Edição 118 Domingo, 26 de Abril de 2009
 
 
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


- Bibi Netanyahu coloca coroa de flores no Dia em Lembrança do Holocausto no Memorial do Yad Vashem em Jerusalém

- Omar Suleiman, Chefe da Inteligência egípcia, cumprimenta o Ministro da Defesa de Israel em Jerusalém.

- Volta a maratona de Tel Aviv, após 15 anos, para comemorar os 100 anos da cidade.
- Dois dias após discurso em Genebra, Ahmadinejad volta a atacar publicamente o Estado de Israel.
- Primeiro ministro tcheco Topolánek promete apoiar Israel contra boicote de países europeus.
- Ativistas palestinos da Inglaterra tentam convencer o poeta e cantor Leonard Cohen, judeu-canadense, a cancelar sua apresentação em Israel.




Osias Wurman
Jornalista


AM ISRAEL CHAI - QUE VIVA O POVO DE ISRAEL!

Na próxima semana será comemorado o dia da independência do Estado de Israel. Desejo manifestar , em alto e bom som, a solidariedade de todos nós ao povo e ao Estado de Israel , nestes 61 anos de lutas, sofrimentos, esperanças e alegrias.

Éramos 18 milhões de judeus quando começou a II Guerra Mundial . Perdemos 1/3 de nossos irmãos no Holocausto, e hoje somos apenas 14 milhões.   Temos a nítida visão de que o judaísmo só reverterá esta tendência de perda física, em função da existência e da estabilidade do Estado judeu, convivendo harmonicamente com seus visinho que assim o desejarem.

Iludem-se os que pensam que existiria , ou melhor resistiria , o judaísmo sem o repositório histórico das tradições milenares, depositadas no povo e no território israelense.  Foi lá que o patriarca Abraão renegou o politeísmo e lançou os fundamentos do monoteísmo que irriga as religiões judaica , cristã e muçulmana.  Foi lá que o povo judeu recebeu e difundiu o maior tesouro de moral e ética da Humanidade : os Dez Mandamentos de Moisés.  E também será lá que um dia poderemos todos , de todas as origens , de todos os credos , de todas as raças , de todas as classes sociais , reunir-nos de mãos dadas para saldar o momento tão esperado em que a paz volte a prevalecer entre os povos , em que a vida volte a ser o bem maior do ser humano , em que a fraternidade e o humanismo voltem a ser a regra e não a exceção.  Que seja breve, e em nossos dias .

O mundo vive um momento em que nuvens ameaçadoras tapam o brilho do sol, em que o terrorismo tenta amedrontar e oprimir os homens e mulheres de bem , transformando a morte no principal objetivo da vida fanatizada. Um mundo que abre as portas de sua organização maior de convivência entre as nações, a ONU, e permite que um alucinado demoníaco calunie e lance injurias contra um país membro, criado por histórica resolução com aprovação de mais de 2/3 de seus próprios membros, em seção presidida pelo brasileiro Embaixador Osvaldo Aranha.

O Estado de Israel tem o direito moral e o dever espiritual de preservar a vida de seus cidadãos, sendo eles judeus, árabes, cristãos ou muçulmanos.   Mesmo que isto obrigue a sociedade israelense, a mais democrática e civilizada do Oriente Médio, a revidar as ameaças e atentados que não respeitam crianças, mulheres, idosos, civis ou simplesmente seres humanos.

Os amigos de Israel não podem ficar indiferentes quando ainda discutem, em nossos dias, o direito de existência de um Estado de Israel livre, soberano e judaico.  Não podem ficar alheios quando discutem a quem pertence a Jerusalém do rei David, que lá estabeleceu a capital de seu reinado, há mais de 3000 anos.

Temos viva a memória dos mais de 25 mil israelenses que perderam a vida, a maioria na idade de 18 a 23 anos, defendendo a pátria em mais de seis décadas.

Para resumir todo o humanismo e a solidariedade israelense ao povo judeu , em qualquer lugar em que ele se encontre , citarei a frase do ex-rabino chefe de Israel, Israel Meir Lau, referindo-se aos 80 mil judeus israelenses negros resgatados da Etiópia:

 “Israel foi o único país do mundo que retirou um povo negro da África, não para torná-los escravos, mas para torná-los homens e mulheres livres”.

Nestes 61 anos de vida democrática, humanista e social, o Estado de Israel orgulhou a todos que amam a VERDADE, JUSTIÇA E PAZ.

Um brinde em homenagem a esta data: Am Israel Chai ! Que viva o povo de Israel!


 
 

MINC SOFRE PATRULHAMENTO ANTIDEMOCRÁTICO


Jornal O Globo- 23/04/09- Coluna Política

 

 
 

POLÍCIA DA BOLÍVIA FECHA CHABAD

Forças policiais da Bolívia invadiram um centro Chabad na cidade de Rurrenabaque, no nordeste do país, por várias vezes nos últimos dias e o seu fechamento foi ordenado. Foram presos vários turistas israelenses que lá ficavam hospedados. O Rabino Aharon Fraiman, que dirige o centro, informou que a polícia se recusou a informar as razões para os ataques, mas rumores por toda a cidade ligavam a atividade policial com uma tentativa de assassinato do presidente boliviano na semana passada.  Na quarta-feira, quando o centro temporariamente prosseguiu com suas atividades, Fraiman, que também quase foi preso, disse que nada mais era do que uma disputa local. "Um proprietário de restaurante anti-semita que acha que estamos prejudicando o seu modo de vida está fazendo de tudo para nos tirar daqui" disse o rabino.


No entanto, na quinta-feira, as múltiplas prisões e o fechamento do centro, além da cobertura da mídia sobre as atividades policiais na área, levaram o rabino a crer que existe algo mais: "Parece que não é somente ele, mas que existe algo maior. Ele não tem todo este poder". "Os rumores que circulam dizem que tem algo a ver com uma tentativa de assassinato contra o presidente", disse o rabino. "Mas, por outro lado, a mídia está relatando todos os tipos de coisas, como a de que o centro Chabad está envolvido com drogas e coisas deste tipo.  Já contratei um advogado para tratar do caso, mas este não é um país obediente às leis e, até agora, ninguém nos informou sobre o que se trata. Eles também não nos mostraram qualquer processo”.


O emissário Lubavitche disse à Ynet sobre um turista israelense que foi preso e algemado pela polícia de imigração boliviana, levado para o aeroporto e deportado do país. Também informou que outros ainda permaneciam presos. "Estou trabalhando para libertá-los da prisão, e também estou tentando contatar o Ministério das Relações Exteriores ou algum tipo de representante de Israel aqui, porém até o momento sem sucesso", disse ele. Rurrenabaque é um dos principais centros turísticos para os viajantes na Bolívia, incluindo muitos israelenses mochileiros. A cidade é um centro do qual os turistas partem para viagens para as matas e zonas pantanosas do norte da Bolívia.


 
 

ITAMARATY EXTERNA PREOCUPAÇÃO


Ministério das Relações Exteriores  - Nota nº 171 - 21/04/2009

Conferência de Revisão de Durban sobre Racismo

O Brasil atribui grande importância à Conferência de Revisão de Durban sobre Discriminação Racial, que ocorre em Genebra entre 20 e 24 de abril. Para alcançar os objetivos da Conferência, o engajamento de todos no diálogo internacional é crucial.

O Governo brasileiro tomou conhecimento, com particular preocupação, do discurso do Presidente iraniano que, entre outros aspectos, diminui a importância de acontecimentos trágicos e historicamente comprovados, como o Holocausto. O Governo brasileiro considera que manifestações dessa natureza prejudicam o clima de diálogo e entendimento necessário ao tratamento internacional da questão da discriminação.

O Governo brasileiro aproveitará a visita do Presidente Ahmadinejad, prevista para o dia 6 de maio, para reiterar ao Governo iraniano suas opiniões sobre esses temas.


 
 

OMAR SHARIF E O PASSADO

O celebrado ator Omar Sharif afirmou que ele foi o responsável por reunir o então presidente egípcio, Anwar Sadat, e o ex-primeiro-ministro israelense, Menachem Begin, na histórica visita de Sadat a Israel em 1977. Numa entrevista esta semana para um site de notícias egípcio, o ator do ‘Doutor Jivago’ e ‘Lawrence da Arábia’ disse que Sadat o chamou e pediu-lhe para contatar Begin e perguntar-lhe como uma visita sua a Jerusalém seria recebida.

Conforme Sharif, ele telefonou para Begin que o informou que Sadat seria recebido como o “ Messias". A reunião foi bem sucedida e levou aos Acordos de ‘Camp David’, em 1978, e mais tarde ao tratado de paz entre Israel e o Egito, em 1979. Não foi confirmada se a história de Sharif é verdadeira, ou se este lendário ator de filmes está escrevendo o seu próprio script.


 
 


Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

MUSEU DO HOLOCAUSTO NA CISJORDÂNIA

Ninguém duvida que a semana foi marcada por mais um vergonhoso discurso anti-Israel do presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad numa conferência das Nações Unidas contra o racismo. O discurso coincidiu com o começo do Dia do Holocausto por aqui, o que tornou a fala do presidente do Irã – que nega o extermínio de seis milhões de judeus pelo regime nazista – ainda mais irritante. Em meio à tanta chateação, uma boa notícia chamou a minha atenção. Na Cisjordânia, um advogado árabe-israelense decidiu montar, com dinheiro de seu próprio bolso, um Museu do Holocausto, uma iniciativa inédita nos territórios palestinos.


 


Com o apoio do Yad VaShem, O advogado Khaled Mehamid, morador de Umm Al Fahem, reuniu milhares de fotos e documentos traduzidos para o árabe que contam a história do Holocausto e montou uma vasta exposição dentro de um apartamento numa cidade chamada Ni'ilin. Há três anos, essa cidade se tornou símbolo da luta dos palestinos contra o muro que Israel constrói na Cisjordânia. Toda sexta-feira, grupos de palestinos e de pacifistas israelenses fazem uma marcha no local para reclamar do trajeto do muro, que corta a cidade no meio. O Supremo Tribunal de Israel já deu ganho de causa aos moradores da cidade, ordenando que o muro seja transferido. Mas  os protestos continuam assim mesmo, porque, ao que parece, os moradores continuam insatisfeitos.

É justamente ali que o novo Museu do Holocausto foi montado. Ele fica num prédio perto de onde dois meninos palestinos morreram durante um dos protestos contra o muro, no ano passado. O objetivo do advogado Mehamid que é mostrar aos palestinos da cidade – e de toda a Cisjordânia – que os judeus também têm suas dores. Que injustiças foram cometidas contra eles há menos de um século e que milhões morreram. Talvez assim, os palestinos entendam um pouco mais por que o Estado de Israel é tão importante para os judeus. E por que eles o defendem com unhas e dentes.

Pode parecer esquisito para nós ocidentais, que estudamos no colégio o que aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial e assistimos um monte de filmes sobre o Holocausto. Muitos ocidentais ouviram sobre Hitler de fontes primárias como sobreviventes do Holocausto ou ex-combatentes que lutaram na guerra. Mas, no mundo árabe, esse episódio da História não é parte de muitos  currículos escolares. Tem quem nunca tenha ouvido falar nos campos de extermínio que acabaram com as vidas de milhões de judeus, homossexuais, presos políticos e inimigos do Reich em geral.

Durante a inauguração do museu em Ni'ilin, um repórter do canal 10 da TV israelense perguntou aos primeiros visitantes se eles acreditavam no que estavam vendo na exposição. Alguns entrevistados responderam que não sabiam se era verdade. "Pode ser tudo forjado. Não tenho como ter certeza", disse um palestino. É esse tipo de ignorância que faz com que os discursos de Ahmadinejad encontrem terreno fértil entre árabes e muçulmanos.

O advogado Khaled Mehamid explicou assim, ao jornal Yediot Aharonot, por que decidiu abrir o museu: "Encontrei no ano passado com o prefeito de Ni'ilin, que é membro do Hamas, e em meio à sua grande tristeza pela morte dos meninos, falei a ele sobre o Holocausto. Expliquei que os judeus têm sua dor específica. Ele nem sabia quantas pessoas tinham sido mortas no Holocausto. Decidi, então, montar o museu".

O advogado também contou que não há livros em árabe que contem sobre Hitler e sua Solução Final. "Acredito que só aprendendo sobre o Holocausto e entendendo a magnitute da tragédia podemos atingir paz e segurança. Israel não precisa usar balas e gás lacrimogêneo para esclarecer aos palestinos por que os judeus estão aqui. Uma foto do Holocausto têm uma força única que vale mais do que todo o poder do exército israelense", acredita Mehamid.


 
 

OS EQUÍVOCOS DE UMA DECISÃO DA POLÍTICA EXTERNA DO BRASIL

A vinda de Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil significa um desrespeito à memória das vítimas assassinadas no Holocausto e à comunidade judaica brasileira. Representa ainda uma ameaça a nossa democracia e um acinte àqueles que lutam pela liberdade e pelos direitos humanos. Além de negar o Holocausto e de defender a destruição de Israel, o presidente iraniano comanda um regime responsável por sistemática perseguição a minorias, por inaceitável cerceamento aos direitos da mulher e por feroz repressão a liberdades individuais.

O governo brasileiro se equivoca quando argumenta  que pode manter com o Irã “apenas relações comerciais” ou que “pode ajudar a moderar Ahmadinejad”. São leituras descoladas da realidade. Fazer negócios com o Irã tem um forte significado político, pois, entre outros aspectos, contribui para tirar o regime de Teerã de um crescente isolamento econômico arquitetado como forma de pressionar pelo recuo iraniano em suas ambições nucleares. Ou seja, enquanto Brasil busca aquecer suas relações comerciais com um regime notório por tentativas de desestabilizar o Oriente Médio, Estados Unidos e países europeus ainda falam em impor mais sanções, além daquelas já impostas pelo Conselho de Segurança da ONU nos últimos anos.

Apostar que o presidente Lula possa, por meio do diálogo, conseguir que Ahmadinejad busque um caminho de moderação evidencia um desconhecimento do perfil do presidente iraniano e do regime de Teerã.

Temos muito orgulho ao ver Luiz Inácio Lula da Silva atuando cada vez com mais destaque na arena da diplomacia internacional. Mas os formuladores de nossa política externa têm o dever de alertar nosso presidente, um democrata com longo histórico de luta pelos direitos humanos, sobre as conseqüências da aproximação com uma das figuras políticas mais nefastas do cenário global.

Cláudio Lottenberg- Presidente da Confederação Israelita do Brasil-CONIB- Especial para a Rua Judaica.


 
 

HUMOR JUDAICO

 

BIRKAT HACHAMA NA ANTARTICA – A BENÇÃO DO SOL


 
 

TERPINS PROTESTA CONTRA IRANIANO


Antes de mais nada, quero deixar claro que não pronuncio nem escrevo o nome deste senhor que é presidente do Irã.

Ele pensou que surpreenderia a todos com seu discurso na Conferência de Genebra, mas se engana. Na verdade, ele não esperava a reação de dezenas de delegados que se retiraram do recinto em protesto contra os termos de sua manifestação.

Ele pensou que ao atacar o Estado de Israel ele ofenderia apenas os judeus que lá vivem e os que contribuíram decisivamente para fundar aquela nação soberana e democrática, isto é, os judeus sobreviventes do Holocausto que ele se nega em reconhecer.

Ao vociferar contra os judeus de Israel ele investe contra os judeus de todo o mundo, ai incluídos os judeus que também são cidadãos brasileiros.  Assim, de forma indireta, ele ataca os demais 190 milhões de outros brasileiros.

Dia 6 ele estará no Brasil. Nossa esperança é de que ele mereça do governo brasileiro, nada mais que o que a diplomacia e o protocolo sugerem, isto porque tanto presidente Lula, como os presidentes da Argentina, do Chile e outros países da América Latina repudiaram veementemente seu discurso em Genebra.

Desta vez ele não deverá se enganar imaginando que mesuras diplomáticas possam se confundir com manifestações de alianças.

A cada discurso dele é preciso tocar os sinos de alerta.

Cada discurso dele marca a origem das fontes de ódio e revela o potencial demoníaco que se esconde nesta mais recente onda de antissemitismo.  

Jack Terpins- Presidente do Congresso Judaico Latino-americano - Especial para a Rua Judaica


 
 

PERES E OS CHINESES

O Presidente Shimon Peres disse na quinta-feira ao Ministro dos Negócios Estrangeiros Chinês, Yang Jiechi, que visitava Israel, que o seu país é essencial nos esforços contra as ambições nucleares do Irã. "A China tem um papel central na luta contra o desenvolvimento nuclear iraniano. No comando do estado iraniano está um líder fanático religioso que apóia o terror, a guerra e o derramando de sangue", disse Peres.


"Os esforços do Irã, que é uma nação pobre, para o desenvolvimento de mísseis de longo alcance deveria tirar o sono de qualquer líder responsável". Os dois se reuniram na residência oficial de Peres em Jerusalém onde, além do Irã, discutiram o processo de paz no Oriente Médio e formas para incrementar a cooperação econômica e tecnológica entre Israel e a China. Jiechi, por sua vez, disse à Peres que era incontestável o direito de Israel de proteger a sua segurança, e que o Holocausto é o motivo para que não exista debate sobre o seu direito de existência, conforme a declaração divulgada pelo gabinete do Presidente.


 
 

PRESOS ARGENTINOS NO ANIVERSÁRIO DE HITLER

A polícia da Argentina anunciou nesta quarta-feira, 22, a prisão de 36 jovens skinheads que festejavam o 120º aniversário do nascimento do líder nazista alemão Adolf Hitler na periferia de Buenos Aires. Eles foram detidos no domingo por soldados da Unidade de Investigação de Condutas Discriminatórias da Polícia Federal, que ainda apreenderam cruzes suásticas e outros símbolos nazistas. Segundo a Delegação de Associações Israelitas Argentinas (Daia), as prisões foram possíveis "após uma prolongada e minuciosa investigação". De acordo com a entidade, a prisão dos nazistas aconteceu "no Clube Central Argentino, na cidade de San Martín, quando era feito um que se desenvolvia um recital organizado pela divisão argentina da organização 'Blood and Honour' (Sangue e Honra)", detalhou.


Reunião do 'Blood and Honour' na matriz européia do grupo.

Este grupo "tem origem e sede no Reino Unido, conta com filiais em diversos países da Europa e da América e está dedicada a organizar recitais, reprodução de bibliografia, filmes e sites de difusão do nazismo", acrescentou a Daia. "Durante o procedimento policial se encontraram diversos elementos com simbologia e ideologia nazista, tais como bandeiras, filmes e músicas de conteúdo discriminatório e antissemita", acrescentou a entidade judia. A Daia acrescentou que "nas últimas horas foi profanado com inscrições nazistas o cemitério judeu de Liniers (Buenos Aires), no mesmo padrão ideológico ainda que se desconheça se existe alguma vinculação com os que foram detidos". Na Argentina, onde reside a comunidade judaica mais numerosa da América Latina, em 1992 uma bomba destruiu a embaixada de Israel em Buenos Aires e, dois anos depois, foi reduzida a escombros a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), atentados que, juntos, mataram 114 pessoas e feriram mais de 300.


 
 

EMOÇÕES EM GENEBRA

Anita Renaud- Especial para Rua Judaica- Suíça

Os vários eventos dessa semana em genebra foram realmente muito comoventes e  muito  bem organizados. Na segunda-feira, no Yom Hashoa-Dia do Holocausto,  não só lembramos a  tragédia do nosso povo, mas contra-atacamos o fato de Ahmadinejad, ter  estado presente no plenário da ONU no mesmo dia, e ter dito todos os  horrores que ele repete "ad nauseam".  Mas o que esperar de uma figura que, em resposta a uma  pergunta do entrevistador suíço sobre as  condições das mulheres no Irã, diz :" mas afinal o que o senhor tem contra  a lapidação?  (morte de mulheres por apedrejamento). Os organizadores de Durban II  conseguiram erradicar  a referencia de Israel como estado racista, que foi o grande escândalo de  Durban I, quando fomos pegos de surpresa.

No evento judaico estavam presentes grandes pensadores como  Elie Wiesel, Alan Dershowitz, Natan 
Sharanski, David Harris (Diretor Executivo do American Jewish  Committee), Bernard Henri Levy, filosofo francês, e Irwin Cotler. Entre as instituições  organizadoras  estavam  o AJC, U.N. Watch, Crif (Conseil Representatif des Institutions  Juifs de France), Elnet (The European Leadership Network), Stand With Us, B'nai Brith, Jewish Agency For Israel e muitas outras.

As comunidades judias depois de Durban I disseram : Isso nunca mais ! Os lobbies pró-Israel fizeram a diferença nesta semana para a resolução  de Durban II. Quando passamos no dia final, ou seja ontem, dia  22 abril  de 2009, na manifestação da Place des Nations,  em Genebra, foi  emocionante ver as bandeiras de Israel, ouvir o hino Hatikva, e os vários  Shofarim tocando, além da voz de Sharanski repetindo varias vezes, com seu  inimitável sotaque russo:  "Am Israel Chai" !!!(Que viva o povo de Israel).

Como bem disse Elie Wiesel, no Yom Hashoa,  não podemos nunca nos  calar, e pensar que esse ou outro comentário, ou ato antissemita, vai  passar;  devemos sempre nos rebelar, lutar, e nunca, nunca calar!!! 

Pensar que sim, nas palavras de Dershowitz, ser judeu é "cool" !!! (Um  jovem de Harvard, onde Dershowitz ensina Direito, lhe contou que há  alguns anos atrás, se ele dissesse que era judeu ou pró- Israel, não  conseguia ter nenhum "date"!!)


 
 

BARAK OBAMA DESAFIA REVISIONISTAS

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu nesta quinta-feira, durante uma cerimônia que lembrou os seis milhões de judeus massacrados durante a Segunda Guerra Mundial, que se enfrente "aqueles que contam mentiras sobre a história" e pretendem negar o Holocausto."Existem aqueles que insistem que o Holocausto nunca ocorreu, aqueles que praticam toda forma de intolerância - racismo, antissemitismo, homofobia, xenofobia, sexismo e outras", disse Obama durante uma cerimônia no plenário do Capitólio que incluiu judeus sobreviventes dos campos de extermínio nazistas e não-judeus que os ajudaram durante a guerra.

"Temos uma oportunidade e uma obrigação de enfrentar este flagelo", disse Obama. "Temos a oportunidade de nos comprometermos a resistir à injustiça, à intolerância e à indiferença em qualquer forma que assumir, enfrentando aqueles que dizem mentiras sobre a história ou fazendo todo o possível para evitar e pôr fim a atrocidades como as que ocorreram em Ruanda, ou as que ocorrem em Darfur", disse Obama, que fez o seu pronunciamento depois do sobrevivente do Holocausto e Prêmio Nobel da Paz, Elie Wiesel. Wiesel, que sobreviveu aos horrores do campo de extermínio de Auschwitz, onde sua mãe e sua irmã morreram, acusou o presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, de ter se tornado o "principal negador do Holocausto no mundo".


 
 

CONFISSÕES NAZISTAS DE TREBLINKA

O ex-guarda da SS Franz Suchomel testemunhou sobre a máquina nazista que criou o genocídio para aniquilar o povo judeu. Ele descreveu a brutalidade do processo de transporte que matou a maioria dos que foram para Treblinka. Durante a entrevista, que Suchomel não sabia que estava sendo filmado, o ex-soldado da SS revelou com grandes detalhes os meios necessários para matar milhares e os esforços enormes para o descarte dos cadáveres.


Num certo ponto da entrevista, Suchamel  revelou que de 12000 a 15000 judeus seriam assassinados por dia em Treblinka quando estivesse operando na sua plena capacidade. Já no período final deste acampamento da morte, o Comandante Franz Wirth decidiu que, em vez da utilização do gás ou do fuzilamento dos prisioneiros restantes, que eles deveriam morrer de fome.


 
 

TÚMULO VANDALIZADO

Centenas de religiosos judeus que chegaram à Tumba de José, na cidade de Nablus na Cisjordânia, ficaram surpresos quando encontraram o local seriamente vandalizado – e por mais uma vez. Israel retirou as suas forças do local em Outubro de 2000. O IDF não permitiu por longo período que religiosos judeus visitassem o local devido a preocupações com segurança e, sem segurança, o local já foi incendiado e vandalizado muitas vezes.



Em dezembro de 2008 a Tumba de José foi restaurada e os militares mais uma vez permitiram que religiosos a visitassem porém, sempre à noite e sob forte vigilância militar, para a sua própria segurança. Na visita da quarta-feira à noite, que havia sido aprovada pelas autoridades militares e com escolta do IDF aos fiéis, o grupo que visitou o local era de cerca de 500 pessoas e ao entrarem no túmulo viram que havia sido vandalizado - a lápide havia sido despedaçada e suásticas pintadas nas paredes, bem como a pichação de uma espada  manchada de sangue sobre uma Estrela de David e outra Estrela de David "pisoteada" por uma bota.  Alguns relataram que eram visíveis por todo o local pegadas de botas que afirmam que são consistentes com as utilizadas pela polícia palestina. "Ai da nação que permite que os seus locais sagrados sejam vandalizados, e por inúmeras vezes" disse Gershon Mesika, que é o chefe do Conselho Regional Shomron, que estava entre os visitantes. "Apenas bárbaros poderiam fazer tais coisas. Pessoas que patologicamente envergonham um lugar tão sagrado não merecem serem chamadas de seres humanos", ele acrescentou. "Os terroristas da polícia palestina há muito tempo já perderam qualquer traço de humanidade. O Estado de Israel deve regressar à Tumba de José, mesmo com esse terrível Acordo de Oslo".


 
 

ITAGIBA CRITICA AHMADINEJAD NO CONGRESSO

  
“Venho a esta tribuna, mais uma vez, manifestar minha indignação contra àqueles que insistem em pregar a violência, a segregação racial e religiosa entre os povos.

Senhores parlamentares, apesar de o governo brasileiro condenar as ações e incoerências do Chefe de Estado Iraniano – MAHMOUD  AHMADINEJAD, que defende posições contra a existência do holocausto e do sofrimento imposto ao povo judeu, o Presidente Luís Inácio Lula da Silva anuncia que  receberá, daqui a duas semanas, mais precisamente no dia 06 de maio, o presidente iraniano em missão oficial.

Apesar de a delegação brasileira nas Nações Unidas firmar posicionamento contrário as idéias de AHMADINEJAD na 2ª Conferência Contra o Racismo e a Intolerância, em Genebra, na Suíça, que iniciou-se na segunda- feira última (20/04/2009), o governo brasileiro tem que tomar medidas mais enérgicas e imediatas de repúdio à presença de tal líder em nosso território.

O Brasil não pode compactuar com os esforços do Presidente do Irã em negar a morte de mais de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial , nem com o extermínio de milhares de opositores ao regime iraniano, como o caso dos BAHÁ’I, que tiveram 20 mil vidas ceifadas covardemente.
 
Senhoras e senhores deputados, se a Câmara dos Deputados já houvesse aprovado o meu Projeto que penaliza aqueles que não reconhecem o Holocausto e os Crimes Contra a Humanidade teríamos elementos, ainda mais fortes, para barrar a vinda de representantes Diplomáticos e Chefes de Estado Estrangeiros, com esse pensamento, ao nosso país.

O senhor AHMADINEJAD representa a preservação de um pensamento arcaico, movido pela ostentação de valores que não cabem mais em nossos dias, como a truculência contra os opositores de seu sistema de governo, bem como o extermínio daqueles que não comunguem de suas idéias.

Em nome do povo judeu, em nome da harmonia entre os povos, pelo fim da perseguição dos BAHÁ’I e por um Oriente Médio mais pacífico e humano, que a Organização das Nações Unidas e o Governo Brasileiro façam severas sanções ao Irã.

DEPUTADO FEDERAL MARCELO ITAGIBA-PMDB-RJ


Discurso feito na tribuna do plenário da Câmara Federal no dia 22 de abril de 2009


 
 

NEGÓCIOS DOS FILHOS DE ABBAS

A Agência de Notícias Reuters revelou na quarta-feira que os Estados Unidos assinaram contratos com valores superiores a dois milhões de dólares com filhos e aliados do presidente da Autoridade Palestina (AP) Mahmoud Abbas. O governo americano, aparentemente constrangido por esta divulgação, não esclareceu detalhes alegando razões de privacidade e por temor que acarretaria que as pessoas ficassem mais vulneráveis aos terroristas.

A Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) afirmou que laços de família não eram fator para a concessão de contratos, que incluíam propostas para a reparação de estradas e a organização de campanhas de relações públicas para incrementar a imagem pública dos EUA. Outros contratos eram para campanhas de publicidade e promoções para as eleições legislativas de 2006 com a finalidade de auxiliar o Partido Fatah que é liderado por Mahmoud Abbas  porém, o Hamas surpreendeu os especialistas americanos e ganhou com a maioria dos votos nesta eleição promovida pelos EUA como uma introdução da democracia na Autoridade Palestina. Yasser, que é filho de Abbas, é o proprietário da ‘Falcon Electro Mechanical Contracting Company’ e da ‘Sky Advertising Company’, que ganharam contratos dos EUA através de licitações "amplas e abertas" informou a USAID. O seu irmão Tarak é o gerente geral da empresa de publicidade.


 
 

SABEDORIA JUDAICA


Os sábios do Talmud afirmavam que todas as profecias dos profetas bíblicos eram verdadeiras. Pergutaram: se eram verdadeiras porque não se realizaram? Verdadeiras por que mereciam acontecer e não por terem acontecido, responderam os sábios.

Em se tratando de ética  é sempre bom relembrar este princípio milenar. A ética deve ser  pensada e falada pelo que ela merece e precisa acontecer, e não por causa do que vemos ao nosso redor.

(Fonte: Oficinas de Ética da APERJ)


 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


NAPOLEÃO E O ESTADO JUDEU

A atitude pessoal de Napoleão com relação aos judeus passou por estágios diversos, incluindo pronunciamentos e decisões ora favoráveis, ora adversos.  Uma das questões mais debatidas por historiadores é se ele teria ou não publicado uma proclamação com o objetivo de restaurar a pátria histórica do povo judeu na Terra Santa.   Conta-se que em 1797, meses depois que as tropas francesas comandadas por Napoleão invadiram a Itália, ele perguntou aos seus oficiais por que certas pessoas usavam bonés amarelos e braçadeiras com a estrela de Davi.  Foi informado que tratavam-se de judeus, e que a sua identificação era necessária para que não deixassem de retornar aos guetos (bairros onde eram forçados a morar) após o por do sol.  Napoleão ordenou o fechamento dos guetos e permitiu aos judeus que morassem onde quisessem e praticassem a sua religião abertamente.   No ano seguinte Napoleão partiu com suas tropas numa expedição militar ao Oriente Médio visando a dificultar o acesso britânico à Índia.  Uma vez consolidado o seu poder no Egito, capturou Gaza, Jaffa e Haifa e, em março de 1799, sitiou a cidade de Acre.  Os otomanos, porém, não se renderam, o cerco foi rompido graças à artilharia de navios britânicos, e Napoleão acabou retornando à França em agosto do mesmo ano.


 


Durante o sítio a Acre Napoleão teria publicado uma “Proclamação aos Judeus”.  É fato irrefutável que em 22 de maio de 1799 o jornal oficial francês “Moniteur Universel” divulgou na primeira página a seguinte informação, originária de Constantinopla: “Bonaparte publicou uma proclamação na qual ele convida todos os judeus da Ásia e da África a se alinharem sob suas bandeiras a fim de restabelecer a antiga Jerusalém. Ele já armou um grande número deles, e seus batalhões ameaçam Alepo”. Só que os batalhões de Napoleão nunca chegaram perto de Alepo.  Em 1940 um advogado e historiador judeu que havia emigrado da Áustria para a Inglaterra publicou uma tradução do texto original francês para o alemão que teria sido feita em 1799 e datilografada por um outro judeu austríaco pouco antes de escapar dos nazistas em 1938:  ”Quartel-general, Jerusalém, 20 de abril de 1799. Bonaparte, comandante-em-chefe dos exércitos da República Francesa na Ásia e África aos legítimos herdeiros da Palestina.  Israelitas, nação singular que as conquistas e a tirania, durante milhares de anos, puderam privar da sua terra ancestral, mas não do seu nome nem de sua existência nacional! …  A grande nação [francesa] … não vos convoca a conquistar o vosso patrimônio, não, apenas a tomar posse do que já foi conquistado e, com a garantia e o apoio daquela nação, permanecer como governante [dessa terra] e protegê-la contra todos os que lá cheguem” … Apressai-vos! Agora é o momento, que talvez não retorne por milhares de anos, de reivindicar a restauração dos vossos direitos que vos foram vergonhosamente negados … [à] vossa existência política como uma nação entre as nações …”  Só que Napoleaão nunca chegou a Jerusalém.

Mesmo que, como alegam alguns historiadores, a tal tradução tenha sido forjada por seguidores de Jacob Frank (que se autoproclamara reencarnação do falso-messias Sabatai-Tzvi), a notícia divulgada no “Moniteur Universel” é forte indicio de que Napoleão pelo menos planejou publicar uma proclamação semelhante logo após a conquista de Acre e Jerusalém – conquista essa que, no entanto, não chegou a ter lugar.  Se dependesse de Napoleão, o Estado Judeu estaria comemorando na semana entrante 210 anos, e não apenas 61. 

Feliz Yom Ha’atzmaut!


 
 

DIVAGAÇÕES SOBRE O ESTADO PALESTINO

Um editorial no último número da prestigiada publicação ‘Atlantic Monthly’ postula que a Autoridade Palestina talvez nunca tenha um Estado porque na realidade não quer um. O editor Robert Kaplan afirma que apátridas  tem mais atrativo para a simpatia da Autoridade Palestina que um Estado. Os argumentos de Kaplan's estão baseados num estudo recente realizado pelo professor Jakub Grygiel, da Universidade John Hopkins, no qual ele afirma que na era moderna as tecnologias proporcionam aos grupos minoritários mais poder para se comunicarem e cometerem atos violentos, sem a necessidade de um Estado formal. Ele alega que a falta de um Estado, ao invés de ser um detrimento, permite que o grupo mantenha as suas opiniões extremistas e ao mesmo tempo evitando a complicada tarefa de governar. Grygiel cita como exemplo o grupo terrorista Hezbollah. "Embora provavelmente capaz de assumir o fraco governo central do Líbano, o Hezbollah preferiu manter o seu papel de sub-governo, e desta forma limitando assim a sua responsabilidade e, consequentemente a sua vulnerabilidade a ataques". "Assumir o governo de um Estado provavelmente iria enfraquecer a capacidade do Hezbollah para atacar Israel, cujas forças militares encontrariam alvos fáceis."


Clinton, Arafat e Barak em Camp David no ano de 2000.

Grygiel ressalta que ser apátrida proporciona a impunidade de ações de retaliações de um poderoso Estado, e é um dos principais pontos do seu estudo. O Hamas, logo após sua independência da ANP, enfrenta exatamente este problema que o Hezbollah escolheu evitar, conforme explica. "Foi esta quase-independência de Estado alcançada pelo Hamas em Gaza que possibilitou Israel de combatê-la", explica ele.

As implicações para a Autoridade Palestina também são claras. "Ter um Estado significaria abertamente se comprometer com Israel", ele relata. "É melhor a glória de ser vítima, pois como pessoas apátridas, podem bombardear com foguetes palestino Israel, mas não podem ser considerados como inteiramente culpados aos olhos da comunidade internacional. A condição de um Estado acarretaria necessariamente o final para essa liberdade de ação".

Como prova que a Autoridade Palestina prefere permanecer apátrida, Kaplan assinala que embora o ex-primeiro-ministro Ehud Barak tivesse concedido enormes concessões para o ex- Presidente da Autoridade Palestino Yassir Arafat, em 2000 em Camp David, o líder da Autoridade Palestina decidiu escolheu por não assumir compromissos. Conforme explica Kaplan, Arafat "considerou ser uma conclusão mais satisfatória moral e emocional conduzir apátridas do que fazer compromissos menos glamorosos para o estabelecimento de um Estado".


 
 

PROTESTO E INDIGNAÇÃO EVANGÉLICA

Como cidadã brasileira, como pastora evangélica, expresso o meu protesto e indignação com a presença do presidente da República Islâmica do Irã, M. Ahamadinejad no Brasil, no dia 6 de maio, eis que este país que vem desenvolvendo uma truculenta perseguição às minorias, com destaque a evangélicos que pregam com risco de morte a palavra de Cristo no Irã, a antiga Pérsia. Se entendo que todas as religiões monoteístas fundadas na Bíblia Sagrada como é o islã devem pregar, antes e acima de tudo, o amor, a fraternidade entre os homens, não posso entender que num país como o Irã, onde o islamismo é religião oficial, se condene à morte um muçulmano que se converteu ao cristianismo, como que se converter a Jesus seja um crime capital. Não posso entender que gays sejam enforcados em praças públicas como se fossem os piores criminosos, não posso entender que mulheres indefesas suspeitas de adultério sejam lapidadas até a morte por turbas odientas, não posso entender que crianças que sejam mortas pelo estado.

Também não posso entender porque o Irã xiita de Ahamadinejad em vez de pregar a concórdia e harmonia entre os homens, pregue a destruição total da Terra Santa da Bíblia, em nome de Alá e seu Profeta. Não posso entender que enquanto o rei Ciro libertou os judeus do cativeiro da Babilônia para reconstruírem Jerusalém, cidade santa de judeus, cristãos e muçulmanos, o atual regime xiita iraniano faça o contrário a pregar ódio e rancor a destruir tudo o que o fundador do império persa reconstruiu por inspiração divina. Ahamadinejad é contrário a tudo o que prega e difunde os valores cristãos de nosso país. Não posso entender por que esse homem foi convidado a nos visitar.

Pacifista Dra. Jane Silva
Presidente Comunidade Internacional Reviver em Cristo.
E-mail: janesilvabrasil@gmail.com


 
 

IMIGRANTES SUL-AFRICANOS

Mais de 85 novos imigrantes de todas as idades, vindos da África do Sul e do Zimbábue, chegaram a Israel na quarta-feira e receberam a cidadania numa cerimônia para este grupo no Muro das Lamentações na quinta-feira. A chegada deste vôo da Agência Judaica no Aeroporto Internacional Ben Gurion contribuirá para o aumento dos números da Aliyah da África do Sul. Cerca de 340 judeus deste país se mudaram para Israel em 2008, o que é um número duas vezes maior que do ano anterior. Neste ano. este é o terceiro vôo trazendo judeus sul-africanos.

A Agência Judaica promoveu um “Dia Especial para a Absorção” dos novos israelenses no Hotel Shalom no bairro de Bayit V'gan, em Jerusalém, na manhã da quinta-feira. Representantes de várias e importantes agências governamentais, como o Instituto Nacional de Seguros, seguro de saúde, companhias telefônicas, o Ministério para a Absorção, e outros estiveram presentes. Às quatro horas da tarde os novos imigrantes receberam suas carteiras de identidade numa única cerimônia no Muro das Lamentações. Essas carteiras são normalmente concedidas sem comemorações numa sala do Ministério da Absorção. Cerca de 65.000 judeus vivem na África do Sul, incluindo os 45.000 em Johanesburgo e 15.000 na Cidade do Cabo. Cerca de 21.000 judeus sul-africanos já fizeram a Aliyah desde a criação do Estado de Israel.


 
 

LOUVÁVEIS INICIATIVAS

O vereador Floriano Pesaro (PSDB), de São Paulo, apresentou dois Projetos de Lei relativos à comunidade judaica. O primeiro projeto é instituir na cidade o Dia Municipal em Memória às Vítimas do Holocausto, a ser celebrado anualmente no dia 27 de janeiro. A data já é celebrada em âmbito mundial. Foi instituída, em 2005, pela Assembléia Geral das Nações Unidas como o Dia Mundial da Lembrança do Holocausto, em memória aos 6 milhões de judeus vítimas da exterminação nazista. “O Holocausto tornou-se o símbolo da barbárie do século 20 por causa dos horrores cometidos pelos nazistas contra o povo judeu”, disse Floriano.

O outro projeto de lei do vereador Floriano Pesaro inclui o tema do Holocausto na disciplina de História da rede municipal de ensino, em consonância à resolução adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2005, de preservação da memória do Holocausto. “Considero que a inclusão de noções sobre o Holocausto na disciplina de História poderá contribuir para que as futuras gerações tenham consciência do horror perpetrado nos genocídios e que jamais repitam tal erro, seja sob qualquer argumento”, diz o vereador. Para ele, ser igualmente respeitado, apesar das diferenças, é uma “utopia nas sociedades multiculturais”. “É uma lição a ser aprendida e praticada sem trégua, em busca da tolerância e da paz entre os povos”, afirma.


 
 

EVENTOS SOCIAIS





"O Movimento Juvenil Bnei Akiva realizou, no Snif Copacabana, um ato em homenagem ao Yom HaShoa - Dia do Holocausto com uma palestra especial com a sobrevivente do holocausto Maria Yefremov, que contou sua emocionante história e respondeu às perguntas dos inúmeros membros do movimento. Em seguida participou da havdalá e juntamente com os jovens cantou o hino de Israel. Durante o relato, foi enfatizada a importância do movimento juvenil de transmitir o que aconteceu, de nunca esquecer, de não deixar que algo do tipo volte a acontecer, de lutar para que o holocausto seja respeitado e ensinado às futuras gerações! No encerramento do ato, rodeada por jovens de várias idades do Bnei Akiva, Dona Maria comoveu a todos ao dizer que valeu a pena ter vivido até hoje, só para ver a juventude judaica vibrante e atuante e que os planos de Hitler não se concretizaram."


 

 
 
 


Right on!
Nathalie Hoffman-California-EUA

A notícia de que o Brasil doará milhões de euros ao governo palestino em Gaza não apenas deve ser motivo de preocupação, mas pode tornar-se uma oportunidade para que fique claro que apenas o desenvolvimento econômico da região trará paz e dignidade aos palestinos, que deve ser por estes, e apenas por estes, conquistada. Qualquer doação deve ser acompanhada de condições para aplicação dos recursos. O Hamas, que administrará o dinheiro do contribuinte brasileiro ganho com muito suor, deve declarar sua incondicional aceitação da existência do Estado de Israel, sem ater-se apenas ao questionamento das fronteiras, mas aos direitos e garantias fundamentais dos nacionais israelenses. Na mesma esteira, a Liga Árabe deve alterar seus estatutos, para retirar qualquer menção de não reconhecimento a Israel, comprovando seu empenho pela paz na região. Caso o Brasil, através de seu Poder Executivo, prossiga no assistencialismo internacional sem que tais pré-condições sejam atendidas, deveremos nos preocupar muito. O primeiro fundamento constitucional do Brasil é a soberania (Artigo Primeiro, inciso I, da Constituição Federal). Ao financiar um ente político que tem por finalidade destruir um povo instalado em um território mantido a duras penas e reconhecido pela comunidade internacional, estarão os mandatários brasileiros relativizando um princípio fundamental que rege seu próprio país. Uma vez tal fundamento relativizado aos outros, faltará um só passo para importarem-se conflitos ao povo e território brasileiros. Um abraço e continue sempre informando e sensibilizando seus leitores!
Dan Kraft - Montreal, Canadá

Com pesar li essa notícia.  Me indignei e não pude deixar de reagir. Infelizmente o Brasil político vive em cima do muro e  leva todo o brasileiro que merece respeito junto, nessa lama de corrupção, puxação de saco de quem tem mais poder e falta de vergonha na cara. Esse nosso presidente ainda vai longe, está buscando as mais loucas alianças e fazendo coisas que eu jamais pensei em ver na minha vida, como liberação do aborto e eutanásia (acredite, ele vai conseguir!), além desses acordos políticos estranhíssimos. Quando o nosso presidente conseguir tudo o que quer e a coisa pegar fogo, aí sim ele pega o passaporte italiano dele e vai morar na Europa, "pra garantir o futuro", como disse nossa primeira-dama. 
T. A. Drenth- Holanda

Durante o tempo que estive em Goiania, coordenando a resposta a Emergencia Radiologica devido ao Acidente Radioativo com Cesio 137, houve muitas manifestacoes contra o deposito de lixo rtadioativo gerado pela descontaminacao do acidente. Quiseram transferi-lo para uma regiao do Para. Que fez o Governador do Para mobilizou os Indios Caiapos e os enviou a Brasilia. Deu resultado, o governo voltou atraz e acabou ficando mesmo em Goiania. Talvez a Comunidade Judaica possa mobilisar com criatividade que transmita imagem contra a visita dessa figura tao asquerosa, repugnante e perigosa pelas suas palavras e Intenções
Jose Rozental-Israel

Queria falar que tambem moro em israel, e vejo a dificuldade de nao ter com quem deixar as vezes as criancas. mas espero o ano inteiro por pessach e sukot quando as criancas tem uma semana de ferias tenho B"H 11 filhos, e todos esperam por estas semanas, o clima e gostoso, nem e muito quente e nem muito frio. para sair passear com as criancas, existem muitas opcoes gratuitas, nos por exemplo um dia vamos para um parque aberto gratuito, fazemos um pic nic, um outro dia convidamos familiares ou amigos que moram longe que vem passar o dia com a gente, um dia vamos nos visitar alguma fam,ilia. fora isto e um otimo dia para sentar, brincar e curtir as criancas. a dificuldade e achar programas que combinam tanto com os grandes como para os pequenos, mas juntos nos sempre achamos alguma solucao quero deixar aqui marcado minha tristeza que pessach ja acabou e pena que nao dura mais uma semana. e uma delicia poder curtir as criancas e ter um pouco de ferias sem aquela pressao de que amanha tem que acordar cedo para ir para escola (em Israel nao temos o domingo, pois e um dia normal de trabalho e escola) quanto aos pais que trabalham durante pessach, a maioria consegue um esquema de pegar uns dias de ferias em pessach, mesmo que alguns dias a mae pega e alguns os pais. e enter amigos sempre da pra fazer um tipo de colonia de ferias com criancas pequenas dentro de casa mesmo, o que custa um minimo e as criancas se divertem, ainda mais quando sao pequenas.
sandrinha magid- ISRAEL

Meu nome e Rachel e moro em Israel. Tenho tido o privilegio de ler as "Noticias da Rua Judaica", que recebo no meu email. E' realmente uma pagina excelente, nela recebo atualizacao de noticias, e as vezes, muitas vezes, mais completa do que as que leio aqui. O motivo dessa carta e parabeniza-lo pelo seu trabalho, que vejo como de "primeira linha".E como leitora, agradeco pela excelencia do seu trabalho, que tem vindo beneficiar a todos, incluindo muitos brasileiros que moram aqui e nao dominam outro idioma que nao o portugues.Um abraco,
Rachel Adesse -ISRAEL

Prezado Osias,Segue materia acerca do meu livro Family Portrait publicada aqui em Miami nas bancas em homenagem ao dia de Yom Hashoa.Saudacoes auriverdes,
http://www.miamiherald.com/news/miami-dade/communities/story/1003966.html
Ann Helen Wainer-MIAMI-EUA

Prezado Osias, Sua coluna me deu ,como de hábito,uma imensa alegria de ler. Hoje, porém, fiquei muito emocionada em ver algumas pessoas amigas. Aplaudo Roberto Fuchs não só como um grande pianista mas como um grande arquiteto.Roberto é dessas pessoas a quem o destino brindou duplamente com a arte e a razão.Ele e Regina são meus padrinhos de casamento. Continuando a ler encontro o Dr.José Feldman e esposa,que além de grande médico é um ser humano fantástico e foi decisivo para meu marido.Claudio Feldman também um grande e muito querido. E a você,Osias,envio também um aplauso pela sua coluna sempre brilhante e muito presente.Um abraço,
Maria Luiza Corker-Nobre-Diretora da ACRJ-Superintendente do Instituto Mauá

Estimado Osias,já viu a noticia sobre carlos minc que saiu hoje no o globo pag 2, panorama politico, sobre a rua judaica e declaração de minc?qual seria o texto desse e-mail do pomar ao minc?vida longa ao rua judaica!!!!!!!!!abraços,
nissim cohen hallale

A notícia sobre a BBC e o viés antissemita ou antijudaico não é novidade. Aliás, a Inglaterra é hoje um dos celeiros de propagandistas contra Israel, graças à leniência e cumplicidade dos seus governantes, como apontou muito bem a jornalista Melanie Phillips em seu fantástico livro "Londonistan", cuja leitura todo judeu preocupado deveria fazer.
David Borensztajn (Procurador de Justiça aposentado do RJ)

Você  acredita que semana passada, exatamente na terça, a professora de Historia Judaica do ORT, escola em Botafogo, falou para os alunos que o Holocausto não existiu? A frase certa foi assim: - houveram varios cientistas que comprovaram "quimicamente" que não houve o holocausto. Já escreví pra Fierj........o amigo da minha filha que ouviu isso, não respondeu nada, com medo dela pegar no pé dele, é mole?????Ele disse que ia falar pro Sr Laks ir lá edir pra dar uma palestra na sala. To passando isso pra todos que poderiam fazer algo contra isso que aconteceu.Beijos
Louiza Paskin Szenkier

Shalom! Gostaria de informar-lhe, com satisfação, que ingressei no Laboratório de Estudos sobre Intolerância da Universidade de São Paulo (LEI/USP), coordenado pelo Dr. Samuel Feldberg. Tornei-me pesquisador da linha "Holocausto e Antissemitismo". Estou plenamente consciente da elevada responsabilidade que terei pela frente, a qual assumirei com seriedade e dedicação. Shavua tov! Abraços,
Prof. Marcelo Walsh

Prezado Osias, a entrevista com a Sra. Adela Dworin - Presidente de la Casa de la Comunidad Hebrea de Cuba - foi muito interessante.Seria possível você me informar o endereço de José H. Felzenswalb ? Quero pedir ao Sr.Felzenswalb que entregue ou repasse uma carta para a Sra.Dworin. Procuro dados sobre parentes que emigraram para Cuba em 1942. Há mais de um ano estou tentando entrar em contato com a Sra.Dworin, solicitando informações sobre eles.Mandei várias mensagens via Internet, carta via postal e uma amiga foi à Cuba e entregou cópia de minha carta na sede da Casa de la Comunidad Hebrea de Cuba, em Vedado, Havana. Mas, nunca recebí uma resposta. Espero que o Sr.Felzenswalb possa me ajudar ou, pelo menos, informar um endereço eletrônico válido da Sra.Dworin ou do Patronato. Desde já, muito obrigada.Um abraço,
Yvonne Stern

Caro Osias, Mais uma vez gostaria de cumprimentar toda a equipe de "Notícias da Rua Judaica" pela matéria veiculada a respeito da comunidade judaica em Cuba.
O estreitamento das relações de amizade e o conhecimento que voces nos estão proporcionando é muito valioso. Por favor, diga-nos como podemos manter contatos com membros da comunidade judaica cubana. Abraços e sucesso sempre crescente.
Moysés Nínio

caro Osias, extraodinária a matéria "Judeus em Cuba" e a entrevista com Adélia Dworin, presidente do Patronato da comunidade judaica de Cuba. Quem foi o entrevistador? Desmente a enxurrada de calúnias, que vez por outra, se atira contra a Ilha, inclusive de setores da comunidade judaica no Brasil.Na minha última visita a Cuba, por ocasião do 50º aniversário do Triunfo da Revolução cheguei a ir até uma das sinagogas. Lamentavelmente não havia ninguém com quem pudesse conversar para saber exatamente como viviam os judeus em Cuba.Talvez devido ao final de ano.Aí fica uma pergunta: por quê nas sucessivas votações nas Nações Unidas sobre o fim do bloqueio dos Estados Unidos a Cuba só Israel (mais as Ilhas Marshall (?) e Palau (?)) votam com os EUA e contra Cuba, defendendo o vergonhoso e criminoso bloqueio? O mundo inteiro vota pelo fim do bloqueio (a última votação 192 a 4) e Israel, sem nenhuma razão, - vide o tratamento dispensado aos judeus em Cuba - vai na contramão.
Max Altman

"É possível que nenhum outro século tenha sido tão obcecado pelo apocalipse quanto este nosso", diz o teólogo e colunista daFolha de S.Paulo Luiz Felipe Pondé. Não só porque o mito faz parte da cultura (até a doutrina marxista da ditadura do proletariado poderia ser interpretada como um apocalipse secular, brinca Pondé, já que da mesma forma que os apocalipses místicos ela promete a destruição de um mundo falho e o renascimento de um mundo melhor em seu lugar), mas porque nunca se produziram nem se divulgaram tantas cenas de horror apocalíptico quanto nos séculos XX e XXI. As montanhas de cadáveres nos campos de extermínio nazistas, o holocausto nuclear em Hiroshima e Nagasaki, os milhões de corpos mutilados em Ruanda, o massacre de crianças por terroristas chechenos em Beslan, o fogo e o desabamento das torres gêmeas, a chuva de bombas sobre famílias palestinas em Gaza – todas essas imagens tétricas, e outras como elas, são vistas, revistas e retrabalhadas em contextos diversos todo o tempo, de modo que é quase inevitável ter a sensação não só de que o fim do mundo já está em curso, como de certa forma fazemos por merecê-lo.Obrigado,
Roberto Blatt

Preocupa-me a vinda para nosso país deste Senhor Presidente da República Islâmica do Irã, MAHMOUD AMADIJEDAD que em visita oficial, vem tratar de assuntos creio da maior importância entre nações. Minha preocupação fica mais evidente pelas amizades deste Senhor, tendo em vista seu alinhamento com o terrorismo mundial, onde o Irã é o principal condutor, aliando-se a Hamas e Hezbollah, bem como ao Presidente Hugo Chávez da Venezuela e Evo Morales da Bolívia, inimigos declarados de Israel. Todos destilam ódio pelo povo judeu, são antissemitas declarados e no momento que este estúpido MAHMOUD AMADIJEDAD pisa o solo pátrio de nossa terra no próximo dia 6 de maio, que vem aqui fazer? sobre os aplausos do Senhor Presidente Lula, que na minha opinião nada mais faz do que um jogo duplo na sua política externa, dizendo se posicionar contra o  antissemitismo, mas estendendo suas mãos aos antissemitas de plantão. O Senhor Presidente Lula, ou é ingênuo ou apoia disfarçadamente o terrorismo e neste momento não esconde suas preferências políticas, pois, todos sabemos que a Conexão Irã-Venezuela, existe para expandir o terror na América Latina, diante da auto-defesa de Israel contra os bombardeios do Hamas ao país. Devemos repudiar esta visita asquerosa. Em nada este Senhor AMADINEJAD ajuda nosso país. O Brasil não precisa do Irã. O povo iraniano deve contar com nossa solidariedade para colocar abaixo este regime espúrio dos ¨ayhatollás de pijama¨, que persegue cristãos e demais minorias religiosas, além de não permitir a liberdade de expressão e política, exalando um ódio antissemita primário e medieval.A presença deste asqueroso determina para mim que o Presidente Lula e seu fiel escudeiro Celso Amorim apoiam a conexação do terror contra o Estado de Israel comandada por Irã e Venezuela.Cordialmente,
ANTONIO DA SILVA ORTEGA-VILA NOVA CONCEIÇÃO=SÃO PAILO –SP

Um dos expoentes da diplomacia brasileira, embaixador Felipe lampreia, como de costume com lucidez apurada, senso de juizo critico refinado, faz oportuna e digna avaliaçao sobre a inconveniencia de receber em solo brasileiro um terrorista travestido de presidente  do Ira!?Abraço ,
Rafael jaimovick.

Osias,O Lula necessita receber cópia do texto do Embaixador Lampréia antes que o dito cujo chegue às nossas paragens.Votos de paz , amor , amizade entre todos nós.
Oswaldo Amarante Filho-Cruz Vermelha  Brasileira

Se eu fosse o Presidente Lula receberia o tal Amadinrjá na Bahia, levava o XIITA directo ao Candoblé, depois para lavar as escadas do Sr. do Bonfim em seguida a Sinagoga mais próxima, para termina um ritual indígena.É PARA SABER QUE D'S É BRASILEIRO! AQUI AS DIFERENÇAS SÃO RESPEITADAS. Lição de Paz, levar o tal preconceituoso no Saará, do Rio de Janeiro.
Luiza benaion Tabasnik

Esta é a questão!!!!!!!!! Porque será que ele virá ao Brasil???? Porque o convite? Que belo Presidente temos!! Dá pra ficar tranquila?
BERTA FELDMAN DRYZUN - SÃO PAULO

Caro Sr.Desculpe meus provaveis erros de Portugues.Eu creio que denunciar somente este Sr. nao e suficiente.Nao somente o Presidente Lula vai recebe-lo, como tambem o Presidente Obama pretende manter conversacoes com ele. Os paises europeus, por razoes economicas tambem manteem contatos com ele.O Presidente do Iran e uma pessoa com profundas raizes de crenca islamista, entre as mais extremas do mundo musulmano e isto e o que guia ele. Seus valores, se e que existem, sao completamente diferentes dos nossos, no mundo occidental.Se o mundo ocidental fica indignado com suas palavras sobre Israel e os Judeus, o mundo necessita saber que isso e dentro do contexto da luta contra os infideis, ou seja, todo aquele que nao acredita em Muhamad como sendo seu profeta, ou seja todos os que nao sejam musulmanos.Eu creio que foi um erro nao participar na conferencia da ONU e deixar o palco somente para ele.Como era bem proximo do Yom Hashoa, eu levaria a convencao as terriveis milhares de fotos existents sobre o Holocausto e pediria a todos os participantes ficarem de pe, no momento em que as fotos passavam, em respeito a memoria dos seis milhoes de judeus assassinados pelo regime nazista. Seria interessante ver a reacao dos participantes arabes que estavam aplaudindo ao maluco.Mais importante ainda, eu creio que seria importante ter a cobertura da CNN e outras cadeias de TV, que cobriram ao Presidente do Iran e assim trazer esta terrivel injustica a conciencia mundial.
Z. Elron

Parabens Osias pela sua declaração que é de todos nós. É assustadora a  posição da ONU tentando ignorar o que está claro aos olhos de todos , do que este  MONSTRO é capaz. Será que não entendem que estão dando força e legitimidade a um novo HITLER?Com muita preocupação
Léa Lozinsky- Presidente da FIERJ

Osias, organizaremos alguma manifestação? Qual a ordem da Confederação?
Muito grata, pelas informaçoes, bjs,
Helena Oksenberg Kelner

Por que não se convoca uma manifestação em protesto a esta visita? Será que não se consegue arregimentar um número expressivo de manifestantes ?
José Kirschbaum

Hitler recebeu o mundo nas olimpíadas realizadas na Alemanha, aonde um negro  se destacou no atletismo para decepção do lider ariano racista. Agora é Ahmadinejad que vomita palavras negando o holocausto e a existência do estado de Israel e incentivando o racismo e anti-semitismo. E o mundo oferece palanque para esses homens que só pregam violência e  preconceito.A humanidade e os grandes líderes não aprenderam a lição de Hitler?
David volyk

Sugiro  organizar uma manifestação aqui em Brasília.Estou dentro.
Fernando Brettas

SE EU NÃO FOR POR MIM, QUEM SERÁ? Vou reenviar este email para a “embaixada” iraniana e para o MRE. Convido a quem quiser para que envie algo assim e/ou de outra forma demonstre seu repúdio à visita de Ahmadinejad ao Brasil e à sua recepção com honras nestas terras.
Geraldo Luiz dos Santos Lima Filho

Caro Osias , no próximo dia 5 de maio o Presidente do Irã estará visitando o nosso país,provavelmente fará mais um de seus discursos anti-semita , dessa vez no planalto.Será que nós da comunidade judaica do Rio de Janeiro não deveríamos fazer uma passeata no domingo dia 03 com cartazes para mostrar nossa indignação de sua presença aqui ? Ou devemos nos manter calados , lendo nossos jornais enquanto o Hitler desta geração continua pregando contra nosso povo! Você como uma das lideranças de nossa comunidade pode me informar o melhor a se fazer ?
Natan Benchimol  

Prezado Osias, Como se não bastasse a enojante “amizade colorida” que existe entre Lula e Hugo Chavez, agora nós, judeus brasileiros, seremos afrontados pela presença em território nacional da maior ameaça ao bem estar dos judeus de todo mundo na atualidade. Tolerar a visita de Ahmadinejad ao Brasil é um crime contra nosso passado (negado por ele), contra nosso presente (Israel) e contra nosso futuro (a bomba atômica iraniana). Como judeu e sionista, recuso-me a aceitar que o país onde nasci e que meus avós escolheram como abrigo sirva de palco para o cínico desfile de rapapés diplomáticos para este pária. Recuso-me e convido a toda comunidade judaica para uma mobilização urgente e viril a fim de demonstrar ao próprio Ahmadinejad e seus acólitos brasileiros que sua presença não é bem vinda. Apelo também a todos os veículos de mídia comunitária (do qual este boletim é um dos maiores expoentes) a convocar os judeus do Brasil a se manifestarem contra o negacionista iraniano em nosso país.Não podemos nos calar, tampouco temos o direito de nos omitir. Em nome de todos os nossos antepassados que tombaram no Holocausto que Ahmadinejad nega, e de todos os nossos irmãos que ainda tombam combatendo o terrorismo que o governo do Irã financia e estimula, nós, judeus, temos que nos empenhar para transformar essa visita numa demonstração de nossa força e de nossa razão.  O petismo não tem o direito de fazer do Brasil o que bem entende e de nos transformar em abrigo de criminosos. Ahmadinejad no Brasil é intolerável!Um abraço!
Victor Grinbaum

Caro Osias, Com o intuito de marcar nossa posição contrária ao acolhimento deste anti-semita pelo governo brasileiro, gostaria de sugerir uma greve total de todas as firmas, escritórios, consultórios, lojas e quaisquer outros estabelecimentos comerciais de proprietários judeus. Todos colocariam uma tarja negra sobre suas portas, fachadas e vitrines explicando o movimento e publicaríamos a lista de adesão nos principais jornais do país. Um dia sem trabalho, um dia sem imposto.Caso a idéia vingue serei o primeiro a fechar as portas da minha clínica.  Um cordial abraço
Silvio Roimicher

Estimado Osias, ¡iashar coaj por decir la verdad!!!Este es el mund que nos toca vivir...Dor haMabul...donde toda la tierra se ha llenado de violencia inusitada...He ahi las naciones del mundo rendidas ante 'Nimrod'...alli las oscuras luces europeas que amenazan otra vez a un mundo que ha perdido su letra 'N'...ahora solo es MUDO...Una desgracia...sumado al dolor de Iom HaShoa...Un abrazo y mi saludo freterno
Rab Moti Maarabi

Não é possivel entregar para ele as fotografias que Eisenhower mandou tirar quando entrou no campo de concentração??? Ele não vai poder dizer que são "fotomontagens"!!!!
Judith Spanjer Herford-B´nai B´rith

Caro Osias:Seu trabalho é fenomenal.Desperta a consciência judaica e nos traz alertas essenciais para a nossa sobrevivência como povo .Seu trabalho preocupa em estimular a comunidade a não ficar em posição confortavelmente passiva,mas a tomar atitudes.Eu pergunto se a nossa comunidade vai ficar quieta perante este rumo absurdo de apoio que o Governo brasileiro vem tomando em relação ao Ahmadinejad ou se a CONIB e Instituições Judaicas vão se organizar e manifestar de forma pública e coletiva o repúdio a esta visita ?Fico no agurado d euma resposta porque o tempo é curto.....precisamos nos mexer......
Fanny Jitomirski

Dia 6/5 estara chegando aqui no Brasil, recebido com honras de Estado, a figura principal do Irâ.Depois de ele ter melado a reunião na Europa, como será ele recebido pelo nosso pais?Nesta reunião a delegação do Brasil não se retirou, ficando, e somente deixando de bater palmas.O que se pode fazer se o 'dinheiro', e todo o sistema que o envolve, fala mais alto...Um voto de protesto tem que ser feito, e não só por judeus, por brasileiros de todas as cores, nacionalidades, religiões.
Passo as autoridades competentes, em organizar massas, a se mobilizar!
Sylvia Kresch

A DELEGAÇÃO BRASILEIRA NÃO SE RETIROU! PERMANECEU PARA OUVIR TODO O DISCURSO! NÓS MERECEMOS GENTE MELHOR DO QUE O MARCO AURÉLIO GARCIA, QUE É O ORIENTADOR DO LULA PARA APROXIMAÇÃO COM O CHAVEZ E O AHMADINEJAD.
Elcy Ioschpe

Carta enviada aos jornais de São Paulo, Rio e Brasilia. Sob um largo sorriso do presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, na sessão de abertura da conferência sobre racismo das Nações Unidas, enquanto destilava seu ódio ao Estado de Israel e aos judeus, em explícita manifestação de preconceito, 30 delegados abandonaram a sala em sinal de protesto. Infelizmente pelo menos outros 72, inclusive o representante brasileiro, ministro da Igualdade Racial Edson Santos, permaneceram ao longo de 32 minutos, apesar do tempo estipulado ser de 7 minutos, mostrando sua face autoritária e despótica. Quando um país recebe a visita de um dirigente de uma nação amiga, faz parte do protocolo render homenagens ao visitante. Como brasileiro, democrata e judeu, sinto-me ofendido e agredido moralmente pela presença de figura tão desprezível. Ainda é tempo de o governo cancelar esta indecorosa visita, ou será que o interesse economico falará mais alto?
Luiz Nusbaum

Querido Chaver Osias,Shalom! Gostaria de expressar a minha plena concordância com sua arguta análise comparativa entre a omissão dos setores do Ocidente na época dos anos 1930 (anteriores à Guerra de 1939) diante do tirano Adolf Hitler; e a nova omissão de setores do Ocidente em face da propaganda de genocídio, revisionismo e assassinato de minorias (mulheres, Baha´is, católicos, homossexuais, etc) propagada pelo fanático ditador iraniano Mahmoud Ahmadinejad. Utilizei o termo "alguns", pois houve diplomatas presentes na Conferência de Durban II (ou +8), que tiveram a nobre atitude de virar as costas para o obscuro Ahmadinejad, quando este começou a destilar o seu veneno de ódio e intolerância no seu discurso. A Organização das Nações Unidas (ONU), cuja nascimento baseou-se na nobre luta conta o Nazismo, Fascismo e Militarismo do Eixo (Alemanha, Itália, Japão, e aliados), ao estabelecer o presidente iraniano como convidado de honra, um ditador sanguinário, comete uma gravíssima incoerência com os seus princípios de Justiça, Liberdade e Democracia. Imaginemos, hipoteticamente, que, numa reunião paroquial ou de bairro, houvesse a realização de um evento sobre honestidade e civilidade, cujo palestrante principal fosse um contumaz e bárbaro latrocida? Pois bem, o que torna mais grave a situação é de que a Conferência de Durban II - denominada, em tese, "Contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância" - convida a um chefe de Estado, o qual, repita-se, promove ódios, perseguições, julgamentos ilícitos, torturas e assassinatos contra minorias sociais, religiosas e étnicas, como contra mulheres comuns ou líderes feministas, católicos, baha´is, homossexuais, minorias árabes. O personagem histórico do tirano Adolf Hitler, que provocara a bárbarie da II Guerra Mundial, o holocausto de mais de seis milhões de judeus e mais de cinco milhões de não-judeus em campos da morte, e um total de 50 milhões de mortos de todos os lados, foi historicamente derrotado pelos Aliados. Contudo sua execrável ideologia continua viva não só em movimentos de bardeneiros neo-nazistas, mas no regime totalitário teocrático do República Islâmica do Irã, e em Mahamoud Ahmadinejad o seu discípulo mais dedicado. Tendo em vista todo esse obscuro cenário internacional, não seria oportuno o adiamento, por tempo indeterminado, por parte do Governo brasileiro, do convite dirigido a tão obscuro líder internacional para que visite o Brasil? Neste momento tão gravemente preocupante (parafraseando a Encíclica do corajoso papa Pio XI, que corajosamente combateu o Nazismo), gostaria de prestar a minha firme e tradicional solidariedade ao povo de Israel, ao querido povo judeu da Diáspora e às minorias perseguidas dentro do Irã. Abraços, P.S.: Caso, infelizmente, a visita do tirano iraniano se concretize, usarei tarja preta de luto e uma estrela de David amarela para prestar à minha solidariedade às vítimas, heróis e sobreviventes do Holocausto judeu (Shoah) e adesão ao valores universais de Civilidade, Democracia, Direitos Humanos, Justiça, Liberdade e Fraternidade.
Prof. Marcelo Walsh

...nao acho o povo brasileiro harmonioso...acho que cada vez está mais e mais antisemita...na minha juventude nao era assim, pelo contrário, sentiam admiraçao pelo povo judeu. Lamentavelmente, hoje em dia, qdo leio artigos nos jornais brasileiros, fico surpreendida.
Ruth Helen Goldgrub-Argentina

Caro Osias.O mundo realmente não tem mais espaço para gente odiosa e sectária como Ahmadinejad.Até no Irã ele foi criticado e quem diz isso é o correspondente da Al Jazeera naquele país.
http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=151838
Gilberto de Souza-Editor-chefe-Correio do Brasil

Alguem sabe informar onde se encontra o Sr. Celso Amorim ( que tem como titulo ministro de relações exteriores), e que é a pessoa que mais tem se notabilizado a marcar visitas aqui, (Chavez, Morales, Castro e agora Ahmadinejad), se não sabem, fiquem sabendo que tudo isso tem uma explicação. A famigerada cadeira no Conselho de Segurança da ONU, que este Sr. procura com o apoio de todos os citados e alguns não citados. A ele não importa quem seja Ahmadinejad, e as ameaças que este nanico destilá ao ocidente. Nossa politica externa deixa e muito a desejar, e com certeza conflitos serão criados com USA e Europa depois da visita
deste famigerado tresloucado., o mundo se esqueçe facil dos fatos deprimentes da história , exemplo do Holocausto. Portanto mais uma vêz alguem deverá fazer o papel sujo para calar este Sr. e todos nós sabemos a quem caberá a missão,  e o mundo se esqueçera rapidamente. Quem sabe o Sr. Celso Amorim  encontre a cadeira que tanto procura, e ai sim poderá se recolher a seu insignificante lugar.
B.BER

Osias, A biografia de  LuLa não merece esta ligação podre,esta mancha em sua tragetória ...!
Ricardo Guinsburg

Estimado Osias, Já há muito tempo a ONU deixou de exercer a função para a qual foi criada. Sua parcialidade (e a de órgão afins, como a OMT) não justifica a sua existência. Quanto à política externa brasileira.... todos sabemos o posicionamento da esquerda mundial e, em particular a dos aliados políticos de nosso presidente-operário. Portanto, infelizmente, nenhuma surpresa.Shalom,
Esther Nigri

Parabens por cada palavra aqui escrita por ti e tambem ao Prof.Roberto Romano da Unicamp,pelo otimo artigo esclarecedor.
David Moran

Não é de se perguntar, se hoje Hitler estivesse vivo, nao seria convidado de honra da ONU em Genebra e tambem não seria convidado a visitar o Brasil?Para onde estamos indo?
Jacob Bernat

Prezado Osias, Sugiro que se crie uma corrente, para, no dia da chegada deste verme ao Brasil, todos nós usemos uma camisa de cor preta.Abraços e Shalom,
Jonas Gleizer

Exelente colocação Osias,parabéns.O que será que nosso presidente Lula pretende com esta visita?
Sarina Nigri N.

Parabenizo mais uma vez os jornalistas deste imprescindível  importante jornal  Rua Judaica! Referindo se ao herdeiro do hitler (com letra minúscula) vocês criticando a vinda dele ao Brasil , reclamando e indignando se por nos Sobreviventes do Holocausto faz com que sentitimos que temos respaldo. Lamentavelmente o mundo não apreendeu . Os 6 milhões de judeus indefesos torturados e mortos  não foram suficientes para exterminar o anisemitismo. Os herdeiros do hitler estão se multiplicando e o mundo silencia como silenciou durante o extermínio de um povo cujo único "crime" foi ter nascido professando a fé mosaica. O meu lema durante as palestras que profiro e "Lembrar sempre, Esquecer jamais"  porque sendo lembrados eles não vão morrer nunca .Alguma manifestação deverá ser feita durante a visita deste terrorista iraniano. Se bem que tendo presidente que temos nada vai ser significativo.Atenciosamente
Henrietta (Rita) Braun

Hipocrisia? Foi o Irã que matou mais de 1500 pessoas esse ano? Bah! Hoje é dia de lembrar essas mortes recentes....e pasme! Quem efetuou Mesmo esse genocídio? 
Sil David

Obrigado pelo texto responsável e interessante.Fico grato pois também existem muitos pessoas que foram adotadas por famílias cristãs e adotaram seus nomes. Fugindo do nazismo...Um abraço
Jorge Kleber

Prezados senhores, caminhantes da Rua Judaica. Hoje, após um dia longo, cheio de trabalho, pude me sentar diante do computador e viajar com vocês para um mundo, ainda muito novo para mim, meio desconhecido, mas me mostrando muita coisa que, durante uma vida inteira, estava à procura e não sabia por onde começar. Iniciei minha jornada por uma estrada triste. Muito triste. Seu Jornal começava por um indivíduo mórbido, chamado Hitler. Infelizmente ele conseguiu macular, com suas sinistras atitudes, um povo e uma nação que não pensava do mesmo modo que ele. E aqueles que nos dias atuais, se dizem "seus seguidores", são, no mínimo, elementos doentios que deveriam, para o bem dos outros, passar pelas mãos de um ótimo psiquiatra ou estar na prisão. Mais adiante, li um assunto muito interessante sobre a surdez. Tenho uma querida amiga [ Perla Ventura] , completamente surda, muito alegre e consegue se comunicar de uma maneira incrível, com fonemas e gramaticalmente correta. Já o meu caso, não que eu seja surda, mas geneticamente herdei do meu pai uma diminuição significativa no ouvido do lado esquerdo. Já fui examinada e teria de usar um aparelho eletrônico, invisível. Falei que teria...Porque o preço é de R$8.000,00. Como artista plástica, embora hoje já começam a conhecer meu nome, ainda me encontro longe de poder me dar a esse luxo. Mas vou chegar lá. É uma promessa e um estímulo. Quanto à "Liberdade em Pessach", escrito pela jornalista Daniela Kresch, de Tel-Aviv, parecia-me, ao ler o artigo, que eu estava na minha casa, porque a situação de todo mundo é igualzinha, sem tirar, nem pôr. Judeu, italiano, francês, alemão, e muito outros, todos tem sua angústia reservada. Seja no bolso, seja no trabalho que uma festa ritual nos dá, é sempre motivo de alegria e de...Muito cansaço. Existe, todavia, uma enorme compensação. Quando os filhos casam, e os filhos dos filhos nascem, nasce com eles, a tradição que seus pais e as "mamas"deixaram, e aí, o trabalho é dividido ou recai sobre a nova família. Parabéns à Sra. Daniela que tão bem soube se expressar. Parabéns! Notícias da Rua Judaica continua sendo uma das minhas leituras imprecindíveis. Como já falei anteriormente, nela encontrei notícias e novidades não publicadas em jornal algum. Fico-lhes muito grata, desejando-lhes tudo de bom. SHALOM.
Asta Gatz.

Fico profundamente triste e desapontada quando recebo um e-mail sobre um evento como este.E o Bait apoiar é ainda pior.Como educadora e mulher judia me preocupo muito com o altíssimo grau de obesidade e outras doenças relacionadas à má alimentação (principalmente dos judeus religiosos) - alimentação kasher deveria representar cuidados com o corpo também. Academicamente, batalho há mais de vinte anos procurando ensinar o que a "visão industrial de mundo" faz conosco, e essa empresa maléfica é uma das principais representantes desse "lixo tóxico".Por favor, revejam sua posição e o que estão ensinando para seus filhos.Socorro médicos endocrinologistas, cardiologistas e outros istas da comunidade judaica, manifestem-se.
Profª Drª Liana Gottlieb.  

-NA MATÉRIA JANTAR CASA ANNA BENTES BLOCH, NÃO FOI DADO CRÉDITO FOTOS. D´NIGRIS BY  RICARDO NIGRI(MARIMBONDO) E PAULO MUNIZ. ABRAÇOS
MARIMBONDO

 

 
 
  Acesse nossas últimas edições:
 


> Notícias da Rua Judaica - edição No 117 (19.04.2009)

> Notícias da Rua Judaica - edição No 116 (12.04.2009)


> Notícias da Rua Judaica - edição No 115 (05.04.2009)

> Notícias da Rua Judaica - edição No 114 (29.03.2009)

     
 
 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof