Edição 145      Diretor / Editor: Osias Wurman Sexta, 27 de Novembro de 2009

 
 
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


- O governo israelense manterá congelada a construção nos assentamentos judaicos na Cisjordania, por período de 10 meses.

- A Agencia Internacional de Energia acaba de declarar que o governo do Irã não aceitou nenhuma das condições apresentadas para controle de sua produção de urânio enriquecido. Novas sanções são esperadas.

- Em sua volta a Teerã, Ahmadinejad disse que o mundo está em transformação e que as potencias tradicionalmente dominantes serão desbancadas.
- No domingo será empossada a nova diretoria nacional da Wizo Brasil em reunião presidida pela Presidente Mundial helena Glazer. A nova presidente nacional será Helena Kelner que sucederá Sarita Schaffel.
- O evento "Cabala e Mágica - Em busca de Deus na Cartola do Mágico", com o rabino e mago Arthur Kurzweil, programado para domingo, dia 29 de novembro, no Hotel Sheraton, foi cancelado. Por motivos de saúde na família, Kurzweil não pôde embarcar em Nova York.
 




Osias Wurman
Jornalista


PRECIOSAS PALAVRAS AO VENTO

Leiam nesta edição a mensagem do presidente da Federação Israelita da Bahia sobre o encontro com o Presidente da ANP-Mahmoud Abbas. Nada do que foi falado ou escrito nos últimos dias é mais importante do que a frase em que Abbas revela ter solicitado ao Presidente Lula que interfira para que o Irã de Ahmadinejad cesse de armar e insuflar os terroristas do Hamas que expulsaram o Fatah de Gaza, pervertendo o mundo palestino.

Aí reside o problema da infidelidade dos fatos e atos que foram relatados através da imprensa nacional e internacional.

Foi dada projeção total ao tirano iraniano, como se fosse alguém decidido a conversar, enquanto Abbas, a quem Ahmadinejad diz querer proteger (povo palestino), foi largado de lado.

As afirmações de Abbas são a chave para a paz no Oriente Médio, quando pede socorro contra o Hamas de Ahmadinejad.

Mas suas palavras foram omitidas, esquecidas ou lançadas ao vento !

 




 


COMUNICADO AOS LEITORES


A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer que todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.

 
 

FERNANDO HENRIQUE NA FESTA DO TTH BAR-ILAN

O Colégio TTH Bar-Ilan promoveu uma elegante noite em homenagem a cultura nos salões do Hotel Intercontinental no Rio de Janeiro. O orador de honra foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que abrilhantou a noite com sua palestra altamente ilustrativa e didática. Foram entregues dois prêmios para personalidades de destaque no ramo da educação: Para Claudia Costin, Secretária de Educação do Município do Rio de Janeiro e para Rogério Jonas Zylberstajn, vice-presidente da RJZCyrela, uma empresa dedicada ao patrocínio filantrópico da cultura no Brasil.


Rogério Jonas Zylberstajn com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e Cládia Costin. Deputado Federal Marcelo Zaturansky Itagiba, Zylberstajn, Costin e o casal Suzana e Osias Wurman, Cônsul Honorário de Israel no RJ.


Helena Kelner, futura presidente nacional da Wizo Brasil, Helena Glazer, presidente mundial da Wizo, Claudia Costin e Fernando Henrique Cardoso. Um grupo de convidados com os laureados.


Jayme Salomão,vice-presidente da FIERJ e presidente do Comunal, Léa Lozinsky, presidente da FIERJ, Suzana e Osias Wurman, Rogerio Zylberstajn, Claudia Costin, Fernando Henrique Cardoso e Alberto Klein, presidente do Colégio TTH Bar-Ilan.


Os irmãos Semy e Armando Strozenberg, filhos do padrinho, em memória, de um dos prêmios, e fundador da instituição, com os homenageados, o orador de honra e o presidente do colégio.


O grupo jovem de pais que compõem o diretório do TTH Bar-Ilan.


Alan Turnosvsky, Chefe da Polícia Civil do RJ, Zylberstajn com sua mãe Raquel e Itagiba. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é cumprimentado, após seu pronunciamento, por Suzana Wurman.

(fotos: Aszmann)


O discurso de Rogério Jonas Zylberstajn

Saúdo a todas as autoridades presentes, e ao publico amigo, na pessoa deste grande estadista da História do Brasil, orgulho nacional e internacional pela conjugação pessoal dos valores éticos e culturais que tanto estimamos:Presidente Fernando Henrique Cardoso.

Ao receber a notícia de minha escolha para receber este importante prêmio, Nuta Strozenberg, partindo de uma instituição que prima pela educação e manutenção da tradição judaica, fiquei realmente feliz.

Nós judeus somos o povo do livro, o "Am Hasefer". Preservamos nossos valores éticos e morais, de geração em geração, há mais de 3300 anos, desde o recebimento da Torah de Moisés, o Pentateuco, que nos foi legado no Monte Sinai.

A base de nossa existência milenar, vida cultural e do cotidiano, é a nossa Torah e seus 613 mandamentos. Passamos nossas tradições de avós para pais; de pais para filhos; de filhos para netos. Nossas palavras mágicas são: continuidade e fidelidade.

Incentivar o ensino judaico às nossas crianças é garantir a continuidade. Estimular o estudo de nossa história e nossas tradições aos jovens é garantir a fidelidade e identidade.

Ensinam nossos sábios que "cada ser humano é responsável, um pelo outro". Nossa dedicação ao próximo, é prática presente em nosso dia a dia.

Nossa atividade filantrópica judaica é diversificada, preferencialmente voltada a preservação e ao enriquecimento cultural dos que querem ser, saber, permanecer e engrandecer-se como judeus.

O projeto Kiruv, que conta com nosso total apoio e dedicação, visa resgatar as jovens ovelhas de nosso rebanho, desgarradas ou perdidas. Colhemos frutos e temos muito orgulho de termos reincorporado milhares de
jovens, no Brasil afora, no caminho da preservação de suas raízes e origens judaicas. Nossa recompensa maior é legar a estes jovens a riqueza espiritual que seus pais e antepassados não puderam garantir.

Agradeço aos dirigentes do Colégio TTH BAR-ILAN por este momento de alegria e emoção. Desejo dividir este prêmio com meus pais que ensinaram-me a "amar ao próximo como a mim mesmo", como ensinou Rabi Akivah, e com meus parceiros de filantropia Elie Horn e Rivka Dolinger.

O povo judeu passou em sua história, nos 3800 anos de existência, por muitos momentos de dor, angustia e risco existencial. Nossos antepassados sempre lutaram abraçados às nossas raízes e tradições.

Muitos foram mortos envoltos em seus chales de orações- o talit- ou abraçados aos rolos da Torah.  Outras foram sacrificadas diante de castiçais com as velas do shabat. Sempre ao som do último brado na vida de um judeu ou judia: "Shema Israel Adonai Eloheinu, Adonai Echad" - Ouve Israel, Adonai nosso Deus, Adonai o Único".

O povo judeu vive novos momentos de desafios e ameaças; aqui e em Israel. Alguns negam o Holocausto e desejam varrer Israel do mapa. Nós estamos atentos e encorajamos nossos jovens a lutar contra tudo e contra
todos, com a mais potente arma que nos defendeu e preservou-nos até hoje: o estudo da Torah!

Rabi Nachman de Breslaw dizia: "Toda a vida é como a travessia de uma ponte estreita; o importante é não temer!!!”

Nós vamos vencer os inimigos de Israel e da Humanidade com sabedoria e cultura. Holocausto nunca mais; Nem de Judeus, nem de qualquer ser humano.

Obrigado.


 
 

NESTE FINAL DE SEMANA PODERÃO SER ADQUIRIDOS OS ÚLTIMOS INGRESSOS DISPONÍVEIS NA COTRAUMA DO LEBLON-RJ - AV. ATAULFO DE PAIVA 355

 
 

Atriz Israelense faz Sucesso em Hollywood


Gadot, uma garota de Israel tomou Hollywood de assalto. Depois de protagonizar com Vin Diesel a terceira sequencia de 'Velozes e Furiosos (Fast and Furious)', ela agora aparece com Tom Cruise e Cameron Diaz em 'Knight and Day'. A atriz também está protagonizando um filme que será lançado brevemente com Tina Fey 'Date Night' (ainda sem nome em português).

O novo filme de Cruise conta a história de um casal de agentes secretos que iniciam um romance enquanto trabalham em conjunto. A filmagem iniciou em Boston e está programada para continuar na Espanha e Áustria, quando Gadot entra no filme. Gadot desempenha o papel de Naomi, uma das garotas que Cruise tem encontros durante sua missão por vários países. Ela contou que foram várias cenas de somente ela e o superastro de Hollywood. O filme é dirigido por James Mangold que já dirigiu 'Walk the Line' e 'Girl, Interrupted', protagonizado por Angelina Jolie. Gadot foi incluída no elenco de 'Date Night' depois da sua atuação no show de sucesso da HBO "Entourage". A Rede Fox então começou a notá-la e perguntaram se faria teste para 'Knight and Day' que deverá estrear em julho. No intervalo entre as cenas ela trabalha como modelo para a rede de moda Castro e aparece em cartazes da Bloomingdale.


 
 

O Mega Empresário Guma Aguiar vivendo em Israel


Fernando Bisker - Jcle Morashá Miami- Para Rua Judaica.

O Mega Empresário Guma Aguiar, a nova estrela do Rio de Janeiro e Miami, agora vive em Israel.

Para quem ainda não o conhece, este carioca de 33 anos, que vive entre Miami, Texas e Jerusalém, é o novo proprietário do time Beitar Yerushalaim, uma das equipes principais de futebol em Israel.

Nascido no Brasil, morou nos USA durante toda sua vida e agora vive a maior parte de seu tempo no bairro de Yemin Moshé, em Jerusalém. Com 31 anos de idade se aposentou, já bilionário, após ter analisado o potencial e comprado terras no Texas, Bingo!!

Foi uma das maiores descobertas de um campo de gás natural na história dos Estados Unidos.

Até 26 anos de idade ainda era professor de tênis em Fort Lauderdale, Flórida e, com a morte de sua avó, foi procurar um rabino para entender um pouco mais  sobre o judaísmo, até então, totalmente distante de seu estilo de vida.

Interessou-se, estudou e continua até hoje estudando a Torah e passou a viver uma vida religiosa, cumprindo as leis do Shabat, Kasher, e rezas. Atualmente é um grande doador para causas judaicas no mundo inteiro e é considerado entre as pessoas mais influentes nos Estados Unidos.

Na edição do Jornal Arutz Sheva de Israel foi publicado este ano: Sua empresa, a Leor Energy, conduziu uma das maiores descobertas feitas nas últimas décadas, de gás natural nos Estados Unidos.  Em Novembro de 2007, a Leor Enery vendeu seu holding por US$ 2,55 bilhões, e Aguiar tornou-se um generoso filantropo. Em suas palavras, Guma Aguiar define aquilo que se tornou o motor de seu percurso espiritual em busca de suas raízes e retorno ao judaísmo: "Como é possível que eu tenha descoberto algo que ninguém até então havia visto, tão perto de Houston?" , perguntou Aguiar, e continuou: "Eu tenho que ser honesto comigo mesmo. Eu rapidamente me dei conta que meu tremendo sucesso não foi devido à minha sorte;  somente Deus poderia ter me levado a tal descoberta, então agora eu tenho que dizer - como eu posso retribuir à Deus? Como posso me tornar mais judeu, ser seu receptáculo e pagar de volta para Ele por tanta abundância, bondade e orientação".


 
 

Blog do Reinaldo Azevedo


DOIS DEPUTADOS E UMA FAIXA

terça-feira, 24 de novembro de 2009 | 0:05

Rendo também minhas homenagens aos deputados tucanos Marcelo Itagiba (RJ) e Zenaldo Coutinho (PA). No momento em que o facínora do Zóio Junto chegava ao Congresso, ambos estenderam uma faixa em que se lia “Holocausto nunca mais”. E tocaram apitos em sinal de protesto. Louvo-lhes a iniciativa e lastimo que o protesto não tenha mobilizado outros colegas seus.

Ah, sim… Eduardo Suplicy deu de presente a Ahmadinejad adivinhem o quê? Haldol? Não! Mogadon? Não! Lexotan? Não!

O seu livrinho sobre renda mínima…

Leia e assista o pronunciamento do deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) contra a vinda ao Brasil do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.

 
 

ORDEM DO MÉRITO CULTURAL 2009


Por CLAUDIA ALTSCHULLER

O público lotou o Teatro Oi Casa Grande, no Leblon, ,para assistir a entrega do premio “Ordem do Mérito Cultural 2009”, que contou com a presença do Pres. da República e do Prefeito do RJ. Entre as laureadas estavam Deborah Colker e Natália Thimberg.




 
 



Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

DESSA VEZ VAI ?

A semana em Israel foi dominada pelas idas e vindas da negociação pela libertação do soldado Guilad Shalit, sequestrado por terroristas palestinos na fronteira com a Faixa de Gaza em junho de 2006. Nesses três anos e meio, muitas foram as vezes em que a imprensa noticiou a iminente conclusão de um acordo de troca de prisioneiros com o grupo radical Hamas, que controla Gaza e quem, no final das contas, é responsável pela manutenção de Shalit no cativeiro.


Da última vez que o clima era parecido, em março, cheguei a comentar nesta coluna. Mas, como se sabe, a troca não aconteceu. Era o fim do governo Olmert e o ex-premier queria conseguir pontos junto à opinião pública trazendo Shalit de volta. Aceitou libertar 320 dos 450 nomes da lista de presos palestinos exigida pelo Hamas. Mas não Abdula Barguti, que cumpre 67 penas de prisão perpétua pela participação em diversos atentados sangrentos. Barguti, assim como muitos da lista do Hamas, é um dos chamados presos “com sangue nas mãos”.

Desta vez, o governo Benjamin Netaniahu é quem negocia, pelo lado israelense. Ao que tudo indica, Bibi precisa urgentemente de alguma vitória política para desviar a atenção da pressão mundial pelo congelamento total da construção em colônias da Cisjordânia. Por isso, fez uma proposta de troca mais polpuda ao Hamas. Ninguém sabe de Abdala Barguti está na lista, mas especula-se que outro Barguti, Marwan Barguti, seria um dos libertados.

Uma das figuras mais populares do Fatah, o partido do presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, Marwan Barguti é cotado para suceder Abbas. O problema é que cumpre sentença de cinco prisões perpétuas em Israel desde 2002. Semana passada, ele deu algumas entrevistas a jornais estrangeiros (por e-mail, da prisão), nas quais defendeu a luta armada (ou “a resistência”) contra Israel em paralelo às negociações de paz. Até hoje, era tido como “moderado” por alguns analistas israelenses. Mas essas entrevistas podem apontar para um endurecimento de Barguti. Libertá-lo, neste momento, poderia ser um perigo para o futuro do relacionamento entre a AP e Israel.

Também já escrevi neste espaço sobre o dilema da libertação de Guilad Shalit: libertar centenas de  terroristas em troca de um soldado ou não? Por um lado, a libertação é problemática, já que, segundo Yuval Diskin, ex-chefe do serviço secreto israelense, o Mossad, de 60% a 70% dos libertados devem voltar a atual no terrorismo contra Israel. Foi o que aconteceu depois de todos os acordos do passado. Inclusive o último, que envolveu a devolução de dois soldados mortos pela guerrilha libanesa Hezbollah (Eldad Reguev e Ehud Goldwasser). O principal preso libertado em troca dos caixões, o libanês Samir Kuntar, é hoje um porta-voz das “vitórias” do Hezbollah pelo mundo árabe. 

Por outro lado, a volta de Shalit devolveria aos novos recrutas israelenses a confiança de que o país realmente faz de tudo para reaver soldados – ou civis – que por ventura caiam nas mãos de terroristas. Seria, então, um momento de unidade nacional. Um passo importante para relembrar aos israelenses que estão todos no mesmo barco, neste país. Segundo pesquisa da Universidade de Haifa, 62% dos israelenses são a favor do acordo de troca de prisioneiros, mesmo que signifique a libertação de terroristas com “sangue nas mãos”. Semana passada, muitas vozes contrárias à negociação apareceram na mídia. Mas tudo indica que o povo quer Shalit de volta, custe o que custar.


 
 

Polêmica Rabinos x Shalit

Rabinos de tendências direitistas, que usaram justificações haláchicas para oporem-se ao acordo que está em andamento para a troca do prisioneiro Shalit são irresponsáveis, falou o Rabino Chefe Yona Metzger para a Ynet na terça-feira. Metzger, que se encontour com Noam e Aviva Shalit na quarta-feira argumentou que não é possível emitir uma decisão haláchica sobre o acordo de troca sem ter conhecimento de todos os detalhes da troca e as considerações por trás delas. "Desde que um rabino ou árbitro haláchico não tenha todas as informações colocadas perante ele, inclusive os relatórios das FDI (Forças de Defesa de Israel) e da inteligência, não é possível de se tomar uma posição decisiva haláchica (sobre o assunto)" afirmou o Rabino Metzger. "A Halacha não deve ser determinada com base em relatórios emitidos pelos meios de comunicação árabes".

O rabino chefe ressaltou que de acordo com a Kabbalah os 13 minutos entre as horas de 1:43 até 1:56 da tarde na quinta-feira têm qualidades únicas. Conclamou o povo para aproveitar desta ocasião para lerem os salmos para a libertação de Gilad. "Com o poder de oração podemos abrir os céus e sermos dignos e merecedores que nossos desejos do coração sejam concedidos – que Gilad possa acender as velas de Channukah com a sua família". Como parte de seus esforços para convencer ministros do governo para apoiarem o acordo, Noam e Aviva Shalit entraram em contato com rabinos haredi de hierarquia superior através da "União de Amigos da Toráh para Gilad" – que é a sede da campanha haredi para a liberação do seu filho – para ouvirem a opinião deles sobre a questão. Eles também visitaram a casa do Rabino Elyashiv. Os pais do soldado capturado  se encontraram na quarta-feira com os rabinos principais de Israel, Metzger e Shlomo Amar.


 
 

ULTRAJANTE INICIATIVA

A empresa aérea EasyJet de vôos econômicos pediu desculpas por mostrar fotografias de modelos posando no monumento do Holocausto em Berlim em sua revista de bordo e disse que retirou todas cópias da publicação.

A linha aérea disse na terça-feira que está revisando sobre a continuação do seu relacionamento com os editores da revista, a ‘Ink Publishing’. O monumento da Berlim consiste num espaço com 2.700 lajes cinzentas perto do Portão de Brandenburg. Foi projetado pelo arquiteto americano Peter Eisenman. As fotografias mostradas na edição de novembro da revista mostram modelos vagueando pelas lajes de pedra cinzenta. A ‘Ink Publishing’ também pediu desculpas pelas fotos. Uwe Neumaerker – que é o diretor da fundação que toma conta do monumento – afirmou que não havia concedido permissão para as fotografias.


 
 


Religiosos acompanham perícia em centro depredado

Cerca de 30 pessoas entre judeus, mulçumanos, católicos, umbandistas e candomblecistas acompanharam, na manhã desta quarta-feira, o trabalho da perícia técnica no Centro Espírita Caminhos de Oxum, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O local foi depredado e invadido na madrugada da última terça-feira, dia 24.


Estudos papiloscópicos foram realizados para tentar identificar as digitais dos vândalos. Segundo policiais civis, fitas de vídeo do sistema de seguranda da Igreja Universal do Reino de Deus, que monitora toda a rua onde fica localizado o centro espírita serão requisitados. O caso foi registrado na delegacia de Nova Iguaçu. A polícia não descarta a hipótese de que fiés da igreja tenham depredado o templo.

Em outubro, o sacerdote Bruno Pereira afirma ter sido alvo de agressão por parte de fanáticos religiosos quando realizava um trabalho de umbanda na rua.

A Comissão de Combate Intolerância Religiosa (CCIR) recebe denúncias sistemáticas de invasão e vandalismo em terreiros de umbanda e candomblé na Baixada Fluminense, São Gonçalo e na Zona Oeste do Rio. (EXTRA)


 
 

Coluna Panorama Político em O Globo

O Ministro Carlos Minc (meio ambiente) trabalhou com uma estrela de Davi pendurada no peito na segunda feira.  Um protesto silencioso contra a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.


 
 

O QUE NÃO PODE SER NEGADO NEM ESQUECIDO


Um sobrevivente do Holocausto participa da passeata contra Ahmadinejad em Ipanema


 
 

FOLHA DE SÃO PAULO – 26/11/09 - A PAZ DESEJÁVEL - MARCO AURÉLIO GARCIA

No espaço de duas semanas, o Brasil recebeu as visitas dos presidentes de Israel, da Autoridade Palestina e do Irã. Não é ocasional a presença em nosso país de três atores-chave do conflito que há décadas infelicita o Oriente Médio.

Os três governantes - cada um a sua maneira- viram na diplomacia brasileira, especialmente no presidente Lula, uma possibilidade de, por meio do diálogo, avançar no caminho de uma solução negociada para um conflito que transcende a dimensão puramente regional. Ele ameaça a paz no mundo.

Essa é também a percepção de muitos líderes mundiais. O presidente norte-americano, Barack Obama, nas conversações mantidas com Lula e em recentíssima carta a ele enviada, reitera o papel que o Brasil poderá ter na busca de uma solução de paz para o Oriente Médio - aí incluindo suas conversas com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.

Mas essa não é a percepção de quem defende uma política externa minimalista, para não dizer subserviente. Nela, as grandes potências se ocupariam dos grandes temas enquanto os demais países se ocupariam do resto. Assuntos como esse não poderiam ser tratados pelos "vira-latas" aos quais se referia Nelson Rodrigues ao analisar o comportamento de certos brasileiros, vítimas de complexo de inferioridade.

Quando o governo organizou a cúpula América do Sul-Países Árabes em 2005, essas mesmas vozes se fizeram ouvir. Para que essa reunião? Haviam criticado, em 2003, a viagem de Lula ao Oriente Médio, aí incluindo a Líbia. As críticas sumiram quando Tony Blair [ex-premiê britânico], José María Aznar [ex-premiê espanhol] e Silvio Berlusconi [premiê italiano] também fizeram o caminho de Trípoli semanas após.

Durante a crise de Gaza, no começo deste ano, o presidente Lula determinou que o chanceler Celso Amorim visitasse o Oriente Médio e se entrevistasse com os líderes políticos da região em busca de alternativas. Houve quem buscasse ridicularizar a missão, qualificando-a de megalômana.

A persistência do impasse na região, seu potencial explosivo e a pertinência de nossas propostas mostraram o acerto daquela iniciativa.

A tese defendida pelo presidente Lula era (e é) a de que havia necessidade de "arejar" as negociações no Oriente Médio. A inclusão de novos interlocutores poderia dar aos entendimentos uma credibilidade hoje inexistente.

Outros países, como a África do Sul, a Índia e o próprio Brasil -para só citar três que não ocupam lugares permanentes no Conselho de Segurança - podem contribuir para lograr o que até agora os interlocutores de sempre, sozinhos, não conseguiram.

O Brasil tem posições claras. Defende a existência de dois Estados -o Palestino e Israel- viáveis e seguros, com base nas fronteiras de 1967.

Coincide com Shimon Peres [presidente de Israel] e Mahmoud Abbas [presidente da Autoridade Nacional Palestina] sobre a necessidade de trocar terra por paz.

Nossa diplomacia está segura de que a imensa maioria das populações afetadas pelo conflito - judeus e palestinos - anseiam pela paz.

O Brasil condena todos os que se opõem à existência do Estado de Israel. Repudia todas as formas de terrorismo. Insta Tel Aviv a suspender novos assentamentos e construções nos território ocupados e a acatar as resoluções das Nações Unidas.

Metaforicamente, o presidente Lula tem citado a boa convivência de árabes e judeus em nosso país como um paradigma a ser seguido mundo afora.

Quem governa um país como o Brasil -ou quem quer governar- sabe, ou deveria saber, que os temas de política externa, sobretudo quando envolvem questões maiores, como a paz no mundo, não podem ser objeto de oportunismo eleitoral.

O diálogo que o governo brasileiro tem mantido com as comunidades árabe e israelita em nosso país e na América Latina é transparente e não deixa dúvidas sobre nossas posições, seja sobre temas de natureza histórica -como o Holocausto-, seja sobre questões mais recentes, elas também dolorosas.

Essa cristalina transparência difere das águas turvas dentro das quais pescadores lançam suas iscas. Mais para atrair incautos eleitores do que para oferecer alternativas.

MARCO AURÉLIO GARCIA, 68, é assessor especial de Política Externa do presidente da República e professor licenciado do Departamento de História da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Foi secretário de Cultura do município de São Paulo (gestão Marta Suplicy).

 
     
 

O ANTISSEMITISMO CRESCE NA RÚSSIA

Judeus europeus pediram nesta quinta-feira ao presidente russo, Dmitry Medvedev, que o país observe o Dia Internacional do Holocausto a partir do próximo ano.

O dia que marca a liberação do campo de extermínio nazista de Auschwitz na Polônia, em 27 de janeiro de 1945, é lembrado em muitos países.

"Submetemos nossa proposta a Dmitry Anatolyevich (Medvedev) e esperamos a decisão dele", disse o presidente do influente Congresso Judaico Europeu, Moshe Kantor, a jornalistas depois de se reunir, ao lado de outros 20 membros, com o chefe do Kremlin.

"É importante que as pessoas percebam como a xenofobia é horrível".

Kantor disse que na Rússia o dia seria rebatizado de "Dia do Exército soviético e da liberação de Auschwitz" a fim de homenagear o papel dos soviéticos na libertação do campo.

Grupos judeus reclamam do aumento do antissemitismo na Rússia, mas as autoridades são explícitas na condenação da prática. Em uma visita em 2005 à cidade polonesa de Cracóvia e Auschwitz, o então presidente e hoje premiê Vladimir Putin disse que estava "envergonhado" com o antissemitismo em seu próprio país.

A porta-voz de Medvedev, Natalya Timakova, disse que um encontro no qual "foram discutidas várias questões" aconteceu entre Medvedev e o Congresso nesta quinta-feira, mas não entrou em detalhes.

Cerca de dois milhões de judeus soviéticos morreram durante o Holocausto, embora a maioria tenha sido executada ou levada de países que não são parte da Rússia, como a Ucrânia.

Embora alguns países reservem outros dias para lembrar o Holocausto, a Organização das Nações Unidas (ONU) designou 27 de janeiro como o dia internacional em 2005.


 
 


Madonna & Fasano - Só comida Kasher

Para quem achava que comida Kasher (ou Kosher) era algo dos tempos da era Talmúdica, ou da época em que os judeus moravam na Babilônia, a novidade é que ainda hoje está na moda comer Kasher. Saiu no jornal O Globo :

"Rio - A pane no sistema elétrico que deixou o Rio e vários estados sem luz, ontem à noite, interrompeu por duas vezes o jantar de Madonna com empresários no Al Mare. Mas o gerador do hotel restaurou a energia. Porque luz ela tem de sobra. No jantar no Hotel Fasano, a Rainha do Pop optou por comida macrobiótica e *comeu Kosher."*

Esse fenômeno ao qual até mesmo Madonna aderiu é um costume já muito popular nos Estados Unidos e no mundo.

Uma pesquisa realizada pelo *CBS Market Research* revela: O valor do mercado Kosher atual é de US$ 570 bilhões ao ano (2002).
 - 28% de todos os produtos vendidos nos Estados Unidos atualmente são produtos Kosher.
 - 75% de todos os ingredientes utilizados pelas fábricas atualmente  são Kosher.
 - Existem mais de 75.000 diferentes produtos Kosher nos supermercados americanos.
- Mais de 10.000 empresas americanas fabricam produtos para o mercado  Kosher.
 - A cada ano, 3.000 novos produtos Kosher são introduzidos no mercado norte-americano.

No Brasil, apesar de estarmos ainda longe da realidade  norte-americana, milhares de produtos ganharam  certificado Kosher nos últimos anos.

No site www.bdk.com.br e www.lkp.com.br é possível conferir que diversos produtos da Nestlé, da Garoto, Kopenhagen, Elma Chips, entre outros, mesmo não carregando um selo ou símbolo Kosher na embalagem, já foram conferidos e  liberados para o consumidor Kasher.

Em outras palavras, hoje em qualquer supermercado nos Estados Unidos e no Brasil, já é possível encontrar dezenas, centenas, milhares de produtos Kosher.

Você não precisa ser a Madonna para aderir esta idéia.


 
 

MAHMOUD ABBAS COM A COMUNIDADE NA BAHIA

Prezado Osias,

Relato-lhe o encontro do Presidente da Autoridade Palestina com a comunidade judaica baiana. O encontro ocorreu no Hotel Pestana, em Salvador, no dia 20/11, por  volta das 17hs.

Foi um encontro informal, aos auspícios do Governador Jaques Wagner,  que como Judeu, expressou que estava muito feliz por ciceronear o encontro que durou um pouco mais de uma hora. Inicialmente estava prevista a participação do Presidente Lula, que não pode comparecer,  pois estava atrasado para a cerimônia pública do dia da consciência  negra na Praça Castro Alves.

Particparam do encontro, eu, Mauricio Kertzman Szporer, presidente da Sociedade Israelita da Bahia.  Fiz-me acompanhar do ex-presidente  Miguel Kertzman e do ex-vice presidente da CONIB Jaime Fingergut. O Governador, alguns dos Ministros Palestinos, além dos embaixadores do Brasil e Palestina.

Externei ao Presidente Abbas o exemplo de convivência harmoniosa entre  judeus e árabes no Brasil. Coloquei que o Brasil teve papel fundamental na criação do Estado de Israel e que o Presidente Lula pode representar um intermediador para uma paz duradoura.Expliquei que compreendemos a necessidade de dois Estados para dois  povos, e que a criação do Estado palestino deve emergir de exauridas negociações com o Estado de Israel. Coloquei que a comunidade judaica confia no Presidente Abbas como artífice da Paz e conclui com a  intenção de exportar a cultura de paz do Brasil para o Orinete Médio.

O Governador Wagner também colocou que o Presidente Lula está disposto a trabalhar pela paz e falou também da convivência harmoniosa entre  judeus e árabes no Brasil.

O Presidente Abbas nos surpreendeu positivamente: condenou  veementemente Ahmadinejad, Hammas e todo terrorismo. Relatou-nos que  pediu a interferencia do Presidente Lula com Ahmadinejah sobre o
finaciamento do Hammas, que fomenta o terrorismo.

Explicou que acredita ardorosamente na Paz e que realiza tratativas  com o Presidente de Israel Shimon Peres quase que semanalmente. Contou  que acredita na negociação como instrumento para paz e relatou-nos que  faz reuniões com comunidades judaicas de todo o mundo, pois acredita  que mais de 70% do povo Israelense e do povo Palestino querem a Paz. Colocou que ele está saindo da Presidência e espera poder apressar as  negociações de paz.

Mauricio Szporer
Presidente da SIB


 
 

JIMMY PAGE ESTARÁ NO RIO DE JANEIRO

O guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page, vai se apresentar no Rio de Janeiro no próximo sábado (28) ao lado de Pepeu Gomes e George Israel (Kid Abelha). O show do músico inglês, que acontece na Escola Britânica (British School), irá arrecadar fundos para a Casa Jummy, instituição que ajuda jovens carentes e adolescentes grávidas, em Santa Teresa.

Segundo o jornal “O Globo”, Jimmy Page tocará ao lado de Pepeu e Israel, e de bandas formadas por alunas da escola. A apresentação acontecerá no auditório da Escola Britânica, na Urca, a partir das 16h.

Os ingressos para ver Jimmy Page e os outros lendários músicos brasileiros custam de R$ 100 a R$ 200. As entradas são limitadas e os pais dos alunos da Escola Britânica possuem prioridade.


 
 

Abbas, Lula e Obama

O Presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas reclamou que o presidente Barack Obama até o momento "nada está fazendo para o processo de paz no Oriente Médio". "Por enquanto ele nada está fazendo, mas ele nos convidou para reavivar o processo de paz. Espero que no futuro ele possa desempenhar um papel mais importante" disse Abbas em uma entrevista publicada terça-feira pelo Diário argentino Clarin. Em vez disso, Abbas novamente conclamou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva para assumir um papel mais ativo como mediador no Oriente Médio.

"Ele tem condições de fazê-lo, porque ele tem boas relações com as duas partes no conflito e acho que ele pode ajudar" disse Abbas, que visitou Lula recentemente, em datas próximas das visitas em separado do presidente Shimon Peres e do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.
Abbas manifestou a esperança de que "os Estados Unidos irão exercer pressão sobre os israelenses em relação ao direito internacional, de modo que o processo do ‘roadmap (mapa do caminho) possa ser implementado".

Abbas, que esteve na Argentina, disse estar satisfeito com os resultados de sua turnê sul-americana em curso, que o levou inicialmente para o Brasil e também incluirá o Chile.

"O presidente Lula já poderia assumir um papel de mediador, porque ele tem laços de confiança com as duas partes do conflito. Além disso, ele também tem um bom relacionamento com o governo americano. O Brasil poderia desempenhar esse papel" Abbas assinalou. No entanto, ele antecipou que os palestinos não farão nenhuma outra concessão além das que já fizemos.

"Nós aceitamos ter apenas 22 por cento da Palestina, e que é a maior concessão. E nós também aceitamos que Israel tivesse 78 por cento. Então, que tipo de concessões que eles esperam de nós?" disse ele. "Agora estamos prontos para anunciar a nossa independência, se os israelenses nos permitirem, disse ele. No entanto, declarou que a independência não seria declarada unilateralmente. "[Os israelenses] estão tentando dizer que os palestinos estão buscando uma decisão unilateral. Não estamos à procura de uma decisão unilateral" afirmou ele.


 
 

Maconha para Uso Medicinal

Na terça-feira o Comitê de Trabalho, Assuntos Sociais e Saúde do Knesset instruiu o Ministério de Saúde para completar num prazo de quatro meses suas propostas para a regulamentação do uso da maconha (cannabis) para utilização com finalidades medicinais. Os pacientes que sofrem de dores muito fortes do câncer, esclerose múltipla ou de certas outras condições poderão solicitar uma licença para obter sem custos certa quantidade de maconha de boa qualidade para fumarem para aliviar suas dores.

O comitê encabeçado pelo parlamentar Haim Katz, também instruiu para que a maconha medicinal não devesse se tornar muito cara de modo que os pacientes com sofrimento por dor não a pudessem comprar, e assim como uma regulamentação detalhada para a supervisão da produção, qualidade e marketing do produto para evitar que a droga chegasse às mãos de usuários ilegais ou que alguém pudesse comercializá-la (ilegalmente).

Atualmente as licenças médicas para a utilização da maconha são aprovadas pelo Dr. Yehuda Baruch, que é o diretor do Centro Médico de Saúde Mental Abarbanel, que relatou ao Comitê que este assunto envolve um número de problemas difíceis, como por exemplo, ter que depender de somente um único fornecedor que planta maconha para propósitos beneficentes. Como se espera que o número dos prováveis usuários cresça significativamente, as condições para o uso, cultivo e distribuição da planta deveriam ser estabelecidos através de legislação, ele afirmou. Ao mesmo tempo em que o Ministério quer fornecer esta maconha médica para pacientes que realmente necessitam dela, a Polícia de Israel está preocupada que poderia chegar às mãos de criminosos. A empresa Tikun Olam fornece maconha pura para 700 pacientes que sofrem de dores fortes, e assim procede numa base beneficente sem fins lucrativos, mas Perry Klein que é o diretor-geral dessa empresa informou que uma expansão significativa da produção seria um encargo difícil para a empresa. Tal Mark, um paciente que tem licença para fumar a maconha medicinal, informou que a usou por um ano, durante o qual ele parou de tomar uma longa lista de analgésicos que provocariam sérios efeitos colaterais. A minha qualidade de vida, disse Mark, melhorou muito, e estou muito melhor que antes.


 
 

Hamas Prega Violência para Crianças pela TV

O conteúdo educacional do Al-Fateh (O Conquistador) que é o site para crianças do Hamas não é uma forma de pedagogia, mas uma "doutrinação para ""suicidas bomba" disse David Oman que é o diretor de comunicações para o Instituto para o Monitoramento da Paz e Tolerância Cultural em Educação Escolar (IMPACT-SE) na terça-feira durante uma conferência para a imprensa no Regent Hotel.

Gert Weisskirchen,do Partido Social Democrático e presidente do OSCE entre 2004-2008 para o combate ao anti-semitismo, apresentou o estudo IMPACT-SE e disse que "existe a possibilidade para que se evite a doutrinação de crianças e crianças na Alemanha e por toda a Europa". O estudo com o título "A Al-Fateh - A Revista para Crianças do Hamas na Web: A Doutrinação para a Jihad, a Aniquilação e a Autodestruição" cobriu o período de setembro 2002 até abril deste ano. Oman citou os "amigos da Al-Fateh" pela entrada do jovem alemão-palestino Muhammad Warad como prova da crescente expansão da ideologia radical anti-ocidental de Hamas.

O site de Hamas, de acordo com o estudo IMPACT-SE serve para a demonização de Israel através da utilização de desenhos animados anti-semitas para a promoção da negação do direito de existência do país. A promoção da violência é um tema normal de Al-Fateh. Um exemplo típico relata Oman, é a glorificação da terrorista suicida feminina Zeynab Abu Salam, que assassinou dois policiais em Jerusalém em 2004. A Al-Fateh alega receber milhões de visitantes, de acordo com Oman, que informa que o servidor da Al-Fateh está na Rússia e na Malásia, mas que freqüentemente muda o endereço das suas operações para evitar o seu fechamento. Consta que o Reino Unido é o atual hospedeiro  do site.

O material educacional do site viola "todos os Padrões Educacionais Internacionais baseados em Resoluções da UNESCO" assinalou o estudo. Além do mais, os autores desse estudo escreveram que o site transgride a Convenção Internacional dos Direitos da Criança afirmando que "cada criança tem o direito inerente da vida" através da incitação para que as crianças se tornem suicidas-bomba.

A ideologia pró-violência do Hamas terá "consequências  para o Ocidente e para Israel" afirmou Oman. "O que acontecerá com estas crianças após 10 ou 15 anos de exposição a este tipo de ódio?" questionou Oman. A conexão Irã-Hamas aparece no Al-Fateh. O estudo destacou o papel do fundador da Revolução Islâmica do Irã, o Aiatolá Ruholla Khomeini para a promoção do combustível do ódio contra o Ocidente e contra Israel. "O site freqüentemente apresenta histórias de shahids [mártires] ou as suas últimas declarações antes do suicídio, para transmitir a violenta mensagem do jihad para a vitória ou para a morte - uma mensagem típica dos ensinamentos do Aiatolá Khomeini" escreveram os autores. "Atentado contra crianças" foi o termo que Oman utilizou para descrever o efeito educacional do site do Hamas em adolescentes e crianças.


 
 

Extrema direita “apronta” mais uma em Budapeste


Judith Klein, de Budapeste- Exclusivo para a Rua Judaica.



Mesmo banida, a Guarda Húngara está sempre em cena

Um membro do partido extremo-diretista “Jobbik” prometeu para breve uma limpeza étnica na Hungria, através do extermínio dos “vermes”. O homem fez este comentário durante uma aglomeração promovida pelo partido, para homenagear Miklós Horthy, o líder húngaro que autorizou a deportação de meio milhão de judeus húngaros para os campos de extermínio durante a II Grande Guerra. Cerca de 5000 simpatizantes do “Jobbik”, além de 450 a 500 membros vergando uniformes da banida Guarda Húngara tentaram marchar através do centro de Budapeste, porém apenas os não uniformizados puderam prosseguir, depois que os membros da Guarda concordaram em se retirar sob ordens policiais. Catorze pessoas foram presas.

A marcha foi seguida de um encontro público na antiga Buda, local próximo ao cenário que presenciou a sangrenta resistência final dos Nazistas durante a libertação de Budapeste pelas forças vermelhas. A era Horthy se caracterizou pelo infame “Terror Branco”, seguido da intensificação de uma série de leis contra os judeus, que culminou com o Holocausto.

A polícia de Budapeste disse que havia advertido os líderes do “Jobbik” antecipadamente, e que qualquer pessoa que usasse o uniforme banido seria detida e impedida de participar da parada. Ildiko Lendvai, líder do Partido Socialista, e diversos grupos civis antifascistas se manifestaram contra a marcha, que eles denominaram “parada neofascista”.

Uma semana antes, o “Jobbik” havia organizado uma manifestação em Sajóbábony, cidadezinha de 3000 habitantes distante 80 km a leste de Budapeste. Membros locais da comunidade minoritária de ciganos – que são sistematicamente atacados pelos líderes do “Jobbik” - reagiram furiosos e tentaram dissolver a reunião. Seis membros da Guarda Húngara foram presos e serão condenados, segundo a polícia local.

O “Jobbik” tem ganhado força nos últimos meses, e conseguiu três cadeiras no Parlamento Europeu nas eleições de junho último. Um destes três eleitos, Csanád Szegedi – que supostamente usou o uniforme da Guarda para trabalhar em Bruxelas – publicou uma nota condenando os ciganos, a polícia e os grupos políticos atualmente no poder. Argumentou que os ciganos estavam “aterrorizando” os húngaros do norte através de provocações aos partidos. Aladár Horváth, líder da Fundação dos Direitos Civis dos Ciganos disse que o “Jobbik” esteve em Sajóbábony apenas para provocar tensão.


 
 

NOVA VERBORRÉIA DE HUGO CHAVES

A Venezuela acusa o presidente israelense Shimon Peres de ameaçar o Presidente Hugo Chavez. Peres predisse durante uma visita à Argentina que o povo da Venezuela e do Irã num futuro não muito longínquo fariam seus líderes desaparecem .

O Ministro de Relações Exteriores da Venezuela Nicolas Maduro disse que as observações seriam "uma ameaça direta à vida e segurança" de Chavez e do líder do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Maduro acusou Peres de tentar atrapalhar os crescentes laços do Irã com a América latina. O ministro falou na segunda-feira quando Ahmadinejad iniciou no Brasil uma excursão regional. Em janeiro Chavez cortou os laços diplomáticos com Israel para protestar contra a ofensiva militar na Faixa de Gaza. Mais tarde o Presidente Chavez falou para que o povo israelense não apoiasse o seu governo, que ele descreveu como "genocida". “O Estado de Israel se tornou um lacaio (pau-mandado) assassino a serviço do imperialismo” Chavez disse. "É um governo genocida. Condeno esse governo sionista que persegue o heróico povo palestino".


 
 

Concertos de Música para Chanukah

Uma série especial de concertos de Chanukah será apresentada em Nova Iorque e New Jersey no mês que vem, anunciou o Conselho Nacional de Jovens de Israel esta semana. Tsudik o atual cantor sensação internacional, a mundialmente conhecida Banda Klezmer de Budapeste, e criança cantora prodígio Orad Katz apresentarão três diferentes concertos de Hannukah em dezembro. Os concertos são uma produção de Levie Kanes em conjunto com o Centro de Cantores (“Chazanim”) que tem base em Israel. Parte da renda dos concertos beneficiará os programas do Conselho Nacional dos Jovens de Israel.

Tsudik e a Banda Klezmer de Budapeste se apresentarão no dia 14 de dezembro no Teatro BergenPac na 30 North Van Brunt Street em Englewood, Nova Jersey; no dia 15 de dezembro na Prefeitura na 123 W. 43rd Street em Manhattan; e em 16 de dezembro no Teatro Millenium na 1029 Brighton Beach Avenue em Brooklyn. A melodiosa voz de tenor de Tsudik Greenwald e seu grande espectro vocal mereceram a aclamação mundial. Tsudik, que aprendeu a arte de Chazanut sob a tutela do Cantor Moshe Stern e do Maestro Eli Yaffe, já se apresentou em eventos ao redor do mundo. Ele recentemente foi nomeado o Cantor (Chazan) Principal da comunidade judaica de Frankfurt na Alemanha, onde ele assumiu o posto antes ocupado pelo grande Cantor Yitzchak Meir Helfgot. A Banda Klezmer de Budapeste desenvolveu uma impressionante reputação por toda Europa e América do Norte. O conjunto com sete integrantes é composta de Istvan Kohan no clarinete, Bence Gazda no violino e vocal, Anna Nagy no acordeão, Gabor Tamas no trombone e vocal, Gabor Kiss no baixo elétrico e Balasz Vegh nos tambores e percussão. Dirigido pelo seu pianista, vocalista e famoso compositor/arranjador Ferenc Javori a Banda de Klezmer de Budapeste já alcançou grande êxitos e se apresentou em Amsterdã, Helsinque, Zurique, Barcelona, Estocolmo, Munique, Londres, e por toda a América do Norte.


 
 

Guerra no Território de Israel

Três anos e meio se passaram desde a Segunda Guerra do Líbano, e na manhã da terça-feira ocorreu a cerimônia festiva do término do projeto para a renovação e restauração de abrigos contra bombas na parte norte do país. O gabinete do Primeiro-Ministro e o Ministério de Defesa investiram NIS 96 milhões (aproximadamente US$ 25,27 milhões) com a renovação de 3.019 abrigos públicos. E outros 1.838 abrigos conjuntos foram reformados pela administração para a restauração da companhia do Norte. O Vice-Ministro da Defesa Matan Vilnai disse que no caso de outra operação militar, a luta não será sentida apenas perto das fronteiras de Israel, mas pelo país inteiro. "Estamos construímos o front civil do Estado de Israel" disse ele. "Uma guerra somente no front militar, como aconteceu na Guerra de Yom Kippur – que não envolveu a população civil – não irá acontecer de novo". E acrescentou "a melhor guerra é aquela que pudermos evitar, porque se houver uma guerra, ela alcançará todas as partes do Estado de Israel".

Vilnai condenou firmemente os cortes propostos no orçamento para as comunidades localizadas nas linhas de confrontação e disse, "é injusto e sem sentido que tentem retirar os subsídios para as autoridades das periferias. Estas cidades estão localizadas ao longo das fronteiras e determinam como o Estado de Israel se delineia. Eyal Gabai que é o diretor-geral do gabinete do Primeiro-Ministro também ressaltou a importância para o suporte das comunidades de periferia. "Os conflitos recentes têm provado a força das comunidades ao longo da fronteira. É responsabilidade do Estado para mudar esta percepção, e os lugares que haviam sido ignorados serão colocados na lista das primeiras prioridades". Gabai adicionou que o governo planeja investir dezenas de bilhões de shekels para o reforço da infra-estrutura na periferia, o que "mudaria a vida dos residentes da Galiléia e do Negev num prazo de 10 anos. Gabi Naaman que é o chefe do Conselho Local de Shlomi advertiu que a tranqüilidade no norte durante os últimos anos poderia conduzir para uma complacência em relação à reforma continuada dos abrigos. "Não devemos nos esquecer que a linha de confrontação não desapareceu; além das ameaças econômicas e profissionais, há ainda uma ameaça à segurança que é demonstrada com ataques de Katyushas contra as comunidades do norte, de tempos em tempos" disse ele.

 
     
 

DESTAQUES SOCIAIS

Palestra
A resistência judaica: resistência armada e espiritual nas cidades,
nos guetos, nos bosques e nos campos de extermínio


Profa. Ania Cavalcante

Dia 2 de dezembro, quarta-feira, das 18:30 às 20:00 h. Local: Sala de Reuniões do LEI-USP, localizada na Casa de Cultura Japonesa da USP – Av. Prof. Lineu Prestes, 159 – Cidade Universitária – USP – Butantã. A palestra é gratuita e aberta ao público em geral. Serão emitidos certificados.

A Profa. Ania Cavalcante é
doutora em História pela USP com especialização pelo Yad Vashem (Escola Internacional de Estudos sobre Holocausto) de Israel, professora e pesquisadora do módulo "Holocausto e Antissemitismo" do Laboratório de Estudos sobre a Intolerância da USP (LEI-USP), professora e palestrante de Holocausto vinculada ao Yad Vashem de Israel e professora nativa de Língua Alemã

Informações e inscrições:
Tel.: (11) 3091-2441 / (11) 3091-3584 / E-mail: lei@usp.br

Organização
: Módulo “Holocausto e Antissemitismo”
do Laboratório de Estudos sobre Intolerância da USP – LEI-USP

 

Lançamento do livro A Cor da Vida na quinta-feira, 3/12, a partir das 18h30

Ele lutou na Hungria, como partisan, contra os nazistas. Terminada a guerra, fugiu das tropas comunistas para a Itália. Lá, estabeleceu-se e teve domicílio por algum tempo nas ruínas do Coliseu.
Nas ruínas da Europa do pós-guerra, vagueou por algum tempo e estudou Química na Alemanha. Resolveu então tentar a vida na América Latina, na Bolívia.

Quando chegou ao Brasil? "Não se sabe”, diz ele, com seu sotaque húngaro praticamente intacto depois de tantos anos. Ele se perdeu nas selvas da Bolívia no fim de um ano e foi localizado no início do outro ano às margens do rio Guaporé, no Brasil.

Ficou por aqui, e fundou duas empresas de grande sucesso: a Líder, o primeiro laboratório cinematográfico do país, e a Espiral, produtora de filmes e audiovisuais, um marco no mercado publicitário brasileiro.

Produziu um filme, A Compadecida, baseado na obra de Ariano Suassuna, com Regina Duarte e Zózimo Bulbul. Conseguiu o milagre de desagradar a todos: ao regime militar (que proibiu o filme) e a uma ala da Igreja Católica, que não se conformavam com um Cristo negro; à esquerda que fazia oposição aos militares, reunida no Cinema Novo, porque Cinema Novo A Compadecida não era.

Este é um breve perfil de George Jonas, o húngaro mais brasileiro do Brasil, judeu pela Lei judaica, como filho de mãe judia, e orgulhoso de sua origem. Na próxima quinta-feira, lança A Cor da Vida, o livro contando todas as histórias aqui lembradas e muitas outras mais. Estarei lá; e acho que quem puder ir à Livraria Cultura, no Conjunto Nacional, SP, na Avenida Paulista, a partir das 18h30, guardará na memória uma pessoa que merece ser conhecida e cuja conversa é fascinante. Terá oportunidade de levar o DVD com A Compadecida, o filme que esquerda e direita abominaram. E poderá, lendo uma despretensiosa autobiografia, lançada pela Editora de Cultura, acompanhar a história de nossos tempos, da Segunda Guerra até hoje.

Abração
Carlinhos Brickmann

 

Apesar de este ano não estar participando do concerto anual do Coral Israelita Brasileiro, aceitei , com muito prazer, o encargo de divulgá-lo :
- o coral vem atuando há 55 anos;- é composto de 70 elementos dividido em 4 vozes;- já teve como maestros Henrique Niremberg, Henrique Morelenbaum, Isaac Karabtchevsky, Eleazar de Carvalho, Roberto Duarte dentre outros;- já viajou pelo Brasil, América do Sul e Israel;- em seus projetos , apresentações didáticas para a Rede Pública de Ensino Municipal e Estadual do RJ;-  domingo, dia 06 de dezembro ,  uma vez mais, faz seu concerto anual;-  Sala Cecília Meirelles, Lapa;`às 17 hs;- do programa:  canções do folclore idish, ladino, hebraico, medley de "Fiddler on the Roof", Heitor Villa-Lobos, Baden Powell, Vinicius de Moraes;- solistas :Clarice Szajnbrum, Yara Cruz, Lia C. Engelender, Raquel B. Gierzonowicz, Eduardo Joelson, Bernardo Hartenberg, a cantora Varda e o "chazan" (cantor) da Sinagoga da ARI - André Nudelman;- ao piano Waldemar Gonçalves; regente Abrahão Rumchinsky; regente assistente Ricardo Szpilman;- convite- donativo (R$ 20,00) , só com os componentes do coral :- temos sistema de entregas à domicílio;- peço que os interessados, ou por  telefone ou por e-mail respondam dizendo quantos querem e aonde devem ser entregues;-  para quem gosta de música, pretende assistir a um concerto de qualidade "este é o programa";atenciosamente. Rozete.2236-1476 e 9448-6812

 

Encerramento das atividades do ano de 2009
O Coral Tradição, com centenas de apresentações realizadas com muito sucesso, atividades ininterruptas e importante currículo de apresentações nacionais e internacionais se dedica a preservar e divulgar o repertório criado na língua idish, tem dado sua contribuição para a formação do universo cultural brasileiro.O Grupo de Teatro da Melhor Idade do Centro de Convivência Tânia Furman, tem se dedicado a um resgate de memória pessoal encenando várias improvisações, contando com aulas de jogos teatrais, conscientização corporal, dinâmica de movimentos, expressividade e trabalhos de técnica vocal.

Dia 6 de dezembro de 2009 – domingo. Local: Instituto Cultural Israelita Brasileiro.  Rua Três Rios, 252 – Bom Retiro, Horário: 17h

O Memorial Judaico de Vassouras em conjunto com a Prefeitura e Câmara Municipal de Vassouras, Conselho dos Direitos do Negro/CEDINE; Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro, Universidade Severino Sombra, Instituto São Fernando, Associação Afro Cultural Iêda Fátima/AACIF, Associação dos Movimentos de Folclores e Cultura e a Ordem dos Advogados do Brasil/OAB-Vassouras realizarão um importante evento no dia 10 de dezembro em Vassouras, em anexo. Por favor! compareçam! divulguem!Muito obrigado, Cordial Shalom. Prof. Dr. Luiz Benyosef, residente do Memorial Judaico de Vassouras. (www.memorialjudaico.org.br )


 

 
 
 


Não esperava nada melhor do Lula. Palavras são apenas palavras, mas atitudes dele mais uma vez comprovaram que a simpatia que nutre pelo filhote do hitler e outros antissemitas como Chaves etc.
São cada vez mais evidentes. Negar Holocausto e um crime inafiansavel e os nossos entes  queridos torturados e dizimados clamam por justiça.
Rita Braun - sobrevivente.

Amigos,
Anexo texto de entrevista que concedi para o UOL, para seu conhecimento.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/11/23/ult1859u1891.jhtm
Jayme Blay

Prezado Osias, Você deve ter reparado que na edição de ontem do O Globo nas cartas dos leitores, não havia uma sequer subscrita por judeu, com relação a visita oficial do rato iraniano. Aliais, não havia nenhuma carta criticando a presença do mesmo. Isto derruba o mito da midia controlada por judeus. Sugiro publicar este fato na próxima  edição de Notícias da Rua Judaica.
Nilton Aizenman

Que Deus abençoe a coerência e a honestidade das bem ditas palavras, escritas neste artigo e, que nosso próximo presidente pense exatamente como o autor desse magnifico texto que expressa a razão e o pensamento de todos os brasileiros que cultivam a verdade, o repúdio e a vergonha dessa visita indesejada. Parabéns governador José Serra.  
Mário Celso de Moraes

Bom dia!!Com certeza se eu pudesse estar com vcs, estaria!! Estou pedindo ao Eterno que, o povo Brasileiro não permite que este ensano venha ao Brasil... Não sei o que o governo do Brasil quer com esse kamarada...
חס וחלילה

Caro amigo Osias, A manifestação realizada em Ipanema foi muito importante dada a diversidade de entidades e organizações presentes. Podemos mesmo ampliar mais ainda, visto que ainda existem numerosas instituições que poderão ser convidadas a participar. Foi emocionante ter participado pela Academia Brasileira de Filosofia, da qual você é Acadêmico Honoris Causa, motivo de orgulho da instituição, e defender os mais elevados valores e princípios que formam a base da Civilização. A luta contra a barbárie é minha, dos filósofos brasileiros e de todos que amamos a liberdade como valor universal. A luta contra a barbárie é permanente, cotidiana, sem
tréguas.
João Ricardo Moderno - Presidente da Academia Brasileira de Filosofia.

Osias!! É incrível ver o crescente antissemitismo no Brasil e no mundo. Amo muito o povo judeu, porém não sou judeu. Tento sempre conscientizar a delicada situação do Estado de Israel perante a crise no Oriente Médio, mas tudo isso parece que faço em vão. É como se as pessoas estivessem surdas ou dopadas, não percebendo que o próprio Hamas utiliza civis palestinos como escudos humanos. Mata seus conterrâneos por motivos banais. Utiliza o sangue palestino para atacar Israel. Choro ao ver esta situação e tenho repúdio a todo discurso contra o Estado de Israel por mentes bitoladas. É óbvio que a mídia internacional não divulga com clareza os crimes do Hamas e as tentativas de paz por parte de Israel. Oro por Israel e amo-o mais que muitos judeus. Fique na paz.
Tito Pollux

Prezado Osias. O " Armandinho do Irã" esta armando mesmo alguma coisa. Não me estranhou a atitude do Lula devido ser uma bandeira do PT e do PSTU  o Anti-semitismo e a formação do Estado Palestino. Isto já era esperado nas esferas politicas-sociais-culturais e religiosas aqui na  nossa comunidade do DF. Nesta madrugada fiquei muito feliz com as colocações do Jo Soares e do Willian Waack (ele foi bem feliz em suas colocações sobre o Irã e seus dirigentes,seu povo e o seu fanatismo religioso,desde a revolução islamica a 30 anos atras). Existe uma comunidade mulçumana muito forte em Taguatinga/DF e a alguns anos atras quando na Diretoria e Presidencia da ACIB/DF informamos as autoridades brasileiras PF e SAE sobre a presença de pessoas da intifada na cidade. Para espanto geral de todos apos o "Armandinho de "mesbla" do Irã sair da reunião com o Lula ,este foi para Faculdade chamada IESB aqui em Brasilia fazer novos discursos... Vcs sabem  quem é o garoto propaganda desta faculdadezinha nos jornais,revistas e principalmente na Televisão..... o tal de ZINA...isso mesmo aqule que fala Ronaldo... (no panico)aqui é IIIEESSSBBBBBB !!!! ..o mesmo que semanas atras foi preso em São Paulo com porte de drogas... Meu Prezado Osias.....vc viu o nivel desta Faculdade???? É isso ai... continue na luta pela nossa comunidade... PS: Estou quase me aposentando e voltando para a minha querida cidade de Petropolis/RJ... para perto de nossa Yeshiva...da nossa comunidade...dos nossos amigos e principalmente para perto de nossas familias e de nossa comunidade.... Abraços...
Mundstein,Hanna,Hadassa e Maria Catharina... Shalom Alechem !!!!!! 


A propósito do artigo "Palestinos não querem conversar" (Rua Judaica, Ed. 144) renovo meu comentário sobre o Artigo "Novo bairro é lançado no limite de Jerusalém" (Ed. 134): O Sr. Vice-Ministro da Educação (Meir Porush) e amigos ignoram as consequências de seus atos e confiam na idéia que estão trabalhando em prol da "Grande Israel". Nada mais triste. Temo por um futuro totalmente diferente. Temo que este Sr. esteja colocando mais tijolos na edificação do estado binacional que os árabes-palestinos inteligentes almejam.  
Jacques Griffel-São Paulo, SP.

Não gosto da atuação política do Sr. Serra, nunca votei nele, mas não há como não fazer minhas estas palavras dele: Essa 'Real Politik' do caboclo doido do Sr. Lula, de querer aparecer em foto até com o demônio para preconizar a idéia que o Sr. Lula tem trâmite com todos. Façamos um exercício de imaginação: imaginemos que o Sr. Lula fosse presidente do Brasil na década dos 30, será que ele convidaria Hitler para vir ao Brasil?
Andre Rosenweiss

A política deles (muçulmanos) é de conquistar o mundo para allah - quem não se sujeitar,ou morre ou se torna pária da sociedade, com várias limitações (trabalho, tipo de emprego, salário, local de moradia... - vc não é livre).Outra declaração: primeiro o povo do sábado; depois, o povo do domingo! Judeus e cristãossão o alvo de destruição dos muçulmanos...
Alzira  Mara

Shalom U' Vrachá !  ( Paz e Bênção ). Ou eu estou viajando na maionese ou o que estou vendo na realidade é: As pessoas não querem se dirigir e nem fazer comentários diretos à pessoa do Presidente deste país que, aliás, está onde está, porque foi colocado lá pelas mãos dos próprios eleitores que votaram nele, achando que todas as soluções dos problemas da nação estariam em suas mãos para, prontamente serem solucionados num toque de mágica. Para encurtar: Sejamos práticos e sem delongas, já que as tentativas de fazê-lo mudar de idéia não funcionaram pelas vias da normalidade: Ele representa o PT e os membros do PT não exerceram com resultados que eram esperados, nenhuma pressão para que ele voltasse atrás em sua brilhante idéia de trazer o megalomaníaco do Ahmadinejad para pisar dentro do nosso congresso e claro, de lambuja, em nossa bandeira, ao negar tudo o que o povo brasileiro já conquistou através das tantas mortes de seus filhos na 2ª guerra mundial e durante os regimes ditatoriais à que foram impostos à nossa nação. Definitivamente nosso presidente desconhece por completo o que é história política. O que é bom senso. O que é a dignidade de um povo. O que é ouvir o seu povo quando clama por igualdade, dignidade, por ética moral e por aí vai.. Nós devemos também, prestar atenção nos empresários brasileiros que farão "negócios" com o país do Ahmadinejad !  Boicote neles!  Não devemos comprar nada deles ! Envergonho-me ao saber que aínda possam existir brasileiros que queiram fazer qualquer tipo de negócio com aquele país. E que não me venham com a alegação esfarrapada e com a cara de pau em declarar que farão negócios com o povo iraniano e não com o seu presidente.. É o mesmo que o nosso ilustre presidente alega ao recebê-lo em nosso solo ! Nas próximas eleições, os brasileiros que já estão fartos dos seus exageros, devem deixar de lado este partido. Assim, ninguém votando em nenhum representante do PT para qualquer cargo que seja neste país, o partido naturalmente irá se "evaporar" e fim de conversa. Entretanto, deve-se também, tomar o cuidado para identificarmos depois, os "camaleões" que tentarão se infiltrar nos outros partidos para não perderem a "boquinha" que a vida pública lhes proporcionou... Êita osso bão sô ! . .Paz à todos.
José Altgenug

É vergonhoso ao cidadão que estuda ética e busca aplicá-la de forma comportamental, observar que política e estadista são sinônimos de conduta aonde os fins justificam os meios. A ética situacional é um imperativo no pensamento e conduta do "bom estadista", daquele que é considerado bom político. Lastimo a conduta do nosso presidente Lula da Silva! Contudo, não percebo modus operande diverso, na conduta dos demais estadistas mundial. Seja qual fora a sua confissão religiosa, sua nacionalidade ou cor partidária. Ética dúbia é inerente ao ser humano decaido. Genocídios perpetrados ao longo da história humana, não têm como ser negados: A tomada de Jerusalém pelos soldados de Gal. Tito e, mais tarde, pelos cruzados; a Inquisição perpetrada pela Igreja de Roma; os atos loucos de um romanista chamado Adolf Hitler e a tentativa de exterminar o Povo do Pacto Abraâmico; a mortandade de judeus perpetrada pela Inglaterra, durante o êxodo da II Guerra; etc, etc. 
Samuel de Barros

CAROS AMIGOS, EM PRINCÍPIO ,VENHO MAIS UMA VEZ ELOGIAR ESSE INFORMATIVO VIRTUAL QUE NOS DÁ A CHANCE DE TOMAR CONHECIMENTO DE TODOS OS FATOS AQUI, E EM TODO O MUNDO QUE SE REFEREM A NÓS ,JUDEUS.TEMOS SEMPRE EM PRIMEIRA MÃO AS NOTÍCIAS VEICULADAS EM JORNAIS E NA TV.E GOSTARIÁ DE PEDIR MAIS UMA VEZ QUE ENVIEM PARA MINHA NORA ESSE JORNAL, QUE JÁ SE TORNOU UM HÁBITO MUITO ESCLARECEDOR.O NOME DELA É JUNIA SOLTZAGRADEÇO E ESPERO QUE, FINALMENTE , A RUA JUDAICAVENHA ATENDER A ESSA PESSOA QUERIDA 
ROSA RIEDEL


Estou desde outubro procurando uma solução para meu caso, vide ligações telefonicas e e-mails anteriores:

  "Eu, Moises Leon Bari, Identidade: 26878195-2,Cpf: 141691.297-50, pertenço à congregação judaica, cumpridor fiel dos preceitos judaicos,venho por meio desta, procurar uma solução para eu poder fazer a prova do Enem, marcada para os dias 5 e 6 de dezembro de 2009.  No dia 5 de dezembro, sábado, é proibido a todo judeu exercer uma série de atividades profisionais e comerciais dentre elas andar de onibus, automovel, metro, elevador, assim como  escrever, trabalhar, transportar, carregar, etc.Por estes motivos gostaria de saber como será o tal doisolamento, sugerido por vocês, para os sabáticos e adventistas poderem realizar  a prova  no sábado dia 5/12/09, após o por do sol.Como neste dia já teremos o horário de verão,  escurecerá as 20h e 06 min,horário a partir do qual estamos aptos para começar a prova. E não as 19horas, horário estipulado por voces para começarmos  a prova.Ela terá  duração de 4h e 30 min que acabará depois de meia noite.  Como ficarão os estudantes confinados das 13 horas até 20 horas e 06 min ?E depois fazerem a prova ?E a questão da segurança devido ao horário tardio de estarem fazendo  a prova?O novo local para realização da prova me  foi colocado no Centro da cidade, meu local de residencia é na Tijuca me é necessário  2 horas caminhando visto que estou proibido pela religião de me locomover usando qualquer  que seja meio de transporte.

COMO PODEREI FAZER MINHA PROVA APÓS CAMINHAR POR DUAS HORAS E FICAR CONFINADO POR 7 HORAS E AINDA FICAR COM IGUALDADE DE CONDIÇÕES COM OS DEMAIS CANDIDATOS ???????????

Espero que respondam às minhas dúvidas e que possamos juntos encontrar uma solução para podermos  realizar a prova e nao deixarmos de cumprir nossos preceitos.Desde já agradecemos
Moises L. Bari"

Amigo Sr  Osias wurman, Através do meu irmão Abraham Levy  tenho lido uma vezes o seu Jornal achei muito interessante pois da noticias do mundo judaica do Brasil  etc.Gostaria poder receber também via meu e-mail. Com os meus agradecimentos 
Isaac Levy

Ola Osias, Parabens pelo extenso trabalho efetuado nestes ultimos dias em protesto à esta malfadada visita do presidente do Iran. Marco Antonio Garcia (Mag), Dilma, e diversos outros membros importantes do alto escalão são ....... efetivamente. Lula é o chefe e apenas não praticou atos ....... diretamente. Tanto quanto o Ahmadinejad, Chavez e  Zelaia, praticam o terrorismo de Estado. Esse sim é o terrorismo de estado que injustamente acusam Israede praticar.E infelizmente, são muito competentes nisso a ponto de despistarem a maioria dos eleitores quanto a suas reais intenções.Quem apoia terroristas é terrorista. Me parece que esta triste na hora de reconhecermos nosso governo atual como um governo ........ Abraços e parabens,
Jorge Feffer

Parabens ao sr Osias popr todo o esforço que tem levado a cabo. Seus informes são de primordial importância para o Brasil.
Sharon Abadi

Haverá tempo para a tristeza acalmar. Içar ancora. E esperar que águas derramadas pela vergonha cessem. A figura covarde por natureza. Não compassiva por opção ao cruel pisou no país. E quase esmaga a dignidade nacional tal como pisa reiteradamente nas mulheres e nas minorias no Irã. Tristemente foi recebido pelo governo federal o bestial e violento Mahmoud Ahmadinejad. O vento soprou diferente, mas não conseguiu apagar as velas, que ascendi acesa em memória dos sofrem e morreram precoce e injustamente no Irã. Os judeus sefaradim, como eu, arquearam mais com a maldade, que acompanha essa nova personificação do mal, que quer destruir a civilização que lhe é diferente. Registro meu protesto em nome de nossa pequena comunidade judaica que vive em Mato Grosso. A gente há de sobreviver porque o bem tem que vencer. Com paciência e temor já clama pela partida dele, que se espera seja rápida e nunca mais retorne prestando favor imenso ao país e mundo humanizado. Afinal, precisamos respirar ar compassivo e concórdia novamente. Nada permite dar boas-vindas ao ditador, assassino e torturador estatal confesso iraniano. Cuiabá, num dia penoso de 23/11/2009, Shalom Aleichem aos achim
Hélcio Corrêa Gomes.

Bom dia a todos! Primeiramente, parabéns a todas as entidades e pessoas que se dedicaram de corpo e alma a causas tão nobres, como defesa do Respeito à Memória da Shoah, da Cultura dos Direitos Humanos, das minorias perseguidas (mulheres, crianças, homossexuais, baha´ís, evangélicos, etc) e do legítimo direito de existência do democrático Estado de Israel! Parabéns! Em relação à Manifestação e especificamente quanto à palestra do tenebroso presidente iraniano no IESB, poderei, com certeza, me pronunciar com conhecimento de causa. Trabalhei no Curso de Relações Internacionais durante dois anos (2006-2007), durante os quais promovi o evento "Pela Cultura da Paz, do Diálogo e da Coexistência", com diversos segmentos da sociedade - baha´is, judeus, maçons, etc. Também, lá, promovi a Conferência da então Embaixadora do Estado de Israel, Dra. Tzipora Rimon. Devo dizer que ambos os eventos tiveram pleno êxito. Ontem, estive tanto na Manifestação em frente ao Congresso Nacional quanto na Faculdade IESB. Além de ter a oportunidade de me reencontrar com amigos muito especiais (AMISRAEL, ACIB, Baha´ís, etc), pude perceber alguns aspectos importantes: a Manifestação conseguiu sensibilizar aos pedestres, passageiros de ônibus e motoristas de carro e moto para a questão dos Direitos Humanos no Irã e a do Holocausto Judeu na Segunda Guerra Mundial(1939-1945). Houve, de fato, tentativa por parte de setores minoritários que apóiam o governo iraniano de se infiltrar, com cartazes e cacofonia, no nosso movimento (seriam manifestantes de aluguel de alguma Embaixada do Golfo Pérsico?....). Mesmo assim, não obtiveram êxito, e acabaram desistindo de permanecer no evento até o final (o ônibus de turismo alugado os levou embora). No evento do IESB, tenho uma série de observações importantes a fazer, já que eu me encontrei justamente no auditório do evento. Estive nos bastidores, acompanhando o desenrolar dos acontecimentos. Portanto, terei condições de lhes proporcionar uma visão exata do que aconteceu. Primeiramente, devo destacar a enorme desorganização e falta de informação em torno do evento. Só consegui entrar no evento às 18:30 (tendo chegado à entrada da faculdade às 14:30). A impressão que pude manifestar para alguns dos nossos amigos era a de que o Presidente iraniano, de fato, tinha forte interesse em ir ao evento, mesmo muito atrasado, mas que teria sido previamente desaconselhado pela sua assessoria sobre a conveniência de participar de tal evento. Lógico que o interesse dele jamais seria acadêmico, e sim propagandístico ideológico do seu regime de fanatismo, intolerância, arrogância, do qual ele constitui uma das principais peças. Pude encontrar amigos que comungam dos mesmos ideais de luta pelos Direitos Humanos, presentes ao evento. O auditório estava lotadíssimo (mais de 600 pessoas, para 550 assentos). Qual a radiografia do público presente? A maioria era constituída de alunos (com destaque para os do Curso de Relações Internacionais), professores e funcionários do próprio IESB; visitantes externos (talvez, uns 10%), sendo alguns defensores dos Direitos Humanos e outros partidários do atual regime iraniano. Restringindo aos alunos: o que pude constatar foi mais curiosidade do que propriamente simpatia ao Presidente iraniano. Alguns com os quais pessoalmente conversei, estavam preparados para tratar sobre as questões mais polêmicas. Enquanto o auditório aguardava a vinda desconcertante do palestrante, as perguntas do público ao Palestrante já estavam sendo recolhidas. Não perdi a oportunidade para escrever as seguintes questões:

  1. Vossa Excelência considera fundamental o direito de auto-determinação dos povos para as Relações Internacionais? Na sua visão, portanto, o Estado de Israel, constituído através da Resolução da Partilha de 1947 (que também previa um Estado árabe), através da ampla aprovação obtida na Assembléia Geral das Nações Unidas, sob notável influência do brasileiro Oswaldo Aranha, desfrutaria desse direito?
  2. O tema dos Direitos Humanos, na sua percepção, constituiria tópico importante da Agenda Internacional do Irã?
  3. Por fim, como são tratadas as minorias (mulheres, crianças, homossexuais, católicos, evangélicos, judeus, baha´ís, minorias árabes, etc.) pelo atual regime da República Islâmica do Irã? Os direitos humanos delas também são considerados por Vossa Excelência como importantes?

Caso o evento tivesse sido realizado, e o debate livre permitido (o que particularmente considerei como praticamente impossível) ainda teria dito olhando firmemente para o tirânico Presidente do Irã o seguinte: "Diante de Vossa Excelência, Exmo. Sr. Presidente da República Islâmica do Irã, me considero como cada um dos perseguidos pelo vosso regime: mulher, criança, homossexual, católico, judeu, evangélico, baha´í, árabe, muçulmano moderado, enfim, democrata e ardoroso defensor dos direitos humanos. Sr. Presidente do Irã, a quem interessa a existência e a perpetuação do Conflito entre Israel e os Territórios Palestinos (Gaza e Cisjordânia)? A quem efetivamente não interessa a criação do Estado Palestino e a sua Coexistência Pacífica com o Estado de Israel? Muitíssimo obrigado, Prof. Marcelo Walsh, Mestre em Relações Internacionais". Aproveito para informar  que todas as perguntas escritas, muitas delas assinadas (inclusive, e, com muito orgulho, as minhas) foram entregues à Embaixada do Irã e/ou à Assessoria do Presidente para algum dia, quem sabe, serem respondidas academicamente. A título de curiosidade, seguem algumas fotos do ocorrido. Em algumas delas, eu apareço. Parabéns a todos!
Marcelo Walsh

 

 
 

 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
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Colaborador Especial: Jaime G. Christof