Edição 114 Domingo, 29 de Março de 2009
 
 
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


- Bibi deve prestar juramento como primeiro-ministro de Israel em 31 de março.

- Palestinos protestam contra demolições de casas construídas sem licença em Jerusalém Oriental.

- Confirmado que Israel atacou três vezes, desde janeiro, carregamentos de armas iranianas no Sudão, que iriam para o Hamas em Gaza.
- Governo israelense desmente retomada das negociações para libertar Gilad Shalit.
- Artigo do Embaixador Giora Becher, na Folha de SP, lembrou os 30 anos do tratado de paz entre Israel e Egito.




Osias Wurman
Jornalista


UM NOVO HORIZONTE

O designado primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, é um ex-ministro de finanças tão apaixonado por economia que tenciona ser o próprio Ministro das Finanças no gabinete que ele espera apresentar na próxima semana.

Bibi será o primeiro mandatário de um país que acumula a função de premier e ministro das finanças simultaneamente. Infelizmente, tudo isto não garante que as duras circunstâncias econômicas atuais irão permitir-lhe aplicar os conhecimentos adquiridos anteriormente.

Quando Netanyahu assumiu a Fazenda, no Inverno de 2003, no auge da recessão em Israel, ele veio com um plano detalhado.  Foi desde o corte dos gastos sociais até a nacionalização dos fundos de pensões dos sindicatos, que estavam falidos, aprofundando o déficit, até reduzir os impostos, vender ativos estatais e a re-engenharia da indústria de poupança a longo prazo.

A maioria do plano foi apresentada um mês após ele ter assumido o cargo, e a implementação começou imediatamente. Mesmo seus adversários não poderão negar que Netanyahu foi um rebelde, com uma causa, e também com um plano.


Além disso, Netanyahu beneficiou um projeto político, com o então primeiro-ministro Ariel Sharon, que deu todo suporte para seu tesoureiro, contanto que ele não interferisse nos assuntos externos. Sharon também facilitou impor a disciplina orçamentária, mantendo fiscalmente famintos os religiosos que ficaram de fora da sua coligação.

Além destas questões, as condições econômicas globais foram favoráveis, e a tarefa de Netanyahu foi facilitar o acesso de Israel para o mundo exterior, ao preço de provocar a ala esquerdista e alguns segmentos da classe trabalhadora.

Agora, a tarefa é totalmente diferente: a economia global é uma confusão, a coligação emergente se parece com uma festa de agentes politicamente tóxicos, e a ação econômica sistemática,do tipo Netanyahu, uma vez personificada, parece impossível.

Netanyahu poderia ter construído uma coligação sem a esquerda. Mas em vez disto, ele preferiu fechar um acordo com o trabalhismo, num esforço para cobrir seu flanco direito, que é dominado pelo ultra-nacionalista Avigdor Lieberman, e que deverá ser o  Ministro dos Negócios Estrangeiros.

O acordo com o partido trabalhista foi negociado pelo chefe dos sindicatos da mão-de-obra, Ofer Eini, e inclui compromissos para evitar o corte salarial do setor público. Também serão criadas condições de amparo aos trabalhadores demitidos por pequenas empresas.  Esses trabalhadores demitidos irão receber do governo salário desemprego e os benefícios sociais.

Netanyahu também fez concessões aos partidos ultra-ortodoxos, prometendo aumentar os subsídios às famílias, atualmente pago pelo governo, para cada um dos seus filhos. O acordo aumenta estes pagamentos, dos atuais US$ 40 por criança, por mês, adicionando  US$ 10, US$ 15 e US$20, respectivamente, para o segundo, terceiro e quarto filho.

Além disso, Bibi prometeu aumentar o subsidio às Yeshivot, as escolas religiosas, em 30 %.

Em 2003, as reformas de Bibi fizeram o desemprego recuar de 11% para 6%, enquanto a inflação ficava perto de 1%.  Agora, os tempos mudaram e a politica também.

Bibi teria preferido fazer a sua coligação com o partido de centro, Kadima, de Tzipi Livni, mas as divergências não permitiram esta aproximação. Aos 60 anos de idade, Bibi sabe exatamente o que deseja, e a aproximação com a esquerda é um trunfo para amenizar as criticas pelo aperto que virá, até que as coisas melhorem a nível mundial.

É torcer para dar certo e esperar para ver !


 
 

A agencia iraniana de notícias FARS publicou notícia sobre a recente visita do chanceler iraniano ao Brasil sob o título : “Silva espera ansiosamente a visita de Ahmnadinejad”.



A nota na íntegra, em inglês: http://english.farsnews.com/newstext.php?nn=8801070200


 
 

ELY KARMON NO RIO

A PALESTRA DE ELY KARMON NO CEBRI ESTÁ COM LOTAÇÃO ESGOTADA

Se desejar ler a entrevista recente de Ely Karmon ao jornal Cambio da Colombia entre em :
http://www.cambio.com.co/paiscambio/10preguntascambio/821/ARTICULO-WEB-NOTA_INTERIOR_CAMBIO-4899911.html  

APOIO:

 
 

DEBOCHE EM CIRCO RUSSO

É um “casamento” muito diferente. Um homem com vestimentas chassidicas corre num carro engraçado em volta do picadeiro no Circo Nikulina em Moscou. Aziz Askaryan então sai do carro e conduz dois orangotangos - um com terno e kipah, a outra num vestido de noiva completo – que cambaleantes marcham em direção a uma chupah apressadamente montada na frente de uma platéia que se diverte. Esta imitação de um casamento judaico entre dois orangotangos tem sido apresentada como o número de encerramento, já há semanas, do 1º ato deste famoso circo de Moscou, cujo tema é "Empire: O Mágico Show com um Brilhante Sabor Nacional", e tem provocado discussões entre os líderes judaicos locais. Mas a maioria diz que o ato, que poderia causar questionamentos no Ocidente, em Moscou provoca apenas risos ou bocejos.



"Acho que talvez seja de mau gosto, mas vocês devem saber que na Rússia o humor é diferente dos das outras nações ocidentais", informou Baruch Gorin, que é o porta-voz da Federação das Comunidades Judaicas da Rússia ao JTA. Os russos assistem este número sob um prisma de um antigo amor ao circo, com uma pitada de humor em relação a muitas das minorias, incluindo piadas sobre os "Ydn",  dentre outras. E poderia ser um aceno para uma variedade de grupos étnicos que compõem o império russo: o mágico se veste como um homem da montanha caucasiano, os acrobatas se apresentam como cossacos, e outros atores como ucranianos. A única diferença no número judaico é que Askaryan, que usa falsos cachos ao lado da cabeça e talit, usa primatas no papel de judeus. A cena evoca uma reação visceral, risos para a maioria, e choque para outros. Várias tentativas de contatar o Circo Nikulina por telefone para que comentassem ficaram sem resposta. O circo é um dos mais antigos da Rússia e se apresenta no coração de Moscou, e é um complexo permanente que pode acomodar cerca de 2000 espectadores. Seus palhaços são famosos e já foram homenageados como ‘Artistas do Povo da União Soviética’. Alguns líderes judeus russos observaram que o circo incluiu os judeus entre aqueles que compõem o tecido energético da Rússia, o que não havia acontecido em outras épocas. "Eles tomaram os judeus como um exemplo da nação que existe na Rússia, disse Motya Chlenov, que é o chefe do escritório em Moscou do Congresso Mundial do Judaísmo Russo. "Talvez não seja inteligente; talvez seja uma coisa boba. “Mas não é para causar um efeito antissemita”.


 
 

NAZISMO NAS BANCAS

A Audiência Provincial de Munique, sul da Alemanha, autorizou o editor britânico Peter McGee a publicar uma coleção de fac-símiles de jornais do período nazista censurados pelas autoridades bávaras, sempre que datarem de antes de 1939. A decisão do tribunal deve-se ao fato de os direitos de propriedade intelectual desses textos, dos quais o estado federado da Baviera é depositário, prescrevem após 70 anos. O Governo bávaro tinha proibido a reedição desses fac-símiles devido à possibilidade de que pudessem ser tirados de contexto e empregados com fins ultradireitistas, algo que é proibido na Alemanha.

A série "Zeitungszeugen", cuja publicação foi suspensa enquanto a disputa era resolvida, foi lançada como várias edições sobre o Terceiro Reich comentadas por historiadores de prestígio, como o alemão Hans Mommsen e o britânico Peter Longerich, acompanhadas de fac-símiles da imprensa nazista de entre 1933 e 1945. Entre os jornais que o editor queria colocar no mercado estão "Der Angriff", publicado na época pelo chefe da propaganda nazista, Joseph Goebbels, alguns cartazes do Terceiro Reich e o periódico do partido nazista "Völkischer Beobachter". As autoridades bávaras censuraram as edições e as retiraram do mercado.

A edição faz parte de um projeto de pesquisa sobre o nazismo, afirmou nos últimos meses McGee, que lembra que a coleção foi lançada anteriormente em oito países, entre eles a Áustria. Em janeiro, o editor assegurou que recorreria ao Tribunal Constitucional da Alemanha para conseguir lançar a edição completa de "Zeitungszeugen", após ser obrigado a retirar do mercado a terceira parte da publicação sem os correspondentes suplementos de "Der Angriff".


 
 

CHAVEZ CHAMA OBAMA DE "IGNORANTE"

O Presidente venezuelano Hugo Chávez chamou o. Presidente Barack Obama de "ignorante" dizendo que ele tem muito a aprender sobre a América Latina. O líder venezuelano disse que ele estava pronto para nomear um novo embaixador para Washington quando Obama tomou posse. Mas Chávez informou que colocou este assunto em suspenso depois que o novo presidente americano o acusou de ser um obstáculo ao progresso da região e de "exportar o terrorismo".

Chávez citou Obama no seu programa semanal transmitido no domingo. Ele disse, se referindo a Obama, que "se poderia dizer, no mínimo, 'pobre pessoa ignorante." O líder venezuelano disse que Obama "deveria ler um pouco para que aprendesse sobre ... a realidade da América Latina".


 
 

BAT MITZVA DE IDOSAS

Belva Singer de 91 anos falou sobre o poder da Birkat Kohanim, a antiga bênção sacerdotal. A Sra. Simon, apesar de tudo, não tem apenas 12 anos; aos 94 anos ela pode ser perdoada pelo seu medo que poderia sentir por um ou dois momentos quando subiu na bimah no domingo para recitar a parte da Torah que foi lida na sinagoga no sábado mais próximo ao seu 12 º aniversário. Assim também para as outras nove mulheres que irão participar da cerimônia de Bat Mitzvah na sinagoga do Centro para Idosos Menorah Park no subúrbio de Cleveland.

Mintsy Agin que é a caçula fará 90 anos em Julho; a mais idosa Molly Kravitz comemorará o seu 97º aniversário em agosto. As mulheres cresceram à sombra da Grande Depressão quando as cerimônias de bar mitzvah para os meninos judeus aconteciam toda semana, mas as meninas atingiam a idade sem avisos ou comemorações. Bat Mitzvahs eram raros nos Estados Unidos até as décadas de 1950 e 60, informou Howard Kutner, que é um rabino associado do Menorah Park e desde então muitas mulheres adultas decidiram realizar o que lhes haviam negado quando crianças, mas a maioria o está fazendo na faixa etária dos seus 50 ou 60 anos, disse o rabino Kutner.  “Setuagenárias são raras, e acredito que antes nunca houve nonagenárias, mas apenas aquelas que tinham ou estavam próximas aos seus 90 anos se apresentaram, quando eu oferecí instruções para o Bat Mitzvah para mulheres de qualquer idade do Menorah Park.”


Millie Danziger Fromet, de 90 anos.

"A maioria das pessoas nos seus 90 anos só comem as três refeições diárias e estão felizes por estarem vivas" disse o rabino Kutner. "Acho que isso demonstra que em qualquer idade se pode encarar um desafio e vencê-lo". Um desafio, talvez, mas nem todas as mulheres assim o consideram. "Minha primeira reação foi puxa, que vaia!" disse Millie Fromet Danziger de 90 anos. Evelyn Bonder, de 90anos, e que se auto-descreve como "feminista durante toda a minha vida", disse que "sempre achei que as meninas deveriam ter a oportunidade de participar" de algo que as congregações conservadoras, ortodoxas e reformistas adotaram por etapas. A Sra Agin disse: "a minha filha teve um Bat Mitzvah, mas foi numa sexta-feira ao invés de um sábado - não foi realizada no interior de uma sinagoga e para ela não foi permitida a leitura da Toráh". As mulheres se reuniram semanalmente com o Rabino Kutner para estudarem a Toráh em hebraico e para a preparação para a cerimônia agendada para domingo. O rabino tinha planejado realizar a cerimônia em janeiro, mas ele a postergou para permitir às mulheres mais tempo para as suas preparações "e elas brincaram – não devemos fazer depois de março" - "quem sabe se ainda estaremos aqui!".


Belva Singer, de 91 anos

Numa segunda-feira, as mulheres do Menorah Park entraram na sinagoga para um ensaio geral. Três utilizavam andadores, outra carregava um pequeno tanque de oxigênio; quando se levantaram para falar deixaram seus equipamentos médicos nos seus lugares – se aproximaram da bimah sem ajuda ou assistência, porém algumas claudicando e se apoiaram na estante com ambas as mãos. As aulas começaram com as rezas em hebraico. Algumas das mulheres tropeçaram e gaguejaram nas leituras. Aquelas que tinham freqüentado durante décadas a escola dominical falaram com mais fluidez. "De uma geração para outra louvamos as tuas obras" disse Eva Rosenberg de 91 anos, na leitura do Salmo 145. "Elas falam do teu poder inspirador de maravilhas e eu digo sobre a sua grandeza".

Em seguida vieram os discursos, que tradicionalmente correspondem a passagem lida da Torah na sinagoga naquela semana. O Rabino Kutner consultou antigos calendários para determinar a semana em que cada mulher tinha feito os 12 anos e lhes pediu para prepararem mensagens baseadas nas passagens que teriam lido há oito décadas.

Quando a Sra. Bonder era uma criança, durante a Depressão, seus pais perderam as economias de toda vida na falência de um banco; mais tarde trabalhou como assistente de um senador dos EUA – o seu discurso traçou paralelos da sua leitura da Toráh sobre José, que passou da escravidão para se tornar o conselheiro chefe do faraó.

Belva Singer de 91 anos meditou sobre o poder da Birkat Kohanim, a antiga bênção sacerdotal. "Esta é uma das mais antigas e das mais belas rezas" disse a Sra. Singer. "tem apenas 15 palavras e que é repetida pelo nosso povo por milhares de anos." Em reuniões discutiram intensamente se deveriam limitar para que cada mulher falasse apenas por três minutos. A preocupação não era sobre se bexigas idosas poderiam agüentar uma cerimônia que dura uma hora e meia, mas se seus parentes, alguns dos quais viriam para o evento de lugares tão longe como Boston e Califórnia poderiam se aborrecer. "Estas mulheres passaram todas as suas vidas cuidando de outras pessoas e finalmente o foco das atenções está sobre elas" disse o rabino Kutner. "Eles tinham receio de aborrecer os que as assistiam". Mas, no entanto, não tiveram medo para dizer ao rabino para ficar quieto.

"Você está me sobrepujando!" a Sra. Simon gritou, durante um ensaio de canto. "Sério?" O rabino disse com um sorriso envergonhado. "I'm sorry". Com o reinicio do canto o rabino Kutner acompanhou silenciosamente e apenas encenando com a boca. "Você está muito certo e estamos festeiras" disse a Sra. Agin a certa altura. Depois da cerimônia de domingo cada mulher receberá um certificado com as palavras do Salmo 92: "Que sejam frutuosas mesmo na idade avançada; vigorosas e frescas deverão proclamar que o Senhor é justo. Ele é a minha força". Os novos "adultos" do Menorah Park podem dizer que são diferentes. "Não somos pessoas idosas" disse a Sra. Bonder. "Nós somos adultos seniores (da terceira idade)".

Ms. Fromet olhou de cara amarrada. "Não, nós não somos", disse ela. "Somos seniores adultos".


 
 

REMENDOS DO ARCEBISPO NO ZERO HORA

O arcebispo de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings, criou polêmica nesta semana ao afirmar à Press & Advertising, revista sobre imprensa e publicidade no Estado, que os católicos e ciganos foram mais sacrificados que os judeus na II Guerra Mundial, “mas isso não aparece porque os judeus têm a propaganda do mundo”. A Federação Israelita do Rio Grande do Sul (Firs) divulgou nota repudiando as declarações.
No começo da tarde desta quinta-feira, o prelado concedeu entrevista à Zero Hora:

Zero Hora – Sua entrevista causou muito desconforto. O senhor não imaginava que isso ocorreria?
Dom Dadeus Grings –
Eu não falei contra o Holocausto, pelo contrário, acho que os judeus fazem muito bem em lembrar as suas vítimas. É justo. Sofreram uma dor terrível. O que não acho justo é que se esqueçam todos os demais. Os ciganos foram dizimados, os homossexuais, e não se fala nada. A União Soviética, em 70 anos de domínio, matou 110 milhões de pessoas, isso não se pode esquecer. Em defesa de um grupo, esquecer os demais, não me parece muito justo. Não estou diminuindo a lembrança que os judeus fazem com muita garra. Mas temos de lembrar também dos demais. Ninguém fala quase da tragédia do marxismo. No nazismo, foram 26 milhões de vítimas.

ZH – Para ressaltar as outras vítimas é necessário fazer comparações com o Holocausto, já que é um assunto...
Dom Dadeus –
Não, não, os judeus, com muita razão, prezam e homenageiam os seus mortos. Mas nós não podemos omitir os nossos.

ZH – Mas os judeus foram mortos por serem judeus...
Dom Dadeus –
E os cristãos, por serem cristãos. Na Iugoslávia, se alguém fizesse um batizado, era morto. Então, também temos de denunciar com muita clareza que os regimes totalitários que fazem prevalecer idéias sobre a vida são sempre muito prejudiciais à humanidade.

ZH – O senhor acha que foi mal interpretado?
Dom Dadeus –
Acho que sim, eu não falei nada contra eles.

ZH – Em 2003, o senhor já havia dito que haviam morrido 1 milhão de judeus, não 6 milhões.
Dom Dadeus –
Em 2003, republicaram um artigo que era de 1990 e poucos. Reeditaram aqui.

ZH – Mas o senhor escreveu...
Dom Dadeus –
Quando publicaram aqui em Porto Alegre é que repercutiu.

ZH – Isso não pode estremecer as relações inter-religiosas?
Dom Dadeus –
Não, pelo contrário, até é bom para esclarecer os pontos.


 
 

HUMOR JUDAICO


No bairro ultra-ortodoxo de Meah Shearim, em Jerusalém,
crianças vestidas de “Papai Noel” na festa judaica de Purim.



Cartaz ironico de propaganda mostrando a “produção” do Hamas que transforma
Kassams em dinheiro vivo, proveniente da ajuda internacional a Gaza.



Resultado das eleições em Israel.....


 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


MÃOS À OBRA

Há cerca de dois anos, durante uma visita a deputados do Likud no Knesset, uma delegação do American Friends of Likud observou de longe uma cena que surpreendeu a todos: na cafeteria dos deputados conversavam amigavelmente o então ministro da defesa Ehud Barak e o líder da oposição Benjamin Netanyahu. Duas horas mais tarde, quando estávamos de saída, a conversa ainda não havia terminado. Lembrávamo-nos muito bem da acirrada campanha para primeiro-ministro de 1999, ao final da qual Barak derrotou Netanyahu de forma esmagadora. Pedimos “uma explicação” aos auxiliares de Netanyahu e ouvimos que “política é política, mas o relacionamento pessoal dos dois é de estima e respeito: Barak comandou a unidade de elite Sayeret Matkal, da qual Netanyahu foi membro, e foi muito amigo do irmão de Netanyahu, que perdeu a vida na heróica operação em Entebbe”.


Foto histórica da operação em Entebbe

 


O acordo para a participação do partido trabalhista de Barak na coalizão liderada pelo Likud de Netanyahu, selado nessa semana, foi algo que ambos procuraram (e coreografaram) desde que foi anunciado o resultado das eleições de 10 de fevereiro – por razões estratégicas e políticas. Os dois grandes desafios que o próximo governo terá de enfrentar são a iminência da nuclearização do Irã e o declínio galopante da economia de Israel consequente à crise econômica mundial. Em primeiro lugar, não há ninguém melhor do que Barak, que planejou e comandou tantas missões militares bem sucedidas (inclusive os ataques aéreos recentes na Síria e no Sudão), para preparar e avaliar realisticamente as chances de sucesso de uma possível operação contra as instalações nucleares iranianas. Além disso, quando chefe da inteligência militar de 1983 a 1986, Barak forjou laços de amizade com o então vice-diretor da CIA e atual secretário de defesa, Robert Gates, principal oponente de uma tal operação no governo americano. E mantém ótimas relações também com o casal Clinton. Em segundo lugar, apesar do sucesso reconhecido de Netanyahu como ministro das finanças de 2003 a 2005, ele teria muita dificuldade em implementar as medidas econômicas que Israel tanto necessita no momento com uma coalizão instável e sem a cooperação do Histadrut (Federação dos Trabalhadores Israelenses), intimamente ligado ao partido trabalhista.

Do ponto de vista político, caso o novo governo seja bem sucedido, o partido Kadima, formado no passado recente de membros e eleitores insatisfeitos com o Likud e os trabalhistas, perderá a sua raison d’être. Um possível fracasso do governo trará o Kadima, como líder da oposição e com uma plataforma muito semelhante à dos trabalhistas, de volta ao poder – mas isso aconteceria mesmo que estes tivessem permanecido como partido secundário na oposição. Com a participação de Barak, diminui muito a credibilidade da acusação (interna e externa) de que o governo Netanyahu é “extremista e contra a paz”, especialmente quando os palestinos se recusam a reconhecer a existência de Israel como estado judeu e a abrir mão do “direito ao retorno a Israel pré-1967”, e os sírios a romper com o eixo Irã-Hizbolá-Hamas. Aumenta também a durabilidade potencial da nova coalizão, já que será impossível para qualquer partido pequeno, sozinho, chantagear e derrubar o governo. A responsabilidade que pesa sobre Netanyahu e Barak é enorme, mas são os dois líderes em Israel mais capazes e preparados para a missão. Hashem oz leamó iten, Hashem ievarech et amó bashalom. (Deus dará poder ao seu povo, Deus abençoará seu povo com a paz).


 
 

ISRAEL RESPONDE

O Exército de Israel negou nesta quinta-feira que as munições com fósforo branco, usadas pelas Forças Armadas na recente ofensiva contra a Faixa de Gaza, constituam um crime de guerra, como afirma a organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch. "Com base nos dados obtidos até agora, é possível concluir que o Exército israelense utilizou obuses fumígenos de acordo com a lei internacional", afirma um comunicado militar. "Estes obuses foram usados para responder apenas às necessidades operacionais específicas conforme o direito internacional. As afirmações de que estes obuses foram utilizados de forma indiscriminada ou para ameaçar a população civil não têm fundamento", completa a nota.

A Human Rights Watch, que tem sede em Nova York, afirma em um relatório que os bombardeios de Israel com munições que continham fósforo branco sobre zonas densamente povoadas de Gaza, durante a operação de 27 de dezembro a 18 de janeiro, poderiam ser consideradas crimes de guerra.  As munições com fósforo branco, que acende em contato com o oxigênio e queima em temperatura muito elevada, não são proibidas por nenhum tratado internacional. Mas o uso está regulamentado pelo protocolo III da Convenção de Armas Clássicas de 1980 "sobre a proibição ou limitação de armas incendiárias", ao qual Israel não aderiu.


 
 

VELHACO DIFAMADOR

Jean-Marie Le Pen, conhecido líder nacionalista francês e candidato ao Parlamento Europeu pela formação Frente Nacional, reafirmou, em Estrasburgo, que "as câmaras de gás foram um pormenor da história da II Guerra Mundial".  Com isso conseguiu que Joseph Daul, o presidente do PPE, maior grupo parlamentar europeu, se aliasse à iniciativa dos socialistas e dos Verdes para mudar o regulamento interno daquela instituição por forma a impedir que Le Pen presida à sessão inaugural do Parlamento saída das eleições europeias de 7 de Junho.

ODe acordo com o regulamento atual, os trabalhos da primeira sessão são presididos pelo eurodeputado mais velho. Este ano, esse deputado, seria, muito provavelmente o político nacionalista francês. Le Pen completa 80 anos no dia 20 de Junho. O líder do grupo parlamentar dos socialistas europeus, o alemão Martin Schulz, ficou tão indignado com as afirmações de Le Pen que lhe chamou "velho fascista" ou "negacionista do Holocausto". Além desta sanção simbólica do Parlamento Europeu, o fundador da Frente Nacional arrisca-se a ter que prestar novamente contas perante a justiça. A Liga Internacional contra o Racismo e o Antisemitismo já admitiu a possibilidade de apresentar queixa. Caso seja condenado, não será a primeira vez, pois no final dos anos 80, após uma entrevista à rádio, já pagou 183. 200 euros de multa.


 
 

A ÚLTIMA CONTRA ISRAEL...

Reinaldo Azevedo, colunista da revista “Veja”

Ah, sim. Antes que comece a onda... Jornais brasileiros trazem hoje a informação publicada pelo jornal israelense Haaretz, segundo a qual o Exército de Israel teria ordenado ataques também às equipes que socorriam feridos em Gaza. Evidência? Um pesquisador do Centro Palestino de Direitos Humanos apresentou um papel, que diz ter encontrado na casa de um palestino, onde se lê, em hebraico: “Regra de engajamento: abrir fogo também contra pessoal de socorro". Vocês sabem: militares israelenses são estúpidos assim. Quando precisam dar uma ordem ilegal, eles a escrevem. Em breve, alguém encontrará uma outra mais ou menos nestes termos: “Matar velhas e crianças”. É o fim da picada! Equipes de salvamento, como exceção, não como regra, foram atingidas. Dado o fato, cria-se, então, a motivação política. Tudo faria parte de uma decisão, de um ato deliberado. Alguns inocentes (será?) escrevem: "Ah, não acredita mais nem em notícia dada por jornal judeu?". Huuummm... O Haaretz tem seus radicais anti-Israel, acreditem. Mas nem é isso. Se o Ehud Barak dissesse que aquilo aconteceu, apresentando essa "prova", eu desconfiaria, entenderam? Um papel escrito em hebraico é agora evidência contra as forças israelenses? Tenham paciência! E por que soldados sairiam a campo carregando a "ordem" no bolso?


 
 

INDENIZAÇÕES AOS SOBREVIVENTES

Sobreviventes do Holocausto da Europa Oriental, que passam por necessidades, irão receber aumentos significativos da Alemanha nos seus pagamentos mensais. Estes aumentos são consequência de intensas negociações entre a Alemanha e a Conferência de Reivindicações que terminou na quinta-feira em Berlim. Segundo o acordo, um total adicional estimado em US$ 80 milhões será pago durante os próximos 10 anos para cerca de 13.000 sobreviventes do Holocausto em 22 países. Além disso, haverá grandes aumentos nos pagamentos mensais do Fundo da Europa Central e Oriental, para os sobreviventes da União Européia e de países não membros da EU, e desta forma tentando igualá-los. A partir de janeiro próximo, os beneficiários de pensões da CEEF irão receber cerca de US$ 339 por mês, o que representa um aumento de 35 por cento para aqueles dos países não pertencentes a EU, e um aumento de 11 por cento para os residentes da UE.

O acordo "reforça o compromisso que eu vi durante as longas negociações [pela administração Clinton] com os alemães para continuarem com a sua responsabilidade moral" informou Stuart Eizenstat, que é ex-Secretário Adjunto do Tesouro dos EUA, e um negociador especial para esta Conferência de Reivindicações numa entrevista telefônica na quinta-feira seguinte às negociações com o Ministério Alemão das Finanças, representado pelo seu Secretário de Estado Karl Diller. Roman Kent, que é um dos sobreviventes e participante do grupo de negociação e diretor do conselho do Comitê Internacional de Auschwitz, afirmou que muitos dos sobreviventes na Europa Oriental vivem bem abaixo da linha da pobreza. "Faltam-lhes dinheiro para comida, remédios e calefação" disse ao JTA. "E o tempo não é o melhor remédio para o sobrevivente", muitos dos quais ficaram sozinhos nos últimos anos, "e quando você está mais velho você não pensa no que aconteceu ontem, mas o que aconteceu a 60, 70 anos atrás".


 
 

O CORAJOSO ANTIHÉROI DIOGO MAINARDI

Por Caio Blinder

Diogo Mainardi, meu colega de bancada no programa de televisão “Manhattan Connection, tornou-se também o meu companheiro de estrada. Na nossa brincadeira, fizemos a “caravana sionista”. É verdade que, por ora, se limitou ao circuito Rio-São Paulo. Foram duas palestras, com casa lotada (teatro Casagrande e Hebraica) para discutir e denunciar o antissemitismo, hoje disfarçado de antissionismo e críticas à política de Israel.



Teatro Casa Grande - RJ

Na parte que me toca, nada mais do que obrigação, por minha condição judaica e uma pequena presença pública por ser participante de um programa de televisão e trabalhar (demais) em outros veículos da imprensa brasileira. Não se trata, repito, de ser um judeu “chapa branca”, mas de falar com convicção o que penso

Quanto ao Diogo, tenho dois comentários contraditórios a fazer. Fui muito aplaudido, tanto no Rio, como em São Paulo, ao dizer que precisamos de “mais Diogos”, ou seja, o jornalista não judeu que tem coragem de ir contra a corrente. Mas, de certa forma, é melancólico. Triste que Diogo Mainardi seja tratado como herói (algo que ele abomina), simplesmente por defender posições que deveriam ser prosaicas no debate político. Nesta reflexão, desaparecem os aplausos.

Aliás, falando em debate, foi uma maravilha ver nos dois eventos as paixões judaicas, com gente se posicionando à direita ou à esquerda sobre como Israel deve se portar (ou se comportar) no Oriente Médio. Óbvio que não existe debate sobre antissemitismo. É para ser combatido de forma incansável, com armas que variam da denúncia virulenta à gentil persuasão dos “inocentes úteis”. Creio que na divisão de tarefas, Diogo contribui mais na virulência e eu, nas gentilezas. Gostei muito de um comentário do Diogo sobre as divisões democráticas em Israel. Não é uma vulnerabilidade, mas uma virtude.


A Hebraica- SP

Nos dois debates, os moderadores Osias Wurman (Rio) e Jaime Spitzcovsky (São Paulo) insistiram na necessidade de um melhor trabalho de relações públicas diante do assédio e infâmias praticadas contra Israel. De novo, isto não significa esconder defeitos, excessos e contradições. Claro que muitos adversários não atuam com transparência, mas as tradições de inquietação intelectual e o caráter democrático do Estado de Israel nos impedem de agir de outra maneira.

Será difícil convencer o Diogo a dar sequência à “caravana sionista” por outros rincões brasileiros. Mas a comunidade judaica já deve expressar gratidão pelo corajosa (e não heróica) postura do Diogo. Talvez seja o destino para ele. Diogo tem lembrado com cada vez mais frequência que foi concebido em um kibbutz. Brinco que talvez ele tenha ainda algo geneticamente socialista. O essencial, porém, é sua solidariedade ao povo judeu e a Israel. O apoio do Diogo é na raça. (T. Judaica)


 
 

SISTEMA IRON DOME

O Ministério da Defesa de Israel anunciou hoje que testou com sucesso o novo sistema antimísseis Iron Dome, que espera implementar no próximo ano. O teste consistiu em interceptar uma série de foguetes e mísseis inimigos. Nos próximos quatro meses, o Exército pretende estabelecer um batalhão na divisão antiaérea que opere com o Iron Dome, que Israel começou a desenvolver em 2007 para enfrentar a ameaça de foguetes em poder das milícias palestinas.

O projeto, com um orçamento de mais de 800 milhões de shekels (140 milhões de euros), nasceu da falta de capacidade de Israel de se defender dos centenas de foguetes lançados pelo Hisbolá durante o confronto de 2006. O sistema protegerá 95% dos moradores nas localidades vizinhas à Faixa de Gaza, alvo dos foguetes lançados pelas milícias palestinas. O Iron Dome faz parte de uma estratégia israelense muito mais ampla que busca neutralizar qualquer ameaça de foguetes, desde os de curto alcance disparados de Gaza aos balísticos em poder da Síria e do Irã.


 
 

RABINOS EXPULSOS DA RÚSSIA

Há dois anos e meio atrás, um jovem rabino ortodoxo de Nova York se estabeleceu juntamente com sua família na cidade portuária de Vladivostok. Yisroel Silberstein veio com uma missão e ele esperava ficar lá para sempre. Na conturbada fronteira oriental da Rússia ,Silberstein tinha o objetivo de reanimar a vida judaica local que, segundo ele diz, tinha quase desaparecido. Ele contatou vários dos milhares de judeus locais, organizou serviços, festas e acampamentos de férias de verão onde as crianças aprenderam sobre o Judaísmo e nadaram no Mar do Japão. "Pensávamos que estávamos fazendo uma grande diferença na vida das pessoas" disse ele numa entrevista telefônica. "As pessoas que nem sabiam que eram judias passaram a se tornarem muito interessadas na vida judaica e nas atividades judaicas". Mas em fevereiro Silberstein, sua esposa e seus dois filhos, foram abruptamente deportados do país e proibidos de voltarem por cinco anos. Zvi Hershcovich, que é um rabino canadense que estava liderando uma pequena comunidade judaica no sul da cidade de Stavropol, também foi expulso.


Rabi Berel Lazar com Putin, quando este era presidente da Rússia.

Os dois homens foram acusados pelas autoridades de imigração de violações dos seus vistos. Estas expulsões têm causado um calafrio nervoso por toda a minoria judaica da Rússia. Berel Lazar, que é um dos rabinos chefe da Rússia, e que pertence ao movimento Hassídico Chabad-Lubavitch, considerado próximo ao Kremlin, tomou a rara medida de criticar o governo durante um recente encontro entre os líderes religiosos e funcionários do governo. "Os judeus começaram a temer pelo futuro da sua comunidade na Rússia pela primeira vez em muitos anos", disse Lazar. "No ambiente negativo desta crise [financeira], quando os problemas materiais se tornam exacerbados, alguns começam a procurar alguém para culpar e apontar aqueles que são diferentes como os culpados". As expulsões, acrescentou Lazar, foram "um exemplo onde, em vez de encararem os problemas, algumas pessoas procuram por um inimigo". Silberstein e Hershcovich fazem parte de uma onda de rabinos estrangeiros que chegaram à Rússia nos últimos anos, a fim de cuidar da fé judaica que tem sido negligenciada por muitos anos. Eles são necessários: num país que ainda timidamente se recupera de décadas de imposição do secularismo comunista, simplesmente não existem suficientes rabinos nascidos na Rússia. Os judeus dependem de visitantes dos Estados Unidos, de Israel, da Europa e do Canadá, que vêm para suprir a necessidade de rabinos, estudiosos e administradores. A Rússia é o lar de aproximadamente 1 milhão de judeus e, portanto, uma das maiores populações da Diáspora, informou Lazar que pertence à Federação das Comunidades Judias da Rússia. Uma contagem tem confundido as autoridades, pois um grande número de judeus seculares hesita identificarem as suas ascendências. Ambos os rabinos deportados dizem que ainda tem fé que poderão voltar para a Rússia. Membros da Federação Judaica estão pressionando o governo federal para intervirem, mas até agora sem nenhum resultado.


 
 

MANIFESTAÇÕES EM LONDRES

Seis homens suspeitos de envolvimento em protestos violentos em frente à embaixada israelense em Londres contra a ofensiva em Gaza, em janeiro, foram presos conforme informou a polícia na terça-feira. Os homens, com idades entre 17 e 26 anos, foram detidos sob a suspeita de desordens depois das violentas manifestações nos dias 3 e 10 de janeiro e que feriram 55 policiais e danificaram lojas e propriedades. Um policial ficou inconsciente depois que foi atingido por um objeto metálico durante a segunda demonstração. Filmagens da CCTV mostraram manifestantes atingindo os policiais com paus e barreiras metálicas num ataque à polícia que durou três horas, informou a polícia.


As prisões foram a primeira fase de uma longa operação para identificarem cerca de 40 pessoas que acreditam que estão envolvidas nos distúrbios em Kensington na parte central de Londres. "Queremos deixar claro que corrompem e abusam do direito de protesto, e o usam como um pretexto para atacarem policiais, depredar e saquear lojas mas não podem se esconder atrás da multidão" afirmou Ian Thomas que é o Diretor Superintendente. "O que aconteceu durante estas manifestações em janeiro e o que os nossos policiais e os lojistas sofreram não foi e não pode ser descrito como um protesto legítimo". A Polícia até agora já deteve e libertou sob fiança 62 pessoas, incluindo estas últimas prisões e estão à procura de mais 24.


 
 

MEMÓRIA EM PRODUÇÃO

Os contatos devem ser feitos na ProSol pelo telefone 021-2242-2242 ou diretamente no celular
021-8155-6840 - André Sztajn.


 
 

COMPARAÇÃO ULTRAJANTE

O Tribunal Constitucional alemão proibiu a veiculação de uma campanha publicitária da organização de proteção dos animais Peta que compara as condições da criação extensiva de gado com as das vítimas do Holocausto nos campos de concentração nazistas. A sentença divulgada nesta quinta-feira proíbe a ONG de dar continuidade à campanha iniciada em 2004 com o slogan "O Holocausto em seu prato", na qual colocava lado a lado fotografias de prisioneiros de campos de concentração nazistas vivos e mortos e imagens de animais enjaulados ou acorrentados em estábulos. Com a sentença, o tribunal ratificou uma decisão anterior de uma corte da cidade de Berlim após um processo apresentado pelo Conselho Central dos Judeus na Alemanha. A Peta havia apelado contra a decisão anterior.  Embora considerem que a campanha não atenta contra a dignidade humana, os magistrados do Tribunal Constitucional alemão afirmaram em sua sentença que os anúncios violam os direitos de personalidade e imagem dos judeus na Alemanha. Segundo os juízes do tribunal, de forma similar à negação do Holocausto - crime tipificado na Alemanha - a campanha da Peta "representa um grave atentado também contra a personalidade dos judeus de hoje".


 
 

ROTEIRO PAPAL NA TERRA SANTA

O Papa Bento XVI visitará no próximo mês de maio, durante sua estadia na Terra Santa, o Muro das Lamentações, a Esplanada das Mesquitas de Jerusalém, a gruta da Natividade e Nazaré, segundo o programa oficial publicado nesta quinta-feira pela Santa Sé. O programa basicamente repete, em seus momentos chave, a histórica visita de João Paulo II à Terra Santa, em março de 2000, ainda que com um dia a mais e com um maior espaço para os encontros de tipo ecumênico e inter-religioso. Da mesma forma que fez João Paulo II, o Papa Bento XVI fará a primeira etapa da viagem na Jordânia, com uma visita ao monte Nebo, o lugar desde onde a tradição afirma que Moisés avistou de longe a Terra Prometida. Também está prevista uma Missa multitudinária em Amã (nesta ocasião, no International Stadium), assim como uma visita de cortesia aos reis da Jordânia. Como novidade desta viagem, Bento XVI visitará o museu Hachemita e a Mesquita Al-Hussein, e terá um encontro com os líderes religiosos muçulmanos e com os reitores das universidades do país. Também porá a primeira pedra da Universidade católica de Madaba.  Da mesma forma João Paulo II, o Papa realizará uma visita ao Jordão, ainda que desta vez Bento XVI se dirigirá ao mesmo lugar onde a tradição afirma que Jesus recebeu o batismo de João, e onde abençoará as primeiras pedras de uma igreja latina e de outra greco-melquita.  Em sua chegada ao território israelense, o Papa visitará em primeiro lugar Jerusalém, ao contrário de João Paulo II, que se dirigiu em primeiro lugar aos territórios da Autoridade Palestina.

 
O papa João Paulo II colocou uma oração no Muro das Lamentações,
em Jerusalém, no ano de 2000.

Em Jerusalém, o Papa visitará, como fez anteriormente seu predecessor, o Muro Ocidental e o Memorial do Yad Vashem, e saudará os Grãos-Rabinos na sede do Grão-Rabinato. Também visitará o Grão-Mufti e a Esplanada das Mesquitas, como João Paulo II, masBento XVI visitará a Cúpula da Rocha, a mesquita na qual se venera a Rocha sobre a qual Abraão teria tentado sacrificar seu filho, e desde a qual o Profeta Maomé teria sido arrebatado ao céu. Trata-se, segundo a tradição, do terceiro lugar mais santo do Islã, depois da Meca e de Medina, e também de um lugar sagrado para os judeus, pois lá se situa o coração do antigo Templo de Jerusalém. Em Jerusalém está também previsto, como com João Paulo II, um encontro com organizações dedicadas ao diálogo inter-religioso, assim como com as comunidades cristãs, e uma visita ao Santo Sepulcro. Como novidade, está prevista uma Eucaristia no Vale de Josafat. 

Posteriormente, o Papa se dirigirá a Belém, onde celebrará uma Eucaristia na Praça do Presépio, e onde visitará um campo de refugiados, o Aida Refugee Camp (João Paulo II visitou o de Deheisha). Também tem prevista uma visita ao Caritas Baby Hospital e ao presidente da Autoridade Palestina. Para terminar a viagem, Bento XVI se dirigirá à Galiléia, concretamente a Nazaré, onde visitará a Gruta da Anunciação e se encontrará com o primeiro-ministro de Israel. Também celebrará uma Eucaristia, nesta ocasião no Monte do Precipício (desde onde a tradição afirma que seus concidadãos tentaram jogar Jesus, após sua pregação na Sinagoga). Diferente de João Paulo II, a visita a esta região será mais breve, e o Papa não visitará nem o monte das Bem-Aventuranças, nem Cafarnaum, nem Tabga, onde a tradição recorda a Multiplicação dos Pães. Antes de voltar a Roma, Bento XVI tem previsto encontrar-se também com o patriarca greco-ortodoxo de Jerusalém, assim como com o patriarca da Igreja Armênia.


 
 

CIRCUNCISÃO SALVA VIDAS

Uma pesquisa realizada por cientistas em Uganda e pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, sugere que a circuncisão pode ajudar a evitar um número maior de doenças sexualmente transmissíveis do que se acreditava antes. O estudo, publicado na revista especializada New England Journal of Medicine, constatou que homens circuncidados têm menos risco de contrair herpes genital ou de serem infectados pelo papilomavírus humano, conhecido como HPV, que pode causar câncer do colo do útero em mulheres e verrugas nos órgãos genitais nos dois sexos.  Já é sabido que a circuncisão reduz drasticamente o risco de infecção pelo vírus HIV. A pesquisa dos cientistas em Uganda envolveu cerca de 3,5 mil homens e monitorou suas atividades sexuais durante um período de até dois anos.

Os pesquisadores da Universidade Johns Hopkins descobriram que a circuncisão reduziu o risco de herpes em 25% e diminuiu em um terço o risco de contrair o papilomavírus humano. "Estes novos dados devem levar a uma grande reavaliação do papel da circuncisão masculina não apenas na prevenção do vírus HIV, mas também na prevenção de outras infecções sexualmente transmissíveis", afirmaram Matthew Golden e Judith Wasserheit, da Universidade de Washington, no artigo publicado. Pesquisas anteriores concluíram que a circuncisão também diminui o risco de infecção pelo HIV, o que levou a Organização Mundial de Saúde (OMS) a incluir o procedimento no seu pacote de recomendações para prevenção e combate à Aids no mundo. Os números de circuncisões realizadas nos Estados Unidos estão em queda, principalmente entre as populações hispânica e negra, grupos com as mais altas taxas de infecção por HIV, herpes e câncer do colo do útero. Mas os pesquisadores esperam que os números apresentados no estudo levem a mudança da forma como os serviços de saúde aconselham pacientes e pais na questão da circuncisão.


 
 

MASSACRE DAS FOSSAS

O presidente da Itália, Giorgio Napolitano e o prefeito de Roma, Gianni Alemanno, participaram nesta terça-feira de uma cerimônia em homenagem às vítimas do massacre das Fossas Ardeatinas, cometido há 65 anos por tropas nazistas. Durante a cerimônia, o chefe de Estado afirmou que "o valor da memória consiste em aprender o que nos dizem as gerações que nos precederam, aprender o que nos ensinou a história e estar atentos para não repetirmos os erros do passado". Napolitano disse que a cerimônia era uma ocasião para lembrar "um dos capítulos mais terríveis da perseguição contra os judeus, recordando, por sua vez, um capítulo significativo da dura resistência contra a ocupação nazista em Roma e na Itália". Em 24 de março de 1944, 335 italianos foram fuzilados por soldados nazistas nas Fossas Ardeatinas, perto de Roma, como represália por um ataque realizado no dia anterior pela resistência italiana.


Familiares das vítimas rezam no local do massacre em Roma.

No ataque contra os nazistas, realizado por militantes dos Grupos de Ação Patriótica (GAP) na rua Rasella, perto da Fontana di Trevi , em Roma, morreram 32 soldados alemães e dois civis italianos. O prefeito de Roma, Gianni Alemanno, declarou que as Fossas Ardeatinas são um "lugar sacro da Roma Moderna", porque remetem à resistência dos italianos contrários à barbárie nazista. "Aqui, se reforça e se mantém o valor da memória para que não se esqueçam os horrores dos totalitarismos, do nazismo, do fascismo e do comunismo, para que não retornem e para construir uma consciência democrática sólida", disse o prefeito. Alemanno, que participou na juventude de organizações de caráter neofascista, lembrou que, "mesmo nos anos 70, o ódio ideológico ensanguentou esta cidade".

"Devemos conseguir que haja um claro repúdio de tudo aquilo que nega a democracia e a tolerância entre as pessoas", concluiu o prefeito.


 
 


ATAQUES TERRORISTAS DA AL-QAEDA

Embora a Al-Qaeda provavelmente não vai continuar a sobreviver nos próximos anos, um ataque nuclear ou químico em solo britânico está se tornando cada vez mais provável, conforme um novo relatório do Governo britânico. O relatório, citado na terça-feira pelo jornal britânico Independent, alertou que um ataque com um "bomba suja" se tornou "mais realista" do que antes. "As organizações terroristas contemporâneas  pretendem utilizar armas químicas, biológicas, radiológicas e mesmo as armas nucleares" afirmou o relatório. "Novas tecnologias, o roubo e o contrabando de substâncias químicas, biológicas, radiológicas, nucleares e materiais explosivos possibilitam que as aspirações terroristas se tornem mais realistas que no passado recente". Segundo o Independent, o "Contest Two" é o primeiro relatório não secreto que inclui o detalhamento por oficiais do governo britânico com avaliações sobre o rumo futuro do terrorismo e das suas causas básicas fundamentais. O relatório descreve como os terroristas nas zonas de conflito desenvolvem novos explosivos e novos métodos de ataque e rapidamente divulgam estas informações a nível mundial.

A Ministra do Interior, Jacqui Smith, destacou os propósitos ocultos de ataques com armas não convencionais. "Estados fracassados, os conflitos, a tecnologia - tanto em termos da capacidade de utilização de materiais e da capacidade de aprenderem sobre como os materiais possam ser utilizados – contribuem para a nossa preocupação de considerá-los como uma ameaça, incluindo o que nós sabemos sobre o que terroristas já planejaram anteriormente e que possam estar planejando para fazer" afirmou ela. Conforme este relatório, a ameaça contra o Reino Unido tem quatro aspectos e é constituída basicamente pela liderança da al-Qaeda, de outros grupos afiliados à al-Qaeda, redes ou indivíduos motivados por ideologias extremistas semelhantes, e grupos separados que seguem propósitos semelhantes da al-Qaeda. O documento disse que a pressão internacional provavelmente causaria a “fragmentação” da organização de Osama bin Laden, , mas observou que a ideologia principal sobreviveria a mudanças estruturais do grupo, possivelmente resultando numa ameaça ainda maior das facções resultantes de sua fragmentação. O relatório também alertou que "as organizações terroristas terão acesso a novas tecnologias e poderão se tornar capazes de realizarem operações ainda mais letais".


 
 

"ANNE FRANK, O MUSICAL"

O espetáculo “Anne Frank, o musical” foi uma das 12 peças selecionadas para participar do “Festival de Teatro da Cidade do Rio de Janeiro”. A fase competitiva será no Teatro Princesa Isabel entre 12 de maio e 04 de junho. A apresentação do grupo “Amigos de Anne” será no dia 13 de maio. A peça irá concorrer aos prêmios de melhor direção, montagem, ator, atriz, cenografia, figurino, iluminação e produção. A direção da peça é de Isaac Bernat, a direção musical é de Mauro Perelmann, a direção de movimento é de Marcia Rubin. Joana Passi assina o cenário e Franci Cytryn o figurino. O grupo é formado por Amanda Halfen, Ana Rosenblatt, Diana Vaisman, Bárbara Ficher, Clarissa Herz, Gabrielle Selegar, Guilly Haiat, José Fragtaj, Karin Dreyer, Letícia Roisenberg, Marco Santos, Natalie Starec, Neti Szpilman, Pedro Kligerman, Rodrigo Amém, Tania Apelbaum.



 
 

EVENTOS SOCIAIS


O Embaixador do Brasil em Israel, Pedro Motta Pinto Coelho visitou a Open University of Israel, a convite de sua presidente, a prof. Haguit Messer Yaron. Estavam presentes Henrique Kushnir, presidente do Conselho de Cidadãos Brasileiros em Israel e diretor da Câmara de Comércio Israel-Brasil; Katia Pines, assessora para assuntos culturais da Embaixada Brasileira em Israel; Eli Shaarabani; diretor de Relações Públicas e Internacionais da OPEN; Baruch Gur e Herman Richter, assessor para a América Latina. O objetivo da visita foi conhecer uma das mais importantes instituições acadêmicas de ensino a distância do mundo e estreitar os laços entre a Open University e a comunidade brasileira em Israel.

 


No último dia 18, quarta-feira, o Eliezer Max lotou o Cine Odeon. Com o apoio do Hillel Rio e do NIEJ – Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos, a escola apresentou à comunidade judaica sua experiência com a exibição do filme-documentário Marcha Pela Vida, de Sergio Bloch, e  debateu o projeto no âmbito da educação, da história e da memória com o acadêmico Arnaldo Niskier, o historiador e especialista em negacionismo do holocausto Luis Edmundo de Souza Moraes, e o Rabino Nilton Bonder.

















 

 
 
 


UTILIDADE PÚBLICA COMUNITÁRIA

Informamos que uma mãe de aluno do CIB está precisando urgentemente da doação de qualquer tipo de sangue. Entre em contato com o Colégio Israelita (51 - 3331.3933) e obtenha os dados da paciente e local para a doação.
Colégio Israelita Brasileiro-Joel Fridman- Porto Alegre - RGS

ARTIGO EM O GLOBO – O EXEMPLO DE OBAMA

Osias
Parabéns. Muito bom mesmo.
Cláudio Luiz Lottenberg-Pres. da CONIB-Confederacao Israelita do Brasil.

Parabens, Osias. Muito bom o artigo.
Betty Steinberg – EUA

Prezado Osias, estamos leyendo tu noticierio con mucho entusiasmo
Felicitaciones. En los ultimos semanas el journal viene cortado la ultima palabra en todas las filas.Espero que ud. puede corregir esto. Muchas gracias , saludos
Hanan y Sara Gloobe- PERU

Parabenizo o Deputado Federal Marcelo Itagiba por solicitar ao Governo Federal que deixe explícita a determinação constitucional do Brasil e do povo brasileiro em repudiar toda forma de agressão verbal, militar, econômica e diplomática contra a existência do Estado de Israel. Assim como o repúdio visceral contra todos que negam o Holocausto do povo judeu. O Deputado Itagiba tem sido uma voz isolada e honrada em defesa do Estado de Israel no Congresso Nacional, ou pelo menos uma das raras vozes. Para a minha geração, nascida quase uma década após o fim da Segunda Grande-Guerra Mundial, o Estado de Israel foi uma santa luz nascida no seio das nações, irradiando para todos os povos, nações, culturas e civilizações. Desde a minha infância, Israel é a minha estrela-guia. Israel foi um grande, gigantesco evento na História da Humanidade. Qualquer nação que tenha por objetivo a destruição do Estado de Israel deve ser por todos os meios dissuadida a recuar.
João Ricardo Moderno - Cavaleiro da Ordem do Santo Sepulcro de Jerusalém - Brasil e Presidente da Academia Brasileira de Filosofia

Caro Osias: Considero você um tesouro e um orgulho para a nossa comunidade!
Ao querido Marcelo Itagiba, os meus parabéns pela coragem que tem demonstrado sempre em suas funções públicas em defesa da verdade e apoio ao Estado de Israel, a única democracia em toda aquela região.
Mina Seinfeld de Carakushansky


Obrigado pelas palavras, Osias. Sempre bem-vindas e sábias. Brilhante seu artigo do Globo sobre o pronunciamento do presidente Barak Obama sobre o Irã e também o pronunciamento do deputado federal Marcelo Itagiba no dia 26 de março!!
José Flávio Nogueira Guimarães - Universidade Federal de Minas Gerais

Parabéns! Muito feliz em suas palavras. Espero que sejam ouvidas, compreendidas e postas em prática em Brasília.
Daniel C’Zoëga

Caro Osias, Parabéns pelo seu brilhante artigo "O Exemplo de Obama" no Globo, e ao  Deputado Federal Marcelo Itagiba pelo discurso no Congresso Nacional sobre a visita do Chanceler do Irã ao Presidente da República do Brasil.
Marc Grassiano

Bom dia e Saudações efusivas caro jornalista Sr.OSIAS WURMAN ! Bom dia também ao nobre Sr. MARCELO ITAGIBA (Bloco/PMDB-RJ) ! Quero parabenizá-los por, finalmente, vozes Judaicas e não Judaicas que neste país, que sempre se faz de conta que tudo está ótimo e em paz, estejam corajosamente saindo de cima do muro e gritando aos quatro cantos, que nós existimos e que nossos direitos como cidadãos Brasileiros deva prevalecer acima de qualquer interêsse político o econômico aos olhos de nossos politicos de plantão. Infelizmente vivemos num país onde a hipocrisia e a falta de coragem para se encarar os problemas do dia a dia que nos afetam diretamente, se faz evidente e patente cada vez mais nos dias de hoje. É chegada a hora de nós, cidadãos brasileiros de origem judaica, darmos o exemplo, caso não hajam suficientes vozes de não judeus, admiradores do nosso povo e de nossa história, a abrirmos nossas bocas em alto e bom tom para declarar nossa indignidade frente ao constante faz de conta que nosso presidente e de seus seguidores estão fazendo com toda a nação brasileira, demonstrando claramente ao mudo sua clara intenção de se aproximar de países que declaradamente expõem suas intenções para com o futuro do Estado de Israel.
Não é preciso ir muito longe. O digníssimo presidente deste país é muito bem informado sobre o que se passa ao redor do mundo. Ele não é o inocente que declara ser. Eu chamo isso de hipocrisia, traição para com sua nação, ao não defender e proteger os direitos constitucionais do nosso povo e país. É só.
Atenciosamente grato pela reportagem!
José Altgenug

MAIS UMA VEZ PARABENS! ABS,
Jacksohn Grossman

Caro  Osias Wurman, parabéns. Continue na luta. Com Deus a vitória e a paz  virão.
Kleber Rodrigues

Parabens Osias, como sempre perfeccionista! Parabens tambem ao nosso querido Deputado Federal Marcelo Itagiba!! Abraço
Rafael Jaimovick

Osias, Simplesmente Brilhante! Cordialmente,
David Dahis

Queridos amigos Oiser e Susie: Acabo de regressar de palestras em Boston e Washington e embarco agora para o Panamá para um Congresso. Parabéns pelo artigo de hoje no O Globo.
Mario Geller

Osias, não posso deixar de comentar que o seu grande amigo Itagiba está mandando Muito Bem!!!Parabéns para os dois!
Claudia Grabois

Parabens, Excelente o artigo de hoje como sempre.Cada vez mais não me surpreendo pois sei como vc é capaz.
Suzana Grinspan

ASSUNTOS GERAIS

Os que se dizem humanistas e pacifistas e deram de ombros quando hamas & cia bombardeavam Sderot, Ashquelon, os kibutzim da região, dia e noite, esses mesmos colocam a culpa em Israel pela guerrra em Gaza , e como se não bastasse procuram difamar o exército com notícias que, se forem verdadeiras, representariam uma exceção, além de que os soldados tidos como responsáveis serão investigados (se for verdade; porque o que já li de mentiras e calúnias da pseudo esquerda canalha não é pouco. Pra cada notícia parcialmente verdadeira existem 100 falsas. Exemplos não faltam: ... O "massacre" de Jenin, a "morte" de Al-Dura, explosões em Gaza atribuidas a Israel, agressões forjadas, atribuídas a mitnahalim, etc, etc, etc) . É claro que se trata de uma campanha para impedir Israel de se defender  Essas denúncias contra soldados fazem parte da mesma lógica que explica o filme do Folman. Trauma de guerra? 30 anos depois? O trauma dele é não ter recebido o Oscar e o financiamento correspondente por ter tido o "heroísmo" de caluniar o exército. E essa propaganda goebbeliana anti Tzahal tem efeito, porque a campanha de Gaza foi suspensa antes de se ter libertado Shalit e capturado os líderes do terror resultado: mil assassinos terão que ser soltos para reaver Shalit. Exatamente o que essa canalha da pseudo esquerda quer. E esses assassinos voltarão a matar.Quem impede Israel de se defender é aliado do terror quem impede Israel de se defender quer destruir Israel, quer more em Israel ou não.esses mesmos "humanistas pacifistas" de hipocrisia insuperável nunca abriram a boca em relação ao terror, aos qassams, aos katiushas, hoje houve uma tentativa de atentado em Haifa, que se desse certo causaria dezenas de mortes, e no mesmo dia a correspondente da globo, paga para caluniar Israel, publica mais material contra a Tzahal, agora acusando os rabinos do exército de terem incitado soldados... como se a campanha de Gaza houvesse sido provocada pelos rabinos e não pelos qassams   esse tipo de hipocrisia já ultrapassou todos os limites da decencia  quem escreve isso tornou-se um crápula absoluto enquanto os imans discursam dia e noite nas mesquitas recomendando a jihad e que os judeus têm que morrer e que os fiéis têm que matá-los. Deve ser criado urgente, em Israel, um movimento, uma ong, com a finalidade de enquadrar aliados do terror, cúmplices de assassinos, incitadores de violência, nas cláusulas da lei. Essas pessoas devem ser julgadas. E se houver justiça, enjauladas, junto com os terroristas. São da mesma categoria. Assassinos.  Isso nada tem a ver com esquerda e direita, com justiça social ou néo-liberalismo é outra coisa, totalmente diferente. Impossível misturar ou confundir. O que está em jogo é a sobrevivencia de um país, uma questão da justiça, do direito à existência por parte dos judeus e de Israel. Algo extremamente simples de ser compreendido.  Menos pelos canalhas
Adolfo Berditchevsky - ISRAEL

Caríssimo amigo Osias Wurman
Os seus títulos da Academia Brasileira de Filosofia são absolutamente meritórios. Sempre serão. Você é uma das mais brilhantes cabeças brasileiras da atualidade. É uma honra para a Academia ter concedido os títulos a você em belíssima cerimônia. Quanto ao Bispo, mereceria um exame menos apressado em acusá-lo de negar ou colocar em dúvida o Holocausto, talvez até pedindo que ele se explicasse melhor. Veja que uma mera entrevista com um verbo, como o verbo dizer, pode ser mal interpretado. Qualquer cidadão que negue ou relativize o Holocausto deve ser até criminalmente processado, como na França. Porém, ninguém tem o poder de controlar metáforas ou comparações com o Holocausto judeu, e muito menos de criminalizar pessoas por uso de comparações. Repito, são 50 milhões de bebês assassinados por ano no mundo por mulheres que não querem procriar, conforme suas próprias palavras. Não querer procriar, não querer conviver, não querer ser vizinho ou qualquer outro não querer autoriza matar pessoas inocentes? Matar pessoas é o caminho mais curto para resolver problemas pessoais de convivência, de vizinhança, de procriação, etc. Qual a justificativa moral e qual a legitimidade de matar bebês? Assassinar inocentes é sempre um ato de barbárie. Não existe barbárie melhor que outra. Todas são condenáveis, cada qual com as suas particularidades. Uma contribui para a outra dentro da cultura da morte. Combater uma e permitir outras não resolve o problema. Uma barbárie reforça outras. Eu luto contra todas as formas de barbárie. Sem exceção. Todas as vítimas sacrificadas são objeto da minha revolta contra o carrasco. Qualquer carrasco.Queira aceitar meu grande abraço afetuoso em meio ao debate, crendo na sua bondade profunda e autêntica. Você é um dos maiores humanistas do Brasil. Sou seu discípulo em muitas coisas.
João Ricardo Moderno - Cavaleiro da Ordem do Santo Sepulcro de Jerusalém - Brasil.


Fiquei assustado com esta opinião aparentemente sensata e polida deste leitor em resposta a opinião de Wurman sobre as idéias medievais e estapafurdias do Bispo de Olinda. Me parece que querem a inquisição de volta, até me arrepia! Não há como qualificar posições como as do Bispo citado, são mesmo absurdas, fora de qualquer propósito racional, equilibrado e humanitário. Precisamos sim combater este tipo de guerra ideológica, seja com textos afetados emocionalmente ou não. Não devemos permitir que passe em branco qualquer possibilidade de volta aos horrores do holocausto nem da inquisição, pois não vivemos mais entre a cruz e a espada. Precisamos lembrar que tudo tem um começo e este é sempre por meio ideológico, pra depois vir a força. Pensei que não havia mais cavaleiros tipo medievais, isso me lembra as cruzadas e ainda dói! Parabéns caro Osias, não retiro uma virgula do seu texto.
Cleudo Alves Freire

Prezado Osias.Esse assunto delicadíssimo foi abordado nesta matéria que chegou a Israel e retornou ontem para meu conhecimento através de minha irmã e meu cunhado. Hoje li a sua resposta ao Sr. João Ricardo Moderno. De fato, as emoções, frequentemente, impedem que as pessoas leiam o que foi escrito e entendam a mensagem do autor.Não sei se Você e ele tomaram conhecimento desse artigo que é contundente, pois revela com grande sensibilidade as diferenças entre as posturas médicas esclarecidas e amadurecidas e as religiosas.Minha percepção anterior de Dráuzio Varella era a de um educador médico nos programas de televisão, e, essa matéria revela seu discernimento maior sobre os valores éticos da Humanidade.Desejo-lhe êxito nessa discussão.
Abraham Zakon

Prezado Osias,Gosto muito dos seus textos, mas acho que dessa vez a pressa foi inimiga da perfeição e talvez o tenha impedido de analisar mais profundamente o assunto do aborto na menina de 9 anos.Algumas palavras em relação ao caso e a comparação entre aborto e holocausto feita por Dom José Cardoso Sobrinho.Eu vejo de forma muito triste o Holocausto, e acho absurdo colocar tal fato como mera hipótese - até que ponto o Bispo fez isso eu não sei, pois creio sim, de que ele assume o Holocausto como fato, creio que foi mesmo a maneira que se expressou- acabou falando errado e a imprensa pega pesado com esses pequenos detalhes, nós sabemos.A comparação do bispo foi um pouco mal interpretada, creio eu. Pelo que entendi ele não comparou os fatos - mas sim o número de mortes em si. Se 6 milhões morreram no Holocausto, porque nos calar quando 50 milhões morrem abortados? E dessa perpectiva ele está sim, correto Mas também acho absurdo usar a velha frase "para salvar a vida da paciente" como justificação ao aborto. Sou mulher, mãe de 3 filhos e ano passado tive a tristeza de perder um bebê às 6 semanas de gestação, agora eu lhe pergunto: qual é a diferença entre o meu bebê e um bebê já nascido? Talvez a diferença é que eu não tenha visto a carinha dele, talvez porque eu não o tenha tocado, abraçado, beijado, amamentado. Mas ele  com certeza tinha uma alma como os outros bebês nascidos. E porisso nunca deixei de sentir essa perda como uma perda menor, pra falar a verdade nunca conheci uma mulher que sofreu um aborto espontâneo e sentiu essa perda como apenas um feto sem alma, como se pelo fato de não ter nascido o bebê em gestação fosse menos humano do que os que nasceram. É como crer em D'us - a gente não O vê, mas nem porisso Ele é menos. Porque falamos de vidas, vidas que o D'us dos judeus, dos cristãos e dos muçulmanos condenou de serem retiradas, vidas que segundo Ele, não devem ser tomadas por outro ser humano. E devo lembrar  que o foco aqui não é Holocausto, mas o aborto.  Em outras palavras, não creio que o assunto aborto sirva de desculpas para jogar pedras no clero gentio e nem deve ser esse o caso, utilizar o assunto aborto para criar uma briga entre instituições que tentam entre sim conviver em paz e já tem relações delicadas e estremecidas. Agora de volta ao assunto aborto eu me pergunto: Cadê a posição das autoridades religiosas Judaicas? Talvez não faça diferença, porque a garota de 9 anos não é judia. Pelo menos o bispo levantou a voz e se pronunciou, maid do que como católico, como SER HUMANO. E todos nós somos, judeus ou não.E quanto ao bispo, realmente ele não excomungou ninguém, quem é católico sabe que a igreja excomunga automaticamente sem a necessidade de proferir a sentença, pois fere o direito canônico diretamente.Saudações,
T. A. Drenth- Barros

A “Caravana Sionista” contra o antissemitismo não pode parar nem se limitar ao eixo Rio/SP.
Caio e Diogo foram os primeiros a ter a coragem para expor e se expor na busca da verdade sobre o conflito no Oriente Médio. Ambos devem continuar, mas outras vozes devem se juntar e multiplicar as caravana da verdade e da luta contra o antissemitismo. Posso garantir que o Hillel continua com o esforço de informar os jovens de dentro e de fora da Comunidade Judaica. Na próxima semana estamos organizando uma palestra na PUC-Rio em conjunto com o NIEJ e com A Rua Judaica. O NIEJ – Nucleo Integrado de Ensino Judaico é uma instituição ligada ao Hillel Rio que promove o estudo do Judaismo nas Universidades (dentro do currículo de Ensino). Estamos abertos a sugestões. Queremos fazer mais. Este movimento começou das nossas trocas de e-mails que culminou com o evento no Othon. Não podemos parar. Muito obrigado
Georg Lipsztein

Em resposta a minha solicitação de providências e apuração da responsabilidade criminal do adepto do nazifascismo, que desenhou três suásticas no banheiro masculino no 9º andar desta Casa de Leis, atentando contra a democracia, o Presidente da CMRJ me enviou resposta com o teor que segue em anexo.  Acompanharemos, passo a passo e com extremo rigor, a atuação da Coordenadoria Militar de Segurança do Legislativo e as providências urgentes prometidas pelo Presidente na apuração desta ação criminosa.
Vereadora Teresa Bergher – Líder do PSDB-RJ

Caro Osias,Navegando pelos sites de filmes, econtrei esta "pérola" de comentário sobre o filme "Guetto".Ver o link http://ilimitado.us/ghetto/O que te parece? abraço
Beny Bloch

Foi só liberar os check-points que o terror ataca novamente. Por sorte o mecanismo de disparo não funcionou, Voltam os ataques unicamente destinados a civis Israelenses .... cadê a ONU, ONGs e afins ? Ou será que teriam que morrer todos no shopping para alguém se pronunciar, ou será que nem assim ? Provável.
Ariel Krok

Amigos, Todos que já se formaram sabem da dificuldade em conseguir estágios. Copiando uma amiga jovem que compra, vende, procura empregada pela internet, ai vai um pedido. Minha filha Paula procura um estágio  de ondonto em clínica popular ou benfeciente  para completar o exigido pela faculdade. Estou tentando ajudá-la. Ela cursa o 5º período da Gama Filho. Quem puder ajudar com um parente, conhecido será ótimo. Obrigada,
F. B.

Prezado Osias, Vinha recebendo regularmente a Revista Morashá até a edição de Junho/2008. Enviei inúmeros pedidos à Morashá através do Site, inclusive me dispondo a pagar o frete para o envio dos edições atrasadas, e começar a receber a revista regularmente, mas infelizmente, não recebi nenhuma resposta. Gostaria de saber o motivo, se você tem contato com a Morashá. Parabéns pelo noticiário da RUA JUDÁICA. Tenho uma pasta especifica no micro onde arquivo todos os noticiários recebidos.
Marc Grassiano

Querido Osias. Resposta a tua pergunta se no Brasil existem  sobreviventes do Campo de extermínio Treblinka. Em Treblinka foram exterminados 600 000 Pessoas. 550 000 Judeus. Foram mortos pelos fuzilamentos, espancamentos, suicídios, inanição e principalmente nas câmaras de gás. Em 1943 aconteceu um levante.Do Comitê da sublevação todos pereceram durante a revolta. Dentre os mil prisioneiros que então se encontravam no campo, perto de seiscentos lograram evadir se e atingir as florestas vizinhas sem ser recapturados. Um ano mais tarde, á chegada do Exército Vermelho, não restavam mais de que quarenta sobreviventes. Os outros haviam sido exterminados no correr do ano pelos camponeses poloneses, pelos membros da resistência Polonesa Armia Krajowa, pelos grupos fascistas ucranianos, os desertores da Wehrmacht, a Gestapo e as unidades especiais do exercito alemão. Estes quarenta sobreviventes viviam espalhados pelo mundo: vinte dois em Israel, cinco nos Estados Unidos, três na França, três na Polônia, dois no Canadá um na Inglaterra, Alemanha, Tchecoslováquia,  Austrália e Argentina. Todos eram casados ou recasados e têm pelo menos um filho
Aleksander H. Laks. Presidente da Sherit Hapleita 

Caro Osias!! Será que a corrupção nesse Brasil  é um mal necessário??ser correto, é ser medilcre,hepoctra??E a midia brasileira que não nos da opção de escolha entre o certo e o errado,a onde vamos parar??você tem o poder da caneta,mestre desculpa o desabafo. Sds,
PAULO Cesar-Joinville-SC

Osias, Todos no's somos responsaveis por aquilo que falamos, ainda mais em público. Fui ao debate que a escola Eliezer/Max organizou aos pais de alunos que irao na "marcha pela vida", este ano. Foram convidados tres integrantes a' mesa, incluindo o rabino Bonder. Entre coisas interessantes e filoso'ficas de sua esplanacao sobre a onda de negacao ao holocausto, o rabino Bonder disse que: "Nao recomenda que se pergunte sobre os motivos da morte aos rabinos religiosos". Eu gostaria de deixar registrado aqui, a minha indignacao.  Se uma pessoa pergunta sobre o assunto da morte a um rabino, esta quer saber sobre motivos RELIGIOSOS, na esfera judaica. As respostas nao sao inventadas ao bel prazer do rabino, mas sim, baseadas no Talmud ou inspiracoes de profetas que compilaram rezas, e que ate' hoje, estao incluidas na estrutura do judaismo original. Toda esta estrutura existe para dar conhecimento religioso a rabinos, e estes, aos que precisam de consolo.  Se o rabino Bonder nao aceita respostas dos religiosos, entao, de quem ele aceita??? Sera' que este rabino tem uma nova explicacao a' morte que seja judaica? Ou sera' filoso'fica, como ele esta' acostumado a fazer, tirando D'us da jogada ?! Para se falar de filosofia, nao precisa usar kipa', Bonder. Quero acrescentar sobre o tema que fez o rabino Bonder fazer comentario tao infeliz, falava ele sobre os motivos do sofrimento no holocausto.
Merisa Bennesby

Admiro seu trabalho frente a comunidade judaica e acompanho daqui de longe(Manaus) no entanto bem perto através da internet. Navegando pela internet descobri um site com conteúdo explicitamente anti-semita que, não sei se já tens conhecimento dele, está em sua totalidade recheada de ódio contra o povo judeu. segue o endereço do mesmo: http://www.alfredo-braga.pro.br
Carlos Cabral

DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE  LULA Á RESPEITO DA CRISE INTERNACIONAL ; PESSOAS DE OLHOS AZUIS,NÃO DEIXA DE SER UMA INSINUAÇÃO INTER RACIAL .ISTO É LAMENTAVEL PARA AS  NAÇÕES QUE PROCURAM INSISTENTEMENTE Á PAZ.
Waldemar Gomes

Senhores, Tenho em minha residência a Bíblia Católica Romana, o Alcorão e o livro de Mormon.Estudei-os. Lí a história de seus profetas e cheguei a conclusão de que me falta o conhecimento da primeira religião monoteista da terra.Falta-me a Tora. Tenho procurado por este interior e não encontro. Pedido a judeus, inclusie a um de meus ex alunos e, tudo ficou na promessa.Os senhores poderiam mandar-me um exemplar, mesmo muito manuseado, para que eu pudesse ler alguma coisa que me falasse algo sobre o mais antigo livro religioso?Adolescente tive muito contato com judeus, inclusive queriam ensinar-me (vejam só) o idish (?)Pertenço a uma sociedade em que e, nossas reuniões há muito de judaismo, mas não encontro resposta aos meus quesitos inclusive simbolos, candelabro de sete braços etc.
Luiz Braz Mazzafera

Caro Osias, lendo as cartas reproduzidas no “NOTICIAS DA RUA JUDAICA 15/03/2009” me deparei com a carta do Fernando Bisker dizendo pretender “falar um pouco sobre como o judaísmo ‘original’, sem alterações e interpretações” a respeito da cremação. O judaísmo “original” que o missivista apresentou tinha como base...interpretações (alterações?)! E não poderia ser diferente. Embora nessa tentativa pretensamente fundamentalista (o termo preciso é esse no caso) nenhuma das “evidências” e frases retiradas explicitamente confirmassem a tese dele ou condenassem e contra-indicassem a cremação (cinzas podem ser enterradas, por exemplo). O que é bastante curioso como suposto “argumento”, é que a maior parte do que foi ali escrito não recebeu qualquer acompanhamento de indicação de fonte ou base (na Torah ou no Talmud) que comprovasse o que foi sendo dito ou o que foi dito acompanhado de fonte foi conclusivo. A livre conclusão do autor (ou da corrente religiosa dele) foi simplesmente apresentada como “a certa”, a “originalmente judaica” e a base real dessas afirmativas é...a mera repetição. Como o é a maneira de se grafar a palavra Deus (cuja origem etimológica é a mesma, entre outros, de Zeus) com apóstrofo (“D’us”). Uma tradição dita “milenar”, nascida no século vinte. A carta demonstra a posição de alguns judeus de hoje. No caso, pretendeu-se escrever a respeito do “judaísmo original” mencionando, por exemplo, o Talmud, obra posterior, que começou a ser elaborada depois do que muito já havia vivido o povo judeu desde Abraão ou Moisés. O mesmo se pode dizer da também mencionada crença na vinda do Messias. Tentativas de desautorizar ou acusar de “alterações” as diferentes interpretações das práticas religiosas judaicas não é algo próprio do judaísmo, cuja evolução filosófica e religiosa sempre foi calcada na ausência de dogmas. Em minha opinião, justamente os excessos que certos grupos fazem cultuando os já mortos (junto aos seus corpos), buscando interpretações “flexíveis” que justifiquem verdadeira adoração a quem já “se foi”, por mais brilhante que o de cujos tenha sido, (inclui-se aí até pedidos, rezas e a crença de na subdivisão da alma e de posições privilegiadas de alguns junto ao Altíssimo) contrariam os princípios mais basilares do judaísmo, expressos nos Dez Mandamentos”, tais como “Não terás outros deuses além de mim...” e “Não farás para ti nenhum ídolo” e por aí vai. Para finalizar, gostaria que o missivista indicasse na Torah onde é que está escrito que “após o momento da morte, a alma continua em contato com o corpo, e ainda compartilha de todas as suas sensações”.
Fábio Koifman - Rio de Janeiro.

Desejo a você Osias Wurman, seus assíduos leitores, críticos e colaboradores bem como a toda nação israelita espalhada em diáspora pelos sete mares e todas as nações tementes ao D'eus Único Criador do céu e da terra com todos seus sábios e pessoas direitas na mais alta hierarquia material e espiritual nesta vida que levamos uma celebração do milagre divino de redenção do povo israelita do cativeiro egípcio para a eterna liberdade a que os amalekitas em todas as gerações consecutivas desde o êxodo teimam em contestar e subjugar o povo redimido fortemente, publica e notoriamente pela Mão Forte de D'eus, que os seus seguidores e traidores de todas as nações que com ele contribuam entendam de vez, finalmente e de fato que não há, não houve ou haverá um outro D'eus,  ue, portanto, sempre foi, é e será O Todo- Poderoso ávido por destruir aqueles que tentam usurpar poderes divinos e devido a insanidade e arrogância desmedida até superar os poderes divinos ingressando violentamente no livre arbítrio alheio. A todos os israelitas espalhados nos sete mares e em todos os tipos de  costumes e práticas religiosas desejo o retorno a união nacional israelita feita por Moisés embora declinada por boa parte dos residentes no Egito que não tiveram coragem de enfrentar a liberdade preferindo ficar covardemente como escravos egípcios, aos que querem isto não iremos voltar o rosto como a estátua de areia da esposa quando fugia de Sodoma e Gomorra, quanto aos que usarem da coragem e de todas suas forças para escapar e viver em liberdade temos a convicta certeza de que o D'eus de Israel providenciará como providenciou durante o retorno a terra prometido entregue por Ele mesmo a nosso pai Abraão a seus tementes descendentes e seguidores. Que D'eus nos proteja e a todos os que com fé, força, persistência e coragem não desistem do direito e da justiça o único caminho que efetivamente nos aproxima do D'eus Único e Verdadeiro Criador de tudo e de todos.Hag Sameach!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Rosália Aguiar- Coordenadora Nacional do Movimento Nacional para o Desenvolvimento Sustentado e Integrado do Brasil - MNDSI/BR

Você viu a declaração do Papa Bento XVI contra o uso de preservativos? Ele disse que preservativos podem aumentar o alastramento da AIDS/SIDA! A fala foi justamente a caminho da África onde a crise da AIDS/SIDA atinge 22 milhões de pessoas. Esta declaração vai contra estudos sobre o tema e é um enorme retrocesso em anos de esforços árduos de prevenção e educação. Eu acabei de assinar a petição que será entregue para o Vaticano, pedindo para o Papa parar de condenar publicamente o uso de preservativos. Uma mobilização global massiva poderá influenciar futuras declarações públicas do Papa. Leia o alerta abaixo ou simplesmente clique no link para colocar o seu nome nesta petição urgente. Nossas vozes podem salvar vidas!
http://www.avaaz.org/po/pope_benedict_petition/98.php?cl_taf_sign=e5ba6cf8d6b334ae2aec1dabf6b55f8a
Roberto de Carvalho

 

 
 
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Colaborador Especial: Jaime G. Christof