|
| |
| |
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

|
|

RUA JUDAICA INTERNACIONAL
NESTA EDIÇÃO DA RUA JUDAICA COLABORAM
DANIELA KRESCH DE TEL-AVIV – ISRAEL
JULIO MESSER DE NOVA IORQUE – EUA
FERNANDO BISKER DE MIAMI – EUA
JUDITH KLEIN DE BUDAPESTE – HUNGRIA


|

Osias Wurman
Jornalista
|
|
Troféu Theodor Herzl
No próximo domingo, 30/8, a Hebraica-Rio e a FIERJ, sob os auspícios da Embaixada de Israel no Brasil, estarão promovendo a entrega do Troféu Theodor Herzl a 10 personalidades da comunidade judaico-brasileira que se destacaram em suas atividades profissionais.
Ministro de Estado, Ministro do STJ, Deputados Federal e Estadual, Chefe de Polícia Civil, empresários, líder comunitário e jornalistas, estarão entre os homenageados.
O evento também contemplará a entrega pelo Embaixador de Israel no Brasil, Giora Becher, da carta original do Presidente de Israel, Shimon Peres – Premio Nobel da Paz, em que decretou a abertura de um Consulado Honorário de Israel no Rio de Janeiro, nomeando o Cônsul Honorário para exercer o cargo.
O local da cerimônia é emblemático, pois o Salão Ben Gurion da Hebraica é situado defronte ao local onde existiu a primeira Embaixada de Israel no Brasil, inaugurada na década de 50. Neste salão estiveram importantes líderes sionistas como David Ben Gurion, Golda Meir, Itzhak Rabin, Zalman Shazar, Menachem Begin, Shimon Peres e Pinchas Sapir.
O Consulado Honorário de Israel no Rio de Janeiro será aberto ao público no dia 1 de setembro, em parte do imóvel de propriedade do Estado de Israel, sito a Av. N. S. Copacabana 680-cobertura, em Copacabana. ( Fone : 021-30643239 ; emergência:021-78812579; email:consulisraelrj@gmail.com).
Estaremos juntos no próximo domingo participando deste importante e histórico evento comunitário e sionista.
Shalom !

“Se desejarem isto não será um sonho”
Theodor Herzl
|
|
|
|
 |
| |

|
|
 |
| |
|
|
 |
| |
AFRONTA AO MUNDO CIVILIZADO


A indicação de Ahmad Vahidi para o Ministério da Defesa do Irã, condenada pelo governo argentino, foi também duramente atacada pelo vice-chanceler de Israel, Dani Ayalon. Vahidi é acusado na Argentina de haver planejado o atentado ocorrido no dia 18 de julho de 1994 contra a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em Buenos Aires. O Ministério das Relações Exteriores da Argentina divulgou uma nota na qual disse que a designação "constitui uma afronta" à sua Justiça e às vítimas do ataque, que matou 85 pessoas e deixou outras 300 feridas. Ayalon, por sua vez, ressaltou que a possível nomeação de Vahidi "demonstra que o regime dos aiatolás de Teerã é um governo de terroristas, que precisa ser detido". O diplomata também chamou de "terrorista" o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, responsável pela indicação do candidato. Segundo ele, o episódio "é mais uma peça do mosaico" que diz respeito à influência do Irã sobre a América do Sul, que "tem sua base logística na Venezuela" e pode trazer riscos à região. O promotor argentino Alberto Nisman, que trabalha no caso da Amia, recordou ontem que a Interpol já emitiu uma circular vermelha para Vahidi, o que indica que a corporação acatou um pedido de prisão emitido pela Justiça de seu país. (ANSA)
|
|
|
 |
| |
SUICIDOU-SE O “REI DE AUDIÊNCIA”


Um dos apresentadores de TV mais populares de Israel, Dudu Topaz, foi encontrado enforcado no banheiro de sua cela na prisão em que aguardava julgamento sob acusação de ter ordenado o espancamento de executivos da mídia local. Dudu Topaz, que durante anos foi considerado o “rei da audiência” da TV israelense, teria se suicidado na prisão de Nitzan, usando o fio de uma chaleira elétrica para se enforcar. A notícia do suicídio, na manhã da quinta-feira passada, teve grande destaque e repercussão em Israel. Dudu Topaz, de 63 anos, já tinha tentado se suicidar há dois meses e, segundo seu advogado, Tzion Amir, e sofria de depressão. Sua cela era vigiada com câmeras, exceto o banheiro. As autoridades responsáveis pelas prisões de Israel já anunciaram a formação de uma comissão para investigar possíveis falhas dos funcionários da cadeia, que teriam possibilitado o suicídio. A carreira de Topaz - um comediante e apresentador de programas de variedades - vinha decaindo nos últimos anos. Poucos meses antes de ser preso, ele tinha enviado várias propostas de novos programas a executivos do canal 2, mas todas foram rejeitadas. O apresentador foi preso em maio, acusado de ter encomendado uma surra no diretor do canal 2 da TV, Avi Nir, e na vice-diretora, Shira Margalit. Ambos foram violentamente espancados por pessoas contratadas por Topaz, que admitiu a responsabilidade pelos ataques. Segundo a polícia, ele era “um homem perigoso, violento e sem-limites, que durante meses planejou minunciosamente sua vingança contra o mundo da mídia só porque que sentiu que sua carreira estava decaindo”. De acordo com o advogado, “Topaz não se conformava com o declínio de sua carreira, era viciado pelo amor do público e não podia viver sem ele”.
|
|
|
 |
| |
Bordéis Nazistas

Em 1942 os nazistas decidiram que os trabalhadores forçados em campos de concentração iriam trabalhar mais, se lhes fosse prometido sexo, e para isso fizeram que prisioneiras trabalhassem em bordéis para eles. Os bordéis são o assunto do "Das KZ Bordell" (O Bordel do Campo de Concentração) de Robert Sommer, um livro que foi aclamado como o primeiro relato detalhado de um capítulo pouco conhecido da opressão nazista na Segunda Guerra Mundial.

O trabalho de Sommer de 460 páginas foi apresentado no parlamento de Berlim e explora as origens, a estrutura e o impacto dos "Sonderbauten" (prédios especiais) geridos pela SS de Heinrich Himmler na Alemanha e na Europa ocupada pelos nazistas. "Na memória coletiva e na história escrita da Segunda Guerra Mundial os bordéis de campos foram um tabu por muito tempo" disse o berlinense de 35 anos à Reuters. "Os antigos prisioneiros não queriam falar sobre isso: é um assunto difícil de lidar. "Isso não se encaixa tão facilmente com a imagem do pós-guerra dos campos de concentração como monumentos ao sofrimento". Começando com o campo de Mauthausen na Áustria em 1942, a SS abriu 10 bordéis, o maior dos quais foi em Auschwitz, onde cerca de 20 mulheres prisioneiras lá foram colocadas. O último foi estabelecido no início de 1945, o ano em que a guerra terminou. Este capítulo é em separado dos registros do Holocausto dos judeus europeus. As mulheres judias não foram recrutadas como prostitutas e os judeus não eram admitidos nestes bordéis. Sommer estima que cerca de 200 prisioneiras foram forçadas a trabalhar nos bordéis – que foi oferecida inicialmente como a possibilidade de escaparem da brutalidade dos campos de concentração. "Eles recebiam a promessa de libertação depois de seis meses no bordel. Mas as promessas nunca foram cumpridas" disse ele. "Mais tarde a SS selecionavam apenas as mulheres que achavam serem mais adequada".

"Aos judeus não eram permitidas a sua entrada, nem os prisioneiros de guerra soviéticos" ele acrescentou. "As mulheres judias não serviram como trabalhadoras do sexo". Dezenas de milhares de soldados capturados, presos políticos e pessoas consideradas como socialmente indesejáveis pelos nazistas, incluindo os ciganos e os homossexuais, foram mantidos presos em campos ao lado dos milhões de judeus que morreram no Holocausto. "A idéia por trás dos prostíbulos era aumentar a produtividade, como incentivo aos trabalhadores forçados" disse Sommer. "No entanto, pelo que descobri isso não teve bons resultados (não funcionou). Apenas algumas pessoas estavam realmente em condições físicas para irem até eles". As prostitutas, na maioria em seus 20 anos de idade, recebiam mais comida e eram tratadas com menos rigor do que outras prisioneiras mulheres. Em troca elas tinham que fazer sexo com os presos selecionados para cada noite, entre as 20 e 22 horas e nas tardes de domingo. "Os bordéis mostram outra dimensão do terror nazista, onde vítimas do nazismo foram transformados em criminosos contra as mulheres" disse Sommer, que cresceu na Alemanha Oriental comunista.Uma vez que a SS emitia uma autorização de bordel era indicada uma mulher para o mesmo e realizado um exame médico. Quando o seu nome era chamado eram levados para o prédio e um creme medicinal aplicado ao seu órgão genital por um médico. Inclusive o ato sexual era supervisionado, conforme os registros detalhados dos bordéis pela SS comprovam. "A SS tinha buracos para espiarem" afirmou Sommer. "Apenas era permitido 15 minutos de sexo e somente a posição de missionário era permitida". Para a pesquisa do livro Sommer visitou todos os 10 campos - que incluíram Dachau e Buchenwald - e entrevistou 30 ex-prisioneiros, entre eles vários que utilizaram os bordéis. No entanto, quase todas as mulheres que foram forçadas a trabalhar lá agora estão mortas, e aquelas que ainda vivem relutam em falar. "Não sei de nenhuma que foi compensada pelo que passaram" disse Sommer. "É importante que se devolva a estas mulheres a sua dignidade".
|
|
|
 |
| |
DEU EM O GLOBO “GENTE BOA”(23/8)

|
|
 |
| |
OS PRIMEIROS JUDEUS DE SÃO PAULO

O livro “ Os Primeiros Judeus de São Paulo – uma breve história contada através do Cemitério Israelita da Vila Mariana ”, pela Editora Fraiha, será lançado dia 15 de setembro, a partir das 19:00 horas, na livraria Saraiva do Shopping Higienópolis. Há mais de quinze anos que Paulo Valadares e Guilherme Faiguenboim dedicam-se ao estudo da Genealogia, em especial da Judaica. Após longa pesquisa publicaram o Dicionário Sefaradi de Sobrenomes (premio de Melhor Obra de Referencia de 2004 nos EUA) e agora estão lançando "Os Primeiros Judeus de São Paulo: breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana" pela Editora Fraiha. Levantamentos em cemitérios na Europa e EUA são preciosa fonte de informações para o estudo da história familiar e social. O Cemitério da Vila Mariana foi escolhido por ser o primeiro cemitério erguido pelos judeus de São Paulo. O objetivo inicial era o de elaborar uma lista, um banco de dados. Em trabalho de campo - túmulo por túmulo - as informações contidas nas lápides foram sendo anotadas. Mas, à medida que o trabalho avançava, outras histórias e novas perguntas emergiam nesse pequeno e bem cuidado cemitério. A curiosidade levou a procurar explicações e assim essa pesquisa foi se transformando num livro de histórias. Histórias que desvendam a vida dos primeiros judeus que vieram para São Paulo e que levantaram os alicerces de sua comunidade. Lá estão os seus nomes, as suas cidades de origem na Europa, porque vieram para São Paulo. O livro relaciona outros cemitérios erguidos por imigrantes da mesma época em Quatro Irmãos (RS), Rio de Janeiro, Recife, Cubatão e Chora-Menino. São também descritos os costumes funerários judaicos nos tempos bíblicos e na Idade Média, como também no Brasil Colônia, em especial na cidade de São Paulo, e é revelada a evolução dos cemitérios nos últimos dois séculos. Iniciada em janeiro de 2006, a pesquisa levou dois anos e depois mais um ano e meio escrevendo o texto. Nesse último período o Niels Andreas fotografou o cemitério.

A historiografia não dá a devida atenção aos imigrantes que, chegando após o final da monarquia, não se tornaram ricos. Estudando o cemitério da Vila Mariana, foi possível reconstruir a trajetória daquelas pessoas que fizeram a comunidade judaica ser hoje o que é. Eles têm nome e sobrenome, e o livro mostra isso. Os autores tratam também do fenômeno das polacas e da posição dos judeus e do seu cemitério a respeito desse delicado e controverso assunto. O leitor deve saber que de Berlim, Varsóvia e Budapeste vieram muitos imigrantes, porém se surpreenderá ao saber que mais ainda vieram de três aldeias do norte da Bessarabia: Securon, Britchon e Yedenitz. Há um capítulo dedicado aos bessarabers de São Paulo. Há vários relatos sobre as diferenças existentes entre os imigrantes que vinham da Rússia, Polônia, Alemanha, Hungria e Turquia e como eram resolvidos (ou não) os seus conflitos culturais, bem como o papel dos rabinos na primeira metade do século XX. Os autores são Guilherme Faiguenboim, formado pela Fundação Getulio Vargas, diretor do Sistema Anglo de Ensino, co-autor do Dicionário Sefaradi de Sobrenomes. Paulo Valadares, mestre em História pela USP, co-autor do Dicionário Sefaradi de Sobrenomes, e autor de A Presença Oculta, Genealogia, Identidade e Cultura Cristã-Nova Brasileira nos Séculos XIX e XX. Niels Andreas,fotografou para a Folha de São Paulo, O Estado de S.Paulo e Valor Econômico. É o autor das fotos do livro Sinagogas do Brasil.
|
|
|
 |
| |
CANCELADO O EVENTO MÍOPE


Um memorando interno do Itamaraty informou que o amistoso entre Corinthians e Flamengo, previsto para o dia 15 de setembro, nos territórios palestinos, está cancelado em virtude da falta de tempo para angariar recursos. Mas deixa aberta a porta para que o “Amistoso da Paz” aconteça em março de 2010. Os clubes, que tinham a intenção de viajar juntos, encontraram inclusive dificuldades para fechar com a TAM. E o avião estilizado com os escudos de ambos, um sonho dos departamentos de marketing, também não se viabilizou até o momento.
Alguns aventureiros comunitários, na esperança de faturarem a falsa imagem de “grandes líderes”, e que estimulavam o jogo apenas em Ramallah não contemplando o lado israelense, ficarão a ver navios em suas enganosas intenções.
|
|
|
 |
| |
EVENTO COM VISÃO CORRETA

|
|
 |
| |
|
|
Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
|
VADE RETRO VODKA
O assunto em Israel, no momento, é a onda de violência nas cidades no auge deste verão. Pode ser o calor. Pode ser a falta de outros assuntos (o que acaba levando cada caso às manchetes dos jornais). Ou pode ser, como acreditam os israelenses, o aumento no consumo de álcool no país. O caso mais recente é do assassinato de Arik Karp, de 59 anos, no fim de semana passado. Karp passeava de noite com sua mulher e filha no calçadão da orla de Tel Aviv quando foi atacado, sem mais nem menos, por um grupo de jovens. Até o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tocou no assunto em meio ao alvoroço causado pelo caso.
Como se sabe, é comum ver jovens soldados nas ruas do país com fuzis a tiracolo. Também é fácil ver guardas e seguranças armados nas portas de lojas, shoppings e supermercados. Mas, mesmo com a grande quantidade de armas nas ruas – fato que choca os brasileiros que visitam Israel pela primeira vez –, o número de mortes envolvendo armas de fogo sempre foi relativamente pequeno por aqui. Nos últimos anos, porém, os casos de crimes passionais ou que envolvem cidadãos comuns se multiplicaram. Muitos envolvem gangues ou máfias locais. Outros envolvem jovens da periferia.

Em artigo no jornal Yediot Aharonot, o conhecido jornalista Nahum Barnea afirmou que os israelenses estão perdendo a sensação de segurança interna. Ele fez até uma comparação com o Rio de Janeiro – onde esteve há pouco menos de um mês. No Rio, os cidadãos se sentem há tempos inseguros nas ruas. Mas em Israel, mesmo com as eventuais ondas de terrorismo, as pessoas sempre se sentiram seguras.
Para Barnea, o motivo da mudança não é a pobreza ou as drogas. Como a maioria dos analistas e editorialistas, ele acha que a onda de violência é consequência direta do aumento do consumo de bebidas alcoólicas pelos israelenses, principalmente pelos jovens. “Sempre tivemos álcool por aqui, mas não em tanta quantidade e tão disponível”, escreveu o jornalista. Ele toca num ponto que muitos não ousam tocar por medo de serem politicamente incorretos: é possível que os israelenses estejam bebendo mais por causa da imigração russa ao país. Como se sabe, 20% dos israelenses, hoje, são imigrantes ou filhos de imigrantes da ex-URSS. E os russos gostam de vodka como os brasileiros de cafezinho.
A polêmica pública em relação à bebida já causou uma baixa: os diretores da principal rádio do país mandaram retirar da programação os anúncios de uma marca de vodka. Os anúncios consistiam apenas num locutor dizendo, com sotaque russo: “Stoli. Vodka, vodka”. Foi o suficiente para que centenas de pessoas enviassem cartas e e-mails para a emissora pedindo a retirada dos spots. Fora isso, um ou dois parlamentares já anunciaram projetos de lei esdrúxulos como o que propõe a prisão de qualquer um que beba em local público.
Apesar de toda a histeria anti-álcool, não acho que o assunto se mantenha na boca do povo por muito tempo. É só ser substituído, na mídia, por outro assunto palpitante. Nesse sentido, acho que brasileiros e israelenses têm algo em comum: a memória curta.
|
|
|
 |
| |
|
|
|
| |
|
|
 |
| |
CALÚNIA E DIFAMAÇÃO NA SUÉCIA

O importante jornal diário sueco Aftonbladet publicou matéria altamente caluniosa afirmando que soldados do exército israelense mataram palestinos com a finalidade de extraírem os seus órgãos. O Ministério das Relações Exteriores israelense reagiu dizendo que o artigo "é um exemplo chocante da demonização de Israel". Segundo o ministério o jornal de Estocolmo acusava o exército israelense de roubo de órgãos. A reportagem mencionou Levy Izhak Rosenbaum, que mora no Brooklyn, e é acusado de envolvimento de caso recente de tráfico de órgãos humanos e que causou polêmica em Israel e nos EUA. O relatório disse que os palestinos afirmam que jovens foram obrigados a desistir de seus órgãos antes de serem executados. Essa suspeita, segundo o relatório, pode conduzir a um inquérito internacional contra Israel por crimes de guerra. O relatório difamador chegou a dizer que cerca de metade dos rins usados nos transplantes em Israel, desde 2000, foram comprados ilegalmente na Turquia, na Europa Oriental e na América Latina, e acrescentando que o Ministério da Saúde de Israel tinha conhecimento do fenômeno, mas nada fizeram para contê-lo.

O ‘Aftonbladet’ disse também que jovens palestinos foram arrancados de suas aldeias no meio da noite e foram enterrados logo depois de serem desmembrados. O repórter, Donald Boström, disse que foi informado por funcionários da ONU das supostas atrocidades cometidas, enquanto ele estava trabalhando em um livro na Cisjordânia. Segundo Boström, um palestino de Nablus, que durante vários anos liderou ataques de apedrejamentos contra os soldados das FDI, foi baleado e morreu em maio, porque ele interferiu nas atividades das "forças de conquista de Israel". O repórter citou testemunhas palestinas dizendo que Bilal Ahmad Ranian foi baleado no peito, pernas e no estômago e depois evacuado em estado grave por helicóptero para um local desconhecido. Cinco dias depois, Boström disse, o corpo de Ranian foi devolvido a sua aldeia, envolto em bandagens de hospital. O ‘Aftonbladet’ publicou uma foto do corpo, que tinha uma cicatriz no pescoço até o estômago. No seu artigo Boström citou vários palestinos que diziam que seus filhos tinham sido mortos por soldados das FDI por seus órgãos. Yigal Palmor, que é o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, disse em resposta: "Apelamos a todos os cidadãos suecos, que acreditam na democracia para rejeitarem estas acusações inflamatórias".
|
|
|
 |
| |
ISRAELENSES REPUDIAM VACINA ANTI-GRIPE

Quase um quarto dos israelenses recusaria serem vacinados contra o vírus da gripe H1N1, mesmo se o governo conseguisse adquirir quantidades suficientes da vacina quando ela for aprovada, de acordo com uma nova sondagem realizada com uma amostra representativa de residentes para o Ministério da Saúde.

O Ministério informou que 69% responderam que concordariam em ser vacinados. Cinqüenta e oito por cento dos pesquisados disseram que estavam preocupados com a propagação desta nova cepa da gripe e 54% estavam nervosos sobre a possibilidade de se tornar infectados. 65% consideravam como "grave" a infecção embora 99,9% dos 2.331 israelenses cujos casos foram registrados como terem sido infectados foram considerados como casos leves e agora estão curados . Cerca de oito em cada 10 inquiridos disseram ter entendido que as mãos devem ser lavadas regularmente com água e sabão e 62% sabiam que deveriam espirrar em lenço descartável ou do lado de dentro do cotovelo, e 63% compreenderam que caso contraíssem a gripe que deveriam permanecer em casa. E concordaram que somente no caso que uma pessoa tivesse um alto risco para complicações e se sentisse mal, que essa pessoa deveria consultar o seu médico da família ou ir a um posto médico. Indagados sobre como preferiam chamar o vírus H1N1, 54% disseram "gripe mundial" e 28% de "gripe suína" apesar de que o Vice-Ministro da Saúde Ya'acov Litzman a chamou de "gripe mexicana", pois os haredim (ultra-ortodoxos) não gostam de mencionar suínos, pois não são Kasher. O ministério informou que iriam lançar uma grande campanha publicitária sobre como evitar a "gripe mundial" quando as aulas nas escolas recomeçassem em duas semanas. Funcionários das escolas e babás estavam sendo instruídos por todo o país pelo Ministério da Educação sobre a forma de reduzir o risco do vírus da gripe H1N1 entre os alunos e crianças, e para ajudarem a minimizar qualquer ansiedade sobre esse assunto entre as crianças. Conselheiros sociais e funcionários da educação estarão disponíveis para consulta, e para os pais serão dadas orientações.
|
|
|
 |
| |
Besteirol do Príncipe de Liechtenstein

O Conselho Judaico Central da Alemanha acusou o príncipe Hans-Adam II de fazer "zombaria" sobre o Holocausto, dizendo que o sigilo bancário em seu principado ajudou a salvar muitos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. O príncipe fez os comentários numa entrevista ao jornal ‘Liechtensteiner Volksblatt’ dizendo que Liechtenstein e a Suíça tinham "salvo a vida de muitas pessoas, especialmente de judeus" graças às suas leis de sigilo bancário. Ele acrescentou que a Alemanha "deveria refletir sobre o seu próprio passado" antes de atacar Liechtenstein e outros países por suas políticas bancárias que Berlim diz que incentivam a sonegação fiscal.

O Conselho Judaico Central da Alemanha criticou os comentários, descrevendo-os como uma deturpação dos registros históricos. "Os comentários fazem uma zombaria sobre o Holocausto e os que sobreviveram a ele" disse Stephan Kramer que é o secretário-geral do Conselho, informou o jornal Bild. "É uma tentativa de utilizar o Holocausto como uma defesa para as falhas políticas do príncipe. Retratar Liechtenstein como um auxiliar misericordioso dos judeus não está em concordância com os fatos históricos". Liechtenstein permaneceu neutro durante a Segunda Guerra Mundial.

O pai do príncipe foi o primeiro monarca a fixar residência permanente no Liechtenstein quando os nazistas anexaram a Áustria, que havia sido a sua casa, em 1938. O príncipe Hans-Adam, 64 anos, disse na entrevista ao jornal que durante o período nazista os judeus tinham podido utilizar o dinheiro guardado em contas bancárias secretas no Liechtenstein e na Suíça para comprarem as suas liberdades. "Nos países comunistas foi parecido" ele disse. "O sigilo bancário salvou vidas e continua a salvar vidas até hoje". Não é a primeira vez que o príncipe, que entregou o dia-a-dia de Liechtenstein para seu filho, o príncipe Alois, em 2004, mas que continua a ser chefe de Estado provoca a ira de grupos judaicos. No ano passado, em meio a uma disputa diplomática com Berlim sobre as leis do principado sobre o sigilo bancário, ele chamou a Alemanha de "Quarto Reich".
|
|
|
 |
| |
BENEMERÊNCIA JUDAICA NA CRISE


ENTREVISTA COM FLAVIO STANGER - Presidente do Guemach Lar da Esperança
P - O que é o Guemach Lar da Esperança ?
R - Guemach é o acróstico de Guemilut Chassadim. As instituições judaicas que operam com microcrédito no mundo utilizam deste acróstico para principalmente diferenciar um empréstimo de uma tzedaká.
P - Como começou a idéia do Guemach ?
R - Começou de um sonho do Rabino Goldman e implementado pela sua diretoria num primeiro momento que se abraçou no projeto e com o tempo fomos convidando empresários do mercado financeiro e ligados a outras instituições que voluntariamente trabalharam e deram sua credibilidade pessoal para colocarem o Guemach de pé. Hoje este projeto pertence a toda a nossa coletividade e queremos que todos os membros da comunidade que façam parte de todas as nossas instituições independente de suas linhas entrem e nos ajudem, é um projeto apartidário. Toda comunidade madura no mundo possui um Guemach e nós já tivemos algo parecido no Rio há mais de 40 anos atrás que ajudava nossos patrícios que chegavam com uma mão na frente e outra atrás.
P - Qual o objetivo do Guemach ?
R - Nosso objetivo é fazer empréstimos sem juros e correção monetária, dentro da Halachá, de R$ 1.000,00 a R$ 10.000,00 para todas as pessoas que necessitem para iniciar seus negócios, comprar mercadorias, se livrar de dívidas ou até preventivamente para que não caiam na mão dos juros altíssimos dos banqueiros e agiotas. É obrigatório a apresentação de fiador. Analisaremos o crédito de forma profissional como um banco faz e se o cash-flow proposto é compatível com sua renda. Haverá total confidencialidade tanto de quem investe quanto de quem toma os recursos. Diferente dos projetos assistencialistas que são extremamente importantes também precisamos de algo preventivo, que dê a dignidade do ser humano se reerguer por conta própria.

P - Qual a estrutura que foi montada ?
R - O veículo foi montado pelo Boris Lerner, os contratos feitos pela Camila Goldberg Cavalcanti do Barbosa, Mussnich & Aragão com apoio do Chaim Zalvberg e o Roberto Haddad nos conseguiu algo importantíssimo que foi a auditoria da KPMG trimestralmente, além de diversos outros profissionais em outras áreas que nos ajudaram. E todos de forma voluntária. Acredito que nenhuma instituição judaica da América Latina tenha este tipo de governance, o projeto atrasou um pouco justamente para que ele possa estar 100% aprovado pelo Ministério da Justiça, sem estas condições nenhum de nós trabalharia, foi exigência de todo o comitê executivo. O presidente e sua diretoria terão cargo de 2 anos com direito a apenas uma reeleição, pois no futuro o Guemach tem que voar sozinho.
P - Quem apoiou o projeto ?
R - Além de todos os sócios fundadores que aportaram recursos num projeto greenfield no meio da maior crise da nossa geração, tivemos o apoio no primeiro instante da FIERJ e num segundo momento da Rua Judaica e do Alef.
P - Como fazer para doar ou pegar empréstimo no Guemach ?
R - Para doar a este projeto é só acessar www.guemach-lardaesperanca.org.br/fundadores e para pegar empréstimo no site www.guemach-lardaesperanca.org.br ou pelo telefone 9510-2627 com Ian ou pelo email guemach@guemach-lardaepseranca.com.br.
|
|
|
 |
| |
Mulheres Solteiras e a Procriação

O rabino Menachem Burstein, que é diretor da organização judaica para a fertilidade do ‘Instituto Puah’ afirmou que "não há uma autoridade rabínica religiosa no mundo que permita uma mulher solteira de dar à luz". Falando durante um evento no Colégio Académico Ono, o rabino Burstein informou que o rabino Yuval Cherlow reconsiderou uma aprovação dada no passado para uma mulher sozinha que se aproximava dos 40 anos para engravidar através de uma doação de esperma. "O rabi Cherlow disse que iria voltar atrás da sua decisão se o rabino Aharon Lichtenstein lhe dissesse para fazer isso, e ele a reconsiderou" afirmou o Rabino Burstein. O rabino Cherlow, no entanto, se recusou a confirmar ou negar esta afirmação. "Aqueles que querem saber a minha opinião sobre este tema devem se dirigir à mim" disse ele à Ynet. O rabino Burstein falou durante uma conferência sob o título "Paternidade, a qualquer custo?" O rabino apresentou o problema haláquico da doação de esperma para uma mulher sozinha. "Todos os esforços que estamos fazendo para tratamentos de inseminação se destinam para a formação de uma família, e neste caso a estrutura da família está prejudicada" disse ele. "O judaísmo não permite que a felicidade de uma pessoa seja feita em detrimento de outra, e foi comprovado que uma criança nascida de uma mulher solteira através da fecundação in vitro sofre muito". O Rabino Burstein acrescentou que sua instituição estava lidando atualmente com a questão do casamento entre homossexuais e lésbicas.

A conferência foi organizada pelo Dr. Gil Segal, que é diretor do Centro para o Direito Sanitário e Bioética do Colégio Académico Ono. Segal observou que Israel tem "o poder da fertilidade e é líder global no nascimento de filhos biológicos". Ele falou sobre o atual estado de coisas, dizendo que a adoção em Israel seria uma última opção, e que o Estado judeu se encontrava na quarta posição mundial em relação à inseminação artificial. Ele no entanto observou que existiria uma tendência para se procurar o "filho perfeito" e que 98% dos pedidos de aborto eram aprovados, com diversas razões para este ato que incluiriam vários defeitos não-fundamentais.
|
|
|
 |
| |
“DICIONÁRIO LULA” DE ALI KAMEL


Ali Kamel, jornalista, trabalhou em rádio, jornal e revista. Hoje, trabalha na TV Globo. É autor dos livros Não somos racistas e Sobre o Islã – A afinidade entre muçulmanos, judeus e cristãos e as origens do terrorismo, ambos publicados pela Editora Nova Fronteira.
Um Lula surpreendente, para adeptos e opositores, é o que emerge do novo livro do jornalista Ali Kamel, Dicionário Lula, um presidente exposto por suas próprias palavras, lançamento da Editora Nova Fronteira. Utilizando de forma inédita um método de análise de conteúdo, Kamel pesquisou todos os discursos do presidente improvisados no todo ou em parte, todas as suas entrevistas e todos os programas “Café com o Presidente” nos períodos de janeiro de 2003 a maio de 2008 e de setembro de 2008 a março de 2009. O volume é impressionante, mais de três milhões de palavras em 1554 textos, material suficiente para publicação de artigos diários, de domingo a domingo, por 13 anos e meio. Com a ajuda de dois softwares, um criado especialmente para o livro, Kamel pôde analisar que palavras Lula mais utiliza, de que forma e em que quantidade, com precisão matemática. A partir disso, o autor desdobrou o livro em duas partes.

A primeira é uma análise de Lula com base em suas próprias palavras. Como o autor diz no livro: “Lula é coerente ao longo do tempo? Lula tem, sobre um mesmo tema, ideias opostas dependendo do público para quem está discursando? Ele se sente confortável diante do capitalismo ou se mostra como um socialista de carteirinha? Em que se apoiam as suas opiniões, avaliações, conceitos, conclusões, afirmativas, certezas? Ou ainda: há alguma base de onde tudo isso parte? Quais são as suas formas de construir um discurso e de comunicar esse mesmo discurso?”A meta do autor, portanto, foi mostrar o que Lula diz, como diz e, em alguns casos, quando isso foi possível, por que diz, para que, por meio de suas palavras, um primeiro esboço do homem público pudesse surgir.
A segunda parte do livro é o dicionário propriamente dito: tratou-se de sistematizar em verbetes os conceitos que Lula vem emitindo sobre uma variedade de temas desde que tomou posse em 2003: o que ele diz sobre a vida, sobre os temas que tomam o noticiário, como ele lida com conceitos como família, filhos, democracia, fome, eleições, aborto e tantos outros. Para cada verbete, há uma definição mais geral seguida de um número variado de subverbetes, todos eles com a indicação da data em que o discurso foi proferido, o local e a ocasião. A intenção é que, ao fim da leitura do verbete e dos subverbetes, o leitor tenha a sensação de que leu um pequeno artigo sobre o tema, que vai do geral ao específico. A respeito da estrutura do dicionário, o autor comenta no livro:

“O leitor se dará conta de que poderá ler o livro abrindo-o em qualquer verbete: ali encontrará sempre uma estrutura fechada sobre algum tema e, dele, poderá partir para qualquer outro. Um bom início talvez seja o verbete “Lula”, uma autobiografia de 25 páginas, cujo início é a infância pobre, e o final, o que ele antevê como o seu futuro: à luz deste, será mais fácil ver nos outros verbetes as sutilezas contidas nas entrelinhas, quase sempre determinadas pela história de vida do presidente.” Tais verbetes, diz o autor, trazem informações que não chegam ao conhecimento do grande público, apesar da frequência com que Lula discursa. O autor explica: “Embora cotidianos, os discursos e entrevistas de Lula chegam ao noticiário de modo fragmentado, o destaque indo apenas para a pequena parte com relevância jornalística e, às vezes, dado o excesso, nem mesmo isso. Os assessores próximos e repórteres setoristas são os únicos a ouvi-lo sempre, não se sabe com que nível de atenção. Para o cidadão comum, porém, é literalmente impossível ter uma noção de conjunto sobre o que diz o presidente: em todos nós, o que fica é uma impressão difusa e, mesmo assim, restrita aos assuntos mais constantemente abordados. Uma situação como essa torna difícil fazer emergir um Lula mais próximo do real, e a consequência disso é que a maior parte das pessoas, ao analisá-lo, lida com preconceitos (palavra que uso aqui em seu sentido literal, de ideia preconcebida).”
|
|
|
 |
| |
LIBERTADO ASSASSINO DE 270 INOCENTES

Fernando Bisker – Exclusivo Para Rua Judaica - Direto de Miami

Um acontecimento triste, mas que muitos não percebem o tamanho do absurdo. O terrorista responsável em colocar a bomba em uma mala no avião da Pan Am que explodiu na Escócia em 1998 - Caso Lockerbie - foi solto e voltou para a Líbia, sendo recebido com festa por milhares de pessoas. Alguns dos absurdos:
1) O terrorista, com câncer terminal, foi solto para morrer em casa, com dignidade, embora tenha sido o responsável pelas mortes trágicas e sem dignidade de 270 pessoas, desintegrados em uma explosão, deixando viúvas, órfãos e etc...
2) O próprio governo da Líbia, do Kadafi, que se diz agora homem do bem, que tentou mostrar ao mundo que já “fuma o charuto da paz”, organizou um grupo com centenas de pessoas para esperar na pista do aeroporto com bandeirinhas, músicas e festas o assassino Abdelbeset Ali Mohmed al Megrahi , que logo apareceu em entrevistas para a TV e festas comemorativas. A felicidade é tanta, que o governo teve que ajudar a organizar a bela recepção, digna de seleção após ganhar uma copa do mundo.

3) O mesmo aconteceu quando Israel, para receber os corpos dos soldados assassinados pelo Hizbollah, soltou o terrorista Samir Kuntar, que havia morto diversas pessoas à queima roupa, entre elas 4 crianças . Também foi recebido cor festa por milhares de pessoas que ficaram dançando freneticamente durante horas sem fim.
4) No atentado de 11 de setembro de 2001, onde milhares de pessoas foram assassinadas de forma cruel nos EUA, houve festas na Cisjordânia e em Gaza. Veja este vídeo, que nunca voltou a ser divulgado, por questões políticas. Trata-se do Jornal Nacional do dia 21 de setembro. Assistam até o primeiro minuto e vejam quanta comemoração e festejo no pior atentado da história. http://www.youtube.com/watch?v=KflUSoIxZc8
Quando o povo judeu saiu do Egito, após centenas de anos de escravidão, o povo quis cantar enquanto o Mar Vermelho se fechava e afogava os Egípcios, que durante anos torturaram e mataram os escravos judeus. Deus não permitiu que os judeus comemorassem, pedindo ao povo para ficar triste pelo fato de seres humanos terem chegado à um nível tão baixo.
Nos casos que lembramos acima é o contrário, não estão comemorando a morte de pessoas que fizeram o mal para a Humanidade, como por exemplo, comemorar a morte de Saddam Hussein, ou até mesmo a futura morte do Bin Laden. Estão comemorando a libertação de assassinos, ou comemorando a morte de milhares de pessoas nas Torres Gêmeas.
Quem comemora a desgraça dos outros, ou vibra pela libertação de terroristas e assassinos, iguala seus atos aos mesmos.
Esperamos que possamos comemorar somente aquilo que realmente deve ser comemorado...
|
|
|
 |
| |
MATANÇA EM GAZA

A calma voltou à Faixa de Gaza após um final de semana(15/8) de violência que custou a vida de 28 pessoas. Foi realizado o último dos funerais dos combatentes do ‘Jund Ansar Allah’ mortos na repressão pela organização do Hamas. Este episódio demonstrou o controle rígido que o Hamas mantém sobre a Faixa de Gaza. Os eventos ressaltam um fenômeno que é pouco conhecido, e que ocorre na Faixa de Gaza e em menor grau na Cisjordânia – que é o crescimento do estilo de islamismo Salafi, da al-Qaeda, em parte da população palestina. O Jund Ansar Allah não surgiu de repente, ou é resultado de um vácuo, e a sua derrota não significa o final desta questão. Quem são os Salafis? Salafiyya é uma tendência extrema do islamismo sunita. Os salafis afirmam que qualquer um que não consegue manter e defender qualquer aspecto da Sharia não é um muçulmano e deverá ser considerado como um kufar (não-muçulmano). Jihadistas Salafis consideram que cabe aos muçulmanos lutarem e deporem todos os governos controlados por kufars. Um grande número de pequenos grupos armados Salafi existe na Faixa de Gaza, dos quais o Jund Ansar é um deles. Estes grupos fazem parte de uma sub-cultura mais ampla e que comanda a fidelidade de pelo menos 50.000 pessoas, e provavelmente muitos mais. O estilo talibã de vestir adotado pelos que apóiam o salafismo está se tornando cada vez mais aparente em Gaza. Existem dois principais modos de atividades salafistas em Gaza – que são - al-Salafiya Da'awiya - isto é, o salafismo civil, que atua no trabalho missionário e na pregação, e o al-Salafiya Jihadiya, do qual a al-Qaeda é o ramo mais conhecido em todo o mundo, e que está empenhado em ações violentas.

Não há uma divisão hermética entre esses dois modos. Pelo contrário, a atividade da primeira é a porta de entrada para a posterior participação na militância, e o trabalho missionário constrói uma base de apoio na sociedade que é essencial para o êxito das ações militares. As atividades dos Salafis são bem-financiadas, com dinheiro que vem do Golfo. Conforme uma fonte informou "milhões de petrodólares chegam a cada mês". O leque dos grupos armados Salafi incluem o Jaish al-Islam (Exército do Islã), Al-Saif al-Haq Islamiyya (Espadas da Justiça Islâmica), Jaish al-umma (Exército da Nação) e o Jaljalat (O Trovão) que é formado por ex-combatentes e desafetos do Hamas que atuaram no período do cessar-fogo, em Junho de 2008. A Jund Ansar Allah que foi fundada em novembro de 2008, surgiu a partir deste meio. Desde que o Hamas tomou o poder em Gaza, os Salafis se envolveram em numerosos atos de violência contra pessoas e instituições que acreditam serem ‘kufar’, e que incluíram ataques contra cafés de Internet, livrarias, salões de beleza e instituições que representam a pequena comunidade cristã local. Jovens mulheres e homens suspeitos de envolvimento em comportamento "imoral" foram assassinados. As autoridades do Hamas oficialmente se opõem contra tal comportamento, mas pouco fazem para impedir ou diminuí-lo. O Hamas, porém, estabelece um limite nas atividades que poderiam desafiar a sua própria autoridade ou o direito de comando. A supressão do Jund Ansar Allah aconteceu depois que o seu líder denunciou o Hamas como sendo ‘kufar’ e proclamaram a criação de um Emirado Islâmico em Gaza. Atraiu bastante a atenção a rapidez e a brutalidade do Hamas por sua ação logo em seguida. Mas esta não foi a primeira vez que os governantes de Gaza deixaram claro para o Salafis que têm que respeitar os limites estabelecidos por eles. A mesquita de al-Albani Jabalya, por exemplo, foi invadida no dia 17 de maio de 2008 pela Força Executiva do Hamas. Trinta homens e mulheres foram atingidos no ataque. O imã da mesquita havia proferido naquela tarde um sermão considerado insultuoso e ridicularizando o Hamas.
|
|
|
 |
| |
Problemas no Hapoalim

O tratamento no Banco Hapoalim, no qual o seu presidente foi forçado a deixar o cargo, salvou o banco de um potencial risco de instabilidade, declarou na terça-feira passada Rony Hizkiyahu, que é o Supervisor de Bancos. "O nosso propósito é o de proteger a estabilidade do banco e as poupanças do público", afirmou ele numa conferência à imprensa em Jerusalém. "Este tratamento no Banco Hapoalim evitou qualquer possível risco de instabilidade, embora o banco nunca estivesse numa situação que ameaçasse a sua estabilidade". A demissão de Zvi Ziv, que era o presidente executivo do Banco Hapoalim, em março, foi o catalisador dos controversos embates de poder entre Hizkiyahu, o Governador do Banco de Israel Stanley Fischer e a acionista controladora do Banco Hapoalim - Shari Arison. O anúncio do afastamento de Ziv, que foi causado por desavenças com o presidente do Hapoalim, Dan Dankner, sobre o futuro do banco, aconteceu apenas um dia antes da divulgação do relatório financeiro do Banco para 2008.

Hizkiyahu criticou duramente a forma como o Conselho de administração do Hapoalim tratou a saída de Ziv e a sua súbita decisão de renunciar ao seu cargo, e a nomeação de Zion Keinan como seu substituto. Hizkiyahu inicialmente se recusou a aprovar a nomeação de Keinan e ordenou que o banco nomeasse uma comissão para a procura de um novo executivo. "O processo da nomeação do novo presidente executivo quebrou todas as regras de governança corporativa" disse Hizkiyahu. "Não poderíamos simplesmente ficar sentados e nada fazer. Achamos que era necessário intervir e analisar a forma de como o conselho de administração do banco tratou a saída do presidente executivo e do seu substituto". Além disso, o Banco Central exigiu que Dankner fosse afastado e que a contrariada Arison finalmente concordou em fazer no início de junho. Arison disse que foi informada que Dankner foi forçado a se demitir. Ela também entregou vários documentos ao Controlador do Estado Micha Lindenstrauss e reclamou sobre o papel de Fischer. "Se perguntarem se Arison recebeu informações, a resposta é sim", disse Hizkiyahu. "Se vocês perguntarem se ela recebeu todas as informações, a resposta é não. Nós dissemos-lhe o necessário e nos reservamos o direito de aplicar a censura sobre o que revelamos". |
|
|
 |
| |
 |
|
Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
|
J STREET
A organização J Street foi estabelecida em abril de 2008 pelo bilionário George Soros, que alguns meses depois “cortou os seus vínculos” (mas deixou na diretoria vários membros ligados a outras organizações financiadas por ele) a fim de “evitar que a associação com o seu nome impactasse negativamente”. J Street se autoproclama “o braço político do movimento pró-Israel e pró-paz”, cuja missão declarada é “promover uma liderança americana significativa [que ponha] fim aos conflitos árabe-israelenses ... pacífica e diplomaticamente”. Ela “apóia soluções diplomáticas ao invés de militares, inclusive com relação ao Irã”, e “uma nova direção para a política americana no Oriente Médio”. O seu modus operandi é divulgar enquetes demonstrando para os membros do congresso a extensão “do apoio das posições [dela] por parte dos eleitores [judeus]”.

|
| |
Em julho de 2008 a J Street publicou a sua primeira pesquisa, concluindo que “a imensa maioria dos judeus americanos é a favor de esforços agressivos para alcançar a paz e apóia um papel ativo dos EUA em ajudar israelenses e árabes a solucionar o conflito – memso que isso acarrete em declarar publicamente os desacordos americanos com as partes ou exercer pressão sobre ambas as partes a fim de que façam as concessões necessárias para a paz”. Na prática, a mudança que a J Street vem preconizando é que o governo americano exponha abertamente as suas divergências com o de Israel e que imponha um acordo de paz. Taticamente, ela vem procurando demonstrar que o lobby pró-Israel AIPAC não representa as verdadeiras posições dos judeus americanos.

Vários comentaristas expuseram as distorções metodológicas da J Street. Por exemplo, numa das perguntas a pesquisa ofereceu duas opções: (1) Israel não pode depender de acordos de paz com seus inimigos para proporcionar segurança, e a longo prazo só pode alcançar segurança real mantendo sua superioridade militar, ou (2) Israel deve sempre manter um exército forte, mas a longo prazo só pode alcançar segurança real através de acordos de paz que põem fim aos conflitos e estabelecem fronteiras reconhecidas internacionalmente. A maioria (49X34%) escolheu a opção 2, mas na verdade ela contém duas opções (força + acordo), enquanto a 1 apenas uma (força). Qual seria a resposta se as opções fossem somente acordo X força? Apesar do compromisso da J Street de divulgar “as verdadeiras posições dos judeus americanos”, quando 56% se disseram contra a “inclusão dos bairros palestinos num futuro estado palestino, mesmo em troca de uma paz total ... com os palestinos e o mundo árabe”, o seu press release excluiu essa informação. Mais ainda, a segunda pesquisa divulgada em março de 2009 repetiu quase todas as perguntas da anterior, mas não, aparentemente, a sobre Jerusalem. Outra resposta ignorada foi a de que apenas 9% dos questionados concordaram fortemente com a posição pública da J Street contra a recente operação militar em Gaza. Até mesmo o Rabino Yoffie, líder do movimento reformista e um crítico frequente do governo de Israel, escreveu que “a J Street foi incapaz de fazer uma distinção moral entre as ações do Hamas e outros ... que lançaram mais de 5.000 mísseis e morteiros contras civis israelenses ... e a reposta [militar] longamente adiada de Israel”.
Algumas verdades desconfortáveis vem sendo reveladas recentemente. A firma que realizou as enquetes pertence a um ex-vice-presidente da J Street – ou seja, esta não apenas encomenda a pesquisa, mas escreve e faz as perguntas, analisa e promove os resultados. E de acordo com documentos oficiais do governo americano, a J Street recebe dezenas de milhares de dólares de árabes e muçulmanos americanos, indivíduos ligados a organizações que defendem causas palestinas e iranianas, e alguns funcionários do Departamento de Estado reconhecidamente pró-árabes. Não é surpresa que alguns afirmem que o J de J Street representa Jihad...
|
|
|
|
 |
| |
INFORME PUBLICITÁRIO


Vendemos itens judaicos super modernos, originais e de excelente qualidade para os Chagim. A propósito, a grande maioria dos nossos produtos são inclusive fabricados em Israel! Oferecemos worldwide shipping, entregas internacionais, fundamental para a comunidade brasileira que não tem facilidade de acesso a mercadorias judaicas. Vale conferir nossos produtos para todas as ocasiões! Vendemos desde mezuzot, menorahs, caixas de tzedakah, copos de kiddush, bandejas para challah e matzah, velas de havdalah, mãos de hamsa, pinturas e livros. Direção de Danielle e Daniel Kahane.
www.modernjewishhome.com
Modern Jewish Home, LLC
|
|
|
 |
| |
Turismo em Tel Aviv

Durante anos, Tel Aviv foi um segredo guardado por viajantes que procuravam uma alternativa de destino de férias que era mais vibrante que as caras cidades turísticas da bacia do Mediterrâneo. Mesmo quando fazendo turismo em Israel, os visitantes tendem a se ater nos tradicionais lugares como Jerusalém, Tiberíades, Safed e Eilat. Atualmente é difícil ignorar a elegante metrópole - e, o recente ‘Visit Tel Aviv – Yago Guide’ publicado pela Associação de Turismo de Tel Aviv-Yafo se destina para o turismo baseado na cidade que nunca dorme.

Este livro de formato de bolso em inglês foi especificamente destinado para explorar a área Tel Aviv, tanto para o visitante que a visita pela primeira vez como para o entusiasta da cidade. Os turistas podem navegar os seus próprios caminhos através das verdes avenidas da cidade, cafés chiques, boutiques elegantes, sua rica vida cultural e a vibrante vida noturna com todas as informações que precisam para descobrir os segredos da mística Tel Aviv. Eti Gargir, que é diretora-geral da associação, disse que tinha procurado por um livro guia dedicado para a capital comercial e cultural do país. "Mas fiquei surpresa quando verifiquei que não havia nada disponível para os turistas e que fosse específico para Tel Aviv" disse ela ao Jerusalém Post. "Então, nós criamos um guia completo em língua inglesa para os turistas de todo o mundo. O livro divide Tel Aviv-Jaffa em cinco áreas distintas - Norte, Centro da Cidade, o Coração, o Sul e Jaffa, com mapas, endereços, sites de informação e números de telefone, e cada secção é ilustrada por fotografias e uma breve introdução para cada "área" de Tel Aviv. Desta forma o visitante pode programar a sua visita de Tel Aviv de uma forma organizada - rua por rua, museu por museu, locais para estacionamento, café por café. |
|
|
 |
| |
Criminosos podem falsificar o DNA

A possibilidade de que criminosos inteligentes possam falsificar o DNA de amostras de sangue e saliva para incriminarem ou inocentarem suspeitos foi demonstrada por cientistas do Instituto de Ciências Weizmann em Rehovot e pela Divisão de Identificação de Ciências Forenses da Polícia de Israel. Os Dr. Dan Frumkin, Dr. Adam Wasserstrom, Ariane Davidson e Arnon Grafit acabam de publicar um artigo de alerta na ‘FSI Genetics (Forensic Science International’, que é parte do prestigioso grupo de publicações da Elsevier, ‘Genetics’). A notícia de que o "padrão básico" da prova nos processos penais poderia ser fabricado despertou muito interesse no mundo inteiro, depois de ter sido publicada no The New York Times e transmitida pela TV pela CBS. De acordo com esse artigo Frumkin e seus colegas foram capazes de fabricarem amostras biológicas contendo DNA e - utilizando o acesso a perfis de DNA de um banco de dados genéticos – de construírem uma amostra de DNA que corresponderia a um perfil único, apesar de não receberem qualquer material biológico da pessoa a quem pertenceria o perfil. Os autores informaram que uma pessoa não precisaria ser um perito em medicina legal para fazer isso, mas somente ter estudado alguns anos numa faculdade de biologia. Como resultado desta técnica os advogados e os tribunais poderiam se considerar incapazes de afirmar em casos de estupro, assassinato ou outros crimes contra um suspeito cujas amostras do DNA foram deixadas na cena de um crime ou em suas vítimas.

No entanto, isso não tornaria desnecessário que os testes de amostras do DNA fossem utilizados como método de identificação de criminosos, afirmaram os pesquisadores israelenses. Eles desenvolveram um teste para autenticar os resultados através da distinção entre o DNA natural e o artificial com base na "análise de metilação" de certos pontos do DNA natural e que foi utilizado com sucesso em amostras naturais e artificiais de sangue, saliva e de superfícies tocadas pelos suspeitos. Eles concluíram que seria necessário que os investigadores adotassem um teste de autenticação das amostras biológicas das cenas do crime, ou das vítimas para manter em alta a credibilidade da prova do DNA no sistema judicial. O Prof. Ephrat Levy-Lahad, chefe do instituto de genética médica do Centro Médico Shaare Zedek em Jerusalém declarou ao jornal ‘The Jerusalem Post’ que os criminosos, com tais intenções poderiam ser capazes de fazerem isso com a tecnologia existente e com algum conhecimento de genética. "Eles necessitariam ter acesso a equipamentos que realizam reações em cadeia da ‘polimerase (PCR)’ para ampliar o DNA. Devido ao desenvolvimento da técnica da amplificação de todo o genoma (‘Whole Genoma Amplification = WGA’) que já existe há vários anos, ao invés de analisar apenas uma parte específica do genoma de um indivíduo, isto é possível, mas eu não ouvi falar de crimes cometidos com a PCR" informou Levy-Lahad.
|
|
|
 |
| |
Os Irmãos Klein de Boro Park

Judith Klein – Budapeste – Exclusivo para Rua Judaica.
Estou em Nova York, e o motivo da minha viagem foi participar da Assembléia Anual da Diretoria da Claims Conference (Organismo que representa todos os pleitos materiais contra a Alemanha da Era do Holocausto). Num dos meus dias de folga, fui até o bairro conhecido como “Boro Park”, no Brooklin.

Um “Shtetl” chamado “Boro Park”
Lá, como num “Shtetl” da era moderna, vivem cerca de 100 mil judeus. Famílias numerosas que são, têm, desde 1990, autorização especial da Prefeitura para adequarem as casas às suas necessidades especiais. Por trás de fachadas discretas, em alguns lotes, a taxa de ocupação do terreno chega a 65%.

Uma “mezuzá” em cada umbral
Na próspera 13th Avenue do Brooklin, para onde afluem judeus ortodoxos de outros bairros, outras cidades, outros estados, e até mesmo de outros países em busca produtos “kasher”, o “The Avenue Plaza Hotel” é um dos poucos que atende às necessidades religiosas da população. Agências da maioria dos grandes bancos têm nela presença garantida, e a crise econômica de que todos falam parece não ter afetado visivelmente a vida em Boro Park. Por um acaso, fui parar num restaurante de cozinha húngara, de frente à Klein’s Pharmacy, de propriedade dos húngaros irmãos Klein.

Os irmãos Yossef e Gabriel Klein
Tokaj, lugar conhecido pelos excelentes vinhos que produz, serviu de palco para o casamento dos seus pais. O pai, que saiu de Sátoraljaújhely para se casar, é parente do sábio Rabino Moses Teitelbaum, cujo túmulo é marco histórico na cidade. No início do século XX, cerca de um terço (4500) da população da cidade (13000) era constituída de judeus, e abrigava um dos maiores cemitérios de judeus “Hassidim” da Hungria. Deve-se ao trabalho dos “Hassidim” desta região a disseminação dos produtos vinícolas mais conhecidos da Hungria para o mundo.

Em 1950, já com o menino Yossef e sua irmã, a família se mudou para Budapeste, onde nasceu o caçula Gabriel. Freqüentaram a Escola Pública e a Escola Judaica da Rua Kazinczy. Com o advento da Revolução de 1956 e a abertura das fronteiras, foram para a Áustria de onde, após um curto período de tempo, vieram para os Estados Unidos. Só não foram para Israel por causa de uma das muitas guerras que estavam em curso na época. Os irmãos Klein possuem famílias numerosas, são bastante conhecidos na comunidade, e também conhecem muita gente. Estão informados sobre o que acontece no mundo de hoje e, como seus antepassados, participam ativamente da conservação das tradições judaicas.
|
|
|
 |
| |
DESTAQUES SOCIAIS


O Deputado etíope-israelense Shlomo Molla, trazido ao Brasil pelo KKL, visitou o Congresso Nacional em Brasília. Na foto com Giora Becher, Embaixador de Israel, Edson Santos, Ministro Chefe de Igualdade Racial, Shlomo Molla, Deputado da Knesset, Arieh Edelheit, Representante do KKL no Brasil.

Tendo como inspiração a palavra corrente (sharsheret, em hebraico), o Coral da WIZO apresentou um show irrepreensível no Teatro Folha, no último dia 17 de agosto. Sob a regência da maestrina Sima Halpern e assistência de Abigail Wimer, e com Berta Kramer como diretora do Coral Sharsheret, o original repertório apresentado propôs um passeio por vários estilos da boa música judaica.

A exibição do documentário “Novos Lares”, no auditório Nereu Ramos, na Câmara Federal, sobre os imigrantes judeus do leste europeu que se instalaram em Nilópolis, na Baixada Fluminense (RJ), no início do século passado, contou com a presença do embaixador de Israel, Giora Becher. O filme tem a direção de Radamés Vieira e a produção de Andre Sztajn. Segundo o deputado federal Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), "a projeção foi de grande importância por dois motivos: primeiramente, pela força informativa e emocional do documentário, que registra os fatos históricos relativos à reconstrução da vida dos primeiros imigrantes judeus no Rio de Janeiro e, especialmente, os depoimentos comoventes dos seus descendentes." "Em segundo lugar", complementou Itagiba, "a exibição cinematográfica reforçou a reflexão sobre o tema, como também a iniciativa dos líderes de todos os partidos, que assinaram o meu requerimento encaminhado ao presidente da Câmara, Michel Temer, para que o projeto de lei nº 987, de minha autoria, seja posto em votação, em caráter de urgência."

Iniciou-se no Hillel o primeiro curso de Cabala e espiritualidade judaica com o Rabino Avraham Tzvi Beuthner. Os jovens participantes debateram temas que vão desde historia judaica até os segredos da cabala. Para engrandecer ainda mais o evento, a vice-presidente internacional do Taglit-Birthright, Ada Spitzer prestigiou o encontro de abertura e conversou bastante com o Rabino. No cardápio da conversa, a relação de ambos com a cidade de Tsfat: enquanto o Rabino falava de suas experiencias cabalísticas, Ada contou sobre a política do prefeito de tzfat, seu genro, na cidade da cabala.

No almoço oferecido pelo Cônsul da França no RJ em homenagem ao Festival do Cinema Judaico da FIERJ, Daniel e Marcia Sasson, Radamés Vieira, Osias Wurman, Lilian Nigri Dickstein, o Cônsul geral da França no Brasil Hugues Goisbault, Desembargador Mauro Dickstein, Lea Lozinsky, Brigitte Veye, Claudia e Gerson Hochman, Mauro Wainstok, Jayme e Gilda Salomão. Abaixados André e Françoise Sztajn e Theo e Bianca Najn.


Convite
Lançamento do livro SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE
Quarta-feira 26/ago/2009 as 19h-Arquivo Histórico Judaico Brasileiro – AHJB
Rua Estela Sezefredo, 76 – Pinheiros-São Paulo – SP-www.ahjb.com.br
Traje - Esporte Fino-Militares - O Correspondente-Veteranos - c/bracadeira e condecorações

|
|
|
 |
 |
| |
|
|
 |
| |

RESPOSTA AO SENADOR JOÃO PEDRO DO PT-AM
Ao Senador João Pedro(PT-AM)
(Permito-me repassar este e-mail a todos que receberam seu pronunciamento que me foi enviado hoje)
O Brasil vive um momento bastante delicado, com o Senado numa berlinda. Apesar de meus 60 anos, não me lembro de ter visto tamanha descrença, tamanho desdém e ódio por vocês, políticos, por parte das mais variadas camadas da sociedade. Entendo que isto vem no bojo de muita corrupção, muita "solidariedade entre pares" e muita mentira.
Com seu recente pronunciamento o Sr., talvez inconscientemente, ajuda bastante na desmoralização desta casa. Usa de meias verdades e de deslavadas mentiras para promover a causa Palestina. Na minha simples visão, de um cidadão sem participação política, me parece que com seu pronunciamento o Sr. causa muito mais mal que bem à causa que pretende defender.
Não é verdade que os Palestinos vivam na amargura que o Sr. descreveu. Na verdade o NY Times de hoje mostra uma realidade muito diferente - realidade esta que é "difícil de engulir" por todos os que querem denegrir a imagem de Israel, pois que os notáveis avanços diminuem com força os argumentos daqueles que demonizam Israel - então eles devem "ser escondidos" pois do contrário a beligerância necessária a alguns perde a razão de ser...
Vamos lá ao que se COMPROVA (não são, como em seu discurso, apenas lemas, são FATOS):
a.. Crescimento Econômico: 7%,
b.. Desemprego: em queda
c.. Aumento médio da renda do cidadão: 24%
Onde? Na Cisjordânia que o Sr. visitou! Segundo o FMI, a economia da Cisjordânia floresce depois de décadas de abandono, exatamente durante o período de governo de Yasser Arafat a quem o Sr. tanto elogiou em seu discurso! O FMI disse que a causa foi "a dramática queda na violência e corrupção de sua ex-liderança" - e outros institutos concordam. No ano passado a bolsa subiu 18%, o turismo em Belém subiu 94% (gerando 6000 novos empregos) e o comércio com Israel cresceu 82%. São números impressionantes - ou não? Compare-os por favor com os números da administração de seu partido. ...
A partir de 2008 foram criadas mais de 2000 NOVAS empresas. Alguns daqueles centros de revoltas e batalhas se transformaram em pacíficos Shopping Centers. Atribui-se a políticos Palestinos, educados nos USA, o mérito desta transformação. Entre os nomes mais citados: Salaam Fayyad, Primeiro Ministro.
Graças às novas forças policiais - que concentraram seus esforços na diminuição da violência e do terrorismo - os teatros e cinemas batem recordes de público. A importação de veículos cresceu 40% desde 2008. O Sr. poderia por favor nos dizer quais os esforços feitos em suas viagem para que o Brasil ganhe um pedaço deste mercado? Quantos importadores de veículos o Sr. visitou?
O que o Sr. não falou em seu discurso foi que Israel foi um dos grandes contribuidores para esta tremenda expansão. Tony Blair recentemente disse que o financiamento oferecido por Israel, aliado à diminuição de dezenas de postos de segurança e de bloqueios foi fator primordial neste crescimento. O Sr. também se esqueceu de dizer que Israel eliminou a proibição para que seus cidadãos fizessem compras na Cisjordânia. As antigas proibições se deviam ao alto risco de terrorismo contra pessoas e veículos de Israel. Hoje milhares de Árabes e Judeus de Israel cruzam para o território da Cisjordânia para compras, visitas e lazer, aumentando (em muito) a renda daqueles territórios.
Diversos órgãos de cooperação Palestino-Israelenses têm conseguido grandes feitos nas áreas de agricultura e construção, o que levou, apenas em 2008, a que a Cisjordânia aumentasse sua exportação agrícola em 200%
Mas pessoas de pouca visão - e acho que o Sr. deva sentir-se incluído - preocupam-se demasiadamente com slogans, lemas, linhas territoriais e pensam, por outro lado, muito pouco no ser humano que tem de ganhar para alimentar sua família, educar seus filhos, construir um futuro!
É claro que os Palestinos têm o direito à auto-determinação. É lógico que o estado de beligerância ceifa recursos materiais, intelectuais e principalmente humanos - dos dois lados da fronteira. O Sr. menciona um adolescente Árabe de 16 anos morto em Bani Naim - mas não citou as 22 crianças Judias, de escola primária e secundária, assassinadas em Maalot. Foi esquecimento, seria inoportuno ou apenas má-fé? A resposta é sua - eu só posso intuir...
A idéia de idealizar um lado e demonizar o outro é bem explicada por Goebbels, idealizador da propaganda Nazista. Serve bem para criar simpatizantes por uma causa e ódio ao "inimigo". No entanto não serve NADA para avançar a paz entre os povos, a compreensão mútua e o fim da beligerância. Se o Sr. estivesse realmente interessado nisto, se dedicaria a falar sobre as escolas onde crianças Árabes e Judias estudam juntos, criando pontes de entendimento. Falaria das orquestras onde músicos Árabes e Judeus convivem, se dedicaria um pouco a falar na colaboração sobre técnicas agrícolas que transformaram o Vale do Jordão e a região norte da Cisjordânia em campos verdejantes, produtores de alimentos de alta qualidade, com produtividade superior ao primeiro mundo.
O Sr. também esqueceu de dizer que na outra parte da palestina, Gaza (ou Hamastão), dominado pelos beligerantes terroristas do Hamas, o nível de desemprego chegou a 40%; não disse que todas as plantações mecanizadas oferecidas por Israel quando de lá se retirou foram destruídas para "apagar a época da conquista", o que levou Gaza de exportador de alimentos a importador dependente até para coisas simples como alface e tomate. Se mostrasse isto, seria possível relacionar período de paz e entendimento (que gera progresso) com beligerância (que gera desemprego e estagnação). Mas isto não era vital - seu único objetivo era atacar Israel e suas políticas - nunca criar pontes de entendimento.
Finalizo esta carta com um depoimento pessoal. Viajei a Israel em 31 de maio passado. Sou carioca (residente em SP) e viajo com meu único passaporte, o Brasileiro. Fui EXCELENTEMENTE tratado em Guarulhos, senti-me respeitado e senti até algo como um agradecimento do pessoal da El Al por estar viajando a Israel. O pessoal da El-Al foi fenomenal comigo e com minha mãe, que aos 87 anos necessitava de cadeira de rodas e algum tratamento diferenciado - que lhe foi oferecido prontamente e com um sorriso. Este tratamento se repetiu na saída de Israel.
Creio que quando nossos políticos passarem a usar a verdade em seus pronunciamentos haverá alguma chance de ganharem credibilidade. Enquanto isso, basta andar nas ruas e conversar com empresários e motoristas de taxi, com camelôs e domésticas, com professores e doutores para perceber um sentimento comum sobre vocês...
Marcos Susskind - SP-Capital
Vi o vídeo do teu discurso no Senado sobre Israel e a Palestina e não acreditei q/ uma pessoa c/ um mínimo de acesso à informação e à verdade pode dizer tantas asneiras e mentiras. Que horror! Passei p/ todos os meus amigos o endereço no vídeo p/ q/ também se indignem e tomem conhecimento q/ anti-semita ...... que tu és. Bom, sendo do PT, não admira: um partido de ....... manipuladores, ...... e MENTIROSOS. http://www.senado.gov.br/tv/noticias/sexta/tv_video.asp?nome=PL070809_04
Marília Levacov
Não Bastasse o tão baixo nível que acompanhamos no Senado Brasileiro esta semana, o senador João Pedro do PT joapedro@senador.gov.br fez um longo discurso Anti- Israel falando Asneiras e informações distorcidas da realidade Israel-Palestina, apos regressar de sua viagem a Israel e territorios palestinos certamente subsidiada com o dinheiro do terror. Vejam o Video enquanto consta do painel da TV Senado. Sugiro a quem puder escrever para este Senador desinformado, enviando lhe algumas publicações que possam elucidar a sua mente Antissemita e tão poluída contra Israel.
Salim Levi
ASSUNTOS GERAIS
Apresentei na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal, na manhã desta quarta-feira, um voto em separado contrário ao Projeto de Lei nº 4.760, de 2009, que “autoriza o Poder Executivo a realizar doação à Autoridade Nacional Palestina, para a reconstrução de Gaza, no valor de até R$ 25 milhões de reais, à conta das dotações orçamentárias do Ministério das Relações Exteriores”
Argumentei em meu voto – que após os debates na CCJ acabou não sendo acolhido pelo relator, deputado Paulo Maluf - que era descabida a afirmação de que o valor de R$ 25 milhões se constitui “em montante irrelevante, do ponto de vista orçamentário”. Na sua exposição de motivos, o Poder Executivo alega que a contribuição – que pode ser transformada em doação de alimentos - resultará em “vasto capital político e reconhecimento internacional”.
Ora, se a intenção é doar alimentos, que a doação seja feita em alimentos in natura, por administração dos estoques governamentais.
Expus, também, a declaração feita pelo ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, em dia 17 de junho de 2009, a respeito da queda de arrecadação de impostos nos primeiros meses deste ano que levara o governo a promover um contingenciamento de gastos na ordem de R$ 21,6 bilhões. Ou seja, trata-se de uma doação em meio a um panorama de restrição orçamentária crescente.
Mostrei que o projeto fere os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. Contudo, os meus argumentos foram sobrepostos pelo objetivo governamental de se obter “vasto capital político e reconhecimento internacional”, por meio da referida doação financeira à Autoridade Nacional Palestina.
Deputado Federal Marcelo Itagiba (Leia o blog www.marceloitagiba.com)
Prezado Osias: Ontem de manhã por volta das 8:45 h na Estação Estácio do Metrô -linha 2,entrou junto comigo um cidadão de aparência latina com cerca de 50 anos,vestindo uma camiseta tendo estampada na frente em colorido e letras grandes a palavra Palestina logo abaixo da bandeira deste "Estado" e nas costas havia uma estampa em preto sobre o branco com uma das pontas da Estrêla de David fincando o peito de um homem deitado ao lado de uma suástica,e em baixo escrito FORA ISRAEL DA PALESTINA. Fiquei vendo estas costas da camiseta e uma senhora negra parece ter comentado algo para êle que não escutei e o homem se virou e perguntou o que foi,e a senhora se calou.Quando se virou é que consegui ver a frente da camiseta,e notei que ele segurava um livro com uma grande Estrêla de David na capa,mas não deu para ver o título.Ele se levantou e foi se sentar mais no fundo do vagão,um pouco longe.Apesar disto,ainda consegui tirar 2 fotos,uma ainda de costas e outra de frente mas já sentado no fundo do vagão,onde ficou lendo e folheando o tal livro.A impressão que tive é de que é estrangeiro e estava indo para alguma reunião na baixada,onde outros deveriam estar com a mesma camiseta,ou para algum lugar onde pretendia fazer algum comício. Ele me passou muito medo,e acho que algo mais pode estar acontecendo com algum destes grupos aqui localizados.Como eu desci na Estação Irajá para meu plantão no UPA,não pude seguir viagem investigatória.Envio em anexo as 2 fotos que consegui tirar com meu celular e que podem ser ampliadas para possível identificação do indivíduo.Um abraço,
Dra. R. S.

La compañia GAT Ltda. (Green Advanced Technologies) se especializa en el diseño, ingenieria y produccion de invernaderos y proyectos agricolas. Durante nuestros 30 años de trayectoria en el area, hemos adquirido una vasta experiencia en la programacion y construccion de invernaderos para desarrollo de vegetales, flores y los mas diversos cultivos en todo tipo de climas y paises. Estamos interesados en establecer contacto con empresas en el area agricola a efectos de trabajar en forma mancomunada en paises de America Central y Suamerica. Proponemos alternar fabricacion propia con fabricacion local de una parte de los invernaderos y las casas agricolas a efectos de abaratar costos y ser competitivos en los mercados. Puede contactarnos en las siguientes direcciones de E-mail:
Sr. Amos Sion: amos@agrigat.co.il Sra. Aida: aida@agrigat.co.il
Caro Osias, acabo de abrir o Rua Judaica e estou absolutamente comovida, com a noção de judaísmo, desse jovem novaiorquino, "Benjamin Sternklar Davis".
não há dúvidas: ele entendeu tudo! Shalom
Ana Cecília
Eu apóio incondicionalmente a construção e a expansão dos assentamentos judaicos na Cisjordânia.Afinal,aquela região fez parte de um reino judaico no passado,o Reino de Israel,e é natural que os judeus queiram construir em Yehudah e Shomron,até porque nisto estão envolvidas questões de segurança do Estado de Israel.Achar que o fatah irá abrandar as suas posturas em relação ao Estado judeu caso as construções sejam interrompidas é um equívoco,até porque o objetivo dos árabes muçulmanos é varrer o Estado de Israel do mapa.E lembremos que o grande ídolo de Yasser Arafat foi o mufti,líder islâmico que se aliou ao nazismo.
Alexandre Calina
Pra quem devemos torcer? Pro Hamas ou pra Al-Qaeda?
Salim Shlomo
Acabo de ganhar um site. Quando puderem visitar, é www.miriamhalfim.com.br Abraços para todos,
Miriam Halfin
Vejam este site em português sobre os judeus dos países árabes :
http://www.judeusdospaisesarabes.com.br/index.htm
Stephan Blank
Prezado Osias: No próximo dia 22 de agosto, estarei organizando um encontro sobre Dependênica Química e Corrupção para lideres evangélicos e liderança comunitaria dos bairros de Ponta Negra e Campim Macio (ambos na cidade de Natal-RN). Nesta ocasião abordarei a influência da Geopolitica na vida da população local (no mês de junho falei da Geopolítica das Drogas e as Consequencias da Corrupção para a Sociedade). Gostaria de saber se existem mais dados sobre a reportagem abaixo que possam comprovar a existência das celulas do movimento libanês Hezbollah. Pessoalmente acredito que a possibilidade de ocorrerem movimentos por parte da Venezuela na ajuda a estes grupos para atuação na America Latina, principalmente para realizar atentados a instituições Judaicas e Americanas sejam uma realidade.
Como no evento algumas autoridades poderão estar presentes, caso haja informações mais consistentes, poderei repassar durante o evento. Desejo profícuo sucesso em suas atividades e que Deus abençoe a todos nós!
André Luiz pinho Gadêlha
Antes das elecciones precidenciales americanas, Le decia que confiar no apoio dos democratas, em este caso del entonces candidato Barack Hussein Obama a la causa del pueblo Israeli era equibocado, y muitos Judeos Americanos agora estan viendo q dos "democratas" e seu precidente Barack Hussein Obama, no poden eperar nada bom; Los judeo americanos no percevieron esto. Con el candidato republicano las coisas serian deferentes.Atentamente.
Jose Santos.
Caro senhor Wurman como judeu tenho um desejo enorme de servir ao governo de Israel portanto gostaria de saber do senhor se a possibilidade de poder atuar junto com senhor no consulado de Israel. Cordialmente
Oswaldo Turcato Jr.
|
|
|
| |
| |
Acesse nossas últimas edições: |
|
|
|
| |
Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|