apartamentos restantes que não haviam sido vendidos serão mantidos como reserva. Estes apartamentos, de acordo com Gindi ", serão vendidos numa data posterior, se forem vendidos, e por preços maiores". Ele acrescentou que a empresa estava em negociações para a venda das áreas comerciais do projeto (com 6.500 metros quadrados) e de escritórios (8.500 metros quadrados). O projeto Sarona, localizado na parte sul de Kirya, está previsto para ter três prédios com 108 apartamentos cada.
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LULA QUER JOGO PELA PAZ

A exemplo do que fez no Haiti, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer promover um jogo de futebol pela paz no qual a seleção brasileira jogaria contra um combinado de israelenses e palestinos. Lula disse que, na semana passada, já conversou sobre o assunto com o presidente de Israel, Shimon Peres, e com o presidente da Autoridade Palestina, Mahomoud Abbas, e que os dois se mostraram favoráveis à idéia. Para concretizá-la, falta, ainda, conversar com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ele informou que irá ao Oriente Médio entre os dias 10 e 16 de março, quando a partida poderia ser realizada.

- Estou trabalhando com a idéia de fazer o jogo da paz, como nós fizemos no Haiti. A ideia ainda precisa ter a resposta da própria CBF [Confederação Brasileira de Futebol], porque a gente não sabe o calendário. É apenas uma idéia [de uma partida] da Seleção Brasileira contra um combinado Israel/Palestina, declarou, afirmando, em tom de brincadeira, que ele mesmo poderia jogar.
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PALESTINOS NÃO QUEREM CONVERSAR

A Autoridade Palestina rejeitou uma nova proposta de retomada das negociações de paz com Israel, afirmando que o Estado hebreu precisa antes parar com a colonização, informou uma fonte palestina neste domingo."Israel sugeriu, através do governo americano, retomar as negociações" ampliando as áreas sob controle palestino na Cisjordânia ocupada", declarou à AFP um alto representante palestino.
"O motivo da recusa é que a Autoridade Palestina pede em primeiro lugar o fim da colonização na Cisjordânia e na parte leste de Jerusalém", acrescentou a fonte, que não quis ser identificada.

A colonização israelense dos territórios palestinos ocupados constitui o principal obstáculo à retomada das negociações de paz, paralisadas há um ano. Os palestinos pedem a interrupção completa das construções na Jerusalém Oriental antes de voltar à mesa de negociações, o que Israel se recusa a fazer.De acordo com este responsável, a proposta israelense incluia a transferência à Autoridade Palestina de várias zonas da Cisjordânia atualmente controladas pelo Exército de Israel, a libertação de 400 prisioneiros palestinos e um congelamento parcial da colonização, mas não na parte leste de Jerusalém.Questionado pela AFP, o negociador palestino Saeb Erakat, que se encontra neste momento na América Latina junto com o presidente Mahmud Abbas, se recusou a confirmar ou desmentir a informação.
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SURPRESA NA ELEIÇÃO DA HEBRAICA-SP

Com 808 votos, num total de cerca de 1250 eleitores, o vereador Floriano Pesaro ficou em 1º lugar nas eleições para o Conselho Deliberativo do clube A Hebraica de São Paulo.

Em sua primeira disputa eleitoral no clube, Floriano ficou à frente de Walter Feldman (secretário municipal de Esportes), com 801 votos; Claudio Lottenberg (presidente do Hospital Albert Einstein e da Conib), com 776 votos; e Bóris Ber (presidente da Fisesp), com 685 votos.
As eleições ocorreram no clube. Floriano, que é do PSDB, concorreu na A Hebraica com o número 13.
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DESTAQUES SOCIAIS


VAMOS JUNTOS
DIZER NÃO
À VISITA DE AHMADINEJAD AO BRASIL
Em defesa da vida e em respeito aos direitos humanos e coexistência pacífica entre os povos, centenas de pessoas estarão reunidas, nesta segunda-feira 23/11, às 19h30m, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, em um grande ato de cidadania, para reafirmar que a população brasileira, em sua esmagadora maioria, é contra a presença de Ahmadinejad em nosso país.
COMPAREÇA!!!
Ato Solene em Prol do Respeito aos Direitos Humanos e Coexistência Pacífica entre os Povos
Local: Auditório Franco Montoro - Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo
Av. Pedro Álvares Cabral, 201 – São Paulo / SP

“O INTERROGATÓRIO”
DE PETER WEISS
APÓS O SUCESSO NA CASA DE CULTURA LAURA ALVIM, O INTERROGATÓRIO DE PETER WEISS, COM DIREÇÃO DE EDUARDO WOTZIK, VOLTA A CENA DURANTE OS DIAS 04, 05 E 06 DE DEZEMBRO, SEXTA, SABADO E DOMINGO. NESSE NOVO FORMATO O PUBLICO CARIOCA VAI PODER ACOMPANHAR E OBSERVAR O ESPETÁCULO A PARTIR DAS 18HS ATÉ A MEIA NOITE . NO ESPAÇO TOM JOBIM – JARDIM BOTANICO - RIO DE JANEIRO. SERÃO TRÊS NOITES DE RESISTENCIA. DE DENUNCIA, DE AMOR AO TEATRO, A ARTE, A ETICA, A VIDA. TRÊS ENCONTROS. QUARENTA ATORES RELATAM OS ULTIMOS DIAS DO JULGAMENTO DE FRANKFURT. 18 HORAS DE REFLEXÃO SOBRE OS HORRORES AOS QUAIS SOMOS PASSÍVEIS. TUDO ISSO ABRIGADO SOB AS ARVORES DO JARDIM BOTANICO. TUDO ISSO SOB O OLHAR ATENTO DE TOM JOBIM. O ESPECTADOR PODE ENTRAR, ASSISTIR, SAIR E VOLTAR QUANDO QUISER. VENHA E TRAGA A SUA FAMILIA!
DUARDO WOTZIK
BLOG DO INTERROGATORIO: http://ointerrogatorio.blogspot.com/



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Osias ! A abolicao do visto Ira-Brasil\ Brasil Ira dara' inicio a transformacao do Brasil(se e' que ja' nao e') na maior base Hizbollah - Iran das Americas, deixando a Venezuela a ver navios... Mexam-se irmaos!! Pelo amor de Deus(ou de Allah).
Isy Borensztajn(Schekenyia - o lugar mais bonito de Israel)
sin medo, agora, a gente debe usar la estrela amarela, para mostrar a ese f.d.p. que estamos VIVOS. BRAVO POR NUESTROS HERMANOS BRASILEIROS.
DANIEL Rojtkop DE BUENOS AIRES
Caro Sr. Wurman: indico para receber a RUA JUDAICA o Sr. Murilo Pereira, descendente como eu de familia Judaica.A proposito de sua enquete, acho a bandeira de Israel uma das mais bonitas do mundo e nao vejo porque torna-la amarela lembrando o holocausto e as humilhacoes sofridas pelo povo Judeu. O protesto deve ser feito com o maior alarde, mas com a bandeira do Estado Judeu.Cordialmente,
Ayrton Luz Queiroga, M.D. -Aventura, FL USA.
Prezado Senhor O. Wurman,
Esta não é a primeira vez que tento me comunicar c/o Senhor.O assunto que já faz tempo, eu ter em mente é sobre mais uma Comprovação da Existência da maior Tragédia do Século XX " O HOLOCAUSTO ", considerado, não só por nós judeus, a maior Tragédia da História da Humanidade. Em relação à Estrela de David, sou TOTALMENTE CONTRA, pelo seguinte motivo : Esta, foi uma Ordem EXPLÍCITA de Hitler, p/que todos os Judeus a usassem. Eu, como judia alemã, me nego terminantemente de usá-la durante a passagem do Presidente Iraniano. Por que não usar a Bandeira de Israel ? Seria muito mais plausível do que obedecer a ordem de Hitler, o que meus pais nunca fizeram, o que eu não faço e nunca farei : Obedecer ordens nazistas.Shalom
Reha Osiek
Amigos, Podendo, peço que escrevam à Federação Israelita do Estado do RJ (fierj@fierj.org.br) e ao Comunal Israelita (Presidente Jayme Salomao - jayme.salomao@gmail.com , que tb é Vice na Federação) pedindo que coloquem os nomes e datas nas lápides do Cemitário Israelita de Inhaumá.
Se puderem fazer essa msg circular entre os amigos, pedindo que façam o mesmo, agradeço.Para mais, vocês podem ver em: http://polacas.blogspot.com/
Agradeço,Um abraço
Beatriz Kushnir
Concordo com a sua exposição e gostaria de participar mesmo morando em Cabo Frio.
Mande o simbolo a ser utilizado para que eu também por aqui, possa utilizar no dia da visita deste "Terrorista" que o Sr. Lula tanto gosta é ama, como tem demonstrado em suas andanças pelo mundo, beijando a mão do "DITADOR" Hugo Chaves e de tantos outros seres do MAL que o BRASIl em sua História sempre repudiou, mas a trupe do Governo OPORTUNISTA intalado no Planalto está tentando colocar pela guela abaixo dos cidadãos do BEM deste país.
Manoel Silva dos Santos
Percebemos que os votos NÃO têm uma justificação filosófica enquanto que os votos SIM concordam com o protesto em si, mas nada que prove que deva ser usando uma estrela de Davi amarela.Acredito que ninguém está CONTRA fazer o protesto. É mais, é necessário fazer algo que mostre indignação, só que, usando um símbolo que foi usado por Hitler para nos humilhar, não vamos mostrar repúdio e sim, autoflagelação.
Precisamos mostrar REPÚDO COM AUTORIDADE. Portanto, amigo Osias, proponho que usemos maneiras de nos expressar com fundamento como:
HOLOCAUSTRO NUNCA MAIS, DITADURA NUNCA MAIS, ou coisas semelhantes. Talvez haja frases até melhores. Por favor, senhor Vice-Cônsul, por que não propor uma mudança na forma de protesto?Grato,
Nachman Szmulewicz - MAHARAJA
Acho que nós todos da comunidade deveríamos nos mobilizar, inclusive com outros grupos minoritários de nosso País, para quando da chegada do tirano em Brasília no próximo dia 23/11. Há algum tipo de programação? Se houver uma manifestação gigante, de grande repercussão, as imagens irão rodar o mundo, inclusive no Irã, forma também de renovar as energias da oposição por lá. Acho esta minha singela opinião bastante válida para este momento único...Abraços
Ricardo Edelstein Kozlowski
Prezado Osias: Sou contra o fato de usarmos apenas o enfoque nazista para os protestos contra Ahmadinejad.Os Judeus brasileiros precisam se unir a todos os Ocidentais que estão sendo visados por aquêle Psicopata do Irã,que não se preocupa com seu País ,nem com seu povo,nem com o Planeta Terra.Numa cultura onde morrer matando outras pessoas significa ganhar o Paraíso com muitas barras de ouro e centenas de mulheres virgens,a morte para êle é gloriosa,mesmo que para isto destrua o Planeta com ogivas nucleares.Destruir o mundo ocidental com os mísseis do Irã,não exclui aquêle País de se contaminar com radioatividade e se auto-destruir.Pessoas como êle e com esta cultura religiosa bélica,não se importam com a auto-destruição,e por isto são psicopatas que precisam serem detidos.Cabe a nós protestarmos CONTRA O GOVERNO BRASILEIRO,em convidar e acolher com honras de chefe de Estado,um Psicopata que está procurando por Países onde pode comprar Urânio enriquecido.Um Psicopata que já fez um teste oficial de lançamento de mísseis à longa distância,e que diz ter isto uma finalidade pacífica,mas que não explicou qual é esta finalidade.O que êle pretende lançando um míssil de longa distância? Por acaso já contaram isto ao Lula da Silva?Por acaso já perguntaram ao Lula qual o interêsse econômico que o Brasil possa ter com o Irã além de vender Urânio enriquecido?Já perguntaram ao povo brasileiro se o Governo deve abrir as portas de Angra II ao Ahmadinejad?.....
Rachel Szterenkranc
Meu filho Nathan, e o resto da turma Barilan, ficariam mais confortaveis em fazer a prova do ENEM em dia comum...O respeito dado a este grupo de alunos judeus de Sao Paulo, deveria ser ampliado a todos aqueles que sentem estar fazendo transgressoes a Hashem, ja' que a mudanca de data oficial, esta' indeferida.O que eu posso fazer ?
Merisa R. Bennesby
Sr.Wurman, seria importante que estendesse essa determinação para toda a comunidade judaica, mesmo para que não seja uma determinação de privilegio de alguns.Creio que essa determinação favorecerá tb, ainda que de forma oculta e indireta, toda sociedade estudantil que está sendo “acostumada” a não reservar tempo para D´US, e pior que isso, essa camada da nossa sociedade nem conhece a D´US.Com a loucura da pressa dos tempos, os jovens nem tem tempo para discernir sobre religião, crença ou mesmo cultura – se fosse dado a eles esse “descanso” creio que seria muito proveitoso, pois o coração humano carece deste tempo.Ter uma crença é algo desprezado pela justiça e política de nosso pais, e isso é péssimo para o desenvolvimento sócio-cultural.
Parabéns pela determinação!!Abs.
Ana Claudia Elias
Obrigado pela notícia.Não será fácil compatibilizar os interesses e necessidades dos diversos grupos religiosos. Há cristãos que não poderiam fazer no domingo e muçulmanos que guardam a sexta-feira.Durante a semana pode ser inconveniente devido à impossibilidade de pais acompanharem os filhos, as complicações do trânsito, alunos de cursos noturnos que trabalham durante o dia, etc.Abraços,
Jairo Okret
Desculpa,Porem quanta perda de tempo com assuntos fúteis,que geram sim ,um mal estar,e preconceito.Os ortodoxos se sentem diferentes dos outros,se julgam superiores e induzem que nós judeus somos iguaias a eles que é um equivoco total. Shalom
Sylvio Luwisch
Caro Osias, Agradeço imensamente a atenção. Estou tentando entrar em contato com os advogados que moveram a ação, mas até o momento não obtive resposta.Gostaria de solicitar a sua ajuda para que me colocasse em contato com eles. Mais uma vez, obrigada.
Mônica Musman Katz.
É com grande satisfação que escrevo para parabenizá-lo pelo site trabalho no site Rua Judaica. Adorei as matérias e achei tudo muito criativo, principalmente as propostas sobre os assuntos levantados. Tive oportunidade de conhecer o site através de um e-mail que você enviou ao Laboratório de Arqueologia da Fafich-UFMG, que provavelmente foi por intermédio do nosso parceiro, o Instituto Israelita Mineiro. Não sei ao certo, mas tivemos acesso ao site e gostamos muito das matérias. Já ia esquecendo de me apresentar. Sou Juliana de Souza Mol, pesquisadora e atualmente voluntaria no Laboratório de Arqueologia da FAFICH-UFMG. No presente momento, estou engajada em um projeto sobre Inquisição: Judeus e Cristãos-novos nas Minas Gerais do século XVII ao XVIII. Adoro o tema e tenho muito interesse em aprofundar mais sobre a cultura judaica e todos os temas relativos. Quando tive oportunidade de ler as matérias do site Rua Judaica, fiquei muito empolgada com a abrangência que vocês tratam os temas mundiais e a cultura Judaica. Por isso, venho através do e-mail dizer que gostei muito da idéia e do trabalho de vocês. Ótimo trabalho. Bom! Gostaria de deixar claro que não venho em nome do Laboratório de Arqueologia, mas em meu próprio nome fazer-lhe algumas perguntas sobre o tema JUDEU e sobre algumas curiosidades sobre o site Rua Judaica.Como surgiu o site? Qual o interesse do site? A comunidade judaica participa ativamente do site? Como? É possível lançar temas interesse dos leitores judeus e não judeus? Uma curiosidade que eu tive ao abrir o site é: os patrocinadores são Judeus ou de origem judaica? Em linhas gerais, as perguntas são muito especificas, mas espero que tenhas um tempinho para respondê-las. Se tiver interesse sobre o tema que nos estudamos, entre em contato comigo neste mesmo e-mail. Muito obrigado pela atenção e mais uma vez Parabéns pelo trabalho no site e nas matérias nele publicadas.
Juliana Mol
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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