Edição 141      Diretor / Editor: Osias Wurman Sexta, 30 de Outubro de 2009

 
 
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


- Algumas ruas de Israel estão interditadas por enchentes provocadas por fortes chuvas.

- Bibi Netanyahu manifesta aceitação ao plano da ONU sobre Irã no encontro com enviado dos EUA George Mitchell.

- O governo iraniano recusou a proposta internacional para seu estoque de urânio.
- Cerca de 150 mil judeus foram orar no túmulo da matriarca Rachel no seu aniversario de falecimento.
- Um americano atirou nas pernas de dois judeus defronte a uma sinagoga em Los Angeles-EUA.
 

 



Osias Wurman
Jornalista
e Cônsul Honorário de
Israel no RJ


A VOZ DA COMUNIDADE

Foi importante consultar a comunidade de leitores da Rua Judaica sobre a conveniência do uso de uma Estrela de David amarela, como protesto pela visita de Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil.

Recebemos o expressivo número total de 415 votos dentre as opções perguntadas.
Pelo baixo percentual dos que votaram na opção “indiferente”, 7 votos ou 6,23 % dos votantes, fica provado que os leitores tem determinante opinião  sobre o tema abordado.

Os que acham que a iniciativa não deve ser efetivada somam 29,43%, com 141 votantes.

Os que aprovam o uso da Estrela de David totalizam 64,34% com 267 votantes, superando ao dobro dos que votaram contra.

Fica patente que alguma importante iniciativa, organizada, ordeira e respeitosa, é pedida  pela comunidade aos seus líderes institucionais.

Não podemos esquecer que além da abominável negação do Holocausto, o tirano iraniano prega abertamente a destruição do Estado de Israel, num gesto de ódio, militarismo, fundamentalismo suicida e criminoso.

Esperamos ter contribuído para o esclarecimento do posicionamento de nossos leitores, um importante e representativo extrato de nossa comunidade, e dos amigos de Israel que nos acompanham a cada edição.

A voz da comunidade pede AÇÃO !!!

(Leiam na Tribuna de Leitores, no final desta edição, uma seleção da opinião manifestada por alguns dos votantes)




 




 

Peres Homenageia Rabin

“ Israel está comprometido com a paz e continuará a buscar a paz até que a missão seja cumprida”, declarou o presidente Shimon Peres na quarta-feira durante uma cerimônia dedicada a memória do falecido primeiro-ministro Yitzhak Rabin. Na cerimônia, realizada na residência do presidente, estiveram presentes familiares de Rabin, estudantes e membros de grupos juvenis e que marcou o primeiro de uma série de eventos a serem realizados em memória de Rabin. "A paz tem muitos inimigos externos ... e também tem céticos dentro do nosso país" disse Peres. "O assassinato de Yitzhak interferiu e prejudicou no processo diplomático, mas a sua necessidade com o propósito de se alcançar um entendimento histórico entre nós e os nossos vizinhos tem se mantido completamente clara". "A idéia da paz, do valor da paz, e a aspiração da paz estão enraizadas na Toráh judaica, na cultura judaica e na tradição judaica", disse ele. "Nós não vamos desistir até que a missão esteja cumprida".  Ressaltando os esforços para a paz liderados por Rabin e por ele próprio Peres afirmou: "Quando começamos todos os palestinos constituíam um campo de terror. Agora existe uma Autoridade com a qual podemos negociar". O presidente também falou sobre a noite do assassinato de Rabin dizendo que nunca tinha visto o falecido tão convencido e alegre como durante o comício pela paz em Tel Aviv, onde ele foi morto. "Ele merecia o amor, mas balas de um assassino desprezível feriram toda a nação", disse ele.

 
 

Paul Anka em Israel

A música da década de 1960 ainda atrai a atenção do público israelense. Apesar dos preços elevados - US$ 92,00 a 271,00 por um ingresso, quase todos já foram vendidos para o show do dia 19 de novembro de Paul Anka em Tel Aviv. Respondendo a pedidos do público, Anka concordou em acrescentar mais um show e se apresentará na Nokia Arena de Tel Aviv no dia 18 de novembro. Anka tem 68 anos, nasceu no Canadá com os pais de origem libanesa e fez sua estréia nas paradas de sucesso americanas com apenas 16 anos. Até o final da década de 1960 tinha vendido mais de 100 milhões de discos.


Seus maiores sucessos incluem "You Are My Destiny", "Lonely", "Puppy Love", "Put Your Head on My Shoulder" e "Diana". Anka deixou a sua maior marca no mundo da música quando escreveu a letra de "My Way", uma canção francesa menor, e a entregou para Frank Sinatra que tornou esta balada um hino que faz os corações baterem mais forte. A canção já foi cantada por centenas de artistas, incluindo Elvis Presley. Anka não lançou nenhum cd significativo nos últimos anos, mas apareceu nas manchetes quando foi revelado que ele receberia metade dos direitos pela nova música de Michael Jackson "This is It". Anka disse que a música foi originalmente gravada para seu cd solo e acabou sendo apresentada por uma cantora brasileira. A mesma canção foi regravada por Jackson, antes de sua morte.

 
 

Brasil e Irã discutem fim de vistos


Os oito iranianos com pedido de captura mundial emitido pela Interpol a pedido da Justiça argentina.

O presidente Lula se reúne no dia 23 de novembro com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmedinejad, e o encontro entre eles pode resultar no fim da exigência de vistos entre os dois países. Se a previsão se concretizar, o País será um dos poucos a não exigir visto para cidadãos iranianos. A aposta é do vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Alireza Salari, em entrevista à Agência Brasil. Salari, no entanto, parece se preocupar com uma reação negativa por parte, principalmente, dos israelenses. Segundo ele, os israelenses "são inimigos da democracia na América Latina. Basta ver o que ocorreu agora em Honduras. Esses grupos não querem o desenvolvimento das relações do Irã com o Brasil". (Coluna CLAUDIO HUMBERTO)

 
 

Crianças com problemas cardíacos

Uma ONG israelense abreviou caminhos e decidiu salvar vidas de crianças de todas as nacionalidades.
ARI PEIXOTO Jerusalém (TV Globo)

Sadja tem apenas um ano e cinco meses e já enfrenta o primeiro grande desafio da vida. Fazer uma cirurgia no coração que pode parar a qualquer momento por um defeito congênito. Internada no Centro Médico Wolfson, em Houlon, centro de Israel, a pequena palestina teve a operação patrocinada pela ONG israelense Save a child’s heart, (Salve o coração de uma criança).

Criada em 1995, a ONG já atendeu a 2,2 mil meninos e meninas que em seus países de origem teriam poucas chances de sobrevivência. A maioria veio da Cisjordânia, como Gaida, que vive em Nablus. Também há romenos, russos, chineses e jordanianos na lista. Ou iraquianos, como Hamza, que não para de andar pelo hospital.
Muitos são africanos. Edmond, de Gana, parece assustado com a movimentação. Mas a mãe dele, Vitória, é só felicidade. Mariana veio de Angola, com a filha Rosa, de um ano e onze meses. Com a cirurgia já marcada, está confiante na recuperação da filha.

“Estou feliz. Confio sim, em Deus também”, diz a angolana Mariana João Paschoal.

“Vemos milagres todos os dias”, diz o chefe do CTI pediátrico, Sion Houri, e completa: “o que conta é ver os resultados, salvar vidas”.

Desde o momento em que chegam a Israel, para a cirurgia, até depois de serem operadas, todas as crianças são trazidas para uma casa na cidade de Azor, a dez minutos de distância do hospital. Crianças com menos de três anos vêm com as mães, as maiores são acompanhadas por enfermeiras. O tempo médio de permanência, entre o período de adaptação e o pós-operatório costuma ser de dois meses. Mas em alguns casos, os médicos podem decidir que a criança deve ficar por mais tempo.

Fernando chegou há seis meses. Os médicos descobriram que antes de operar o coração precisavam tratá-lo da tuberculose, descoberta nos primeiros exames. Hoje, o angolano é um menino ativo como qualquer outro de 9 anos. Esperto, vive brincando com as voluntárias, que ajudam na conservação da casa e dividem a atenção das crianças com as mães e responsáveis.


Na foto as crianças atendidas pela ONG, a equipe da TV Globo, Marcia Kelner Polisuk-Diretora do Hillel para América Latina e Idan Reichal-Embaixador da ONG e cantor.

Ele nem se impressiona com a chegada de um dos mais famosos cantores israelenses, Idan Raichel, embaixador da ONG.  Ele vai ao Brasil em dezembro, para fazer shows e lançar o Save a child’s heart no país. Idan diz que espera ver a juventude brasileira engajada no projeto que, para ele, além de resolver os problemas cardíacos, enche de boas vibrações os corações infantis.

Assista o vídeo apresentado no “Bom Dia Brasil” da TV Globo

Clique aqui :  http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1146536-7823-ONG+ISRAELENSE+SALVA+VIDAS+DE+CRIANCAS+DE+TODO+O+MUNDO,00.html


 
 

Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv

VIAJANDO COM O MONSTRO

O assunto da semana passada, aqui em Israel, foi a extradição, do Brasil para Israel, do falso rabino Elior Chen, acusado de liderar uma seita sadista que apóia a tortura de crianças para purgar seus “pecados”. Uma das oito crianças vítimas da seita está em coma há um ano e meio depois de ter sofrido espancamentos, queimaduras, agressões psicológicas e outros tipos de abusos e humilhações (como ingerir suas próprias fezes). Chen fugiu de Israel em março do ano passado, mas foi preso em maio em São Paulo depois de uma breve passagem pelo Canadá.

Os jornais e as TVs de Israel travaram uma verdadeira guerra para ver quem conseguia entrevistar o prisioneiro primeiro – ou, pelo menos, quem conseguia tirar uma foto dele primeiro. Saiu ganhando o jornal Yediot Aharonot, que colocou um repórter no mesmo vôo da El-Al que levou Chen a Israel, o vôo LY010 que saiu de São Paulo com direção a Tel Aviv, sem escalas, na terça-feira passada. O repórter Gon Ben-Ari relatou o clima da viagem, conversou brevemente com Elior Chen e tirou fotos dele durante as 14 horas do vôo. Uma das fotos estampou a primeira página do jornal na quarta-feira passada.


Na reportagem “Voando com o monstro”, publicada no dia seguinte, Ben-Ari contou como a viagem foi tensa por causa da presença do “viajante especial”. Os trâmites da extradição de Chen fizeram com que a decolagem atrasasse por mais de uma hora, o que já deixou o resto dos passageiros irritados. Sem contar o fato de que o prisioneiro teve que embarcar à força. Até o último momento, ele garantiu que sua extradição para Israel era ilegal (na verdade, os dois países não têm acordo de extradição e esse caso foi tratado como uma exceção).

Assim que Elior Chen entrou no avião, começou o ti-ti-ti. Os israelenses que estavam no vôo reconheceram imediatamente o preso extraditado. Muitos decidiram tirar fotos da “celebridade”, outros preferiram xingar Elior Chen, que, por sua vez, se  manteve frio e calmo, sorrindo para os que o reconheciam. “Chen parecia seguro de si”, escreveu o repórter do Yediot. “Como se pudesse a qualquer momento ‘declamar nomes de anjos’ – uma espécie de feitiço primitivo no qual acredita – para resgatar a si mesmo das mãos de seus carcereiros”.

Ao que parece, os pseudo “poderes mágicos” do falso rabino amedrontaram algumas mães, que, segundo o relato do jornalista, passaram a viagem abraçando seus filhos temendo que ele os mal-tratasse apenas com o olhar.

Em Tel Aviv, o circo da mídia estava mais do que montado para a chegada do avião. Câmeras de TV, de jornal, microfones, holofotes... Elior Chen foi filmado saindo da aeronave com algemas nos pés e nas mãos e entrando numa van policial. Parecia extremamente calmo e não demonstrava cansaço após o longo vôo. Agora, ele vai ter que enfrentar a justiça daqui e, se for considerado mesmo culpado, terá que pagar por tudo o que cometeu.


 
 

FILANTROPIA DO PAI DO GOOGLE

Há exatamente 30 anos, Sergey Brin, garoto soviético de seis anos com um futuro incerto, chegou aos EUA com a ajuda da sociedade. Brin, o bilionário co-fundador do Google, presenteou a sociedade, conhecida como HIAS, com um milhão de dólares. A instituição ajudou sua família a escapar do anti-semitismo na União Soviética e a se estabelecer no país. “Eu nunca teria oportunidades assim na União Soviética, ou mesmo na Rússia atual”, disse Brin em uma entrevista. “Eu queria ver qualquer pessoa ter a possibilidade de alcançar seus sonhos e é isso que essa empresa faz”.O presente é pequeno, dado a riqueza pessoal do empresário, estimada em US$ 16 bilhões, mas ele disse que significou um comprometimento crescente dele e de sua esposa, Anne Wojcicki, em se envolverem em filantropia de forma mais substancial.

“Já doamos mais de US$ 30 milhões, que não é pouco, mas obviamente é diminuto para os termos de nossa riqueza teórica”, disse Brin. “Nossa filantropia é algo com a qual quero me envolver com desenvolvimento e de forma sistematizada”. Ele já aprendeu o suficiente sobre filantropia, para imediatamente acrescentar: “nossa fundação não está pedindo propostas. Não se esqueça de incluir isso.” Brin mencionou Bill Gates, presidente da Microsoft, que era amplamente criticado por não doar dinheiro suficiente, mas agora é conhecido como um dos maiores filantropos do mundo. “Enquanto todo mundo o criticava, ele gerava mais um monte de dinheiro para sua fundação e, recentemente, quando começou a levar a filantropia a sério, ele fez isso muito bem”, disse Brin. “Eu gosto de aprender com esse exemplo”. A quantia que os Brins doaram foi para a Fundação Michael J. Fox e outras organizações de pesquisas voltadas para a doença de Parkinson. Mas, neste ano, em homenagem ao 30º aniversário da imigração da família Brin para os EUA, eles estão presenteando diversas organizações judaicas, que forneceram ajuda ao longo da história. A HIAS, que os ajudou a suportar o pesado processo de deixar a União Soviética e ir para os EUA, pagou suas passagens e lhes deu dinheiro, além de ajudá-los a conseguir vistos de entrada no país, e foi a organização que recebeu a maior quantia.

 
 

TALENTO MÉDICO INTERNACIONAL NO BRASIL

O Prof. Bruce Korf um dos mais influentes geneticistas de Harvard e atualmente Chairman do Departamento de Genética Clínica da UAB, e Diretor Médico da Children’s Tumor Foundation, esta no Brasil participando de Congresso internacional de Genética e Tumores.


O Dr Korf  fará palestras em Minas Gerais e no Rio de Janeiro  ,sobre as novidades e o futuro das terapias genéticas. O ciclo de palestras fazem parte do programa internacional das universidade: UFRJ e UNIFESO.

O Professor Bruce Korf possui longo apreço pelo Brasil ,ao longo dos anos vem contribuindo com acordos de cooperação entre as universidades e institutos , permitindo que muitos médicos brasileiros complementem sua formação nos EUA.

Sua participação na comunidade judaica também é sempre destacada pelo apoio e incentivo.


 
 

MEGA SUCESSO DE DANÇA NA HEBRAICA-RIO


A 39ª edição do Festival de Danças Israelis da Hebraica-Rio levou mais de 5 mil pessoas ao tradicional clube de Laranjeiras no final da semana. A vibração das torcidas organizadas pelos movimentos juvenis judaicos foi o ponto alto do evento que contou com a espetacular participação de dançarinas israelenses da cidade de Ashdod. Este maravilhoso evento comunitário teve como principais mentores Luiz Mairovitch, David Schipper, Gerson Hirsch, Sergio Rosenboim e André Luiz Grinspan Schor.


 
 

ROLA NA INTERNET : MULHERES NO EXÉRCITO


Rússia


EUA


Brasil

Israel

Paquistão



 
 


JUDAÍSMO BRITISH

O Supremo Tribunal do Reino Unido foi chamado a decidir quem pode ser "formalmente considerado judeu", relata o "The Guardian", citado pelo site Preeeurop.eu. O caso diz respeito à controversa política de matrículas da escola judaica Jew’s Free School (JFS), em Kenton, Londres, que se recusou a admitir um aluno, educado na religião judaica, sob o pretexto de que a mãe do aluno não era judia.


Uma decisão anterior do Supremo Tribunal, fundamentada na legislação que considera os judeus como minoria não só étnica, mas também religiosa, tinha já julgado a aplicação do critério da matrilinearidade (ascendência da mãe) feita pela JFS, como uma inaceitável discriminação racial.


 
 

BARATEANDO O KASHER NA EUROPA


Os preços atuais da comida kosher na Europa fazem com que seja “extremamente difícil” para dezenas de milhares de judeus seguir as regras alimentares da sua religião, queixou-se Aryeh Goldberg, dirigente do Centro Rabínico Europeu (CRE). Cerca de 100 rabinos estão reunidos na Bélgica para discutir assuntos relacionados com as regras kosher. Além de proibir variados tipos de alimento, desde carne de porco a marisco, o judaísmo prevê ainda diversas regras e formas de preparação para aquilo que se pode comer e beber. Carne e lacticínios não podem ser misturados, e a carne não deve estar contaminada com qualquer vestígio de sangue, por exemplo. Para garantir o cumprimento escrupuloso destas regras, existem certificações de comida kosher, mas o processo é mais difícil e custoso que a produção alimentar normal. Numa cadeia de supermercados no Reino Unido, por exemplo, um frango normal custa cerca de duas libras, mas um frango certificado kosher pode chegar às 12 libras. No continente europeu a situação não é melhor, com países em que a comida é extremamente cara e outros onde simplesmente não existe oferta. A França é uma rara exceção. Com cerca de 600 mil judeus, é possível produzir carne própria para consumo em quantidades suficientes que permitam baixar o preço. Os rabinos temem que a não observação das regras kosher possa agravar a erosão da identidade judaica das comunidades européias, e procuram agora soluções para este problema.


 
 

Venezuela no Mercosul é Perigo

A Venezuela passou a ser o quinto país-membro do Mercosul, após assinatura de protocolo de adesão em uma reunião de cúpula especial na capital do país, Caracas, nesta terça-feira. Com isso, o bloco, criado em 1991, passará a ter 250 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 1 trilhão - cerca de 75% do total da América do Sul. "É um país de quase 30 milhões de habitantes que está num processo de desenvolvimento muito bom. É um país que faz a ligação do Caribe com a Patogônia e nós consideramos muito importante a entrada da Venezuela e pode abrir para que os países do Mercosul entrem no bloco", disse o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva ao destacar a importância da Venezuela para o Mercosul, de acordo com a Agência Brasil.

O presidente Lula participou da cerimônia de assinatura em Caracas, juntamente com os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, da Argentina, Néstor Kirchner, do Paraguai, Nicanor Duarte e do Uruguai, Tabaré Vázquez. O presidente da Bolívia, Evo Morales, também participou da solenidade. Bolívia e Chile se tornaram membros associados do bloco em 1996.

O senador José Agripino Maia protestou contra a entrada da Venezuela em entrevista a rádio CBN. "Nós temos uma colônia judaica forte no Brasil.... " Como que fica a entrada da Venezuela no Mercosul se este país rompeu relações diplomáticas com Israel?"

Clique para ouvir : http://cbn.globoradio.globo.com/programas/cbn-brasil/2009/10/28/MERCOSUL-NAO-E-ESTAVEL-PARA-PERMITIR-ENTRADA-DA-VENEZUELA-MAIS-UM-ELEMENTO-PERTUBADOR.htm   
( TRECHO NO QUAL MENCIONA ISRAEL : A PARTIR DE 4 MINUTOS)  

 
 

Calendário com Rapazes Judeus

Um produtor do reality show de grande audiência da TV "The Simple Life", estrelado por Paris Hilton e Nicole Richie, está agora tentando reforçar a imagem de ‘bons rapazes judeus’ – uma vez a cada mês. A folhinha (calendário) para 2010 de Adam Cohen dos ‘bons rapazes judeus’ apresenta 12 Menschen da Califórnia aos seus 20 e poucos anos, todos eles com bons empregos e à procura de amor.

Usando seus contatos pessoais e profissionais, Cohen pediu por fotos e biografias e os recebeu de cerca de 1.000 homens. Cohen escolheu um pequeno número e realizou entrevistas pessoais para então selecionar uma dúzia deles. O que ele estava procurando: ‘bons rapazes judeus ( “Nice jewish boys”)- que fossem responsáveis, amáveis e com bons empregos. Rapazes judeus, disse Cohen "nem sempre tem a melhor aparência pessoal, mas têm bons empregos".

Cada um aparece num mês com a sua biografia e várias fotos. A capa traz Ethan, que é um consultor de estratégia de negócios com cabelos escuros que, conforme descrito no calendário" não consegue brincar com o iô-iô, adora cereais e os comeria todos os dias se pudesse". O calendário também destaca Aaron, que é professor de piano, e David um professor que nasceu em Nova e que foi fotografado num roupão cinza e de chinelos. Cohen disse que já tinha na cabeça a idéia de um calendário já há bastante tempo, quando decidiu fazer isso uma realidade em 2009 com a sua primeira versão. "Por que não colocar rapazes judeus em um pedestal ?, disse ele.

Ironicamente Cohen, que já passou dos 30 anos e é casado, se lembra de quando ainda era jovem "Por que não posso nunca ser um ‘bad boy?’" No entanto, ele nos assegurou que, apesar de alguns dos modelos do calendário parecerem ‘bad boys’, ele e a sua equipe trabalharam arduamente para assegurar que nenhum deles parecesse assim. E para não ser acusado de ser machista, Cohen acha que será possível uma continuação: "Eu acho que não haveria falta de ‘boas moças judias’ para aparecerem num calendário." O ‘Nice Jewish Guys Calendar 2010’ está disponível em dois tamanhos através do www.nicejewishguys.net.

 
     
 

A Bomba Nuclear Iraniana

Na segunda-feira o Ministro das Relações Exteriores do Irã minimizou a possibilidade de Israel lançar um ataque contra o programa nuclear da República Islâmica, após que o seu homólogo francês alertou sobre um ataque desse tipo, caso as conversações entre o Irã e as potências mundiais fracassem. "Consideramos que o regime sionista atualmente está na sua fase mais fraca" citou a agência semi-oficial de notícias ISNA como uma declaração de Manouchehr Mottaki. As potências mundiais receberam com pessimismo a resposta oficial do Irã para a proposta da Organização das Nações Unidas para que Teerã envie o seu urânio pouco enriquecido para posterior processamento no exterior.


Em comentários publicados no domingo passado, Bernard Kouchner, que é o Ministro de Relações Exteriores da França, falou ao jornal britânico The Daily Telegraph que "eles [os israelenses] não vão tolerar uma bomba nuclear iraniana", e acrescentou: "Nós sabemos, todos nós sabemos. Então esse é um risco adicional e é por isso que temos de diminuir a tensão e resolver o problema. Esperamos poder parar esta corrida em direção a um confronto". Durante uma visita oficial a Beirute, o ministro das Relações Exteriores enfatizou que o tempo estava se esgotando nestas negociações. "Este é o período de tempo que Israel vai oferecer-nos antes de reagir, porque Israel irá reagir assim que souber claramente que existe uma ameaça" ele disse.

 
 


Novas Loucuras de Kadahfi

Os países árabes, assim como os palestinos, deveriam ser autorizados a desenvolverem armas nucleares enquanto Israel mantiver o seu programa nuclear, declarou o líder líbio Muhammar Kadafi numa entrevista na televisão. "Se os israelenses têm armas nucleares e as capacidades nucleares, então é o direito dos egípcios, dos sírios, dos sauditas para terem o mesmo" disse o líder líbio disse à rede britânica Sky. Kadafi também afirmou que "até mesmo os palestinos deveriam ter o mesmo, porque os seus adversários têm capacidade nuclear". Referindo-se ao que ele considerou como um "padrão desigual" no equilíbrio do poder no Oriente Médio, Kadafi disse que a única maneira de se evitar a proliferação de armas nucleares na região seria desarmar Israel do seu suposto programa nuclear.


"Se não queremos esta situação então vamos ter que desarmar os israelenses das suas armas nucleares e suas capacidades" disse Kadafi à Sky. Perguntado se ele iria aconselhar o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad para que renunciasse ao seu armamento nuclear, como o seu próprio país tinha feito em 2003, o líder líbio disse que "o Irã, até agora, não disse que está fabricando uma arma nuclear: O Irã diz que está apenas enriquecendo o urânio". No entanto, Kadhafi acrescentou que se "o Irã estiver fabricando armas nucleares,  então todos nós, inclusive o nosso país, estaremos contra ele. Mas o Irã não disse isso". Mais adiante na entrevista o coronel Kadhafi também expressou a sua desaprovação em relação ao Prêmio Nobel da Paz atribuído ao presidente americano Obama no início deste mês. "Não seria necessário dizer que ele é um Africano e que estamos orgulhosos que nós, africanos, os do continente Africano, a África como um todo, apresenta alguém que é um Africano para ser o presidente dos Estados Unidos da América" declarou ele à Sky. "Mas quando se trata do Prêmio Nobel da Paz, eu acredito que ele o merece, mas a sua concessão neste momento creio que é uma espécie de hipocrisia, bajulação, e eu considero que é muito prematura. Ainda é muito cedo".


 
 

Abacate de Israel para a Europa

A Agrexco reportou um aumento de mais de 50% das suas exportações de abacates de Israel. O abacate é a fruta mais vendida na Europa, e é a maior quantidade no mundo a ser exportada por uma única empresa. Na temporada passada, as exportações de abacate da empresa totalizaram mais de 22.000 toneladas que são uma grande parte de um total das 32.000 toneladas exportadas por Israel, com um faturamento de cerca de €47 milhões. Nesta temporada se estima um aumento de 50% das exportações, que atingirão mais de 50.000 toneladas de abacate, dos quais 70% serão exportados pela Agrexco e que gerarão receitas que poderão atingir €70.000 milhões. Israel é o único produtor de abacates "verdes" - uma variedade especial de abacates que são ecologicamente corretos. Cerca de  75% dos agricultores que produzem o abacate em Israel são membros do sindicato dos agricultores do abacate que têm uma parceria estratégica com a Agrexco.

A Agrexco instrui sobre os métodos de produção do abacate e os seus cuidados, assegurando que o processo de combate de pragas seja puramente biológico e para que não seja efetuada pulverização do herbário. Shlomo Tirosh, que é diretor da Agrexco, disse que 90% do comércio mundial de abacate são das espécies Haas, que têm uma casca preta. Tirosh acrescentou que Israel também é líder mundial em relação aos abacates da variedade verde, que permanecem verdes também depois que amadurecem. "Nós exportamos sete ou oito diferentes variedades de abacates verdes, em comparação com outros países que têm apenas uma ou duas variedades. Somando a isso, o nosso abacate é livre de pesticidas e, portanto, é verde ( ecológico) em todos os aspectos" afirmou Tirosh. Uma nova campanha que será lançada na próxima semana ressaltará o valor do abacate, utilizando dados do Departamento de Saúde dos EUA que recomendam o consumo do abacate na alimentação diária.


 
 

Ex-SS é Julgado na Holanda

Um ex-membro das Waffen SS, de 88 anos, está sendo julgado na Holanda por três acusações de assassinato de civis durante a guerra. Heinrich Boere admitiu os três assassinatos de autoridades holandesas quando esteve preso após a guerra, mas conseguiu evitar a condenação por décadas - primeiro fugindo da Holanda, antes que pudesse ser levado a julgamento, e depois conseguindo evitar os tribunais da Alemanha.

A sessão terminou depois de apenas 1,5 horas quando os juízes disseram que precisavam de tempo para considerar um pedido da defesa para que o promotor fosse retirado do caso. Os advogados de defesa alegaram que o promotor Ulrich Maas fez declarações à imprensa que puseram em dúvida a sua objetividade. O tribunal disse que precisava até segunda-feira para chegar a uma conclusão e cancelou a audiência de sexta-feira. Pouco antes do inicio do julgamento, gritos de "saiam daqui nazistas! Não queremos fascistas aqui!" irromperam na sala do tribunal por dois skinheads em roupas pretas que estavam sentados na última fila. Depois de alguns minutos todos se acalmaram e o julgamento começou. Teun de Groot é filho de uma das vítimas de Boere e um dos co-autores da solicitação do processo, e olhou longa e duramente Boere, que estava no lado oposto do tribunal numa cadeira de rodas. Antes do início do julgamento, Groot havia dito aos repórteres que esperava que Boere fosse condenado. "Estou com uma boa impressão e sinto que haverá um bom resultado" disse ele.


A foto da década de 40 de uma das vítimas do SS assassino.

Fora do edifício do tribunal um grupo de manifestantes segurava bandeiras negras que diziam "Não há paz para os criminosos nazistas" e "Sem perdão, Sem esquecimento". Boere encara a possibilidade de passar o resto da sua vida na prisão se for condenado pelo assassinato em 1944 de um dono de loja de bicicletas, um farmacêutico e um civil, quando fazia parte de um esquadrão da morte da SS que tinha o codinome de "Silbertanne" ou "Pinheiro Prateado". Filho de um holandês e de mãe alemã, Boere tinha 18 anos quando entrou para as SS no final de 1940, apenas meses depois que as forças alemãs tinham invadido a sua cidade natal Maastricht e o resto da Holanda. Depois de lutar na frente russa, Boere voltou para a Holanda como parte da "Silbertanne" - uma unidade das SS formada em grande parte de voluntários holandeses como ele próprio, e encarregada de assassinatos em represália aos ataques de seus compatriotas da resistência contra colaboradores. Em declarações após a guerra, que se prevê  farão a base da acusação, Boere detalhou os assassinatos quase que tiro-por-tiro. Os advogados de Boere se recusaram a dizer como eles vão tentar contradizer a confissão, mas provavelmente tentarão argumentar que o seu cliente estava apenas cumprindo ordens. "Eu não quero falar aqui da estratégia da defesa", Gordon Christiansen que é o advogado de Boere disse do lado de fora da sala do tribunal. Numa entrevista de 2007 para o jornal holandês Algemeen Dagblad, Boere tentou justificar os assassinatos dizendo que estava arrependido do que tinha feito, mas que eram "outros tempos, com regras diferentes." O julgamento está agendado para durar mais de 13 dias até o dia 18 de dezembro, mas caso necessário poderá durar mais tempo.


 
 

Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque


JAPÃO E A 2ª. GUERRA MUNDIAL

Minha esposa e eu acabamos de regressar de uma viagem de dez dias ao Japão, em companhia dos casais Sandra e Salim Balassiano e Anita e Leôncio Schwartz, do Rio de Janeiro. Ao saberem que éramos brasileiros, os japoneses invariavelmente abriam um amplo sorriso e nos cumprimentavam pela escolha dos “oRimpics” (sic).  Além das visitas a oito maravilhosos patrimônios da humanidade e vários dos que o Japão classifica como  “tesouros nacionais” e “propriedades culturais importantes”, ficamos sensibilizados com dois locais:  o Museu Memorial da Paz em Hiroshima e a Sinagoga Ohel Shelomo em Kobe.

No museu em Hiroshima estão descritos em grande detalhe e com inúmeras fotos os horrores pelos quais passaram as vítimas das bombas nucleares lançadas pelos americanos contra Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945.  É humanamente impossível não compartilhar do imenso sofrimento tanto dos mortos quanto dos sobreviventes, e a viagem de volta ao hotel foi marcada por um silêncio sepulcral.  Ao contrário do que havíamos notado recentemente no Museu dos Despojos da Guerra em Ho Chi Minh City (antiga Saigon), os japoneses não procuraram ocultar a sua quota de responsabilidade pelos horrores, enfatizando em alguns painéis que foram eles que iniciaram a guerra contra os EUA em dezembro de 1941, que a liderança japonesa recusou render-se em 1945 “prometendo milhões de mártires” e de soldados americanos mortos, e que as multidões atacadas pelas bombas nucleares americanas foram as mesmas que haviam celebrado antes os massacres perpetrados pelos soldados japoneses contra chineses inocentes.

Embora alguns marranos tivessem chegado ao Japão com os portugueses e holandeses nos séculos XVI e XVII, os primeiros judeus a se estabelecerem lá foram comerciantes atraídos pela reabertura dos portos ao comércio mundial na segunda metade do século XIX, após mais de 200 anos do isolamento total do Japão durante o período Edo – especialmente sefaradim do Iraque e Síria e ashquenazim da Rússia e Polônia.  Já antes de 1940, a maior parte (algumas centenas) se concentrava na cidade de Kobe.  A política do Japão com relação aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial foi muito diferente da alemã.  Além da inexistência quase que total de antissemitismo, alguns líderes japoneses esperavam atrair um grande número de judeus com o objetivo de promover o desenvolvimento da Manchúria (nordeste da China, ocupada  pelos japoneses nos anos 30).  Sugihara Sempo, cônsul japonês em Kaunas (Lituânia), desrespeitou instruções de seus superiores e emitiu visas para cerca de 6.000 judeus europeus que puderam assim chegar a Shanghai (China ocupada) e Kobe. Kotsuji Setsuzo subornou a polícia de Kobe e conseguiu que os refugiados permanecessem lá durante a guerra, dentre os quais os 300 alunos e professores da Ieshivá de Mir (Polônia), a única Ieshivá a sobreviver na sua totalidade ao Holocausto.

A sinagoga original de Kobe foi destruída por um bombardeio aéreo americano.  A atual foi construída em 1970 e resistiu com poucos danos ao grande terremoto de 1995.  Conta com cerca de 50 membros sefaradim e 50 ashquenazim. 

A nossa guia japonesa ficou muito impressionada com o calor com que fomos recebidos pelo zelador israelense (casado com uma japonesa) e pelos dois jovens rabinos Lubavitchers recém-chegados de Nova Iorque, bem como com o convite para que participássemos do Kabalat Shabat.  E nós também.


 
 

Eternas Vítimas Inocentes

Israelenses que sobreviveram à Segunda Guerra Mundial na Europa têm um risco maior de desenvolver câncer do que os outros judeus, possivelmente por causa das dificuldades enfrentadas no Holocausto, disseram pesquisadores.O estudo, publicado no Journal of the National Cancer Institute, indica que estresse ou outros fatores, como as extremas privações, podem ter influído no surgimento da doença. Os pesquisadores liderados pela Dra. Lital Keinan-Boker, da Universidade de Haifa, em Israel, compararam taxas de câncer de dois grupos de judeus israelenses nascidos na Europa: 258.048 que deixaram a Europa depois da guerra e 57.496 que emigraram antes ou durante o conflito. Ambos os grupos têm incidência mais alta de câncer do que outros grupos étnicos judaicos e não judaicos em Israel. Mas os pesquisadores descobriram que os judeus que passaram a Segunda Guerra na Europa tinham probabilidade pelo menos 17 % maior de desenvolver câncer do que aqueles que partiram antes ou durante o conflito.


Os resultados são importantes, disseram os pesquisadores, porque muitos judeus que sobreviveram à guerra na Europa também foram vítimas do Holocausto - a perseguição sistemática e o assassinato de cerca de 6 milhões de judeus pelo regime nazista da Alemanha e seus colaboradores. Eles passaram por fome severa, estresse mental e exposição ao frio e a agentes infecciosos. "Uma possível explicação para as diferenças na incidência de câncer observada entre os vários grupos étnicos judaicos pode ser a diferença em sua exposição específica aos traumas do Holocausto", escreveram Keinan-Boker e sua equipe. "Essas observações podem ter impacto direto na saúde dos judeus sobreviventes da Segunda Guerra Mundial e, portanto, no cuidado que requerem em Israel e em outras partes". Entre os cânceres mais comuns nos grupos estão o de colo-retal, o de mama e de pulmão.Os riscos aumentados de câncer foram maiores entre os mais jovens -- os nascidos entre 1940 e 1945. Os pesquisadores disseram que os índices mais elevados entre os jovens sobreviventes da guerra podem indicar que as adversidades do Holocausto elevaram o risco de câncer por terem alterado os padrões hormonais e de crescimento das crianças.


 
 

Os judeus de Bratislava


Por Márcia Cherman Sasson- Exclusivo para Rua Judaica

A poucos quilômetros de Viena, às margens do Danúbio, uma comunidade pouco falada e um destino pouco procurado motivaram-nos, eu e Daniel, a seguir para Bratislava, capital da Eslováquia, para num reduzido tempo saber um pouco sobre os judeus daquela região.  Encantamento e melancolia foram sentimentos que andaram juntos nos dias em que lá passamos. Bratislava foi berço de uma comunidade judaica atuante e de uma das mais importantes escolas de ortodoxia da Europa, liderada pelo renomado rabino Moshe Schreiber, conhecido como o Chatam Sofer, falecido em 1839, cujo túmulo foi um dos poucos a serem preservados, apesar da destruição do cemitério em 1942.Dos 135 mil judeus que habitavam a Eslováquia antes da ocupação nazista, restaram aproximadamente 30 mil, dos quais grande parte migrou para o recém fundado estado de Israel, Estados Unidos e Canadá, outra parte dos sobreviventes saiu do país logo após o estabelecimento do regime comunista.

Hoje vivem na Eslováquia menos de 3.000 judeus, 800 na capital Bratislava, servidos pela sinagoga da Rua Heydukova, única das que restaram que ainda é usada para fins religiosos. Sua fachada grandiosa, sustentada por imensas colunas não ostenta nenhum símbolo judaico. Das 105 sinagogas existentes no país algumas passaram a ser usadas para outros propósitos tais como centros culturais e prédios públicos e muitas se encontram em total abandono.

A pequena comunidade judaica eslovaca vive desde os anos 90 um processo de revitalização e de esforço para preservar a cultura judaica da região. Em 1993 foi fundado em um pequeno prédio de 3 andares o Museu da Cultura Judaica.

Lá se encontram objetos religiosos relativos às festividades judaicas e ornamentos das inúmeras entidades judaicas destruídas, dentre elas a réplica de uma sinagoga. Uma outra sala exibe objetos e documentos do sistema educacional judaico e retratos de rabinos famosos que por lá passaram, dando sua contribuição às importantes escolas rabínicas. Em outro andar documentos e fotos de judeus famosos da região e uma parte dedicada às vítimas eslovacas da fúria nazista com fotos e documentos das deportações e das humilhações sofridas pelo povo judeu.

No subsolo do prédio um modelo de um cemitério judaico com suas lápides e inscrições. Saindo do prédio do Museu e andando alguns metros nos deparamos com uma escultura em homenagens às vítimas do Holocausto, localizada no lugar onde antes existia uma sinagoga, construída em 1894.  A sinagoga sobreviveu ao nazismo, mas foi destruída durante o regime comunista para que fosse construída uma ponte. Atrás do monumento, numa pedra de mármore preto, conhecida com parede da recordação, o desenho da sinagoga é a única coisa que resta do templo que foi demolido.

Destruição de uma herança histórica sem preço para a cidade e para o povo judeu.


 
 

RELEVANTE MENSAGEM DE LEITORA

De Maria Luiza Tucci Carneiro

1) Sábado dia 17 de outubro,  entrou  on-line o Arqshoah- Arquivo Virtual sobre Holocausto e Antissemitismo.
Segue aqui o endereço. Espero que vocês gostem da nossa home e links (uma amostragem para consulta e sugestões).

Endereço:  www.arqshoah.com.br


2) Leiam também matéria publicada hoje no portal da USP: 

http://www4.usp.br/index.php/especiais/17684-arqshoah-mostra-a-postura-do-brasil-diante-do-holocausto

3) Lançamento do Arqshoah: assista aqui apresentação pública que colocou o Arqshoah on-line ( Müsica Réquiem- Lacrimosa, de Mozart)

Clique aqui: http://issler.com.br/arqshoah/home_countdown_mozart.html


 
 


Al- Qaeda em Ação no Líbano

A divisão Ziad al-Jarrah das brigadas Abdullah Azzam, um grupo ligado à rede terrorista Al-Qaeda, assumiu nesta quinta-feira a responsabilidade pelo lançamento há dois dias de um foguete Katyusha do sul do Líbano contra Israel.Na nota, divulgada pela imprensa libanesa, o grupo explica que, a princípio, tinha planejado lançar cinco foguetes, mas só pôde disparar um, que saiu antes do tempo e que por isso seus militantes tiveram que fugir antes da chegada "dos defensores dos judeus e dos guardas fronteiriços".

Na quarta-feira, um foguete foi lançado dos arredores da aldeia de Hula, no sul do Líbano, contra Israel, que respondeu bombardeando a região. No dia seguinte, soldados da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul) encontraram quatro projéteis prontos para ser disparados em uma casa em construção, propriedade do prefeito de Hula, que foram desativados pelos oficiais da missão de paz e do Exército libanês. O grupo é o mesmo que assumiu a autoria do disparo de dois foguetes Katyusha contra território israelense no dia 12 de setembro.

 
     
 

DESTAQUES SOCIAIS







 

 
 
 


PESQUISA SOBRE ESTRELA DE DAVID

LEITORES QUE VOTARAM SIM

Estou favorável ao uso da estrela amarela por todos, como protesto, contra a visita deste Nazista, Mentiroso, Imbecil e outros adjetivos que não posso escrever. Eu fui obrigado a usar uma "Estrela Amarela" no peito e uma nas costas,  durante quatro anos no Gueto de Lódz entre 1939 a 1944. Depois fui obrigado de usar uma estrela, feita de dois triângulos Um vermelho sobreposto no amarelo. Estes nos campos de extermino, como Auschwitz-Birkenau, Gross Rosen Flossenbürg entre outros. Eu sobrevivi. Mas seis milhões, inclusive meus familiares  e parentes, foram assassinados. Este sujeito cujo nome não vou pronunciar, nega que eu estive lá. Gostaria de saber, quantos parentes ele tem?! E eu? Sou único sobrevivente de uma família de sessenta pessoas. E é isto que vai pisar a terra abençoada do nosso querido Brasil.
Aleksander Henryk Laks. Presidente da Associação Brasileira dos Israelitas Sobreviventes da Perseguição Nazista, Sherit Hapleita RJ. 

Prezado Osias Wurman,
Não sou indiferente, pelo contrario. Não sei o que pensar sobre essa proposta. Eu ja fui obrigado a usar no peito essa terrivel estrela em Bruxelas nos anos 1942/43 antes de ser preso e enviado para Auschwitz.
A reposta a sua pesquisa se sou a favor ou não para o uso da estrela, como protesto pela visita do infeliz iraniano, é para mim muito penosa.  A idea deve ter sido inspirada do exemplo dado pela população dinamarquesa e, parece, acompanhado pelo Rei da Dinamarca que passaram a usar a estrela durante um periodo da  ocupação alemã. A proposta para aplicar o ato no Brasil so pode ter algum significação se for aceito por uma massa enorme de pessoas. O que duvido muito que possa acontecer.Com um abraço
Efraim Frajmund (Raymond)-Brasilia DF

SAIBA QUE APOIAMOS ESTA IDÉIA. POR FAVOR, DIGA-ME COMO ADQUIRIR UMA ESTRELA DESTA, POIS AQUI EM PERNAMBUCO NÃO SEI COMO CONSEGUIR UMA. NA REALIDADE, É BOM AMPLIAR A DIVULGAÇÃO SOBRE ESTA VISITA E FIGURA NEFASTA NO SOLO BRASILEIRO. QUERO INFOMAR QUE, TEMOS EMPRESAS ÁRABES QUE JÁ COMPRARAM PROPRIEDADES, EMPRESAS, USINAS DE CANA-DE-AÇUCAR, MINÉRIOS ENTRE OUTROS....AQUI NO BRASIL. PRECISAMOS NOS POSICIONAR. SHALOM.
Maria José Rosa

Mesmo havendo a possibilidade de cancelamento da visita de Ahmadinejad,penso necessário organizar manifestações coletivas (civilizadas) de protesto.O uso da estrela me parece ótima idéia.Mas, como fazer?E seu uso se restringiria só á Brasilia ou a todas ascapitais?Poderia ser nomeada uma comissão para operacionar o que seria uma resposta digna a esta vergonhosa iniciativa de convidar e receber tão abjeto personagem?
Lea Roland Kiefer

Acho inteligente o uso da estrela irei usa-la no dia 23/11 mas pensei em tipo a cabeça do mahmoud na bandeja! jogar sapato na cara dele! é um afronta a presença deste pestilhento aqui! temos que causar na opinião publica que temos uma expilcação a dar a comunidade judaica! que acresenta e muito ao Brasil. 
Patricia Kilza de Araujo Costa

Nao moro mais no Brasil, mas se estivesse ai acho que usaria sim a estrela. Seria  uma forma de “tentar ensinar” a este personagem , dando-lhe uma verdadeira aula interativa de historia do mundo, sobre os horrores ocorridos no passado. Sem falar que tambem a aula poderia ser dirigida a parte da populacao que nao tem acesso a educacao. Grato pela oportunidade de ler este e-mail.
Marcio Jablonka

Como vocês devem saber, não somos judeus - mas estamos plenamente de acordo em usar a estrela amarela, identificando-nos com o povo judeu - nesse dia e sempre que precisar da nossa solidariedade.Sei que o tempo é curto, mas gostaríamos de fazer ampla divulgação desse ato, conclamando as pessoas através de nossos sites para usarem e mostrarem a estrela amarela no maior número possível de locais (em sites, blogs, correntes de e-mail, vitrines, cartazes, faixas, banners, etc.).Quando do anúncio anterior da vinda de Ahmanidejad, já publicamos vários alertas a respeito e direcionamos nossos leitores a assinarem a petição do www.DeOlhoNaMídia.org.br:

Agora, devemos renovar um apelo semelhante e a idéia de promover o uso e o display da estrela amarela é muito boa.Publicaremos também uma edição da revista Notícias de Israel com artigos especialmente relacionados a Ahmadinejad (A doutrina do mahdismo, A política messiânica de Ahmadinejad, A aliança da Rússia com o Irã). Essa revista estará disponível em forma impressa e também em forma digital.
Por favor, entrem em contato se houver mais sugestões e recomendações.Shalom!
Ingo Haake - editor

Sim, a estrela de Davi amarela, ou a bandeira de Israel num bracelete ou fitinha de braço.... Com certeza algum protesto tem q ser feito
Rita Vilalba Aguiar Muniz

Sou a favor do uso da estrela e que a mesma seja usada enquanto durar a visita do fascista pro populista e ainda uma semana após para protestar contra o populista,
Alberto Stein, Porto Alegre, RS

Sou a favor deste e de qualquer ouro protesto.Vou aderir e ainda carregar comigo uma bandeira de Israel.
Atenciosamente,
Natan Rozenbaum

Seria uma manifestação forte e coragosa marcando presença e atitude  Como ex usuario da gloriosa estrela.Sou totalmente à favor   mas requer  forte presença e organz ação.  Com a palavra a liderança.
Jorge  Josef

Sou a favor do uso da estrela amarela por judeus e não judeus que desejam marcar seu protesto pela visita do antijudeu Ahmadinejad.
Elias Felcman

Sim. É uma maneira pacífica de protestarmos contra a indesejada visita desse senhor que se diz líder de uma nação.É um grande orgulho vestir essa ou qualquer outra Estrela de David para poder mostrar ao Brasil e ao mundo como o povo judeu é unido.Abraços,
Nestor David Zeitune

Visita no dia 23 de novembro do Ahmandihitlerdjian
Mais do que a discussão sobre a estrela amarela, urge mobilizar a comunidade e as demais entidades da sociedade civil, vítimas dos nazistas, ou seja, Homossexuais, Deficiêntes físicos e mentais, negros e pardos, ciganos, enfim todos os que foram dizimados na era Hitleriana, agora negada pelo neohitlerzinho.
Temos vários argumentos, além do neonazista, da questão nuclear, o das fraudes na eleição iraniana, a mártir Neda, a questão das mulheres no Irã, Poderiamos mobilizar os políticos, artistas, intelectuais, todos que são democratas, contra os nazi-fascistas, e principalmente lembrar que nunca na historia deste país, nos envolvemos em litigios de raça e/ou credos, porquanto todos convivemos em paz nesta terra até o presente.Quanto a questão das sugestões do uso da estrela amarela, não partirem de pessoas ligadas a entidades, vc tem razão, mas garanto que existe um enorme contingente de facultativos que embora não estejam engajadas nos movimentos sociais, como você (exemplo impar de dedicação), este contingente participa a sua maneira, lembrando que votamos nas lideranças e nos engajamos e colaporamos sempre que possível.Sugerimos uma passeata não só com judeus, mas convocadas todos os segmentos da sociedade no dia 22 de novembro (DOMINGO) na atlântica, no posto 6, com a presença da mídia, repercutira no dia da chegada. Poderíamos solicitar o apoio e a presença dos paulistas??? O tempo conspira contra, mas temos a certeza que uma vez decidido vcs tem organização suficiênte para o exito do protesto.
David Spichler, MD
Ethel Stambovsky Spichler, MD
Anne Stambovsky Spichler, MD

Prezado Osias,Não só voto sim, como gostaria que esse texto, integrante da "Rua Judaica", fosse enviado independente,para que eu pudesse repassar a todos os meus amigos, conhecidos e antipatizantes do sectário visitante. Atenciosamente,
Patricia Perelman da Matta

ACHO UMA BOA IDÉIA SÓ GOSTARÍA DE PODER ADQUIRI-LA PRONTA
SERÁ QUE ISTO SERÁ POSSÍVEL? MUITOS DEIXARÃO DE USAR PELO SIMPLES FATO DE NÃO TÊ-LA..ISTO DEVE SER UM PROTESTO NACIONAL.ISTO NÃO VAI OBSTRUIR A VINDA DESTE VERME MAS SERÍA UM PROTESTO ORDEIRO.E SIGNIFICATIVO
ACHO QUE CADA UM DE NÓS SAIRIA 'A RUA COM UMA ESTRELA E QD PERGUNTADO
O QUE SIGNIFICA, PODERÁ COLOCAR A ESTERELAS MESMO NOS QUE NÃO SÃO JUDEUS MAS QUE TB CONDENAM A VINDA DELE...
Beatriz Kamergorodski

V. Exª. (Cônsul Honorário) tem o meu voto ""SIM"". Faz-se necessário a comunidade judaica brasileira mostrar a esse desprezível ser, Mahmoud Ahmanidejad, que o Brasil não está nas mãos de uma mídia sensacionalista anti-semita e nem se dobrará a déspotas como a Hugo Chávez, presidente da Venezuela.
Apesar de não ter sangue judeu, sou sionista e reconheço que D'us luta por Israel, Seu povo escolhido. Apesar de Sua Excelência, o Presidente Lula, mostrar sua inclinação clara a Chávez e Ahmadinejad, judeus brasileiros bem como os brasileiros não judeus não inclinam a favor do racismo e do preconceito religioso.Shalom.
Alexandro da Silva Costa

Prezado Sr. Wurman, é uma iniciativa muito inteligente e temos de protestar de alguma forma. Eu quero a minha estrela e quero fazer parte desse movimento.Ahmadinejad desrespeita milhões de judeus e toda a humanidade consciente ao negar o holocausto e ao insistir em continuar provocando o mundo com tanta desonestidade e tanto ódio. Penso que essa proposta deva ser divulgada com mais afinco e tenho certeza de que a adesão será surpreendente. Um respeitoso abraço de São Paulo.
Mário Celso de Moraes

Querido Osias,Obviamente nao e a melhor maneira, pois nos remetera a todos aquilo que tentamos nao mais passar, deixar para sempre essa situaçao constrangedora e discriminatoria imposta pelos nazistas aos judeus so na memoria e para que justamente esse exemplo nao se repita nunca mais. Mas algo tem que ser feito, nao podemos silenciar e deixar passar despercebido o incomodo visitante que nega o Holocausto e quer promover outro, o dele!! Sendo assim sou a favor e usarei tambem a estrela amarela.Abraço,
Rafael Jaimovick.

Acredito que devemos mostrar nossa união.Nossa força vem da nossa fé e do relembrar daqueles que morreram por ela sem medo.O povo judeu não tem medo de mostrar que é judeu.Devemos sim mostrar o nosso protesto pacífico contra essa visita.Somos judeus,acreditamos na nossa fé e no nosso povo.Vamos protestar sim.
Tercio Gaudêncio  Isaac (CIP)

Caro Osias,Considero positiva, contudo deve ser aproveitada em toda a sua extensão.
Deveríamos, com o intuito de encorpar o movimento, levantar a possibilidade de se mobilizar os negros,homossexuais, ciganos e deficientes físicos.Igualmente sofreram e têm o direito à lembrança.
Como não sei como colocar em prática tal manifestação, não me arrisco.Mobilizar os judeus, sabemos que é e sempre será possível.Mobilizar outros segmentos pode ser uma alavanca de força nesse movimento.Shabat Shalom!
Ives Menahem Levy

Caro Osias,Apesar do horror que a lembrança dessa "marca" nos traz, é bom usá-la  durante a presença desse INOMINÁVEL ao nosso país. Ele representa a existência do perigo perigo em nossas vidas.
Leonor Medeiros

Prezado Osias,Shalom,Acredito que usar a "Esrela Amarela" trará uma lembrança muito triste 
necessário e desta forma fazer um alerta à sociedade brasieira e mesmo  internacional sobre os horrores do Holocausto; é preciso relembrar  sim, para que essa mesma sociedade não se esqueça nunca da tragédia  que caiu sobre a comunidade, bem como sobre sobre outros povos e  religiões. Vamos Reativar uma memoria história sempre.Bebirkat Shalom;
Prof. Dr. Carlos Alberto Póvoa

Sugiro, que uma fabrica de confecção de judeus, produz  em grande quantidade esta Estrela de David. Posteriormente poderá ser distribuído pelas Federações israelitas. por estado, em todo Brasil.
Max Wachsmann Schanzer

Sem duvida o meu voto  é SIM, devemos colocar a  ESTRELA DE DAVID AMARELA
 em nosso peito - durante a visita desta indesejável presença em solo brasileiro..Infelizmente o governo brasileiro acolhe uma "persona non grata" e antidemocrática nosso querido Brasil, que tenho orgulho  de ser brasileira. 
Amália Knoploch São Paulo

SHALOM  OSIAS, CONCORDO COM O  USO DA ESTRELA DE DAVID,DURANTE A VISITA DO INIMIGO DOS JUDEUS. NAO SOMENTEI STO,MAS TAMBEM FAZENDO DEMONSTRACOES CONTRA.
Rubin Iaffe

Sim sou a favor.Devemos mostrar a nossa indignação quanto a vinda deste que prega um novo holocausto ao Brasil.Acredito que uma democracia não deva receber um negador do Holocausto.Acredito que um país membro da ONU não deva de forma alguma receber um defensor da destruição de uma país democrático.Quero respeito a nossa memória.SHALOM
TAVARES, Odair

Lembro que algo semelhante já foi realizado na Dinamarca ocupada pelos nazistas, onde o Rei daquele país desfilou pelas ruas da capital, Copenhague, com o símbolo da discriminação, para protestar contra os nazistas e a política genocida contra os judeus.
Jorge Bastos Furman

Sou a favor do uso da estrela amarela,sim.Assim demonstraremos que somos um Povo orgulhoso,ostentando com altivês um dos símbolos mais carateristicos de nossa gente.E o fato dos nazistas terem obrigado o uso dela,faz-nos sentir hoje que somos os vencedores contra a barbárie daqueles que procuraram a destruição de nossa existência de 5770 anos. Am Israel Chai!
Jayme Gudel

Sim, sou a favor.Gostaria que fornecessem o modelo de estrela amarela a ser usada. Acho o modelo anexo inadequado. Ou é justamente este o sugerido? Tenho uma série de amigos, judeus e não judeus querendo usar a estrela.
Luiz Frajtag

LEITORES QUE VOTARAM NÃO

Uso de estrela amarelha unicamente pelos judeus=eu sou vitimizado.Uso de estrelha pela populacao general+judeus=ato de resistencia contra o novo anti-semitismo do Ahmenidijad. Se a segunda opcao nao acontecer melhor abandonar a primeira.Se usar a estrela em todo caso que seja escrita "judeu" e nao" jude"
Yaacov Keinan – ISRAEL

Totalmente contra
Myrian Sztutman -ISRAEL

Caro Osías, Podemos e devemos usar símbolos que nos represente, sem que os mesmos estejam associados ao nosso extermínio ou imposição por uma tirania irracional. Usar um símbolo que nos levou para os fornos nos víncula a idéias que abominamos. Usemos sim, em manifestações públicas,  a estrela de David, com as côres de Israel, algo que nos honra e nos engrandece.
Nilton Serson - Presidente do Fundo Comunitário - Keren Hayessod em São Paulo.

Caro Osias, O uso obrigatorio da estrela amarela, imposto pelos nazistas aos judeus, ocorreu em um momento em que os judeus estavam totalmente indefesos. Não e´ o que occorre hoje. Temos Israel  e temos um exercito poderoso que defende judeus inclusive fora das fronteiras. Atualmente nossa situação é totalmente diferente.Acho completamente inadequado esse tipo de manifestação. Demonstra fraqueza e relembra uma situação de  inferioridade.Certamente há maneiras mais inteligentes de manifestar nosso repúdio a visita desse notório antisemita.
Moyses Lachter

Para nós judeus é uma mensagem firme e forte, mas duvido que ele entenda o significado, e mesmo se entender não irá demonstrar que saiba.Ele é astuto e antisemita, imagine se já não lhe remeteram vários documentos relatando o fato? Tem um ótimo provérbio:Em casa de cego, tem um caolho.
Elizabeth Sebal

Meu voto é NÃO!Penso ser uma enorme falta de respeito àqueles que sofreram as humilhações daquele malfadado simbolismo.Shalom.
Adolpho Maidantchik

Sou a favor de qualquer outra forma de protesto, mas nada que lembre a malfadada estrela amarela, tão associada à humilhação e à submissão dos judeus.Por que  não se juntam pessoas em grupos e onde passar o tal iraniano que se cante Hatikvá?
Eveline Alperowitch

Na minha opinião seria melhor nossa comunidade melhorar em atos de tefila, tsedaca e a praticas de mitsvot, como tefilim mezuzot casher velas de shabat , pois estas são as armas dos judeus. E garanto que esta é a vontade do nosso Rebe e de todos aqueles que desejam ver nossas comunidades fortalecidas.
Jose David

IDEIA INFELIZ DE QUEM LANÇOU TAL AUTODESCIMINAÇÃO ESPONTANEA EM SINAL DE PROTESTO.LAMENTO QUE SEJA COLOCADA EM VOTAÇÃO NESTA PÁGINA.
ERNESTO LEIBOVICH

Pensando em todos os meus avos, tios e primos assassinados no Holocausto eu não me sentiria bem usando tal estrela, seria muito doloroso; Minha memória, para mim, é mais do que suficiente.
Quanto a protestar quanto à vinda desse animal, eu topo qualquer outra manifestação diferente dessa.
Jayme-jotaka

Meu voto é NÃO, porque se quizermos fazer algum tipo de demonstração de desagrado, teremos que usar os políticos que se elegem com votos da comunidade juntamente com os grandes industriais judeus e personalidades da vida cultural e fazer uma visita ao nosso presidente pressionando-o a desmarcar essa visita tão indesejada.Nós judeus, não poderemos nos dar ao luxo e fantasiar como estívessemos num gueto, pois a moda poderá pegar e assim poderemos ser tratados num futuro próximo.O protesto deverá ser feito em alto nível e não nos vestindo de judeus discriminados.
David Iguelka.

ESSA PROPOSTA É UM DOS MAIORES ABSURDOS QUE PUDE TOMAR CONHECIMENTO EM MINHA VIDA! NUNCA MAIS TEM SIDO A RAZÃO DE TODA UMA LUTA DO POVO JUDEU DESDE O HOLOCAUSTO! NUNCA MAIS NEM POR BRINCADEIRA NEM POR REVOLTA NEM POR VINGANÇA! TEMOS NOS EMPENHADO EM LEVAR JOVENS JUDEUS AOS CAMPOS NA MARCHA PELA VIDA PARA QUE RELEMBREM AQUILO QUE NÃO DEVEM ESQUECER E PARA QUE JAMAIS TORNEM A PERMITIR QUE QUALQUER SER HUMANO SEJA MARCADO COMO GADO, QUER SEJA ELE JUDEU OU DE OUTRA FÉ OU DIFERENTE.TEMOS LUTADO PARA QUE A HUMANIDADE SE RESPEITE, RESPEITE OS DEMAIS, RESPEITE OUTRAS FÉS, OUTROS PONTOS DE VISTA, OUTROS MODOS DE VER O MUNDO.TEMOS MUITAS FORMAS DE DEMONSTRAR NOSSO REPÚDIO PELA VISITA, PELAS OPINIÕES DE AHMADINEJAD, PELA POSTURA DO GOVERNO BRASILEIRO, MAS ACIMA DE TUDO DEVEMOS OPTAR SEMPRE PELO CAMINHO QUE SEJA UM EXEMPLO A SER MOSTRADO DA GRANDEZA DO POVO JUDEU, DA GRANDEZA EM APESAR DE TUDO HAVER CONSTRUÍDO ISRAEL E PELA GRANDEZA DE APESAR DE TODAS AS PERSEGUIÇÕES ESTÁ VIVO, DE PÉ , VIBRANTE E ATUANTE EM TODAS AS COMUNIDADES DENTRO E FORA DE ISRAEL. UM EXEMPLO A SER COPIADO DE COMO O SER HUMANO QUE TEM FÉ, QUE SEGUE O CAMINHO OU DE NOACH OU JUDAICO É ABENÇOADO DE ALGUMA MANEIRA E EM ALGUMA GERAÇÃO POR SUA CONDUTA.JUDAISMO É ACIMA DE TUDO ÉTICA, VALORES, MORAIS, UMA LUTA DIÁRIA PELO TORNAR O MUNDO MELHOR, COM MAIS OPORTUNIDADES. ESTE É O EXERCÍCIO JUDAICO. TEMOS UM BELO SÍMBOLO A COLOCAR NO PEITO, QUE TAMBÉM É AMARELO E QUE CONTEM NÃO SÓ UMA MAS MUITAS ESTRELAS, QUE É A BANDEIRA NACIONAL. E É ASSIM COMO BRASILEIROS DE FÉ JUDAICA QUE DEVEMOS NOS MANIFESTAR, CALADOS E AO MESMO TEMPO DIZENDO MUITO, PORQUE NA MAIORIA DAS VEZES, POUCO É MUITO MAIS.
SILENE BALASSIANO

Caro Osias, Defendo absolutamente a manifestação pública, nas ruas, contra a vinda de Ahmadinejad, mas não usaria esta estrela.
Uri Lam

Não, porque esta estrela nos foi imposta para humilhar e marcar como inferiores. Sou veementemente contra!! Haverá que se pensar uma outra manifestação pacífica para demonstrar nossa indignação. 
Exemplo: o cidadão judeu que ficou sozinho em pé na esquina da Avenida Rio Branco demonstrando seu protesto, segue  em mensagem seguinte!!
Mery Eliza Rabischovsky

É uma pergunta difícil, mas ao fim, não creio oportuno nos mesmos revertermos o uso deste simbolo descriminatório contra nos mesmos.Se o intúito é, e me parece ser, o de desqualificar o negacionismo do holocausto, sugiro e creio que funcionará muito melhor a reprodução de 10 ou 20 fotos emblemáticas do holocausto em algumas centenas de cartazetes e estes aparecerão em todas as reportagens sobre a manifestação.
Alain Fresnot 

Osias, voto não, como também não apoio nenhum elogio ao Lula, com aquele memorando que vocês querem divulgar que ele é amigo dos judeus.Amigos dessa qualidade ninguém precisa de inimigos...O négócio e protestar com banners e cartazes gigantes expondo as vitimas de exceuções no Irã.
Weder Teixeira - Ribeirão Preto / SP

Acredito que indentificar os judeus foi a pior coisa que poderia acontecer a um grupo, COM REPERCUSSOES PSICOLOGICAS E DISTANCIAMENTE E RACISMO A UM GRUPO ESPECIFICO.FAZER ISTO DE FORMA “FREE WILL” EH DAR CONDOLENCIAS A ALGO TAO REPUGNANTE Q ACONTECEU NO PASSADO, EH OFENDER A TODOS OS SOBREVIVENTES DO HOLOCAUSTO, EH CRIAR MAIS UMA VEZ UMA POSTURA RACISTA E DE DISTINCAO DE RACA/CREDO.ESTAMOS NUMA EPOCA DE COEXISTENCIA, DE ACEITAR A TODOS, CADA UM COM SUAS DEVIDAS DIFERENCAS E SEM DUVI9DA NÃO CONCORDO COM A VIDA DO PRESIDENTE DO IRA MAS ESTE N EH O CAMINHO A SER SEGUIDO.
TEMOS Q PENSAR E AGIR DE FORMA POSITIVA E CLARAMENTE MOSTRAR QUE A POSTUYRA NEGATIVA EH DO IRA.
Monique Bibas

Eu voto "não" a esta iniciativa pois o uso da estrela de David amarela na roupa representou a humilhação e submissão do povo judeu aos assassinos nazistas. Não seremos nunca mais humilhados ou submissos como aconteceu no passado. Porém, sou inteiramente a favor de fazermos novamente manifestações similares as que foram feitas na primeira tentativa de visita do Presidente do Irã ao Brasil.
Parabéns ao prezado Osias pelo excelente trabalho que realiza em prol da nossa Comunidade.
Marcos Brafman

Penso que a iniciativa é inócua. Uma manifestação de protesto em nossas casas legislativas de todo o país teria maior repercussão e representatividade.
Carlos Grand

PREZADO AMIGO OSIAS, ACREDITO QUE A INTENÇÃO DA PESQUISA DA RUA JUDAICA SEJA MOTIVADA POR BONS OBJETIVOS. PORÉM, ACREDITO QUE “NUNCA MAIS” UM JUDEU DEVE SER RIDICULARIZADO DESSA MANEIRA. PRIMEIRAMENTE, A ESTRELA DE DAVID É MOTIVO DE ORGULHO QUE, INCLUSIVE SE EXPANDE A OUTROS POVOS QUE GLORIFICAM A TORÁ. POR OUTRO LADO, PRECISAMOS TIRAR DE NOSSAS MENTES ESSE ESTIGMA DE ESCRAVOS E VÍTIMAS DIANTE DE LÍDERES ARROGANTES, RACISTAS E FANÁTICOS QUE ESCONDEM A SUA MEDIUCRIDADE E IGNORÂNCA POR TRÁS DE DISCURSOS INFLAMADOS E PROVOCATIVOS. É PRECISO PARAR DE PENSAR COMO VÍTIMAS E IMPOR OS NOSSOS DIREITOS. COMO VOCÊ SABE, SEMPRE FUI UM PREGADOR DA PAZ E DA NÃO-VIOLENCIA. PENSO QUE CADA VEZ QUE APLICAMOS ATOS VIOLENTOS SOMOS PUNIDOS PELA OPINIÃO PÚBLICA E A COMUNIDADE INTERNACIONAL. POR ISSO, É PRECISO COLOCAR EM PRÁTICA A INTELIGÊNCA QUE D’US NOS DEU PARA FAZER VALER A NOSSA FILOSOFIA DE VIDA QUE A HISTORIA TEM MOSTRADO SER DE RESPEITO À NATUREZA E A TODAS AS CULTURAS, E QUE DEU ORIGEM A TODO GRITO DE LIBERDADE E PAZ EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO.
O PRESIDENTE LULA PRECISA SABER QUE O FATO DE RECEBER O SR. Mahmoud Ahmadinejad OFENDE, NÃO SÓ O POVO JUDEU COMO QUALQUER BRASILEIRO AMANTE DA PAZ E DO RESPEITO. ACREDITO QUE O PRESIDENTE LULA NÃO SABE DISSO E ALGUÉM PRECISA INFORMÁ-LO QUE O IRÃ NÃO É UM MODELO DE PAZ E LIBERDADE QUE QUEREMOS NO MUNDO.EU ESPERO QUE EU NÃO PRECISE VER NENHUM JUDEU USANDO UMA ESTRELA DE DAVID AMARELA E, COMO DIZ AQUELA FRASE QUE SURGIU NA ARGENTINA APÓS A DITADURA MILITAR:
“NUNCA MAIS”. NEM SEQUER COMO FORMA DE PROTESTO. GRATO
NACHMAN SZMULEWICZ - MAHARAJA

Existem várias formas de protestarmos e mostrarmos nosso repúdio às pessoas publicamente declaradas como nossos inimigos e que lutam pela extinção de nosso povo. Penso que, ao utilizarmos os mesmos meios há séculos empregados para nos "taxarmos" de judeus de forma depreciativa - ainda que seja para mostrar que nosso povo vive (Ami Israel Chai) e permanece forte e unido - somente dará força a pessoas sórdidas como o presidente do Irã. Por isso, sugiro que, ao invés de utilizarmos a estrela amarela, que somente trás lembranças do mal que causaram ao nosso povo, porque não utilizarmos a estrela azul, que representa, justamente que nosso povo vive e que conseguiu, depois de séculos de luta e perseguição, reconstruir soberanamente o nosso Estado ? 
Daniel de Carvalho Zoega

 

 
 

 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof