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LIBERDADE JÁ !
Passados quase 500 dias do seqüestro em território israelense, e os três jovens soldados Gilad Shalit, Ehud Goldwasser e Eldad Regev, ainda permanecem em cativeiro, ignorando-se se estão vivos nas mãos do Hamas e do Hezbollah. Uma manifestação mundial, realizada no ultimo dia 30 em 45 países, mostrou que os jovens seqüestrados não estão sozinhos. |
Os movimentos juvenis reuniram-se na sede do Bnei Akiva do Rio
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No Rio de Janeiro, cerca de 50 jovens dos movimentos sionistas, realizaram a sua parte. O clima de solidariedade e fervor compensou o pequeno número de presentes, numa comunidade com cerca de 30 mil pessoas. E como entender as comunidades que sequer lembraram da data?
Ensinam os sábios do judaísmo que cada judeu é responsável, um pelo outro.
Ser indiferente nestes dias é permitir que novas investidas terroristas venham sabotar os planos de paz para a região.
A jovem Karnit Goldwasser, casada com um dos seqüestrados, deixou uma forte e emocionada mensagem perante 3.000 jovens de vários paises, reunidos em Jerusalém numa manifestação de solidariedade: "Nós precisamos de suas vozes, façam o que puderem em suas comunidades e em seus países."
Será que nós, judeus-brasileiros, atendemos o desesperado pedido de Karnit ? |
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PENSAMENTO DA SEMANA : Os filhos iluminados de Abel criam. Os filhos medíocres de Caim copiam.
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HITLER NO BRASIL

A edição de outubro da revista da FAPESP traz uma importante matéria intitulada "Entre a feijoada e o chucrute". Aborda importante trabalho de pesquisa de Ana Maria Dietrich. Nazismo tropical? "O partido nazista no Brasil", tese de doutorado de Ana Maria, recém-defendida na Universidade de São Paulo, traz novas luzes sobre um velho chavão.Pesquisando em arquivos alemães, entrevistando antigos militantes do partido no país e até as filhas do Führer tupiniquim, Hans Henning von Cossel, o chefe da célula nazista brasileira, Ana descobriu que mesmo o nazismo é passível de tropicalização quando abaixo do Equador. "Essa tropicalização ocorreu de acordo com as nuances que a realidade brasileira impôs ao nazismo. Assim foi possível aos alemães e descendentes ao mesmo tempo comemorar o aniversário de Hitler e uma Festa de São João, tomar cerveja alemã e comer canjica", explica a pesquisadora.
Esse é o lado anedótico do nazismo à brasileira, mas há fatores mais importantes e igualmente desconhecidos: o partido nazista brasileiro funcionou por dez anos no país, atuando em 17 estados brasileiros (incluindo-se improváveis Bahia, Pará e Pernambuco), com 2.900 integrantes, um contingente só superado pelo partido na Alemanha. Dos 83 países que tiveram uma "filial" do NSDAP hitleriano, o Brasil ocupa o primeiro lugar, na frente da Áustria, país natal do Führer.
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Os "filhos de Hitler" posam e marcham no Rio Grande do Sul |
Aliás, antes mesmo de Adolf chegar ao poder, em 1933, o partido nazista já existia por aqui. Em 1928, antecedendo em cinco anos a ascensão de Hitler, foi criado um grupo em Benedito Timbó, Santa Catarina, não só a primeira célula estrangeira do país, como a primeira do movimento nazista no exterior. Assim como o comunismo preconizava sua internacionalização, nazistas, seus rivais, queriam o mesmo. "O partido nazista no Brasil era para a Alemanha muito mais importante do que para o Brasil. Enquanto o governo brasileiro não se incomodou por dez anos com sua existência, o governo hitlerista fez dele o representante do povo alemão em território brasileiro e as ações contra este partido tinham conseqüências diretas nas relações com o Brasil", observa Dietrich. |
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ATIVISTA NATALIE PORTMAN


A linda atriz judia-americana Natalie Portman
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Um choque de desespero de uma amiga em Harvard, no momento em que recebeu a noticia da perda de um parente, vitima do terrorismo em Israel, fez com que a atriz judia-americana Natalie Portman visitasse o país. Voltando de viagem, Natalie encontrou-se com a rainha da Jordânia Rania, uma palestina, e ficou conhecendo a Fundação Internacional para Assistência Comunitária. Esta instituição tem como finalidade fazer pequenos empréstimos, a maioria para mulheres, que desejem iniciar um pequeno negocio próprio. Isto fará com que elas possam se tornar independentes e refratarias aos apelos do ódio ou do terror. Portman abraçou a causa com entusiasmo e já viajou para a América Central e África em missão filantrópica. |
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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CÂNCER E TRANSPARÊNCIA POLÍTICA
Por duas horas, Israel parou. Aconteceu no dia 29 de outubro. Âs 10h da manhã, o repórter Chico Menashé, do Canal 10 de TV, soltou a bomba: o primeiro-ministro Ehud Olmert acabara de convocar uma coletiva de impresa surpresa para o meio-dia. O motivo: informar sobre uma "mudança significativa" em seu estado de saúde.
Os assessores do premiê tentaram embargar a notícia da coletiva temendo uma onda de boatos. Afinal, o antecessor
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Problemas e doença debilitam Ehud Olmert |
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de Olmert, ArielSharon, teve que deixar o cargo justamente por problemas de saúde. Mas todos os canais de TV e rádios, além de sites na internet, decidiram desobedecer a orientação dos assessores de Olmert, noticiando a coletiva. Foram duas horas de caos. Não se falava de outra coisa. Cada um tinha um palpite sobre o que Olmert anunciaria. Mas todos concordavam que não seria coisa boa. Até a Bolsa de Valores de Tel Aviv caiu.
Meia hora antes da coletiva, o Canal 2 de TV noticiou com convicção que Olmert teria câncer de próstata em estágio inicial. Quando, ao meio-dia, o primeiro-ministro finalmente confirmou a informação, todo mundo já sabia. A sensação foi de anti-clímax. Obviamente, ninguém acredita que esse tipo de câncer é trivial. Mas é curável, ainda mais nesse estágio. Israel voltou a respirar normalmente. A bolsa de Tel Aviv se recuperou totalmente.
Três dias depois, quase não se comenta o caso. Muito diferente do que aconteceu com Sharon, que claramente escondeu do público a gravidade de sua situação dias antes de sofrer o segundo derrame que o mantém em coma até hoje. A decisão de Olmert de revelar sua doença prova que check-ups médicos e transparência política são práticas desejáveis que ajudam a manter a estabilidade da nação em momentos de crise. |
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DUDU FISHER E O SHABAT

Em recente entrevista na radio de Israel, o mais famoso cantor de musicas chassidicas judaicas, Dudu Fisher , declarou que sentiu uma emoção maior ao negar cantar na Broadway, em respeito ao Shabat (sábado), do que quando se apresentou perante a Rainha da Inglaterra. Dudu contou que seus pais saíram do Gueto da Polônia em 1932. "Eu ainda lembro o rosto de minha avó cantando para mim", recordou o emocionado cantor. Esta influencia mostrou-se presente em seu primeiro trabalho profissional como chazan-cantor litúrgico numa sinagoga de Israel , até os 28 anos de idade. Somente após seu casamento, na África do Sul, é que reparou a queda no canto litúrgico, contracenando com a ascensão do canto chassidico.
"Com a melodia Borchi Nafshi, abençoe minha alma, ganhei o premio no festival de musica chassidica, apresentado pela TV. No dia seguinte não consegui andar pelas ruas, pois tornei-me um astro nacional".
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Dudu Fisher trocou a liturgia pelo chassidismo |
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Affonso Arinos de Mello Franco - Embaixador e Membro da Academia Brasileira de Letras
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LEI AFONSO ARINOS CONTRA A DISCRIMINAÇÃO RACIAL
A lei nº 1.390, de 3 de julho de 1951, da autoria do deputado Afonso Arinos de Melo Franco, incluiu, entre as contravenções penais, a prática resultante de preconceito de raça ou cor. Já a Constituição Federal de 1946, em cuja vigência foi elaborada a Lei Afonso Arinos, alinhava, entre os direitos e garantias individuais, um artigo condenatório de atos decorrentes da propaganda de guerra ou daquele preconceito. Mas a simples declaração constitucional, destituída do complemento da lei ordinária, resultava em mero preceito moral, cujo desrespeito não era sancionado. Recomendava que não se praticassem tais atos, mas não havia qualquer dispositivo legal concretizando a prescrição, ao considerar delituosa aquela prática. |
Afonso Arinos de
Melo Franco, o pai
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Então, o deputado Afonso Arinos apresentou o projeto que se tornaria lei, sem ter sido objeto de qualquer emenda por outro parlamentar.
É no campo pedagógico-cultural que a ação democrática do Estado melhor se faz sentir. Só através da política educacional serão destruídos os preconceitos que dificultam a integração efetiva da população negra e mestiça no complexo social brasileiro. Assim, pode o Estado dissolver os resíduos culturais oriundos da escravidão, ao possibilitar a criação de oportunidades econômicas e sociais igualitárias, favorecendo a solução das necessidades populares. A Lei Afonso Arinos visou, dessa forma, contribuir para a política educacional do Estado, na solução do problema racial no Brasil.
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BOICOTE À ARTE


Cena do filme premiado em Cannes e Israel, mas boicotado pelos árabes
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O filme "A Visita da Banda", vencedor do troféu da Academia Israelense de 2007, e já premiado no último Festival de Cannes, vem sofrendo boicote nos países árabes. O motivo principal é o enredo da película que mostra uma banda de oito policiais egípcios, perdidos numa cidade remota do deserto em Israel, desfrutando de uma convivência pacifica e amistosa com a população israelense que os acolhe. Os paises árabes proibiram o filme de participar de qualquer festival de cinema e recomendam o boicote à película. O Emirado de Abu Dhabi chegou a mandar um convite aos produtores do filme para participarem de seu festival, mas posteriormente, sob pressão de outros países participantes, cancelaram o convite. Em resposta à atitude dos organizadores do Festival Internacional de Filme do Cairo, que negaram o direito de exibição ao filme dedicado ao tema envolvendo egípcios e israelenses, o embaixador de Israel no Egito, Shalom Cohen, prometeu promover exibições na embaixada, durante o festival em dezembro próximo.
A prova de qualidade da película, onde também participam atores árabes, é a sua inclusão como um dos favoritos do Oscar europeu, no concurso que se realizará em dezembro. |
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A VISÃO DE AMOS OZ

Durante o discurso de agradecimento pelo recebimento do renomado premio espanhol "Príncipe de Astúrias", um dos mais importantes autores israelenses da atualidade, Amos Oz, emitiu um polemico conceito sobre a coexistência entre árabes e judeus: "Parte da tragédia árabe-judía é a incapacidade de muitos de nós, judeus e árabes, de imaginar-nos uns aos outros. De imaginar realmente os amores, os medos terríveis, a ira, os instintos. Demasiada hostilidade impera entre nós e muito pouca curiosidade. Os judeus e os árabes têm algo em comum: ambos sofreram no passado debaixo da pesada e violenta mão da Europa. Os árabes foram vítimas do imperialismo, do colonialismo, e da exploração e humilhação. Os judeus foram vítimas de perseguições, discriminação, expulsão e, no final, o assassinato de um terço do povo judeu.
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O escritor israelense Amos Oz sentado na raiz do problema |
Caberia supor que duas vítimas, e sobretudo duas vítimas de um mesmo perseguidor, desenvolveriam certa solidariedade entre elas. Desgraçadamente as coisas não são assim, nem nas novelas, nem na vida real. Pelo contrario, alguns dos conflitos mais terríveis são aqueles que se produzem entre duas vitimas de um mesmo perseguidor. Os dois filhos de um pai violento não tem porque amar-se necessariamente. Exatamente assim é a situação entre judeus e árabes no Oriente Médio: enquanto os árabes vêem nos israelís novos cruzados, a nova reencarnação de uma Europa colonialista, muitos israelís vêem nos árabes a nova personificação de nossos perseguidores do passado: os responsáveis pelos pogroms e os nazis".
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HOMENAGEM A MAX FEFFER Z'L


O homenageado Max Feffer e os filhos David e Daniel
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Será inaugurada amanhã, dia 5/11 às 10,00 h, a Biblioteca Popular Municipal Max Feffer em Copacabana-RJ. O patrono (em memória) é o engenheiro Max Feffer , ex-presidente do Grupo Suzano, fundador do Instituto Ecofuturo, uma organização não governamental, que tem como missão promover a integração entre o homem e a natureza por meio da educação ambiental. O empresário foi atuante nos setores de papel e celulose, e de petroquímica, revolucionando a indústria brasileira na década de 50. Max Feffer sucedeu no comando das empresas Suzano a seu pai, Leon Feffer, de saudosa memória, que foi um grande benemérito da comunidade judaico-brasileira e notável amante do judaísmo e do sionismo. Leon Feffer foi Cônsul Honorário de Israel no Brasil. Atualmente, as Empresas Suzano são capitaneadas pelos irmãos David e Daniel Feffer, filhos do homenageado. As Empresas Suzano são patrocinadoras da FIERJ, desde o ano de 2002. |
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SAIA CURTA

A economia israelense parece ter ficado pequena para as mega-empresas do país como a África Israel Investments, o grupo Delek, a Israel Corporation e o IDB. O bilionário Nochi Danker, proprietário da Cellcom, a maior empresa de telefonia celular de Israel, dono da rede de supermercados Super-Sol que detém 38% do mercado e da seguradora IDB, procura expandir-se além fronteiras.
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Israelenses diversificam em novos cassinos de Las Vegas |
Em sociedade com o investidor israelense Yitzhak Tshuva, o IDB vai investir 8 bilhões de dólares na construção de um hotel-casino em Las Vegas. O principal impulsionador da disponibilidade de caixa das empresas israelís foi o crescimento econômico de Israel nos últimos cinco anos. A empresa mãe do grupo IDB, gerou no ano passado um caixa liquido de 430 milhões de dólares, e na primeira metade de 2007 já acumula mais de 250 milhões de dólares. È a vez da globalização israelense.
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Por Júlio Messer
Presidente do
“American Friends
of Likud"
direto de Nova Iorque |
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DEMOCRATAS, REPUBLICANOS E ISRAEL
Estamos a dois meses da primeira primária estadual para a seleção dos candidatos presidenciais. Os debates políticos se tornam mais acirrados e os eleitores começam a focalizar nos principais candidatos. Como costumam votar os judeus americanos? É o apoio a Israel um fator decisivo na sua escolha de filiação partidária e candidato? Na mais recente "pesquisa anual sobre a opinião judaica americana" (2006), realizada pelo American Jewish Committee e envolvendo 958 judeus, 54 % se identificaram como democratas, 29% como |
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independentes, e 15% como republicanos. Na ultima eleição presidencial (2004), ¾ dos judeus americanos votaram no candidato democrata, e nas ultimas eleições parlamentares (2006), uma proporção comparável (ou, segundo alguns,maior ainda) votou nos democratas. Em agosto de 2006, o Centro de Pesquisa Pew inquiriu 1506 adultos americanos quanto à guerra entre Israel e o Hezbollah. Entre os republicanos, 55% responsabilizaram o Hezbollah pelo início dos combates, e 9% Israel; entre os democratas, 33% e 15%, respectivamente. 53% dos republicanos caracterizaram a conduta de Israel durante a guerra de correta, e 11% de excessivamente violenta; entre os democratas, 35% e 31%, respectivamente. Apesar do apoio a Israel ser substancialmente maior entre os americanos republicanos do que entre os democratas, a maioria esmagadora dos judeus americanos se identifica e vota democrata.
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H. STERN Z'L


Hans Stern foi capa do informe FIERJ como convidado de honra em evento promovido na gestão 2002/2006
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"Ocupo esta tribuna, neste momento, para prestar homenagens a um brasileiro por opção - por vontade própria; a um amigo, e a um dos grandes empresários deste país. Um homem honrado, que enfrentou todas as adversidades de uma vida marcada pela luta e por vitórias. Senhoras e senhores, Hans Stern, que faleceu na semana passada, era um exemplo para todos que o conheciam: nasceu em Essen, na Alemanha, em 1922, de família judaica, e escapou da perseguição nazista. Adotou o Brasil como pátria ao estabelecer-se em território brasileiro. Ao longo de sua vida garimpou, lapidou, confeccionou, comercializou, até se tornar um dos maiores nomes internacionais no comércio de jóias, estando entre as 5 maiores redes do ramo no mundo, com 165 lojas em 12 países. Implantou e perpetuou no mercado consumidor mundial o valor das pedras brasileiras. |
O seu legado vai além da projeção do nome do nosso país e das nossas riquezas; representa a força daqueles, que, apesar de todas as dificuldades, são capazes de superá-las. Senhoras e senhores Deputados, é com imenso orgulho e comovido pela história desse homem que aprendi a admirar, que deixo o meu mais fraterno abraço à família de Hans Stern, na pessoa de sua esposa Ruth e de seus filhos, e a toda a comunidade judaica que teve nele um dos seus mais expressivos membros."
Deputado Federal Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), plenário da Câmara Federal, às 14h32 do dia 31 de outubro de 2007.
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FARAÓ MUBARAK

Osni Mubarak, presidente do Egito eleito e reeleito "democraticamente", por mais de 25 anos, está preparando seu filho para sucedê-lo. Embora tenha declarado que o Egito não é a Síria, numa clara alusão à troca de poder de pai para filho na família Assad, Mubarak sabe quem deseja colocar em seu lugar, mas não tem pressa em sair. Sua sucessão será mais um grave problema político para os EUA, que tem no Egito e em seu presidente, tradicionais aliados na região. A ajuda financeira americana a este país é a maior dotação externa do governo americano e totaliza cerca de 4 bilhões de dólares anuais. Apenas como comparação, o Estado de Israel recebe da mesma fonte anualmente, o montante de 2,5 bilhões de dólares.
Contam os adversários de Mubarak que certa vez o presidente estava bastante enfermo e foi hospitalizado com risco de morte. Seus assessores mais próximos chegaram ao pé de seu ouvido e disseram que o povo gostaria de entrar no hospital para despedir-se do presidente. Mubarak retrucou : "Mas para onde eles estão indo?"
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Osni Mubarak, o novo faraó do Egito, há 25 anos no poder |
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PRÊMIO VOLTA AO MUNDO


A dupla de talentos pela Coexistência
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Dois jovens criativos, Fernando Blum e Bruno Kaller Rothstein, estão entre os cinco finalistas do concurso Negresco da Editora Abril e Nestlé, na categoria vídeo. Inicialmente colocaram-se entre os cinco finalistas, mas para chegar à grande final, eles precisam dos votos de admiradores de seu trabalho. "Todas as pessoas que apóiam a idéia de "Coexistência" devem votar em nosso trabalho. Acreditamos ter passado este conceito da forma mais simples e descontraída dentro dos 30 segundos. Nos dias atuais, a paz entre os povos, raças e etnias é de extrema importância. Nossa grande inspiração foi o forte conceito de "Coexistência", bandeira que sempre levantamos. Não basta ficar só em pensamentos individuais. Devemos passar essa idéia adiante, e de diferentes formas", define a dupla de criadores. Para votar é rápido e fácil: Entre no site www.premiovoltaaomundo.com.br, categoria VIDEO. |
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REPORTAGEM EXCLUSIVA - DAVID REZNIK - POR DANIELA NELSTEIN


Raquel e David Reznik em sua residência e a Sinagoga em Jerusalém
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O famoso arquiteto David Reznik é brasileiro e israelense, pois mora em Israel há quase 60 anos. David recebeu-me em sua residência, que fica num bairro nobre, perto do centro de Jerusalém. Ele e sua esposa Rachel, também brasileira, tiveram três filhos, mas só o caçula seguiu a carreira do pai. Todos moram em Israel.
Com Beethoven de fundo musical, Reznik contou um pouco de sua história, como ele e a esposa se conheceram, e quando decidiram fazer Aliá (ida para Israel), antes mesmo de 1950. Vieram de navio, Reznik tinha 25 anos, para um país recém nascido e, em menos de dez anos, conseguiu abrir seu escritório, que funciona até hoje, agora sob o comando de outros arquitetos. No entanto, David não se aposentou, pois hoje, aos 83 anos, trabalha no Instituto Cultural Ibero-Americano, do qual é presidente. Para Reznik, foram varias as etapas importantes na formação de sua linha arquitetônica: quando trabalhou com os arquitetos Oscar Niemeyer, Zeev Rechter e Heinz Rau; o histórico da família Reznik no Brasil e a imigração para o Estado de Israel; e seus contatos, tantos pessoais quanto conceituais, com arquitetos influentes na teoria e na prática.
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Em 2005, foi lançado o livro 'A Retrospective', publicado pela The Genia Schreiber, galeria de Arte da Universidade de Tel Aviv. O livro reúne uma série de obras executadas, a partir de projetos feitos por Reznik. Os trabalhos que estão no livro foram os selecionados para a exposição fotográfica que esteve no Brasil, na VI Bienal de São Paulo. Folheando o livro, impossível não admirar a qualidade de seus projetos. Com mais de 200 obras concluídas, Reznik escolheu duas para ilustrarmos aqui: a Sinagoga da Universidade Hebraica de Jerusalém, no Campus Monte Scopus, e o Hotel Hyatt em Jerusalém.
David Reznik é uma história viva de sucesso do ideal sionista, humanista e profissional. |

Hotel Hyatt em Jerusalém, um dos mega-projetos de Reznik |
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MANCHETES DE FECHAMENTO

-Tzipi Livni alerta para desacordo com palestinos sobre futuro encontro
-150 mil pessoas compareceram à homenagem dos 12 anos sem Rabin
-Yigal Amir, assassino de Rabin, vai assistir a circuncisão do filho
-Barak diz ser iminente invasão israelense em Gaza
-Foguetes Qassam provocam blackout na cidade de Sderot
-Extremistas de direita distribuem fotos de Shimon Peres com o kafiyah palestino
-Palestinos vão exigir ajuda européia de 120 milhões de dólares
-6 países vão pressionar por sanções contra o Irã
-Mundo judaico lembra os 40 anos do movimento "refusnik" soviético
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Gostaria de ter acesso às "Notícias da Rua Judaica"
Dinah Henkin Rotstain-Boulogne Billancourt - França
Parabéns achei ótimo sua iniciativa de dar nos noticias da rua judaica, mesmo que vivo em Israel, encontro muitas novidades; e achei fantástica a maneira como as noticias são, divulgadas, sem política ou fofocas. Desejo que continuem trazendo-nos sempre boas noticia da rua judaica.
Clara Cohen - Natania - Israel
Meu novo e-mail alternativo.
Sandra Rejwan-Jerusalem - Israel
Ha' em seu ultimo newsletter mensagem do Eng. Luciano C. de Oliveira. Estou quase certo tratar-se de meu colega Luciano Cruz de Oliveira, que formou-se comigo em engenharia química em 1972. Ha' bastante tempo tento localizar o Luciano. Você poderia, por favor, fazer um "forward" desta minha mensagem para ele?
Moshe Waldmann - Israel
Cada vez melhor. É uma redação inteira numa pessoa. Atualiza, discute, adverte, fundamenta. Indispensável; saudações eco-judaicas.
Deputado Carlos Minc-Secretario Estadual de Ambiente-RJ
Leitor e acompanhante de teu trabalho informo-te acerca da temática das bolsas/zara, que qdo estive em taipei-taywan e seul-coreia, verifiquei que a cruz gamada, faz parte da cultura daquele povo. Qdo comentei com os orientais sobre a relação da mesma com os nazistas eles me informaram ter certeza de que os alemães perderiam a guerra e seu poder pois haviam desenhado a cruz com a rotação para o lado errado, o que "dá muito azar". um abraço,
SOLON NHUCH- ex-presidente da BBrith-Loja Yehuda Halevi-POA-RGS
Só para registro: a suástica é, sim, um símbolo hindu. Das tribos indo-arianas e por isso foi apropriada pelos nazistas. Mas até hoje, na cerâmica e nos têxteis indianos, ela está presente - e isso não significa necessariamente uma postura anti-semita. Até recentemente, a força aérea venezuelana (!) também apresentava na carlinga uma imagem de um índio com a suástica no corpo. E também não era manifestação nazista. Claro, é de se esperar que governos e empresários tenham a sensibilidade de evitar o uso dessas imagens, mas, porém, contudo, todavia...
Henrique Veltman
Sugiro uma revisão conceitual do que é classificado como direita e esquerda no trato da questão israelense. Usualmente associada ao pleno liberalismo econômico, leia-se mercado, conservadorismo, mantenedora do status quo e até mesmo à repressão mais ou menos violenta, a direita pode ter atributos exatamente opostos - dependendo do contexto em que se localize. A esquerda, por sua vez, pode ter qualidades contrárias às quais é frequentemente ligada como limitadora ou mesmo anti-mercado, progressista e revolucionária. Esta dicotomia me parece superada pelos estados politicamente mais evoluídos, onde esquerda e direita se alternam no poder, ambas reconhecendo a existência do chamado mercado. Discute-se apenas o grau de interferência neste, ou seja, mais intervenções regulatórias se esquerda, menos se direita. No caso em tela de Israel, os grupos poderiam ser divididos em mais ou menos favoráveis à concessões em troca de uma paz tão almejada. Ou outros termos que expressem melhor esta realidade em nome de polarizações que não contribuem ao debate.
Gilberto Catran - diretor executivo da ALOSERJ - Associação dos Lojistas em Shopping Centers do Estado do Rio de Janeiro-RJ
PARABENS ! PELA SUA RESENHA.FINALMENTE ENCONTREI NUM SÓ LOCAL ASSUNTOS DE NOSSO INTERESSE, MUITO BEM SELECIONADOS.UM ABRAÇO
ISRAEL H. COSLOVSKY
Quero agradecer mais uma vez o prazeroso e constante recebimento deste noticiário, o que muito me apraz.Parabéns ao sr.e a todos da equipe. Shalom! Todá Rabá!
Mauro Paulino-Minas Gerais.
No fim-de-semana passado, 19 de outubro, fiz um passeio a Tiradentes, MG. Quando passamos num importante entroncamento de estradas, provavelmente saindo da Rio-Petrópolis e pegando a estrada que leva a Juiz de Fora, vi (impossível não ver) no monumento-marco que fica nesse entroncamento, que é tipo um marco numa ilhazinha gramada, uma imensa suástica vermelha pintada nesse grande monumento-marco (que é uma coisa lisa, tipo um grande quadrado ou retângulo). Só tem esse "monumento" liso e, de "ilustração", a gigante suástica vermelha.
Basse Silber
Para mim, o Sr. Júlio Messer está muito errado no seu comentário sobre o aniversário da morte de Ytzhak Rabin. "Uma coisa é uma coisa - outra coisa é coisa" como se diz no Bom Retiro. Pode-se discutir sobre quem assassinou o projeto de paz. Pode-se até concordar, nesse aspecto, com o ponto de vista do Sr. Messer. Mas não é justo nem ético minimizar a tragédia do assassinato do então primeiro-ministro de Israel, nem deixar de atribuir o crime a quem o cometeu, frisando a motivação ideológico-religiosa. Parabéns pelo informativo.
Felipe Hönigsberg-São Paulo-SP
Em função de um trabalho de pesquisa que estou realizando, estive ontem (29/10) na Escola Municipal Estado de Israel, situada na Rua dos Limites s/nº (ao lado do nº 1357 e a entrada fica em frente à esquina desta rua com a Rua do Governo), Realengo, Zona Oeste, CEP 21715-150. A Diretora-Adjunta, Profª Sandra Mara Arango, me atendeu e me forneceu as seguintes informações: a- a escola foi inaugurada em 01/04/1958 e reformada em 1974 no Governo Chagas Freitas; b- a escola promove uma comemoração na data de aniversário da inauguração; c- disse-me que antes de sua transferência para esta escola, na época do aniversário de independência de Israel, realizavam-se comemorações com a presença da comunidade judaica e de representantes do corpo diplomático da Embaixada de Israel; d- no próximo ano a escola completará 50 anos de fundação e ela gostaria de que a comunidade judaica participasse ativamente da comemoração; e- tem interesse em obter uma bandeira de Israel, a ser utilizada nos eventos comemorativos. Lembro-me que antigamente a FIERJ e o Consulado de Israel participavam dessas comemorações na escola. No mural principal vemos o nome da escola e o desenho de uma menorá, embaixo do nome. A escola é municipal no horário diurno. No horário noturno esta unidade escolar se torna a Escola Estadual de Ensino Supletivo Estado de Israel. O Estado e a Prefeitura compartilham o mesmo prédio, mas, este é de propriedade do Município.
Jorge Bastos Furman- CREA-RJ 50.454-D
....Todos os anos, vou visitar minha irmã que mora em Roma há 36 anos e acabo visitando outros países e o que vejo é alarmante : a quantidade de muçulmanos aumentou muitíssimo nesses últimos anos (podemos reconhecê-los porque as mulheres desta fé, usam roupas inconfundíveis). Imaginem vocês que, no norte da Itália, onde vivem muitos muçulmanos, um diretor de uma escola pública teve que tirar das paredes de sua instituição, todos os crucifixos porque um muçulmano reclamou que não deixaria seu filho freqüentar as aulas, num lugar onde havia uma cruz com um cadaverzinho pendurado. Imagina, a Itália, um país tradicionalmente católico, que contém em seu território a sede da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, se submeter aos muçulmanos!!!! Por algum tempo, foram retirados todos os crucifixos das escolas públicas, não me lembro bem se só daquela cidade, ou de toda a Itália. Eu estava lá e vi como o povo italiano ficou indignado, discutindo o assunto. Evidentemente, eles não gostaram nada da atitude do juiz que mandou recolher os crucifixos. Gente, a coisa está ficando séria. Eles estão dominando o mundo todo paulatinamente. E o medo atroz que os americanos estão dos terroristas, está contaminando os outros países. Não sei o que podemos fazer para conter esta dominação religiosa, mas, se passarmos adiante, como protesto, pode ser que chegue em alguém que pode agir contra isso, sei lá eu. Bem, eu estou fazendo a minha parte de difundir entre os meus amigos e espero que eles também façam alguma coisa.
Maria Teresa V.
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Nova Iorque - Júlio Messer, Tel-Aviv - Daniela Kresch
e Jerusalém - Daniela Nelstein
Diagramação: MarketDesign - Aline Grynapel
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