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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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Osias Wurman
Jornalista
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AMOR À LIBERDADE
A imprensa brasileira abriu grande espaço, na semana que passou, para retratar o descontentamento do Ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, com o rumo dos ataques que vem sofrendo pelos que não querem respeitar as leis que protegem as riquezas naturais do Brasil.
Minc é intransigente na defesa dos valores cívicos que abraçou, com destaque para a preservação da ecologia, independente da pressão do lobby nacional e internacional, que desejam destruir a riqueza natural na Amazônia.
Para Minc, no Brasil deve prevalecer a vontade dos brasileiros que desejam preservar os valores naturais para as futuras gerações.
Enganam-se os que pensam poder dobrar a integridade libertária e humanista deste jovem e talentoso político brasileiro, com ameaças políticas ou propaganda demolidora.
Quem conhece Minc sabe que ele sempre colocou as causas nacionais acima do interesse próprio, arriscando sua própria vida durante os anos do regime militar brasileiro, sempre em defesa da liberdade e da democracia no Brasil.
Minc é o judeu-brasileiro com cargo mais importante no governo federal, onde ocupa o cargo de ministro.

Sua história e origem fazem parte da saga dos descendentes de imigrantes judeus da Europa que encontraram, na década de 30, asilo em solo brasileiro contra o horror do racismo europeu.
Criado num lar tradicional judaico, filho de Luis e Fany Minc Baumfeld , e neto do saudoso judeu-polonês Isidoro Baumfeld, que foi figura tradicional e querida da comunidade judaico-fluminense, Minc freqüentou a escola Eliezer Steinbarg e a colônia Kinderland em sua infância/juventude.
Minc foi eleito pela primeira vez como deputado estadual pelo RJ em 1986 e, desde então, nunca perdeu uma eleição.
Recentemente tomou partido de forma clara e contundente, através de carta a este veículo, condenando Hugo Chaves pelas atitudes anti-democráticas, e Ahmadinejad do Irã por suas declarações revisionistas do Holocausto e belicistas anti-Israel.
A brilhante carreira política de Minc é o reflexo de seu amor ao Brasil e a íntegra fidelidade ao interesse nacional.
Sua paixão pela liberdade e fidelidade à identidade judaica são motivos de orgulho para todos nós.

Carlos e Guida Minc no recente evento na Hebraica,
em homenagem aos 61 anos de Israel.
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ISRAEL NA TELA DA GLOBO

A próxima novela das 8 da Globo, “Viver a Vida”, de Manoel Carlos, tem locações em Israel, Jordânia e França. O principal personagem é um jornalista, interpretado pelo ator Thiago Lacerda, e tem como diretor-geral o renomado Jayme Monjardim, que dirigiu diversos sucessos na TV e no cinema, como Pantanal da ex-TV Manchete e o filme Olga que retratou a vida de Olga Benário Prestes. Depois de uma passagem pelo Mar Morto, as gravações se concentraram na área histórica, dentro das muralhas de Jerusalém, e do Yad Vashem, o Memorial do Holocausto. As fotos abaixo são inéditas para a Rua Judaica.

Thiago Lacerda gravando cena da novela em Jerusalém – Israel. (Foto E.Cohen)

O diretor de TV da Globo, Jayme Monjardim, na locação da novela que dirige. (Foto E.Cohen)
Assistam a chamada em hebraico da novela “Páginas da Vida” da Rede Globo, atualmente sendo exibida em Israel: http://www.youtube.com/watch?v=3JCoiThhJUc
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NOTÍCIA DE CLARA ANT SOBRE O ENEM


Prezados Osias e Alberto,
c/c para Lea Lozinsky e Sergio Niskier
Conforme compromisso assumido no encontro com a comunidade no Rio de Janeiro, conversei com o Ministro da Educação que já estava ciente das dificuldades. Ele vai se reunir com a diretoria da CONIB na próxima segunda feira em São Paulo para tratar do tema. A Secretária Municipal Claudia Costin vai acompanhar.
Atenciosamente,
Clara Ant
N.R.-Clara Ant, Assessora Especial do Presidente da República, refere-se às provas do ENEM que coincidem com festividades judaicas.
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PROVAS NA RÚSSIA

Numa reunião, na segunda-feira passada, entre o Rabino Chefe da Rússia Berel Lazar e o Presidente da Rússia Dmitry Medvedev foi concedida aos estudantes judeus a permissão para transferir os exames promovidos pelo Estado que estão programados e que conflitam com o primeiro dia do feriado de Shavuot. Na maioria dos feriados judaicos, como o sábado, os judeus observantes não escrevem ou viajam. Os alunos estariam impossibilitados de comparecerem aos exames sem violarem as leis religiosas. Diretores da Ohr Avner – que é o sistema escolar Chabad- e que educa mais de 15.000 alunos por toda a antiga União Soviética, receberam a programação do Ministério da Educação há dois meses e se mobilizaram para solucionar este conflito. Solicitações para um adiamento, no entanto, foram negadas pelo ministério, devido à importância crítica dos testes. A Federação das Comunidades Judaicas foi alertada sobre o impasse e o Rabino Chefe Lazar solicitou um encontro com Medvedev que é o Presidente da Rússia para pedir a sua intervenção. Pouco tempo depois o rabino Lazar recebeu um convite para se encontrar com o presidente.

Na reunião que ocorreu na residência oficial em Barvikha, nas cercanias de Moscou, o rabino Lazar apresentou o conflito de programação, os requisitos religiosos dos alunos judeus e a necessidade urgente para um adiamento. Escutando sobre Shavuout como o feriado que comemora a revelação no Sinai, o interesse de Medvedev aumentou. "Ele fez muitas perguntas antes de abordar o problema", informou o rabino Lazar à lubavitch.com. "O presidente Medvedev imediatamente enviou uma mensagem para o Ministro da Educação para permitir que os alunos da Ohr Avner, e todos os alunos judeus de escolas públicas, para que pudessem adiar os testes para alguns dias após o feriado religioso". A reunião, disse o rabino Lazar, se tornou uma conversa calorosa que abrangeu uma vasta gama de questões e preocupações, entre elas, a vida espiritual dos cidadãos da Rússia, a recente expulsão de dois rabinos Chabad e os desafios da recessão. "O presidente mostrou que tinha profundo conhecimento dos desafios enfrentados pelos fiéis, incluindo os da nossa comunidade judaica, e manifestou o compromisso do Estado para resolvê-los", disse Lazar. A reunião foi concluída com a discussão sobre formas para melhorar a comunicação e o aumento da cooperação a fim de ajudar os judeus e reforçar o judaísmo em toda a Rússia. A Federação das Comunidades Judaicas supervisiona a Ohr Avner – a rede Chabad que opera 54 creches, 72 escolas elementares, 12 escolas secundárias e cinco universidades, localizadas em 65 cidades por toda a antiga União Soviética.
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RESTAURANTES EM BEIJING

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FIERJ EM AÇÃO

A Federação Israelita do Estado do Rio (Fierj) notificou o proprietário de uma casa na Gávea, Zona Sul do Rio, após denúncias de que o imóvel exibe símbolos nazistas. A casa serviu de cenário para uma festa da Adidas, na sexta-feira (22/5), quando convidados fotografaram o quadro de um oficial nazista e um desenho na borda da piscina semelhante a uma suástica. Em nota, a Adidas informou que desconhecia a existência de símbolos nazistas na casa e lamenta o fato. De acordo com a empresa, o local foi alugado pela empresa responsável pela produção do evento por possuir os pré-requisitos básicos para a organização da festa e por já ter sido usado em outros eventos.

A notificação da FIERJ ao proprietário da casa:
Rio de Janeiro, 25 de maio de 2009
Prezado Senhor,
Tomando conhecimento, mediante noticiário na imprensa e inúmeros e-mails recebidos, de objetos e decoração contendo símbolos do nazismo, existentes na casa de sua propriedade, vimos notificar-lhe de que a Lei Federal no. 7.716/89 veda (art. 20) “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”, sendo que seu § 1º. penaliza todo aquele que fabrica, comercializa, distribui ou veicula a cruz suástica ou gamada.
Por sua vez, a Lei Estadual no. 2.644, de 07/11/96, dispõe que:
Art. 1º - Ficam proibidas em todo o território estadual a fabricação , a comercialização, a distribuição ou veiculação das cruzes suásticas, gamadas ou qualquer outro símbolo, ou ainda qualquer representação gráfica do nazismo ou ideologia similar.
Art. 2º - O descumprimento ao disposto nesta Lei sujeitará o infrator às seguintes sanções:
I – multa de 10.000 UFERJ’s; em caso de reincidência a multa será cobrada em dobro;
II – apreensão de todo o material fabricado, comercializado, distribuído ou veiculado;
III – perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais de qualquer espécie concedidos pelo poder público estadual.
E, ainda, a Lei Municipal no. 1.425/89 proíbe “no território municipal, a fabricação, a comercialização, a distribuição, ou a veiculação de símbolos, emblemas, propaganda, ornamentos ou distintivos que ostentem as cruzes suástica ou gamada”.
E determina em seu art. 2º. que “a desobediência ao disposto nesta Lei implicará na imediata cassação do alvará da empresa ou profissional autônomo responsável pela produção, comercialização, distribuição ou veiculação do objeto ou propaganda”.
Se já não bastassem as prescrições legais a respeito, é fora de dúvida que tais símbolos e objetos, concernentes ao regime nazista, ofende a todos aqueles que sofreram os horrores da 2ª. Guerra Mundial, ou sejam, não apenas os milhões de judeus abatidos nos campos de extermínio, e seus parentes e descendentes brasileiros, mas também a todos os demais povos e minorias perseguidos e assassinados, dentre eles os ciganos, homossexuais, Testemunhas de Jeová e ainda os bravos pracinhas brasileiros que morreram nos campos da Itália.
Cabe observar, ademais, que ditos objetos, símbolos e decoração, não são mantidos em caráter privado, mas sim colocados em exibição pública, na medida em que a casa onde estão expostos é alugada para eventos. Além disso, ao declarar sua intenção em obter alvará para dar uso comercial ao imóvel, V.Sa. confirma a intenção de colocá-los ao acesso de terceiros, sendo certo que sua simples exibição induz à apologia do regime hitlerista.
Em face disso, e uma vez que desejamos evitar recorrer às medidas judiciais e extrajudiciais competentes, com as consequências e repercussão daí decorrentes, vimos notificá-lo de que deverá retirar de exposição, de imediato, todos os objetos que contenham qualquer referência ao regime nazista e/ou que contenham qualquer alusão ou símbolo do nazismo, em especial quadros, fotos e azulejos de piscina.
Atenciosamente,
Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro
Léa Lozinsky – Presidente
Jacksohn Grossman – Dir. Coord. Jurídico

A piscina da casa com as suásticas nos azulejos e as bolas da Adidas.....
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EMERGÊNCIA EM ISRAEL
Dúzias de militares e de altos funcionários governamentais de todo o mundo estarão na próxima semana em Israel para acompanhar o exercício a nível nacional de emergência que terá início neste domingo. O exercício "Turning Point 3" acontecerá a partir de domingo até a quinta-feira. Agencias governamentais e 252 conselhos locais e municipalidades abrirão "comitês de crise" e deverão reagir a diversas situações de emergência. Durante os cinco dias deste exercício, o governo vai ser confrontado com uma série de cenários extremos incluindo uma guerra total com o Hezbollah, a Síria e o Hamas. Na terça-feira uma sirene de ataque aéreo soará por todo o país e os cidadãos deverão procurar proteção em quartos protegidos e abrigos de bomba. A decisão de permitir a participação estrangeira foi feita após o Ministério da Defesa e do Comando do IDF terem recebido dezenas de pedidos do exterior para o envio de representantes para participarem neste exercício.

O ministério disse que 70 oficiais, funcionários governamentais da França, Japão, Hungria, França, Alemanha, Uruguai e dos Estados Unidos seriam autorizados a acompanharem o exercício. O ministério formou uma equipe de coordenação para acompanhar estas delegações estrangeiras. A visita destes funcionários estrangeiros culminará com uma reunião com Matan Vilna'i, que é o Vice-ministro da Defesa, para discutirem as diversas situações de emergência e das técnicas desenvolvidas em Israel para lidar com as mesmas. Este exercício é o terceiro a ser realizado desde a Segunda Guerra do Líbano em 2006 e da criação da Administração de Emergência do Ministério da Defesa Nacional que é a responsável pela definição dos procedimentos nacionais de emergência.
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UMA “FESTA” EM MACAÉ
A edição online do jornal O Globo, do dia 23 de maio, assinada pelos jornalistas Paulo Roberto Araújo e Luisa Valle, publicou uma matéria fazendo duras acusações sobre o “Skincore Fest”, evento musical programado para acontecer no mês de junho na cidade de Macaé, no estado do Rio de Janeiro. Segundo o jornal, durante a festa haveria a apresentação de uma banda nazista chamada Endstuf. Na matéria do jornal, o estudante responsável pelo evento, Tony, afirma que “esta banda é erroneamente taxada de neonazista”, e conclui afirmando que a ligação entre a banda Endstuf e o racismo são derivadas de alguns fatos: “pelo vocalista ter vestido uma camisa do Skrewdriver (que acabou em 1993 e se assumia publicamente como neonazista), por ter tocado num show em que o Skrewdriver tocou no mesmo dia, além de ter feito um cover de uma musica da mesma banda”. Estas acusações contra o evento foram movidas pelos movimentos Gay e Negro e foram registradas na delegacia de Macaé, cidade onde iria ocorrer o evento. As acusações e denuncias foram não só feitas pelos movimentos sociais, mas também pela imprensa em geral que condenou o evento.
Abaixo a propaganda do ex-evento e da banda, ditos inocentes animadores de festas......

SKINCORE FEST
Confraternização Oi! e Hardcore.
Endstufe é um dos grupos mais importantes da cultura skinhead mundial. Eles começaram em 1981, em Bremen - Alemanha, a partir daí lançaram dezenas de albuns e tocaram com uma imensidão de bandas Oi!. Nacionalistas europeus, skins na estética, no som e na alma. Será a primeira vez que uma banda desse porte tocará no Brasil. Um intercâmbio cultural, amizade e irmandade Brasil-Alemanha. O vocalista Brandy é grande fã de Dose Brutal, Histeria, Bandeira de Combate, Vírus 27 e Garotos Podres!
Valeu Brandy e Matze. Vida Longa ao Endstufe!
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TEL AVIV BEACH EM NOVA IORQUE

No domingo 21 de junho, o Park Mall do Central Park em Manhattan e o Naumberg Bandshell serão transformados nas praias mediterrâneas da cidade de Tel Aviv, informa Arie Sommer que é o Comissário de Turismo de Israel para as Américas do Norte e do Sul. Este evento marca a celebração em Nova Iorque do 100º aniversário de Tel Aviv, a cidade jardim fundada em 1909 nas dunas de areia ao norte da bíblica Jaffa.
Uma área praiana de Tel Aviv está sendo criada, completa com areia, cadeiras de descanso, quiosques e jogos de Matkot (raquetes de praia). A transformação incluirá a apresentação de bandas e DJs israelenses e muita comida. Este evento será uma versão em grande escala da instalação ‘permanente’ da praia de Tel Aviv inaugurada no ano passado em Viena, capital da Áustria.

Aqui será inaugurada a praia de Tel Aviv, no coração do Central Park de Manhattan.
“O nosso propósito é possibilitar aos nova-iorquinos experimentarem a alegria e o estado de espírito de Tel Aviv”, disse Sommer. “No momento, Jerusalém a capital de Israel, é o nosso equivalente de Washington D.C., e Tel Aviv é o nosso equivalente de Nova Iorque”. Tel Aviv é o centro de finanças e negócios de Israel, e assim como das artes e do entretenimento, e “como o Rio de Janeiro e Nice” continuou Sommers. “Tel Aviv é uma das poucas cidades grandes do mundo que também é de veraneio, 24 horas por dia, 7 dias da semana”. A praia de Tel Aviv no Central Park estará aberta das 11 horas da manhã até as 6 horas da tarde. No domingo 21 de junho a entrada é grátis. O melhor acesso é pelas Ruas 69th e 72th no lado leste, e pela Rua 72th pelo lado oeste. O evento é patrocinado pela ‘Tel Aviv-Yafo Centennial Admnistration’ do Ministério das Relações Exteriores de Israel.
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DEBATE EM COMUNIDADE


INDIGNACAO DE UM PRESIDENTE
MACABI DESPRESTIGIA SUAS CO-IRMÃS
E mais uma vez a Macabiada será marcada pelo descaso com os Clubes da Comunidade Judaica do Rio de Janeiro.
Na edição da Macabiada Intercolegial do ano de 2008, jovens atletas judeus e familiares, foram descriminados, desrespeitados, xingados e achincalhados nas dependências da AABB-Lagoa. Fato que foi alertado antes pelos presidentes dos clubes Hebraica, CIB, Monte Sinai e Clube da Barra. Entendi que fora uma experiência danosa, árdua e que, portanto, jamais seria repetida.
Mas a diretoria da Macabi-Rio já se esqueceu das situações vexatórias a que submeteu os membros da comunidade judaica presente àquele evento, que foi parar na Delegacia do Leblon com uma ação por crime de racismo.
Os clubes, como filiados da Macabi, elegem o seu Presidente, dando o ano intero suporte para treinamentos dos jovens macabeus nas varias modalidades e categorias esportivas. Mas nas realizações, somos preteridos em favor de clubes da comunidade maior, com pagamento de valores altos, que se direcionados para uma ajuda aos nossos co-irmãos, em função da realização do evento Macabeu em suas instalações, seria de grande valia e uma questão de respeito mutuo.
No entanto, pasmem, na última reunião a que fomos convocados pela Macabi-Rio na FIERJ, compareci como Presidente da Hebraica-Rio, entidade que a longo tempo tem cedido espaço para situar a sede da Macabi-Rio.
Pois bem, aberta a reunião, recebemos o comunicado de que fomos traídos mais uma vez, com o anúncio de que a próxima Macabiada será realizada, novamente, na sede da AABB-LAGOA. Por um instante não acreditei. Constrangido, indignado, desrespeitado e menosprezado, levando em consideração a minha luta para preservação de mais uma entidade da comunidade do Rio de Janeiro.
Assim, deixo o meu protesto, o meu repúdio à falta de interesse pelas coisas nossas, pelos legados dos nossos antepassados.
Juntos, como família, seremos fortes e respeitados; dispersos nem a historia se lembrará !
Rio de Janeiro, 27 de maio de 2009.
Luiz Mairovitch - Presidente- Hebraica/Rio
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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SERIAL-KILLERS APAVORAM ISRAELENSES
Há dois anos, semanas depois de me mudar para o apartamento onde atualmente moro, um fenômeno me chamou a atenção. De repente, todos os gatos vira-latas que perambulavam pela vizinhança desapareceram. Cheguei a comentar com o meu marido que há dias não via um gato sequer tentando roubar comida da lata de lixo do prédio.
Dias depois, os principais jornais do país publicaram uma matéria sobre a prisão de um morador da minha rua, que, segundo a polícia, decidiu dar fim a todos os gatos que circulavam por aqui. Ele teria confessado ter matado centenas de bichanos, além de dois seres-humanos. Dois sem-teto que buscavam abrigo numa obra aqui da esquina.
A imprensa tratou o caso com seriedade. Não é todo dia que um serial-killer (de gatos ou pessoas) aparece em Israel. Os casos são contados a dedo. Outro assassino desse tipo foi preso recentemente, em Haifa, depois de matar três mendigos e queimar seus corpos.
Semana passada, mais um caso de assassinatos em série – desses que parecem ter saído de um filme de Hollywood – chocou o país. Um homem de 32 anos, Aduan Yahua Farhan, confessou ter assassinado quatro pessoas, estuprado uma em tentado envenenar outra (sua própria irmã). Farhan foi descoberto depois que sua namorada – que testemunhou duas das mortes – finalmente contou tudo à polícia.

Aduan Yahua Farhan, o assassino
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Uma das vítimas foi a jovem americana-israelense Dana Bennet, que havia desaparecido em 2003, aos 18 anos, perto de Tiberíades, no norte de Israel. Por seis anos, a polícia procurou por Dana, sem sucesso. Só agora, com ajuda de especialistas do FBI americano, conseguiu descobrir o que restou do corpo dela, enterrado num campo a quilômetros da cidade.
Fora Dana, Farhan – que cumpre pena por estupro – confessou ter matado uma turista tcheca, Silvia Merlova, de 27 anos, também em 2003. As outras duas vítimas foram homens: um outro preso, com quem ele dividia a cela, e um idoso, cujo corpo foi jogado no Rio Jordão. O advogado de Farhan alega que ele tem problemas mentais e precisa de atendimento psiquiátrico. Ele teria cometido os crimes sem nenhuma motivação aparente.
O criminologista Arnon Edelstein disse ao jornal Haaretz que, infelizmente, esse tipo de caso deve acontecer com mais frequência em Israel nos próximos anos. "É só uma questão de tempo", afirmou. Influência ou não dos filmes americanos, essa perspectiva preocupa os israelenses. Afinal, não é nada agradável ter um vizinho estilo Hannibal Lecter.
Hoje em dia, fico feliz sempre que vejo um gato fuxicando o lixo do meu prédio.
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UM LEITOR DE MIAMI

Caro Osias, Um fato interessante: Quando achei o vídeo do Sílvio Santos dizendo ser judeu e que faz o jejum de Yom Kipur, haviam 2000 pessoas que já haviam assistido este vídeo. Após você ter colocado minha carta com este link, já saltou para mais de 8.600 exibições em uma semana.

Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=xH9Qatx6VrE
Às vezes podemos nos surpreender em ver alguém tão importante como o Silvio Santos (Senor Abravanel) tendo esta postura de falar em público sobre seu judaísmo; mas lendo este artigo que foi publicado no jornal Yediot Acharonot (o maior de Israel) - link abaixo - vemos que algo de especial está acontecendo com o povo judeu no mundo inteiro. Diz no artigo: 40% dos não religiosos de Israel dizem ter estudado Torah nos últimos meses. Como estamos comemorando o Chag de Shavuot agora - recebimento da Torah - vou citar um aprendizado do Talmud, que diz que vai chegar um tempo onde os judeus sentirão sede e fome, mas não sede de água e fome de comida e sim, fome e sede de conhecimento. E isso está acontecendo agora - Mas hoje em S.Paulo e em todas as capitais do Brasil é possível encontrar diariamente palestras e aulas de Torah. Veja no site: www.makom.com.br, do meu amigo Rabino Shlomo Safra, quantas opções de aulas têm em Higienópolis e nos Jardins (SP). Abraços e parabéns pelo seu sucesso,
Fernando Bisker – Miami-EUA
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EGITO MUI AMIGO !!!!

Três hotéis de Alexandria, a segunda maior cidade do Egito, se recusaram a receber um evento organizado pelo consulado israelense que celebraria os 61 anos da criação de Israel, comemorado neste mês. Segundo a imprensa egípcia, os hotéis tomaram a decisão por temer um boicote por parte de seus turistas árabes, seus maiores clientes. A imprensa também especulou que a realização do evento em Alexandria poderia provocar uma reação negativa em membros de facções palestinas que devem participar de um evento no Cairo para promover o diálogo e a reconciliação desses grupos. "Uma celebração israelense no Egito poderia desagradar alguma facção palestina e prejudicar os esforços do governo egípcio para este encontro", disse um jornal em seu editorial. Um deputado egípcio teria inclusive enviado uma carta ao Parlamento do país agradecendo publicamente os três hotéis por terem tomado a decisão.

Alexandria é um grande destino de turistas de várias partes do mundo, especialmente do Oriente Médio. Egito foi o primeiro país árabe a assinar um acordo de paz com Israel,em 1979, mas a relação entre os dois países sempre foi fria. Além de Egito, a Jordânia também possui relações diplomáticas com Israel, que possui embaixadas nos dois países árabes. O cônsul de Israel em Alexandria, Hassan Ka'bia, um árabe-isralelense, ficou frustrado em não poder levar adiante a celebração, viajando ao Cairo para protestar contra a decisão do governo egípcio. No ano passado, Ka'bia organizou a celebração pelos 60 anos do Estado de Israel e contou, inclusive, com a presença de políticos de Alexandria. O próprio presidente do Parlamento se viu envolvido em outra polêmica recentemente quando recebeu um convite para visitar o Parlamento israelense, o Knesset, mas jornais revelaram que ele não pretendia aceitar o convite. Sorour negou que tivesse recusado o convite, mas disse que só visitaria Israel se isso lhe fosse pedido pelo Parlamento do Egito. "Mas acho isso impossível porque o Parlamento condena as ações contra a paz feitas por Israel", declarou ele aos jornais. Ele explicou que só visitaria Israel se a paz fosse atingida e um Estado palestino fosse criado, com Israel desocupando os territórios ocupados. (BBC)
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URÂNIO DA VENEZUELA E BOLÍVIA

A Venezuela e a Bolívia vendem urânio para o programa nuclear do Irã, segundo um relatório secreto do Ministério de Exteriores de Israel que foi elaborado por ocasião da próxima Assembléia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA). A imprensa local afirma que o documento, de três páginas, analisa as relações do Irã com a América Latina, e destaca que a Venezuela e a Bolívia "fornecem" urânio para o programa nuclear de Teerã. O relatório acrescenta, como avaliação, que a intenção do presidente venezuelano, Hugo Chávez, com a venda do urânio é prejudicar a diplomacia americana em seus esforços de conseguir que o Irã submeta seu programa nuclear à supervisão internacional. O Ocidente, assim como Israel, teme que o regime de Teerã esteja desenvolvendo armas nucleares, mas o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirma que o programa do país tem fins pacíficos.

Em entrevista coletiva em Teerã, o presidente iraniano insistiu em que seu país não negociará a interrupção do programa nuclear. Oficialmente, o porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores de Israel, Yigal Palmor, disse à Agência Efe que seu Governo "não vai comentar o conteúdo do relatório", antes de se assegurar de que "é um vazamento que nunca deveria ter ocorrido". "Não era nossa intenção que acontecesse (o vazamento), e lamentamos que o relatório tenha ido a público", disse. A existência do relatório vem à tona vários meses depois que Venezuela e Bolívia romperam relações diplomáticas com Israel, em protesto contra a ofensiva militar deste país na Faixa de Gaza iniciada em 27 de dezembro do ano passado. No entanto, a deterioração em suas relações bilaterais se remonta há anos antes, e o Ministério de Exteriores israelense relaciona isso à progressiva aproximação de Caracas e La Paz a Teerã, e ao distanciamento entre os dois países latino-americanos e Washington. (EFE)
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ISRAELENSES PALESTINOS ???

Os palestinos consideram a possibilidade de que milhares de colonos judeus da Cisjordânia vivam dentro das fronteiras de seu futuro Estado, como ocorre no caso dos árabes que vivem em Israel. O negociador e dirigente palestino Ahmed Qorei disse em entrevista publicada pelo diário "Ha'aretz" que é possível deixar em território palestino os grandes blocos de assentamentos de Ariel, Ma'aleh Adumim e Givat Zeev. "Negociar a anexação do (assentamento de) Ariel é uma perda de tempo. Ma'aleh Adumim e Giv'at Ze'ev também devem ser parte da Palestina", disse o negociador. Nesses três assentamentos vivem dezenas de milhares de colonos, e Qorei acredita ser mais factível deixar em suas atuais casas, que enviá-los de volta a Israel, em um eventual acordo de paz.A postura israelense sobre as colônias mais povoadas na Cisjordânia é a de anexar seu perímetro em uma troca de território com os palestinos.

No entanto, Qorei assinalou que não há possibilidade de que Israel anexe essas colônias, porque "qualquer acordo deve garantir a continuidade territorial" do futuro Estado palestino. Segundo o negociador, em conversas com a ex-secretária de Estado americana Condoleezza Rice, e a ex-ministra de Exteriores israelense Tzipi Livni, comentou que "melhor que o melhor é que os moradores de Ma'aleh Adumim e Ariel fiquem em suas casas vivendo sob a lei palestina, como os árabes israelenses vivem entre os israelenses". "Eles poderiam ter nacionalidade palestina e israelense se assim desejarem", disse Qorei, que acredita que qualquer solução que deixe bolsões jurisdicionais israelenses no coração do território palestino é inviável. "Assentamentos israelenses no coração dos territórios (palestinos) serão uma receita para problemas", afirmou. (EFE) |
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REABERTA A FERIDA DA AMIA

A Suprema Corte da Argentina ordenou hoje a reabertura de parte da investigação sobre o atentado que, em 1994, destruiu a sede de um estabelecimento judeu de Buenos Aires e matou 85 pessoas, informaram fontes judiciais. A decisão do principal tribunal do país, adotada por maioria, permitirá que se continue com as investigações sobre a "conexão local" do ataque perpetrado contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia).

A Corte convalidou parte da investigação que o ex-juiz Juan José Galeano, que dirigiu dez anos os trabalhos sobre a "conexão local" do atentado, até ser destituído por "mau desempenho de suas funções", em 2005. Nesse sentido, a Suprema Corte ordenou o "maior esforço" para "chegar à verdade material" do ataque terrorista. O atentado contra a entidade foi o segundo dos ataques terroristas perpetrados contra judeus na Argentina, onde em 1992 explodiu uma bomba diante da Embaixada de Israel em Buenos Aires, causando a morte de 29 pessoas. |
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JOVENS SIONISTAS NO IOM HATZMAUT

Os movimentos jovens sionistas do Rio de Janeiro, coordenados pela Hagshama, promoveram uma bela festa de Iom Hatzmaut em homenagem aos 61 anos de Independência de Israel. O Salão Ben Gurion da Hebraica-Rio ficou lotado com grande predominância de jovens. Foram apresentados conjuntos de danças, filme sobre as conquistas cientificas e tecnológicas de Israel e, ao final, uma grande roda de dança.


Na foto os jovens organizadores do evento brindam com um “Le Chaim” ao lado da Secretária Municipal de Educação Claudia Costin, Léa Lozinsky-Presidente da FIERJ, Ministro de Meio Ambiente Carlos Minc, jornalista Osias Wurman e Luiz Mairovitz-Presidente da Hebraica-Rio. |
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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TURBULÊNCIA
Tudo leva a crer que o primeiro ministro Benjamin Netanyahu e o presidente Barack Obama chegaram a um entendimento mutuamente satisfatório quanto ao perigo do Irã produzir armas nucleares. Após as eleições iranianas de 12 de junho, Obama iniciará um “diálogo” com quem quer que seja o vencedor. No final de outubro, o governo dos EUA reportará ao de Israel se existe uma possibilidade concreta de um acordo verificável para a suspensão do enriquecimento de urânio por parte do Irã num futuro bem próximo. Caso contrário, e em grande parte devido à pressão dos países árabes pró-EUA, Obama aceitará “o direito de Israel de autodefesa preventiva”. Até outubro, pelo menos, Netanyahu concordou em não
agir abertamente.
Durante as conversações preparatórias para a visita de Netanyahu a Washington, eram quatro as divergências principais com relação às prováveis negociações entre israelenses e palestinos. Obama exigia que o novo governo de Israel (1) recomeçasse as negociações de Anápolis de 2007-8 para um acordo final, pulando as duas fases iniciais do mapa da rota de 2003, (2) desmantelasse imediatamente os 22 “postos avançados não autorizados” estabelecidos desde março de 2001, (3) interrompesse a expansão dos assentamentos, e (4) declarasse explicitamente a aceitação da “solução de dois estados”. Netanyahu livrou-se da primeira exigência ao aceitar o mapa da rota (aprovado pelo parlamento e, portanto, um acordo que compromete também o seu governo) mas não o processo de Anápolis (jamais submetido à aprovação do gabinete ou do parlamento). As outras três exigências, no entanto, fazem parte da fase 1 do mapa da rota. Netanyahu já havia concordado em remover os postos avançados “num espaço de tempo relativamente curto” a fim de facilitar a participação do partido trabalhista em seu governo e de evitar uma disputa com o sistema judicial de Israel.

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Antes da visita, Netanyahu conseguiu que o presidente Shimon Peres tentasse convencer Obama a permitir o crescimento natural dos assentamentos existentes em troca da não construção de novos – mas sem sucesso.
Durante a visita, Obama ouviu a argumentação de Netanyahu de que a sua aprovação do “mapa da rota para a solução permanente de dois estados” equivalia a um reconhecimento implícito de um estado palestino, cujos atributos ficariam sujeitos às negociações – e a questão do reconhecimento explícito foi deixada em banho-maria. Por outro lado, Obama declarou publicamente diante de Netanyahu que “os assentamentos têm de ser interrompidos para que possamos avançar". Na semana depois do encontro, Netanyahu despachou para Londres o ministro sem pasta Dan Meridor (conhecido como uma “pomba” dentro do partido Likud) para tentar negociar um acordo com o enviado especial americano George Mitchell – mas a resposta da secretária de estado Hillary Clinton foi categórica: “[Obama] quer ver uma paralisação [total] dos assentamentos - não de alguns assentamentos, não de postos avançados, não com exceções para o crescimento natural".
Na semana entrante chega aos EUA o ministro da defesa Ehud Barak, numa nova tentativa, para a surpresa de muitos, de convencer o governo Obama a permitir o crescimento natural “dentro dos limites atuais dos assentamentos”. É quase certo o seu fracasso. E como Netanyahu deverá resistir às pressões de Obama, pelo menos até o momento da verdade com o Irã, “ajustem seus cintos de segurança: estamos entrando numa zona de turbulência”.
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CHAVEZ TEME DEBATE COM INTELECTUAL

O presidente de Venezuela, Hugo Chávez, cancelou a transmissão de seu programa de rádio e televisão "Alô Presidente", pautado para sábado passado, com o que interrompe a cadeia de emissões transmitidas desde quinta-feira, informaram fontes da presidência. Chávez, que havia anunciado uma verdadeira "telenovela de quatro dias" para celebrar o décimo aniversário da emissão, transmitiu na quinta e na sexta-feira programas de aproximadamente seis horas cada.

Mario Vargas Llosa, um peruano considerado antissemita.
Para o programa deste sábado havia sido convocado, de início, um debate entre o presidente Chávez e o escritor peruano Mario Vargas Llosa que, depois, foi descartado pelo próprio mandatário. "Posso ajudar moderando, mas o debate é entre intelectuais e eu sou simplesmente um presidente, um soldado", disse Chávez no "Alô Presidente" de sexta-feira, ao ratificar que o diálogo deveria ser com os pensadores "revolucionários e socialistas".
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KASHERIZADA A HOSPEDAGEM DE BEBÊS

Um rabino deu sinal verde, pela primeira vez em Israel, para que uma judia ultra-ortodoxa seja mãe de aluguel, após constatar que ela não é "promíscua". A mulher, uma viúva do sul do país, dará à luz uma criança para um casal também ultra-ortodoxo que tenta ter um filho há 12 anos, como informou hoje a edição digital do diário "Yedioth Ahronoth". O casal exigiu que a mãe biológica fosse também uma judia praticante, para ter certeza de que "nos próximos nove meses o bebê cresça em uma atmosfera de santidade e pureza no ventre de uma judia".

O fato de ser o primeiro caso de mãe de aluguel no mundo ultra-ortodoxo judeu mostra as reservas entre seus membros e muitos rabinos diante da prática, que, para eles, se afasta das visões tradicionais de família e maternidade que guiam suas vidas. Apesar de os rabinos divergirem sobre o assunto, alguns temem que a prática degrade o conceito de maternidade, comercialize o corpo feminino, aumente as diferenças de classe ou, até, abra portas para alguma forma de adultério. A primeira mãe de aluguel receberá US$ 25 mil por seus serviços, embora ela insista que sua principal motivação é ajudar casais com problemas. Há anos, a viúva pediu ao Instituto de Fertilidade e Medicina, seguindo as regras da Halajá (lei religiosa judaica), que um rabino permitisse que ela exercesse a função de mãe de aluguel. "Ela recebeu a autorização do comitê especial do Ministério da Saúde e, assim que o casal apropriado for encontrado, o processo deve começar", explicou o rabino Menachem Borshtein, responsável pelo instituto.
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DEMOLIR OU RECONHECER?

O novo governo americano deve colocar os fatos em ordem cronológica e histórica para facilitar o bom entendimento. O que deve ser cobrado antes dos litigantes no O. Médio : o reconhecimento pelos países árabes da “Partilha da Palestina” da ONU, de 1947, ou a retirada israelense dos territórios ocupados durante a Guerra dos Seis Dias em l967? Os Estados Unidos querem que Israel pare de ampliar seus assentamentos em territórios ocupados sem exceção, disse na quarta-feira a secretária de Estado Hillary Clinton, prometendo que Washington pressionará seu aliado nesse sentido. Uma ação que tira da ordem cronológica os fatos que emperram a paz na região.

O presidente dos EUA, Barack Obama, que promete priorizar esse processo de paz, disse numa reunião no dia 18 com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que "os assentamentos devem ser paralisados a fim de que avancemos".
"O presidente foi muito claro quando o primeiro-ministro Netanyahu esteve aqui. Ele quer ver uma paralisação dos assentamentos - não de alguns assentamentos, não de postos avançados, não com exceções para o crescimento natural", disse Hillary numa entrevista coletiva ao lado do chanceler egípcio.
"Achamos que é dos melhores interesses para o esforço em que estamos envolvidos que cesse a expansão dos assentamentos. Essa é a nossa posição, isso é o que comunicamos muito claramente não só aos israelenses, mas aos palestinos e a outros, e pretendemos pressionar por esse ponto", disse.
"Crescimento natural" é o termo usado por israelenses para descrever a construção dentro dos assentamentos existentes, para atender às necessidades das famílias dos colonos. Os postos avançados são assentamentos menores, muitas vezes apenas um grupo de trailers habitados por poucas dezenas de pessoas, que se instalam sem autorização do governo israelense.
Netanyahu tem dito que a expansão resultante do crescimento natural irá continuar.
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SOTOMAYOR E OS JUDEUS AMERICANOS

Lágrimas e soluços demonstravam algo diferente quando Sonia Sotomayor aceitou na terça-feira a nomeação do Presidente Obama. Juntos na sala lotada estavam a família, amigos e colegas de trabalho de Sotomayor e também representantes de grupos judeus que consultaram com a Casa Branca sobre os potenciais substitutos de David Souter. A história da sua vida - filha de mãe solteira porto-riquenha do Bronx, NY, cujas ambições não conheciam limites – ecoava com uma comunidade que forjou uma história de triunfo de imigrantes em consequencia do modelo da luta de sucesso do judeu americano. "Era impossível não se comover com a sua história pessoal " disse Mark Pelavin, que é diretor associado do Centro de Ação Religiosa para o Movimento Reformista. "Olhar para a mãe lá sentada e pensar no que significa para ela e ao seu país - a combinação de alguém que cresceu em um projeto habitacional, que exerceu a função de juíza por um longo tempo, mas que também foi promotora pública, é uma combinação muito poderosa". "Foi emocionante", disse Sammie Moshenberg, que é Diretora do Conselho Nacional das Mulheres Judias (National Council of Jewish Women - NCJW) em Washington.

É de se notar que Sotomayor, de 54 anos, é uma figura de propaganda das fortes relações judaico-hispânicas. Em 1986, quando atuava como advogada privada, participou das primeiras visitas a Israel de lideranças jovens pelo Projeto Interchange (Intercâmbio) patrocinado pelo Comitê Judaico Americano (“American Jewish Committee - AJC). Sotomayor gostou do país, da sua cultura de imigrantes, da sua música popular fortemente influenciada por imigrantes judeus da Argentina e do Brasil - que ela visitou novamente em 1996, quando já era juíza federal, e recentemente se juntou num fórum sobre Projeto de Intercâmbio EUA-Israel sobre imigração. Neste processo, ela formou uma amizade duradoura com a fundadora deste Projeto de Intercâmbio, Debbie Berger e o seu marido, que assistiram em 1998 a sua posse como juíza de direito na Corte de Apelações de Manhattan. "Ela apreciou Israel não somente através de uma perspectiva intelectual, mas ela gostou da música e do povo" comentou Paul Berger ao JTA. Richard Foltin, que é o diretor legislativo para a AJC, disse que a sua formação teve importância sobre como a comunidade judaica iria recebê-la. "Devemos reconhecer a importância de ela ser a terceira mulher, e a primeira hispânica na Corte", disse ele. "E não há nenhuma discussão sobre suas impressionantes qualificações". Sotomayor vêm para o Supremo Tribunal com uma das mais longas carreiras de juiz na sua história, depois de ter pronunciado ou participado de mais de 3.000 decisões durante os 18 anos como juíza federal e de recursos.
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OBAMA E ABBAS

Na esperança de reviver os esforços estagnados para a paz no O. Médio, Barak Obama manteve na Casa Branca conversações com Mahmoud Abbas, 10 dias após a visita do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que permanece em desacordo com a superpotência aliada de Israel sobre os assentamentos judeus e o estado palestino. Obama deixou claro que iria continuar a pressionar Netanyahu, que havia desanimado Washington e os palestinos com a sua resistência aos pedidos para um total congelamento nas construções nos territórios ocupados da Cisjordânia. "Acredito firmemente numa solução de dois-estados ... Não podemos continuar à deriva ... Temos de colocar este assunto de volta aos trilhos" Obama disse aos jornalistas, quando Abbas , um moderado que é apoiado pelo ocidente porém enfraquecido pelo controle islâmico do Hamas da Faixa de Gaza, permanecia sentado a seu lado. Questionado sobre a posição israelense sobre a solução de dois Estados, Obama disse que pensa que é importante "pensar no melhor" especialmente porque a sua conversa com o primeiro-ministro Netanyahu "ocorreu apenas há uma semana atrás", e é muito cedo para pensar de outra maneira. Ele disse que tem confiança de que, se Israel olhar para os seus interesses de longo prazo, irá perceber que a solução da existência de dois Estados é do interesse dos israelenses, assim como dos palestinos.

Obama disse que iria discutir da mesma maneira a sua proposta para o processo de paz no Oriente Médio na próxima semana durante a sua visita ao Cairo, porque seria "inadequado" não fazê-lo. Mas também disse que também tinha planos para divulgar uma mensagem mais ampla com a finalidade de melhorar o sentimento de compreensão e entendimento entre os americanos e os muçulmanos ao redor do mundo, em parte, falando sobre a importância dos muçulmanos americanos na sociedade americana. Obama elogiou Abbas por trabalhar no sentido da unidade de governo, e se mostrava impressionado com a sua insistência perseverante que o novo governo mantinha aos princípios delineados pelos negociadores do Quarteto. Ele se recusou em especificar um prazo para o Estado palestino dizendo que não queria definir um "calendário artificial", mas acrescentou que partilhava os sentimentos de Abbas que "o tempo é a essência". George Mitchell está trabalhando para "dar início e impulsionar" o processo, disse ele.
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CADEIA PARA OS TRAIDORES

O Parlamento israelense aprovou, em primeira leitura, um projeto de lei que pune com um ano de prisão quem pedir o fim de Israel como "Estado judeu e democrático". A proposta, apresentada pelo partido de extrema direita Habait Haiehudi, foi aprovada com 47 votos a favor, 34 contra e uma abstenção. O texto tem como objetivo pôr fim a toda declaração contra Israel como "Estado judeu e democrático" que "possa levar a atos de ódio, desprezo ou falta de lealdade em relação ao Estado, a suas autoridades governamentais ou a seus sistemas legais".

Israel judaico, ame ou deixe !
Após a votação, teve início uma grande discussão entre o líder do partido árabe Balad, Jamal Zahalka, e o legislador Arieh Eldad, do União Nacional (extrema direita), que só terminou depois que aquele foi expulso do plenário."Muitos intelectuais no meio acadêmico que falam de um país para todos os seus cidadãos acabarão atrás das grades, de acordo com (Zevulun) Orlev (o autor da proposta), assim como líderes árabes e judeus que buscam a autêntica democracia em Israel. Orlev quer prender todos os que discordam dele!", disse Zahalka. Por sua vez, Afo Agbaria, deputado do comunista Hadash, o único partido misto do país, comparou a projeto de lei com as medidas legais decretadas pelo regime nazista.
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MORTO TERRORISTA DO HAMAS

Em resposta à ação de membros de grupo de elite da polícia anti-terrorista, que mataram na quarta-feira o líder do Hamas Abd el-Majid Dudin, um porta-voz do grupo culpou a Autoridade Palestina por suposta coordenação com o Estado de Israel. Dudin foi um líder do braço armado do Hamas na Cisjordânia e era o cérebro por trás de uma série de mortíferos ataques terroristas em Israel. "Este crime exige que a Autoridade Palestina proteja o povo palestino e parar de perseguir o Hamas" disse Fawzi Barhoum na quinta-feira à tarde. E acrescentou: "O governo extremista e terrorista de Israel vai pagar o preço por este crime e por todos os crimes que cometem contra o povo palestino e os seus líderes". Izzadin Qassam da ala militar do Hamas também emitiu uma declaração na quinta-feira, dizendo: "Essa morte é um novo crime contra um líder que enfraqueceu o inimigo sionista com operações contra as suas tropas". Na sua declaração jurou vingança e acrescentou que "estamos considerando várias opções de vingança para este assassinato. Nós iremos responder de forma adequada".

Ataque suicida contra ônibus civil em Jerusalém.
Dudin era um fugitivo durante 14 anos. Ele organizou, entre outros, um ataque contra um ônibus público em Jerusalém e um ataque semelhante em Ramat Gan. Na quarta-feira membros da elite da polícia com a cooperação da Brigada Yehuda do IDF foram à aldeia de Dura e quando chegaram à casa onde Dudin estava escondido abriram fogo contra seus seguranças e durante o tiroteio Dudin foi ferido e morreu. Nenhum membro das tropas israelenses se feriu nesta batalha. Fontes palestinas disseram à agência de notícias palestina Ma'an que durante a operação para a captura de Dudin, pelo menos 16 veículos militares entraram na aldeia de Dura. Dudin, de 45 anos, já tinha sido foi preso por um período pela Autoridade Palestina e sua casa no passado foi demolida uma vez por causa do seu envolvimento em atividades terroristas. Além da morte de Dudin, perto do Monte Hebron, as tropas do IDF prenderam na Cisjordânia e Vale do Jordão 12 palestinos fugitivos.
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UTOPIA O ESTADO PALESTINO ?

O Ministro para Assuntos Estratégicos Moshe (Boogie) Yaalon acredita que chegou o momento para Israel "se libertar do falso paradigma" da solução de "dois Estados". Yaalon falou na terça-feira aos Parlamentares do Knesset numa reunião dedicada a encontrar uma alternativa para a criação de um estado governado por uma Autoridade Palestina árabe. Embora a criação de um estado governado por uma Autoridade Palestina na Judéia, Samaria e Gaza, é percebida como uma necessidade, tanto em Israel como no mundo, este estado não resolveria o conflito Israel - Autoridade Palestina, afirmou Yaalon . De fato, ele disse, é duvidoso que exista a possibilidade da criação de tal estado, por motivo da relutância árabe e muçulmana de tomar qualquer medida que implique o reconhecimento do Estado de Israel ou que prejudique as reivindicações árabes sobre o território total do Estado de Israel. O erro de Israel está em aceitar discussões simétricas com a AP, afirmou Yaalon. Ele explicou que desde o começo das conversações Israel aceitou a idéia de um movimento nacional palestino tendo a AP como sua representante, enquanto que a AP tem resolutamente se recusado a aceitar o movimento nacional judaico do sionismo ou a idéia de uma pátria judaica na terra de Israel.

Além disso, enquanto que a AP exige que os árabes e muçulmanos sejam autorisados a viverem em Israel, o Estado judeu aceita que um Estado governado pela AP não teria cidadãos judeus, afirmou ele. E enquanto que Israel abre mão de questões cruciais, como o estatuto de Jerusalém e as fronteiras de um Estado da AP, esta recusa a conceder qualquer coisa. Também Israel está enganado ao assumir que a presença israelense na Judéia, Samaria e Gaza é a causa da tensão árabe - israelense, disse ele. Os ataques árabes contra Israel começaram bem antes da Guerra dos Seis Dias em 1967 quando Israel ganhou o controle dessas áreas, disse ele, e o objetivo real e concreto do mundo árabe não é um país nessas áreas, mas sim sobre as ruínas do Estado de Israel. Por este motivo, disse ele, a AP não está realmente interessada numa solução de "dois Estados".

O ex-presidente da AP, Yasser Arafat , promoveu uma guerra contra Israel, a fim de evitar a criação de um estado da AP ele acrescentou. "Há aqueles que argumentam que a AP pretendia estabelecer um estado nas fronteiras de 1967, mas não pôde fazê-lo" disse ele. "Eu digo que o problema não foi o de habilidade, mas sim de vontade". Se a AP não deseja um Estado independente na Judéia, Samaria e Gaza, e não vai aceitar tal Estado como a solução para os seus objetivos nacionais a solução de "dois Estados" não tem nenhuma chance para que a paz seja alcançada, ele concluiu. Israel deve desistir de tentar resolver os seus conflitos somente com a Autoridade Palestina e com o mundo árabe como um todo, afirmou Yaalon. "Eu firmemente acredito que não deveremos abordar o conflito israelense-palestino com a palavra 'solução' para um período futuro previsível" disse ele na reunião. "Em vez disso deveremos procurar "gerenciar as crises ou estratégias de longo prazo". Israel deve procurar uma solução a longo prazo ele acrescentou. No entanto, o processo da procura de uma solução deveria ser "de baixo para cima" e não "de cima para baixo". Em vez de ter esperanças que um acordo diplomático com a AP trará a paz e a segurança, a AP deverá provar que é capaz de se autogovernar antes da assinatura de um acordo diplomático, ele afirmou.
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OS 85 ANOS DO HILLEL

Oitenta e cinco anos atrás, em 1924, dois ricos e prósperos estudantes universitários judeus, F. Nathan Leopold e Richard A. Loeb, motivados pela filosofia Nietzcheana e determinados a cometerem o "crime perfeito" assassinaram brutalmente em Chicago um menino de 14 anos - Bobby Franks. Lideres da B'nai B'rith em Mobile, Alabama, chocados escreveram ao secretário nacional da B'nai B'rith, Leon Lewis, manifestando interesse no caso, e perguntado qual seria a resposta desta organização judaica. A resposta, em uma palavra, era "Hillel. "Esta nova organização de universitários, cuja criação Lewis caracterizou como "quase providencial", doravante iria fornecer aos estudantes judeus precisamente o tipo de iniciação à vida comunal judaica que Leopold e Loeb nunca tiveram.

Estudantes do Hillel participando de uma manifestação pelos judeus soviéticos em 1970.
Sabiamente a B'nai B'rith adotou o Hillel, em 1925, e patrocinou a organização por quase 70 anos. Hillel, que neste verão comemora o seu 85º aniversário, teve inicio independentemente em 1923 na Universidade de Illinois – e tinha desde o início como objetivo a atração de estudantes universitários judeus assimilados. "Os estudantes na sua maioria já estavam cheios e cansados de ouvir sobre o glorioso passado do nosso povo" relatou em 1928 um executivo do Hillel. "O estudante universitário quer aconselhamento exato e preciso sobre a moralidade sexual, sobre a vida judaica nos lares, atitude para com a sua garota, etc. Se não conseguirmos dar-lhes estes conceitos, faze-los entender que todos os tipos de judeus são aceitos, que não classificamos os judeus ortodoxos ou reformistas, então teremos falhado.” Sob a direção de Abram Sachar, que mais tarde foi o presidente fundador da Brandeis University, o Hillel se expandiu crescendo para mais de 100 unidades em universidades por toda a América do Norte. Significativamente muitas destas unidades foram abertas durante os dias escuros da Grande Depressão quando (e também como agora) o ensino superior parecia para muitos judeus a alternativa mais sensata para o desemprego.

Como naqueles dias, os judeus enfrentaram significativa discriminação social nos campus universitários e o Hillel lhes forneceu refúgio, um lar longe do lar, e se esforçou para suprir suas necessidades de integração social, cultural e religiosa. Após a II Guerra Mundial, graças em parte a programa governamental, o número de judeus em universidades aumentou significativamente. No entanto, o interesse da comunidade judaica americana sobre a vida universitária diminuiu. Como o apoio da B'nai B'rith diminuiu, os profissionais do Hillel predestinadamente concentraram suas atenções sobre a minoria dos estudantes envolvidos com o judaísmo, porém para o restante dos estudantes o Hillel se tornou irrelevante.
Sem fundos e com grande passivo, o Hillel estava mal preparado para resistir à tempestade cultural e política da década de 1960. "Numa idade em que os estudantes protestam contra os sistemas estabelecidos ( ‘establishment’), o Hillel era o símbolo dos sistemas estabelecidos", se queixou o Rabino Eduardo Feld, que era o diretor do Hillel na Universidade de Illinois. O Rabino Irving Greenberg caracterizou a vida universitária americana como uma "zona de calamidade pública para o judaísmo, à lealdade judaica e para a identidade judaica". Em meados da década de 1970 o Hillel estava admitindo a sua derrota. "Não estamos fazendo um bom trabalho em alguns locais", confessou o seu diretor nacional, Alfred Jospe. "Continuamos a ter orçamentos absolutamente inadequados para programas e muitas vezes completamente inexistentes. Jospe acrescentou que com uma "proporção de um assistente para 2000 ou um para 3000 e até mesmo um para 5000 alunos", o Hillel está "cruelmente curto de fundos”. Com a nomeação em 1988 de Richard Joel como diretor internacional teve inicio o renascimento do moderno Hillel.

No decurso do seu mandato Joel refez, re-energizou e modificou a organização. Tirando partido das preocupações da comunidade sobre a" continuidade judaica" ele lembrou os líderes judeus que "a universidade é uma etapa chave para a continuidade judaica e um dos principais pontos definidores para o futuro judaico". Sob a sua liderança, o Hillel se tornou uma organização independente, atingiu o maior número de estudantes do que qualquer época no passado, e levantou somas de valores sem precedentes e, atualmente guiada pelo Presidente Wayne Firestone, o Hillel adotou uma nova declaração de propósitos e um planejamento estratégico com o compromisso da organização para "melhorar e intensificar as vidas dos estudantes judeus que estão se formando ou já se formaram, para que eles possam melhorar e enriquecer a vida do povo judeu e do mundo. "Através do Taglit com viagens à Israel, uma justiça social alternativa e iniciativas educacionais nas universidades, o Hillel esforça-se para infundir o significado judaico na vida dos estudantes mais afastados da vida judaica.

O Hillel retornou às suas raízes como uma organização comprometida com os que têm carência de uma educação judaica e ao mesmo tempo continuando a ser adequada aos estudantes mais empenhados com o judaísmo. O Hillel comemora o seu aniversário num momento em que o maior grupo de estudantes da história judaica americana - os filhos dos ‘baby boomers’ – estão chegando aos campus universitários. Neste mesmo tempo, as fontes de financiamento da comunidade judaica, atingida pela desaceleração econômica e pelo escândalo Madoff, estão diminuindo drasticamente. Quando as comunidades em todos os lugares reavaliam as suas prioridades, as necessidades dos estudantes universitários judeus precisam ser lembradas. Oitenta e cinco anos após o caso Leopold e Loeb, que trouxe à luz as necessidades dos estudantes universitários judeus para a comunidade judaica, a missão do Hillel torna-se mais urgente do que nunca.
Jonathan D. Sarna- é professor de História Judaica Americana na Universidade Brandels e autor do “American Judaism: A History”.

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EVENTOS SOCIAIS

O Festival de Cinema Feminino (Femina), contará com a presença da cineasta israelense Ada Ushpiz. Seu filme documentário, Desert Brides, será exibido no Festival no dia 03/06 (quarta-feira), às 18h, na Caixa Cultural.


Durante o encontro com o secretário-geral do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, em Roma, os presidentes do Congresso Judaico Mundial e do Congresso Judaico Latino-Americano, respectivamente, Ronald S. Lauder e Jack Terpins, expressaram gratidão pela visita do Papa Bento XVI à Terra Santa. O grupo também foi recebido pelo primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi no Palazzo Chigi, em Roma, quando foram debatidos temas como o processo de paz no Oriente Médio, o programa nuclear iraniano, e o crescimento do antissemitismo na Europa.

Arte e literatura judaica no século XX

Horário: das 20h ás 21:30h. - Local: Auditório do CHCJ
03/ 06/ 2009 – A literatura de Bashevis Singer. Palestrante:Professora Bella Jozef
10/ 06/ 2009 – Leitura dramatizada dos textos de I.L.Peretz - Apresentado pelo ator Léo Wainer
17/ 06/ 2009 – O humor e a arte no judaísmo - Palestrante: Abram Zilberstein
25/ 06/ 2009 – Atelier de pintura - Palestrante:Solange Palatnik
29/ 06/ 2009 – Leitura dramatizada dos textos de Scholem Aleichem - Apresentado pelo ator Gilberto Marmorosh
Local e Informações: Confere-se certificado
Rua General Severiano, 170/ 6º. Andar.
Preço do curso: R$ 100,00
Sócios ARI e CHCJ: desconto 25%
Alunos e Professore: desconto 50%
Aula avulsa: R$ 25,00
Telefones: (21) 2156.0413 e 2275.7096
E.mail – chcj@uol.com.br Blog – http://chcj-rj.blogspot.com

Os 61 anos do Estado de Israel foram comemorados na noite desta terça-feira (26/5) pela Câmara Municipal de Porto Alegre. A data foi celebrada em Sessão Solene no Plenário Otávio Rocha, por solicitação do vereador Valter Nagelstein (PMDB) (27/05)


O KKL/RJ está revigora com sua nova administração liderada por Gerson Hirsch. Na foto o stand do KKL no evento de Iom Hatzmaut na Hebraica.





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DEVIDO AO GRANDE NÚMERO E TAMANHO DAS MATÉRIAS JORNALÍSTICAS DESTA EDIÇÃO, DEIXAMOS DE INCLUIR AS CARTAS DOS ESTIMADOS LEITORES, QUE VOLTARÃO NO PRÓXIMO NÚMERO.
ESCREVA SUA OPINIÃO PARA A RUA JUDAICA, A MAIOR TRIBUNA LIVRE E DEMOCRÁTICA DA COMUNIDADE.
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch,
Jerusalém - Daniela Nelstein, Israel - Beny Schipper
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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