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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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- EUA pede a Israel que suspenda negociações com a Síria que vai instalar mísseis russos em seu território. |
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- Beduino é preso em Israel suspeito de pertencer a Al-Qaeda e pretender explodir artefato em Berrsheba. |
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- Policia israelense em ação contra “esquadrão da castidade” em Jerusalém. |
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- Turistas russos lideram a lista de visitantes europeus a Israel. |
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- Ehud barak diz não temer sua expulsão do ministério de Olmert. |
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Osias Wurman
Jornalista
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DEVAGAR COM A LOUÇA
A Ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livini, declarou ontem em entrevista à imprensa, que se afobarem com pressões sobre Israel para acelerar a paz com os palestinos, esta atitude pode provocar o inicio de uma nova Intifada, a "guerra das pedras". Citou como exemplo o ano de 2000 quando o presidente Clinton intermediou o encontro entre Barak e Arafat em Camp David. Criaram-se expectativas nas massas e, após o fracasso das negociações, os palestinos deram inicio aos conflitos de rua.
Livni é a preferida de Ehud Olmert para sucedê-lo no cargo de primeiro-ministro. E ela sabe muito bem que na atual situação do seu protetor, melhor adiar qualquer tomada de posição importante sobre a paz com os palestinos.
O problema é saber se a situação não irá deteriorar-se muito rapidamente.
Chegam sinais preocupantes de Gaza, onde mulheres estão sendo treinadas para atuar como suicidas, logo após o término da atual trégua.
Também as conversações entre a Rússia e Síria prevêem a instalação de mísseis russos em território sírio.
E o “inimigo de plantão”, Ahmadinejad, volta a prever a destruição de Israel.
Neste cenário de incertezas, a única coisa certa é ter prudência e cautela.
Esta é a opinião de Livni.

Livni e Rice que vem a Israel na próxima semana para pressionar pela paz
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AMEAÇA DE SEQUESTROS

A Agência de Contra Terrorismo de Israel emitiu um raro aviso para viajantes, advertindo sobre possíveis tentativas do Hezbollah para seqüestrar israelenses em outros países, aparentemente como vingança pelo assassinato no início deste ano, em Damasco, de Imad Mugniyah, que era o comandante principal do grupo. Israel obteve informações sobre possíveis métodos que o Hezbollah poderia utilizar para tentativas de seqüestro, mas não tem informações concretas sobre onde estas tentativas de seqüestro poderiam ocorrer. A Agência divulgou uma lista de medidas preventivas que os israelenses podem utilizar a fim de reduzir o risco de seqüestro, conclamando as centenas de milhares de israelenses que estão atualmente em outros países para "estarem em alerta para |
Imad Mugniyah, assassinado
numa explosão em Damasco |
quaisquer ocorrências irregulares, rejeitarem quaisquer ofertas inesperadas relacionadas a negócios ou ofertas, e evitar a entrada de estranhos ou de pessoas suspeitas nos quartos de hotel ou apartamentos”. Conforme este aviso aos viajantes, os israelenses "devem evitar permanecer em locais remotos, especialmente à noite, e estarem acompanhados por pessoas de confiança quando estiverem em outras cidades ou quando comparecerem a reuniões de negócio. A Agência também aconselhou os israelenses para "evitar permanecer num mesmo lugar por longos períodos de tempo, evitar permanecer em um só hotel, evitar utilizar sempre os mesmos caminhos, evitar repetir os mesmos restaurantes e lugares de divertimento”. Em 2000, o Hizbullah teve sucesso no seqüestro de Elhanan Tennenbaum, israelense e homem de negócios, depois de atraí-lo para a região do Golfo para negócios sobre droga. Ele foi liberado do cativeiro em 2004, numa troca de prisioneiros no qual Israel libertou 400 palestinos e 29 outros árabes. Há aproximadamente seis meses, o secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, advertiu que o grupo xiita iria se vingar da morte de Mugniyah, porém fora do Líbano. Mugniyah foi morto em 12 de fevereiro de 2008 numa explosão de uma bomba em seu carro, no bairro de Kfar Suseh, em Damasco na Síria. |
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PICASOS ROUBADOS

Os quadros de Picasso que valem US$ 400 milhões
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Uma dinastia de banqueiros judeus alemães exige que museus de Nova Iorque devolvam dois Picassos perdidos durante a era nazista, e que valem US$ 400 milhões, segundo Der Spiegel. "É uma questão de justiça", disse Julius Schoeps, que é o porta-voz da família de Mendelssohn-Bartholdy à revista semanal de notícias através de comentários a serem publicados na edição da próxima segunda-feira. Os herdeiros de Paul von Mendelssohn-Bartholdy afirmam que foram separados dos quadros – que tem o valor calculado em 200 milhões de dólares cada - durante a era nazista na Alemanha. Exigem que o Museu de Arte Moderna devolva o "Menino Conduzindo um Cavalo" (1905-1906) e que o Museu Guggenheim devolva o "Le Moulin de la Galette" (1900), informou o Der Spiegel. Os museus rejeitaram as petições e entraram com uma queixa contra Schoeps, informou o Der Spiegel, que também anunciou que este assunto será julgado em breve em Nova Iorque. |
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RECORDE EM JERUSALÉM

A Companhia para o Desenvolvimento de Jerusalém Oriental informou o crescimento de 28% no número de visitantes aos locais históricos na Cidade Velha, assim como aos seus arredores, durante os primeiros seis meses de 2008. "Este ano mais israelenses redescobriram Jerusalém e a visitaram mais freqüentemente que no passado", informou Gideon Shamir, que é o diretor-geral da companhia. Durante a primeira metade deste ano, 143.967 pessoas visitaram o Parque Arqueológico Ophel, situado ao pé da parede sul do Templo do Monte, um aumento de 24% em relação ao mesmo período em 2007. Pelos caminhos da Cidade Velha passaram 74.728 pessoas entre janeiro a junho, um aumento de 29% em relação aos |
A Via Dolorosa em Jerusalém Oriental |
mesmos meses de 2007. Desde o dia 1º de janeiro, 5.549 pessoas visitaram a Caverna de Zedekiah, que foi aberta ao público em abril de 2007. Durante os nove meses de atividade em 2007, a caverna foi visitada por 9.356 pessoas. As visitas durante o período de abril a junho de 2008 aumentaram em 86% em relação ao mesmo período do ano passado. A Caverna de Zedekiah, também conhecida como as Pedreiras de Salomão, é uma pedreira calcária com 9.000 metros quadrados e que percorre 300 metros abaixo da parte muçulmana do Portão de Damasco para a Via Dolorosa. Foi cavada por vários milhares de anos e é o que restou da maior pedreira em Jerusalém. A entrada é justamente embaixo da parede da Cidade Velha, entre os Portões de Damasco e de Herodes.
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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QUEM SABE EM 2012...
Foram duas semanas de televisão ligada horas a fio para ver as Olimpíadas de Pequim. Aqui em Israel, o horário facilitou. Não tive que ficar acordada pela madrugada adentro. As transmissões começavam por volta das 6 horas da manhã e seguiam até às 6 da tarde. Os momentos mais divertidos, claro, foram os das competições com atletas brasileiros ou israelenses. Mesmo que as vitórias tenham sido menos constantes do que o esperado para os dois países.
Nas poucas disputas entre atletas israelenses e brasileiros, os verde-amarelos levaram a melhor.
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Arik Zeevi
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O brasileiro Luciano Corrêa foi quem eliminou a esperança olímpica israelense no judô, Arik Zeevi, medalha de bronze nos jogos de Atenas, em 2004. A derrota para Corrêa, na repescagem, fez Zeevi chorar ao vivo na TV israelense.
O Brasil também levou a melhor na vela. As israelenses Vered Buskila e Nika Kornicki perderam a medalha de bronze na classe 470F para as brasileiras Fernanda Oliveira e Isabel Swan.
No taekwondo, israelenses e brasileiros não se enfentaram. Mas os narradores do Canal 1 da TV local torceram abertamente para a croata Martina Zubcic na disputa contra a brasileira Débora Nunes. Não entendi muito bem, mas algo a ver com as chances da israelense Bat-El Gaterer ser classificada para uma repescagem caso Débora perdesse. Coisas do esporte.
Em geral, os narradores daqui elogiaram os atletas brasileiros que se destacaram, Na ginástica olímpica, por exemplo, o apresentador fez questão de repetir como o Brasil conseguiu, em poucos anos, formar ginastas de nível alto, elevando o país a uma potência mundial nessa área. O vôlei e o futebol feminino também foram elogiados nas narrações. Isso, claro, não aconteceu durante a desastrosa derrota por 3 a 0 contra a Argentina no futebol masculino. Por aqui, todos também querem o fim da era Dunga e a volta do bom e velho futebol-arte brasileiro.
No final das contas, Israel voltou para casa com uma mísera medalha de bronze na vela. O Brasil acumulou mais, mesmo que também tenha decepcionado quem esperava dezenas de ouros e pratas. Fica para a próxima.
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LIQUIDAÇÃO ARISTOCRÁTICA

O barão suíço Cyril Rudolf Maximilian von Goldschmidt-Rothschild passa despercebido em São Paulo, onde mora há dezoito anos. Embora seja quase um desconhecido no Brasil, ele pertence à família que, no século XVIII, montou na Alemanha o Banco Rothschild, uma instituição que ajudou a moldar o sistema financeiro moderno. Um dos motivos pelos quais o barão Cyril escolheu o Brasil foi justamente o anonimato. Aos 57 anos, ele desenvolveu uma ambígua e estranha relação com seus antepassados. Orgulha-se do nome, do título e ostenta em um dos mindinhos um anel de ouro com a insígnia da família. Anda rodeado de seguranças e enverga um paletó com o brasão de nobreza bordado no bolso. Ao mesmo tempo, parece se incomodar com o peso da tradição de sua família. Cyril pertence à sétima geração dos Rothschild e é o primeiro em sua linhagem a não exercer a profissão de banqueiro. "Minha família só pensa em ganhar mais", relata, entediado. Sente-se confortável no Brasil por não precisar lidar o tempo todo com o peso do seu nome. "Na Europa, todo mundo sabe quem eu sou quando me apresento. Às vezes digo meu nome nos Estados Unidos e alguém responde: ‘E eu sou o Rockefeller’", reclama. Esse nobre esquivo e misterioso resolveu vender no Brasil uma parte do legado de sua família. Na relação de bens que o barão vendeu há documentos e objetos raríssimos. Um deles é o contrato pelo qual Mayer Amschel Bauer, o fundador da dinastia Rothschild, recebe três de seus filhos como sócios do Banco Rothschild, em 1810. Há apenas quatro cópias desse texto. Uma está no Museu Rothschild, em Londres, e foi danificada por um incêndio em 1938. As outras duas estão com outros herdeiros.
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O barão Cyril Rothschild
em São Paulo |
Também impressionam um título e o correspondente selo de baronato dos Gold-schmidt-Rothschild. A maioria das pessoas daria um valor inestimável a essas peças. Cyril garante que não lhes dá importância. Diz ter posto à venda os documentos, objetos, móveis e tapeçarias seculares dos Goldschmidt-Rothschild porque eles atravancam sua casa. Indagado sobre uma eventual dificuldade financeira, o barão responde simplesmente que não fala sobre dinheiro. Noblesse oblige, como se sabe.
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KASHER EM NOVA IORQUE
Pomegranete é mega-store kasher em NY |
O maior supermercado kasher dos EUA foi aberto no Brooklyn esta semana, com o propósito de trazer uma experiência de compra de alto nível para as dezenas de milhares de judeus religiosos da cidade. Pomegranate em Midwood, que é o bairro da infância de Woody Allen, espera também atrair fregueses que não são kasher, com inúmeros produtos e carnes orgânicas e vegetais livres de produtos químicos. Menachem Lubinsky, que é um consultor kasher para a indústria de alimentos, disse que este é o maior supermercado exclusivamente kasher do país. "É de nível mais alto que os anteriores, com tudo num só lugar, de congelados a alimentos frescos e flores", afirmou.
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"Você não tem que ir a quitanda, depois ao açougueiro e depois ao padeiro". A loja oferece delicias como sushi, suco orgânico de pêra, além de comidas judaicas tradicionais como o gefilte fish, matzes e kishke, um tipo de salsicha. Há supervisão rabínica em tempo integral, e tem estacionamento com manobrista. O supermercado competirá com mercearias tipo papai-mamãe nos bairros, que abasteceram gerações de judeus religiosos. "Que um mercado como este possa funcionar num bairro como Midwood, onde pequenos açougueiros independentes kasher fecharão seus estabelecimentos, ilustra a crescente globalização da produção de alimentos kasher", informa a escritora Sue Fishkoff, que está escrevendo um livro sobre a comida kasher na América. "De onde vêm as mercadorias? Do mundo inteiro". Lubinsky disse que a Pomegranate "pode ocasionar uma guerra de preços" no mercado super-competitivo de alimentos, competindo com mercearias kasher tão distantes como Long Island e cadeias de lojas da moda como Trader Joe’s ou Whole Foods. |
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VETADO O BOEING

Os EUA recusaram uma solicitação do ministro da Defesa Ehud Barak para comprar a aeronave Boeing 767, que pode ser utilizada para reabastecimento aéreo, por temores que a venda possa parecer um apoio a um ataque aéreo contra o Irã, informou o noticioso do Canal 10 na quinta-feira. Cerca de 1.000 quilômetros separam Israel do Irã, uma distância que teria um papel decisivo em relação a qualquer ataque contra as instalações nucleares iranianas. A IAF já possui capacidade de reabastecimento aéreo e tem sete jatos de caça 16I DE F que têm a capacidade de voar 2.100 quilômetros, o que os capacitaria atingir alvos bem dentro do território iraniano, sem a necessidade de reabastecimento. Israel também possui dúzias de caças F 15I, jatos de longo alcance, que também são capazes de voar milhares de quilômetros sem reabastecerem. Conforme o Channel 10, a solicitação foi efetuada durante visita de Barak aos EUA no mês passado. Na terça-feira, o IDF anunciou planos para colocar logo em serviço o Boeing 707, que também pode reabastecer jatos de caça em pleno ar. Boeings 707 "podem reabastecer outros aviões enquanto ainda estão voando e, portanto, possibilitando-os continuar a voar" informou o IDF, adicionando que "o último projeto envolvendo um sistema de reabastecimento ocorreu há seis anos". |

O Boeing 767 adaptado para reabastecer em vôo
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HOTEL KIBUTZ
Fundado em 1937 ao pé das Colinas de Golan, o kibutz Shaar Hagolan cessou de receber voluntários há mais de 20 anos. Tem 55 quartos para hóspedes, e é um kibutz de trabalho com 700 residentes. Sua indústria principal é a de plásticos, embora também tenham bananas e bosques de abacate. Os hospedes, por um curto espaço de tempo, ainda que não trabalhando, tornam-se parte da vida do kibutz. "É tudo muito pessoal aqui," diz a Senhora Katziri. "Podem tomar emprestado as nossas bicicletas, nada é trancado; os hospedes sentem-se como se fossem em casa". Shaar Hagolan incentiva as visita para as terras agrícolas, e todo o mundo come junto na sala de refeições. Na parte externa podem andar de barco no Rio Jordão e ao local da fronteira de três países: Síria, Israel e a Jordânia. Nem todos os kibutzim são tão focados em relação a atividades e experiência com a vida num kibutz. No monte Carmel, o kibutz Dália, perto de Haifa, tem nove cabanas de troncos para os que querem um ambiente "country chic" e menos "comunitário". Os banheiros têm banheiras de hidromassagem, e os espaços públicos tem TVs de tela plana. Em Kfar Giladi, que fica próximo de Tel Chai no norte da Galiléia, existe um hotel moderno com uma grande piscina, quadras de tênis e uma sala de ginástica. Alguns kibutzim têm projetos integrados para os visitantes, com durações de apenas alguns dias, ou que podem se estendem por vários meses. O Kibbutz Lotan, que fica no deserto, a cerca de 30 milhas ao sul da cidade turística de Eilat, oferece medicina alternativa, meditação e oficinas holísticas, assim como massagem craniana, tai chi, shiatsu, watsu (massagem com água) e ioga. Mas o seu maior foco é a ecologia. Se auto-proclama como o "líder em construção alternativa / natural", o kibutz organiza excursões para a visita dos seus edifícios de barro, playgrounds feitos com pneus reciclados e sua fazenda orgânica. São realizados workshops durante o ano inteiro com cursos para a construção com barro. Conforme divulgado pelo seu website, o Kibbutz proporciona um curso de 10 semanas sobre "aprendizagem verde", que oferece uma imersão altamente prática para os processos e desafios que envolvem o projeto, a construção e a manutenção de comunidades sustentáveis, que conectam os aspectos ecológicos, sociais, econômicos e espirituais num todo unificado. Mas, assim como em muitos outros kibutzim, também existe o turismo por puro hedonismo, com viagens pelos desertos em camelo ou em jipes.
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O kibutz hotel Shaar Hagolan
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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TENSÃO PENTÁGONO-ISRAEL
Dois itens dessa semana, ainda não oficialmente confirmados, ilustram o estado de relativa falta de confiança entre os sistemas de defesa dos EUA e de Israel. Atendendo a um pedido urgente de Israel, o governo americano havia aprovado a instalação do potente radar FBX-T no Neguev, o qual permitirá a detecção dos mísseis Shahab-3 iranianos a uma distância de 2000km de Israel - e não apenas 800km, como atualmente.
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O super possante
radar FBX-T
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Sabe-se agora que o radar FBX-T será operado exclusivamente por americanos, numa base aonde israelenses não terão acesso (uma proibição não imposta aos poloneses, por exemplo, em acordo semelhante assinado há poucos dias). E o pedido de Israel para a compra de aviões Boeing 767, que facilitariam o abastecimento de combustível para aviões militares durante vôos de longa distância, parece ter sido rejeitado “para não criar a impressão de que os EUA apóiam um possível ataque israelense contra instalações nucleares no Irã”.
É inegável que o fracasso da guerra contra o Hizboláh há dois anos reduziu o prestígio de Israel junto à liderança do Pentágono, mas o motivo principal da desconfiança é outro: a nomeação de Robert Gates como secretário de defesa em dezembro de 2006. Gates havia sido vice-diretor da CIA (de 1986 a 1989) e vice-conselheiro de segurança nacional (de 1989 a 1991), freqüentemente defendendo posições consideradas anti-Israel. Junto com Zbigniew Brzezinski, foi co-autor de um estudo patrocinado pelo Conselho de Relações Exteriores em 2004 preconizando uma aproximação com o Irã. Participou do Grupo de Estudo do Iraque em 2006, que enfatizou a importância de um “envolvimento construtivo” com o Irã e a Síria, assim como a devolução do Golan à Síria. Já como secretário de defesa, Gates publicou um artigo no qual opinou que um ataque contra instalações nucleares iranianas seria “desastroso para os EUA”. Há fortes rumores de que foi ele uma das “forças propulsoras” da Estimativa Nacional de Inteligência de dezembro de 2007, que concluiu surpeendentemente que o Irã havia suspendido seu programa de armas nucleares em 2003. E tudo indica que foi o Pentágono que vazou as informações sobre o treinamento de mais de 100 aviões israelenses em junho passado simulando um possível ataque contra o Irã.
Fala-se muito aqui nos EUA que, qualquer que seja o novo presidente americano em 2009, ele deverá oferecer o cargo de secretário de estado e/ou defesa a um membro do outro partido, a fim de formular uma política externa apartidária (ou bipartidária) e ampliar a sua base de apoio. No caso de McCain, o nome mais mencionado é o de Joseph Lieberman (judeu e fortemente pró-Israel). No de Obama, Robert Gates e Chuck Hagel (senador republicano consistentemente anti-Israel).
Desde que Gates assumiu o comando do Pentágono, a posição americana no Iraque melhorou dramaticamente – o que foi muito bom para os EUA, para Gates, e também para Israel. Mas Israel já está pagando, e poderá vir a pagar muito mais caro ainda, por essa melhora. Se Gates criou problemas para os israelenses num governo tão pró-Israel como o de Bush, quanto mais poderá criar no governo Obama?
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KOSHER MAIS FÁCIL

Para seguir as tradições de se alimentar Kosher, nada mais prático do que descongelar e consumir. Pensando nisto, a Congelados da Sônia, empresa especializada há 22 anos em comidas saudáveis, criou esta linha de refeições prontas, que promete ser a sensação do momento. A idéia surgiu com a necessidade que o mercado sentia de produtos especializados e com qualidade, que pudesse ser consumida em qualquer ocasião.Para elaborar o cardápio kosher eles possuem orientação do Rabino M.A. Berkes, tanto para a compra dos ingredientes como para elaboração das receitas. Além disso, todos os insumos que são usados são exclusivamente kosher e são abertos somente na presença do Mashgiach(supervisor). Foram desenvolvidas 3 refeições Executivas, que são refeições completas, e opções de Pratos Principais Individuais e Acompanhamentos à escolha. Este projeto contou com o incentivo do Shop Kosher e o apoio do Beit Lubavitch Rio , em prol da oferta de Kasher no Brasil. As entrega em domicílio no RJ: (21) 3461- 9779. Para SP e demais estados: 0800-240083. Esse número não atende ligações do RJ.De 2ª a 6ª feira de 7h às 19h. Pedidos por telefone, fax ou www.congeladosdasonia.com.br
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Pratos kasher congelados entregues em casa no Rio e São Paulo
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Maria Consuelo Cunha Campos
Ensaísta, poeta e contista. Mestra
e doutora em Letras pela PUC-RJ,
professora de Literatura Brasileira
da UERJ. |
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Diálogo Judaico-Cristão
A tradução hegemônica do versículo da carta de Paulo aos romanos diz “que será sua conversão em massa senão uma ressurreição dentre os mortos " . Isto motivou historicamente a idéia de que o povo judeu se converteria em massa ao cristianismo e então viria o final dos tempos, ou seja, que ele ficaria de fora até que entrassem todos os gentios na igreja.Por causa desta crença, pessoas foram convertidas à força, queimadas vivas, pessoas perderam seus bens, foram expulsas de países, etc. E Paulo não disse isso! Por que não disse ? Por exemplo, porque o conceito de conversão em massa não é do tempo dele, é posterior, ele não poderia usar um conceito que não estava no seu horizonte histórico. O último livro da bíblia cristã a ser escrito, o apocalipse, que é de 95, quando a carta é de 57, 58. Afirma textualmente que, no final dos tempos, há multidão de judeus de todas as tribos e serão assinalados como servos de Deus antes da multidão das nações: ora, se convertidos ao cristianismo isto simplesmente não se cumpre, pois não haveria mais judeus de todas as tribos a serem assinalados...Então o que Paulo disse neste versículo da carta ? Que a plenitude, isto é o cumprimento de todas as promessas de Deus aos judeus é que precederia a parusia, donde se conclui que ela não ocorrerá num mundo onde haja anti-semitismo, anti-judaísmo, etc.
> Clique aqui e leia na íntegra este artigo.
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ROUBO SAGRADO

Oito rolos do Pentateuco de Moisés, a Torah, avaliadas em US$500.000, foram roubados de uma sinagoga em Nova Iorque. A Polícia diz que está investigando este roubo que ocorreu na semana passada no Centro Judaico de Kew Gardens Hills, no Queens. Membros do Centro Judaico acreditam que foi um trabalho interno porque não verificaram sinais de arrombamento ou entrada forçada. A funcionária Marilyn Bagley informou que os rabinos descobriram que elas estavam faltando antes da cerimônia do Shabat. Bagley disse que muitos dos que pertencem à congregação são sobreviventes do Holocausto, e as Torahs haviam sido dedicadas para as suas famílias.
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A Torah de Moisés, símbolo
maior do judaísmo |
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HOMENAGEM A DORIVAL CAYMMI
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O site Jewish Brazil, de Paulinho Roesenbaum, produziu uma sonora homenagem ao grande ícone da musica brasileira Dorival Caymmi, recém falecido. A melodia de Caymmi “Maracangalha” foi adaptada para letra intitulada “Eu vou prá Ierushalaim”.
> Clique aqui e ouça Cláudio Goldman e Paulinho Rosenbaum.
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ESPAÇO SOCIAL


No lançamento do livro “Homens de Valor” de Rachelle Dolinger, o acadêmico Arnaldo Niskier, Léa e Israel Klabin, Suzana e Osias Wurman e Daniel Klabin. (fotos-I.Markman)


O Grupo Clarinha Milman, da Na'amat Pioneiras de Porto Alegre, festejou seu 22º aniversário. Suzete Zylbersztejn e as voluntárias do grupo receberam um grande público no almoço de confraternização, que contou também com um desfile de jóias da B Design.


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Caro Osias, falando de Hezbollah, reside em Israel um ex-lider do Hizbollah, que ao encontrar um Tanach abandonado no Líbano (com tradução em Inglês), após secretamente estudá-lo, acabou salvando o exército israelense de um ataque através de uma informação enviada em códigos, foi levado para Israel, onde acabou se convertendo ao judaísmo, junto de sua esposa, e atualmente é um avrech (estudioso de seminário judaico), com 5 filhos e protegido pelo exército de Israel. Um dia posso te enviar a história com mais detalhes. É emocionante. Abraços
Fernando Bisker – Miami- EUA
Meu caro Osias, Parabens pela iniciativa da criacao de mais um orgao de comunicacao judaica. Permita-me uma correcao no noticiario da edicao de 17/8/2008. Mahmoud Darwish nao foi sepultado na Galilea, onde reside sua mae, mas sim em Ramalla a pedido da Autoridade Palestina e obviamente com o consentimento da familia.Um abraco
Samuel Lenger –Netania- Israel
CARO OSIAS, acho que Darwish foi enterrado em Ramallah,que gracas a Deus nao fica na Galileia.Abracos
David Moran
E AÍ? VÃO PUBLICAR ALGO? OU VÃO DIZER QUE O HEZBOLLAH É QUE É A VÍTIMA?Marcos Losekann e Paulo Pimentel foram detidos durante cinco horas no Líbano e interrogados por integrantes do grupo terrorista Hezbollah. Eles realizavam reportagem sobre uma lanchonete em Beirute.
S.Szerman-Brasilia-DF
Escrevi para BBC Brasil e eles mudaram a noticia, leia o email mais a baixo e acima tem a resposta.Temos que ficar de olho o tempo todo , pois escrevem qq coisa mesmo e assim cresce o anti-semitismo o odio a Israel.Sao informacoes que nao reproduzem a verdade que influenciam as pessoas.Abcos do primo
Marcelo Korn-ISRAEL
Alo, Gostaria de dar minha opiniao a respeito do artigo de Chavez do Jerusalem Post. Eu nao concordo com o colunista. Creio que o colunista se esquece que tambem (e as vezes pricipalmente) lideres mundias tomam atitudes erradas apenas por ignorancia. Especialmente quando ignorancia, arrogancia e senso de inferioridade andam juntos, produzem coisas inesperadas. Creio que atitudes similares aconteceram muitas vezes no passado com Chavez.A aproximacao feita pelos lideres mundiais judaicos dá oportunidade a Chavez de melhor conhecer judeus e problemas judaicos e diminiur um pouco a sua ignorancia. Caso bem sucedida, causará uma melhora na vida da comunidade judaica da Venezuela e tambem um melhor posicionamento de Chavez em relacao a Israel. Claro que é preciso lisonjear um pouco e tambem esquecer as besteiras que ele fez ou falou; mas caso a ignorancia realmente tenha sido o motivo, os resultados compensam.A Angela Merkel, da Alemanha, agiu da mesma forma e agora possui um relacionamento especial com Chavez, depois de ter sido agredida verbalmente por ele.Um abraco,
Miguel Farbiarz - Erding - Alemanha
Concordo em genero ,numero e grau com o jornalista israelense,dai a importancia para nos na america latina e mesmo no mundo, fazer com que publicamente implique-se contra atos anti-semitas,que reflita minimamente antes de agir ou falar(discriminar) sobre compromissos assumidos com membros da comunidaded judaica mundial.!! Sabemos que nao e garantia,mas valera relembra-lo de suas palavras se necessario for!melhor que nada!!abraço
Rafael Jaimovick
Osias,o artigo de Isi Leibler está incrivelmente eivado de calúnias e mentiras. É da lavra de um extremista de direita pelo conteúdo e pelo estilo.
Max Altman-SP-SP
Prezado Osias,Acredito nas boas intenções da comissão de dirigentes que visitou Hugo Chavez. Mas não acreditarei jamais nas boas intenções de um sargentão filoterrorista cercado de aspones judeófobos como o líder venezuelano. Fiar-se nas declarações de Chavez é como acreditar nas lágrimas do crocodilo. E as ligações perigosas do regime bolivariano com tudo o que há de pior em matéria ideológica são evidentes demais para serem ignoradas ou disfarçadas sob o velho papo de "calúnias da CIA" ou besteiras que o valham. Todavia, o tempo responderá se a viagem valeu as milhas aéreas e se Chavez mudará seu comportamento. Mas eu não apostaria nem um tostão furado nisso.
Victor Grinbaum
Sr. Osias Wurman. É sempre um prazer ler seus comentários. O interessante é a observação feita por Vª. Sª. dos dois lados da moeda. Faço questão de entender seus comentários, que de tão relevante importância é para a comunidade judaica, berm como para seu futuro. É sério! Quando lembro-me de Eva, fico atenta; a serpente é astuta e com tantos embarques e desembarques, não podemos alegar depois, que não conhecíamos o seu outro lado...
Celia Ogeda (Osasco-SP). Shalom!
Obrigado pela informação. Me defino como socialdemocrata ou socialista trabalhista reconheco que existe setores reacionários de esquerda que preferem a tática marxista e de fundamentalistas islâmicos do confronto armado e belicoso e anti direitos humanos como as Farcs. Triste. Um abraço
Jorge Kleber
O artigo escrito pelo Sr: Isi Leibler é lamentável pois o texto é um festival de insultos do mais baixo nível. Não há como duvidar dos esforços dos governos brasileiro e argentino para acabar com a discriminação contra os judeus e o fato de servirem de 'ponte' com Chavez é auspicioso. Pelos seus ditos sabe-se que Chavez é incoerente e inconsistente, mas não se pode negar que sob pressão e tratado com a devida educação está assumindo um compromisso que poderá ser lhe cobrado mais tarde.O fato de Chavez prometer não permitir que o anti-semitismo de desenvolvara em seu país e de alegar vir a combatê-lo não é incoerente com uma política petrolífera de alianças, mesmo que seja com o Irã.O fato do Sr. Isi Leiber ter ódio de Chavez por causa de uma política que não agrada ao governo israelensse, ou de uma política economica interna que tenha prejudicado algum grupo economico pertencente a pessoas de religião judaica, não invalida o esforço das entidades que lá estiveram e da promessa que obtiveram. Se será cumprida, ótimo. Se não, péssimo, mas terá havido antes um compromisso, sob influência de dois países do Mercosul, e a exitência do compromisso e do envolvimento do Brasil e Argentina é auspicioso.
Rabeno R. Hemsi
Osias,acho que o articulista do Jerusalem Post tem toda a razão na sua repulsa ao Chavez mas se a melhor, ou única, forma de dar um aperto nele, proteger a comunidade judaica local e comprometê-lo publicamente com os judeus foi essa adotada pelo WJC acho que acertaram. Meus parabéns ao Jack Terpins e Ronald Lauder pela realização, inclusive junto aos governos do Brasil e da Argentina.Abriram um caminho que não existia e o obrigaram a assumir publicamente compromissos que agora podem ser cobrados, ou permitem denuncia-lo mais facilmente caso não os cumpra. Às vêzes engolir uns sapos pode ser estratégico e é muito importante que os que os engoliram tenham o respaldo amplo para manter as cobranças firmemente.
Silvia Levy
Aqui sabemos ha muito que Nasrallah e pessoa a quem deve-se acreditar e levar a serio.No decorrer dos anos aprendemos a duras penas que suas declaracoes tem fundamento e que ele cumpre o prometido. Sempre que aparece na tv nossos nervos ficam a flor da pele e ja sabemos que ai vem humilhacao. Mas, se analisamos a frio algumas de suas "tiradas" chegamos a triste conclusao que sao a verdade nua e crua!Diz este irmao Metralha que Israel passa hoje em dia por uma grande crise de lideranca. 100% certo! O maior problema da atualidade israelense sao nossos "lideres". Neste nosso panorama politico nao ha de vislumbrar-se ninguem capaz de tomar as redeas deste fabuloso pais e leva-lo adiante. O premier Olmert ja foi cantado e decantado e qualquer comentario e chuva no molhado. Vejam so quem sao os pretendentes a "coroa": Shaul Mofaz - responsavel principal pela malfadada segunda guerra do Libano( foi chefe do estado maior e ministro da seguranca nos anos que antecederam este fiasco); Tsipi Livni - dona de um passado glorioso em nossos servicos de Inteligencia, mas isenta de fibra, carisma e incapaz de tomar decisoes(vide como exemplo relatorios do Comite Vinograd apos os quais gaguejou algumas palavrinhas e voltou a seu casulo); Ehud Barak - o soldado mais condecorado de Israel , mas completamente inapto a lideranca de um pais como Israel, nao menos responsavel do que Mofaz pela malfadada campanha no Libano; Bibi Netaniahu? Deixa p'ra la...Este famigerado barbudinho tem plena razao no que diz respeito ao Brigadeiro Gal Hirsch quanto a sua atuacao em nosso exercito: fracasso retumbante tanto no preparo , tanto no comando, tanto na concepcao.E triste, doi, mas e verdade.
Isy Borensztajn-Schekenya(o lugar mais bonito de Israel) - ISRAEL
A ONU é um daqueles casos de quem morreu e esqueceu de deitar. Durante muitos anos, os integrantes da instituição têm, sem exceção, escolhido lideres sem a menor expressão pessoal e política, sob o pretexto da “neutralidade” e “terceiro mundismo”. Lembro-me de que, quando eleito U Thant, acho que do Nepal, o “Estadão ” disse que o que U Thant tinha de mais extraordinário era...não ter nada de extraordinário. Há os de reputação duvidosa, como o ganês Kofi Annan. O último secretario geral com relevância foi, em minha opinião, o sueco Dag Hammarskjöld, tanto que foi morto na crise da independência do Congo, em 1961. As investigações mostraram que foi um “acidente”, como o que vitimou JK.O Brasil devia deixar de pagar e se retirar desta instituição, que se tornou tão anacrônica e inoperante quanto a defunta Liga das Nações. Os milhões de dólares da anuidade poderiam ser usados em coisas mais úteis. A pretensão do Lula de integrar o conselho de segurança não passa de ...pretensão. Em que a vida do brasileiro comum mudaria por isto? Shalom
José Otávio M. Silva
Amigo Osias - grande jornalista e grande defensor dos Direitos humanos e sobretudo da EVOLUÇÃO, muito grata por me incluir na lista de recebimento.O meu temor é grande! Caso ISRAEL E EUA caiam, como desejam, o que SOBRARÁ para a espécie humana, senão INVOLUÇÃO E MORTE E DESESPERO? Por favor, peço que lutemos, até o fim. Não podemos esmorecer....É o futuro da humanidade que está nas mãos de judeus e de americanos...Que D`us ESTEJA CONOSCO!
D.G.Ferraz
Caro Osias, Na década de 60, Ben Gurion já havia definido a U.M. (ONU em Hebraico) quando o indagaram a respeito: - UM SHMUM!!!
Paulinho Rosenbaum-SP-SP
Caro colega Ozias, moro em Roraima, fronteira com a Venezuela, Conheço esse pais vizinho como a palma da minha mão! tenho respeito pelo povo venezuelano, admiro a cultura e o sentimento democrático desse povo que viu essa democracia cair ao chão com esse "nazista moderno" Hugo chavez. Pra mim acreditar em uma sílaba que esse elemento de alta periculosidade não só ao povo judeu como ao mundo diz, é mesmo que acreditar nas artimanhas do demônio! O que mais me assusta ultimamente meu caro Ozias tem sido um grande número de comerciantes libaneses, turcos, sírios, iranianos, e outros anti-sionistas estarem se estabelecendo aqui na fronteira com o Brasil na cidade de Santa Elena de Uiaren, venezuela! Alguns vieram de Ciudad del leste na fronteira com o Rio grande do sul. Hoje 95% do comercio na fronteira com a venezuela são de comerciantes desses paises que eu mencionei! O senhor Hugo Chavez tem escancarado o apoio a esses inimigos de Israel, e não tenho medo de errar ao afirmar que isso também tem o apoio do nosso presidente Luis Inácio! É preciso estar sempre vigilante, eu tenho certeza que iranianos terroristas estão sendo treinados na venezuela! Um abraço a todos e Parabéns pela reportagem! Shalom!
Odely Sampaio-Roraima-RO
Querido Osias;Parabéns pela performance do NRJudaica, cada vez melhor. É muito bom ler suas notícias no Domingo. Certamente será fonte (ou já é) para matérias internacionais de outros veículos mundiais. Abraço forte,
Paulo Chvaicer
Caríssimos, Ainda não entendi por que as comunidades dos demais estados não lutam junto às suas respectivas bancadas legislativas para conseguir os mesmos direitos que agora os judeus cariocas desfrutam. Ou caberia uma ação da própria CONIB junto às assembléias?Shalom
Leonor Medeiros
Querido amigo Osias Wurman,Eu,apesar de não ser judeu e amuitos anos buscando mejuntar ao povo judaico,isso porem é um outro assunto,mandei um presente à FIERJ,que fiz com muito carinho e sem nenhuma intenção de obter vantagem alguma,que é uma música em homenagem às crianças de Sderot.Sei que a minha forma de expressão musical não agrada a muitos ,mas foi algo que fiz do fundo do coração e sentindo em cada nota e efeito a angústia e sofrimento daquelas crianças,como sente um pai que sou de uma linda menina de 3 anos de idade. Meu e-mail foi lido e não recebi sequer um obrigado.Desta vez dou de presente à vc ,apenas guarde,pois existe uma mensagem forte,e vou tocá-la sempre onde eu for me apresentar.um abraço fraterno!
geraldo ferreira
É sempre muito bom receber seus emails.Sinto que tem alguem sempre em alerta,cuidando de todos nós.Obrigado,
Paula Bacaltchuk
Shalom Osias. Gosto muito de seu informativo e fico muito grato ao recebê-lo. Escrevo, pois como muitos leitores, também me senti incomodado com a 'história' do messianismo da Paraíba e a resistência de muitos e a benevolência de outros, para com aqueles. Para quem conhece um pouquinho de história, sabe pefeitamente que a prática do judaísmo e, ser judeu, não implica necessariamente não crer em Yeshua como Messias (este foi um tabu que se inseriu no imaginário popular = "creu em Yeshua é cristão"). Aliás, judaísmo messiânico é uma redundância, pois, creio eu, todo judeu é messiânico, pois esperamos a vinda do Mashiach. O fato é que tenho lido incríveis manifestações agressivas contra judeus, ou se dizentes judeus, que crêem em Yeshua como Messias, como se tal fato fosse impossível de acontecer no meio judaico, como se incompatível fosse. Ora, basta estudarmos um pouquinho de história religiosa para sabermos que não foram poucos judeus no I século que creram em Yeshua como o Messias de Israel. Foram muitos judeus que creram e, a congregação dos seguidores do Rabi Yeshua, era 100% israelita; somente alguns anos depois de sua morte, com a entrada de muitos goym é que pouco a pouco a fé daquele povo foi deixando o judaísmo e inserindo-se numa nova religião: o cristianismo. Contudo, nem todos apostataram, muito continuaram praticando o judaísmo e passando tal prática de geração para geração até os dias de hoje. Ser cristão é praticar o cristianismo, é crer em trindade, é crer que Yeshua seria deus encarnado e dizer que a Torá foi abolida. Os judeus que crêem em Yeshua como Messias, crêem que o Eterno é UM, que Yeshua não é deus, que a Torá é a Lei de D'us e que nunca foi ou será revogada. Pratica-se o judaísmo de forma tão zelosa quanto aos que não crêem em Yeshua; observa-se o Shabat, as Festas. Deve-se retirar está má impressão de que judeu que crê em Yeshua é cristão. Não. Só será cristão se ele abandonar o judaísmo e praticar o cristianismo como é conhecido hoje (com todos os seus dogmas pagãos, conforme explanado acima). Temos que dar graças a HaShem que 'um povo' está retornando as suas raízes judaicas (fazendo a mais verdadeira teshuvá com cavaná) e que não quer "usurpar", em hipótese alguma, o judaísmo para si, pois judeu é quem se sente judeu, crê no D'us Único e pratica as mitzvot. Agradeço a ti, Osias, por este belo informativo e pela abertura democrática no setor de 'cartas' e gostaria de ver publicado o meu 'desabafo'.
José Claudio Codeço Marques - Procurador do Ministério Público
Caro Ozias, tomo a liberdade de expressar minha discordância em relação a você. Na verdade, discordo freqüentemente, mas nem sempre me sinto inclinado a manifestar isso. Respeito suas opiniões e gosto bastante do seu boletim. Mas, neste caso, acho que existe uma parcialidade excessiva da mídia sobre o conflito Geórgia X Rússia e noto que você repercute a mesma parcialidade.Não tenho visto uma palavra sobre as atrocidades georgianas na Ossétia, onde um rastro de destruição marcou a tentativa de reanexação de um território cuja imensa maioria já manifestou clara e sistematicamente o desejo de se emancipar. Não defendo a Rússia, muito pelo contrário. Mas por que omitir este fato, tão repulsivo quanto as barbaridades russas? Por que omitir que o ataque inicial partiu da Geórgia e sua brutalidade nada deixou a desejar aos russos?A Rússia não tem autoridade para defender emancipações: se fosse coerente, aceitaria a independência de Kosovo, cuja situação é igual à da Ossétia do Norte. Não estamos discutindo aqui quem é santo, pois isso não existe. Mas pela mesma razão não vamos transformar agressores em vítimas! A Geórgia foi insuflada por Bush-Condoleeza, tratada como república santificada em um mar de bárbaros, acreditou e resolveu provocar. Quebrou a cara... Nenhum júbilo com a reação russa, igualmente repulsiva. Mas, afinal, este foi mais um desastre de Bush - depois do Iraque (hoje uma forte base da Al-Qaeda, o que comprovadamente não era antes da intervenção), do Afeganistão (o Taleban está longe de ter se enfraquecido e os aliados de Bush estão afundando, como Musharraf no vizinho Paquistão)... é um Midas invertido, tudo que toca vira pó!Para concluir, concordo com você em que a ONU não serve para nada. Mas isso já fora comprovado no Iraque. Só que a simpatia ocidental com o intervencionismo policialesco de Bush deixou esse aspecto em segundo plano. Se Bush fez tabula rasa da ONU, por que Putin-Medvedev não fariam o mesmo?
Roberto Vital Anau-Economista- professor e consultor
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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