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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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Osias Wurman
Jornalista
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Jerusalém judaica
O governo de Barak Obama tem aumentado a pressão sobre Israel para que cesse qualquer construção na Cisjordânia e, mais recentemente, em Jerusalém Oriental.
Difícil aceitar este tipo de ação unilateral contra o crescimento natural da população israelense, seja ela judaica, cristã ou muçulmana.
Atualmente vivem mais de 600 mil judeus na Cisjordânia e nas vizinhanças de Jerusalém Oriental.
Somente na Cisjordânia, os judeus já passam de 300 mil habitantes, com taxa anual de crescimento projetada para o final deste ano em cerca de 5%. As cidades de Modiin e Beitar apresentaram as maiores taxas de expansão.

A cidade de Modiin Illit , na Cisjordânia, tem população de 45 mil pessoas com 60 nascimentos por semana.
O governo americano alega que a parte oriental de Jerusalém é território “ocupado”.
Ignoram os americanos as origens históricas da soberania judaica sobre a Cidade da Paz.
Para os judeus, a capital do reino de David , que conquistou Jerusalém há mais de 3000 anos , abriga as ruínas do templo do Rei Salomão , considerado o local mais sagrado do judaísmo.
Segundo a tradição judaica, foi deste local que o Criador coletou o pó da terra para fazer surgir o primeiro ser humano à sua semelhança: Adão. Foi, também, onde seu filho Caim matou por inveja seu irmão Abel.
O local também foi palco de uma das mais importantes passagens bíblicas que relata a lealdade do patriarca Abraão a Deus, quando levou seu filho Isaac para sacrificá-lo em louvor ao Senhor.
Para comprovar textualmente a importância de Jerusalém para os judeus, comparada com as co-irmãs monoteístas, basta contar as 657 vezes em que é citada no Testamento Original, 154 vezes no Novo Testamento e sem menção no Corão.
Insistir em bloquear a vida judaica em qualquer espaço da sagrada Jerusalém é iniciativa fadada ao fracasso e que em nada beneficiará os entendimentos em busca da paz na região.
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LIEBERMAN RECEBIDO COM CARINHO

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, durante sua visita ressaltou a importância do Brasil na mediação do processo de paz no Oriente Médio e o potencial para convencer o Irã a interromper seu programa nuclear. "O Brasil, talvez mais do que qualquer outro país, pode convencer os iranianos a parar seu programa nuclear e a convencer os palestinos a conversar diretamente conosco", disse Lieberman durante coletiva de imprensa no Brasil.

Após reunir-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de encontro com o corpo diplomático brasileiro, Lieberman afirmou que a boa relação do Brasil com países árabes pode contribuir nas negociações de paz na região. " O Brasil tem ótima relação com a Síria e com os palestinos e acredito que possa contribuir para esse diálogo direto entre Israel e seus vizinhos", disse o chanceler, fazendo questão de ressaltar sempre as boas relações do Brasil com os árabes.
A visita do ministro israelense foi a primeira de um chanceler israelense ao Brasil desde 1987, quando o então ministro Shimon Peres esteve no país. Segundo Lieberman, "há mal-entendidos e desentendimento entre Brasil e Israel talvez pela falta de diálogo direto entre os dois países". O chanceler, no entanto, não especificou. "Nós estamos tentando ser mais atuantes na América do Sul, especialmente no Brasil", disse Lieberman. Nem Amorim nem Lieberman deram detalhes sobre um possível papel de negociador do Brasil. O Brasil é o primeiro destino de Lieberman na viagem de dez dias pela América do Sul. A embaixada informou que o objetivo da viagem do chanceler israelense é "enfatizar a importância que o Ministério de Relações Exteriores atribui à América Latina". A viagem ao Brasil do presidente israelense, Shimon Peres, está prevista para novembro, e Lula deve retribuir a visita em 2010.

Em São Paulo o Ministro Lieberman foi recebido pelo Governador José Serra e por Paulo Skaf, Presidente da FIESP. À noite Lieberman esteve numa recepção em residência particular.

O Embaixador de Israel no Brasil Giora Becher e Sra. recepcionaram a comitiva do chanceler israelense num jantar para 50 pessoas nos salões do Hotel Brasilia Alvorada Park. Estiveram presentes autoridades diplomáticas brasileiras e israelenses, jornalistas, intelectuais e políticos.

A mesa retangular com os convidados, em destaque a diretora do MFA de Israel para America Latina, Dorit Shavit, Embaixador Giora Becher, Embaixador Pedro Motta, deputada israelense Ruhama Balilah e deputado federal Marcelo Itagiba.

Com o Ministro Lieberman, a Assessora Especial do Presidente da República Clara Ant, o Embaixador Giora Becher, o Cônsul Honorário de Israel Osias Wurman e o Deputado Federal Marcelo Itagiba.

Osias Wurman, Giora Becher, Rachel Becher, Suzana Wurman e José de Abreu.
FOTOS: Matan Gicovate, Flavio Baran e Presidência da República.
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MULHERES ACORRENTADAS

Pelo menos 20 homens são presos anualmente em Israel por não conceder o divórcio a suas esposas, em um país onde só o marido pode pôr fim ao casamento, de acordo com a milenar lei religiosa judaica que rege os matrimônios em território israelense. Os tribunais rabínicos, que detêm o monopólio da justiça em matéria de divórcio, tentam assim forçar os chamados "maridos resistentes" a permitirem que suas mulheres comecem uma nova vida. Enquanto isso, as mulheres ficam "agunot" - "acorrentadas" ao casamento - e, portanto, não podem se casar novamente, nem iniciar uma nova relação, o que configuraria adultério.

Além disso, os filhos que pudessem vir a ter com outro homem seriam considerados bastardos e, segundo a lei ortodoxa, não poderiam contrair matrimônio a não ser com outros bastardos. "O Estado de Israel tem que encontrar uma forma melhor de acabar com um casamento do que colocar as pessoas na prisão", opina à Agência Efe Susan Weiss, diretora da ONG Centro para a Justiça para as Mulheres e advogada em diversos casos de divórcio. Segundo Efrat Orbach, porta-voz das Cortes Rabínicas de Israel, todo ano, pelo menos 20 homens passam uma temporada na prisão por este motivo. O número de presos está muito abaixo do número real de casos conflituosos, já que "muitos maridos concedem o divórcio assim que são ameaçados de ir para a prisão", explica a advogada rabínica Rivka Lubitch, também da citada ONG. O Serviço de Prisões Israelense calcula em cinco o número de "maridos resistentes" atualmente atrás das grades. Nas palavras de Lubitch, são os "teimosos" que, em vez de ceder, assumem a condenação como um desafio. O casamento civil não existe em Israel. Por isso, os cidadãos do país, sejam seguidores de alguma fé ou não, só podem se casar e se divorciar pelo rito religioso, o que em algumas ocasiões leva a situações tragicômicas. A possibilidade de aplicar castigos exemplares, como a prisão, retirada de passaportes ou intervenção nas contas bancárias, foi um poder concedido nos anos 90 aos tribunais religiosos por causa da acumulação de casos de "maridos resistentes". O Parlamento israelense passou na segunda-feira passada em primeira leitura uma reforma para legalizar o casamento civil, mas isso só afetará à ínfima minoria de pessoas que provar não ter religião, algo muito difícil no caso dos judeus. "A reforma não vai solucionar nada, porque só servirá para gente que puder demonstrar que não tem uma religião, algo muito problemático e que, em último caso, será obstruído pelos tribunais religiosos", assegura Weiss. (EFE)
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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TRAGÉDIAS DE VERÃO
Todo ano reclamo do verão israelense, do calor seco, do ar abafado, da areia que aparece do nada. Mas aí me lembro que sempre reclamei do verão no Rio, do calor úmido, do sol forte do meio-dia, da sensação de estar numa frigideira. A conclusão é sempre a mesma: odeio calor, independentemente do continente. Tudo bem que dá praia, as piscinas ficam cheias e as crianças de divertem. Mas, para mim, verão é sinônimo de ar-condicionado.
Durante o verão, aqui em Israel, sempre acontecem tragédias causadas pelo calor desértico. Volta e meia a imprensa noticia a morte de uma criança deixada dentro de um carro sob o sol. Alguns pais acham que não tem problema deixar os filhos dormindo, por cinco minutos que sejam, na cadeirinha dentro do carro enquanto vão ao banco ou ao supermercado. Grande erro. O calor transforma o carro numa estufa tão quente que não há ser humano que aguente.
Sempre tem, também, casos de gente que passa mal por causa do calor durante caminhadas ou a prática de esportes. Semana passada, dois casos de desidratação com final fatal entristeceram os israelenses. Os dois aconteceram na mesma região, a de Massada, no sul do Mar Morto. No mesmo dia, um empresário de 57 anos e um turista brasileiros, de 31, morreram em consequência da onda de calor que abateu o país.

O turista brasileiro, Daniel Sved, desmaiou enquanto subia a montanha onde fica a fortaleza de Massada. Pelo que apurou a jornalista Renata Malkes, a correspondente do Globo por aqui, Daniel era sadio, estava bem disposto e tinha tomado muita água. Mas acabou sucumbindo ao calor de 42 graus do deserto. Uma tragédia. À família, minhas sinceras condolências.
Horas antes da morte de Daniel e a poucos quilômetros de Massada, o empresário israelense Rafi Klainberger, também desmaiou sob o sol. Ele tinha saído para passear no deserto com seu filho de 18 anos. O jipe dos dois quebrou e o pai decidiu caminhar até a estrada principal para esperar o reboque. No caminho, não resistiu ao calor.
A todos que decidam visitar Israel durante o verão: cuidado com o calor do deserto.
CORREÇÃO: Na minha coluna do dia 26 de junho, escrevi sobre a condenação, por corrupção, do ex-ministro das Finanças Avraham Hirschzon. Os leitores Abraham Hatzamri e Henrique Galinkin perceberam que errei ao dizer que Hirschzon recebeu dinheiro ilegal na época em que era presidente da Histadrut (a maior central sindical do país). O ex-ministro era, na verdade, membro da Histadrut Leumit, outra central sindical. Aos ilustres leitores, minhas desculpas. Agradeço a correção. Obrigada.
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Quarteirão de Davi

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Ronaldo propaganda palestina

Após o anunciado equivocado “evento pela paz”, constando de um futuro jogo entre Flamengo e Corinthians em Ramallah, na Cisjordânia, o que contemplará apenas um lado da moeda já que não haverá jogo em Israel, agora vem nova “bomba” disfarçada em arte.
A história de contusões e recuperações de Ronaldo é digna de um filme. E o jogador deve mesmo fazer sua estréia no cinema, mas com outra história. Em boa fase no Corinthians, o camisa 9 assinou na última semana um pré-contrato para participar de um longa-metragem de ficção iraniano.

O drama seria inspirado na vida de uma garota palestina que gosta de jogar futebol e morre num campo de refugiados. Seu principal sonho era conhecer o atacante brasileiro, de quem era fã, tanto que foi apelidada com o nome do ídolo. Nenhum detalhe das filmagens foi divulgado, apenas que o filme será produzido pelos iranianos Mansur Sohrabpour e Mohammad Latif e que deve ser rodado no Líbano. A diretoria do Corinthians autorizou a participação cinematográfica do atacante, porém precisa ainda saber data e local das filmagens para saber se haverá algum conflito com a agenda da equipe.
São lamentáveis as iniciativas que desejam, supostamente, contribuir para a paz entre palestinos e israelenses.
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Progresso na Cisjordânia

O primeiro cinema a funcionar na cidade palestina de Nablus, em duas décadas, abriu as suas portas no final de junho. Policiais palestinos que permanecem junto a semáforos novos verificam a utilização de cintos pelos motoristas. Parquímetros colocados há apenas um mês estão se enchendo com as moedas de clientes de lojas. Lojas de música em alto som projetam canções de amor pelas ruas, e nenhuma repreensão de nacionalistas ou islâmicos parece conseguir forçá-los a parar. "Você não apreciam o valor da lei e da ordem até que você as perdem" disse Rashid al-Sakhel que é o proprietário de uma loja de tapetes, enquanto permanecia na porta olhando a pequena maravilha da rua movimentada em um dia ensolarado. "Durante os últimos oito anos um garoto de 10 anos de idade poderia decretar uma greve e nós todos fecharíamos. Agora ninguém pode nos ameaçar".

Cinema reaberto em Nablus, na Cisjordania, governada pela ANP de Mahmoud Abbas
Pela primeira vez desde o segundo levante palestino, que eclodiu no final de 2000, que resultou em atentados terroristas e poderosa reação de Israel, uma sensação de segurança pessoal e de potencial econômico está se espalhando por toda a Cisjordânia enquanto as forças de segurança da Autoridade Palestina entram no seu segundo ano de consolidação da ordem. O Fundo Monetário Internacional está prestes a emitir o seu primeiro relatório otimista em anos para a Cisjordânia, com uma previsão de 7 por cento da taxa de crescimento para 2009. As vendas de automóveis em 2008 foram o dobro das de 2007. Pela primeira vez a construção de uma nova cidade palestina para 40.000 pessoas começará no início do próximo ano ao norte de Ramallah. Em Jenin, uma loja de sete andares chamada de ‘Herbawi Home Furnishings’ foi inaugurada apresentando entre outras coisas as últimas novidades de máquinas de café expresso. Há duas semanas, os militares israelenses fecharam um posto de controle que existia por nove anos à entrada desta cidade e que faz parte de uma série de reduções nas medidas de segurança. (NYT)
A ÍNTEGRA DO ARTIGO NO SITE: http://www.nytimes.com/2009/07/17/world/middleeast/17westbank.html?ref = middleeast
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TRADIÇÃO JUDAICA

Na próxima quarta-feira 29/7, às 17,30h, começa o dia Tisha do mês AV, o mais triste do calendário judaico. É tradição judaica permanecer em jejum total por 24 horas. Abaixo a explicação sobre esta data.

Fonte : Beit Lubavitch
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DIVINAMENTE CORRUPTOS


Agentes do FBI escoltam um grupo não identificado preso em Nova Jersey
Mais de 40 rabinos e políticos de Nova Iorque e Nova Jersey, nos Estados Unidos, foram presos esta quinta-feira, após uma investigação do FBI, noticia a «BBC». A detenção deu-se a propósito de um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro, em que estes estarão alegadamente envolvidos. Cerca de 300 agentes do FBI efetuaram buscas, em vários locais, nas duas cidades norte-americanas. Entre os detidos encontra-se um rabino acusado de ter traficado rins por uma década. O religioso é acusado de ter pago 10 mil dólares americanos (sete mil euros) às pessoas necessitadas e a revender o órgão por 160 mil dólares (112 mil euros). De acordo com o jornal «The New York Times», os rabinos presos são de regiões onde vivem judeus sírios em Nova Iorque e Nova Jersey. O secretário de Justiça americano em exercício, Ralph Marra, disse que o esquema movimentou, pelo menos, três mil milhões de dólares (dois mil milhões de euros) entre os Estados Unidos, Israel e Suíça. Marra revelou ainda que suspeitos usavam religião e política para encobrir as atividades criminosas que praticavam. Estes realizavam encontros secretos em porões e casas de banho.(BBC)
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IRÃ AMEAÇA ATACAR INSTALAÇÕES EM ISRAEL

A Guarda Revolucionária do Irã informou neste sábado que o país atacará as instalações nucleares de Israel se o Estado judaico fizer uma ofensiva contra a nação, afirmou a emissora de televisão estatal. "Se o regime Sionista (Israel) atacar o Irã, iremos certamente atacar suas instalações nucleares com nossa capacidade de mísseis", afirmou Mohammad Ali Jafari, comandante supremo da Guarda, à emissora al-Alam. A Guarda Revolucionária é o braço ideológico dos militares iranianos, com capacidades aéreas, marítimas e terrestres e uma estrutura de comando separada para unidades regulares. Líderes iranianos frequentemente descartam falar sobre um possível ataque a Israel, dizendo que o Estado judaico não está em posição de ameaçar o Irã, o quinto maior exportador de petróleo do mundo. Eles dizem que o Irã responderá a qualquer ofensiva atacando alvos dos EUA e Israel.
Estados Unidos, Israel e outros aliados do Ocidente temem que o Irã esteja enriquecendo urânio com o objetivo de produzir armas nucleares e não descartam uma ação militar caso a diplomacia não resolva a disputa. O Irã afirma que o programa tem apenas a meta de gerar energia. Israel tem repetidamente descrito o programa nuclear iraniano como uma ameaça à sua existência. O Irã se recusa a reconhecer o Estado judaico.

Jafari disse que Israel está ao alcance das armas iranianas. "Nossa capacidade de mísseis coloca todo o regime Sionista dentro do alcance de ataque do Irã", disse. "O regime Sionista é muito pequeno para ameaçar o Irã." Especialistas dizem que o Irã raramente revela detalhes suficientes sobre seus novos equipamentos militares, tornando difícil determinar sua capacidade de ataque. Israel acredita que um escudo de mísseis acordado com os EUA protegeria o país contra qualquer possível ataque. Mas Jafari afirmou que tal escudo poderia proteger Israel apenas de uma "forma limitada". O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou em maio que o Irã testou um míssil que analistas de defesa dizem que pode atingir Israel e bases dos EUA no Golfo Pérsico. Washington disse que o teste foi um "passo na direção errada" para remover as preocupações sobre o programa nuclear do país. Se atacado, o Irã tem repetidamente ameaçado fechar o Estreito de Hormuz, por onde passa cerca de 40 por cento do petróleo comercializado pelo mundo. Os militares dos EUA prometem evitar tal ação.
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Remédio para Abelhas

Uma empresa israelense desenvolveu um novo e revolucionário medicamento que poderia resolver o problema da ‘Colony Collapse Disorder = Distúrbio da Ruína das Colônias’ que é uma síndrome inquietante que tem eliminando comunidades de abelhas e ameaçando a produção agrícola por todo o mundo. A droga, Remembee, que foi desenvolvido pela Beeologics, concluiu com sucesso os ensaios clínicos com milhões de abelhas na América do Norte. Não só provou ser eficaz na manutenção da saúde das abelhas, mas também melhorou a longevidade das abelhas e aumentou a produção de mel nas colméias.

Baseado na tecnologia RNAi que foi ganhadora do prêmio Nobel, também foi descoberto em Israel que o Remembee auxilia as abelhas a superarem o vírus IAVP, que tem sido associada ao colapso da colônia na literatura científica. "É realmente um cabo de guerra entre o vírus e o seu hospedeiro. Estamos ajudando a abelha a puxar mais forte a corda e vencer o vírus. É utilizado o sistema imune que as abelhas utilizam para doenças virais. Mas estamos realmente usando um fenômeno que ocorre naturalmente. Não é um pesticida e não é tóxico" diz Paldi Nitzan que é o Diretor Técnico da Beeologics. O Ministério da Agricultura dos EUA tem acompanhado a Beeologics através do processo de certificação da FDA devido à urgência da necessidade deste remédio.
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RACISMO RECORDE NA INGLATERRA

O número de atos antissemitas disparou no Reino Unido nos primeiros seis meses de 2009, atingindo um novo recorde: 609 incidentes, segundo dados de uma organização judaica, que atribui o aumento à ofensiva israelense na Faixa de Gaza. Os 609 incidentes, registrados entre janeiro e junho, são mais que o dobro do mesmo período do ano passado, e superam os 598 contabilizados durante todo o ano de 2006, quando aconteceu a ofensiva israelense no Líbano (julho-agosto). Até agora, é o número mais elevado desde que a organização Community Security Trust (CST) começou a reunir estes dados, em 1984.

Antissemitismo e xenofobia crescem juntos na Inglaterra.
"Os judeus britânicos enfrentam um número sem precedentes de ataques racistas e intimidações que ameaçam o bem-estar de nossa, por outro lado, feliz e bem-sucedida comunidade", declarou Mark Gardner, porta-voz da organização, que observa o anti-semitismo e garante a segurança da importante comunidade judaica no país. A CST explica que parte do recorde é consequência da ofensiva israelense na Faixa de Gaza contra o Hamas, entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009. Foram dois casos de violência extrema e 77 agressões violentas, 63 danos a propriedade, 44 envios massivos de literatura anti-semita, 34 ameaças diretas e 391 incidentes de conduta abusiva. O secretário britânico para Assuntos Exteriores, Ivan Lewis, se declarou "muito preocupado com estes números", e lembrou que seu governo "está firmemente comprometido na luta e na redução de qualquer forma de racismo, incluindo o anti-semitismo".
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Embargo de Urânio para o Irã

Os Estados Unidos pediram a 10 países com reservas de urânio para aumentarem os controles das vendas do mineral para o Irã, conforme com um documento obtido pelo Haaretz. Este pedido é baseado numa estimativa americana que as reservas de urânio do Irã irão acabar em 2010. Uma delegação americana de alto nível chegará a Israel, para conversações sobre o diálogo entre o Irã e os países ocidentais e em especial sobre o programa nuclear iraniano. O documento foi distribuído pelo Departamento de Estado dos EUA para 10 países que produzem o ‘yellowcake’, um concentrado de urânio utilizado como matéria-prima para o enriquecimento do urânio. Os Estados Unidos querem que os países aumentem a fiscalização da venda de yellowcake ao Irã. Segundo o documento: "Como conseqüência da sua geologia as reservas próprias do Irã de urânio são insuficientes para manter o seu atual programa do reator nuclear por um longo período de tempo. Cálculos baseados na taxa de conversão de urânio do Irã, até agora, sugerem que o Irã irá esgotar seu estoque de ‘yellowcake’ em 2010". O documento é definido como um chamado ‘non-paper = documento branco’ a ser utilizada nos contatos com empresas privadas que produzem o concentrado e que foi enviado para a Rússia, Canadá, Austrália, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Cazaquistão além de três outros países. As sanções da ONU proíbem a venda de urânio ao Irã, mas os Estados Unidos temem que a República Islâmica possa estar tentando adquirir o material de qualquer jeito. "O Irã poderia começar em breve, ou poderia já ter começado, a procurar por outros fornecedores de urânio" diz o documento. "É necessária extrema vigilância ao lidar com o Irã e com o seu programa nuclear tendo em conta as exigências do Conselho de Segurança da ONU e a significativa ameaça que o Irã representa para a paz e a segurança internacional".

O documento também assinala que devido a "declarações públicas do Irã sobre a sua ambição de prosseguir com suas atividades relacionadas com o enriquecimento, acreditamos que é criticamente importante que os recursos mundiais de urânio das grandes empresas impeçam todas as exportações de urânio para o Irã a não ser o material contido em varetas e para reatores bem definidos para produzirem luz-água. Além da responsabilidade de evitar a proliferação nuclear, que todos partilhamos e conforme os requisitos específicos do Conselho de Segurança da ONU, acreditamos que a cooperação nuclear - especialmente o fornecimento de materiais nucleares em bruto – para o Irã é um grande risco para os negócio e reputação". E acrescenta que "apelamos às empresas que estiverem sujeitas às suas jurisdições para não facilitarem as ambições nucleares do Irã através da contratação de novos negócios com o Irã até que todas as preocupações quanto às suas intenções tenham sido resolvidas e que a confiança sobre a natureza do seu programa nuclear tenha sido estabelecida como exclusivamente pacífica".
Uma delegação chefiada por altos funcionários dos EUA liderados por James Jones, que é Conselheiro de Segurança Nacional, chegará a Israel e será acompanhada pelo conselheiro especial do presidente Barack Obama para o Oriente Médio Dennis Ross, que recentemente atuou como conselheiro especial sobre o Irã para a Secretária de Estado Hillary Clinton. A delegação incluirá também representantes da CIA, do Departamento de Defesa, do Tesouro e do Departamento de Estado. Estes funcionários foram convidados para virem para Israel por Uzi Arad que é Conselheiro de Segurança Nacional, que liderará o lado israelense no que se considera como uma continuação das conversações mantidas em Washington há três semanas.
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ILUSTRES ISRAELENSES NO RIO DE JANEIRO

Estiveram visitando a sede da FIERJ diversos políticos e jornalistas israelenses que vieram ao Rio de Janeiro participar, em caráter não oficial, de um evento promovido pela ONU e o Itamaraty.
Cerca de 20 líderes de instituições judaicas do Estado estiveram presentes para recepcionar o prefeito de Ashquelon, Benny Vaknin, prefeito de Hadera, Haim Avitan, ex-vice-chanceler de Israel, Ely Dayan e a deputada Ronit Tirosh.
A presidente da FIERJ, Léa Lozinsky, saudou os visitantes e convidou o Cônsul Honorário de Israel no RJ, Osias Wurman, para prestar uma homenagem aos visitantes.


Acima, Sergio Niskier, Max nahmias, Jacob Zajdaf, Léa Lozinsky, Osias Wurman, Mina Carakushansky e os visitantes. Abaixo, Sarita Schafeld, Suzana Grinspan, Raquel Krumholtz, Helena Kelner e Silvio Kelner.
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ESTRANHA INICIATIVA DO ESTADÃO

A editoria internacional da TV Estadão provocou espanto ao entrevistar o rabino Henry Sobel, ex-rabino-chefe da CIP, sobre aspectos políticos da visita ao Brasil do Ministro de Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, e perspectivas para a paz no Oriente Médio.
Entende-se que este assunto é pertinente ao Embaixador de Israel no Brasil, sob o aspecto da opinião israelense, e ao Presidente da CONIB sob a ótica da comunidade judaico-brasileira.
Por não tratar-se de tema religioso, perdeu-se a oportunidade de utilizar melhor os conhecimentos de Sobel.

Clique aqui para assistir : http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?
destaque.idGuidSelect=23B5C8062B0C4C39A458D22763F45165
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ENCERRADOS OS JOGOS MACABEUS

Cinthia Griner – Direto de Israel
O encerramento dos 18o Jogos Macabeus aconteceram na noite de 23 de julho, com uma grande festa e queima de fogos em Latrun. Dez mil espectadores, atletas e delegações lotaram o anfiteatro para assistir a cerimônia da Macabiada Chai. Antes do inicio do evento, atletas de todos os países faziam suas habituais trocas de uniformes. Parecia uma feira livre.
O nadador Jason Lesak e a jogadora de xadrez Yudid Folger foram os atletas escolhidos para entrar junto com o presidente Shimon Peres no evento.

Os dois receberam uma homenagem especial pela participação nas Macabiadas. O show, que durou cerca de 2 horas, teve muita musica, dança e efeitos especiais. No palco os cantores Boaz Mahuda, Shiri Maimon e Dana Internacional emocionaram o publico presente.

Os discursos do presidente Shimon Peres, do Ministro do Interior e da Diáspora Yuli Edelstein, do Cairman das Macabiadas Itamar Herman e de Ygal Carmi foram bem objetivos e com isso a cerimônia aconteceu de maneira bem tranqüila.
Depois de excelentes números de sapateado e break dance, o publico assistiu a uma apresentação do grupo Carmel do Brasil, que iniciou as apresentações de outros países. Neste momento o publico presente se levantou e não parou mais de dançar.
O ponto final da festa foi com o hino de Israel, cantado por todas as delegações.

Os campeões brasileiros.
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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RESISTINDO À PRESSÃO DE OBAMA
A “Conference of Presidents”, que representa por consenso as 52 principais organizações judaicas americanas, divulgou na terça-feira uma declaração sobre a questão da construção de apartamentos para judeus em Jerusalém Oriental. Não me recordo de nenhuma outra ocasião, durante os nove anos em que participo da Conference como presidente do American Friends of Likud, em que a organização adotou uma linha tão frontalmente contra uma posição do governo americano. Segue a tradução do texto integral da declaração:
“Nova Iorque, 21 de julho de 2009 ... A Conference of Presidents defende e apóia há muito a unidade de Jerusalém, a capital do Estado de Israel. Como tal, acreditamos que a construção legal por residentes da cidade deve ser permitida desde que esteja de acordo com os padrões e exigências da municipalidade e do governo nacional. Julgamos inquietantes as objeções levantadas contra a proposta construção de unidades residenciais em propriedade que havia sido legalmente adquirida e aprovada pelas autoridades competentes. A área em questão abriga importantes agências governamentais israelenses, incluindo o Quartel Geral da Policia Nacional. Os Estados Unidos, no passado e recentemente, levantaram objeções contra a remoção de estruturas ilegais construídas por árabes em Jerusalém Oriental muito embora elas tenham sido construídas em violação às normas de zoneamento e outras exigências legais, frequentemente em terra usurpada. Além de residência para judeus, o projeto previa também apartamentos para árabes. É especialmente significativo que a estrutura em questão havia sido anteriormente a casa do infame mufti de Jerusalém Haj Amin al-Husseni, que passou a [Segunda] Guerra [Mundial] em Berlim como aliado próximo de Hitler, colaborando com a exterminação dos judeus pelos nazistas.

O Mufti num encontro com Hitler na Alemanha nazista.
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Ele também esteve ligado ao massacre de Hebron em 1929 e a outros atos de incitação à violência que resultaram em mortes e destruição no que era então a Palestina. Alguns palestinos tem expressado o desejo de preservar o edifício como uma homenagem a Husseini. Na condição de residentes de uma cidade unificada, judeus e árabes de Jerusalém devem poder morar onde quer que as exigências legais e de segurança permitam. Centenas de famílias árabes mudaram-se para bairros judeus de Jerusalém, e o mesmo direito de viver onde escolham deve ser concedido aos residentes judeus. Agir de outra forma seria solapar e prejulgar o status da cidade. Nenhum governo de Israel levou ou poderia levar a cabo uma política discriminatória que impediria a presença legítima de judeus em qualquer parte da sua capital”.
O que a declaração deixou de mencionar é que o bairro em questão (Shimon Hatzadik) havia sido originalmente fundado em 1891 por sionistas que compraram a terra de proprietários árabes, mas se viram forçados a abandoná-lo devido a atos de violência e à conquista jordaniana.
Enquanto isso, mais de 4.000 delegados da organização “Cristãos Unidos A Favor de Israel” compareceram à sua quarta conferência anual em Washington, que durou três dias. Ouviram do seu fundador e presidente, o pastor John Hagee, que “apesar de todos os riscos pela paz que Israel já tomou, o nosso governo está pressionando Israel a tomar novos riscos ... está fazendo pressão sobre as pessoas erradas ... endureçam com os terroristas, e não com a única democracia no Oriente Médio”. Da deputada democrata pelo estado de Nevada, Shelly Berkley, que “a questão dos assentamentos é uma grande tolice”. Do primeiro ministro Netanyahu, num discurso transmitido ao vivo via satélite, que “durante séculos a relação entre cristãos e judeus foi marcada por conflito ao invés de parceria e amizade ... mas hoje milhões de cristãos apóiam Israel porque apóiam a liberdade ... a verdade ... [e] uma paz genuína na terra santa”. E depois partiram para o Congresso para fazer lobby a favor de Israel.
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EM MEMÓRIA – Rosane Niskier za’l - YZKOR

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Uma dor sentida por a toda comunidade judaico-brasileira.
Rosane Niskier, za'l, nos deixou a lembrança de uma figura maior do gênero humano, que dedicou grande parte de sua vida ao judaísmo e ao sionismo.
Sua dedicação no trabalho consular de Israel ficará gravado na historia de nossa comunidade.
Inteligente, polida, parceira, amiga e guerreira.
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Lutou de cabeça erguida contra a malignidade, sem jamais afastar-se de seus princípios e de sua fé.
Uma profunda dor nos motiva a levar a total solidariedade à família Niskier e, em especial, ao querido Sergio Niskier, ex-presidente da FIERJ.
Que a alma de Rosane Niskier, za'l, faça parte da Corrente da Vida Eterna. |
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Preciosa Chanukiah em Londres

Após exibir a “Chanukiah Lindo”, que é a chanukiah mais conhecida da Inglaterra, há mais de 70 anos, o Museu Judaico de Londres quase conseguiu levantar fundos suficientes para a compra desta relíquia. A fim de adquirir a chanukiah dos seus proprietários, o Museu Judaico necessita levantar um total de £300.000(US$480.000). O museu atualmente já conseguiu doações totalizando 250.000 libras que incluem £145.000 do ‘National Heritage Memorial Fund’ (NHMF), £75.000 de doadores independentes e £30.000 do Fundo para Compra MLA / V&A. O museu ainda necessita levantar £50.000 de outras fontes privadas para viabilizar a compra dos descendentes dos seus proprietários originais da Chanukiah Lindo, um dos tesouros mais importantes da memória judaica da Inglaterra.

A chanukiah foi encomendada ao artesão joalheiro John Ruslen, em 1709, em homenagem ao casamento de Elias Lindo com Rachel Lopes Ferreira. A família Lindo era proeminente na antiga comunidade espanhola e portuguesa de judeus em Londres, e foram membros fundadores da Sinagoga Bevis Marks estabelecida em 1701. A parte de trás da chanukiah mostra o profeta Elias sendo alimentado por corvos e que é uma homenagem ao nome hebraico do patrono desta obra. O Museu Judaico foi aberto em 1932 e a Chanukiah Lindo está no museu desde a sua criação. "Os proprietários querem vender a chanukiah que poderia ser adquirida por colecionador particular e deixar de ser exibido ao público", disse Dina Wosner que é representante do Museu Judaico. "Nós gostaríamos de comprá-la e mantê-la na coleção. Se o museu conseguir comprar a chanukiah, ela será exposta num lugar de destaque no novo prédio do Museu, no qual estão sendo investidos £14 milhões e sua reabertura programada para o início de 2010. A expansão irá triplicar o espaço do museu na emblemática Camden Town e reunirá coleções, mostras e atividades dos seus dois locais anteriores e criar novas instalações educacionais e galerias de exibições com mostras para crianças e famílias. Caso consiga realizar a compra a chanukiah ficará em exibição ao público na nova ala sobre religião que terá o nome de "Judaísmo: uma fé viva". Esta ala irá exibir uma magnífica coleção de arte cerimonial judaica, a qual foi considerada como "distinguida" pelo Conselho de Museus, Bibliotecas e Arquivos, em reconhecimento da sua notável importância nacional. |
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Judeus e o Punk Rock Americano

Entre os mais veneráveis fundadores do ‘Punk Rock’ estão incluídos Tamas Erdelyi que foi aluno de uma yeshiva, e um judeu do Bronx que a sua família conhece como Richard Blum. Não, eles não eram gerentes ou produtores; Erdelyi e Blum eram lendas vivas na cena do punk rock nos meados da década de 1970, que foi muito célebre pelas suas revolucionárias bandas. Ambos os homens também são mais conhecidos pelos seus nomes artísticos, Tommy Ramone e Handsome Dick Manitoba. Ramone, o único membro sobrevivente dos ‘Ramones’ e Manitoba, vocalista dos ‘Dictators’, foram praticamente os únicos judeus a darem forma ao movimento, quando uma multidão lotou um programa do Instituto de Investigação Judaica YIVO, localizada na área Chelsea em Manhattan. Lenny Kaye, que é guitarrista do ‘Patti Smith Group’, e Chris Stein que é co-fundador do ‘Blondie’, se juntaram a Manitoba e Ramone num painel de discussão sobre os “Loud, Fast Jews” do punk rock de Nova York. Kaye, que também atuou como moderador, aqueceu o painel perguntando sobre suas origens familiares e suas memórias do bar mitzvah antes de passarem para tópicos mais difíceis, como a controversa apropriação do movimento de imagens nazistas. Mas uma questão central permeou a noite que foi: Como é que cultura judaica influência o punk rock?

Como os músicos assinalaram, parece ser contra-intuitivo propor paralelos entre o judaísmo e o punk: Os estereótipos ligados a cada cultura parecem ser mutuamente exclusivos. "Não se espera que os judeus sejam bons de briga contra os movimentos ‘anti-stablishment’", disse Kaye. "Os judeus foram preparados para exercerem empregos de colarinho branco. Os seus pais não consideram a hipótese de que fazer música é um “trabalho de verdade”, ele falou. Não se supõem que os judeus possam ser caras durões, acrescentou Manitoba. "Se supõe que devam ir para a escola e serem comportados". Harold Steinblatt, que é o diretor de assuntos culturais da YIVO e o Organizador do evento, afirmou que embora os judeus tenham realizado inúmeras contribuições para a música popular americana observou que para o punk era incomum, pois muitos dos seus progenitores eram judeus. O punk rock primeiro apareceu em Nova York, e teve como primeira sede a CBGB no East Village, que serviu tanto como espaço para apresentações como clube antes do seu fechamento em 2006. O proprietário desse bar, Hilly Kristal, junto com o ícone do punk Joey Ramone (nome de nascença = Jeffrey Hyman) nasceu de família judia. Portanto, foi um dos padrinhos deste gênero musical. O famoso apresentador britânico Malcom McLaren é filho de donos de fábrica de confecções. Será mera coincidência, ou existe algo particularmente judaico sobre a música em si? "Há um sentimento de ser um outsider ( intruso) na música" disse Kaye, parecido como crescer em uma minoria religiosa, o que poderia ter isolado alguns judeus que se tornaram punks. Numa entrevista posterior por telefone, ele também citou as influências culturais que ele tinha derivado do judaísmo? "um amor à minoria, um senso de comunidade e de cla". A vocação para a música também era importante, disse ele, pois o CBGB era uma espécie de um estranho gueto com o seu próprio vocabulário, hábitos e costumes.
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PALESTINOS EM GUERRA FRATRICIDA

A explosão de uma bomba no casamento de um parente de um ex-chefe de segurança da Fatah deixou mais de 50 feridos na Faixa de Gaza, região controlada pelo Hamas, disse o funcionário de um hospital nesta quarta-feira, 22. A explosão ocorreu na noite de terça na cidade de Khan Younis durante o casamento de um primo de Mohammed Dahlan, assessor nacional de segurança do presidente Mahmoud Abbas antes de o controle da Faixa de Gaza ter sido tomado pelos rivais islâmicos do Hamas em 2007. Dahlan, que se mudou para a Cisjordânia depois de a Fatah ter perdido o controle do território, não estava no casamento.

Muawya Hasanein, um funcionário do hospital para onde as vítimas foram levadas, disse que 52 pessoas ficaram feridas na explosão. O ataque danificou a estrutura do edifício onde o casamento era realizado. A polícia do governo do Hamas na Faixa de Gaza encontrou uma segunda bomba de quase 20 quilos, ainda intacta, embaixo das cadeiras dos noivos. O porta-voz do Ministério do Interior do Executivo islamita, Ihab al Ghusein, anunciou a detenção de três homens suspeitos de envolvimento na explosão. O noivo, Mahmoud Dahlan, está entre os gravemente feridos pelo ataque contra a família de um dos homens mais odiados pelo movimento islamita. O Hamas acusa Mohammed Dahlan de ter perseguido, prendido e torturado muitos de seus militantes quando dirigia a segurança preventiva da Autoridade Nacional Palestina (ANP) nos anos 90. Ele reside na cidade de Ramallah, na Cisjordânia, desde que os homens do Hamas expulsaram de Gaza todas as forças leais ao presidente da ANP e líder do Fatah, Mahmoud Abbas, em junho de 2007.
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Pesquisa sobre Genoma de Judeus

Geneticistas do Centro Médico Sheba e da Universidade de Nova York estão lançado o primeiro projeto abrangente para o mapeamento dos genes do povo judeu, num esforço para mapear as suas andanças para e de Israel e na diáspora ao longo de milênios. Esta pesquisa também poderá ser utilizada no futuro para ligar genes específicos com determinadas "doenças judaicas" fornecendo dados sobre o gene normal que irá servir como grupo de controle. Voluntários, cujos pais e avós provêm de origens étnicas iguais - incluindo iemenitas, iraquianos, marroquinos, líbios, etíopes, indianos, georgianos, Bnei Menashe, Bucharans e outros considerados como próximos dos judeus, como os Karaites - estão sendo convidados para doarem sangue e preencherem um pequeno questionário. Até o momento 120 amostras já foram coletadas, mas são ainda são necessárias mais cerca de 180.

O projeto foi apelidado de "Projeto do HapMap Judaico" sendo que “hap” provêm de alótipo (= haplotype) que é estreitamente ligado a um grupo de marcadores genéticos localizados em um cromossomo e herdados em conjuntos. O projeto está sendo realizado pelo Prof. Eitan Friedman da unidade de genética de Sheba e pelo Prof Harry Ostrer que é diretor do programa de genética humana do departamento de pediatria da Escola Médica da Universidade de Nova Iorque (NYU) e que é um especialista sobre as origens do povo judeu. Sheba irá coletar amostras de sangue somente de judeus orientais, sefaradis ou outros de origens não-ashkenazi, enquanto que Ostrer estará recolhendo amostras de judeus ashkenazi bem como de judeus sírios e iranianos. "Esta é a nossa última oportunidade de realizar este projeto" afirmou Friedman ao The Jerusalem Post , devido aos efeitos dos casamentos de diferentes nacionalidades e de judeus de diferentes origens étnicas em Israel e casamentos mistos entre judeus e não judeus na diáspora. Atualmente cerca de 50 a 60% dos israelenses são elegíveis para participarem desta pesquisa devido a suas origens, mas para a próxima geração, esse número poderia diminuir para cerca de 20%, informou o geneticista israelense. "Estamos estudando genes normais e não as mutações, para ver o que os diferentes grupos étnicos têm em comum e quanta mistura ocorreu" disse ele. Este projeto deverá levar de 18 meses a dois anos e está sendo financiado pela Fundação Binacional USA-Israel para a Ciência. Quando os estudos forem concluídos os pesquisadores irão escrever um estudo que será publicado por grande jornal de ciência. Os dados, diz Friedman, será informatizados e comparados para que se consiga "um verdadeiro e profundo entendimento sobre as bases da genética do povo judeu" com comparações sendo feitas entre os diferentes grupos étnicos judeus e entre os judeus daquelas etnias e os não-judeus que vivem nessas mesmas áreas. Um recente estudo no estrangeiro, por exemplo, relatou que um quinto dos residentes espanhóis tem ligações genéticas com os judeus que ali viviam há gerações antes de serem expulsos em 1492. O "Projeto do HapMap Judaico" poderia verificar esta hipótese.
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Tributação ‘Verde’ para Carros

Depois de firmar um acordo com representantes da indústria, a reforma fiscal ‘verde’ do governo entrará em vigor nas próximas duas semanas. A Comissão de Finanças do Knesset deverá aprovar a regulamentação dos impostos, mas muito provavelmente não serão levantadas quaisquer objeções, pois o plano foi modificado para atender as demandas e solicitações da indústria. O plano para esta reforma, que entrará em vigor no dia 2 de agosto, tem por objetivo principal a reestruturação da tributação referente a automóveis e assim como em relação aos combustíveis utilizados pelos automóveis. Desde o primeiro anuncio do plano, no início de junho, o percentual máximo sobre carros caiu de 92 para 90%. Além disso, a partir de 1 de janeiro de 2010, o valor de automóveis de empresas será calculado de forma linear. A partir de janeiro de 2010 o valor será de 2,19% do valor contábil líquido do carro, e que aumentará para 2,5% em 2011 – impedindo mudanças drásticas no custo dos automóveis. O plano de reforma de impostos não será retroativo e não serão aplicáveis a quaisquer carros já entregues.

Carro elétrico será tributado em apenas 10%.
Esta reforma fiscal ‘verde’ modifica totalmente os atuais métodos de tributação de veículos. Pelo novo sistema a alíquota base de imposto sobre veículos será de 90% ao invés dos atuais 75%. No entanto, os compradores receberão um desconto baseado no nível de poluição produzido pelo veículo. Todos os carros foram classificados conforme uma tabela de 15 níveis, que vai desde veículos elétricos não-poluentes para utilitários altamente poluentes. O desconto poderia significar tanto quanto NIS 15.000(4.000 US$) ou tão pouco quanto NIS 2000. De fato, o novo sistema tornará alguns carros menores, mais eficientes e menos poluentes mais baratos do que são agora, ao passo que outros maiores emissores passarão a serem mais caros. Por exemplo, Toyota Corolla, Peugeot 207, Volkswagen Golf, Seat Ibiza, e Chevrolet Aveo, todos se tornam mais baratos, de acordo com as autoridades fiscais. Os percentuais de imposto sobre outros como o Mazda 3 ou o Skoda Favia irão permanecer os mesmos. Carros elétricos serão tributados em 10%, e os híbridos permanecerão na taxa atual de 30%. Veículos de transportes produzem cerca de um quarto da poluição do ar em Israel. Embora grande parte da poluição provenha de veículos mais pesados como caminhões, a reforma tributária ainda não os incluíram devido à falta de dados precisos sobre as taxas de poluição para esses tipos de veículos. Pela primeira vez, os que pretendam comprar táxis terão de pagar um imposto de 8%. No entanto, certas marcas e modelos de automóveis serão isentos de impostos, conforme a tabela das taxas de poluição. Até agora os táxis podiam ser comprados sem impostos. A reforma fiscal ‘verde’ pela primeira vez atingiu os táxis, pois são utilizados muito mais frequentemente do que os automóveis particulares e, portanto, geram mais poluição.
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Banco de Identidades

"Política e tecnologia não se misturam", disse uma vez um homem sábio (o sábio, Michael Zboray, é o principal agente de segurança do ‘Gartner Group’). "Os governos são bons em identificar problemas, levantar questões, mas as soluções deveriam ser deixadas para o mercado livre para descobrirem as soluções. Quando políticos se envolvem em questões técnicas, é impossível manter a política de fora" afirmou Zboray numa entrevista recente sobre a segurança de computadores em Israel. Penso que poderia ser uma boa idéia que Zboray conversasse com o Parlamentar do Kadima Meir Sheetrit que está por trás da força motriz da "Lei Biométrica" para Israel. Originalmente concebida como um meio de prevenção para evitar o uso de cartões de identidade e passaportes falsos, a lei tem se transformado num teste de liberdades civis e que muitos grupos de ativistas dos direitos dos cidadãos acreditam que a sociedade em Israel se tornará muito menos livre.

De acordo com a lei todos os cidadãos israelenses serão obrigados a registrar as suas impressões digitais e perfis faciais para agentes do Ministério do Interior ou de organizações privadas que trabalharão para o Ministério. As informações sobre a identificação serão gravadas num chip especial colocados em documentos como passaportes e carteiras de identidade. Se por exemplo um indivíduo for parado no aeroporto, as informações do cartão poderão ser utilizadas para verificar a verdadeira identidade do seu titular (ou seja, se a impressão digital do cartão não coincidir com a impressão digital do portador, poderá ser uma problema). Todos deverão participar do programa, e aqueles que não o fizerem poderão ser presos. Embora possam parecer um pouco draconianas, é importante notar que muitos países já utilizam passaportes e carteiras de identificação biométricas. O que torna a lei em Israel diferente é o que acontece com os dados depois que são coletados; ao invés de permanecerem apenas no cartão, as informações serão transmitidas para um banco de dados do Ministério Interior onde serão armazenadas, para verificação de criminosos.
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Pesquisa sobre Vizinhos em Israel

Uma sondagem realizada pela Ynet e Gesher verificou que 51% dos israelenses seculares não gostariam de ter vizinhos ultra-ortodoxos. A pesquisa foi realizada entre 500 participantes adultos. Quando perguntados quem menos gostariam de ter como vizinho - haredis, laicos, religioso-nacionalistas, ou judeus conservadores / reformistas - 41% se declararam como imparciais, 36% disseram que não gostariam de ter um vizinho haredi (ultra-ortodoxo), 12% responderam conservadores / reformistas, 8% não gostariam de um vizinho secular e 3% responderam religioso-nacionalistas. O setor mais tolerante que participou do escrutínio foi o de judeus tradicionais dos quais 58% se declararam como imparciais. Em contrapartida, 73% dos ultra-ortodoxos participantes disseram que não gostariam de ter um vizinho que não fosse judeu ortodoxo. Os participantes haredi igualmente se declaram contra casamentos reformistas e 88% disseram que iriam boicotar este tipo de evento. Dos seculares inquiridos, 94% disseram que iriam assistir ao casamento e 67% dos judeus tradicionais concordaram.

O Professor Asher Cohen, da Universidade Bar Ilan, ficou encorajado pelos resultados e disse que acreditava que existiam duas razões para os resultados positivos. "Uma delas é que as relações entre nós não são tão más como aparecem na mídia, e a outra é que as respostas poderiam não ser baseadas em seus reais desejos, mas sim de serem politicamente corretas" disse ele. Cohen acrescenta que o fato de que apenas metade dos seculares manifestou que não gostariam de ter um vizinho ultra-ortodoxo foi "positiva e surpreendente". "Durante muitos anos os ultra-ortodoxos ter sido vítimas de uma forte imagem de utilizarem a extorsão quando não somente usam os seus poderes para receberem financiamentos, mas o fazem enquanto pregam o separatismo e procuram se evadir do serviço militar" disse ele. "Acrescente a isso a memória viva das últimas semanas em que não passou um dia sem acontecimentos de distúrbios por haredis. Essa é uma receita certa para a maioria dos seculares admitirem que não gostariam de ter ultra-ortodoxos como vizinhos, e que é por isso que os dados que temos diante de nós são positivos.
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DESTAQUES SOCIAIS


Apesar da atarefada agenda presidencial, Clara Ant almoçou com os amigos Suzana e Osias Wurman em Brasília.

Em sua recente passagem por Nova Iorque, a “Rua Judaica” almoçou com o jornalista Caio Blinder, e jantou com Perla e nosso colunista Julio Messer.

O Coral Sharsheret, da WIZO-SP, está prometendo grandes surpresas para o show programado para agosto, no Teatro Folha. O espetáculo, sob a regência da maestrina Sima Halpern e assistência de Abigail Wimer, apresentará vários estilos da música judaica através dos tempos. O coral, juntamente com os cantores Cláudio Goldman e Regis Karlik, estará acompanhado de dois virtuoses da Orquestra Sinfônica de São Paulo, o violinista Lev Veksler e o violoncelista Eliah Sakakushev.Reserve já este dia em sua agenda:Show Lítero-Musical, com o Coral Sharsheret e artistas convidados - dia 17 de agosto – 20h30 Local: Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618.
CONVITES E MAIS INFORMAÇÕES: tel: 11 3257 0100



O Ministério das Relações Exteriores de Israel está presente em várias comunidades virtuais como o Facebook e o MySpace disponibilizando um conteúdo exclusivo. São todos bem-vindos a acessar estas novas páginas e a fazer parte das comunidades virtuais. Abaixo enviamos os links para acesso:
Departamento de Comunicação e Relações Públicas Embaixada de Israel
info@brasilia.mfa.gov.il
http://brasilia.mfa.gov.il
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CONSULADO HONORÁRIO DE ISRAEL
Prezado Sr. Ozias Wurman
"Kol ha Kavod" pela nomeacao de Consul Honorario de Israel no Rio de Janeiro. Tenho acompanhado suas mensagens e noticias da Rua Judaica, por e-mail aqui em Israel, onde vivo ha 40 anos. Quero parabeniza-lo pela sua capacidade e transparencia das noticias, com certeza como Consul Honorario podera divulgar e colaborar ainda mais ativamente com seus conhecimentos. Com cordial Shalom,
Anita Grostein-Coordenadora para os paizes da America Latina da NA'AMAT de Israel
Ilustre Consul Sr.Osias,
Shalom U'Vracha! Mazal Tov! Mazal Tov!
É uma grande alegria saber que o senhor foi nomeado Consul Honorario de Israel no Rio de Janeiro. Acompanho seu trabalho de Israel, há muitos anos e tenho certeza que seu conhecimento, profissionalismo, cultura e coração para causas judaicas nos ajudarão na RUA JUDAICA dentro da "RUA DA VIDA". Conte com nosso apoio direto de Israel.
Rabino Avraham Uderman - Sheliach do Rebbe de Lubavitch para Brasileiros e
Diretor Financeiro das Instituições Torath Emeth-Jerusalem
Sr. Consul-Honorário de Israel no Rio de Janeiro, nasci e moro em Porto Alegre e tive a felicidade de conhecer seu site "Notícias da Rua Judaica" após acessar o Pletz.com, quando passei a receber os informativos por e-mail, e não pude deixar de enviar essa mensagem de congratulações pelo novo cargo, de extrema importância para bem representar os interesses do nosso povo no Rio de Janeiro. Agora me permita uma breve apresentação: Embora eu seja bisneto de um judeu polonês sobrevivente do holocausto, nunca fui seguidor da religião, mas desde uns 11 anos atrás, quando eu tinha apenas 8, passei a me interessar pelas minhas raízes judaicas, e desde os 14 anos, quando passei a me aceitar como judeu, pude entender o significado de fazer parte de um povo com uma história de força e coragem. Creio que eu poderia ser descrito como um "judeu cultural" como bem definiu o jovem ator americano Adam Lamberg. Na época de colégio, durante 4 dos 12 anos em que morei em Florianópolis, eu era reconhecido como judeu, por conta da minha aparência e algumas "manias" que eu tinha, e do meu sionismo que às vezes se inflamava......... Sempre fui bastante tranqüilo e bem-resolvido quanto à minha espiritualidade, mas era só algum atrevido abrir a boca para criticar Israel que eu me posicionava veementemente em defesa da justiça ao nosso povo. Posso não seguir a religião mas não abro mão das minhas origens, me recuso a ignorar meus parentes que foram assassinados por serem judeus. Desejando-lhe sucesso nessa nova empreitada,
Daniel Girald
Prezado Sr. Osias Wurman! mesmo com atraso eu gostaria de parabeniza-lo por ser nomeado Consul Honorario de Israel no Rio de Janeiro.um abraço.
Oscar de Menezes Neto - São Vicente – SP
Caro Osias, O seu trabalho e dedicação a comunidade judaica do Brasil,foi coroada com a
feliz e merecida escolha para o importante cargo como Consul -Honorário de Israel no Rio de Janeiro.
Desejo muito sucesso em todas as suas empreitadas,que com certeza irão unir cada vez mais os laços que nos unem a Israel.Que possamos sempre receber ótimas noticias do amigo ,jornalista e Consul
Honorário de Israel-Osias Wurman. Mazaltov
Leia Hecht
Prezado Osias,
Mais uma vez, venho parabenizá-lo pela nomeação de Cônsul Honorário do Estado de Israel no Rio de Janeiro. Aliás, pelo eficiente trabalho que você realizou durante todos estes anos em prol de Israel, o título alcançado é significativamente justo e merecido. Aproveito a oportunidade para colocar-me à sua disposição naquilo que entender necessário para colaborar no exercício de tão honroso cargo. Um abraço do amigo de todas as horas,
Sylvio Kelner
Estimado Osias, Parabéns pela nomeação e muito sucesso. Estaremos muito bem representado.
Parabéns,
João Carlos Menda Poyastro-Porto Alegre-RS
Parabéns pela sua nomeação para Cônsul Honorário de Israel. Acho muito bem escolhido e merecido!
Parabéns pelo seu trabalho e continue nesta difícil missão de informar e formar cidadãos mais conscientes da importância e realidade do Estado de Israel! Congratulações!
Adri Dayan - São Paulo
Prezado Sr. Osias Wurman, Estou muito feliz por suas mais novas atribuições e lhe desejo todo sucesso do mundo! Mazal Tov!
geraldo ferreira-Rio de Janeiro
ASSUNTOS GERAIS
Prezado Sr. Osias, Desculpe-me, mas não falo o português, por isso, escrevo em inglês. I would like to inform you and the readers of your newspaper ”Notícias da Rua Judaica” that Judith Klein, one of your diligent writers and also plastic artist, was awarded the “Grande Médaille d’Or” for the assemble of her work, having participated as member of the Brazilian Delegation in the “Salon MCA-Cannes-Azur-2009”. Other 32 countries were represented by nearly 650 pieces of artwork.

The Mayor of Cannes handing out the “Grande Médaille d’Or” to Judith Klein

Judith Klein offers her “Brasil” artwork to Ville de Cannes
György Sessler, Budapest- Hungria - Leitor do “Notícias da Rua Judaica”
Very few people talk about this: The murder of Jews and the expulsion of the Jewish populations by Arab countries. This is important to know, when talks about the return or compensation for the "Palestinian Refugees".
betty steinberg – usa
Caro Osias: Semana passada tive o desprazer de me deparar com mais um artigo de cunho anti-religioso da sra. Daniela Kresch. Como o espaço da seção de cartas é limitado, gostaria apenas de trazer ao conhecimento dos leitores o desenrolar da história: Após os “violentos” protestos dos religiosos, a mulher foi liberta e teve permissão de retornar à sua casa com a condição de submeter-se à um exame psiquiátrico para avaliar se as acusações feitas a ela eram de fato verdadeiras. Pois bem, hoje (22/7/09), quarta-feira, ela foi avaliada por um psiquiatra designado pelo Governo, e este declarou após examiná-la, que ela é uma mulher completamente sã, sem nenhuma doença mental, muito menos a da qual foi acusada (Munchausen by Proxy) e que não representa nenhum perigo aos filhos. Fora isso, ele ainda acusou de forma veemente a conduta dos médicos do hospital, dizendo que “é um absurdo o que aconteceu, como é que médicos do setor infantil do hospital podem tê-la acusado de ter essa doença e terem decretado sua prisão sem ao menos submetê-la a um exame psiquiátrico?” O jornalismo anti-religioso aqui de Israel foi DESMASCARADO! Desde o início acusaram a mulher de uma forma veraz sem ter dado nenhuma chance de defesa para ela.
Infelizmente, como citei acima, o espaço da seção de cartas é limitado e esta história é muito longa. Porém, quem sabe, a sra. Kresch tenha a dignidade de ao menos utilizar o espaço designado à ela, para se desculpar pela reportagem tendenciosa que realizou, e se consertar, trazendo ao seu público a verdadeira história da mulher de Mea Shearim.Abraços,
Iaacov HaCohen – Israel
A Guerra desconhecida -
Como não podia deixar de ser, e como a própria Daniela Krest mesma disse em relação aos judeus ortodoxos: "nem todos são violentos ou vandalizam Jerusalém" já demonstra que o comportamento da jornalista em relação aos ortodoxos é o mesmo comportamento dos anti-semitas com os judeus quando dizem: "nem todo judeu é ruim" ou de ignorantes que dizem: "nem todo favelado é ladrão". Em uma cidade de 300.000 ultra-ortodoxos como Jerusalém, no qual devem jogar pedras e fazer loucuras nas manifestações umas dezenas de pessoas, que pela própria visão da Torah e da religião e de todos os religiosos está proibido, ela diz "nem todos são violentos ou vandalizam Jerusalém". Como já foi dito em outras matérias desta mesma jornalista ao tratar de ultra-ortodoxos, Daniela tem aquele prazer em mostrar que o que fazem destas pessoas ruins é o fato das mesmas serem religiosas ortodoxas... Daniela, por favor, não se comporte iguais os anti-semitas ou nazistas.. Não generalize.. Não se esqueça que a mídia muitas vezes ao falar de algum judeu que fez algo errado, acaba mencionando que a pessoa é judia.. Você faz o mesmo em relação aos religiosos...
Roberto Frenzsetryer
Snr.Owurman;Estive no Beith Chabad do morumbi e fiquei imensamente comovida com o seu relato,sou frequentadora do Chabad Central onde as senhoras estudam várias matérias(Ètica dos Pais,Tania,Maamar,etc) e para mim é a minha segunda familia.Tenho rcebido os seusartigos,muiyo obrigada e Shabat Shalom
Esther Dimenstein
Osias está dando um retorno bárbaro. do mundo todo. o difícil é achar crianças.
José de Abreu
gostei muito da noticia sobre o filme que o Jose de Abreu quer realizar!
D’ us o guie firme no proposito!
Maria Pombo de Barros
Queridos Amigos. Por meio deste despeço me por um tempo. Na qualidade de Sobrevivente do Holocausto e Presidente da Associação Brasileira dos Israelitas Sobreviventes da Perseguição Nazista- Sherit Hapleitá, fui convidado pelo Governo de Baviera e os Gedenkstätte KZ Flossenbürg para ir a Alemanha. Foram agendadas palestras em escolas, sobre o Holocausto. Também tomarei parte no encontro de Ex Prisioneiros do Campo Flossenbürg, o local onde meu Pai foi assassinado aos 45 anos de idade. Também terei encontros entre outros com A Juventude Cristã Protestante. Embarco dia 18 de Julho para a Alemanha e voltarei no dia 31 de Julho. Dai em diante, estaremos de novo juntos e estarei as ordens de meus queridos amigos. Shalom Velehitraot.
Aleksander H. Laks
Queridos amigos,
Coloquei no You Tube um vídeo das cantoras Neti Szpilman, Tania Novak e Varda Usiglio, cantando Yerushalaim Shel Zahav no show em comemoração aos 60 anos de Israel, realizado em 2008. Vale a pena dar uma olhada.
Aqui está o link:http://www.youtube.com/watch?v=OU_e5K5JUew
Mauro Perelmann
Olá, só gostaria de dizer que o nome da minha irmã, a jornalista: Daniela Nelstein, saiu errado nesta edição.
Obrigada desde já pela atenção!
Juliana Nelstein - Porto Alegre-RS
Bom dia a todos. Recebi uma mensagem referente a procura de atores que falam iídishe, para o filme sobre a imigração judaica - Colônia Philippson. Retransmiti para vários amigos, entre eles, Luciano Szafir, meu amigo de infância e quem me pediu o telefone/contato de José de Abreu. Será que teriam esta informação?
Malvina Rojz
Caros, O Rab. Mauro Gutgold é meu primo, e está desenvolvendo esse Kolel em Ierushalaim. Quem puder colaborar, estará participando dos méritos do estudo da Torá juntamente com os Rabinos diretamente envolvidos, tal como a tribo de Zevulum, navegadores comerciantes, sustentava a de Issachar, de estudiosos da Torá. CHEVRATHASHAS@GMAIL.COM
Hélio Rochlin
B"H
Prezado Cônsul de Israel Dr. Wurman
Bom dia. Que ASCHEM nos proteja sempre desejo. Por favor ajude-me pois a OAB do MS e a OAB?DF nada resolveram ainda. Peço entre em contato com o Governo Alemão , para saber se a Alemanha vai me pagar pelos crimes cometidos pelos nazistas administrativamente ou devo entrar com um processo na Côrte Internacional de Justiça para receber o que é devido de fato e direito , por eu ser um sobrevivente do nazismo.Aguardo resposta. Shalom .
Eliyahu Tsadik ( nome judeu ) Valério papandreu ( nome não judeu)
Prezado Sr. Presidente da OAB/MS Dr. Fábio Trad
Valério Papandreu , aposentado, casado, infra-assinado identidade nº283093SSP/DF, residente e domiciliado á rua Valparaíso nº621 aptº14 ( CEP:79086-010) na cidade de Campo Grande (MS) vem respeitosamente perante Vossa Senhoria expor e solicitar o que segue.:
01. que deu entrada com um pedido protocolizado na OAB/MS sob nº2009.32.04304-01(com documentos comprobatórios anexos) datado em 28.04.2009, referente aos crimes praticados contra o requerente pelos nazistas
02.que o referido processo foi mandado ao Conselho Federal da OAB/DF, ainda estando em trâmite no referido Conselho.
03. que há um processo administrativo tramitando sob nºVB-01478/0 –2009/0080990 datado em 28/11/2008, no departamento de finanças do Governo Alemão.
Solicita.:
Providências no sentido da OAB/MS entrar em contato com a OAB da Alemanha, para que a referida entidade entre em contato com o Governo Alemão, fins de saber se será paga a indenização devida por via dministrativa ou é necessário entrar no Foro competente, fins de receber o devido de fato e de direito pelos crimes praticados pelos nazistas no requerente, sobrevivente do nazismo.
Cordialmente
Campo Grande (MS) 22 de junho de 2009.
Valério Papandreu - Sobrevivente do Nazismo
Prezado Amigo e Excelentíssimo Senhor Cônsul de Israel no Rio de Janeiro
Osias Wurman, Primeiramente, gostaria lhe agradecer por ter me permitido lhe servir em sua estada em São Paulo e ficar admirado com a sua eloqüência e sua forma de se expressar ao discursar. Estava lendo suas últimas Newsletters e percebi quanto é importante o seu trabalho, porque não só nos envia semanalmente as noticias da "Rua Judaica" como também coloca em contato membros da comunidade no Brasil e em diversas partes do mundo. Dessa maneira, decidi lhe escrever como uma forma de me comunicar com seu público.Quando cheguei em São Paulo em 2004 a convite do Sr. Jô Soares para participar do programa de TV, comecei trabalhar num projeto único nos últimos 4.000 anos de nossa história: A tradução do Bereshit - O Gênesis - palavra por palavra. Foram 5 anos de trabalho árduo, sem patrocínio nem nenhum apoio financeiro.Terminamos o livro Outubro de 2008 e em Dezembro desse mesmo ano, e o Excelentíssimo Senhor Governador do Estado da Bahia publicou os primeiros 7capítulos do total de 50 no livro "Gênesis - Palavra por Palavra". Recebemos elogios de todas partes do mundo, inclusive de autoridades como o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Vice-Presidente José Alencar, além de autoridades religiosas, entre outros. Em Março fui convidado para apresentar este livro em Miami, nos Estados Unidos e me pediram que enviasse os originais traduzidos para o inglês e outros idiomas. Gostaria utilizar este importante meio de comunicação para pedir a qualquer pessoa ou empresa que possa ajudar-nos, tanto na tradução destes textos do português para inglês ou outros idiomas, como também quem puder-nos ajudar a publicar os capítulos restantes. A Torá é nosso maior legado e a causa de nossa proteção eterna. Estes textos influenciaram à humanidade até os dias atuais. Roubar e matar começou a ser crime a partir da Torá, já que antes era a lei do mais forte. Quando o mundo respeita a Torá, cada membro de nosso povo é respeitado e por isso, estes textos, da maneira como foram colocados, traduzidos 'palavra por palavra' é o caminho para se encontrar a paz verdadeira. Peço que, aqueles que puderem nos ajudar neste projeto, ou quiserem mais informações: www.livrodegenesis.com.br Ou me escrevam: maharaj_108@yahoo.com ou maharaja@livrodegenesis.com.br
Desde já fico grato e aguardo contato.
MAHARAJA - Nachman Szmulewicz
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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