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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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Osias Wurman
Jornalista
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Em janeiro completamos 150 edições da Rua Judaica, sem contar as edições extras.
São cerca de três anos de jornalismo segmentado e criativo, em que alcançamos a liderança em numero de leitores de “digital letter” na comunidade judaico-brasileira, com circulação em 20 países, e com destaque para os 2.500 emails de Israel.
Orgulha-nos o fato de termos alcançado acentuada credibilidade e repercussão, fruto de um trabalho profissional e opinativo dentro dos conceitos de moral e ética judaica.
Nossa organização atingiu o equilíbrio financeiro sem NUNCA ter recebido qualquer tipo de apoio material de instituição judaica ou órgãos oficiais de governos.
TODOS os anúncios que veiculamos de instituições judaicas são absolutamente GRATUITOS.
Somos totalmente independentes para aplaudir ou criticar.
Nossos únicos compromissos são com nossos leitores, anunciantes e com a VERDADE !
Dividimos esta conquista com todos que participam, semanalmente, da elaboração da Rua Judaica e com nossos patrocinadores.
Um forte shalom a todos e muito obrigado.
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COMUNICADO AOS LEITORES

A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer que todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.
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CONVITE COMUNITÁRIO



Importante informar que terão acesso ao evento apenas os convidados que confirmarem presença, pois haverá uma lista de convidados confirmados nas respectivas entradas. O prazo máximo para confirmar sua presença é até hoje, dia 25/1, pelo email - lucianahistori@hotmail.com
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Israel Presta Auxílio Humanitário no Haiti

Jessica Hartelin, uma menina de apenas seis anos de idade não se movia na noite da segunda-feira quando foi levada às pressas ao estádio de Port-au-Prince onde médicos do IsraAID/FIRST tinham montado uma instalação médica. A menininha tinha sido retirada dos escombros seis dias depois que o prédio desabou em cima dela pelo terremoto que sacudiu o capital do Haiti.


Alan Schneider que é membro da equipe médica de emergência do IsraAid e diretor do Centro Mundial da B’nai B’rith em Jerusalém, disse que voluntários locais tinham conseguido puxar a criança para fora e correram para levá-la à equipe israelense para tratamento. Notando a correria das pessoas vindo em direção ao estádio, Schneider rapidamente chamou a sua equipe para dispor de uma das mesas utilizadas para o tratamento dos pacientes com ferimentos menos urgentes.

"Ela estava completamente imóvel, só os seus olhos moviam, olhando as pessoas ao redor de ela" Schneider relatou numa entrevista exclusiva por e-mail para a Israel National News. "Imediatamente ela recebeu duas injeções intravenosas, depois algumas gotas de água através de uma seringa e mais tarde uma bala de caramelo que ela mastigou lentamente" ele continuou. "Ela começou a responder a perguntas e podia mover um pouco as suas pernas quando os médicos e enfermeiras pediram". "Fiquei impressionado quando vi que os rabos de cavalos do seu cabelo preso com elásticos brancos estavam perfeitamente intactos quando foi trazida para nós".
Até sábado à noite, o hospital de campanha de Israel tinha atendido 739 pessoas, efetuado 241 cirurgias e realizado 12 partos.
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Diretor de Cinema Oliver Stone Defende Hitler


O Centro Simon Wiesenthal rebateu as observações feitas pelo diretor Oliver Stone durante uma conferência de imprensa para seu novo documentário sobre a história. Stone disse que "Hitler é um bode expiatório muito fácil para toda a história e tem sido utilizado de forma leviana. Ele é o produto de uma série de ações. É a causa e o efeito". O diretor utiliza a série para expor o que ele chama de mentiras e preconceitos existentes na interpretação convencional da história americana o que incluiria o reexame da história da 2ª Guerra Mundial e apresentar Hitler "num contexto".

"Falar sobre 'colocar Adolf Hitler num contexto' é como colocar o câncer num contexto, em vez de reconhecer o câncer como ele realmente é - uma doença horrível, assim como devemos reconhecer Hitler como a expressão máxima do mal" afirmou o Rabino Marvin Hier, fundador e decano do Centro Wiesenthal. "Oliver Stone tem todo o direito para interpretar a história numa maneira não convencional e não seguir o roteiro de documentários do ‘History Channel’. E sim, é verdade que houve muitos, inclusive corporações americanas, que ajudaram o desenvolvimento desde o início do Terceiro Reich” ele acrescentou.

"Mas profanamos a memória dos milhões que foram assassinados quando tentamos colocar o seu arquiteto num contexto. Nenhuma teoria de causa e efeito poderá justificar um Auschwitz onde seres humanos se degradaram ao conduzir crianças para as câmaras de gás" Hier continuou. "As observações de Oliver Stone só servem para legitimar os revisionistas e aqueles que seriam preparados para marcharem novamente contra os judeus", ele concluiu. O rabino Hier é ganhador de dois Prêmios da Academia para ‘Melhor Documentário’ — o primeiro em 1981 para "Genocíde" e o segundo em 1987 para "The Long Way Home ( O Longo Caminho para Casa)".
O Centro Simon Wiesenthal é uma das maiores organizações internacionais judaicas de Direitos Humanos com mais de 400.000 membros nos Estados Unidos. É uma ONG em agências internacionais incluindo a Organização das Nações Unidas, UNESCO, OSCE, OAS, o Conselho Europeu e o Parlamento Latino Americano (Parlatino).
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Egito Constrói Muro Para Isolar Gaza

Manifestantes libaneses acusaram o presidente do Egito de agir como um agente de Israel pela construção de um muro de aço ao longo da fronteira de Gaza com o seu país. A barreira egípcia poderia privar os que dominam o Hamas em Gaza da sua única linha de suprimentos pelo bloqueio de centenas de túneis utilizados para o contrabando. Cerca de 200 pessoas participaram do protesto realizado perto da embaixada do Egito em Beirute no Líbano. Lá queimaram bandeiras dos EUA e de Israel. Sobre algumas das bandeiras de Israel colocaram a foto de Hosni Mubarak. Os manifestantes também carregavam cartazes que mostravam Mubarak como um agente de Israel, assim como retratos do presidente com uma estrela de David na testa.

O muro de Gaza provocou a ira de muitos árabes e muçulmanos, porém o Egito considera o muro com uma questão de segurança nacional. O líder exilado do Hamas, Khaled Meshaal, foi a Beirute na semana passada e pediu que o Egito parasse a construção da barreira, dizendo que muros são construídos "entre inimigos, e não entre irmãos". Os manifestantes, a maioria deles ativistas de grupos de esquerda, carregavam cartazes com a imagem de Mubarak e as palavras: "Às suas ordens USA". Desde que Israel retirou os colonos dos assentamentos e soldados da Faixa de Gaza em 2005 se acredita que o Hamas intensificou consideravelmente as suas importações de armas e Israel atacou firmemente centenas de túneis sob a fronteira Gaza - Egito a fim de impedir e parar o fluxo de armas. As passagens subterrâneas também representam uma ameaça para o Egito, que está cada vez mais preocupado com um regime islâmico na sua porta que poderia ter repercussões no seu território e ser um incitamento à violência.
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França Quer a Proibição do Véu nas Muçulmanas

O chefe do partido do presidente Nicolas Sarkozy afirmou que quer uma lei para assegurar que mulheres muçulmanas, que usam véus cobrindo o rosto, não consigam obter a nacionalidade francesa. Xavier Bertrand, que é o chefe do partido conservador UMP (‘União por um Movimento Popular’) afirmou que o véu integral "é simplesmente uma prisão para mulheres que o vestem" e que "isso dá motivo para que ninguém acredite" que uma mulher que vista tal véu tenha o desejo de se integrar.

A França está próxima de legislar a proibição dos véus, embora apenas uma pequena minoria das mulheres muçulmanas usa o mesmo. Na semana passada, um parlamentar sênior do UMP apresentou projeto de legislação para a proibição da vestimenta e uma comissão parlamentar formada de políticos da esquerda e direita que tem estudado o assunto durante os últimos seis meses deverá apresentar até ao final do mês relatório sobre se uma lei será necessária. Sarkozy abriu em junho o debate sobre o tema numa reunião especial das duas casas do parlamento, quando disse que véus que cobrem o rosto "não são bem-vindos" na França. Ele reiterou a sua posição na quarta-feira dizendo que o véu integral "é contrário aos nossos valores e contrário aos ideais que temos da dignidade da mulher". Bertrand discursou sobre o assunto durante a saudação de Ano Novo em Nice para os partidários do UMP em Nice. Suas observações foram particularmente ousadas porque ele falou claramente que as mulheres que usam tais véus não devem ser autorizadas a obter a nacionalidade francesa.
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SUÁSTICA NA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-UERJ

Os muros do Teatro Odylo Costa Filho, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), amanheceram pichados com símbolos nazistas e frases racistas. A reitoria da universidade informou que o caso está sob investigação e que recebeu denúncias indicando o autor das pichações. No mesmo dia da descoberta, funcionários apagaram as inscrições. A Uerj foi a primeira universidade pública do País a adotar o sistema de cotas, em 2003. Desde então, assiste a brigas entre estudantes favoráveis e contrários ao sistema.

Em dezembro de 2008, uma discussão sobre racismo acabou na delegacia. Um estudante de Filosofia, branco, acusou integrantes do Grupo Denegrir, formado por negros que defendem a política de cotas, de tê-lo agredido. A confusão aconteceu na saída de uma festa na universidade. O aluno disse que foi cercado e agredido pelo grupo e que outros dois amigos foram ofendidos. Já o Denegrir alegou que os três rapazes brancos gritaram expressões como “poder ariano”, “somos brancos e por isso somos superiores”. Após a confusão, o sistema de cotas dividiu ainda mais as opiniões entre os alunos. Segundo os estudantes, o incidente foi o estopim para a briga ser declarada.
"Há um grupinho racista pichando toda a UERJ com frases de apoio a Hitler há um tempo. Depois apanham e vêm bancar as vítimas. Tinha que ser aluno de Filosofia mesmo, porque os demais estão preocupados em estudar", disse um aluno negro que não quis se identificar. "Também quero direito a cotas e demais apadrinhamentos, pois, definitivamente, negros e mestiços são maioria no país", disparou um estudante branco.
Pichar ofensas racistas é crime e pode dar cadeia. Chegar à autoria das pichações será difícil. Mas caso isso aconteça, o aluno ou alunos que fizeram as inscrições no teatro serão indiciados por injúria racial, que "se baseia na proteção da honra subjetiva, incluindo o respeito dos atributos físicos, intelectuais e morais de cada um". A pena prevista para esse tipo de crime pode chegar a três anos de prisão. Além de responder criminalmente, os alunos também correm o risco de serem expulsos da universidade.
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DEU NA IMPRENSA MAIOR - Judeu causa pânico em avião nos EUA

Um judeu ortodoxo que orava com amuletos tradicionais(tefilim) causou pânico na quinta-feira a bordo de um avião nos Estados Unidos. Temendo um atentado terrorista, o avião foi desviado e obrigado a aterrissar na Filadelfia, disseram fontes de segurança. "Houve um mal-entendido entre a tripulação e um passageiro religioso que levava objetos de culto e rezava em voz alta", disse a AFP uma fonte dos serviços de segurança. O avião da Chautauqua Airlines, que opera para a US Airwais e outras companhias aéreas americanas, decolou pela manhã do aeroporto LaGuardia em Nova York com destino a Louisville (Kentucky).

Depois de o avião decolar, o passageiro religioso começou a colocar no próprio corpo amuletos como caixinhas de couro que guardam fragmentos das escrituras sagradas judaicas. Conforme a tradição hebraica, que para os ortodoxos é uma prática cotidiana, uma das correntes é atada no braço e outra sobre a cabeça, deixando uma caixinha na testa. "A tripulação considerou que suas ações e esses objetos eram suspeitos e decidiu desviar o avião para a Filadelfia", disse a fonte dos serviços de segurança. O avião foi obrigado a aterrissar às 08:50 (hora local) na Filadelfia, onde as autoridades constataram que se tratava de um mal-entendido.
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FUNKEIRO CARIOCA É SUCESSO EM ISRAEL

O jornal O Globo, do sábado passado, dedicou uma página em seu caderno Prosa e Verso ao funkeiro carioca MC Sapinho, nome artístico de Sandro Korn, de 29 anos.
Na entrevista, Korn revela que faz cerca de 60 apresentações por mês e é, segundo o jornal, o funkeiro mais popular de Israel.
Um dos trechos mais apreciados de suas músicas é “Na minha casa/ O mal não vai entrar/ Tem a Bíblia e o Alcorão/ E na porta o Mezuzá.”

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O PESO DE SER JUDEU!!!


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Ingleses Proibem Minaretes em Mesquita Gigantesca

Os planos para a construção de uma mesquita gigantesca perto do Estádio Olímpico de Londres, para as Olimpíadas de 2012, desmoronaram depois que as autoridades locais informaram na segunda-feira que o grupo Islâmico deixou de apresentar os planos dentro do prazo para a sua construção. Tablighi Jamaat, um grupo com raízes na Índia, quer a construção de um complexo com espaço para acomodar 12.000 fiéis na parte oriental de Londres e que seria um centro para os competidores e espectadores muçulmanos aos Jogos. Mas o grupo perdeu o prazo este mês para formalmente apresentar os planos as autoridade locais de Londres, e como resultado foi emitido um aviso para que a mesquita temporária que opera no local cesse suas atividades até quinta-feira.

A intensa campanha anti-minaretes na Suíça.
Houve expressões de desagrado quando o grupo revelou em 2007 seus planos para o local, com 48.000 pessoas pedindo que o governo não autorizasse o seu prosseguimento. O Tablighi Jamaat foi fundado na Índia durante o Raj britânico. Declara-se como apolítico, mas os que se opõem aos planos desta mesquita têm grandes preocupações sobre a interpretação estrita do Islã pelo grupo.
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Líder Muçulmano da Síria Elogia os Judeus

O líder muçulmano máximo da Síria declarou na terça-feira que o Islã manda que seus seguidores protejam o judaísmo, de acordo com a Rádio do Exército. "Se o Profeta Maomé tivesse me perguntado se considerava os cristãos e os judeus como hereges, eu teria considerado o próprio Maomé como um herege", disse o Sheikh Ahmed Hassoun, o Mufti da Síria, foi citado quando falava com uma delegação de acadêmicos americanos que visitavam Damasco.
Hassoun que é o líder da maioria sunita da comunidade muçulmana da Síria também afirmou aos delegados que o Islã era uma religião de paz e acrescentando: "Se Maomé tivesse mandado para que matássemos as pessoas, eu falaria para ele que não era o profeta".
Guerras religiosas é o resultado da infiltração da política nos sistemas da fé, ele disse, perguntando: "Moisés era do Oriente Médio ou de descendência européia? Jesus era protestante ou católico? Maomé era xiita ou sunita"? De acordo com o Mufti, o conflito entre Israel e seus vizinhos árabes não tem nada a ver com uma guerra islâmica contra judaísmo. "Antes de vocês receberem a cidadania americana eu recebi cidadania síria, somos todos irmãos sob a cúpula de Deus" disse ele. “Os judeus viveram pacificamente na Síria e com tratamento justo”, adicionou, explicando que o seu próprio avô teve um sócio judeu. "Judeus viveram na Síria durante anos e eles ainda têm um papel na sociedade síria" afirmou.
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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UM PÚBLICO DIFÍCIL DE AGRADAR
Nos últimos nove anos, o Escritório de Imprensa do Governo de Israel (Government Press Office – GPO) promove um encontro anual, em janeiro, com os jornalistas estrangeiros lotados no país. O convidado de honra do coquetel é sempre o primeiro-ministro da época. Quer dizer, desde 2001, discursaram para os jornalistas Ariel Sharon, Ehud Olmert e Benjamim Netanyahu. A única vez em que o encontro não aconteceu foi em 2009, no ano passado, por causa da guerra na Faixa de Gaza. O conflito só acabou em 18 de janeiro. Mas, mesmo depois, não tinha clima para juntar todos os jornalistas para uma tarde de comes e bebes e um discurso “leve e divertido” do primeiro-ministro.

Este ano, o encontro do GPO aconteceu na quarta-feira passada, no local de sempre: o hotel David Citadel, um dos mais luxuosos e bem situados de Jerusalém, em frente à Cidade Velha. Os jornalistas foram convidados a chegar às 17h30 (ou uma hora antes, caso trouxessem material de filmagem). E, também como sempre, tiveram que esperar um tempão em fila indiana para passar pela equipe de segurança do primeiro-ministro. No salão do coquetel, foram servidos canapés e bebidas por mais de duas horas, o que deixou os jornalistas meio impacientes. No final das contas, os discursos só começaram pouco depois das 19h30.
Primeiro, falou o diretor do GPO, Daniel Seaman, que foi seguido de um filme de 10 minutos sobre Theodor Herzl. Depois, foi a vez do Ministro da Diáspora e da Informação, Yuli Edelstein, que, entre outros pontos, destacou o fato de que o número de jornalistas estrangeiros em Israel caiu muito nos últimos anos. Segundo ele, o motivo principal foi a crise econômica mundial, que obrigou as empresas de comunicação a cortar despesas.

O prato principal, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, só “foi servido” pouco depois das 20h. Netanyahu entrou acompanhado de guarda-costas e foi recebido com uma salva de palmas meio murcha, puxada pelos próprios membros do GPO. Cumprimentou alguns jornalistas e se sentou entre Edelstein e o embaixador de Israel nos Estados Unidos, Michael Oren (o vídeo que fiz da entrada de Bibi no salão do evento pode ser visto no link: http://www.youtube.com/watch?v=iYRNNjf9QGQ).
Finalmente, ele ocupou o pódio e falou por 33 minutos, em seu inglês fluente e sem sotaque (Netanyahu passou boa parte da juventude nos Estados Unidos). O fato de que o público não era “fácil” ficou claro. Jornalistas são um público difícil de agradar, principalmente quando se trata do premier de um país que enfrenta críticas – com ou sem razão – mundo afora. Mas Bibi não se preocupou com isso. Fez um discurso de improviso com mensagens claras: Israel vive atualmente sob três ameaças, a do Irã, a dos mísseis do Hamas e do Hezbollah e a dos efeitos do Relatório Goldstone, que acusou o país de crimes de guerra no conflito em Gaza. Netanyahu também afirmou estar pronto a voltar a negociar a paz com os palestinos, mas acusou a liderança palestina de buscar subterfúgios para evitar a volta dessas negociações.
Ele falou também de Brasil (em resposta a uma pergunta de um jornalista brasileiro). Criticou a visita do presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad ao país e o recente comentário do chanceler Celso Amorim de que não excluiria negociar com o grupo radical Hamas caso isso pudesse ajudar no processo de paz. “Não negociem com o Hamas e não convidem o Ahmadinejad. Não é uma boa idéia para a paz”, afirmou, sem meias palavras.
Netanyahu prometeu voltar no encontro do GPO de 2011. Mas, como se sabe, a política israelense é uma caixinha de surpresas. O coquetel do ano que vem deve acontecer de novo no David Citadel. Os canapés e bebidas serão parecidos e a fila para entrar, a mesma. Mas o palestrante principal pode ter outro nome.
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LEILOEIRO BRASILEIRO NO LIVRO GUINESS WORLD RECORDS



O link do Guiness:
http://community.guinnessworldrecords.com/Most-items-
auctioned-in-24-hours/blog/1744523/7691.html |
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COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA


Em 2007, o governo federal instituiu o dia 21 de Janeiro como dia nacional de combate à intolerância religiosa. Desde então tal data é celebrada por todo país em atos da sociedade civil organizada. Este ano, o ato no Rio de Janeiro foi realizado na Cinelândia e contou com a participação de representantes de diversas comunidades religiosas que passaram o dia conversando com a população sobre cada religião. A comunidade judaica foi representada pelo Hillel e pela Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro. Jovens do Hillel levaram à praça o Projeto da Coexistência emúsicas judaicas.
O ponto alto do dia foi a apresentação de danças típicas judaicas sobre um palco armado em frente à Câmara Municipal. Ao som de Hava Naguila e Eveinu Shalom Aleichem, jovens do Hillel contagiaram o público e transformaram a Cinelândia em uma verdadeira festa judaica onde judeus, muçulmanos,católicos, protestantes e representantes de cultos Afro se congregaram dançando “Hoira” em diversas rodas celebrando a democracia e lutando contra a intolerância religiosa.

Importante notar que, do palco central do evento, vários representantes relacionaram o Dia de Combate a Intolerância religiosa, 21 de Janeiro, ao Dia Mundial de Lembrança das Vítimas do Holocausto. Sob aplausos, Michel Gherman, diretor Acadêmico do Hillel Rio afirmou: “A estrada de Intolerância levou a Humanidade à Auschwitz, devemos nos comprometer a fazer o caminho contrário ao de Auschwitz lutando contra qualquer forma de Intolerância.” Ivanir dos Santos, representante da Comissão Estadual de Combate a Intolerância religiosa, ainda reafirmou tal perspectiva ao afirmar: “Negar o Holocausto é Negar a escravidão no Brasil. Estamos comprometidos com essa memória”.
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Ministro da Defesa, Nelson Jobim, visita Israel

O Ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim, está em visita oficial a Israel até o dia 27 de janeiro de 2010, e segue em resposta a convite feito pelo Ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak. No país, o Ministro teve encontros oficiais com o Presidente de Israel, Shimon Peres, com o Ministro da Defesa de Israel e com a Presidência do Supremo Tribunal de Israel, além de outras audiências oficiais e visitas a empresas israelenses de alta tecnologia, com destaque para a industria de aeronaves não tripuladas.

Na ocasião da visita, o Ministro marcará presença no Seminário de Segurança Pública, oferecido pelo Governo de Israel aos Secretários de Segurança Pública Estaduais e Comandantes Gerais das Polícias Militares do Brasil, além de outras autoridades brasileiras.
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CORAL ISRAELITA BRASILEIRO PROCURA PATROCINADORES


O Ministério da Cultura (Minc) aprovou o projeto do Coral Israelita Brasileiro para desenvolvimento de suas atividades visando à preservação da cultura coral judaica, nacional e internacional.
O Coral, que existe há 55 anos, se apresenta cantando em ídish, ladino, hebraico e português. Tradicionalmente se apresenta no Teatro Municipal e na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. Já se apresentou em outras cidades brasileiras e, internacionalmente, em Buenos Aires e Rosário na Argentina, e Jerusalém em Israel.

Os projetos aprovados no âmbito da Lei Rouanet permitem a aplicação de parte do imposto de renda devido, limitado a 6% (pessoas físicas ) e a 4% (pessoas jurídicas). Aceitamos captadores. Para maiores esclarecimentos, contatar Isaac Chapermann - Tels. (21)25412800 ou (21)88734020 - e-mail: icsobrinho@gmail.com
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RECORDAR É VIVER - OS 100 ANOS DE TEL AVIV


Rehov Ben Yehudah(1940) e o Kikar Allemby(1936).

Rehov Dizengoff(1936) e a Rehov Herzl(1935).

Sderot Rotschild(1935) e a praia de Tel Aviv(1935).
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Pesquisadores jovens da Universidade Hebraica são os melhores na Europa


A Universidade Hebraica de Jerusalém iguala a Universidade de Oxford no número de bolsas para iniciação em pesquisa concedidas pelo Conselho Europeu de Pesquisas (CEP) nos últimos dois anos, segundo demonstram os números fornecidos pelo Conselho. Entre todas as universidade da Europa e Israel que foram candidatas para receber as mencionadas ajudas financeiras, tanto a Universidade Hebraica com a de Oxford, com 11 desses subsídios cada uma, entre 2007 e 2009, foram superadas somente pela Universidade de Cambridge – que obteve 12 neste período. As bolsas de iniciação do CEP (ERC em inglês) têm por finalidade prover apoio e sustento a jovens pesquisadores científicos. As 11 bolsas de iniciação para a Universidade Hebraica tem um valor total de 13.720.482 euros. A Universidade Hebraica superou o Instituto de Tecnologia de Israel – Technion, que recebeu 9 bolsas no período de dois anos e ao Instituto Weizmann, que obteve 8 bolsas.

“Isto, efetivamente, coloca a Universidade Hebraica como a segunda melhor universidade da Europa (conjuntamente com Oxford) no que concerne às bolsas de iniciação do CEP”, afirmou o Professor Isaiah Arkin, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Universidade. Este status é a prova da qualidade do material apresentado pelo corpo docente da Universidade Hebraica para as bolsas de pesquisa, ele continua. Além disso, 10 pesquisadores sênior receberam Subsídios Avançados do Conselho Europeu de Pesquisas, que totalizaram 15.644.521 euros pelo período 2008-2009.
Em resumo, a Universidade Hebraica recebeu a impressionante soma de 29.365.003 euros na forma de bolsas iniciais e avançadas do Conselho Europeu de Pesquisas no período 2007 – 2009.
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Ferrovia Alemã do Holocausto é Processada

Cerca de 7.000 sobreviventes do Holocausto apresentaram na quinta-feira uma reclamação contra a empresa ferroviária alemã Deutsche Bahn, no que parece ser uma última tentativa de conquistar uma indenização dessa empresa ferroviária que é a sucessora da Reichsbahn da época da guerra nazista. Os reclamantes, todos aposentados e sobreviventes dos campos de concentração, estão exigindo que a Deutsche Bahn ajude a pagar as suas despesas médicas dos lucros obtidos com a expansão da empresa. Desde o início de janeiro o sistema ferroviário na Europa foi liberalizado, permitindo que a empresa alemã retome as suas atividades na Polônia.

A Deutsche Bahn, que é propriedade do governo alemão, foi criada a partir das ruínas da Reichsbahn, que transportou milhões de judeus para os campos da morte, incluindo Auschwitz no sul da Polônia. O pedido de indenização tem o apoio do ‘Trem da Comemoração’, uma organização alemã dedicada a preservar a memória dos deportados pelos nazistas.

"Se a Deutsche Bahn pretende ter lucro no nosso país", Stanislaw Zalewski disse à agência de notícias alemã DPA, "Queremos que paguem para ajudarem ex-prisioneiros e trabalhadores escravos. "Zalewski, de 85 anos, é diretor da Associação dos Ex-Prisioneiros Políticos Poloneses das Prisões de Hitler e Campos de Concentração e ele mesmo um ex-prisioneiro de Auschwitz. "A Reichsbahn era uma empresa nazista, e todas as deportações foram realizadas por ela" observou Zalewski. "Esta é a herança da Deutsche Bahn e sua obrigação." Herbert Shenkman, que foi deportado na sua juventude acrescentou: "Esta não é apenas uma questão de compensação material, mas de assumir uma responsabilidade moral".
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Reiniciada a Imigração de Etíopes para Israel

A Aliyah etíope (imigração para Israel) teve reinicio às 3 da manhã da terça-feira passada com a aterrissagem do vôo 404 da Ethiopian Airlines com 81 novos imigrantes da comunidade de Falashmura. Manifestações de alegria podiam ser vistas de parentes que não se tinham visto durante dez anos no saguão do aeroporto. Este foi o primeiro vôo de Falashmuras desde agosto 2008, quando foi completada a imigração daqueles que foram considerados como elegíveis por uma decisão de governo em 2003. Na quarta-feira são esperados outros 63 novos imigrantes da Etiópia. Importantes rabinos como ex-Rabino Chefe Yosef Ovadiah consideraram que, embora os Falashmuras tivessem se convertido ao cristianismo há um século, foi sob coerção. Eles nunca se "casaram fora da comunidade" e, portanto, a comunidade como um todo poderia ser considerada como sendo judia. "Giyur l'chumrah" ou "conversão somente para se ter certeza" ainda é exigida; e que pode ser feita de várias maneiras.

Representantes tanto do Ministério do Interior como da Agência Judaica estiveram na Etiópia durante os últimos meses, analisando a elegibilidade dos membros da comunidade de Falashmura para a imigração para Israel, de acordo com critérios estabelecidos pelo Ministério do Interior. A imigração de aproximadamente mais 600 Falashmuras foi aprovada e deverão chegar à Israel durante os próximos meses, e se espera que outros 2.000 da comunidade recebam permissão durante o ano de 2010.
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Teerã Assassinou Membro da Oposição ?

Provas estão se acumulando de que o Hezbollah pode estar por trás do assassinato, na semana passada, do Professor Ali Mohammadi, um professor de física que foi assassinado pela explosão de uma bomba camuflada numa motocicleta perto da sua casa. Ao contrário dos relatórios iniciais, Mohammadi aparentemente não era um físico nuclear nem tinha qualquer conexão com o desenvolvimento do programa nuclear do Irã, descartando assim um suposto motivo para que grupos de oposição fossem os responsáveis pela sua morte. Ele apoiou Mir Hossein Mousavi na eleição contra o Presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, e supostamente assinou uma petição em favor dos que realizaram protestos contra o que chamaram de reeleição fraudada de Ahmadinejad em junho desse ano. Apenas um dia após o assassinato, o Irã acusou os "sionistas e a CIA americana" de serem os responsáveis pelo assassinato. Na segunda-feira o governo avisou que tomará medidas de vingança contra esses dois países.

Um grupo de oposição divulgou que um assassino do Hezbollah havia sido fotografado na cena da explosão de bomba e que o Irã havia contratado o seu aliado Hezbollah para executar esse assassinato para encher de medo as forças de oposição. Um blogger ligado à oposição informou o nome do possível assassino como Abu Nasser Hossein, identificando-o como um membro proeminente do Hezbollah no Líbano, que esteve em Teerã e que estava envolvido em atividades para a supressão de demonstrações.
No entanto, o regime da República Islâmica prontamente se preocupou para elogiar Mohammedi como um fiel membro e enviou centenas de Guardas Revolucionários ao seu funeral no que aparece ser um disfarce de ter ordenado o seu assassinato. A explosão de uma bomba, uma raridade em Teerã, embora não seja incomum em áreas distantes do Irã, é semelhante ao modus operandi de explosões do Hezbollah no Líbano. O assassinato de Mohammadi forneceu uma desculpa para servir dois propósitos: causar medo nos corações da oposição ao mesmo tempo em que alega que deve controlar os protestos para evitar mais violência por oponentes do regime. O professor pode ter sido escolhido devido a sua associação com o SESAME, um programa baseado na Jordânia no qual cientistas israelenses também participam.
Laura Rozen recentemente informou através do site Politico.com que "Um contato acadêmico faz especulações: Na realidade eu sei .... que o SESAME é terreno fértil para o recrutamento para todos tipos de espionagem científica. Se Mohammadi era estava muito próximo dos seus colegas israelenses, pode ter sido considerado pelos iranianos como um alvo para execução (pelo seu aliados do Hezbollah em Teerã) como um exemplo para outros que apóiam reformas acadêmicas.
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Feliz 2010 ?

DANIEL GELLER – DIRETO DE NOVA IORQUE- EXCLUSIVO PARA RUA JUDAICA
O Mercado financeiro sobreviveu em 2009. Apesar de seu início catastrófico, a esperança ressurgiu em Abril. Os estímulos fiscais e a forte presença dos bancos centrais globais, com suas baixas taxas de juros, garantiram um retorno para o S&P 500 de 26,5% e Ibovespa 85% em 2009 e se for considerar o Ibovespa em Dólar, 148%. A grande pergunta de 2010 é: o que esperar do mercado financeiro? As rentabilidades serão similares a 2009 ?
Alguns dos obstáculos anteriores continuam a preocupar Wall Street, como os déficits americanos, o alto nível de desemprego e a sustentabilidade do crescimento dos mercados emergentes, como por exemplo, o do Brasil.
O mercado financeiro iniciou o ano muito bem . Para os que consideram que a história sempre se repete, isto poderá ser um sinal de muita volatilidade em 2010, porém com um boa performace; uma vez que o início de Janeiro de 2009 também foi marcado por boas rentabilidades. O mercado começou a se deteriorar no final de Janeiro , atingindo suas mínimas em Março, recuperando- se em Abril. Algo similar parece estar acontecendo agora !

Segundo uma pesquisa realizada pela Bloomberg em Janeiro de 2010, os investidores estão buscando uma maior diversificação global. Segundo a mesma, o Brasil está entre os 5 países mais preferidos. A lista é composta pelos EUA, China, Brasil, Rússia e Austrália.
No que se refere aos países emergentes, há um consenso de que será mais um ano de bons resultados. As altas reservas internacionais (China, com US$ 2 Trilhões e Rússia com $ 400 Milhões), a redução das dívidas externas, além de um alto crescimento econômico e estabilidade política, reforçam esse prognóstico. Os analistas não esperam repetir os mesmos resultados de 2009, porém isto não quer dizer que 2010 não será promissor. Quanto ao Brasil, acredita-se que as questões eleitorais não interferirão no fluxo de capital, como ocorreram nas últimas décadas.
O consenso em Wall Street é que a economia Americana deve crescer ao redor dos 2,6%, dentro da média dos últimos 20 anos. O índice da inflação ao consumidor(CPI) deverá ser de aproximadamente 2,1% e o desemprego ao redor dos atuais 10% (a média dos últimos 20 anos é de 5,6%). Segundo a pesquisa realizada pela Barons o S&P 500 pode chegar a 1.300 e posteriormente voltar para níveis ao redor de 1.240, fechando o ano com um retorno próximo dos 12%.
A questão principal que tende a nortear os investimentos em 2010, é de como será a retirada dos estímulos fiscais, sem prejudicar a combalida economia americana. Por enquanto, o mercado acionário encontra-se confiante de que pode ser realizada sem maiores traumas. Os analistas em média, estão prevendo que as taxas de juros americanos só deverão subir por volta do terceiro trimestre de 2010. O risco maior para o Fed é abandonar muito cedo a política de taxa de juros Zero. O Fed poderá muito precocemente mudar sua política de juros e prejudicar a recuperação econômica. Por outro lado, se esperar muito tempo, o custo do dinheiro, que já está barato, poderá gerar inflação ou outro tipo de bolha econômica.
Seguir o consenso do mercado pode também ser arriscado, este é apenas um balizador de opiniões. Nenhum investimento deve ser feito baseado apenas nestes parâmetros. O Mercado Financeiro, bem como as questões políticas, estão cada vez mais dinâmicas, necessitando ser reavaliadas constantemente. Acreditamos que 2010 será, novamente, um ano promissor, desde que os investidores tenham cautela no processo decisório. Poderemos ter retornos similares a 2009.
Feliz 2010!
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Tribunal argentino nega ódio racial

Expressões como "judeu filho da puta" ou "Hitler deveria ter matado todos" não podem ser caracterizadas como ódio racial: são apenas "uma expressão de descontentamento", segundo a sentença de um tribunal argentino divulgada na quarta-feira. A Sala I da Câmara Federal da capital argentina chegou à conclusão de que este tipo de insulto não correspondem a perseguição ou ódio racial, e sim a "ameaças". A decisão encerrou o caso de um homem de origem judaica, que afirma ter sido xingado com estas expressões ao discutir com outro homem por questões comerciais."Você é um judeu filho da puta, vou te matar. Você é um traidor igual a toda a sua família e igual a todos os judeus. Hitler deveria ter matado todos vocês. E não me importo, no máximo saio em seis meses por emoção violenta", teria dito o agressor, segundo o texto da denúncia, citada pela imprensa.

"O conteúdo das frases proferidas, por mais reprovável que seja, representou uma maneira certamente infeliz de manifestar o descontentamento oriundo de relações comerciais, e pode ser definido, na verdade, como uma eventual ameaça", determinou a sentença. Julio Schlosser, coordenador da comunidade judaica loca, disse que a sentença foi "mais do que uma surpresa, e causa preocupação porque não faz nada bem à convivência pacífica", destacando que as expressões empregadas pelo homem "possuem uma carga de antissemitismo". A comunidade judaica da Argentina é a mais numerosa da América Latina, com cerca de 300.000 pessoas.
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Demanjuk Enfrenta Passado Nazista em Campo da Morte

Os prisioneiros do campo nazista de extermínio de Sobibor encaravam a ameaça da morte a "cada segundo", um dos poucos sobreviventes do campo testemunhou na terça-feira durante o julgamento em Munique de John Demjanjuk, que é acusado de ser guarda deste campo. Demjanjuk, um trabalhador aposentado do setor de autopeças de Ohio com 89 anos de idade nasceu na Ucrânia e foi deportado dos EUA no ano passado. É acusado de ter participado no assassinato de 27.900 pessoas por suas supostas atividades como guarda em Sobibor, na Polônia ocupada em 1943.

A testemunha Thomas Blatt, de 82 anos, contou que ele não se lembrava de Demjanjuk no acampamento quando relatou ao tribunal que "não teve muito contato com os guardas". Porém, disse que os guardas ucranianos eram fundamentais para não deixarem os prisioneiros fugirem quando saiam do campo em grupos de trabalho na Polônia ocupada. "Não havia nenhuma cerca na floresta", Blatt de cabelos brancos contou ao tribunal, alternando entre um alemão quebrado e inglês com sotaque. "Existiam somente os ucranianos como o Sr. Demjanjuk para evitar que nós fugíssemos".
Demjanjuk, que foi soldado do Exército Soviético, é acusado de ter aceito servir como guarda para as SS e treinado no acampamento nazista de Trawniki depois que foi capturado como prisioneiro de guerra em 1942.

Demjanjuk rejeita as acusações dizendo que nunca serviu como guarda de campo. Ele enfrenta uma sentença de possivelmente 15 anos de prisão se condenado.
Blatt participa no julgamento como um co-querelante, conforme é permitido pela lei alemã, e é o único sobrevivente de 66 prisioneiros de Sobibor que restaram vivos após o final da Guerra. Sua mãe, pai e irmão foram mortos imediatamente quando a família chegou ao campo de Sobibor, depois de terem sido deportados de uma cidade pequena na Polônia em abril de 1943. Blatt foi poupado porque foi selecionado para trabalhar no campo. Blatt se irritou quando questionado pelo advogado de defesa Ulrich Busch por detalhes mais específicos sobre as construções no campo, dizendo que na maior parte do tempo não teve tempo para olhar em volta. "Eu era um prisioneiro" disse. "A cada segundo éramos ameaçados com a morte". Blatt usou um desenho de Sobibor para explicar o que se lembrava, apontando várias áreas com uma caneta em cenas projetadas numa tela. As imagens foram projetadas em uma das paredes brancas da sala do tribunal, acima da cabeça de Demjanjuk, que durante todo o tempo do testemunho permaneceu numa cama sob um cobertor com um boné de beisebol sobre seus olhos.
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MEMORIAL ÀS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO NO RJ

O prefeito Eduardo Paes, que desde o ano passado assumiu compromisso com o deputado Gerson Bergher e com a Vereadora Teresa Bergher, de construir um Memorial às vítimas do Holocausto Nazista, acaba de destinar 2,6 milhões de reais para a construção desta obra, tão importante para a Cidade, que tem como local, uma praça na Av. Sernambetiba, no encontro com a Av. Ayrton Senna, na Barra da Tijuca.“Será um brado contra toda a forma de violência. Todos que passarem por aquele lugar se lembrarão do terrível massacre de seis milhões de judeus”, afirmou Teresa Bergher. “Vamos eternizar em solo carioca um protesto definitivo a toda e qualquer injustiça”, completou o deputado Gerson Bergher.

O Memorial às Vítimas do Holocausto será constituído por um monumento em forma de obelisco em cuja base estará escrita a frase: “não matarás” e, seu interior se destinará a projetar filmes e informar, principalmente aos jovens, o que foi aquela tragédia. O projeto tem a criação do arquiteto André Oriolli e foi escolhido em concurso organizado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil.
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Judeu Rapper em NY

Fernando Bisker - Miami /EUA - Exclusivo para Rua Judaica

Para citar o melting pot, onde as tempestades de neve conferem a verdadeira paisagem de inverno, vou narrar neste artigo o inigualável prazer de ter conhecido uma figura única - Yehuda de Sá, um carioca da gema, filho de um brasileiro mestre de capoeira e uma americana judia. O rapaz, que é um verdadeiro Rapper - escutem sua música neste link, vale a pena: http://www.youtube.com/watch?v=xz6OyQ3Ajp8
Yehuda, que faz parceria com seu amigo Léo, está em busca de um empresário para investir em sua carreira. Antes de começar a estudar judaísmo, Yehuda experimentou um pouco de tudo. Ele cresceu e foi educado como Hare Krishna, até os 12 anos de idade. A partir daí, começou sua busca pessoal, através das escolas onde estudou, das pessoas que conheceu, e de suas vivências. Investigou o Cristianismo, Budismo, Islamismo (foi para Marrocos estudar o Islã), Espiritismo, e, por fim, sabendo que é judeu, já que sua mãe é judia, foi atrás de suas origens. Acabou batendo na porta de uma yeshivá em NY, onde permaneceu estudando por alguns anos. Transformou-se em um judeu ortodoxo. Saí para comer um Shawarma Kosher com o Yehuda, e ele me mostrou sua música e me contou sua incrível história, de como dos bailes funk, como noiteiro profissional, passou a vestir kipá e tzitzit. Já deu aula de Capoeira na Stanford University, também em uma escola de lutas na Cidade Velha em Jerusalém e abriu sua própria escola de Capoeira em Passaic, NJ. Agora, já decidido em seu estilo de vida, ele está se dedicando à sua paixão - cantar, fazer rimas, ser um rapper. Yehuda descreve sua música como uma dádiva de Deus, que realmente é. Um brasileiro, americano, vice campeão de Capoeira nos USA, judeu, ortodoxo, rapper... Acho que pode sair um bom projeto. Quem quiser investir no Yehudá de Sá, entre em contato comigo que passarei o contato. Confira a entrevista:
1) Por que você procurou o judaísmo e por que se tornou religioso?
Na verdade, o judaísmo, por sorte, B''H, me procurou. Em um momento na minha vida, quando comecei a morar sozinho em virtude dos estudos (University of Arizona - ciências políticas - 2004) percebi que todos os meus melhores amigos eram judeus, e eu passei a me questionar do porquê dessa boa coincidência. O que me fez me aproximar de judeus. Estes primeiros amigos não eram religiosos mas foram os primeiros a me colocar em contato com os ensinamentos básicos do judaísmo. Comecei a frequentar o Hillel do campus universitário, e fazendo mais amizades. Até que me encontrei com um Rabino ortodoxo ( Rabbi Jordan Brumer - Phoenix Kolel) que me ensinou o caminho da Torah - da verdade. E desde então, esta passou a ser a minha busca.
2) Como começou seu interesse pelo rap?
O rap tem muita influência na cultura americana. Portanto ouço rap desde criança e sempre gostei muito, ao ponto de comecar a escrever canções. À medida em que comecei a estudar Torah, tentei transferir meus sentimentos, minha inspiração, pra música utilizando o rap.
3) Qual sua dedicação à capoeira?
Meu pai é mestre de capoeira (Mestre Beiçola) portanto me dediquei à arte desde criança. Costumava fazer shows de capoeira com minha família por quase toda costa oeste dos Estados Unidos, representando a escola de meu pai (Brazil Culture And Arts). Pratiquei e pratico há 20 anos. Num bom momento de minha performance na capoeira cheguei a segundo lugar no U.S. Open of Capoeira.
4) Qual sua relação com o Brasil?
Total. Apesar de ter nascido na California, por meu pai ser brasileiro, sempre tive amigos brasileiros e visitei o Brasil cinco vezes. Somadas essas visitas creio que chega a um periodo de quase dois anos.
5) Qual seu plano para o futuro?
Quero continuar estudando, buscando me aproximar cada vez mais de Deus, formar uma linda família que siga os preceitos da Torah, que eu possa dar todo o meu amor e que também possa sustentá-los, se Deus quiser, fazendo as coisas que eu amo, e ajudando judeus com os talentos que Deus me deu (estudar Torah, dar aulas de capoeira e cantar).
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ECOS DA INQUISIÇÃO DE MIRIAM HALFIM

Está em cartaz no Centro Cultural da Justiça Federal o espetáculo "Ecos da Inquisição", da autora Miriam Halfim, com direção de Moacir Chaves.
O texto, que em 2008 foi um dos quatro finalistas do Prêmio de Dramaturgia Luso-Brasileira Antonio José da Silva, aborda a Inquisição em três momentos importantes, um em cada século - XVI, XVII e XVIII - para falar de intolerância, de violência, de ódios e de outros sentimentos ainda tão presentes no século atual.
"O problema com a Inquisição é que ela não pertence ao passado. Faz parte da nossa história, e nossa história é nosso presente. A distância temporal esconde sua permanência".
Os "Ecos da Inquisição" não abordam somente a Inquisição, mas também os seus ecos, reais ameaças de ontem e de hoje, tão bem representadas pelo paletó negro do Inquisidor e pela mão do Bispo transvestido de torturador que faz a saudação nazista.

"Dentre as 61.000 pessoas condenadas pela Inquisição, 31.350 foram 'purificadas' pelo fogo. Oficialmente, o Santo Ofício durou 341 anos; no cômputo geral, porém grassou por 650 longos e terríveis anos".
A peça relaciona a luta contra os ecos da inquisição à defesa dos direitos humanos, cuja resistência está encarnada no dramaturgo judeu Antônio José da Silva.
A montagem quer trazer para o palco importantes personagens de nossa história, dando ao público elementos para rir, mas também para refletir sobre os acontecimentos. "As idéias abordadas permitem conhecer a cultura e a mentalidade de séculos passados, mostrando a tradição e a História de nosso país, fazendo emergir uma identidade brasileira com a qual cada espectador virá, de alguma forma a se identificar".
Atores: Paulo Giardini - Marcos Martins - Peter Boos - Carolina Godinho - Raquel Libório
Músico em cena: Gilberto Campello
Mais informações: Teatro do Centro Cultural da Justiça Federal - Av. Rio Branco, 241, Centro (Metrô Cinelândia – Saída Pedro Lessa), em cartaz até 7 de fevereiro, sextas a domingos, às 19h. Tels.: (21) 3261-2550; (21) 3261-2550.
Resenha : Tatiana Frydman e divulgação.
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SETE LÍDERES BAHÁ’ÍS SERÃO JULGADOS EM FEVEREIRO

As autoridades iranianas já notificaram os advogados dos sete líderes bahá'ís, presos em 2008 sob acusações infundadas, que a próxima sessão do julgamento será realizada no dia sete de fevereiro. Na primeira audiência no tribunal em Teerã, realizada no dia 12 de janeiro de portas fechadas, as acusações lidas foram negadas categoricamente pelos sete. "Embora saibamos pouco sobre o que realmente aconteceu no tribunal, agora podemos dizer com certeza que estes sete bahá'ís inocentes enfrentaram e rejeitaram firmemente todas as acusações contra eles", disse Diane Ala'i, da Comunidade Internacional Bahá'í. "Podemos dizer também que, com base no clamor internacional que acompanhou a primeira sessão do julgamento, o mundo está acompanhando este processo de perto e que o governo iraniano será responsabilizado por quaisquer injustiças", disse ela.

No dia 11 de janeiro o Departamento de Estado Americano emitiu uma declaração condenando o governo iraniano pelas acusações feitas aos sete bahá'ís presos há mais de vinte meses. Também condenaram o fato de que as evidências contra os bahá'ís não foram divulgadas publicamente, e criticaram o acesso limitado da assessoria jurídica aos prisioneiros.
No dia 12 de janeiro, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM), enviou um Requerimento de Informação ao Embaixador do Irã, Mohsen Shaterzadeh, sobre o procedimento do julgamento. O Deputado Federal Chico Alencar pediu o empenho do Presidente Lula, do Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e do Ministro dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, bem como da Embaixada do Irã no Brasil, já que “para o próprio governo do Irã, um julgamento transparente e o fim de qualquer perseguição religiosa ou cultural significarão um avanço nas suas relações com a comunidade internacional, incluindo o Brasil”. As acusações contra os sete, de acordo com os meios de comunicação estatais iranianos, foram: espionagem, "propaganda contra a ordem islâmica", o estabelecimento de uma "administração ilegal", cooperação com Israel, envio de documentos secretos para fora do país, atuação contra a segurança do país, e "corrupção na terra". Os sete estão detidos na prisão de Evin, em Teerã, e passaram o primeiro ano de prisão sem qualquer acusação formal ou acesso a advogados. São eles a Sra. Fariba Kamalabadi, o Sr. Jamaloddin Khanjani, Sr. Afif Naeimi, Sr. Saeid Rezaie, Sra. Mahvash Sabet, o Sr. Behrouz Tavakkoli, e o Sr. Vahid Tizfahm.
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Liga Árabe descumpriu promessa

A Liga Árabe reconheceu que a maioria de seus membros descumpriu suas promessas de ajudar os palestinos durante o último ano, indicou a organização, em comunicado. Segundo a nota, apenas Jordânia, Egito e Arábia Saudita cumpriram o que tinha prometido à Autoridade Nacional Palestina (ANP), enquanto os outros membros não fizeram o mesmo.

Na conferência de Doha em março de 2009, os países árabes se comprometeram a doar US$ 330 milhões à ANP, dos quais os palestinos só receberam US$ 18 milhões. No entanto, a Liga Árabe atribui este descumprimento à profunda divisão entre Cisjordânia, controlada pela ANP, e a Faixa de Gaza, controlada pelo movimento fundamentalista Hamas. Alguns Estados árabes preferiram apoiar o Hamas, enquanto outros apoiaram a ANP, considerando que são os legítimos representantes do povo palestino.A próxima cúpula da Liga Árabe será nos dias 27 e 28 de março, em Trípoli, capital da Líbia. (EFE)
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PROFESSORES BRASILEIROS VISITAM O YAD VASHEM EM JERUSALÉM


Quinze professores da rede pública de ensino de diversas regiões do país selecionados pelo Instituto Unibanco, acompanhados por dois educadores da Nova Escola Judaica de São Paulo (Bialik + Renascença), por mais cinco professores indicados pela B´nei B´rith de São Paulo, seis indicados pela Unibes e, finalmente, por um professor do projeto LEI (Laboratório de Estudos sobre Intolerância da USP) participaram de um curso de capacitação pedagógica no Instituto Yad Vashem, em Jerusalém (trata-se da Escola Internacional para o Estudo do Holocausto).

Pela primeira vez o curso foi totalmente ministrado em português e abordou temas como história do holocausto, tolerância, direitos humanos e respeito às minorias.
Na fase de preparação, ainda em Dezembro/09, todos os professores estiveram reunidos no Centro de Cultura Judaica, onde participaram de uma verdadeira imersão, que contou com a presença e testemunho das sobreviventes do holocausto Nanett Konig e Rita Braun, dos professores Samuel Feldberg e Anita Pinkus, do coordenador do projeto Marcha da Vida Celso Zilbovicius (que acompanhou a turma como madrich) e da professora Perla Hazan, diretora do Instituto Yad Vashem para América Latina, Espanha e Portugal, que veio ao Brasil especialmente para conhecer o grupo.
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MENSAGEM DE DOR DE UMA MÃE JUDIA

Recebi uma carta da mãe do empresário Moisés Saba, morto no acidente de helicóptero este mês no México. A Sra. Victoria Masri de Saba, num momento de luto e dor, pediu para publicarmos sua carta, que é nosso dever divulgar e reconhecer um pouco de tudo o que sempre esta brilhante família fez e faz por nosso povo. A carta original é em Espanhol, e traduzi para o Português. Como diz no Talmud, palavras que vem do coração, entram no coração. E podemos aprender destas tristes palavras, uma lição para nossas vidas.
Fernando Bisker-Miami-EUA

Moises Saba Z’L
Carta de Victoria Masri de Saba
Neste momento, quando a dor é tão intensa e o sofrimento tão agudo, e quando as palavras de consolo não são suficientes, e as lágrimas não param de cair, gostaria de transmitir uma mensagem: O carinho que recebi de todos vocês me fez sentir que minha tragédia e de minha família não é uma tragédia pessoal, e sim uma tragédia de todos. E por isso, antes que nossos corações voltem a se fechar e a endurecer, quero expressar o que estou sentindo.Esta é uma grande oportunidade! Não vamos deixar que passe. Esta tragédia nos afetou, a todos nós. Estamos mais unidos, uns aos outros, e muito nos fez pensar.
Vamos utilizar este momento para refletir. Vamos analisar nossos caminhos, se estes são bons, se nossas aspirações são as corretas, se nossas ações nos levam para o bem, se nossa fala e língua estão em nosso controle, se nossos pensamentos são puros.Por um acaso não estamos vivendo em um mundo contaminado? Cheio de inveja, ódio, rancor e orgulho? Vamos recordar hoje, que a condição humana é o maior valor que nos dá a vida, e como tal, sejamos mais humanos.
A vida não pode seguir igual. Devemos mudar, mudar para bem. Devemos nos conectar com nossa essência, nossos valores, nossa missão, nosso Criador.Hoje sabemos que a vida terrena não é eterna, que em um pequeno instante tudo termina. Primerio de tudo, começemos a viver. Vamos tomar hoje uma decisão. Vou começar a viver! Vou ser uma pessoa melhor do que fui ontem. Começamos por algo pequeno, como dizem nossos sábios " Uma mitzvá leva a outra", e assim, uma pequena boa ação vai nos levar a uma outra, e a uma outra, como uma bola de neve, que cresce, transformando nossa vida em uma vida cheia de sentido.
Quando abrir os olhos de manhã, vamos recitar o "Mode Ani", uma reza onde agradecemos à Deus por poder acordar com saúde para mais um dia, um agradecimento por uma nova oportunidade de viver. Começar o dia agradecendo e expressando o bem que recebemos, buscando alguém para ajudar, tanto com uma tzedaká (caridade), como um pequeno sorriso ou um conselho.
Se ainda não acende velas de Shabat, começe esta Sexta-Feira. Se não sabe o prazer que é dar caridade, começe hoje. Enriqueça sua alma participando de alguma aula de Torah semanal, participando de algum trabalho voluntário ou em alguma organização beneficiente.Tratamos hoje de sermos mais honestos, não mentir, não julgar os outros para mal, e não usar nossas línguas para falar dos outros. Sejamos mais sinceros.Vamos começar com algo pequeno, mesmo que seja bem pequeno, mas que seja positivo, Vamos mostrar à Deus que sim queremos nos conectar, que este é nosso objetivo.
Este acidente foi um decreto duro que não podemos explicar. Pessoas boas, de bom coração e amor ao próximo. Pessoas que cumpriam Shabat, cumpriam Torah e faziam as mitzvot. Mesmo assim, Deus, aceitamos com amor, e por favor, que não aconteça isso com mais ninguém, nunca mais.
Espero que Deus nos tire este decreto, porque não desejo isso para ninguém, nem um por cento do sofrimento que estamos vivendo. Mas devemos saber como reagir e começar algo. Algo pequeno. Hoje! Peço que minhas palavras não entrem por um lado e saiam pelo outro. Não se levante de sua cadeira antes de aceitar um novo passo, um pequeno passo para melhorar.
Victoria Masri de Saba
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DESTAQUES SOCIAIS


Comunidade judaica paulista promove evento em comemoração
ao Dia Internacional Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocausto
Em comemoração ao Dia Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro), a Federação Israelita do Estado de São Paulo e a Congregação Israelita Paulista (CIP), com o apoio da Sherit Hapleitá do Brasil, promovem, no dia 29 de janeiro, às 18h45, na Sinagoga da CIP (Rua Antonio Carlos, 635 - Consolação) , um Cabalat Shabat em memória às vítimas do Holocausto.


O INSTITUTO HISTÓRICO ISRAELITA MINEIRO CONVIDA PARA A PRIMEIRA ATIVIDADE DE 2010
Em comemoração ao Dia Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocuasto.
Palestra: A cefaléia de Anne Frank com o Dr. Roldão Faleiro de Almeida
Local: auditório doIHIM - Data: 28/1, quinta-feira - Horário:20:00

O Núcleo Judaico da novela “Caras e Bocas” em sua visita a Israel.

O ambicioso projeto de reforma e modernização da sede do Habonim Dror já começou! Em vias de melhorar a estrutura da casa que não sofria manutenções há bastante tempo, os jovens do movimento se empenharam juntamente com a Casa de Cultura (CCHD) para atingir esse objetivo. Agradecemos desde já todo o apoio dado por aqueles que acreditaram em nós e que contribuíram para buscar construir um espaço mais confortável e seguro para os chanichim. Para você que ainda quer fazer parte desse projeto, disponibilizamos maiores informações com Ilana Stein (85031903) e Henrique Jablonski (85147631).

CONVITE

Para os aficionados, todo dia é dia de Bossa, mas hoje, 25 de janeiro, quando TOM JOBIM estaria completando 83 anos, a música que ele ajudou a arquitetar festejará, pela primeira vez, oficialmente, sua DATA NACIONAL. A quarentona CALÇADA DA FAMA DE IPANEMA vai Festejar o DIA DA BOSSA NOVA gravando as mãos do Jornalista e Professor MOYSÉS FUKS, que, entre outras importantes participações na história da bossa, em pleno ano de 1957, antes mesmo do primeiríssimo registro fonográfico dessa genial formulação de João Gilberto, vinculou a expressão – que se tornaria internacional – a uma atividade musical, convocando para um show no GRUPO UNIVERSITÁRIO HEBRAICO com os seguintes dizeres : HOJE, SYLVIA TELLES E UM GRUPO BOSSA NOVA. Acentue-se que, deste grupo de iniciantes faziam parte NARA LEÃO, ROBERTO MENESCAL, CARLOS LYRA e COMPANHIA. O ATO de gravação das mãos de MOYSÉS FUKS para a CALÇADA DA FAMA DE IPANEMA será às 20h30 na Livraria de Música TOCA DO VINICIUS, rua Vinicius de Moraes, 129, Ipanema. Tel 021- 22475227
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Esta semana deixamos de publicar a Tribuna dos Leitores devido ao grande número de notícias da Rua Judaica.
Voltaremos com a seção na próxima edição.
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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