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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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- Autoridades do Irã advertem que Israel está ao alcance de seus mísseis e que fechará a passagem do Golfo Pérsico se atacado. |
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- Barak Obama vai visitar Israel, Iraque, Afeganistão e Europa neste verão. |
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- Trégua apenas no papel com mais foguetes Qassam lançados sobre passagem em Karni. |
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- Passagens de Israel para Gaza serão reabertas neste domingo. |
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- Quatro adolescentes presos no Brooklyn-EUA por apedrejamento de ônibus com judeus. |
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- Morte de oficial druzo no aeroporto ainda é mistério em Israel. |
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Osias Wurman
Jornalista
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Esta semana recebi do jovem e renomado professor e historiador Fabio Koifman, um interessante artigo do Prof. de Economia da Universidade de Haifa, Steven Plaut. Cedo o meu espaço semanal para a publicação deste importante artigo, autorizado pelo autor, que responde às absurdas propostas feitas pelo presidente francês Nicolas Sarkosy, durante sua recente visita a Israel.
TERRAS EM TROCA DE PAZ
Por Steven Plaut – Prof. da Universidade de Haifa-Israel.
Como sabemos, Sarkozy esteve em Jerusalém esta semana e, diante do parlamento israelense (Knesset), pediu a Israel que aceitasse a divisão de Jerusalém, entregando metade da cidade aos islamofascistas. Clamou também pela expulsão dos judeus da Margem Ocidental do Jordão (os territórios de Judéia e Samária, onde se encontram todos os sítios históricos judaicos).
Os políticos franceses há muito acreditam que se pode chegar à paz transformando Israel numa espécie de regime colaboracionista do tipo Vichy. Mas já que querem comprar a paz usando terras como moeda de troca, tenho uma série de propostas a serem consideradas pelo povo francês, de modo que eles também possam obter uma paz duradoura e justa com seus adversários históricos.
Em primeiro lugar, todos concordamos que não se deve anexar territórios à força. Portanto, devemos igualmente concordar que a Alemanha tem o direito moral de exigir a devolução da Alsácia e da Lorena, já que não se pode aceitar a agressão francesa de 1945 e sua subseqüente ocupação desses territórios. É preciso neste caso instituir o "full withdrawal for full peace" [retirada total pela paz total]. Além disso, a França deve receber de volta e compensar todos os alemães étnicos expulsos da Alsácia e da Lorena após a I e a II Guerras Mundiais, bem como a todos definidos por estes como seus descendentes.
Isto, é claro, é apenas o primeiro passo rumo a uma solução, pois não se pode premiar agressores, e a França possui muitos outros territórios roubados. Ela levou a Córsega de Genova, levou Nice e Savoy de Piedmont. A Itália deve então receber todas essas terras de volta. Da mesma maneira, os territórios tomados dos Habsburgos devem ser devolvidos à Áustria, incluindo Franche-Comt, Artois e a Burgúndia histórica. A área de Roussillon (ao longo dos Pireneus) deve ser devolvida à Espanha, que é o seu dono legítimo. E a Normandia, Anjou, Aquitaine e Gascônia devem ser devolvidos a seus donos legítimos, a família real britânica.
Mas isto tampouco é suficiente para chegar a uma paz duradoura. A Bretanha e o Languedoc devem receber autonomia imediatamente, reconhecendo as organizações para a libertação da Bretanha e do Occitan como seus legítimos governantes. Os corsicanos obviamente têm direito histórico à tumba do imperador Napoleão, seu mais famoso nativo, bem como o complexo de Invalides e arredores. Pela causa da paz não seria um exagero pedir que Paris fosse a capital de dois povos. As autoridades francesas devem concordar em impedir os parisienses franceses de entrar na área da tumba sagrada, pois isto pode ser visto como provocação pelos corsicanos.
A Santa Capela e a Igreja de Notre Dame devem, é claro, ser internacionalizadas sob os auspícios do Vaticano e das organizações internacionais pela preservação do patrimônio artístico universal. Na realidade, os franceses devem considerar uma grande honra que tanta gente veja Paris como uma cidade internacional.
Os franceses não têm do que reclamar, pois desfrutarão dos benefícios da paz e manterão o controle dos Champs Elisées.
Mas, pensando melhor, até mesmo os Champs Elisées podem ser demasiado. Afinal, para ser coerente com a posição francesa para com Israel, a capital francesa não pode ser Paris, mas sim Vichy.
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Sarkosy e Carla em Israel

Na chegada, beijos e sorrisos.....
depois na casa do Presidente Peres com simpatia

Ramallah mais sorrisos com Abbas.....
e na saída uma correria no aeroporto
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Ficou proposta absurda e hipócrita sobre Jerusalém, Judéia e Samária !!!
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EM MEMÓRIA

"É com pesar que nós, da comunidade judaica brasileira, através de sua representação oficial - Confederação Israelita do Brasil - CONIB, manifestamos nossa tristeza por essa lacuna que fica na sociedade brasileira, com a perda de Dona Ruth Cardoso. Amiga da comunidade e parceira em ideais solidários e humanos, deixa para nós todos, cidadãos brasileiros, um exemplo de altruísmo e dedicação, benemerência e ponderação. Ela que, soube com inteligência e desprendimento engajar-se na luta por um mundo melhor, unindo os conceitos mais caros e apregoados por nossa tradição, o amor ao próximo e a preocupação por construir uma sociedade mais justa e melhor. Descanse em paz". (CONIB) |
Dra. Ruth Cardoso,
amiga da comunidade |
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“J For J”ATACA NA INGLATERRA

O casal com as camisetas
do” J for J” em Londres |
O grupo missionário de “Judeus para Jesus” lançou nova campanha para ganhar o apoio dos judeus britânicos. Mais de 30 voluntários desta organização internacional, provenientes de Londres, e cuja principal doutrina é que Jesus é o Messias e que os judeus deveriam reconhecê-lo como tal, estão se aproximando e distribuindo folhetos para judeus, por toda Londres. As areas para esta campanha incluem Golders Green, Finchley, Edgware, Hatton Garden, Bond Street e a High Street Kensington. Membros do “J for J”, do lado de fora da estação do metrô de Chancery Lane, vestindo camisetas com símbolos judaicos, distribuíam folhetos e literaturas. Alguns dos que receberam estes folhetos comentaram que algumas das camisetas os faziam parecer que pertenceriam a movimentos juvenis judaicos. Este movimento, financiado por igrejas evangélicas, teve gastos estimados entre 20 a 30 mil dólares nesta campanha de duas semanas de contato. Comenta-se que imprimiram 350.000 folhetos promocionais para esta campanha. A organização, que obteve uma renda bruta de 1,2 milhões de dólares |
em 2006 e gastou 1 milhão, conforme as últimas estimativas, também enviou para lares judaicos entre 500 a 1.000 revistas de Judeus para Jesus. A última vez que promoveram tal campanha foi em 2003. O diretor para o Reino Unido de Judeus para Jesus, Stephen Pacht de 51 anos, afirmou: "Gostaríamos que mais pessoas acreditassem em Jesus. Acreditamos que isto seria bom para a sociedade". Pacht, que é inglês e filho de pais judeus, afirmou na parada para recrutamento: "Até agora, fomos bem-sucedidos. Conversamos com muitas pessoas, oramos com muitas pessoas, e tivemos em seqüencia muitos telefonemas e e-mails”. |
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PAUL MCCARTNEY EM ISRAEL

O mais famoso dos Beatle vivos, Sir Paul McCartney, estará este verão em Israel. Quarenta e três anos após o governo de Israel proibir um concerto do grupo na Terra Santa, o empresário do cantor confirmou a sua futura apresentação. Se tudo der certo, o concerto único será no Parque Hayarkon, em Tel Aviv, ou no estádio de Ramat Gan, em 18 ou 25 de setembro. O produtor do evento será David Zarzevski, que promove anualmente o Eilat Jazz Festival, e já trouxe famosos como Erika Badu e Lauryn Hill para apresentações em Israel. O staff de MacCartney, composto por cerca de 100 pessoas, tem exigências referentes a segurança especializada, sistema de som especial, um palco gigantesco, e duas cozinhas vegetarianas como a exigência principal. O cantor ficará dois dias no país, e seu grupo permanecerá quatro dias. O custo de milhões de dólares será altamente recompensado pelos patrocinadores e pela venda de bilhetes. MacCartney está com 66 anos, e é considerado o musico mais influente dos últimos 100 anos. |
Após 43 anos, Beatle em Israel |
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DEBATE COMUNITÁRIO |
O prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, enviou mensagem para os seus leitores do “Ex-Blog do Cesar Maia”, com graves acusações contra Jandira Feghali.
MENSAGEM NO BLOG DE CESAR MAIA DE FATO
O PCdoB TEM ASSUMIDO UMA VIOLENTA POSIÇÃO ANTI-ISRAEL, ANTI-JUDAICA!
Aos e-mails que chegaram a este Ex-Blog com pergunta sobre a postura do PCdoB e de Jandira Feghali em relação ao Estado de Israel e as lideranças judaicas, repasso fotos abaixo que dizem tudo. Aí estão as bandeiras do PCdoB, as consignas contra o primeiro ministro de Israel e a foto da Jandira Feghali comandando a manifestação. Na outra foto veja manifestantes do PC do B queimando uma bandeira de Israel.

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A RESPOSTA DE JANDIRA FEGHALI
O PCdoB sempre defendeu a paz no Oriente Médio e a soberania dos povos. Compreende que os povos de Israel e da Palestina devem ter seus territórios e seus Estados independentes e estruturados, que garantam direitos e dignidade às suas nações. Jamais fomos contra a existência do Estado de Israel ou dos seus símbolos, como de nenhum outro país. Temos sim divergência com lideranças políticas que comandem políticas discricionárias e genocidas que agridam direitos humanos como o nazismo ou outras que tirem a vida de palestinos ou judeus nos dias atuais. Por isso, consideramos inescrupulosa e inverídica a nota publicada no ex-blog do atual prefeito, que através de nota e montagem de fotos, tenta imputar a nós opiniões que não são nossas, contra o que tomaremos as providências cabíveis.
Nossa solidariedade a todos os povos que lutam pela paz.
Nossa defesa dos Estados de Israel e Palestina.
Jandira Feghali
Nota da Redação -
A primeira foto apresentada no Blog é do ano de 2000, quando foi realizada uma manifestação defronte ao prédio onde estava sediado o Consulado de Israel em Copacabana-RJ. Os promotores foram a CUT e a MST. Além de Feghali, também estava presente o deputado federal Chico Alencar.
Em 2004, a então deputada federal Jandira Feghali visitou a FIERJ, por sua iniciativa, onde foi a primeira autoridade política brasileira a assinar o manifesto contra o anti-semitismo entregue à ONU.
No dia 1 de junho deste ano, o deputado federal Chico Alencar compareceu à festa da FIERJ em comemoração aos 60 anos do Estado de Israel, no Clube Hebraica-Rio, onde pode cumprimentar a embaixadora de Israel no Brasil Tzipora Rimon.
A segunda foto apresentada no blog não aparenta ser de evento em nossa cidade.
O conflito do Oriente Médio não deve ser importado para o Brasil !!!

Em 2004, Jandira Feghali com Osias Wurman na FIERJ, quando assinou o manifesto.
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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TROCAR OU NÃO TROCAR
Poucas coisas são mais complicadas do que negociações para libertação de seqüestrados. Mais ainda quando se trata de seqüestros no Oriente Médio. Neste momento, Israel negocia a libertação de três soldados levados há dois anos por duas das mais violentas organizações terroristas do mundo: o Hamas e o Hezbollah. O preço a pagar é polêmico. Será que vale a pena trocar os soldados por centenas de presos palestinos e libaneses que cumprem penas longas por crimes graves?
Seria essa troca um incentivo para novos seqüestros de soldados – ou civis – israelenses? Por outro lado, que preço Israel pagaria recusando as demandas dos seqüestradores? Mais do que a morte dos soldados, isso custaria ao país a incredulidade dos futuros soldados, que perderiam a confiança na cúpula militar e política do país ao qual servem. "Em Israel, você nasce com o sentimento de que, se for enviado para a batalha, o país fará tudo o que puder para trazê-lo de volta. Morto ou vivo", disse Rafi Smith, que preside um instituto de pesquisas com seu nome.
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Ao que parece, o público israelense aceita pagar um preço alto pela libertação dos soldados. Segundo pesquisa do Instituto Rafi Smith, 55% dos israelenses apóiam a troca de muitos presos palestinos, mesmo os acusados de crimes hediondos, por Guilad Shalit, capturado por extremistas palestinos na fronteira com a Faixa de Gaza em junho de 2006 e hoje mantido no cativeiro pelo Hamas. Outra enquete dá conta de que 68% dos israelenses acham que o atual cessar-fogo com o Hamas em Gaza deveria ter incluído a libertação de Shalit (que parece estar vivo e relativamente saudável).

1 - Pai de Shalit seqüestrado para Gaza
2- Goldwasser, provavelmente morto pelo Hezbollah, com sua bela mulher Karnit

3-Campanha nas ruas de Israel pelos seqüestrados
4- Piloto Ron Arad sumido no Líbano desde 1986
No caso dos outros dois soldados, os reservistas Eldad Regev e Ehud Goldwasser, levados pelo Hezbollah em julho de 2006 na fronteira com o Líbano, o apoio é ainda maior. De acordo com o Instituto de Pesquisas Dahaf, 61% dos israelenses aceitam trocar Regev e Goldwasser pelo libanês Samir Kuntar, que cumpre prisão perpétua pelo assassinato de quatro israelenses em 1979. Mesmo que os dois sejam devolvidos dentro de caixões. A certeza de que os dois não estão vivos é tanta que o exército israelense estuda declará-los como mortos em ação antes mesmo de qualquer troca.
Libertar Samir Kuntar – ou outra meia dúzia de presos libaneses e palestinos - pode parecer um preço baixo a pagar ao Hezbollah. Mas concederia à guerrilha financiada pelo Irã e pela Síria mais popularidade do que já tem. Kuntar é uma espécie de herói no Líbano e seu retorno seria uma vitória incontestável para Hassan Nassrallah. Fora isso, Kuntar é visto pelos israelenses como o último às na manga do país para descobrir o que aconteceu com o piloto Ron Arad, que desapareceu no Líbano em 1986. Sem Kuntar, o Hezbollah não terá motivo algum para esclarecer o desaparecimento de Arad – cujo corpo nunca foi encontrado.
Apesar de as negociações estarem avançadas nas duas frentes, pode ser que elas não cheguem a lugar nenhum. Não seria surpreendente, em se tratando do Oriente Médio.
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OLGULHO GAY NA SAGRADA JERUSALÉM

A parada gay nas
ruas de Jerusalém |
Cerca de 2.000 agentes policiais foram mobilizados nesta quinta-feira na cidade de Jerusalém para garantir a segurança dos participantes da Parada do Orgulho Gay, por temor de possíveis protestos violentos da comunidade hebraica ultra-ortodoxa, que organizou uma contramanifestação. O evento, que passa pelo centro de Jerusalém e termina em um parque da cidade, teve a participação de cerca de 2.000 pessoas, segundo a rádio pública. Em um outro local da cidade, perto do bairro ultra-ortodoxo de Mea Shearim, uma multidão de religiosos se reuniu para protestar, dizendo que a parada é uma "vergonha" e que "Jerusalém não é Sodoma". Anteriormente, a parada também havia sido denunciada pelos religiosos muçulmanos e cristãos de Jerusalém, cidade que possui caráter sagrado para os fiéis das três religiões. O evento anual dos gays israelenses em Jerusalém é sempre acompanhado de fortes polêmicas e de ameaças de violência contra os participantes, diferente de Tel Aviv, onde a participação do público é bem maior e a parada ocorre não somente com tolerância, mas também com um caráter folclórico e de festa. |
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JUDEUS AMERICANOS NO LIBANO

Há cerca de seis meses, um grupo de 10 estudantes da New York University, cristãos, muçulmanos e judeus, partiram para Beirute onde reuniram-se com estudantes locais para executarem atividades de assistência social em todo país. Durante o mês e meio em que estiveram na região, o grupo pintou um mural pela paz perto de Beirute e desenvolveram projetos de arte com crianças palestinas num campo de refugiados, além de plantarem árvores. Agora o projeto prevê a ida dos estudantes libaneses para Nova Iorque, para aprofundar o relacionamento entre o grupo. |
O grupo americano e seus colegas libaneses em Beirute
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BIN LADEN É DO BRASIL

O cônsul honorário do Brasil em Jeddah (Arábia Saudita) já há cerca de vinte anos, Khalil M. Bin Ladin, empresário da construção civil casado com brasileira, é um dos 54 irmãos de Bin Laden, o terrorista. Khalil Bin Laden tem uma fazenda de 5 mil alqueires no Brasil. (fonte:CH)
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Na foto a prima de Bin Laden, Wafah Dufour Bin Ladin,
que posou para revista masculina dos EUA |
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ATAQUES NA FRANÇA

Promotores de Paris iniciaram uma investigação sobre a agressão a um jovem Judeu. O Promotor Jean-Claude Marin disse na terça-feira que a investigação é de tentativa de assassinato com possíveis motivações anti-semitas. O rapaz judeu de 17 anos saiu do coma na segunda-feira, dois dias após a agressão em Paris. Funcionários do hospital informaram que ainda não é possível determinar se a saúde dele foi prejudicada permanentemente.
O jovem, identificado como Rudy Haddad por uma organização judaica, foi atacado por jovens de origem africana, conforme informações da polícia, e a Agência Nacional de Vigilância Contra o Anti-Semitismo informou que ele tinha sido atacado com barras de ferro. Duas fontes da polícia informaram que o ataque aconteceu logo após uma escaramuça entre dois grupos de jovens, um judeu e o outro de origem norte - africana. Informaram também que não puderam determinar se Haddad havia tomado parte no confronto. A polícia apresentou aos promotores cinco suspeitos.
Na Europa ocidental, é a França que tem a maior população de judeus e de muçulmanos. Em 2000, o país enfrentou um aumento nos crimes de |

O promotor Jean-Claude Marin
e Ilan Halimi morto em 2006
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cunho anti-semita, ao mesmo tempo em que as tensões israelense-palestinas aumentaram no Oriente Médio. Um judeu francês de 23 anos, Ilan Halimi, foi achado nu, torturado e coberto de queimaduras nas cercanias de Paris, no dia 13 de fevereiro de 2006, depois de haver sido mantido prisioneiro por três semanas. Ele morreu a caminho do hospital. O crime chocou a França e provocou temores sobre o aumento do anti-semitismo entre os muçulmanos franceses. Em fevereiro deste ano, e na mesma cidade que Halimi foi morto, outro jovem judeu foi torturado num outro ataque anti-semita. |
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CONSTRUÇÕES EM JERUSALÉM

Novas habitações para árabes
nos planos do ortodoxo Lupolianski |
O Comitê Distrital de Planejamento e Construção de Jerusalém aprovou um plano para a construção de 10.000 novas unidades residenciais a serem construídas na parte oriental de Jerusalém, ao custo de NIS 12 milhões (cerca de US$4 milhões). O movimento tem o propósito de aumentar os arredores árabes na capital, como parte do plano do prefeito ortodoxo Uri Lupolianski para a construção de 40.000 novas unidades residenciais que ofereceriam soluções de baixo custo para residências de casais jovens. Funcionários municipais em Jerusalém informaram que este plano de construção é parte de um esforço maior para suprir as necessidades dos residentes da Cidade Velha, num esforço para melhorar a qualidade de vida na região. O plano oferecerá aos residentes da cidade a possibilidade de rapidamente obter licenças de construção, sem a necessidade de apresentação de plantas de construção detalhadas. Também foi informado que o governo municipal na capital estaria adotando a política de ignorar infrações nas construções em
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Jerusalém oriental, concedendo licenças para tais locais depois que as mesmas tivessem sido construídas. A cada ano discussões são mantidas em relação a aproximadamente 200 planos diferentes de construção, e normalmente a cada ano, centenas de unidades residenciais são aprovadas. O governo municipal do Jerusalém informou que pretende em 2009 apresentar planos adicionais de desenvolvimento para as vizinhanças árabes. |
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TENTATIVA DE ATENTADO

Um dos quatro homens acusados de conspirar da cadeia para o ataque contra objetivos militares, sinagogas e de outros alvos na Califórnia, foi condenado à pena de 22 anos numa prisão federal dos EUA. Levar Haley Washington, de 30 anos, foi condenado pelo Juiz da Corte Distrital, Cormac J. O Carney, depois que admitiu ser culpado por conspirar no ano passado para a convocação de guerra contra os Estados Unidos, e pelo uso de arma de fogo nesta conspiração. Os promotores disseram que Washington utilizou uma escopeta para o roubo de um posto de gasolina, no dia 4 de julho de 2005, e que pertencia a uma gangue californiana de muçulmanos radicais que planejavam roubos na área de Los Angeles, com propósitos de financiamento de suas atividades. |

O condenado Levar
Haley Washington
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Dois dos co-réus de Washington, Kevin James e Gregory Patterson, também se declararam culpados pela acusação de conspiração para o terrorismo, e serão sentenciados ao final deste verão. Um quarto homem, Hammad Samana, foi declarado incapaz de ser julgado e está sendo tratado numa clinica psiquiátrica federal, informou Thom Mrozek, que é o porta-voz dos promotores americanos. Washington afirmou numa prolongada declaração feita antes que a sentença fosse proferida, que o governo havia exagerado sobre a intenção deste grupo de homens, mas Carney discordou, dizendo que a natureza e os propósitos dos atos terroristas eram verdadeiramente assustadores. Washington se converteu ao islamismo e tentou recrutar outros membros para o grupo, disseram as autoridades, incluindo homens que não tinham antecedentes criminais e que, portanto, podiam adquirir armas sem levantarem suspeitas. Ele e Patterson também assaltaram uma dúzia de postos de gasolina a fim de levantar fundos para os ataques, informou Mrozek. James pregava que os membros do seu grupo deviam atacar quaisquer inimigos do islã ou de infiéis, incluindo o governo dos EUA e qualquer um que apoiasse Israel, conforme as provas apresentadas à Corte. Ele também criou um documento que chamou de “Protocolo”, que advogava o estabelecimento de um califado islâmico nos EUA, que seguiria a lei da Shariah , ou seja, a lei islâmica. James também explicou num documento em separado, que os membros da gang deveriam aprender o árabe, adquirir duas pistolas com silenciadores e aprender a fabricação de bombas. |
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NOVO GRÃO RABINO DA FRANÇA

O Rabino Gilles Bernheim, de 56 anos, foi eleito o novo Grão Rabino da França, em substituição a Joseph Sitruk, de 63 anos, que procurava a reeleição. Bernheim, que ganhou por uma maioria esmagadora, é um rabino ortodoxo, que freqüentemente fala em público sobre um vasto leque de assuntos. Anteriormente um capelão universitário, ele é o rabino da maior sinagoga de Paris, a Sinagoga De La Victoire, e mantém ativo diálogo com os cristãos. Bernheim recentemente publicou o "Le rabbin et le cardinal" (O Rabino e O Cardinal), que é uma longa conversa com o Cardeal de Lyon, Philippe Barbarin. Este compromisso com o diálogo lhe causou algumas críticas de vozes mais tradicionalistas, no que resultou numa animada campanha eleitoral (o que não é habitual). Sitruk serviu como o rabino principal da França nos últimos 21 anos e é considerado mais ultra-ortodoxo que Bernheim.
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Em março o jornal Le Figaro publicou matéria de capa sobre o diálogo entre Barbarin e Bernheim |
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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ATAQUE PREVENTIVO CONTRA O IRÃ? (Parte 1)
Em junho a possibilidade de um ataque contra as instalações nucleares iranianas voltou a dominar as atenções. A muito criticada declaração do ministro dos transportes Shaul Mofaz de que esse ataque é “inevitável” passou a ter maior relevância agora que ele tem a chance de vencer as primárias do partido Kadima (previstas para setembro) e de ser apontado primeiro-ministro no lugar de Ehud Olmert. Foi confirmado pela ONU que em 2006 a rede internacional de A. Q. Khan (pai da bomba nuclear do Paquistão) havia passado para um empresário suíço os planos para a construção de um dispositivo nuclear compacto o suficiente para ser adaptado ao míssil balístico usado pelo Irã. O New York Times divulgou que, segundo fontes do Pentágono, mais de 100 aviões israelenses praticaram sobre o Mediterrâneo Oriental e Grécia “todos os detalhes de um possível ataque contra [o Irã]”. Foi anunciado que o chefe do estado-maior conjunto americano, almirante Michael Mullen, visitará Israel para discutir “a ameaça que o Irã representa”, e que algumas semanas depois o seu homólogo, o general Gabi Ashkenazi, visitará os EUA. Dois comentaristas bem informados, Daniel Pipes e William Kristol, opinaram separadamente que “Bush atacará o Irã se Obama (mas não McCain) for eleito”. Já John Bolton, ex-subsecretário de estado para segurança internacional e ex-embaixador dos EUA na ONU, previu que Israel atacará o Irã entre a eleição de novembro e a posse do novo presidente em janeiro. Será que tal ataque pode, deve e vai ser mesmo realizado?
Israel utilizou 8 F-16s (cada um com 2 bombas não teleguiadas de 1 tonelada), escoltados por 8 F-15s, para destruir o reator iraquiano de Osirak em 1981. O Irã absorveu as lições da destruição e espalhou, ocultou e fortificou as várias partes do seu complexo nuclear. Paralelamente, Israel modernizou a sua força aérea, e hoje dispõem dos novos F-15I Raam e F-16I Soufa com bombas anti-bunker de 2,5 toneladas, teleguiadas por GPS e laser, que podem ser lançadas com precisão de grandes alturas e a uma distância de mais de 15 quilômetros do alvo, capazes de penetrarem até 25 metros de terra e algumas camadas de concreto reforçado. Essas bombas podem atingir o mesmo alvo em seqüência, para maior penetração, e uma avaliação dos resultados pode agora ser obtida em tempo real. Além disso, os submarinos a diesel de Israel podem lançar mísseis cruzadores Gabriel, Popeye e Sub-Harpoon, também com boa precisão. Para retardar por anos o projeto iraniano, tudo indica que bastaria destruir 3 dos quase 400 supostos alvos, na seguinte ordem de prioridade: a grande usina de enriquecimento de urânio de Natanz, a de conversão de urânio de Isfahan, e os reatores para produção de plutônio em Arak. Já em 1985 aviões israelenses reabastecidos no ar destruíram a sede do OLP em Túnis, a uma distância semelhante à do Irã. O sobrevôo do território turco, sírio, jordaniano, iraquiano e/ou saudita traria problemas diplomáticos e de defesa dos aviões, mas não insuperáveis.
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O jato F-16I Soufa é a arma para atacar o Irã |
Para quem ainda duvida da capacidade de Israel de executar essa operação, sugiro a leitura do longo artigo de dois analistas do Massachusetts Institute of Technology, o qual conclui com sólidos argumentos que “[Israel] dispõe da capacidade técnica para realizar o ataque com uma chance razoável de sucesso”
(http://web.mit.edu/ssp/Publications/working_papers/wp_06-1.pdf)
Na próxima semana: a necessidade e a probabilidade do ataque.
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SEM COMENTÁRIOS

O anuncio abaixo convoca interessados para aula do toque de shofar, prática religiosa judaica que data da era do Grande Templo de Jerusalém, no dia de sábado, quando é absolutamente proibido o toque do shofar. Esta prática demonstra a total inconveniência da adoção de tradições judaicas por outras religiões, mesmo as simpáticas ao povo de Israel, como no caso desta, promovida pela Comunidade Cristã da Zona Sul, em Belo Horizonte-Minas Gerais.
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LIVNI QUER REAÇÃO

A ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, pediu nesta quinta-feira que seu país dê uma "resposta militar imediata" a cada ruptura palestina da frágil trégua na faixa de Gaza iniciada há uma semana por Israel e pelas milícias do território palestino. Livni fez esta afirmação no mesmo dia em que as Brigadas dos Mártires de Al Aqsa, braço armado do Fatah, dispararam dois foguetes Qassam sobre solo israelense, em uma nova ruptura das condições do cessar-fogo na faixa de Gaza. "Para mim, tanto faz quem lançou o foguete. Cada ruptura deveria encontrar com uma resposta militar imediata.
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Policiais retiram família da casa atingida por foguete Qassam, durante a “trégua” com o Hamas |
Deixei isso claro ao primeiro-ministro (Ehud Olmert) e ao ministro da Defesa (Ehud Barak) a partir da primeira infração, e deixo claro também a meus colegas estrangeiros", disse Livni ao início de seu encontro com o ministro de Relações Exteriores norueguês, Jonas Gahr Store. A trégua foi violada em várias ocasiões desde segunda-feira, mas ainda está de pé. Em virtude do acordo, alcançado com mediação do Egito, as milícias palestinas têm de parar de lançar foguetes Qassam e bombas contra Israel, que deve, por sua vez, suspender suas operações militares na região e suspender progressivamente o bloqueio à faixa de Gaza. Taher al Nunu, porta-voz do Hamas na faixa de Gaza, advertiu hoje as facções armadas palestinas de que quem violar o cessar-fogo "será considerado legalmente responsável" de jogar por terra um acordo "de interesse nacional" para os palestinos. Na terça-feira (24), três foguetes do Jihad Islâmico atingiram diversas áreas do território israelense ao sul e leste da faixa de Gaza, em resposta à morte de um dos líderes da milícia em uma operação israelense na Cisjordânia, onde não rege a trégua.
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RELIGIÃO NOS EUA

Woody Allen, um ícone do
judaísmo americano |
Pode-se aprender muito do novo estudo do Instituto de Pesquisas PEW sobre as religiões na América do Norte, principalmente sobre os judeus. Os judeus americanos não têm tantos filhos como as pessoas de outras religiões. Dos lares judaicos, 72% não têm nenhuma criança, conforme este estudo. Isto se deve, provavelmente, ao fato de que muitos se casam com idade avançada. De qualquer maneira, os judeus estão mais velhos pois 22% tem mais de 65 anos, que é a segunda maior porcentagem dentre todas religiões, 29% tem entre 50 a 64 anos, e novamente a segunda percentagem mais alta de todas religiões. Nas idades de 30 a 49 anos, a comunidade judaica tem a menor porcentagem de todas: 29%. No item rendimento financeiro, 46% dos judeus ganham mais de US$100.000 por ano. Os hindus vem logo em seguida com 43%, e o grupo mais próximo (ortodoxos) está bem abaixo com 28%.
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Analisando a educação, os hindus vem em primeiro lugar com 48% de pós- graduados, e os judeus vem em segundo lugar com 35%, os budistas com 26% e os restantes com percentuais bem abaixo. O número de judeus que tem certeza absoluta que há um Deus é claramente baixo, com apenas 41%. Somente os budistas e os não filiados tem menos certeza. Somente 31% dos judeus dizem que a religião é muito importante para suas vidas, 28% dizem que religião não é importante. Portanto, não é de se admirar que os judeus tenham uma baixa presença nas práticas religiosas e na freqüência das orações. Curiosamente os judeus são como os budistas no sentido que somente poucos deles acreditam que a sua religião é a única religião verdadeira. Outros dados revelam que 53% dos judeus querem que os EUA se envolvam em assuntos mundiais, 47% são democratas, mas somente 38% se intitulam como sendo liberais (39% são moderados e 21% são conservadores). E os judeus parecem ser o grupo mais relutante quando se discute o papel de governo em relação à moralidade: 22% dizem que o governo deve fazer mais a fim de proteger a moralidade, e 71% querem que o governo faça cada vez menos. |
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A CARA METADE

Preocupados com a aceleração da perda de identidade judaica, dois jovens da comunidade do Rio de Janeiro, Fábio Frydman e André Kaczelnik, lançaram o site www.zugot.com.br . Zugot em hebraico quer dizer pares, casais, é um site de relacionamento criado para formar casais judeus. Em virtude da dificuldade às vezes encontrada por judeus(ias) em encontrar a sua metade dentro da nossa comunidade, o zugot.com.br foi criado para ajudá-los nesta busca. Com o zugot , você pode conhecer pessoas que tenham afinidades com você por meio da análise do perfil. Com os mecanismos de busca, semelhante ao Orkut, o usuário pode encontrar perfis compatíveis com o seu, e interagir com a pessoa. No quadro meus prediletos ficam visíveis os perfis que você se interessou. Na zona quente, você pode ter uma visualização dos perfis que esquentaram o relacionamento. Isso significa que o casal teve interesse mútuo, tendo ambos sido adicionados ao predileto pelos mesmos, sendo assim meio caminho andado para um relacionamento afetivo, já que ambos se interessaram um pelo outro. Para ingressar no zugot.com.br é fácil. Basta se cadastrar e preencher seu perfil, o que é muito importante em se tratando de um site de relacionamento, já que é por meio dele que você vai escolher e ser escolhido. No zugot.com.br , além dos perfis básico e complementar, esses com informações gerais, existe o perfil religioso com perguntas que mostram o seu nível de ligação e comprometimento com a religião judaica. Desta maneira, você pode encontrar pessoas parecidas com você também no que diz respeito à religião judaica. A missão do zugot.com.br é ser um mecanismo útil para formar zugot (casais) judeus e dessa maneira perpetuar nossa religião, tradição e costumes judaicos por gerações e gerações. O veículo é fácil, dinâmico e permite integração e interatividade, sendo totalmente gratuito. No primeiro mês no ar, o zugot.com.br já formou cinco casais que se conheceram on-line e já começaram a namorar. Acesse www.zugot.com.br .
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BEBÊS TROCADOS

A Corte Superior de Jerusalém ordenou o Hospital Makassed, da parte oriental de Jerusalém, que pague 600 mil dólares para dois casais e suas crianças, que foram trocadas ao nascerem. As duas crianças nasceram em 1977 e em 1999, com a idade de 22 anos, testes de DNA confirmaram que não eram filhos dos pais que conheciam. As duas crianças processaram o hospital por danos morais resultantes da separação dos seus verdadeiros pais. O Hospital de Makassed negou as acusações dizendo não haver provas que os dois nasceram no hospital, nem que tinham sido trocados por um empregado do hospital. O hospital também argumentou que o processo deveria ser rejeitado devido ao período transcorrido e, portanto, prescrito conforme a legislação aplicável. A mãe de uma das crianças (agora adultos) informou que havia sido hospitalizada junto com outra mãe, por ocasião dos nascimentos, e que os dois bebês foram levados para o banho antes que ela pudesse ver o seu filho. O Juiz Ram Winograd rejeitou as alegações do hospital, de que as duas crianças não tinham nascido no Hospital Makassed, e também determinou que a prescrição era aplicável, porém contada a partir de 1999, quando a troca foi descoberta e começou a verdadeira angustia dos pais e das crianças.
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O berçário do Hospital Benemerente Islâmico Makassed, em Jerusalém Oriental |
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TOPOL EM CENA

Chaim Topol está cantando. Da letra de uma música ele quer ressaltar alguns versos de maneira que, quando cantá-los em cena neste verão, provocará suspiros de carinhoso reconhecimento de alguns, e assim como ásperas desaprovações de outros. "Graças a Deus pelas pequenas menininhas…" ele canta em sotto voce a fim de não atrair a atenção no Café Maida Vale, que não fica distante do seu apartamento na parte oeste de Londres. O ator mais famoso de Israel foi escolhido para atuar como Honoré, o tio de caddish, no musical Gigi de Lerner e Lowe, que está sendo reapresentado no Teatro ao Ar livre (Open Air Theatre) , no Regent´s Park em Londres. Honoré é um papel famoso — e um pouco infame — e foi desempenhado por Maurice Chevalier no filme de 1958 com Leslie Caron, como a anônima menina que ganha o coração de Louis Jourdan, que personifica Gaston, um entediado socialite parisiense.
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Chaim Topol, o Tevye,
voltará a brilhar |
A escolha de Topol, cuja reputação internacional provem das indicações para o Oscar e para o Tony pelo desempenho como Tevye no ‘Violinista no Telhado’, tem aquele raro "algo mais" que só ocorre quando ator e o personagem parecem perfeitos um para o outro. Somente o tempo confirmará se é um casamento feliz. Mas o novo diretor artístico do Teatro ao Ar Livre, Tim Sheader, cuja produção será aberta em agosto, não tem nenhuma dúvida. "Posso honestamente afirmar que Topol foi a primeira pessoa na qual pensei para este papel”, diz ele. "Quando pensei em Honoré e em Maurice Chevalier, eu pensei em Tevye e Topol".
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PROJETO TAGLIT BOMBANDO

Após 3 meses de preparação e 10 inesquecíveis dias em Israel, o primeiro dos 4 grupos desta temporada do TAGLIT-BIRTHRIGHT ISRAEL Hillel Rio de Janeiro retornou ao Brasil, trazendo na lembrança momentos maravilhosos, muitas novas amizades e histórias para contar. No ano em que Israel completa 60 anos, o Hillel Rio comemora a ida de 600 jovens para o país, em apenas 3 anos de projeto. Um sucesso absoluto!
O grupo chegou extremamente emocionado e tocado pela experiência intensa pela qual passou. Os participantes conheceram um Israel lindo e contrastante: lugares sagrados e cidades modernas, escavações milenares e boates, praias e desertos, museus e esportes radicais. Os viajantes realmente respiraram o dia-a-dia deste país que combina tradição antiga com a mais alta tecnologia. Mantendo a chama desse sonho acesa, no dia 18 de agosto, o Hillel Rio abre novas inscrições para o TAGLIT-BIRTHRIGHT ISRAEL Hillel Rio do final do ano. Não percam essa oportunidade!
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Os jovens do Taglit Hillel-Rio em Israel |
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ESPAÇO SOCIAL

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O renomado cardiologista baiano Dr. Ruben Tabacof lançou seu livro “Memórias de um médico de corações - uma ode ao trabalho”. Trata-se da história de um menino pobre, nascido numa pequena aldeia da Rússia soviética, e que chegou ao Brasil aos 4 anos de idade. Aos 90 anos, o Dr. Tabacof orgulha-se de ter presidido a Sociedade Brasileira de Cardiologia. |
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Tradicionalmente, todas as vestimentas arrecadadas durante a realização da Festa da Rua, organizada pela Federação Israelita de Minas Gerais, são encaminhados para a Campanha Anual do Agasalho. Neste ano, as doações foram direcionadas ao Leuceminas, organização não-governamental que atende crianças que tratam a leucemia em Belo Horizonte. Na fotos, Jaime Aronis (dir. Fisemg), Claudia Chaim (Fisemg), Nícia Sternick (Wizo), Silvio Musman (Fisemg) e Sr. Matozinhos (Leuceminas).
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O Centro de Estudos Mordechai I. Messer-Beit Lubavitch Copacabana-RJ- recebeu um sefer Torá doado por Dario Messer e familia, em memória de seu pai Mordko Messer Z’L. |
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ARTIGO EM O GLOBO-SALADA SEMITA
Caro Osias,
Como você sabe muito bem, nossa realidade não e brincadeira !!!
Um abraço,
Tzipora Rimon – Embaixadora de Israel no Brasil
Caro amigo Osias,
Parabéns por mais um brilhante e esclarecedor artigo sobre a situação atual e inquestionável discrepância de idéias que continuam a conflituar de forma muito perigosa a ansiada paz no Oriente Médio.
Isaac Dahan-Manaus-AM
Muito interessante, bem escrito e bem colocado o seu artigo . tem sempre o meu aplauso,mesmo quando não escrevo.
Ester Kosovski
Shalom! Como tem passado? Gostaria de parabenizá-lo pelo excelente artigo "Salada Semita", que eu considero como um verdadeiro clamor pela paz justa e duradoura entre palestinos e israelenses, tão necessária como urgente. Theodor Herzl, antes de tudo, era um verdadeiro humanista e um profundo defensor do Direito Internacional. Tenho recebido apenas as Edições Extras, mas não o Boletim "Notícias da Rua Judaica". Por favor, recadastrar-me. Shavua tov!Um forte abraço,
Prof. Marcelo Walsh
Muito bom, Osias.
Pra variar, está ótimo.Abraços
Prof. Moderno- Pres. Academia Brasileira de Filosofia.
Parabens mais um brilhante artigo jornalistico tao bem explicado! Os que nao querem explicaçoes(dialogo),isso preocupa,sao hoje muito poderosos,Ira sobretudo,e nao entendo o que estao esperando para bombrdear suaa instalaçoes militares(usinas nucleares),O que passa e a fragilidade do governo israelense e sua determinaçao??!! Planos militares dificilimos,obviamente os mais dificeis ate hoje,ja devem te-lo! nao seriamos ingenuos para duvidar disso!! Faltam 6 meses para o presidente Bush deixar a casa branca,provavelmente para alguem que jamais autorizaria açoes preventivas por parte de Israel!! Abraço.
Rafael Jaimovick- Conselheiro da FIERJ
Os EUA e o Estado de Israel devem fazer algo para exterminar o Hezbolah. Algo precisa ser feito para conter esses fanáticos.
Alexandre Calina
Eu li. Gostei, inclusive do leve senso de humor/ironia. Pois é... O Osias deve ser muito poderoso!
Jeanette Erlich
ASSUNTOS DIVERSOS
Prezado Osias- na minha nota publicada na “Rua Judaica” faltou o fato sobre o qual ela versou. Creio ser importante o devido esclarecimento: Desde que foi publicado em 23 de março 2006 na revista “London of Books Review”, o texto “O Lobby de Israel e a política externa dos Estados Unidos”assinado por Jonh Mearsheimer e Steven Walt (M-W) gerou uma polêmica preocupante para Israel (Estado e povo judeu), dada a sua extraordinária repercussão no rastro da precariedade da contestação ao artigo. Assim, os autores recentemente foram debater o artigo na Universidade Hebraica de Jerusalem. Eles foram contestados em tudo, menos no principal- a credibilidade dos dados que apresentam para comprovar a veracidade de seu discurso. Fundamentalmente proclamam de modo literal- que ajuda dos EUA a Israel “It has been the largest annual recipient of direct economic and military assistance since 1976, and is the largest recipient in total since World War Two, to the tune of well over $140 billion (in 2004 dollars). Israel receives about $3 billion in direct assistance each year, roughly one-fifth of the foreign aid budget, and worth about $500 a year for every Israeli”. ( o grifo é nosso) Mas ao invés de apurar a procedência destes dados, alunos e professores se perderam nos descaminhos da desqualificação genérica do artigo, demonstrando mais uma vez, como contestamos mal. Bastaria buscar na melhor fonte qual foi efetivamente a ajuda dos EUA a Israel, período 1949-2004, para encontrar a realidade:- segundo o CRS- Congressional Researche Congress- ente que fornece informações aos parlamentares americanos-o montante total desse auxilio não é de US$ 140 bilhões dos autores, mas 93.548 bilhões, perfazendo a média anual não os impressionantes 3 bilhões do artigo, mas, isso sim, 1,700 bilhão, 42% a menos que é propalado pela dupla... A questão não é o que estes autores divulgam, mas como a prestigiosa Universidade Hebraica de Jerusalém os contestou. Pelo que informa a mídia israelense (JP Ynews) ninguém tocou nos 140 bilhões, 3 bilhões anuais....Aceitaram-nos como se verdadeiros fossem, passando a questionar o somenos Onde teriam os ilustres autores pescado seus números bombásticos? Sem mistério algum- na propaganda anti-Israel vastamente espalhada na Internet. Ou seja, o artigo é uma mistificação, eis que fundado em dados fornecidos fontes capciosas, tendenciosas, sem nenhuma credibilidade. Mas sem a devida refutação objetiva, transformou-se numa “verdade” bem aproveitada pelos inimigos de Israel. É isso.
Marx Golgher – Belo Horizonte- MG
Gostaria primeiramente de lhe parabenizar por seu brilhantismo na defesa do sionismo nos diversos meios de comunicação. Espero sempre anciosamente por seus comentários os quais em muito me enriquecem. Em relação a sua crítica sobre a "forma flácida" de negociação por parte do nosso Estado e que segundo você, representa uma completa mudança nas posições históricas do Estado de Israel, permita-me discordar segundo, claro, minha humilde opinião.É fato inegável que Israel vence seus inimigos em estratégia política, estratégia militar, dá um banho em democracia, tecnologia então nem se fala entre outras dezenas senão centenas de outras coisas, entretanto quando tratamos de filhos e troca de prisioneiros, o cenário nunca se mostrou favorável, nesta batalha, infelizmente, não temos como ganhar.Trocas desproporcionais não são novidades para nós, historicamente nosso Estado está repleto delas, tanto as efetivadas como as não efetivadas, as pagas e não honradas, as pagas e recebidas e por aí vai, colecionamos muitas delas, Ron Arad (que D-us permita sua breve volta) e Eli Cohen z´l são exemplos pertinentes.Este é o nosso ponto nevrálgico, nossos filhos, não temos o direito de medir esforços, mesmo que se aceite entregar terroristas em troca de "apenas" corpos, sempre seremos compelidos a fazê-lo, uma vez que a existência do nosso Estado se faz jus pela integridade fisica, segurança e respeito dos nossos filhos.Analisando mais a fundo, nossa história mesmo antes do Estado já era assim, judeus sempre negociaram com seus inimigos em posição desfavorável, vide Inquisição e Alemanha nazista, na verdade é a mais pura lei de mercado, eles tem algo que nos vale muito e por isso pagamos um preço inflacionado. Acredito que qualquer estratégia que tenha como objetivo a repatriação dos filhos sequestrados é válida mesmo que pareça flácida aos nossos olhos, pois somos justos em nossos princípios.O que podemos afirmar sem tremular, é que o Estado cresce, graças a união e cumplicidade do povo judeu (Não sou religioso, mas permito-me fazer uma citação rabinica: "Am Israel arevim zeh lazeh" i.e. somos um responsável pelo outro), ainda que para tanto possamos parecer flácidos.Buscando um ponto de concordância, ao invés de classificar tal posição como flácida por que não apodá-la como flexível?Parabéns mais uma vez pelo seu trabalho. Na corrente positiva em prol da volta dos nossos soldados vivos e saudáveis me despeço com um singelo, porém com "kavanah", Shalom,
David S. Cohen – Rio de Janeiro
Enquanto O Globo só escreve sôbre o polícia que se suicidou no aeroporto na saída do Sarkozy, todos nós estamos vendo os ataques de Gaza que nem a suposta suspensão de beligerência respeitam. Nada vemos sobre isso na mídia. No entanto, quando Israel inevitavelmente se voltar contra Gaza, a mídia mais uma vez vai colocar, nas maiores letras possíveis, como Israel se comporta de maneira "deshumana". Será que não ha como colocar alguma coisa nos jornais sôbre essa situação? Não ha uma única entidade nossa que consiga veicular alguma coisa, um esclarecimento? Será que vamos sofrer perenemente com este estado das coisas? Abraços,
Jeanette Erlich
Lendo o Noticias da Rua Judaica,vi algo sobre a destruição de um reator nuclear sírio por Israel. Não tive conhecimento desta fato sensacional na mídia,daí minha surpresa,uma vez que procuro acompanhar os acontecimentos que envolvam o dia-a-dia de Israel. Gostaria de saber quando se deu e a forma,se teve semelhanças com a destruição do reator iraquiano,quando o mundo viu a que ponto a inteligência,ousadia,perícia e técnica dos pílotos israelenses, fato que o deixou assobrado. Na espera pela resposta,agradeço a atenção.
José de Souza Batista Sobrinho
Sou leitor da newsletter Noticias da Rua da Judiaria, e em uma das edições ví um artigo sobre Judaimo e exame de DNA. Gostaria de saber se esse tipo de exame pode ser usado para comprovação de herança judaica para o caso de uma pessoa ser aceita na comunidade judaica como judeu, efetivamente? Uma pessoa que tem ascendência judaica, mas vive outra religião, é judeu mesmo assim? A comunidade o considera? Poderia participar do serviço do shabat, na sinagoga?
Raimundo Jr.
Convido a todos para o lançamento do novo livro em Ídiche-Português para aqueles que desejam aprender e conhecer o idioma e a cultura ídiche. O livro inclui 2 CDs com aulas bem humoradas e explicadas, canções com letras e partituras, anedotas, provérbios, entrevistas e exercícios para a prática e o real aprendizado do ídiche. O livro original foi produzido nos Estados Unidos, tendo sido traduzido e reorganizado no Brasil por minha esposa Genni Blank, com muitos acréscimos para torná-lo um método auto-instrutivo.O livro foi cuidadosamente revisado por amigos e colaboradores com profundo conhecimento do ídiche usado nas diferentes regiões da Europa. O último capítulo do livro é um mini dicionário em ídiche-português e português-ídiche, com mais de 3000 palavras.Espero que todos apreciem e ele sirva para auxiliar na difusão e preservação do nosso lindo idioma ídiche.Abraços,
Stephan Blank -RJ
BOM DIA.ESTIVE RECENTEMENTE NA LIVRARIA DA RODOVIÁRIA DE CAMPINAS ONDE NOTEI A VENDA DO LIVRO "MEIN CAMPF",COM VÁRIAS EDIÇÕES E CAPAS DIFERENTES. DISSE A VENDEDORA QUE ESSES LIVROS ESTÃO PROIBIDOS,MAS ELA ME RESPONDEU DIZENDO QUE O DONO DA LIVRARIA FAZ QUESTÃO DE VENDÊ-LOS E QUE ELA NÃO PODE FAZER NADA POR SER APENAS UMA FUNCIONÁRIA.
ESTOU COMUNICANDO PARA QUE SE TOME ALGUMA PROVIDÊNCIA.
MARCELO KAUFFMANN
Acho que já nos conhecemos, não sei se lembra, mas penso ter te visto em um dos eventos....Meu nome é Rebeca D. Finguermann e fui encarregada pelo Rabino Shie e sua assistente Jamile a cuidar dos eventos que serão promovidos para nós, acima de 40. Teremos sushi, boa música e "maçã com mel" no próximo dia 26 de junho, quinta-feira, 20:30h, na Associação (informações abaixo). Peço somente a confirmação da presença através do presente mail até amanhã, quarta-feira, pois acreditamos que em poucos dias não teremos mais lugares. Também será deixada na porta uma lista, que permitirá a entrada dos convidados...Participe, tenho certeza que gostará!Obrigada, qualquer dúvida, escreva...Ah! Muito legal seu jornal eletrônico, parabénss! Nome da Instituição: Associação de Interesse Público OR AVROHOM. Endereço: Rua Itápolis, 1020, Pacaembu, São Paulo, SP.
Rebeca Finguermann
Concordo inteiramente com o sr. Stephan Kramer, secretário-geral do Conselho Central dos Judeus na Alemanha. Tive, há uns dois anos atrás, a oportunidade de folhear esse infame livro em uma livraria de Lisboa. Confesso que fiquei surpreso. Imaginava que fosse muito mais bem escrito e pernicioso. Qual nada! O tal "Mein Kampf" é apenas um amontoado de abobrinhas envolto em muita pompa. Alguns comentários de historiadores, geneticistas, economistas, entre outros, desmonta facilmente todos os argumentos do livro. Assim comentado, sua venda deveria ser liberada, pois como está hoje, proibido, serve até de argumento aos neonazis que se está querendo esconder alguma coisa.Cordial shalom.
Túlio Leal.
Ref: Artigo sobre Síria - reator nuclear - Associação Internacional para a Energia Atômica-IAEA. A ONU é uma excrecência! Seu conselho de direitos humanos é composto por países que não dão os mesmos às suas populações, e sua vigilância sobre atividades nucleares foi dada a um árabe islâmico, ou seja: mandaram o lobo cuidar dos carneiros (que somos nós ocidentais). Acho que devemos fazer pressão junto aos governos dos países de onde vivemos para que não repassem recursos para a ONU, afinal estes recursos saem dos nossos bolsos.
Sonia Bloomfield
Amigo Osias gostaria de convidar o leitor Jonas Jaimovick á vir TRABALHAR no Conselho Deliberativo da FIERJ pois só o vi em 2 reuniões (pena pois votei nele, visto ser jovem e poderia dar no futuro continuidade ao seu Trabalho e,de seu Sucessor) PS:foi pena usar A RUA JUDAICA para esse tipo de comentario. RUA sempre com noticias super atuais e muito informativas. abs
suzana grinspan
Apenas uma contribuicao sobre o citado Museu do Levante do Gueto de Varsovia.Trata-se na verdade do Museu do Levante de Varsovia. Examinei a lista das 545 pessoas removidas de suas casas. Os nomes sao polacos, como seria de esperar, já que na época do Levante de 1944 havia muito poucos judeus sobreviventes
do Levante do Gueto (1943), escondidos. Forte abraco,
Israel Blajberg
Tendo parente com Esclerose Multipla, solicito informação sobre novo remédio fabricado por Teva. Agradecido
Cesar Drucker
A redação da revista Época. Meu caro Adriano Silva, na sua coluna da edição de numero 526, você faz um comentário infeliz, de quem provavelmente desconhece o assunto. Em função disto, solicito a publicação desta carta ou uma correção da informação.Você escreve no começo da coluna “ ... o mundo está cheio de ...judeus que desejam uma solução final para o problema palestino...”.Em primeiro lugar não conheço “esse monte de judeus” que desejam a “solução final” para o problema palestino. Não conheço nem mesmo um judeu que deseja isso. Aponte-me esses judeus.Em segundo lugar, Adolf Hitler, o principal responsável pela “solução final dos judeus” disse em 1925 que “...os nazistas deviam lutar contra o judeu como pessoa e o marxismo como coisa.... ” (in Holocausto de Deborah Dwork e Robert Jan van Pelt). Ou seja, essa generalização é a raiz da maldade e do preconceito. Quem lê o absurdo que você escreveu crê que os judeus, eu inclusive, desejamos a “solução final dos palestinos”. O que é uma grande mentira. Em terceiro lugar, se você não sabe o que é “ a solução final” deveria se informar antes de usar a expressão. Se sabe o que é, jamais deveria ter usado este termo desta maneira. “Solução final” foi o termo criado pelos nazistas para não falar “assassinato em massa de crianças, mulheres e homens judeus”. Numa reunião na cidade de Wansee, quando da ofensiva alemã sobre o leste europeu, onde se reuniu o estado maior alemão e a alta cúpula ministerial, decidiu-se pela exterminação física de todos os judeus e cunharam este termo “solução final” para não terem que escrever ou falar "assassinato em massa". Meu caro Adriano, antes de generalizar sobre os judeus e citar o Holocausto, lembre-se que existem milhões de pessoas que perderam avós, pais, famílias inteiras e que ainda existem também milhares de sobreviventes que sentem-se ofendidos com esses comentários. Estou a disposição para dar todas as informações que você precisar sobre Holocausto e Solução Final. Atenciosamente,
Marcio Pitliuk, judeu, brasileiro, a favor de uma solução pacífica para a causa palestina.
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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