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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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- Foram suspensas as buscas no rio Yarkon da menina de 4 anos desaparecida em Israel. |
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- Morreu aos 81 anos o pacifista israelense Abbie Nathan. |
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- Jornal árabe editado em Londres revela que Hezbollah recebeu mísseis iranianos de longo alcance. |
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- Forbes lista Tzipi Livni como a 52ª mulher mais poderosa do mundo. |
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- Manifestantes em Israel pedem liberdade para Shalit. |
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Osias Wurman
Jornalista
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Gestos Unilaterais
Desde 2005 o governo de Israel vem investindo no bom relacionamento com seus vizinhos. Mas até agora, os gestos de aproximação não tem recebido a recíproca desejada.
O então primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, “arrancou” unilateralmente 7.500 colonos israelenses da Faixa de Gaza, em 2005, e mais 20 mil soldados que ali estavam estacionados. Recebeu como recompensa saraivadas de foguetes Qassam contra território israelense. Mas a “gratidão” teve uma ousada escalada e, em 2006, terroristas do Hamas invadiram território soberano de Israel seqüestrando o soldado Guilad Shalit.
Nesta semana, Shalit “comemorou” seu 22º aniversário, no cativeiro. Preso há mais de 2 anos, esta foi a terceira vez que Shalit “aniversariou” em poder do Hamas.
Após o fiasco da troca de prisioneiros entre Israel e o Hezbollah, há cerca de 2 meses, o Hamas subiu a pedida para libertar Shalit. O raciocínio dos terroristas palestinos é pedir muito mais por um soldado vivo, do que foi trocado por dois soldados mortos, e já falam em liberdade para 1.000 palestinos presos em Israel.
Chegam noticias de que enquanto nada é resolvido, mulheres suicidas estão sendo treinadas em Gaza para agir logo após o fim da atual “trégua” nas fronteiras.
Por parte do Hezbollah, foi anunciada a intenção de realizar novos seqüestros de israelenses, em Israel ou no exterior.
O mais recente gesto de “good will”(boa vontade) do governo de Israel, contemplou o combalido presidente da ANP, Mahmoud Abbas, que ficou aborrecido com o crescimento político dos aguerridos movimentos Hamas e Hezbollah.
Foram libertados por Israel, no inicio da semana, 198 prisioneiros do Fatah, recebidos festivamente por Abbas em Ramallah, com as seguintes palavras de “gratidão”: “Nós não descansaremos enquanto não forem libertados todos os 10 mil prisioneiros palestinos que se encontram em Israel”.
De paz, ninguém falou nada!

Israel libertou 198 presos palestinos, enquanto Guilad Shalit “comemorava”
seus 22 anos de idade, no cativeiro do Hamas
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MARRANOS EM ISRAEL

Uma delegação de 16 Bnai Anoussim da Espanha, Portugal, Itália e França chegaram à Israel na semana passada. Bnai Anoussim (referidos como "marranos" pelos historiadores) são chamados os judeus europeus da área do mediterrâneo, que foram forçados pela Inquisição espanhola a se converterem ao catolicismo ou sofrer a pena de morte. Nos séculos XIV e XV, na época das expulsões em massa de judeus da Espanha e Portugal, os Bnai Anoussim lá permaneceram, onde continuaram a preservar em segredo a identidade e praticar a fé judaica. Como resultado, este raro fenômeno ainda permanece evidente até hoje, embora a Inquisição tenha investido enormes esforços durante séculos para erradicar esta lembrança. A viagem está sendo promovida pela organização Shavei Israel, uma entidade sem fins lucrativos, que tem o objetivo de fortalecer os laços entre o Estado de Israel e os descendentes de judeus ao redor do mundo. A organização atualmente está ativa em nove países e fornece assistência a uma variedade de comunidades diferentes tais como a Bnei Menashe da Índia, a Bnai Anoussim da Espanha e Portugal, n a América do Sul, os judeus Subbotnik da Rússia, comunidade judaica de Kaifeng na China e os descendentes de judeus que estão vivendo na Polônia, dentre outros. Na sua visita a Israel, os participantes do Bnai Anoussim viajarão através do país e visitarão lugares como Jerusalém, Túmulo de Rachel, Safed, Tiberiades, Haifa, Beit Shearim, Kibbutz Lavi e muito mais. Também terão cursos especiais sobre história judaica, cultura e religião, que estão sendo ministradas em espanhol e português, bem como aprender um pouco do hebraico. De acordo com o fundador e presidente da Shavei Israel, Michael Freund, nos últimos anos significativo número de Bnai Anoussim em todo o mundo começou a abraçar a sua herança judia e muitos estão procurando renovar os laços com Israel e com familias judias, depois de séculos durante os quais conservaram a sua identidade em segredo. "Esta visita à Israel por uma delegação do Bnai Anoussim é parte de um processo para forjar um relacionamento renovado entre pessoas judias e o Estado de Israel. Acredito que temos uma obrigação histórica e moral para contatar os Bnai Anoussim e ajudá-los tanto quanto pudermos", afirmou Freund. |
O grupo de Bnei Anoussim que visita Israel
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CHAVEZ HOSPEDA O HIZBOLLAH?

A sociedade estratégica que está brotando entre Venezuela e o Irã provocou temores em governos ocidentais de que o Hezbollah está estabelecendo um crescente número de células operacionais no país sul-americano, conforme publicação do “Los Angeles Times”, através do seu site da web na quinta-feira. Acredita-se que a organização libanesa shiita é uma dentre as várias entidades terroristas anti-ocidentais, assim como outras entidades não vinculadas a governos, que mudaram “pessoas e coisas” para a América do Sul, conforme relato de um perito sobre anti-terrorismo ao jornal. Funcionários do governo de Washington e de Jerusalém demonstraram preocupação que o Hezbollah esteja tirando proveito do relacionamento próximo entre os seus patronos iranianos e o presidente anti-americanista da Venezuela, Hugo Chávez. O LA Times informou que se acredita que o Irã tenha promovido atividades secretas na América do Sul em conjunto com o Hezbollah. O LA Times reportou que o Departamento de Estado americano acredita que agentes iranianos estão por trás dos dois ataques terroristas em Buenos Aires – a explosão por bomba em 1992 da embaixada de Israel em Buenos Aires e a explosão e destruição do Centro Comunitário Judaico AMIA em 1994. Ambos os ataques ocasionaram a morte de dezenas de civis e grande número de feridos. Novos relatórios de inteligência sobre as intenções do Hezbollah para seqüestrar israelenses em outros países motivou a Unidade de Contra-terrorista do governo israelense a emitir, na semana passada, um aviso aos viajantes, que foram alertados e aconselhados a tomarem precauções especiais. |

'Hizbullah tightens hold on Venezuela'
Aug. 28, 2008
JPost.com Staff , THE JERUSALEM POST

Os jornais israelenses de maior repercussão internacional, Jerusalém Post e Haaretz,
publicaram em suas manchetes a noticia.
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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UMA TRAGÉDIA EM CAPÍTULOS
Nem que quisesse, eu não poderia ignorar o caso que ocupa as manchetes dos jornais israelenses há uma semana. Um caso mais dramático e intrincado do que uma novela das oito. Mais aterrador do que um filme de Hollywood. Trata-se do desaparecimento de uma menina de 4 anos, Rose Pizam, aparentemente morta pelo próprio avô, Ronnie Ron, que admitiu ter jogado o corpo da menina, dentro de uma mala, no Rio Yarkon. A mala ainda não foi encontrada, o que dá alguma esperança aos que acreditam que a menina possa ainda estar viva. Mas poucos nutrem essa esperança.
A história é novelesca também porque a mãe de Rose, a francesa Marie Charlotte Renault, abandonou Paris o marido – Benjamin Pizam, fruto de um namoro rápido entre Ronnie Ron e uma moça francesa – para morar em Israel com Ron, que, além de avô de Rose, se tornou seu padrasto. Os dois tiveram mais duas filhas juntos e passaram a negligenciar Rose. De acordo com o depoimento do avô, Rose era problemática demais e ele a matou com um tapa durante uma viagem de carro na qual ela aparentemente se comportou mal.
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A doce e inocente
Rose Pizam
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Trocando em miúdos: o tal Ronnie Ron "roubou" a mulher do filho e se tornou padrasto da própria neta, a qual acabou matando. Eu disse que era complicado...
A vida e a morte de Rose têm sido destrinchados diariamente pela mídia israelense, que transformou o caso numa tragédia grega em capítulos. Os principais jornais dedicam dezenas de páginas ao caso e não economizam nas manchetes em letras garrafais, ao melhor estilho imprensa marrom. Eu não estava no Brasil na época do caso Isabella Nardoni, portanto não posso comparar. Mas, sem dúvida, os dois casos têm algumas semelhanças (e, claro, diferenças).
Não sei se, no Brasil, a imprensa também culpou as autoridades do próprio país pela morte de Isabella. Aqui, além do avô, da mãe e da bisavó de Rose (acusada de demorar muito – mais de dois meses – para denunciar o desaparecimento), os israelenses estão certos de que o Estado falhou em salvar a menina da morte. Apesar do fato de que Rose não estava inscrita em nenhuma creche, assistentes sociais deveriam saber que ela era mal-tratada pela mão/avô e que sumiu em maio. Deveriam ter feito algo. O ministro do Interior, Avi Dichter, chegou a fazer um mea-culpa público ao dizer que "a sociedade israelense não socorreu a criança quando ela precisava de ajuda".
Que a sociedade israelense se tornou mais violenta nos últimos anos ninguém nega. Mas talvez seja exagero usar esse caso como exemplo de falência do Estado. A meu ver, Rose foi vítima de uma família esquisita que poderia estar em qualquer país do mundo, em qualquer tempo. Infelizmente, há seres-humanos capazes de atrocidades que a maioria nem sonharia.
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CAIO BLINDER NO BRASIL

O renomado jornalista brasileiro radicado nos EUA, Caio Blinder, estará falando para jovens e adultos num evento promovido pelo Hillel-Rio, com divulgação da “Rua Judaica”. Será no próximo dia 13 de setembro, às 20,00 h, no Hotel Othon em Copacabana. Nesta única apresentação no Brasil, Blinder falará sobre palpitantes temas como “Olhar judaico das eleições americanas”. Blinder notabilizou-se nos últimos anos por sua apresentação no programa “Manhattan Connection”. Na mesa de honra estarão Arnaldo Bloch, jornalista, Arnaldo Niskier, academico, Jacob Dolinger, jurista, Michel Gherman, antropólogo,Paulo Geiger, editor e George Lipstein, presidente do Hillel. O mediador do evento será o jornalista Osias Wurman.
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Caio Blinder e seus companheiros dominicais de Manhattan Connection
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O VICE DE OBAMA
Obama e o vice Joe Biden |
Antes que anunciar a escolha do candidato a vice-presidência, Barack Obama disse que queria alguém que não somente lutasse ao seu lado, mas que fosse suficientemente leal para criar um relação de trabalho confortável. Ninguém sabia então que Obama tinha escolhido o seu colega de Senado dos EUA Joe Biden (D-Del) de 65 anos, mas a indicação do candidato democrata à vice-presidência se enquadra como uma luva com a comunidade judaica. O loquaz Biden, que é senador desde 1973, freqüentemente combateu as opiniões da comunidade pró-Israel, e com os próprios israelenses, particularmente em relação aos assentamentos.
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Mas tem um excelente registro em votações pró-Israel e, como Presidente do Comitê de Relações Exteriores de Senado, ajudou o andamento de legislações pró - Israel. Biden tem sido especialmente severo quando critica os Estados Unidos e Israel no fracasso ao apoio dado à Mahmoud Abbas em 2003, quando era o primeiro-ministro da Autoridade Palestina, e que tentava estabelecer uma base de poder a fim de desafiar o então Presidente Yasser Arafat. Abbas eventualmente foi colocado de lado por Arafat, permitindo que o líder palestino continuasse suas políticas de corrupção até sua morte, criando um vácuo que finalmente foi preenchido, em grande parte, pelos terroristas do Hamas. O filho de Biden casou-se com uma judia, mas o seu entusiástico interesse na região começou com a sua primeira visita como senador, pouco antes do Yom Kippur de 1973. Ele se encontrou com a então primeira-ministra de Israel, Golda Meir. Numa entrevista para a Shalom TV, no ano passado, quando ele lançou a sua pretensão à candidatura presidencial, Biden afirmou que ele saiu daquele encontro entendendo que "existe um laço entre a cultura, a religião e as etnias, que a maioria das pessoas não entende completamente. Isyo é único e é tão forte com os judeus por todo o mundo”. "Quando era um jovem senador eu dizia: Se fosse judeu eu seria sionista. Sou um sionista" ele afirmou. "Você não tem que ser judeu para ser sionista", complementou Biden. |
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A SAGA DE GOLDA MEIR

Um novo livro biográfico da inesquecível líder sionista Golda Meir está sendo lançado nos EUA pela editora HarperCollins, e tem 496 páginas. O título é Golda, e tem como autor o escritor Elinor Burkett. Golda, como a maioria dos fundadores do Estado de Israel nunca procurou o poder somente pelo poder. Era realmente acreditava. E se a sua vida pessoal foi prejudicada pela sua ambição, foi unicamente porque ela quis desesperadamente formar e moldar o Estado Judeu. Desde os seus primeiros contatos com o sionismo trabalhista, como uma jovem imigrante russa nos EUA, morando em Milwaukee, esta ideologia se incrustou à ela, como se fosse um vício. A sua mudança para a Palestina, em 1921, arrastando um relutante marido, Morris Meyerson, e a sua persistência através das provações e sofrimentos do trabalho árduo e humilhante numa vida de kibbutz, foi o primeiro testemunho do seu intenso desejo de viver o sonho sionista. Logo ela abria caminhos no movimento trabalhista e no poderoso sindicato, o Histradrut, projetando-se para o poder através do seu carisma e habilidade para levantar fundos. Ela tornou-se a melhor vendedora do sionismo, especialmente para os judeus americanos. Colocando o peso da culpa e fornecendo a inspiração, Meir podia obter fundos de uma platéia melhor que qualquer um. Ela sabia "onde os medos e os sonhos estavam enterrados, e o que fazia que as emoções vencessem os seus intelectos," Burkett escreve. |
Golda na ONU |
Em 1948, com o novo estado precisando desesperadamente de dinheiro para comprar armas, Meir, agora no círculo do poder, quase que sozinha salvou o Estado de Israel, levantando dezenas de milhões de dólares. O seu encanto charme exterior, sempre pronto com uma resposta espirituosa, era completado interiormente por estilo autoritário. Ela não trazia decisões cheias de nuances para os escritórios do governo que ela dirigiu nas décadas de 50 e 60. O seu período como chefe dos Ministérios do Trabalho e Ministério das Relações Exteriores, foi marcado em vez disso pela busca tenaz de metas, freqüentemente sem a consideração da realidade ou de ouvir pontos de vista opostos. O que não quer dizer que a sua inflexibilidade não levou a grandes êxitos. Ela deu a Israel um dos mais progressistas programas de Seguro Social do mundo Ocidental. Quando atuava como Ministra de Relações Exteriores, ela era supervisionada por David Ben-Gurion em negociações importantes com a Europa (especificamente, a construção do reator atômico em Dimona), e abriu um novo canal de diplomacia com a África, que pelos anos 60, foi um golpe simbólico para o Estado que se encontrava diplomaticamente encurralado.
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CENTENÁRIO DE ADOLPHO BLOCH
No próximo dia 8 de outubro será lembrado o Centenário de Nascimento de Adolpho Bloch, um dos mais importantes nomes na historia do judaísmo-brasileiro. Bloch notabilizou-se pela marca Manchete que produziu a primeira revista ilustrada brasileira e uma rede de TV de primeira qualidade.
Para marcar o centenário a diretoria do Clube Adolpho Bloch, capitaneada pelo presidente do Conselho Deliberativo Roberto Saulo Stryjer, e do executivo Mordechai Cymbal, estarão promovendo um almoço festivo em sua sede na Barra da Tijuca, no dia 19 de outubro, quando dez figuras que se destacaram na vida comunitária serão homenageadas com o premio Adolpho Bloch.
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Bloch no dia da inauguração da TV Manchete e na mesa da redação
com Anna Bentes e Osias Wurman
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O DINHEIRO NAZI
O “doutor” nazista Aribert Heim |
Um filho do notório médico nazista Aribert Heim afirmou que deseja que seu pai seja legalmente declarado como morto, para que possa controlar o seu dinheiro e doar parte dele para auxiliar a documentar o sofrimento que ocorreu num Campo de Concentração. Ruediger Heim relatou ao jornal Bild am Sonntag que o seu pai imitou o Dr. Morte, e encabeça a lista dos suspeitos mais procurados pelo Centro Simon Wiesenthal de caça aos criminosos nazistas. Ele reiterou que não teve qualquer contato com o seu pai desde que fugiu da Alemanha, em 1962, exceto por dois curtos recados deixados na caixa de correio da família. Entre 1962 e 1967, dois recados apareceram na caixa, e havia apenas uma única sentença escrita neles: 'estou bem'. Heim também disse que não tinha qualquer idéia se o seu pai,
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que agora teria 94 anos, está vivo ou morto. Ele informou ao jornal que está trabalhando com um advogado para que seu pai seja declarado desaparecido, e depois declarado morto, para que possa receber o controle de antiga conta bancária nazista. Disse que ele, o seu irmão e a sua irmã só descobriram em 1997 a existência de uma conta bancária no nome do pai. Se puder receber o controle do dinheiro, informou ao jornal, ele faria uma doação para ajudar a documentar o sofrimento no campo de concentração de Mauthausen,nas cercanias de Linz na Áustria, onde o seu pai trabalhou como médico do campo em outubro e novembro de 1941. Até agora os filhos de Heim não fizeram nenhuma reivindicação para uma conta bancária com 1,2 milhões de euros (1.78 milhão de dólares) e outros investimentos que estão no seu nome. Para fazer isto, eles teriam que apresentar provas que o pai está morto. |
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FIERJ E FROIEN FARAIN
Uma semana cheia de emoções para uma das mais notórias ativistas da comunidade israelita do Rio de Janeiro. No domingo passado (24/8) aconteceu a eleições da FIERJ, e Lea Lozinsky foi eleita a primeira presidente da entidade maior da comunidade judaico-fluminense. Sua chapa, formada pelos vices Jayme Salim Salomão e Marcio Milman, recebeu mais de 1.900 votos dos 2056 eleitores presentes. Lozinsky vai suceder a gestão 2006/2008 de Sergio Niskier. No próximo domingo(31/8), mais emoção na festa dos 85 anos do Froien Farain, onde Lozinsky dedicou décadas de trabalho, sendo a presidente da instituição até ingressar no executivo da FIERJ. Nestes 85 anos de vida, o Froien Farain notabilizou-se pela Casa de Recuperação, atualmente com 10 quartos, e o Lar Geriátrico com 30 unidades, usados por idosos com comprometimentos ou necessitando de cuidados personalizados. A mais recente conquistado FF é a Residência Assistida Israelita, um orgulho para toda comunidade, que serve para dar vida nova às pessoas confinadas em clínicas psiquiátricas.
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Lea Lozinsky na eleição para FIERJ e com a diretoria do Froien Farain
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de
Nova Iorque |
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CHAPA OBAMA-BIDEN
Tradicionalmente, vice-presidentes dos EUA não têm influência significativa nas decisões do governo. “A uma batida de coração da presidência”, como se costuma dizer aqui, são relegados a representar o presidente em cerimônias, especialmente funerais. Como presidentes do senado, têm direito apenas a um raro voto de desempate. Uma notável exceção é o atual vice-presidente, Dick Cheney, acusado por seus inúmeros detratores de ser a “eminência parda” do presidente George W. Bush.
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Cheney havia sido chefe de gabinete do presidente Gerald Ford, deputado federal durante 12 anos, secretário de defesa durante a Guerra do Golfo, e presidente da empresa Halliburton durante 5 anos. Incumbido pelo então candidato Bush de sugerir-lhe os melhores vice-presidentes potenciais, indicou o seu próprio nome – e Bush concordou. Após o 11 de setembro, sua vasta experiência em questões de segurança nacional e política externa, assim como a sua visão mundial totalmente consistente com a de Bush, elevaram-no à função de principal conselheiro do presidente.
Barack Obama, que baseou sua campanha presidencial na promessa de uma “nova política”, acabou escolhendo como companheiro de chapa um “velho político”, o atual presidente da comissão de relações exteriores do senado Joe Biden (6 anos mais jovem e com 9 anos a mais no congresso que John McCain),. O motivo principal: contrabalançar a inexperiência de Obama, especialmente diante dos desafios que representam o Irã, a Rússia, o Paquistão – além do Iraque e do Afeganistão. Traz também as vantagens de ser um bom debatedor, hábil no ataque contra seus oponentes, católico de ascendência irlandesa (mas nem por isso antiaborto), natural do importante estado da Pensilvânia e criado numa família da classe média. Sua maior desvantagem é não ser Hillary Clinton.
Segundo Zalman Shoval, ex-embaixador israelense em Washington, “Biden é um amigo de Israel – mas aquele tipo de amigo que sabe mais o que é bom para Israel do que o governo democraticamente eleito de Israel”. Circula na internet que em 1982, numa discussão pública com o então primeiro-ministro Menachem Beguin, Biden ameaçou cortar a ajuda econômica dos EUA caso Israel não congelasse os assentamentos na Cisjordânia. Em 1990 votou contra a decisão de expulsar o exército de Saddam Hussein do Kuwait. Vem há muito preconizando um “diálogo incondicional” com o Irã, e em setembro de 2007 foi um dos 22 senadores que votaram contra a emenda que declarou a Guarda Revolucionária do Irã uma organização terrorista, chegando a ser publicamente elogiado por um aiatolá ligado ao líder espiritual iraniano Ali Khamenei (Hillary Clinton votou a favor e Obama não compareceu à votação).

Moshe Dayan escreveu que, em sua primeira visita à Casa Branca como ministro do exterior em 1977, “minha conversa (com o presidente Jimmy Carter e o vice-presidente Walter Mondale) durou quase uma hora e foi bem desagradável. ... Carter, e Mondale mais ainda, lançaram várias acusações contra Israel ..., não fazendo nenhum esforço para disfarçar a sua cólera. ... Eu também estava furioso. ... O que me deixou mais ressentido foi o papel desempenhado pelo vice-presidente Mondale (considerado um amigo de Israel) ... Cada vez que o presidente se acalmava e mantinha um diálogo mais moderado, Mondale se intrometia com novas acusações que atrapalhavam a conversa. Fiquei enojado”. Esperemos que Biden se comporte de forma diferente.
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MINISTRO FUX NA ACADEMIA

O jovem carioca e Ministro do STJ, Luiz Fux, tomará posse na Academia Brasileira de Letras Jurídicas, entidade maior do mundo jurídico de nosso país. O evento será no dia 1º de setembro, às 17 horas, no auditório do Instituto dos Advogados Brasileiros no Rio de Janeiro. Fux tem vasta obra literária dedicada ao direito e adotada como livro base nas universidades brasileiras.
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O futuro imortal Ministro Luiz Fux
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CASAMENTOS EM ISRAEL

O Escritório Central de Estatística de Israel publicou estatísticas sobre os casamentos no país. O número de casamentos judeus está crescendo assim como a idade para o casamento, embora não em todos os segmentos da sociedade. O número de casais judeus que casaram em cerimônias religiosas reconhecidas em Israel, em 2006, foi de 33.880, num aumento de 8,3% em relação ao ano anterior. No entanto, o número de novos casais muçulmanos foi de 9.273, um aumento de 12%. A idade média de casamento para os homens judeus foi de 28,2 anos, em comparação com os 26,4 anos para os muçulmanos. Entre mulheres, foi de 25,7 anos para as judias e 20,8 para as muçulmanas. A solteirice torna-se mais predominante na sociedade israelense. Em 1986, 38% dos homens entre as idades de 25 a 29 anos eram solteiros, e esta percentagem aumentou para 57% em 2006. Na Noruega, o mesmo indicador é de 58%, e na Itália é de 80%. Entre mulheres com idade de 20 a 24 anos, 70% eram solteiras em 2006, em comparação com 74% na Noruega e perto de 90% na Itália e na Grã-Bretanha. Um relatório da ‘Globes’ informa que as agências de viagens e sociólogos notaram uma tendência dos solteiros entre 30 a 35 anos de “largarem tudo”, viajando por vários meses para o Extremo Oriente. Por outro lado, uma tendência oposta foi notada em alguns círculos de religiosos-sionistas em Israel. Casamentos de noivas com 18 anos e noivos com 19 não são mais incomuns, e esta questão tornou-se uma questão de discussão pública. Alguns rabinos expressaram ceticismo, e mesmo objeções à esta tendência, enquanto que outros calorosamente a apóiam.
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A permanência de dois anos no exército também atrasa o casamento das israelenses
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ABBAS QUER MAIS

O Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, afirmou que rejeita a idéia de que os refugiados palestinos que vivem no Líbano sejam forçados a ficar lá permanentemente. Ele enfatizou que todos os palestinos deveriam ter o direito de retornar ao lar. Quando se trata das facções palestinas armadas, entretanto, Abbas diz que apóia quaisquer decisões que o governo libanês tome em relação aos militantes que se encontrarem fora dos campos de refugiados. Abbas falou aos repórteres, na terça-feira passada, na capital do Líbano, Beirute. Cerca de 400.000 refugiados palestinos e seus descendentes vivem numa dúzia de acampamentos de refugiados no Líbano, que foram montados quando da criação do Estado de Israel em 1948.
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Abbas e o presidente do Líbano |
Muitos libaneses também se opõem ao re-assentamento permanente dos refugiados palestinos, com receio que poderiam prejudicar o delicado equilíbrio sectário do país. Mas ninguém fala dos refugiados judeus que foram expulsos dos países árabes, onde viviam há séculos, após a criação do Estado de Israel.
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STERN NA INGLATERRA
O jornal judaico inglês Jewish Chronicle publicou importante matéria sobre a sucessão na mega-joalheria brasileira H. Stern. Segundo o jornal, o mercado varejista da Grã-Bretanha sofre com o aperto no crédito que afeta a confiança dos consumidores,mas Roberto Stern, que é o diretor do império global da joalharia H. Stern, espera enfrentar esta tendência. Assim como quando o Sr. Stern, cujo pai já falecido, fundou esta marca que leva o seu nome há 63 anos, ele acredita que agora é uma época oportuna para fortalecer a sua presença no Reino Unido. Ele recentemente inaugurou loja com a sua marca na Harrod’s , bem como oito outras loja no Reino Unido. Roberto, de 45 anos, que tem sua base no Brasil informou ao “JC Business”: "Como uma marca global, naturalmente gostaríamos de ter uma presença ainda maior no Reino Unido, com pontos de venda adicionais em mercados fora de Londres, assim como outra loja principal". Ele menciona a Sloane Square e a New Bond Street como preferências pessoais. Agora não é uma época arriscada para montar uma loja tendo em vista o atual clima econômico? "Nós não temos verificado impacto significativo nas discussões sobre recessão nas vendas. E alguns mercados prosperam como os do Brasil, México, Dubai e Rússia". Ele adiciona: "Nos EUA turistas de todo o mundo tiram proveito do dólar mais fraco para fazerem as compras". Existem atualmente 165 lojas H. Stern, com mais de 170 pontos de venda adicionais em 32 países, incluindo Israel. Ele cita o Shopping Iguatemi em São Paulo como a loja mais ocupada, e a da Quinta Avenida em Nova Iorque e a de Paris, que atraem grande número de visitantes. Ele afirma que a nova loja na Harrod’s tem o potencial de atingir altos números semelhantes.
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Roberto, carioca de 45 anos, lidera a cadeia internacional de joalherias H.Stern |
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KIBUTZ UTOPIA
O Parque Utopia de Israel localizado no Kibbutz Bachan, próximo de Netanya, reproduz um ambiente tropical de selva mostrando orquídeas, plantas carnívoras, plantas tropicais e uma exuberante fauna. Mas não é somente sobre plantas a temática do kibutz. Os 40.000 metros quadrados do Parque Utopia incluem um jardim interno com uma floresta tropical, um parque ao ar livre, e um centro de jardinagem, cada um dos quais tem uma coleção de fauna rara e atrações para a família, além de dois labirintos, um clássico feito de arbustos, e um labirinto de túneis.
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O parque ao ar livre tem uma fonte musical de água e um jardim das borboletas, num ambiente especialmente controlado

As crianças podem brincar no pátio de recreação ou na área de filhotes que tem ovelhas, bodes, coelhos e galinhas

No Parque das Orquídeas, elas crescem numa recriação de uma floresta tropical, além de uma das maiores coleções de plantas carnívoras do país

A entrada para a área da floresta tropical é através de uma grande caverna e dentro existem cascatas, pequenos lagos com peixes e pontes

Existe também uma grande variedade de fauna e uma grande gaiola com pássaros que os visitantes podem entrar e andar entre faisões, papagaios, pavões, e outros pássaros

Isto também é Israel ........
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ESPAÇO SOCIAL

TRIBUNAL DA HISTÓRIA - Volume II





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Nota da Redação- Esta semana batemos o recorde de correspondência recebida. Entre mensagens e votos da pesquisa, foram mais de 170 emails.
ARTIGO EM O GLOBO: EDUCAR E ECONOMIZAR
Osias,como sempre, muito bom e oportuno.
jacksohn grossman-dir.jurídico da fierj
Prezado Osias. Faço algumas observações complementares sobre o seu artigo no Globo.
- A Petrobras independente de governos sempre foi uma empresa eficiente, desde seu nascimento na década de 50. Em alguns Governos ela andou mais rápido em outros mais lentamente.
- No inicio do Governo Lula, unificou-se as empresas Petrobras, uma das mais rendáveis era a BR Distribuidora, tudo em função de uma nova política, pq agora vão fazer outra empresa?
- Outro dado que vc deve estar sabendo, que a estória que o Brasil é auto suficiente em petróleo anunciado antes da eleição, foi um jogo de cena. O Brasil continua importador de petróleo com fortes compras no mercado internacional
- Os números de americanos eu vão perder sua casa é pequeno em relação aos que vão ficar com as suas casas. Aqui no Brasil pode acontecer o mesmo, mas muitos ficarão com suas casas.
- Olho que o problema do Brasil é a onda de consumismo, já li que 40% dos que recebem a bolsa família gastam o recebimento em outras finalidades que não a comida.
- Por ultimo, a USA tem uma coisa que estamos longe de ter, como criar leitores, freqüentadores de cinema e teatro e interesse na população em ciência e esporte. Nosso presidente já afirmou que não gosta de teatro e que só leu um livro. Será que estamos mais uma vez dando oportunidade do nosso povo ficar gastando seu dinheiro em bugigangas chinesas? Dutra fez o mesmo com a indenização de guerra, agora....
Parabéns pelo seu excelente trabalho jornalístico, Cordialmente
Hilton Kauffmann
Caro Osias:Sou um leitor assíduo do jornal Notícias da Rua Judaica. Gostei da matéria "EDUCAR E ECONOMIZAR" vinculada no Jornal O GLOBO, principalmente na valorização do trabalho da Petrobras, empresa onde trabalho. Abraço,
Fernando Lachaitis Dimarzio
Brilhante OSIAS, Permita que o felicitemos pela (dentre outras) magnífica reportagem veiculada no jornal "O GLOBO" -edição de 22/8 9.Na oportunidade, agradecemos a remessa de NOTICIAS DA RUA JUDAICA, e colocamo-nos à sua inteira disposição. Atenciosamente,
SAMUEL e RUTH MILLER-Brasília/DF
PESQUISA SOBRE ATAQUE DE ISRAEL AO IRÃ
Vamos enxergar as ameaças iranianas pelo lado bom.Nunca,em tempo algum,houve tão grande unanimidade européia contra um país inimigo de Israel e dos judeus.Cada vez que esse "erro genético " se pronuncia, mais a opinião mundial se coloca à nosso favor.Não vamos agradecer,porque aí seria demais ,mas que é um tiro no pé (diplomático) perfeito ,sem sombra de dúvida o é. Nem nas tramas mais perfeitas do Mossad e do Shin Beit conseguiu-se essa façanha sem derramamento de uma só gota de sangue ...por enquanto.
Ethel W Guerstein.
Israel deve criar uma rede de alianças, inclusive com países vizinhos, para que outro país ataque as instalações nucleares iranianas. Por exemplo, os EUA. Israel pode dar apoio logístico e de inteligência, mas não participar diretamente da ação. Isso colocaria os países vizinhos contra Israel, pois estes enxergariam Israel como uma ameaça também para si. Se os EUA atacarem passará a idéia de proteção aos vizinhos do Irã, pois estaria pondo fim a pretensões imperialistas regionais do Irã, que assusta muito o Oriente Médio.
Benevolo
Votei pela "BOA " afim de começar a estudar possibilidade da ação levando em conta os pros e contras para quando uma vez aprovado o projeto for totalmente seguro para Israel. Não se pode mover em areias movediças, principalmnete quando um novo hitler esta enacabeçando o plano de destruição de Israel. Por outro lado também Israel não deve esperar pela ofensiva do declarado terrorista.
Ritka
Já que ninguem faz nada,não resta outra alternativa.
Henrique Scharfstein
Com certeza tem que estudar tanto atacar, quanto se defender. O que não quer dizer que tem necessariamente que atacar. Creio que a jogada seja sempre ser forte o suficiente para não ousarem atacar Israel.
Tuli Lerner de Berredo
Qualquer ameaça ao Estado Judeu deve ser repelida de imediato e com extremo rigor.Isto nos posiciona frente aos inimigos e demove aqueles que pensam estarmos adormecidos.Como sempre com a precisão cirúrgica inerente ás operações do IDF.
Júlio Oliveira
A exemplo do que já foi feito em relação ao Iraque ( década de 1980 ) e, recentemente, em relação à Síria, acho plenamente admissível, viável, possível ( questão de sobrevivência) que Israel se proponha, em futuro breve, a destruir tal arsenal nuclear ( arsenal nuclear do Irã ), controlado por fanáticos irresponsáveis.... , saudações,
Flavio Schechter
Israel já deveria ter varrido do mapa as instalações nucleares do Irã! Por que deixar o monstro se tornar-se gigante para pelejar com ele se é muito mais fácil derrotá-lo enquanto ele ainda está em fase de crescimento? Israel hesita demasiadamente e o GRANDE SATÃ IRANIANO cresce em estatura e imprudência contra o estado judaico, contra o povo judeu e contra os princípios democráticos.É chegada a hora de Israel dizer BASTA!
JUSCELINO PESSOA
A cada dia que esperamos a possibilidade de um ataque surpresa para atrasar o desenvolvimento de artefatos nuclear torna se mais difícil e complicado. Neste momento a reação mundial frente a um ataque Israelense ainda pode ser controlável
Sami Leopold Goldstein
Se Israel não tivesse atacado a usina do Iraque me 1981,o que teria acontecido me 1991 ? Será que a história não está querendo se repetir? Primeiro foram os Medos, agora os Persas.Duas nações milenares inimigas de Israel.Excetuando-se Ciro, Dario,Xerxes e Artaxerxes.Com algumas resalvas. A ONU não significa mais nada de bom para Israel. O mundo deveria ser grato pelo que Israel fez à Usina Nuclear de Osirak
Nunes Evangelista
É UMA SITUAÇÃO COMPLICADA DO TIPO. SE FICAR O BICHO PEGA...SE CORRER O BICHO COME. OS ARABES E ASSOCIADOS.NÃO ENTENDEM UMA LINGUAGEM PACIFICA.. ISRAEL DEVE ESTAR PREPARADO PARA SE DEFENDER E SE FOR O CASO ATACAR, OBVIAMENTE DE ACORDO COM PAISES ALIADOS. O IRÃ É UMA AMEAÇA..NÃO SÓ PARA ISRAEL COMO TAMBEM PARA O MUNDO OCIDENTAL,SHALOM
JOSÉ GOIFMAN
Acho boa essa iniciativa, desde que seja estudada conjuntamente com nações que dêem apoio à Israel.Todas as medidas preventivas são melhores que as curativas.O consenso é fundamental.A liderança radical do presidente do Irã exclui a opção de diálogo.
Luiz Rozman
Quando o inimigo é declarado e cruel,devemos tomar a iniciativa de remover o entulho.Portanto a resposta é BOA.Um abraço,
Isack Goldman
Antes que seja tarde, pois a aliança com a Russia pode ajudar o Irã c/ seus intentos
João Razen da Silva
Esta decisão de atacar as instalações do Ira vai provocar uma guerra infernal. Mas qual é a opção? Ficar que as coisas aconteçam que nem em 1938?
Yariv Kalujny
"Estudar a hipótese" a essa altura do campeonato? O Israel que eu conheço, já teria atacado. Agora, o que aí está...
A.Jordan
Caro Osias, Eu não entendo o por que, da elite estratégica dos militares israelenses, ainda não ter varrido do mapa, as instalações militares iranianas! Estão esperando, talvez , um novo holocausto?
Heladio Teles Duarte- Crato - Ce - Brasil
Shalom,Na minha opinião Israel tem que acabar com eles pois o mundo não está fazendo nada para isso, e o prejudicado será Israel, e ninguem vai ter pena de nós, nem os EEUU que se dizem nossos amigos.Eu sei que se isso acontecer, de Israel atacar o Irã, todo o mundo vai falar, porem é melhor falar mal por algum tempo, do que esquecer que existiu um pais.O mundo não quer e não faz nada contra os muçulmanos, não por humanidade e sim por medo, pois em quase todos os paises os muçulmanos se proliferam como ratos e com isso os paises tem medo de atentados, e nós aqui em Israel não temos medo, pois é essa a nossa vida. Estamos lutando contra eles a dezenas de anos e vamos continuar,´pois na minha opinião não haverá paz, nem daqui a 500 anos.
Harry Borensztejn
Acredito que está mais do que na hora de mostrarmos que não estamos contentes com a política mundial, e com a indiferença dos governos. Precisamos (infelizmente), mostrar que não estamos como indefesos e fraquinhos a mercer do que quiserem fazer conosco.Falam mal de Israel; dizem que judeu bom é judeu morto, carregam bandeiras antisemitas, e ninguém faz ou fala nada, porém quando nos defendemos o mundo inteiro nos acusa, que diferença faz se atacamos ou não?A verdade é, que se não fizermos nada morremos, se fizermos alguma coisa somos cruéis. Bom..... Entre morrer ou se defender, o melhor é se defender.Sou plenamente a favor de que Israel ataque, não é só porque estou aqui no brasil, pois tenho parentes e amigos lá em Érets, mas já cansei de chorar amigos que se foram por causa de terrorismo e antisemitismo. Retaliação já! Chalom Umeborakh!!!!
Paulo Araujo de Oliveira
Eu acho que já devia ter atacado.
Eliezer Abensur - Manaus/AM
As comunidades judaicas no Brasil, representadas pela CONIB e suas Federadas tem como um de seus princípios, não tomar atitudes que de alguma maneira possam significar a importação do conflito do Oriente Médio para o nosso país, onde vivemos em harmonia com as comunidades árabes. Salvo melhor juízo, penso que a pesquisa que é colocada na edição de 24/08 vai em sentido contrário a este sentimento.Respeitando a independência e a democracia das diferentes opiniões, imagino existir inúmeros outros assuntos que possam contribuir para a qualificação cada vez maior deste importante veículo de comunicação de nossa comunidade.
Zalmir Chwartzmann-Porto Alegre-RS
ASSUNTOS GERAIS
Caro Osias Wurman, Eu gostaria de corrigir uma informação que encontrei na sua ultima edição do boletim de noticias da rua judaica numero 83. Um dos quadros exibido, possuído pelo Museu Guggenheim, "Le Moulin de la Galette" foi pintado pelo Artista Francês Pierre-Auguste Renoir no ano 1876, seja três anos depois do quadro"Impression. Soleil Levant" de Claude Monet, quadro com o qual começou o movimento Impressionista, e não pelo Pablo Picasso.
Franck Albert ZAOUI-Historiador de Arte e Corretor de Antiguidades
Presidente Osias, muito perspicaz o seu comentário no programa Comunidade na tv Assisti e realmente, como amigo do Estado de Israel, acho que Hatkiva é a palavra certa.
Daniel Tosta
Prezado Colega Osias,como vai?Em primeiro lugar quero muito parabenizá-lo pelo Notícias da Rua Judaica, que, com certeza, já faz parte de nosso dia-a-dia como importante ferramenta de informação para o público em geral e também para nós, comunicadores.Gostaria de pedir uma força na divulgação de uma notícia cujo release segue anexo. Estamos coletando manuscritos do Shoah de pessoas que passaram pelo Holocausto e hoje vivem no Brasil para uma iniciativa mundial presidida por Elie Wiesel.Segue anexo o release, mas qualquer coisa, por favor, entre em contato comigo!Ficam aqui os meus votos de saúde, paz e sucesso para você e o Notícias da Rua Judaica,muito obrigada
SANDRA SARUE COMUNICAÇÃO-(11) 9122-3496
Prezado Jornalista Osias Wurman, As Notícias desta semana não são nada alegres.
1 - Os roubos dos Sefarim em New York.2 - Os terroristas da Síria.3 - Os terroristas do Irã.Que D-us nos ajude e nos proteja.
Marc Grassiano
Gostaria de saber, caso tenham conhecimento, se existe alguma organização, judaica ou não, que se encarregue da defesa jurídica dos judeus em cumprimento de pena nas prisões brasileiras, e que não possuam advogados particulares. Interessaria ter conhecimento, caso existam dados, da quantidade de judeus no cárcere.Grato pela atenção,
Jose Luis Kris
Osias, parabéns por seu jornal. Interessante ler sobre a reportagem do supermercado Kosher em NY, enquanto o Brasil ainda não tem esta facilidade, gostaria de avisar que em S.Paulo, uma organização chamada BDK trabalha na checagem de produtos que são vendidos em supermercados normais, supervisionando e autorizando para o consumo como produto Kasher centenas de produtos, sem a necessidade do consumidor pagar mais por isso ou ter que ir a um supermercado Kasher. Veja nestes 2 websites que já existem mais que 1000 produtos liberados. www.bdk.com.br e www.lkp.com.br .
Fernando Bisker
O senhor José Cláudio Codeço Marques está equivocado quando afirma que muitos judeus acreditaram no século I que yeshua(jesus) fosse o Mashiach.Ele se baseia no Novo Testamento,e não em fontes históricas para afirmar isso.Que me desculpem os cristãos,mas não existe qualquer prova histórica séria de que jesus tenha existido.No passado, os cristãos convertiam à força os judeus;como não têm o poder para fazerem isso hoje,tentam converter os judeus usando argumentos falsos.Ser judeu e crer em yeshua(jesus) é algo imcompatível."Yeshua" não cumpriu os pressupostos que o Mashiach deveria cumprir;as guerras continuam acontecendo,boa parte dos yehudim continua vivendo na Diáspora e o Templo não foi reconstruído,somente para citar alguns.
Alexandre Calina
Prezado Osias,há muito tempo recebo suas notícias (desde seu período como presidente da Federacao) ; esta resenha é muito boa, parabéns.
Bernardo Kogan ,São Paulo.
No período de 10 a 13/09/2008, na cidade de Curitiba - PR, se realizará o 7º Colóquio de Transformações Territoriais, no Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná - UFPR. Entre os trabalhos a serem apresentados, consta na Mesa Temática nº 5 - Patrimônios, culturas e identidades no desenvolvimento territorial o seguinte trabalho: "O Desenvolvimento Territorial de Philippson: os judeus de Santa Maria - RS - Brasil", de Maria Medianeira dos Santos.Página do evento:www.geografia.ufpr.br/7coloquio
Jorge Bastos Furman
QI da Loja Barão Hirsch. Ontem à noite a reunião foi perfeita na organização para receber a socióloga Dominique na FIRGS. A abertura e condução da atividade foi realizada com brilhantismo pela QI Matilde. A palestra abordou uma biografia de nosso patrono com fatos interessantes sobre a sua atividade e personalidade. Anexo a nossa saudação realizada em nome de nossa loja.BFH
HP Sergio Zylbersztejn-Porto Alegre-RGS
Recebi remetido pelo e-mail osiaswurman um convite do Hilel para uma palestra do Sr Caio Blinder.Gostaria de receber o endereço físico ou eletrônico do Hilel para lhes propor um curso de escrita criativa algo como "como escrever um livro/roteiro eletrizante com facilidade". Agradeço se este dado puder me ser remetido. Atenciosamente,
Rabeno Ronnie Hemsi
Obrigado pelo convite. HILEL RIO.CAIO BLINDER. Bem que gostaria, mas, não tenho possibilidades no momento. Continue enviando mensagens da notícias da rua judaica para o meu E-MAIL, e por favor responda-me sobre fazermos juntos um EVENTO sobre a preocupação de todos nós, sobre a perda da identidade judaica no nosso meio.
Abrahão Israel Pitkowski
Osias, estão buscando uma pessoa que não conheço, apesar do sobrenome. Seria interessante se nossas federações tivessem algum tipo de serviço para encontrar parentes, pois Jewish Brazil recebe a menudo este tipo de mensagem e não temos toda a estrutura para encontrá-los. Abraços tropicasher. Cópia para a Conib com a mesma sugestão.
Paulinho Rosenbaum
Meu caro Osias, novamente minhas congratulações por seu noticiário intenacional (com certeza, é!), que chega a todos os rincões. E por falar em noticiário de ampla divulgação, permito-me solicitar-lhe que, por meio dele, tente conseguir encontrar algum descendente de HULDA SARAH LEWANDOWSKI, que está sepultada no cemitério de Vila Mariana, em, São Paulo, o mais antigo desta Capital. Sua campa está abandonada. Meu cunhado, Dr. Marcos Karniol, um dos dirigentes da CHEVRA KADISHA local peguntou-me se conhecia algum de
seus descendentes, então, lembrei-me em boa hora de você e de seu meio eletrônico de divulgação. Oxalá dê certo. Um tríplice e faternal abraço. Leon Frejda Szklarowsky.
Leon Frejda Szklarowsky-advogado escritor e jornalista- BRASÍLIA – DF
Estou enviando em anexo algumas fotos do nosso IV Seminário sobre Dependência Química que teve a participação expressiva dos nossos convidados.Um das palestras foi a do Dr Jose Maria, presidente do CONEN que aprsentou as estatisticas mundiais e nacional das drogas ilicitas e licitas a segunda palestra foi a minha., Evangelista André Luiz Pinho Gadêlha onde apresentei os aspectos relativos a Geopolitica Externa, Interna e Local (do Bairro), a relação terrorismo e tráfico de drogas e o papel da faimilia e da sociedade na prevenção e combate ao tráfico ilicito de drogas.Desejo que Deus continue abençoando a todos nós, ao Estado de Israel e ao povo Judeu!Meur cordial,Shalom!
André Luiz Pinho Gadêlha, PMP-Evangelista - Pastor da Congregação da Assembleia de Deus em Ponta Negra - Natal
Gostaria que o púiblico desse sua opinião sobre os 2 filmes abaixo..Por exemplo:Vi o filme-"Lemon Tree"e Zohan.O primeiro me pareceu um filme extremamente anti-israel.É a historia de uma viuva,dona de uma plantação de limões,vizinha do ministro. da defesa de Israel. O filme mostra o embate entre o poderoso e uma pobre vivuva. ATÉ EU FIQUEI EM FAVOR DA VIUVA. QUEM NÃO FICARIA? Agora, transformar isso em conflito entre israelenses e palestinos,foi um "gancho" do cineasta,dando alimento para nossos adversarios. Pois ali,se pode transportar o assunto para a imagem nazista -a figura do do opressor rico e poderoro contra o pobre coitadinho.Aliás,no filme a ministro diz,respondendo aos reporteres:-Vcs querem me falar de limões,quando estou tratando da defesa do Estado de Israel? O que me chocou foi o filme ter sido feito por um israelense.Mas,istoé liberdade de expressão.Agora:-um formador de opinião não deve ter um certo auto-controle?Está aberto o debate.Dêm sua opinião,cérebros e conversemos. Outro filme é Zohan. O sucesso desse filme,que leva tudo num tom moleque e irreverente,no fundo é uma mensagem de paz e convivência. Dêm sua opinião.
Jayme Gudel
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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